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Instituto Superior de Tecnologia do Rio de Janeiro

Nelson Jorge Goulart Abdo

calculAR

RIO DE JANEIRO

Março de 2012
Instituto Superior de Tecnologia do Rio de Janeiro calculAR

Nelson Jorge Goulart Abdo

calculAR

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao


Instituto Superior de Tecnologia em Ciências da Computação
do Rio de Janeiro como requisito parcial a
obtenção do grau de Analista de Sistema.

RIO DE JANEIRO

Julho de 2012

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Dedicatória

Dedico este Trabalho a minha filha Yasmin, motivo de todo meu esforço, buscando
sempre ser o melhor Exemplo possível.

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Agradecimentos

Agradeço primeiramente a Professora Rosa Motta, que por mais de uma vez
me incentivou a seguir em frente, e se hoje estou próximo de concluir meu curso,
sinto que devo um pouco a ela. Gostaria de agradecer também aos professores
José Barbosa, que se prontificou a me orientar neste trabalho, e a professora
Heliana Borges que fez esta ligação entre nós. Por fim, gostaria de agradecer aos
professores Marcio Belo, Altemar Sales, Miguel Carvalho e novamente a Rosa
Motta, pelo conhecimento passado em sala de aula, que me possibilitaram a
conclusão deste.

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RESUMO

Este projeto tem como objetivo produção de um Software para cálculo de


Carga Térmica de Condicionamento de Ar para ambientes residenciais, comerciais,
industriais, entre outros. Para tal, o Software disponibilizará uma interface para
levantamento de requisitos, onde serão solicitados todos os dados necessários ao
usuário, para que, de forma intuitiva, o usuário, mesmo desprovido de grande
experiência na área, possa fazer o levantamento e fornecer todos os dados
necessários.
Através dos dados fornecidos, o Software calculará não só a carga térmica
do ambiente, com também a vazão necessária para renovação de ar do mesmo,
obedecendo às normas da ABNT NBR 16401, partes 1, 2 e 3, assim como as
Recomendações da ANVISA. Após a exibição do valor da carga térmica, o
Software disponibilizará para o Usuário, a opção de gerar um relatório completo da
Carga Térmica, que poderá ser incluído posteriormente como parte do Projeto Final.

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ABSTRACT

This final Project has the objective of produce a software for Air conditioning
thermic charge for houses, commercial building, industrial building or other places.
For using the software the client will provide the information and the software will
made the results in an intuitive way even that the client doesn’t have experience in
the area or doesn’t provide all the necessary information.
Through the information given the software will calculate not just the thermic
charge of the ambient but the necessary air renovation sewage obedient to the
ABNT NBR 16401, parts 1, 2 and 3 and the ANVISA recommendations. After the
exhibition of the thermic charge, the software will provide for the client the option to
generate a complete report that can be included in the final project.

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Glossário

ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas;

ANVISA: Agência Nacional de Vigilância Sanitária;

ASHRAE: American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning


Engineers, Sociedade Americana de Engenheiros de Refrigeração, Aquecimento e
Condicionamento de Ar;

Calor Sensível: Quantidade de energia necessária para que haja alteração da


temperatura de um corpo, sem que haja alteração de estado físico;

Calor Latente: Quantidade de energia necessária para que haja alteração de


estado físico de um corpo, sem que haja alteração de temperatura;

Carga Térmica: Quantidade de calor gerado em determinado Ambiente, em


determinado período de tempo.

Coeficiente de Sombra (CS): Razão entre o ganho de calor solar de um tipo


particular de vidro e do vidro incolor padrão.

Fator de Transmissividade do Material (U): Capacidade do material transmitir


calor de um meio mais quente para outro menos quente através de suas partículas;

SHGF: Solar Heat Gain Factor, Fator de ganho de calor Solar;

Temperatura de Bulbo Seco (TSB): É a temperatura indicada por um Termômetro


Comum.

Umidade Absoluta (u): é definida pela quantidade de vapor de água na atmosfera;

Umidade Relativa (UR): é definida pela razão entre a quantidade de vapor de água
presente na atmosfera, e a quantidade máxima de água suportada na atmosfera
para determinadas condições de temperatura e pressão.

Unidades de Medida:

TR: Unidade de medida de energia equivalente a 3.517 watts. Um TR, ou Tonelada


de Refrigeração, é a energia necessária para derreter uma Tonelada de gelo em 24
horas.

BTU/h: Unidade de Medida Térmica por hora (British Thermal Unity per hour), é
uma unidade de medida de energia equivalente a 3,412 watts.

