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Manual de Diagnóstico de Falhas e Reparos

Motores ISB, ISBe3.9, QSB4.5, QSB5.9, QSB6.7, ISC,


QSC8.3, ISL, ISLe9 e QSL9, Sistema Eletrônico de
Controle CM850
Volume 1

Copyright© 2006
Cummins Inc.
Todos os direitos reservados

Cummins Brasil Ltda. Traduzido do Boletim


Rua Jati, 310 No. 4021416-00 USA
07180-900 - Guarulhos - SP
No. 3653269
Prefácio
Este manual contém instruções para o diagnóstico de falhas e reparos deste motor no chassi. Os procedimentos de
recondicionamento de componentes e conjuntos encontram-se no manual de oficina. Consulte a Seção i - Introdução
para obter instruções de utilização deste manual.
Leia e siga todas as instruções de segurança. Consulte a ADVERTÊNCIA nas Instruções Gerais de Segurança
da Seção i - Introdução.
O manual foi organizado para guiar o técnico de serviço através de passos lógicos para identificar e corrigir problemas
relacionados ao motor. Este manual não abrange problemas relacionados ao veículo ou ao equipamento. Consulte
o fabricante do veículo ou do equipamento para obter os procedimentos de reparos.
Vários manuais de serviço específicos (por exemplo: Oficina, Especificações e Reparos Alternativos) encontram-se
disponíveis e podem ser solicitados junto ao Distribuidor Autorizado Cummins de sua região. Consulte a Seção L,
Literatura de Serviço, para obter uma relação desses Distribuidores.
Os procedimentos de reparo utilizados neste manual são recomendados pela Cummins Brasil Ltda. Alguns
procedimentos de manutenção requerem a utilização de ferramentas especiais de serviço. Utilize as ferramentas
corretas, conforme especificado.
A Cummins Brasil Ltda. incentiva o usuário deste manual a relatar erros, omissões e sugestões de melhoria. Utilize
o Formulário de Pesquisa de Literatura, localizado no final deste manual, para nos enviar seus comentários.
As especificações e as informações de recondicionamento neste manual baseiam-se nas informações vigentes na
época de sua publicação. A Cummins Brasil Ltda. reserva-se o direito de fazer quaisquer alterações, em qualquer
momento, sem com isto incorrer em nenhum tipo de obrigação. Se houver discrepâncias entre seu motor e as
informações contidas neste manual, entre em contato com um Distribuidor Autorizado Cummins.
Foram utilizados a tecnologia mais atual e os componentes da mais alta qualidade na produção deste motor. Sempre
que forem necessárias peças de reposição, recomendamos utilizar somente peças genuínas Cummins ou ReCon®.
Essas peças podem ser identificadas pelas seguintes logomarcas:
Conteúdo
Seção

Introdução ................................................................................................................................................ i

Identificação do Motor ............................................................................................................................. E

Familiarização ........................................................................................................................................... F

Recursos Automotivos ............................................................................................................................. FA

Recursos Industriais ................................................................................................................................. FB

Recursos de Geração de Energia ............................................................................................................ FC

Diagnóstico de Códigos de Falha (FC0001 - FC148) .............................................................................. TF

Diagramas de Diagnóstico de Falhas ...................................................................................................... TS

Recursos de Desempenho do Motor ....................................................................................................... TT

Controles Eletrônicos do Motor ............................................................................................................... 19

Literatura de Serviço ................................................................................................................................ L

Especificações .......................................................................................................................................... V

Índice ........................................................................................................................................................... X
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Seção i - Introdução Página i-a

Seção i - Introdução
Conteúdo da Seção
Página
Como Usar o Manual ..........................................................................................................................................i-2
Informações Gerais............................................................................................................................................i-2
Definição dos Termos ......................................................................................................................................i-13
Informações Gerais..........................................................................................................................................i-13
Ilustrações ..........................................................................................................................................................i-4
Informações Gerais............................................................................................................................................i-4
Instruções Gerais de Limpeza ...........................................................................................................................i-8
Definição de Limpeza.........................................................................................................................................i-8
Limpeza com Jateamento de Esferas de Plástico.............................................................................................i-10
Limpeza com Solvente e Ácido...........................................................................................................................i-9
Limpeza com Vapor......................................................................................................................................... i-10
Pastilhas Abrasivas e Papel Abrasivo.................................................................................................................i-8
Superfícies das Juntas.......................................................................................................................................i-9
Instruções Gerais de Reparos ...........................................................................................................................i-7
Informações Gerais............................................................................................................................................i-7
Solda em um Veículo com um Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente..........................................i-7
Instruções Gerais de Segurança ........................................................................................................................i-5
Informações Importantes Sobre Segurança........................................................................................................i-5
Símbolos .............................................................................................................................................................i-3
Informações Gerais............................................................................................................................................i-3
Sobre Este Manual .............................................................................................................................................i-1
Informações Gerais............................................................................................................................................i-1
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página i-b Seção i - Introdução

Página Intencionalmente Deixada em Branco


ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Sobre Este Manual
Seção i - Introdução Página i-1

Sobre Este Manual


Informações Gerais
Este Manual de Diagnóstico de Falhas e Reparos visa auxiliar na determinação da causa de problemas relacionados
ao motor e fornecer os procedimentos necessários de reparos.
O manual está organizado em seções. Cada seção equivale a um grupo utilizado no sistema 'filmcard' da Cummins.
Algumas seções contêm números de referência e números de procedimento. Os números de referência fornecem
informações gerais, especificações, diagramas e ferramentas de serviço, onde aplicável. Os números de
procedimento são utilizados para identificar e referenciar procedimentos específicos de reparos para corrigir o
problema.
Este manual não contém procedimentos de diagnóstico eletrônico de falhas do sistema de combustível. Utilize os
diagramas de diagnóstico de falhas neste manual se não houver códigos eletrônicos de falhas.
O manual foi elaborado de maneira que os diagramas de diagnóstico de falhas sejam utilizados para se localizar a
causa de um problema do motor. Os diagramas de diagnóstico de falhas conduzem o usuário ao procedimento correto
de reparo. Os procedimentos de reparos em uma seção são classificados em ordem numérica. Entretanto, os passos
de reparo em um determinado procedimento são organizados na ordem que o reparo deve ser realizado,
independentemente da ordem numérica dos passos. O usuário deve utilizar as páginas de conteúdo ou o índice geral,
no final do manual, para localizar tópicos específicos quando não utilizar os diagramas de diagnóstico.
Como Usar o Manual ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página i-2 Seção i - Introdução

Como Usar o Manual


Informações Gerais
Este manual está organizado para fornecer um fluxo fácil desde a identificação até a correção de um problema. A
Seção TS, Diagramas de Diagnóstico de Falhas, apresenta uma relação de sintomas de falhas com os problemas mais
comuns do motor. A Seção de Sintomas de Diagnóstico de Falhas deve ser utilizada como um guia para localizar o
problema e conduzir o usuário ao procedimento correto para executar o reparo. Siga os passos abaixo para localizar
e corrigir um problema.

(Passo 1) Localize o sintoma na página TS-a, Conteúdo da Seção, Seção TS.


Identifique o número de página (à direita do título do sintoma) para localizar a página onde se encontra
o diagrama de diagnóstico associado ao problema.
(Passo 2) A coluna de blocos à esquerda nas páginas de Diagramas de Diagnóstico de Falhas indica uma causa
provável do problema, começando com o problema mais simples e mais fácil de reparar, e continuando
em ordem descendente até os mais difíceis.
A coluna de blocos à direita fornece uma breve descrição da ação corretiva e a referência ao número
do procedimento correto a ser seguido para o reparo.
(Passo 3) Localize a causa do problema na coluna à esquerda e, em seguida, identifique o procedimento
associado na coluna à direita.
(Passo 4) Os Diagramas de Diagnóstico de Falhas baseiam-se nas seguintes suposições:
• O motor foi instalado de acordo com as especificações do fabricante.
• Os reparos mais fáceis são feitos em primeiro lugar.
• São fornecidas soluções "genéricas" abrangendo problemas com as aplicações mais comuns e do
Fabricante do Equipamento Original (OEM).
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Símbolos
Seção i - Introdução Página i-3

Símbolos
Informações Gerais
Os seguintes símbolos são utilizados neste manual para transmitir visualmente o objetivo de cada instrução. O
significado destes símbolos está definido abaixo:
Ilustrações ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página i-4 Seção i - Introdução

Ilustrações
Informações Gerais
Algumas das ilustrações contidas neste manual são
genéricas e não representam exatamente o motor ou os
componentes utilizados na sua aplicação. As ilustrações
podem conter símbolos para indicar uma ação requerida
e uma condição aceitável ou não aceitável.

As ilustrações têm como objetivo mostrar reparos ou


procedimentos de substituição. O procedimento será o
mesmo para todas as aplicações, embora a ilustração
possa ser diferente.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Instruções Gerais de Segurança
Seção i - Introdução Página i-5

Instruções Gerais de Segurança


Informações Importantes Sobre Segurança
ADVERTÊNCIA
Práticas inadequadas, falta de cuidado ou negligência às advertências podem causar queimaduras, cortes,
mutilação, asfixia ou outros ferimentos, e até morte.
Leia e certifique-se de entender todas as precauções e advertências de segurança antes de iniciar qualquer reparo.
A lista a seguir contém as instruções gerais de segurança que devem ser seguidas para se garantir a segurança
pessoal. Os procedimentos contêm ainda precauções especiais quando aplicáveis.
• Certifique-se de que as áreas vizinhas ao equipamento sob reparo estejam secas, bem iluminadas, ventiladas,
livres de obstruções, peças e ferramentas soltas, fontes de ignição e substâncias perigosas. Esteja sempre
alerta sobre as condições de perigo que possam existir.
• Utilize sempre óculos protetores e botas de segurança ao realizar qualquer tipo de reparo.
• Peças giratórias podem causar cortes, mutilação ou estrangulamento.
• Não use roupas excessivamente largas ou rasgadas. Remova anéis, alianças, relógios e outras jóias antes de
iniciar qualquer reparo.
• Desconecte os cabos da bateria (primeiro o cabo negativo [-]) e descarregue todos os capacitores antes de
iniciar qualquer trabalho de reparo. Desligue o motor de partida pneumático (se equipado) para evitar uma
partida acidental do motor. Coloque um cartaz com os dizeres: "Em Reparo, Não Operar" na cabine do veículo
ou nos controles.
• Utilize SOMENTE as técnicas adequadas para girar manualmente o motor. Não tente girar a árvore de manivelas
puxando ou forçando as pás do ventilador. Esta prática poderá causar ferimentos graves e danos materiais,
além de danificar as pás do ventilador resultando em falha prematura deste componente.
• Se o motor esteve em operação recentemente e o líquido de arrefecimento ainda estiver quente, aguarde até o
motor esfriar e então abra lentamente a tampa do radiador para aliviar a pressão no sistema de arrefecimento.
• Utilize sempre blocos, suportes ou cavaletes apropriados para apoiar ou prender o equipamento antes de iniciar
qualquer trabalho de manutenção ou de reparo. Não faça nenhum trabalho em um equipamento que esteja
apoiado SOMENTE por um macaco ou suspenso por uma talha.
• Alivie toda a pressão residual nos sistemas de ar, de óleo, de combustível e de arrefecimento antes de remover
ou desconectar quaisquer linhas, conexões ou demais itens relacionados a esses sistemas. Sempre tenha
cuidado ao desconectar qualquer dispositivo de um sistema que opera sob pressão. Não use as mãos para
verificar a existência de vazamentos de fluidos sob pressão. Óleo ou combustível sob pressão alta podem causar
ferimentos graves.
• Para evitar sufocamento e queimaduras causadas pelo frio, use roupas de proteção e desconecte linhas de
combustível e de líquido refrigerante (freon) SOMENTE em áreas bem ventiladas. Para proteger o meio
ambiente, os sistemas de refrigerante líquido devem ser adequadamente esvaziados e abastecidos utilizando-
se equipamentos que impeçam a liberação de gases (fluorcarbonos) na atmosfera. As leis de proteção ao meio
ambiente exigem a coleta e a reciclagem de refrigerante líquido.
• Para evitar ferimentos, utilize uma talha ou um guincho, ou peça ajuda para levantar componentes com peso
acima de 23 kg [50 lb]. Certifique-se de que todos os dispositivos de içamento, como correntes, ganchos, ou
cintas estejam em boas condições e tenham a capacidade adequada para erguer o componente. Certifique-se
de que os ganchos estejam posicionados corretamente. Sempre que necessário, utilize uma barra de
separação. Os ganchos de içamento não devem ser submetidos a cargas laterais.
• Inibidores de corrosão, um componente do SCA e de óleo lubrificante, contêm alcalinos. Não permita que essas
substâncias entrem em contato com os olhos. Evite o contato prolongado ou constante com a pele. Nunca ingira
essas substâncias. Em caso de contato, lave imediatamente a pele com água e sabão. Em caso de contato com
os olhos, lave-os imediatamente com água abundante durante pelo menos 15 minutos. CONSULTE UM
MÉDICO IMEDIATAMENTE. MANTENHA FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS.
• Nafta e Metil-Etil-Cetona (MEK) são materiais inflamáveis e devem ser utilizados com cuidado. Siga sempre as
instruções do fabricante para garantir segurança total ao utilizar esses produtos. MANTENHA FORA DO
ALCANCE DE CRIANÇAS.
• Para evitar queimaduras, nunca toque em componentes quentes de um motor que tenha sido desligado há
pouco tempo, e em fluidos quentes nas linhas, tubos e compartimentos.
• Utilize sempre ferramentas que estejam em boas condições. Certifique-se de que saiba como utilizar as
ferramentas antes de iniciar qualquer trabalho. Use SOMENTE peças de reposição genuínas Cummins ou
Cummins ReCon®.
• Utilize sempre parafusos e porcas de mesmo número de peça (ou equivalente) e mesma classificação de dureza
das peças originais. Nunca use parafusos e porcas de qualidade inferior em caso de substituição.
• Nunca faça nenhum reparo se estiver cansado, ou depois de ingerir bebidas alcoólicas ou drogas que possam
diminuir sua capacidade física e mental.
Instruções Gerais de Segurança ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página i-6 Seção i - Introdução

• Alguns órgãos governamentais consideram o óleo usado de motor uma substância cancerígena e capaz de
causar problemas relacionados à reprodução. Evite a inalação de vapores, a ingestão e o contato prolongado
com o óleo usado de motor.
• O gás liquefeito de petróleo é mais pesado que o ar e pode se acumular próximo ao chão, em cárteres e em
áreas em desnível.
• O gás natural é mais leve que o ar e pode se acumular sob capôs e toldos.
• Para evitar sufocamento e queimaduras causadas pelo frio, use roupas de proteção e desconecte linhas de gás
natural e de gás liquefeito de petróleo SOMENTE em áreas bem ventiladas.
• O líquido de arrefecimento é tóxico. Se não for reutilizado, descarte-o de acordo com as normas locais de
proteção do meio ambiente.
• O reagente catalisador contém uréia. Não permita que essa substância entre em contato com os olhos. Em caso
de contato com os olhos, lave-os imediatamente com água abundante durante pelo menos 15 minutos. Evite o
contato prolongado com a pele. Em caso de contato, lave imediatamente a pele com água e sabão. Nunca ingira
essas substâncias. No caso de ingestão do reagente catalisador, consulte um médico imediatamente.
• O substrato do catalisador contém Pentóxido de Vanádio. O Pentóxido de Vanádio é considerado uma
substância cancerígena. Use sempre luvas de proteção e óculos de segurança ao trabalhar com o conjunto do
catalisador. Não permita que o material do catalisador entre em contato com os olhos. Em caso de contato com
os olhos, lave-os imediatamente com água abundante durante pelo menos 15 minutos. Evite o contato
prolongado com a pele. Em caso de contato, lave imediatamente a pele com água e sabão.
• O substrato do catalisador contém Pentóxido de Vanádio. O Pentóxido de Vanádio é considerado uma
substância cancerígena. No caso de substituição do catalisador, descarte-o de acordo com as normas locais de
proteção ao meio ambiente.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Instruções Gerais de Reparos
Seção i - Introdução Página i-7

Instruções Gerais de Reparos


Informações Gerais
Este motor incorpora a mais recente tecnologia disponível na época de sua fabricação; contudo, o mesmo foi
projetado para ser reparado utilizando-se práticas normais de reparos realizadas de acordo com os padrões de
qualidade.
• A Cummins Brasil Ltda. não recomenda nem autoriza modificações ou reparos nos motores ou em
componentes exceto aqueles especificados nas Informações de Serviços Cummins. Em particular, o
reparo não autorizado de componentes relacionados à segurança pode causar acidentes pessoais ou
até morte. Veja abaixo uma lista de componentes classificados como relacionados à segurança:
1. Compressor de Ar 12. Parafusos de Montagem do Volante
2. Controles de Ar 13. Conjuntos de Corte de Combustível
3. Conjuntos de Corte de Ar 14. Tubos de Suprimento de Combustível
4. Contrapesos de Balanceamento 15. Suportes de Içamento
5. Ventilador de Arrefecimento 16. Controles de Aceleração
6. Conjunto do Cubo do Ventilador 17. Carcaça do Compressor do Turbocompressor
7. Suporte(s) de Montagem do Ventilador 18. Linha(s) de Dreno de Óleo do Turbocompressor
8. Parafusos de Montagem do Ventilador 19. Linha(s) de Suprimento de Óleo do
9. Eixo do Cubo do Ventilador Turbocompressor
10. Volante do Motor 20. Carcaça da Turbina do Turbocompressor
11. Adaptador da Árvore de Manivelas no Volante 21. Parafusos de Montagem do Amortecedor de
do Motor Vibrações
• Siga todas as instruções de segurança contidas nos procedimentos
- Siga as recomendações do fabricante sobre o uso de solventes de limpeza e outras substâncias usadas durante
o reparo do motor. Alguns solventes e óleo usado de motor são considerados por órgãos governamentais como
tóxicos ou cancerígenos. Evite a inalação, a ingestão e o contato com tais substâncias. Utilize sempre boas
práticas de segurança ao trabalhar com ferramentas e equipamentos.
• Providencie um ambiente limpo e siga as instruções de limpeza especificadas nos procedimentos
- O motor e seus componentes devem ser mantidos limpos durante qualquer reparo. A contaminação do motor
ou de seus componentes causará desgaste prematuro dos mesmos.
• Faça as inspeções especificadas nos procedimentos
• Substitua todos os componentes ou conjuntos danificados ou desgastados além das especificações
• Utilize peças e conjuntos genuínos Cummins novos ou ReCon®
- As instruções de montagem foram elaboradas para a reutilização do maior número possível de componentes e
conjuntos. Quando for necessário substituir um componente ou conjunto, o procedimento baseia-se na utilização
de componentes Cummins novos ou Cummins ReCon®. Todos os serviços de reparo descritos neste manual
encontram-se disponíveis em todos os Distribuidores Cummins e na maioria dos Dealers.
• Siga os procedimentos especificados de desmontagem e montagem para reduzir a possibilidade de
danos aos componentes
Instruções completas de recondicionamento encontram-se disponíveis no Manual de Oficina e podem ser solicitadas
ou adquiridas em um Posto Autorizado de Serviços Cummins. Consulte a Seção L - Literatura de Serviço para obter
instruções de pedidos.
Solda em um Veículo com um Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente
PRECAUÇÃO
Desconecte os cabos positivo (+) e negativo (-) da bateria antes de realizar qualquer serviço de solda no
veículo. Conecte o cabo de terra do equipamento de solda a uma distância máxima de 0,61 metros [2 pés]
da parte sendo soldada. Não conecte o cabo de terra do equipamento de solda na placa de arrefecimento do
ECM ou no próprio ECM. Serviços de solda em um motor ou em componentes montados em um motor não
são recomendados e podem causar danos ao motor ou aos componentes.
Instruções Gerais de Limpeza ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página i-8 Seção i - Introdução

Instruções Gerais de Limpeza


Definição de Limpeza
Os componentes devem estar livres de resíduos que possam contaminar qualquer sistema do motor. Isto não significa
necessariamente que os componentes devam parecer novos.
Lixar as superfícies das juntas até chegar às marcas de usinagem da fábrica não resolve o problema e geralmente
é prejudicial em termos de vedação. É importante manter o acabamento das superfícies e as tolerâncias de
planicidade para se ter uma boa superfície de vedação. As juntas são projetadas para preencher pequenos espaços
no acabamento da superfície especificada.
Geralmente não é necessário lixar as superfícies das juntas com bordas moldadas. As juntas com bordas moldadas
são metal com material de vedação colado nas bordas da junta para vedação quando a parte de metal forma uma
junção metal-metal para fins de estabilidade. Qualquer pequena quantidade de material selante que possa grudar
nas peças é melhor removida com uma espátula de borda sem corte nos pontos necessários do que o tempo gasto
em polir toda a superfície com uma lixadeira pneumática ou disco.
Para juntas que não têm bordas moldadas, praticamente todas têm um material que contém agentes liberadores
para evitar que grudem nas peças. Certamente, isto não quer dizer que algumas juntas não sejam difíceis de remover
porque encontram-se instaladas há muito tempo, foram submetidas a superaquecimento ou o agente liberador perdeu
sua eficácia pela aplicação de algum selante. O objetivo, entretanto, é simplesmente remover a junta sem danificar
as superfícies dos componentes correspondentes sem contaminar o motor (não permita que pequenos resíduos
entrem em locais de onde não possam ser removidos).
O jateamento de esferas nas coroas dos pistões até que as áreas escuras sejam removidas é desnecessário. Basta
remover os depósitos de carbono acima do anel superior e nas ranhuras dos anéis. Você verá mais informações
sobre jateamento de esferas e limpeza de pistões mais adiante neste documento.
A Cummins Brasil Ltda. não recomenda lixar ou retificar o anel de carbono na parte superior das camisas dos cilindros
até que o metal limpo seja visível. A camisa será danificada e qualquer sinal de problema no ponto reverso do anel
superior (como remoção de poeira) será destruído. É necessário remover o anel de carbono para facilitar a remoção
do conjunto do pistão. Uma escova circular de cerdas metálicas de grau médio e de alta qualidade com rotação
nominal maior que a rpm da ferramenta sendo utilizada permitirá um trabalho igualmente rápido e causará menos
danos. Evidentemente, depois de remover o pistão, o técnico deve verificar com atenção se existem fios quebrados
da escova, que são mais visíveis e podem ser atraídos com um ímã.
O óleo nos componentes removidos do motor atraem a sujeira presente no ar. A sujeira adere ao óleo. Se possível,
mantenha o óleo no componente até que o mesmo esteja pronto para a limpeza, inspeção e instalação, e então
remova qualquer sujeira. Se for limpo e então exposto ao meio ambiente, é possível que o componente tenha que
ser limpo novamente antes da instalação. Certifique-se de que os componentes sejam lubrificados com óleo limpo
antes de instalá-los. Não é necessário lubrificar todo o componente, mas é preciso que haja óleo entre as partes que
se movem (ou que seja conduzido um bom processo de escorva do sistema de lubrificação antes da partida do motor).
Em geral, o jateamento de esferas nos componentes para remover a tinta externa também é desnecessário. O
componente provavelmente será pintado novamente e, portanto, basta apenas remover a tinta solta.
Pastilhas Abrasivas e Papel Abrasivo
A palavra-chave aqui é "abrasivo". Não há nenhuma parte do motor que seja projetada para resistir à abrasão. Isto
é, todos os componentes devem conectar ou deslizar uns sobre os outros. Materiais abrasivos e partículas de sujeira
degradam as duas funções.

ADVERTÊNCIA
Qualquer material abrasivo deve ser mantido fora ou removido das passagens de óleo e dos pontos de
desgaste dos componentes. A presença de materiais abrasivos nas passagens de óleo pode causar falhas de
casquilhos e de buchas que podem resultar em danos sérios dos componentes impedindo sua reutilização.
Isto é especialmente verdadeiro para casquilhos de munhão e de bielas.
A Cummins Brasil Ltda. não recomenda o uso de lixa de tecido ou de lixa de papel em nenhuma parte ou componente
de um motor montado incluindo, mas não limitado à remoção de depósitos de carbono das camisas dos cilindros ou
à limpeza das partes inferiores ou rebaixos do bloco.
O técnico deve ter muito cuidado quando utilizar produtos abrasivos para limpar os componentes do motor,
especialmente em motores parcialmente montados. Os produtos de limpeza abrasivos são oferecidos em muitas
formas e tamanhos. Todos eles contêm partículas de óxido de alumínio, carboneto de silício, ou areia ou algum outro
material áspero semelhante. Essas partículas são mais duras do que a maioria dos componentes do motor. Como
são mais duras, se forem pressionadas contra um material mais "mole", as partículas danificarão o material ou ficaram
incorporadas no mesmo. Esses materiais desprendem-se do meio que os contém à medida que o produto é usado.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Instruções Gerais de Limpeza
Seção i - Introdução Página i-9

Se os produtos forem usados em equipamentos de potência, as partículas são lançadas no motor. Se caírem entre
dois componentes que se movimentam, as partículas provavelmente danificarão esses componentes.
Se as partículas forem menores que a folga entre os componentes em repouso (motor parado), mas maiores que a
folga de operação, haverá danos quando os componentes moverem-se uns em relação aos outros (motor em
funcionamento). Enquanto o motor estiver funcionando e existir pressão de óleo, as partículas menores que a folga
dos casquilhos provavelmente passarão entre os componentes sem causar danos, mas ficarão aprisionadas no filtro
de óleo. Todavia, as partículas maiores que a folga dos casquilhos removerão material de um componente e podem
ser incorporadas em um dos componentes. Uma vez incorporadas em um componente, as partículas causarão a
abrasão do outro componente até que o contato entre eles não mais seja possível. Se o dano degradar
suficientemente a película de óleo, haverá contato entre os dois componentes, resultando em desgaste prematuro
ou falha por falta de lubrificação.
As partículas abrasivas podem ser lançadas no ambiente durante a limpeza e, portanto, é muito importante impedir
que as mesmas penetrem no motor. Isto é particularmente verdadeiro para pórticos de lubrificação e furos de óleo,
especialmente aqueles localizados além dos filtros de óleo. Feche os furos em vez de tentar aplicar ar comprimido
para remover as partículas abrasivas e resíduos, pois os resíduos em geral são "soprados" mais para dentro dos furos
de óleo.
Todo material de junta velha deve ser removido das superfícies das juntas dos componentes. Entretanto, não é
necessário limpar e polir a superfície da junta até que as marcas de usinagem sejam apagadas. O desgaste ou o
polimento excessivo pode danificar a superfície da junta. Muitas das juntas mais modernas têm bordas moldadas
(uma lâmina de aço com um elemento de vedação colado ao aço). Pequenas quantidades de material de vedação
que se aderem à superfície podem ser melhor removidas com uma espátula sem corte ou uma faca de vidraceiro.
Limpar superfícies de juntas com borda moldada com pastilhas ou lixas abrasivas é geralmente uma perda de tempo.

ADVERTÊNCIA
O desgaste ou a retífica excessivos do anel de carbono na parte superior da camisa do cilindro podem
danificar a camisa e impedir sua reutilização. O acabamento da superfície será danificado e as partículas
abrasivas podem ser forçadas para dentro do material da camisa, causando por sua vez desgaste prematuro
do cilindro ou falha dos anéis do pistão.
Feche com fita adesiva todas as aberturas no interior de qualquer componente antes de usar pastilhas abrasivas ou
escovas de cerdas metálicas. Se for realmente necessário, por uma questão de tempo, utilizar uma lixadeira elétrica
com pastilhas abrasivas, feche com fita adesiva os furos de óleo ou use bujões e limpe a maior parte possível da
superfície com a lixadeira mas faça a limpeza das áreas próximas dos furos de óleo/aberturas manualmente para
evitar a contaminação dos furos. Em seguida, remova a fita adesiva ou os bujões e limpe as demais áreas com cuidado
sem a ferramenta. NÃO use ar comprimido para remover os resíduos dos furos de óleo em um motor montado! Mais
provavelmente do que não, os resíduos podem ser "soprados" mais para dentro dos furos. O uso de ar comprimido
é uma boa opção se as duas extremidades do furo estiverem abertas, mas esse é raramente o caso quando se
trabalha com um motor montado.
Superfícies das Juntas
O objetivo de limpar as superfícies das juntas é remover qualquer material de junta, e não dar novo acabamento à
superfície da junta.
A Cummins Brasil Ltda. não recomenda nenhuma marca específica de removedor líquido de juntas. Se for usado um
removedor líquido de junta, verifique as direções para certificar-se de que o material sendo limpo não será danificado.
Espátulas movidas a ar comprimido podem economizar tempo mas, deve-se tomar cuidado para não danificar a
superfície. A parte angular da espátula deve ser colocada contra a superfície da junta para evitar que a lâmina penetre
na superfície. O uso de espátulas movidas a ar comprimido para remover juntas em componentes feitos de material
"mole" requer habilidade e cuidado para se evitar danos.
Se possível, não raspe nem escove a superfície da junta.
Limpeza com Solvente e Ácido
Diversos limpadores a base de solventes e ácidos podem ser utilizados para limpar os componentes desmontados
do motor (exceto pistões. Veja abaixo). A experiência mostra que os melhores resultados são obtidos com o uso de
um limpador que possa ser aquecido de 90° a 95° Centígrados (180° a 200° Fahrenheit). Limpadores a base de
emulsão de querosene têm especificações diferentes de temperatura (veja abaixo). Um tanque de limpeza que
forneça uma mistura e filtragem constante da solução de limpeza dará os melhores resultados. A Cummins Brasil
Ltda. não recomenda nenhum limpador específico. Siga sempre as instruções do fabricante do produto de limpeza.
Remova todo o material de junta, os anéis "O" e os depósitos de lama, de carbono, etc., com uma escova de cerdas
metálicas ou espátula antes de colocar o componente no tanque de limpeza. Tenha cuidado para não danificar as
superfícies da junta. Se possível, limpe os componentes com vapor antes de colocá-los no tanque de limpeza.
Instruções Gerais de Limpeza ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página i-10 Seção i - Introdução

ADVERTÊNCIA
Ao usar solventes, ácidos ou materiais alcalinos para a limpeza, siga as recomendações de uso do fabricante.
Utilize óculos de segurança e roupas de proteção apropriadas para reduzir a possibilidade de ferimentos.
A experiência mostra que produtos a base de emulsão de querosene são os mais indicados para a limpeza de pistões.
Esses produtos não devem ser aquecidos em temperaturas acima de 77°C (170°F). A solução começa a perder suas
propriedades em temperaturas acima de 82°C (180°F) e não será tão eficaz.
Não use soluções compostas principalmente de hidrocarbonetos clorados com cresóis, fenóis e/ou componentes
cresílicos. Geralmente, essas soluções não rendem um bom trabalho na remoção de depósitos nas ranhuras dos
anéis e seu descarte final é muito caro.
As soluções com pH acima de aproximadamente 9,5 escurecem o alumínio; portanto, não utilize soluções altamente
alcalinas.
Substâncias químicas com pH acima de 7,0 são consideradas alcalinas e substâncias com pH abaixo de 7,0 são
consideradas ácidas. À medida que se distancia do valor neutro 7,0, as substâncias químicas tornam-se altamente
alcalinas ou altamente ácidas.
Remova todo o material de junta, os anéis "O" e os depósitos de lama, de carbono, etc., com uma escova de cerdas
metálicas ou espátula antes de colocar o componente no tanque de limpeza. Tenha cuidado para não danificar as
superfícies da junta. Se possível, limpe os componentes com água quente sob alta pressão ou com vapor antes de
colocá-los no tanque de limpeza. A remoção da sujeira "pesada" antes de colocar os componentes no tanque de
limpeza permitirá que a solução de limpeza seja mais eficiente e o agente de limpeza dure mais.
Enxágüe todos os componentes com água quente após a limpeza. Seque completamente com ar comprimido. Aplique
ar comprimido para remover a água dos furos de todos os parafusos e furos de óleo.
Se os componentes não forem utilizados imediatamente após a limpeza, mergulhe-os em um composto antiferrugem.
O composto antiferrugem deve ser removido dos componentes antes de sua montagem ou instalação no motor.
Limpeza com Vapor
A limpeza com vapor pode ser usada para remover todos os tipos de sujeira que possam contaminar o tanque de
limpeza. É um bom método para limpar furos de óleo e passagens de líquido de arrefecimento.

ADVERTÊNCIA
Ao usar um limpador a vapor, utilize óculos de segurança ou máscara e roupas de proteção. O vapor quente
pode causar ferimentos graves.
Não use vapor para limpar os seguintes componentes:
• Componentes Elétricos
• Chicotes Elétricos
• Injetores
• Bomba de Combustível
• Correias e Mangueiras
• Rolamentos (de esferas ou de roletes cônicos)
• Módulo Eletrônico de Controle (ECM)
• Conectores do ECM
• Unidade de Controle de Dosagem
Limpeza com Jateamento de Esferas de Plástico
A Cummins Brasil Ltda. não recomenda o jateamento com esferas de vidro ou casca de noz em nenhum componente
do motor. A Cummins Brasil Ltda. recomenda somente o uso de esferas de plástico, No. 3822735, ou equivalente,
para qualquer componente do motor. Nunca utilize jateamento de areia para limpar os componentes do motor.
Esferas de vidro e casca de noz quando não utilizados de acordo com as recomendações do fabricante podem causar
excesso de pó e ficarem presos nos componentes do motor, resultando em falha prematura devido ao desgaste
abrasivo.
A limpeza com esferas de plástico pode ser usada em muitos componentes do motor para remover depósitos de
carbono. O processo de limpeza é controlado pelo uso de esferas de plástico, a pressão de operação e pelo tempo
de limpeza.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Instruções Gerais de Limpeza
Seção i - Introdução Página i-11

PRECAUÇÃO
Não use métodos de limpeza por jateamento de esferas em saias de alumínio dos pistões ou nos furos dos
pinos, nas saias e nas coroas dos pistões. Pequenas partículas do material ficarão presas no alumínio ou
outro metal "mole" e resultarão em desgaste prematuro da camisa, dos anéis e dos furos dos pinos dos
pistões. Válvulas, eixos de turbocompressores, etc., também podem ser danificados. Siga as instruções de
limpeza descritas nos procedimentos.

PRECAUÇÃO
Não contamine os tanques de limpeza e as soluções de limpeza a base de solvente com materiais estranhos
e esferas de plástico. Remova qualquer material estranho e as esferas de plástico com ar comprimido, água
quente sob alta pressão ou vapor antes de colocar os componentes em tanques ou soluções de limpeza. Os
materiais estranhos e as esferas de plástico podem contaminar o tanque e qualquer outro componente do
motor mergulhado no tanque para limpeza. Os componentes contaminados podem causar falhas devido ao
desgaste abrasivo.
O jateamento de esferas de plástico, No. 3822735, pode ser usado para limpar todas as ranhuras dos anéis dos
pistões. Não aplique o jateamento de esferas de plástico nos furos dos pinos ou nas saias de alumínio dos pistões.
Siga as instruções de limpeza do fabricante do equipamento. Certifique-se de ajustar a pressão de ar no jateador de
acordo com as recomendações do fabricante das esferas. Aumentar a pressão pode remover material do componente
e fazer que as esferas de plástico se desgastem mais rapidamente. As seguintes diretrizes podem ser usadas para
adaptar as instruções do fabricante:
1. Bitola das esferas: Bitola No. 16-20 U.S. para limpar pistões com jateador de esferas de plástico, No. 3822735
2. Pressão de operação - 270 kPa (40 psi) para a limpeza de pistões. A pressão não deve causar o rompimento
das esferas.
3. Limpe com vapor ou lave as peças com solvente para remover todos os materiais estranhos e as esferas de
plástico após a limpeza. Enxágüe com água quente. Seque com ar comprimido.

PRECAUÇÃO
A operação de jateamento de esferas não deve afetar a superfície do metal. Se a superfície do metal for
afetada, o motor poderá ser danificado devido à folga maior entre os componentes ou ao acabamento
inadequado da superfície de componentes que movem-se contra outros componentes.
Quando limpar pistões, não é necessário remover todas as manchas escuras do pistão. Basta remover os depósitos
de carbono nas bordas e nas ranhuras dos anéis. A melhor maneira de fazer isso é dirigir o jato de esferas ao longo
do componente, e não diretamente sobre o mesmo. Se as marcas de usinagem forem afetadas pelo processo de
jateamento, a pressão estará alta demais ou o jato está sendo aplicado sobre um mesmo ponto por um tempo longo
demais. A operação de jateamento não deve afetar a superfície do metal.
O jateamento de casca de noz é algumas vezes utilizado para limpar metais ferrosos (ferro e aço). O jateamento de
casca de noz produz uma grande quantidade de pó, especialmente quando a pressão do ar do jateador for maior
que a recomendação do fabricante do material. A Cummins Brasil Ltda. não recomenda o uso de casca de noz para
limpar componentes do motor devido ao risco de penetração de partículas do material e subseqüente contaminação
do motor.
A Cummins NÃO recomenda o uso de esferas de vidro para limpar nenhum componente do motor. Parte das esferas
de vidro penetra facilmente no material do componente, especialmente em materiais "moles" quando a pressão do
ar comprimido é maior que a pressão recomendada pelo fabricante das esferas. O vidro é abrasivo e quando
incorporado em um componente em movimento, todos os outros componentes que estiverem em contato com este
também serão desgastados. Quando são usadas pressões mais altas, as esferas se rompem e formam uma nuvem
de partículas de tamanho muito pequeno, que flutua facilmente no ar. É muito difícil controlar essa nuvem de
partículas na oficina, especialmente se for utilizado somente ar comprimido (e não água quente) para jatear as esferas
depois de removidas do gabinete de jateamento (a aplicação do jateamento no interior do gabinete pode reduzir muito
a quantidade de partículas, mas nunca sua remoção total).
O jateamento de esferas é melhor utilizado em sujeira/depósitos de carbono de difícil remoção que não tenham sido
removidos inicialmente com vapor/lavagem com pressão alta e depois no tanque de lavagem. Isto vale
especificamente para pistões. Primeiro, limpe os pistões com vapor e mergulhe-os no tanque de lavagem e depois
use o método de limpeza com esferas de plástico para remover com segurança os depósitos de carbono
remanescentes nas ranhuras (em vez de correr o risco de danificar o acabamento da superfície da ranhura com uma
lixadeira elétrica ou quebrar um anel do pistão). Certifique-se de que os componentes estejam secos e livres de óleo
antes de aplicar o jateamento de esferas para evitar a obstrução do retorno das esferas ao jateador.
Sempre dirija o bico do jateador de esferas "ao longo" do componente em vez de diretamente sobre o mesmo. Isto
permite que as esferas sejam direcionadas para baixo do material que deseja remover. Movimente o bico do jateador
em vez de mantê-lo sobre um único ponto. Manter o bico do jateador sobre um ponto por muito tempo causa
aquecimento e movimentação do metal. Lembre-se de que o jato não atinge somente a sujeira ou o depósito de
Instruções Gerais de Limpeza ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página i-12 Seção i - Introdução

carbono. Se as marcas de usinagem na ranhura ou borda do pistão forem afetadas, não houve movimentação
suficiente do bico do jateador e/ou a pressão do ar está alta demais.
Nunca aplique o jateamento de esferas em hastes de válvulas. Use fita adesiva ou uma luva para proteger as hastes
durante a operação de jateamento. Dirija o bico do jateador ao longo da superfície e do raio em vez de diretamente
sobre o componente. O objetivo é remover depósitos de carbono e continuar a operação de jateamento para remover
manchas é perda de tempo.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Definição dos Termos
Seção i - Introdução Página i-13

Definição dos Termos


Informações Gerais
A lista a seguir contém algumas definições dos termos e abreviações usadas neste manual.
API Instituto Americano do Petróleo
ASTM Sociedade Americana de Testes e Materiais
°C Grau Celsius
CARB Conselho de Preservação dos Recursos de Ar Puro da Califórnia
C.I.D. Polegadas Cúbicas de Deslocamento
CNG Gás Natural Comprimido
CPL Lista de Peças de Controle
cSt Centistokes
ECM Módulo Eletrônico de Controle
EGR Recirculação do Gás de Escape
EPA Agência de Proteção Ambiental
°F Grau Fahrenheit
FMI Identificador de Modo de Falha
GVW Peso Bruto do Veículo
LPG Gás de Petróleo Liquefeito
Hg Mercúrio
hp Potência
H2O Água
ICM Módulo de Controle de Ignição
km/l Quilômetro por Litro
kPa Quilopascal
LNG Gás Natural Líquido
LTA Resfriador de Água do Pós-Arrefecedor de Ar
MPa Megapascal
mph Milhas por Hora
Definição dos Termos ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página i-14 Seção i - Introdução

Anotações
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Seção E - Identificação do Motor Página E-a

Seção E - Identificação do Motor


Conteúdo da Seção
Página
Diagramas do Motor .........................................................................................................................................E-3
Vistas do Motor ................................................................................................................................................E-3
Com CM850...................................................................................................................................................E-3
ISB................................................................................................................................................................E-8
Aplicações Marítimas...................................................................................................................................E-13
Identificação do Motor ......................................................................................................................................E-1
Plaqueta de Dados do ECM .............................................................................................................................E-2
Plaqueta de Dados do Motor.............................................................................................................................E-1
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-b Seção E - Identificação do Motor

Página Intencionalmente Deixada em Branco


ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Identificação do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-1

Identificação do Motor
Plaqueta de Dados do Motor
A plaqueta de dados do motor contém informações
importantes sobre o motor. O número de sério do motor
(ESN) e a lista de peças de controle (CPL) fornecem
informações para serviços e pedidos de peças. A plaqueta
de dados do motor não deve ser modificada a menos que
aprovado pela Cummins.
Identificação do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-2 Seção E - Identificação do Motor

Tenha à mão os seguintes dados do motor quando solicitar assistência a um Posto Autorizado de Serviços Cummins:
1. Número de série do motor (ESN)
2. Número da lista de peças de controle (CPL)
3. Modelo
4. Potência anunciada e rpm.
Se a plaqueta de dados (1) do motor não estiver legível,
o número de série do motor (2) poderá ser identificado no
bloco do motor, sobre a carcaça do arrefecedor de óleo
lubrificante. Outras informações sobre o motor
encontram-se na plaqueta de dados do módulo eletrônico
de controle (ECM).

Plaqueta de Dados do ECM


A plaqueta de dados do ECM encontra-se na parte
dianteira do ECM.
As seguintes informações podem ser obtidas através
desta plaqueta de dados:
• Número de peça (PN) do ECM
• Número de série (SN) do ECM
• Código de data (DC) do ECM
• Número de série do motor (ESN)
• Código do ECM (identifica o software instalado no
ECM).
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-3

Diagramas do Motor (100-002)


Vistas do Motor
Com CM850
As ilustrações a seguir mostram a localização dos principais componentes externos do motor, filtros e outros pontos
de serviço e de manutenção. A localização de alguns componentes externos poderá variar em função do modelo do
motor.
NOTA: As ilustrações são apenas uma referência para mostrar um motor típico.

Vista Dianteira (ISC, QSC8.3, ISL e QSL9)


1. Suporte de içamento do motor 8. Motor de partida
2. Respiro do cárter 9. Bujão de dreno do cárter de óleo do motor
3. Conexão de admissão de ar 10. Tensionador automático da correia
4. Tubo de abastecimento de óleo do motor 11. Conexão de entrada do líquido de arrefecimento
5. Tampa das engrenagens dianteiras 12. Bomba d'água
6. Polia do ventilador 13. Turbocompressor (mostrado o turbocompressor de
7. Amortecedor de vibrações geometria variável)
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-4 Seção E - Identificação do Motor

Vistas do Motor
Com CM850

Vista do Lado de Escape (ISC, QSC8.3, ISL e QSL9)


1. Coletor de escape 8. Conexão de saída do líquido de arrefecimento
2. Turbocompressor (mostrado o turbocompressor de 9. Pórtico do aquecedor do líquido de arrefecimento
geometria variável) 10. Conexão de entrada do líquido de arrefecimento
3. Atuador do turbocompressor de geometria variável 11. Arrefecedor do óleo lubrificante
4. Respiro do cárter 12. Filtro do óleo lubrificante
5. Tampa dos balanceiros 13. Localização da vareta medidora do nível de óleo
6. Tubo de abastecimento de óleo do motor 14. Carcaça do volante do motor
7. Carcaça dos balanceiros
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-5

Vistas do Motor
Com CM850

Vista do Lado de Admissão (ISC, QSC8.3, ISL e QSL9)


1. Conexão de admissão de ar 9. Tubo de dreno de óleo do respiro do cárter
2. Respiro do cárter 10. Motor de partida
3. Aquecedor do ar de admissão 11. Bujão de dreno de óleo do motor
4. Válvula de controle do turbocompressor 12. Bomba de transferência de combustível (atrás do
5. Common Rail ECM)
6. Coletor de dreno de combustível 13. Módulo Eletrônico de Controle (ECM)
7. Filtro de combustível 14. Compressor de ar
8. Tubo de respiro do cárter 15. Plaqueta de dados do motor
16. Bomba de combustível de alta pressão
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-6 Seção E - Identificação do Motor

Vistas do Motor
Com CM850

Vista Traseira (ISC, QSC8.3, ISL e QSL9)


1. Suporte de içamento do motor 6. Volante do motor
2. Respiro do cárter 7. Bujão de dreno de óleo do motor
3. Turbocompressor (mostrado o turbocompressor de 8. Conexão do OEM da linha de suprimento de
geometria variável) combustível
4. Conexão da linha de dreno do injetor 9. Conexão do OEM da linha de dreno de combustível
5. Carcaça do volante do motor 10. Conexão de admissão de ar
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-7

Vistas do Motor
Com CM850

Vista Superior (ISC, QSC8.3, ISL e QSL9)


1. Conexão de entrada do líquido de arrefecimento 9. Tubo de respiro do cárter
2. Entrada de ar do turbocompressor 10. Válvula de controle do turbocompressor
3. Saída de ar do turbocompressor 11. Suporte do filtro de combustível
4. Saída do escape do turbocompressor 12. Conexão de entrada de ar
5. Linha de ar do atuador do turbocompressor 13. Bomba de combustível de alta pressão
6. Respiro do cárter 14. Tubo de abastecimento de óleo do motor
7. Carcaça do volante do motor 15. Conexão de saída do líquido de arrefecimento
8. Tubo de dreno de óleo do respiro do cárter
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-8 Seção E - Identificação do Motor

ISB

Vista do Lado de Admissão (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Sensor da pressão do escape 12. Placa de arrefecimento na entrada do combustível
2. Válvula de alívio da pressão na common rail 13. Bujão de dreno do cárter de óleo
3. Common Rail 14. Sensor da pressão barométrica
4. Sensor da pressão no coletor de admissão 15. Sensor da rotação do motor (árvore de manivelas)
5. Sensor da temperatura de admissão 16. Módulo eletrônico de controle
6. Atuador eletrônico de controle de combustível (EFC) 17. Sensor da rotação do motor (eixo comando de
7. Bomba de combustível Bosch® válvulas)
8. Compressor de ar 18. Entrada de admissão de ar
9. Carcaça do volante do motor 19. Sensor da temperatura da válvula EGR
10. Interruptor de pressão do óleo 20. Aquecedor de combustível
11. Filtro de combustível 21. Sensor da pressão na common rail.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-9

ISB

Vista Dianteira (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Acionamento do ventilador 12. Amortecedor de vibrações
2. Sensor da pressão diferencial da válvula EGR 13. Montagem do flange de acionamento do ventilador ou
3. Sensor da temperatura da válvula EGR da PTO
4. Entrada de ar 14. Motor de partida
5. Aquecedor de combustível 15. Entrada do líquido de arrefecimento
6. Bomba de transferência de combustível 16. Tensionador da correia
7. Filtro de combustível 17. Bomba d'água
8. Sensor de presença de água no combustível 18. Compressor de freon
9. Módulo eletrônico de controle 19. Alternador
10. Sensor da rotação do motor (eixo comando de 20. Saída do líquido de arrefecimento
válvulas) 21. Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento.
11. Sensor da rotação do motor (árvore de manivelas)
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-10 Seção E - Identificação do Motor

ISB

Vista Traseira (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Tubo de respiro (entre a tampa das válvulas e a 7. Volante do motor
carcaça das engrenagens) 8. Carcaça das engrenagens
2. Arrefecedor da válvula EGR 9. Respiro do cárter
3. Válvula EGR 10. Saída do combustível (retorno ao tanque)
4. Saída de ar do turbocompressor 11. Conexão de líquido de arrefecimento para o
5. Saída do escape do turbocompressor compressor de ar
6. Carcaça do volante do motor 12. Linha de retorno de combustível.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-11

ISB

Vista do Lado de Escape (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Sensor da pressão do escape 11. Sensor da temperatura do ar de entrada no
2. Saída do líquido de arrefecimento compressor
3. Alternador 12. Sensor da rotação do turbocompressor
4. Coletor de escape 13. Saída do escape do turbocompressor
5. Filtro de óleo 14. Motor de partida
6. Entrada do líquido de arrefecimento 15. Carcaça do volante do motor
7. Bujão de dreno do cárter de óleo 16. Carcaça das engrenagens
8. Sensor da posição do turbocompressor 17. Arrefecedor da válvula EGR
9. Atuador do turbocompressor 18. Válvula EGR
10. Entrada do compressor do turbocompressor 19. Atuador da válvula EGR.
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-12 Seção E - Identificação do Motor

ISB

Vista Superior (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Válvula EGR 11. Sensor da pressão na common rail
2. Arrefecedor da válvula EGR 12. Sensor da temperatura da válvula EGR
3. Motor de partida 13. Sensor da pressão diferencial da válvula EGR
4. Tubo de respiro (entre a tampa das válvulas e a 14. Roda sinalizadora
carcaça das engrenagens) 15. Amortecedor de vibrações
5. Conexão de arrefecimento do compressor de ar 16. Tampa de abastecimento de óleo
6. Linhas de combustível de alta pressão 17. Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento
7. Sensor da temperatura de admissão 18. Saída do líquido de arrefecimento
8. Common Rail 19. Alternador
9. Sensor da pressão no coletor de admissão 20. Filtro de óleo.
10. Válvula de alívio da pressão na common rail
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-13

Aplicações Marítimas

Vista Dianteira do QSL (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Trocador de calor 5. Suporte de montagem do motor
2. Tampa de abastecimento de líquido de arrefecimento 6. Cárter de óleo
3. Reservatório de expansão 7. Protetor da correia e do ventilador.
4. Tampa da carcaça de sincronização
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-14 Seção E - Identificação do Motor

Aplicações Marítimas

Vista dos Pórticos do QSL (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Reservatório de expansão 11. Sensor da pressão do óleo
2. Saída de ar do pós-arrefecedor 12. Entrada de água do mar do pós-arrefecedor
3. Sensor da temperatura no coletor de admissão 13. Módulo de controle do motor (ECM)
4. Sensor da pressão no coletor de admissão 14. Bomba de transferência de combustível (atrás do
5. Saída de água do mar do pós-arrefecedor ECM)
6. Filtro de ar 15. Módulo SIM
7. Entrada de ar do pós-arrefecedor 16. Bomba de água do mar
8. Carcaça do pós-arrefecedor 17. Sensor da posição do eixo comando de válvulas
9. Carcaça do volante SAE número 1 18. Filtro de combustível
10. Sensor da rotação da árvore de manivelas 19. Sensor da pressão do combustível na common rail
(atrás da saída de ar do pós-arrefecedor).
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-15

Aplicações Marítimas

Vista Lateral Direita do QSL (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Cotovelo de escape refrigerado a água 9. Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento
2. Trocador de calor 10. Arrefecedor do óleo lubrificante
3. Respiro do cárter 11. Filtro do líquido de arrefecimento
4. Entrada de líquido de arrefecimento do trocador de 12. Filtro do óleo lubrificante
calor 13. Saída de líquido de arrefecimento do trocador de
5. Reservatório de expansão calor
6. Sensor do nível do líquido de arrefecimento 14. Motor de partida
7. Anodo de zinco 15. Carcaça do volante SAE número 1.
8. Alternador
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-16 Seção E - Identificação do Motor

Aplicações Marítimas

Vista Traseira do QSL (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Filtro de ar 5. Carcaça do volante SAE número 1
2. Lado do compressor do turbocompressor 6. Volante do motor
3. Lado da turbina de escape do turbocompressor 7. Entrada de ar do pós-arrefecedor
4. Cotovelo de escape refrigerado a água 8. Anodo de zinco do pós-arrefecedor.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-17

Aplicações Marítimas

Vista Dianteira do QSC (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Trocador de calor 5. Suporte de montagem do motor
2. Tampa de abastecimento de líquido de arrefecimento 6. Cárter de óleo
3. Reservatório de expansão 7. Protetor da correia e da polia
4. Tampa da carcaça de sincronização
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-18 Seção E - Identificação do Motor

