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BRASIL BIOMASSA E ENERGIA RENOVÁVEL DESENVOLVIMENTO PROJETOS USTENTÁVEIS

BRASIL BIOMASSA E ENERGIA RENOVÁVEL DESENVOLVIMENTO PROJETOS USTENTÁVEIS Brasil Biomassa Av. Candido Hartmann, 570 24 andar
BRASIL BIOMASSA E ENERGIA RENOVÁVEL DESENVOLVIMENTO PROJETOS USTENTÁVEIS Brasil Biomassa Av. Candido Hartmann, 570 24 andar

Brasil Biomassa Av. Candido Hartmann, 570 24 andar Conj. 243 Curitiba Pr Fone: 41 33352284 - Celular 41 88630864 41 96473481 Skype Brazil Biomass (celso.marcelo.de.oliveira) E-mail diretoria@brasilbiomassa.com.br ou brazilbiomass@sapo.pt Brasil Biomassa Empresa http://www.brasilbiomassa.com.br Brasil Biomassa Empresa http://www.wix.com/abibbrasil/brasilbiomassa Brasil Biomassa Consultoria http://brasilbiomassa.wix.com/consultoria Brasil Biomassa - WoodPellets http://abibbrasil.wix.com/woodpellets

BRASIL BIOMASSA E ENERGIA RENOVÁVEL DESENVOLVIMENTO PROJETOS USTENTÁVEIS Brasil Biomassa Av. Candido Hartmann, 570 24 andar

Fundada em 2004, com sede em Curitiba e filial em São Paulo, a Brasil Biomassa atua na consultoria, projetos e engenharia de aproveitamento sustentável da biomassa para geração eficiente de energia.

É uma empresa pioneira no desenvolvimento de projetos industriais sustentáveis

(participação, produção industrial para fins de energia térmica em mercado

interno e leilões de energia e para exportação, engenharia industrial e gestão empresarial e investimentos e de desenvolvimento de novos negócios e marketing internacional) e em estudos de viabilidade econômica e financeira e projetos de uso e de produção de biomassa (pellets e briquetes) e co-geração de energia (térmica).

Especializou-se na Europa na área de desenvolvimento de projetos industriais sustentáveis de produção de pellets.

Atuamos em todo o processo desde a fase preliminar com o planejamento e economia de mercado, oportunidade do desenvolvimento do novo negócio, estudo de viabilidade para a implantação da unidade industrial, mapeamento das fontes de fornecimento de matéria-prima, estudos sobre a estratégia de instalação da unidade industrial, todas as fases do desenvolvimento industrial e tecnológico, análise de competitividade, plano internacional de certificação do produto e a sua adequação das regras internacionais e o marketing e a venda para o mercado internacional de consumo.

A Brasil Biomassa participa e desenvolve mais de 46 projetos industriais e estudos de viabilidade econômica (para empresas do Brasil, Estados Unidos, África do Sul e da Europa) o que tornam como a principal empresa do setor de consultoria e engenharia industrial agregando mais de 22 profissionais na área de engenharia industrial e florestal, economia e planejamento estratégico, direito internacional, administração e marketing internacional e na gestão de desenvolvimento de negócios.

É detentora de uma tecnologia industrial patenteada na área de produção de biomassa para energia térmica, woodchips ao mercado internacional de celulose, projetos em pellets e briquete, na gestão de novos negócios e no desenvolvimento da indústria de equipamentos.

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A Brasil Biomassa e Energia Renovável é sócia fundadora da Associação Brasileira das Indústrias de Biomassa e Energia Renovável a maior entidade empresarial internacional do setor biomassa e bioenergia e fundadora do Instituto Brasileiro das Indústrias de Pellets.

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Fundada em 2004, com sede em Curitiba e filial em São Paulo, a Brasil Biomassa atua

A Brasil Biomassa atua mercado consultivo e desenvolvimento industrial atuando com transparência e segurança e mantemos uma carteira de clientes com alto padrão de qualidade como os grupos empresariais nacionais:

Grupo empresarial e financeiro BMG (unidades de briquete Santa Catarina), Biopellets Brasil (São Paulo), Maior empresa do setor Sucroenergético (Biopellets da cana-de-açúcar em São Paulo), Naturasul Engenharia e Supressão Florestal (Pellets em Rondônia), GSW Energia Renovável (Pellets no Pará), Nova Itália Florestal (Pellets em Rondônia), Saccaro Móveis (Pellets RS), Costamaq Industrial (Briquete e Pellets RS), Forest Brazil (Pellets em Lages SC) , The Colleman Group (Pellets em Botucatu SP), ECB Empresa Catarinense de Biomassa (Pellets em Otacilio Costa SC), GF Indústria de Pellets (Pellets em Ananindeua Pará) , Europellets Brasil, Eurocorp Pellets Brasil (Pellets em Otacilio Costa SC), International Biomass Corporation (Pellets Cana energia RJ), Revize Industrial (Pellets em São José Rio Preto SP), JW International Solutions (Pellets em Palmeiras PR), BrBiomassa Pellets, Koala Pellets (Exportação pellets) Louduca (Pellets em Guaratinguetá SP), Manchester Florestal (Pellets em Buruti Maranhão).

Estudo de viabilidade em desenvolvimento para Madeiras Venturoli (Bahia), N&A Empreendimentos (Barcarena Pará), Serraria Caraíba (Pellets em SC).

Projeto de Mapeamento e o Potencial de Biomassa no Brasil para o ThyssenKroupp

Projetos internacionais com a LEE Energy Solutions USA, Abellon Clean Energy Canadá e Building Energy Italy Africa do Sul.

Projetos em confidencialidade: AGN Bioenergia, Biocelere Agroindustrial, Biovertis Produção Agrícola, German Pellets Alemanha e Bunge Environmental Markets

Os principais serviços prestados pela empresa são projetos conceituais e básicos de aproveitamento da biomassa florestal, industrial e agroindustrial para a geração de energia térmica, co-geração industrial com o uso da biomassa, projetos industriais na área de bio pellets com o uso dos resíduos da cana de açúcar e da cana energia e de woodpellets com todos os tipos de madeira e de briquete, programas de otimização e economia de energia, utilização de fontes alternativas de energia e planejamento de atividades energéticas para instalações industriais.

Também

a

identificação

de

oportunidades

de

negócios

e

diagnósticos

de

instalações existentes são importantes aspectos abordados pela Brasil Biomassa.

Outros importantes serviços prestados pela Brasil Biomassa são a transferência de moderna tecnologia ao Brasil e Alemanha na área de geração de energia pela biomassa e da torrefação da biomassa energética e a coordenação do suprimento de equipamentos nacionais e internacionais na área de pellets.

Soluções na área de projetos de aproveitamento da biomassa florestal, industrial e agroindustrial para a produção de pellets. As atividades da Brasil Biomassa incluem os serviços especializados em estudos de viabilidade técnica e econômica, do plano estrutural de negócios e do planejamento estratégico para a implantação com grau de segurança de uma unidade industrial de pellets.

Atuamos no desenvolvimento do projeto básico, relatórios técnicos e administrativos necessários para a licitação

do EPC. No desenvolvimento do project finance e engenharia financeira e o apoio na engenharia industrial e executiva. Procurement nacional e internacional de materiais e equipamentos para a implantação da unidade industrial. Assuntos regulatórios e institucionais, certificação nacional e internacional, em full corporate offer, contratos internacionais e em projetos e estratégia de marketing para a venda da produção industrial.

Soluções na área de projetos de aproveitamento da biomassa florestal, industrial e agroindustrial para a co-geração

de energia térmica. As atividades da Brasil Biomassa incluem os serviços especializados em estudos de viabilidade técnica e econômica, do plano estrutural de negócios e do planejamento estratégico para a implantação de uma unidade industrial de co-geração de energia com o uso da biomassa.

Atuamos no desenvolvimento do projeto básico, relatórios técnicos e administrativos necessários para a licitação do EPC com orçamentos dos equipamentos para a produção de energia elétrica com o uso da biomassa, que permitem a obtenção de elevadas eficiências com decorrente alta lucratividade, utilizando combustíveis tradicionais ou resíduos do processo industrial.

Soluções na área de projetos de torrefação de biomassa florestal, industrial e agroindustrial para energia. As atividades da Brasil Biomassa incluem os serviços especializados em estudos de viabilidade técnica e econômica, do plano estrutural de negócios e do planejamento estratégico para a implantação de uma unidade industrial de torrefação da biomassa com alto poder energético (poder calorífico elevado e baixa umidade).

Atuamos também no desenvolvimento dos relatórios técnicos e administrativos necessários para a implantação da unidade com o uso de equipamentos produzidos no Brasil e na Alemanha.

VISÃO. A Brasil Biomassa nasceu consolidada aos princípios propostos pela ONU por meio do Global Compact.

A Brasil Biomassa é bem sucedida na formação de uma equipe de gestão com amplo conhecimento do setor de biomassa e energia, com visão internacional, e experiência necessária em gestão e desenvolvimento de novos negócios com o uso da biomassa e a energia renovável.

POLÍTICA QUALIDADE. Prestar serviços de consultoria, desenvolvimento industrial, gerenciamento e desenvolvimento de novos negócios e marketing, venda e certificação internacional com qualidade, satisfazendo as necessidades dos clientes e da empresa, buscando sempre a melhoria do nosso trabalho com um aprofundamento técnico profissional

MISSÃO. Buscamos contribuir para o desenvolvimento social, econômico e ambiental, por meio da utilização responsável dos recursos naturais renováveis para a geração de

energia. Tornar a nossa tecnologia industrial como um diferencial no mercado, garantindo sua excelência em qualidade, através da Brasil Biomassa. Desenvolvemos produtos com alta qualidade para atender o mercado nacional e internacional. Buscamos contribuir para o desenvolvimento social, econômico e ambiental, por meio da utilização responsável dos recursos naturais renováveis para a geração de energia.

Somos também uma indústria nacional de produção de Biomassa e Bioenergia para a

geração de energia e reconhecida como uma empresa que valoriza o meio ambiente.

OBJETIVOS. Oferecer serviços de consultoria de alto nível, na área de geração de energia com o uso da biomassa, cogeração e torrefação da biomassa e o

desenvolvimento do sistema industrial de peletização com utilização eficiente da energia dela obtida e gerada pelo processamento industrial visando atender a demanda interna de energia, o mercado doméstico de energia da Europa (suprimento de pellets com qualidade premium) e o abastecimento dos grandes players das centrais de energia da Europa, Ásia e os Estados Unidos.

VALORES. Nossas ações são orientadas por

princípios

de justiça,

valorização da vida, bem

estar coletivo.

VISÃO. A Brasil Biomassa nasceu consolidada aos princípios propostos pela ONU por meio do Global Compact.

O Diretor Executivo da Brasil Biomassa é o Consultor Empresarial Celso Marcelo de Oliveira.

Especialização

em

Bioenergia

e

Biomassa

pela

Tecnologia da Universidade Lisboa Portugal.

Faculdade

de

Ciências

e

Autor das Obras Energia Renovável, Wood Pellets Brasil, Biomassa e Bioenergia e

Tecnologia Biomassa Energética. Diretor Executivo da European Energy Srl.

O Diretor Executivo da Brasil Biomassa é o Consultor Empresarial Celso Marcelo de Oliveira. Especialização em

Conferencista com mais de cento e cinco palestras em Congressos Nacionais e

Internacionais com destaque All About Energy, Biomass Investing Brazil,

Energy

Summit e América Pulp & Paper Outlook Conference. Organizador de acordos operacionais com companhias de produção e consumo

de energia limpa e renovável e os fundos clean energy nos Estados Unidos.

Convidado pelo Governo para a participação da Missão Brasil Holanda Acordo Bilateral de Bioenergia e Biomassa.

Contencioso jurídico internacional com a publicação de 44 livros no Brasil e exterior.

Membro participante da EUBIA European Biomass Industry Association e intercâmbio técnico de desenvolvimento industrial pela ABIB Brasil com a France Biomass Energy, German BioEnergy Association, The Netherlands Bio-energy Association, Renewable Energy Association e American Council on Renewable Energy

Diretor Executivo do Instituto Brasileiro Biomassa Pellets Briquete

Presidente da Associação Brasileira das

Indústrias de Biomassa e Energia Renovável

GERMAN PELLETS TRADING

GERMAN PELLETS TRADING THYSSENKRUPP TORREFAÇÃO PRODESA PELLETS ESPANHA A Brasil Biomassa mantém uma parceria internacional de

THYSSENKRUPP TORREFAÇÃO

GERMAN PELLETS TRADING THYSSENKRUPP TORREFAÇÃO PRODESA PELLETS ESPANHA A Brasil Biomassa mantém uma parceria internacional de

PRODESA PELLETS ESPANHA

GERMAN PELLETS TRADING THYSSENKRUPP TORREFAÇÃO PRODESA PELLETS ESPANHA A Brasil Biomassa mantém uma parceria internacional de

A Brasil Biomassa mantém uma parceria

internacional de negócios na área de biomassa para geração de energia térmica em central termoelétrica na Europa com a German Pellets Trading

Celso, As the worlds largest pellets producer German Pellets Group is still growing each year including new production sites. We are indeed interested in Brazil for potential future projects.

We would be happy to receive studies on raw material in Brazil and infrastructure of rail,

deep sea ports etc. Looking forward to hearing

from you again. Mit freundlichen Grüßen / Kind Regards German Pellets GmbH Benjamin Neter.

 

A Brasil Biomassa mantém um acordo de

   

A Brasil Biomassa mantém um acordo de

 

desenvolvimento comercial com equipamentos internacionais de torrefação de biomassa com a ThyssenKrupp Brasil e Alemanha

desenvolvimento comercial com equipamentos internacionais de peletização com a Prodesa da Espanha e Estados Unidos

A Brasil Biomassa

atua

no

Brasil

no

A

Brasil

Biomassa

atua

no

Brasil

no

desenvolvimento

de

projetos

 

industriais

desenvolvimento de projetos industriais

sustentáveis

com

o

aproveitamento

da

sustentáveis com o aproveitamento da

biomassa florestal, industrial e

biomassa florestal, industrial e agroindustrial.

agroindustrial.

 

Atua

com

a

moderna

Atua com a moderna tecnologia de torrefação

tecnologia de peletização de biomassa com

de biomassa com o uso dos equipamentos

o

uso

dos

equipamentos

 

industriais

industriais internacionais da ThyssenKrupp.

internacionais da Prodesa da Espanha.

 

EQUIPAR TECNOLOGIA

EQUIPAR TECNOLOGIA STEAMMASTER CALDEIRAS DURO FELGUERA ENGENHARIA A Brasil Biomassa mantém um acordo de desenvolvimento comercial

STEAMMASTER CALDEIRAS

EQUIPAR TECNOLOGIA STEAMMASTER CALDEIRAS DURO FELGUERA ENGENHARIA A Brasil Biomassa mantém um acordo de desenvolvimento comercial

DURO FELGUERA ENGENHARIA

EQUIPAR TECNOLOGIA STEAMMASTER CALDEIRAS DURO FELGUERA ENGENHARIA A Brasil Biomassa mantém um acordo de desenvolvimento comercial

A Brasil Biomassa mantém um acordo

de

desenvolvimento comercial e de parceria técnica e industrial com a Equipar Tecnologia Industrial Brasil

EQUIPAR TECNOLOGIA STEAMMASTER CALDEIRAS DURO FELGUERA ENGENHARIA A Brasil Biomassa mantém um acordo de desenvolvimento comercial

A Brasil Biomassa mantém um acordo de

desenvolvimento comercial e de parceria técnica e industrial com a Steammaster empresa especializada em caldeira industrial e sistema de geração de energia térmica

EQUIPAR TECNOLOGIA STEAMMASTER CALDEIRAS DURO FELGUERA ENGENHARIA A Brasil Biomassa mantém um acordo de desenvolvimento comercial

A Brasil Biomassa mantém um acordo de

desenvolvimento comercial e de parceria técnica e industrial com a Duro Felguera uma companhia de engenharia industrial da Espanha.

EQUIPAR TECNOLOGIA STEAMMASTER CALDEIRAS DURO FELGUERA ENGENHARIA A Brasil Biomassa mantém um acordo de desenvolvimento comercial

"As you have suggested, this Conference could offer the opportunity to meet also Mr Celso Oliveira, President of Brazilian Association Industry Biomass and Institute Brazil Pellets and discuss possibility of Cooperation International Brazil Europe. Giuliano Grassi European Biomass Industry Association.

EUBIA is a partner of the Global Bioenergy Partnership, whose aim is to promote

global high-level policy dialogue on bioenergy and facilitate international

cooperation.

EUBIA is frequently a partner in international projects co-financed by the European Commission and under the Interreg scheme. Within the field of biomass-based technical solutions.

EUBIA promotes small, medium and large scale bioenergy activities in collaboration with local and national authorities, biomass providers, industries, research centres and local partners.

particular,

In

contributes

EUBIA

identify

to

and

promote

concepts,

modern

commercial

technologies

resources

biomass

and

able

to

penetrate

energy

industrial markets.

"As you have suggested, this Conference could offer the opportunity to meet also Mr Celso Oliveira,

O Diretor Executivo da Brasil Biomassa e Presidente da Associação Brasileira das

Indústrias de Biomassa e Energia Renovável assinou um Acordo de Cooperação

Internacional para o desenvolvimento de projetos, negócios e investimentos com a European Biomass Industry Association.

Na foto abaixo o Secretário Geral Giuliano Grassi da European Biomass Industry

Association e o Presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Biomassa e

Energia Renovável Celso Oliveira. .

"As you have suggested, this Conference could offer the opportunity to meet also Mr Celso Oliveira,

Cofely, líder europeu de serviços em eficiência energética e ambiental, conceitualizada, implementa e gerencia soluções que permitem as empresas e comunidades de melhor usar as energias e reduzir seu impacto ambiental. Redes de aquecimento abastecidos com biomassa e varias centrais de cogeração.

Agence de l’Environnement et de la Maîtrise de l’Energie (ADEME), empresa pública a caráter industrial e comercial, participa da implementação das políticas públicas nos setores de meio ambiente, energia e desenvolvimento sustentável.

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Cofely, líder europeu de serviços em eficiência energética e ambiental, conceitualizada, implementa e gerencia soluções que

A Brasil Biomassa assinou um Acordo de Cooperação Internacional Brasil França Syndicat national des Producteurs de granulés de Bois France a principal entidade representativa das empresas que produzem pellets e briquetes e de negócios e investimentos.

Electricité de France (EDF), o grupo EDF é um provedor de energia integrado, presente nos seguintes segmentos : produção, transporte, distribuição, négocio e venda de energias. Primeiro produtor de eletricidade na Europa, o grupo é líder no mercado de eletricidade na França e Reino Unido, também com forte presença na Polônia e Italia. Em 2014, o grupo usou mais de 1 milhão de biomassa nas centrais de suas filiais na Polônia e Reino Unido.

Institut Français du Pétrole (IFP), IFP Energies Nouvelles é um orgão público de pesquisa, inovação industrial, atuando nos temas de energia, transporte e meio ambiente

Agence

Française de

Développement (AFD), empresa pública de cooperação, age há 70 anos para lutar contra a pobreza e favorecer o desenvolvimento nos países do Sul.

Em reunião com o diretor Marcel Gorris foi discutido o projeto “Oportunidades e Desafios da Biomassa Brasileira” .

Com o objetivo de identificar as empresas brasileiras com o potencial de produção

e de exportação de biomassa, woodchips, wood e biopellets e wood e biobriquete,

biocoal e carvão ecológico e de resíduos industriais e agrícolas para atender a demanda da Europa

Em reunião com o diretor Marcel Gorris foi discutido o projeto “Oportunidades e Desafios da Biomassa

O Diretor da Brasil Biomassa, Celso Marcelo de Oliveira foi convidado pelo Governo

Federal para a participação (com uma palestra técnica) da Missão Brasil Holanda .

Participação da assinatura do Acordo Bilateral de Bioenergia e Biomassa Brasil Holanda.

No ano de 2011 a diretoria executiva da Brasil Biomassa teve uma importante reunião com os diretores da Topell Energy na Holanda onde conhecemos todos os detalhes da moderna tecnologia industrial de torrefação de biomassa e de pellets. Esta tecnologia financiada pela RWE Energy na Holanda .

Em reunião com o diretor Marcel Gorris foi discutido o projeto “Oportunidades e Desafios da Biomassa

BRASIL BIOMASSA E ENERGIA RENOVÁVEL CONSULTORIA ENGENHARIA PROJETOS

Inteligência para transformar desafios em projetos de sucesso. Na Brasil Biomassa sabemos que, para continuar evoluindo,
Inteligência para transformar desafios em projetos de sucesso. Na Brasil
Biomassa sabemos que, para continuar evoluindo, precisamos fazer com
que cada detalhe, de cada projeto sustentável aproveitamento residual
na produção de biomassa para geração de energia, woodchips, pellets e
briquetes, reflita em alto padrão de qualidade com segurança e excelente
retorno aos investimentos.
Para isso buscamos sempre o método consultivo ideal para o seu projeto,
apontando alternativas e antevendo soluções de forma a torná-lo ainda
mais eficiente.
O resultado é um trabalho de inteligência coadunando com experiência
internacional em produção e mercado, gerando segurança em todas as
fases, da produção industrial a venda internacional com eficiência e
qualidade.
E é isso que faz a Brasil Biomassa a escolha certa para a sua empresa,
que procura nada menos que o melhor.

A Brasil Biomassa desenvolve o trabalho profissional em módulos

com o planejamento estratégico para a implantação com grau de

segurança de uma unidade industrial

de pellets, woodchips, biomassa energética ou co-geração de energia e de briquete.

A Brasil Biomassa é especializada em todas as etapas de um projeto de implantação de uma unidade industrial de aproveitamento da biomassa para co- geração de energia, torrefação energética e pellets, desde os estudos de viabilidade e planejamento estratégico em plano de negócios até o gerenciamento completo de sua implementação e testes pré-operacionais e venda de produção industrial ao mercado nacional e internacional. Nosso trabalho consultivo é dividido em oito módulos ou etapas:

  • 1. Desenvolvimento do plano estratégico de negócios.

  • 2. Desenvolvimento do estudo de viabilidade econômica e financeira.

  • 3. Diretrizes do estudo ambiental, logística e o mapeamento de fornecimento.