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Sumário

1. Introdução 09

2. Fundamentação Teórica 10

3. Metodologia 10

4. Análise e Projeto do Software 10


4.1. Lista de Requisitos 10
4.1.1. Funcionais 10
4.1.2. Não-Funcionais 10
4.2. Regras de Negócio 11
4.3. Diagrama de Casos de Uso 12
4.4. Diagrama de Interação (Sequência) 12
4.5. Diagrama de Classes de Domínio 13
4.6. Diagrama de Pacotes 13

5. Conclusão 13

6. Trabalhos Futuros 14

7. Referências Bibliográficas 15

Apêndice A – Modelo de Casos de Uso 16

Apêndice B – Modelo de Classes de Implantação 23

Apêndice C – Protótipo de Interfaces 24

Apêndice D – Tabelas de Normas Técnicas 26

Apêndice E – Fórmulas de Cálculo 39

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1. Introdução

Nos dias atuais, uma das maiores preocupações do homem é a com a


economia de energia que, paradoxalmente, não vivemos sem. A produção de
energia em todo o mundo causa prejuízos ao meio ambiente, ora poluí, ora modifica
ecossistemas inteiros com a criação de grandes represas, e mesmo na sua forma
mais limpa, a energia nuclear possui altos riscos de acidentes muito piores que os
anteriormente descritos.
Quando sabemos que, em qualquer construção, o Condicionamento de Ar
consome entre 35% a 50% da energia total do Empreendimento, é correto dizer que
muito se pode economizar somente na concepção deste sistema. Na busca por um
sistema de Condicionamento de Ar adequado, é de extrema importância que todo o
projeto se inicie de maneira correta, desde o cálculo de suas Cargas Térmicas, o
que não ocorre em boa parte dos empreendimentos, devido ao tempo necessário
para se realizar um cálculo completo e preciso. Com muitas margens de segurança
nos cálculos, os sistemas de Condicionamento de Ar, muitas vezes acabam
superdimensionados, e pelo mesmo motivo, somado ao alto custo de instalação,
algumas vezes acabam por ser sub-dimensionados, em ambos os casos, o
consumo de energia só aumenta.
Em busca de um cálculo mais preciso e ao mesmo tempo mais ágil, os
Projetistas de Ar Condicionado têm buscado apoio em Softwares, no entanto, sem
sucesso. Com a presença de apenas dois Softwares conhecidos no mercado,
ambos de procedência norte-americana, obviamente distribuídos apenas em seu
próprio idioma, o calculAR vem para preencher esta lacuna presente no Mercado
Brasileiro.
Este trabalho apresentará na sequência a Fundamentação Teórica para a
produção do Software a Metodologia usada para tal nas Seções 2 e 3.
Posteriormente, na Seção 4, serão apresentados os Requisitos do Sistema e suas
Regras de Negócio, assim como alguns dos principais diagramas da UML
relacionados ao projeto. Por fim, a seção 5 apresentará uma conclusão sobre o
trabalho desenvolvido, e na seção 6 serão sugeridos trabalhos futuros a serem
desenvolvidos sobre o protótipo apresentado neste projeto.

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2. Fundamentação Teórica

O Software deve ser desenvolvido de acordo com as Normas da ABNT, NBR


16402 e NBR 15220, seguindo ainda as orientações da ASHRAE e do Livro Manual
de Aire Acondicionado, de Willis Carrier, conhecido como o Inventor do Ar
Condicionado Moderno.

3. Metodologia

Para o desenvolvimento, se faz necessária a analise de livros e normas


referentes ao objeto de estudo, que é o calculo da Carga de Térmica de Ar
Condicionado, que seja subdividido em métodos, de acordo com o conceito de
Orientação a Objeto. Estes métodos serão definidos utilizando os padrões da UML
(Unified Modeling Language). Para o desenvolvimento do Software, deve-se utilizar
a Linguagem Java, visando a sua portabilidade como uma das principais
características do Software, e também por este motivo, o Código Fonte deve ser
desenvolvido seguindo o padrão MVC.

4. Análise e Projeto do Software

4.1. Lista de Requisitos

4.1.1. Funcionais
 O Software deverá possuir interface simples e intuitiva, para levantamento dos
dados necessários do ambiente;
 O Software deverá calcular internamente o máximo de dados necessários para
a Carga Térmica, exigindo do Usuário a inserção mínima possível de dados;
 O Software deverá exibir relatório completo da Carga Térmica gerada.

4.1.2. Não-funcionais
 A utilização do Software será através de interface WEB, permitindo a instalação
do Software em um único computador da Rede do Cliente, tornado-se este o
Servidor do Software, ou a utilização através da Internet;
 A portabilidade do Software é desejável;
 O Software deverá atender as Normas ABNT e Decretos Municipais, Estaduais
e Federais, assim como as determinações da ANVISA.
 Os dados tabelados de normas deverão ser localizados externamente ao
Código Fonte do Software, através de arquivos de texto, de forma a receber
alterações futuras com maior facilidade, para atender qualquer possível
modificação na norma.