Aplicações Marítimas

Vista Lateral Direita do QSC (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Saída de água do mar do trocador de calor 9. Alternador
2. Regulador de vácuo para o filtro de ar 10. Arrefecedor do óleo lubrificante
3. Sensor do nível do líquido de arrefecimento 11. Filtro do óleo lubrificante
4. Reservatório de expansão 12. Motor de partida
5. Saída de líquido de arrefecimento do trocador de 13. Carcaça do volante SAE número 1
calor 14. Entrada de água do mar para o trocador de calor
6. Entrada de líquido de arrefecimento para o trocador 15. Cotovelo de escape
de calor 16. Turbocompressor.
7. Anodos de zinco
8. Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-19

Aplicações Marítimas

Vista dos Pórticos do QSC (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Reservatório de expansão 12. Sensor da rotação da árvore de manivelas
2. Sensor da temperatura no coletor de admissão (atrás 13. Arrefecedor das engrenagens
da saída de ar do pós-arrefecedor) 14. Sensor da pressão do óleo
3. Sensor da pressão no coletor de admissão (atrás da 15. Módulo de controle do motor (ECM)
saída de ar do pós-arrefecedor) 16. Bomba de transferência de combustível (atrás do
4. Respiro do cárter ECM)
5. Saída de ar do pós-arrefecedor 17. Módulo SIM
6. Filtro de ar 18. Bomba de água do mar
7. Saída de água do mar do pós-arrefecedor 19. Sensor da posição do eixo comando de válvulas
8. Entrada de água do mar do pós-arrefecedor 20. Filtro de combustível
9. Carcaça do pós-arrefecedor 21. Sensor da pressão na common rail.
10. Arrefecedor do combustível
11. Carcaça do volante SAE número 1
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-20 Seção E - Identificação do Motor

Aplicações Marítimas

Vista Traseira do QSC (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Filtro de ar 6. Entrada de água do mar do trocador de calor
2. Lado do compressor do turbocompressor 7. Entrada de ar do pós-arrefecedor
3. Lado de escape do turbocompressor 8. Válvula de dreno do pós-arrefecedor.
4. Saída de água do mar do trocador de calor 9. Entrada de água do mar do pós-arrefecedor
5. Cotovelo de escape refrigerado a água do mar
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-21

Aplicações Marítimas

Vista Dianteira do QSB (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Saída do cabeçote do filtro de óleo lubrificante 9. Tampa da carcaça de sincronização
2. Saída do cabeçote do filtro de combustível para a 10. Suportes de montagem
bomba de combustível de alta pressão 11. Cárter de óleo
3. Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento 12. Dreno de óleo lubrificante
4. Entrada do cabeçote do filtro de combustível vindo da 13. Protetores da correia e da polia
bomba de transferência 14. Filtro do óleo lubrificante
5. Filtro de combustível 15. Entrada do cabeçote do filtro de óleo lubrificante.
6. Vareta medidora do nível de óleo lubrificante
7. Retorno de combustível do arrefecedor de
combustível para o tanque
8. Entrada da bomba de água do mar
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-22 Seção E - Identificação do Motor

Aplicações Marítimas

Vista dos Pórticos do QSB (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Tubo de abastecimento de óleo do motor 14. Bomba de transferência de combustível (atrás da
2. Saída da bomba de água do mar placa de arrefecimento do ECM)
3. Medidor do nível de óleo lubrificante 15. Conexão de entrada do combustível
4. Suprimento de água do mar para o arrefecedor de 16. Retorno de combustível do injetor
combustível 17. Suprimento de combustível para a bomba de
5. Sensor da temperatura/pressão do ar no coletor de transferência
admissão 18. Retorno do combustível vindo da válvula de alívio da
6. Anodo de zinco (2) do pós-arrefecedor pressão na common rail
7. Carcaça do pós-arrefecedor 19. Retorno do combustível vindo da bomba de
8. Saída de água do mar do pós-arrefecedor combustível de alta pressão
9. Turbocompressor 20. Sensor da rotação da árvore de manivelas
10. Entrada de ar do pós-arrefecedor 21. Sensor da rotação do eixo comando de válvulas
11. Carcaça do volante do motor 22. Sensor da pressão do óleo
12. Entrada de água do mar do pós-arrefecedor 23. Bomba de combustível
13. Módulo Eletrônico de Controle (ECM) 24. Arrefecedor do combustível
25. Bomba de água do mar.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-23

Aplicações Marítimas

Vista Lateral Direita do QSB (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Saída de água do mar 13. Anodo de zinco
2. Mangueira do sistema de respiro do cárter fechado 14. Linha de suprimento de óleo do turbocompressor
3. Conexão banjo do tubo de respiro do cárter 15. Tubo de junção de retorno de líquido de
4. Trocador de calor arrefecimento
5. Linha de abastecimento de líquido de arrefecimento 16. Motor de partida
do motor 17. Linha de dreno de óleo do turbocompressor
6. Reservatório de expansão 18. Linha de dreno de óleo do respiro do cárter fechado
7. Sensor do nível do líquido de arrefecimento 19. Carcaça do volante do motor
8. Entrada de líquido de arrefecimento do trocador de 20. Saída de líquido de arrefecimento do trocador de
calor calor
9. Filtro do óleo lubrificante 21. Entrada de água do mar do trocador de calor
10. Alternador 22. Arrefecedor de óleo de reversor marítimo
11. Protetor da correia e da polia 23. Turbocompressor
12. Arrefecedor do óleo lubrificante
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-24 Seção E - Identificação do Motor

Aplicações Marítimas

Vista Traseira do QSB (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Sistema de respiro do cárter fechado 8. Tubo de dreno de óleo do respiro do cárter fechado
2. Turbocompressor, lado do compressor 9. Carcaça do volante do motor
3. Suprimento de óleo do turbocompressor 10. Volante do motor
4. Dreno de óleo do turbocompressor 11. Entrada de ar do pós-arrefecedor
5. Turbocompressor, lado da turbina 12. Anodo de zinco do pós-arrefecedor
6. Trocador de calor (atrás da saída do escape) 13. Arrefecedor de óleo de reversor marítimo
7. Saída de líquido de arrefecimento do 14. Filtro de ar.
turbocompressor
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Diagramas do Motor
Seção E - Identificação do Motor Página E-25

Aplicações Marítimas

Vista Superior do QSB (Módulo Eletrônico de Controle CM850)


1. Saída de água do mar do pós-arrefecedor 12. Entrada de líquido de arrefecimento do trocador de
2. Carcaça do pós-arrefecedor calor
3. Conexão do ar de admissão entre o pós-arrefecedor 13. Trocador de calor
e o coletor de admissão 14. Bocal de abastecimento de líquido de arrefecimento
4. Pórtico de pressão e temperatura no coletor de do motor
admissão 15. Reservatório de expansão
5. Sensor da pressão na common rail 16. Saída de água do mar do trocador de calor
6. Suprimento de água do mar para o arrefecedor de 17. Pórtico de temperatura do escape e de contrapressão
combustível 18. Conexão de saída do escape
7. Entrada da bomba de água do mar 19. Conexão de sopro de gases do respiro do cárter
8. Bomba de água do mar fechado
9. Tubo de abastecimento de óleo do motor 20. Indicador de restrição da admissão de ar
10. Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento 21. Conexão do filtro de ar
11. Torneira de desaeração do líquido de arrefecimento 22. Conjunto do respiro do cárter fechado/filtro de ar
no lado de pressão
Diagramas do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página E-26 Seção E - Identificação do Motor

Anotações
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Seção F - Familiarização Página F-a

Seção F - Familiarização
Conteúdo da Seção
Página
Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral ............................................................................................F-9
Informações Gerais...........................................................................................................................................F-9
Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente ....................................................................................F-1
Códigos de Falha de Diagnóstico......................................................................................................................F-4
Dados Instantâneos de Códigos de Falha.........................................................................................................F-7
Descrição do INSITE™.......................................................................................................................................F-7
Informações Gerais...........................................................................................................................................F-1
Entradas do ECM...........................................................................................................................................F-1
Modo Monitor do INSITE™.................................................................................................................................F-8
Sistema de Proteção do Motor..........................................................................................................................F-7
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página F-b Seção F - Familiarização

Página Intencionalmente Deixada em Branco


ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente
Seção F - Familiarização Página F-1

Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente (101-007)


Informações Gerais
O módulo eletrônico de controle (ECM) dos motores ISC e ISLe3 com CM850 é um sistema de controle de combustível
operado eletronicamente que também oferece muitos recursos para o operador e para o veículo.
As funções básicas do sistema de controle incluem o controle de alimentação de combustível e de sincronização,
limitando a faixa de operação da rotação do motor entre os pontos de ajuste de marcha lenta e de rotação máxima
sem carga, reduzindo as emissões de escape a ao mesmo tempo otimizando o desempenho do motor. O sistema
também controla os freios-motor.
O sistema de controle utiliza entradas inseridas pelo operador e enviadas pelos sensores do sistema para determinar
a alimentação de combustível e a sincronização necessárias para a operação do motor na rotação desejada e nos
níveis desejados de emissões de escape.
Entradas do ECM
O módulo eletrônico de controle (ECM) é o centro de controle do sistema. Ele processa todas as entradas e envia
comandos aos dispositivos de controle do sistema de combustível, do veículo e do motor.
O ECM realiza testes de diagnóstico na maioria de seus circuitos e ativa um código de falha caso seja detectado um
problema em um desses circuitos. Juntamente com o código de falha que identifica o problema, também é
armazenado na memória um "instantâneo" dos parâmetros de operação do motor no momento da ativação da falha.
Os códigos de falha acionam uma lâmpada de diagnóstico para alertar o motorista.
O ECM pode comunicar-se com outras ferramentas de serviço e alguns outros controladores do veículo (como
transmissões, ABS, ASR, mostradores do painel eletrônico, etc.) através dos barramentos de dados (datalink) SAE
J1939 ou SAE J1708.
Alguns veículos e equipamentos têm redes SAE J1939 instaladas que conectam entre si muitos dos controladores
"inteligentes". Os dispositivos de controle do veículo podem controlar temporariamente através de comandos a
rotação ou o torque do motor para realizar uma de suas funções (isto é, mudança de marchas, frenagem
antitravamento, etc.).
O sistema de controle utiliza vários sensores para
fornecer informações sobre os parâmetros de operação
do motor. Esses sensores incluem:
• Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento
do motor
• Sensor da temperatura do ar no coletor de admissão

• Sensor da pressão no coletor de admissão


Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página F-2 Seção F - Familiarização

• Sensor da pressão do óleo do motor

• Sensor da rotação do motor (posição da árvore de


manivelas)
• Sensor da posição do eixo comando de válvulas

• Sensor da pressão barométrica

• Sensor da pressão na common rail


ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente
Seção F - Familiarização Página F-3

• Sensor de presença de água no combustível

• Sensor da rotação do turbocompressor

• Sensor da temperatura do ar de admissão do


compressor do turbocompressor.

Atuador da bomba de combustível


Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página F-4 Seção F - Familiarização

Válvula de controle do turbocompressor

• Sensor da posição do pedal/alavanca do acelerador


• Interruptor de validação da marcha lenta
• Interruptores de seleção dos freios-motor
• Sensor do nível de líquido de arrefecimento do motor
• Sensores de velocidade do veículo
• Interruptores de controle de recursos (ou seja,
interruptores de piloto automático)
• Interruptor de controle do ventilador
• Interruptor de pressão do ar-condicionado
• Acelerador remoto
• PTO remota.
NOTA: Essas entradas dependem da aplicação. Algumas
aplicações não utilizam todas elas.

Códigos de Falha de Diagnóstico


O sistema eletrônico de controle do motor pode mostrar e
registrar algumas condições de falha detectáveis. Essas
falhas são mostradas como códigos de falha que facilitam
o diagnóstico de falhas. Os códigos de falha são mantidos
no ECM.
Existem dois tipos de códigos de diagnóstico:
• Códigos de falha do sistema eletrônico de controle
do motor, que informam ao operador que há um
problema com o sistema de controle que deve ser
reparado.
• Informações e códigos e falha de proteção do motor,
que informam ao operador que o sistema de controle
detectou uma condição do motor fora da faixa
normal de operação.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente
Seção F - Familiarização Página F-5

Todos os códigos de falha registrados são ativados (o


código de falha encontra-se ativo no motor) ou
desativados (o código de falha encontrava-se ativo em
algum momento, mas não está mais ativo).
A luz de "Parada" (Stop) é vermelha e indica a
necessidade de desligar o motor assim que isto possa ser
feito com segurança. O motor deve permanecer
desligado até que a falha seja reparada.
A lâmpada de "Advertência" (Warning) é âmbar e indica
a necessidade de reparar a falha na primeira
oportunidade disponível.
Os códigos de falha do tipo Manutenção piscarão a
lâmpada âmbar de Advertência durante 30 segundos
depois de a chave de ignição ser girada para a posição
ON (Ligada) quando uma ou mais das seguintes
condições ocorrerem: é necessária alguma manutenção
(se o recurso Monitor de Manutenção estiver ativado) ou
se for detectada a presença de água no combustível.
Se a lâmpada de Advertência piscar durante 30 segundos
quando a chave de ignição for ligada, e for drenada água
do filtro primário de separação de água/combustível,
então o filtro secundário deve ser substituído.
Se a lâmpada Água-no-Combustível acender e for
drenada água do filtro primário de separação de água/
combustível, o filtro secundário deve então ser
substituído.
NOTA: Os nomes e cores dessas lâmpadas podem variar
de acordo com o fabricante do equipamento.

Os códigos de falha podem ser acessados por pelo menos


duas maneiras diferentes: utilizando-se a ferramenta
eletrônica de serviço, ou o lampejo do código de falha.
Para verificar a existência de códigos de falha ativos no
sistema eletrônico de combustível do motor e no sistema
de proteção do motor, gire a chave de ignição para a
posição OFF (Desligada) e mova o interruptor de
diagnóstico para a posição ON (Ligada).

Gire a chave de ignição do veículo para a posição ON


(Ligada).
Se não houver códigos de falha ativos registrados, as
duas lâmpadas acenderão e permanecerão acesas.
Se houver códigos de falha registrados, as duas
lâmpadas acenderão momentaneamente e a seguir
começarão a piscar o código das falhas registradas.
Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página F-6 Seção F - Familiarização

O código de falha piscará na seguinte seqüência:


• Primeiro piscará uma luz de ADVERTÊNCIA
(âmbar).
• Em seguida, haverá uma pausa de um ou dois
segundos após a qual o número do código de falha
registrada piscará na luz de PARADA (vermelha).
• Haverá uma pausa de um ou dois segundos entre
cada número.
• Quando o número parar de piscar na luz vermelha,
uma luz âmbar acenderá novamente.

As luzes piscam cada código de falha três vezes antes de


passar ao próximo código. Para passar ao próximo código
de falha, mova o interruptor de incremento/decremento
(Increment/ Decrement) (se instalado) momentaneamente
para a posição de incremento (+). Você pode retornar ao
código de falha anterior movendo momentaneamente o
interruptor de incremento/decremento (Increment/
Decrement) (se instalado) para a posição de decremento
(-). Se apenas um código de falha estiver registrado, o
mesmo será exibido continuamente quando o interruptor
(+) ou (-) for pressionado.
Veja na Seção TF deste manual a explicação e a correção
dos códigos de falha.

Quando não estiver utilizando o sistema de diagnóstico,


desligue o interruptor de diagnóstico.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente
Seção F - Familiarização Página F-7

Sistema de Proteção do Motor


PRECAUÇÃO
Quando a lâmpada vermelha de PARADA (STOP)
estiver acesa, o motorista/operador deve parar o
veículo em local seguro assim que possível para
reduzir a possibilidade de danos ao motor.
Os motores ISC, ISL e ISLe3 com CM850 são equipados
com um sistema de proteção do motor. O sistema
monitora temperaturas e pressões críticas do motor, e
registra falhas de diagnóstico quando ocorre uma
condição anormal. Se existir uma condição "fora de faixa"
e o despotenciamento do motor estiver prestes a ser
iniciado, o operador será alertado por uma lâmpada de
Advertência instalada na cabine do veículo. A lâmpada de
Parada piscará ou acenderá se a condição "fora de faixa"
continuar a piorar. O motorista deve parar o veículo em
local seguro assim que possível para reduzir a
possibilidade de danos ao motor.
NOTA: A potência e a rotação do motor serão
gradualmente reduzidas, dependendo do nível de
gravidade da condição observada. O sistema de
proteção não desligará o motor se este recurso não
estiver habilitado.

Dados Instantâneos de Códigos de Falha


Quando um código de falha é registrado no ECM, os
dados de entrada e de saída do ECM são registrados a
partir de todos os sensores e interruptores. Os dados
instantâneos permitem que os relacionamentos entre as
entradas e as saídas do ECM sejam visualizados e
utilizados durante o diagnóstico de falhas.
Os dados instantâneos de códigos de falha podem ser
visualizados somente com o INSITE™.

Descrição do INSITE™
INSITE™ é uma ferramenta de serviço utilizada pelo
sistema eletrônico de controle do motor. Utilize o INSITE™
para:
• Programar informações especificadas pelo cliente
(parâmetros e recursos) no ECM
• Auxiliar no diagnóstico de falhas do motor
• Alterar a calibração de potência ou de rotação
nominal do motor
• Transferir arquivos novos ou de atualização de
calibração para o sistema eletrônico de controle do
motor (ECM)
• Criar e visualizar relatórios de viagens, etc.
Sistema de Combustível Controlado Eletronicamente ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página F-8 Seção F - Familiarização

Modo Monitor do INSITE™


O modo monitor do INSITE™ é um recurso útil de
diagnóstico de falhas que mostra as principais entradas e
saídas do ECM. Esse recurso pode ser utilizado para se
detectar valores constantes ou com oscilação anormal.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral
Seção F - Familiarização Página F-9

Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral (022-999)


Informações Gerais

Sobre Configuração de Comunicação do Veículo


1. Adaptador do datalink 4. PC com INSITE™
2. Cabo serial do PC 5. Conector do adaptador do datalink na cabine ou no
3. Cabo do adaptador do datalink motor.
Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página F-10 Seção F - Familiarização

Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral


Informações Gerais

Configuração de Comunicação de Bancada


1. Chicote básico de calibração de bancada do ECM 5. Cabo de calibração/cabo de inicialização ROM
(cabo principal) específicos do ECM
2. Fonte de alimentação 6. Cabo serial do PC
3. PC com INSITE™ 7. Cabo do adaptador do datalink.
4. Adaptador do datalink
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral
Seção F - Familiarização Página F-11

Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral


Informações Gerais

Diagrama de Identificação de Adaptadores de Datalink - INLINE™, INLINE™ I e INLINE™ II


1. Luz de indicação Ligado/Desligado
2. Luz de comunicação
3. Para a lâmpada do PC.
Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página F-12 Seção F - Familiarização

Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral


Informações Gerais

Diagrama de Identificação de Pinos do Cabo Serial, No. 3824594


1. Aberto 5. Terra de sinal
2. Transmissão de dados 6. Aberto
3. Recepção de dados 7. Solicitação de envio (+5 VCC)
4. Terminal de dados pronto (+5 VCC) 8. Pronto para enviar
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral
Seção F - Familiarização Página F-13

Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral


Informações Gerais

Cabo de 9 Pinos do Datalink, No. 3162848 Conector de 9 Pinos do Datalink na Cabine

A. Terra F. Datalink J1708 (+)


B. Bateria não comutada (+) G. Datalink J1708 (+)
C. Datalink J1939 (-) H. Aberto
D. Datalink J1939 (+) I. Abertura.
E. Datalink J1939 (blindado)
Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página F-14 Seção F - Familiarização

Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral


Informações Gerais

Cabo de 6 Pinos do Datalink, No. 3824439 Conector de 6 Pinos do Datalink na Cabine

A. Datalink J1708 (+) A. Aberto


A. Datalink J1708 (-) A. Terra
A. Bateria não comutada (+) A. Abertura.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral
Seção F - Familiarização Página F-15

Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral


Informações Gerais

Cabo de 3 Pinos do Datalink, No. 3162847 Conector de 3 Pinos do Datalink no Motor

A. Datalink J1939 (+) A. Terra


A. Datalink J1939 (-) A. Bateria não comutada (+).
A. Datalink J1939 (blindado)
Ferramentas e Serviço e Hardware - Visão Geral ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página F-16 Seção F - Familiarização

Anotações
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-a

Seção FA - Recursos Automotivos


Conteúdo da Seção
Página
Antiviolação do Sensor de Velocidade do Veículo ......................................................................................FA-20
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FA-20
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FA-20
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-21
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FA-21
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FA-20
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FA-20
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-21
Compensação de Informações de Viagem ...................................................................................................FA-15
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FA-16
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FA-15
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-16
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FA-16
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FA-16
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FA-15
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-16
Controle do Aquecedor do Ar de Admissão ................................................................................................FA-21
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FA-21
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FA-21
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-22
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FA-21
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FA-21
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FA-21
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-22
Corte de Velocidade do Veículo ...................................................................................................................FA-16
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FA-17
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FA-16
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-18
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FA-18
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FA-18
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FA-16
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-18
Interruptor Manual de Aceleração Máxima ..................................................................................................FA-11
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FA-11
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FA-11
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-12
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FA-12
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FA-12
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FA-11
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-12
Opções de Acelerador ....................................................................................................................................FA-1
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FA-1
Descrição do Recurso.....................................................................................................................................FA-1
Desvantagens.................................................................................................................................................FA-1
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FA-1
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FA-1
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FA-1
Recursos Visuais............................................................................................................................................FA-1
Piloto Automático ...........................................................................................................................................FA-6
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FA-9
Descrição do Recurso.....................................................................................................................................FA-6
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-10
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FA-9
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FA-9
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FA-8
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-10
Rotação de Marcha Lenta ...............................................................................................................................FA-2
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-b Seção FA - Recursos Automotivos

Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FA-3


Descrição do Recurso.....................................................................................................................................FA-2
Desvantagens.................................................................................................................................................FA-3
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FA-3
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FA-3
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FA-2
Recursos Visuais............................................................................................................................................FA-3
Rotação do Motor .........................................................................................................................................FA-12
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FA-12
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FA-12
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-13
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FA-13
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FA-13
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FA-12
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-13
Saídas Duplas Baseadas em Parâmetros Detectados .................................................................................FA-22
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FA-22
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FA-22
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-23
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FA-22
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FA-22
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FA-22
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-23
Sensor de Água no Combustível ..................................................................................................................FA-10
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FA-10
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FA-10
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-11
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FA-10
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FA-10
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FA-10
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-11
Tomada de Força (PTO) .................................................................................................................................FA-3
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FA-5
Descrição do Recurso.....................................................................................................................................FA-3
Desvantagens.................................................................................................................................................FA-5
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FA-5
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FA-5
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FA-3
Recursos Visuais............................................................................................................................................FA-5
Tomada de Força (PTO) Remota ....................................................................................................................FA-5
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FA-6
Descrição do Recurso.....................................................................................................................................FA-5
Desvantagens.................................................................................................................................................FA-6
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FA-6
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FA-6
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FA-5
Recursos Visuais............................................................................................................................................FA-6
Transmissão ..................................................................................................................................................FA-13
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FA-14
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FA-13
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-15
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FA-15
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FA-15
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FA-13
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-15
Travamento do Motor de Partida ...................................................................................................................FA-2
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FA-2
Descrição do Recurso.....................................................................................................................................FA-2
Desvantagens.................................................................................................................................................FA-2
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FA-2
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FA-2
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FA-2
Recursos Visuais............................................................................................................................................FA-2
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-c

Velocidade do Veículo ..................................................................................................................................FA-18


Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FA-19
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FA-18
Desvantagens...............................................................................................................................................FA-19
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FA-19
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FA-19
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FA-18
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FA-20
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-d Seção FA - Recursos Automotivos

Página Intencionalmente Deixada em Branco


ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Opções de Acelerador
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-1

Opções de Acelerador (212-004)


Descrição do Recurso
Este recurso permite ao usuário determinar o tipo de controle do governador do motor. Os dois tipos de governador
disponíveis são o Automotivo (mínimo ou máximo) e o Governador de Velocidade Variável ou de Todas as
Velocidades. O governador automotivo proporciona uma alimentação constante de combustível para uma dada
posição do acelerador. Com o governador automotivo selecionado, a rotação do motor pode variar com as mudanças
de carga do motor para uma mesma posição do acelerador.
O governador de Velocidade Variável proporciona uma rotação constante do motor para uma dada posição do
acelerador. Com o governador de Velocidade Variável selecionado, a rotação do motor permanece constante com
as mudanças de carga do motor para uma mesma posição do acelerador. O governador de Velocidade Variável é
um recurso opcional. É mais adequado para aplicações onde se deseja uma rotação constante do motor para realizar
uma tarefa específica, na qual a rotação do motor ou da tomada de força devem permanecer constantes.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Tipo de Governador do Motor
Faixa: Automotivo ou de Velocidade Variável
Descrição: Este parâmetro permite ao usuário selecionar o tipo desejado de governador que controlará o motor.
Nome: Tipo de Acelerador Comutável
Faixa: Habilitação
Descrição: Este parâmetro permite que o tipo de acelerador seja selecionado por um interruptor instalado pelo
OEM localizado na cabine do veículo. Se um interruptor na cabine do veículo não estiver disponível, este
parâmetro deve ser desabilitado.
Nome: Acelerador Remoto
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o usuário habilite ou desabilite o recurso Acelerador Remoto. Este recurso permite que
o operador controle o motor de um local diferente da cabine utilizando um Acelerador Remoto instalado pelo
OEM.
Nome: Intertravamento do Acelerador
Faixa: Habilitação
Descrição: Força o motor operar em marcha lenta sempre que o mesmo não estiver funcionando no modo de
Tomada de Força (ou Tomada de Força Remota). Quando este parâmetro é habilitado e o interruptor de inter-
travamento está ativado, todas as entradas de acelerador são ignoradas e o motor funciona em marcha lenta.

Ativação/Desativação pelo Motorista


A seleção do tipo de governador pode ser feita de duas maneiras. Se o veículo estiver equipado com um interruptor
montado na cabine, o motorista pode ativar o interruptor para selecionar o governador automotivo ou de Velocidade
Variável. Se o interruptor montado na cabine não estiver instalado, a ferramenta de serviço INSITE™ pode ser utilizada
para selecionar o tipo de governador desejado.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Este recurso não interage com nenhum outro recurso ou parâmetro.
Instruções Especiais
O governador automotivo é normalmente utilizado para veículos que serão operados em estradas. O governador de
Velocidade Variável é geralmente usado em veículos operados em ambientes industriais.
Se o recurso de velocidade constante do governador de velocidade variável não for necessário, o governador
automotivo deve ser utilizado.
Desvantagens
Para aplicações que requerem uma rotação constante do motor para realizar uma determinada tarefa, o governador
automotivo não manterá constante a rotação do motor ou da Tomada de Força para uma dada posição do acelerador.
Recursos Visuais
Nenhum
Rotação de Marcha Lenta ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-2 Seção FA - Recursos Automotivos

Travamento do Motor de Partida (212-007)


Descrição do Recurso
Este recurso impede que o motor de partida seja acoplado quando o motor já estiver funcionando. Este recurso visa
prolongar a vida útil do motor de partida.
Quando este recurso está habilitado, motor de partida não pode ser acoplado nas seguintes condições do motor:
funcionamento, freio, sobre-rotação e nova tentativa de partida.
O acoplamento do motor de partida é permitido nas seguintes condições do motor: desligamento, parada, giro de
partida e partida com bateria auxiliar.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Travamento do Motor de Partida
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o usuário habilite o recurso Travamento do Motor de Partida.
Nome: Tipo de Relé de Travamento do Motor de Partida
Faixa: Normalmente Aberto/Normalmente Fechado
Descrição: Permite que o usuário ajuste o tipo de relé de travamento do motor de partida. Quando a alimentação
do relé é desligada, os contatos de um relé "Normalmente Aberto" estão abertos e fechados em um relé
"Normalmente Fechado".

Ativação/Desativação pelo Motorista


O recurso de travamento do motor de partida não pode ser ativado ou desativado pelo motorista.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Este recurso está disponível somente (exceto para produtos 02) quando o ICON™ não estiver presente.
Instruções Especiais
Para que este recurso funcione corretamente, deve ser instalado um relé de travamento do motor de partida fornecido
pelo OEM.
Este recurso encontra-se disponível no CELECT™ Plus, mas não requer a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™
para habilitá-lo.
Para os motores ISB (4 cilindros) e ISBe (4 e 6 cilindros). Este recurso interage com o recurso de controle do aquecedor
do ar de admissão. Depois da partida do motor e somente quando os aquecedores do ar de admissão estiverem
ligados, o recurso de travamento do motor de partida não impedirá que o motor de partida seja acoplado pelo
operador.
A ferramenta eletrônica de serviço INSITE™ pode monitorar o comando do ECM para o relé. O parâmetro de
monitoramento é chamado Comando do Relé de Travamento do Motor de Partida. Monitore esse parâmetro para
determinar se está sendo enviado um comando de abertura ou de fechamento para o relé.
Desvantagens
Este recurso está disponível somente quando o ICON™ não estiver presente.
Recursos Visuais
Nenhum

Rotação de Marcha Lenta (212-009)


Descrição do Recurso
O recurso de rotação da marcha lenta pode reduzir a quantidade de combustível queimado ou diminuir os ruídos e
as vibrações na cabine. A rotação de marcha lenta pode ser ajustada para um valor desejado de marcha lenta. O
motorista pode anular o valor predefinido utilizando o interruptor de ajuste de marcha lenta fornecido pelo OEM.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Ajuste de Marcha Lenta
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Tomada de Força (PTO)
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-3

Faixa: Habilitação
Descrição: Este parâmetro permite ajustar a rotação de marcha lenta se houver um interruptor de ajuste instalado
na cabine, fornecido pelo OEM.
Nome: Rotação de Marcha Lenta
Faixa: 500 a 875 rpm
Descrição: Este parâmetro é utilizado para ajustar a rotação de marcha lenta.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista pode ajustar a rotação de marcha lenta se houver um interruptor de ajuste, fornecido pelo OEM, instalado
na cabine.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Não há interação entre este recurso e outros recursos e parâmetros.
Instruções Especiais
Nenhum
Desvantagens
O ajuste incorreto da rotação de marcha lenta pode causar excesso de vibrações no veículo ou reduzir ligeiramente
a economia de combustível.
Recursos Visuais
Nenhum

Tomada de Força (PTO) (212-010)


Descrição do Recurso
Aplicações como betoneiras, transporte de volumes secos, caminhões basculantes e caminhões de lixo exigem que
o motor forneça rotações constantes, independentemente da carga do motor. O recurso Tomada de Força (PTO)
permite que o operador selecione três rotações previamente programadas e ajuste a rotação do motor utilizando
interruptores de piloto automático instalados na cabine ou remotamente. Este recurso torna-se ativo somente abaixo
da rotação selecionada pela velocidade máxima do veículo em PTO. Um outro interruptor montado remotamente
controlará a PTO remota.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Tomada de Força ou Tomada de Força Remota
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o usuário habilite ou desabilite o recurso Tomada de Força.
Nome: Rotação Máxima do Motor
Faixa: Marcha lenta até 2500 rpm
Descrição: Este é o ajuste máximo da rotação do motor na qual a PTO irá operar. Esta rotação deve ter um valor
igual ou maior que a Rotação Mínima do Motor.
Nome: Rotação Mínima do Motor
Faixa: Marcha lenta até 2500 rpm
Descrição: Este é o menor ajuste da rotação do motor na qual a PTO irá operar. Esta rotação deve ter um valor
igual ou menor que a Rotação Máxima do Motor.
Nome: Rotação do Motor com Interruptor Set
Faixa: Rotação mínima até a rotação máxima do motor
Descrição: O ajuste de rotação entre as rotações mínima e máxima do motor que pode ser obtido ativando-se o
interruptor de ajuste (Set) enquanto a PTO está ativa. Esta rotação deve ser igual ou maior que a Rotação Mínima
do Motor e menor ou igual à Rotação Máxima do Motor.
Nome: Rotação do Motor com Interruptor Resume
Faixa: Rotação mínima até a rotação máxima do motor
Descrição: O ajuste de rotação entre as rotações mínima e máxima do motor que pode ser obtido ativando-se o
interruptor de retomada (Resume) enquanto a PTO está ativa. A rotação do motor com o interruptor Resume pode
ser ajustada a um valor diferente da rotação do motor ajustada com o interruptor Set. Isto fornecerá duas rotações
Tomada de Força (PTO) ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-4 Seção FA - Recursos Automotivos

para várias necessidades de Tomada de Força. Esta rotação deve ser igual ou maior que a Rotação Mínima do
Motor e menor ou igual à Rotação Máxima do Motor.
Nome: Rotação do Motor com Interruptor Adicional
Faixa: Rotação mínima até a rotação máxima do motor
Descrição: O ajuste de rotação entre as rotações mínima e máxima do motor que pode ser obtido ativando-se um
interruptor adicional enquanto a PTO está ativa. Este é um interruptor diferente do interruptor Set/Resume de
piloto automático. A rotação do motor com o interruptor adicional pode ser ajustada a um valor diferente das
rotações ajustadas com os interruptores Set e Resume, permitindo a disponibilidade de até três rotações
diferentes de PTO. Esta rotação deve ser igual ou maior que a Rotação Mínima do Motor e menor ou igual à
Rotação Máxima do Motor.
Nome: Carga Máxima do Motor
Faixa: 0 a 100 por cento
Descrição: Limita o torque máximo do motor para garantir que o acionamento da PTO e os equipamentos
conectados não sejam danificados pela entrada de torque excessivo do motor.
Nome: Porcentagem de Combustível com Carga Leve (CELECT™ e CELECT™ Plus Somente)
Faixa: 0 a 100 por cento
Descrição: Um limite percentual de combustível abaixo do qual a PTO não é limitada pelo valor do parâmetro
Rotação Máxima do Motor sem Sensor de Velocidade do Veículo. A operação da PTO que requer mais
combustível do que este valor será limitada pelo valor do parâmetro Rotação Máxima do Motor sem Sensor de
Velocidade do Veículo.
Nome: Taxa de Comutação de Rotação
Faixa: Varia de acordo com o valor de rpm por segundo do motor
Descrição: Determina com que rapidez a rotação do motor mudará para a rotação selecionada de PTO, ou para
um nova rotação de PTO, quando a rotação de PTO for aumentada ou diminuída.
Nome: Operação Alternativa
Faixa: Habilitação
Descrição: Altera a função do interruptor Set/Resume durante a operação em PTO. O interruptor Set/Resume
fornecerá somente uma rotação ajustada e pode ser utilizado para aumentar ou diminuir essa rotação ajustada.
Este comportamento visa evitar mudanças repentinas de rotação que possam causar problemas em algumas
aplicações de PTO se duas rotações estiverem disponíveis.
Nome: Anulação do Acelerador
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o operador aumente a rotação de PTO utilizando o acelerador até a rotação máxima de
anulação do acelerador.
Nome: Desabilitação do Acelerador (CELECT™ Plus Somente)
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o pedal do acelerador interrompa a operação em PTO.
Nome: Anulação do Freio de Serviço
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o freio de serviço interrompa a operação em PTO.
Nome: Desabilitação do Freio ou da Embreagem (CELECT™ Plus Somente)
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o freio de serviço e o pedal da embreagem interrompam a operação em PTO.
Nome: Desativação da Embreagem
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o pedal da embreagem interrompa a operação em PTO.
Nome: Limite do Sensor de Velocidade Zero do Veículo
Faixa: Habilitação
Descrição: Limita a rotação máxima de PTO a um valor igual à rotação máxima do motor menos a rotação máxima
do motor sem sensor de velocidade do veículo.
Nome: Velocidade Máxima do Veículo
Faixa: 0 a 30 mph
Descrição: Permite a operação em PTO até a velocidade máxima do veículo depois de a velocidade do veículo
ser detectada pelo Módulo Eletrônico de Controle (ECM).
Nome: Rotação Máxima de Anulação do Acelerador
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Tomada de Força (PTO) Remota
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-5

Faixa: Marcha lenta até 2500 rpm


Descrição: Rotação máxima do motor que pode ser alcançada quando o limite de rotação máxima do motor é
anulado pelo acelerador. Esta rotação deve ter um valor maior que a Rotação Máxima do Motor. Este
parâmetro não estará disponível se o parâmetro Anulação do Acelerador estiver desabilitado.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista pode ativar o recurso PTO movendo o interruptor de piloto automático para a posição ON (ligado). Para
ajustar a rotação do motor para a primeira rotação de PTO previamente ajustada mova o interruptor de seleção de
piloto automático para a posição SET (Ajustar). Para ajustar a rotação do motor para a segunda rotação de PTO
previamente ajustada mova o interruptor de seleção de piloto automático para a posição Resume (Retomar). Uma
terceira rotação do motor estará disponível se a rotação do motor ajustada com o interruptor adicional estiver
habilitada e esse interruptor for selecionado. Se o recurso PTO estiver selecionado, somente uma rotação
previamente ajustada estará disponível.
O motorista pode desativar o recurso PTO aplicando o freio ou a embreagem se o recurso de anulação do freio ou
da embreagem tiver sido habilitado, ou movendo o interruptor ON/OFF (Liga/Desliga) de piloto automático para a
posição OFF.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Nenhuma
Instruções Especiais
Durante a operação em PTO, o acelerador é desabilitado a menos que o recurso de anulação do acelerador esteja
habilitado. Dependendo do OEM, a ativação dos freios do trailer desativarão o recurso PTO se houver um interruptor
fornecido pelo OEM.
Desvantagens
Nenhuma
Recursos Visuais
Nenhuma

Tomada de Força (PTO) Remota (212-011)


Descrição do Recurso
Aplicações como betoneiras, transporte de volumes secos, caminhões basculantes e caminhões de lixo exigem que
o motor forneça rotações constantes, independentemente da carga do motor. O recurso Tomada de Força (PTO)
Remota oferece essa função permitindo que o operador selecione até cinco rotações do motor previamente
programadas com um interruptor montado remotamente. Essas cinco rotações são oferecida adicionalmente às três
rotações disponíveis com o recurso PTO Remota. Uma vez ativada, a PTO Remota anulará as configurações de PTO.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Número de Rotações
Faixa: 1 a 5
Descrição: O número de rotações de PTO Remota disponíveis Nome: Faixa de Rotação Ajustada 1: 850 a 2500
rpm Descrição: O ajuste de rotação entre as rotações mínima e máxima do motor que pode ser obtido ativando-
se o interruptor de Rotação Ajustada 1 enquanto a PTO está ativa. Esta rotação deve ser ajustada a um valor
igual ou maior que a rotação mínima do motor e menor ou igual à rotação máxima do motor.
Nome: Rotação Ajustada 2
Faixa: 850 a 2500 rpm
Descrição: O ajuste de rotação entre as rotações mínima e máxima do motor que pode ser obtido ativando-se o
interruptor de Rotação Ajustada 2 enquanto a PTO está ativa. Esta rotação deve ser ajustada a um valor igual
ou maior que a rotação mínima do motor e menor ou igual à rotação máxima do motor.
Nome: Rotação Ajustada 3
Faixa: 850 a 2500 rpm
Descrição: O ajuste de rotação entre as rotações mínima e máxima do motor que pode ser obtido ativando-se o
interruptor de Rotação Ajustada 3 enquanto a PTO está ativa. Esta rotação deve ser ajustada a um valor igual
ou maior que a rotação mínima do motor e menor ou igual à rotação máxima do motor.
Piloto Automático ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-6 Seção FA - Recursos Automotivos

Nome: Rotação Ajustada 4


Faixa: 850 a 2500 rpm
Descrição: O ajuste de rotação entre as rotações mínima e máxima do motor que pode ser obtido ativando-se o
interruptor de Rotação Ajustada 4 enquanto a PTO está ativa. Esta rotação deve ser ajustada a um valor igual
ou maior que a rotação mínima do motor e menor ou igual à rotação máxima do motor.
Nome: Rotação Ajustada 5
Faixa: 850 a 2500 rpm
Descrição: O ajuste de rotação entre as rotações mínima e máxima do motor que pode ser obtido ativando-se o
interruptor de Rotação Ajustada 5 enquanto a PTO está ativa. Esta rotação deve ser ajustada a um valor igual
ou maior que a rotação mínima do motor e menor ou igual à rotação máxima do motor.
Nome: Rotação Remota do Motor
Faixa: 600 a 2500 rpm
Descrição: O ajuste de rotação entre as rotações mínima e máxima do motor que pode ser obtido ativando-se o
interruptor de PTO Remota enquanto a PTO Remota está ativa. Este recurso encontra-se disponível somente
nos motores CELECT™ e CELECT™ Plus e é o único ajuste de PTO Remota nos motores CELECT™ e CELECT™
Plus.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista pode ativar o recurso PTO Remota movendo o interruptor de PTO Remota para a posição ON (Ligada).
A seleção da rotação ajustada correta é feita alternando-se, até cinco vezes, o mesmo interruptor fornecido pelo OEM.
O motorista pode desativar o recurso PTO Remota movendo o interruptor de PTO Remota para a posição OFF
(Desligada).
Interação com outros Recursos e Parâmetros
O recurso PTO Remota depende dos seguintes parâmetros de PTO.
Tomada de Força ou Tomada de Força Remota
Rotação Máxima do Motor
Rotação Mínima do Motor
Carga Máxima do Motor
Anulação do Acelerador
Velocidade Máxima do Veículo
Rotação Máxima de Anulação do Acelerador

Instruções Especiais
Durante a operação em PTO Remota, o acelerador é desabilitado a menos que o recurso de anulação do acelerador
esteja habilitado. Além disso, a ativação do freio de serviço ou da embreagem não interrompe a operação em PTO
Remota. O recurso PTO Remota não será ativado se o Código de Falha 241 estiver ativo.
Desvantagens
Nenhuma
Recursos Visuais
Nenhum

Piloto Automático (212-015)


Descrição do Recurso
NOTA: A funcionalidade varia dependendo do modelo do motor.
O recurso Piloto Automático permite ao motorista operar o veículo em velocidade de cruzeiro sem utilizar o acelerador,
e a capacidade de ajustar e manter uma certa velocidade de estrada. O Piloto Automático e seus recursos variam de
acordo com seu modo de operação. Existem dois interruptores utilizados para a operação do Piloto Automático: o
interruptor ON/OFF (Liga/Desliga) de piloto automático e o interruptor Set/Resume-Coast/Accelerate de piloto
automático. O interruptor ON/OFF de piloto automático permite ao operador ligar e desligar o Piloto Automático. O
interruptor Set/Resume-Coast/Accelerate permite ao motorista ajustar e retomar a função de piloto automático e
diminuir ou aumentar em uma milha por hora a velocidade do veículo, pressionando (habilitando temporariamente)
o interruptor de condução desengrenada ou de aceleração.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Piloto Automático
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-7

São possíveis três modos de operação do Piloto Automático, cada um dependendo das configurações dos
interruptores e das condições de operação: Off (Desligado), Standby (Espera) e Active (Ativo):
Modo Off - O Piloto Automático não afeta a operação do motor e não pode ser ativado. O interruptor ON/OFF do
Piloto Automático está desligado (posição OFF).
Modo Standby - O interruptor ON/OFF do Piloto Automático está ligado (posição ON), mas a função de piloto
automático foi desativada e não afeta a operação do motor. O Piloto Automático permanecerá no modo Standby
(espera) quando o interruptor ON/OFF de piloto automático for colocado inicialmente na posição ON até que o
motorista solicite a ativação utilizando o interruptor Set/Resume de piloto automático ajustando uma velocidade
desejada ou retomando para uma velocidade desejada. A ativação será permitida se todas as seguintes condições
forem satisfeitas:
• A velocidade do veículo não deve ser menor que 30 mph
• A rotação do motor não deve ser menor que 1.000 rpm
• O pedal do freio não deve estar pressionado
• O pedal da embreagem não deve estar pressionado
• Não deve existir falha do sensor de velocidade do veículo.
Modo Active - O Piloto Automático está controlando a alimentação de combustível do motor para manter a velocidade
de estrada desejada. Uma vez ativado o Piloto Automático, será calculada uma velocidade de referência com as
informações de Velocidade Máxima do Veículo em Piloto Automático, Velocidade de Recompensa do Motorista
(consulte a descrição do recurso Recompensa do Motorista), e Velocidade Ajustada de Piloto Automático. O Piloto
Automático mantém a velocidade do veículo na Velocidade Ajustada de Piloto Automático a menos que ocorra uma
interação com qualquer um dos seguintes recursos:
• Curva de Torque Máximo
• Cortes Programáveis
• Acelerador
• Velocidade Máxima do Veículo (Limite do Governador de Velocidade de Estrada).
A curva de torque máximo é a quantidade máxima de alimentação de combustível permitida para uma dada rotação
do motor em função do número de revoluções por minuto (RPM) para a classificação de potência do motor. O Piloto
Automático não pode atingir velocidades que exijam uma alimentação de combustível que exceda a curva de torque
máximo do motor.
Existem disponíveis dois cortes programáveis: corte superior e corte inferior.
O corte superior faz a velocidade do veículo cair levemente abaixo da velocidade de referência de Piloto Automático
com o motor sob carga alta, como em um aclive acentuado.
O corte inferior permite que a velocidade do veículo aumente levemente acima da velocidade de referência de Piloto
Automático com o motor sob carga baixa, como na base de um aclive acentuado.
Por exemplo: Em um aclive acentuado em Piloto Automático, com o corte superior (corte de subida) ajustado em zero
mph e a velocidade de Piloto Automático ajustada em 62 mph, o motor manterá a velocidade do veículo em 62 mph
desde que a curva de torque máximo não seja excedida. Entretanto, se o corte superior for ajustado para um outro
valor, como 2 mph, o Piloto Automático permitirá que a velocidade do veículo caia para 60 mph. Depois de cair para
60 mph, o Piloto Automático manterá a velocidade do veículo em 60 MPH. À medida que o veículo se aproxima do
fim do aclive e acelera até 62 mph, o Piloto Automático limitará levemente a velocidade do veículo entre 60 e 62 mph.
Ao se aproximar da base de um declive acentuado em Piloto Automático e com o corte inferior (corte de descida)
ajustado para zero mph com a velocidade de Piloto Automático ajustada em 62 mph, o motor manterá a velocidade
do veículo em 62 mph. Contudo, se o corte inferior estiver ajustado para 2 mph, o Piloto Automático permitirá que a
velocidade do veículo suba para 64 mph.
O acelerador pode ser utilizado para aumentar temporariamente a velocidade do veículo, acima da velocidade
ajustada de Piloto Automático, mas abaixo da Velocidade Máxima Global do veículo. Quando o acelerador é liberado,
o Piloto Automático retoma automaticamente a velocidade ajustada de Piloto Automático.
Anulação do Governador de Velocidade de Estrada - Dependendo da condição da Proteção em Marcha Reduzida, o
Piloto Automático poderá ou não conduzir o veículo em cruzeiro a velocidades maiores que a velocidade de referência
do Governador de Velocidade de Estrada. Se o recurso Proteção em Marcha Reduzida estiver ativado, o governador
de Piloto Automático não poderá exceder a velocidade de referência do Governador de Velocidade de Estrada. Se
o recurso Proteção em Marcha Reduzida não estiver ativado, o governador de Piloto Automático poderá conduzir o
veículo em velocidades maiores que a velocidade de referência do Governador de Velocidade de Estrada, até uma
velocidade máxima do veículo.
O Piloto Automático permitirá velocidades do veículo em piloto automático mais altas que a velocidade máxima em
piloto automático se o recurso Recompensa do Motorista estiver habilitado (consulte a descrição do recurso
Recompensa do Motorista para mais detalhes). O Piloto Automático compara a Velocidade Ajustada de Piloto
Piloto Automático ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-8 Seção FA - Recursos Automotivos

Automático e a velocidade de Recompensa do Motorista. A menor dessas velocidades será utilizada como a
velocidade de Piloto Automático.
A função Auto-retomada de Piloto Automático é desativada e reativada automaticamente durante as mudanças de
marcha manuais e da transmissão Top 2. Se a transmissão Top 2 faz uma mudança de marcha, o Piloto Automático
é desativado e reativado automaticamente, sem a necessidade de programação adicional. Quando é feita uma
mudança de marcha manual, o Piloto Automático será desativado pressionando-se a embreagem, e reativado
automaticamente quando o ECM detectar uma condição fora-de-marcha e a condição em-marcha é retomada em
uma marcha diferente da anterior.
O freio-motor em Piloto Automático pode ser usado para aplicar os freios-motor durante a utilização do Piloto
Automático. O esforço de frenagem do motor é determinado pela velocidade do veículo, pela velocidade de referência
de Piloto Automático, pela velocidade de Piloto Automático para a frenagem inicial e pela velocidade de Piloto
Automático para a frenagem máxima do motor. Para que o Piloto Automático ative os freios-motor, estes devem estar
habilitados e todas as condições de ativação de freio-motor devem ser satisfeitas (consulte a descrição do recurso
Opções do Freio-motor).
Se a velocidade do veículo exceder a velocidade de referência de Piloto Automático para a frenagem inicial do motor,
o Piloto Automático solicitará a ativação dos freios-motor. Se todas as condições forem satisfeitas, os freios-motor
serão ativados no nível mínimo. Se a velocidade do veículo exceder a velocidade de referência de Piloto Automático
para a frenagem máxima do motor, os freios-motor serão ativados em seu nível máximo. Os freios-motor não
ultrapassarão o nível ajustado pelo interruptor de nível de freio-motor. Os freios-motor serão desativados
automaticamente à medida que a velocidade do veículo aproximar-se da velocidade de referência de Piloto
Automático.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Piloto Automático
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Habilita e desabilita todas as funções associadas com o Piloto Automático. Este recurso pode ser
programado com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins. Quando este recurso está habilitado, o Piloto
Automático encontra-se operacional. Quando este recurso está desabilitado, o Piloto Automático não pode ser
ativado ou operar automaticamente os freios-motor, se disponíveis, independentemente das posições do
interruptor instalado na cabine.
Nome: Velocidade Ajustada de Economia do Piloto Automático
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Este recurso permite salvar a velocidade ajustável de Piloto Automático através da parada e partida
do motor, e é habilitado com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins. Quando este recurso é habilitado, a
velocidade de Piloto Automático estabelecida antes da parada do motor pode ser retomada depois da próxima
partida utilizando-se a função de retomada do interruptor Set/Resume. Quando este recurso é desabilitado, a
função de retomada torna-se inoperante até que uma velocidade de Piloto Automático ajustável seja definida
utilizando-se a função de ajuste (Set).
Nome: Freios-motor em Piloto Automático (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Permite que o Piloto Automático opere os freios-motor automaticamente e seja habilitado com a
ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins. Quando habilitado, o Piloto Automático pode aplicar os freios-motor
com base na velocidade de Piloto Automático, na velocidade do veículo, na diferença de velocidade do Piloto
Automático para a frenagem inicial do motor e na diferença de velocidade do Piloto Automático para a frenagem
máxima do motor. Quando este recurso é desabilitado, o Piloto Automático não ativa os freios-motor.
Nome: Velocidade Máxima do Piloto Automático
Faixa: 0 a 102 MPH
Descrição: Esta é a velocidade máxima de Piloto Automático e é ajustada com a ferramenta de serviço INSITE™
da Cummins. Este é o limite superior da velocidade de Piloto Automático, a menos que a Recompensa do
Motorista esteja ativada; assim, o limite superior é a soma da velocidade máxima em Piloto Automático e da
velocidade de recompensa do recurso Recompensa do Motorista. A configuração recomendada é 62 mph.
Nome: Corte Superior (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: 0 a 6 MPH
Descrição: Este parâmetro ajusta a velocidade máxima do veículo para o corte superior em Piloto Automático e
é ajustada com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins. Um corte superior reduz a velocidade do veículo
abaixo da velocidade de referência de Piloto Automático com o motor sob cargas pesadas. Um corte maior pode
resultar em maior economia de combustível em terrenos montanhosos ou acidentados; um corte menor permite
melhor controle da velocidade. A configuração recomendada é zero mph.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Piloto Automático
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-9

Nome: Corte Inferior (Não utilizado pelo Gas Plus)


Faixa: 0 a 9 MPH
Descrição: Este parâmetro ajusta a velocidade máxima do veículo para o corte inferior em Piloto Automático e é
ajustada com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins. Um corte menor aumenta a velocidade do veículo
acima da velocidade de referência do Piloto Automático com o motor sob cargas leves. Um corte maior pode
resultar em maior economia de combustível em terrenos montanhosos ou acidentados; um corte menor permite
melhor controle da velocidade. A configuração recomendada é 2 mph.
Nome: Uso de Interruptores
Faixa: Set/Accelerate (Resume/Coast) ou Set/Coast (Resume/Accelerate)
Descrição: Ajusta a função de acionamento do interruptor. Set/Accelerate está na posição para cima e Resume/
Coast na posição para baixo. Tanto esta opção quanto o uso do interruptor Set/Coast podem ser selecionados.
Nome: Auto-retomada do Piloto Automático
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Permite que o operador retome a velocidade ajustada do piloto automático sem acionar o interruptor
Resume do Piloto Automático no painel de instrumentos somente após um evento da embreagem. A configuração
recomendada é "Desabilitado".
Nome: Anulação do Freio de Estacionamento em Piloto Automático (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Permite que o operador desacople o piloto automático ativando o freio de estacionamento.

