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UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS – CCET


CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA METODOLOGIA CIENTÍFICA

ANA BEATRIZ NOGUEIRA TERÇARIOL


GLEYCE STEFANY ZILLMER
ISABELLA ALVES NANTES
JEAN CARLOS MARTINELLI DASILVA
NATHIELY TOLDATO DE BARROS

QUALIDADE DA MÃO DE OBRA NA CONTRUÇÃO CIVIL: ESTUDO DE CASO

CAMPO GRANDE/MS
2015
UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS – CCET
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA METODOLOGIA CIENTÍFICA

ANA BEATRIZ NOGUEIRA TERÇARIOL


GLEYCE STEFANY ZILLMER
ISABELLA ALVES NANTES
JEAN CARLOS MARTINELLI DASILVA
NATHIELY TOLDATO DE BARROS

QUALIDADE DA MÃO DE OBRA NA CONTRUÇÃO CIVIL: ESTUDO DE CASO

Projeto de pesquisa apresentado à Universidade


Católica Dom Bosco, Curso de Engenharia Ci-
vil, na disciplina de Metodologia de Pesquisa
sob a orientação da Prof. Esp. Ana Paula Silva
Teles, para fins de aprendizagem e avaliação
acadêmica.

CAMPO GRANDE
2015
SUMÁRIO

1. LISTA DE FIGURAS............................................................................................................................ 4
2. LISTA DE TABELAS............................................................................................................................ 5
3. JUSTIFICATIVA ................................................................................................................................. 6
2.1 Geral ........................................................................................................................................ 7
2.2 Específicos ............................................................................................................................... 7
4. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ................................................................................................................. 8
5. METODOLOGIA.............................................................................................................................. 13
6. CRONOGRAMA .............................................................................................................................. 14
7. RESULTADOS ESPERADOS ............................................................................................................. 15
8. ORÇAMENTO ................................................................................................................................. 16
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................................................... 17
1. LISTA DE FIGURAS
2. LISTA DE TABELAS
3. JUSTIFICATIVA

A indústria da construção civil no Brasil tem se destacado na economia do país e tem


sido um setor de constante investimento privado e estatal, fazendo com que o número de obras
cresça a cada dia. Esse crescimento gera uma enorme demanda por profissionais da área e isso
surge um problema, em que a procura por mão-de-obra é grande e o crescimento da quantidade
de pessoas qualificadas para ocupar o cargo tem não acompanha o ritmo e se mantém escassa.
Em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, a realidade não é diferente. Preencher todas as vagas
com trabalhadores que executem serviços de qualidade e garantam a produção e andamento da
obra é de extrema importância, mas não é o que realmente acontece. Deste modo, viu-se a
necessidade de abordar a qualidade da mão-de-obra na construção civil, que é um dos desafios
dos responsáveis de obras, na cidade de Campo Grande, MS.
OBJETIVOS

2.1 Geral
Identificar os problemas, causas, consequências e indicar uma proposta de so-
lução para mão de obra desqualificada na construção civil.

2.2 Específicos
a) Fazer o comparativo da mão-de-obra em duas obras diferentes.
b) Apontar fatores que impactam na qualidade do serviço prestado pelo operário.
c) Apontar proposta de melhoria, com base em estudos e dados obtidos nas pesquisas.
4. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

“Diante de toda a legislação e normas vigentes sabe-se que a falta da qualidade nas
construções é um problema que se relaciona muitas vezes aos materiais componentes e ao pro-
cesso construtivo, o que reflete o desconhecimento às normas pelos profissionais que lidam
com o assunto e a falta de cuidados na execução. Estudos indicam que cerca de 40% das mani-
festações patológicas nas edificações relacionam-se a obras mal construídas, ou seja, corres-
pondem a execução da obra. As falhas de projetos representam 30% aproximadamente, en-
quanto a falta de manutenção da edificação – 20% e materiais de baixa qualidade – 10%.”
(NASTARI, C. G. 2011).

