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Máximos e Mı́nimos Relativos Máximos e Mı́nimos Absolutos Funções Crescentes e Decrescentes

MAT140 - Cálculo I - Máximos e Mı́nimos Locais


e Globais, Pontos Crı́ticos e o Teste da Derivada
Primeira

4 de novembro de 2015

MAT140 - Cálculo I - Máximos e Mı́nimos Locais e Globais, Pontos Crı́ticos e o Teste da Derivada Primeira UFV
Máximos e Mı́nimos Relativos Máximos e Mı́nimos Absolutos Funções Crescentes e Decrescentes

Vimos que a derivada de uma função em um ponto é a inclinação da


reta tangente ao gráfico da função neste ponto. Usaremos agora a
derivada como ferramenta para auxiliar no esboço de gráficos. Para isso,
precisaremos de algumas definições e teoremas.

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Máximos e Mı́nimos Relativos Máximos e Mı́nimos Absolutos Funções Crescentes e Decrescentes

Definição
A função f terá um valor máximo relativo em c se existir um intervalo
aberto contendo c, no qual f (x) esteja definida, tal que f (c) ≥ f (x) para
todo x no intervalo. Neste caso, dizemos que f (c) é valor máximo
relativo de f .
Exemplo

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Exemplo
x3
Seja f (x) = 3 − x.

f terá um máximo relativo em −1. Pois, −1 ∈ (−1.5, −0.5) e


f (−1) ≥ f (x), ∀x ∈ (−1.5, −0.5).
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Definição
A função f terá um valor mı́nimo relativo em c se existir um intervalo
aberto contendo c, no qual f (x) esteja definida, tal que f (c) ≤ f (x) para
todo x no intervalo. Neste caso, dizemos que f (c) é valor mı́nimo
relativo de f
Exemplo

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Exemplo
x3
Seja f (x) = 3 − x.

f terá um mı́nimo relativo em 1. Pois, 1 ∈ (0.8, 1.2) e f (1) ≤ f (x),


∀x ∈ (0.8, 1.2)).
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Teorema
Se f (x) foi definida para todos os valores x no intervalo aberto (a, b) e se
0
f tiver um extremo relativo em c, onde a < c < b, então f (c) = 0 se
0
f (c) existir.

Observação
A interpretação geométrica deste teorema é que se f tiver um extremo
0
relativo em c, e se f (c) existir, então o gráfico de f precisará ter uma
reta tangente horizontal no ponto onde x = c.

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Exemplo
Considere a função definida por f (x) = (x − 3)3 .

0 0
f (x) = 3(x − 3)2 e assim f (3) = 0, mas f (x) < 0 para x < 3 e
f (x) > 0 para x > 3. Logo, f não tem um extremo relativo em x = 3.
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Exemplo
Considere a função f (x) = (x − 3)2 .

0 0
f (x) = 2(x − 3) e assim, f (3) = 0. Como f (x) > f (3) = 0 para x ∈ R,
então f tem um mı́nimo relativo em 3.
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Definição
0 0
Se c for um número no domı́nio da função f e se f (c) = 0 ou f (c) não
existir, então c será chamado de número crı́tico de f e o ponto (c, f (c))
será chamado de ponto crı́tico de f .

Exemplo
4 1
Encontre os números crı́ticos da função f (x) = x 3 + 4x 3 .

0 1 −2
f (x) = 43 x 3 + 43 x 3
−2
= 34 x 3 (x − 1)
= 4(x−1)2
3(x 3 )
0 0
Quando f (−1) = 0 e f (x) não existe para x = 0. Logo, −1 e 0 são os
números crı́ticos da função f .

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Definição
A função f terá um valor máximo absoluto num intervalo, se existir algum
número c neste intervalo, tal que f (c) ≥ f (x) para todo x no intervalo.
Em tal caso, f (c) será o valor máximo absoluto de f no intervalo.

Definição
A função f terá um valor mı́nimo absoluto num intervalo, se existir algum
número c neste intervalo, tal que f (c) ≤ f (x) para todo x no intervalo.
Em tal caso, f (c) será o valor mı́nimo absoluto de f no intervalo.

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Exemplo
Seja f (x) = 2x definida no intervalo [−1, 4).

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Não há valor máximo absoluto em [−1, 4) pois limx→4− f (x) = 8, mas
f (x) é sempre menor que 8 no intervalo. A função tem um valor mı́nimo
absoluto em −2.