Ativação/Desativação pelo Motorista


NOTA: A funcionalidade varia dependendo do modelo do motor.
Para ativar o Piloto Automático, coloque o interruptor ON/OFF de Piloto Automático na posição ON (Ligar). Pressione
o interruptor de ajuste (Set) quando a velocidade desejada de piloto automático for alcançada.
Para colocar o Piloto Automático no modo Standby, libere o pedal do freio ou o pedal da embreagem. O Piloto
Automático passará automaticamente para o modo Standby quando a velocidade do veículo cair para menos de 30
mph, a rotação do motor for muito baixa, ou se ocorrer uma falha no sensor de velocidade do veículo.
Para desativar o Piloto Automático, coloque o interruptor ON/OFF de piloto automático na posição OFF (Desligar).
Interação com outros Recursos e Parâmetros
NOTA: A funcionalidade varia dependendo do modelo do motor.
Recompensa do Motorista
Freios-motor (Não utilizado pelo Gas Plus)
Proteção em Marcha Reduzida
Limite Máximo da Velocidade do Veículo no Acelerador.
Este recurso interage com o recurso Velocidade do Veículo. Se o tipo de sensor de velocidade do veículo for ajustado
para "nenhum" e o Piloto Automático for, portanto, desabilitado, o usuário não poderá habilitar o Piloto Automático
até que o tipo de sensor de velocidade do veículo seja alterado para um tipo diferente de "nenhum".
Instruções Especiais
Nos motores ISB e ISC, os cortes superior e inferior podem ser ajustados somente entre 0 e 3 MPH.
Características de Operação de Corte do Piloto Automático

MPH Configurando o Corte Superior Configurando o Corte Inferior


0 Melhor desempenho* Melhor controle da velocidade
Nenhuma vantagem de economia de Nenhuma vantagem de desempenho
combustível
1 Desempenho bom Bom controle da velocidade
Pequena vantagem de economia de Pequena vantagem de desempenho
combustível
2 Desempenho baixo Controle reduzido da velocidade
Vantagem moderada de economia de Vantagem moderada de desempenho
combustível
3 Desempenho significativamente reduzido Controle de velocidade significativamente
Melhores vantagens de economia de reduzido
combustível Melhores vantagens de desempenho
Sensor de Água no Combustível ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-10 Seção FA - Recursos Automotivos

MPH Configurando o Corte Superior Configurando o Corte Inferior


0 Melhor desempenho* Melhor controle da velocidade
Nenhuma vantagem de economia de Nenhuma vantagem de desempenho
combustível
NOTA: A configuração de Corte Inferior não exerce um impacto significativo sobre a economia de combustível.

Desvantagens
Possíveis reclamações do cliente:
Potência Baixa - Os ajustes de corte superior maiores que zero diminuem o desempenho e a aceleração do motor
em aclives acentuados próximo da velocidade máxima de Piloto Automático.
O Piloto Automático não funciona na velocidade ajustada, mas que pode ser causado pelas configurações de
Recompensa do Motorista, de Anulação Máxima do Acelerador ou de Corte.
Recursos Visuais
1. Curva de Torque Máximo
2. Redução de rpm ajustável de corte superior do Piloto
Automático
3. Velocidade Ajustada do Piloto Automático, sem
corte
4. Aumento de mph ajustável de corte inferior do Piloto
Automático
5. Aumento do Eixo de Torque
6. Aumento do Eixo de MPH

Sensor de Água no Combustível (212-017)


Descrição do Recurso
O sensor de água no combustível protege o sistema de combustível alertando o operador do veículo que há acúmulo
de água no filtro de combustível e que a mesma deve ser drenada. Uma luz intermitente de advertência no painel
alertará o operador sobre uma condição de alto teor de água no combustível.
O filtro de combustível remove a água emulsificada e livre do combustível à medida que ela passa pelo meio filtrante.
A água removida é mais pesada do que o combustível e sedimenta no fundo da caneca do filtro onde fica acumulada.
O sensor de água no combustível é instalado na base da caneca do filtro de combustível. O sensor consiste de duas
pontas metálicas que detectam a condutividade elétrica da solução que as envolve. Uma alteração na condutividade
pode ser detectada quando uma quantidade suficiente de água acumula-se em torno das pontas e desloca o
combustível diesel. Quando isto ocorre, o ECM aciona a lâmpada de advertência no painel e registra o Código de
Falha 418, Alto Teor de Água no Combustível - Manutenção.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Sensor de Água no Combustível
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o usuário habilite ou desabilite o recurso Sensor de Água no Combustível. Este recurso
requer um filtro de combustível com um Sensor Integral de Água no Combustível instalado na base do filtro.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista não pode ativar ou desativar o recurso Sensor de Água no Combustível. Este recurso pode ser ativado
ou desativado somente com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Este recurso não interage com nenhum outro recurso ou parâmetro.
Instruções Especiais
Dependendo do motor, em alguns a lâmpada de manutenção é acesa e em outros a lâmpada de advertência é acesa.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Interruptor Manual de Aceleração Máxima
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-11

Desvantagens
Nenhuma
Recursos Visuais
Nenhum

Interruptor Manual de Aceleração Máxima (212-019)


Descrição do Recurso
Este recurso permite ao operador ajustar temporariamente um limite de velocidade máxima do veículo através de um
interruptor, geralmente o interruptor Set/Resume do Piloto Automático. Por exemplo, se chegar a uma zona de
construção onde o limite da velocidade é menor, o motorista poderá ajustar a velocidade máxima do veículo para o
novo limite. Ao sair da zona de construção, o motorista poderá retornar o ajuste de velocidade máxima do veículo ao
valor previamente programado. O limite de velocidade máxima do veículo não pode ser ajustado para exceder o valor
de velocidade máxima do veículo previamente programado. O interruptor liga/desliga do Piloto Automático deve estar
na posição OFF para que a velocidade de estrada possa ser ajustada.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Interruptor de Aceleração Manual Máxima do Veículo
Faixa: Habilitação
Descrição: Este parâmetro permite ao usuário habilitar o recurso no módulo eletrônico de controle (ECM).
Nome: Velocidade Máxima Permitida 2 do Veículo
Faixa: 30-50 MPH
Descrição: Esta é a velocidade máxima que o veículo pode atingir depois que o Governador de Velocidade
Comutada de Estrada for habilitado e o motorista ativar o interruptor Set/Resume do piloto automático.
Nome: Governador de Velocidade Comutada de Estrada
Faixa: Habilitação
Descrição: A habilitação deste parâmetro permitirá que a velocidade do veículo seja limitada pelo limite de
Velocidade Máxima Permitida 2 do Veículo depois que o motorista ativar o interruptor Set/Resume do piloto
automático em vez do limite Velocidade Máxima do Veículo no Acelerador.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O recurso pode ser ativado pelo motorista quando o interruptor Set/Resume é alternado e permitirá que a velocidade
máxima do veículo seja ajustada para mais ou menos.
Se o veículo suportar o Piloto Automático, sua velocidade máxima poderá ser ajustada quando o interruptor liga/
desliga do Piloto Automático estiver na posição OFF.
Veja abaixo a interação entre o parâmetro ajustável Uso do Interruptor do Piloto Automático e este recurso:

Uso do Interruptor do Piloto Automático Posição do Interruptor Velocidade Máxima do Veículo


Set/Accelerate (Resume/Coast) Ajustar Aumentar
Set/Accelerate (Resume/Coast) Retomar Reduzir
Set/Coast (Resume/Accelerate) Ajustar Reduzir
Set/Coast (Resume/Accelerate) Retomar Aumentar

Se a aplicação do veículo suportar o recurso Piloto Automático, o parâmetro Uso do Interruptor do Piloto Automático
poderá mudar o modo de operação do interruptor quando o recurso for utilizado. Quando a opção Set/Accelerate
(Resume/Coast) está selecionada e o interruptor liga/desliga do Piloto Automático está na posição OFF, a posição
Set aumenta a velocidade máxima do veículo até o limite previamente programado. A posição Resume reduz a
velocidade máxima do veículo. A velocidade máxima do veículo pode ser reduzida ao limite mínimo da velocidade
do piloto automático, que é geralmente de 30 mph e não é ajustável. Quando a opção Set/Coast (Resume/Accelerate)
está selecionada e o interruptor liga/desliga do Piloto Automático está na posição OFF, a posição Set diminui a
velocidade máxima do veículo. A posição Resume aumenta a velocidade máxima do veículo.
Rotação do Motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-12 Seção FA - Recursos Automotivos

Interação com outros Recursos e Parâmetros


O interruptor liga/desliga do Piloto Automático deve estar na posição OFF para que a velocidade máxima do veículo
possa ser ajustada. A velocidade máxima de estrada não pode exceder a velocidade máxima do veículo. O veículo
deve ter um sensor de velocidade instalado e nenhuma falha deste sensor poderá estar ativa.
Instruções Especiais
Certifique-se de que exista um sensor de velocidade instalado no veículo, e que o sensor da velocidade do veículo e
o parâmetro Uso do Interruptor do Piloto Automático estejam configurados corretamente com a ferramenta eletrônica
de serviço INSITE™.
A ciclagem da chave de ignição do veículo reajusta a velocidade máxima do veículo ao seu valor original.
Desvantagens
O cliente poderá reclamar de baixa potência se o veículo não atingir uma velocidade desejada porque este recurso
ainda está ativo e a velocidade máxima permitida do veículo não foi aumentada com o interruptor Set/Resume.
Recursos Visuais
Nenhum

Rotação do Motor (212-020)


Descrição do Recurso
Existem dois parâmetros que podem ser ajustados para a rotação do motor: Rotação do Motor Sem Sensor de
Velocidade do Veículo e Rotação Máxima Comutada do Motor.
A rotação máxima do motor sem sensor de velocidade do veículo limita a rpm do motor a um valor ajustado se não
for detectada nenhuma velocidade do veículo, ou se for detectada uma falha no circuito ou no sensor de velocidade
do veículo. Essa rotação pode ser ajustada a um valor mínimo de 1400 rpm ou ao valor máximo da rotação governada
do motor.
A rotação máxima comutada do motor limita a rotação do motor a uma rotação máxima inferior do motor quando este
está alimentando equipamentos sensíveis à rotação, como um sistema hidráulico usado em caminhões de lixo. É
necessário um interruptor fornecido pelo OEM para que o operador ative ou desative a rotação máxima comutada
do motor. Quando o recurso está desativado, a rotação máxima do motor será limitada à rotação governada do motor.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Rotação Máxima do Motor sem Sensor de Velocidade do Veículo
Faixa: 1400 RPM à Rotação Governada do Motor
Descrição: Este parâmetro limitará a rpm do motor se não for detectada nenhuma velocidade do veículo ou se
for detectada uma falha no circuito ou no sensor de velocidade do veículo. 1400 rpm é o ajuste recomendado
para maximizar a economia de combustível enquanto o veículo não se move. O ajuste deste parâmetro em 1400
rpm também permitirá conduzir a maioria dos veículos a uma oficina de reparos se for detectada uma falha no
sensor ou no circuito.
Nome: Rotação Máxima Comutada do Motor (Rotação Comutada Alta do Governador para motores ISB, ISC, ISL,
ISB (4 cilindros) ISBe (4 e 6 cilindros) somente e Gas Plus)
Faixa: Varia com o motor
Descrição: Este parâmetro ajusta a rotação na qual a rpm do motor será limitada se o operador ativar a rotação
comutada. O uso de uma rotação de operação é mais comum em caminhões de lixo que utilizam o recurso de
compactação contínua, no qual é desejada uma rotação máxima de funcionamento do motor durante sua
operação, de maneira que o sistema hidráulico do veículo não seja danificado devido à sobre-rotação.

Ativação/Desativação pelo Motorista


Rotação do Motor sem Sensor de Velocidade do Veículo - Não há ativação ou desativação pelo motorista associadas
com este parâmetro.
A rotação máxima comutada do motor pode ser ativada e desativada através de um interruptor no painel de
instrumentos ou através de interruptores nos equipamentos do OEM.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Transmissão
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-13

Interação com outros Recursos e Parâmetros


Nenhuma
Instruções Especiais
Nenhuma
Desvantagens
Possíveis reclamações do cliente devido ao fato de a rotação máxima do motor sem sensor de velocidade do
veículo não alcançar a rotação governada enquanto o veículo não está em movimento.
Recursos Visuais
Nenhum

Transmissão (212-021)
Descrição do Recurso
Este recurso permite especificar ou habilitar diversos parâmetros do software do motor que interagem com a
transmissão do veículo. Os parâmetros permitem especificar ou habilitar:
• Tipo de transmissão
• Estilo da transmissão Top 2
• Relações de engrenagem da transmissão
• Ativação da Top 2 com o interruptor do Piloto Automático
• Tipo de saída de modulação por largura de pulso
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Tipo de Transmissão
Faixa: Manual, automática, totalmente automática ou parcialmente automática
Descrição: Este parâmetro define o tipo de transmissão que está instalada no veículo. Os tipos disponíveis são:
• Manual
• Automática (transmissões Allison, Voith, ZF)
• Totalmente Automática (transmissões Eaton Autoshift, Meritor Engine Synchro Shifting, Meritor Sureshift)
• Parcialmente Automática (transmissão Eaton Top 2)
Nome: Transmissão Automática
Faixa: Habilitação
Descrição: Indica se o equipamento possui uma transmissão automática. O recurso Anti-violação do Sensor da
Velocidade do Veículo requer o tipo de transmissão para ativar corretamente o software específico de detecção
de violação da transmissão.
Nome: Relação de Marcha Superior
Faixa: Varia de acordo com a calibração do módulo eletrônico de controle (ECM)
Descrição: Este parâmetro define a relação de marcha da marcha superior da transmissão. Este parâmetro
deve ser ajustado para o valor de relação de marcha superior fornecido pelo fabricante da transmissão. Por
exemplo: O valor da relação de marcha para a 10ª marcha de uma transmissão de 10 marchas.
Nome: Relação de Marcha Inferior
Faixa: Varia de acordo com a calibração do ECM
Descrição: Este parâmetro define a relação de marcha da 1ª marcha inferior da transmissão. Este parâmetro
deve ser ajustado para o valor de relação de marcha de uma marcha inferior fornecido pelo fabricante da
transmissão. Por exemplo: O valor da relação de marcha para a 9ª marcha de uma transmissão de 10 marchas.
Nome: Relação de Marcha Reduzida com Duas Marchas Inferiores
Faixa: Varia de acordo com a calibração do ECM
Descrição: Este parâmetro define a relação de marcha da 2ª marcha inferior da transmissão. Este parâmetro
deve ser ajustado para o valor de relação de marcha de duas marchas inferiores fornecido pelo fabricante da
transmissão. Por exemplo: O valor da relação de marcha para a 8ª marcha de uma transmissão de 10 marchas.
Nome: Relação de Marcha Reduzida com Três Marchas Inferiores
Faixa: Varia de acordo com a calibração do ECM
Transmissão ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-14 Seção FA - Recursos Automotivos

Descrição: Este parâmetro define a relação de marcha da 3ª marcha inferior da transmissão. Este parâmetro
deve ser ajustado para o valor de relação de marcha de três marchas inferiores fornecido pelo fabricante da
transmissão. Por exemplo: O valor da relação de marcha para a 7ª marcha de uma transmissão de 10 marchas.
Nome: Tipo de Transmissão Top 2
Faixa: Eaton ou Spicer
Descrição: Este parâmetro define o tipo de transmissão Top 2 que está instalada no veículo. Se a transmissão
instalada for uma Eaton Top 2 ou Spicer AutoMate-2, então deverá ser especificado o Tipo de Transmissão Top
2. O Tipo de Transmissão Top 2 pode ser selecionado se for selecionado o parâmetro Tipo de Transmissão do
recurso Transmissão Parcialmente Automática. Uma transmissão compatível deve ser instalada.
NOTA: A transmissão Spicer AutoMate-2 compartilha uma identificação de pino programável com o hardware do
Centinel™. O parâmetro Tipo de Transmissão Top 2 não pode ser Spicer quando o hardware do sistema Centinel™
está instalado.
Nome: Ativação do Top 2 com Interruptor do Piloto Automático
Faixa: Habilitação
Descrição: Este parâmetro permite ao motorista selecionar uma transmissão parcialmente automática ou manual
utilizando o interruptor liga/desliga do piloto automático fornecido pelo OEM. O motorista deve mover o interruptor
do piloto automático para a posição ON (ligado) antes de ativar a mudança de marcha automática da transmissão
Top 2. Se uma transmissão Eaton estiver instalada e a mudança de marcha automática da transmissão Top 2
estiver ativada e, além disso, o motorista mover o interruptor do piloto automático para a posição OFF (desligado),
o operador poderá fazer a mudança de marchas manualmente. Se uma transmissão Spicer estiver instalada e a
mudança de marcha automática da transmissão Top 2 estiver ativada e, além disso, o motorista mover o
interruptor do piloto automático para a posição OFF (desligado), não haverá efeito sobre a mudança de marcha
automática da transmissão Top 2 até que a mudança de marcha seja retirada da posição AUTO. Este parâmetro
requer um interruptor Liga/Desliga do piloto automático.
Nome: Tipo de Saída da Modulação por Largura de Pulso
Faixa: Nenhuma, 80 por cento do acelerador ativado com 65 por cento do acelerador desativado, 70 por cento do
acelerador ativado com 55 por cento do acelerador desativado, 60 por cento do acelerador ativado com 45 por cento
do acelerador desativado, Modulação por Largura de Pulso crescente, Modulação por Largura de Pulso
decrescente, Modulação por Largura de Pulso proporcional à rotação do motor.
Descrição: O parâmetro Tipo de Saída da Modulação por Largura de Pulso deve utilizar um sinal analógico para
controlar uma transmissão que depende de tal sinal para a operação ideal. O parâmetro Tipo de Saída da
Modulação por Largura de Pulso permite que o ECM envie um sinal analógico cujo ciclo de serviço seja
proporcional à saída de torque do motor (Modulação por Largura de Pulso proporcional à aceleração crescente,
à aceleração decrescente ou à rotação do motor). O sinal da Modulação por Largura de Pulso também pode ser
configurado com um sinal de reduzida, sendo o sinal a 12 volts ou aberto dependendo da carga. O sinal estará
em uma Modulação por Largura de Pulso mínima a 5% do ciclo de serviço e em uma Modulação por Largura de
Pulso máxima a 95% do ciclo de serviço e cicla a 125 Hz. O sinal de reduzida é fornecido com diversos limites
programáveis para ativar e desativar a reduzida, (por exemplo, 80% de ativação do acelerador com 65% de
desativação do acelerador). As transmissões Allison e Aisin utilizam Saídas de Modulação por Largura de Pulso.
As transmissões Aisin normalmente requerem que este parâmetro seja ajustado como saída Crescente de
Modulação por Largura de Pulso. As transmissões Allison normalmente requerem que este parâmetro seja
ajustado como um sinal de redução. O fornecedor da transmissão é responsável pelo ajuste desse recurso para
otimização.
NOTA: Este parâmetro está disponível somente quando um ventilador de velocidade variável, usando o controle de
freqüência de Modulação por Largura de Pulso, não está instalado no veículo.
Ativação/Desativação pelo Motorista
O parâmetro ajustável Ativação da Top 2 com o interruptor do Piloto Automático exige que o motorista selecione uma
condição de operação da transmissão parcialmente automática ou manual com o interruptor liga/desliga do piloto
automático fornecido pelo OEM. O motorista deve mover o interruptor do piloto automático para a posição ON (ligado)
antes de ativar a mudança de marcha automática da transmissão Top 2. Se uma transmissão Eaton estiver instalada
e a mudança de marcha automática da transmissão Top 2 estiver ativada e, além disso, o motorista mover o interruptor
do piloto automático para a posição OFF (desligado), o motorista poderá fazer a mudança de marchas manualmente.
Se uma transmissão Spicer estiver instalada e a mudança de marcha automática da transmissão Top 2 estiver ativada
e, além disso, o motorista mover o interruptor do piloto automático para a posição OFF (desligado), não haverá efeito
sobre a mudança de marcha automática da transmissão Top 2 até que a mudança de marcha seja retirada da posição
AUTO. Este parâmetro requer um interruptor Liga/Desliga do piloto automático.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Compensação de Informações de Viagem
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-15

Interação com outros Recursos e Parâmetros


O CELECT™ Plus utiliza o parâmetro de transmissão automática juntamente com o recurso Antiviolação do Sensor
de Velocidade do Veículo. O tipo de transmissão automática no CELECT™ Plus pode ser habilitado uma vez ativado
o recurso Anti-violação do Sensor da Velocidade do Veículo. Esse recurso deve conhecer o tipo de transmissão para
ativar corretamente o software de detecção de violação específico da transmissão.
O parâmetro Tipo de Transmissão Top 2 interage com o parâmetro Tipo de Transmissão. O Tipo de Transmissão
Top 2 pode ser selecionado uma vez habilitado o parâmetro Tipo de Transmissão do recurso Transmissão
Parcialmente Automática.
NOTA: A transmissão Spicer AutoMate-2 compartilha uma identificação de pino programável com o hardware do
Centinel™. O parâmetro Tipo de Transmissão Top 2 não pode ser Spicer quando o hardware do sistema Centinel™
está instalado.
Tipo de Saída da Modulação por Largura de Pulso: Este parâmetro está disponível somente quando um ventilador
de velocidade variável, usando o controle de freqüência de Modulação por Largura de Pulso, não está instalado no
veículo.
Instruções Especiais
O parâmetro programável Ativar Top 2 com o Interruptor do Piloto Automático requer um interruptor liga/desliga do
piloto automático fornecido pelo OEM.
Se o parâmetro Ativar Top 2 com o Interruptor do Piloto Automático estiver habilitado, o piloto automático estará
disponível quando Top 2 estiver disponível.
Desvantagens
A transmissão Spicer AutoMate-2 compartilha uma identificação de pino programável com o hardware do Centinel™.
O parâmetro Tipo de Transmissão Top 2 não pode ser Spicer quando o hardware do sistema Centinel™ está instalado.
Quando o tipo de Saída de Modulação por Largura de Pulso é ajustado incorretamente, é possível que ocorram
reclamações de mudança de marchas da transmissão.
Recursos Visuais
Nenhum

Compensação de Informações de Viagem (212-022)


Descrição do Recurso
Este recurso é usado quando um ECM é substituído ou um motor é recondicionado. O recurso permite uma
representação precisa das informações de viagem.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Compensação de Horas do Motor
Faixa: 0 a 50.000 horas
Descrição: É o total de horas de operação do motor antes da instalação do novo ECM.
Nome: Compensação de Distância do Motor
Faixa: 1,6 a 80.000 km [1 a 500.000 milhas]
Descrição: É o total da distância acumulada do veículo antes da instalação do novo ECM.
Nome: Sobrevelocidade 1 do Veículo
Faixa: 30 a 102 mph
Descrição: Este parâmetro define a velocidade de estrada na qual o ECM começará a registrar o tempo em que
o veículo permaneceu nessa velocidade ou acima da mesma. Por exemplo: Se o usuário ajustar o limite de
sobrevelocidade em 55 mph, a quantidade de tempo, o combustível utilizado e a distância percorrida serão
registrados sempre que o veículo exceder essa velocidade. Essa velocidade deve ser ajustada a um valor igual
ou menor que a Sobrevelocidade 2 do Veículo.
Nome: Sobrevelocidade 2 do Veículo
Faixa: 30 a 102 mph
Descrição: Este parâmetro define a velocidade de estrada na qual o ECM começará a registrar o tempo em que
o veículo permaneceu nessa velocidade ou acima da mesma. Por exemplo: Se o usuário ajustar o limite de
sobrevelocidade em 55 mph, a quantidade de tempo, o combustível utilizado e a distância percorrida serão
Corte de Velocidade do Veículo ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-16 Seção FA - Recursos Automotivos

registrados sempre que o veículo exceder essa velocidade. Essa velocidade deve ser ajustada a um valor igual
ou maior que a Sobrevelocidade 1 do Veículo.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista não pode ativar ou desativar o recurso Compensação de Informações de Viagem.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Nenhuma
Instruções Especiais
Quando as informações de viagem são reajustadas, o registro de Recompensa do Motorista é reajustado
automaticamente.
Desvantagens
Nenhuma
Recursos Visuais
Nenhum

Corte de Velocidade do Veículo (212-023)


Descrição do Recurso
O Corte de Velocidade do Veículo permite a utilização de curvas de corte diferentes para as três faixas de velocidade
do veículo. Os limites inferior e superior definem essas faixas de velocidade do veículo. Todas as velocidades do
veículo abaixo do limite inferior definem a faixa de velocidade baixa. Todas as velocidades do veículo entre os limites
inferior e superior definem a faixa intermediária de velocidade. Todas as velocidades do veículo acima do limite
superior definem a faixa de velocidade alta.
Depois que os limites forem definidos, uma curva de corte alternativo deve ser selecionado para cada faixa de
velocidade.
Este recurso é atualmente utilizado somente pelos equipamentos New Holland (Buhler-Versatile).
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Limite Inferior
Faixa: MPH
Descrição: Define a faixa de velocidade do veículo. Todas as velocidades do veículo abaixo do limite inferior
definem a faixa de velocidade baixa. Todas as velocidades do veículo entre os limites inferior e superior definem
a faixa intermediária de velocidade. Todas as velocidades do veículo acima do limite superior definem a faixa de
velocidade alta.
Nome: Limite Superior
Faixa: MPH
Descrição: Define a faixa de velocidade do veículo. Todas as velocidades do veículo abaixo do limite inferior
definem a faixa de velocidade baixa. Todas as velocidades do veículo entre os limites inferior e superior definem
a faixa intermediária de velocidade. Todas as velocidades do veículo acima do limite superior definem a faixa de
velocidade alta.
Nome: Curva de Velocidade Baixa
Faixa: 0 a 4
Descrição: É o número da curva de corte que o motor utilizará quando funcionar na faixa de velocidade baixa do
veículo. Existem disponíveis as seguintes opções de curva de corte:
• 0 - Curva de Corte Básico
• 1 - Curva de Corte Alternativo 1
• 2 - Curva de Corte Alternativo 2
• 3 - Curva de Corte Jcomm
• 4 - Sem Corte
Nome: Curva de Velocidade Intermediária
Faixa: 0 a 4
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Corte de Velocidade do Veículo
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-17

Descrição: É o número da curva de corte que o motor utilizará quando funcionar na faixa de velocidade
intermediária do veículo. Existem disponíveis as seguintes opções de curva de corte:
• 0 - Curva de Corte Básico
• 1 - Curva de Corte Alternativo 1
• 2 - Curva de Corte Alternativo 2
• 3 - Curva de Corte Jcomm
• 4 - Sem Corte
Nome: Curva de Velocidade Alta
Faixa: 0 a 4
Descrição: É o número da curva de corte que o motor utilizará quando funcionar na faixa de velocidade alta do
veículo. Existem disponíveis as seguintes opções de curva de corte:
• 0 - Curva de Corte Básico
• 1 - Curva de Corte Alternativo 1
• 2 - Curva de Corte Alternativo 2
• 3 - Corte Jcomm
• Curva 4 - Sem Corte
Nome: Limite Inferior
Faixa: MPH
Descrição: Define a faixa de velocidade do veículo. Todas as velocidades do veículo abaixo do limite inferior
definem a faixa de velocidade baixa. Todas as velocidades do veículo entre os limites inferior e superior definem
a faixa intermediária de velocidade. Todas as velocidades do veículo acima do limite superior definem a faixa de
velocidade alta.
Nome: Limite Superior
Faixa: MPH
Descrição: Define a faixa de velocidade do veículo. Todas as velocidades do veículo abaixo do limite inferior
definem a faixa de velocidade baixa. Todas as velocidades do veículo entre os limites inferior e superior definem
a faixa intermediária de velocidade. Todas as velocidades do veículo acima do limite superior definem a faixa de
velocidade alta.
Nome: Curva de Velocidade Baixa
Faixa: 0 a 4
Descrição: É o número da curva de corte que o motor utilizará quando funcionar na faixa de velocidade baixa do
veículo. Existem disponíveis as seguintes opções de curva de corte:
• 0 - Curva de Corte Básico
• 1 - Curva de Corte Alternativo 1
• 2 - Curva de Corte Alternativo 2
• 3 - Corte Jcomm
• Curva 4 - Sem Corte
Nome: Curva de Velocidade Intermediária
Faixa: 0 a 4
Descrição: É o número da curva de corte que o motor utilizará quando funcionar na faixa de velocidade
intermediária do veículo. Existem disponíveis as seguintes opções de curva de corte:
• 0 - Curva de Corte Básico
• 1 - Curva de Corte Alternativo 1
• 2 - Curva de Corte Alternativo 2
• 3 - Curva de Corte Jcomm
• 4 - Sem Corte
Nome: Curva de Velocidade Alta
Faixa: 0 a 4
Descrição: É o número da curva de corte que o motor utilizará quando funcionar na faixa de velocidade alta do
veículo. Existem disponíveis as seguintes opções de curva de corte:
• 0 - Corte Básico
• Curva 1 - Curva de Corte Alternativo 1
• 2 - Curva de Corte Alternativo 2
• 3 - Corte Jcomm
• Curva 4 - Sem Corte
Ativação/Desativação pelo Motorista
O Corte de Velocidade do Veículo não pode ser ativado ou desativado pelo motorista.
Velocidade do Veículo ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-18 Seção FA - Recursos Automotivos

Interação com outros Recursos e Parâmetros


O recurso interage com o recurso Corte Alternativo. A configuração do recurso Corte Alternativo deve ser correta
para que este recurso funcione corretamente.
Instruções Especiais
Este recurso é habilitado por calibração somente e não pode ser ligado ou desligado pelo INSITE™. Os usuários
que não estiverem familiarizados com este recurso não devem alterar as configurações dos parâmetros ajustáveis.
O Corte Jcomm é um corte utilizado pelo motor enquanto este é controlado por um outro dispositivo, como a
transmissão ou uma unidade eletrônica externa de controle.
Desvantagens
Nenhuma
Recursos Visuais
Nenhum

Velocidade do Veículo (212-024)


Descrição do Recurso
Este recurso fornece um conjunto de parâmetros associados com a configuração da velocidade do veículo.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Velocidade Máxima no Acelerador
Faixa: A funcionalidade varia dependendo do modelo do motor.
Descrição: A velocidade máxima com a qual o veículo pode viajar em terreno plano em marcha superior. A
velocidade do veículo pode exceder este valor se a Recompensa do Motorista estiver habilitada. Esta
velocidade deve ser tão alta quanto a velocidade de Proteção em Marcha Reduzida para cargas pesadas do
motor e deve ser ajustada a um valor menor que a Velocidade Máxima de Piloto Automático.
Nome: Tipo do Sensor de Velocidade do Veículo
Faixa: Magnético, Mecânico, Tacógrafo, Datalink J1939, Sensor de Velocidade do Veículo do Datalink, Eixo
Traseiro do Datalink, Tacógrafo do Datalink, Outro e Nenhum (Varia dependendo do modelo do motor)
Descrição: Especifica o tipo de sensor de velocidade do veículo instalado no veículo.
- Magnético - Este tipo de sensor de velocidade do veículo utiliza a engrenagem do eixo traseiro da
transmissão. À media que cada dente da engrenagem do eixo traseiro passa pelo sensor, este gera um
pulso senoidal de corrente alternada que é utilizado pelo Módulo Eletrônico de Controle (ECM) do motor
para determinar a velocidade do veículo. A maioria dos veículo utiliza este tipo de sensor de velocidade do
veículo.
- Mecânico - É um tipo de sensor dedicado de velocidade do veículo acionado pelo cabo do velocímetro do
veículo. O sensor de velocidade do veículo gera um sinal senoidal com uma freqüência proporcional à
rotação do cabo de acionamento. Para cada rotação do cabo, o sensor de velocidade do veículo gera 30
ciclos de voltagem de corrente alternada. Se a corrente alternada gerada não for de 30 ciclos, a opção
Outro deve ser selecionada para que o parâmetro Pulsos por Distância possa ser ajustado.
- Tacógrafo - Este é um dispositivo de registro de dados montado no painel de instrumentos, utilizado
principalmente na Europa, que fornece um sinal da velocidade do veículo. Este dispositivo fornece um fluxo
de pulsos com freqüência variável e largura fixa de pulso. A freqüência da largura do pulso representa a
velocidade do veículo.
- Datalink J1939 - É uma mensagem do J1939 fornecida pelo veículo.
- Sensor de Velocidade do Veículo do Datalink - Também conhecido como J1939 sem relação de marchas.
É uma mensagem do J1939 proprietário fornecida pelo veículo e utilizada somente nas aplicações Scania.
A mensagem fornece a velocidade do veículo em quilômetros por hora.
- Eixo Traseiro do Datalink - Também conhecido como J1939 com relação de marcha. É uma mensagem do
J1939 fornecida pela transmissão que é equipada com um sensor de velocidade do veículo. A mensagem
fornece a rotação do eixo traseiro da transmissão em rpm.
- Tacógrafo do Datalink - Este é um dispositivo de registro de dados instalado no painel de instrumentos,
utilizado principalmente na Europa, que fornece um sinal da velocidade do veículo ao ECM através do
datalink do veículo.
- Outro - A seleção desta opção habilita o parâmetro Pulsos por Distância. Permite ao usuário digitar o número
de pulsos que serão enviados ao ECM do motor como uma função da distância percorrida pelo veículo.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Velocidade do Veículo
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-19

- Nenhum - Não há nenhum sensor de velocidade do veículo instalado.


Nome: Velocidade Máxima Global
Faixa: 90 a 120
Descrição: A maior velocidade possível do veículo alcançada em terrenos planos.
Nome: Relação do Eixo Traseiro
Faixa: 2,00 a 16,00
Descrição: A relação de marcha do eixo traseiro.
Nome: Revoluções dos pneus por distância
Faixa: 480 a 520
Descrição: O número de vezes que o pneu gira ao longo de uma determinada distância.
Nome: Dentes da Engrenagem do Eixo Traseiro
Faixa: 0 a 255
Descrição: O número de dentes usados engrenagem do eixo traseiro da transmissão. Normalmente, esta
engrenagem é utilizada pelo sensor de velocidade do veículo. O ECM utiliza esta informação juntamente com a
relação do eixo traseiro e as revoluções dos pneus por distância para calcular a velocidade do veículo.
Nome: Eixo Traseiro de Duas Velocidades
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Permite que o ECM calcule a velocidade do veículo e a saída de torque do motor usando a faixa de
marchas inferiores do eixo traseiro de duas velocidades.
Nome: Relação do Eixo Traseiro de Duas Velocidades
Faixa: 0,50 a 10,00
Descrição: A relação de marchas inferiores do eixo de duas velocidades.
Nome: Pulsos por Distância
Faixa: 0 a 400.000
Descrição: Este parâmetro indica o número de pulsos fornecidos ao ECM em função da distância percorrida pelo
veículo. Este parâmetro encontra-se disponível somente se o tipo de sensor de velocidade do veículo selecionado
for Outro.
Nome: Corte Inferior do Governador de Velocidade de Estrada (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: 0 a 3 mph
Descrição: A taxa de aumento da velocidade do veículo num declive ou com o motor sem carga, durante operação
com o governador de velocidade de estrada, antes do corte total de combustível. Uma velocidade maior de descida
pode aumentar a inércia de velocidade até o próximo aclive e melhorar a economia de combustível.
Nome: Corte Superior do Governador de Velocidade de Estrada (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: 0 a 3 mph
Descrição: A taxa de redução da velocidade do veículo antes de atingir o torque pleno do motor, durante a
operação com o governador de velocidade de estrada. O aumento desta taxa aumenta a economia de combustível
em terrenos montanhosos.
Nome: Habilitação do Sensor de Velocidade do Veículo (CELECT™ e CELECT™ Plus somente)
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Habilita todos os parâmetros do sensor de velocidade do veículo.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista não pode ativar ou desativar nenhum parâmetro do recurso Velocidade do Veículo. Este recurso pode
ser ativado ou desativado somente com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Nenhuma
Instruções Especiais
É muito importante que esses parâmetros sejam ajustados corretamente para eliminar a possibilidade de reclamações
do cliente.
Desvantagens
Nenhuma
Antiviolação do Sensor de Velocidade do Veículo ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-20 Seção FA - Recursos Automotivos

Recursos Visuais
Nenhum

Antiviolação do Sensor de Velocidade do Veículo (212-025)


Descrição do Recurso
Este recurso detecta quando o sinal de velocidade do veículo para o ECM foi perdido ou quando é feita uma tentativa
de violar o dispositivo de entrada de velocidade do veículo. Se um destes problemas ocorrer, um despotenciamento
do motor causará uma perda de rotação do mesmo. O objetivo deste recurso é desencorajar os operadores de violar
o dispositivo de dados de entrada de velocidade do veículo.
O recurso Antiviolação do Sensor de Velocidade do Veículo (VSS) tem duas funções: Primeira: o recurso ativa o
código de falha 241, "Circuito do Sensor de Velocidade do Veículo - dados incorretos", se for detectado um sensor
defeituoso, um chicote defeituoso ou um sensor desconectado intencionalmente. Quando os parâmetros do veículo,
como interruptor de embreagem, interruptor de freio, posição do pedal do acelerador ou porcentagem de carga
indicarem que o veículo encontra-se em movimento mas não há sinal de entrada de velocidade do veículo para o
ECM, o código de falha é registrado. Se esta falha for registrada, ocorrerá uma condição de despotenciamento do
motor.
Segunda: o recurso Antiviolação do Sensor de Velocidade do Veículo registra o Código de Falha 242, "Circuito do
Sensor de Velocidade do Veículo - detectada violação", sempre que o ECM detectar uma tentativa de violar do sinal
de velocidade do veículo. Se esta falha for registrada, ocorrerá uma condição de despotenciamento do motor.
Os seguintes modos de violação do sinal de velocidade do veículo podem ser detectados:
• Modo de Ruído - Uma compensação de voltagem de CC é aplicada à entrada do VSS ou um potenciômetro/
resistor é colocado em série com os fios de sinal do VSS para fornecer um sinal ruidoso de entrada. A idéia
aqui é que o ECM irá interpretar esse sinal como uma velocidade de estrada menor que a real.
• Modo de Freqüência Constante - O Sensor de Velocidade do Veículo é substituído por um dispositivo tipo ”caixa
preta” que fornece uma entrada constante de sinal de velocidade, indicando uma velocidade de estrada menor
que a real.
• Modo de Freqüência Escalada - Um dispositivo tipo ”caixa preta” é colocado em série com o VSS para reduzir
a freqüência do sinal do VSS, indicando uma velocidade de estrada menor que a real.
• Modo de Violação de Parada por Marcha Lenta - Um dispositivo tipo "caixa preta" conectado no lugar do Sensor
de Velocidade do Veículo que fornece algum sinal de velocidade positiva (maior que 0 mph) indicando que o
veículo está em movimento para anular as paradas automáticas do motor (devido ao recurso Parada por Marcha
Lenta ou ao ICON™).
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Antiviolação do Sensor de Velocidade do Veículo
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite ao usuário habilitar ou desabilitar o controle do Código de Falha 242. O Código de Falha 242
é registrado quando é detectado um sinal de velocidade inválido ou incorreto do veículo.
Nome: Aplicação do Tipo Rodoviária (02 Produtos utilizam o nome Nível de Sensibilidade de Violação da
Velocidade do Veículo)
Faixa: Rodoviária ou Em/Fora de Estrada (Alta ou Baixa)
Descrição: Determina o nível de sensibilidade dos três modos de detecção de violação. Consulte a descrição do
recurso. A seleção do tipo Rodoviária (Alta) ajusta este modo de detecção ao seu nível mais sensível.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista não pode ativar ou desativar o recurso Antiviolação do Sensor de Velocidade do Veículo. Este recurso
pode ser ativado ou desativado somente com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
O recurso Antiviolação do Sensor de Velocidade do Veículo interage com a transmissão. Esse recurso deve conhecer
o tipo de transmissão para ativar corretamente o software de detecção de violação específico da transmissão. Nos
motores CELECT™ Plus a habilitação do parâmetro de transmissão automática depende da habilitação do parâmetro
de Antiviolação do Sensor de Velocidade do Veículo.
Se a PTO ou a PTO Remota estiverem ativas e o veículo estiver parado, o Código de Falha 242 não será registrado
e a rotação do motor não será limitada.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Controle do Aquecedor do Ar de Admissão
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-21

Os parâmetros relação de marcha da transmissão Top, relação do eixo traseiro, rotação dos pneus, número de dentes
do eixo traseiro da transmissão devem ser ajustados corretamente para assegurar que este recurso opere
adequadamente.
Instruções Especiais
O código de falha 241 será registrado se o sinal do Sensor de Velocidade do Veículo for perdido e este recurso
não estiver habilitado. Se estiver utilizando o sinal do Sensor de Velocidade do Veículo fornecido pelo datalink da
transmissão, certifique-se de que o tipo do Sensor de Velocidade do Veículo esteja ajustado para Nenhum.
Desvantagens
A lâmpada amarela acenderá e a rotação do motor será reduzida para a Rotação Máxima do Motor sem Sensor de
Velocidade do Veículo se o Código de Falha 241 ou 242 for registrado.
Recursos Visuais
Nenhum

Controle do Aquecedor do Ar de Admissão (212-027)


Descrição do Recurso
O controle do aquecedor do ar de admissão é utilizado para auxiliar no processo de combustão na partida em
condições de frio intenso. O aquecedor do ar de admissão controla os elementos de aquecimento localizados no
sistema do ar de admissão do motor. O ECM controla os elementos de aquecimento em duas fases: pré-aquecimento
e pós-aquecimento. O tempo necessário para a ativação do aquecedor do ar de admissão depende da temperatura
no coletor de admissão quando a chave de ignição é ligada.
Pré-aquecimento (depois de ligada a chave de ignição e antes do giro de partida): Quando a chave de ignição é
ligada, o ECM verifica a temperatura do ar no coletor de admissão. Com base nessa temperatura, o ECM acende
uma lâmpada Wait to Start" ("Aguardar-para-Partida") e energiza os aquecedores do ar de admissão. Depois de um
determinado período, o ECM desliga os aquecedores do ar de admissão e apaga a lâmpada "Aguardar-para-Partida".
Depois que essa lâmpada apagar, o operador poderá dar a partida no motor. O tempo de pré-aquecimento aumenta
com temperaturas mais baixas do ar no coletor de admissão.
Pós-aquecimento (depois da partida normal do motor): Durante o giro de partida, o aquecedor do ar de admissão é
desligado para permitir que a máxima corrente disponível seja usada pelo motor de partida. A fase de pós-
aquecimento começa depois da partida normal do motor. O ECM cicla os aquecedores de ar com base em uma
programação determinada pela temperatura do ar no coletor de admissão quando a chave de ignição é ligada. Este
ciclo pode ocorrer por vários minutos em dias muito frios antes que os aquecedores sejam desenergizados. A fase
de pós-aquecimento controla a emissão de fumaça branca depois da partida.
Parâmetros Ajustáveis
O recurso Controle do Aquecedor do Ar de Admissão não é um recurso que pode ser selecionado por uma ferramenta
e não é mostrado na ferramenta de serviço INSITE™.
Ativação/Desativação pelo Motorista
O recurso de controle do aquecedor do ar de admissão depende da calibração e, portanto, não pode ser ajustado
pelo cliente.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Para os motores ISB (4 cilindros) e ISBe (4 e 6 cilindros), este recurso interage com o recurso de travamento do motor
de partida. Durante a fase de pós-aquecimento, depois da partida do motor e somente quando os aquecedores do
ar de admissão estiverem ligados, o recurso de travamento do motor de partida não impedirá o operador de acoplar
o motor de partida.
Instruções Especiais
Dependendo da aplicação, o motor poderá ter um ou mais aquecedores do ar de admissão. Os aquecedores são
controlados pelo ECM através de um relé conectado à fonte de alimentação da bateria.
Saídas Duplas Baseadas em Parâmetros Detectados ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-22 Seção FA - Recursos Automotivos

Desvantagens
Durante a fase de pós-aquecimento, depois da partida do motor, o indicador do amperímetro poderá oscilar durante
a ciclagem automática dos aquecedores do ar de admissão.
Para eliminar a possibilidade de oscilação na partida em temperaturas baixas, o operador deve esperar até que a
lâmpada "Aguardar-para-Partida" se apague antes de tentar a partida no motor.
Recursos Visuais
Nenhum

Saídas Duplas Baseadas em Parâmetros Detectados (212-016)


Descrição do Recurso
As saídas duplas baseadas em parâmetros detectados fornecem até duas saídas comutadas independentes para uso
do OEM (Fabricante do Equipamento Original). O estado de cada saída comutada pode ser determinado por até 13
entradas diferentes para o Módulo Eletrônico de Controle (ECM) dependendo do motor. O ECM pode fornecer saídas
diferentes para dispositivos do OEM se qualquer uma das entradas estiver acima ou abaixo dos limites calibrados.
Cada saída comutada é independente da outra em relação à entrada do parâmetro de controle e aos limites definidos.
A ferramenta eletrônica de serviço INSITE™ da Cummins pode habilitar ou desabilitar este recurso, mas não pode
ajustar os limites, uma vez que estes são específicos do equipamento do OEM.
O ECM pode determinar o estado das saídas comutadas com base nas seguintes entradas possíveis (tanto uma
quanto as duas saídas comutadas podem utilizar as mesmas entradas).
Rotação (RPM) do Motor
Alimentação de Combustível Comandada (mm3 por segundo)
Pressão (pol-Hg)
Entrada de Rotação Auxiliar (rpm)
Pressão do Óleo (psi)
Temperatura do Líquido de Arrefecimento (graus F)
Acelerador Comandado (porcentagem)
Status 2 do Controle da Rotação Intermediária (desativado ou ativado)
Temperatura do OEM (graus F)
Pressão do OEM (psi)
Pressão Fornecida pelo OEM (volts)
Interruptor Fornecido pelo OEM (aberto ou terra)
Voltagem da Bateria
Cada uma dessas entradas pode ter um limite específico e um tipo de limite (sobre e sob). Cada uma das saídas
comutadas pode ser calibrada para o estado ON (Ligada) ou OFF (Desligada) após o envio de um limite. Além disso,
cada entrada pode ser calibrada para alterar estados se um ou todos os limites forem enviados. As saídas duplas
baseadas em parâmetros detectados são inválidas nos motores QSB, QSC e QS9, ISB, ISC, QSM11, QSX15, QST30,
QSK19, QSK45 e QSK60.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Saídas Duplas Baseadas em Parâmetros Detectados
Faixa: Habilitação
Descrição: Habilita o recurso Saídas Duplas Baseadas em Parâmetros. As entradas, saídas e limites do
recurso devem ser ajustados por uma calibração específica para a aplicação. A ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™ da Cummins pode habilitar ou desabilitar este recurso, mas não pode ajustar os limites, uma vez que
estes são específicos do equipamento do OEM.