Mas por que a Construção não caminhou "de mãos dadas" com a Indústria Seriada na
preocupação quanto à produtividade? Várias razões podem ser levantadas (Figura 1.3.), umas
mais outras menos "justificadoras" da menor dedicação ao tema ao longo de muitos anos. O
caráter nômade do canteiro de obras é, sem dúvida, uma dificuldade: na Indústria Seriada a
fábrica fica muitos anos no mesmo lugar; na Construção é o produto que fica e a fábrica que
se muda. A consideração da Construção como absorvedora de mão-de-obra desqualificada, a
rotatividade de trabalhadores nas empresas e os baixos salários vigentes têm também sido ra-
zões apontadas nesta discussão. (ESPINELLI LEMES DE SOUZA, U. 2006).

“O ponto crítico é que na maioria dos casos, o cumprimento às normas técnicas poderia
reduzir ou até mesmo evitar consideravelmente os problemas decorrentes de obras mal execu-
tadas. Desta forma, os profissionais deveriam conhecer e saber aplicar em seu laboro, as reco-
mendações normativas, como forma de padrão de qualidade do serviço prestado.” (NASTARI,
C. G. 2011).

“Um dos obstáculos encontrados pelas empresas é a de motivar o próprio funcionário


para a realização de cursos ou treinamentos. Normalmente o funcionário não observa benefícios
ao melhorar seu currículo profissional. Não é para menos, pesquisas revelam que mais da me-
tade dos empregadores usam como principal critério para contratação a experiência, ou seja,
dificilmente analisam o currículo de um funcionário. (...) Outra controvérsia é que, apesar de
indicar o nível de instrução como um problema, o nível de escolaridade é pouco utilizado como
critério de contratação pelas empresas. De acordo com Villar (2004), com a atuação mais ex-
pressiva de cursos de capacitação, atingindo uma gama maior de operários e trabalhadores, esta
situação pode ser revertida.” (NASTARI, C. G. 2011).

“A mão de obra considerando leis sociais chega a representar 52% dos custos da edifi-
cação. Mas este número pode tornar-se maior quando a mão de obra não possui qualificação.
Assim, construir com qualidade e baixo custo não depende somente das técnicas ou dos tipos
de materiais empregados, mas também da união de pessoas qualificadas para as respectivas
funções a serem desenvolvidas.” (NASTARI, C. G. 2011).

“Art. 12. São consideradas práticas infrativas:

IX - colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço:


a) em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes, ou, se
normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT ou
outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade
Industrial - CONMETRO;
b) que acarrete riscos à saúde ou à segurança dos consumidores e sem informações os-
tensivas e adequadas;” (BRASIL, Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990.).

“Com uma clara sinalização de que a construção civil está em franca expansão, com moderni-
dade e exigindo novos perfis de profissionais para atuarem em seus quadros de trabalho, as
novas filosofias da gestão da qualidade baseia-se no aperfeiçoamento contínuo da qualidade da
produção, com destaque para capacitação, motivação e treinamento dos recursos humanos.

Nesse sentido, procurou-se avaliar qual o nível de formação profissional dos operários
da indústria da construção civil nas cidades pesquisadas. O percentual mais evidente foi onde
47,62 % dos operários entrevistados na cidade de Ijuí, disseram que não tem nenhuma formação
profissional. Em Tenente Portela, 48,39 % e em Três Passos, 35,00 %, também informaram à
pesquisa que não tem nenhuma formação profissional.” (PEREIRA DOS SANTOS, M. T.
2010)