4.Engenharia básica industrial e documentos para licitação EPC e equipamentos

  • 5. Engenharia financeira, fontes e projeto de financiamento e o project finance.

  • 6. Engenharia executiva e apoio na implantação da unidade industrial.

  • 7. Apoio no contencioso jurídico e contratual e negociação comercial (FCO-LOI).

  • 8. Certificação internacional e o plano de marketing nacional e internacional.

A Brasil Biomassa desenvolve o trabalho profissional em módulos com o planejamento estratégico para a implantação
ESTRUTURAÇÃO TRABALHO BRASIL BIOMASSA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANO DE NEGÓCIO E VIABILIDADE ECONÔMICA ENGENHARIA BÁSICA E EXECUTIVA
ESTRUTURAÇÃO TRABALHO
BRASIL BIOMASSA
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
PLANO DE NEGÓCIO E
VIABILIDADE ECONÔMICA
ENGENHARIA BÁSICA E
EXECUTIVA INDUSTRIAL
CONTENCIOSO E
MARKETING
Viabilidade Econômica
Viabilidade
Econômica
Ambiental e Logística
Ambiental e
Logística

Mapeamento de Fornecimento

Engenharia Básica e EPC Equipamentos
Engenharia Básica e
EPC Equipamentos
Engenharia Financeira e Financiamento
Engenharia Financeira
e Financiamento

Engenharia Executiva

e Industrial

Contencioso Jurídico e Comercial
Contencioso Jurídico e
Comercial
Certificação
Certificação

Marketing Nacional Internacional

A extensa experiência no gerenciamento e desenvolvimento de empreendimentos industriais, envolvendo diversos modelos de negócios (woodchips para exportação, biomassa para projetos de geração de energia, torrefação de biomassa energética ou na produção de pellets e briquetes), o conhecimento prático de uma unidade industrial (conhecimento e visita em mais de 100 unidades industriais no Brasil e

exterior), os principais fornecedores de equipamentos nacionais e internacionais (com competitividade na qualidade e no preço) e no planejamento para a segurança da

unidade industrial (engenharia, qualidade certificada e venda internacional)

qualificam a empresa para o desenvolvimento do plano estratégico de negócios com

mais de 400 páginas.

O plano estratégico de negócio elaborado pela Brasil Biomassa, consta de um

escopo de serviços de consultoria, planejamento e engenharia elaborados através de equipe multidisciplinar contemplando os seguintes assuntos:

Estudos preliminares, dados societário, localização da unidade industrial, planejamento estratégico na logística de transporte e marítima, diagnóstico da base e quantitativo residual, avaliação técnica da matéria-prima (laudos de laboratório) e diretrizes do mapeamento estratégico de insumos.

Dados técnicos para elaboração do RIMA e certidões ambientais.

Estudo prévio dos benefícios fiscais (municipal e estadual) e doação terreno industrial : Estudo prévio dos benefícios fiscais no âmbito municipal, estadual e federal.

Avaliação da legislação municipal para a obtenção de doação de terreno industrial. Apoio jurídico elaboração do decreto municipal e a justificativa para a doação industrial (geração de empregos e novos negócios região).

No plano de negócios fazemos ainda um estudo prévio da engenharia básica do projeto industrial e a tecnologia e avaliação técnica do processo industrial de produção com um descritivo completo do sistema industrial, avaliação detalhada de todos os equipamentos industriais, análise swot dos equipamentos industriais,

projeto de engenharia e automação industrial.

Estudo técnico sobre os financiamentos dos equipamentos industriais e do financiamento via BRDE, BNE, Desenvolve São Paulo e o financiamento pelo BNDES em Frname para Construção e Equipamentos.

Incentivos e Benefícios Fiscais. Fundo de Desenvolvimento.

Laudo Industrial e regras de certificações (normas internacionais). Dados de produção e o consumo no mercado nacional e internacional.

Avaliação do uso da biomassa para a geração de crédito de carbono (projetos de co-geração de energia, produção de pellets e briquetes e do uso da biomassa para o processo de torrefação .

Informações gerais da estratégia e

marketing nacional e internacional e

dados e documentos de exportação. Contrato internacional de compra de

pellets ou biomassa energética.

A grande experiência do corpo técnico da Brasil Biomassa, aliada ao apoio de seus parceiros nacionais e internacionais, credencia a empresa ao desenvolvimento de estudos de viabilidade econômica e financeira e à elaboração de projetos conceituais de aproveitamento da biomassa. Isto determina a configuração da viabilidade do empreendimento, pela combinação mais efetiva em termos de custos, e levando-se em conta, ainda, o investimento, a operação e a manutenção. Estudos técnicos e econômicos para dimensionamento da unidade industrial para um volume de produção economicamente viável utilizando-se de uma análise de viabilidade econômica elaborada por profissional da Brasil Biomassa especializado em economia e administração definindo-se os investimentos através da elaboração de uma matriz parametrizada de custos dos equipamentos, instalações complementares e construções da planta industrial, além da parametrização de custos operacionais da produção e transporte de matéria-prima, custo estimativo de manutenção, custo de matéria-prima, impostos, faturamento previsto, análise de risco de mercado, analise SWOT, e outros para a análise de retorno do investimento pelo agente financiador e a disponibilização de recursos previstos. Neste estudo, podem ser contempladas alternativas sobre investimentos dentro do contexto, como por exemplo, o de sistema de co-geração com o uso de biomassa em projetos de peletização ou torrefação industrial como uma alternativa para comercialização de energia elétrica.

Desenvolvimento do estudo de viabilidade econômica dividido em estudo teórico e planilhas financeiras envolvendo na parte teórica os seguintes pontos:

Metodologia do Estudo de Viabilidade Econômica. Planejamento Financeiro. Diretrizes Gerais aos Custos de Transporte da Matéria-prima. Mão-de-obra da Unidade de Produção Industrial.

Custos Econômicos. Custos Administrativos. Economia em Escala Industrial. Custo

Operacional de Produção. Custos de Produção e de Energia. Custo Ambiental.

Fator de Viabilidade da Unidade Industrial Venda FOB Brasil. Fator de Viabilidade da Unidade Industrial Venda CIF Europa. Retorno Líquido do Investimento.

Ponto

de

Equilíbrio

Operacional.

Investimento

Inicial

e

Custos.

Receitas

e

Projeções. Métodos de Avaliação de Projetos de Investimento de Capital.

Taxa Mínima de Atratividade. Método do Fluxo de Caixa Descontado. Fluxo de Caixa da Empresa. Método da Taxa de Desconto. Método Payback. Payback Simples. Payback Descontado.

Método do Valor Presente Líquido. Taxa Interna de Retorno. Método do índice de Lucratividade. Método do Valor Futuro Líquido. Análise de Sensibilidade. EBITDA.

E uma série de planilhas envolvendo os fatores dos custos de matéria-prima, análise econômica da unidade, custos de produção, custos de mão-de-obra da linha de produção, custos energéticos e de manutenção, custos associados à distribuição, gerenciais e de produção, custos do transporte da matéria-prima e do produto final.

Análise do projeto conceptual em planilha financeira dos custos e investimentos

na unidade industrial.

Atuação profissional da Brasil Biomassa no mapeamento florestal para a garantia de

fornecimento de matéria-prima para a unidade

industrial..

Resíduos Podem ser

Utilizados pelo Empreendedor. Potencial Energético da Biomassa Acácia, Madeira nativa, pinus e eucaliptos.

Estimação da Área Basal, Volume e Biomassa por hectare. Quantidade de Energia por Hectare e Área Necessária em Função da Potência Instalada. Metodologia de mapeamento com aquisição de imagens do satélite Landsat. Mapeamento Florestal Mesorregiões. Resultado Avaliação por Área. Resultado Avaliação por Volume. Resultado Avaliação por Sortimentos de Madeira. Fornecedores de Matéria-Prima. Viabilidade Econômica e Ambiental da Unidade Industrial.

Apoio técnico da Brasil Biomassa para a obtenção de certidão ambiental e RIMA

fazendo um estudo técnico: Delimitação das áreas de influência. Área de diretamente afetada. Área de influência direta. Diagnóstico do meio físico. Clima. Geologia e Relevo. Hidrografia. Solos. Gerenciamento de resíduos sólidos. Diagnóstico inicial. Procedimentos metodológicos. Caracterização Processo construtivo. Movimentação de terra. Supressão de vegetação. Edificações. Caracterização dos resíduos Gerados.

Coleta Seletiva. Acondicionamento dos resíduos. Transporte interno. Destinação final

Ambientalmente Adequada. Diagnóstico de Poluição Sonora. Impactos, Medidas e Programas Sócio Ambientais. Impactos Ambientais Previstos. Medidas e Programas de Controle de Impactos Ambientais.

Desenvolvimento de um estudo prévio dos benefícios fiscais (municipal e estadual) e doação terreno industrial : Estudo prévio dos benefícios fiscais no âmbito municipal, estadual e federal. Avaliação da legislação municipal para a obtenção de doação de terreno industrial. Apoio jurídico elaboração do decreto municipal e a justificativa para a doação industrial (geração de empregos e novos negócios região).

Atuação profissional da Brasil Biomassa envolvendo os aspectos da localização da unidade industrial e a logística de transporte rodoviário e marítimo sendo que desenvolvemos no plano de negócios:

Infra Estrutura. Logística de transporte rodoviário, hidroviário e ferroviário. Logística Marítima. Equipamentos. Infra Estrutura e as Operações. Estrutura de Cais e Píers. Infraestrutura Aquaviária.

Acessos Terrestres. Infra Estrutura e

Operações Portuárias. Instalações de Acostagem e de Armazenagem.

Atuação profissional da Brasil Biomassa no mapeamento florestal para a garantia de fornecimento de matéria-prima para

Desenvolvemos um estudo técnico de engenharia básica e industrial. Apoio

técnico e indicação de empresa para o registro da unidade industrial

(contabilidade, comercial e propriedade

industrial), empresa de engenharia para o licenciamento ambiental e rima e o estudo de impacto ambiental.

Atuamos no desenvolvimento de relatórios técnicos e administrativos necessários para a licitação do EPC. No relatório técnico desenvolvido pela equipe técnica da Brasil Biomassa constam os estudos de cálculos estruturais (plano altimétrico, sondagem de solo, levantamento e marcações e referentes a construções das instalações civis como galpão principal, escritórios e demais

estruturas auxiliares) e os serviços de engenharia envolvendo os projetos e as

licenças de implantação e operação. Características do Terreno Industrial. Dados

da Infra Estrutura interna de apoio para a obra industrial. Parâmetros funcionais e estéticos. Sistema estrutural. Estruturas de coberturas. Paisagismo e áreas externas. Instalações de águas pluviais. Instalação de esgoto sanitário. Subsistema de Ventilação. Sistemas de proteção contra incêndio. Instalações

elétricas. Instalações de cabeamento estruturado e sistema de exaustão.

Preparação de uma carta convite para as empresas nacionais e internacionais para fornecimento dos equipamentos (dentro do memorial descritivo). Avaliação da melhor alternativa de utilização dos equipamentos industriais.

A Brasil Biomassa oferece os serviços de assessoria técnica na aquisição dos principais

equipamentos, elaborando a equalização técnica através de folhas de dados de cada

equipamento e o enquadramento do fornecimento, levando em conta os aspectos de garantia de performance, qualidade, sistemas de automação incorporados no equipamento com interfaces de controles operacionais entre outros. Reunião com as empresas de equipamentos industriais.

A Brasil Biomassa pode atuar no dimensionamento dos principais equipamentos elaborado através de balanços de processo (térmico e de massas); dimensionamento e memorial descritivo básico dos principais equipamentos para uma produção viável do ponto de vista econômico. Através de equipes multidisciplinares de engenharia, nesta fase, conceituam-se os sistemas elétricos inclusive as automações; tubulações e acessórios; e outros sistemas que serão adotados no projeto, com definição do nível de automação para a operação da planta, através de memoriais descritivos e especificações técnicas.

Através do dimensionamento básico dos principais equipamentos e conceituações, elabora-se um pré-custo de implantação industrial por setor cotando-se as principais unidades produtivas, e, tomando-se por base, parâmetros de consumo de insumos e custos da construção civil (fundações, bases de concreto, obras de apoio, sistema viário, obras de controle de acesso e outras); pré-custo das montagens eletromecânicas; instalações elétricas e automações, gerenciamento técnico, projetos básicos, detalhamentos, especificações técnicas, sistemas operacionais e utilidades da planta industrial, parametrizando-se um valor que norteará as decisões para aquisição dos principais equipamentos e obras de valores com maior significado no empreendimento.

A Brasil Biomassa vai atuar no desenvolvimento do project finance para a obtenção do financiamento dos equipamentos industriais. Estimativas de Custo de Construção.

Project Finance e Valor Presente Líquido. Estimativas de Custos Operacionais e de

Capital. Project Finance e a Capacidade de Obtenção de Crédito. Riscos e Instrumentos Atenuantes. Tecnologia Industrial. Riscos do Empreendimento Industrial. Estrutura Jurídica do Empreendimento Pellets. Estrutura Financeira do Empreendimento Pellets.

Financiamento de Longo Prazo. Empréstimos Bancários. Colocações Privada. Equity

Kickers. Linha Financiamento BNDES BRDE Equipamentos Pellets. Financiamento BRDE Industrial. Engenharia Financeira do Project Finance.

A Brasil Biomassa vai atuar no desenvolvimento do project finance para a obtenção do financiamento dos

Engenharia Financeira do Project Finance. Arranjos Financeiros. Cash

Flow na Ótica do Empreendedor.

Tendências em operações de

financiamento de projetos. Financiamento com Retorno. Spread e taxa de juros. Fundos de Capital de Risco. Venture capitalists. Financiadora de Estudos e Projetos.

Financiamentos a Fundo Perdido financiamentos com retorno.

Banco Interamericano de Desenvolvimento. Financiamentos com Retorno. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Linhas de Apoio Financeiro do BNDES. Projeto de Financiamento dentro das regras do BNDES e BRDE contendo a apresentação da empresa, histórico dos empresários, desenvolvimento empresarial e industrial, produto final, estrutura financeira e de marketing. Recursos Humanos e Organização Estrutural da unidade industrial. Mercado consumidor, fornecedor e concorrente.

Atuação profissional da Brasil Biomassa envolvendo os estudos técnicos do planejamento estratégico da unidade industrial envolvendo as opções estratégicas de planejamento. Matriz de Planejamento. Planejamento Estratégico. Análise dos Públicos de Interesse stakeholderes . Formalização do Plano. Auditoria de Resultado e Desempenhos. Modelo Porter .

Atuação da Brasil Biomassa no processo formal de planejamento estratégico e de marketing nacional e internacional. Processo de Gestão Estratégica da Industrial. Balanced Score Card. Perspectiva Comercial com os Players Internacionais . Plano Estratégico de Marketing Internacional. Tecnologia Industrial e Fator Energético do Produto. Ciclo de Inovação na Produção. Processo de Operacionalização da Unidade. Variabilidade de Preços da Matéria-Prima. Diversificação de Canais de Distribuição na União Européia e Ásia. Central de Compra de Matéria-Prima. Perspectiva de Inovação e Aprendizado. Capacitação e Mão-de-obra Qualificada. Investimento em Inovações Tecnológicas. Perspectiva Financeira . Análise SWOT Industrial.

Desenvolvimento do Plano de marketing e venda Internacional. Contrato internacional para aquisição de toda a produção industrial (durante o período de obtenção do financiamento) e o desenvolvimento de uma estratégica técnica de marketing internacional (qualificação do produto, da competitividade, do preço).

A Brasil Biomassa pode desenvolver um protótipo industrial do produto para a obtenção de um laudo técnico do laboratório de biomassa da Universidade Federal do Paraná e do IPT USP em São Paulo (composição química, umidade, poder calorífico superior e inferior e comentários de ordem técnica).

Este protótipo será fundamental para uma avaliação da qualificação final do

produto e a performance do equipamento industrial.

Estudo técnico para a certificação industrial (fase um do protótipo e fase final produto) no Brasil, Estados Unidos e Europa.

Análise da normatização dentro das regras DINPlus, CEN e ENPlus.

Canais de distribuição do produto. Clientes potenciais para a aquisição do produto (performance de venda ao mercado industrial e a estratégia de venda ao distribuidor final). Plano de operações e de distribuição do produto. Exportação de pellets (englobando os estudos de logística de exportação, envolvimento de trading company e tributação, cálculos aduaneiros e armador do navio).

Análise jurídica dos documentos aduaneiros internacionais (carta de intenções de compra, BCL e Carta de Crédito). Elaboração em inglês da Full Corporate Offer do pellets e uma análise jurídica do contrato internacional de exportação.

BRASIL BIOMASSA E ENERGIA RENOVÁVEL PROJETOS EM DESENVOLVIMENTO

BRASIL BIOMASSA E ENERGIA RENOVÁVEL PROJETOS EM DESENVOLVIMENTO Nos últimos 12 anos, a Brasil Biomassa já
Nos últimos 12 anos, a Brasil Biomassa já ajudou muitas empresas a enfrentar crises, principalmente no
Nos últimos 12 anos, a Brasil Biomassa já ajudou muitas empresas a
enfrentar crises, principalmente no segmento florestal– celulose-papel-
madeira, industrial-biomassa-pellets-briquetes e sucroenergético. E
apreendeu que só com coragem e criatividade é possível superá-las e sair
ainda mais forte.
Mas o sucesso neste mercado depende do apoio de uma empresa
especializada. Permanecer como um empreendimento de sucesso por
mais uma década é, na verdade, um desafio considerável. No entanto, a
razão desse sucesso não pode ser medida somente através de seus anos
de atividade, mas, sobretudo, nas realizações e desafios superados pela
empresa nesse período.
Como
resultado,
oferecemos
atualmente
uma
gama
diversificada
de
serviços
de
consultoria,
engenharia
industrial,
negócios
inovadores
e
gerenciamento e de marketing internacional.
Em 2004 foi fundada a Brasil Biomassa. No ano de 2005 participou do projeto biomassa energética
Em 2004 foi fundada a Brasil Biomassa. No ano
de 2005 participou do projeto biomassa
energética em Sines Portugal.
Em 2006 desenvolvemos o projeto
Maranhão Biomassa envolvendo a
potencialização dos resíduos de
babaçu na forma de briquete.
Em 2008 participamos
da Fundação
da
Associação
Brasileira
das
Indústrias
de
Desenvolvimento pela Brasil Biomassa do estudo
Biomassa
e
Energia
A Brasil Biomassa em 2009 esteve na sede da
German Pellets uma companhia fundada em 2005 e
com 14 plantas industriais na Alemanha, Austria,
Itália e nos Estados Unidos. O grupo produz 800.000
toneladas por ano de pellets com a qualidade
de viabilidade para implantação de uma unidade
Wood Chips RJ com Pianka Engenharia.
Renovável.
Premium utilizado no mercado doméstico
Alemanha e da Itália.
da
Reunião técnica com a EUBIA European Biomass
Industry Association na Bélgica com o Secretário
Geral Giuliano Grassi e Stéphane Sénécha.
Protótipo registrado do briquete de
bagaço de cana, cacau, coco,
casca de café, casca de arroz.
Exportação de Briquete do Brasil
para Áustria.
Projeto Industrial WoodBriquete com resíduos
florestais e industriais ao Grupo Wagner em Tijucas do
Sul Paraná.
2005
2005 2006
2006
2007
2007 2008
2008 2009
2009
2010 2010
2010
Em 2005 tivemos uma reunião com 42 companhias
européias produtoras de biomassa e pellets.
No ano
de
2007
a
Brasil
Fundação da International Renewable Energy entidade
que reúne 60.000 empresas de energia e biomassa.
Biomassa prestou Consultoria
para Exportação de Wood Chips
com a Aracruz Wood.
No ano de 2010 a Brasil Biomassa desenvolveu uma
série de estudos sobre o briquete de bagaço de cana,
cacau, coco, casca de café, casca de arroz e demais
dez produtos não florestais.
Acordo
com
a
DaiEi
Papers
Fundação
da
European
Energy
SRL
com
o
grupo
Reunião na Nazzareno Equipamentos Industriais de
Exportação Wood Chips China
Nortegás
com
a
sede
no
Porto Portugal.
produção de pellets e briquetes na
Estivemos
Desenvolvimento
do
Projeto
Brasil
Biomassa
com
discussões temáticas com mais de 150 companhias
brasileiras
de
wood
chips,
biomassa,
pellets
e
em reunião com o diretores da Italiana Pellets a maior
planta industrial produtora de pellets na Itália.
briquete.
No ano de 2011 a diretoria executiva da Brasil Biomassa teve uma importante reunião com os
No ano de 2011 a diretoria executiva
da Brasil Biomassa teve uma
importante reunião com os diretores
da Topell Energy na Holanda onde
conhecemos todos os detalhes da
moderna tecnologia industrial de
torrefação de biomassa e de pellets.
Esta tecnologia financiada pela RWE
Energy na Holanda
Mapeamento Brasil do potencial de Biomassa
No
ano
2013
foi
desenvolvido
pela
Brasil
Biomassa
da
maior
Desenvolvimento em 2015 de estudos e projetos de torrefação da
biomassa energética pela Brasil Biomassa.
unidade
industrial
de
biopellets
com
o
uso
do
bagaço e a palha da cana
de açúcar
2011
2011
2012
2012
2013
2013
2014
2014
2015
2015
2016
2016 2016
Em
2012
Reunião
e
visita
técnica
No ano de 2014 foi desenvolvido
pela Brasil
com a Prodesa Espanha.
biomassa do maior projeto industrial de pellets no
Estado de Santa Catarina.
Visita
na
unidade
de
pellets em
Astúrias Espanha
Implantação pela Brasil Biomassa da
maior planta industrial de produção
de pellets em funcionamento no
Brasil
No ano de 2014 a Brasil Biomassa iniciou um estudo
técnico para o desenvolvimento do projeto
sustentável de aproveitamento dos resíduos de
madeira na transformação de woodpellets com uma
produção estimada anual de 42.000 toneladas na

Bahia.