Ativação/Desativação pelo Motorista


Não há ativação ou desativação pelo operador para as Saídas Duplas Baseadas em Parâmetros Detectados.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Nenhuma
Instruções Especiais
Nenhuma
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Saídas Duplas Baseadas em Parâmetros Detectados
Seção FA - Recursos Automotivos Página FA-23

Desvantagens
Nenhuma
Recursos Visuais
Nenhum
Saídas Duplas Baseadas em Parâmetros Detectados ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FA-24 Seção FA - Recursos Automotivos

Anotações
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-a

Seção FB - Recursos Industriais


Conteúdo da Seção
Página
Aquecimento em Marcha Lenta ....................................................................................................................FB-24
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FB-25
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FB-24
Desvantagens...............................................................................................................................................FB-26
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FB-25
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FB-25
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FB-25
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FB-26
Controle de Rotação Intermediária (ISC) .....................................................................................................FB-14
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FB-15
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FB-14
Desvantagens...............................................................................................................................................FB-16
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FB-16
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FB-15
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FB-15
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FB-16
Controle do Freio-motor .................................................................................................................................FB-7
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FB-9
Descrição do Recurso.....................................................................................................................................FB-7
Desvantagens...............................................................................................................................................FB-10
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FB-10
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FB-10
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FB-7
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FB-10
Controle do Ventilador ...................................................................................................................................FB-4
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FB-6
Descrição do Recurso.....................................................................................................................................FB-4
Desvantagens.................................................................................................................................................FB-7
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FB-6
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FB-6
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FB-4
Recursos Visuais............................................................................................................................................FB-7
Multiplexação do J1939 ................................................................................................................................FB-18
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FB-23
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FB-18
Desvantagens...............................................................................................................................................FB-23
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FB-23
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FB-23
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FB-18
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FB-24
Parada por Marcha Lenta ............................................................................................................................. FB-10
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FB-11
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FB-10
Desvantagens...............................................................................................................................................FB-12
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FB-12
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FB-12
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FB-10
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FB-12
Proteção em Marcha Reduzida .....................................................................................................................FB-12
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FB-13
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FB-12
Desvantagens...............................................................................................................................................FB-14
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FB-14
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FB-13
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FB-13
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FB-14
Recompensa do Motorista ..............................................................................................................................FB-1
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-b Seção FB - Recursos Industriais

Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FB-3


Descrição do Recurso.....................................................................................................................................FB-1
Desvantagens.................................................................................................................................................FB-3
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FB-3
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FB-3
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FB-1
Recursos Visuais............................................................................................................................................FB-4
Sincronização de Múltiplas Unidades ..........................................................................................................FB-16
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FB-16
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FB-16
Desvantagens...............................................................................................................................................FB-17
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FB-17
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FB-17
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FB-16
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FB-17
Torque Comutável (Alternativo) ...................................................................................................................FB-18
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FB-18
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FB-18
Desvantagens...............................................................................................................................................FB-18
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FB-18
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FB-18
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FB-18
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FB-18
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Recompensa do Motorista
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-1

Recompensa do Motorista (213-002)


Descrição do Recurso
O recurso Recompensa do Motorista tenta modificar o comportamento do motorista oferecendo incentivos para usar
menos combustível. Hábitos de condução desejáveis, como baixa porcentagem do tempo em marcha lenta, alta
porcentagem do tempo em marcha superior e alto desempenho de milhas por galão (MPG) são recompensados com
limites mais extensos do Governador de Velocidade de Estrada (RSG), do Piloto Automático, ou ambos. Motoristas
que operam motores com o recurso Potência Eletrônica Inteligente (ESP - Electronic Smart Power) também podem
ser recompensados com uma transição mais rápida para uma saída maior de torque durante as transições de torque.
O recurso monitora e calcula a média da economia de combustível e o tempo de porcentagem de marcha lenta de
viagem do motorista em intervalos regulares, fornecendo ao motorista recompensas quando os limites padrão
definidos pelo cliente são alcançados. As informações de viagem monitoradas continuam a calcular os dados de
desempenho do motorista e atualizam os níveis de recompensa de acordo, até que sejam reinicializados usando-se
a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins. O ajuste do Registro de Recompensa do Motorista é feito quando as
Informações de Viagem são reinicializadas. Com um RoadRelay™ Cummins opcional instalado, os motoristas têm
acesso contínuo ao desempenho em tempo real e ao nível de Recompensa do Motorista. Os motoristas que atingem
a economia de combustível programada pela companhia e o tempo de marcha lenta gasto segundo os padrões podem
ser recompensados com recompensas de velocidade ou, para os veículos equipados com ESP, uma transição mais
rápida para um torque maior.
Os motoristas que não atingem a economia de combustível programada pela companhia e o tempo gasto segundo
os padrões de marcha lenta podem ser penalizados com uma redução da velocidade máxima do veículo ou uma
transição mais longa para um torque maior se o veículo estiver equipado com ESP.
A configuração da Recompensa do Motorista é feita em dois estágios: primeiro, ajustando-se os padrões da
companhia de economia de combustível e de tempo em marcha lenta, e, segundo, ajustando-se as opções e os níveis
de Recompensa do Motorista. Para ajustar os padrões da companhia de economia de combustível e tempo em
marcha lenta para se determinar Recompensas do Motorista específicas, é necessário definir-se metas de
desempenho e valores para economia de combustível e padrões em marcha lenta, como "Melhor", "Boa" e
"Esperada".
Se o veículo estiver equipado com o recurso de Potência Eletrônica Inteligente (ESP), recompensas adicionais ou
penalidades poderão ser dadas como transições variáveis à disponibilidade de torques maiores. Os valores de
velocidade selecionados indicam a redução de velocidade necessária antes da ativação do ESP. Quanto melhor a
recompensa, menor a redução.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Recompensa do Motorista
Faixa: Habilitação
Descrição: Este parâmetro ativa o recurso no Módulo Eletrônico de Controle (ECM).
Nome: Modo de Recompensa de Velocidade
Faixa: Modo de RSG, Modo de Piloto Automático, ou Ambos
Descrição: Quando os motoristas atendem aos critérios determinados de tempo gasto em marcha lenta e padrões
de economia de combustível, eles recebem recompensas de velocidade fornecidas pelo Governador de
Velocidade de Estrada, pelo Piloto Automático, ou ambos. Selecione o modo de recompensa de velocidade que
melhor atende às necessidades do motorista.
Nome: Padrões de Economia de Combustível - Esperada
Faixa: 0 a 50 MPG
Descrição: Determine um padrão de economia de combustível, em milhas por galão, que os motoristas possam
atingir sem dificuldades. O padrão de economia de combustível "Esperada" pode ser ajustado em qualquer valor
entre 0 MPG e 50 MPG.
Nome: Padrões de Economia de Combustível - Boa
Faixa: 0 a 50 MPG
Descrição: Determine um padrão de economia de combustível, em milhas por galão, que seja igual ou maior que
o padrão de economia de combustível "Esperada" já determinado. O padrão de economia de combustível "Boa"
pode ser ajustado em qualquer valor entre 0 MPG e 50 MPG, mas deve ser igual ou maior que o padrão de
economia de combustível "Esperada".
Nome: Padrões de Economia de Combustível - Melhor
Faixa: 0 a 50 MPG
Descrição: Determine um padrão ideal de economia de combustível, em milhas por galão, que seja igual ou maior
que os padrões de economia de combustível "Esperada" e "Boa". O padrão de economia de combustível "Melhor"
Recompensa do Motorista ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-2 Seção FB - Recursos Industriais

pode ser ajustado em qualquer valor entre 0 MPG e 50 MPG, mas deve ser igual ou maior que os padrões de
economia de combustível "Esperada" e "Boa".
Nome: Padrões de Marcha Lenta - Esperada
Faixa: 0 a 100 por cento
Descrição: Determine um padrão de tempo gasto com o motor em marcha lenta, como uma porcentagem do
tempo total de viagem, que os motoristas possam atingir sem dificuldade. O padrão de marcha lenta "Esperada"
pode ser ajustado em qualquer valor entre 0 e 100%.
Nome: Padrões de Marcha Lenta - Boa
Faixa: 0 a 100 por cento
Descrição: Determine um padrão de tempo gasto em marcha lenta, como uma porcentagem do tempo total de
viagem, que seja igual ou maior do que o padrão de marcha lenta "Esperada" já determinado. O padrão de marcha
lenta "Boa" pode ser ajustado em qualquer valor entre 0 e 100%, mas deve ser igual ou menor que o padrão de
marcha lenta "Esperada".
Nome: Padrões de Marcha Lenta - Melhor
Faixa: 0 a 100 por cento
Descrição: Determine um padrão ideal de tempo gasto em marcha lenta, como a porcentagem do tempo total de
viagem, que seja igual ou maior do que os padrões de marcha lenta "Esperada" e "Boa". O padrão de marcha
lenta "Melhor" pode ser ajustado em qualquer valor entre 0 e 100%, mas deve ser igual ou menor que os padrões
de marcha lenta "Boa" e "Esperada".
Nome: Recompensa de Velocidade - Esperada
Faixa: (-)20 a (+)20 MPH
Descrição: Selecione um valor adicional de velocidade, como milhas por hora, maior que a velocidade máxima
governada, que estará disponível para o motorista quando os padrões de economia de combustível e tempo de
marcha lenta "Esperada" definidos pela companhia forem atingidos. A recompensa de velocidade programável
"Esperada" varia de (-)20 MPH abaixo da velocidade máxima do veículo a (+)20 MPH acima da mesma.
Nome: Recompensa de Velocidade - Boa
Faixa: (-)20 a (+)20 MPH
Descrição: Selecione uma valor adicional de velocidade, como milhas por hora, maior do que a velocidade máxima
governada do veículo e também maior que a recompensa de velocidade "Esperada", que estará disponível para
o motorista quando os padrões da companhia de economia de combustível e tempo de marcha lenta "Boa" forem
atingidos. A recompensa de velocidade programável "Boa" varia de (-)20 MPH abaixo da velocidade máxima
governada do veículo a (+)20 MPH acima da mesma.
Nome: Recompensa de Velocidade - Melhor
Faixa: (-)20 a (+)20 MPH
Descrição: Selecione uma valor adicional de velocidade, como milhas por hora, maior que a velocidade máxima
governada do veículo e também maior que as recompensas de velocidade "Esperada" e "Boa", que estará
disponível para o motorista quando os padrões da companhia de economia de combustível e tempo de marcha
lenta "Melhor" forem atingidos. A recompensa de velocidade programável "Melhor" varia de (-)20 MPH abaixo da
velocidade máxima do veículo a (+)20 MPH acima da mesma.
Nome: Recompensa de Velocidade - Penalidade
Faixa: (-)20 a (+)20 MPH
Descrição: Selecione um valor de velocidade de penalidade, como milhas por hora, menor do que a velocidade
máxima do veículo, que limitará o motorista se os padrões da companhia de economia de combustível e tempo
de marcha lenta "Esperada" não forem atingidos. A penalidade de velocidade programável varia de (-)20 MPH
abaixo da velocidade máxima do veículo a (+)20 MPH acima da mesma.
Nome: Recompensa do ESP - Esperada
Faixa: 20 a 0,2 MPH
Descrição: Selecione um valor de velocidade, como uma redução de milhas por hora da velocidade máxima do
veículo, que ativará uma transição do ESP para maior torque quando os padrões da companhia de economia de
combustível e de marcha lenta "Esperada" forem atingidos. Os valores programáveis de velocidade variam de
uma redução da velocidade do veículo de 20 a 0,2 MPH.
Nome: Recompensa do ESP - Boa
Faixa: 20 a 0,2 MPH
Descrição: Selecione um valor de velocidade, como uma redução de milhas por hora da velocidade máxima
governada do veículo, que ativará uma transição do ESP para maior torque quando os padrões da companhia de
economia de combustível e de marcha lenta "Boa" forem atingidos. O valor selecionado de velocidade para o
nível de recompensa "Boa" do ESP deve ser menor que o valor de velocidade para o nível de recompensa
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Recompensa do Motorista
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-3

"Esperada" do ESP. Isto resultará em uma transição mais rápida para uma saída de torque maior. Os valores
programáveis de velocidade variam de uma redução da velocidade do veículo de 20 a 0,2 MPH.
Nome: Recompensa do ESP - Melhor
Faixa: 20 a 0,2 MPH
Descrição: Selecione um valor de velocidade, como uma redução de milhas por hora da velocidade máxima
governada do veículo, que ativará uma transição do ESP para maior torque quando os padrões da companhia de
economia de combustível e de marcha lenta "Melhor" forem atingidos. O valor selecionado de velocidade para o
nível de recompensa "Melhor" do ESP deve ser menor que os valores "Boa" e "Esperada" de velocidade para o
nível de recompensa do ESP. Isto resultará em uma transição mais rápida para uma saída de torque maior. Os
valores programáveis de velocidade variam de uma redução da velocidade do veículo de 20 a 0,2 MPH.
Nome: Recompensa do ESP - Penalidade
Faixa: 20 a 0,2 MPH
Descrição: Selecione um valor de velocidade, como uma redução de milhas por hora da velocidade máxima
governada, que retardará a ativação de uma transição do ESP para maior torque se os padrões da companhia
de economia de combustível e de marcha lenta "Esperada" não forem atingidos. O valor da velocidade
selecionado para o nível de penalidade deve ser igual ou maior que o valor "Esperada" de velocidade para o nível
de recompensa. Os valores programáveis de velocidade variam de uma redução da velocidade do veículo de 20
a 0,2 MPH.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista não pode ativar o recurso Recompensa do Motorista. Este recurso pode ser ativado somente com a
ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
A Recompensa do Motorista pode interagir com a Velocidade do Veículo, o Piloto Automático e a Potência Eletrônica
Inteligente (ESP). Com a Velocidade do Veículo e o Piloto Automático, a Recompensa do Motorista pode fazer com
que a velocidade máxima do veículo em marcha superior e a velocidade máxima disponível em Piloto Automático
sejam excedidas pelos níveis de recompensa definidos pelo cliente. Com a Potência Eletrônica Inteligente (ESP), a
Recompensa do Motorista pode reduzir o tempo de transição para uma saída de torque maior.
Uma vez atingido um nível de recompensa, este permanece em vigor até que um novo nível seja alcançado ou até
que as informações de viagem sejam reinicializadas.
Instruções Especiais
Quando as informações de viagem são reajustadas, o registro de Recompensa do Motorista é reajustado
automaticamente. É necessário certificar-se de que as informações de viagem sejam reinicializadas antes de se iniciar
a viagem, e então que pelo menos 81 km [50 mi] devam ser percorridos para permitir a inicialização do sistema. Após
os primeiros 81 km [50 milhas], o sistema começará um outro intervalo de viagem durante o qual os dados de viagem
serão monitorados e analisados. O acúmulo e o cálculo das médias das informações de viagem continuarão até que
os registros de Recompensa do Motorista sejam reinicializados quando os registros das Informações de Viagem forem
reinicializados. Os registros são reinicializados com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins. A Recompensa
do Motorista monitora e analisa em intervalos regulares a economia de combustível e o tempo de marcha lenta da
viagem, fornecendo as recompensas apropriadas de velocidade quando os padrões da companhia forem atingidos
ou as penalidades quando os padrões não forem atingidos. À medida que os dados de desempenho do motorista são
acumulados no curso de uma viagem, o programa calcula as médias das informações e atualiza o nível de
Recompensa do Motorista. Este acúmulo e cálculo de médias das Informações de Viagem continua até que os
registros de Recompensa do Motorista sejam reinicializados.
Desvantagens
O aumento da velocidade de estrada é uma das possíveis recompensas para hábitos de condução que resultam em
economia de combustível. Assim, a habilitação da recompensa do motorista, a velocidade máxima do veículo ou do
piloto automático alcançada pelo motorista poderá exceder o limite definido para esses parâmetros.
A Recompensa do Motorista baseia-se no desempenho do motorista em termos de economia de combustível e de
porcentagem de tempo em marcha lenta. Esses parâmetros de desempenho são acumulados no recurso Informações
de Viagem como economia média de combustível, tempo de marcha lenta e tempo da viagem, até que sejam
reinicializados. Se o recurso Recompensa do Motorista estiver habilitado, mas não estiver sendo utilizado pelo cliente,
e se o cliente não o reinicializar periodicamente, os parâmetros de viagem mencionados acima acumularão um
grande histórico de informações de viagem, o que estagnará as alterações de economia de combustível e de
porcentagem do tempo de marcha lenta. O desempenho recente do motorista, bom ou ruim, tem pouco impacto sobre
Controle do Ventilador ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-4 Seção FB - Recursos Industriais

a economia de combustível ou a porcentagem de marcha lenta, e torna muito difícil subir ou descer a escala de níveis
de recompensa.
Recursos Visuais
Esta tabela mostra a recompensa fornecida de acordo com várias combinações de economia de combustível e
porcentagem de marcha lenta. Os valores "Menor Que" e "Maior Que" baseiam-se em metas definidas pelo cliente.
A Recompensa do Motorista monitora e analisa em intervalos regulares a economia de combustível e o tempo de
marcha lenta da viagem, fornecendo as recompensas apropriadas de velocidade quando os padrões da companhia
forem atingidos ou as penalidades quando os padrões não forem atingidos. À medida que os dados de desempenho
do motorista são acumulados no curso de uma viagem, o programa calcula as médias das informações e atualiza o
nível de Recompensa do Motorista. O motorista deve atingir ambos os padrões de desempenho de economia de
combustível e tempo gasto em marcha lenta num determinado nível antes de receber a recompensa apropriada.

Porcentagem de
Marcha Lenta
Economia de Porcentagem de Porcentagem de Porcentagem de Porcentagem de
Combustível Marcha Lenta Menor Marcha Lenta Menor Marcha Lenta Menor Marcha Lenta Maior
Que a Melhor Que a Boa Que a Esperada Que a Esperada
Economia de Melhor Recompensa Recompensa Boa Recompensa Penalidade
Combustível Maior Esperada
Que a Melhor
Economia de Recompensa Boa Recompensa Boa Recompensa Penalidade
Combustível Maior Esperada
Que a Boa
Economia de Recompensa Recompensa Recompensa Penalidade
Combustível Maior Esperada Esperada Esperada
Que a Esperada
Economia de Penalidade Penalidade Penalidade Penalidade
Combustível Menor
Que a Esperada

Controle do Ventilador (213-004)


Descrição do Recurso
Existem disponíveis vários recursos de controle do ventilador e embora nem todos os aspectos de controle do
ventilador estejam disponíveis em todos os motores, a maioria (porém não todos) dos motores controlados
eletronicamente tem algum recurso de controle do ventilador através do ECM.
O controle do ventilador permite que o ECM ligue ou desligue o ventilador em resposta a qualquer uma das seguintes
entradas:
Condições de operação do motor (temperatura do líquido de arrefecimento, temperatura do coletor de admissão,
etc.)
Controle da sobre rotação do ventilador
Operação do ar-condicionado
Interruptor de controle manual do ventilador
Requisitos de desempenho do motor (Exemplo: frenagem do motor)
NOTA: Muitos motores Industriais têm controles do ventilador como parte da calibração do ECM que não podem ser
ajustados com a ferramenta eletrônica de serviço.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Controle do Ventilador
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Permite que a embreagem do ventilador seja controlada eletronicamente, reduzindo o consumo de combustível
ao minimizar o tempo de ativação do ventilador, e prolongando a vida útil da correia ao eliminar "saltos" e
"deslizes" da mesma.
Nome: Tipo de Ventilador
Faixa: Liga/Desliga ou Alta/Baixa/Desligada ou Velocidade Variável
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Controle do Ventilador
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-5

Descrição: O ECM envia um sinal para o atuador do ventilador de acordo com o tipo de ventilador selecionado
com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins. Se os controles do ventilador forem instalados pelo OEM e
não forem controlados pelo ECM do motor, o ventilador não responderá a nenhuma dessas opções.
• Liga/Desliga: A maioria dos ventiladores controlados pelo ECM é classificada como ventiladores do tipo Liga/
Desliga. Muitos desses ventiladores possuem uma embreagem atuada a ar. A embreagem do ventilador é
totalmente acoplada ou totalmente desacoplada. Esses ventiladores também podem ser chamados de
ventiladores de duas velocidades.
• Alta/Baixa/Desligada: Este tipo de ventilador também pode ser chamado de ventilador de três velocidades. Sua
função é operar em baixa velocidade, quando possível, para reduzir o nível de ruído e a perda de potência.
• Velocidade Variável: Este tipo de ventilador pode variar a velocidade conforme necessário, para reduzir ao
máximo o nível de ruído e a perda de potência.
Alguns motores, como os motores ISB e ISC, não podem utilizar um ventilador de velocidade variável se o pino de
Modulação por Largura de Pulso estiver sendo utilizado para enviar um sinal de "reduzida" para uma transmissão
automática. Entre em contato com um representante do Suporte ao Cliente Cummins para obter ajuda com esta
interação. Nem todos os ECMs suportam o controle de Modulação por Largura de Pulso, portanto, este aspecto do
recurso de controle do ventilador não é suportado. Consulte as instruções especiais para mais informações.
Nome: Relação de Acionamento
Faixa: Varia com o modelo do motor
Descrição: É a relação das rotações da polia do ventilador em relação às rotações da árvore de manivelas
(Exemplo: uma relação de acionamento de 1,2 designa uma polia de ventilador que é menor que a polia da árvore
de manivelas, resultando em 1,2 revoluções do ventilador para cada revolução da árvore de manivelas). A razão
para se digitar uma relação de acionamento é permitir que o ECM calcule a rotação do ventilador. Em seguida,
o ECM poderá desligar o ventilador se a rotação máxima do ventilador for excedida (consulte as recomendações
do fabricante do veículo ou do ventilador).
Nome: Rotação Máxima do Ventilador
Faixa: Varia com o modelo do motor
Descrição: Este valor é inserido pelo fabricante do veículo (consulte as recomendações do fabricante do veículo
ou do ventilador). Esta é a rotação máxima do ventilador. O ECM não permitirá que o ventilador permaneça
acoplado com uma rotação acima desse valor. É preciso que a relação correta de acionamento do ventilador seja
informada (digitada separadamente) para que este aspecto do controle do ventilador funcione corretamente.
Nome: Controle de Rotação do Ar-condicionado
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Este recurso permite que o ventilador funcione continuamente quando a velocidade do veículo
encontra-se entre zero e seis milhas por hora com o interruptor de pressão do ar-condicionado solicitando que o
ventilador seja ligado. Se este recurso for habilitado e o interruptor de pressão do ar-condicionado ligar o
ventilador, este permanecerá acoplado até que a velocidade do veículo exceda seis milhas por hora. Quando a
velocidade do veículo estiver entre seis e 30 milhas por hora, o ventilador funcionará durante pelo menos o tempo
especificado pelo tempo mínimo de ativação do ventilador para o ar-condicionado em resposta ao interruptor de
pressão do ar-condicionado. Acima de 30 milhas por hora, o ventilador funcionará durante o tempo mínimo de
ativação do mesmo para o ar-condicionado independentemente da solicitação do interruptor de pressão do ar-
condicionado.
Nome: Ventilador Ligado Durante Frenagem do Motor
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Com este recurso habilitado, o ECM ligará o ventilador com os freios-motor. Normalmente, este recurso
é calibrado para operar somente em condições de uso prolongado dos freios. (Exemplo: A maioria das calibrações
nos motores ISX ativará o ventilador se os freios-motor forem mantidos acionados por mais de 15 segundos). A
função deste recurso é fornecer carga parasita extra durante períodos de operação prolongada dos freio-motor.
NOTA: Com este recurso habilitado, em algumas famílias de motores, como ISB e ISC, o ventilador será ligado
imediatamente quando o freio de escape for habilitado, ao passo que os motores de serviços pesados possuem um
retardo incorporado que acione o ventilador algum tempo depois da ativação dos freios-motor.
Nome: Tempo Mínimo de Ventilador Ligado para o Interruptor de Pressão do Ar-condicionado
Faixa: Varia com o modelo do motor
Descrição: Este parâmetro define o tempo mínimo que o ventilador irá operar em resposta ao interruptor de
pressão do ar-condicionado. A função deste parâmetro é reduzir a ciclagem do ventilador.
Nome: Interruptor de Controle Manual do Ventilador
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Este parâmetro permite que o ECM responda a um interruptor manual do ventilador instalado na cabine
pelo fabricante do veículo. Com este recurso habilitado, o operador do veículo pode ligar o ventilador
independentemente das condições de operação.
Controle do Ventilador ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-6 Seção FB - Recursos Industriais

Nome: Controle do Ventilador pelo Interruptor de Pressão do Ar-condicionado


Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: A habilitação deste recurso permite que o ECM responda a um interruptor de pressão do ar-
condicionado, instalado pelo fabricante do veículo. Com este recurso habilitado, o ECM ligará o ventilador em
resposta aos sinais do interruptor de pressão do ar-condicionado.
Nome: Freqüência de Modulação por Largura de Pulso
Faixa: Varia com o modelo do motor
Descrição: Este valor deve ser inserido pelo fabricante do veículo e descreve a freqüência de Modulação por
Largura de Pulso requerida pelo ventilador. Este valor é utilizado pelos Ventiladores de Velocidade Variável.
Nem todos os ECMs suportam o controle de Modulação por Largura de Pulso, portanto, este aspecto do recurso
de controle do ventilador não é suportado. Consulte as instruções especiais para mais informações.
Nome: Lógica da Embreagem do Ventilador
Faixa: Ventilador de 12 Volts Ligado ou Ventilador de Zero Volt Ligado
Descrição: Este valor é selecionado pelo fabricante do veículo e personaliza o sinal do ECM de saída do ventilador
para trabalhar com solenóides de ventilador de 0 Volt ou de 12 Volts Ligado.
NOTA: A maioria dos motores eletrônicos Cummins opera com Zero Volt = Ventilador Ligado e não tem este
parâmetro disponível. Este parâmetro deve ser utilizado em ventiladores do tipo LIGA/DESLIGA.

PRECAUÇÃO
Se a Lógica da Embreagem do Ventilador não for ajustada corretamente, o ECM não poderá acoplar o
ventilador para o arrefecimento e proteção do motor. O motor poderá superaquecer e ser danificado.
• Ventilador de 12 Volts Ligado - A Saída do Ventilador do ECM será de 12 Volts sempre que o ECM detectar que
o ventilador deve estar ligado (ON)
• Ventilador de 0 Volts Ligado - A Saída do Ventilador do ECM será de 0 Volts sempre que o ECM detectar que
o ventilador deve estar ligado (ON)
Nome: Habilitação da Embreagem do Ventilador 2
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Alguns motores têm a capacidade de suportar dois ventiladores com acionadores diferentes de
ventilador no ECM. O fabricante do veículo pode habilitar este parâmetro.
Nome: Embreagem Eletrônica do Ventilador (QSM Somente)
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Permite que a embreagem do ventilador seja controlada eletronicamente, reduzindo o consumo de
combustível ao minimizar o tempo de ativação do ventilador, e prolongando a vida útil da correia ao eliminar
"saltos" e "deslizes" da mesma.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista pode anular a ação do ECM de ligar o ventilador, usando o interruptor manual do ventilador instalado na
cabine pelo fabricante do veículo. Quando o motorista coloca o interruptor manual do ventilador na posição ON, o
ventilador permanece ligado independentemente das condições de operação do motor. Quando o interruptor manual
do ventilador está na posição OFF, o ventilador opera de acordo com as condições do motor e de acordo com a
configuração dos parâmetros de controle do ventilador.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Os motores ISB e ISC possuem um pino exclusivo no ECM que fornece a Modulação por Largura de Pulso. Esse
pino pode ser usado para enviar um sinal de "reduzida" para uma transmissão automática, em cujo caso ele não
deve ser utilizado para operar um ventilador de velocidade variável.
Instruções Especiais
PRECAUÇÃO
Se a Lógica da Embreagem do Ventilador não for ajustada corretamente, o ECM não poderá acoplar o
ventilador para o arrefecimento e proteção do motor. O motor poderá superaquecer e ser danificado.
Ao fazer o diagnóstico de falhas de um ventilador que não liga. Primeiro, certifique-se de selecionar o tipo correto de
ventilador.
A maioria dos caminhões de serviço pesado usa ventiladores pneumáticos do tipo LIGA/DESLIGA.
Muitos Ônibus e Veículos de Recreação (RV) utilizam ventiladores acionados hidraulicamente que não são
controlados pelo ECM do motor. Verifique a fiação do sistema.
A embreagem do ventilador requer 12 Volts ou 0 Volt para ligar?
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Controle do Freio-motor
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-7

O acionador da embreagem do ventilador do ECM está conectado diretamente à embreagem do ventilador ou


existe um relé entre eles?
Se o ventilador permanecer ligado o tempo todo, certifique-se de que o interruptor de pressão do ar-condicionado
instalado pelo OEM ou o interruptor manual do ventilador não apresentem falhas.
Certifique-se de que o solenóide da embreagem do ventilador, instalado pelo OEM, esteja aterrado. Se o solenóide
for aterrado através do corpo do solenóide do ventilador, talvez seja necessário remover o solenóide e remover
a tinta ou a corrosão da superfície de montagem.
ISB: O primeiro número de peça de ECM a suportar o ventilador de velocidade variável foi 3944124
ISC: O primeiro número de peça de ECM a suportar o ventilador de velocidade variável foi 3944125
Desvantagens
Devido à dissipação de calor, o recurso Ventilador Ligado Durante Frenagem do Motor poderá parecer inconsistente
para os operadores de alguns veículos (Exemplo:. Considere um ajuste de calibração do motor ISX segundo a qual
o ventilador irá acoplar 15 segundos depois de acionada a frenagem do motor. É possível que o ventilador seja, às
vezes, acionado antecipadamente em resposta à temperatura do ar de admissão, temperatura do líquido de
arrefecimento ou ao interruptor de pressão do ar-condicionado.
Recursos Visuais
1. Tipo de Ventilador
2. Relação de Acionamento
3. Rotação Máxima do Ventilador
4. Controle de Rotação do Ar-condicionado
5. Ventilador Ligado Durante Frenagem do Motor
6. Tempo Mínimo de Ventilador Ligado para o Interruptor de Pressão do Ar-condicionado
7. Interruptor de Controle Manual do Ventilador
8. Interruptor de Pressão do Ar-condicionado
9. Freqüência de Modulação por Largura de Pulso
10. Lógica da Embreagem
11. Habilitação da Embreagem do Ventilador 2

Controle do Freio-motor (213-007)


Descrição do Recurso
Os freios-motor utilizam o motor como um compressor a ar que absorve energia e que é usado para reduzir a
velocidade do veículo. O uso dos freios-motor, juntamente com o freio de serviço do veículo, pode reduzir o desgaste
dos freios de serviço e prolongar sua vida útil.
O recurso de opções de freio-motor controla o método como os freios-motor serão ativados, a taxa na qual os freios-
motor serão aplicados e a faixa de velocidade do veículo na qual é permitida a operação de frenagem do motor quando
o piloto automático está acoplado.
Os freios-motor são ativados quando é ligado o interruptor liga/desliga do freio-motor (fornecido pelo OEM e montado
na cabine). Com o interruptor ligado, a ativação automática dos freios-motor ocorre quando as seguintes condições,
se aplicáveis, são satisfeitas:
• O pedal da embreagem está liberado
• O freio de serviço está liberado
• O pedal do acelerador está liberado
• Não há falhas ativas do sensor de velocidade do veículo
• A PTO e a PTO Remota devem estar desacopladas
• O recurso Top 2 deve estar desligado
• A velocidade do veículo deve ser maior que o valor do parâmetro de velocidade mínima do veículo com freio-
motor
• O Piloto Automático não deve estar executando o recurso Auto-Resume (Auto-Retomada)
Um segundo interruptor do OEM montado na cabine é fornecido para selecionar o número de cilindros a serem usados
quando o freio-motor for ativado. Um número maior de cilindros resulta em uma potência maior de frenagem.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Ativação do Freio de Serviço
Faixa: Habilitação
Controle do Freio-motor ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-8 Seção FB - Recursos Industriais

Descrição: Permite que os freios-motor sejam aplicados liberando-se o pedal do acelerador e pressionando-se o
pedal do freio de serviço. Os freios-motor estão disponíveis somente quando o interruptor liga/desliga do freio-
motor, fornecido pelo OEM e montado na cabine, está ligado (ON).
Nome: Ativação do Piloto Automático
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que os freios-motor sejam ativados quando a velocidade do veículo excede a velocidade
ajustada de piloto automático. Os freios-motor estão disponíveis somente quando o interruptor liga/desliga do
freio-motor, fornecido pelo OEM e montado na cabine, está ligado (ON).
Nome: Limite de Taxa
Faixa: Habilitação
Descrição: Controla a taxa na qual os freios-motor são acoplados e desacoplados. Quando os freios são
inicialmente ativados, os freios-motor são lentamente acoplados até que seja alcançado o nível máximo de
frenagem. O nível de frenagem progressivamente crescente é definido pelo parâmetro Tamanho Máximo do
Passo de Nível e a posição do interruptor de seleção de freio-motor.
Nome: Velocidade Mínima do Veículo em Freio-motor
Faixa: 0 a 50 MPH
Descrição: Ajusta a velocidade do veículo abaixo da qual os freios-motor não podem ser ativados. Este parâmetro
impede a operação dos freios em áreas urbanas onde o ruído pode ser um problema.
Nome: Tempo de Retardo do Freio-motor
Faixa: 0 a 10 segundos
Descrição: Fornece um tempo de retardo depois que os freios-motor foram ativados e antes de os mesmos serem
aplicados. Este parâmetro é usado em aplicações com transmissão automática onde é necessário um retardo
antes que os freios-motor sejam aplicados, permitindo a mudança de marchas da transmissão.
Nome: Delta de Velocidade do Piloto Automático para Frenagem Máxima do Motor
Faixa: 2 a 25 MPH
Descrição: A velocidade do veículo acima da velocidade selecionada, na qual o recurso de piloto automático
aplica o nível máximo de frenagem do motor. A aplicação dos freios-motor reduzirá a velocidade do veículo para
a velocidade de piloto automático. O nível máximo de frenagem do motor que será aplicado é determinado pelo
interruptor de seleção de freio-motor, montado na cabine do veículo. Serão aplicados até 100 por cento da
frenagem disponível do motor. A diferença de velocidade do piloto automático para a frenagem máxima do
motor deve ser ajustada em pelo menos 1 mph maior que a diferença de velocidade do piloto automático para o
parâmetro de freio-motor mínimo.
Nome: Delta de Velocidade do Piloto Automático para Frenagem Mínima do Motor
Faixa: 1 a 25 MPH
Descrição: A velocidade do veículo acima da velocidade de piloto automático, na qual o recurso de piloto
automático aplica o nível mínimo de frenagem do motor. A aplicação dos freios do motor reduzirá a velocidade
do veículo para a velocidade de piloto automático. O nível mínimo de freios-motor que será aplicado é determinado
pelo interruptor de seleção de freio-motor, montado na cabine do veículo, e pelo parâmetro tamanho máximo do
passo de nível. Podem ser aplicados até 33 por cento da frenagem disponível do motor. A diferença de velocidade
do piloto automático para o freio-motor mínimo deve ser ajustada em pelo menos 1 mph maior que o parâmetro
de corte inferior do piloto automático de modo a não interferir com as flutuações normais da velocidade do piloto
automático.
Nome: Tamanho Máximo do Passo de Nível
Faixa: 1 a 100 por cento
Descrição: Uma porcentagem da frenagem disponível do motor que será aplicada em passos quando os freios-
motor são acoplados e desacoplados. O nível de frenagem aumenta segundo a porcentagem de tamanho máximo
do passo de nível até que sejam aplicados 100 por cento do nível de frenagem disponível. Por exemplo: Se o
tamanho máximo do passo de nível for ajustado em 33 por cento quando os freios-motor são ativados, serão
aplicados 33 por cento do nível de frenagem disponível, depois 66 por cento, depois 100 por cento, até que seja
atingido o nível máximo de frenagem disponível. Os freios-motor serão desacoplados na mesma proporção. O
parâmetro Tamanho Máximo do Passo de Nível poderá ser ajustado somente se o parâmetro Limite de Taxa
estiver habilitado.
Nome: Frenagem do Veículo (ISB, ISC e ISL Somente)
Faixa: Retardador do Trem de Acionamento do Freio de Escape (Freio-motor, Adição Futura)
Descrição: Este parâmetro permite ao usuário selecionar o tipo de dispositivo de frenagem a ser utilizado no
veículo.
NOTA: O retardador do trem de acionamento é usado somente para retardadores hidráulicos nas transmissões
Allison AT/MT.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Controle do Freio-motor
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-9

Nome: Tipo de Freio-motor (02 Produtos Somente)


Faixa: Freio de Escape, Retardador do Trem de Acionamento, Freio-motor
Descrição: Este parâmetro permite ao usuário selecionar o tipo de dispositivo de frenagem a ser utilizado no
veículo.
NOTA: O retardador do trem de acionamento é usado somente para retardadores hidráulicos nas transmissões
Allison AT/MT.
Nome: Nível de Frenagem CC 1 Em Declives (CELECT™ Plus Somente)
Faixa: 3 a 20
Descrição: A velocidade do veículo aumenta acima da velocidade de piloto automático quando o primeiro conjunto
de freio-motor é acoplado. Este valor deve ser maior que o valor de corte inferior (consulte o recurso Piloto
Automático para outras informações). O Nível 1 de Freio-motor deve ser ajustado para acoplar antes ou na mesma
velocidade que o nível 2 de freio-motor, que deve ser ajustado para acoplar antes ou na mesma velocidade que
p nível 3 de freio-motor. Nota: Recomenda-se que o ajuste de mesma velocidade não deva ser usado para os
três níveis de freio-motor.
Nome: Nível de Frenagem CC 2 Em Declives (CELECT™ Plus Somente)
Faixa: 3 a 20
Descrição: A velocidade do veículo aumenta acima da velocidade de piloto automático quando o segundo conjunto
de freio-motor é acoplado. O nível 1 de freio-motor deve ser ajustado para acoplar antes ou na mesma velocidade
que o nível 2 de freio-motor, que deve ser ajustado para acoplar antes ou na mesma velocidade que o nível 3 de
freio-motor.
NOTA: Recomenda-se que o ajuste de mesma velocidade não deva ser usado para os três níveis de freio-motor.
Nome: Nível de Frenagem CC 3 Em Declives (CELECT™ Plus Somente)
Faixa: 3 a 20
Descrição: A velocidade do veículo aumenta acima da velocidade de piloto automático quando o terceiro conjunto
de freio-motor é acoplado. O nível 1 de freio-motor deve ser ajustado para acoplar antes ou na mesma velocidade
que o nível 2 de freio-motor, que deve ser ajustado para acoplar antes ou na mesma velocidade que o nível 3 de
freio-motor.
NOTA: Recomenda-se que o ajuste de mesma velocidade não deva ser usado para os três níveis de freio-motor.
Nome: Número de Conjuntos de Freio-motor (CELECT™ Plus Somente)
Faixa: 0, 1, 2, 3
Descrição: O número de conjuntos de freio-motor disponíveis no motor.
Nome: Freios-motor - Pedal Ativado (CELECT™ Plus Industrial Somente)
Faixa: Habilitação
Descrição: Este parâmetro identifica se o operador do veículo deve acionar o pedal do freio antes da ativação
dos freios-motor.
Nome: Interação do Freio-motor/Velocidade de Estrada
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite ajustar a velocidade do veículo abaixo da qual os freios-motor não podem ser ativados. Este
parâmetro impede a operação dos freios em áreas urbanas onde o ruído pode ser um problema.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista pode ativar os freios-motor ligando o interruptor liga/desliga fornecido pelo OEM, montado na cabine do
veículo. Com o interruptor ligado, a ativação automática dos freios-motor ocorre quando as seguintes condições, se
aplicáveis, são satisfeitas:
• O pedal da embreagem está liberado
• O freio de serviço está liberado
• O pedal do acelerador está liberado
• Não há falhas ativas do sensor de velocidade do veículo
• A PTO e a PTO Remota devem estar desacopladas
• O recurso Top 2 deve estar desligado
• A velocidade do veículo deve ser maior que o valor do parâmetro de velocidade mínima do veículo com freio-
motor
• O Piloto Automático não deve estar executando o recurso Auto-Resume (Auto-Retomada)
Um segundo interruptor do OEM montado na cabine é fornecido para selecionar o número de cilindros a serem usados
quando o freio-motor for ativado. Um número maior de cilindros resulta em uma potência maior de frenagem.
O motorista pode desativar os freios-motor desligando o interruptor liga/desliga fornecido pelo OEM e montado na
cabine do veículo.
Parada por Marcha Lenta ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-10 Seção FB - Recursos Industriais

Interação com outros Recursos e Parâmetros


Este recurso interage com o recurso Piloto Automático. A habilitação do parâmetro Ativação do Piloto Automático
permite que o recurso acople os freios-motor automaticamente quando a velocidade selecionada do veículo for
excedida e o piloto automático estiver controlando o motor.
Instruções Especiais
Quando o parâmetro Limite de Taxa está habilitado, o ajuste recomendado para o parâmetro Tamanho Máximo do
Passo de Nível é 17, 33 ou 50 por cento. Resultarão outros ajustes para uma taxa irregular de acoplamento do freio-
motor. Por exemplo, se o Tamanho Máximo do Passo de Nível for ajustado em 40 por cento, serão aplicados
inicialmente 40 por cento da frenagem disponível do motor, seguidos de um poder de frenagem adicional de 40
por cento para um total de 80 por cento, e então os demais 20 por cento do poder de frenagem serão aplicados para
um total de 100 por cento da frenagem disponível. A aplicação dos últimos 20 por cento de frenagem disponível pode
ser percebida pelo motorista como uma aplicação irregular dos freios-motor.
A diferença de velocidade do piloto automático para o freio-motor mínimo deve ser ajustada em pelo menos 1 mph
maior que o parâmetro de corte inferior do piloto automático de modo a não interferir com as flutuações normais da
velocidade do piloto automático.
A diferença de velocidade do piloto automático para o freio-motor máximo deve ser ajustada em 1 mph maior que o
parâmetro de corte inferior do piloto automático de modo a não interferir com as flutuações normais da velocidade
do piloto automático.
Desvantagens
Nenhuma
Recursos Visuais
Nenhum

Parada por Marcha Lenta (213-008)


Descrição do Recurso
O recurso Parada por Marcha Lenta reduz a quantidade de combustível queimado e prolonga a vida útil do motor
desligando-o após um período de funcionamento em marcha lenta sem atividade do motorista. Antes de ocorrer a
parada, uma luz de advertência intermitente avisará ao motorista sobre uma parada iminente. O motorista pode anular
a parada pressionando o pedal do freio de serviço, da embreagem ou do acelerador durante o período de alerta. Esta
atividade anulará a parada por marcha lenta. A parada por tempo de marcha lenta ocorre quando o motor está no
modo PTO a menos que seja excedido um determinado limite de carga. A Parada por Marcha Lenta pode ser anulada
automaticamente em situações de frio intenso se o motor estiver equipado com um sensor de temperatura do ar
ambiente fornecido pelo OEM.
A tabela abaixo indica quando as anulações manual e automática encontram-se disponíveis.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Parada por Marcha Lenta
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Este parâmetro ativa o recurso no ECM.
Nome: Anulação Manual
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Este parâmetro permite que a parada por marcha lenta seja anulada durante um período de parada
iminente. Se um sensor de temperatura do ar ambiente, fornecido pelo OEM, estiver disponível, este parâmetro
não permitirá a anulação manual fora das temperaturas do ar onde o aquecimento ou o arrefecimento não são
necessários. Para anular a parada automática, o motorista deverá acionar o pedal do freio de serviço, da
embreagem ou do acelerador durante o período de 30 segundos antes da parada. 30 segundos antes da parada,
uma luz intermitente de advertência informará ao motorista sobre uma parada iminente do motor. Esta ação
anulará a parada por marcha lenta. Se a anulação for bem-sucedida, a lâmpada de advertência piscará a cada
meio segundo durante 2 minutos. Se este parâmetro for desabilitado, o operador ainda poderá reajustar para zero
o temporizador de parada de marcha lenta acionando o pedal do freio de serviço, da embreagem ou do acelerador
durante o período de advertência de parada por marcha lenta. Esta ação reiniciará (zero) o período de parada
por marcha lenta. Uma vez detectada a condição de marcha lenta, o período de parada por marcha lenta será
iniciado novamente.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Parada por Marcha Lenta
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-11

Nome: Em PTO (Não utilizado pelo Gas Plus)


Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Este parâmetro permite a parada de marcha lenta quando o modo PTO está acoplado e a porcentagem
de carga do motor é menor que o limite definido pela Porcentagem de Carga de Parada por Marcha Lenta.
Nome: Tempo Antes da Parada
Faixa: 1 a 1.440 Minutos (Padrão 60 Minutos) para ISX, ISM e Signature e 1 a 100 Minutos para Midrange
Descrição: O número de minutos permitidos antes da parada do motor. O tempo de parada de marcha lenta
começa assim que o motor atinge a rotação de marcha lenta com ou sem o modo PTO (ou PTO remota) ligado.
Os motores ISB e ISC permitem uma faixa de 1 a 110 minutos.
Nome: Porcentagem de Carga de Parada por Marcha Lenta (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: 1 a 100 por cento
Descrição: O limite de porcentagem de carga do motor necessário quando em modo PTO para evitar que o motor
seja desligado pelo recurso de parada por marcha lenta. Se este limite não for excedido, o motor será desligado.
Nome: Anulação por Temperatura Ambiente (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Este parâmetro anula a parada automática por marcha lenta quando a temperatura do ar externo está
abaixo do limite de temperatura de ar frio. Isto permite o aquecimento da cabine do veículo em baixas
temperaturas. Para utilizar este parâmetro, é necessário um sensor de temperatura do ar ambiente, fornecido
pelo OEM.
Nome: Temperatura Baixa do Ar Ambiente (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: -18° a 71°C [0° a 160° F]
Descrição: Abaixo deste limite, a parada por marcha lenta será automaticamente anulada para permitir o
aquecimento da cabine. Este parâmetro somente estará disponível se a anulação por temperatura do ar estiver
habilitada. Este parâmetro pode ser ajustado para qualquer valor entre -18° e 71°C [0° e 160°F], mas deve ser
igual ou menor que o valor do parâmetro Temperatura Intermediária do Ar. Para utilizar este parâmetro, é
necessário um sensor de temperatura do ar ambiente, fornecido pelo OEM.
Nome: Temperatura Intermediária do Ar Ambiente (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: -18° a 71°C [0° a 160°F]
Descrição: Abaixo desta temperatura, o motorista pode anular manualmente a parada por marcha lenta. Acima
desta temperatura e abaixo da temperatura quente do ar, a parada manual será desabilitada uma vez que o
aquecimento ou arrefecimento da cabine do veículo não será necessário. Este parâmetro pode ser ajustado para
qualquer valor entre -18° e 71°C [0° e 160°F], mas deve ser igual ou menor que o valor do parâmetro Temperatura
Quente do Ar. Este parâmetro somente estará disponível se a anulação manual estiver habilitada. Para utilizar
este parâmetro, é necessário um sensor de temperatura do ar ambiente, fornecido pelo OEM.
Nome: Temperatura Quente do Ar Ambiente (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: -18° a 71°C [0° a 160°F]
Descrição: Abaixo desta temperatura, o motorista pode anular manualmente a parada por marcha lenta durante
o período de parada por marcha lenta. Isto permitirá o arrefecimento da cabine do veículo em condições de alta
temperatura do ar ambiente. Este parâmetro pode ser ajustado para qualquer valor entre -18° e 71°C [0° e 160°
F], mas deve ser igual ou maior que o valor do parâmetro Temperatura Intermediária do Ar. Este parâmetro
somente estará disponível se a anulação manual estiver habilitada. Para utilizar este parâmetro, é necessário
um sensor de temperatura do ar ambiente, fornecido pelo OEM.
Nome: Relé de Acessórios de Parada (Não utilizado pelo Gas Plus)
Faixa: Instalado ou Não Instalado
Descrição: Este parâmetro indica se o veículo está equipado com um relé opcional de acessórios de parada,
fornecido pelo OEM. Este relé é usado para desconectar a alimentação dos acessórios elétricos como motores
sopradores do aquecedor/ar-condicionado e a alimentação do painel de instrumentos quando o motor é desligado
automaticamente pelo recurso Parada por Marcha Lenta.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista não pode ativar ou desativar o recurso de parada por marcha lenta. Este recurso pode ser ativado ou
desativado somente com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins.
Para anular a parada automática por marcha lenta, o motorista deverá acionar o pedal do freio, da embreagem ou
do acelerador durante o período de 30 segundos antes da parada. 30 segundos antes da parada, uma luz intermitente
de advertência informará o motorista sobre uma parada iminente do motor. Esta ação anulará a parada por marcha
lenta. Se a anulação for bem-sucedida, a lâmpada de advertência piscará a cada meio segundo durante 2 minutos.
Proteção em Marcha Reduzida ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-12 Seção FB - Recursos Industriais

Interação com outros Recursos e Parâmetros


O recurso de parada por marcha lenta pode interagir com o recurso PTO. A parada por marcha lenta pode fazer o
motor ser desligado no modo PTO. Se o limite de porcentagem de carga de parada por marcha lenta não for excedido,
o motor será desligado.
Este recurso deve ser ativado com a ferramenta ICON™ e a anulação da temperatura do ar ambiente deve estar
desativada.
Instruções Especiais
A Parada por Marcha Lenta desliga o motor mas não a alimentação dos acessórios acionados pela chave de ignição.
Os acessórios do veículo que permanecerem ligados poderão descarregar as baterias. Existe um relé opcional de
parada por marcha lenta disponível nos motores Signature, ISX e ISM que desliga a alimentação dos acessórios
acionados pela chave de ignição.
A Porcentagem de Carga de Parada por Marcha Lenta, a Anulação por Temperatura do Ar, a Temperatura Baixa do
Ar, a Temperatura Intermediária do Ar e a Temperatura Quente do Ar não estão disponíveis nos produtos Industriais.
A Anulação de Parada de Marcha Lenta por Temperatura do Ar, a Temperatura Baixa do Ar, a Temperatura
Intermediária do Ar e a Temperatura Quente do Ar estarão disponíveis somente nos motores Signature, ISX e ISM
se for utilizado o sensor de temperatura do ar ambiente fornecido pelo OEM.
Calibrações de Motores de Ônibus - Manter pressionado o pedal do freio anula a parada por marcha lenta em
congestionamentos até que a velocidade do veículo seja detectada pelo ECM.
Nos motores Signature, ISX e ISM, a anulação manual "zera" o temporizador de marcha lenta. Além disso, quando
o ECM detecta a velocidade do veículo após um período de marcha lenta, o temporizador de marcha lenta é "zerado".
Nos motores ISB e ISC, a anulação manual anula o temporizador de marcha lenta. A anulação não será reinicializada
até que a chave de ignição seja ciclada.
Desvantagens
O recurso Parada por Marcha Lenta não será ativado se o Código de Falha 241 estiver ativo.
Se o veículo estiver parado no trânsito por longos períodos, o motor será desligado.
Recursos Visuais
A tabela abaixo indica quando as anulações manual e automática encontram-se disponíveis.
Anulação Manual Anulação Automática
Menor que a Temperatura Baixa do Ar Não Sim
Entre as Temperaturas Baixa e Intermediária do Ar Sim Não
Entre as Temperaturas Intermediária e Alta do Ar Não Sim
Acima da Temperatura Alta do Ar Sim Não

Proteção em Marcha Reduzida (213-009)


Descrição do Recurso
Este recurso incentiva o operador a usar a marcha superior mais eficiente em termos de economia de combustível
permitindo a velocidade máxima do veículo somente enquanto o mesmo estiver trafegando na marcha mais alta.
Exemplo: Um caminhão estradeiro está programado da seguinte maneira:
• Velocidade Máxima no Acelerador (parâmetro encontrado no cabeçalho de recursos de Velocidade do Veículo):
70 mph
• Velocidade Máxima - Carga Leve do Motor 66 mph
• Velocidade Máxima - Carga Pesada do Motor: 69 mph
Neste exemplo, o caminhão pode atingir 70 mph somente enquanto estiver na marcha mais alta. Se o ECM detectar
carga pesada no motor, este fornecerá potência plena até 69 mph em marchas menores que a marcha mais alta
(conforme descrito pelo parâmetro Velocidade Máxima - Carga Pesada do Motor). Se, nesse meio tempo, o ECM
detectar que o motor não está sob carga pesada, o motor fornecerá potência plena até 66 mph (conforme descrito
pelo parâmetro Velocidade Máxima - Carga Leve do Motor).
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Proteção em Marcha Reduzida
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-13

Neste exemplo, o parâmetro Velocidade Máxima - Carga Leve do Motor está ajustado com um valor baixo o suficiente
de modo que quando o caminhão estiver com carga leve e puder ser dirigido na marcha mais alta, haverá incentivo
suficiente para conduzi-lo na marcha mais alta. Em contrapartida, o parâmetro Velocidade Máxima - Carga Pesada
do Motor está ajustado com um valor mais próximo da Velocidade Máxima (Velocidade do Veículo); isto permite ao
motorista usar uma marcha mais baixa do que a marcha mais alta caso o motor esteja sob carga pesada.
Com este recurso ativado, dirigir em uma marcha mais baixa que a marcha mais alta resultará em velocidades do
veículo limitadas àquelas definidas pelos parâmetros Velocidade Máxima - Carga Leve do Motor ou Velocidade
Máxima - Carga Pesada do Motor. Se a transmissão do veículo for reduzida em mais de uma marcha, as velocidades
máximas do veículo serão limitadas ainda mais em 3 mph.

Marcha da Transmissão Velocidade Máxima com Carga Velocidade Máxima com Carga
Pesada Leve
Primeira Marcha 70 70
Marcha Descendente 69 66
Todas as Marchas Descendentes 66 63

Parâmetros Ajustáveis
Nome: Proteção em Marcha Reduzida
Faixa: Habilitação
Descrição: A Proteção em Marcha Reduzida deve estar Habilitada para que este recurso possa ser ativado.
Nome: Velocidade Máxima - Carga Pesada do Motor
Faixa: Zero à Máxima no Acelerador
Descrição: É a rotação máxima permitida sob carga pesada mas não em marcha superior.
Nome: Velocidade Máxima - Carga Leve do Motor
Faixa: Zero à Máxima no Acelerador
Descrição: É a rotação máxima permitida sob carga leve mas não em marcha superior.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista não pode ativar ou desativar o recurso Proteção de Marcha Reduzida. Este recurso pode ser ativado ou
desativado somente com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
As Velocidades Máximas em Marchas Reduzidas não podem ser ajustadas a um valor maior que a Velocidade
Máxima no Acelerador ou a Velocidade Máxima Global.
NOTA: A Velocidade Máxima no Acelerador e a Velocidade Máxima Global são parâmetros de velocidade do veículo
encontrados no cabeçalho do recurso Velocidade do Veículo.
Relação da Marcha Mais Alta: Este valor deve ser ajustado corretamente ou o recurso não funcionará conforme
esperado (ou seja, se ajustado incorretamente para mais ou para menos, o cálculo do ECM da marcha selecionada
será incorreto).
Relação de Marcha Reduzida Este valor deve ser ajustado corretamente ou o recurso não funcionará conforme
esperado (ou seja, se ajustado incorretamente para mais ou para menos, o cálculo do ECM da marcha selecionada
será incorreto).
Tamanho do Pneu (rotações por distância): Este valor deve ser ajustado corretamente ou o recurso não funcionará
conforme esperado (ou seja, se ajustado incorretamente para mais ou para menos, o cálculo do ECM da velocidade
do veículo será incorreto).
Relação do Eixo Traseiro: Este valor deve ser ajustado corretamente ou o recurso não funcionará conforme esperado
(ou seja, se ajustado incorretamente para mais ou para menos, o cálculo do ECM da velocidade do veículo será
incorreto).
Velocidade Máxima no Acelerador ou Velocidade Máxima Global: Estes parâmetros encontram-se no cabeçalho dos
recursos de Velocidade do Veículo e descrevem os limites de velocidade de estrada do veículo.
Dentes da Engrenagem do Eixo Traseiro: Este valor deve ser ajustado corretamente ou o recurso não funcionará
conforme esperado (ou seja, se ajustado incorretamente para mais ou para menos, o cálculo do ECM da velocidade
do veículo será incorreto).
Controle de Rotação Intermediária (ISC) ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-14 Seção FB - Recursos Industriais

Instruções Especiais
Recomenda-se que a Rotação Máxima - Carga Pesada do Motor - seja ajustada para um valor máximo de 3 mph
menor que a Rotação Máxima no Acelerador, e que a Rotação Máxima - Carga Leve do Motor seja ajustada a um
valor máximo de 5 mph menor que a Rotação Máxima no Acelerador.
Exemplo: Um caminhão com um motor de 8,3 litros e torque máximo de 1500 rpm. Este caminhão é equipado com
uma Transmissão de 10 Marchas e pode chegar a 60 mph na 9ª marcha e uma rotação correspondente do motor de
1600 rpm, mas 60 mph na 10ª marcha corresponde a uma rotação de 1300 rpm. Se a Rotação Máxima do Motor -
Carga Pesada do Motor estiver ajustada para 60 mph, o motorista será forçado a "arrastar" o motor na mudança para
a 10ª marcha. Essa configuração provavelmente resultará em uma reclamação de desempenho.
Desvantagens
Se a diferença entre a Velocidade Máxima - Carga Pesada do Motor e a Velocidade Máxima no Acelerador for muito
grande, o cliente poderá ser forçado a operar o motor com a marcha mais alta (possível reclamação de desempenho).
Recursos Visuais
Nenhum

Controle de Rotação Intermediária (ISC) (216-007)


Descrição do Recurso
As aplicações industriais utilizam um recurso de controle da rotação do motor chamado Controle de Rotação
Intermediária.
Até três Rotações Ajustadas de Rotação Intermediária (1, 2 ou 3) podem ser selecionadas dependendo da
disponibilidade do Fabricante do Equipamento Original (OEM). Para suportar este recurso, um interruptor de várias
posições ou três interruptores de alternância devem ser instalados pelo OEM.
Além disso, até cinco rotações ajustadas (1, 2, 3, 4 ou 5) de Controle de Rotação Intermediária Variável podem ser
selecionadas, e o operador pode selecionar essas rotações utilizando uma alavanca de acelerador instalada pelo
OEM.
As rotações ajustadas de Controle de Rotação Intermediária interagem com o pedal do acelerador em uma de três
maneiras diferentes (modos A, B e C); a interação entre as rotações ajustadas de Controle de Rotação Intermediária
e o pedal do acelerador não é ajustável; essa interação é determinada pelo OEM e incorporada na calibração do
ECM.
Modo A - A rotação ajustada de Controle de Rotação Intermediária age como um governador de baixa rotação.
Neste modo, a rotação ajustada de Controle de Rotação Intermediária torna-se a Rotação Mínima do Motor. O
operador pode utilizar o pedal do acelerador para aumentar a rotação acima da rotação ajustada de Controle de
Rotação Intermediária.
Modo B - A rotação ajustada de Controle de Rotação Intermediária age como um governador de alta rotação.
Neste modo, a rotação ajustada de Controle de Rotação Intermediária torna-se a Rotação Máxima do Motor. O
operador pode utilizar o pedal do acelerador para controlar a rotação do motor até a rotação ajustada de Controle
de Rotação Intermediária.
Modo C - Rotação Constante de Controle de Rotação Intermediária. Neste modo, o Controle de Rotação
Intermediária opera a uma rotação constante e a entrada do pedal do acelerador é ignorada.
As três rotações de Controle de Rotação Intermediária Predefinidas podem ser ajustadas com um interruptor de
incremento ou de decremento e são ajustáveis pela ferramenta de serviço INSITE™, mas não podem exceder os
limites inferior ou superior do governador de marcha lenta do motor.
As cinco rotações ajustadas de Controle de Rotação Intermediária Variável não podem ser ajustadas com o interruptor
de incremento ou decremento, mas podem ser ajustadas com a ferramenta de serviço INSITE™.
Existe somente um ajuste de corte disponível para todas as rotações de Controle de Rotação Intermediária.
Uma das entradas do interruptor pode ser utilizada como uma entrada de validação (se utilizada, o pino ECM para o
Controle de Rotação Intermediária 3 será usado). Se este for o caso, a calibração do ECM usará o pino ECM utilizado
para o Controle de Rotação Intermediária 3 como entrada de validação e somente 2 rotações de Controle de Rotação
Intermediária estarão disponíveis, e as cinco entradas de Controle de Rotação Intermediária Variável não estarão
disponíveis.
Se mais de um interruptor de Controle de Rotação Intermediária for ligado (ON), o interruptor de rotação mais baixa
que estiver ligado terá prioridade.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Controle de Rotação Intermediária (ISC)
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-15

Parâmetros Ajustáveis
Nome: Corte do Controle de Rotação Intermediária
Faixa: Varia dependendo da plataforma do motor (geralmente de 0 a 17 por cento)
Descrição: Um valor menor resultará em um corte do governador em aclive mais acentuado.
Nome: Rotação Ajustada Comutada 1
Faixa: Rotação de Marcha Lenta - Rotação Máxima do Governador (Varia de acordo com a calibração)
Descrição: Rotação do motor correspondente ao primeiro interruptor de ajuste de Controle da Rotação
Intermediária.
Nome: Rotação Ajustada Comutada 2
Faixa: Rotação de Marcha Lenta - Rotação Máxima do Governador (Varia de acordo com a calibração)
Descrição: Rotação do motor correspondente ao segundo interruptor de ajuste de Controle da Rotação
Intermediária.
Nome: Rotação Ajustada Comutada 3
Faixa: Rotação de Marcha Lenta - Rotação Máxima do Governador (Varia de acordo com a calibração)
Descrição: Rotação do motor correspondente ao terceiro interruptor de ajuste de Controle da Rotação
Intermediária.
Nome: Ponto de Ajuste 1 da Rotação Variável
Faixa: Rotação de Marcha Lenta - Rotação Máxima do Governador (Varia de acordo com a calibração)
Descrição: Esta é a primeira rotação ajustada variável que pode ser ajustada pelo operador com a Alavanca do
Acelerador fornecida pelo OEM.
Nome: Ponto de Ajuste 2 da Rotação Variável
Faixa: Rotação de Marcha Lenta - Rotação Máxima do Governador (Varia de acordo com a calibração)
Descrição: Esta é a segunda rotação ajustada variável que pode ser ajustada pelo operador com a Alavanca do
Acelerador fornecida pelo OEM.
Nome: Ponto de Ajuste 3 da Rotação Variável
Faixa: Rotação de Marcha Lenta - Rotação Máxima do Governador (Varia de acordo com a calibração)
Descrição: Esta é a terceira rotação ajustada variável que pode ser ajustada pelo operador com a Alavanca do
Acelerador fornecida pelo OEM.
Nome: Ponto de Ajuste 4 da Rotação Variável
Faixa: Rotação de Marcha Lenta - Rotação Máxima do Governador (Varia de acordo com a calibração)
Descrição: Esta é a quarta rotação ajustada variável que pode ser ajustada pelo operador com a Alavanca do
Acelerador fornecida pelo OEM.
Nome: Ponto de Ajuste 5 da Rotação Variável
Faixa: Rotação de Marcha Lenta - Rotação Máxima do Governador (Varia de acordo com a calibração)
Descrição: Esta é a quinta rotação ajustada variável que pode ser ajustada pelo operador com a Alavanca do
Acelerador fornecida pelo OEM.