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4.2. Regras de Negócio


 O calculo da Carga Térmica consiste na soma da Carga de calor Sensível com
a Carga de calor Latente;
 A Carga de calor Latente consiste no somatório entre as Cargas de calor
Latente de: Ar Exterior, Ocupação e Equipamentos;
 A Carga de calor Sensível consiste no somatório entre as Cargas de calor
Sensível de: Ar Exterior, Ocupação, Equipamentos e Iluminação, Paredes
limítrofes com Ambientes Internos não Condicionados, Paredes limítrofes com
Ambientes Externos, Telhado e Fachadas Translúcidas;
 A Carga Térmica de calor Sensível de Ar Exterior é calculada através da
multiplicação da Vazão de Ar Exterior (em Litros por Segundo) pela Diferença
de Temperatura entre o ambiente Externo e a Temperatura de conforto
desejada no Ambiente Interno, multiplicados por uma constante;
cSensAE = Q . 1,23 . ∆t
 A Carga Térmica de calor Latente de Ar Exterior é calculada através da
multiplicação da Vazão de Ar Exterior (em Litros por Segundo) pela Diferença
de Umidade Absoluta entre o ambiente Externo e o Ambiente interno nas
condições de conforto desejadas, multiplicados por uma constante;
cLatAE = Q . 3010 . ∆u
 A Vazão de Ar Exterior é calculada através da multiplicação do número de
ocupantes do Ambiente por 27m³/h (ou 17m³/h para ambientes com alta
rotatividade de pessoas) de acordo com a ANVISA. De acordo com a Norma da
ABNT o número de ocupantes deverá ser multiplicado por uma taxa, e somado
à área do ambiente também multiplicado por outra taxa, ambas tabeladas na
norma NBR 16401. O maior valor deve ser adotado;
 A Ocupação do Ambiente é calculada através da multiplicação de uma taxa de
ocupação, tabelada na Norma ABNT – NBR 16401 – pela área do Ambiente;
 As Cargas Térmicas de Ocupação (de calor Sensível e Latente) e de Iluminação
deverão ser calculadas através da multiplicação de uma taxa, tabelada na
Norma ABNT – NBR 16401 – pela área do Ambiente;
 A Carga Térmica de Paredes limítrofes com Ambientes Internos será calculada
através da multiplicação do Fator de Transmissividade do Material (U) pela área
de parede e a Diferença entre a Temperatura do Ambiente Adjacente e a
Temperatura de conforto desejada no Ambiente Condicionado, menos três;
cSensPI = U . A . (∆t - 3)
 A Carga Térmica de Paredes limítrofes com Ambientes Externos e Telhados
será calculada através da multiplicação do Fator de Transmissividade do
Material (U) pela área de parede e a CLTD (fator tabelado no Livro da ASHRAE,
Handbook Fundamentals);
cSensPE = U . A . CLTD
 A Carga Térmica de Fachadas Translúcidas será dividida entre Carga Térmica
de Convecção, que será calculada da mesma forma que a Carga Térmica de
Paredes limítrofes com Ambientes Externos, e a Carga Térmica de Radiação,
que será calculada através da área da Superfície Translúcida multiplicada por
Três fatores tabelados, o Coeficiente de Sombra (tabelado na Norma ABNT –
NBR 15220), e o CLF e o SHFG (ambos tabelados no Livro Manual de Aire
Acondicionado).
cSensFT = A . CS . CLF . SHGF

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4.3. Diagrama de Casos de Uso

Figura 1. Diagrama de Casos de Uso

4.4. Diagrama de Interação (Sequência)

Figura 2. Diagrama de Sequência

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4.5. Diagrama de Classes de Domínio

Figura 3. Diagrama de Classes de Domínio

4.6. Diagrama de Pacotes

Figura 4. Diagrama de Pacotes

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5. Conclusão

Visando cálculos precisos e ágeis de Cargas Térmicas, o projeto foi iniciado


com objetivo de fornecer uma Ferramenta de apoio à projetos de Condicionamento
de Ar. Sempre visando um Software intuitivo, de fácil utilização, o protótipo foi
desenvolvido utilizando-se de apenas uma interface de entrada de dados.
Obedecendo a todas as normas vigentes no país com relação ao tópico do
projeto, este protótipo é capaz de gerar cálculos precisos de Carga Térmica,
atendendo exatamente a necessidade apontada no início deste projeto.
O protótipo do Software foi implementado com uma interface no conceito
“minimalista”, o qual permitirá sua portabilidade para dispositivos móveis. Apresenta
perfeito funcionamento. Através deste protótipo, o Software pode ser desenvolvido
posteriormente para agregar maiores funcionalidades, tais como: Cálculos de
Cargas Térmicas Simultâneas para grandes Edificações, considerando inúmeros
ambientes, ou a apresentação de gráficos indicando a evolução das Cargas
Térmicas ao longo de um dia, ou de um ano.