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Exemplo
x
A função f definida por f (x) = 1−x 2 não possui valor máximo absoluto e

nem valor mı́nimo absoluto em (−1, 1). Observe que lim− f (x) = ∞ e
x→1
lim + f (x) = −∞
x→−1

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Podemos falar de um valor extremo absoluto de uma função mesmo que


não seja especificado um intervalo. Em tal caso, estaremos nos referindo
ao extremo absoluto da função em todo o seu domı́nio.
Definição
f (c) será o valor máximo absoluto da função f se c estiver no domı́nio
de f e se f (c) ≥ f (x) para todos os valores de x no domı́nio de f .

Definição
f (c) será o valor mı́nimo absoluto da função f se c estiver no domı́nio de
f e se f (c) ≤ f (x) para todos os valores de x no domı́nio de f .

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Exemplo
Considere a função f (x) = −x 2 − 2x − 8. O gráfico de f (x) é dado por

Como f (x) ≤ f (−1) = −7, ∀x ∈ R a função f têm um valor máximo


absoluto em f (−1) = −7.

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Teorema (Teorema do Valor Extremo)


Se a função f for contı́nua no intervalo fechado [a, b], então f terá um
valor máximo absoluto e um valor mı́nimo absoluto em [a, b].

O valor máximo absoluto e o valor mı́nimo absoluto de uma função


contı́nua em um intervalo [a, b] podem ser encontrados através do seguinte
procedimento:

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1-Ache os valores da função nos números crı́ticos de f em (a, b).


2-Ache os valores de f (a) e f (b).
3-O maior dentre os valores das etapas 1 e 2 será o valor máximo
absoluto e o menor será o mı́nimo absoluto.

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Exemplo
Vamos determinar os extremos absolutos (máximos e mı́nimos absolutos)
2
da função f (x) = (x − 2) 3 no intervalo [1, 5].

Como f é contı́nua, o teorema do valor extremo pode ser aplicado. Como


0 2
f (x) = 1
3(x − 2) 3
0 0
e f (x) 6= 0, para todo x real, e f (x) não existe para x = 2, concluı́mos
que o 2 é o único número crı́tico de f . Assim, os extremos absolutos da
função ocorrem em x = 2 ou nos extremos do intervalo.

Como f (1) = 1, f (2) = 0 e f (5) =√3 9, podemos concluir que f (2) = 0 é
o valor mı́nimo absoluto e f (5) = 3 9 é o valor máximo absoluto de f .

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Definição
Uma função f definida em um intervalo será crescente naquele intervalo
se, e somente se,

f (x1 ) < f (x2 ) sempre que x1 < x2 ,

onde x1 e x2 são quaisquer números no intervalo.

Definição
Uma função f definida em um intervalo será decrescente naquele
intervalo se, e somente se,

f (x1 ) > f (x2 ) sempre que x1 < x2 ,

onde x1 e x2 são quaisquer números no intervalo.

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Analisando a função acima no intervalo [x1 , x4 ], podemos concluir que


função é crescente nos intervalos [x1 , x2 ], [x3 , x4 ] é decrescente no intervalo
[x2 , x3 ].

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Teorema
Seja f uma função contı́nua no intervalo fechado [a, b] e derivável no
intervalo aberto (a, b):
0
1. Se f (x) > 0 para todo x ∈ (a, b), então f será crescente em [a, b].
0
2. Se f (x) < 0 para todo x ∈ (a, b), então f será decrescente em
[a, b].

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Exemplo
Determine os intervalos onde f (x) = x 3 − 12x − 5 é crescente e f é
decrescente.
A função f é contı́nua e derivável em qualquer ponto. A primeira
derivada é dada por
0
f (x) = 3x 2 − 12
= 3(x 2 − 4)
= 3(x − 2)(x + 2)

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0 0
Assim, f (x) > 0 nos intervalos (−∞, −2), (2, ∞) e f (x) < 0 no intervalo
(−2, 2).
Pelo teorema acima, f é crescente nos intervalos (−∞, −2], [2, ∞)
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Teorema (Teste da Derivada Primeira)


Seja f uma função contı́nua em todos os pontos do intervalo aberto
0
(a, b), contendo o número c e suponha que f exista em todos os pontos
do intervalo (a, b) exceto possivelmente em c.
0
1. Se f (x) > 0 para todos os valores de x em algum intervalo aberto
0
tendo c como extremo direito e se f (x) < 0 para todos os valores
de x em algum intervalo aberto tendo c como extremo esquerdo,
então f terá um valor máximo relativo em c.
0
2. Se f (x) < 0 para todos os valores de x em algum intervalo aberto
0
tendo c como extremo direito e se f (x) > 0 para todos os valores
de x em algum intervalo aberto tendo c como extremo esquerdo,
então f terá um valor mı́nimo relativo em c.

