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Aluno: Matheus Macedo Gomes, 2º ano de Mecatrônica

Instituto Federal de São Paulo

O papel da educação na superação das desigualdades de gênero.


De acordo com o IBGE, as mulheres possuem um rendimento médio de 74% em
relação aos homens. O site do R7 revela que a cada 10 mulheres, 9 já foram
assediadas em público. Essas estatísticas são meras provas de que a sociedade
ainda é machista, o que valida mais ainda que devemos acabar com isso. As
desigualdades tomaram proporções tão grandes em que não seria possível punir
todos aqueles que as fazem, sendo assim só há outro meio, pacifico porem eficaz: A
educação.
Por mais que as mulheres ganhem menos que os homens atualmente, essa diferença
vem diminuindo com o decorrer dos anos. Isto comprova que as mulheres tomaram
mais ciência de que estavam em uma situação desigual, lutaram e continuam lutando
por essa causa. Essa ciência se teve no momento em que ela conquistou um espaço
da educação, pois a educação nos liberta e abre fronteiras. Um exemplo de mulher
que teve essa conquista é a Marie Curie, a primeira mulher a receber o prêmio Nobel.
Isso quebra o estereotipo de que mulher é aquela que fica em casa cuidando dos
filhos e lavando a louça, reforçando a posição de que as mulheres possuem as
mesmas capacidades de que os homens.
A educação também é importante no processo de conscientização dos homens. Por
meio de palestras, apresentações, etc. O homem também pode agir em prol do
combate às desigualdades de gênero, mas esse combate começa a partir da mudança
em si mesmo, pequenos atos como dividir as tarefas de casa, não fazer piadas sobre
as mulheres, entre outros, já fazem uma grande mudança para alcançarmos uma
sociedade livre de desigualdades.
A respeito dos fatos mencionados, cabe principalmente ao governo tomar providencias
, como por exemplo, a abertura de vagas exclusivas para mulheres em diversos
cursos, principalmente aqueles considerados “masculinos” (um exemplo é a
mecatrônica), mais palestras abertas ao público, e a punição em casos de assedio,
estupro ou qualquer tipo de violência a mulher.
Bibliografia
IBGE. Estatísticas de Gênero: Razão entre o rendimento médio das mulheres em
relação ao rendimento dos homens. Disponível em:
<https://www.ibge.gov.br/apps/snig/v1/?loc=0&cat=-2,-3,128&ind=4721>. Acesso em:
26 mar. 2018.
R7. Pesquisa mostra que 86% das mulheres brasileiras sofreram assédio em
público: Entre as entrevistadas, 44% disseram que já tiveram o corpo tocado.
Disponível em: <http://r7.com/k4uq>. Acesso em: 26 mar. 2018.