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Interfaces da

Matemática com a Física:


Mecânica e Termologia
Material Teórico
Clorimetria

Responsável pelo Conteúdo:


Prof. Dr. Márcio Eugen Klingenschmid Lopes dos Santos

Revisão Técnica:
Profa. Dra. Mônica Midori Marcon Uchida Sguazzardi

Revisão Textual:
Profa. Ms. Selma Aparecida Cesarin
Calorimetria

• Calor
• Trocas de Calor
• Capacidade Térmica
• Fluxo de Calor
• Transmissão de Calor

·· Ao término desta Unidade, desejamos que você consiga identificar os elementos


envolvidos nos processos que envolvam calor, bem como saber utilizar e calcular
as medidas, propagação e fazer o estudo dos gases.

Prezado estudante!
Iniciamos a unidade da Disciplina de Interfaces da Matemática com a Física.
Aprofunde o assunto estudado realizando a leitura dos textos indicados, refaça os exemplos e anote
suas dúvidas.
Fique atento às atividades avaliativas e aos prazos de entrega.

Bons estudos!

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Unidade: Clorimetria

Contextualização

Texto 1: Trocador de Calor

Trocador de calor é o dispositivo usado para realizar o Figura 26 – Dissipador de calor (cooler) de
processo de troca térmica entre um sistema e sua vizinhança microcomputador.
quando se encontram a temperaturas diferentes. Os trocadores
de calor desempenham papel importante nas diversas áreas
do conhecimento, na pesquisa científica e nas aplicações
tecnológicas. Na indústria, são usados para aquecer ou resfriar
fluidos para usos diversos. São encontrados sob a forma de torres
de refrigeração, caldeiras, condensadores, evaporadores e leitos
fluidizados. Dispositivos de conforto ambiental e conservação
de alimentos, como condicionadores de ar, aquecedores de
água domésticos e frigoríficos se baseiam fundamentalmente
em trocadores de calor. A produção de bebidas destiladas
utiliza essa tecnologia como nos alambiques, por exemplo. A
manutenção da temperatura adequada ao funcionamento dos
motores de automóveis é conseguida por meio de radiadores;
e nos processadores de microcomputadores é mantida por um
cooler. Podemos imaginar uma infinidade de aplicações para Fonte: iStock/Getty Images

esse dispositivo, pois a transferência otimizada e a conservação


de energia sob a forma de calor é um desafio constante.
Texto Disponível em: http://www.if.ufrgs.br/public/tapf/v20n5_marques_araujo.pdf.