“Existem, sim, várias razões que podem tornar um trabalho mais ou menos produtivo,
que devem ser analisadas antes de se poder comparar, pura e simplesmente, o desempenho
mensurado. Por exemplo, há que se analisar: o projeto do produto sendo executado; o nível de
pré-fabricação e de mecanização vigentes; a qualidade da organização do trabalho; dentre ou-
tras. Embora seja necessário melhorá-la muito, a Construção brasileira tem dado grandes pas-
sos na direção de trabalhar c om boa produtividade. É claro que existe uma distância muito
grande entre situações encontradas nas empresas líderes do mercado formal e aquelas encon-
tradas na construção informal. (...) Em uma obra em realização na periferia da cidade de São
Paulo, onde os indícios quanto à ocorrência de má produtividade são evidentes: detectou se
um gasto da ordem de quase 200% a mais de mão-de-obra, para composição da vedação verti-
cal, em comparação com um desempenho possível em obras da Construção formal.” (ESPI-
NELLI LEMES DE SOUZA, U. 2006).

“A experiência de muitos anos tem demonstrado que o operário da construção civil


aprende a executar uma boa alvenaria desde que devidamente orientado.” (ALBERTO
TAUIL, C. 2010, P. 147.).

“Para uma empresa adotar a filosofia da qualidade, é necessário que ocorra a participa-
ção dos funcionários. Caso isto não ocorra, a empresa corre o risco de apenas implantar um
programa de melhorias na área técnica, não conseguindo alcançar todas as dimensões que en-
volvem a filosofia da qualidade.” (PADILLA DE OLIVEIRA, C. S. P. 01).

“Conhecer seus colaboradores, suas reais necessidades e principais problemas, tor-


nam-se metas prioritárias para uma empresa poder iniciar suas transformações.” (PADILLA
DE OLIVEIRA, C. S. P. 01).

“Quanto ao perfil do trabalhador da construção civil, segundo SENAI (1993) ‘...é pre-
judicado pelo estigma do despreparo, que compromete este expressivo segmento da indústria
com elevados índices de desperdício e improdutividade.’”. (NASTARI, C. G. 2011. P.22).

“Com a escassez de mão-de-obra qualificada no mercado da Construção Civil, cons-


tata-se, cada vez mais, a baixa qualidade dos resultados. Tal fato gera retrabalho para conser-
tar defeitos de construção que, muitas vezes, não chegam a ser diretamente observados no
produto final, mas que causam grande desperdício de material de construção e pouca eficiên-
cia no emprego da mão-de-obra.” (NASTARI, C. G. 2011, P. 23.).
“Para CARVALHO (1988), ‘... o treinamento apresenta-se como um instrumento ad-
ministrativo de importância vital para o aumento da produtividade do trabalho, ao mesmo
tempo que é um fator de auto satisfação do treinando, constituindo-se num agente motivador
comprovado.’”. (NASTARI, C. G. 2011, P. 24.).

“Uma fiscalização deficiente e um fraco comando de equipes, normalmente relaciona-


dos a uma baixa capacitação profissional do engenheiro e do mestre de obras, podem, com fa-
cilidade, levar a graves erros em determinadas atividades, como a implantação da obra, esco-
ramento, formas, posicionamento e quantidade de armaduras e a qualidade do concreto, desde
o seu fabrico até a cura.

A ocorrência de problemas patológicos cuja origem está na etapa de execução é de-


vida, basicamente, ao processo de produção, que é em muito prejudicado por refletir, de ime-
diato, os problemas socioeconômicos, que provocam baixa qualidade técnica dos trabalhado-
res menos qualificados, como os serventes e os meio-oficiais, e mesmo do pessoal com al-
guma qualificação profissional.” (RIPPER, 1998. P. 25).

“Neste item, serão tratados os erros mais comuns praticados na fase de execução,
posto que estão sendo estudadas as causas intrínsecas aos processos patológicos. (...) As defi-
ciências que podem ser apontadas como as mais frequentes são:
i) má interpretação dos elementos do projeto, o que, em geral, implica na inversão do
posicionamento de algumas armaduras ou na troca das armaduras de uma peça com as de ou-
tra;” (RIPPER, 1998. P. 32).