No ano de 2005-6 a diretoria executiva da BBER participou como empresa de consultoria para contencioso contratual e depois como sócia no projeto industrial em Portugal. Unindo-se a empresa Enerpura de Portugal formou-se a Enerswiss com para o desenvolvimento de um sistema de potencialização energética do woodchips com a secagem industrial por microondas para ter um poder calorífico de energia mais eficiente. Este projeto teve um resultado positivo em termos de diminuição de umidade da madeira e um aumento na eficiência energética, sendo testado na caldeira da termoelétrica em Portugal. Um objetivo do projeto industrial era a redução das emissões de CO2 gerado pela queima de carvão pela termoelétrica.

2005-06 BIOMASSA ENERGÉTICA EM PORTUGAL
2005-06 BIOMASSA ENERGÉTICA EM PORTUGAL

Este projeto foi desenvolvido para atender os interesses da Energias de Portugal EDP para a mudança da matriz energética da termoelétrica de carvão de Sines por biomassa energética.

A termoelétrica de Sines aparecia em 15º lugar numa lista das 30 fábricas mais

kilowatt/hora. Veja o vídeo do projeto (clicando na imagem)

estudo da World Wildlife Fund (WWF) International.

de dióxido de carbono por cada

A central de Sines produzia 1050 gramas

poluidoras da União Europeia (EU) num

No ano de 2006 Brasil Biomassa participou e desenvolveu no Chile um importante projeto visando a produção industrial de woodchips para fins de exportação. Trabalhamos na logística de exportação de WoodChips no Porto de Puchoco e Coronel em Concepción no Chile.

Desenvolvemos os estudos de qualificação industrial do produto final dentro das normas internacionais e utilizamos a logística de exportação em navio

graneleiro de grande porte para a China com o uso do Sistema de Tubovia.

PROJETO DE EXPORTAÇÃO WOODCHIPS CHILE

2007

PROJETO DE EXPORTAÇÃO WOODCHIPS CHILE 2007
PROJETO DE EXPORTAÇÃO WOODCHIPS CHILE 2007
PROJETO DE EXPORTAÇÃO WOODCHIPS CHILE 2007
PROJETO DE EXPORTAÇÃO WOODCHIPS CHILE 2007
PROJETO DE EXPORTAÇÃO WOODCHIPS CHILE 2007

No ano de 2008 a Brasil Biomassa firmou um contrato internacional para o desenvolvimento de um plano de marketing internacional visando a exportação da produção industrial da Abellon Clean Energy da Índia com a sua unidade no Canadá.

Toda a produção industrial foi exportada para a Europa.

EXPORTAÇÃO WOODPELLETS CANADÁ EUROPA 2008
EXPORTAÇÃO WOODPELLETS CANADÁ EUROPA 2008
EXPORTAÇÃO WOODPELLETS CANADÁ EUROPA 2008
EXPORTAÇÃO WOODPELLETS CANADÁ EUROPA 2008

EXPORTAÇÃO WOODPELLETS CANADÁ EUROPA

2008

No ano de 2008 a Brasil Biomassa firmou um contrato internacional para o desenvolvimento de um plano de marketing internacional visando a exportação da produção industrial da Lee Energy Solutions do Alabama nos Estados Unidos.

Toda a produção industrial foi exportada para a Holanda.

2008 EXPORTAÇÃO WOODPELLETS ALABAMA USA EUROPA
2008
EXPORTAÇÃO WOODPELLETS ALABAMA USA EUROPA

O grupo produz 380.000 toneladas por ano de pellets com a qualidade Premium e 20.000 ton. de briquete e uma utilização de bomassa de 265.000 MWh.

A Brasil Biomassa esteve no Congresso Internacional de Pellets na Alemanha e visitou a Pfeifer Holding GmbH na Austria em 2009-10.

Acompanhamos toda a produção industrial da Pfeifer na Austria acompanhado pelo diretor executivo Michael Pfeifer.

2009 REUNIÃO TÉCNICA PFEIFER WOODPELLETS AUSTRIA
2009
REUNIÃO TÉCNICA PFEIFER WOODPELLETS AUSTRIA
2009 REUNIÃO TÉCNICA PFEIFER WOODPELLETS AUSTRIA

A Brasil Biomassa em 2009 esteve em visita técnica na França com o Industriel Français Producter de Granulés Bois, um conglomerado de empresas produtoras de pellets e depois na Agence de l’Environnement et de la Maîtrise de l’Energie uma empresa pública a caráter industrial e comercial, participa da implementação das políticas públicas nos setores de meio ambiente, energia e desenvolvimento sustentável. Estivemos na Propellet que desenvolve uma série de atividades profissionais de pellets na França. Acompanhado do presidente da Propellet da França e sede da EO2 a maior empresa de pellets na França.

2009 REUNIÃO TÉCNICA PROPELLETS EON FRANÇA
2009
REUNIÃO TÉCNICA PROPELLETS EON FRANÇA
2009 REUNIÃO TÉCNICA PROPELLETS EON FRANÇA

A Brasil Biomassa em 2009 esteve na sede da Balcas Timber no norte da Irlanda onde produz o briquete da marca brites e pellets da marca balcas. O diretor Frank Wallace nos apresentou a empresa que desenvolve um grande projeto sustentável na Irlanda e na Inglaterra. Seu produto é utilizada para aquecimento de piscina olímpica. O grupo produz 100.000 toneladas por ano de pellets e briquete com a qualidade DinPlus distribuído na Inglaterra. Conheçemos toda a tecnologia

industrial de produção de pellets e do projeto que estavam desenvolvendo de torreficação de pellets com elevado poder energético.

2009 REUNIÃO TÉCNICA BALCAS TIMBER IRLANDA
2009
REUNIÃO TÉCNICA BALCAS TIMBER IRLANDA
2009 REUNIÃO TÉCNICA BALCAS TIMBER IRLANDA

Equipada com a mais recente tecnologia, assegurando um produto final de elevada qualidade e de acordo com as mais exigentes especificações dos

A Brasil Biomassa esteve na sede da Pinewells uma moderna empresa produtora de pellets localizada na zona industrial de Arganil.

clientes internacionais e da norma européia ENPluS

2009 REUNIÃO TÉCNICA PINEWELLS PELLETS PORTUGAL
2009
REUNIÃO TÉCNICA PINEWELLS PELLETS PORTUGAL
2009 REUNIÃO TÉCNICA PINEWELLS PELLETS PORTUGAL

A BBER conseguiu uma doação de terreno industrial para a implantação do projeto e desenvolveu um estudo estratégico e de viabilidade econômica e financeira.

visava a implantação de uma unidade industrial de produção de briquete com capacidade de 84.000 ton. por ano com o uso de serragem e resíduos

No ano de 2009 a Brasil Biomassa foi contratada pelo grupo financeiro BMG para o desenvolvimento de três projetos industriais.

florestais na região próxima ao Porto de Imbituba Santa Catarina.

O primeiro projeto

2009 PROJETO INDUSTRIAL BRIQUETE BMG SANTA CATARINA
2009 PROJETO INDUSTRIAL BRIQUETE BMG SANTA CATARINA

fornecimento

num

raio

150

de

km

para atender a demanda de produção

da unidade industrial

de Wood

briquete.

plano

de

O

negócios

com

um

resultado de retorno de 2,3 anos.

Foi desenvolvido

 

um

protótipo

industrial do briquete com a

distribuição no mercado europeu e um

laudo de avaliação

em

laboratório

nacional de internacional.

Administração

do

projeto

e

dos

estudos

em

logística

de

transporte

Porto

pelo

de

Imbituba

Santa

Catarina.

Veja

vídeo

o

do projeto

Desenvolveu um mapeamento de

(clicando na imagem ao lado).

O projeto visava a implantação de uma unidade industrial de produção de biobriquete com capacidade de 40.000 ton. por ano.

No ano de 2009 a Brasil Biomassa desenvolveu o segundo projeto para grupo financeiro BMG para o aproveitamento dos resíduos de babaçu no estado do Piauí na produção sustentável do biobriquete.

2009 PROJETO INDUSTRIAL BIOBRIQUETE BMG PIAUI
2009 PROJETO INDUSTRIAL BIOBRIQUETE BMG PIAUI

benefícios e incentivos fiscais para a instalação da unidade industrial,

de

com um

O plano

negócios

bem como desenvolveu um estudo

Este projeto envolveu 5.000 famílias

A BBER conseguiu uma série de

estratégico e de viabilidade econômica e financeira.

que trabalhavam na colheita do babaçu no Piauí e Maranhão.

resultado de retorno de 2,5 anos e um excelente retorno financeiro com o cunho de um projeto social.

prima, o estudo logístico para a exportação do biobriquete para a França e um projeto estratégico de produção e de viabilidade econômica e financeira.

No ano de 2009 a Brasil Biomassa desenvolveu o terceiro projeto para grupo financeiro BMG envolvendo o aproveitamento dos resíduos de casca de cacau na Costa do Marfim para a produção sustentável do biobriquete de cacau. O projeto visava a implantação de uma unidade industrial na Costa do Marfim de produção de biobriquete com capacidade de 60.000 ton. por ano. A BBER conseguiu uma série de benefícios como a aquisição da matéria-

2009 PROJETO INDUSTRIAL BIOBRIQUETE CACAU COSTA MARFIM
2009 PROJETO INDUSTRIAL BIOBRIQUETE CACAU COSTA MARFIM

positiva pela instituições e grandes companhias da Europa.

O

de

com

plano

negócios

um resultado de

retorno de 2,2 anos.

Veja detalhes do projeto de produção na Costa

tendo uma série de recomendações de forma

Desenvolvimento de laudos internacionais para a certificação do produto.

do Marfim em nosso vídeo (clicando na imagem ao lado).

Trata-se do primeiro projeto industrial de produção de biobriquete com o uso de resíduos agrícolas,do cacau na Costa do Marfim África

A Brasil Biomassa é a primeira empresa privada nacional exportadora de woodchips pelo Porto de Itajaí para o mercado da Coréia do Sul em operação comercial desenvolvida em 2010.

Estamos desenvolvendo uma nova operação para a China. Esta exportação foi considerada como um modelo industrial no Brasil.

2010

EXPORTAÇÃO WOODCHIPS MERCADO CORÉIA DO SUL

2010 EXPORTAÇÃO WOODCHIPS MERCADO CORÉIA DO SUL
2010 EXPORTAÇÃO WOODCHIPS MERCADO CORÉIA DO SUL
2010 EXPORTAÇÃO WOODCHIPS MERCADO CORÉIA DO SUL
2010 EXPORTAÇÃO WOODCHIPS MERCADO CORÉIA DO SUL
2010 EXPORTAÇÃO WOODCHIPS MERCADO CORÉIA DO SUL
2010 EXPORTAÇÃO WOODCHIPS MERCADO CORÉIA DO SUL
2010 EXPORTAÇÃO WOODCHIPS MERCADO CORÉIA DO SUL
2010 EXPORTAÇÃO WOODCHIPS MERCADO CORÉIA DO SUL

No ano de 2010 trabalhamos para a viabilidade da produção para fins de exportação de woodchips pelo Porto de Imbituba em Santa Catarina.

Avaliação técnica e logística industrial de exportação pelo Porto de Imbituba com apoio de mais de 30 empresas florestais na região.

2010 PRODUÇÃO WOODCHIPS SANTA CATARINA
2010
PRODUÇÃO WOODCHIPS SANTA CATARINA
2010 PRODUÇÃO WOODCHIPS SANTA CATARINA

No ano de 2010 a Brasil Biomassa foi contratada pelo grupo Biopellets Brasil para o desenvolvimento do projeto sustentável de aproveitamento dos resíduos de bagaço de cana na transformação de biopellets e que depois foi modificada (industrial) para o uso de serragem na produção de pellets de madeira. Implantamos a maior unidade internacional de Biopellets com capacidade de 72.000 ton. por ano em Lins São Paulo.

2010 MAIOR PLANTA WOODPELLTS DO BRASIL
2010 MAIOR PLANTA WOODPELLTS DO BRASIL

A

BBER

um

desenvolveu estratégico e

viabilidade

financeira,

estudo

de

econômica

e

mapeamento

de

fornecimento, plano diretor e

finance

Project

com

a

aprovação

financiamento

do

O plano

de negócios com um

resultado

de

retorno

de

2,1

anos.

pelo BNDES.

A BBER desenvolveu um estudo estratégico e de viabilidade econômica e financeira, mapeamento de fornecimento em todo o Estado de São Paulo, plano diretor e Project finance. Foi desenvolvido um protótipo industrial do biopellets e um laudo de avaliação em laboratório nacional. A unidade vai entrar em funcionamento no final de 2016 com uma produção de 140.000 mt/ano.

A Brasil Biomassa foi contratada pelo maior grupo sucroenergético do Brasil resíduos de bagaço e da palha da cana na transformação de biopellets.

para o desenvolvimento do projeto sustentável de aproveitamento dos

2011 DESENVOLVIMENTO PLANTA BIOPELLETS BAGAÇO CANA
2011 DESENVOLVIMENTO PLANTA BIOPELLETS BAGAÇO CANA
2011 DESENVOLVIMENTO PLANTA BIOPELLETS BAGAÇO CANA

Neste mesmo ano (2011) a Brasil Biomassa foi contratada pelo grupo Nova Itália Florestal e Madeiras de Porto Velho Rondônia para o desenvolvimento do projeto sustentável de aproveitamento dos resíduos lenhosos da UHE Jirau na transformação de woodpellets. Encontra-se em desenvolvimento o projeto industrial que será implantado em Porto Velho com capacidade de 50.000 ton. por ano. Trata-se do maior projeto industrial sustentável com o uso de resíduos de supressão florestal. A BBER desenvolveu um estudo estratégico e de viabilidade econômica e financeira, plano diretor e Project finance. O plano de negócios com um resultado de retorno de 1,8 anos. O plano diretor com a contratação de equipamentos nacionais. Administração do projeto e dos estudos em logística de transporte pelo Porto de Itacoatiara.

2011 DESENVOLVIMENTO PLANTA PELLETS RONDÔNIA
2011 DESENVOLVIMENTO PLANTA PELLETS RONDÔNIA

No final do ano de 2011 a Brasil Biomassa foi contratada pelo grupo Naturasul de Porto Velho Rondônia para o desenvolvimento do projeto sustentável de aproveitamento dos resíduos lenhosos da UHE Santo Antonio na transformação de woodpellets. A BBER desenvolveu um plano de negócios, project finance e o estudo de viabilidade econômica e financeira para a implantação da unidade industrial em Porto Velho com capacidade de 50.000 ton. por ano. O projeto encontra-se em avaliação pelos diretores da empresa que desenvolvem a atividade de supressão florestal e que detém um grande contingente de matéria-prima para ser utilizado no processo industrial. Este projeto foi considerado exemplar pelo consórcio que administra a UHE pelo critério de sustentabilidade ao uso de resíduos lenhosos em supressão.

2011 DESENVOLVIMENTO PLANTA PELLETS RONDÔNIA
2011 DESENVOLVIMENTO PLANTA PELLETS RONDÔNIA

No ano de 2012 a Brasil Biomassa foi contratada pelo grupo Saccaro de Caxias do Sul para o desenvolvimento do projeto sustentável de aproveitamento dos resíduos de madeira e de movelaria na transformação de woodpellets.

A BBER desenvolveu um estudo estratégico e de viabilidade econômica e financeira, mapeamento de fornecimento, plano de negócios com todas as

diretrizes de produção industrial e do mercado nacional e internacional de consumo e o plano diretor.

2012 PROJETO UNIDADE PRODUÇÃO PELLETS RIO GRANDE SUL
2012 PROJETO UNIDADE PRODUÇÃO PELLETS RIO GRANDE SUL

Apresentação do Project finance com mais de 100 páginas de planilha financeira em estudo de 20 anos do negócio para apresentação no BRDE e os bancos de fomentos.

O

plano

de

negócios

com

um

resultado de retorno de 2,4 anos.

Administração

projeto

do

e

dos

estudos em logística de transporte pelo Porto do Rio Grande RS.

negócios com todas as diretrizes de produção industrial e do mercado nacional e internacional de consumo e o plano diretor. Apresentação do Project finance com mais de 100 páginas de planilha financeira em estudo de 20 anos do negócio para apresentação no BRDE e os bancos de fomentos. O

No ano de 2012 a Brasil Biomassa foi contratada pelo grupo Costamaq Industrial de Capivari do Sul para o desenvolvimento do projeto sustentável de aproveitamento dos resíduos de madeira na transformação de woodpellets com uma produção estimada anual de 42.000 toneladas (maior planta

plano de negócios com resultado de retorno de 2,1 anos. Administração do projeto e dos estudos em logística de transporte pelo Porto do Rio Grande.

A BBER desenvolveu um estudo estratégico e de viabilidade econômica e financeira, mapeamento de fornecimento, plano de

industrial no

Brasil). .

DESENVOLVIMENTO PLANTA PELLETS RIO GRANDE DO SUL 2012
DESENVOLVIMENTO PLANTA PELLETS RIO GRANDE DO SUL
2012

resíduos de cana-de-açúcar na transformação de biobriquete com uma produção estimada anual de 42.000 toneladas (maior planta industrial no

No ano de 2013 a Brasil Biomassa desenvolveu uma série de estudos e um protótipo industrial do biobriquete de bagaço e palha da cana-de-açúcar para

A BBER desenvolveu um estudo estratégico e de viabilidade econômica e financeira, mapeamento de fornecimento, plano de negócios com

todas as diretrizes de produção industrial e do mercado nacional e internacional de consumo e o plano diretor.

Trata-se do desenvolvimento do projeto sustentável de aproveitamento dos

a instalação de uma grande unidade industrial no Nordeste do Brasil.

Brasil).

2013 PROJETO INDUSTRIAL BIO BRIQUETE CANA DE AÇÚCAR
2013 PROJETO INDUSTRIAL BIO BRIQUETE CANA DE AÇÚCAR
2013
PROJETO INDUSTRIAL BIO BRIQUETE CANA DE AÇÚCAR

com

Indústria Nacional de Equipamentos Industriais para o fornecimento dos equipamentos com toda a tecnologia desenvolvida no Brasil.

Apresentação do Project finance com mais de 100 páginas de planilha

negócio para apresentação no BRDE e

estudos em logística de transporte.

e

O

um

de

do

plano

dos

O plano diretor com a contratação da

projeto

negócios

Administração

os bancos de fomentos.

financeira em estudo de 20 anos do

resultado de retorno de 2,1 anos .

A unidade industrial vai aproveitar a materia-prima da maior região florestal do Brasil em ativo florestal de pinus: região serrana. Com a participação direta do maior distribuidor de toras de Madeira da região e com ativo florestal de mais de 1.000.000 toneladas de toras de pinus.

A Brasil Biomassa Consultoria e Projetos está desenvolvendo para a ECB o maior projeto industrial de produção de woodpellets em Santa Catarina com

apoio da Prefeitura Municipal de Otacílio Costa e do Governo do Estado de Santa Catarina.

2013 PROJETO UNIDADE PRODUÇÃO PELLETS SANTA CATARINA
2013 PROJETO UNIDADE PRODUÇÃO PELLETS SANTA CATARINA

uma localização estratégica

Com

Santa

em

Catarina

florestal)

com

(grande ativo saída para

a

exportação

pelos

portos

de

São

Francisco,

Navegantes,

Itajai

e

o

de Equipamentos Industriais para o fornecimento dos equipamentos com toda a tecnologia desenvolvida no Brasil.

Administração do projeto

e

dos

estudos em logística de transporte

pelo

Porto

de

Itajai

com

a

maior porto de produtos florestais do Brasil.

contratação da Industria Brasileira

plano diretor definiu a com a

novo porto de Imbituba que sera o

resultado de retorno de 2,2 anos. O

de negócios com um

exportação para a Itália.

O plano

A Brasil Biomassa e Energia Renovável Consultoria e Projetos Industriais está desenvolvendo um novo projeto industrial de produção de pellets no Estado do Pará.

A unidade industrial terá a capacidade de produção anual 72.000 toneladas direcionada ao mercado exportação.

Usina Industrial de Wood Pellets, está sendo implantada na cidade de Ananindeua Pará.

2013 PROJETO UNIDADE PRODUÇÃO PELLETS ANANINDEUA PA
2013 PROJETO UNIDADE PRODUÇÃO PELLETS ANANINDEUA PA
2013 PROJETO UNIDADE PRODUÇÃO PELLETS ANANINDEUA PA
2013 PROJETO UNIDADE PRODUÇÃO PELLETS ANANINDEUA PA

2013 PROJETO UNIDADE PRODUÇÃO PELLETS ANANINDEUA PA

NA PLANTA INDUSTRIAL NO PARÁ ESTAMOS UTILIZANDO A TECNOLOGIA INTERNACIONAL DE EQUIPAMENTOS 100% FINANCIADA (ESCALA INDUSTRIAL) COM SETE ANOS DE PAGAMENTO E JUROS 5,5% A.A E COM A GARANTIA APENAS DOS EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS E UMA AVALIAÇÃO CONTÁBIL AUDITADA.

O grupo empresarial GS Indústria de Pellets do Brasil decidiu em aproveitar os resíduos lenhosos, florestais e industriais na região de Ananindeua no Pará no desenvolvimento de um novo e promissor negócio de industrialização da madeira na forma de pellets utilizado para o aquecimento residencial e industrial no Brasil, Estados Unidos e Europa.

Eles decidiram entrar para o ramo industrial e vão construir a maior unidade industrial no Pará gerando dezenas de empregos e dividendos aos

municípios, além do caráter inovador e sustentável do projeto industrial.

Hoje temos 14 unidades industriais de produção de bio woodpellets e de 58 unidades de produção de bio woodbriquete no Brasil.

A Brasil Biomassa desenvolveu a venda da produção de pellets de madeira da Koala Pellets de Rio Negrinho para a Itália. O Brasil tem um grande potencial de aproveitamento de biomassa florestal, industrial e agroindustrial na produção industrial de biomassa, briquete e pellets para atender a demanda nacional e internacional.

2014

EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA

2014 EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA
2014 EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA
2014 EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA
2014 EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA
2014 EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA
2014 EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA

Em breve estaremos desenvolvendo a exportação da maior unidade industrial de produção de pellets (com toda a tecnologia industrial brasileira) em São Paulo para a Europa (plano de marketing desenvolvido pela Brasil Biomassa.

Neste ano estamos exportando quase 24.000 toneladas de pellets com qualificação internacional para a Itália.

EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA

2014

EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA 2014
EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA 2014
EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA 2014
EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA 2014
EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA 2014
EXPORTAÇÃO WOODPELLETS SANTA CATARINA 2014

transformação de woodpellets para grupo Revize com uma produção anual de 36.000 toneladas na região de São José do Rio Preto São Paulo.

iniciou um estudo técnico para o desenvolvimento do projeto sustentável de aproveitamento dos resíduos de madeira na

A Brasil Biomassa em 2014

2014 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS SÃO PAULO
2014 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS SÃO PAULO

para apresentação no Desenvolve São Paulo.

A

BBER

diretor.

desenvolveu

e de viabilidade

consumo e o plano

planilha financeira em

um estudo estratégico

Apresentação do Project finance com

econômica

e

financeira,

mapeamento

de

fornecimento,

plano

de negócios com todas

diretrizes

as

de

produção

industrial

e

do mercado nacional e

internacional

de

A Brasil Biomassa Consultoria e Projetos no desenvolvimento de estudo do mapeamento de biomassa no Brasil recebeu as informações da FL Floresta de Luziânia em Goiás que atua no plantio, condução, colheita e comercialização de madeira de eucalipto e seringueira.

Toneladas/mês com cavaco de Eucalipto. Mato Grosso Nobres Fornecimento de até 10.000 Toneladas/mês

Distrito Federal .Sobradinho - Fornecimento de até 10.000 Toneladas/mês com cavaco de Eucalipto.

Goiás Edealina Fornecimento de até 5.000

2014 PROJETO BIOPARQUE FORNECIMENTO DE BIOMASSA
2014
PROJETO BIOPARQUE FORNECIMENTO DE BIOMASSA
2014 PROJETO BIOPARQUE FORNECIMENTO DE BIOMASSA

Em estudo desenvolvido pela Brasil Biomassa obteve uma fonte de fornecimento junto a indústria de beneficiamento de Arroz no município de Capão do Leão.

Com a capacidade de geração de 1.000.000 toneladas de casca de arroz aproximadamente 10 Km de Pelotas/RS.

2014 PROJETO CO -GERAÇÃO BIOMASSA ARROZ RS
2014
PROJETO CO -GERAÇÃO BIOMASSA ARROZ RS
2014 PROJETO CO -GERAÇÃO BIOMASSA ARROZ RS

A Brasil Biomassa em 2014 iniciou um estudo estratégico para THE Colleman em projeto de pellets em Botucatu São Paulo e de viabilidade econômica e financeira, plano diretor e Project finance com a aprovação do financiamento pelo BNDES. Foi desenvolvido o plano de negócios com um resultado de retorno de 2,3 anos.

Administração do projeto e dos estudos em logística de transporte pelo Porto de Santos com a exportação para a Itália.

2014 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS SÃO PAULO
2014 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS SÃO PAULO

A BBER desenvolveu um estudo estratégico e de viabilidade econômica e financeira, mapeamento de fornecimento, plano de negócios com todas as diretrizes de produção industrial e do mercado nacional e internacional de consumo e o plano diretor.

No ano de 2014 a Brasil Biomassa iniciou um estudo técnico para o desenvolvimento do projeto sustentável de aproveitamento dos resíduos de madeira na transformação de woodpellets com uma produção estimada anual de 42.000 toneladas na Bahia.

2014 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS BAHIA
2014 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS BAHIA

No ano de 2015 a Brasil Biomassa firmou um contrato para o desenvolvimento de um plano de marketing internacional visando a exportação da produção industrial da Kleinerschein de Santa Catarina

Toda a produção industrial encontra-se em negociação com a Europa.

2015 DESENVOLVIMENTO MARKETING INTERNACIONAL BRIQUETE
2015
DESENVOLVIMENTO MARKETING INTERNACIONAL BRIQUETE
2015 DESENVOLVIMENTO MARKETING INTERNACIONAL BRIQUETE

A Eurocorp Energias Renováveis após um estudo de viabilidade econômica, plano de negócios desenvolvido pela Brasil Biomassa decidiu pela implantação da unidade industrial de pellets na região serrana em Santa Catarina. A unidade industrial vai utilizar a moderna tecnologia nacional de equipamentos estará produzindo 30 toneladas/h ora (produção anual de 216.000 ton.) de pellets, proporcionando o desenvolvimento econômico em Santa Catarina tornando a planta como uma referência nacional. A cadeia de produção de pellets na região está criando novos empregos para os pequeno produtores florestais e madeireiros, empresários de equipamentos industriais e também para os empresários do setor de transporte e marítimo.

2015 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS SANTA CATARINA
2015 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS SANTA CATARINA

financeira, plano diretor e Project finance com a aprovação do financiamento pelo BNDES. Foi desenvolvido o plano de negócios com um resultado de retorno de 2,5 anos.

Administração do projeto e dos estudos em logística de transporte pelo Porto de Paranaguá.

JW Industrial em projeto de pellets em Palmeira Paraná e de viabilidade econômica e

iniciou um estudo estratégico para

A Brasil Biomassa em 2015

2015 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS PARANÁ
2015 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS PARANÁ

viabilidade econômica e financeira, plano diretor e Project finance com a aprovação do financiamento pelo BNDES. Foi desenvolvido o plano de negócios

Administração do projeto e dos estudos em logística de transporte pelo Porto Vila do Conde.

Manchester Florestal em projeto de pellets de Eucalyptus em

com um resultado de retorno de 2,5 anos.

iniciou um estudo estratégico para

A Brasil Biomassa em 2015

Buruti Maranhão e de

2015 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS MARANHÃO
2015 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS MARANHÃO

A Brasil Biomassa em 2015 iniciou um estudo estratégico para o Grupo Louduca em projeto de pellets de Eucalyptus no vale do Paraíba São Paulo e de viabilidade econômica e financeira, plano diretor e Project finance com a aprovação do financiamento pelo Desenvolve São Paulo . Foi desenvolvido o plano de negócios com um resultado de retorno de 2,5 anos.

Administração do projeto e dos estudos em logística de transporte pelo Porto de Santos

2015 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS SÃO PAULO
2015 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS SÃO PAULO

A IBC IKOS BIOEERGY com apoio consultivo da Brasil Biomassa pretende em implantar quatro unidades industriais com a capacidade de produção de 400.000 Mton/ano de pellets da cana energia para a produção industrial total de 1.600.000 Mton/ano de biopellets. O escopo visa o desenvolvimento de uma unidade Industrial de densificação de biomassa de cana-de-açúcar com alto teor de fibras (maior que 22%) para a produção industrial, nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais ou Espírito Santo. Utilizaremos 2.160.000 Mton/ano de biomassa da cana energia com alto teor de fibras

desenvolvida com fins energético para a produção de 1.600.000 Mton/ano de pellets com regime de produção de 7.200 horas durante o ano, ou seja, o

regime de operação de 24 horas por dia.

2015 PROJETO INDUSTRIAL PELLETS CANA ENERGIA RJ ES MG
2015 PROJETO INDUSTRIAL PELLETS CANA ENERGIA RJ ES MG

A empresa vai implantar quatro unidades industriais com a produção anual total de 1.600.000 mt/ano compõem (cada unidade) uma unidade de armazenamento de matéria-prima e duas instalações industriais (primeira de moagem e secagem industrial e uma segunda para peletização e resfriamento) comportando dois sistema de geração de energia térmica (três fornalhas e três secadores industriais) e um sistema de co-geração de energia, três linhas especiais para o processamento, moagem e trituração industrial (com cinco moinho martelos em cada linha) para alcançar uma granulometria para o processo de peletização (seis peletizadoras industriais) ao sistema de resfriamento industrial (seis resfriadores contrafluxo) sendo transportados para o silo de armazenamento de matéria-prima pronta.

2015 PROJETO INDUSTRIAL PELLETS CANA ENERGIA RJ ES MG
2015 PROJETO INDUSTRIAL PELLETS CANA ENERGIA RJ ES MG

“Small Scale Boilers”, a qual impõe uma limite de 50 MWt PCI de entrada com uma central de energia. Como tal, e para PCI dos T&T da ordem dos 13,5 GJ/t, e disponibilidade de 8.000 h/ano, a quantidade total necessária de T&T rondará as 107.000

A Brasil Biomassa foi contratada em 2015 pela Building para atuação consultiva no Projeto MKUZE África do Sul envolvendo o aproveitamento da

t/ano: 50 MWh/h . 8.000 h/ano . 3,6 / 13,5 = ± 107.000 t/ano. Estamos avaliando o sistema de caldeira industrial, limpeza a seco da palha, sistema

A nova central de biomassa de Mkuze seguirá a legislação sul-africana de

palha da cana de açúcar para o processo de geração de energia térmica.

de enfardamento e a geração de energia.

2015 PROJETO INDUSTRIAL COGERAÇÃO PALHA CANA AFRICA
2015 PROJETO INDUSTRIAL COGERAÇÃO PALHA CANA AFRICA

A Brasil Biomassa em 2015 iniciou um estudo estratégico para Serraria Caraiba em projeto de pellets em Santa catarina e de viabilidade econômica e financeira, plano diretor e Project finance. Foi desenvolvido o plano de negócios com um resultado de retorno de 2,5 anos.

Administração do projeto e dos estudos em logística de transporte pelo Porto de Navegantes

2015 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS SANTA CATARINA
2015 PROJETO INDUSTRIAL WOODPELLETS SANTA CATARINA

BRASIL BIOMASSA

TECNOLOGIA E EQUIPAMENTOS WOOD PELLETS

BRASIL BIOMASSA PRIMEIRA EMPRESA BRASILEIRA QUE PRODUZIU E EXPORTOU WOODCHIPS (CONTAINER) DO PORTO DE ITAJAÍ PARA
BRASIL BIOMASSA PRIMEIRA EMPRESA BRASILEIRA QUE PRODUZIU E
EXPORTOU WOODCHIPS (CONTAINER) DO PORTO DE ITAJAÍ PARA CORÉIA DO
SUL E CHINA.
BRASIL BIOMASSA ÚNICA EMPRESA NACIONAL QUE DESENVOLVEU PROJETOS
DE PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO DE PELLETS NO BRASIL, EUROPA E USA .
BRASIL BIOMASSA FOI RESPONSÁVEL PELA IMPLANTAÇÃO (FUNCIONANDO)
DA MAIOR UNIDADE INDUSTRIAL DE PELLETS DE MADEIRA SÃO PAULO E DA
MAIOR UNIDADE DE BRIQUETE DE MADEIRA NA REGIÃO NORTE
BRASIL BIOMASSA DESENVOLVENDO O PROJETO DA MAIOR UNIDADE
MUNDIAL DE BIOPELLETS (1.600.000 MT/ANO) CANA ENERGIA NO RIO DE
JANEIRO-MINAS GERAIS
BRASIL BIOMASSA DESENVOLVENDO A PRIMEIRA UNIDADE INDUSTRIAL DE
PELLETS EM ESCALA INDUSTRIAL EM PALMEIRA NO ESTADO DO PARANÁ
(MAIOR UNIDADE NO ESTADO).
BRASIL
BIOMASSA
ESTÁ
COORDENANDO
O
DESENVOLVIMENTO
DE
DUAS
UNIDADES DE PRODUÇÃO DE PELLETS DE PINUS EM SANTA CATARINA.
BRASIL BIOMASSA DESENVOLVE A INDÚSTRIA BRASILEIRA DE EQUIPAMENTOS
INDUSTRIAIS COM CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL E 100% FINANCIADA PELO
BNDES-BRDE-BASA-BNE
Descrição do Processo Florestal e Industrial. Este empreendimento destinado produção de pellets de madeira, envolvendo desde

Descrição do Processo Florestal e Industrial. Este empreendimento destinado produção de pellets de madeira, envolvendo desde a produção e a utilização da matéria-prima florestal e o seu transporte até a área de recepção industrial da matéria-prima sendo que todas as fases temos uma estrutura de equipamentos industriais. O processo de produção de pellets que estamos implementando é dividido nas seguintes partes:

Sistema de armazenamento da matéria-prima (silo) e o transporte para o processo de picagem e secagem industrial. Estrutura industrial de geração de energia térmica. Sistema de moagem e trituração da matéria-prima. Sistema industrial de peletização e de resfriamento. Sistema separação, embalagem, armazenamento e transporte do produto final. Ressaltamos que a produção de pellets é constituída por um conjunto de atividades, as quais se podem agrupar em três etapas principais: recolhimento de matéria-prima, processamento e comercialização do produto final. A matéria-prima pode ser proveniente de diversas fontes, resíduos florestais, industriais e plantações florestais de rápido crescimento. A segunda etapa de processamento da matéria-prima é efetuada na linha de produção onde a biomassa é preparada, transformada em pellets sendo estes posteriormente embalados ou armazenados em silos. A última etapa

passa pela venda e distribuição de pellets. A venda pellets pode ser efetuada para o

mercado interno ou pode proceder-se à sua exportação.

A Brasil Biomassa e os produtores de equipamentos possuem a certificação ISO e ASME e fornecem soluções em processos e equipamentos com diferencial técnico, capazes de proporcionar garantia processual e de performance. Atuamos na fabricação de equipamentos sob encomenda, projetados via engenharia e de empresas parceiras. Agregamos tecnologia e diferencia-se no mercado de pellets pela implementação de soluções e tecnologias adquiridas através de acordos e parcerias, que normalmente são feitos com empresas lideres globais detentoras de tecnologias mundialmente consagradas. Possuímos know how de produção de equipamentos industriais e atuação e equipe qualificada para dimensionar, projetar e implantar fábricas completas

Estrutura industrial e florestal para o aproveitamento e o processamento da biomassa florestal.

Pátio de recepção de matéria-prima e de formação da unidade de recebimento, armazenamento, carregamento e processamento da biomassa florestal e industrial.

em sistema "turn key" para produção de bio woodpellets. Os equipamentos são

fabricados em aço carbono e aço inox, incluindo ligas especiais, possuindo área exclusiva para a fabricação de equipamentos industriais de pellets. Atuamos com as tecnologias mais avançadas em softwares de apoio, e desenvolvemos 100% dos projetos em plataforma 3D.

Recepção da matéria-prima florestal e industrial. Toda a matéria-prima que será utilizada na unidade industrial será recepcionada num pátio de matéria-prima. Podemos denominar ainda como uma usina da madeira como a unidade para a recepção, armazenamento, picagem industrial ou secagem natural da matéria- prima florestal e industrial. A unidade tem como grande vantagem a flexibilidade em relação ao fluxo e características da matéria-prima.

Pátio de recepção de biomassa para geração de energia térmica. Toda a matéria-prima de origem dos resíduos florestais envolvendo costaneiras,

galhos, raízes, touças, fuste total casca e topo, pontas, ramos e copa) serão recepcionados na unidade (pátio industrial ou área aberta) e o envio por transporte pneumático para a geração de energia térmica na fornalha acoplada

Pátio de recepção de tora para o processo industrial. As toras (fina ou de extração na floresta de cunho energético) será recepcionada nesta unidade (pátio industrial ou área aberta) onde serão descarregadas para a entrada ao processo produtivo, abastecendo a unidade industrial. Após, uma carregadeira alimenta a mesa de classificação. Em função da classe da tora (diâmetro), as máquinas são reguladas para

obter maior rendimento da madeira. A ponte rolante então, faz o abastecimento da

mesa da descascagem e limpeza para o envio a unidade de picagem industrial.

Pátio de recepção de matéria-prima do processo de beneficiamento da madeira. Na

unidade industrial ( pátio industrial ou área fechada) para o aproveitamento da matéria-

prima do processo de beneficiamento da madeira na região.

Utilizaremos o cavaco

(gerado na serraria e no manufaturado, sendo proveniente de operações nas serras e

ao sistema de secagem industrial. picadores) verde e limpo e seco. Silo de armazenamento, transporte pneumático
ao sistema de secagem industrial.
picadores) verde e limpo e seco.
Silo de armazenamento, transporte pneumático e detecção de metais. A matéria-prima
(cavaco de madeira e/ou serragem e micro-pó) devem ser armazenado em silo
industrial para estocar a matéria-prima ao processo industrial. A matéria-prima será
transferida por transportador pneumático passando pelo detector metais ou resíduos.

Equipamentos Industriais para o processamento da matéria-prima florestal.

Vamos descrever detalhadamente todos os equipamentos desta fase de processamento para o beneficiamento da matéria-prima para o processo industrial.

Gruas para manuseio de toras em pátios de carga e descarga. Nos modelos mais robustos, garras de grande capacidade podem ser adaptadas às Gruas, tornando

possível o manuseio de grandes cargas de madeira. Sistema hidráulico de duplo circuito com dispositivos de segurança de acordo com as normas CE.

Especificações Momento de carga: 120 kNm; Comprimento de braço:9,7m;

Momento de giro - Torque: 25,3 kNm;

Ângulo de giro: 380°; Peso próprio sem acessórios: 3500 kgf; Pressão de operação: 190 bar; Vazão hidráulica: 2x80 l/min.

Equipamentos Industriais para o processamento da matéria-prima florestal. Vamos descrever detalhadamente todos os equipamentos desta fase

Transportadores tipo correntes para mesas de toras Estruturas: Construída em chapas e perfis metálicos de vigas “I” amplamente dimensionados para resistir ao impacto do carregamento das Toras. Paredes duplas com preenchimento em areia são aplicadas onde necessário para amenizar o impacto do carregamento das toras e também o ruído.

Guias de desgaste das correntes: sob as correntes serão instaladas guias de desgaste em aço AR 400 ou HARDOX, com dureza de 427 HB e espessura de 15mm.

Rodas dentadas: As rodas dentadas (engrenagens) de tração e retorno das correntes possuem dentes temperados por indução, os quais apresentam alta resistência ao desgaste. Para maior facilidade na substituição dos dentes, os mesmos possuem construção segmentada e são parafusados aos respectivos cubos. Eixos e mancais: Os eixos de tração e retorno fabricados são apoiados em dois mancais de aço, construídos especialmente para se adequarem às necessidades do projeto da mesa. Mancais fabricados especialmente para se adequarem às necessidades do projeto da mesa, apoiando os eixos de tração e retorno. Acionamento: Montado sobre base rígida e composto por motor elétrico, transmissão por corrente e redutor.

Motores serão de fabricação WEG, grau de proteção IP-55, dimensionados com fator de segurança mínimo de 1,3x acima da potência efetiva. Redutor SEW de eixos paralelos, dimensionado com um fator de segurança mínimo de 1,5 sobre a potência instalada no motor.

Equipamentos Industriais para o processamento da matéria-prima florestal. Vamos descrever detalhadamente todos os equipamentos desta fase

Transportador Mecânico tipo mesa de

rolos..

O propósito das

Mesas de Rolos é de permitir a saída de resíduos tais como areia/terra que estejam eventualmente junto ao fluxo de toras, e pedras que eventualmente também sejam transportadas com este fluxo e desta forma minimizando o desgaste das facas do picador, com o propósito de otimizar os tempos de parada para troca de facas.

As mesas de rolos foram incluídas no layout para favorecer uma

alimentação forçada no picador, caso as toras sejam de diâmetro muito fino e com galhos/cascas Estruturas: Projetadas com perfis dimensionados para trabalho

extra pesado. Mancais: Para a fixação dos eixos dos Rolos serão utilizados mancais em caixas bipartidas, com vedadores de duplos

labirintos e rolamentos auto compensadores de rolos.

Acionamento: Constituído de conjuntos de moto redutores para

acionar conjuntos de rolos. A transmissão entre eles é feita por correias e polias para facilitar a instalação e manutenção. Passadiço lateral: Em ambos os lados do transportador, com piso em grades eletro soldadas e galvanizadas, corrimão e proteções laterais em tubos industriais e cantoneiras em

conformidade com as dimensões atribuídas pela norma NR-12.

Chaves de emergência: É acionada manualmente por um cabo metálico revestido por plástico, instalada lateralmente em toda extensão do transportador. Rolos: Rolos serão fabricados em tubos sem costura, dotados de helicoides ou ainda crivos com pontas fabricadas em material extra duro fixos em réguas substituíveis facilitando a sua manutenção. Dados e Dimensões Principais Comprimento mm 10.000 2.800 Largura mm 1.000 1.000 Quantidade de rolos un. 15 6

Transportadores de correia para toras. Estruturas: Projetado com perfis dimensionados para trabalho extra pesado. Possui paredes laterais com altura suficiente para evitar a queda das toras para fora do transportador, a fim de impedir a saída de resíduos de madeira pelas laterais inferiores sobre a lona. Barras de impacto: Na área de carregamento a correia transportadora desliza sobre barras de impacto sobre coxins. Na área de transporte, desliza sobre roletes revestidos com anéis de borracha com espaçamento médio de 400 mm. Tambores: Revestimentos em borracha vulcanizada com ranhuras do tipo diamante fixados aos respectivos eixos por meio de Ring Feeders. Mancais: Para a fixação dos eixos dos tambores e roletes de retorno serão utilizados mancais com caixas bipartidas; vedadores de duplos labirintos e rolamentos autocompensadores de rolos. Serão utilizados motores da marca WEG, com grau de proteção IP-55, dimensionados com fator de serviço mínimo de 1,3 sobre a potência efetiva calculada e redutores da dimensionados com fator de serviço mínimo de 1,5 sobre a potência instalada no motor Esticador: A regulagem do esticamento da correia transportadora é feita através de fusos tensionadores (barras roscadas) em aço inox que atuam nas bases deslizantes dos mancais do tambor de retorno. Passadiços laterais: Serão fornecidos em ambos os lados dos transportadores. Proteções laterais e corrimãos em tubos industriais e cantoneiras, piso em grades eletro soldadas galvanizadas. Escadas de acesso com proteções laterais e corrimãos em tubos industriais e cantoneiras com degraus em grades eletro soldadas galvanizadas. Correia: Constituída de 5 lonas, com espessura de revestimento de 8mm x 5mm em borracha resistente ao impacto das toras (tipo Stacker ou superior). Roletes de Retorno: O retorno da correia é feito sobre roletes blindados, com diâmetro externo de 4espaçados a cada 3000 mm. Chaves de Emergência: Colocadas a cada 40 metros, lateralmente ao Transportador e acionadas manualmente por um cabo metálico revestido por plástico. Chaves de desalinhamento: Instaladas duas a duas próximas às cabeceiras dos tambores de Carga e Retorno. Têm a finalidade de desligar o acionamento caso a Correia sofra um deslocamento lateral além do limite admissível. Detectores de Metais: Será instalado no transportador de toras TMCTT- 2, tendo por finalidade desligar automaticamente o sistema, caso ocorra entrada de algum corpo metálico juntamente com as toras para proteção dos Picadores. Dados e dimensões principais Comprimento mm 15.000 12.000 Largura da correia In 48 48 Inclinação graus 0 0 Capacidade ton/h 150 150

Processador de Toras. Processador de toras com regime de operação esperado de 2 turnos por dia, com toras descascadas de eucalipto com comprimento de 6.000mm e diâmetro médio de 250mm (máximo 380mm). Características: Processador a Disco com 15 facas, disco de espessura 8para

maior inércia e vida útil, de alimentação horizontal e descarga por gravidade. Com sistema de quebra-cavacos, anel de segurança. Possui eixo estendido para

acoplamento e inclusão de sistema de freios (opcional disponível para reduzir o

tempo de parada para troca de facas). Inclui também sistema acionado para abertura da capota e para giro do disco, também favorecendo os tempos de troca de facas e manutenções. Áreas de desgaste das coberturas são dotadas de metalização por carbeto de

cromo para ampliar a sua vida útil. As áreas de desgaste do picador (slots de saída de cavacos) possuem revestimentos substituíveis.