Texto 2: Formação dos Ventos


O clima da Terra depende de muitos fatores, mas um dos importantes é a energia térmica dos
oceanos. Durante o dia, os raios solares que incidem nos oceanos fazem aumentar a temperatura da
água do mar. Como a água possui um calor específico elevado e a massa da água dos oceanos é muito
grande, os oceanos levam muito tempo para aquecer e também muito tempo para esfriar.
As substâncias de que são feitos os continentes, por outro lado, possuem um calor específico
muito menor e apenas uma camada relativamente estreita da superfície é aquecida pelo sol. Assim, os
continentes esquentam e esfriam muito mais rapidamente que os oceanos.
No litoral, durante o dia, o ar próximo à superfície da Terra se aquece mais rapidamente do que
o ar próximo à superfície do mar. Assim, o ar que está sobre a areia sobe e, abre um espaço, que é
rapidamente ocupado pelo ar mais frio, aquele que está sobre o mar. Forma-se assim uma corrente de
ar que chamamos de brisa marítima, pois sopra do mar para a terra.
Depois que o Sol se põe, a água e a areia deixam de receber energia e começam a esfriar. Mas a
areia esfria rapidamente, enquanto a água do mar demora a esfriar. O ar que está sobre o mar fica mais
quente do que o ar que está sobre a areia. Mais aquecido, fica menos denso e sobe. Assim, o ar que
está sobre a areia se desloca em direção ao mar: é a brisa terrestre.
As correntes de convecção são importantes para a dispersão de poluentes atmosféricos. Nas grandes
cidades, devido ao elevado número de indústrias e de veículos automotores em circulação, o ar atmosférico
recebe grandes quantidades de poluentes. Os principais são o monóxido de carbono (CO), o dióxido de
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carbono (CO2) e o dióxido de enxofre (SO2). Esses poluentes causam problemas de saúde, principalmente
irritações nos olhos e nas vias respiratórias.
Como são liberados a uma temperatura maior do que a do ar atmosférico, os poluentes deveriam
subir e se dispersar nas camadas superiores atmosféricas. Mas isso nem sempre acontece, dependendo
do tipo de poluente, da concentração e também da época do ano.
No inverno, em algumas cidades, é frequente o fenômeno da inversão térmica. Devido ao
resfriamento da superfície da terra, as camadas de ar próximas à superfície ficam mais frias do que as
camadas superiores e, mesmo durante o dia, o sol fraco de inverno não consegue reverter o processo.
Isso provoca interrupção das correntes de convecção e os poluentes permanecem junto ao solo, não
se dispersando na atmosfera.
A água apresenta um comportamento anômalo em relação às outras substâncias. De 0ºC a 4ºC, ao
invés de se dilatar, ela se contrai, o que provoca um aumento em sua densidade. A camada superior da
água, em contato com o ambiente frio se resfria, o que a torna mais densa. Essa parte superior da água,
por ser mais densa afunda, enquanto a água menos densa que se encontra no fundo suba. Porém, quando
a camada inferior atinge uma temperatura entre 4ºC, essas correntes de convecção cessam, pois essa
camada inferior fica com maior densidade. Cessando as correntes de convecção, a água da parte superior
fica em contato constante com o meio externo mais frio, o que provoca o seu congelamento. Como o gelo
é um bom isolante térmico, ele diminui a perda de energia na forma de calor da água líquida, imediatamente
abaixo dele, para o meio externo, o que faz com que a água permaneça na fase líquida e com temperatura
entre 0ºC e 4ºC.
Fonte: Textos de apoio ao professor de Física – IF – UFRGS – MARQUES, N. L. R.; ARAUJO, I. S. – v.20 nº 5.

Texto 3: Garrafa Térmica


Também conhecida como vaso de Dewar, a garrafa térmica é um dispositivo cuja finalidade
principal é manter praticamente constante, pelo maior intervalo de tempo possível, a temperatura
do seu conteúdo. Para tanto, as paredes desse sistema são praticamente adiabáticas, isto é, reduzem
consideravelmente as trocas de calor entre o seu conteúdo e o meio externo. A função de uma garrafa
térmica é dificultar as trocas de calor de seu conteúdo com o ambiente externo. Dessa forma, é
construída de modo a evitar, tanto quanto possível, a condução, a convecção e a radiação. Isso é feito
da seguinte maneira: - as paredes internas são feitas de vidro que, por ser mau condutor, atenua as
trocas de calor por condução; - as paredes internas são, ainda, duplas e separadas por uma região
de vácuo, cuja função é tentar evitar a condução e a convecção do calor que passa pelas paredes de
vidro; - o vidro de que são feitas as paredes internas da garrafa é espelhado para que o calor radiante
seja refletido, atenuando, dessa forma, as trocas por irradiação; - a tampa isolante dificulta também a
condução. Para evitar possíveis trocas de calor por convecção, basto manter a garrafa fechada. Dessa
forma, as massas fluidas internas não conseguem sair do sistema. É evidente que não existe isolamento
térmico perfeito; assim, apesar dos cuidados citados, após certo tempo, o conteúdo da garrafa térmica
acaba atingindo o equilíbrio térmico com o meio ambiente.
Fonte: Textos de apoio ao professor de física – IF – UFRGS – MARQUES, N. L. R.; ARAUJO, I. S. – v.20 nº 5, 50.

1 - Que conceitos estudados nas disciplinas foram abordados nos textos


apresentados?
2 - Que outras aplicações você consegue perceber depois da leitura dos textos?
3 - Qual é a importância dos trocadores de calor na vida real?
Reflita
4 - O estudo do calor e suas aplicações trouxerem inúmeros benefícios para a
sociedade. Pense em alguns destes benefícios.

