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Global Training

Sistema SCR (Redução Catalítica


Seletiva)
Este documento é somente para uso no treinamento. Os exercícios realizados no curso não podem
ser simplesmente implementados na prática sem atenção s diversas consideraç!es. "eis#
re$ulamentos e especi%caç!es especí%cas de países devem sempre ser o&servadas.

Os documentos de treinamento não estão su'eitos ao pro$ressivo serviço de atualização. o


tra&alar no veículo# *aça sempre uso das mais atualizadas a'udas de o%cina (p+ex., Selit# rede E-C#
rede /S# 0S# *erramentas especiais) *ornecidas pelo *a&ricante para o veículo em 1uestão.

/mpresso no 2rasil

3 4566 Cop7ri$t 0aimler 8

Editora, 8lo&al 9rainin$

Este documento# incluindo todas suas partes# é prote$ido pelas leis de direitos autorais. :ual1uer
processamento posterior ou uso re1uer a autorização por escrito da 0aimler 8. /sso aplica;se
particularmente a c<pia# distri&uição# modi%cação# tradução# micro%lma$em e armazenamento
e+ou processamento em sistemas eletr=nicos# incluindo &ases de dados e serviços on;line.

>ota, O termo ?*uncionário? re*ere;se sempre a am&os# pessoal *eminino e masculino da empresa.
Conteúdo

Conteúdo
6 Orientação...................................................................................... @
6.6 2oas;vindas...............................................................................................@
6.4 O&'etivos do treinamento..........................................................................A

4 9ecnolo$ia 2"BE9ECA (Resumo)...................................................... 

D Sistema SCR................................................................................... 
D.6 Sistema SCR ; Operação com sensor >Ox................................................
D.4 SCR ; princípios de operação..................................................................65
D.D Rede de $erenciamento do motor com SCR e monitoramento de >Ox. . 66

@ Sistema SCR F Gamos praticar...................................................... 64


Exercício 6.......................................................................................................64

A Componentes do SCR................................................................... 6D
A.6 Reservat<rio de rlaD4............................................................................6D
A.4 2om&a do SCR ; Operação......................................................................6@
A.D parelo dosador do SCR ; Operação.....................................................6
A.@ Suprimento de ar comprimido ao SCR.................................................... 46
A.A Gálvula eletroma$nética do a1uecedor do reservat<rio SCR.................. 4A
A. H<dulo do 1uadro SCR............................................................................4I
A.I Sensores de temperatura do catalisador do SCR....................................4
A. /n'eção SCR R" D4 ; *atores de inJuKncia........................................... 4L

 Exercícios do Sistema SCR F re1uisitos *undamentais para o


*uncionamento do sistema...........................................................D5
Exercício
4..................................................................................................................
...................4
.6 Sistema SCR ; valiação dos valores atuais............................................D6
Exercício
D...........................................................................................................................................
.......4L
Exercício
@...............................................................................................................................
......DD
.4 0eterminando o consumo de R"D4.....................................................DA
Conteúdo

Exercício
A...........................................................................................................................................
.......DA
Exercício
...........................................................................................................................................
........D

I Sensor >Ox................................................................................... DI
I.6 Consideraç!es especiais ao remover+instalar o sensor >O x....................@5

 Honitoramento de >Ox................................................................. @6
.6 Reparação de *ala, excessiva emissão de <xido de nitro$Knio ; limite 6+4
excedido.................................................................................................@@
.4 pa$ando o c<di$o de *ala....................................................................@A

L Geri%cando a 1ualidade da R"D4.............................................. @


Exercício
I.........................................................................................................
.........@@
L.6 R" D4 ; Mluido operacional..................................................................@
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue.................................................................@L

Exercício
...........................................................................................................................................
.......@I
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida......................... A4
Exercício
L...........................................................................................................................................
.......A5
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

1 Orientação
2 oa!"#inda!
2em;vindos ao treinamento do sistema SCR. 0urante o treinamento
vocK verá como realmente é complicado o t<pico ?p<s;tratamento
do $ás de escape e controle de >Ox. O deseno dos sistemas de
escape re1ueridos para satis*azer os padr!es de emissão EBRO 5 ao