São também substituíveis os tuchos de fixação das facas, além de diversas

melhorias para preservação da carcaça e aumento da performance do equipamento. Os picadores são fornecidos com sistema extra pesado de suporte de facas, e inclui um jogo de facas montado em cada equipamento. A espessura total do disco montado é de 11.7/8(302 mm). Inclui também bicos aspersores para refrigeração das facas e aumento de sua vida útil. Acionamento com partida suave por acoplamento hidráulico.

Processador de Toras. Processador de toras com regime de operação esperado de 2 turnos por dia,

Transportadores Mecânicos tipo rosca. Eixos e hélices: Em tubos Schedule adequadamente dimensionados para cada aplicação, com ponteiras maciças em aço AISI 1045 soldadas ao eixo. As hélices serão fabricadas em chapas de aço AISI 1045, soldadas ao eixo. Calhas e tampas: Construídas em chapas de aço SAE 1020 com espessura de 6,35 mm e as tampas em chapas de aço SAE 1020 com espessura de 3,0 mm. Mancais: Selecionados com um diâmetro mínimo de 50 mm, modelo SN, com caixas bipartidas, dupla vedação e rolamentos autocompensadores de rolos. Acionamento: Todo o conjunto de acionamento é apoiado sobre uma base rígida e compõe-se de: motor elétrico, transmissão por polias e correias em “V” e redutor de velocidades, com fixação tipo “shaft-mounted”. Serão utilizados motores da marca WEG, com proteção IP-55, dimensionados com fator de serviço mínimo de 1,3 sobre a potência efetiva calculada e redutores da marca SEW, modelo FH, com montagem em eixo do tipo “shaftmounted”, todos dimensionados com fator de serviço mínimo de 1,5 sobre potência instalada no motor Controle de nível: Serão instalados em todos os chutes de saída, chapas defletoras com chaves de segurança, localizadas nas extremidades das calhas, com a finalidade de desligar o acionamento caso ocorram entupimentos. Portas de inspeção: Serão instaladas sobre todos os bocais de descarga chapas articuladas, para inspeção visual do equipamento e da operação.

Processador de Toras. Processador de toras com regime de operação esperado de 2 turnos por dia,

Transportadores Mecânicos Contínuos tipo Correia . Estruturas: Projetadas em módulos com comprimento de 6.000mm, treliçados em perfis de cantoneiras estruturados,

com travessas superiores e inferiores fixas por meio de parafusos. Coberturas. São fabricadas em chapas de aço zincadas com espessura de 0,8 mm. Passadiços. São instalados passadiços (bilaterais para correias a partir de 36de largura), encaixados em perfis de cantoneiras longitudinais e transversais. Com piso em grades eletro soldadas galvanizadas a fogo, perfis antiderrapantes e proteções laterais com corrimãos em tubo industrial. Escadas de acesso aos Passadiços. São instaladas no retorno dos transportadores escadas de acesso aos passadiços, projetadas em perfis metálicos, com degraus em grades eletro soldadas galvanizadas a fogo e perfis antiderrapantes, proteções laterais e corrimãos em tubo industrial. Tambores. Os tambores de acionamento serão revestidos com borracha vulcanizada, de espessura de 15 mm e dureza de 60 a 65 PSA, com ranhuras do tipo “diamante”. Os demais tambores (esticadores e de retorno) serão revestidos com borracha vulcanizada lisa de espessura 10 mm. Acionamentos. Todos os conjuntos de acionamento são apoiados sobre uma base rígida e compõe-se de motor elétrico, transmissão por polias e correias em “V” e redutor de velocidades com fixação ao eixo tipo “Shaft-Mounted”. Serão utilizados motores da marca WEG, com proteção IP- 55 e freqüência de 60 HZ; dimensionados com fator de serviço mínimo de 1,3 sobre a potência efetiva calculada e redutores da marca SEW, modelo FT, com montagem ao eixo do tipo “Shaft-Mounted”, todos dimensionados com fator de serviço mínimo de 1,5 sobre a potência instalada no motor. Mancais. Selecionados com um diâmetro mínimo de 50 mm modelo SNH; em caixas bipartidas e rolamentos autocompensadores. Roletes. Suportam a correia sobre a qual o material é transportado, todos são intercambiáveis e a lubrificação é permanente, com diâmetro 4para correias de até 30de largura e 5acima. O projeto permite que cada rolo possa ser facilmente removido do suporte sem a necessidade de desmontagem dos demais, e que sua reinstalação se efetue com igual facilidade em qualquer posição no suporte. Cavaletes Suporte de Roletes. Os cavaletes superiores possuem suporte para três roletes e a fixação é por meio de simples encaixe; espaçamento superior de 1.500 mm e inferior de 3.000 mm, presos aos módulos com parafusos e presilhas que permitem a sua fixação em qualquer posição. Correia. Compostas de duas lonas de nylon (para todos os Transportadores) e revestimento de borracha tipo NOR, com espessura 1/8x 1/16”, resistente ao ataque químico. Esticador de Correia do tipo Parafuso. Para transportadores com até 40.000 mm de comprimento serão utilizados fusos tensionadores (barras roscadas), parafusados nos

mancais da cabeceira de retorno.

Esticadores de Correia do tipo Gravidade. Para transportadores com comprimento acima de 40.000 mm serão utilizados esticadores de correia por gravidade com tambores de desvio, suportes, guias e contrapeso em concreto.

Guias Laterais. Serão instaladas guias laterais com vedação por duplo lábio para garantir a vedação ao longo de

todo o comprimento do transportador.

Calhas de Recepção. Instaladas nos pontos de recebimento, com a finalidade de evitar o derramamento do material a ser transportado.

Transportadores Mecânicos Contínuos tipo Correia . Estruturas: Projetadas em módulos com comprimento de 6.000mm, treliçados em

Transportador Mecânico tipo Tremonha com correntes (reclaimer) Estruturas. Construídas em chapas e perfis metálicos de vigas, amplamente dimensionados. Correntes. Serão utilizados dois tramos de correntes com passo de 8(203,2 mm).

Guias de Desgaste. Serão instaladas guias especiais para deslizamento das correntes em aço AR 400 ou HARDOX, com dureza superior a 400HB.

Rodas Dentadas. As Rodas Dentadas (engrenagens) de acionamento das correntes possuem dentes temperados por indução, os quais apresentam alta resistência ao desgaste.

Mancais.

Para

o

apoio

de

todos

os

eixos,

serão

utilizados

rolamentos

autocompensados e mancais de aço usinado reforçados.

Acionamento das Correntes. O acionamento será apoiado sobre uma base rígida e compõe-se de motoredutor SEW de eixos paralelos, com montagem em eixo intermediário tipo “Shaft- Mounted”, e transmissões de correntes ao eixo de tração do reclaimer. Chave de Velocidade. Será instalado um limitador de torque com sensor ótico tendo por finalidade desligar o acionamento do Transportador caso ocorra à ruptura da corrente transportadora ou problemas no tracionamento

Transportador Mecânico tipo Tremonha com correntes (reclaimer) Estruturas. Construídas em chapas e perfis metálicos de vigas,

Transportador Tipo Rosca com tremonha de recepção para recebimento de cavaco e

serragem Instalada em um fosso de concreto. Eixos e Hélices. Fabricados em tubos Schedule adequadamente dimensionados. Possui ponteiras soldadas ao eixo em aço SAE 1045 maciço. As hélices serão fabricadas em chapas de aço SAE 1045 com espessura de 9,5mm soldadas ao eixo.

Mancais. Selecionados com um diâmetro mínimo de 50 mm, modelo tipo SN, com caixas

bipartidas e rolamentos auto compensadores. Controlador de Nível. Será instalada no chute de saída, uma chapa defletora com chave de segurança, localizada na extremidade da calha, com a finalidade de desligar o acionamento caso ocorram entupimentos.

Portas de Inspeção. Serão instaladas sobre todos os bocais de descarga chapas articuladas, para inspeção visual do equipamento e da operação. Acionamento. Todo o conjunto de acionamento será apoiado sobre uma base rígida e compõe-se de motores elétricos, transmissões por polias e correias “V” e redutores de velocidades com fixação tipo Shaft-Mounted.

Dados e Dimensões Principais Profundidade máxima do fosso mm 4.000 Comprimento do Corpo mm 6.000 Largura do Corpo mm 3.200 Comprimento das Roscas mm 6.000 Capacidade de Extração m3/h 130

Transportador Mecânico tipo Tremonha com correntes (reclaimer) Estruturas. Construídas em chapas e perfis metálicos de vigas,

Peneira Classificação de cavacos de madeira. Peneiras para classificação de cavacos, completas incluindo: Elemento de peneiramento: discos rotativos, para classificação primária de overs

Dados construtivos: Material: aço carbono. Construção soldada para o conjunto acionamento e peneira. Chassi de apoio metálico. Chutes de descarga

fabricados sob projeto. Construção aberta

Padrão de pintura epoxy compatível com maresia no ambiente A peneira classificadora de cavacos apresenta uma construção extremamente robusta, de fácil manutenção. Fabricada em perfis laminados de seção quadrada e chapa de qualidade estrutural, possui travessas diagonais que lhe garantem uma excelente estabilidade. Os serviços de manutenção e limpeza são facilitados por aberturas das tampas frontais,que permitem ainda, com grande

agilidade e facilidade, a troca das malhas perfuradas. Um sistema de pesos

excêntricos reguláveis, instalado em um eixo vertical no centro da peneira, garante a sua oscilação que num conjunto de rotação, freqüência e amplitude diferentes, pode se adaptar a qualquer tipo de cavaco

Peneira Oscilatória. Peneiras para classificação de cavacos, completas incluindo:

Elemento de peneiramento: chapas perfuradas, para remoção de overs. A tela de peneiramento possui tensionamento, para maior eficiência. Sistema de acionamento por massa excêntrica: Mancal livre de Manutenção (lubrificação permanente) Polias, Correias e proteções da transmissão Balanceada dinamicamente, carga horizontal inferior a 3% da carga vertical Rotação 300rpm em operação Curso de 50mm Dados construtivos: Material: aço carbono Construção soldada para o conjunto acionamento e peneira Chapa de desgaste para proteção do acionamento (parafusada) Alívio de tensões complete em todo equipamento. Chassi de apoio metálico. Porta de acesso rápido para troca de tela. Portas de acesso para limpeza com ar comprimido Chapa de desgaste parafusada na área de recebimento. Chutes de descarga fabricados sob projeto Padrão de pintura epoxy compatível com maresia no ambiente Opcionais incluídos. Sistema de lubrificação para as juntas universais de suporte da peneira. Construção fechada para controle de pó, com coberturas aparafusadas

Peneira Classificação de cavacos de madeira. Peneiras para classificação de cavacos, completas incluindo: Elemento de peneiramento:

Esteira Transportadora para abastecimento sistema transporte pneumático para

silos de cavaco úmidos. Retira da descarga da Peneira Oscilante e Abastece TP via caixa de distribuição

Características construtivas:

Acionamento através de moto-redutor Sistema econômico de transporte horizontal ou inclinado de material á granel Projeto simples com baixo custo operacional e manutenção reduzida Transporte com correia na forma plana Deslizamento dentro de calha Estrutura metálica em chapa de aço construída sobre módulos aparafusadas entre si com a lona deslizando internamente

Esticador de correia tipo parafuso para manter tensão de tração e pressão sobre o tambor de acionamento garantindo o arraste da correia

Tambores em estrutura metálica bem reforçada, construída em forma côncava para garantir o perfeito alinhamento da correia Tambores de acionamento e de retorno emborrachados para perfeita transmissão

Moega de Recepção. As moegas, também conhecidas por tremonhas, são utilizadas para recepcionar a serragem, cavacos ou woodchips, pó de maravalha e outros tipos de biomassa. O material normalmente chega em caminhões e é descarregado diretamente na moega, que no seu fundo possui mecanismos de extração e dosagem para abastecer de forma automática esteiras de transporte.

Especificações :

Produto a ser processado: Cavaco de Madeira

Dimensões:

Largura x Comprimento (mm): 2.000 x 3.000 Altura (mm): 1.300 Dimensões boca de descarga (mm): 600 x 3.000 Confeccionado em aço carbono SAE1020 espessura 3,00 mm - estruturada com perfis laminados

A extração da biomassa é feita por uma ou duas roscas extratoras, construídas em

forma de caracol por hélice metálica, soldado sobre tubo de aço com passo variável que impede que a biomassa fique presa no interior da moega. A quantidade de roscas para extração depende da vazão desejada, o usual é 1 ou 2 roscas com capacidade de transporte de 5 a 400m³/h.

Esteira Transportadora para abastecimento sistema transporte pneumático para silos de cavaco úmidos. Retira da descarga da
Esteira Transportadora para abastecimento sistema transporte pneumático para silos de cavaco úmidos. Retira da descarga da

Transportador de Rosca Calha. Os transportadores de rosca calha são indicados para a movimentação horizontal de materiais a granel como os resíduos florestais e industriais e a biomassa. São especialmente indicados para operações onde se requer alta velocidade e vazão como no processo de produção de pellets. Pelo

grau de automação da planta industrial o sistema é contínuo de operação (24 horas). A distância entre o helicóide e a carcaça do equipamento é mínima

reduzindo assim a probabilidade da permanência de resíduos no interior do

equipamento. Prevê tampa de manutenção com fechos que permite ampla visualização do helicóide e mancais intermediários. Especificações : Produto a ser processado: biomassa Densidade (ton/m³): 0,200

Comprimento (mm): 6.800 - Capacidade (m³/h): 15 Número de descargas: 01 - Motorização (kw): 1,5 Tensão (V): 220/380 - Freqüência (Hz): 60 Proteção (IP): 55 - Rotação (RPM): 27

Tampa: utilização do transportador em área interna.

Ao sistema de Produção de pellets, o transporte de rosca calha foi projetado para a descarga rápida, com funcionamento simples, porém eficiente. A rosca extratora é instalada na parte inferior plana do depósito, sendo seu acionamento

através de moto redutor com eixo oco e motor de 7,5CV. O braço auxiliar de descarga que solta o material é acoplado no eixo através de junta universal, para fazer o movimento de rotação, e para fazer o movimento de

translação, é auxiliado por um conjunto pneumático, desta forma, o braço auxiliar

de descarga varre todo o fundo do depósito.

Transportador de Rosca Calha. Os transportadores de rosca calha são indicados para a movimentação horizontal de

Transporte Pneumático de Cavaco úmido para abastecimento da moega de alimentação

da fornalha. Produto cavacos úmidos com densidade aparente t/m³ 0,30 e granulometria 10X10X3mm umidade < 45 % com temperatura 25 °c em regime de operação 24 h/dia para o destino silo. Material em contato c/ produto aço carbono conceito utilizado transporte diluída linha (pol) 6sch40 Capacidade do sistema (ton/hr) 8 e capacidade do sistema (m³/hr) 64/48 com pressão

transporte requerida/instalada (bar) 0,3/0,8 e velocidade média transp (m/seg) 20,3 e a capacidade requerida/instalada do soprador 16 (nm3/min) com potência instalada (kw) 40 em área filtragem (m2) 18 na razão projeto kg produto / kg ar 8 Contém um Soprador Tri-Lobular tipo Roots com a capacidade aproximada : 16 Nm3/min @ 0,4bar em potência Requerida 30Kw e potência Instalada 30Kw com rotação 3500 RPM em transmissão Motor WEG/Direto

Contém ainda uma Válvula Rotativa VR10: Construção em Aço Inox AISI 304

Capacidade nominal 0,026 m³/REVOLUÇÃO Motor 1,5HP Rotação de trabalho de 22 RPM Descarga TIPO Blow-Thru e Tubulação de 6pol Conjunto de tubulação de transporte pneumático : 50 m. Tubulação 6sch10 em aço carbono sch40 10 acoplamentos tipo Instalock 2 curvas RL 90° Aço Carbono Sch40 2 receptores finais

Transportador de Rosca Calha. Os transportadores de rosca calha são indicados para a movimentação horizontal de

Moegas para abastecimento da fornalha. A moega que estamos utilizado envolve o processo de alimentação automática da fornalhas com biomassa Diâmetro: 2000 mm Capacidade: 2 m3 Com sistema de descarga efetuado através Válvula Rotativa dn10Construção: Chapa de aço carbono A-36 Acabamento: Aço Carbono: Pintura Epóxi

Válvulas rotativas de descarga da moega de abastecimento da fornalha. A válvula rotativa é usada como isolador de pressão entre duas câmaras com pressões diferentes, impedindo a perda de gás, enquanto o produto é transferido de uma para outra câmara. As válvulas rotativas também são usadas como alimentadores volumétricos em sistema de processamento industrial. Acionamento automático através de cilindro pneumático magnético: sistema de fácil operação e baixo

consumo de ar. A estrutura de construção pode ser em ferro fundido ou aço,

mancais do tipo monobloco com autocompensadores. O acionamento das válvulas é feito através de motor redutor. Dimensões: DN10pol Rotação: 60rpm Potência: 0,75Kw Construção: Chapa de aço carbono A-36 Acabamento: Aço Carbono: Pintura Epóxi

Moegas para abastecimento da fornalha. A moega que estamos utilizado envolve o processo de alimentação automática

Transporte Pneumático fase diluída para abastecimento de cavaco úmido.

Utilizado para retirada da matéria-prima da peneira e entrega nos silos

Materiais / Sistema Produto cavacos úmidos Densidade aparente t/m³ 0,3 Granulometria 10X10X3mm Umidade < 45 % com destino ao silos

Contém um Soprador Tri-Lobular tipo Roots com a capacidade aproximada : 35 Nm3/min @ 0,7 bar em potência Instalada 90Kw com rotação 3500 RPM em transmissão Motor WEG/Direto e com cabine acústica 78dB Contém ainda uma Válvula Rotativa VR12: Construção em Aço Inox AISI 304 Capacidade nominal 0,026 m³/REVOLUÇÃO Motor 1,5HP Rotação de trabalho de 80 RPM Descarga TIPO Blow-Thru e Tubulação de 6pol Conjunto de tubulação de transporte pneumático: 40 m. Tubulação 8sch10 em aço carbono sch40

12 acoplamentos tipo Instalock

  • 2 curvas RL 90° Aço carbono sch40

1 desviador de fluxo dn8pol para 2 destinos

  • 2 receptores finais

Moegas para abastecimento da fornalha. A moega que estamos utilizado envolve o processo de alimentação automática

Silos para Cavaco úmido. O Silo se baseia em painéis que quando interligados por meio de parafusos (sem solda) se travam formando a estrutura de sustentação do conjunto. É considerado um sistema de armazenagem limpo por não utilizar tirantes para travamento dos painéis laterais e respeitar os ângulos de escoamento do produto. O design dos reforços internos permite fluxo livre do material estocado minimizando a formação de pontes e garantindo esvaziamento completo do sistema. Especificações do Silo Metálico de Armazenamento Produto a ser armazenado: Cavaco úmido de madeira Dimensões: Diâmetro (mm): 4.000 Altura do corpo (mm): 5.000 Altura de cone (mm): 3.120 Boca de descarga (mm): Dn = 400 Capacidade Por silo (m³): 63 área útil Total (m³): 189 Sensor(es) de nível: Alto e Baixo Válvula de Inspeção e Alívio: com manga Com sistema de descarga efetuado através de Rosca Transportadora Helicoidal Acionada Através de Motor Hidráulico: 22 KW Construção: Chapa de aço carbono A-36 Acabamento: Aço Carbono: Pintura Epóxi Estrutura autoportante elevada

Silos para Cavaco úmido. O Silo se baseia em painéis que quando interligados por meio de

Esteira transportadora para alimentação dos secadores.

O conjunto é formado

por esteira, motoredutor e inversor de freqüência, sendo este responsável pela perfeita alimentação e sobrealimentação do tecido na esteira.

