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INTRODUCAO

1.1 Estudar as consequencia do Aborto e as suas pratica , é uma necesisdade


fundamental para que haja baixa indece de mortes de crianças no ventre da sua mãe
municipio da cazenga.
No mundos tem sido cada vez mais preucupante o aumento de mulheres que
aborton. Acreditamos que e necessario que as escolas, os meios de comunicação
devem reunir exforço para que este tipo de acto não seje frequente, para tal este
assunto deve ser debatido abertamente, porque tem se visto esta problematica com
bastante frequencia na nossa sociedade em especial atencao em Luanda no
municipio da Cazenga.
Esta investigacao consiste em uma descriçao refletida sobre os perigos que as
mulheres acabom estando quando elas abortam.
1.1.1 Delimitaçao do tema
Tendo em conta a abordagem o tema em questao uma vez que na e possivel
realizar um trabalho minunciosa de como muitas vezes as mulheres acabam por
praticar tal acto cruel com as crianças que tambem tentêm direito a vida então,
limitamos a nossa pesquisa no municipio do Cazenga
1.1.2 Justificaçao do tema
O tema escolhiodo é de relevante importancia para a sociedade da provicia de Luanda
em particular as mulheres e homem para poderem se prevenir das consequencia que o
aborto pode causar nas mulheres, como uma forma de diminuir o indice elevado de
mortes de crianças nos municipios em Cazenga. O material obtido a partir deste estudo
servirá de apoio para todos aqueles que procuram saber mais sobre o assunto e
especialmente para aqueles que queiram fazer uma investigação sobre o aborto.

1.2 Objectivo
1.2.1 Objectivo geral
Melhorar a educação das mulheres e dos homens no que diz respeito a praticas dos
aborto de modos que conhecam as consequencias que esta pratica tras consigo
.
1.2.2 Objectivo especificos
Identificar as principais causa da do aborto da localidade do cazenga
Buscar novas formas apelar as mulheres que o aborto não e o melhor caminho modo a
diminuir os indices morte de crianças no ventre.

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II. FUNDAMENTAÇÃO TEORICA

segundo a Antropologia, remonta à Antiguidade. Há evidências que sugerem que,


historicamente, dava-se fim à gestação, ou seja, provocava-se o aborto, utilizando
diversos métodos, como ervas abortivas, o uso de objetos cortantes, a aplicação de
pressão abdominal entre outras técnicas em geral.

A legislação sobre o aborto e sua execução prática variaram segundo sua época. Muitas
leis e doutrinas religiosas antigas consideravam os golpes da criança em gestação
no ventre da mãe como um parâmetro para diferenciar quando a prática do aborto
deixava de ser aceitável. Nos séculos XVIII e XIX vários médicos, o cleroe
reformadores sociais conseguiram aprovar leis que proibiam totalmente a prática do
aborto. Durante o século XX o aborto induzido tornou-se prática legal em muitos países
do Ocidente, todavia com a oposição sistemática de grupos pró-vida, seja por via de
ações legais, seja por protestos e manifestações públicas.[1]

A história do aborto acompanha a história das sociedades humanas e ainda se mantém


em construção na atualidade, revelando aspectos importantes da chamada história das
mulheres. A forma de abordagem sobre a prática do aborto sofreu alterações ao longo
do tempo, em termos técnicos, éticos e jurídicos

O que é aborto?
Aborto é a interrupção precoce da gravidez, espontânea ou provocada, com a remoção
ou expulsão de um embrião (antes de oito ou nove semanas de gestação) ou feto (depois
de oito ou nove semanas de gestação), resultando na morte do concepto ou sendo
causada por ela. Isso faz cessar toda atividade biológica própria da gestação.

A questão do aborto envolve aspectos morais, éticos, legais e religiosos, cuja avaliação
depende da singularidade de cada pessoa. Quando o aborto é induzido por razões
médicas, realizado por profissionais capacitados e em boas condições de higiene, é um
procedimento seguro. No entanto, quando feito de maneira inadequada, geralmente
resulta em graves complicações e inclusive na morte da mulher. Fala-se em dois tipos
de abortos: os espontâneos e os induzidos.