EBRO D erado
introdução muito simples
padrão EBRO; entretanto#
A. muito mudou para a
2"BE9ECA é a tecnolo$ia 0iesel usada para camin!es e =ni&us
Hercedes;2enz. Ela satis*az os re1uisitos do padrão de emiss!es
EBRO @# o 1ual está em vi$or desde Outu&ro 455 na Europa# e 'á
em con*ormidade com o padrão -ROCO>GE -I (EBROA) (aplicação
em 4564 no 2rasil). Começando com os limites le$ais de emissão#
os princípios &ásicos da tecnolo$ia SCR são explicados primeiro
se$uido de sua implementação no veículo.
Somente a1ueles 1ue compreendem &em o sistema SCR estarão
aptos para *azer um dia$n<stico rápido e con%ável. s a'udas para
dia$n<stico tais como 0S e /S podem le dar suporte no seu
tra&alo# mas eles somente raramente le dirão 1uais componentes
necessitam realmente ser reparados.
0urante o curso de treinamento vocK irá tra&alar com todas as
a'udas de dia$n<sticos anteriormente mencionadas (p+ex., Selit#
0S e /S) de *orma 1ue de volta para casa na sua o%cina vocK
estará a&ilitado a realizar uma dia$nose melor e mais con%ável
do sistema de p<s;tratamento do $ás de escape.

$
Produtos de Caminhões MB

A equi%e L&'T'C( da Global Training l)e de!e*a u+ cur!o


di#ertido e intere!!ante,

(
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

3 Ob*eti#o! do treina+ento
-e%oi! do cur!o de treina+ento #oc. e!tar/ )abilitado %ara0
• %rmar as raz!es do lançamento 2"BE9ECA na Hercedes;2enz
• %rmar os componentes do sistema SCR de p<s;tratamento do
$ás de escape
• 0escrever a inte$ração do sistema SCR de p<s;tratamento do $ás
de escape
• 0escrever o deseno e as *unç!es dos componentes individuais
do sistema SCR de p<s;tratamento do $ás de escape
• Compreender o *uncionamento dos componentes individuais do
sistema SCR de p<s;tratamento do $ás de escape nas suas
interaç!es entre si
• valiar os valores reais para o sistema SCR de p<s;tratamento do
$ás de escape no Star 0ia$nosis
• Geri%car o sistema SCR de p<s;tratamento do $ás de escape e
avaliar os resultados para o dia$n<stico
• %rmar as raz!es da introdução do monitoramento de >Ox
• 0escrever os e*eitos ao exceder os limites >Ox
• Realizar possíveis testes para encontrar as causas de exceder os
limites >Ox e avaliar os resultados para a dia$nose
• 0escrever o procedimento para apa$ar os c<di$os de *alas
relevantes ao >Ox


9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

$ Tecnologia L&'T'C( Re!u+o


0aimler o*erece uma *amília completa de camin!es e =ni&us com a
nova tecnolo$ia ?2"BE9ECA?. Os camin!es 'á satis*azem o padrão
Euro @ 1ue está em vi$or desde Outu&ro 455 (Europa)# &em como
o padrão -ROCO>GE -I (EuroA)# 1ue entra em vi$or em Naneiro de
4564 (2rasil).
Com 5  menos Haterial -artículado e 5 menos >Ox no $ás de
escape (comparado com o padrão -ROCO>GE -A (Euro D) e uma
redução mensurável no consumo de com&ustível# os novos
camin!es Hercedes;2enz e1uipados com 2"BE9ECA são uma
solução ecol<$ica e econ=mica para o transporte de mercadorias.
Os componentes &ásicos da tecnolo$ia 2"BE9ECA consistem do
se$uinte,
• Hotor de alta e%ciKncia (otimizado)
• Sistema de Redução Catalítica Seletiva (SCRO 1ue separa esses
componentes &ásicosP
4otor0
• Extenso desenvolvimento continuado
• umento na pressão de in'eção (até 4455 &ar)

umento na e%ciKncia
• >ovas cate$orias de potKncia,
OHL4@, 6A a 6A cv.
OHL4, 4D a D4 cv.
OH@AI, D@A a @DL cv.
OHA56, @DA e @A cv.