6. Trabalhos Futuros

O protótipo apresentado é capaz apenas de gerar um relatório do cálculo de


Carga Térmica Máxima para um ambiente individualmente. O objetivo final deste
estudo é a criação de um Software mais completo. Futuramente, o calculAR poderá
ser finalizado com a inclusão de outras funcionalidades, como: Calculo de vários
Ambientes para um mesmo sistema ou sistemas independentes, Possibilidade de
gravar projetos para consultas e edições futuras, Exibição Gráfica da Evolução da
Carga Térmica durante o ano, e durante as horas do dia, e não apenas a Carga
Térmica Máxima e Calculo de Carga Térmica Simultânea.

 Calculo de vários ambientes: O software final deverá ser capaz de permitir ao


usuário, calcular um número variável de ambientes, demarcados como do mesmo
sistema ou de sistemas diferentes, afim de, somente ao término de todos os
cálculos, exibir não somente os Relatórios de Carga dos Ambientes, mas também
do somatório dos Sistemas;
 Edição de Projetos: Capacidade de modificação de dados como, área, pé
direito, entre outros, após a finalização do calculo, realizando novo calculo para o
novo parâmetro modificado, e gerando o relatório de Carga corrigido;
 Possibilidade de Gravação: Capacidade de manter um projeto, finalizado ou
não, para consultas futuras, ou finalização posterior;
 Gráfico de Evolução: capacidade de exibir todos os dados da Carga Térmica
calculada, para cada mês do ano e cada hora do dia, mostrando esta evolução
graficamente, e não somente exibindo o valor de Carga Térmica Máxima;
 Carga Térmica Simultânea: Capacidade de calcular a carga simultânea de
edificações complexas, com ambientes voltados para diversificadas orientações
solares, com diferentes horários de utilização, e conseqüentemente, diferentes
curvas de evolução de Carga. A carga Simultânea consiste na união das curvas
destes ambientes, mostrando que a Carga Máxima de uma Edificação complexa,
naturalmente, não consiste no somatório das Máximas individuais de cada
Ambiente.

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7. Referências Bibliográficas

MARCOMBO, S. A. Manual de Aire Acondicionado – 1970, Boixareu Editores. Avda.


José Antonio, 594 (frente Universidad).

ASHRAE Handbook Fundamentals 2005.


American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers Inc. –
1791 Tullie Circle, N.E. Atlanta GA 30329

ABNT NBR 16401:2008 – Instalações de Ar Condicionado – Sistemas Centrais e


Unitários.
Associação Brasileira de Normas Técnicas – www.abnt.org.br

ABNT NBR 15220-3:2008 – Desempenho térmico de edificações – Parte 3 –


Zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes construtivas para habitações uni
familiares de interesse social.
Associação Brasileira de Normas Técnicas – www.abnt.org.br

DEITEL, H. M., DEITEL, P. J., Java: Como programar – 8ª edição – 2010, Pearson
Prentice Hall.

SIERRA, K.; BATES, B., Use a Cabeça! Java – 2005, AltaBooks. Rio de Janeiro.

BEZERRA, E., Princípios de Analise e Projetos de Sistema com UML – 2ª edição –


2007, Elsevier.

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Apêndice A - Modelo de Casos de Uso

Caso de Uso: Calcular Carga Térmica (CSU01).


Responsável pela inserção de dados iniciais na Classe Estática de Carga Térmica
de acordo com os dados fornecidos pelo Usuário. Responsável pela inicialização e
organização dos demais Casos de Uso.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Servidor WEB.
Pré-condições: Software inicializado no Servidor. Todos os campos do Formulários
devem ser preenchidos.
Fluxo Principal: O usuário envia os dados do Ambiente através do Formulário. Os
dados referentes ao Levantamento Físico do Ambiente são inseridos no Modelo de
Dados. Os cálculos são inicializados.
Fluxo Alternativo 1: Se o Horário de Início de Funcionamento inserido no
Formulário for maior ou igual ao Horário de Término de Funcionamento,
também inserido no Formulário, deve-se corrigir os Horários de Início e
Término de Funcionamento, de forma que seja considerado um
Funcionamento de 24 horas diárias.
É realizada a Busca das Condições Climáticas (CSU02). São realizados os cálculos
de Ocupação (CSU09) e de Vazão de Ar de Renovação (CSU10). São realizados
os cálculos de Carga de Ocupação (CSU12) e de Carga de Iluminação (CSU13). É
realizado o cálculo de Carga Térmica de Paredes Externas (CSU16).
Fluxo Alternativo 2: Se houver ambiente superior e o ambiente não for
condicionado, a área de laje é acrescida a área de paredes internas. Senão,
é realizado o cálculo de Carga Térmica de Telhado.
Fluxo Alternativo 3: Se houver ambiente inferior e o ambiente não for
condicionado, a área de laje é acrescida a área de paredes internas.
São realizados os demais cálculos de cargas térmicas (CSU11, CSU14, CSU15 e
CSU17). Os somatórios de cargas térmicas para cada hora dia e mês do ano são
comparados e o maior valor é selecionado. O mês e a hora referentes ao valor de
Carga Térmica Máxima selecionado são inseridos no Modelo de Dados. O Software
é redirecionado para página de relatório.
Pós-condições: O Relatório deve exibir todos os dados referentes ao cálculo da
carga térmica, como Localidade, Condições Climáticas, Hora e Mês de referência e
as Cargas Térmicas Totais e Individuais.