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Unidade: Clorimetria

Calor

Quando corpos com temperaturas diferentes entram em contato, percebemos que quando
o corpo mais quente entra em contato com o mais frio acontece uma variação de temperatura
em ambos: um tem sua temperatura aumentada e o outro a tem diminuída, até que ambos
fiquem na mesma temperatura.
A passagem da energia térmica de um corpo para o outro é a transferência de energia que
chamamos de calor. Podemos resumir como calor a transferência de energia térmica entre
corpos de temperaturas diferentes.
A unidade de medida mais utilizada é a caloria (cal), embora sua unidade no SI seja o joule (J).
Uma caloria é a quantidade necessária de calor usada para aumentar a temperatura de um
grama de água pura, sob pressão normal, de 14,5°C para 15,5°C.
A conversão entre a caloria e o joule é dada por:
1 cal = 4,186J
Um método prático para a conversão entre estas unidades é a utilização da regra de três
simples. Sabendo que 1 caloria é uma unidade pequena, utilizamos muito o seu múltiplo,
a quilocaloria:
1 kcal = 10³ cal

Calor Sensível
A quantidade de calor que altera a temperatura de um corpo e somente a temperatura deste
corpo recebe o nome de calor sensível.
A lei da Física que consolida esta ideia é dada pela Equação Fundamental da Calorimetria,
chamando a quantidade de calor sensível (Q) como igual ao produto de sua massa, da variação da
temperatura e de uma constante de proporcionalidade do corpo denominada calor específico.
Assim:
Onde:
Q = c . m . ∆θ Q = quantidade de calor sensível (cal ou J);
c = calor específico da substância que constitui
o corpo (cal/g°C ou J/kg°C);
m = massa do corpo (g ou kg);
Δθ = variação de temperatura (°C).

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A seguir, são apresentados alguns valores de calores específicos de acordo com a substância.

Substância c (cal/ gºC)


Alumínio 0,219
Água 1,000
Álcool 0,590
Cobre 0,093
Chumbo 0,031
Estanho 0,055
Ferro 0,119
Gelo 0,550
Mercúrio 0,033
Ouro 0,031
Prata 0,056
Quando:
Vapor d’água 0,480
Q > 0: o corpo ganha calor;
Zinco 0,093 Q < 0: o corpo perde calor.

Exemplo 1
Qual a quantidade de calor sensível necessária para aquecer uma Q = c.m.∆θ
barra de ferro de 2kg de 20°C para 200°C? Dado: calor específico do Q = 0, 119.2000. ( 200 − 20 )
ferro = 0,119cal/g°C. Q = 0, 119.2000.180
Q = 42840cal
2kg = 2000g Q = 42
2, 84 Kcal

Exemplo 2
São necessárias 84Kcal para aquecer um determinado material em 84kcal = 0,15.m.100
100ºC. Sabendo que a constante deste material é de 0,15 cal/ g°C, 84000cal = 0,15.m.100
determine a massa deste corpo. 84000 = 0,15.m.100
84000
= m.100
0,15
560000 = m.100
560000
=m
100
m = 5600g
m = 5,6kg

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Unidade: Clorimetria

Calor Latente
Nem toda a troca de calor existente na natureza se detém a modificar a temperatura dos
corpos. Em alguns casos, há mudança de estado físico destes corpos. Neste caso, chamamos
a quantidade de calor calculada de calor latente.
A quantidade de calor latente (Q) é igual ao produto da massa do corpo (m) e de uma
constante de proporcionalidade (L).
Assim:
QL = m.L

A constante de proporcionalidade é chamada calor latente de mudança de fase e se refere à


quantidade de calor que 1g da substância calculada necessita para mudar de uma fase para outra.
Além de depender da natureza da substância, este valor numérico depende de cada mudança
de estado físico.
Por exemplo, para a água:

Calor latente de fusão LF 80cal/g


Calor latente de vaporização LV 540cal/g
Quando:
Calor latente de solidificação Ls -80cal/g
Q>0: o corpo funde ou vaporiza;
Calor latente de condensação Lc -540/g Q<0: o corpo solidifica ou condensa.

