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Universidade de São PauloFaculdade de Filosofia, Letras e Ciências HumanasDepartamento de Letras Clássicas e VernáculasPrograma de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa
Eugênio Tavares: poesia e convenção romântica
 Annio Carlos Oliveira Santos
São Paulo2007
 
Universidade de São PauloFaculdade de Filosofia, Letras e Ciências HumanasDepartamento de Letras Clássicas e VernáculasPrograma de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa
 Eugênio Tavares: poesia e convenção romântica
 
 Annio Carlos Oliveira Santos
Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados deLiteraturas de Língua Portuguesa, doDepartamento de Letras Clássicas eVernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras eCiências Humanas da Universidade de SãoPaulo, para obtenção do título de Mestre emLetras.Orientador: Prof. Dr. Hélder Garmes
 
 
Nem navio
 
Nem navio nem sombra de nuvem no mar  para um adeus de largada... Esta saudade infinita É uma ilusão que se disfarça. Grita que a dor passa! Saudade é voz ancorada...
1
 A Morna... parece que é o eco em tua alma da voz do Mar  e da nostalgia das terras mais ao longe que o Mar te convida, o eco da voz da chuva desejada, o eco da voz interior de nós todos, da voz da nossa tragédia sem eco!
2
 
1
 Manuel Lopes,
Crioulo e outros poemas
, 1964.
2
 Jorge Barbosa. Trecho do poema “Irmão”,
 Ambiente
, 1941.

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