Caso de Uso: Buscar Condições Climáticas (CSU02).


Responsável por selecionar as condições climáticas para os Cálculos.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Documento de dados.
Pré-condições: O Documento de dados deve estar de acordo com as respectivas
tabelas anexas a este documento (Figuras 13 à 17). Deve ser informada a
Localidade. Somente pode ser executado mediante execução do CSU01.
Fluxo Principal: O Documento de dados deve ser lido para o programa e
armazenado de maneira ordenada. Os dados referentes à Localidade desejada
devem ser selecionados.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: Os dados referentes à localidade desejada devem ser
armazenados no Modelo de Dados.

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Caso de Uso: Buscar SHGF (CSU03).


Responsável por selecionar o SHGF para os Cálculos.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Documento de dados.
Pré-condições: O Documento de dados deve estar de acordo com a respectiva
tabela anexa a este documento (Figura 26). Deve ser informado o mês de calculo e
a Latitude da Localidade. Somente pode ser executado mediante execução do
CSU02.
Fluxo Principal: O Documento de dados deve ser lido para o programa e
armazenado de maneira ordenada. Os dados referentes a SHGF de todas as
orientações solares para o mês desejado devem ser selecionados.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: Os dados referentes da SHGF desejada devem ser retornados.

Caso de Uso: Buscar CLTD (CSU04).


Responsável por selecionar a CLTD para os Cálculos.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Documento de dados.
Pré-condições: Deve ser informada a orientação solar da fachada e a espessura
da parede. Somente pode ser executado mediante execução do CSU01.
Fluxo Principal: O Documento de dados deve ser lido para o programa e
armazenado de maneira ordenada. Os valores de CLTD para a espessura de
parede informada devem ser selecionados. A CLTD da orientação solar desejada
deve ser selecionada.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: A CLTD da orientação solar desejada deve ser retornada.

Caso de Uso: Buscar CLF (CSU05).


Responsável por selecionar a CLF para os Cálculos.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Documento de dados.
Pré-condições: Deve ser informada a orientação solar da fachada. Somente pode
ser executado mediante execução do CSU01.
Fluxo Principal: O Documento de dados deve ser lido para o programa e
armazenado de maneira ordenada. Os valores de CLF para o tipo de material da
Fachada Translúcida definido no Modelo de Dados devem ser selecionados. A CLF
da orientação solar desejada deve ser selecionada.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: A CLF da orientação solar desejada deve ser retornada.

Caso de Uso: Calcular Correção de Temperatura (CSU06).


Responsável por selecionar o percentual de correção da Temperatura Externa.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: Deve ser informada a hora de calculo.
Fluxo Principal: O valor percentual referente à hora de calculo informada deve ser
selecionado de acordo com a tabela anexa a este documento (Figura 12).
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: O valor percentual de correção deve ser retornado.

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Caso de Uso: Calcular Diferença de Temperatura (CSU07).


Responsável por calcular o diferencial entre a temperatura Externa e a temperatura
de conforto desejada para o Ambiente.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: Deve ser informada a hora de calculo. Os valores de TBS, TBSa e
DR definidos no Modelo de Dados serão utilizados. Somente pode ser executado
mediante execução do CSU02.
Fluxo Principal: O TBS deverá ser subtraído do valor da DR multiplicado pela
Correção (CSU06). O TBSa deve ser subtraído do valor previamente encontrado. O
valor resultante será o diferencial de temperatura.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: O valor do diferencial de temperatura deve ser retornado.

Caso de Uso: Calcular Diferença de Umidade (CSU08).


Responsável por calcular o diferencial entre a umidade absoluta Externa e a
umidade absoluta desejada para o Ambiente.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: Os valores de Umidade Absoluta Externa, TBSa e Umidade
Relativa definidos no Modelo de Dados serão utilizados. Somente pode ser
executado mediante execução do CSU02.
Fluxo Principal: A Umidade Absoluta do Ambiente deve ser calculada através da
TBSa e Umidade Relativa de Conforto selecionada para o Ambiente, de acordo com
a respectiva Fórmula listada no Apêndice E deste documento. A Umidade Absoluta
do Ambiente interno deve ser subtraída da Umidade Absoluta Externa. O valor
resultante será o diferencial de Umidade Absoluta.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: O valor do diferencial de Umidade Absoluta deve ser retornado.