Ativação/Desativação pelo Motorista


Utilizando as Rotações Ajustadas Comutadas de Controle de Rotação Intermediária
O operador pode funcionar o motor utilizando as Rotações Ajustadas de Controle de Rotação Intermediária com
os Interruptores de Controle de Rotação Intermediária instalados pelo OEM, ou um dispositivo equivalente
instalado pelo OEM. A ativação do Controle de Rotação Intermediária poderá ou não fazer as entradas do Pedal
do Acelerador serem ignoradas.
Utilizando os Pontos de Ajuste das Rotações Variáveis do Controle de Rotação Intermediária
O operador poderá funcionar o motor utilizando as Rotações Variáveis do Controle de Rotação Intermediária; as
Rotações Variáveis do Controle de Rotação Intermediária são selecionadas com uma Alavanca do Acelerador ou
um dispositivo equivalente de comutação instalado pelo OEM. Esse dispositivo pode conter um potenciômetro
que envia um sinal variável para o ECM. Com base na saída do potenciômetro, o motor será controlado para uma
das cinco Rotações Variáveis do Controle de Rotação Intermediária. Consulte a figura abaixo para referência
visual. Recomenda-se que todas as cinco rotações sejam selecionadas e inseridas em uma ordem seqüencial de
maneira que quando o operador aumentar a posição do acelerador manual, a rotação do motor mudará de acordo.

Interação com outros Recursos e Parâmetros


O Controle de Rotação Intermediária e o Piloto Automático não podem estar ativados ao mesmo tempo. Se o
interruptor Liga/Desliga do piloto automático estiver ligado, o Controle de Rotação Intermediária estará desabilitado.
Sincronização de Múltiplas Unidades ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-16 Seção FB - Recursos Industriais

Se o interruptor Liga/Desliga do piloto automático estiver desligado, o Controle de Rotação Intermediária


permanecerá desligado até que um interruptor de Controle de Rotação Intermediária mude de Desligado para Ligado.
O Acelerador Remoto e a Rotação Variável do Controle de Rotação Intermediária não devem ser utilizados no mesmo
motor.
Instruções Especiais
Se o motor oscilar sob carga enquanto o Controle de Rotação Intermediária estiver sendo utilizado, tente aumentar
o corte do Controle de Rotação Intermediária.
Desvantagens
Com a utilização da ferramenta de serviço, não é possível mostrar a interação entre o Controle de Rotação
Intermediária e o pedal do acelerador.
Recursos Visuais

Porcentagem do Acelerador

Sincronização de Múltiplas Unidades (216-009)


Descrição do Recurso
O recurso de sincronização de múltiplas unidades permite que dois ou mais motores (no máximo 11) sejam
controlados por um único sinal do acelerador e operados na mesma rotação (consulte a seção de recursos visuais).
Existem três configurações de motor disponíveis para este recurso: acoplamento gradual, acoplamento rígido e
acoplamento gradual marítimo.
A configuração de acoplamento gradual tem todos os motores secundários em paralelo entre si. O motor primário
envia um sinal de acelerador a todos os motores secundários. Esta configuração permite que todos os motores
continuem funcionando se um motor secundário parar de funcionar.
Na configuração de acoplamento rígido, o motor primário e todos os motores secundários estão dispostos em série
(consulte a seção de recursos visuais). O motor primário envia um sinal de acelerador que é recebido pelo primeiro
motor secundário. Este motor secundário envia então o sinal de acelerador ao próximo motor secundário na série.
Este processo é repetido até que o motor primário receba o sinal de acelerador.
Na configuração de acoplamento gradual marítimo, todos os motores secundários estão dispostos em paralelo
(consulte a seção de recursos visuais). O motor primário envia um sinal de acelerador pelo datalink J1939 a todos
os motores secundários.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Sincronização de Múltiplas Unidades
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o usuário habilite o recurso Sincronização de Múltiplas Unidades.

Ativação/Desativação pelo Motorista


Este recurso não pode ser ativado ou desativado pelo motorista, exceto no caso da configuração de acoplamento
gradual marítimo. Neste caso, a Sincronização de Múltiplas Unidades é ativada ou desativada por um interruptor
acionado pelo usuário.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Sincronização de Múltiplas Unidades
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-17

Interação com outros Recursos e Parâmetros


Nenhuma
Instruções Especiais
A configuração de acoplamento gradual marítimo permite que os motores primário e secundários sejam configurados
através de pontes do chicote elétrico em vez de calibrações específicas para o motor primário ou para cada motor
secundário.
A ferramenta eletrônica de serviço pode monitorar os seguintes parâmetros associados com este recurso: Tipo de
Acoplamento de Sincronização de Múltiplas Unidades, Tipo de Motor de Sincronização de Múltiplas Unidades,
Interruptor LIGA/DESLIGA de Sincronização de Múltiplas Unidades, Porcentagem de Saída Modulada por Largura
de Pulso (sinal de acelerador).
O Tipo de Acoplamento de Sincronização de Múltiplas Unidades indica se está sendo utilizado um motor de
acoplamento gradual, de acoplamento rígido ou de acoplamento gradual marítimo.
O Tipo de Motor de Sincronização de Múltiplas Unidades indica se o motor é um motor primário ou secundário.
A Sincronização de Múltiplas Unidades determina se este recurso é ativado ou desativado por um interruptor acionado
pelo usuário.
A Porcentagem de Saída Modulada por Largura de Pulso determina qual a porcentagem de saída do acelerador está
sendo enviada para os motores secundários.
Desvantagens
Na configuração de acoplamento rígido, se um motor da série parar de funcionar, os demais motores no circuito
também irão parar de funcionar.
Recursos Visuais
Multiplexação do J1939 ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-18 Seção FB - Recursos Industriais

Torque Comutável (Alternativo) (216-010)


Descrição do Recurso
O Torque Comutado (Alternativo) fornece curvas de torque despotenciado em vez da curva de torque 100%. Essas
curvas de torque são geralmente utilizadas para ajudar a limitar a saída de torque do motor e a proteger os
componentes da linha de acionamento como eixos e transmissões e, em alguns casos, podem ajudar a proteger o
motor contra danos.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Torque Comutável (Alternativo)
Faixa: Habilitação
Descrição: Habilita o recurso e o Módulo Eletrônico de Controle (ECM) aceitará um interruptor para alternar entre
as curvas de torque.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O operador pode ativar ou desativar as curvas de torque alternativo através de um interruptor fornecido pelo OEM.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Nenhuma
Instruções Especiais
Uma vez habilitado o recurso, um interruptor deve ser conectado no módulo para que o recurso funcione
corretamente.
Desvantagens
Possíveis reclamações de baixa potência.
Recursos Visuais
Nenhum

Multiplexação do J1939 (216-021)


Descrição do Recurso
Multiplexação J1939 refere-se à capacidade de enviar e receber mensagens simultaneamente através de um
barramento de dados (datalink) J1939, em vez de diretamente através de conexões físicas. Isto é feito utilizando-se
uma unidade eletrônica de controle do veículo. As entradas de interruptores, parâmetros de status e sensores podem
ser conectadas por cabo na unidade eletrônica de controle do veículo. A unidade eletrônica de controle do veículo
pode então transmitir as informações para todo um sistema do veículo através do datalink. O Módulo Eletrônico de
Controle (ECM) do motor é um dos recebedores dessas informações (consulte a seção Recursos Visuais).
Um interruptor ou sensor é conectado diretamente na unidade eletrônica de controle do veículo. A unidade eletrônica
de controle do veículo envia então mensagens pelo datalink contendo informações sobre o status ou o valor do
interruptor ou sensor. O ECM recebe as mensagens através do datalink e responde de acordo.
O recurso Multiplexação J1939 requer que cada interruptor ou sensor multiplexado seja habilitado e que seja digitado
um endereço de origem do módulo que envia as mensagens. Isto torna o recurso específico do OEM e não há um
modo claro e óbvio de determinar se um interruptor ou sensor é multiplexado. Para obter mais informações sobre
quais interruptores ou sensores são multiplexados e quais endereços de origem devem ser digitados, consulte o
manual do OEM.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Multiplexação do J1939
Faixa: Habilitação
Descrição: Habilita o recurso que permitirá que determinados interruptores ou sensores sejam habilitados para
multiplexação. Este parâmetro não poderá ser desabilitado se qualquer um dos interruptores ou sensores estiver
habilitado para ser multiplexado.
Nome: Interruptor de Intertravamento do Acelerador
Faixa: Habilitação
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Multiplexação do J1939
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-19

Descrição: Permite que o Interruptor de Intertravamento do Acelerador seja multiplexado. Este parâmetro pode
ser ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Antitravamento do Acelerador
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Intertravamento do Acelerador estiver Habilitado.
Nome: Interruptor de Pressão do Ar Condicionado
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de Pressão do Ar-condicionado seja multiplexado. Este parâmetro pode ser
ajustado quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve
ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Pressão do Ar-condicionado
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Pressão do Ar-condicionado estiver Habilitado.
Nome: Interruptor Auxiliar de Parada
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor Auxiliar de Parada seja multiplexado. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve
ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor Auxiliar de Parada
Faixa: 0-255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Parada Auxiliar estiver Habilitado.
Nome: Interruptor do Freio
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de Freio de Serviço seja multiplexado. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve
ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Freio
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Freio de Serviço estiver Habilitado.
Nome: Interruptor da Embreagem
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor da Embreagem seja multiplexado. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve
ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor da Embreagem
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor da Embreagem estiver Habilitado.
Nome: Interruptor LIGA/DESLIGA de Piloto Automático
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor LIGA/DESLIGA do Piloto Automático seja multiplexado. Este parâmetro pode
ser ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente. Recomenda-se que
todos os interruptores do Piloto Automático sejam multiplexados se pelo menos um interruptor do Piloto
Automático for multiplexado.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor LIGA/DESLIGA do Piloto Automático
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor LIGA/DESLIGA do Piloto Automático estiver Habilitado.
Nome: Interruptor Resume do Piloto Automático
Faixa: Habilitação
Multiplexação do J1939 ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-20 Seção FB - Recursos Industriais

Descrição: Permite que o Interruptor Resume do Piloto Automático seja multiplexado. Este parâmetro pode ser
ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente. Recomenda-se que
todos os interruptores do Piloto Automático sejam multiplexados se pelo menos um interruptor do Piloto
Automático for multiplexado.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor Resume do Piloto Automático
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor Resume do Piloto Automático estiver Habilitado. Recomenda-
se que todos os interruptores de Piloto Automático sejam multiplexados.
Nome: Interruptor Set do Piloto Automático
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor Set do Piloto Automático seja multiplexado. Este parâmetro pode ser
ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente. Recomenda-se que
todos os interruptores do Piloto Automático sejam multiplexados se pelo menos um interruptor do Piloto
Automático for multiplexado.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor Set do Piloto Automático
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor Set do Piloto Automático estiver Habilitado.
Nome: Interruptor Liga/Desliga de PTO
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor Liga/Desliga de PTO seja multiplexado. Este parâmetro pode ser ajustado
quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve ser ajustado
corretamente para que o interruptor funcione adequadamente. Recomenda-se que todos os interruptores de PTO
sejam multiplexados se pelo menos um interruptor de PTO for multiplexado.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor Liga/Desliga de PTO
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor Liga/Desliga da PTO estiver Habilitado.
Nome: Interruptor Resume de PTO
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor Resume de PTO seja multiplexado. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve
ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente. Recomenda-se que todos os
interruptores de PTO sejam multiplexados se pelo menos um interruptor de PTO for multiplexado.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor Resume de PTO
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor Resume da PTO estiver Habilitado.
Nome: Interruptor Set de PTO
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor Set de PTO seja multiplexado. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve
ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente. Recomenda-se que todos os
interruptores de PTO sejam multiplexados se pelo menos um interruptor de PTO for multiplexado.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor Set de PTO
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor Set da PTO estiver Habilitado.
Nome: Interruptor de PTO Remota
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de PTO Remota seja multiplexado. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve
ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Multiplexação do J1939
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-21

Nome: Endereço de Origem do Interruptor de PTO Remota


Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor da PTO Remota estiver Habilitado.
Nome: Interruptor de Incremento de Marcha Lenta
Faixa Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de Incremento de Marcha Lenta seja multiplexado. Este parâmetro pode ser
ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Incremento de Marcha Lenta
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Incremento de Marcha Lenta estiver Habilitado.
Nome: Interruptor de Decremento de Marcha Lenta
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de Decremento de Marcha Lenta seja multiplexado. Este parâmetro pode
ser ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Decremento de Marcha Lenta
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Decremento de Marcha Lenta estiver Habilitado.
Nome: Interruptor de Diagnóstico
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de Diagnóstico seja multiplexado. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve
ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Diagnóstico
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Diagnóstico estiver Habilitado.
Nome: Interruptor de Despotenciamento de Torque
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de Despotenciamento de Torque seja multiplexado. Este parâmetro pode
ser ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Despotenciamento de Torque
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Despotenciamento de Torque estiver Habilitado.
Nome: Interruptor de Controle Manual do Ventilador
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor do Ventilador de Acessórios seja multiplexado. Este parâmetro pode ser
ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor do Ventilador Manual
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor do Ventilador dos Acessórios estiver Habilitado.
Nome: Interruptor do Freio Motor
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de Freio Motor seja multiplexado. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve
ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Freio Motor
Faixa: 0 a 255
Multiplexação do J1939 ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-22 Seção FB - Recursos Industriais

Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor do Freio-motor estiver Habilitado.
Nome: Interruptor do Compressor de Ar
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor do Compressor de Ar seja multiplexado. Este parâmetro pode ser
ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor do Compressor de Ar
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor do Compressor de Ar estiver Habilitado.
Nome: Posição do Pedal do Acelerador
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que a Posição do Pedal do Acelerador seja multiplexada. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este interruptor deve
ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem de Posição do Pedal do Acelerador
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Posição do Pedal do Acelerador estiver Habilitado.
Nome: Interruptor de Validação de Marcha Lenta
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de Validação de Marcha Lenta seja multiplexado. Este parâmetro pode ser
ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Validação de Marcha Lenta
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Validação de Marcha Lenta estiver Habilitado.
Nome: Posição do Acelerador Remoto
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de Posição do Acelerador Remoto seja multiplexado. Este parâmetro pode
ser ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem de Posição do Acelerador Remoto
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Posição do Acelerador Remoto estiver Habilitado.
Nome: Interruptor do Acelerador Remoto
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor do Acelerador Remoto seja multiplexado. Este parâmetro pode ser
ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Acelerador Remoto
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor do Acelerador Remoto estiver Habilitado.
Nome: Interruptor do Freio de Estacionamento
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o Interruptor de Freio de Estacionamento seja multiplexado. Este parâmetro pode ser
ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. O endereço de origem para este
interruptor deve ser ajustado corretamente para que o interruptor funcione adequadamente.
Nome: Endereço de Origem do Interruptor de Freio de Estacionamento
Faixa: 0 a 255
Descrição: Este número é o endereço de origem do módulo que envia as mensagens pelo datalink. Este parâmetro
pode ser ajustado somente quando o Interruptor de Freio de Estacionamento estiver Habilitado.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Multiplexação do J1939
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-23

Nome: Lâmpada de Parada


Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que a Lâmpada de Parada seja multiplexada. Este parâmetro pode ser ajustado somente
quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. Quando este recurso está Habilitado, o ECM envia o status
da lâmpada pelo datalink.
Nome: Lâmpada de Advertência
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que a Lâmpada de Advertência seja multiplexada. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. Quando este recurso está Habilitado, o ECM envia
o status da lâmpada pelo datalink.
Nome: Lâmpada de Manutenção
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que a Lâmpada de Manutenção seja multiplexada. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. Quando este recurso está Habilitado, o ECM envia
o status da lâmpada pelo datalink.
Nome: Lâmpada Aguardar-para-Partida
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que a Lâmpada Aguardar-para-Partida seja multiplexada. Este parâmetro pode ser ajustado
somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. Quando este recurso está Habilitado, o ECM envia
o status da lâmpada pelo datalink.
Nome: Lâmpada de Água no Combustível
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que a Lâmpada de Água no Combustível seja multiplexada. Este parâmetro pode ser
ajustado somente quando a Multiplexação do J1939 estiver habilitada. Quando este recurso está Habilitado, o
ECM envia o status da lâmpada pelo datalink.

Ativação/Desativação pelo Motorista


A Multiplexação J1939 é ativada pela ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins e permite que todos os interruptores
e sensores sejam multiplexados. Uma vez configurado corretamente, o ECM recebe informações de status de
interruptores e valores de sensores pelo datalink e não através de fios conectados.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
O recurso Multiplexação J1939 somente habilita e prepara o ECM para receber informações de status de
interruptores e valores de sensores pelo datalink. O recurso que efetivamente utiliza tais interruptores ou sensores
ainda deve ser habilitado. Por exemplo: Os interruptores do Piloto Automático podem ser configurados no recurso
Multiplexação J1939 para serem multiplexados, mas o recurso Piloto Automático deve ser habilitado para que os
interruptores funcionem corretamente.
Instruções Especiais
Certifique-se de que os recursos associados estejam habilitados e configurados corretamente antes de ajustar
qualquer parâmetro no recurso Multiplexação do J1939.
Desvantagens
Nenhuma
Aquecimento em Marcha Lenta ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-24 Seção FB - Recursos Industriais

Recursos Visuais

Um interruptor ou sensor é conectado diretamente na unidade eletrônica de controle do veículo. A unidade eletrônica
de controle do veículo envia então mensagens pelo datalink contendo informações sobre o status ou o valor do
interruptor ou sensor. O ECM recebe as mensagens através do datalink e responde de acordo.

Aquecimento em Marcha Lenta (212-029)


Descrição do Recurso
O Aquecimento em Marcha Lenta aumenta a rotação de marcha lenta e mantém uma rotação de marcha lenta mais
alta durante o funcionamento do motor com três cilindros em períodos prolongados de marcha lenta em condições
de frio intenso. O Aquecimento em Marcha Lenta será ativado uma vez satisfeitas as seguintes condições:
• O motor funciona em marcha lenta durante 30 segundos (para motores ISB - CM850, ISC - CM850, ISL - CM850,
esse tempo deve ser de 300 segundos)
• Nenhuma velocidade do veículo é detectada
• A temperatura do líquido de arrefecimento é de 60°C [140°F] ou menos
• A temperatura do coletor de admissão é de 14º C [58º F] ou menos (para motores ISC - CM850, ISL - CM850:
-9°C [15°F] ou menos).
Uma vez ativado o recurso Aquecimento em Marcha Lenta, o ECM comanda a rotação de marcha lenta do motor
para aumentar gradualmente até 1200 rpm. Para manter a rotação de aquecimento em marcha lenta enquanto o
motor funciona com 3 cilindros, a alimentação de combustível para cada um desses cilindros é aumentada. A
combinação de maior alimentação de combustível e maior rotação de marcha lenta do motor melhora a eficiência da
combustão e aumenta suas temperaturas durante períodos prolongados de funcionamento em marcha lenta em
condições de frio intenso.
Se a temperatura do líquido de arrefecimento do motor for menor que 29º C [85º F] (para motores ISC - CM850, ISL
- CM850: 0º C [32º F] ou menos), o aquecimento em marcha lenta será ativado independentemente da temperatura
do coletor de admissão. Se a temperatura do líquido de arrefecimento aumentar para mais de 77º C [170º F], o
aquecimento em marcha lenta será desativado automaticamente. O aquecimento em marcha lenta também pode ser
desativado nas seguintes condições:
• O veículo está equipado com um interruptor de embreagem e a embreagem é pressionada
• O veículo está equipado com um interruptor de freio e o pedal do freio de serviço é pressionado
• O acelerador é pressionado.
Quando o aquecimento em marcha lenta é desativado, a rotação do motor retorna à rotação de marcha lenta e o
motor funciona nessa rotação com todos os seis cilindros.
O aquecimento em marcha lenta não será ativado por este método se qualquer uma das seguintes condições ocorrer:
• A velocidade do veículo é maior que zero
• Existem falhas ativas de violação da velocidade do veículo
• Existem falhas ativas do sinal de velocidade do veículo.
NOTA: Em veículos equipados com transmissões manuais, se a embreagem ou o freio de serviço forem mantidos
pressionados, o aquecimento em marcha lenta poderá ser ativado. Para desativar o aquecimento em marcha lenta
quando isto ocorrer, certifique-se de que a transmissão do veículo esteja na posição Neutra e então libere a
embreagem ou o freio de serviço.
Se o veículo estiver equipado com uma transmissão automática e o freio de serviço estiver pressionado, o
aquecimento em marcha lenta será desativado.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Aquecimento em Marcha Lenta
Seção FB - Recursos Industriais Página FB-25

Enquanto o aquecimento em marcha lenta estiver ativo, o operador não poderá ajustar a rotação de marcha lenta
(baixa) com os interruptores de incremento ou de decremento.
Se o recurso de parada por marcha lenta estiver habilitado, o motor será desligado depois de decorrido o tempo de
parada por marcha lenta. Se o recurso de anulação de parada por marcha lenta estiver habilitado, a parada poderá
ser anulada como se o aquecimento em marcha lenta não estivesse ativo. O uso do acelerador, da embreagem ou
do freio de serviço para anular a parada por marcha lenta não desativará o aquecimento em marcha lenta durante o
período de anulação de parada por marcha lenta.
Se o veículo estiver equipado com PTO, o aquecimento em marcha lenta será ativado durante a PTO se a rotação
de PTO for menor que 1600 rpm, a carga em PTO for menor que o limite definido e as condições descritas acima
forem satisfeitas. Se a rotação de PTO do motor for maior que 1600 rpm ou se a carga for maior do que o limite
estabelecido, o aquecimento em marcha lenta não será ativado. A porcentagem padrão de carga é ajustada em 10%.
Se o ECM do motor estiver respondendo a uma mensagem de controle do motor do J1939, procedente de um
controlador da transmissão, o aquecimento em marcha lenta será desativado.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Aquecimento em Marcha Lenta
Faixa: Habilitação
Descrição: A habilitação deste recurso habilitará o recurso de aquecimento em marcha lenta. Este recurso pode
ser habilitado com a ferramenta de serviço INSITE™.
Nome: Limite de Carga de PTO para o Aquecimento em Marcha Lenta
Faixa: 0 a 50 por cento
Descrição: Define a carga de PTO que o recurso de aquecimento em marcha lenta utilizará para determinar se
o recurso será ativado. O valor padrão para este parâmetro é 10%. Este parâmetro deve ser definido com o menor
valor possível para garantir que o aquecimento em marcha lenta será ativado para manter as temperaturas do
motor, desde que o aquecimento não interfira com a rotação ou a carga de operação necessárias.
Nome: Rotação de Aquecimento em Marcha Lenta
Faixa: 1150 a 1250 RPM
Descrição: Dependendo da aplicação, este parâmetro permite pequenos ajustes da rotação de aquecimento em
marcha lenta e pode ser usado para reduzir vibrações, como nos espelhos, dependendo da aplicação. A rotação
padrão é ajustada em 1200 rpm. Essa rotação pode ser ajustada somente com a ferramenta de serviço INSITE™.

Ativação/Desativação pelo Motorista


Para desativar o aquecimento em marcha lenta, pressione o pedal da embreagem, o pedal do freio de serviço ou o
acelerador. O veículo deve estar equipado com um interruptor de embreagem para que a embreagem desative o
aquecimento em marcha lenta. O veículo deve estar equipado com um interruptor do freio de serviço para que o
pedal do freio de serviço desative o aquecimento em marcha lenta.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
O aquecimento em marcha lenta não será ativado se a PTO estiver sendo utilizada e a carga estiver acima do limite
definido. O aquecimento em marcha lenta também será desativado se a carga da PTO estiver abaixo do limite de
carga, mas exceder o limite durante a operação da PTO.
Se forem detectadas falhas no circuito do sensor de temperatura do líquido de arrefecimento ou no circuito do sensor
de temperatura no coletor de admissão, o aquecimento em marcha lenta usará as menores temperaturas registradas
do líquido de arrefecimento e no coletor de admissão registradas desde que a chave de ignição foi ligada para
determinar se o aquecimento em marcha lenta será ativado.
Se forem detectadas falhas de violação da velocidade do veículo ou de sinal da velocidade do veículo, o aquecimento
em marcha lenta não será ativado.
Instruções Especiais
NOTA: Em veículos equipados com transmissões manuais, se a embreagem ou o freio de serviço forem mantidos
pressionados, o aquecimento em marcha lenta poderá ser ativado. Para desativar o aquecimento em marcha lenta
quando isto ocorrer, certifique-se de que a transmissão do veículo esteja na posição Neutra e então libere a
embreagem ou o freio de serviço.
O status do parâmetro de aquecimento em marcha lenta pode ser monitorado para se determinar se o ECM está
comandando a ativação do recurso de aquecimento em marcha lenta. Se o estado for "inativo", o aquecimento em
marcha lenta estará desativado. Se o status for "atraso", o ECM encontra-se no período de 30 segundos (300
segundos para motores ISB - CM850, ISC - CM850, ISL CM850) de espera para a ativação do aquecimento em marcha
Aquecimento em Marcha Lenta ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FB-26 Seção FB - Recursos Industriais

lenta. Se o estado for "rampa", o aquecimento em marcha lenta está ativo e a rotação do motor está passando da
rotação de marcha lenta para a rotação de aquecimento em marcha lenta. Se o estado for "ativo", o aquecimento em
marcha lenta estará ativado.
Desvantagens
As possíveis reclamações do cliente incluem:
• A rotação e o ruído do motor mudam automaticamente - verifique se o aquecimento em marcha lenta está
habilitado.
• Pequenas vibrações nos espelhos podem ocorrer quando o aquecimento em marcha lenta está ativo,
dependendo do equipamento do OEM. A rotação de aquecimento em marcha lenta pode ser ajustada com a
ferramenta de serviço INSITE™.
• Nos motores ISB - CM850, ISC - CM850, ISL - CM850, a desabilitação este recurso pode afetar a garantia do
motor. Falhas do motor relacionadas a válvulas "tortas" ou "presas" podem não ser cobertas pela garantia se
o recurso for desabilitado.
NOTA: O uso de um aquecedor de bloco pode impedir a ativação do aquecimento em marcha lenta.
Recursos Visuais
Nenhum
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Seção FC - Recursos de Geração de Energia Página FC-a

Seção FC - Recursos de Geração de Energia


Conteúdo da Seção
Página
Antifurto ..........................................................................................................................................................FC-2
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FC-3
Descrição do Recurso....................................................................................................................................FC-2
Desvantagens................................................................................................................................................FC-4
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FC-4
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FC-3
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FC-2
Recursos Visuais............................................................................................................................................FC-4
Histórico de Torque do Motor ........................................................................................................................FC-6
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FC-6
Descrição do Recurso....................................................................................................................................FC-6
Desvantagens................................................................................................................................................FC-6
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FC-6
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FC-6
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FC-6
Recursos Visuais............................................................................................................................................FC-6
Monitor de Manutenção ..................................................................................................................................FC-6
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FC-9
Descrição do Recurso....................................................................................................................................FC-6
Desvantagens................................................................................................................................................FC-9
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FC-9
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FC-9
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FC-7
Recursos Visuais............................................................................................................................................FC-9
Monitor de Voltagem da Bateria ...................................................................................................................FC-10
Ativação/Desativação pelo Motorista.............................................................................................................FC-10
Descrição do Recurso...................................................................................................................................FC-10
Desvantagens...............................................................................................................................................FC-11
Instruções Especiais.....................................................................................................................................FC-10
Interação com outros Recursos e Parâmetros...............................................................................................FC-10
Parâmetros Ajustáveis..................................................................................................................................FC-10
Recursos Visuais..........................................................................................................................................FC-11
Proteção do Trem de Força ...........................................................................................................................FC-4
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FC-5
Descrição do Recurso....................................................................................................................................FC-4
Desvantagens................................................................................................................................................FC-5
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FC-5
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FC-5
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FC-4
Recursos Visuais............................................................................................................................................FC-5
Relógio de Tempo Real ..................................................................................................................................FC-1
Ativação/Desativação pelo Motorista...............................................................................................................FC-1
Descrição do Recurso....................................................................................................................................FC-1
Desvantagens................................................................................................................................................FC-1
Instruções Especiais.......................................................................................................................................FC-1
Interação com outros Recursos e Parâmetros.................................................................................................FC-1
Parâmetros Ajustáveis....................................................................................................................................FC-1
Recursos Visuais............................................................................................................................................FC-2
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FC-b Seção FC - Recursos de Geração de Energia

Página Intencionalmente Deixada em Branco


ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Relógio de Tempo Real
Seção FC - Recursos de Geração de Energia Página FC-1

Relógio de Tempo Real (214-001)


Descrição do Recurso
Durante a operação normal, o Módulo de Controle do Motor (ECM) registra e armazena informações relacionadas a
uma faixa ampla de eventos operacionais. Esses eventos incluem a ocorrência de códigos de falha de diagnóstico,
histórico de torque do trem de força, histórico de falhas de proteção do motor, histórico de controle do J1939, detalhes
de auditoria, registro de informações e arquivos de dados do motor. Para esse fim, existem duas medidas de tempo
disponíveis para o cliente: o tempo com base no número de horas acumuladas no ECM, e o tempo real com base
em unidades de ano, mês, dia do mês, horas (modo de 24 horas), minutos e segundos.
É utilizado um módulo de baterias de reserva para manter constante a alimentação para o Relógio de Tempo Real.
Se o módulo de baterias de reserva não estiver conectado, uma perda de alimentação (como a desconexão das
baterias) do Relógio de Tempo Real além de cinco segundos resultará na perda de precisão do relógio, na geração
do Código de Falha 319 e no acendimento da lâmpada de manutenção.
Este recurso deve ser habilitado e configurado com a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™. Uma vez habilitado,
o recurso Relógio de Tempo Real não pode ser desabilitado e as horas acumuladas do ECM não mais estarão
disponíveis.
Antes de ajustar a hora, é importante certificar-se de que o fuso horário local esteja correto. Selecione o fuso horário
apropriado no menu fornecido. Existem dois métodos disponíveis para se ajustar o Relógio de Tempo Real:
automático ou manual.
• Ajustando o Relógio de Tempo Real Automaticamente - Certifique-se de o fuso horário local esteja correto antes
de ajustar o relógio. Para ajustar a hora do Relógio de Tempo Real automaticamente clique no botão Auto/Set.
Esta ação ajustará o Relógio de Tempo Real usando a hora do PC como a hora válida e conhecida. Certifique-
se de que a hora e a data na janela do PC local esteja correta antes de clicar no botão Auto/Set. Depois de
ajustar a hora do Relógio de Tempo Real, clique no botão OK e em seguida no botão Salvar.
• Ajustando o Relógio de Tempo Real Manualmente - Certifique-se de o fuso horário local esteja correto antes de
ajustar o relógio. Para ajustar a hora do Relógio de Tempo Real manualmente, digite a data e a hora corretas
na janela Tempo Real do ECM. Depois de ajustar a hora do Relógio de Tempo Real, clique no botão OK e em
seguida no botão Salvar.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Relógio de Tempo Real
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Liga o recurso Relógio de Tempo Real Time no ECM.
Nome: Data e Hora Reais do ECM
Faixa: Nenhuma
Descrição: Data e hora atuais do ECM.
Nome: Botão Auto/Set
Faixa: Nenhuma
Descrição: Define a Hora Real do ECM de acordo com a hora do PC.
Nome: Zona de Hora Local
Faixa: Nenhuma
Descrição: Zona de hora selecionada na qual o Relógio de Tempo irá se basear.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O recurso Relógio de Tempo Real é habilitado com a ferramenta de serviço INSITE™ e também requer um módulo
de baterias de reserva.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Com o Relógio de Tempo Real habilitado, todos os eventos de hora serão marcados com a hora real em vez da hora
de funcionamento do ECM.
Instruções Especiais
Uma vez habilitado, o Relógio de Tempo Real não pode ser desabilitado.
Desvantagens
Acendimento da lâmpada de manutenção
Antifurto ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FC-2 Seção FC - Recursos de Geração de Energia

A marcação de hora é incorreta


Não é possível desativar o recurso.
Recursos Visuais
Nenhum

Antifurto (214-003)
Descrição do Recurso
O recurso Antifurto pode ser usado somente com veículos equipados com o Cummins RoadRelay™ e é usado para
proteger o motor no estado de marcha lenta ou de desligamento. O recurso Antifurto pode ser habilitado pela
ferramenta de serviço INSITE™ ou pela ferramenta de gerenciamento de frota INSPEC™ da Cummins. Nos motores
ISB ou ISC, o usuário também pode selecionar o modo automático com a ferramenta de serviço INSITE™. Quando
habilitado, seis senhas exclusivas de usuário, todas de mesma prioridade e capazes de ativar ou desativar o recurso
Antifurto, também são informadas usando-se a ferramenta de serviço INSITE™, a ferramenta de gerenciamento de
frota INSPEC™, ou o teclado1 do RoadRelay™.
Quando ativado, o recurso Antifurto requer que uma das seis senhas previamente programadas sejam digitadas
usando-se o teclado do RoadRelay™ antes da partida do motor. Se ativado em marcha lenta, o recurso Antifurto
bloqueia o acelerador em marcha lenta e permite a operação normal do acelerador somente quando é digitada uma
senha válida. Se for feita uma tentativa não autorizada de dar a partida no motor com o recurso Antifurto ativado,
será registrada uma falha e uma lâmpada vermelha de falha acenderá.
Se, ao desativar o recurso Antifurto, o operador digitar uma senha incorreta, será exibida uma mensagem solicitando-
lhe que digite a senha correta. Se a senha digitada for correta, será solicitado ao operador que digite-a novamente
para confirmá-la. Se a senha correta não for digitada em até 5 tentativas, o recurso Antifurto bloqueará qualquer
outra tentativa durante 10 minutos. Decorridos 10 minutos após a última tentativa mal sucedida, o recurso Antifurto
poderá então ser desativado com a senha correta.

Modo Antifurto Estado da Chave de Motor Impede Nova Bloqueia o Acelerador


Ignição Funcionando Partida em Marcha Lenta
Automático Ligado Não Sim Não
Automático Ligado Sim Não Sim
Semi-automático Ligado Não Sim Não
Semi-automático Ligado Sim Não Sim
Manual Ligado Não Sim Não
Manual Ligado Sim Não Sim

Motor Disponibilidade Introduzir senhas com o Habilitar o Modo


INSITE™ Automático com o
INSITE™
CELECT™ Plus Fase 5 ou posterior Não Não
ISB Fase 7 ou posterior Sim Sim
ISC Fase 7 ou posterior Sim Sim
ISL Fase 7 ou posterior Sim Sim
ISM Fase 9 ou posterior Sim Não
ISX Fase 9 ou posterior Sim Não
Signature Fase 9 ou posterior Sim Não
RoadRelay™ Versão 4 ou posterior N/A N/A

Parâmetros Ajustáveis
Nome: Automático
Faixa: Explica ao usuário como determinar a faixa ajustável do parâmetro.
Descrição: O motor é sempre bloqueado pelo Módulo Eletrônico de Controle (ECM) em cada parada do motor.
Com a chave de ignição ligada (ON), é necessária uma senha para a nova partida no motor. O recurso não
”travará” automaticamente se o motor parou devido a uma parada não intencional2. Este parâmetro é ajustado
utilizando-se o RoadRelay™.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Antifurto
Seção FC - Recursos de Geração de Energia Página FC-3

Nome: Semi-automático
Faixa: Explica ao usuário como determinar a faixa ajustável do parâmetro.
Descrição: O recurso Antifurto não será ativado sem a ação do operador. Em cada parada do motor, é exibida
uma mensagem ao usuário no RoadRelay™ perguntando se o Antifurto será ou não ativado. Este parâmetro é
ajustado utilizando-se o RoadRelay™. Se o Antifurto deve ser ativado, o operador deve ligar a chave de ignição
(ON) e, se desejar, digitar um número PIN selecionado pelo cliente. Se não for necessário um número PIN e o
usuário selecionou o Antifurto, o recurso será ativado pela ação de ligar a chave de ignição imediatamente após
a parada do motor. Qualquer uma das seis senhas deverá ser digitada para desbloquear o ECM e dar a partida
no motor.
Nome: Manual
Faixa: Explica ao usuário como determinar a faixa ajustável do parâmetro.
Descrição: O Antifurto será ativado somente se o operador digitar um número PIN de ativação pré-programado
selecionado pelo usuário. Se esse número PIN não for digitado, o ECM não bloqueará o motor. Este parâmetro
é ajustado utilizando-se o RoadRelay™.
Nome: Alterar Senha
Faixa: Explica ao usuário como determinar a faixa ajustável do parâmetro. Seis dígitos (0 a 9 somente)
Descrição: A opção "Alterar Senha" é selecionada no teclado do RoadRelay™. O usuário deve primeiro digitar
uma senha existente. O operador pode então digitar uma nova senha. O RoadRelay™ exibe uma mensagem
solicitando ao operador que confirme a nova senha depois de digitá-la. Este parâmetro é ajustado utilizando-se
o RoadRelay™.
Nome: PIN 1 de Antifurto
Faixa: Explica ao usuário como determinar a faixa ajustável do parâmetro. Seis dígitos (0 a 9 somente)
Descrição: A primeira senha (PIN) do operador para ativar ou desativar o Antifurto. Este PIN não pode ser o
mesmo que nenhum outro PIN para o Antifurto e não ser seis zeros. Este parâmetro pode ser ajustado
somente com a ferramenta de serviço INSITE™ ou a ferramenta INSPEC de Gerenciamento de Frotas.
Nome: PIN 2 de Antifurto
Faixa: Explica ao usuário como determinar a faixa ajustável do parâmetro. Seis dígitos (0 a 9 somente)
Descrição: A segunda senha (PIN) do operador para ativar ou desativar o Antifurto. Este PIN não pode ser o
mesmo que nenhum outro PIN para o Antifurto e não ser seis zeros. Este parâmetro pode ser ajustado
somente com a ferramenta de serviço INSITE™ ou a ferramenta INSPEC de Gerenciamento de Frotas.
Nome: PIN 3 de Antifurto
Faixa: Explica ao usuário como determinar a faixa ajustável do parâmetro. Seis dígitos (0 a 9 somente)
Descrição: A terceira senha (PIN) do operador para ativar ou desativar o Antifurto. Este PIN não pode ser o mesmo
que nenhum outro PIN para o Antifurto e não ser seis zeros. Este parâmetro pode ser ajustado somente com a
ferramenta de serviço INSITE™ ou a ferramenta INSPEC de Gerenciamento de Frotas.
Nome: PIN 4 de Antifurto
Faixa: Explica ao usuário como determinar a faixa ajustável do parâmetro. Seis dígitos (0 a 9 somente)
Descrição: A quarta senha (PIN) do operador para ativar ou desativar o Antifurto. Este PIN não pode ser o mesmo
que nenhum outro PIN para o Antifurto e não ser seis zeros. Este parâmetro pode ser ajustado somente com a
ferramenta de serviço INSITE™ ou a ferramenta INSPEC de Gerenciamento de Frotas.
Nome: PIN 5 de Antifurto
Faixa: Explica ao usuário como determinar a faixa ajustável do parâmetro. Seis dígitos (0 a 9 somente)
Descrição: A quinta senha (PIN) do operador para ativar ou desativar o Antifurto. Este PIN não pode ser o mesmo
que nenhum outro PIN para o Antifurto e não ser seis zeros. Este parâmetro pode ser ajustado somente com a
ferramenta de serviço INSITE™ ou a ferramenta INSPEC de Gerenciamento de Frotas.
Nome: PIN 6 de Antifurto
Faixa: Explica ao usuário como determinar a faixa ajustável do parâmetro. Seis dígitos (0 a 9 somente)
Descrição: A sexta senha (PIN) do operador para ativar ou desativar o Antifurto. Este PIN pode ser o mesmo que
qualquer outro PIN para o Antifurto e não ser seis zeros. Este parâmetro pode ser ajustado somente com a
ferramenta de serviço INSITE™ ou a ferramenta INSPEC de Gerenciamento de Frotas.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista pode ativar ou desativar este recurso digitando uma senha no RoadRelay™.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
O RoadRelay™ é necessário para que este recurso seja habilitado.
Proteção do Trem de Força ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FC-4 Seção FC - Recursos de Geração de Energia

Instruções Especiais
1Nos motores ISB, ISC, ISL, ISM, ISX e Signature, as senhas podem ser digitadas utilizando-se a ferramenta de
serviço INSITE™. Para os motores CELECT™ Plus, as senhas devem ser digitadas utilizando-se o teclado do
RoadRelay™.
2Veículos equipados com motores CELECT™ Plus são bloqueados automaticamente 20 segundos após uma parada
não intencional.
Desvantagens
• O motor não dá a partida, não há fumaça de escape e a lâmpada vermelha de falha acende.
• O motor funcionará somente em marcha lenta.
Recursos Visuais
Nenhum

Proteção do Trem de Força (214-004)


Descrição do Recurso
A Proteção do Trem de Força oferece recursos de gerenciamento de torque. Este recurso visa limitar o torque do
motor quando este é operado em uma faixa de marchas que excede os limites de torque dos componentes do trem
de força.
Desabilitar o recurso Proteção do Trem de Força pode afetar a cobertura da garantia de seus componentes. Consulte
as recomendações do fabricante do veículo.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Proteção do Trem de Força
Faixa: Habilitação
Descrição: Este parâmetro ativa o recurso no Módulo Eletrônico de Controle (ECM).
Nome: Torque Máximo Permitido Comutado
Faixa: 0 - XXXXX lb-pé; o limite superior varia de acordo com a família do motor. Consulte o fabricante do veículo
para obter os parâmetros recomendados.
Descrição: O limite de torque digitado utilizando-se a ferramenta INSITE™ da Cummins será aplicado
independentemente da rotação do motor ou da velocidade do veículo sempre que o pino do ECM designado para
o Limite de Torque Comutado estiver aterrado. Geralmente, o pino do ECM é aterrado através de um interruptor
instalado pelo OEM.
Nome: Tração Posterior da Proteção do Trem de Força
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Nem todos os programas de motores utilizam este recurso. A habilitação deste recurso permite que
o limite de torque imposto pelo Limite de Torque Comutado ou o Limite de Torque do Eixo de Acionamento/
Diferencial seja excedido em condições de desaceleração do veículo. Exemplo: Com o recurso Tração Posterior
habilitado, um caminhão que está começando a se mover em primeira marcha terá um limite de torque se o Limite
de Torque Comutado estiver habilitado. Se o caminhão entrar em terreno macio, o Limite de Torque Comutado
será ignorado e assim será menos provável que o veículo pare.
Nome: Limite de Torque do Eixo de Acionamento/Diferencial
Faixa: 0 - XX,XXX lb-pé; o limite superior varia de acordo com a família do motor. Consulte o fabricante do veículo
para obter os parâmetros recomendados.
Descrição: Devido a tensões mecânicas, os diferenciais estão sujeitos a um torque maior que outros componentes
da linha de acionamento. Este componente da Proteção do Trem de Força permite que um diferencial seja usado
com uma classificação de torque menor que o torque que pode ser transmitido ao diferencial nas marchas mais
baixas. Utilize este recurso de Proteção do Trem de Força ajustando o valor de Limite de Torque do Eixo de
Acionamento/Diferencial a um valor igual ao limite de torque do eixo do veículo (o ECM limitará o torque em
marchas inferiores).
NOTA: Outros parâmetros do motor devem ser digitados corretamente para que este componente da Proteção do
Trem de Força funcione corretamente; se a relação do eixo traseiro ou as rotações dos pneus por milha forem
digitadas incorretamente, o ECM não poderá determinar com precisão a faixa de marchas.
Nome: Torque Máximo a Velocidade Zero de Estrada
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Proteção do Trem de Força
Seção FC - Recursos de Geração de Energia Página FC-5

Faixa: 0 - XX,XXX lb-pé; o limite superior varia de acordo com a família do motor. Consulte o fabricante do veículo
para obter os parâmetros recomendados.
Descrição: Este limite visa fornecer proteção de torque ao diferencial durante a partida do veículo. Ele deve ser
usado juntamente com o Limite de Torque do Eixo de Acionamento/Diferencial. Determine o valor correto usando
a seguinte equação: Valor Correto = Limite de Torque do Eixo de Acionamento/Diferencial (Relação da Marcha
Mais Baixa x Relação do Eixo Traseiro)
Nome: Relações de Marchas e Limites de Torque
Faixa: Podem ser digitadas três (3) faixas discretas de marchas da transmissão e três (3) limites de torque do
motor correspondentes utilizando-se o INSITE™ da Cummins (consulte os parâmetros recomendados do
fabricante do veículo.).

Exemplo
Faixas de Relação de Marchas da Transmissão Torque Máximo do Motor
1.0 - AAA ____lb-pé
AAA - BBB ____lb-pé
BBB - CCC ____lb-pé

Passo 1: Digite as faixas de marchas da transmissão nas quais deve ocorrer a limitação de torque
Passo 2: Digite o limite de torque correspondente para cada faixa de marcha.
Descrição: No exemplo anterior, o usuário define as faixas da transmissão (até três) e os limites de Torque do
Motor correspondentes onde a Proteção do Trem de Força é desejada. A faixa máxima de marchas da transmissão
para este aspecto da Proteção do Trem de Força não é ajustável e pode variar para famílias diferentes de motores.