O aborto espontâneo é a expulsão involuntária, casual e não intencional de um embrião


ou feto antes de 20 a 22 semanas de gestação. A idade avançada da gestante e a história
de abortos espontâneos anteriores são os dois maiores fatores de risco de abortamento.
As anomalias cromossômicas do feto ou embrião são a causa mais comum de aborto
espontâneo precoce, mas há outras causas possíveis, como doenças vasculares,
problemas hormonais, infecções, anomalias uterinas, trauma acidental ou intencional e
intoxicações químicas. Um sangramento vaginal intenso poder ser
um sinal de abortamento espontâneo.

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O aborto induzido, também denominado aborto provocado, é o aborto causado
deliberadamente por razões médicas admitidas pela lei ou clandestinamente por pessoas
leigas, o que constitui crime. Pode acontecer pela ingestão de medicamentos ou por
meio de métodos mecânicos. Quando o aborto é realizado devido a uma avaliação
médica é dito aborto terapêutico. O aborto provocado por qualquer outra motivação é
dito aborto eletivo.

No Brasil, atualmente, o aborto pode ser feito legalmente em casos de estupro; quando
existe grave risco de vida para a mãe ou quando o feto tenha graves e irreversíveis
anomalias físicas (anencefalia, por exemplo), desde que haja o consentimento do pai e
atestado de pelo menos dois médicos confirmando a situação.

Quando o feto é expulso entre a 22ª e a 37ª semanas de gestação, ele é dito natimorto.
Quando ocorre a expulsão do feto após a 37ª semana, mas antes que a gestação tenha se
completado, se o feto nasce vivo, fala-se em parto prematuro.

Como é feito o aborto?


O aborto pode ser feito por métodos cirúrgicos ou farmacológicos (medicamentosos).
Os abortos farmacológicos são feitos por medicações que interrompem a gestação e
promovem a expulsão do embrião e só são viáveis no primeiro trimestre da gravidez. Os
abortamentos realizados por médicos, nas clínicas ou hospitais, podem ser feitos por
sucção (um aparelho de sucção é ligado ao útero da gestante e é feita a sucção do
conteúdo uterino), dilatação do colo do útero e posterior extração mecânica
do feto, curetagem (raspagem do conteúdo uterino por um instrumento parecido com
uma colher, chamado cureta) e injeção salina (a injeção é feita dentro da bolsa
amniótica). Algumas vezes o abortamento pode ser realizado através de medicações que
inibem o desenvolvimento do feto e, em geral, tem que ser complementado por alguma
intervenção cirúrgica. As medicações destinadas a provocar o aborto podem ser
administradas por via vaginal ou oral. Muitas mulheres, no entanto, recorrem a métodos
caseiros ou a atendimentos em clínicas clandestinas, o que aumenta em muito os riscos
de complicações sérias e, às vezes, fatais. O aborto dito cirúrgico consiste na remoção
do conteúdo uterino por aspiração e curetagem. Pode ser realizado com anestesia local
ou geral, segundo decisão médica. A hospitalização necessária é breve, mesmo se a
cirurgia for feita sob anestesia geral. A intervenção deve ser feita no bloco operatório e
dura apenas alguns minutos. O abortamento espontâneo pode ocorrer sem qualquer
indicação ou aviso prévio. Geralmente esses abortos não colocam em perigo a vida da
mulher. Muitas vezes torna-se necessária uma hospitalização rápida para remover o que
restou no interior do útero ou possa estar em processo de degradação dentro do útero.
As infecções são raras e a possibilidade de sobrarem vestígios do feto é remota.

A “pílula do dia seguinte” modifica a parede do útero de modo a impedir a implantação


do ovo e, neste caso, atua como abortiva quando se concebe que a vida começa
na concepção. Também os dispositivos intrauterinos (DIU) tornam o ambiente uterino

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inóspito para a implantação do embrião e são também, segundo essa mesma concepção,
abortivos.

A droga RU-486 induz o aborto, até ao segundo mês de gestação, bloqueando a


produção de progesterona. Sem este hormônio, o feto não obtém a nutrição adequada e
não consegue sobreviver. Além do abortamento, ela produz, como efeitos
secundários, náuseas, cãibras, vômitos e hemorragias.

Quais são os riscos do aborto?


Os riscos do abortamento para a saúde dependem das condições em que o procedimento
seja realizado. Os abortos legais, realizados em ambientes adequados e por profissionais
experientes, são procedimentos seguros. Quando realizados sem a necessária assepsia,
por pessoas sem treinamento e por meio de equipamentos perigosos, quase sempre
levam a sérias complicações e à morte. Infelizmente, isso continua acontecendo em
grande número. O risco de morte relacionada ao aborto feito em condições adequadas é
menor do que o do parto normal.