Exemplo 1
Qual a quantidade de calor necessária para que um litro de água 1litro = 1dm 3 = 103 cm 3
vaporize? Dado: densidade da água=1g/cm³ e calor latente de m
vaporização da água=540cal/g. d=
v
m = d.v
m = 1.103 g
m = 103 g
Assim: Q = m.L L V
QL = 103.540
QL = 540000cal = 540kcal

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Curva de aquecimento
Ao estudarmos os valores de calor latente, observamos que estes não dependem da variação
de temperatura. Assim podemos elaborar um gráfico de temperatura em função da quantidade
de calor absorvida. Chamamos esse gráfico de Curva de Aquecimento:

Temperatura

Fase gasosa

Vaporização

Fase Líquida

Fusão

Fase sólida
Quantidade
de calor

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Unidade: Clorimetria

Trocas de Calor

Para que o estudo de trocas de calor seja realizado com maior precisão, é realizado dentro
de um aparelho chamado calorímetro, que consiste em um recipiente fechado incapaz de
trocar calor com o ambiente e com seu interior.

Dentro de um calorímetro, os corpos colocados trocam calor até atingir o equilíbrio térmico.
Como os corpos não trocam calor com o calorímetro e nem com o meio em que se encontram,
toda a energia térmica passa de um corpo para o outro.
Como, ao absorver calor Q>0 e ao transmitir calor Q<0, a soma de todas as energias
térmicas é nula, ou seja:
∑Q = 0
(lê-se que somatório de todas as quantidades de calor é igual a zero).

Sendo que as quantidades de calor podem ser tanto sensível como latente.

Exemplo1
Qual a temperatura de equilíbrio entre uma bloco de alumínio de 200g a 100°C mergulhado
em 100g de água a 30°C? Dados calor específico: água=1cal/g°C e alumínio = 0,2cal/g°C.

Q Alumínio + Q Água = 0
c.m.∆t+c.m.∆t = 0
0,2.200.(θ-100)+1.100.(θ-30) = 0
40.(θ-100)+100.(θ-300) = 0
40.(θ-4000+100θ-3000) = 0
140θ - 70000 = 0
140θ = 70000
70000
q=
140
q = 50ºC

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Capacidade Térmica

É a quantidade de calor que um corpo necessita receber ou ceder para que sua temperatura
varie uma unidade.

Então, pode-se expressar esta relação por: Q


C=
∆θ
Sua unidade usual é cal/°C.
m.c.∆θ
C=
A capacidade térmica de 1g de água é de 1cal/°C já que ∆θ
seu calor específico é 1cal/g.°C. C = m.c

Exemplo1
Qual a capacidade térmica para 200g de água? Dado calor específico; água=1cal/g°C.

m.c.∆θ
C=
∆θ
C = m.c
C = 200.1cal/gºC
C = 200cal/ºC

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Unidade: Clorimetria

Fluxo de calor

Quando colocamos a água para ferver para que se possa preparar o café, colocamos a
panela sob uma chama que mantém uma fonte de calor constante permitindo a elevação da
temperatura até que se atinja o ponto de ebulição necessária.
A definição deste fluxo de calor (Φ) que a fonte fornece de maneira constante como o
quociente entre a quantidade de calor (Q) e o intervalo de tempo de exposição (Δt):

Q
Φ=
∆t
Temos como unidade de fluxo de calor, no sistema internacional, o Watt (W), que corresponde
a Joule por segundo, também é muito utilizada a unidade caloria/segundo (cal/s).

Exemplo1
Uma fonte de potência constante igual a 100W é utilizada para Q = m.c.∆θ
aumentar a temperatura 100g de mercúrio 30°C. Sendo o calor Q = 100.0,003.30
específico do mercúrio 0,033cal/g.°C e 1cal=4,186J, quanto tempo Q = 99cal
a fonte demora a realizar este aquecimento?
4,187J
Q = 99cal.
1cal
4,187J
Q = 99cal.
1cal
Q = 414,513J

Aplicando a equação do fluxo de calor: Q


Φ=
∆T
Q
∆T =
Φ
414,513J
∆T =
100L/s
∆T = 41,45s

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Transmissão de calor

Ao se aproximar de uma fonte de calor, como uma fogueira, por exemplo, podemos sentir
o calor a certa distância mesmo não havendo um contato físico direto com a fonte de calor.
Da mesma forma, ao aproximar às mãos de um congelador aberto sentirá também as
baixas temperaturas sem estar em contato físico direto com o gelo. Estas situações têm como
explicação os processos de transmissão de calor que podem ocorrer de três formas diferentes,
das seguintes maneiras:
• Condução;
• Convecção;
• Irradiação.