Ativação/Desativação pelo Motorista


Este recurso pode ser habilitado com a ferramenta de serviço INSITE™ da Cummins.
Somente quando utilizar o modo Limite de Torque Comutado da Proteção do Trem de Força, o motorista poderá
ativar o recurso, e neste caso o recurso será ativado sempre que for acionado o interruptor de Limite de Torque
Comutado (normalmente, esse interruptor é instalado no mecanismo de mudança de marcha de modo que o
interruptor seja automaticamente acionado quando o operador muda para a faixa inferior de um eixo de duas
velocidades).
Interação com outros Recursos e Parâmetros
A Proteção do Trem de Força não funcionará corretamente se as informações do veículo (como: tipo de transmissão,
relação de marcha superior, relação do diferencial (eixo traseiro) e rotações dos pneus por milha forem introduzidas
incorretamente.
Instruções Especiais
A Proteção do Trem de Força visa limitar o torque em faixas de marchas onde os limites dos componentes do Trem
de Força possam ser excedidos. Consulte o fabricante do veículo para obter os parâmetros recomendados. Desabilitar
o recurso Proteção do Trem de Força pode afetar a cobertura da garantia de seus componentes.
Desvantagens
Um operador poderá perceber baixa potência devido à operação correta da Proteção do Trem de Força. Ao fazer o
diagnóstico de falhas, compare a reclamação do cliente com o parâmetro Status de Alimentação de Combustível do
Usuário. O Status de Alimentação de Combustível do Usuário indicará quando o motor está operando no modo de
Proteção do Trem de Força: Status = 36. Este diagnóstico de falhas requer o monitoramento com a ferramenta
INSITE™ da Cummins durante a operação do veículo.
Baixa Potência devido à programação incorreta dos parâmetros do caminhão. (Exemplo: Se os Limites de Torque
da Relação de Marchas da Transmissão forem impostos mas os parâmetros Relação do Eixo Traseiro ou Tamanho
do Pneu não forem programados corretamente, o ECM relacionará incorretamente as faixas de marchas da
transmissão para velocidade de estrada e poderá limitar o torque mesmo quando o veículo estiver em marcha de
estrada.)
Se o pino de torque comutado for aterrado acidentalmente (exemplo: não montado corretamente ou chicote do motor
com defeito), poderá haver uma reclamação de baixa potência.
Recursos Visuais
Nenhum
Monitor de Manutenção ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FC-6 Seção FC - Recursos de Geração de Energia

Histórico de Torque do Motor (214-005)


Descrição do Recurso
É possível ajustar um motor para produzir mais torque e potência do que o trem de acionamento e o sistema de
arrefecimento podem suportar. A Auditoria do histórico de torque do motor é útil para se determinar as causas
potenciais de falhas relacionadas à linha de acionamento ou ao superaquecimento.
O Histórico de Torque do Motor registra as quatro classificações de potência mais recentes aplicadas a um motor via
calibração. Isto permite ao operador determinar se os valores de curva de torque máximo do motor foram aumentados
acima das classificações de torque da transmissão ou outros componentes do trem de força.
Este recurso detecta alterações na Proteção do Trem de Força e registra e informa a maior classificação de potência
disponível.
Parâmetros Ajustáveis
Nenhum
Ativação/Desativação pelo Motorista
O motorista não pode ativar ou desativar este recurso.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
O recurso Auditoria contém dados sobre quais ferramentas ou senhas do INSITE™ foram utilizadas para se fazer uma
seleção de classificação. A data na caixa de diálogo Histórico de Torque d Motor pode ser igualada à data na janela
Auditoria para determinar onde as classificações foram selecionadas e quem as selecionou.
Instruções Especiais
As informações a seguir encontram-se disponíveis para cada registro:
• Hora de Início do ECM - A hora do ECM na qual o motor funcionou pela primeira vez na classificação de torque
máximo para esta calibração.
• Classificação de Alta Potência - A classificação de alta potência para a classificação de torque. Além disso,
existem também dados sobre o torque máximo e a relação de marchas.
• Classificação de Baixa Potência - A classificação de baixa potência para a classificação de torque. Além disso,
existem também dados sobre o torque máximo e a relação de marchas.
• Torque Máximo - Um valor nesta coluna indica que uma calibração ESP foi aplicada em algum momento durante
o tempo de funcionamento do motor. Nesta coluna é exibida a mais alta classificação de torque habilitada pelo
ESP. (Nota: Se uma calibração ESP nunca foi usada, este campo estará vazio.)
• Torque Mínimo - O significado do valor de Torque Mínimo depende da presença de um valor de Torque Máximo.
Se houver um valor de Torque Máximo, então esta coluna indicará a maior classificação de Torque Mínimo
utilizada enquanto a calibração ESP esteve em vigor. Se a coluna Torque Máximo estiver vazia, Torque Mínimo
indica a maior classificação de torque utilizada enquanto uma calibração padrão esteve em vigor.
• Duração - O tempo em que o motor funcionou na classificação de torque máximo para esta calibração. Se a
calibração foi habilitada pelo ESP, então a Duração indica o tempo em que a classificação de Torque Máximo
relacionada esteve em vigor. Se uma calibração ESP nunca foi utilizada, a Duração indica o tempo em que o
valor de Torque Mínimo esteve em vigor.
Desvantagens
Nenhuma
Recursos Visuais
Nenhum

Monitor de Manutenção (214-009)


Descrição do Recurso
Quando habilitado, este recurso fará o módulo de controle do motor acender uma lâmpada de manutenção alertando
o operador que é hora de fazer manutenção no motor. O recurso foi projetado para acender uma lâmpada de
manutenção quando for o momento de fazer a troca do óleo do motor e dos filtros de óleo. Este recurso pode ser
ajustado para acender a lâmpada de manutenção com base na distância medida pelo ECM, ou pelo valor no contador
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Monitor de Manutenção
Seção FC - Recursos de Geração de Energia Página FC-7

de tempo de funcionamento do motor. Quando determinar que o intervalo de manutenção expirou, o ECM acenderá
a lâmpada de manutenção após a próxima ciclagem da chave de ignição.
NOTA: Nem todos os motores (exemplo: CELECT™) são equipados com uma lâmpada de manutenção separada.
Nesses casos, o motor pode utilizar outro método (Exemplo: Os motores CELECT™ alertam o operador piscando a
lâmpada de proteção do motor em cinco ciclos de três lampejos aproximadamente 12 segundos após a chave de
ignição ser ligada (ON). Consulte o Manual de Operação e Manutenção do motor para obter uma descrição do modo
como o operador é alertado quando este recurso está habilitado.
Além disso, o recurso pode ser personalizado (com INSITE™ da Cummins) para acender a lâmpada algum tempo
antes do término do intervalo de manutenção (Exemplo: O recurso pode ser ajustado para acender a lâmpada em
qualquer momento entre 50 e 100% do intervalo de manutenção. Isto é feito selecionando-se um valor apropriado
de Porcentagem de Alerta.).
Finalmente, para algumas aplicações (especificamente motores ISM e ISX) o ECM pode determinar o intervalo de
manutenção utilizando o modo Automático do Monitor de Manutenção. Nesses casos, o usuário deve digitar um Fator
de Intervalo (usando o INSITE™ da Cummins). O Fator de Intervalo será baseado no ciclo de serviço do caminhão e
no tipo de óleo do motor. Em seguida, o ECM calculará o final do intervalo de manutenção com base nas condições
de operação do motor.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Monitor de Manutenção
Faixa: Habilitação/Desabilitação
Descrição: Permite que o usuário habilite o recurso Monitor de Manutenção.
Nome: Modo
Faixa: Automático, Distância, Tempo (ou Manual)
Descrição: A seleção do modo Automático, Distância, Tempo (ou Manual) determinará como o ECM simula o
Monitor de Manutenção.
Automático - se o modo Automático do Monitor de Manutenção estiver disponível, será necessário digitar um fator
de intervalo (veja Fator de Intervalo abaixo), e intervalo de manutenção será baseado na determinação da vida
útil do óleo pelo ECM.
Distância - Se o modo Distância for selecionado, será necessário digitar um valor de distância e o intervalo de
manutenção será baseado na distância percorrida medida pelo ECM. É necessário que o veículo tenha um sensor
de velocidade do veículo em boas condições de funcionamento para que este modo do Monitor de Manutenção
funcione corretamente.
Tempo (ou Manual) - Se o modo Tempo for selecionado, será necessário digitar um valor de tempo e o intervalo
de manutenção será baseado no tempo de funcionamento do motor medido pelo ECM.
NOTA: Em algumas aplicações Industriais, o modo Tempo é chamado de modo Manual no INSITE™ da Cummins.
Nome: Distância
Faixa: Varia para motores diferentes (KM/Mi)
Descrição: Quando operar no modo Distância, o valor de distância digitado define o intervalo de manutenção.
Consulte o Manual de Operação e Manutenção do motor para obter o intervalo correto de troca de óleo.
Nome: Tempo
Faixa: Varia para motores diferentes (Horas)
Descrição: Quando operar no modo Tempo (também chamado modo Manual em alguns motores Industriais), o
valor de tempo digitado define o intervalo de manutenção. Consulte o Manual de Operação e Manutenção do
motor para obter o intervalo correto de troca de óleo.
Nome: Porcentagem de Alerta
Faixa: 50 a 100 Por cento
Descrição: Este valor deve ser digitado. O ECM utiliza a Porcentagem de Alerta para determinar quando acender
a lâmpada de manutenção. Por exemplo: Se a Porcentagem de Alerta for digitada como 90%, o ECM acenderá
a lâmpada de manutenção num tempo ou distância correspondente a 90% do intervalo total de manutenção.
Nome: Advertência Durante Funcionamento
Faixa: Habilitação ou Desabilitação
Descrição: Alguns motores são equipados com este componente do Monitor de Manutenção. Se o recurso
Advertência Durante o Funcionamento estiver habilitado, a lâmpada de manutenção acenderá assim que for
atingido o limite de milhagem ou de tempo. Caso contrário, a lâmpada de manutenção acenderá somente quando
a chave de ignição for ligada. Este componente do recurso Monitor de Manutenção é útil em algumas aplicações
industriais nas quais os motores não são desligados diariamente.
Nome: Fator de Intervalo
Monitor de Manutenção ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FC-8 Seção FC - Recursos de Geração de Energia

Faixa: Varia para motores diferentes (um número sem unidade utilizado pelo ECM para calcular o ciclo de serviço
e o tipo do óleo do caminhão).
Descrição: Este valor é utilizado durante a operação no modo Automático. Alguns motores têm calibrações que
baseiam o intervalo de manutenção no ciclo de serviço e nas condições de operação do motor. Neste modo, o
ECM permite a máxima vida útil do óleo se o motor operar com cargas leves, mas alerta o motorista para a troca
antecipada do óleo se detectar um ciclo de serviço mais severo.
Nome: Reset
Faixa: Reset
Descrição: Reinicializa os dados de intervalo do Monitor de Manutenção. Consulte as seguintes tabelas para
selecionar corretamente um Fator de Intervalo para vários tipos de motores. Se o tipo do motor não estiver
relacionado abaixo, recomenda-se que o Monitor de Manutenção seja executado somente no modo Distância ou
no modo Tempo.
ISX/Signature
Primeiro, use a tabela abaixo para selecionar um ciclo de serviço. Avalie o ciclo de serviço do veículo com base em
todos os três Critérios Operacionais. O ciclo de serviço correto para o veículo é o ciclo de serviço de pior caso com
base nos três Critérios Operacionais (Exemplo: Um caminhão de lixo com média de 6,5 MPG e GVW (peso bruto) de
68.000 será considerado um Ciclo de Serviço Severo se o veículo for operado em ambientes de muita poeira).

Critérios Operacionais Ciclo de Serviço Severo Ciclo de Serviço Normal Ciclo de Serviço Leve
Consumo Médio de Menos de 5,5 MPG 5,5 a 6,5 MPG Acima de 6,5 MPG
Combustível
Peso Bruto do Veículo Acima de 80.000 lbs 70.000 a 80.000 lb Abaixo de 70.000 lbs
(GVW)
O veículo é operado em Sim Não Não
ambientes de muita poeira?

Em seguida, escolha o fator de intervalo correto com base na seguinte tabela.


NOTA: O fator de intervalo correto é baseado no ciclo de serviço e no grau do óleo usado pelo cliente; se o grau do
óleo usado pelo cliente mudar, o fator de intervalo deve ser reavaliado).

Grau do Óleo Ciclo de Serviço Severo Ciclo de Serviço Normal Ciclo de Serviço Leve
Standard CG-4 Fator de Intervalo 1,0 Fator de Intervalo 1,5 Fator de Intervalo 2,0
CES 20071 (CH-4) Fator de Intervalo 1,25 Fator de Intervalo 2,71 Fator de Intervalo 3,43
CES20076 Fator de Intervalo 1,5 Fator de Intervalo 3,07 Fator de Intervalo 3,79

ISM
Primeiro, use a tabela abaixo para selecionar um ciclo de serviço. Avalie o ciclo de serviço do veículo com base em
todos os três Critérios Operacionais. O ciclo de serviço correto para o veículo é o ciclo de serviço de pior caso com
base nos três Critérios Operacionais (Exemplo: Um caminhão de lixo com média de 7,0 MPG e GVW (peso bruto) de
68.000 será considerado um Ciclo de Serviço Severo se o veículo for operado em ambientes de muita poeira).

Critérios Operacionais Ciclo de Serviço Severo Ciclo de Serviço Normal Ciclo de Serviço Leve
Consumo Médio de Menos de 6,0 MPG 6,0 -7,0 MPG Acima de 7,0 MPG
Combustível
Peso Bruto do Veículo Acima de 80.000 lbs 70.000 - 80.000 lbs Abaixo de 70.000 lbs
(GVW)
O veículo é operado em Sim Não Não
ambientes de muita poeira?

Escolha o fator de intervalo correto com base nas seguintes tabelas.


NOTA: O fator de intervalo correto é baseado no ciclo de serviço e no grau do óleo usado pelo cliente; se o grau do
óleo usado pelo cliente mudar, o fator de intervalo deve ser reavaliado).
O veículo acumula 13.000 km [8000 milhas] (ou mais) por mês; o motor está equipado com um turbocompressor
não-wastegate.

Grau do Óleo Ciclo de Serviço Severo Ciclo de Serviço Normal Ciclo de Serviço Leve
Standard CG-4 Fator de Intervalo 0,67 Fator de Intervalo 1,33 Fator de Intervalo 1,67
CES 20071 (CH-4) Fator de Intervalo 1,00 Fator de Intervalo 2,00 Fator de Intervalo 2,67
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Monitor de Manutenção
Seção FC - Recursos de Geração de Energia Página FC-9

Grau do Óleo Ciclo de Serviço Severo Ciclo de Serviço Normal Ciclo de Serviço Leve
CES20076 Fator de Intervalo 1,33 Fator de Intervalo 2,33 Fator de Intervalo 3,00

O veículo acumula 13.000 km [8000 milhas] (ou mais) por mês; o motor está equipado com um turbocompressor
wastegate.

Grau do Óleo Ciclo de Serviço Severo Ciclo de Serviço Normal Ciclo de Serviço Leve
Standard CG-4 Fator de Intervalo 0,33 Fator de Intervalo 0,53 Fator de Intervalo 0,80
CES 20071 (CH-4) Fator de Intervalo 0,67 Fator de Intervalo 1,00 Fator de Intervalo 1,67
CES20076 Fator de Intervalo 0,83 Fator de Intervalo 1,33 Fator de Intervalo 2,00

O veículo acumula menos de 13.000 km [8000 milhas] (ou mais) por mês

Grau do Óleo Turbocompressor com Turbocompressor Não- N/A


Válvula Wastegate Wastegate
Standard CG-4 Fator de Intervalo 0,17 Fator de Intervalo 0,30 N/A
CES 20071 (CH-4) Fator de Intervalo 0,30 Fator de Intervalo 0,47 N/A
CES 20076 7 Fator de Intervalo 0,4 Fator de Intervalo 0,60 N/A

O veículo é um veículo de recreação ou caminhão de bombeiros

Grau do Óleo 450 HP 500 HP


Standard CG-4 Fator de Intervalo 0,40 Fator de Intervalo 0,20
CES 20071 (CH-4) Fator de Intervalo 0,60 Fator de Intervalo 0,30
CES20076 Fator de Intervalo 0,80 Fator de Intervalo 0,40

Ativação/Desativação pelo Motorista


Este recurso é habilitado utilizando-se o INSITE™ da Cummins.
A única interação do motorista ou do usuário é apagar manualmente a lâmpada de advertência. Consulte o manual
de Operação e Manutenção do motor para obter os métodos corretos de apagamento das lâmpadas. Como
alternativa, o INSITE™ pode ser usado para reajustar a lâmpada de manutenção.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Nem todos os motores (exemplo: CELECT™) são equipados com uma lâmpada de manutenção separada. Nesses
casos, o motor pode utilizar outro método (Exemplo: Os motores CELECT™ alertam o operador piscando a lâmpada
de proteção do motor em cinco ciclos de três lampejos aproximadamente 12 segundos após a chave de ignição ser
ligada (ON). Consulte o Manual de Operação e Manutenção do motor para obter uma descrição do modo como o
operador é alertado quando este recurso está habilitado.
O Monitor de Manutenção não será habilitado se o Centinel™ estiver instalado no veículo.
Instruções Especiais
Não habilite o modo Automático do monitor de manutenção sem antes consultar o manual de operação e manutenção
e avaliar corretamente o ciclo de serviço do veículo. Se o modo Automático for utilizado, será necessário selecionar
o Fator de Intervalo correto.
Desvantagens
As aplicações que não usam uma lâmpada separada de manutenção podem acionar lâmpadas de advertência do
motor que resultam em falsas indicações de manutenção se os motoristas não forem treinados para usar o recurso
Monitor de Manutenção.
Recursos Visuais
Nenhum
Monitor de Voltagem da Bateria ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FC-10 Seção FC - Recursos de Geração de Energia

Monitor de Voltagem da Bateria (214-017)


Descrição do Recurso
Este recurso monitora a voltagem da bateria e fornece uma advertência antecipada se o nível de voltagem estiver
fora de um limite estabelecido durante um certo período. Se o ECM detectar voltagem baixa ou alta da bateria, serão
registrados códigos de falha e uma lâmpada de falha será acesa para alertar o operador. Em motores automotivos,
se a voltagem cair abaixo de um limite muito baixo a rotação de marcha lenta aumentará automaticamente para
aumentar a saída do alternador. Isto ocorrerá somente se o parâmetro Aceleração da Marcha Lenta estiver habilitado.
Este recurso também especifica se o equipamento possui um sistema elétrico de 12 ou 24 volts. Este valor determina
quais limites calibrados serão utilizados para a determinação de falhas de voltagem.
Parâmetros Ajustáveis
Nome: Monitor de Voltagem da Bateria
Faixa: Habilitação
Descrição: Permite que o usuário habilite ou desabilite o recurso Monitor de Voltagem da Bateria.
Nome: Aceleração da Marcha Lenta
Faixa: Habilitação
Descrição: Em motores automotivos somente, se a voltagem cair abaixo de um limite muito baixo, o parâmetro
de aceleração da marcha lenta aumentará automaticamente a marcha lenta do motor para aumentar a saída do
alternador.
Nome: Voltagem do Sistema Elétrico
Faixa: 12 volts ou 24 volts
Descrição: Permite ao usuário modificar a calibração do ECM para operação em um veículo ou equipamento com
sistema elétrico de 12 ou 24 volts. A seleção da voltagem correta do sistema elétrico permite que o ECM "saiba"
qual conjunto de limites de voltagem seja utilizado para o recurso Monitor de Voltagem da Bateria.

Ativação/Desativação pelo Motorista


O motorista não pode ativar ou desativar o recurso Monitor de Voltagem da Bateria. Este recurso pode ser ativado
ou desativado somente com a ferramenta de serviço INSITE™.
Interação com outros Recursos e Parâmetros
Se a opção Aceleração da Marcha Lenta causar o aumento da rotação de marcha lenta do motor, esta retornará ao
nível normal estabelecido no INSITE™ depois que a voltagem da bateria aumentar. Se a voltagem da bateria não
aumentar, o motor continuará a operar na rotação de marcha lenta aumentada.
O Código de Falha 597 indica uma voltagem baixa do sistema de carga e acende uma lâmpada amarela de
advertência. O Código de Falha 597 também será registrado se o Sistema de Controle de Marcha Lenta do ICON™
estiver instalado e tiver dado partida no motor três vezes em três horas devido à baixa voltagem da bateria do sistema.
Instruções Especiais
É necessário selecionar o valor correto da voltagem do sistema elétrico do veículo para que o recurso funcione
corretamente. A seleção de um valor da voltagem do sistema elétrico permite que o ECM "saiba" qual conjunto de
limites de voltagem deve ser utilizado.
Existem três níveis de advertência de voltagem com os códigos de falha associados:
Código de Falha 596 - Mal Funcionamento do Sistema Elétrico de Carga
Código de Falha 597 - Mal Funcionamento do Sistema Elétrico de Carga - Nível de Advertência
Código de Falha 598 - Mal Funcionamento do Sistema Elétrico de Carga - Nível Crítico
O Código de Falha 596 indica uma voltagem alta do sistema de carga e também faz acender uma lâmpada amarela
de advertência. O Código de Falha 597 indica uma voltagem baixa do sistema de carga e também faz acender uma
lâmpada amarela de advertência. O Código de Falha 597 também será registrado se o Sistema de Controle de Marcha
Lenta do ICON™ estiver instalado e tiver dado partida no motor três vezes em três horas devido à baixa voltagem da
bateria do sistema. O Código de Falha 598 indica uma voltagem muito baixa do sistema de carga e também faz
acender a lâmpada vermelha de parada.
Quando qualquer um desses códigos de falha de mal funcionamento do sistema de carga for registrado, a falha se
tornará inativa quando a chave de ignição for desligada. Quando é dada nova partida no motor, há um período durante
o qual o recurso Monitor não verifica se há falhas de voltagem. Depois de um determinado tempo, o recurso retoma
a função de monitoramento da voltagem da bateria.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Monitor de Voltagem da Bateria
Seção FC - Recursos de Geração de Energia Página FC-11

Desvantagens
Os limites de voltagem e de aceleração da rotação de marcha lenta não podem ser ajustados com a ferramenta de
serviço INSITE™.
Se o recurso estiver habilitado, o interruptor de decremento da marcha lenta será desabilitado para impedir que o
operador reduza a rotação da marcha lenta.
Recursos Visuais
Nenhum
Monitor de Voltagem da Bateria ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página FC-12 Seção FC - Recursos de Geração de Energia

Anotações
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-a

Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha


Conteúdo da Seção
Página
Código de Falha 0001 .....................................................................................................................................TF-1
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape - Voltagem Acima da Normal ou com Voltagem Alta
Código de Falha 0002 ...................................................................................................................................TF-10
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape - Voltagem Abaixo da Normal ou com Voltagem Baixa.
Código de Falha 0003 ...................................................................................................................................TF-22
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape - Dados Inválidos, Intermitentes ou Incorretos.
Código de Falha 0004 ...................................................................................................................................TF-26
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Escape - Dados Inválidos, Intermitentes ou Incorretos.
Código de Falha 0005 ...................................................................................................................................TF-30
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de Escape - Voltagem Abaixo da Normal ou com Voltagem
Baixa
Código de Falha 0006 ...................................................................................................................................TF-40
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Escape - Voltagem Acima da Normal ou com Voltagem
Alta
Código de Falha 111 .....................................................................................................................................TF-47
Módulo de Controle do Motor - Falha Interna Crítica
Código de Falha 115 .....................................................................................................................................TF-51
Perda dos Dois Sinais Magnéticos de Rotação/Posição da Árvore de Manivelas do Motor - Dados Inválidos,
Intermitentes ou Incorretos
Código de Falha 122 .....................................................................................................................................TF-54
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - Voltagem Acima da Normal ou com Voltagem Alta
Código de Falha 123 .....................................................................................................................................TF-65
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - Voltagem Abaixo da Normal ou com Voltagem Baixa
Código de Falha 124 .....................................................................................................................................TF-77
Pressão no Coletor de Admissão 1 - Dados Válidos mas Acima da Faixa Normal de Operação - Nível
Moderadamente Severo
Código de Falha 131 .....................................................................................................................................TF-81
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador - com Voltagem Alta
Código de Falha 132 .....................................................................................................................................TF-93
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador - Voltagem Abaixo da Normal ou com Voltagem
Baixa
Código de Falha 133 ...................................................................................................................................TF-107
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador Remoto - Voltagem Acima da Normal ou com
Voltagem Alta
Código de Falha 134 ...................................................................................................................................TF-119
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador Remoto - Voltagem Abaixo da Normal ou
com Voltagem Baixa
Código de Falha 135auto ............................................................................................................................TF-133
Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima da Normal ou com Voltagem Alta
Código de Falha 135mar .............................................................................................................................TF-144
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima da Normal ou com Voltagem Alta
Código de Falha 141auto ............................................................................................................................TF-154
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Abaixo da Normal ou com Voltagem Baixa
Código de Falha 141mar .............................................................................................................................TF-166
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Abaixo da Normal ou com Voltagem Baixa
Código de Falha 143b .................................................................................................................................TF-177
Pressão na Galeria de Óleo do Motor - Dados Válidos mas Abaixo da Faixa Normal de Operação - Nível
Moderadamente Severo
Código de Falha 143bm ..............................................................................................................................TF-179
Pressão na Galeria de Óleo do Motor - Dados Válidos mas Abaixo da Faixa Normal de Operação - Nível
Moderadamente Severo
Código de Falha 144b .................................................................................................................................TF-181
Circuito 1 do Sensor da Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor - Voltagem Acima da Normal ou com
Voltagem Alta
Código de Falha 144bm ..............................................................................................................................TF-193
Circuito 1 do Sensor da Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor - Voltagem Acima da Normal ou com
Voltagem Alta
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-b Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

Código de Falha 145b .................................................................................................................................TF-205


Circuito 1 do Sensor da Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor - Voltagem Abaixo da Normal ou com
Voltagem Baixa
Código de Falha 145bm ..............................................................................................................................TF-215
Circuito 1 do Sensor da Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor - Voltagem Abaixo da Normal ou com
Voltagem Baixa
Código de Falha 146b .................................................................................................................................TF-225
Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor - Dados Válidos mas Acima da Faixa Normal de Operação -
Nível Moderadamente Severo
Código de Falha 146bm ..............................................................................................................................TF-228
Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor - Dados Válidos mas Acima da Faixa Normal de Operação -
Nível Moderadamente Severo
Código de Falha 147 ...................................................................................................................................TF-230
Freqüência do Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador - Dados Válidos mas Abaixo
da Faixa Normal de Operação - Nível Mais Severo
Código de Falha 148 ...................................................................................................................................TF-241
Sensor 1 de Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador - DadosVálidos mas Acima da Faixa Normal de Operação
- Nível Mais Severo
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-1

Código de Falha 0001

Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape - Voltagem Acima da Normal ou
com Voltagem Alta

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 0001 Circuito No. 1 do Sensor da Nenhum quanto ao desempenho.


PID(P), SID(S): Pressão dos Gases de Escape -
FMI: Voltagem Acima da Normal ou
Lâmpada: com Voltagem Alta. Detectado
SRT: sinal de voltagem alta no circuito
do Sensor da Pressão dos Gases
de Escape.

Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape

Descrições do Circuito:
O sensor da pressão dos gases de escape envia o valor da pressão dos gases de escape para a unidade monitora
de tratamento dos gases de escape através do chicote da unidade.

Localização do Componente:
O sensor da pressão dos gases de escape está localizado na entrada do catalisador de escape. A localização do
sensor varia dependendo da aplicação.

Dicas para a Oficina:


Possíveis causas deste código de falha:
• Circuito de retorno aberto no chicote, nos conectores ou no sensor
• Circuito de sinal em curto com a alimentação do sensor ou com a voltagem da bateria.
Este código de falha é mostrado somente na unidade monitora de tratamento dos gases de escape e não é mostrado
no módulo eletrônico de controle do motor (ECM). O código de falha e as lâmpadas de manutenção de tratamento
dos gases de escape serão ativados uma vez em seqüência para alertar o operador que a condição existe. As
lâmpadas de diagnóstico do motor não acenderão.
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-2 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique o circuito e o sensor da pressão dos gases de escape.
PASSO 1A: Inspecione o sensor da pressão Pinos sujos ou danificados?
dos gases de escape e os pinos
do conector.
PASSO 1B: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 0001 inativo e
Código de Falha 0002 ativo?
PASSO 1C: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 1D: Verifique o código de falha e a O Código de Falha 0001 está
condição do sensor. presente?
PASSO 2: Verifique a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e o chicote
da unidade.
PASSO 2A: Inspecione a unidade monitora Pinos sujos ou danificados?
de tratamento dos gases de
escape e os pinos do conector
do chicote da unidade.
PASSO 2B: Verifique se há um circuito Menos de 10 ohms?
aberto no chicote da unidade
monitora de tratamento dos
gases de escape.
PASSO 2C: Verifique se há um curto-circuito Mais de 100k ohms?
entre pinos no chicote da
unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
PASSO 2D: Verifique se há um curto-circuito Mais de 100 ohms?
entre pinos no chicote da
unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
PASSO 2E: Verifique se há algum código de O Código de Falha 0001 está
falha registrado. presente?
PASSO 3: Apague o código de falha.
PASSO 3A: Desative o código de falha. O Código de Falha 0001 está
presente?
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-3

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique o circuito e o sensor da pressão dos gases de escape.


PASSO 1A: Inspecione o sensor da pressão dos gases de escape e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da pressão dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 3A


da unidade monitora de tratamento dos gases de SIM
escape e do sensor da pressão dos gases de
escape quanto a: Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados sensor ou no conector do chicote.
• Pinos torcidos para trás ou expandidos
• Umidade dentro ou sobre o conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações do conector danificadas ou faltando Se danificados, repare o chicote, o conector
• Dano na blindagem do fio ou os pinos, se possível.
• Capa do conector quebrada
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores. Consulte o Procedimento 011-038 no Manual
de Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Inspeção de Componentes e de Pinos de Boletim 3653266.
Conectores, Procedimento 019-361.
Pinos sujos ou danificados? 1B
NÃO

PASSO 1B: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o sensor da pressão dos gases
de escape.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

'Zere' a Unidade Monitora de Tratamento dos Código de Falha 0001 inativo e Código de 1D
Gases de Escape utilizando a ferramenta Falha 0002 ativo?
eletrônica de serviço Interface do Monitor de SIM
Emissões.
• Dê partida no motor e verifique se há resposta
apropriada do circuito após 30 segundos. Código de Falha 0001 inativo e Código de 2A
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço Falha 0002 ativo?
Interface do Monitor de Emissões para ler os NÃO
códigos de falha.
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-4 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 1C: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o sensor da pressão dos gases
de escape.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de Alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 1D


de Retorno. SIM
• Meça a voltagem entre os pinos de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts e o pino de
RETORNO do sensor da pressão dos gases 4,75 a 5,25 VCC? 2A
de escape, no conector do sensor no chicote NÃO
da unidade monitora de tratamento dos gases
de escape.

PASSO 1D: Verifique os códigos de falha e a condição do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte o sensor da pressão dos gases de escape no chicote da unidade monitora de tratamento dos gases
de escape.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

'Zere' a Unidade Monitora de Tratamento dos O Código de Falha 0001 está presente? 3A
Gases de Escape utilizando a ferramenta SIM
eletrônica de serviço Interface do Monitor de
Emissões. Reparo:
• Dê partida no motor e verifique se há resposta Foi detectado um sensor defeituoso.
apropriada do circuito após 30 segundos.
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço Substitua o sensor da pressão dos gases de
Interface do Monitor de Emissões para ler os escape. Consulte o Procedimento 011-039
códigos de falha. no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.

O Código de Falha 0001 está presente? 3A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-5

PASSO 2: Verifique a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e o chicote da


unidade.
PASSO 2A: Inspecione a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e os pinos do conector
do chicote da unidade.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o chicote da unidade.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores da unidade Pinos sujos ou danificados? 3A


monitora de tratamento dos gases de escape e SIM
do chicote da unidade quanto a:
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos conector da unidade monitora de tratamento
• Umidade dentro ou sobre o conector dos gases de escape ou no conector do
• Vedações do conector danificadas ou faltando chicote da unidade.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada Limpe o conector e os pinos.
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores. Se danificados, repare o chicote, o conector
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte ou os pinos, se possível.
Inspeção de Componentes e de Pinos de Consulte o Procedimento 011-038 ou o
Conectores, Procedimento 019-361. Procedimento 011-035 no Manual de
Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Boletim 3653266.

Pinos sujos ou danificados? 2B


NÃO
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-6 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2B: Verifique se há um circuito aberto no chicote da unidade monitora de tratamento dos gases
de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o chicote da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da pressão dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um circuito aberto. Menos de 10 ohms? 2C


• Meça a resistência entre o pino de RETORNO SIM
da pressão dos gases de escape, no conector
da unidade monitora de tratamento dos gases
de escape, lado do chicote da unidade, e o Menos de 10 ohms? 3A
pino de RETORNO no conector do sensor da NÃO
pressão dos gases de escape, no chicote da
Reparo:
unidade monitora de tratamento dos gases de
escape. Foi detectado um circuito de RETORNO
aberto no chicote da unidade monitora de
Para obter as técnicas gerais de medição da
resistência, consulte Medições da Resistência tratamento dos gases de escape.
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, Faça o diagnóstico de falhas de todos os
Procedimento 019-360. chicotes conectados em série para
determinar qual deles contém o circuito
aberto de retorno.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-7

PASSO 2C: Verifique se há um curto-circuito entre pinos no chicote da unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o conector da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da pressão dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto-circuito entre pinos. Mais de 100k ohms? 2D


• Meça a resistência entre o pino de SINAL da SIM
pressão dos gases de escape, no conector da
unidade monitora de tratamento dos gases de
escape, lado do chicote da unidade, e todos Mais de 100k ohms? 3A
os outros pinos do conector no chicote da NÃO
unidade.
Reparo:
Para obter as técnicas gerais de medição da
Foi detectado um curto-circuito entre pinos
resistência, consulte Medições da Resistência
na linha de SINAL, no chicote da unidade
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico,
Procedimento 019-360. monitora de tratamento dos gases de
escape.
Faça o diagnóstico de falhas de todos os
chicotes conectados em série para
determinar qual deles contém o curto-circuito
entre pinos.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-8 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2D: Verifique se há um curto-circuito entre pinos no chicote da unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o conector da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da pressão dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto-circuito entre pinos. Mais de 100k ohms? 2E


• Meça a resistência entre o pino de SIM
ALIMENTAÇÃO da pressão dos gases de
escape, no conector da unidade monitora de
tratamento dos gases de escape, lado do Mais de 100k ohms? 3A
chicote da unidade, e todos os outros pinos do NÃO
conector no chicote da unidade.
Reparo:
Para obter as técnicas gerais de medição da
Foi detectado um curto-circuito entre pinos
resistência, consulte Medições da Resistência
na linha de ALIMENTAÇÃO, no chicote da
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico,
Procedimento 019-360. unidade monitora de tratamento dos gases
de escape.
Faça o diagnóstico de falhas de todos os
chicotes conectados em série para
determinar qual deles contém o curto-circuito
entre pinos.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-9

PASSO 2E: Verifique se há algum código de falha registrado.


Condições:
• Conecte todos os componentes
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

'Zere' a Unidade Monitora de Tratamento dos O Código de Falha 0001 está presente? 3A
Gases de Escape utilizando a ferramenta SIM
eletrônica de serviço Interface do Monitor de
Emissões. Reparo:
• Dê partida no motor e verifique se há resposta Substitua a unidade monitora de tratamento
apropriada do circuito após 30 segundos. dos gases de escape. Consulte o
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço Procedimento 011-035 no Manual de
Interface do Monitor de Emissões para ler os Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
códigos de falha. Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Boletim 3653266.

O Código de Falha 0001 está presente? 3A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Apague o código de falha.


PASSO 3A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Reinicialize os códigos de falha utilizando a O Código de Falha 0001 está presente? 1A


ferramenta eletrônica de serviço Interface do SIM
Monitor de Emissões.
• Certifique-se de que as lâmpadas de
advertência do nível de emissões pisquem O Código de Falha 0001 está presente? Reparo
duas vezes para indicar a reinicialização. NÃO completo.
• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha
lenta durante 1 minuto.
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-10 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

Código de Falha 0002

Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape - Voltagem Abaixo da Normal ou
com Voltagem Baixa.

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 0002 Circuito No. 1 do Sensor da Nenhum quanto ao desempenho.


PID(P), SID(S): Pressão dos Gases de Escape -
FMI: Voltagem Abaixo da Normal ou
Lâmpada: com Voltagem Baixa. Detectado
SRT: sinal de voltagem baixa ou um
circuito aberto no circuito do
Sensor da Pressão dos Gases de
Escape.

Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape

Descrições do Circuito:
O sensor da pressão dos gases de escape envia o valor da pressão dos gases de escape para a unidade monitora
de tratamento dos gases de escape através do chicote da unidade.

Localização do Componente:
O sensor da pressão dos gases de escape está localizado na entrada do catalisador de escape. A localização do
sensor varia dependendo da aplicação.

Dicas para a Oficina:


Possíveis causas deste código de falha:
• Circuito de sinal aberto ou em curto com o massa no chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de
escape ou no sensor da pressão dos gases de escape.
• Linha de alimentação aberta ou em curto com o massa.
Este código de falha é mostrado somente na unidade monitora de tratamento dos gases de escape e não é mostrado
no módulo eletrônico de controle do motor (ECM). O código de falha e as lâmpadas de manutenção de tratamento
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-11

dos gases de escape serão ativados duas vezes em seqüência para alertar o operador que a condição existe. As
lâmpadas de diagnóstico do motor não acenderão.
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-12 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique o circuito e o sensor da pressão dos gases de escape.
PASSO 1A: Inspecione o sensor da pressão Pinos sujos ou danificados?
dos gases de escape e os pinos
do conector.
PASSO 1B: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 1C: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 0002 inativo e
Código de Falha 0001 ativo?
PASSO 1D: Verifique o código de falha e a Código de Falha 0002 ativo?
condição do sensor.
PASSO 2: Verifique a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e o chicote
da unidade.
PASSO 2A: Inspecione a unidade monitora Pinos sujos ou danificados?
de tratamento dos gases de
escape e os pinos do conector
do chicote da unidade.
PASSO 2B: Verifique se há um circuito Menos de 10 ohms?
aberto no chicote da unidade
monitora de tratamento dos
gases de escape.
PASSO 2C: Verifique se há um circuito Menos de 10 ohms?
aberto no chicote da unidade
monitora de tratamento dos
gases de escape.
PASSO 2D: Verifique se há um curto-circuito Mais de 100k ohms?
entre pinos no chicote da
unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
PASSO 2E: Verifique se existe um curto- Mais de 100k ohms?
circuito entre os pinos e o
massa.
PASSO 2F: Verifique se há algum código de O Código de Falha 0002 está
falha registrado. presente?
PASSO 3: Apague o código de falha.
PASSO 3A: Desative o código de falha. O Código de Falha 0002 está
presente?
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-13

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique o circuito e o sensor da pressão dos gases de escape.


PASSO 1A: Inspecione o sensor da pressão dos gases de escape e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da pressão dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 3A


da unidade monitora de tratamento dos gases de SIM
escape e do sensor da pressão dos gases de
escape quanto a: Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados sensor ou no conector do chicote.
• Pinos torcidos para trás ou expandidos
• Umidade dentro ou sobre o conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações do conector danificadas ou faltando Se danificados, repare o chicote, o conector
• Dano na blindagem do fio ou os pinos, se possível.
• Capa do conector quebrada
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores. Consulte o Procedimento 011-038 no Manual
de Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Inspeção de Componentes e de Pinos de Boletim 3653266.
Conectores, Procedimento 019-361.
Pinos sujos ou danificados? 1B
NÃO

PASSO 1B: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o sensor da pressão dos gases
de escape.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de Alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 1C


de Retorno. SIM
• Meça a voltagem entre os pinos de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts e o pino de
RETORNO do sensor da pressão dos gases 4,75 a 5,25 VCC? 2A
de escape, no conector do sensor no chicote NÃO
da unidade monitora de tratamento dos gases
de escape.
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-14 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 1C: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o sensor da pressão dos gases
de escape.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

'Zere' a Unidade Monitora de Tratamento dos Código de Falha 0002 inativo e Código de 1D
Gases de Escape utilizando a ferramenta Falha 0001 ativo?
eletrônica de serviço Interface do Monitor de SIM
Emissões.
• Instale um fio de ponte entre os pinos de
ALIMENTAÇÃO e de SINAL da pressão dos Código de Falha 0002 inativo e Código de 2A
gases de escape, no conector do sensor da Falha 0001 ativo?
pressão dos gases de escape, no chicote da NÃO
unidade monitora.
• Dê partida no motor e verifique se há resposta
apropriada do circuito após 30 segundos.
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço
Interface do Monitor de Emissões para ler os
códigos de falha.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-15

PASSO 1D: Verifique os códigos de falha e a condição do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte o sensor da pressão dos gases de escape no chicote da unidade monitora de tratamento dos gases
de escape.
• 'Zere' o Monitor de Tratamento dos Gases de Escape
• Dê partida no motor.
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 0002 ativo? 3A


após 30 segundos. SIM
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço
Interface do Monitor de Emissões para ler os Reparo:
códigos de falha. Foi detectado um sensor defeituoso.
Substitua o sensor da pressão dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-039
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.

Código de Falha 0002 ativo? 3A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-16 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2: Verifique a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e o chicote da


unidade.
PASSO 2A: Inspecione a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e os pinos do conector
do chicote da unidade.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o chicote da unidade.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores da unidade Pinos sujos ou danificados? 3A


monitora de tratamento dos gases de escape e SIM
do chicote da unidade monitora quanto a:
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos conector da unidade monitora de tratamento
• Umidade dentro ou sobre o conector dos gases de escape ou no conector do
• Vedações do conector danificadas ou faltando chicote da unidade.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada Limpe o conector e os pinos.
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores. Se danificados, repare o chicote, o conector
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte ou os pinos, se possível.
Inspeção de Componentes e de Pinos de Consulte o Procedimento 011-038 ou o
Conectores, Procedimento 019-361. Procedimento 011-035 no Manual de
Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Boletim 3653266.

Pinos sujos ou danificados? 2B


NÃO
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-17

PASSO 2B: Verifique se há um circuito aberto no chicote da unidade monitora de tratamento dos gases
de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o chicote da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da pressão dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um circuito aberto. Menos de 10 ohms? 2C


• Meça a resistência entre o pino de SIM
ALIMENTAÇÃO da pressão dos gases de
escape, no conector da unidade monitora de
tratamento dos gases de escape, lado do Menos de 10 ohms? 3A
chicote da unidade, e o pino de NÃO
ALIMENTAÇÃO no conector do sensor da
Reparo:
pressão dos gases de escape, no chicote da
unidade monitora de tratamento dos gases de Foi detectado um circuito de ALIMENTAÇÃO
escape. aberto no chicote da unidade monitora de
Para obter as técnicas gerais de medição da tratamento dos gases de escape.
resistência, consulte Medições da Resistência Faça o diagnóstico de falhas de todos os
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, chicotes conectados em série para
Procedimento 019-360. determinar qual deles contém o circuito
aberto de retorno.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-18 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2C: Verifique se há um circuito aberto no chicote da unidade monitora de tratamento dos gases
de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o chicote da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da pressão dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um circuito aberto. Menos de 10 ohms? 2D


• Meça a resistência entre o pino de SINAL da SIM
pressão dos gases de escape, no conector da
unidade monitora de tratamento dos gases de
escape, lado do chicote da unidade, e o pino Menos de 10 ohms? 3A
de SINAL no conector do sensor da pressão NÃO
dos gases de escape, no chicote da unidade
Reparo:
monitora de tratamento dos gases de escape.
Foi detectado um circuito de SINAL aberto no
Para obter as técnicas gerais de medição da
chicote da unidade monitora de tratamento
resistência, consulte Medições da Resistência
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, dos gases de escape.
Procedimento 019-360. Faça o diagnóstico de falhas de todos os
chicotes conectados em série para
determinar qual deles contém o circuito
aberto de retorno.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-19

PASSO 2D: Verifique se há um curto-circuito entre pinos no chicote da unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o conector da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da pressão dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto-circuito entre pinos. Mais de 100k ohms? 2E


• Meça a resistência entre o pino de SINAL da SIM
pressão dos gases de escape, no conector da
unidade monitora de tratamento dos gases de
escape, lado do chicote da unidade, e todos Mais de 100k ohms? 3A
os outros pinos do conector no chicote da NÃO
unidade.
Reparo:
Para obter as técnicas gerais de medição da
Foi detectado um curto-circuito entre pinos
resistência, consulte Medições da Resistência
na linha de SINAL, no chicote da unidade
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico,
Procedimento 019-360. monitora de tratamento dos gases de
escape.
Faça o diagnóstico de falhas de todos os
chicotes conectados em série para
determinar qual deles contém o curto-circuito
entre pinos.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-20 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2E: Verifique se existe um curto-circuito entre os pinos e o massa.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o conector da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da pressão dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto entre os pinos e o Mais de 100k ohms? 2F


massa. SIM
• Meça a resistência entre o pino de SINAL da
pressão dos gases de escape, no conector da
unidade monitora de tratamento dos gases de Mais de 100k ohms? 3A
escape, no chicote da unidade, e o massa. NÃO
Para obter as técnicas gerais de medição da Reparo:
resistência, consulte Medições da Resistência
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, Foi detectado um curto-circuito entre os
pinos e o massa na linha de SINAL, no
Procedimento 019-360.
chicote da unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
Faça o diagnóstico de falhas de todos os
chicotes conectados em série para
determinar qual deles contém o curto-circuito
entre pinos.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-21

PASSO 2F: Verifique se há algum código de falha registrado.


Condições:
• Conecte todos os componentes
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

'Zere' a Unidade Monitora de Tratamento dos O Código de Falha 0002 está presente? 3A
Gases de Escape utilizando a ferramenta SIM
eletrônica de serviço Interface do Monitor de
Emissões. Reparo:
• Dê partida no motor e verifique se há resposta Substitua a unidade monitora de tratamento
apropriada do circuito após 30 segundos. dos gases de escape. Consulte o
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço Procedimento 011-035 no Manual de
Interface do Monitor de Emissões para ler os Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
códigos de falha. Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Boletim 3653266.

O Código de Falha 0002 está presente? 3A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Apague o código de falha.


PASSO 3A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Reinicialize os códigos de falha utilizando a O Código de Falha 0002 está presente? 1A


ferramenta eletrônica de serviçoInterface do SIM
Monitor de Emissões.
• Certifique-se de que as lâmpadas de
advertência do nível de emissões pisquem O Código de Falha 0002 está presente? Reparo
duas vezes para indicar a reinicialização. NÃO completo.
• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha
lenta durante 1 minuto.
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-22 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

Código de Falha 0003

Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape - Dados Inválidos, Intermitentes
ou Incorretos.

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 0003 Circuito No. 1 do Sensor da Nenhum quanto ao desempenho.


PID(P), SID(S): Pressão dos Gases de Escape -
FMI: Dados Inválidos, Intermitentes ou
Lâmpada: Incorretos. A unidade monitora
SRT: de tratamento dos gases de
escape detectou que o sensor
número 1 da pressão dos gases
de escape não responde.

Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape

Descrições do Circuito:
O sensor da pressão dos gases de escape envia o valor da pressão dos gases de escape para a unidade monitora
de tratamento dos gases de escape através do chicote da unidade.

Localização do Componente:
O sensor da pressão dos gases de escape está localizado na entrada do catalisador de escape. A localização do
sensor varia dependendo da aplicação.

Dicas para a Oficina:


Este código de falha é ativado quando a unidade monitora de tratamento dos gases de escape detecta que o valor
do sinal da pressão dos gases de escape não muda (isto é, está preso no intervalo de operação). Para que este
código de falha seja ativado, a unidade monitora de tratamento dos gases de escape deve detectar que o sinal da
pressão dos gases de escape não mude durante 30 minutos de funcionamento do motor quando a temperatura dos
gases de escape está acima de 250°C [482°F].
Possíveis causas deste código de falha:
• Defeito no sensor da pressão dos gases de escape.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-23

Este código de falha é mostrado somente na unidade monitora de tratamento dos gases de escape e não é mostrado
no módulo eletrônico de controle do motor (ECM). O código de falha e as lâmpadas de manutenção de tratamento
dos gases de escape serão ativados três vezes em seqüência para alertar o operador que a condição existe. As
lâmpadas de diagnóstico do motor não acenderão.
Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-24 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Monitore a pressão dos gases de escape.
PASSO 1A: Monitore a pressão dos gases de Existe alteração na leitura da
escape. pressão dos gases de escape?
PASSO 2: Apague o código de falha.
PASSO 2A: Desative o código de falha. O Código de Falha 0003 está
presente?

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Monitore a pressão dos gases de escape.


PASSO 1A: Monitore a pressão dos gases de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.
• Dê partida no motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Monitore a leitura da pressão dos gases de Existe alteração na leitura da pressão dos Nenhum
escape utilizando a ferramenta eletrônica de gases de escape? reparo.
serviço Interface do Monitor de Emissões. SIM
• Deixe o motor funcionar várias vezes entre a
marcha lenta e a rotação máxima sem carga e
certifique-se de que haja mudança na leitura Existe alteração na leitura da pressão dos 2A
da pressão dos gases de escape. gases de escape?
NÃO
Reparo:
Foi detectada uma conexão defeituosa no
sensor ou no conector do chicote, ou um
sensor defeituoso.
Consulte o Procedimento 011-039 no Manual
de Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Boletim 3653266.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Pressão dos Gases de Escape [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-25

PASSO 2: Apague o código de falha.


PASSO 2A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Reinicialize os códigos de falha utilizando a O Código de Falha 0003 está presente? 1A


ferramenta eletrônica de serviço Interface do SIM
Monitor de Emissões.
• Certifique-se de que as lâmpadas de Reparo:
advertência do nível de emissões pisquem Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
duas vezes para indicar a reinicialização. ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Nota: Para que este código de falha seja ativado, Cummins local depois de verificar e
o motor deverá funcionar durante trinta minutos completar todos os passos novamente.
pelo menos, com a temperatura dos gases de
escape acima de 250°C [482°F]. Não é provável O Código de Falha 0003 está presente? Reparo
que este código de falha torne-se ativo na completo.
NÃO
oficina.
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-26 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

Código de Falha 0004

Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Escape - Dados Inválidos,


Intermitentes ou Incorretos.

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 0004 Circuito No. 1 do Sensor da Nenhum quanto ao desempenho.


PID(P), SID(S): Temperatura dos Gases de
FMI: Escape - Dados Inválidos,
Lâmpada: Intermitentes ou Incorretos. A
SRT: unidade monitora de tratamento
dos gases de escape detectou
que o sensor número 1 da
temperatura dos gases de
escape não responde.

Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Escape

Descrições do Circuito:
O sensor da temperatura dos gases de escape envia o valor da temperatura dos gases de escape para a unidade
monitora de tratamento dos gases de escape através do chicote da unidade.

Localização do Componente:
O sensor da temperatura dos gases de escape está localizado na entrada do catalisador de escape. A localização
do sensor varia dependendo da aplicação.

Dicas para a Oficina:


Este código de falha é ativado quando a unidade monitora de tratamento dos gases de escape detecta que o valor
do sinal da temperatura dos gases de escape não muda (isto é, está preso no intervalo de operação). Para que este
código de falha seja ativado, a unidade monitora de tratamento dos gases de escape deve detectar que a temperatura
dos gases de escape está abaixo de 100°C [212°F] durante uma hora de funcionamento contínuo do motor.
Possíveis causas deste código de falha:
• Sensor defeituoso da temperatura dos gases de escape.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-27

Este código de falha é mostrado somente na unidade monitora de tratamento dos gases de escape e não é mostrado
no módulo eletrônico de controle do motor (ECM). O código de falha e as lâmpadas de manutenção de tratamento
dos gases de escape serão ativados quatro vezes em seqüência para alertar o operador que a condição existe. As
lâmpadas de diagnóstico do motor não acenderão.
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-28 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Monitore a temperatura dos gases de escape.
PASSO 1A: Monitore a temperatura dos Existe alteração na leitura da
gases de escape. temperatura dos gases de
escape?
PASSO 2: Apague o código de falha.
PASSO 2A: Desative o código de falha. O Código de Falha 0004 está
presente?

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Monitore a temperatura dos gases de escape.


PASSO 1A: Monitore a temperatura dos gases de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.
• Dê partida no motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Monitore a leitura da temperatura dos gases de Existe alteração na leitura da temperatura Nenhum
escape utilizando a ferramenta eletrônica de dos gases de escape? reparo.
serviço Interface do Monitor de Emissões. SIM
• Deixe o motor funcionar várias vezes entre a
marcha lenta e a rotação máxima sem carga e
certifique-se de que haja mudança na leitura Existe alteração na leitura da temperatura 2A
da temperatura dos gases de escape. dos gases de escape?
NÃO
Reparo:
Foi detectada uma conexão defeituosa no
sensor ou no conector do chicote, ou um
sensor defeituoso.
Consulte o Procedimento 011-037 no Manual
de Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Boletim 3653266.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-29

PASSO 2: Apague o código de falha.


PASSO 2A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Reinicialize os códigos de falha utilizando a O Código de Falha 0004 está presente? 1A


ferramenta eletrônica de serviço Interface do SIM
Monitor de Emissões.
• Certifique-se de que as lâmpadas de Reparo:
advertência do nível de emissões pisquem Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
duas vezes para indicar a reinicialização. ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Nota: O motor deverá funcionar durante uma Cummins local depois de verificar e
hora, pelo menos, para que este código de falha completar todos os passos novamente.
seja ativado. Não é provável que este código de
falha torne-se ativo na oficina. O Código de Falha 0004 está presente? Reparo
NÃO completo.
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-30 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

Código de Falha 0005

Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de Escape - Voltagem Abaixo da


Normal ou com Voltagem Baixa

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 0005 Circuito No. 1 do Sensor da Nenhum quanto ao desempenho.


PID(P), SID(S): Temperatura 1 dos Gases de
FMI: Escape - Voltagem Abaixo da
Lâmpada: Normal ou com Voltagem Baixa.
SRT: Detectado sinal de voltagem
baixa ou um circuito aberto no
circuito do Sensor da
Temperatura dos Gases de
Escape.

Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Escape

Descrições do Circuito:
O sensor da temperatura dos gases de escape envia o valor da temperatura dos gases de escape para a unidade
monitora de tratamento dos gases de escape através do chicote da unidade.

Localização do Componente:
O sensor da temperatura dos gases de escape está localizado na entrada do catalisador de escape. A localização
do sensor varia dependendo da aplicação.

Dicas para a Oficina:


Possíveis causas deste código de falha:
• Sinal em curto com o massa.
• Sinal em curto com o retorno ou com o massa no sensor.
• Circuito aberto no fio de sinal
• Circuito de retorno aberto no chicote, no conector ou no sensor.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-31

Este código de falha é mostrado somente na unidade monitora de tratamento dos gases de escape e não é mostrado
no módulo eletrônico de controle do motor (ECM). O código de falha e as lâmpadas de manutenção de tratamento
dos gases de escape serão ativados cinco vezes em seqüência para alertar o operador que a condição existe. As
lâmpadas de diagnóstico do motor não acenderão.
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-32 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique o circuito e o sensor da temperatura dos gases de escape.
PASSO 1A: Inspecione o sensor da Pinos sujos ou danificados?
temperatura dos gases de
escape e os pinos do conector.
PASSO 1B: Verifique a resistência do 14k ohms a 250k ohms?
sensor.
PASSO 2: Verifique a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e o chicote
da unidade.
PASSO 2A: Inspecione a unidade monitora Pinos sujos ou danificados?
de tratamento dos gases de
escape e os pinos do conector
do chicote da unidade.
PASSO 2B: Verifique se há um circuito Menos de 10 ohms?
aberto no chicote da unidade
monitora de tratamento dos
gases de escape.
PASSO 2C: Verifique se há um curto-circuito Mais de 100k ohms?
entre pinos no chicote da
unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
PASSO 2D: Verifique se existe um curto- Mais de 100k ohms?
circuito entre os pinos e o
massa.
PASSO 2E: Verifique se há algum código de O Código de Falha 0002 está
falha registrado. presente?
PASSO 3: Apague o código de falha.
PASSO 3A: Desative o código de falha. O Código de Falha 0002 está
presente?
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-33

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique o circuito e o sensor da temperatura dos gases de escape.


