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DS- DIÁLOGO DE MÊS REALIZAÇÃO

SEGURANÇA Novembro 2018

Elaboração: Célio Silva Oliveira – ABRANGÊNCIA:


Coord.SSST/Dimafran PARA TODAS AS FRENTES

TEMA: IMPORTÂNCIA DA INSPEÇÃO NOS MATERIAS E FERRAMENTAS DE COMBATE A


INCÊNDIOS FLORESTAIS

DESENVOLVIMENTO DO TEMA

1. Inspecionar periodicamente os equipamentos de combate a incêndios florestais, mantendo os


mesmos em condições de pronto uso.

2. O trabalho de combate a incêndios florestais eficiente será possível com ferramentas em boas
condições de uso. Todos os combatentes são responsáveis pela conservação das melhores
condições de uso de todo o equipamento que se encontra dentro de suas atribuições. Após o uso,
elas devem ser inspecionadas, ter a manutenção realizada e acondicionadas prontas para um
próximo emprego.

3. Para afiação seguir o procedimento de segurança (Afiar, com suporte de afiação, lima com
proteção no cabo luva anti-corte e afiar em favor do corte nunca contra o corte); O transporte
das ferramentas com proteção da lamina. Jamais podemos transportar ferramentas e
combatentes juntos, devendo, portanto, haver um local específico para guarda das mesmas,
preferencialmente, em compartimentos exclusivos.

4. No transporte em linha por combatentes, o fio de corte sempre deverá estar voltado para o solo,
e por questões de padronização e segurança todas as ferramentas devem ser transportadas do
mesmo lado;

5. Utilizar os Epis Recomendados e em boas condições de higiene;

6. Hidratar-se com água potável sempre que achar necessário.

7. Planejar a rota de fuga;

8. Não se expor muito a ação do incêndio;

9. Saiba o que o incêndio está fazendo o tempo todo;

10. Atenção ao trânsito de máquinas e veículos;

11. Carregar a ferramenta de forma segura;

12. Atenção a linhas elétricas que podem estar energizadas;


13. Deslocamento compatível com o local;

14. Nunca combater incêndio sozinho;

15. Estar atento aos buracos, barrancos, espinhos, galhadas, etc.

16. Manter-se informado sobre as condições de clima e de previsões meteorológicas.

17. Manter-se sempre informado do comportamento do incêndio, observar pessoalmente ou


empregar um assistente capacitado.

18. Basear qualquer ação contra o incêndio segundo o comportamento atual dele.

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19. Manter rotas de escape para todo o pessoal e fazê-lo conhecê-las.
20. Manter um posto de observação quando houver a possibilidade de perigo.

21. Manter-se alerta e calmo, pensar claramente, com máxima atenção.

22. Manter comunicação com o pessoal, coordenação, líder da brigada e forças de apoio.

23. Lideranças : Dar instruções claras e estar certo de que essas foram entendidas.

24. Lideranças : Manter controle do pessoal todo o tempo, por exemplo, comando de enumerar.

25. Combater o fogo e manter a calma acima de tudo, por exemplo, a manutenção da distância de
segurança nos deslocamentos e na abertura de linha.

26. Ao delimitar a área, ter o máximo de cuidado em deixar vias de escape, bem visíveis, mostrando-
as aos demais componentes da equipe . Se possível manter um vigia, para avisar quando houver
perigo eminente de fogo .

27. Estar sempre em alerta, manter a calma, pensar claramente e agir decididamente . Ao cair ou
atrapalhar-se com o fogo, procurar proteger-se por um dos seguintes métodos:
a. Escapar por vias de controle,previamente estabelecidas, até chegar a um corta-fogo,
caminho ou estrada .
b. Se as chamas forem pequenas, entrar em áreas anteriormente queimadas, passando
pelo espaço que contiver as menores chamas

Situações de risco:

28. Quando se constrói uma linha de fogo encosta abaixo até o incêndio.
29. Quando se combate o incêndio em uma encosta onde material rodante pode iniciar focos
secundários encosta abaixo, ou pedras rolam com facilidade.
30. O vento começa a soprar, aumenta em velocidade ou muda de direção.
31. O tempo se torna mais quente e seco, o que costuma ocorrer diariamente no meio da tarde.
32. Encontrar-se em linha de fogo com combustíveis pesados, secos e não queimados entre você e o
incêndio.
33. Achar-se em uma posição onde a topografia dificulte a caminhada.
34. Estar em terreno desconhecido.
35. Estar em uma área onde os brigadistas não conhecem os fatores locais que influenciam o
comportamento do incêndio.
36. Tentar um ataque à frente do incêndio com caminhão bombeiro.
37. Focos secundários freqüentes surgem na área defendida pela linha de fogo.
38. Não se pode ver o incêndio principal, nem há comunicação direta com pessoas que possam vê-lo.
39. Não entender claramente as instruções, sua tarefa ou cargo.
40. Ficar sonolento, com vontade de cochilar, fora do seu horário e local de descanso, principalmente,
próximo à linha de fogo

2 Ferramentas manuais:
41. Segurar firme no cabo e movimentar para fora do corpo;
42. Carregar segurando pelo cabo e com a lâmina posicionada para fora do corpo;
43. Usar lima com cabo de proteção e afiar a favor da lâmina;
44. Retirar o calcanhar do machado e o bico do penado, manter o elástico no cabo. Travar a
ferramenta no cabo;

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