4odelo! de #eiculo! da 5a+6lia 2712 ca+in)8e!


Accelo0 6A F 6A cv
656 F 6A cv
Atron0 6D6L F 6A cv
6I6L ; 6A cv
4D4@ F 4D cv
4I4L F 4 cv
6DA F D@A cv
Aor rodo#iario0 6LDD; D4 cv
4ADD F D4 cv
45D F D5 cv
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

45@6 F @56 cv
4AD F D5 cv
4A@6 F @56 cv
4A@@ F @DL cv
4@6 F @56 cv
4@@ F @DL cv
Aor 5ora"de"e!trada0 4D6 ; D5 cv
DD@6 F @56 cv
DD@@ F @DL cv
@6@6 F @56 cv
@6@@ F @DL cv
Atego0 6@6L F 6A cv
6I6L F 6A cv
6I4 F 4A cv
6I4L F 4A cv
4@4 F 4A cv
4@4L F 4A cv
Actro! Rodo#i/rio0 4A@ F @A cv
4@ F @A cv
Actro! 5ora"de"e!trada0 @@@ F @DA cv

:i!te+a :eleti#o de Redução Catal6tica0


• O sistema pre*erido na Europa para reduzir poluentes
• Redução de >Ox com um catalisador
• $ente redutor R"D4 armazenado em reservat<rio separado

TT_14_40_007321_FA

;
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

( :i!te+a :CR
 :i!te+a :CR " O%eração co+ !en!or <O

Sistema SCR - !era"#o $om sensor %& TT_14_40_00'2()_FA

Gálvula eletroma$nética do a1uecedor


1 Reservat<rio de R" D4 ; do reservat<rio SCR
2 H<dulo de &om&a 9 /n'eção
3 0ispositivo de dosa$em 17 "inas a$rupadas
$ Silencioso com catalisador SCR 11 Radiador
( Gálvula de retenção 12 Hotor
 Gálvula limitadora de pressão 13 Sensor >Ox com unidade controladora
= Gálvula D+4 vias de ventilação

O m<dulo de &om&a R" D4 retira o R" D4 do reservat<rio. O


R" D4 é %ltrado na &om&a e é &om&eado ao dispositivo de
dosa$em  pressão a&soluta aprox. de @55 ; A555 m&ar via lina
de suprimento.
 dosa$em exata de R" D4 ocorre no dispositivo de dosa$em por
meio de uma válvula de dosa$em acionada eletricamente pelo
m<dulo HR4.
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

:uando o sistema SCR está pronto para operação# um Juxo


contínuo de ar comprimido (máx. 4A l+min) passa através do
dispositivo de dosa$em e em direção  in'eção. O ar comprimido#
necessário para isso# é tomado do circuito de acess<rios do veículo.
:uando o R" D4 é in'etado pela válvula dosadora# ele é levado
pela corrente de ar comprimido e é misturado em *orma de aerossol.
O aerossol é enviado para dentro do Juxo do $ás de escape através
de um &ico.

O R"D4 1ue *oi in'etado no Juxo do escapamento se decomp!e


(idr<lise)# *ormando am=nia (>QD) e di<xido de car&ono (CO4). 
am=nia rea$e com os indese'áveis <xidos nitrosos no catalisador
SCR e os trans*orma em nitro$Knio (>4) e vapor de á$ua (Q4O)#
esse *en=meno é camado de Catálise.
O catalisador necessita ter atin$ido sua temperatura operacional
acima de 455C# antes do R" D4 poder ser in'etado.
O so*tare 1ue é necessário para operar e dia$nosticar o sistema
SCR está inte$rado na unidade de comando do controle do motor
(HR4).
 %m de descon$elar o R"D4 ap<s uma partida a *rio ou para
prevenir 1ue ele con$ele durante a marca (países *rios)# todo o
circuito R" D4 é a1uecido por meio do lí1uido de arre*ecimento.
s linas R"D4 são a$rupadas com linas de lí1uido de
arre*ecimento# e o m<dulo de &om&a e o reservat<rio R"D4 são
a1uecidos pelo lí1uido de arre*ecimento. O circuito de lí1uido de
arre*ecimento do R"D4 é controlado pela válvula eletroma$nética
do a1uecedor do reservat<rio# dependendo da temperatura.
 introdução do sensor >Ox si$ni%ca 1ue a emissão >Ox no $ás de
escape é monitorado. Se *orem excedidos os limites permitidos de
emissão no $ás de escape# a luz de advertKncia amarela H/ pisca.
Se as emiss!es excederem consideravelmente os limites
especi%cados# o tor1ue tam&ém é reduzido.