Caso de Uso: Calcular Ocupação (CSU09).


Responsável por calcular o Número de Pessoas no Ambiente.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: A área do Ambiente e seu tipo de Atividade devem ser informados.
Somente pode ser executado mediante execução do CSU01.
Fluxo Principal: Deve ser selecionada a Taxa de Ocupação para a Atividade
informada, de acordo com a sua respectiva tabela, anexa a este documento
(Figuras 10 e 11). A taxa de Ocupação deve ser multiplicada pela área para
encontrar o valor da Ocupação do Ambiente.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: O valor da Ocupação do Ambiente deve ser armazenado no
Modelo de Dados.

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Caso de Uso: Calcular Vazão de Ar de Renovação (CSU10).


Responsável por calcular a vazão necessária de renovação de ar para o Ambiente.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: A área do Ambiente e seu tipo de Atividade devem ser informados.
Os valores de Ocupação e Área do Ambiente e o tipo de Atividade definidos no
Modelo de Dados serão utilizados. Somente pode ser executado mediante
execução do CSU09.
Fluxo Principal: Serão selecionadas as taxas de vazão por área e vazão por
pessoa, de acordo com a respectiva tabela em anexo (Figuras 10 e 11) para o
calculo de Vazão de acordo com a Norma ABNT. A taxa de vazão por pessoa
deverá ser multiplicada pela ocupação, a taxa de vazão por área deverá ser
multiplicada pela área, os resultados deverão ser somados para encontrar a vazão
mínima de renovação de ar de acordo com a Norma ABNT. Para calculo da vazão
mínima de renovação de acordo com as resoluções da ANVISA, a Ocupação do
Ambiente deve ser multiplicada pela taxa de 27m³/h por pessoa para ambientes em
geral, e para casos específicos de ambientes de alta rotatividade de pessoas, deve
ser multiplicada pela taxa de 17m³/h por pessoa. Os resultados de vazão mínima de
renovação, calculados conforme a Norma ABNT e as Resoluções da ANVISA
devem ser comparados e o maior deles deve ser selecionado como Vazão mínima
de renovação de Ar Externo para o Ambiente.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: O valor da Vazão mínima de renovação de Ar Externo para o
Ambiente deve ser armazenado no Modelo de Dados.

Caso de Uso: Calcular Carga de Ar de Renovação (CSU11).


Responsável por calcular a Carga Térmica referente ao Ar Externo de Renovação.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: A hora de calculo deve ser informada. Somente pode ser
executado mediante execução dos CSU07, CSU08 e CSU10.
Fluxo Principal: A Carga Térmica Sensível de Ar Exterior referente à hora
determinada deve ser calculada de acordo com a Fórmula listada no Apêndice E
deste documento e armazenada na primeira posição de um vetor de Números
Reais. A Carga Térmica Latente de Ar Exterior referente à hora determinada deve
ser calculada de acordo com a Fórmula listada no Apêndice E deste documento e
armazenada na segunda posição do mesmo vetor de Números Reais acima citado.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: O vetor de Números Reais com as Cargas Térmicas, Sensível e
Latente, referentes ao Ar Externo de Renovação, deve ser retornado.

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Caso de Uso: Calcular Carga de Ocupação (CSU12).


Responsável por calcular a Carga Térmica referente à Ocupação do Ambiente.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: O tipo de Atividade do Ambiente deve ser informado. Somente
pode ser executado mediante execução do CSU09.
Fluxo Principal: As taxas de Calor Sensível e Latente por pessoa deverão ser
selecionadas pelo tipo de Atividade do Ambiente, de acordo com a respectiva tabela
em anexo a este documento (Figura 19). As Cargas Térmicas, Sensível e Latente,
de Ocupação devem ser calculadas através da multiplicação das taxas
selecionadas pelo Número de Pessoas. A Carga Térmica Sensível de Ocupação
deve ser armazenada na primeira posição de um vetor de Números Reais. A Carga
Térmica Latente de Ocupação deve ser armazenada na segunda posição do
mesmo vetor de Números Reais acima citado.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: O vetor de Números Reais com as Cargas Térmicas, Sensível e
Latente, referentes à Ocupação, deve ser retornado.

Caso de Uso: Calcular Carga de Iluminação (CSU13).


Responsável por calcular a Carga Térmica referente à Iluminação do Ambiente.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: O tipo de Atividade do Ambiente deve ser informado. Somente
pode ser executado mediante execução do CSU01.
Fluxo Principal: A taxa de Calor Sensível por m² deverá ser selecionada pelo tipo
de Atividade do Ambiente, de acordo com a respectiva tabela em anexo a este
documento (Figura 18). A carga Térmica de Iluminação deverá ser calculada
através da multiplicação da taxa selecionada pela área do Ambiente.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: A carga Térmica de Iluminação deve ser retornada.