Medicamente, a aspiração uterina à vácuo é o método de aborto não farmacológico mais


seguro, no primeiro trimestre da gestação. As complicações desse procedimento são
raras e podem incluir perfuração uterina, infecçãopélvica e retenção dos produtos
da concepção, necessitando de um segundo procedimento para evacuá-los. Desde antes
do aborto, a paciente deve tomar antibióticos profiláticos, porque eles diminuem
substancialmente o risco de infecções pós-operatórias. Em termos de segurança, existe
pouca diferença entre o aborto por aspiração à vácuo e o aborto farmacológico, quando
são realizados no início do primeiro trimestre. Os abortos realizados sem os cuidados
médicos adequados (uso de certas drogas, ervas ou a inserção de objetos não cirúrgicos
no útero) conduzem a um elevado risco de infecção e à morte. Como no aborto há
normalmente certo grau de sangramento, há o risco de uma hemorragia mais volumosa,
que pode exigir transfusões de sangue e mesmo levar a mulher à morte. Outras
complicações de certa gravidade são os abortos incompletos e a ruptura uterina

POR QUE ALGUMAS MULHERES ABORTAM?

Mulheres realizam abortos em situações drásticas: quando têm que determinar a


continuação de uma gravidez, essa questão não diz respeito somente a elas, mas também
a outro ser – o que torna essa questão muito mais complexa para elas do que às vezes é
pintado, sendo difícil de encarar principalmente pelo psicológico da própria gestante.

As razões para um aborto induzido podem variar muito, dependendo do contexto social
em que aquela mulher está inserida, de suas necessidades e experiências. Os motivos
pelos quais essas mulheres realizam abortos são extremamente singulares e íntimos,
podendo ser por conta de vulnerabilidade financeira, idade, falta de apoio familiar e do
pai da criança, entre diversos outros motivos. Essa questão, porém, é delicada em
qualquer que seja sua motivação para cogitar um abortamento.

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QUAIS SÃO OS TIPOS DE ABORTO?
Aborto espontâneo: é aquele que acontece sem a vontade da mulher. Pode acontecer
por uma série de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Os motivos podem variar de
esforço físico excessivo a má-formações no feto, ou até mesmo grandes níveis de stress.
Estima-se que em 25% das gestações acontece o aborto espontâneo, normalmente por
má formação genética do embrião.

Aborto induzido seguro: é aquele induzido pelo uso de remédios abortivos ou por
métodos cirúrgicos – curetagem, dilatação, aspiração – com o devido cuidado médico. É
considerado, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), uma forma segura de abortar
quando é realizado nas circunstâncias por eles indicadas: feito por médicos ou médicas
experientes e com os recursos materiais necessários para o procedimento.

Aborto induzido não seguro: é aquele feito pela própria mulher, com agulhas de tricô,
cabides de ferro ou qualquer ferramenta em que ela, num ato de desespero, tentará
realizar o aborto. Podem ser consideradas formas perigosas de realizar esse
procedimento também quando se tomam remédios abortivos sem orientação médica
ou de origem duvidosa; e, também, quando ele é realizado em clínicas clandestinas –
muitas vezes com profissionais sem preparo e/ou com materiais e medicamentos
defeituoso

COMO FUNCIONAM OS ABORTOS LEGALIZADOS?


As mulheres que correm risco de vida têm o direito de, conversando com seu médico ou
médica ginecologista, realizar o procedimento de aborto. Da mesma forma, se o feto for
diagnosticado com anencefalia – quando não tem o cérebro – ou tiver alguma condição
mental e/ou física irreversível. A última possibilidade de aborto legalizado é nos casos
de estupro, e a questão se complica: apesar de ser legalizado desde 1940, foi somente
em 2000 que o Ministério da Saúde regulamentou o aborto em caso de estupro. Entenda
mais no próximo parágrafo!

POR QUE ABORTO É UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA?


O impacto do aborto em termos de saúde pública tem sido mundialmente discutido há
anos. Em 1967, a Assembleia Mundial da Saúde identificou o aborto inseguro como um
problema sério de saúde pública em muitos países. Assim, a OMS estabeleceu como
estratégia – adotada pela Assembleia Mundial da Saúde em 2004 – para os Objetivos do
Milênio da ONU a melhora da saúde materna. Isso porque considera o aborto uma
“causa evitável de mortalidade e morbidade maternas”. Em 2013, a OMS lançou um
guia para unidades de saúde e hospitais explicitando de que forma tornar o
procedimento seguro para as mulheres e como deveriam agir os profissionais da saúde.
Nele, os números são muitos.