17
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

= :CR " %rinc6%io! de o%eração

%_4(_10_002043_FA

1 8ás de escape do motor $ 8ás de escape ap<s redução


Se$mento de idr<lise R"D4in'ection CO(>Q4)4 T
2 ( Q4O
3 Catalisador SCR

Como a$ente de redução é usada uma solução de uréia a D4.A


(nome comercial R"D4). Estruturas *avos de mel *ormam o
conversor catalíticoU elas são lar$amente *eitas de di<xido de titVnio
(9iO4)# <xido de tun$stKnio (OD) e pent<xido de vanádio (G4OA). O
catalisador está inte$rado na carcaça do silencioso do veículo.
A RL A 3 2 /gua )idr>li!e A+?nia -i>idode
carbono
CO(>Q4)4 T Q4O → 4>QD T CO4

D
 am=niano(>Q
in'etada ) re1uerida
tu&o de escapepara a redução
(se$mento de éidr<lise)#
o&tida doesse
R"D4
processo é
camado de idr<lise.
@ido! O  i g .n i o A+?nia Redução <itrog.n /gua
nitro!o! io
>O T >O4 T 4>QD → 4>4 T DQ4O
@>O4 T O4 T @>QD → @>4 T Q4O
4>O4 T O4 T @>QD → D>4 T Q4O
>o catalisador SCR# os <xidos nitrosos (>O# >O4) vindos do motor#
são convertidos com a a'uda da am=nia# em >itro$Knio puro (> 4) e
vapor de á$ua (Q4O).
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

; Rede de gerencia+ento do +otor co+ :CR e


+onitora+ento de <O
O dia$rama 1ue se$ue mostra a rede do ctros Euro @+A.  cave
relaciona os componentes importantes para o sistema SCR.

Rede de *eren$iamento do motor TT_14_40_00(+(+_FA

SCR R"D4 sensor de temperatura e


A 113 Sensor >Ox com unidade de comando  132
de umidade do ar
A 9( H<dulo do 1uadro SCR 4 2( 2om&a SCR R"D4
Sensor de temperatura  montante
 11( do catalisador R2; 1uecedor di*usor
Sensor de temperatura  'usante do Gálvula eletroma$nética limitadora de
 11 catalisador  17 pressão de ar SCR
Gálvula eletroma$nética do
Sensor de nível de a&astecimento e a1uecedor do reservat<rio SCR
 11= de temperatura SCR R"D4  17=
R"D4
Sensor de pressão de ar comprimido Gálvula de dosa$em SCR R" D4
 12; do SCR  179 para o a1uecedor do reservat<rio de
R"D4
 129 Sensor de pressão R" D4  12; Gálvula eletroma$nética de in'eção de
ar de limpeza do SCR
 137 Sensor de temperatura de R" D4

12
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

9 :i!te+a :CR B Va+o! %raticar


Complete o es1uema de *uncionamento do R" D4 de *orma 1ue o sistema
'erc6cio *uncione. -ara 1ue es1uema tena clareza# rotule as entradas e as saídas
1 com letras e setas.
-ara solucionar o exercício# dK uma olada no sistema no veículo.