PASSO 1A: Inspecione o sensor da temperatura dos gases de escape e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da temperatura dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 3A


da unidade monitora de tratamento dos gases de SIM
escape e do sensor da temperatura dos gases de
escape quanto a: Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados sensor ou no conector do chicote.
• Pinos torcidos para trás ou expandidos
• Umidade dentro ou sobre o conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações do conector danificadas ou faltando Se danificados, repare o chicote, o conector
• Dano na blindagem do fio ou os pinos, se possível.
• Capa do conector quebrada
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores. Consulte o Procedimento 011-038 no Manual
de Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Inspeção de Componentes e de Pinos de Boletim 3653266.
Conectores, Procedimento 019-361.
Pinos sujos ou danificados? 1B
NÃO
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-34 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 1B: Verifique a resistência do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da temperatura dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a resistência do sensor. 14k ohms a 250k ohms? 2A


• Meça a resistência entre os pinos de SINAL e SIM
de RETORNO no conector do sensor da
temperatura dos gases de escape.
14k ohms a 250k ohms? 3A
NÃO
Reparo:
Substitua o sensor da temperatura dos gases
de escape. Consulte o Procedimento
011-037 no Manual de Diagnóstico de Falhas
e Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3,
ISL e QSL9, Boletim 3653266.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-35

PASSO 2: Verifique a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e o chicote da


unidade.
PASSO 2A: Inspecione a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e os pinos do conector
do chicote da unidade.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o chicote da unidade.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores da unidade Pinos sujos ou danificados? 3A


monitora de tratamento dos gases de escape e SIM
do chicote da unidade monitora quanto a:
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos conector da unidade monitora de tratamento
• Umidade dentro ou sobre o conector dos gases de escape ou no conector do
• Vedações do conector danificadas ou faltando chicote da unidade.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada Limpe o conector e os pinos.
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores. Se danificados, repare o chicote, o conector
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte ou os pinos, se possível.
Inspeção de Componentes e de Pinos de Consulte o Procedimento 011-038 ou o
Conectores, Procedimento 019-361. Procedimento 011-035 no Manual de
Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Boletim 3653266.

Pinos sujos ou danificados? 2B


NÃO
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-36 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2B: Verifique se há um circuito aberto no chicote da unidade monitora de tratamento dos gases
de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o chicote da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da temperatura dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um circuito aberto. Menos de 10 ohms? 2C


• Meça a resistência entre o pino de SINAL no SIM
sensor da temperatura dos gases de escape,
no conector da unidade monitora de
tratamento dos gases de escape, lado do Menos de 10 ohms? 3A
chicote da unidade, e o pino de SINAL no NÃO
conector do sensor da temperatura dos gases
Reparo:
de escape, no chicote da unidade monitora de
tratamento dos gases de escape. Foi detectado um circuito de SINAL aberto no
chicote da unidade monitora de tratamento
Para obter as técnicas gerais de medição da
resistência, consulte Medições da Resistência dos gases de escape.
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, Faça o diagnóstico de falhas de todos os
Procedimento 019-360. chicotes conectados em série para
determinar qual deles contém o circuito
aberto de retorno.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-37

PASSO 2C: Verifique se há um curto-circuito entre pinos no chicote da unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o conector da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da temperatura dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto-circuito entre pinos. Mais de 100k ohms? 2D


• Meça a resistência entre o pino de SINAL da SIM
temperatura dos gases de escape, no
conector da unidade monitora de tratamento
dos gases de escape, lado do chicote da Mais de 100k ohms? 3A
unidade, e todos os outros pinos do conector NÃO
no chicote da unidade.
Reparo:
Para obter as técnicas gerais de medição da
Foi detectado um curto-circuito entre pinos
resistência, consulte Medições da Resistência
na linha de SINAL, no chicote da unidade
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico,
Procedimento 019-360. monitora de tratamento dos gases de
escape.
Faça o diagnóstico de falhas de todos os
chicotes conectados em série para
determinar qual deles contém o curto-circuito
entre pinos.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-38 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2D: Verifique se existe um curto-circuito entre os pinos e o massa.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o conector da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da temperatura dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto entre os pinos e o Mais de 100k ohms? 2E


massa. SIM
• Meça a resistência entre o pino de SINAL da
temperatura dos gases de escape, no
conector da unidade monitora de tratamento Mais de 100k ohms? 3A
dos gases de escape, no chicote da unidade, NÃO
e o massa.
Reparo:
Para obter as técnicas gerais de medição da
resistência, consulte Medições da Resistência Foi detectado um curto-circuito entre os
pinos e o massa na linha de SINAL, no
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico,
chicote da unidade monitora de tratamento
Procedimento 019-360.
dos gases de escape.
Faça o diagnóstico de falhas de todos os
chicotes conectados em série para
determinar qual deles contém o curto-circuito
entre pinos.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura 1 dos Gases de [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-39

PASSO 2E: Verifique se há algum código de falha registrado.


Condições:
• Conecte todos os componentes
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

'Zere' a Unidade Monitora de Tratamento dos O Código de Falha 0005 está presente? 3A
Gases de Escape utilizando a ferramenta SIM
eletrônica de serviço Interface do Monitor de
Emissões. Reparo:
• Dê partida no motor, deixe-o funcionar em Substitua a unidade monitora de tratamento
marcha lenta durante cinco minutos, e dos gases de escape. Consulte o
verifique se há resposta apropriada do Procedimento 011-035 no Manual de
circuito. Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Interface do Monitor de Emissões para ler os Boletim 3653266
códigos de falha.
O Código de Falha 0005 está presente? 3A
NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Apague o código de falha.


PASSO 3A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Reinicialize os códigos de falha utilizando a O Código de Falha 0005 está presente? 1A


ferramenta eletrônica de serviço Interface do SIM
Monitor de Emissões.
• Certifique-se de que as lâmpadas de
advertência do nível de emissões pisquem O Código de Falha 0005 está presente? Reparo
duas vezes para indicar a reinicialização. NÃO completo.
• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha
lenta durante cinco minutos.
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-40 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

Código de Falha 0006

Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Escape - Voltagem Acima da Normal
ou com Voltagem Alta

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 0006 Circuito No. 1 do Sensor da Nenhum quanto ao desempenho.


PID(P), SID(S): Temperatura dos Gases de
FMI: Escape - Voltagem Acima da
Lâmpada: Normal ou com Voltagem Alta.
SRT: Detectado sinal de voltagem alta
ou um circuito aberto no circuito
do Sensor da Temperatura dos
Gases de Escape.

Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Escape

Descrições do Circuito:
O sensor da temperatura dos gases de escape envia o valor da temperatura dos gases de escape para a unidade
monitora de tratamento dos gases de escape através do chicote da unidade.

Localização do Componente:
O sensor da temperatura dos gases de escape está localizado na entrada do catalisador de escape. A localização
do sensor varia dependendo da aplicação.

Dicas para a Oficina:


Possíveis causas deste código de falha:
• Circuito do sinal em curto com uma fonte de tensão, ou sensor em curto.
Este código de falha é mostrado somente na unidade monitora de tratamento dos gases de escape e não é mostrado
no módulo eletrônico de controle do motor (ECM). O código de falha e as lâmpadas de manutenção de tratamento
dos gases de escape serão ativados seis vezes em seqüência para alertar o operador que a condição existe. As
lâmpadas de diagnóstico do motor não acenderão.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-41

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique o circuito e o sensor da temperatura dos gases de escape.
PASSO 1A: Inspecione o sensor da Pinos sujos ou danificados?
temperatura dos gases de
escape e os pinos do conector.
PASSO 1B: Verifique a resistência do 14k ohms a 250k ohms?
sensor.
PASSO 2: Verifique a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e o chicote
da unidade.
PASSO 2A: Inspecione a unidade monitora Pinos sujos ou danificados?
de tratamento dos gases de
escape e os pinos do conector
do chicote da unidade.
PASSO 2B: Verifique se há um curto-circuito Mais de 100k ohms?
entre pinos no chicote da
unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
PASSO 2C: Verifique se há algum código de O Código de Falha 0002 está
falha registrado. presente?
PASSO 3: Apague o código de falha.
PASSO 3A: Desative o código de falha. O Código de Falha 0002 está
presente?
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-42 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique o circuito e o sensor da temperatura dos gases de escape.


PASSO 1A: Inspecione o sensor da temperatura dos gases de escape e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da temperatura dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 3A


da unidade monitora de tratamento dos gases de SIM
escape e do sensor da temperatura dos gases de
escape quanto a: Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados sensor ou no conector do chicote.
• Pinos torcidos para trás ou expandidos
• Umidade dentro ou sobre o conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações do conector danificadas ou faltando Se danificados, repare o chicote, o conector
• Dano na blindagem do fio ou os pinos, se possível.
• Capa do conector quebrada
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores. Consulte o Procedimento 011-038 no Manual
de Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Inspeção de Componentes e de Pinos de Boletim 3653266.
Conectores, Procedimento 019-361.
Pinos sujos ou danificados? 1B
NÃO
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-43

PASSO 1B: Verifique a resistência do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da temperatura dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a resistência do sensor. 14k ohms a 250k ohms? 2A


• Meça a resistência entre os pinos de SINAL e SIM
de RETORNO no conector do sensor da
temperatura dos gases de escape.
14k ohms a 250k ohms? 3A
NÃO
Reparo:
Substitua o sensor da temperatura dos gases
de escape. Consulte o Procedimento
011-037 no Manual de Diagnóstico de Falhas
e Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3,
ISL e QSL9, Boletim 3653266.
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-44 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2: Verifique a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e o chicote da


unidade.
PASSO 2A: Inspecione a unidade monitora de tratamento dos gases de escape e os pinos do conector
do chicote da unidade.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o chicote da unidade.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores da unidade Pinos sujos ou danificados? 3A


monitora de tratamento dos gases de escape e SIM
do chicote da unidade monitora quanto a:
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos conector da unidade monitora de tratamento
• Umidade dentro ou sobre o conector dos gases de escape ou no conector do
• Vedações do conector danificadas ou faltando chicote da unidade.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada Limpe o conector e os pinos.
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores. Se danificados, repare o chicote, o conector
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte ou os pinos, se possível.
Inspeção de Componentes e de Pinos de Consulte o Procedimento 011-038 ou o
Conectores, Procedimento 019-361. Procedimento 011-035 no Manual de
Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Boletim 3653266.

Pinos sujos ou danificados? 2B


NÃO
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-45

PASSO 2B: Verifique se há um curto-circuito entre pinos no chicote da unidade monitora de tratamento
dos gases de escape.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote da unidade monitora de tratamento dos gases de escape o conector da unidade.
• Desconecte do chicote da unidade monitora o sensor da temperatura dos gases de escape.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto-circuito entre pinos. Mais de 100k ohms? 2D


• Meça a resistência entre o pino de SINAL do SIM
sensor da temperatura dos gases de escape,
no conector da unidade monitora de
tratamento dos gases de escape, lado do Mais de 100k ohms? 3A
chicote da unidade, e todos os outros pinos do NÃO
conector no chicote da unidade.
Reparo:
Para obter as técnicas gerais de medição da
Foi detectado um curto-circuito entre pinos
resistência, consulte Medições da Resistência
na linha de SINAL, no chicote da unidade
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico,
Procedimento 019-360. monitora de tratamento dos gases de
escape.
Faça o diagnóstico de falhas de todos os
chicotes conectados em série para
determinar qual deles contém o curto-circuito
entre pinos.
Repare ou substitua o chicote da unidade
monitora de tratamento dos gases de
escape. Consulte o Procedimento 011-038
no Manual de Diagnóstico de Falhas e
Reparos dos Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL
e QSL9, Boletim 3653266.
Circuito No. 1 do Sensor da Temperatura dos Gases de Es [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-46 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2D: Verifique se há algum código de falha registrado.


Condições:
• Conecte todos os componentes
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

'Zere' a Unidade Monitora de Tratamento dos O Código de Falha 0006 está presente? 3A
Gases de Escape utilizando a ferramenta SIM
eletrônica de serviço Interface do Monitor de
Emissões. Reparo:
• Verifique se há resposta apropriada do circuito Substitua a unidade monitora de tratamento
após 30 segundos. dos gases de escape. Consulte o
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço Procedimento 011-035 no Manual de
Interface do Monitor de Emissões para ler os Diagnóstico de Falhas e Reparos dos
códigos de falha. Motores ISC, ISCe, QSC8.3, ISL e QSL9,
Boletim 3653266.

O Código de Falha 0006 está presente? 3A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Apague o código de falha.


PASSO 3A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço Interface do Monitor de Emissões.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Reinicialize os códigos de falha utilizando a O Código de Falha 0006 está presente? 1A


ferramenta eletrônica de serviço Interface do SIM
Monitor de Emissões.
• Certifique-se de que as lâmpadas de
advertência do nível de emissões pisquem O Código de Falha 0006 está presente? Reparo
duas vezes para indicar a reinicialização. NÃO completo.
• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha
lenta durante 1 minuto.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Módulo de Controle do Motor - Falha Interna Crítica
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-47

Código de Falha 111

Módulo de Controle do Motor - Falha Interna Crítica

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 111 Módulo de Controle do Motor - A partida do motor poderá não ocorrer.
PID(P), SID(S): S254 falha interna crítica. Erro interno
FMI: 12/12 do ECM relacionado a falhas do
Lâmpada: Vermelha hardware de memória ou aos
SRT: circuitos internos de voltagem de
alimentação do ECM.

Microprocessador do ECM

Descrições do Circuito:
O ECM é um computador responsável pelo controle do motor, diagnósticos e recursos do usuário.

Localização do Componente:
O ECM está localizado no lado do sistema de combustível do motor. O ECM está conectado no cabeçote dos cilindros
entre os cilindros 2 e 3.

Dicas para a Oficina:


Este código de falha pode ser causado somente por um problema interno do ECM. Reparos não são possíveis para
o ECM.
Módulo de Controle do Motor - Falha Interna Crítica ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-48 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PRECAUÇÃO
Para evitar danos a um novo ECM, investigue todos os outros códigos de falha ativos antes de substituí-lo.

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique o ECM.
PASSO 1A: Verifique o ECM. Código de Falha 111 inativo?
PASSO 1B: Verifique as contagens inativas Menos de 3 contagens?
do Código de Falha 111.
PASSO 2: Apague os códigos de falha.
PASSO 2A: Desative o código de falha. Código de Falha 111 inativo?
PASSO 2B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?
inativos.

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique o ECM.


PASSO 1A: Verifique o ECM.
Condições:
• Conecte todos os componentes

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique o ECM. Código de Falha 111 inativo? 1B


• Desligue a chave de ignição e aguarde 5 SIM
segundos.
• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha
lenta durante 1 minuto. Código de Falha 111 inativo? 2A
NÃO
Reparo:
Substitua o ECM.
Ligue para obter autorização.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Módulo de Controle do Motor - Falha Interna Crítica
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-49

PASSO 1B: Verifique as contagens inativas do Código de Falha 111.


Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique as contagens inativas do Código de Há menos de 3 contagens? 2B


Falha 111. SIM
• Leia as contagens inativas do Código de Falha
111 usando o INSITE™.
Há menos de 3 contagens? Reparo
NÃO completo
Reparo:
Substitua o ECM.
Ligue para obter autorização.

PASSO 2: Apague os códigos de falha.


PASSO 2A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desabilite o código de falha. Código de Falha 111 inativo? 2B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta durante 1 minuto.
• Utilizando a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™, certifique-se de que o código de Código de Falha 111 inativo? 1A
falha esteja inativo. NÃO
Reparo:
Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Cummins local depois de verificar e
completar novamente todos os passos de
diagnóstico.
Módulo de Controle do Motor - Falha Interna Crítica ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-50 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Apague os códigos de falha utilizando a SIM completo
ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.
Todos os códigos apagados? Passos
NÃO apropriados
de
diagnóstico
de falhas e
reparos
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Perda dos Dois Sinais Magnéticos de Rotação/Posição da [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-51

Código de Falha 115

Perda dos Dois Sinais Magnéticos de Rotação/Posição da Árvore de Manivelas do Motor -


Dados Inválidos, Intermitentes ou Incorretos

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 115 Perda dos dois sinais Magnéticos Será desabilitada a alimentação de
PID(P), SID(S): P190 de Rotação/Posição da Árvore de combustível para os injetores e a partida do
FMI: 2 Manivelas do Motor - Dados motor poderá não ocorrer.
Lâmpada: Vermelha Inválidos, Intermitentes ou
SRT: Incorretos O ECM detectou que
os sinais dos sensores de rotação
do motor primário e do motor
secundário estão invertidos.

Circuito do Sensor de Rotação do Motor e do Sensor de Posição do Eixo Comando de Válvulas

Descrições do Circuito:
O sensor de rotação primário (sensor de posição da árvore de manivelas) do motor e o sensor de rotação secundário
(sensor de posição do eixo comando de válvulas) do motor estão conectados ao chicote elétrico do motor.

Localização do Componente:
O sensor de rotação primário (sensor de posição da árvore de manivelas) do motor faz a leitura de uma roda
sinalizadora montada na frente da árvore de manivelas do motor. O sensor de rotação secundário (sensor de posição
do eixo comando de válvulas) do motor faz a leitura de uma roda sinalizadora no interior da tampa frontal.

Dicas para a Oficina:


O sensor de rotação primário (sensor de posição da árvore de manivelas) do motor e o sensor de rotação secundário
(sensor de posição do eixo comando de válvulas) do motor estão localizados muito próximos um do outro. O mesmo
sensor é usado em ambos os locais. (A chave dos conectores é a mesma.) Uma abraçadeira "P" no chicote elétrico
do motor impede que os conectores do chicote sejam conectados aos sensores incorretos. Entretanto, se a
abraçadeira "P" for omitida, será possível conectar os conectores do chicote elétrico nos sensores incorretos. Se isto
ocorrer, o ECM irá detectar o problema e não será dada a partida no motor. Depois de corrigido o problema dos
conectores, poderá ser dada a partida no motor e o código de falha se tornará inativo.
Perda dos Dois Sinais Magnéticos de Rotação/Posição da [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-52 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique os códigos de falha.
PASSO 1A: Verifique se o Código de Falha O Código de Falha 115 torna-se
115 torna-se ativo durante o giro ativo durante o giro de partida
de partida do motor. do motor?
PASSO 1B: Inspecione o chicote do motor. Os conectores do chicote estão
conectados aos sensores
corretos?
PASSO 2: Apague os códigos de falha.
PASSO 2A: Desative o código de falha. Código de Falha 115 inativo?
PASSO 2B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?
inativos.

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique os códigos de falha.


PASSO 1A: Verifique se o Código de Falha 115 torna-se ativo durante o giro de partida do motor.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Tente dar a partida no motor acoplando o motor O Código de Falha 115 torna-se ativo durante 1B
de partida durante pelo menos dez segundos. o giro de partida do motor?
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM
INSITE™ para ler os códigos de falha.
O Código de Falha 115 torna-se ativo durante 2A
o giro de partida do motor?
NÃO

PASSO 1B: Inspecione o chicote do motor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se as conexões dos conectores do Os conectores do chicote estão conectados 2A


chicote do motor estão corretas. aos sensores corretos?
• Certifique-se de que o sensor de rotação SIM
primário (sensor de posição da árvore de
manivelas) do motor e o sensor de rotação
secundário (sensor de posição do eixo Os conectores do chicote estão conectados 2A
comando de válvulas) do motor estejam aos sensores corretos?
conectados corretamente ao chicote elétrico NÃO
do motor.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Perda dos Dois Sinais Magnéticos de Rotação/Posição da [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-53

PASSO 2: Apague os códigos de falha.


PASSO 2A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desative o código de falha. Código de Falha 115 inativo? 2B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta durante 1 minuto.
• Utilizando a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™, certifique-se de que o código de Código de Falha 115 inativo? 1A
falha esteja inativo. NÃO

PASSO 2B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM completo
INSITE™ para apagar os códigos de falha
inativos.
Todos os códigos apagados? Passos
NÃO apropriados
de
diagnóstico
de falhas e
reparos
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-54 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

Código de Falha 122

Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - Voltagem Acima da Normal ou


com Voltagem Alta

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 122 Circuito do Sensor de Pressão no Automotivo: Redução da potência de saída do
PID(P), SID(S): P102 Coletor de Admissão - Voltagem motor.
FMI: 3/3 Acima da Normal ou com Marítimo: Nenhuma proteção do motor para
Lâmpada: Âmbar Voltagem Alta Detectado sinal de
falha do circuito ou do sensor.
SRT: alta voltagem no circuito de
pressão do coletor de admissão.

Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão

Descrições do Circuito:
O sensor de pressão no coletor de admissão monitora a pressão no coletor de admissão e passa as informações para
o módulo eletrônico de controle (ECM) através do chicote do motor. Se a pressão no coletor de admissão tornar-se
alta demais, ela causará uma condição de despotenciamento em aplicações automotivas.
Para aplicações marítimas, não ocorre nenhuma condição de despotenciamento. Não há nenhuma proteção do motor
para falha do circuito ou do sensor.

Localização do Componente:
O sensor de pressão no coletor de admissão está localizado na entrada de admissão de ar. Consulte o Procedimento
100-002 para identificar a localização de cada componente.

Dicas para a Oficina:


O sensor de pressão no coletor de admissão compartilha com outros sensores os fios de alimentação e de retorno
do chicote do motor. Circuitos abertos e curtos no chicote do motor podem fazer com que vários códigos de falha
sejam ativados. Antes de fazer o diagnóstico de falha do Código de Falha 122, verifique se há outras falhas.
Possíveis causas deste código de falha:
• Circuito de retorno aberto no chicote, nos conectores ou no sensor.
• Fio de sinal em curto com a alimentação do sensor ou voltagem da bateria.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-55

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PRECAUÇÃO
Para evitar danos a um novo ECM, investigue todos os outros códigos de falha ativos antes de substituí-lo.

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique os códigos de falha.
PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha Código de Falha 227 ativo?
de alimentação do sensor.
PASSO 1B: Verifique se há um código de Código de Falha 122 inativo?
falha inativo.
PASSO 2: Verifique o circuito e o sensor de pressão no coletor de admissão.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de pressão Pinos sujos ou danificados?
no coletor de admissão e os
pinos do conector.
PASSO 2B: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 123 ativo e
Código de Falha 122 inativo?
PASSO 2C: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e a Código de Falha 122 ativo?
condição do sensor.
PASSO 3: Verifique o módulo de controle do motor e o chicote do motor.
PASSO 3A: Inspecione o módulo de controle Pinos sujos ou danificados?
do motor e os pinos do conector
do chicote do motor.
PASSO 3A-1: Verifique a resposta do Código de Falha 123 ativo e
módulo eletrônico de Código de Falha 122 inativo?
controle do motor.
PASSO 3A-2: Verifique se há um código Código de Falha 122 inativo?
de falha ativo.
PASSO 3B: Inspecione o módulo de controle Pinos sujos ou danificados?
do motor e os pinos do conector
do chicote do motor.
PASSO 3B-1: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 3B-2: Verifique se há um código Código de Falha 122 inativo?
de falha ativo.
PASSO 4: Apague o código de falha.
PASSO 4A: Desative o código de falha. Código de Falha 122 inativo?
PASSO 4B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?
inativos.
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-56 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique os códigos de falha.


PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha de alimentação do sensor.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há códigos de falha de alimentação Código de Falha 227 ativo? Consulte o


do sensor. SIM Código de
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. Falha 227.

Código de Falha 227 ativo? 1B


NÃO

PASSO 1B: Verifique se há um código de falha inativo.


Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um código de falha inativo. Código de Falha 122 inativo? Código de


• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. SIM Falha Inativo
ou
Intermitente,
Procedimento
019-3 62.

Código de Falha 122 inativo? 2A


NÃO
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-57

PASSO 2: Verifique o circuito e o sensor de pressão no coletor de admissão.


PASSO 2A: Inspecione o sensor de pressão no coletor de admissão e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor de pressão no coletor de admissão.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do sensor de Pinos sujos ou danificados? 4A


pressão no coletor de admissão e do chicote do SIM
motor quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados sensor ou no conector do chicote.
• Pinos torcidos para trás ou expandidos
• Umidade dentro ou sobre o conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações de conector danificadas ou Se danificados, repare o chicote, o conector
ausentes e os pinos, se possível.
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores.
• Dano na blindagem do fio Consulte o Procedimento 019-043.
• Capa do conector quebrada.
• Dano na guia de trava do conector. Pinos sujos ou danificados? 2B
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte NÃO
Inspeção de Conectores e de Pinos de
Componentes, Procedimento 019-361.

PASSO 2B: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor de pressão no coletor de admissão.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 123 ativo e Código de Falha 2C
após 30 segundos. 122 inativo?
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. SIM

Código de Falha 123 ativo e Código de Falha 3A


122 inativo?
NÃO
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-58 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2C: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor de pressão no coletor de admissão.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 2D


de retorno. SIM
• Meça a voltagem entre o pino de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão no
coletor de admissão e o pino de RETORNO de 4,75 a 5,25 VCC? 3B
pressão no coletor de admissão no conector NÃO
sensor do chicote do motor.
Consulte o diagrama elétrico para obter a
identificação dos pinos do conector.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-59

PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e a condição do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor de pressão no coletor de admissão.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 122 ativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
Foi detectado um sensor defeituoso.
Substitua o sensor de pressão no coletor de
admissão.
Consulte o Procedimento 019-061.

Código de Falha 122 ativo? 4A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Verifique o módulo de controle do motor e o chicote do motor.


PASSO 3A: Inspecione o módulo de controle do motor e os pinos do conector do chicote do motor.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do módulo eletrônico de controle SIM
quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados conector do módulo eletrônico de controle do
• Pinos torcidos para trás ou expandidos motor ou no conector do chicote do motor.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores. e os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-043.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 3A-1
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-60 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3A-1: Verifique a resposta do módulo eletrônico de controle do motor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 123 ativo e Código de Falha 3A-2
após 30 segundos. 122 inativo?
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. SIM

Código de Falha 123 ativo e Código de Falha 4A


122 inativo?
NÃO
Reparo:
Ligue para obter autorização.
Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.

PASSO 3A-2: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 122 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

Código de Falha 122 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Foi detectado um curto-circuito entre pinos
na linha de sinal do chicote do motor.
Repare ou substitua o chicote do motor.
Consulte o Procedimento 019-043.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-61

PASSO 3B: Inspecione o módulo de controle do motor e os pinos do conector do chicote do motor.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do módulo eletrônico de controle SIM
quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados conector do módulo eletrônico de controle do
• Pinos torcidos para trás ou expandidos motor ou no conector do chicote do motor.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos dos conectores. e os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-043.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 3B-1
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-62 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3B-1: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 3B-2


de retorno. SIM
• Meça a voltagem entre o pino de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão no
coletor de admissão e o pino de RETORNO de 4,75 a 5,25 VCC? 4A
pressão no coletor de admissão no conector NÃO
do módulo eletrônico de controle do motor.
Reparo:
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama
elétrico para a identificação dos pinos do Ligue para obter autorização.
conector. Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-63

PASSO 3B-2: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 122 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

Código de Falha 122 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Foi detectado um circuito de RETORNO
aberto no chicote do motor.
Repare ou substitua o chicote do motor.
Consulte o Procedimento 019-043.

PASSO 4: Apague o código de falha.


PASSO 4A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desative o código de falha. Código de Falha 122 inativo? 4B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta durante 1 minuto.
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 122 inativo? 1A
NÃO
Reparo:
Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Cummins local depois de verificar e
completar novamente todos os passos de
diagnóstico.
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-64 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 4B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. SIM completo

Todos os códigos apagados? Passos


NÃO apropriados
de
Reparo: diagnóstico
Faça o diagnóstico de falha de qualquer de falhas e
outro código de falha ativo. reparos
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-65

Código de Falha 123

Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - Voltagem Abaixo da Normal ou


com Voltagem Baixa

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 123 Circuito do Sensor de Pressão no Automotivo: Redução da potência de saída do
PID(P), SID(S): P102 Coletor de Admissão - Voltagem motor.
FMI: 4/4 Abaixo da Normal ou com Marítimo: Nenhuma - Não há proteção do
Lâmpada: Âmbar Voltagem Baixa Detectado sinal
motor para falha do circuito ou do sensor.
SRT: de baixa voltagem no circuito de
pressão do coletor de admissão.

Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão

Descrições do Circuito:
O sensor de pressão no coletor de admissão monitora a pressão no coletor de admissão e passa as informações para
o módulo eletrônico de controle (ECM) através do chicote do motor. Em aplicações automotivas, se a pressão no
coletor de admissão tornar-se alta demais, ela causará uma condição de despotenciamento.
Para aplicações marítimas, não ocorre nenhuma condição de despotenciamento. Não há nenhuma proteção do motor
para falha do circuito ou do sensor.

Localização do Componente:
O sensor de pressão no coletor de admissão está localizado na entrada de admissão de ar. Consulte o Procedimento
100-002 para identificar a localização de cada componente.

Dicas para a Oficina:


O sensor de pressão no coletor de admissão compartilha com outros sensores os fios de alimentação e de retorno
do chicote do motor. Circuitos abertos e curtos no chicote do motor podem fazer com que vários códigos de falha
sejam ativados. Antes de fazer o diagnóstico de falha do Código de Falha 123, verifique se há outras falhas.
Possíveis causas deste código de falha:
• Circuito do sinal aberto ou em curto com a massa no chicote do motor ou sensor.
• Linha de suprimento aberta ou em curto com o massa.
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-66 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PRECAUÇÃO
Para evitar danos a um novo ECM, investigue todos os outros códigos de falha ativos antes de substituí-lo.

PRECAUÇÃO
Para reduzir a possibilidade de danos aos pinos e ao chicote, utilize as seguintes pontas de prova ao efetuar
uma medição:
No. de Peça 3164596 - ponta de teste macho Framatome.
No. de Peça 3822917 - ponta de teste fêmea Deutsch/AMP/Metri-Pack.

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique os códigos de falha.
PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha Código de Falha 187 ativo?
de alimentação do sensor.
PASSO 1B: Verifique se há um código de Código de Falha 123 inativo?
falha inativo.
PASSO 2: Verifique o circuito e o sensor de pressão no coletor de admissão.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de pressão Pinos sujos ou danificados?
no coletor de admissão e os
pinos do conector.
PASSO 2B: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 122 ativo e
Código de Falha 123 inativo?
PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e a Código de Falha 123 ativo?
condição do sensor.
PASSO 3: Verifique o módulo de controle do motor e o chicote do motor.
PASSO 3A: Inspecione o módulo de controle Pinos sujos ou danificados?
do motor e os pinos do conector
do chicote do motor.
PASSO 3A-1: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 3A-2: Verifique se há um código Código de Falha 123 inativo?
de falha ativo.
PASSO 3B: Inspecione o módulo de controle Pinos sujos ou danificados?
do motor e os pinos do conector
do chicote do motor.
PASSO 3B-1: Verifique a resposta do Código de Falha 122 ativo e
módulo eletrônico de Código de Falha 123 inativo?
controle do motor.
PASSO 3B-2: Verifique se há um código Código de Falha 123 inativo?
de falha ativo.
PASSO 4: Apague o código de falha.
PASSO 4A: Desative o código de falha. Código de Falha 123 inativo?
PASSO 4B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?
inativos.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-67

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique os códigos de falha.


PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha de alimentação do sensor.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há códigos de falha de alimentação Código de Falha 187 ativo? Consulte o


do sensor. SIM Código de
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. Falha 187.

Código de Falha 187 ativo? 1B


NÃO

PASSO 1B: Verifique se há um código de falha inativo.


Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um código de falha inativo. Código de Falha 123 inativo? Código de


• Utilize o INSITE™ para apagar os códigos de SIM Falha Inativo
falha inativos. ou
Intermitente,
Procedimento
019-362.

Código de Falha 123 inativo? 2A


NÃO
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-68 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2: Verifique o circuito e o sensor de pressão no coletor de admissão.


PASSO 2A: Inspecione o sensor de pressão no coletor de admissão e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor de pressão no coletor de admissão.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do sensor de Pinos sujos ou danificados? 4A


pressão no coletor de admissão e do chicote do SIM
motor quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados sensor ou no conector do chicote.
• Pinos torcidos para trás ou expandidos
• Umidade dentro ou sobre o conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações de conector danificadas ou Se danificados, repare o chicote, o conector
ausentes e os pinos, se possível.
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector
• Dano na blindagem do fio Consulte o Procedimento 019-043.
• Capa do conector quebrada
• Dano na guia de trava do conector. Pinos sujos ou danificados? 2B
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte NÃO
Inspeção de Conectores e de Pinos de
Componentes, Procedimento 019-361.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-69

PASSO 2B: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor de pressão no coletor de admissão.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 2C


de retorno. SIM
• Meça a voltagem entre o pino de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão no
coletor de admissão e o pino de RETORNO de 4,75 a 5,25 VCC? 3A
pressão no coletor de admissão no conector NÃO
sensor do chicote do motor.
Consulte o diagrama elétrico para obter a
identificação dos pinos do conector.
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-70 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor de pressão no coletor de admissão.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Instale um fio de ponte entre o pino de Código de Falha 122 ativo e Código de Falha 2D
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão no 123 inativo?
coletor de admissão e o pino de SINAL de SIM
pressão no coletor de admissão no conector
sensor do chicote do motor.
Código de Falha 122 ativo e Código de Falha 3B
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama 123 inativo?
elétrico para a identificação dos pinos do
conector. NÃO

Verifique se há resposta apropriada do circuito


após 30 segundos.
• Utilize o INSITE™ para apagar os códigos de
falha inativos.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-71

PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e a condição do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor de pressão no coletor de admissão.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 123 ativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para apagar os códigos de
falha inativos. Reparo:
Foi detectado um sensor defeituoso.
Substitua o sensor de pressão no coletor de
admissão.
Consulte o Procedimento 019-061.

Código de Falha 123 ativo? 4A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Verifique o módulo de controle do motor e o chicote do motor.


PASSO 3A: Inspecione o módulo de controle do motor e os pinos do conector do chicote do motor.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do módulo eletrônico de controle SIM
quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados conector do módulo eletrônico de controle do
• Pinos torcidos para trás ou expandidos motor ou no conector do chicote do motor.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector e os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada Consulte o Procedimento 019-043.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 3A-1
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-72 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3A-1: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 3A-2


de retorno. SIM
• Meça a voltagem entre o pino de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão no
coletor de admissão e o pino de RETORNO de 4,75 a 5,25 VCC? 4A
pressão no coletor de admissão no conector NÃO
do módulo eletrônico de controle do motor.
Reparo:
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama
elétrico para a identificação dos pinos do Ligue para obter pré-autorização.
conector. Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-73

PASSO 3A-2: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 123 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™ para apagar os códigos de falha Reparo:
inativos. Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

Código de Falha 123 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Foi detectado um circuito de ALIMENTAÇÃO
aberto ou em curto no chicote do motor.
Repare ou substitua o chicote do motor.
Consulte o Procedimento 019-043.

PASSO 3B: Inspecione o módulo de controle do motor e os pinos do conector do chicote do motor.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do módulo eletrônico de controle SIM
quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados conector do módulo eletrônico de controle do
• Pinos torcidos para trás ou expandidos motor ou no conector do chicote do motor.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector e os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-043.
• Dano na guia de trava do conector.
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte Pinos sujos ou danificados? 3B-1
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-74 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3B-1: Verifique a resposta do módulo eletrônico de controle do motor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Instale um fio de ponte entre o pino de Código de Falha 122 ativo e Código de Falha 3B-2
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão no 123 inativo?
coletor de admissão e o pino de SINAL de SIM
pressão no coletor de admissão no conector
ECM do chicote do motor.
Código de Falha 122 ativo e Código de Falha 4A
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama 123 inativo?
elétrico para a identificação dos pinos do
conector. NÃO

Verifique se há resposta apropriada do circuito Reparo:


após 30 segundos. Ligue para obter pré-autorização.
• Utilize o INSITE™ para apagar os códigos de Substitua o ECM.
falha inativos.
Consulte o Procedimento 019-031.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-75

PASSO 3B-2: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 123 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para apagar os códigos de
falha inativos. Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

Código de Falha 123 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Foi detectado um circuito aberto ou um curto-
circuito entre pinos na linha de sinal do
chicote do motor.
Repare ou substitua o chicote do motor.
Consulte o Procedimento 019-043.

PASSO 4: Apague o código de falha.


PASSO 4A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desative o código de falha. Código de Falha 123 inativo? 4B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta durante 1 minuto.
• Utilize o INSITE™ para apagar os códigos de
falha inativos. Código de Falha 123 inativo? 1A
NÃO
Reparo:
Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Cummins local depois de verificar e
completar novamente todos os passos de
diagnóstico.
Circuito do Sensor de Pressão no Coletor de Admissão - [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-76 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 4B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Utilize o INSITE™ para apagar os códigos de SIM completo
falha inativos.
Todos os códigos apagados? Passos
NÃO apropriados
de
Reparo: diagnóstico
Faça o diagnóstico de falha de qualquer de falhas e
outro código de falha ativo. reparos
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Pressão no Coletor de Admissão 1 - Dados Válidos mas Ac [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-77

Código de Falha 124

Pressão no Coletor de Admissão 1 - Dados Válidos mas Acima da Faixa Normal de Operação
- Nível Moderadamente Severo

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 124 Circuito do Sensor de Pressão no Despotenciamento do motor.


PID(P), SID(S): P102 Coletor de Admissão 1 - Dados
FMI: 0/16 Válidos mas Acima da Faixa
Lâmpada: Âmbar Normal de Operação - Nível
SRT: Moderadamente Severo A
pressão no coletor de admissão
excedeu o limite máximo para a
classificação específica do motor.

Circuito de Pressão/Temperatura no Coletor de Admissão

Descrições do Circuito:
O sensor de pressão no coletor de admissão é utilizado pelo ECM para monitorar a pressão no coletor de admissão
do motor.

Localização do Componente:
Consulte o Procedimento 100-002 para identificar a localização de cada componente.

Dicas para a Oficina:


Este código de falha torna-se ativo quando a pressão no coletor de admissão excede o limite máximo de pressão
para uma determinada classificação do motor.
Possíveis causas:
• Mal funcionamento da válvula wastegate do turbocompressor
• Violação da válvula wastegate
• Componente incorreto do turbocompressor
• Possível violação do sistema de combustível ou do sistema do turbocompressor.
Pressão no Coletor de Admissão 1 - Dados Válidos mas Ac [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-78 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique a precisão do sensor.
PASSO 1A: Verifique a precisão do sensor O valor da Pressão no Coletor de
utilizando a ferramenta Admissão é menor que 8 pol-Hg?
eletrônica de serviço INSITE™.
PASSO 1B: Verifique a precisão do sensor A leitura do sensor está correta
com um medidor mecânico. dentro de 5 pol-Hg?
PASSO 1C: Verifique o sistema quanto a Foi detectada violação?
violação.
PASSO 2: Apague o código de falha.
PASSO 2A: Desative o código de falha. Código de Falha 124 inativo?
PASSO 2B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?
inativos.

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique a precisão do sensor.


PASSO 1A: Verifique a precisão do sensor utilizando a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a precisão do sensor utilizando a O valor da Pressão no Coletor de Admissão 1B


ferramenta eletrônica de serviço INSITE™. é menor que 8 pol-Hg?
• Monitore a Pressão no Coletor de Admissão SIM
utilizando a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™ com a chave de ignição ligada e o
motor não funcionando. O valor da Pressão no Coletor de Admissão Reparo
é menor que 8 pol-Hg? Completo
NÃO
Reparo:
Substitua o sensor de pressão do coletor de
admissão.
Consulte o Procedimento 019-061.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Pressão no Coletor de Admissão 1 - Dados Válidos mas Ac [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-79

PASSO 1B: Verifique a precisão do sensor com um medidor mecânico.


Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.
• Dê a partida no motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a precisão do sensor com um medidor A leitura do sensor está correta dentro de 5 1C
mecânico. pol-Hg?
• Conecte no motor um medidor mecânico de SIM
pressão no coletor de admissão.
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™ para ler os códigos de falha. A leitura do sensor está correta dentro de 5 2A
• Dê a partida no motor e compare a leitura da pol-Hg?
pressão no coletor de admissão na tela de NÃO
monitoramento da ferramenta eletrônica de
Reparo:
serviço com a leitura mostrada no medidor
mecânico de pressão no coletor de admissão. Substitua o sensor de pressão do coletor de
Nota: É possível que o motor precise ser operado admissão.
sob carga antes da comparação das leituras de Consulte o Procedimento 019-061.
pressão.

PASSO 1C: Verifique o sistema quanto a violação.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione o sistema do turbocompressor e de Foi detectada violação? 2A


combustível quanto a: SIM
• Violação da válvula wastegate do
turbocompressor. Reparo:
• Violação do turbocompressor de geometria Remova o dispositivo de violação.
variável.
• Violação do sistema de combustível.
• Dispositivos eletrônicos complementares do Foi detectada violação? Diagrama de
sistema de combustível. NÃO Diagnóstico
de Falhas de
Desempenh
o do Motor
Pressão no Coletor de Admissão 1 - Dados Válidos mas Ac [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-80 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2: Apague o código de falha.


PASSO 2A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desative o código de falha. Código de Falha 124 inativo? 2B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta por 1 minuto.
• Utilizando a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™, certifique-se de que o código de Código de Falha 124 inativo? 1A
falha esteja inativo. NÃO

PASSO 2B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM completo.
INSITE™ para apagar os códigos de falha
inativos.
Todos os códigos apagados? Passos
NÃO apropriados
de
diagnóstico
de falhas e
reparos.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-81

Código de Falha 131

Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador - com Voltagem Alta

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 131 Circuito do Sensor de Posição do Automotivo: Severa redução da potência de
PID(P), SID(S): P091 Pedal ou Alavanca do Acelerador saída do motor. Potência em modo de
FMI: 3/3 - com Voltagem Alta Detectada emergência somente.
Lâmpada: Vermelha alta voltagem no circuito de
Marítimo: Redução severa da rotação do
SRT: posição do pedal ou alavanca do
motor. Potência em modo de emergência
acelerador.
somente.

Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou da Alavanca do Acelerador

Descrições do Circuito:
O sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador é acoplado ao pedal ou alavanca do acelerador. O sensor
de posição do pedal ou alavanca do acelerador envia um sinal ao módulo eletrônico de controle (ECM) quando o
pedal ou alavanca do acelerador é pressionado e liberado. O circuito de posição do pedal ou alavanca do acelerador
contém três fios: Alimentação de +5 volts da Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador, Retorno da Posição do
Pedal ou Alavanca do Acelerador e Sinal da Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador.

Localização do Componente:
O sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador está localizado no pedal ou alavanca do acelerador. Consulte
o manual do OEM.

Dicas para a Oficina:


Se estiver fazendo o diagnóstico de falhas de um problema intermitente do acelerador:
A voltagem de sinal do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador pode ser monitorada com a ferramenta
eletrônica de serviço INSITE™, durante o flexionamento do chicote para localizar a conexão intermitente.
As possíveis causas desta falha são:
• O circuito do sinal de posição do pedal ou alavanca do acelerador em curto com a bateria ou com a alimentação
de +5 volts
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-82 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

• Circuito aberto de retorno do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador no chicote ou nas conexões
• Alimentação do acelerador em curto com a bateria
• Falha no sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.
NOTA: Os três fios do circuito do sensor de posição do acelerador devem ser trançados juntos.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-83

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PRECAUÇÃO
Para evitar danos a um novo ECM, investigue todos os outros códigos de falha ativos antes de substituí-lo.

PRECAUÇÃO
Para reduzir a possibilidade de danos aos pinos e ao chicote, utilize as seguintes pontas de prova ao efetuar
uma medição:
No. de Peça 3823996 - ponta de teste fêmea Weather-Pack
No. de Peça 3822758 - cabo de teste macho Deutsch/AMP/Metri-Pack

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique os códigos de falha.
PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha Código de Falha 387 ativo?
de alimentação do sensor.
PASSO 1B: Verifique se há um código de Código de Falha 131 ativo?
falha ativo.
PASSO 2: Verifique o circuito do sensor de posição do pedal ou da alavanca do
acelerador.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de posição Pinos sujos ou danificados?
do pedal ou alavanca do
acelerador e os pinos do
conector.
PASSO 2B: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação do sensor de
posição do pedal ou alavanca do
acelerador e o circuito de
retorno.
PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 132 ativo e
Código de Falha 131 inativo?
PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e Código de Falha 132 ativo?
verifique a condição do pedal ou
alavanca do acelerador.
PASSO 3: Verifique o ECM e o chicote do OEM.
PASSO 3A: Inspecione o ECM e os pinos do Pinos sujos ou danificados?
conector do chicote do OEM.
PASSO 3A-1: Verifique se há um circuito Menos de 10 ohms?
aberto no chicote do OEM.
PASSO 3A-2: Verifique se há um curto- Mais de 100k ohms?
circuito de pino a pino no
chicote do OEM.
PASSO 3B: Verifique se há um código de Código de Falha 131 inativo?
falha inativo.
PASSO 4: Apague os códigos de falha.
PASSO 4A: Desative o código de falha. Código de Falha 131 inativo?
PASSO 4B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?
inativos.
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-84 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique os códigos de falha.


PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha de alimentação do sensor.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há códigos de falha de alimentação Código de Falha 387 ativo? Código de


do sensor. SIM Falha 387
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 387 ativo? 1B
NÃO

PASSO 1B: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um código de falha ativo. Código de Falha 131 ativo? 2A


• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. SIM

Código de Falha 131 ativo? Código de


NÃO Falha Inativo
ou
Intermitente,
Procedimento
019-362.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-85

PASSO 2: Verifique o circuito e o sensor de posição do pedal ou da alavanca do


acelerador.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte o chicote do OEM do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione o chicote do OEM e os pinos do Pinos sujos ou danificados? 4A


conector do sensor e verifique se há: SIM
• Conector solto
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos sensor ou no conector do chicote.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector ou os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-071.
• Dano na guia de trava do conector.
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte Pinos sujos ou danificados? 2B
Inspeção de Componentes e de Pinos de NÃO
Conectores, Procedimento 019-361.
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-86 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2B: Verifique a voltagem de alimentação do sensor de posição do pedal ou alavanca do


acelerador e o circuito de retorno.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal do acelerador.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Meça a voltagem entre o pino de ALIMENTAÇÃO 4,75 a 5,25 VCC? 2C


de +5 volts do sensor de posição do pedal ou SIM
alavanca do acelerador e o pino de RETORNO
do sensor de posição do pedal ou alavanca do
acelerador no conector do sensor do chicote do 4,75 a 5,25 VCC? 3A
OEM. NÃO
Consulte o diagrama elétrico para obter a
identificação dos pinos do conector.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-87

PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte o chicote do OEM do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do ECM Código de Falha 132 ativo e Código de Falha 2D
após 30 segundos. 131 inativo?
• Usando o INSITE™, leia os códigos de falha. SIM

Código de Falha 132 ativo e Código de Falha 3A


131 inativo?
NÃO

PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e verifique a condição do pedal ou alavanca do acelerador.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte o pedal ou alavanca do acelerador no chicote do OEM.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 132 ativo? 4A


após 30 segundos. SIM
Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. Reparo:
Foi detectado um pedal ou alavanca
defeituosos do acelerador. Entre em contato
com o OEM ou o distribuidor apropriado para
obter instruções de reparo.
Substitua o pedal ou alavanca do acelerador.
Consulte o manual de diagnóstico de falhas
do OEM.

Código de Falha 132 ativo? 4A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-88 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3: Verifique o ECM e o chicote do OEM.


PASSO 3A: Inspecione o ECM e os pinos do conector do chicote do OEM.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione o chicote do OEM e os pinos do Pinos sujos ou danificados? 4A


conector do ECM quanto a: SIM
• Conector solto
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos conector do chicote.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector ou os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-071.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 3A-1
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-89

PASSO 3A-1: Verifique se há um circuito aberto no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte o chicote do OEM do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um circuito aberto. Menos de 10 ohms? 3A-2


• Meça a resistência entre o pino de RETORNO SIM
do pedal ou alavanca do acelerador no
conector ECM do chicote do OEM e o pino de
RETORNO do pedal ou alavanca do Menos de 10 ohms? 4A
acelerador do chicote do OEM. NÃO
Consulte o diagrama elétrico para obter a Reparo:
identificação dos pinos do conector.
Foi detectado um circuito aberto de
Para obter as técnicas gerais de medição da RETORNO no chicote do OEM.
resistência, consulte Medições da Resistência
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, Repare ou substitua o chicote do OEM.
Procedimento 019-360. Consulte o Procedimento 019-071.
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-90 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3A-2: Verifique se há um curto-circuito de pino a pino no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte o chicote do OEM do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto-circuito entre pinos. Mais de 100k ohms? 3B


• Meça a resistência entre o pino de SINAL do SIM
pedal ou alavanca do acelerador no conector
ECM do chicote do OEM e todos os outros
pinos do conector do OEM. Mais de 100k ohms? 4A
Consulte o diagrama elétrico para obter a NÃO
identificação dos pinos do conector. Reparo:
Para obter as técnicas gerais de medição da Repare ou substitua o chicote do OEM.
resistência, consulte Medições da Resistência
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, Consulte o Procedimento 019-071.
Procedimento 019-360.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-91

PASSO 3B: Verifique se há um código de falha inativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 131 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

Código de Falha 131 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Ligue para obter autorização.
Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.

PASSO 4: Apague os códigos de falha.


PASSO 4A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desabilite o código de falha. Código de Falha 131 inativo? 4B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta durante 1 minuto.
• Utilize o INSITE™ para certificar-se de que o
código de falha esteja inativo. Código de Falha 131 inativo? 1A
NÃO
Reparo:
Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Cummins local depois de verificar e
completar novamente todos os passos de
diagnóstico.
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-92 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 4B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Utilizando o INSITE™, apague os código de SIM completo
falha inativos.
Todos os códigos apagados? Passos
NÃO apropriados
de
Reparo: diagnóstico
Faça o diagnóstico de falha de qualquer de falhas e
outro código de falha ativo. reparos
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-93

Código de Falha 132

Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador - Voltagem Abaixo da


Normal ou com Voltagem Baixa

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 132 Circuito do Sensor de Posição do Automotivo: Severa redução da potência de
PID(P), SID(S): P091 Pedal ou Alavanca do Acelerador saída do motor. Potência em modo de
FMI: 4/4 - Voltagem Abaixo da Normal ou emergência somente.
Lâmpada: Vermelha com Voltagem Baixa Detectada
Marítimo: Redução severa da rotação do
SRT: baixa voltagem no circuito se
motor. Potência em modo de emergência
sinal de posição do pedal ou
somente.
alavanca do acelerador.

Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou da Alavanca do Acelerador

Descrições do Circuito:
O sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador é acoplado ao pedal ou alavanca do acelerador. O sensor
de posição do pedal ou alavanca do acelerador envia um sinal ao módulo eletrônico de controle (ECM) quando o
pedal ou alavanca do acelerador é pressionado e liberado. O circuito de posição do pedal ou alavanca do acelerador
contém três fios: Alimentação da Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador, Retorno da Posição do Pedal ou
Alavanca do Acelerador e Sinal da Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador.

Localização do Componente:
O sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador é montado no conjunto do pedal ou alavanca do acelerador.
Consulte o manual do OEM.

Dicas para a Oficina:


Se estiver fazendo o diagnóstico de falhas de um problema intermitente do acelerador:
A voltagem de sinal do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador pode ser monitorada com a ferramenta
eletrônica de serviço INSITE™, durante o flexionamento do chicote para localizar a conexão intermitente. As conexões
intermitentes aparecem como mudanças abruptas na voltagem de sinal mostradas pelo INSITE™.
As possíveis causas desta falha são:
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-94 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

• Sinal de posição do pedal ou alavanca do acelerador em curto com o massa do motor ou com os fios de retorno
do chicote do OEM ou do sensor
• Falha no sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.
• Circuito aberto no fio de sinal, de alimentação ou de retorno do chicote ou nos conectores.
NOTA: Os três fios do circuito do sensor de posição do acelerador devem ser trançados juntos.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-95

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PRECAUÇÃO
Para evitar danos a um novo ECM, investigue todos os outros códigos de falha ativos antes de substituí-lo.