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PRINCIPAIS MOTIVAÇÕES E DADOS ESTATÍSTICOS
Pesquisa realizada em 2004, nos EUA, com 1.209 mulheres em onze grandes clínicas de
aborto, apontou como motivações para o aborto (dadas pelas próprias mulheres):

- 27% - eu não estou pronta para uma criança

- 21% - eu não tenho condições financeiras

- 13% - eu não quero ser mãe solteira

- 11% - eu não sou madura o suficiente para cuidar de uma criança

- 10% - um bebê iria interferir na minha educação/carreira

- 1,5% - eu não quero que os outros saibam que eu tinha relações sexuais

- 1,0% - meu marido/namorado quer que eu aborte

- 0,5% - meus pais querem que eu aborte

- 2,5% - o feto tem um possível problema de saúde

- 2,5% - tenho problema em minha saúde física

- 1,0% - sou vítima de estupro ou incesto

- 8,0% - eu completei minha gravidez

- 1,0% - outras razões

Conclui-se, assim, que 8% das mulheres resolveram não abortar. Das 92% restantes,
apenas 6% alegaram que fizeram o aborto por motivações terapêuticas ou humanitárias.
Assim, 85% dos abortos foram realizados por questões circunstanciais, facilmente
evitáveis se se utilizassem métodos contraceptivos ou se preservassem de relações
sexuais prematuras.

Outra pesquisa, realizada apenas nos estados de Louisiana, Nebraska e Utah, aponta
que, dos 122.083 abortos realizados, 273 (0,22%) tinham por razão estupro ou incesto,
513 (0,42%) a preservação da vida ou saúde física da mãe, e 250 (0,20%), os defeitos
congênitos. Assim, os "casos difíceis" (como são os enumerados pela pesquisa)
representariam apenas 0,84% dos abortos cometidos.

Por fim, um estudo em 27 países, de 1998, verificou as razões pelas quais as mulheres
tem um aborto induzido, nos seguintes termos:

- 30,9% - eu não quero (mais) crianças

- 21,1% - eu quero adiar a maternidade

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- 19,9% - ter um filho vai atrapalhar meus estudos ou trabalho

- 6,6% - eu não tenho condições financeiras agora

- 4,4% - tenho problema no meu relacionamento e meu parceiro não quer essa gravidez

AS CONSEQUENCIAS DOS PROCEDIMENTOS ABORTIVOS


Consequencias físicas

Os cientistas médicos indicam as seguintes: laceração do colo uterino, o que provoca


partos posteriores prematuros; perfuração do útero; esterilidade; perigo de lesão no
intestino, trompas e bexiga; retirada do útero (histectomia) e/ou endométrio (mucosa);
gravidez ectópica (fora do local apropriado); entrada da solução salina na corrente
sanguínea da mãe; e morte materna, independentemente do método abortivo.

Segundo o Dr. Maurício Price, as consequencias nefastas do aborto estão sempre


presentes, seja "legal", seja "clandestino".

Ainda, cabe ressaltar que

Em estudos de mulheres que sofreram complicações pós-aborto:

. Mais de 90% disseram que não receberam informações suficientes para fazer uma
escolha consciente.

. Mais de 80% disseram que muito provavelmente não teriam abortado se não tivessem
sido tão veementemente incentivadas por terceiros a abortar, inclusive pelos
conselheiros do aborto.

. Oitenta e três por cento disseram que levariam a termo se tivessem recebido apoio dos
namorados, famílias ou outras pessoas importantes em suas vidas. [06]

Consequencias psicológicas
Psicólogos e psiquiatras apontam os seguintes distúrbios como mais recorrentes:
flashbaks do momento do aborto; crises de histeria; sentimento de culpa; visões ou
sonhos com a criança abortada; dificuldade em manter e desenvolver relacionamentos
interpessoais; ansiedade e medo de outra gravidez; queda na estima pessoal pela
destruição do próprio filho; depressão; e nove vezes mais propensão ao suicídio.