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Prova: (Para consulta)


0
Seja (d, c) o intervalo para o qual f (x) > 0. Pelo teorema 3.3, f é
0
crescente em [d, c]. Agora, seja (c, e) o intervalo para o qual f (x) < 0.
Pelo teorema 3.3, f é decrescente em [c, e]. Como f é crescente em
[d, c), para x1 em [d, c] e x1 6= c, temos f (x1 ) < f (c). Analogamente,
Como f é decrescente em [c, e], para x2 em [d, c] e x2 6= c, temos
f (x2 ) > f (c). Logo f tem um valor máximo relativo em c.
A demostração do ı́tem (2) é análoga.

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Exemplo
Dada a função
1
f (x) = x 3 (x − 4),
vamos determinar os pontos crı́ticos, identificar os intervalos onde a
função é crescente e decrescente e determinar os extremos locais e
abolutos, caso existam.
4 1
Primeiramente, observe que f (x) = x 3 − 4x 3
0 1 −2
f (x) = 34 x 3 − 43 x 3

−2
= 34 x 3 (x − 1)

4(x−1)
= 2
3x 3

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Exemplo (Continuação)
0 0
Logo, f (x) = 0 para x = 1 e f (x) não existe para x = 0. Portanto, os
números crı́ticos de f são x = 0 e x = 1. Como f (0) = 0 e f (1) = −3,
os pontos crı́ticos de f são

(0, 0) e (1, −3).

Iremos agora determinar os intervalos de crescimento e decrescimento.


Como
2
3x 3 > 0 para todo x 6= 0
0
o sinal de f dependera apenas da expressão 4(x − 1).
Como
4(x − 1) > 0 para x > 1 e
.
4(x − 1) < 0 para x < 1

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Exemplo (continuação)
Portanto,
0
f (x) > 0 para x > 1 e
0
f (x)) < 0 para x < 1.
Pelo teste da derivada primeira, f não apresenta um valor extremo em
0
x = 0 (f não muda de sinal) e f apresenta um mı́nimo local em
f (1) = −3.

Observe também que f é decrescente em (−∞, 1] e crescente em [1, ∞).


Portanto, f (x) > f (1), ∀x ∈ R. Logo, f (1) = −3 também é mı́nimo
absoluto.

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Exemplo
Dada a função
f (x) = (x 2 − 3)e x ,
vamos determinar os pontos crı́ticos, identificar os intervalos onde a
função é crescente e decrescente e determinar os extremos locais caso
exitam.

Podemos notar que a função é contı́nua e derivável.


Logo,
0 0 0
f (x) = (x 2 − 3) e x + (x 2 − 3)(e x )

= 2xe x + (x 2 − 3)(e x )

= (x 2 + 2x − 3)e x

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Exemplo (Continuação)
Como e x 6= 0, ∀x ∈ R,
0
f (x) = 0 ⇔ (x 2 + 2x − 3) = 0

Como
(x 2 + 2x − 3) = (x + 3)(x − 1),

(x 2 + 2x − 3) = 0 ⇔ x = −3 ou x = 1.
Logo, os números crı́ticos de f são x = −3 e x = 1 e os pontos crı́ticos
são
(−3, −6e −3 ) e (1, −2e).

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Exemplo (Continuação)
0
Observe o gráfico da função f (x).

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Exemplo (Continuação)
Logo, 0
f (x) > 0 nos intervalos (−∞, −3) e (1, ∞)
e 0
f (x) < 0 no intervalo (−3, 1).
f é crescente no intervalo (−∞, −3] e no intervalo [1, ∞) e é decrescente
no intervalo (−3, 1). Pelo Teste da Derivada Primeira,

(−3, −6e −3 ) é um mı́nimo local e

(1, −2e) é um máximo local.

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