Circuito: Retira da descarga Silos Cavacos úmidos e Alimenta Secadores Material: cavaco Úmido

Comprimento: 28.00 m

Capacidade: 120 m3/h PE: 0,3 t/m3 Potencia: 9,2 KW Construção: chapa de aço carbono SAE 1020 e A-36

Silos para Cavaco úmido. O Silo se baseia em painéis que quando interligados por meio de

Fornalha Industrial. A fornalha é construída com aço carbono ASTM 178-A, com coletor de gases formado por tubos ASTM 106-A schedule 80. Os tubos são aletados entre si, não permitindo assim a passagem de gases para o lado externo da fornalha, proporcionando maior vida útil ao isolamento térmico. No teto da fornalha é montado fusível de segurança fabricado em latão e chumbo. Todos os coletores são dotados de flange e contra flange para limpeza e inspeção. A combustão ocorre sobre um conjunto de grelhas refrigeradas, formada por tubos ASTM 106-A schedule 80, unidos a coletores construídos com tubos ASTM 106-A schedule 80. Os tubos são unidos entre si, por chapa de aço carbono perfurada, permitindo a passagem de ar no sentido transversal. Na parte frontal é montado o alimentador de combustível, tipo válvula rotativa, acionada através de motoredutor de velocidades e inversor de freqüência que recebe um sinal externo modulado com o nível de umidade da matéria prima que entra no secador, fazendo variar a quantidade de combustível. Equipada com sistema de admissão de gases quentes que aproveitam o calor residual dos gases de combustão e vapor de água na descarga do secador. Este procedimento permite um ganho de 6% a 8% na economia de combustível bem como mantém reduzido o nível de CO2 no interior do secador. Base: Estruturada com perfis cantoneiras de 3e reforçada com Barra chata de 3x ¼”, perfis U 6. Revestida com chapa de aço carbono na espessura de 3 mm. Laterais e Teto: Estruturada com perfis (“L”) de 2 x ¼” e Barra de 2x ¼”. Revestida com chapa de aço carbono na espessura de 3 mm. Revestimento Térmico e Refratário:

Laterais e Teto: Revestido internamente com Módulos de Fibra Cerâmica, com espessura de 8e densidade de 160 kg/m³ para suportar temperaturas de utilização até 1.100ºC . Laterais das Grelhas e Piso Desfagulhador: Piso Tijolos refratários densos (42% Al2O3) Parede da alimentação Tijolos refratários densos (42% Al2O3) Temperatura de Face Fria Esperada: (tff) Poderá variar de 50ºC a 70ºC conforme a pressão e temperatura de trabalho. Em ambientes fechados sem ventilação a (tff) da fornalha poderá ultrapassar estes valores.

Grelhas Móveis : Nas grelhas mecanizadas, o combustível é transportado pela grelha. O movimento da camada do leito de combustível, neste caso, é garantido por um movimento

alternativo de vai e vem das barras de grelhas que são ortogonais ao movimento do leito de

combustível.

Cada fila de barras de grelhas tem movimento oposto à seguinte, ambas entrecortadas por uma fila de barras de grelhas fixas. O movimento mistura o combustível e favorece a formação de centros de combustão que se espalham rapidamente. Essas características tornam esse tipo de grelha especialmente adequado para a queima de combustíveis sólidos de baixo poder calorífico devido ao baixo índice de resfriamento das grelhas.

Neste tipo de grelha o atiçamento do fogo e a progressão do leito são ligados um ao outro. Não há condição de alterar um sem alterar o outro. A altura do leito de combustível neste caso é inversamente proporcional a reatividade do combustível e pode variar de 100 a 250mm.

Fornalha Industrial. A fornalha é construída com aço carbono ASTM 178-A, com coletor de gases formado

Secador Tubular tipo tambor rotativo. Secador tipo Tambor Rotativo Duplex de DN4,4 x 26m comprimento com captação de pós, recirculação de gases/vapores de secagem/combustão e ventilador exaustor de gases com descarga em chaminé. O rendimento mencionado a seguir, para esta especificação, é limitado a condição de

alimentação contínua e homogênea de cavacos de madeira, com tamanho médio de 10X10X3mm, com variações de fluxo máximas de 10% a plena carga do secador. A temperatura média do ambiente está estipulada em 20ºC com umidade relativa ambiente não superior a 70% e altura relativa ao nível do mar máximo de 400m. Vazão de Cavacos Úmidos: 35.000 kg/h Umidade inicial máx.: 35-40 % Vazão de Cavacos Secos: 25.000 kg/h Umidade final: 10 %

Consumo total de calor 13,5 MW Potência recomendada do queimador 16 MW Consumo específico: 3600 kJ/kg Dosador volumétrico de cavacos prensados

Composto por uma moega pulmão de 1,5m³com porta de acesso superior, amostrador, visor de fluxo, helicoide dosadora de passo progressivo de ø 630 mm, com acionamento por motorredutor de 11Kw, para trabalho com inversor de freqüência. Construído em aço inox 304, exceto suportes e com mancais externos. De ø 630 x 4.500 mm, colocado abaixo da Caixa de descarga, projetado para extrair o material seco ao mesmo tempo em que garante a isolação de entrada de ar falso pela descarga do secador. Com dois bocais de descarga de emergência. Acionamento por moto redutor de 5,5Kw @ 50rpm. Eclusa Alveolar (Válvula Rotativa). De DN Ø900 mm, para alimentação e isolação da admissão do secador. Bocal e Duto Inclinado de Alimentação de Cavacos Com porta de inspeção e estrutura de apoio. Construído em chapas de aço inoxidável.

Vedação da Admissão do secador

Junta Flexível Flutuantes de membranas / aletas auto ajustáveis. Tubo Interno do Corpo do Secador

Diâmetro nominal de ø2 m, com espessura reforçada para suportar pista de rolamento fundida, de execução pesada, com chapas adicionais de aço St52 próprias a equipamentos sujeitos a altas temperaturas para ancorar as chapas de vedação (juntas flutuantes).

Com bocal de inspeção para acesso ao interior do tambor. Construção soldada em St37 Tubo Externo e Escudo (cabeceira) final do tambor Duplex DN de Ø4,4 m, com suportes do tubo interno e do sistema deslizante da junta flutuante.

Com porta de acesso de fechamento rápido. Construção soldada em St37.

Partes Internas. Todas as partes internas, tais como as placas helicoidais de alimentação de sólidos, as

chapas de revolução do produto (tanto do tubo interno quanto do externo), chapas de troca térmica e helicóides de retenção / isolação são calandradas, usinadas e projetadas para absorver dilatações e contrações sem deformarem-se.

Secador Tubular tipo tambor rotativo . Secador tipo Tambor Rotativo Duplex de DN4,4 x 26m comprimento

Ciclone de Alta freqüência e Tangenciais. Cada ciclone contempla caixa espiral de saída de gases depurados e tubo de expansão na descarga. Possui porta de

inspeção com fecho rápido sobre as flanges de descarga e na espiral de entrada. Construção em aço St37, soldada. Inclui os dutos coletores de gás bruto e depurado (limpo). Responsável pela retirada do produto seco do interior do Secador Rotativo. Especificação Técnica do Ciclone de Alta Freqüência

Altura do Corpo do ciclone: 2,6 m.

Diâmetro do ciclone: 0,9 m ( noventa centímetros); confeccionado em aço carbono SAE 1010/1020 bitola 3,0 mm. Exaustor do transporte pneumático que alimenta: construído em aço carbono SAE

1010/1020, acionado por motor elétrico II Pólos, 5 cv, trifásico, com diâmetro do rotor de 550 mm. Conjunto de tubulação de interligação confeccionado através de chapa de aço

carbono SAE 1010/1020, espessura 2,65 mm e flanges em ferro chato

3/16x1.1/2, diâmetros 200mm, Dotado de válvula rotativa diâmetro 420 mm, para descarga, confeccionada a base de chapa de aço carbono SAE 1010/1020 bitola USG 6,35 mm com reforços em flanges e tampas laterais em espessura 9,0 mm usinadas. Vedação em manta de borracha específica para a aplicação. Acionada por moto redutor 1,5 c.v.

Ciclone de Alta freqüência e Tangenciais. Cada ciclone contempla caixa espiral de saída de gases depurados

Válvulas rotativas de descarga. Confeccionada a base de chapa de aço carbono SAE 1010/1020 bitola USG 6,35 mm com reforços em flanges e tampas laterais em espessura 9,0 mm usinadas. Vedação em manta de borracha específica para a aplicação. Acionada por moto redutor de 3 c.v. Diâmetro: 700 mm.

Válvula Rotativa Pneumática Magnética. São aplicadas em sistemas de transporte pneumático, em equipamentos para controle de pó e, como alimentadores

volumétricos em sistemas de transporte ou de processamento.

A válvula rotativa é usada como isolador de pressão entre duas câmaras com pressões diferentes, impedindo a perda de gás, enquanto o produto é transferido de uma para outra câmara. As Válvulas Rotativas modelo VLR são fabricadas em carcaça de ferro fundido a alta pressão e possuem rotor montado horizontalmente com compartimentos em formato "V".

Para isolação da descarga dos ciclones. Com acionamento por motoredutor de 1,1 kW @ 50rpm.

Ciclone de Alta freqüência e Tangenciais. Cada ciclone contempla caixa espiral de saída de gases depurados

Transporte Helicoidal. Com moega alimentadora, com capacidade de carga de aproximadamente 10,0m³. Duplo helicóide Características Técnicas: Acionado através de acionamento com 6,0 cv com moto redutor, dois conjuntos. Construção caixa da estrutura do conjunto de helicóide helicóide, a base de chapa de aço SAE 1010/1020 espessura 6,35mm Diâmetro: 450 mm confeccionado em chapa de aço carbono SAE 1010/1020, espessura 6,35 mm Comprimento dos helicóides : 6,0m. Com bocais de descarga de emergência e acionamento por moto redutor de 5,5Kw @ 50rpm. Ventiladores. Ventilador de Recirculação de Gases e Vapores Vazão: 15,24 m3/s Pressão @ 110°C 1.275 Pa Pressão Total @ γ=1,2 2.060 Pa Potência absorvida:

24 kW Potência absorvida @ γ=1,2 39 kW Motor: 55 kW @ 1.500 rpm Ventilador Exaustor de Gases/Vapores Vazão: 35,96 m3/s Pressão @ 110°C 3.630 Pa Pressão Total @ γ=1,2 5.700 Pa Potência absorvida: 162 kW Potência absorvida @ γ=1,2 253 kW Motor : 315 kW @ 1.500 rpm Acionamento por polias e correias Incluído disco de refrigeração, porta de inspeção, tubo de saída de condensado e acoplamentos elásticos de admissão e descarga. Dumper de Regulagem de Vazão de Gases recirculados ø710, flangeado, ajuste manual com possibilidade de ajuste por acionamento pneumático (opcional)

Conjunto dutos e exaustão de gases e vapores.

Dutos de Gases de Combustão / Vapores (Contaminados) Entre a caixa de saída do

tambor secador e entrada dos ciclones coletores. Construção soldada em chapa de aço St37 com cantoneiras de reforço. Dutos de gás depurado (limpo) Entre descarga de gases dos ciclones e ventilador

exaustor. Ø 1,25 m Chaminé. De ø 1,4 m, de aço inoxidável AISI 304. Descarga a 20 m

de altura, inclui fundo

inclinado, tubo de descarga de condensados e portas de inspeção e limpeza. Dutos de Recirculação de Gases / Vapores. De ø 1000 mm, em chapas de aço carbono soldadas. Sistemas de detecção de Faísca / Incêndio com Injeção automática de Gás Extintor Posicionados na descarga do secador, nos dutos de gás contaminado, nos ciclones e nos dutos de gases depurados. Estruturas suporte de toda instalação de secagem.

Estruturas em perfis laminados e pintados. Plataformas e escadas de acesso e

manutenção com piso em chapa expandida de aproximadamente 300m². Isolamento Térmico. Isolamento com lã de rocha (mineral) de 60 mm e com chapa de acabamento externo em aço inoxidável para Tambor Secador, Ciclones e dutos de exaustão até exaustores, tubulação de recirculação de gases e caixa de saída.. Emissões x Evaporação Este projeto baseia-se em: Emissão Final de Pós <20 mg/Nm³ Condição básica para garantia do nível de emissões acima é que os gases de

combustão não possuam mais que 0,3g/m3 de cinzas.

Transporte Helicoidal. Com moega alimentadora, com capacidade de carga de aproximadamente 10,0m³. Duplo helicóide Características Técnicas:

Transporte pneumático fase diluída para abastecimento de silos de cavacos secos. Produto cavacos secos com densidade aparente t/m³ 0,25 e

granulometria 10X10X3m E umidade < 13 % Destino 2 silos (por sistema) distancia vertical 20 distancia horizontal 30 nr curvas considerada material em contato c/ produto aço carbono conceito utilizado transporte diluída linha (pol)

pressão transporte requerida/instalada (bar) 0,6 velocidade média transp

(m/seg) 20,3 capacidade requerida/instalada do soprador 35 (nm3/min) potência instalada (kw) 90 área filtragem (m2) 27 razão projeto kg produto / kg Contém ainda um Soprador Tri-Lobular tipo Roots Capacidade aproximada: 35 Nm3/min @ 0,6bar Potência Instalada 90KW Rotação 3500 RPM Transmissão Motor WEG/Direto Com cabine acústica.

E uma Válvula Rotativa VR12: Construção em Aço Inox AISI 304 Capacidade

nominal 0,026 m³/REVOLUÇÃO Motor 1,5HP Rotação de trabalho de 60 RPM Descarga TIPO Blow-Thru e Tubulação de 6pol Conjunto de tubulação de transporte pneumático: 50 m. Tubulação 6sch10 em aço carbono sch40 12 acoplamentos tipo Instalock 2 curvas RL 90° Aço carbono sch40 1 desviador de fluxo dn6pol para 2 destinos 2 receptores finais

Transporte pneumático fase diluída para abastecimento de silos de cavacos secos. Produto cavacos secos com densidade

Silos de cavaco seco. Armazenamento de matéria-prima (micro-pó ou serragem) seca para o processo industrial de peletização. O sistema modulado pelo método construtivo de silo de armazenagem se baseia em painéis pré fabricados que quando interligados por meio de parafusos (sem solda) se travam formando a estrutura de sustentação do conjunto . É considerado um sistema de armazenagem limpo por não utilizar tirantes para travamento dos painéis laterais e respeitar os ângulos de escoamento do produto. O design dos reforços internos permite fluxo livre do material estocado minimizando a formação de pontes e garantindo esvaziamento completo do sistema .

Dimensões: Diâmetro: 8.500 mm Altura de Corpo: 12.000 mm Capacidade: 680 m3 / silo Com sistema de descarga efetuado através de Rosca Transportadora Helicoidal Acionada Através de Motor Hidráulico: 22 KW Construção: Chapa de aço carbono A-36 Acabamento: Aço Carbono: Pintura Epóxi E o silo de abastecimento do moinho:

Dimensões: Diâmetro: 3.000 mm Altura de Corpo: 4.000 mm Capacidade: 28,30 m3 /

silo Com sistema de descarga efetuado através de Rosca Transportadora Helicoidal Acionada Através de Motor Hidráulico: 3 KW Construção: Chapa de aço carbono A-36 Acabamento: Aço Carbono: Pintura Epóxi

Transporte pneumático fase diluída para abastecimento de silos de cavacos secos. Produto cavacos secos com densidade

Alimentador Rotativo Magnético. Projetados para atuar em conjunto com os moinhos de martelos, de modo a permitir uma alimentação uniforme e constante de produto. Empregam a velocidade ideal para uma alimentação uniforme e constante de produto, além de permitir a automação e a otimização do sistema de moagem. Os alimentadores magnéticos apresentam algumas vantagens em relação às outras calhas alimentadoras sendo uma delas é a velocidade de transporte, que pode ser regulada através de uma caixa de comando elétrica e que por sua vez, ao cortar a energia, evita o refluxo de material cessando o transporte imediatamente.

Especificações : Produto a ser processado: Cavaco de madeira Densidade (ton/m³): 150 a 200 Motorização Tensão (V): 220/380 Freqüência (Hz): 60

Proteção (IP): 55 Tensão de comando (Vcc): 24 Cilindro pneumático: sim Abertura

da placa magnética para limpeza: automática Aplicado ao processo de re- moagem

Características Técnicas: Diâmetro do Rotor (mm): 320 Potência: 1,5 KWPlaca magnética (mm): 200 x 950 Construção: Chapa de aço carbono A-36 Acabamento: Aço Carbono: Pintura Epóxi

Alimentador Rotativo Magnético. Projetados para atuar em conjunto com os moinhos de martelos, de modo a

Moinho de martelos. Dimensionados para trabalhar com diversos produtos e diferentes

opções

de

motorização,

otimizando

produção

x

potencia

instalada.

Quantidade

adequada de martelos, distância correta entre telas e martelos e balanceamento

dinâmico garantem uma operação silenciosa e sem vibrações. Características Técnicas: Área total de tela (m²): 3,162 Dimensões do Rotor: Largura x Diâmetro (mm): 1.000 x 1.200

Construção: Base: confeccionada em aço carbono A36 com espessuras de 6,3 e 12,5

mm

Laterais: confeccionadas em aço carbono A36 com espessura de 12,5 mm

Portas e chapa de desgaste: confeccionadas em aço carbono A36 com espessura de 9,5 e 12,5 mm Rotor: confeccionado em aço carbono A36 com espessura 9,5 mm Potencia: 300 KW Acabamento: Aço Carbono: Pintura Epóxi

Alimentador Rotativo Magnético. Projetados para atuar em conjunto com os moinhos de martelos, de modo a

Grade de Limpeza Magnética. Desenvolvida para a máxima eficiência em retenção de partículas metálicas indesejadas. Compostas por tubos em aço inoxidável com acabamento sanitário e por componentes magnéticos extremamente potentes em seu interior, proporciona qualidade de retenção da

ordem de 7.500 Gauss. Com estrutura das grades de alta resistência, possibilita a utilização em ambientes com abrasão, impacto, produtos

corrosivos, exceto temperaturas muito elevadas (acima de 100°C).

Características Técnicas: Dimensões (mm): 500 x 500 Vazão (m3/h): 100 Capacidade de limpeza: 7.500 Caixa de Acerto Fluxo Aço Carbono Produto a ser processado: cavaco de Madeira Peso específico (ton/m³): 0,28 a 0,35 Dimensões: Largura x Comprimento (mm): 3.000 x 2.000 Altura (mm):

2.620 Dimensões boca de descarga (mm): 3.000 x 356

Peneiras rotativas. As peneiras rotativas são empregadas para a separação e limpeza de cavaco com granulometria de tamanho maior ao processo industrial. Os fragmentos metálicos têm causado danos consideráveis em moinhos, peletizadora, correias transportadoras e outros equipamentos de processos, provocando grandes despesas industriais para reparos, perdas de produção e investimentos em unidades sobressalentes. Especificação Técnica Motoredutor (KW): SEW Polaridade (pólos): 4 Tensão (V):

220/380 Freqüência (Hz): 60 Proteção (IP): 55 Com sistema de rodízios e

estrutura em perfis laminados Características Técnicas: Comprimento (mm): 4.000 Diâmetro do cesto de peneiramento (mm): 1.500 Acionado por motoredutor de eixo vazado: combina baixa potência instalada com alta capacidade produtiva, garantem um processo econômico e eficiente Construção robusta: chapas adequadamente dimensionadas de acordo com o

tipo de carga e esforços solicitados garantem longa vida útil ao equipamento.

Propicia o deslocamento do produto dentro de um cesto de peneiramento. A correta relação entre a velocidade de rotação e o ângulo de inclinação do cesto de peneiramento, garante que o simples deslocamento do produto permita a separação em rotas distintas da madeira e das impurezas.

Filtro de mangas Que ajudam nas plantas de pellets controlando a poluição ambiental, além de reduzir perigos ocupacionais, alongam a vida da máquina, reduzem falhas mecânicas e elétricas e melhoram a qualidade do produto, apresentam operação contínua e limpeza automática das mangas. Possuem mangas filtrantes com dimensões padronizadas, fixadas por anel aço mola ou abraçadeiras, gaiolas com venturis de última geração incorporados, mangas com 1.200 a 5.200 mm de

comprimento. Podem trabalhar com cargas de pó de até 2.300 g/m3 e temperaturas

de até 260 ºC. Especificações do Filtro de Mangas: Motorização: Tensão (V): 220/380 Freqüência (Hz):

60 Equipamento a qual será acoplado: Caixa de Expansão Características Técnicas: Área Filtrante (m2): 30 Motorização (KW): 7,5 Elementos filtrantes substituíveis e laváveis: garante longa vida útil, além de gerar significativa economia no processo de manutenção.

Limpeza dos elementos filtrantes através de jato de ar reverso: compete longa eficiência

ao sistema e evita a contaminação de processos seqüentes. Painel elétrico multi- função: permite o controle da intensidade e freqüência da limpeza das mangas. Porta

frontal ampla e de fácil acesso: facilita o acesso ao interior do equipamento e a substituição das mangas. Ventilador acoplado: torna o conjunto compacto, sincronizado e com baixo índice de ruído. Detalhes Construtivos: Corpo e moega: aço inox AISI304, espessura 6,35 mm.

Elementos filtrantes: tecido especial lavável Ventilador: carcaça fundida.

Grade de Limpeza Magnética. Desenvolvida para a máxima eficiência em retenção de partículas metálicas indesejadas. Compostas

Elevador de canecas. Os elevadores de canecas são indicados para a movimentação vertical de materiais a granel em diversos processos fabris. Visa à velocidade ideal de operação que garante a carga e descarga completa das

canecas, além da melhor adequação do diâmetro da polia e de sua superfície de contato com a correia transportadora, evitando assim deslizamentos. O elevador

de canecas que é o meio mais convencional de transporte vertical. Consiste de

uma série de canecas, montadas sobre correia ou corrente, operando sobre rodas locadas na cabeça e no pé do elevador. Possui basicamente uma carcaça

(chaminé) fechada, que confina a linha de canecas e os elementos da cabeça e

do

pé.

. Circuito: Produto Moído Material: Serragem Altura entre Bocas: 15.100 mm

Capacidade: 20 m3/h PE: 0,65 t/m3 Potencia: 1,5 KW Construção: chapa de

aço carbono SAE 1020 e A-36

Características

Técnicas:

Velocidade

linear

máxima

da

correia

(m/s):

2,09

Dimensões

das

canecas:

Altura

x

Comprimento

(mm):

102

x

152

Correia

elevadora: 7" x 3 ou 4 lonas, dependendo da altura do equipamento

Pré-condicionador.

Projetados para alcançar de forma homogênea e distribuída o

máximo contato entre o produto e umidade adicionada (se necessário). Diâmetro (mm): 457 Potência (KW): 7,5 Rotação (RPM): 209 Construção: Aço inox AISI 304 onde em contato com o produto Acabamento: Aço Inox: Escovado com solda apassivada Aço Carbono: Pintura Epóxi

Silo de Dosagem. Se baseia em painéis que quando interligados por meio de parafusos (sem solda) se travam formando a estrutura de sustentação do conjunto. É considerado um sistema de armazenagem limpo de material seco por não utilizar tirantes para travamento dos painéis laterais e respeitar os ângulos de escoamento do produto. O design dos reforços internos permite fluxo livre do material estocado minimizando a formação de pontes e garantindo esvaziamento completo do sistema.