PRECAUÇÃO
Para reduzir a possibilidade de danos aos pinos e ao chicote, utilize as seguintes pontas de prova ao efetuar
uma medição:
No. de Peça 3823995 - ponta de teste macho Weather-Pack.
No. de Peça 3823996 - ponta de teste fêmea Weather-Pack
No. de Peça 3822758 - cabo de teste macho Deutsch/AMP/Metri-Pack

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique os códigos de falha.
PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha Código de Falha 443 ativo?
de alimentação do sensor.
PASSO 1B: Verifique se há um código de Código de Falha 132 ativo?
falha ativo.
PASSO 2: Verifique o circuito e o sensor de posição do pedal ou da alavanca do
acelerador.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de posição Pinos sujos ou danificados?
do pedal ou alavanca do
acelerador e os pinos do
conector.
PASSO 2B: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação do sensor de
posição do pedal ou alavanca do
acelerador e o circuito de
retorno.
PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 131 ativo e
Código de Falha 132 inativo?
PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e Código de Falha 132 ativo?
verifique a condição do pedal ou
alavanca do acelerador.
PASSO 3: Verifique o ECM e o chicote do OEM.
PASSO 3A: Inspecione o ECM e os pinos do Pinos sujos ou danificados?
conector do chicote do OEM.
PASSO 3A-1: Verifique se há um circuito Menos de 10 ohms?
aberto no chicote do OEM.
PASSO 3A-2: Verifique se há um circuito Menos de 10 ohms?
aberto no chicote do OEM.
PASSO 3A-3: Verifique se há um curto- Mais de 100k ohms?
circuito de pino a pino no
chicote do OEM.
PASSO 3A-4: Verifique se há um curto- Mais de 100k ohms?
circuito de pinos com a
massa no chicote do OEM.
PASSO 3B: Verifique se há um código de Código de Falha 132 inativo?
falha inativo.
PASSO 4: Apague os códigos de falha.
PASSO 4A: Desative o código de falha. Código de Falha 132 inativo?
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-96 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 4B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?


inativos.

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique os códigos de falha.


PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha de alimentação do sensor.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há códigos de falha de alimentação Código de Falha 443 ativo? Código de


do sensor. SIM Falha 443
• Utilizando o INSITE™, leia os códigos de falha.
Código de Falha 443 ativo? 1B
NÃO

PASSO 1B: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um código de falha ativo. Código de Falha 132 ativo? 2A


• Utilizando o INSITE™, leia os códigos de falha. SIM

Código de Falha 132 ativo? Código de


NÃO Falha Inativo
ou
Intermitente,
Procedimento
019-362.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-97

PASSO 2: Verifique o circuito e o sensor de posição do pedal ou da alavanca do


acelerador.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte o chicote do OEM do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione o chicote do OEM e os pinos do Pinos sujos ou danificados? 4A


conector do sensor e verifique se há: SIM
• Conector solto
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos sensor ou no conector do chicote.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector ou os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-071.
• Dano na guia de trava do conector.
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte Pinos sujos ou danificados? 2B
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-98 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2B: Verifique a voltagem de alimentação do sensor de posição do pedal ou alavanca do


acelerador e o circuito de retorno.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte o chicote do OEM do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Meça a voltagem entre o pino de ALIMENTAÇÃO 4,75 a 5,25 VCC? 2C


de +5 volts de posição do pedal ou alavanca do SIM
acelerador e o pino de RETORNO de posição do
pedal ou alavanca do acelerador no conector do
sensor do chicote do OEM. 4,75 a 5,25 VCC? 3A
Consulte o diagrama elétrico para obter a NÃO
identificação dos pinos do conector.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-99

PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte o chicote do OEM do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Instale um fio de ponte entre o pino de Código de Falha 131 ativo e Código de Falha 2D
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de posição do pedal 132 inativo?
ou alavanca do acelerador e o pino de SINAL de SIM
posição do pedal ou alavanca do acelerador no
conector sensor do chicote do OEM.
• Verifique se há resposta apropriada do ECM Código de Falha 131 ativo e Código de Falha 3A
após 30 segundos. 132 inativo?
• Usando o INSITE™, leia os códigos de falha. NÃO
Consulte o diagrama elétrico para obter a
identificação dos pinos do conector.
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-100 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e verifique a condição do pedal ou alavanca do acelerador.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte o pedal ou alavanca do acelerador no chicote do OEM.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 132 ativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
Foi detectado um pedal ou alavanca
defeituosos do acelerador. Entre em contato
com o OEM ou o distribuidor apropriado para
obter instruções de reparo.
Substitua o pedal ou alavanca do acelerador.
Consulte o manual de diagnóstico de falhas
do OEM.

Código de Falha 132 ativo? 4A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Verifique o ECM e o chicote do OEM.


PASSO 3A: Inspecione o ECM e os pinos do conector do chicote do OEM.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione o chicote do OEM e os pinos do Pinos sujos ou danificados? 4A


conector do ECM quanto a: SIM
• Conector solto
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos conector do chicote.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector ou os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-071.
• Dano na guia de trava do conector.
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte Pinos sujos ou danificados? 3A-1
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-101

PASSO 3A-1: Verifique se há um circuito aberto no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte o chicote do OEM do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um circuito aberto. Menos de 10 ohms? 3A-2


• Meça a resistência entre o pino de SIM
ALIMENTAÇÃO do pedal ou alavanca do
acelerador no conector ECM do chicote do
motor e o pino de ALIMENTAÇÃO no conector Menos de 10 ohms? 4A
do pedal ou alavanca do acelerador do chicote NÃO
do OEM.
Reparo:
Consulte o diagrama elétrico para obter a
identificação dos pinos do conector. Foi detectado um circuito aberto de
ALIMENTAÇÃO no chicote do OEM.
Para obter as técnicas gerais de medição da
resistência, consulte Medições da Resistência Repare ou substitua o chicote do OEM.
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, Consulte o Procedimento 019-071.
Procedimento 019-360.
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-102 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3A-2: Verifique se há um circuito aberto no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte do chicote do OEM o pedal ou alavanca do acelerador.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um circuito aberto. Menos de 10 ohms? 3A-3


• Meça a resistência entre o pino de SINAL do SIM
pedal ou alavanca do acelerador no conector
ECM do chicote do motor e o pino de SINAL
no conector do pedal ou alavanca do Menos de 10 ohms? 4A
acelerador do chicote do OEM. NÃO
Consulte o diagrama elétrico para obter a Reparo:
identificação dos pinos do conector.
Foi detectado um circuito aberto de SINAL no
Para obter as técnicas gerais de medição da chicote do OEM.
resistência, consulte Medições da Resistência
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, Repare ou substitua o chicote do OEM.
Procedimento 019-360. Consulte o Procedimento 019-071.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-103

PASSO 3A-3: Verifique se há um curto-circuito de pino a pino no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte o chicote do OEM do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto-circuito entre pinos. Mais de 100k ohms? 3A-4


• Meça a resistência entre o pino de SINAL do SIM
pedal ou alavanca do acelerador no conector
ECM do chicote do OEM e todos os outros
pinos do conector do OEM. Mais de 100k ohms? 4A
Consulte o diagrama elétrico para obter a NÃO
identificação dos pinos do conector. Reparo:
Para obter as técnicas gerais de medição da Repare ou substitua o chicote do OEM.
resistência, consulte Medições da Resistência
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, Consulte o Procedimento 019-071.
Procedimento 019-360.
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-104 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3A-4: Verifique se há um curto-circuito de pinos com a massa no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte o chicote do OEM do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto entre os pinos e o Mais de 100k ohms? 3B


massa. SIM
• Meça a resistência entre o pino de SINAL do
pedal ou alavanca do acelerador no conector
ECM do chicote do OEM e o massa. Mais de 100k ohms? 4A
Consulte o diagrama elétrico para obter a NÃO
identificação dos pinos do conector. Reparo:
Para obter as técnicas gerais de medição da Foi detectado um curto-circuito entre os
resistência, consulte Medições da Resistência pinos e o massa na linha de SINAL do chicote
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, do OEM.
Procedimento 019-360.
Repare ou substitua o chicote do OEM.
Consulte o Procedimento 019-071.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-105

PASSO 3B: Verifique se há um código de falha inativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 132 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
A remoção e a instalação do conector
corrigiu a falha?

Código de Falha 132 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Ligue para obter pré-autorização.
Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.

PASSO 4: Apague os códigos de falha.


PASSO 4A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desabilite o código de falha. Código de Falha 132 inativo? 4B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta durante 1 minuto.
• Usando o INSITE™, verifique se o código de
falha está inativo. Código de Falha 132 inativo? 1A
NÃO
Reparo:
Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Cummins local depois de verificar e
completar novamente todos os passos de
diagnóstico.
Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do A [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-106 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 4B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Utilizando o INSITE™, apague os código de SIM completo
falha inativos.
Todos os códigos apagados? Passos
NÃO apropriados
de
Reparo: diagnóstico
Faça o diagnóstico de falha de qualquer de falhas e
outro código de falha ativo. reparos
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-107

Código de Falha 133

Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador Remoto - Voltagem


Acima da Normal ou com Voltagem Alta

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 133 Circuito 1 do Sensor de Posição O acelerador remoto não irá funcionar. A
PID(P), SID(S): P029 do Pedal ou Alavanca do posição do acelerador remoto será ajustada
FMI: 3/3 Acelerador Remoto - Voltagem para zero por cento.
Lâmpada: Nenhuma Acima da Normal ou com
SRT: Voltagem Alta Detectada alta
voltagem no circuito de posição
do pedal do acelerador remoto.

Circuito do Sensor de Posição do Pedal do Acelerador Remoto

Descrições do Circuito:
O pedal ou alavanca do acelerador remoto envia o sinal comandado pelo operador de aceleração ao módulo eletrônico
de controle (ECM) através do chicote do OEM. O ECM usa este sinal para determinar o comando de alimentação de
combustível.

Localização do Componente:
A localização do pedal ou alavanca do acelerador remoto varia de acordo com o OEM. Consulte o manual de
diagnóstico de falhas e reparos do OEM.

Dicas para a Oficina:


Se estiver fazendo o diagnóstico de falhas de um problema intermitente do acelerador:
A voltagem de sinal do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto pode ser monitorada com a
ferramenta eletrônica de serviço INSITE™, durante o flexionamento do chicote para localizar a conexão intermitente.
As possíveis causas desta falha são:
• O circuito do sinal de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto em curto com a bateria ou com a
alimentação de +5 volts
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-108 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

• Circuito aberto de retorno do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto no chicote ou nas
conexões
• Alimentação do acelerador remoto em curto com a bateria
• Falha no sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.
Nota: Os três fios do circuito do sensor de posição do acelerador remoto devem ser trançados juntos.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-109

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PRECAUÇÃO
Para evitar danos a um novo ECM, investigue todos os outros códigos de falha ativos antes de substituí-lo.

PRECAUÇÃO
Para reduzir a possibilidade de danos aos pinos e ao chicote, utilize as seguintes pontas de prova ao efetuar
uma medição:
No. de Peça 3823996 - ponta de teste fêmea Weather-Pack
No. de Peça 3822758 - cabo de teste macho Deutsch/AMP/Metri-Pack

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique os códigos de falha.
PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha Código de Falha 387 ou 2185
de alimentação do sensor. ativo?
PASSO 1B: Verifique se há um código de Código de Falha 133 ativo?
falha ativo.
PASSO 2: Verifique o circuito do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador
remoto.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de posição Pinos sujos ou danificados?
do pedal ou alavanca do
acelerador remoto e os pinos do
conector.
PASSO 2B: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação do sensor de
posição do pedal ou alavanca do
acelerador remoto e o circuito
de retorno.
PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 134 ativo e
Código de Falha 133 inativo?
PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e Código de Falha 134 ativo?
verifique a condição do pedal ou
alavanca do acelerador.
PASSO 3: Verifique o ECM e o chicote do OEM.
PASSO 3A: Inspecione o ECM e os pinos do Pinos sujos ou danificados?
conector do chicote do OEM.
PASSO 3A-1: Verifique se há um circuito Menos de 10 ohms?
aberto no chicote do OEM.
PASSO 3A-2: Verifique se há um curto- Mais de 100k ohms?
circuito de pino a pino no
chicote do OEM.
PASSO 3B: Verifique se há um código de Código de Falha 133 inativo?
falha inativo.
PASSO 4: Apague os códigos de falha.
PASSO 4A: Desative o código de falha. Código de Falha 133 inativo?
PASSO 4B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?
inativos.
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-110 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique os códigos de falha.


PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha de alimentação do sensor.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há códigos de falha de alimentação Código de Falha 387 ou 2185 ativo? Código de
do sensor. SIM Falha 387 ou
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço 2185
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 387 ou 2185 ativo? 1B
NÃO

PASSO 1B: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um código de falha ativo. Código de Falha 133 ativo? 2A


• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 133 ativo? Código de
NÃO Falha Inativo
ou
Intermitente,
Procedimento
019-362.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-111

PASSO 2: Verifique o circuito e o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador


remoto.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto e os pinos do
conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione o chicote do OEM e os pinos do Pinos sujos ou danificados? 4A


conector do sensor e verifique se há: SIM
• Conector solto
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos sensor ou no conector do chicote.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector ou os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-071.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 2B
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Componentes e de Pinos de NÃO
Conectores, Procedimento 019-361.
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-112 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2B: Verifique a voltagem de alimentação do sensor de posição do pedal ou alavanca do


acelerador remoto e o circuito de retorno.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal do acelerador remoto.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Meça a voltagem entre os pinos de 4,75 a 5,25 VCC? 2C


ALIMENTAÇÃO de +5 volts e de RETORNO do SIM
sensor de posição do pedal ou alavanca do
acelerador remoto no conector do sensor do
chicote do OEM. 4,75 a 5,25 VCC? 3A
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama NÃO
elétrico para a identificação dos pinos do
conector.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-113

PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do ECM Código de Falha 134 ativo e Código de Falha 2D
após 30 segundos. 133 inativo?
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 134 ativo e Código de Falha 3A
133 inativo?
NÃO

PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e verifique a condição do pedal ou alavanca do acelerador
remoto.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte o pedal ou alavanca do acelerador remoto no chicote do OEM.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 134 ativo? 4A


após 30 segundos. SIM
Utilize a ferramenta eletrônica de serviço Reparo:
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Foi detectado um pedal ou alavanca
defeituosos do acelerador remoto. Entre em
contato com o OEM ou o distribuidor
apropriado para obter instruções de reparo.
Substitua o pedal ou alavanca do acelerador
remoto.
Consulte o manual de diagnóstico de falhas
do OEM.

Código de Falha 134 ativo? 4A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-114 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3: Verifique o ECM e o chicote do OEM.


PASSO 3A: Inspecione o ECM e os pinos do conector do chicote do OEM.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se o chicote do OEM e os pinos do Pinos sujos ou danificados? 4A


conector do ECM apresentam: SIM
• Conector solto
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos conector do chicote.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector ou os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-071.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 3A-1
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-115

PASSO 3A-1: Verifique se há um circuito aberto no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um circuito aberto. Menos de 10 ohms? 3A-2


• Meça a resistência entre o pino de RETORNO SIM
do pedal ou alavanca do acelerador remoto no
conector ECM do chicote do OEM e o pino de
RETORNO do pedal ou alavanca do Menos de 10 ohms? 4A
acelerador remoto do chicote do OEM. NÃO
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama Reparo:
elétrico para a identificação dos pinos do
conector. Foi detectado um circuito aberto de
RETORNO no chicote do OEM.
Para obter as técnicas gerais de medição da
resistência, consulte Medições da Resistência Repare ou substitua o chicote do OEM.
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, Consulte o Procedimento 019-071.
Procedimento 019-360.
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-116 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3A-2: Verifique se há um curto-circuito de pino a pino no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto-circuito entre pinos. Mais de 100k ohms? 3B


• Meça a resistência entre o pino de SINAL do SIM
pedal ou alavanca do acelerador remoto no
conector ECM do chicote do OEM e todos os
outros pinos do conector do OEM. Mais de 100k ohms? 4A
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama NÃO
elétrico para a identificação dos pinos do Reparo:
conector.
Repare ou substitua o chicote do OEM.
Para obter as técnicas gerais de medição da
resistência, consulte Medições da Resistência Consulte o Procedimento 019-071.
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico,
Procedimento 019-360.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-117

PASSO 3B: Verifique se há um código de falha inativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 133 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™ para ler os códigos de falha. Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

Código de Falha 133 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Ligue para obter autorização.
Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.

PASSO 4: Apague os códigos de falha.


PASSO 4A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desative o código de falha. Código de Falha 133 inativo? 4B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta durante 1 minuto.
• Utilizando a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™, certifique-se de que o código de Código de Falha 133 inativo? 1A
falha esteja inativo. NÃO
Reparo:
Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Cummins local depois de verificar e
completar novamente todos os passos de
diagnóstico.
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-118 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 4B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM completo
INSITE™ para apagar os códigos de falha
inativos.
Todos os códigos apagados? Passos
NÃO apropriados
de
Reparo: diagnóstico
Faça o diagnóstico de falha de qualquer de falhas e
outro código de falha ativo. reparos
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-119

Código de Falha 134

Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do Acelerador Remoto - Voltagem


Abaixo da Normal ou com Voltagem Baixa

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 134 Circuito 1 do Sensor de Posição O acelerador remoto não irá funcionar. A
PID(P), SID(S): P029 do Pedal ou Alavanca do posição do acelerador remoto será ajustada
FMI: 4/4 Acelerador Remoto - Voltagem para zero por cento.
Lâmpada: Vermelha Abaixo da Normal ou com
SRT: Voltagem Baixa Detectada baixa
voltagem no sinal de posição do
pedal do acelerador remoto.

Circuito do Sensor de Posição do Pedal ou da Alavanca do Acelerador Remoto

Descrições do Circuito:
O pedal ou alavanca do acelerador remoto envia o sinal comandado pelo operador de aceleração ao módulo eletrônico
de controle através do chicote do OEM. O ECM usa este sinal para determinar o comando de alimentação de
combustível.

Localização do Componente:
A localização do pedal ou alavanca do acelerador remoto varia de acordo com o OEM. Consulte o manual de serviço
do OEM.

Dicas para a Oficina:


Se estiver fazendo o diagnóstico de falhas de um problema intermitente do acelerador:
A voltagem de sinal do sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto pode ser monitorada com a
ferramenta eletrônica de serviço INSITE™, durante o flexionamento do chicote para localizar a conexão intermitente.
As conexões intermitentes aparecem como mudanças abruptas na voltagem de sinal mostradas pelo INSITE™.
As possíveis causas desta falha são:
• Sinal de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto em curto com o massa do motor ou com os fios de
retorno do chicote do OEM ou do sensor
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-120 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

• Falha no sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.


• Circuito aberto no fio de sinal, de alimentação ou de retorno do acelerador remoto no chicote ou nos conectores
NOTA: Os três fios do circuito do sensor de posição do acelerador remoto devem ser trançados juntos.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-121

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PRECAUÇÃO
Para evitar danos a um novo ECM, investigue todos os outros códigos de falha ativos antes de substituí-lo.

PRECAUÇÃO
Para reduzir a possibilidade de danos aos pinos e ao chicote, utilize as seguintes pontas de prova ao efetuar
uma medição:
No. de Peça 3823995 - ponta de teste macho Weather-Pack.
No. de Peça 3823996 - ponta de teste fêmea Weather-Pack
No. de Peça 3822758 - cabo de teste macho Deutsch/AMP/Metri-Pack

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique os códigos de falha.
PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha Código de Falha 443 ou 2186
de alimentação do sensor. ativo?
PASSO 1B: Verifique se há um código de Código de Falha 134 ativo?
falha ativo.
PASSO 2: Verifique o circuito e o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador
remoto.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de posição Pinos sujos ou danificados?
do pedal ou alavanca do
acelerador remoto e os pinos do
conector.
PASSO 2B: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação do sensor de
posição do pedal ou alavanca do
acelerador remoto e o circuito
de retorno.
PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 133 ativo e
Código de Falha 134 inativo?
PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e Código de Falha 134 ativo?
verifique a condição do pedal ou
alavanca do acelerador remoto.
PASSO 3: Verifique o ECM e o chicote do OEM.
PASSO 3A: Inspecione o ECM e os pinos do Pinos sujos ou danificados?
conector do chicote do OEM.
PASSO 3A-1: Verifique se há um circuito Menos de 10 ohms?
aberto no chicote do OEM.
PASSO 3A-2: Verifique se há um circuito Menos de 10 ohms?
aberto no chicote do OEM.
PASSO 3A-3: Verifique se há um curto- Mais de 100k ohms?
circuito de pino a pino no
chicote do OEM.
PASSO 3A-4: Verifique se há um curto- Mais de 100k ohms?
circuito de pinos com a
massa no chicote do OEM.
PASSO 3B: Verifique se há um código de Código de Falha 134 inativo?
falha inativo.
PASSO 4: Apague os códigos de falha.
PASSO 4A: Desative o código de falha. Código de Falha 134 inativo?
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-122 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 4B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?


inativos.

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique os códigos de falha.


PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha de alimentação do sensor.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há códigos de falha de alimentação Código de Falha 443 ou 2186 ativo? Código de
do sensor. SIM Falha 443 ou
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço 2186
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 443 ou 2186 ativo? 1B
NÃO

PASSO 1B: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um código de falha ativo. Código de Falha 134 ativo? 2A


• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 134 ativo? Código de
NÃO Falha Inativo
ou
Intermitente,
Procedimento
019-362.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-123

PASSO 2: Verifique o circuito e o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador


remoto.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto e os pinos do
conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione o chicote do OEM e os pinos do Pinos sujos ou danificados? 4A


conector do sensor e verifique se há: SIM
• Conector solto
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos sensor ou no conector do chicote.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector ou os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-071.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 2B
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-124 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2B: Verifique a voltagem de alimentação do sensor de posição do pedal ou alavanca do


acelerador remoto e o circuito de retorno.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Meça a voltagem entre o pino de ALIMENTAÇÃO 4,75 a 5,25 VCC? 2C


de +5 volts de posição do pedal ou alavanca do SIM
acelerador e o pino de RETORNO de posição do
pedal ou alavanca do acelerador no conector do
sensor do chicote do OEM. 4,75 a 5,25 VCC? 3A
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama NÃO
elétrico para a identificação dos pinos do
conector.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-125

PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Instale um fio de ponte entre o pino de Código de Falha 133 ativo e Código de Falha 2D
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de posição do pedal 134 inativo?
ou alavanca do acelerador e o pino de SINAL de SIM
posição do pedal ou alavanca do acelerador no
conector sensor do chicote do OEM.
• Verifique se há resposta apropriada do ECM Código de Falha 133 ativo e Código de Falha 3A
após 30 segundos. 134 inativo?
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço NÃO
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama
elétrico para a identificação dos pinos do
conector.
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-126 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e verifique a condição do pedal ou alavanca do acelerador
remoto.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte o pedal ou alavanca do acelerador remoto no chicote do OEM.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 134 ativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
Foi detectado um pedal ou alavanca
defeituosos do acelerador remoto. Entre em
contato com o OEM ou o distribuidor
apropriado para obter instruções de reparo.
Substitua o pedal ou alavanca do acelerador
remoto.
Consulte o manual de diagnóstico de falhas
do OEM.

Código de Falha 134 ativo? 4A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Verifique o ECM e o chicote do OEM.


PASSO 3A: Inspecione o ECM e os pinos do conector do chicote do OEM.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se o chicote do OEM e os pinos do Pinos sujos ou danificados? 4A


conector do ECM apresentam: SIM
• Conector solto
• Pinos corroídos Reparo:
• Pinos tortos ou quebrados Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos torcidos para trás ou expandidos conector do chicote.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações de conector danificadas ou Limpe o conector e os pinos.
ausentes Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector ou os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada. Consulte o Procedimento 019-071.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 3A-1
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-127

PASSO 3A-1: Verifique se há um circuito aberto no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um circuito aberto. Menos de 10 ohms? 3A-2


• Meça a resistência entre o pino de SIM
ALIMENTAÇÃO do pedal ou alavanca do
acelerador remoto no conector ECM do
chicote do motor e o pino de ALIMENTAÇÃO Menos de 10 ohms? 4A
no conector do pedal ou alavanca do NÃO
acelerador remoto do chicote do OEM.
Reparo:
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama
elétrico para a identificação dos pinos do Foi detectado um circuito aberto de
ALIMENTAÇÃO no chicote do OEM.
conector.
Para obter as técnicas gerais de medição da Repare ou substitua o chicote do OEM.
resistência, consulte Medições da Resistência Consulte o Procedimento 019-071.
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico,
Procedimento 019-360.
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-128 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3A-2: Verifique se há um circuito aberto no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte do chicote do OEM o pedal ou alavanca do acelerador remoto.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um circuito aberto. Menos de 10 ohms? 3A-3


• Meça a resistência entre o pino de SINAL do SIM
pedal ou alavanca do acelerador remoto no
conector ECM do chicote do motor e o pino de
SINAL no conector do pedal ou alavanca do Menos de 10 ohms? 4A
acelerador remoto do chicote do OEM. NÃO
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama Reparo:
elétrico para a identificação dos pinos do
conector. Foi detectado um circuito aberto de SINAL no
chicote do OEM.
Para obter as técnicas gerais de medição da
resistência, consulte Medições da Resistência Repare ou substitua o chicote do OEM.
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico, Consulte o Procedimento 019-071.
Procedimento 019-360.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-129

PASSO 3A-3: Verifique se há um curto-circuito de pino a pino no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto-circuito entre pinos. Mais de 100k ohms? 3A-4


• Meça a resistência entre o pino de SINAL do SIM
pedal ou alavanca do acelerador remoto no
conector ECM do chicote do OEM e todos os
outros pinos do conector do OEM. Mais de 100k ohms? 4A
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama NÃO
elétrico para a identificação dos pinos do Reparo:
conector.
Repare ou substitua o chicote do OEM.
Para obter as técnicas gerais de medição da
resistência, consulte Medições da Resistência Consulte o Procedimento 019-071.
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico,
Procedimento 019-360.
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-130 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3A-4: Verifique se há um curto-circuito de pinos com a massa no chicote do OEM.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do OEM.
• Desconecte do chicote do OEM o sensor de posição do pedal ou alavanca do acelerador remoto.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um curto entre os pinos e o Mais de 100k ohms? 3B


massa. SIM
• Meça a resistência entre o pino de SINAL do
pedal ou alavanca do acelerador remoto no
conector ECM do chicote do OEM e o massa. Mais de 100k ohms? 4A
Consulte o diagrama de circuitos ou o diagrama NÃO
elétrico para a identificação dos pinos do Reparo:
conector.
Foi detectado um curto-circuito entre os
Para obter as técnicas gerais de medição da pinos e o massa na linha de SINAL do chicote
resistência, consulte Medições da Resistência do OEM.
com um Multímetro e o Diagrama Elétrico,
Repare ou substitua o chicote do OEM.
Procedimento 019-360.
Consulte o Procedimento 019-071.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-131

PASSO 3B: Verifique se há um código de falha inativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 134 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
A remoção e a instalação do conector
corrigiu a falha?

Código de Falha 134 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Ligue para obter pré-autorização.
Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.

PASSO 4: Apague os códigos de falha.


PASSO 4A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desative o código de falha. Código de Falha 134 inativo? 4B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta por 1 minuto.
• Utilizando a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™, certifique-se de que o código de Código de Falha 134 inativo? 1A
falha esteja inativo. NÃO
Reparo:
Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Cummins local depois de verificar e
completar novamente todos os passos de
diagnóstico.
Circuito 1 do Sensor de Posição do Pedal ou Alavanca do [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-132 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 4B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM completo
INSITE™ para apagar os códigos de falha
inativos.
Todos os códigos apagados? Passos
NÃO apropriados
de
Reparo: diagnóstico
Faça o diagnóstico de falha de qualquer de falhas e
outro código de falha ativo. reparos
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-133

Código de Falha 135 (Aplicação Automotiva)

Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima da Normal ou com Voltagem Alta

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 135 Circuito do Sensor de Pressão de Nenhum quanto ao desempenho. Nenhuma
PID(P), SID(S): P100 Óleo - Voltagem Acima da Normal proteção do motor para a pressão do óleo.
FMI: 3 ou com Voltagem Alta Detectado
Lâmpada: Âmbar sinal de alta voltagem no circuito
SRT: de pressão do óleo do motor.

Circuito do Sensor de Pressão do Óleo

Descrições do Circuito:
O sensor de pressão do óleo do motor é utilizado pela ferramenta eletrônica de serviço (ECM) para monitorar a
pressão do óleo lubrificante. O ECM monitora a voltagem no pino de sinal e a converte em um valor de pressão.

Localização do Componente:
O sensor de pressão do óleo do motor está localizado no lado esquerdo do bloco do motor. Consulte o Procedimento
100-002 para identificar a localização de cada componente.

Dicas para a Oficina:


O sensor de pressão do óleo compartilha com outros sensores os fios de alimentação e de retorno do chicote do
motor. Circuitos abertos e curtos no chicote do motor podem fazer com que vários códigos de falha sejam ativados.
Antes de fazer o diagnóstico de falha do Código de Falha 135, verifique se há outras falhas.
Possíveis causas deste código de falha:
• Circuito de retorno aberto no chicote, conectores ou sensor
• Circuito de sinal em curto com a alimentação do sensor ou voltagem da bateria.
Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-134 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PRECAUÇÃO
Para evitar danos a um novo ECM, investigue todos os outros códigos de falha ativos antes de substituí-lo.

PRECAUÇÃO
Para evitar danos aos pinos e ao chicote, utilize os seguintes cabos de teste ao efetuar uma medição:
No. de Peça 3164596 - ponta de teste macho Framatome.
No. de Peça 3822917 - ponta de teste fêmea Deutsch/AMP/Metri-Pack.

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique os códigos de falha.
PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha Código de Falha 386 ativo?
de alimentação do sensor.
PASSO 1B: Verifique se há um código de Código de Falha 135 inativo?
falha inativo.
PASSO 2: Verifique o sensor de pressão do óleo e o circuito do sensor.
PASSO 2A: Inspecione o sensor de pressão Pinos sujos ou danificados?
do óleo e os pinos do conector.
PASSO 2B: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 141 ativo e
Código de Falha 135 inativo?
PASSO 2C: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e a Código de Falha 221 ativo?
condição do sensor.
PASSO 3: Verifique o módulo de controle do motor e o chicote do motor.
PASSO 3A: Inspecione o módulo de controle Pinos sujos ou danificados?
do motor e os pinos do conector
do chicote do motor.
PASSO 3A-1: Verifique a resposta do Código de Falha 141 ativo e
módulo eletrônico de Código de Falha 135 inativo?
controle do motor.
PASSO 3A-2: Verifique se há um código Código de Falha 135 inativo?
de falha ativo.
PASSO 3B: Inspecione o módulo de controle Pinos sujos ou danificados?
do motor e os pinos do conector
do chicote do motor.
PASSO 3B-1: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 3B-2: Verifique se há um código Código de Falha 135 inativo?
de falha ativo.
PASSO 4: Apague o código de falha.
PASSO 4A: Desative o código de falha. Código de Falha 135 inativo?
PASSO 4B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?
inativos.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-135

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique os códigos de falha.


PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha de alimentação do sensor.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há códigos de falha de alimentação Código de Falha 386 ativo? Consulte o


do sensor. SIM Código de
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço Falha 386.
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 386 ativo? 1B
NÃO

PASSO 1B: Verifique se há um código de falha inativo.


Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um código de falha inativo. Código de Falha 135 inativo? Código de


• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM Falha Inativo
INSITE™ para ler os códigos de falha. ou
Intermitente,
Procedimento
019-362

Código de Falha 135 inativo? 2A


NÃO
Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-136 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2: Verifique o sensor de pressão do óleo e o circuito do sensor.


PASSO 2A: Inspecione o sensor de pressão do óleo e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte o sensor de pressão do óleo do chicote do motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do sensor de pressão do óleo quanto SIM
a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados sensor ou no conector do chicote.
• Pinos torcidos para trás ou expandidos
• Umidade dentro ou sobre o conector Limpe o conector e os pinos.
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector Se danificados, repare o chicote, o conector
• Vedações de conector danificadas ou e os pinos, se possível.
ausentes
• Dano na blindagem do fio Consulte o Procedimento 019-043.
• Capa do conector quebrada
• Dano na guia de trava do conector. Pinos sujos ou danificados? 2B
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte NÃO
Inspeção de Conectores e de Pinos de
Componentes, Procedimento 019-361.

PASSO 2B: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte o sensor de pressão do óleo do chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 141 ativo e Código de Falha 2C
após 30 segundos. 135 inativo?
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 141 ativo e Código de Falha 3A
135 inativo?
NÃO
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-137

PASSO 2C: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte o sensor de pressão do óleo do chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 2D


de retorno. SIM
• Meça a voltagem entre o pino de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão do
óleo e o pino de RETORNO de pressão do óleo 4,75 a 5,25 VCC? 3B
no conector sensor do chicote do motor. NÃO
Consulte o diagrama elétrico para obter a
identificação dos pinos do conector.
Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-138 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e a condição do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte o sensor de pressão do óleo no chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 135 ativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™ para ler os códigos de falha. Reparo:
Foi detectado um sensor defeituoso.
Substitua o sensor de pressão do óleo.
Consulte o Procedimento 019-066.

Código de Falha 135 ativo? 4A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Verifique o módulo de controle do motor e o chicote do motor.


PASSO 3A: Inspecione o módulo de controle do motor e os pinos do conector do chicote do motor.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do módulo eletrônico de controle SIM
quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados conector do módulo eletrônico de controle do
• Pinos torcidos para trás ou expandidos motor ou no conector do chicote do motor.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações de conector danificadas ou Se danificados, repare o chicote, o conector
ausentes e os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada Consulte o Procedimento 019-043.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 3A-1
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-139

PASSO 3A-1: Verifique a resposta do módulo eletrônico de controle do motor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 141 ativo e Código de Falha 3A-2
após 30 segundos. 135 inativo?
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 141 ativo e Código de Falha 4A
135 inativo?
NÃO
Reparo:
Ligue para obter pré-autorização.
Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.

PASSO 3A-2: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 135 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™ para ler os códigos de falha. Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

Código de Falha 135 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Foi detectado um curto-circuito entre pinos
na linha de sinal do chicote do motor.
Repare ou substitua o chicote do motor.
Consulte o Procedimento 019-043.
Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-140 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3B: Inspecione o módulo de controle do motor e os pinos do conector do chicote do motor.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do módulo eletrônico de controle SIM
quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados conector do módulo eletrônico de controle do
• Pinos torcidos para trás ou expandidos motor ou no conector do chicote do motor.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações de conector danificadas ou Se danificados, repare o chicote, o conector
ausentes e os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada Consulte o Procedimento 019-043.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 3B-1
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-141

PASSO 3B-1: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte o chicote do motor do conector do módulo eletrônico do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 3B-2


de retorno. SIM
• Meça a voltagem entre o pino de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão do
óleo e o pino de RETORNO de pressão do óleo 4,75 a 5,25 VCC? 4A
no conector do módulo eletrônico de controle NÃO
do motor.
Reparo:
Consulte o diagrama elétrico para obter a
identificação dos pinos do conector. Ligue para obter pré-autorização.
Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.
Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-142 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3B-2: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 135 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™ para ler os códigos de falha. Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

Código de Falha 135 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Foi detectado um circuito de RETORNO
aberto no chicote do motor.
Repare ou substitua o chicote do motor.
Consulte o Procedimento 019-043.

PASSO 4: Apague o código de falha.


PASSO 4A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desabilite o código de falha. Código de Falha 135 inativo? 4B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta durante 1 minuto.
• Utilizando a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™, certifique-se de que o código de Código de Falha 135 inativo? 1A
falha esteja inativo. NÃO
Reparo:
Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Cummins local depois de verificar e
completar novamente todos os passos de
diagnóstico.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor de Pressão de Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-143

PASSO 4B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM completo
INSITE™ para apagar os códigos de falha
inativos.
Todos os códigos apagados? Passos
NÃO apropriados
de
Reparo: diagnóstico
Faça o diagnóstico de falha de qualquer de falhas e
outro código de falha ativo. reparos
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-144 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

Código de Falha 135 (Aplicações Marítimas)

Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima da Normal ou com Voltagem Alta

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 135 Circuito do Sensor da Pressão do Nenhum. Nenhuma proteção do motor para
PID(P), SID(S): P100 Óleo - Voltagem Acima da Normal falha do circuito ou do sensor.
FMI: 3 ou com Voltagem Alta. Detectado
Lâmpada: Âmbar sinal de voltagem alta no circuito
SRT: de pressão do óleo do motor.

Circuito do Sensor da Pressão do Óleo

Descrições do Circuito:
O sensor da pressão do óleo do motor é utilizado pela ferramenta eletrônica de serviço (ECM) para monitorar a
pressão do óleo lubrificante. O ECM monitora a voltagem no pino de sinal e a converte em um valor de pressão.

Localização do Componente:
O sensor da pressão do óleo do motor está localizado no lado esquerdo do bloco do motor. Consulte o Procedimento
100-002 para a localização detalhada de cada componente.

Dicas para a Oficina:


Possíveis causas deste código de falha:
• Circuito de retorno aberto no chicote, nos conectores ou no sensor
• Circuito de sinal em curto com a alimentação do sensor ou com a voltagem da bateria.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-145

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PRECAUÇÃO
Para evitar danos a um novo ECM, investigue todos os outros códigos de falha ativos antes de substituí-lo.

PRECAUÇÃO
Para reduzir a possibilidade de danos aos pinos e ao chicote, utilize as seguintes pontas de prova ao efetuar
uma medição:
No. de Peça 3164596 - ponta de teste macho Framatome.
No. de Peça 3822917 - ponta de teste fêmea Deutsch/AMP/Metri-Pack.

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique os códigos de falha.
PASSO 1A: Verifique se há um código de Código de Falha 135 inativo?
falha inativo.
PASSO 2: Verifique o sensor da pressão do óleo e o circuito do sensor.
PASSO 2A: Inspecione o sensor da pressão Pinos sujos ou danificados?
do óleo e os pinos do conector.
PASSO 2B: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 141 ativo e
Código de Falha 135 inativo?
PASSO 2C: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e a Código de Falha 221 ativo?
condição do sensor.
PASSO 3: Verifique o módulo de controle do motor e o chicote do motor.
PASSO 3A: Inspecione o módulo de controle Pinos sujos ou danificados?
do motor e os pinos do conector
no chicote do motor.
PASSO 3A-1: Verifique a resposta do Código de Falha 141 ativo e
módulo eletrônico de Código de Falha 135 inativo?
controle do motor.
PASSO 3A-2: Verifique se há um código Código de Falha 135 inativo?
de falha ativo.
PASSO 3B: Inspecione o módulo de controle Pinos sujos ou danificados?
do motor e os pinos do conector
no chicote do motor.
PASSO 3B-1: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 3B-2: Verifique se há um código Código de Falha 135 inativo?
de falha ativo.
PASSO 4: Apague o código de falha.
PASSO 4A: Desative o código de falha. Código de Falha 135 inativo?
PASSO 4B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?
inativos.
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-146 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique os códigos de falha.


PASSO 1A: Verifique se há um código de falha inativo.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um código de falha inativo. Código de Falha 135 inativo? Código de


• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. SIM Falha Inativo
ou
Intermitente,
Procedimento
019-362

Código de Falha 135 inativo? 2A


NÃO

PASSO 2: Verifique o sensor da pressão do óleo e o circuito do sensor.


PASSO 2A: Inspecione o sensor da pressão do óleo e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor da pressão do óleo.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do sensor da pressão do óleo quanto SIM
a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados sensor ou no conector do chicote.
• Pinos torcidos para trás ou expandidos
• Umidade dentro ou sobre o conector Limpe o conector e os pinos.
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector Se danificados, repare o chicote, o conector
• Vedações do conector danificadas ou faltando e os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada Consulte o Procedimento 019-043.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 2B
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-147

PASSO 2B: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor da pressão do óleo.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 141 ativo e Código de Falha 2C
após 30 segundos. 135 inativo?
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. SIM

Código de Falha 141 ativo e Código de Falha 3A


135 inativo?
NÃO

PASSO 2C: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor da pressão do óleo.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 2D


de retorno. SIM
• Meça a voltagem entre o pino de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão do
óleo e o pino de RETORNO de pressão do óleo 4,75 a 5,25 VCC? 3B
no conector do sensor no chicote do motor. NÃO
Consulte o diagrama elétrico para obter a
identificação dos pinos do conector.
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-148 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e a condição do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte o sensor da pressão do óleo no chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 135 ativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
Foi detectado um sensor defeituoso.
Substitua o sensor da pressão do óleo.
Consulte o Procedimento 019-066.

Código de Falha 135 ativo? 4A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Verifique o módulo de controle do motor e o chicote do motor.


PASSO 3A: Inspecione o módulo de controle do motor e os pinos do conector no chicote do motor.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do módulo eletrônico de controle SIM
quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados conector do módulo eletrônico de controle do
• Pinos torcidos para trás ou expandidos motor ou no conector do chicote do motor.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações do conector danificadas ou faltando Se danificados, repare o chicote, o conector
• Dano na blindagem do fio e os pinos, se possível.
• Capa do conector quebrada
• Dano na guia de trava do conector. Consulte o Procedimento 019-043.
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Pinos sujos ou danificados? 3A-1
Inspeção de Conectores e de Pinos de
Componentes, Procedimento 019-361. NÃO
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-149

PASSO 3A-1: Verifique a resposta do módulo eletrônico de controle do motor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 141 ativo e Código de Falha 3A-2
após 30 segundos. 135 inativo?
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha. SIM

Código de Falha 141 ativo e Código de Falha 4A


135 inativo?
NÃO
Reparo:
Ligue para obter pré-autorização.
Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.

PASSO 3A-2: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 135 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

Código de Falha 135 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Foi detectado um curto-circuito entre pinos
na linha de sinal no chicote do motor.
Repare ou substitua o chicote do motor.
Consulte o Procedimento 019-043.
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-150 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3B: Inspecione o módulo de controle do motor e os pinos do conector no chicote do motor.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do módulo eletrônico de controle SIM
quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados conector do módulo eletrônico de controle do
• Pinos torcidos para trás ou expandidos motor ou no conector do chicote do motor.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações do conector danificadas ou faltando Se danificados, repare o chicote, o conector
• Dano na blindagem do fio e os pinos, se possível.
• Capa do conector quebrada
• Dano na guia de trava do conector. Consulte o Procedimento 019-043.
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Pinos sujos ou danificados? 3B-1
Inspeção de Conectores e de Pinos de
Componentes, Procedimento 019-361. NÃO
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-151

PASSO 3B-1: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o conector do módulo eletrônico do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 3B-2


de retorno. SIM
• Meça a voltagem entre o pino de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão do
óleo e o pino de RETORNO de pressão do óleo 4,75 a 5,25 VCC? 4A
no conector do módulo eletrônico de controle NÃO
do motor.
Reparo:
Consulte o diagrama elétrico para obter a
identificação dos pinos do conector. Ligue para obter pré-autorização.
Substitua o ECM.
Consulte o Procedimento 019-031.
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-152 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 3B-2: Verifique se há um código de falha ativo.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 135 inativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize o INSITE™ para ler os códigos de falha.
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

Código de Falha 135 inativo? 4A


NÃO
Reparo:
Foi detectado um circuito de RETORNO
aberto no chicote do motor.
Repare ou substitua o chicote do motor.
Consulte o Procedimento 019-043.

PASSO 4: Apague o código de falha.


PASSO 4A: Desative o código de falha.
Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Desative o código de falha. Código de Falha 135 inativo? 4B


• Ligue o motor e deixe-o funcionar em marcha SIM
lenta durante 1 minuto.
• Utilize o INSITE™ para verificar se o código de
falha está inativo. Código de Falha 135 inativo? 1A
NÃO
Reparo:
Retorne aos passos de diagnóstico de falhas
ou consulte o Posto Autorizado de Serviços
Cummins local depois de verificar e
completar novamente todos os passos de
diagnóstico.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Acima [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-153

PASSO 4B: Apague os códigos de falha inativos.


Condições:
• Conecte todos os componentes.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Apague os códigos de falha inativos. Todos os códigos apagados? Reparo


• Utilize o INSITE™ para apagar os códigos de SIM completo
falha inativos.
Todos os códigos apagados? Passos
NÃO apropriados
de
Reparo: diagnóstico
Faça o diagnóstico de falha de qualquer de falhas e
outro código de falha ativo. reparos
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Abaixo [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-154 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

Código de Falha 141 (Aplicação Automotiva)

Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Abaixo da Normal ou com Voltagem


Baixa

CÓDIGOS RAZÃO EFEITO

Código de Falha: 141 Circuito do Sensor da Pressão do Nenhum quanto ao desempenho. Nenhuma
PID(P), SID(S): P100 Óleo - Voltagem Abaixo da proteção do motor para a pressão do óleo.
FMI: 4/4 Normal ou com Voltagem Baixa.
Lâmpada: Âmbar Detectado sinal de voltagem
SRT: baixa no circuito de pressão do
óleo do motor.

Circuito do Sensor da Pressão do Óleo

Descrições do Circuito:
O sensor da pressão do óleo do motor é utilizado pela ferramenta eletrônica de serviço (ECM) para monitorar a
pressão do óleo lubrificante. O ECM monitora a voltagem no pino de sinal e a converte em um valor de pressão.

Localização do Componente:
O sensor da pressão do óleo do motor está localizado no lado esquerdo do bloco do motor. Consulte o Procedimento
100-002 para a localização detalhada de cada componente.

Dicas para a Oficina:


O sensor da pressão do óleo compartilha com outros sensores os fios de alimentação e de retorno do chicote do
motor. Circuitos abertos e curtos no chicote do motor podem fazer com que vários códigos de falha sejam ativados.
Antes de fazer o diagnóstico de falha do Código de Falha 141, verifique se há outras falhas.
Possíveis causas deste código de falha:
• Circuito do sinal aberto ou em curto com o massa no chicote do motor ou do sensor.
• Linha de alimentação aberta ou em curto com o massa.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Abaixo [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-155

RESUMO DOS DIAGNÓSTICOS DE FALHAS

PRECAUÇÃO
Para evitar danos a um novo ECM, investigue todos os outros códigos de falha ativos antes de substituí-lo.

PRECAUÇÃO
Para reduzir a possibilidade de danos aos pinos e ao chicote, utilize as seguintes pontas de prova ao efetuar
uma medição:
No. de Peça 3164596 - ponta de teste macho Framatome.
No. de Peça 3822917 - ponta de teste fêmea Deutsch/AMP/Metri-Pack.

PASSOS ESPECIFICAÇÕES CÓDIGO SRT


PASSO 1: Verifique os códigos de falha.
PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha Código de Falha 352 ativo?
de alimentação do sensor.
PASSO 1B: Verifique se há um código de Código de Falha 141 inativo?
falha inativo.
PASSO 2: Verifique o sensor da pressão do óleo e o circuito do sensor.
PASSO 2A: Inspecione o sensor da pressão Pinos sujos ou danificados?
do óleo e os pinos do conector.
PASSO 2B: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito. Código de Falha 135 ativo e
Código de Falha 141 inativo?
PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e a Código de Falha 141 ativo?
condição do sensor.
PASSO 3: Verifique o módulo de controle do motor e o chicote do motor.
PASSO 3A: Inspecione o módulo de controle Pinos sujos ou danificados?
do motor e os pinos do conector
no chicote do motor.
PASSO 3A-1: Verifique a voltagem de 4,75 a 5,25 VCC?
alimentação e o circuito de
retorno do sensor.
PASSO 3A-2: Verifique se há um código Código de Falha 141 inativo?
de falha ativo.
PASSO 3B: Inspecione o módulo de controle Pinos sujos ou danificados?
do motor e os pinos do conector
no chicote do motor.
PASSO 3B-1: Verifique a resposta do Código de Falha 135 ativo e
módulo eletrônico de Código de Falha 141 inativo?
controle do motor.
PASSO 3B-2: Verifique se há um código Código de Falha 141 inativo?
de falha ativo.
PASSO 4: Apague o código de falha.
PASSO 4A: Desative o código de falha. Código de Falha 141 inativo?
PASSO 4B: Apague os códigos de falha Todos os códigos apagados?
inativos.
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Abaixo [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-156 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA

PASSO 1: Verifique os códigos de falha.


PASSO 1A: Verifique se há códigos de falha de alimentação do sensor.
Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há códigos de falha de alimentação Código de Falha 352 ativo? Consulte o


do sensor. SIM Código de
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço Falha 352.
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Código de Falha 352 ativo? 1B
NÃO

PASSO 1B: Verifique se há um código de falha inativo.


Condições:
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há um código de falha inativo. Código de Falha 141 inativo? Código de


• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço SIM Falha Inativo
INSITE™ para ler os códigos de falha. ou
Intermitente,
Procedimento
019-362

Código de Falha 141 inativo? 2A


NÃO
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Abaixo [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-157

PASSO 2: Verifique o sensor da pressão do óleo e o circuito do sensor.


PASSO 2A: Inspecione o sensor da pressão do óleo e os pinos do conector.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor da pressão do óleo.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do sensor da pressão do óleo quanto SIM
a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados sensor ou no conector do chicote.
• Pinos torcidos para trás ou expandidos
• Umidade dentro ou sobre o conector Limpe o conector e os pinos.
• Vedações do conector danificadas ou faltando Se danificados, repare o chicote, o conector
• Sujeira ou resíduos nos pinos do conector e os pinos, se possível.
• Dano na blindagem do fio
• Capa do conector quebrada Consulte o Procedimento 019-043.
• Dano na guia de trava do conector.
Pinos sujos ou danificados? 2B
Para obter técnicas gerais de inspeção, consulte
Inspeção de Conectores e de Pinos de NÃO
Componentes, Procedimento 019-361.
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Abaixo [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-158 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2B: Verifique a voltagem de alimentação e o circuito de retorno do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor da pressão do óleo.
• Ligue a chave de ignição (ON).

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique a voltagem de alimentação e o circuito 4,75 a 5,25 VCC? 2C


de retorno. SIM
• Meça a voltagem entre o pino de
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão do
óleo e o pino de RETORNO de pressão do óleo 4,75 a 5,25 VCC? 3A
no conector do sensor no chicote do motor. NÃO
Consulte o diagrama elétrico para obter a
identificação dos pinos do conector.
ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...] Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Abaixo [...]
Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha Página TF-159

PASSO 2C: Verifique a resposta do circuito.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do chicote do motor o sensor da pressão do óleo.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Instale um fio de ponte entre o pino de Código de Falha 135 ativo e Código de Falha 2D
ALIMENTAÇÃO de +5 volts de pressão do óleo 141 inativo?
e o pino de SINAL de pressão do óleo, no SIM
conector do sensor no chicote do motor.
Consulte o diagrama elétrico para obter a Código de Falha 135 ativo e Código de Falha 3B
identificação dos pinos do conector. 141 inativo?
Verifique se há resposta apropriada do circuito NÃO
após 30 segundos.
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™ para ler os códigos de falha.
Circuito do Sensor da Pressão do Óleo - Voltagem Abaixo [...] ISB, QSB, ISC, QSC, ISL e QSL9 [...]
Página TF-160 Seção TF - Diagnóstico de Códigos de Falha

PASSO 2D: Verifique os códigos de falha e a condição do sensor.


Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Conecte o sensor da pressão do óleo no chicote do motor.
• Ligue a chave de ignição (ON).
• Conecte a ferramenta eletrônica de serviço INSITE™.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Verifique se há resposta apropriada do circuito Código de Falha 141 ativo? 4A


após 30 segundos. SIM
• Utilize a ferramenta eletrônica de serviço
INSITE™ para ler os códigos de falha. Reparo:
Foi detectado um sensor defeituoso.
Substitua o sensor da pressão do óleo.
Consulte o Procedimento 019-066.

Código de Falha 141 ativo? 4A


NÃO
Reparo:
Nenhum. A remoção e a instalação do
conector corrigiu a falha?

PASSO 3: Verifique o módulo de controle do motor e o chicote do motor.


PASSO 3A: Inspecione o módulo de controle do motor e os pinos do conector no chicote do motor.
Condições:
• Desligue a chave de ignição.
• Desconecte do ECM o chicote do motor.

Ação Especificações/Reparo Próximo


Passo

Inspecione os pinos dos conectores do chicote Pinos sujos ou danificados? 4A


do motor e do módulo eletrônico de controle SIM
quanto a:
• Conector solto Reparo:
• Pinos corroídos Foi detectada uma conexão defeituosa no
• Pinos tortos ou quebrados conector do módulo eletrônico de controle do
• Pinos torcidos para trás ou expandidos motor ou no conector do chicote do motor.
• Umidade dentro ou sobre o conector
• Vedações do conector danificadas ou faltando