“A mão-de-obra mais qualificada, geralmente mais produtiva, é encontrada em empre-


sas formais que pagam altos encargos sociais e só mantêm os operários que se destacam,
constituindo a minoria da massa trabalhadora da construção civil. AMADEO et al. (1996)
afirmam que “somente com ganhos de produtividade é possível preservar a rentabilidade de
uma empresa e, ao mesmo tempo, aumentar o salário do trabalhador.” Todavia, percebe-se
que aumento de salário não se traduz diretamente na melhoria da produtividade. Investimento
no desenvolvimento dos modelos de gestão da mão-de-obra, buscando melhorias na produti-
vidade para, assim, reverter possíveis ganhos aos funcionários é uma das soluções encontra-
das para superar tais dificuldades.” (FORMIGA DANTAS, J. D. Bacharelado em Engenha-
ria Civil. 2011)

“Ressalta-se que os programas de qualidade de uma forma geral, como certificação ISO 9000,
PBQP-H, programas desenvolvidos por consultorias, iniciativas de sindicatos, universidades
ou órgãos ligados ao setor da construção civil, devem dar importância fundamental ao aperfei-
çoamento da mão-de-obra, através de prioridade em cursos, treinamentos e qualificação dos
operários, enfim, sua valorização efetiva, condição essencial para o sucesso de programas de
qualidade.” (MOURA, F. H. 2002).

“É oportuno registrar algumas palavras citadas por Castro (Revista Veja, 1998), que
indica que: "quando pensamos nos países avançados nos vêm à cabeça as obras monumentais,
os prêmios Nobel, os salários altos. Mas deixamos de observar como a gente comum cuida do
seu cotidiano".
Tal autor complementa ainda seu raciocínio com alguns exemplos, tais como: "na reu-
nião marcada para as 10h, metade chega na hora, mas é preciso esperar o último retardatário,
que chega às 10h30. Quanto vale o tempo dos que chegaram mais cedo? desmarquei meu
compromisso para esperar o consertador da máquina de lavar e ele não veio. Na França, dei-
xava a porta aberta para que entrasse, fizesse o conserto e mandasse depois a conta pelo cor-
reio". (ESPINELLI LEMES DE SOUZA, U. 2006).

“Devido ao elevado grau de precisão exigido na execução da alvenaria com função es-
trutural, a equipe que executará as elevações deve possuir treinamento e qualificação, o que
demanda tempo e recursos financeiros. No entanto, por não permitir improvisações no can-
teiro de obras, este sistema limita a função do pedreiro como mero executor, não cabendo a
este tomar decisões que possam alterar o projeto.
(...) Entretanto, apesar das inúmeras vantagens existentes neste sistema, é importante
citar as desvantagens que também são encontradas, como, por exemplo, a limitação do projeto
arquitetônico e elétrico, a exigência de um controle minucioso dos blocos de concreto – orga-
nizados de acordo com a resistência -, além da exigência da utilização de mão-de-obra qualifi-
cada.” (CHAVES POMPEU, L. G. 2010).

“Mão-de-obra - são representados pelo consumo de horas ou fração de horas de traba-


lhadores qualificados e/ou não-qualificados para a execução de uma determinada unidade de
serviço multiplicado pelo custo horário de cada trabalhador. (...) O custo horário é o salá-
rio/hora do trabalhador mais os encargos sociais.
Para facilitar o nosso raciocínio, vamos criar uma correspondência lógica entre
o porte das empresas, tipo de contrato, valor do CD, prazo de execução e quantidade de pes-
soal de obra (CD). A quantidade de pessoal representa o custo de 40% do PV, e considerada a
média dos pisos salariais de serventes e trabalhadores qualificados.” (MAÇAHICO, T. 2006).