Condução Térmica
Quem nunca teve de pegar um cabo de panela com um pano de prato?
Então, esta situação em que ocorre o aquecimento do cabo da panela representa a ideia de
condução térmica.
Apesar de a fonte de calor, no caso a chama, estar debaixo da base da panela, este calor se
propaga e atinge até o cabo, ou seja, a condução é feita por um meio material.
Ao aquecer a panela, suas moléculas se agitam e como a panela está conectada ao cabo,
as moléculas em agitação maior provocam uma agitação nas moléculas do cabo, aumento de
sua energia térmica, logo, o aquecimento.

Convecção Térmica
Já parou pra pensar por que o congelador das geladeiras na sua grande maioria fica na
parte de cima? Qual o motivo dos aparelhos de ar condicionado serem instalados em locais
altos e não ao nível do chão? Estes são exemplos de convecção térmica.
A diferença de densidade entre diferentes locais é característica dos fluidos e a capacidade de
transmitir nestas condições é dada a convecção térmica. Podemos exemplificar quando pensamos
na água fervendo em uma panela: a água do fundo está mais quente por estar próxima à fonte
de calor, logo menos densa, e a água na parte superior está mais fria e mais densa.
Portanto, temos a convecção definida como o calor que se propaga por meio do movimento
de massas fluidas de densidades diferentes.

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Unidade: Clorimetria

Irradiação Térmica
Quando saímos à luz do Sol, podemos sentir seu calor, mesmo ele estando muito distante
da Terra.
Outro exemplo é o aquecimento de alimentos dentro de um forno de micro-ondas,
pois quando ligado são emitidas ondas, as micro-ondas, que amplificam a energia térmica,
ocasionando o aumento de temperatura.
A irradiação térmica é um processo baseado em ondas infravermelho, que são ondas
eletromagnéticas emitidas por corpos radiantes. Para este tipo de processo não é preciso um
meio material, sendo este o único processo que pode ocorrer no vácuo.
Este corpo que emite a energia denomina-se emissor ou radiador e o corpo que a recebe é
o receptor.

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Exercícios Propostos

Os exercícios, a seguir, trazem os conceitos estudados nesta Unidade. Tente resolvê-los e


depois compare com as expectativas de resposta indicadas a seguir de cada um dos exercícios.

Exercício 1
Qual a quantidade de calor sensível necessária Expectativa de resposta
para aquecer uma barra de ferro de 0,5kg de 0, 5 kg = 500g
40°C para 150°C? Dado calor específico do ferro
Q = c.m.∆θ
= 0,119cal/g°C.
Q = 0,119.500. (150 − 40 )
Q = 0, 119.500.110
Q = 6545cal
Q = 6, 545Kcal

Exercício 2
Sabendo que cada ml de água equivale a 1mg, Expectativa de resposta
qual a capacidade térmica necessária para variar m.c.∆θ
a temperatura de 500ml de água? Dado calor C=
∆θ
específico, água=1cal/g°C.
C = m.c
C = 500.1cal/gºC
C = 500cal/ºC

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Unidade: Clorimetria

Material Complementar

Livros:
RAMALHO JR, Francisco; GILBERTO F., Nicolau; TOLEDO S. Paulo Antônio de.
Os fundamentos da física: termologia, óptica e ondas, 6.ed. São Paulo: Moderna,
1993. v.2;
MÁXIMO, Antônio; ALVARENGA, Beatriz. Curso de Física. São Paulo: Scipione, 2000.

Sites:
Explore mais sobre “Calorimetria” no site:
http://www.brasilescola.com/fisica/calorimetria-i.htm

Leituras:
Para obter mais informações sobre os conteúdos estudados, consulte as indicações a seguir:
Artigo que aborda a experiência na construção de um calorímetro didático. O
autor é Furokawa. O artigo pode ser encontrado no endereço:
http://www.sbfisica.org.br/rbef/pdf/vol17a15.pdf

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Referências

MÁXIMO, Antônio; ALVARENGA, Beatriz. Curso de Física. São Paulo: Scipione, 2000.
RAMALHO JR, Francisco; GILBERTO F., Nicolau; TOLEDO, S. Paulo Antônio de. Os
fundamentos da física: termologia, óptica e ondas, 6.ed. São Paulo: Moderna, 1993. v.2.

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Unidade: Clorimetria

Anotações

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