Válvula rotativa. A válvula rotativa é usada como isolador de pressão entre duas câmaras com pressões diferentes, impedindo a perda de gás, enquanto o produto é transferido de uma para outra câmara. As válvulas rotativas também são usadas como alimentadores volumétricos em sistema de processamento industrial. Acionamento automático através de cilindro pneumático magnético: sistema de fácil operação e baixo consumo de ar. A estrutura de construção pode ser em ferro fundido ou aço, mancais do tipo monobloco com autocompensadores. O acionamento das válvulas é feito através de motor redutor.

Comporta Simples Pneumática Magnética As comportas modelo CSP quadradas ou retangulares, possuem sistema de vedação funcional que impede a disseminação de pó.

Seu projeto prevê que a lamina desliza suavemente apoiada sobre rolamentos blindados e guias laterais, minimizando o atrito e o esforço do atuador pneumático. Características Técnicas: Largura x comprimento (mm): 600 x 600 Lamina reforçada:

suporta trabalhos incessantes de abertura e fechamento em curtos períodos sem desgaste exagerado.

Detalhes Construtivos: Quadro: aço carbono aço carbono A-36 espessura 4 mm. Lamina:

aço carbono aço carbono A-36 espessura 8 mm. Rolamentos: de esferas, blindados em ambas as faces. Cilindro pneumático: normalizado ISO 6431 com êmbolo e sensores magnéticos. Válvula de controle: tipo solenóide-mola normalmente fechada. Acabamento:

Pintura epóxi

Condicionador.

Projetados para alcançar de forma homogênea e distribuída o

máximo contato entre o produto e o calor e a umidade proveniente do vapor.

Características Técnicas:

Diâmetro (mm): 457 Comprimento total (mm): 2.600 Potência (KW): 7,5 Rotação (RPM): 209 Construção: Aço inox AISI 304 onde em contato com o produto Acabamento: Aço Inox: Escovado com solda apassivada Aço Carbono: Pintura Epóxi

Silos abastecimento da peletizadora

Características: Diâmetro Superior: 2.600 mm Diâmetro Inferior: 3.200 mm

Altura de Corpo: 3.000 mm Capacidade: 19,80 m3 / Silo Com sistema de descarga efetuado através de Rosca Transportadora Helicoidal Acionada Através de Motor Hidráulico: 3 KW Construção: chapa de aço carbono A-36 Acabamento: Aço Carbono: Pintura Epóxi

Condicionador. Projetados para alcançar de forma homogênea e distribuída o máximo contato entre o produto e

Rosca Alimentadora

Roscas Alimentadoras Tubulares com Eixo de helicoides com passo duplo na faixa

de admissão do produto. Características Técnicas:

Diâmetro (mm): 304 Comprimento (mm): 1.200 Potência (KW): 1,5 Rotação (RPM): 141 Construção: Aço inox AISI 304 nas partes em contato com o produto Moto redutor: SEW ou similar (primeira linha) Acabamento:

Aço Inox: Escovado com solda apassivada Aço Carbono: Pintura Epóxi

Condicionador. Projetados para alcançar de forma homogênea e distribuída o máximo contato entre o produto e

Peletizadora industrial. O projeto busca conciliar alta produtividade e baixa manutenção a produção de pellets uniformes e resistentes que se mantenham íntegros durante o transporte e armazenamento.

Características Técnicas: Diâmetro interno da matriz (mm): 762 Largura útil da matriz (mm): 125 Largura total da matriz (mm): 192 Área de trabalho da matriz (cm²): 2.992,3 Diâmetro Externo dos rolos (mm): 305 Largura (mm): 131,5 Número de correias de transmissão: 10 perfil 8 v Fixação da matriz: parafusos e

arruelas especiais

Detalhes Construtivos: Anel de desgaste : Aço Carbono: Pintura Epóxi

Eixo Central com sistema de lubrificação traseira o que permite a lubrificação dos rolamentos centrais com a máquina em movimento. Base dimensionada para alojar buchas de bronze que assentam o eixo central Sistema de Segurança localizado na parte traseira do eixo central Sistema de Facas Reguláveis

Sistemas de acionamento por polias e correias de transmissão

Matriz: confeccionado em aço de liga especial SAE8620 tratada termicamente. Rolos Compressores: formados por duas capas estriadas ou escareadas confeccionadas em aço de liga especial com tratamento térmico, montadas em eixo excêntrico com rolamentos para serviço pesado.

Peletizadora industrial. O projeto busca conciliar alta produtividade e baixa manutenção a produção de pellets uniformes

Construção: Carcaça: confeccionado em chapa de aço carbono A-36 Base: confeccionado em chapa de aço carbono A-36 Eixo Central: confeccionado em fundido de aço especial, com tratamento térmico localizado no apoio dos rolamentos. Eixo Oco: Fundido em aço especial, usinado e montado sobre rolamentos de primeira linha.

Eixo de acionamento: Em aço carbono SAE 8620 usinado para perfeito ajuste com a

polia e rolamentos. Anel de Desgaste: Confeccionado em aço inoxidável AISI 304

Porta Frontal: Em chapa de aço carbono A-36, revestida com chapa de aço inox AISI

304

Bica de Alimentação: Em chapa de aço inoxidável AISI 304, equipada com porta de

inspeção.

Correias de transmissão: Em perfil "V" industrial, transmitem a potencia necessária

com um numero menor de correias. Polia motora: 10 canais 8 v em ferro fundido cinzento Polia movida: 10 canais 8 v em ferro fundido nodular GGG40. Parafusos: Bi cromatizados Acabamento: Aço Inox: Escovado com solda apassivada Aço Carbono: Pintura Epóxi

Peletizadora industrial. O projeto busca conciliar alta produtividade e baixa manutenção a produção de pellets uniformes

Sistema Peneiramento e o Centrifeeder. são dimensionados para trabalhar compondo o sistema de peletização. Utilizada para a separação de matéria- prima, retirada de sílica e de outros componentes que podem prejudicar a qualidade final do produto. Peneira Rotativa são indicadas para trabalhar em diversas fases de inúmeros processos fabris e são empregadas para a separação e limpeza da matéria- prima. Propicia o deslocamento do produto dentro de um cesto de peneiramento. A correta relação entre a velocidade de rotação e o ângulo de inclinação do cesto de peneiramento, garante que o simples deslocamento do produto permita a separação em rotas distintas da madeira e das impurezas. Especificação do Sistema de Peneiramento Motoredutor (KW): SEW Polaridade (pólos): 4 Tensão (V): 220/380 Freqüência (Hz): 60 Proteção (IP): 55 Características Técnicas: Comprimento (mm): 4.000 Diâmetro do cesto de peneiramento (mm): 1.500 Acionado por motoredutor de eixo vazado: combina baixa potência instalada com alta capacidade produtiva, garantem um processo econômico e eficiente Centrifeeder. A Bica Alimentadora Centrifeeder para alimentação forçada é quem determina o ritmo de alimentação da Matriz quando operamos com materias de baixo peso especifico. Dotada de acionamento através de motoredutor o que permite a automação quando operado através de inversos de freqüência. Totalmente construído em aço inox 304. Sistema de Alimentação Forçada para produtos de Baixa Densidade Composto por sistema de rosca helicoidal instalado na porta da Peletizadora Bocal de aspiração projetados de maneira a preservar a continuidade aerodinâmica de entrada assegurando o natural escoamento do fluxo de ar:

minimizam perdas por descolamento ou turbulências, garantindo operação elevada. Carcaça com desenho que garante a passagem do ar na vazão e pressão corretas. Dreno manual e porta de inspeção de fácil remoção: facilitam a manutenção corretiva ou preditiva. Rotor de pás curvadas com características de carga limitada rigidamente fixadas ao cubo: resultam em estabilidade e longa vida útil ao equipamento.

Resfriador de contrafluxo. Projetados para garantirem a maior eficiência de troca térmica sem contaminação ou danos ao produto resfriado. Compacto atende a altas capacidades com reduzido consumo de energia conseguindo assim um balanço energético positivo

Características Técnicas:

Dimensão da câmara de resfriamento (mm): 1.800 x 1.800

Área de resfriamento (m²): 3,24

Potência do distribuidor de produto (KW): 0,75

Grelha de descarga acionada por sistema pneumático: garante o escoamento suave sem causar quebras ao produto final. Construção:

Câmara de Resfriamento: aço inox AISI 304 Acabamento:

Aço Inox: Escovado com solda apassivada

Aço Carbono: Pintura Epóxi

Sistema Peneiramento e o Centrifeeder. são dimensionados para trabalhar compondo o sistema de peletização. Utilizada para

Silo de armazenamento de pellets. O sistema modulado pelo método construtivo de silo de armazenagem se baseia em painéis pré fabricados que quando interligados por meio de parafusos (sem solda) se travam formando a estrutura de sustentação do conjunto .

E o silo de saída final do produto a granel.

Dimensões: Comprimento x largura (mm): 2.500 x 4.800 Altura de cone (mm):

8.000 Altura total (mm): 11.250 Capacidade Por silo (m3): 96 Total (m3): 768

Detalhes Construtivos: Painéis: aço carbono SAE1020 espessura variando entre

3,00 e 4,75 mm de acordo com a altura final do silo.

Moega de descarga: aço carbono SAE1020 espessura 3,00 mm com os devidos reforços em perfis laminados Colunas e chapas de união: aço carbono SAE1020 espessura 4,75 mm Teto: chapa xadrez espessura 4,75 mm

Registro Cremalheira. Dimensões da(s) comporta(s): Largura x Comprimento (mm):

500 x 600 Tipo de acionamento: via volante manual Estrutura de Sustentação. Todos os equipamentos - Dimensões perimetrais da estrutura. Guarda corpos em toda a área perimetral dos níveis: Moagem, Peletização e Peneiramento Rodapés: Sim Pisos: Confeccionado em chapa xadrez 4,5 mm Escada de acesso: Sim Tipo plataforma: até o nível das peletizadoras Tipo marinheiro: para acesso a peneira vibratório

Silo de armazenamento de pellets. O sistema modulado pelo método construtivo de silo de armazenagem se

Sistema de dutos e exaustão.

Com rotor fechado de pás curvas, são ideais para serviços industriais pesados, em regimes de baixa e média pressão.

Características Técnicas: Capacidade efetiva (cfm): 7.000 Pressão estática (mmCA): 320 Potência: 15 KW Diâmetro do rotor (mm): 622

Construção: Base: perfis laminados aço carbono A-36 Corpo: chapas aço carbono A-36

Transportador de arrasto tipo redler para retirada dos pellets dos resfriadores.

Características Técnicas: Comprimento: 32.300 mm Corpo Duplo: 32.300 mm

Capacidade: 60 m3/h PE: 0,65 t/m3 Potencia: 9,2 KW Construção: Chapa de aço carbono SAE 1020 e A-36

Elevador de canecas para retirada dos pellets dos resfriadores. Retira dos Resfriadores

Características Técnicas: Altura entre Bocas: 26.400 mm Capacidade: 120 m3/h PE: 0,65 t/m3 Potencia: 9,2 KW Construção: Chapa de aço carbono SAE 1020 e A-36

Silo de Expedição. O sistema modulado pelo método construtivo Panelok se baseia em painéis pré-fabricados que quando interligados por meio de parafusos (sem solda) se travam formando a estrutura de sustentação do conjunto. Características Técnicas/Dimensões: Largura da Célula: 2.925 mm Comprimento da Célula: 4.800 mm Altura de Corpo da Célula: 6.000 mm Numero de células / linha: 6 Numero de Linhas: 2 Capacidade / Célula: 169 m3 Capacidade Total: 2.028 m3 Construção: Painéis: aço carbono SAE1020 Moega de descarga: aço carbono SAE1020 Colunas e chapas de união: aço carbono A 36 Teto: chapa xadrez Acabamento: Aço Carbono: Pintura Epóxi

Caçamba de pesagem móvel robot. Projetadas para buscar a máxima otimização na etapa de descarga da área de expedição a Caçamba de Pesagem Móvel. Operam

sustentadas por estrutura metálica que se apóia em rodas maciças. A pesagem é feita através de sistema de células de carga e a orientação do movimento é comandada por sensores fotoelétricos de deslocamento a laser.

Características Técnicas: Volume útil (m3): 6,0 m3 Dimensões (mm): 3.000 x 3.000 x 2.510 de altura Dimensões de descarga (mm): 425 x 639 Células de carga: 04 (quatro)

Potência (kw): 0,75 (x2)

Tampa superior preparada para receber sistema de aspiração (opcional): permite a instalação de filtro de mangas, contribuindo para o controle de emissão de pó. Sensor fotoelétrico de deslocamento: responsável pela emissão de um feixe de laser, que é refletido em um espelho e captado por um sensor fotoelétrico (acoplado no mesmo aparelho) garante precisão ao movimento da caçamba. Detalhes Construtivos: Caçamba: confeccionada em chapa de aço carbono de SAE 1020 espessura 3,00 mm, reforçadas com perfis de cantoneira de 2" x 1/4" Tampa: aço carbono SAE1020 espessura 3,0 mm com reforços em cantoneira 2" x 1/4" ASTM A-36.

Estrutura: confeccionada em perfil tubular quadrado em aço carbono SAE1020 de 80 mm x 4,75 mm de espessura Transmissão através de 02 (dois) motoredutores SEW ou similar (primeira linha) Rodas: 04 (quatro) Rodas maciças confeccionadas em aço SAE 1045 com rolamentos auto compensadores de Esferas SKF ou similar (primeira linha) Células de carga: Alfa ou similar (primeira linha)

Painéis elétricos, iluminação, aterramento e CCM. Painéis de Potência com partidas de motores previstos no escopo do Pátio de recepção de MP, Picadores, Transportadores Mecânicos e Pneumáticos, Peneiras, Re-Picador, Fornalhas-Secadores, Silos e Extratores para Cavacos úmidos e secos, Moagem Seca, Caldeira, Peletizadoras, resfriadores e Silos de Expedição secadores com comandos de partida, parada e emergência. Inclusos sinalizadores luminosos, disjuntores e amperímetros. Potência total instalada aproximada de 10MW. Previstos dois CCM independentes. Um para atendimento de Pátio / Secadores e outro para Unidades de Peletização. Painel de Controle com PLC/IHM e programa de operação e intertravamento.

Caixas de Sinalização e botoeira de emergência localizada em pontos estratégicos ao lado dos equipamentos principais (campo)

Cabeamento entre painéis de controle e comando individuais com utilização de Remote I/O´s onde tecnicamente possível para a redução da quantidade de cabeamento estruturado convencional. Calhas e eletrodutos separados para cabos de potência, sinais digitais e analógicos. Indicadores de Status por displays ou IHM´s ao lado de todo equipamento que possa requerer estas interfaces. Todos equipamentos e instrumentos projetados para áreas não classificadas porém adequados a utilização abrigada e não abrigada conforme localização no site.

Não previsto Cabine primária de interligação Concessionária-Planta

Instrumentação: Instrumentos de campo

Transmissores de Sinais de Corrente e Tensão Visualização por imagem de pontos críticos a presença Humana (proximidade da admissão dos picadores, mesa de impacto, alimentação e descarga de MP úmida e seca na área de secagem, etc.) Sinais de Níveis de líquidos e sólidos Transmissor de temperatura para gases quentes Transmissor pressão entrada tambor secador

Transmissor pressão diferencial ciclones.

Transmissor temperatura saída gases para a chaminé Sinalização de posição de todos atuadores pneumáticos automáticos, tais como válvulas e dumpers de controle de vazão. Sinalização de movimento (linear ou rotação de elementos dosadores e transportadores críticos). Sinalização de Emergência para detectores de faísca e incêndio com indicação pontual de atuação de sistema de inertização de área. Instrumentação e programação modular dedicada a controle de malhas PID nos equipamentos de Moagem e Peletização. Sistemas de Informação e Alarmes Extensa lista de Alarmes, Indicação de Status de Operação e Indicação de Falhas Ocasionais (log de falhas para manutenção preventiva) fazem parte deste sistema de controle, disponível on-line para operadores da sala de controle e sala de manutenção. Relatórios gerenciais poderão ser gerados em função dos arquivos de Log de Produção e Operação.

Painéis elétricos, iluminação, aterramento e CCM. Painéis de Potência com partidas de motores previstos no escopo

Registros Cremalheira. Os registros cremalheira são projetados a atuarem em diversas áreas onde se faz necessário o controle do fluxo de matéria prima e/ou produto acabado dentro de uma unidade fabril. Seu projeto prevê acionamento por volante manual ou através de corrente e busca uma vedação completa e eficiente, sem vazamentos. Características Técnicas: Acionamento: manual Abertura - largura x comprimento (mm): 400 x 400 Quadro estrutural com construção robusta com chapas adequadamente dimensionadas, o que emprega maior durabilidade ao conjunto.

  • - Engrenagem e cremalheira: usinados com precisão garantindo o avanço e retorno da lamina sem choques ou travas

Detalhes Construtivos:

  • - Lamina: aço carbono A-36 espessura 6,35 mm

  • - Quadro: aço carbono SAE 1020 espessura 3,00 mm

  • - Engrenagem e cremalheira: confeccionadas em ferro fundido cinzento

  • - Acabamento: pintura alquídica RAL1014

Conjunto de ensaque composto por ensacadeira, maquina de costura e esteira transportadora.

Apropriada para sacos de 15 kg

A paletizadora se refere à operação de movimentação e empilhamento dos pellets em embagem especial ou em caixas entre outros produtos sobre uma superfície pré-

determinada. Sistema de movimentação do produto sob a forma de garras, pinças, ventosas ou conforme a necessidade. Reposição do pallet vazio sem contato manual, bem como a saída do pallet completo Características: Velocidade de até 15 ciclos por minuto. Regulagem de abertura da pinça conforme tamanho do produto. Sistema de movimentação do produto sob a forma de garras, pinças, ventosas ou conforme a necessidade.

Automação Industrial. O sistema de controle tem as seguintes características de controle:

Realizar as operações basicas de Liga / Desliga e intertravamento entre os equipamentos alocados na Torre de Moagem e Peletização, controlando os seguintes processos:

Setor de Recepção: Acionamento das esteiras transportadores, até o abastecimentos dos Secadores Rotativos. Contempla sistema de alerta para proteção do sistema de secagem (não trabalhará sem produto) Setor de Moagem: Controla a alimentação e amperagem do(s) moinho(s), funcionamento do Filtro de Mangas e descarga do produto moído Setor de Peletização: Controla as operações básicas da (s) Peletizadoras, Resfriador(es) e Equipamentos de descarga Setor de Expedição: Controla o abastecimento dos silos de Expedição. Todas as válvulas e comportas, quando ofertadas em sua configuração "automática" ou "magnética pneumática" serão comandadas pelo sistema.

CÓDIGO

DESCRIÇÃO

FINAME

 

1613466

Alimentador Magnético ALM (FINAME 1613466)

 

Alimentador Rotativo Magnético

 

Comporta Pneumática

1613561

Moinho de Martelos MOM (FINAME 1613561)

 

Moinho de Martelos

 

Caixa de Expansão

 

Filtro de Mangas

1613680

Transportador TRT (FINAME 1613680)

 

Transportador de Rosca Tubular

FINAME

Secagem Industrial

2956599

Transportador Helicoidal

2956547

Secador Rotativo

2956620

Ventilador Centrífugo

2956398

Ciclone

2956435

Esteira Transportadora

 

Fornalha Industrial Pirolítica

2658465

Fornalha Geradora de Calor Mecânica

 

FINAME

 

2534190

Peletizadora MOGG (FINAME 2534190)

 

Comporta Pneumática

 

Caixa de Acerto

 

Rosca Alimentadora

 

Condicionador

 

Peletizadora

 

Sistema de Controle de Vapor

1613621

Resfriador de Contra Fluxo RCF

 

Alimentador Rotativo

 

Resfriador de Contra Fluxo RCF

1613704

Ventilador Centrífugo VCF (FINAME 1613704)

 

Exaustor Centrífugo

1613489

Ciclone de Alta Eficiência CICLS

 

Ciclone de Alta Eficiência CICLS

 

Válvula Rotativa

1613680

Transportador RCH (FINAME 1613680)

 

Transportador de Arrasto RCH

BNDES FINAME PSI. Financiar a produção e a aquisição isolada de máquinas e equipamentos novos, inclusive agrícolas, ônibus, caminhões, chassis, caminhões-tratores, carretas, cavalos-mecânicos, reboques, semi-reboques, aí incluídos os tipos Dolly, tanques

e afins, novos, fabricados no país e credenciados no BNDES; e o capital de giro associado à

aquisição isolada de máquinas e equipamentos.

Itens financiáveis. Máquinas e equipamentos novos, conjuntos e sistemas industriais, máquinas-ferramenta, embarcações, aeronaves, vagões e locomotivas ferroviários e metroviários, tratores e máquinas rodoviários e equipamentos para pavimentação; Capital de giro associado à aquisição isolada de máquinas e equipamentos nacionais novos, em operações realizadas com micro, pequenas e médias empresas, observadas as condições e exceções previstas nos normativos do BNDES.

Condições operacionais Limite de financiamento: Máximo de até R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais); Participação: até 100% (cem por cento). De a

Prazos: Carência: até 24 (vinte e quatro) meses; Amortização: até 144 (cento e quarenta e

quatro) meses.

Taxa de Juros: Nos financiamentos aos bens de que trata o subitem “a” do tópico Itens Financiáveis: taxa fixa de juros de 4% (quatro por cento) ao ano.IOF: cobrado na forma legal.

Forma de pagamento Na carência: juros cobrados trimestralmente.

A Brasil Biomassa e os produtores de equipamentos possuem a certificação ISO e ASME e fornecem soluções em processos e equipamentos com diferencial técnico, capazes de proporcionar garantia processual e de performance. Atuam na fabricação de equipamentos sob encomenda, projetados via engenharia e de empresas parceiras. Agrega tecnologia e diferencia-se no mercado de pellets pela implementação de soluções e tecnologias adquiridas através de acordos e parcerias,

que normalmente são feitos com empresas lideres globais detentoras de tecnologias

mundialmente consagradas.