Caso de Uso: Calcular Carga de Paredes Internas (CSU14).


Responsável por calcular a Carga Térmica referente a Paredes limítrofes com
Ambientes Internos não condicionados.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: A hora de calculo deve ser informada. Os valores de TBS, TBSa,
DR, Pé Direito, Perímetro de Paredes Internas, Espessura da Parede e Material da
Parede, definidos no Modelo de Dados serão utilizados. Somente pode ser
executado mediante execução dos CSU02 e CSU06.
Fluxo Principal: A Carga Térmica de Paredes Internas, referente à hora
determinada deve ser calculada de acordo com a Fórmula listada no Apêndice E
deste documento.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: A Carga Térmica de Paredes Internas deve ser retornada.

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Caso de Uso: Calcular Carga de Telhado (CSU15).


Responsável por calcular a Carga Térmica referente ao Telhado.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: Os valores de TBS, TBSa, DR, Hora Inicial, Hora Final, Área,
Espessura do Forro, Material do Forro, Espessura do Telhado e Material do
Telhado, definidos no Modelo de Dados serão utilizados. Somente pode ser
executado mediante execução dos CSU02 e CSU04.
Fluxo Principal: A Carga Térmica do Telhado deve ser calculada para cada hora
do dia entre a Hora Inicial e a Hora Final de funcionamento do Ambiente de acordo
com a Fórmula listada no Apêndice E deste documento. As cargas Térmicas de
Telhado deverão ser armazenadas em um vetor de Números Reais ordenadas de
acordo com a ordem das horas de calculo.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: O vetor de Números Reais, contendo as Cargas Térmicas de
Telhado deve ser retornado.

OBS.: A Fórmula de cálculo para Carga Térmica de Telhado, coincide com a


Fórmula de cálculo para Carga de Térmica de Paredes Externas.

Caso de Uso: Calcular Carga de Paredes Externas (CSU16).


Responsável por calcular a Carga Térmica referente às Paredes limítrofes com o
Ambiente Externo.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: Os valores de TBS, TBSa, DR, Hora Inicial, Hora Final, Pé Direito,
Extensão de cada Parede Externa, Espessura de cada Parede Externa e Material
das Parede Externa, definidos no Modelo de Dados serão utilizados. Somente pode
ser executado mediante execução dos CSU02 e CSU04.
Fluxo Principal: A Carga Térmica das Paredes Externas deve ser calculada para
cada hora do dia entre a Hora Inicial e a Hora Final de funcionamento do Ambiente
de acordo com a Fórmula listada no Apêndice E deste documento. As cargas
Térmicas de Paredes Externas deverão ser armazenadas em um vetor
bidimensional de Números Reais ordenadas de acordo com as horas de calculo e
as orientações solares de cada Parede. As Cargas Térmicas para todas as Paredes
Externas referentes às mesmas horas do dia deverão ser armazenadas em um
vetor de Números Reais, ordenadas de acordo com as horas de calculo.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: O vetor de Números Reais, contendo as Cargas Térmicas Totais
de Paredes Externas deve ser retornado.

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Caso de Uso: Calcular Carga de Fachadas Translúcidas (CSU17).


Responsável por calcular a Carga Térmica referente às Fachadas Translúcidas
limítrofes com o Ambiente Externo.
Ator Primário: Usuário.
Ator Secundário: Não aplicável.
Pré-condições: Os valores de TBS, TBSa, DR, Latitude, Altitude, Hora Inicial, Hora
Final, Área de cada Fachada Translúcida, Espessura de cada Fachada Translúcida
e Material das Fachada Translúcida, definidos no Modelo de Dados serão utilizados.
Somente pode ser executado mediante execução dos CSU02, CSU03, CSU04 e
CSU05.
Fluxo Principal: A Carga Térmica das Fachadas Translúcidas deve ser calculada
para cada hora do dia entre a Hora Inicial e a Hora Final de funcionamento do
Ambiente e também para cada mês do ano de acordo com a Fórmula listada no
Apêndice E deste documento. As cargas Térmicas de Fachadas Translúcidas
deverão ser armazenadas em um vetor tridimensional de Números Reais ordenadas
de acordo com as horas e meses de calculo e as orientações solares de cada
parede. As Cargas Térmicas para todas as Fachadas Translúcidas referentes às
mesmas horas do dia e meses do ano deverão ser armazenadas em um vetor
bidimensional de Números Reais, ordenadas de acordo com as horas e meses de
calculo.
Fluxos Alternativos: Não aplicável.
Pós-condições: O vetor bidimensional de Números Reais, contendo as Cargas
Térmicas Totais de Fachadas Translúcidas deve ser retornado.