A Drª. Rosângela Justino, na classificação da CID 10, elenca o estado de stress pós-
traumático (F43.1):

Os sintomas típicos incluem a revivescência repetida do evento traumático sob a forma


de lembranças invasivas ("flashbacks"), de sonhos ou de pesadelos; ocorrem num

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contexto durável de "anestesia psíquica" e de embotamento emocional, de retraimento
com relação aos outros, insensibilidade ao ambiente, anedonia [perda da capacidade de
sentir prazer, próprio dos estados gravemente depressivos], e de evitação de atividades
ou de situações que possam despertar a lembrança do traumatismo. [07]

David Reardon, em estudo de 1994, descobriu que mulheres que abortam tem um
conjunto de sintomas psicológicos que ocorrem com muito mais frequência do que entre
mulheres que não abortam. Esses sintomas incluem flashbacks (63%), tentativas de
suicídio (28%), ataques histéricos (51%), perda de auto-confiança e auto-estima (82%),
transtornos alimentares como anorexia ou bulimia (39%), uso de drogas ilegais (41%) e
perda de prazer durante a relação sexual (59%). [08]

Ainda,

Cerca de 60% das mulheres que fazem aborto relatam seqüelas de ideação suicida,
sendo que 28% tentam suicídio, metade das quais o fizeram duas ou mais vezes.

O aborto está relacionado com aumento da depressão, comportamento violento, abuso


de álcool e drogas, gravidez de substituição e ligação maternal reduzida com filhos
nascidos posteriormente. Esses fatores estão intimamente associados ao abuso infantil e
parecem confirmar a avaliação clínica individual ligando o aborto pós-trauma com os
maus tratos. [09]

Estudo que comprova as pesquisas moleculares da Dra. Lílian foi realizado nos Estados
Unidos (EUA) pela Dra. Priscilla Coleman, professora de Desenvolvimento Humano e
Estudos Familiares da "Bowling Green State University", com 1.000 mulheres para
descobrir as diferenças entre as adolescentes que tinham dado à luz e as que tinham
praticado o aborto diante de uma gravidez inesperada. Ela constatou que as adolescentes
que procederam ao aborto manifestaram cinco vezes mais necessidade de ajuda
psicológica do que as que tiveram seus filhos. A pesquisadora afirma que "ser mãe na
adolescência é inevitavelmente uma experiência que implica dificuldades, mas a
ocorrência de problemas psicológicos com a prática do aborto é muito maior do que
com a condução da gravidez". [10] (grifos nossos)

2.1Trabalhos ja feito sobre o assunto


Segundo os dados disponíveis a nível global, a cada 9 minutos morre uma mulher em
consequência de complicações de um aborto clandestino. A maioria destas mulheres são de
países mais pobres, nomeadamente de países africanos. É por isso que a OMS e as Nações
Unidas consideram que o aborto clandestino e inseguro é um problema de saúde pública..

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III METODOLOGIA

3.1 Tipo de estudo

Trata-se de um tipo de estudo descritivo com abordagem quantitativa,


porque o utilizou-se a tecnica de recolha de dados, de forma a obter
informações de decterminado aspectos das realidades das nossas
comunidades no que diz a realidade das mesmas, com isto obtivemos
provas a respeito do assuntos sobre os quais desconheciam e que podem
orientar o seu comportamento da mulheres e homens sobre a pratica do
aborto.

3.2 População e Amostra

Dada a especificidade e caracteristica desse topo de acontecimento


gravidez precoce em Luanda no Municipio do Cazenga optou-se por
elaborar uma abordagem quantitativa um estudo que assente no relato de
caso discritivo desenvolvido em adolecente do sexo femenino e masculino
de 13 aos 45 anos de idade.

3.2.1 Criterio de inclusão

Participaram desta pesquisa todos transeuntes do sexo femenino e


masculino entre os 13 aos 45 anos de idede que ja estiveram e algumas
estão em estado de gestação.

3.2.2 Criterio de exclusão

Foram excluidos todos transeunte do sexo fenino e masculino que são


crianças e que estão com a idade superior aos 46 anos

3.3 Metodos a utilizar

Sendo um trabalho de pesquisa utilisou-se um questionario seme-


estruturado de perguntas abertas.

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IV. CRONOGRAMA
ACTIVIDADE / PERIODO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

1 Lançamento de literatura X X

2 Montagem do projeto X X X X

3 Coleta de dados X X X

4 Tratamento de dados X X X X X

5 Elaboração do Relactorio final X X X

6 Revisão do testo X

7 Entrega do Trabalho X

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