Possuem know how de produção de equipamentos industriais e atuação e equipe qualificada para dimensionar, projetar e implantar fábricas completas em sistema

"turn key" para produção de bio woodpellets. Os equipamentos são fabricados em aço carbono e aço inox, incluindo ligas especiais, possuindo área e ferramental

exclusivo para a fabricação de equipamentos industriais de pellets. Atuam com as

tecnologias mais avançadas em softwares de apoio, e desenvolve 100% dos projetos em plataforma 3D.

A Brasil Biomassa e os produtores de equipamentos possuem a certificação ISO e ASME e fornecem

Segundo dados do European Pellet Centre USA (61% das plantas) e na Europa (72% das plantas) têm capacidade instalada inferior a 30 mil toneladas por ano. Na Ásia este índice chega a 95% do setor industrial com plantas de e capacidade inferior a 20 mil ton/ano de produção de pellets. No Brasil 93% das empresas produtoras de pellets tem uma capacidade anual máxima de 15.000 ton/pellets.

Sabe-se que há indústrias de pellets de madeira integradas diretamente com serrarias e carpintarias, mas, mesmo quando não ocorre tal integração, os produtores se localizam próximos das plantas industriais com base florestal, devido à importância relativa dos custos logísticos. A escala é limitada pela oferta de insumo local.

Partindo dos preceitos informativos da European Pellet Centre, a Brasil Biomassa e os seus parceiros industriais estão desenvolvendo a tecnologia de produção de equipamentos industriais na forma compacta e modular para a produção de pellets, projetos sob medida e com menor custo de implantação, fornecendo soluções eficazes para o aproveitamento da biomassa e que atendem às expectativas dos empresários do setor florestal e industrial e ao meio-ambiente.

A unidade compacta de produção de pellets é um projeto industrial modular (pode ser retirado do local de produção) com uma operação automatizada . Além disso, é um equipamento compacto, que emprega alta tecnologia em uma estrutura de baixo custo de instalação, reduzindo investimento em obras civis.

Visando o desenvolvimento do setor industrial (produtores florestais e industriais e do setor agroindustrial e sucroenergético no Brasil, a equipe de engenharia industrial da Brasil Biomassa e Energia Renovável em conjunto com os seus parceiros industriais vieram em desenvolver a primeira planta industrial compacta modular para a produção de pellets de todos os tipos de madeira e com os resíduos agroindustriais.

Este é o mais avançado sistema de produção industrial de pellets disponível no mercado brasileiro. Com uma tecnologia certificada ISO 9000 Brasil e internacional o que garante elevada qualidade (produto final dentro do padrão dos Estados Unidos e da Europa) e gerenciamento automatizado em todas as fases de desenvolvimento.

Curto espaço de tempo entre a contratação e operação;

Custo de aquisição reduzido;

Pouco espaço ocupado e totalmente adaptável para implantação em instalações existentes;

Possibilidade real de ampliação ou até a mudança de endereço;

Flexibilidade para trocas de formulação;

Garantia de desempenho e capacidade de produção de 2,5/3,0 ton. hora de pellets

Curto espaço de tempo entre a contratação e operação; Custo de aquisição reduzido; Pouco espaço ocupado
Curto espaço de tempo entre a contratação e operação; Custo de aquisição reduzido; Pouco espaço ocupado
Curto espaço de tempo entre a contratação e operação; Custo de aquisição reduzido; Pouco espaço ocupado
Curto espaço de tempo entre a contratação e operação; Custo de aquisição reduzido; Pouco espaço ocupado
Curto espaço de tempo entre a contratação e operação; Custo de aquisição reduzido; Pouco espaço ocupado

A torrefação pode ser definida como um processo de pré-carbonização, o qual se desenvolve justamente na fase endotérmica da pirólise, entre 250-280ºC. Nestas condições é degradada a hemicellulose, sendo removida a umidade, o ácido acético, frações de fenol e outros compostos de baixo poder calorífico.

Deste processo, resulta um material intermediário entre a biomassa e o carvão, com altos rendimentos energéticos. O objetivo fundamental da torrefação é concentrar a energia da biomassa em um produto formado em curto tempo, baixas taxas de aquecimento e temperaturas moderadas, permitindo reter os voláteis de maior poder calorífico no próprio produto.

A torrefação reduz os custos de utilização da biomassa nas usinas de co-geração de energia (evitam despesas de capital adicional de armazenamento e transporte e para o

processamento de biomassa residual com alto teor de umidade e baixo poder calorífico).

A torrefação é um tratamento térmico da biomassa que produz um combustível com melhores características energéticas.

A torrefação da biomassa tem um alto poder de energia (calorífico) e uma baixa umidade. Na Europa é utilizada para a queima industrial com o carvão numa proporção de 50% á 80% (maior incineração e geração de energia). Pela torrefação ocorre um aumento energético da biomassa gerando uma economia de transporte e armazenamento bem como uma redução na umidade do produto final para menos de 1,5% com um poder energético próximo ao carvão.

Por causa de seu baixo teor de umidade (abaixo de 1,5%) os custos de transporte (rodoviário, ferroviário e marítimo) tem um custo menor. Biomassa (pellets) torrificada tem elevado poder energético e um preço mais promissor no mercado (venda como um combustível energético). Esta importante tecnologia está sendo implantada na Alemanha e França e agora no Brasil.

A torrefação pode ser definida como um processo de pré-carbonização, o qual se desenvolve justamente na
A torrefação pode ser definida como um processo de pré-carbonização, o qual se desenvolve justamente na

Biomassa Florestal e Industrial com uma umidade (pinus 55% e eucaliptos 50%) com densidade energética 7,8 a 10,5 GJ/m³ e massa 4.620 kg/h em temperatura de 25°C e poder energético LCV 17.900 kJ/kg

Biomassa Torreficada com uma umidade entre 1% á 3% com densidade energética de 14 a 18,5 GJ/m³ e massa 2.490 kg/h em temperatura de 280°C e poder calorífico entre 5.200 a 6.000 kcal/kg (22.000 a 25.000 kJ/kg) e poder energético LCV 24.000 kJ/kg

Vantagens da Biomassa Torreficada. Torrefação de biomassa tem três vantagens imediatas sobre a biomassa não tratada:

1. O valor do poder calorífico (energia) aumenta de forma a considerável com o processo industrial de torrefação. 2. A biomassa torreficada é mais fácil para ser triturada em caso de uma industrialização ou compactação na forma de pellets ou briquetes com alta densidade de energia volumétrica (energia por unidade de volume). 3. As propriedades físico-química da biomassa torreficada tais como durabilidade, homogeneidade e comportamento hidrofóbico tem uma melhora considerável enquanto a atividade biológica é fortemente reduzida.

Biomassa torreficada um produto altamente energético. Torrefação é um processo industrial utilizado para produzir

produtos de alta qualidade sólida (biomassa, pellets ou briquetes torreficados com alto poder energético). No uso energético a diminuição da higroscopicidade garante melhores desempenhos em geração de energia térmica, pois não há gasto energético para evaporação da água, além da inexpressiva absorção de umidade do ambiente que ela passa a ter, o que permite o armazenamento do combustível por períodos mais longos.

A diminuição das propriedades mecânicas reflete-se no aumento da friabilidade que é a propriedade da madeira em gerar finos (pó). Há uma diminuição da resistência mecânica que torna a madeira torrificada mais quebradiça e há a

conseqüente formação de finos.

A queima de madeira em forma de finos é mais eficiente, pois há um aumento da

superfície específica do combustível o que provê melhores condições para transferência de calor; várias partículas têm

maior superfície específica somadas que uma peça única de madeira.

Durante o processo de torrefação, a biomassa perde água e uma parte do seu teor de voláteis, tornando-se seca e mais escura. A biomassa torrefeita é mais hidrofóbica, tem um poder calorífico mais elevado, e sofre uma redução de volume de 30 %, mantendo cerca de 90% do seu conteúdo energético comparativamente à biomassa original. Os usos

Biomassa torreficada um produto altamente energético. Torrefação é um processo industrial utilizado para produzir produtos de

energéticos mais promissores da madeira torreficada vão desde o uso doméstico aquecimento até o uso industrial para

fusão de metais ou geração de energia elétrica.

Características químicas da torrefação. As características da madeira torrificada variam principalmente em função da temperatura e do tempo de processamento. A padronização das características da madeira torrificada faz dela um combustível altamente competitivo. A torrefação é um tratamento térmico a temperaturas relativamente baixas (225 300°C) que visa produzir um combustível com maior poder energético pela decomposição das hemiceluloses. A madeira como um todo começa a sofrer degradação térmica (alteração estrutural além da perda de água) propriamente dita a partir de 180°C com a liberação de dióxido de carbono, ácido acético e alguns compostos fenólicos.

Características mecânicas da torrefação. A temperatura final e o tempo de reação interferem significativamente nas propriedades mecânicas da madeira.

A diminuição da

resistência à compressão está diretamente relacionada ao aumento do tempo e da temperatura do tratamento térmico, sendo que a temperatura é mais influente.

Balanço de massa e energia da torrefação. Em uma torrefação típica, 70% da massa permanecem como produto sólido com 90% da energia inicial e 30% são formados por

gases que contêm apenas 10% do conteúdo energético da biomassa.

O processo de torrefação apresenta um rendimento gravimétrico médio de 75%, com 55 a 60% de

carbono, 5 a 5,5% de hidrogênio, 0,1 a 0,2% de nitrogênio e 35 a 38% de oxigênio na composição elementar.

Com um poder calorífico de 5.200 a 6.000 kcal/kg (22.000 a 25.000 kJ/kg), a madeira torreficada situa-se entre a madeira anidra (4.600 kcal/kg) e o carvão (6.500 kcal/kg). A madeira torrificada retém 70% a 90% da massa inicial, diminui de 80% para 60-75% seu teor de matérias voláteis e de 10% para 0-3% seu teor de umidade.

As propriedades do processo industrial que estamos desenvolvendo produzem os seguintes benefícios na utilização em caldeira industrial ou em centrais termoelétricas ou co-geração de energia ou propriamente para as empresas do processamento mecânico da madeira (painel de madeira, compensados, mdf e movelaria) :

Para cada tonelada de biomassa torreficada queimada na caldeira industrial, reduz as emissões de gás carbônico em até 2,4, toneladas gerando um crédito de carbono de US$ 72. A biomassa torreficada pode ser utilizada com o carvão (co-firing) para uma queima industrial. A biomassa torreficada tem uma umidade baixa e não adquire umidade natural podendo ficar num pátio em aberto na unidade industrial. Durante o processo de torreficação os voláteis são removidos eliminando o teor de cinza em caldeira industrial. A umidade é removida e a hemicelulose degradada, provocando a liberação de ácido acético, frações de fenol e outros compostos de baixo poder calorífico.

Neste sentido com o processo de torrefação conseguimos remover os adesivos sintéticos (fenol-formaldeído, resorcinol-fenol-formaldeído, melamina formaldeído, uréia formaldeído, isocianato e acetato de polivinila) dos resíduos dos painéis de madeira processada.

As propriedades do processo industrial que estamos desenvolvendo produzem os seguintes benefícios na utilização em caldeira

A biomassa torreficada é neutra em carbono, pois a biomassa é uma energia renovável (seqüestro de carbono) durante a fase de crescimento (madeira) e o gás carbono é liberado durante a queima industrial. Diminui as emissões durante a combustão. Apropriado como um combustível ecológico para combustão com a diminuição das emissões de CO2. O produto final tem uma uniformidade e uma excelente durabilidade. A biomassa torreficada não aumenta a umidade na armazenagem ao contrário da madeira ou do carvão. A biomassa torreficada mantém uma estabilidade energética.

Durante o processo de torrefação é removido os voláteis. Para cada combinação de temperatura e tempo de processamento, pode-se obter produtos de diferentes propriedades que podem ser reproduzidos com alta precisão. A densidade energética e os teores de carbono fixo aumentam quando são incrementados os parâmetros de temperatura e tempo. O rendimento decresce com o aumento da temperatura e o poder calorífico aumenta. Biomassa torreficada pode ser misturada ao carvão para incineração (co-firing) em centrais termoelétricas, caldeiras industriais geradoras de energia, sem modificações aos equipamentos ou instalações industriais. Na Europa foi comprovado que a biomassa torreficado pode ser utilizado para aquecimento doméstico.

Pode ser convertida em energia com elevado poder calorífico ao sistema de peletização. A torrefação também pode ser aplicada a briquetes de resíduos de madeira ou agroindustriais como casca de arroz, café, bagaço e outros. Experimentos de torrefação realizados com briquetes de resíduos de madeira demostraram a fatibilidade de este procedimento para melhorar as características dos briquetes de biomassa.

Por causa de seu baixo teor de umidade (abaixo de 1,5%) gerando um aumento

considerável no poder calorífico em comparação a biomassa, os custos de

transporte (rodoviário, ferroviário e marítimo) tem um custo menor.

Biomassa (pellets) torreficada tem elevado poder energético e um preço mais promissor no mercado (venda como um combustível energético)

Torrefação de biomassa O sistema POLTORR foi desenvolvido para secar e torrar biomassa a fim de substituir os

Torrefação de biomassa O sistema POLTORR foi desenvolvido para secar e torrar biomassa a fim de

combustíveis fósseis por um biocarvão de alta qualidade. A torrefação de biomassa impõe altas exigências em um processamento térmico controlado de diferentes matérias primas.

A tecnologia do forno industrial de soleiras múltiplas (MHF), que tem sido utilizada por muitas décadas em aplicações de alta temperatura na mineração, pode vencer esse desafio de maneira econômica. Desta forma, transformou sua tecnologia MHF para torná-la adequada ao processamento térmico de biomassa. Os custos de energia cada vez mais altos e as normas de uso sustentável de fontes de energia forçaram os proprietários de instalações com intenso consumo de energia a repensar. O uso de combustíveis biogênicos se tornou ainda mais importante para a geração de energia e em processos térmicos. As propriedades de biomassa disponíveis diferem significativamente; em muitos casos, o uso direto é impossível. O biocarvão é uma solução adequada para o fornecimento de combustíveis biogênicos com um alto teor de energia. O biocarvão é o produto de processamento térmico de biomassa em condições de baixo teor de oxigênio em temperaturas entre 220 °C e 320 °C. O biocarvão possui um valor calorífico de 20 a 25 MJ/kg, que pode ser facilmente ajustado e é adequado para uma ampla variedade de processos térmicos. Em relação à distribuição uniforme de temperatura, à eficiência e (por último, mas não menos importante) à qualidade do produto, o processo de dois estágios do POLTORR é um método preferível para a produção de biocarvão. Pode-se alimentar biomassa com até 50% de umidade. Em condições favoráveis, a recuperação de calor interno entre a zona de secagem e a zona de torrefação tem como consequência um processo quase autógeno..

Torrefação de biomassa O sistema POLTORR foi desenvolvido para secar e torrar biomassa a fim de

TECNOLOGIA DE TORREFAÇÃO DE BIOMASSA

PRIMEIRA IMAGEM

UNIDADE INDUSTRIAL COM CAPACIDADE DE 2,5 Á 3,0 TON./HORA DE PRODUÇÃO DE BIOMASSA TORREFICADA

SEGUNDA IMAGEM UNIDADE INDUSTRIAL COM CAPACIDADE DE 15,0 TON./HORA DE PRODUÇÃO DE BIOMASSA TORREFICADA

Utilização da biomassa torreficada. A utilização direta de biomassa torreficada em grande escala e em pequena escala de aquecimento industrial, queima em unidade de co-geração e termoelétrica e para o aquecimento doméstico. Utilização no processo de combustão com o carvão para a produção de aço. O alto teor de carbono fixo da madeira torrada apresenta potencialidade para ser aplicada como redutor

na indústria metalúrgica. Num forno para a produção de silício, processo que requer de redutores de alta resistência mecânica, indicaram que a madeira torrada comportou-se mais eficiente. Devido ao alto grau de padronização da

madeira torrada, o uso gaseificadores facilita a regulação e otimização. Apesar da madeira torrada

possuir menor valor energético específico que o carvão , seu uso é mais conveniente pois a madeira torrada é menos friável o que evita a formação de pó e portanto o gás obtido é mais limpo.

Combustível industrial e doméstico: Pelas características da biomassa torrada esta apresenta-se como um ótimo combustível, tanto em nível industrial como doméstico. O fato de possuir baixas emissões de fumaças durante a combustão, além de poder ser estocada por longos períodos, facilita o uso em

churrasqueiras e fornos a lenha. Destacamos algumas aplicações para este produto: como um

combustível de uso doméstico (lareiras, fogueiras, etc.) por possuir baixas emissões de fumaça durante a

combustão, de uso industrial em caldeiras para a produção de vapor, uso como redutor em processos metalúrgicos devido ao seu alto teor de carbono fixo e uso em gaseificadores, pois sua padronização facilita a regulação e a otimização do processo de gaseificação. Em nível industrial a biomassa torrada, pode ser utilizada em grande escala para a produção de eletricidade na queima em caldeiras para a produção de vapor. Também outra alternativa é o uso na co-combustão com carvão mineral, benefícios

ambientais pela redução de emissões de dióxido de enxofre.

Utilização da biomassa torreficada. A utilização direta de biomassa torreficada em grande escala e em pequena
Utilização da biomassa torreficada. A utilização direta de biomassa torreficada em grande escala e em pequena

Para o mercado interno de produção de energia. Os principais inconvenientes da utilização de resíduos lenhosos e biomassa para a produção de energia são a baixa densidade energética, as dimensões variadas, a alta umidade e o grande volume, demandando grandes áreas de estocagem e dificultando seu transporte. Com a biomassa passando pelo processo de torrefação excluem-se todos os problemas acima. Quem produz biomassa torreficada tem um melhor retorno ao seu investimento pois tem um produto energético com uma densidade menor e uma unidade baixa facilitando o transporte e o armazenamento. Quem consome a biomassa torreficada tem um produto com elevado poder calorífico para geração de energia e um custo baixo em termos de eficiência energética na caldeira industrial e no armazenamento final.

Utilização da biomassa torreficada. A utilização direta de biomassa torreficada em grande escala e em pequena
Biomassa Wood pellets Woodpelles Torreficado Biomassa Carvão Torreficada Teor de Umidade (wt%) 30 – 55 7
 

Biomassa

Wood pellets

Woodpelles Torreficado

Biomassa

 

Carvão

Torreficada

 

Teor de Umidade (wt%)

30

55

7

10

 

1 5

3

10

15

Poder Calorífico(LHV, MJ/kg)

7 12

 

16.2

18

22

19.9

23

28

Materiais Voláteis(wt% db)

75

84

75

84

55

80

58

15

30

Carbono Fixo(wt% db)

16

25

16

25

22

35

25-39

50

55

Densidade Aparente (kg/l)

0.25 0.40

0.60 0.65

0.65 0.80

0.23 0.25

0.80 0.85

Vol. Densidade Energia (GJ/m 3 )

1.4 3.6

8

11

12

19

12.5

18

24

Propriedades Higroscópicas

Hidrofóbica

Hidrofóbica

(Moderada)

(Moderada)

Hidrofóbica

Hidrofóbica

Hidrofóbica

Degradação Biológica

Rápida

Moderada

 

Lenta

Lenta

Nenhum

Consistência do Produto

Limitada

 

Alta

 

Alta

Alta

 

Alta

Custo de Transporte

 

Alto

 

Médio

 

Baixo

Baixo

 

Baixo

Para o mercado de exportação ou de consumo de energia. Por regras fitosanitárias internacionais, a biomassa

Para o mercado de exportação ou de consumo de energia. Por regras fitosanitárias internacionais, a biomassa não pode conter nenhum tipo de biodegradação (fungos).

Não é possível a exportação de uma biomassa no Brasil com a matéria-prima tendo casca (passar por processo de tratamento térmico encarecendo o produto final).

Existe o problema da venda internacional pelo BDMT (produto vendido a base seca). E os custos de transporte internacional é mais elevado (produto baixa densidade e elevado teor de umidade).

Tudo isto vem dificultar o desenvolvimento deste promissor mercado de produção e exportação de biomassa no Brasil. Para evitarmos todos os problemas acima somente com a produção da biomassa torreficada (processo industrial de aquecimento da biomassa em altas temperaturas para diminuição da umidade e a polimerização com a decomposição da hemi-celulose) um produto de característica próxima ao carvão (bio-coal) com o caráter ecológico e renovável.

Além da biomassa residual florestal e industrial, existe uma oportunidade enorme para a torrefação na transformação de resíduos agroindustriais em biocombustível sólido. Da mesma forma, o futuro papel da torrefação para a produção de combustíveis de base biológica e produtos químicos, bem como a sua aplicação em processos industriais. Acreditamos que com a tecnologia de torrefação daremos uma contribuição significativa do futuro envolvendo um mix de energia renovável (biomassa torreficada) em

substituição do carvão fóssil, o que causará um grande avanço na descarbonização da produção de energia. No Brasil existe um grande potencial de biomassa para se

transformar numa significativa fonte confiável de energia. No entanto, a biomassa é um combustível que tem uma baixa eficiência energética (alta umidade, densidade e baixo poder calorífico). Os custos de transporte dificultam o crescimento do setor industrial e florestal. Essas limitações são eliminadas quando a biomassa passa pelo processo de torreficação. Torna-se um combustível renovável energético (baixa umidade e densidade e alto poder calorífico) que tem um custo menor (economia de 20%) em termos de transporte. E um produto energético com um preço mais elevado (energia).

A co-geração de energia no Brasil tem um papel eficiente. Mas existem poucas usinas cogeradora que utilizam a biomassa (custos e eficiência energética). A biomassa

torreficada é mais eficiente para o uso em caldeira industrial de co-geração de energia. Com uma densidade de energia mais elevada, podemos reduzir os custos de transporte,

manuseio e o custo de armazenamento. A biomassa torreficada (devido ao alto poder calorífico, propriedades homogêneas) é adequada para a produção de gás de síntese (gaseificadores de fluxo) para produção de energia ou pode ser convertido por processo catalíticos ou enzimáticos em combustíveis com alto valor de base biológica e química (metanol, etanol, éter dimetílico, butanol, hidrogênio). Na base destes produtos químicos adicionais podem ser produzidos com a biomassa torreficada os polímeros plásticos. A biomassa torreficada pode ser utilizada como um produto em processos industriais como carbonização, composição de polímeros e muitas outras aplicações relacionadas com o carbono, mas com o caráter ecológico e renovável.