“Segundo Vargas (1983 apud VIVANCOS e CARDOSO, 1999), a base técnica tem
caráter de manufatura devido ao fato da construção de edifícios ter incorporado cada vez mais
conhecimento técnico e cientifico, independentemente do saber do operário.” (CAROINETTI,
L. C. R.).
“A característica da construção civil no Brasil se dá principalmente pelo fato de que
até o final da década de 70 ela teve grandes investimentos financeiros pelo Estado, que não
possui nenhum programa de qualificação para o setor, fazendo com que muitas companhias
não procurassem inovação. Essa situação é agravada pelo fato de boa parte da mão-de-obra
ser semianalfabeta, sendo mais despreparada do que, por exemplo, a da indústria da transfor-
mação.” (NASCIMENTO, L.A.; SANTOS, E.T. 2003. Pág. 70).

“Segundo Vargas (1983 apud VIVANCOS e CARDOSO, 1999), a base técnica tem
caráter de manufatura devido ao fato da construção de edifícios ter incorporado cada vez mais
conhecimento técnico e cientifico, independentemente do saber do operário.” (CAROINETTI,
L. C. R. Sistemas de gestão de qualidade nas empresas construtoras – avaliação e caracteriza-
ção. 2006).
“Lean Construction. SABOY (1998) afirma que é extremamente importante a valori-
zação da mão-de-obra, uma vez que é essa que tem a possibilidade de dar ou não qualidade ao
produto. Então, se não há uma preocupação com os operários, para treiná-los, capacitá-los,
criar uma fidelidade com a empresa, e se não se tem consciência de que a qualidade do pro-
duto depende desses operários, não haverá comprometimento com a qualidade.” (COR-
DEIRO, C.C.C.; MACHADO, M.I.G. 2002).
5. METODOLOGIA
6. CRONOGRAMA
7. RESULTADOS ESPERADOS
8. ORÇAMENTO
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

NASTARI, C. G. Programa de Qualificação de Mão de Obra. CREA-PR. 2011;

ESPINELLI LEMES DE SOUZA, U. Como aumentar a eficiência da Mão-de-


Obra: Manual de Gestão da Produtividade da Construção Civil. PINI. 2006;
BRASIL, Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990;
PEREIRA DOS SANTOS, M. T. Qualificação Profissional na Construção Civil:
Estudo de caso. UNIJIU. 2010;
ESPINELLI LEMES DE SOUZA, U. Como aumentar a eficiência da Mão-de-
Obra: Manual de Gestão da Produtividade da Construção Civil. PINI. 2006;
ALBERTO TAUIL, C. Alvenaria Estrutural. PINI. 2010;
PADILLA DE OLIVEIRA, C. S. As principais características da mão-de-obra que
interferem na filosofia da qualidade da construção civil;
RIPPER, Thomaz. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto.
PINI, 1998;

FORMIGA DANTAS, J. D. Bacharelado em Engenharia Civil. Produtividade da


mão de obra - Estudo de caso: métodos e tempos na indústria da construção civil no sub-
setor de edificações na cidade de João Pessoa- PB. UFPB. 2011;
MOURA, F. H. Estudo comparativo do desempenho em empresas de construção
residencial de fortaleza com diferentes níveis de investimento formal em qualidade. Con-
clusão do Curso de Engenharia de Produção. UFC. 2002;
CHAVES POMPEU, L. G. Alvenaria Estrutural de Bloco de Concreto – Método executivo, van-
tagens e desvantagens de seu uso. Conclusão de Curso em Graduação em Engenharia Civil.
UNAMA. 2010;

MAÇAHICO, T. Orçamento na Construção Civil. PINI, 2006;

CORDEIRO, C.C.C.; MACHADO, M.I.G. O perfil do operário da indústria da construção civil de


feira de feira de Santana: requisitos para uma qualificação profissional. 2002;

NASCIMENTO, L.A.; SANTOS, E.T. A introdução da construção na era da informação. 2003;

CAROINETTI, L. C. R. Sistemas de gestão de qualidade nas empresas construtoras – avalia-


ção e caracterização. 2006;