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Apêndice B – Modelo de Classes de Implantação

Figura 5. Diagrama de Classes de Implementação

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Apêndice C – Protótipo de Interfaces

Figura 6. Tela 1 (Formulário)

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Figura 7. Tela 2 (Relatório)

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Apêndice D – Tabelas de Normas Técnicas

Figura 8. Condições Internas – Adaptado da Resolução 09, ANVISA

Figura 9. Condições Internas – Adaptado da Norma ABNT NBR 16401:2008

Figura 10. Vazão de eficaz mínima de ar exterior para ventilação


ABNT NBR 16401-3, pág. 5

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Figura 11. Vazão de eficaz mínima de ar exterior para ventilação (continuação)


ABNT NBR 16401-3, pág. 6

Figura 12. Fração da Variação média diária de Temperatura

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Figura 13. Condições Climáticas, Região Norte – ABNT NBR 16401-1, pág. 32

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Figura 14. Condições Climáticas, Região Nordeste – ABNT NBR 16401-1, págs. 33 e 34

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Figura 15. Condições Climáticas, Região Sudeste – ABNT NBR 16401-1, págs. 35 e 36

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Figura 16. Condições Climáticas, Região Centro-Oeste – ABNT NBR 16401-1, pág. 34

Figura 17. Condições Climáticas, Região Sul – ABNT NBR 16401-1, pág. 36

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Figura 18. Taxas típicas de dissipação de calor pela iluminação


ABNT NBR 16401-1, pág. 54

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Figura 19. Taxas típicas de calor liberado por pessoas – ABNT NBR 16401-1, pág. 53

Figura 20. Taxas típicas de dissipação de calor de equipamentos de escritório –


Equipamentos diversos – ABNT NBR 16401-1, pág. 55

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Figura 21. Taxas típicas de dissipação de calor e umidade de alguns equipamentos


comerciais – Restaurantes e Lanchonetes – ABNT NBR 16401-1, pág. 58

Figura 22. Taxas típicas de dissipação de calor de equipamentos de escritório –


Computadores – ABNT NBR 16401-1, pág. 55

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Figura 23. Taxas típicas de dissipação de calor de equipamentos de escritório – Impressoras e


Copiadoras – ABNT NBR 16401-1, pág. 55

Figura 24. Condutividade térmica dos materiais


Adaptado da Norma ABNT NBR 15220, Partes 2 e 3

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Figura 25. Resistência térmica de câmaras de ar não ventiladas


ABNT NBR 15220-2, pág. 11

Figura 26. SHGF (Solar Heat Gain Factor) – Manual de Aire Acondicionado

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Figura 27. CLF para vidros com Sombreamento Interno


Adaptado de Manual de Aire Acondicionado

Figura 28. CLF para vidros sem Sombreamento Interno


Adaptado de Manual de Aire Acondicionado

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Figura 29. CLTD – Adaptado de ABNT NBR 15220

Figura 30. CLTD – Adaptado de ABNT NBR 15220

Figura 31. CLTD – Adaptado de ABNT NBR 15220

Figura 32. CLTD – Adaptado de ABNT NBR 15220

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Apêndice E – Fórmulas de Cálculo

cSensAE = Q . 1,23 . ∆t
cLatAE = Q . 3010 . ∆u
cSensPI = U . A . (∆t - 3)
cSensT = U . A . CLTD
cSensPE = U . A . CLTD
cSensFT = A . CS . CLF . SHGF
∆t = TBS - DR * Correção - TBSa
∆u = u - ua
ua = 0,622 * ( Ppv / Pas )
Ppv = UR * Pv
Pas = Patm - Ppv
Pv = exp( ( 17,27 * TBSa ) / ( 237,3 + TBSa ) ) * 0,6105

Legenda :

cSensAE = Calor Sensível de Ar Exterior


cLatAE = Calor Latente de Ar Exterior
cSensPI = Calor Sensível de Paredes Internas
cSensT = Calor Sensível de Telhado
cSensPE = Calor Sensível de Paredes Externas
cSensFT = Calor Sensível de Fachadas Translúcidas
Q = Vazão de Ar
∆t = Diferencial de Temperatura
UR = Umidade Relativa do Ar
∆u = Diferencial de Umidade Absoluta
u = Umidade Absoluta do Ar
ua = Umidade Absoluta do Ar do Ambiente Condicionado
Patm = Pressão Atmosférica
Pv = Pressão Máxima de Vapor
Ppv = Pressão Parcial de Vapor
Pas = Pressão Parcial de Ar Seco
U = Fator de Transmissividade do Material
A = Área da Superfície
CS = Coeficiente de Sombra
TBS = Temperatura de Bulbo Seco
TBSa = Temperatura de Bulbo Seco do Ambiente Condicionado
DR = Daily Range, Variação diária de Temperatura

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