,&er$$io de es.uema de /un$ionamento do ARA32 TT_14_40_001)++_FA

42( 2om&a de R" D4  →


Saída da lina de retorno do
lí1uido de arre*ecimento
Gálvula eletroma$nética limitadora Entrada de alimentação R"
17 C ←
de pressão de ar SCR D4
Gálvula eletroma$nética do
17= a1uecedor do reservat<rio SCR C → Saída de alimentação R" D4
R"D4
Entrada da lina de retorno
;71 Gálvula de retenção - ←
R" D4
Saída da lina de retorno R"
3773 Gálvula limitadora de pressão - →
D4
Bnidade controladora de ar Entrada de ar comprimido
( comprimido do SCR ' ←

= 2ico de in'eção R"D4 ' → Saída de ar comprimido


Entrada de alimentação de lí1uido Entrada de aerossol (R"
A ←
de arre*ecimento do motor D ←
D4+mistura de ar)
Saída da alimentação de lí1uido de Saída de aerossol (R"
A →
arre*ecimento D →
D4+mistura de ar)
 ←
Entradade
lí1uido daarre*ecimento
lina de retorno do
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

17 Co+%onente! do :CR
11 Re!er#at>rio de Arla32
• Os reservat<rios de R"D4 são *a&ricados em plástico
• O a1uecimento ocorre via circuito de lí1uido de arre*ecimento
• Qá a disponi&ilidade de uma tampa de reservat<rio com cave
0ada a diversidade de reservat<rios de R"D4# conex!es somente
podem ser mostradas es1uematicamente.

Reseratrio ARA 32 %_14_40_0011+7_S

Conexão da válvula Conexão de lina para


1 eletroma$nética no ( R"D4 (lina de retorno)
reservat<rio
Conexão de lina para lí1uido
2 1uecedor do reservat<rio  de arre*ecimento (saída)
Conexão de lina para
3 Reservat<rio de R"D4 = R"D4 (lina de
alimentação)
Sensor com&inado de
Conexão de lina para lí1uido temperatura e nível de
$ de arre*ecimento (entrada) 11= a&astecimento do SCR
R"D4

Estão disponíveis reservat<rios de 4A# DA e LA litros.

1$
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

12 o+ba do :CR " O%eração

ia*rama de 56o$os do mdu6o de 5om5a do SCR %_14_40_001031_S

Miltro de pressão da &om&a Entrada de lí1uido de


1 11 arre*ecimento
Conexão de lina para
2 R"D4 (lina de 12 Carcaça da &om&a
alimentação)
Conexão de lina para 9ampa da carcaça
3 R"D4 (lina de retorno) 13
Gálvula de *uncionamento
$ pneumático 1$ Conector Elétrico
Conexão de controle de ar 0ia*ra$ma de ventilação da
( comprimido 1( tampa
Conexão de lina para
 Reservat<rio de pressão 1 R"D4 (entrada)
=
Miltro de pressão e carcaça do 1=
Miltro de entrada (na conexão
reservat<rio de pressão de entrada)
Saída de lí1uido de
; arre*ecimento 4 Hotor elétrico
Gálvula de a&astecimento do
9 reservat<rio de pressão 42( 2om&a do SCR R"D4
Conexão de a&astecimento do
17 reservat<rio de pressão
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

Mdu6o de 5om5a do SCR %_14_40_001032_FA

Entrada de lí1uido de
1 Miltro de pressão da &om&a 11
arre*ecimento
Conexão de lina para
2 R"D4 (lina de 12 Carcaça da &om&a
alimentação)
3
Conexão de lina para 13 9ampa da carcaça
R"D4 (lina de retorno)
Gálvula de *uncionamento
$ pneumático 1$ Conector Elétrico
Conexão de controle de ar 0ia*ra$ma de ventilação da
( comprimido 1( tampa
Conexão de lina para
 Reservat<rio de pressão 1 R"D4 (entrada)

= Carcaça do reservat<rio de
pressão 1= Miltro
de de entrada (na conexão
entrada)
Saída de lí1uido de 2om&a SCR R"D4
; arre*ecimento 42(
Gálvula de a&astecimento do
9
reservat<rio de pressão
Conexão de a&astecimento do
17 reservat<rio de pressão
O m<dulo de &om&a é composto de uma carcaça  prova de
respin$os de á$ua da

1
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

carcaça da &om&a (64) e de um &loco de alumínio para*usado


nela ; da carcaça do
%ltro de pressão e do acumulador de pressão (I).  &om&a rlaD4
SCR (H4A) encon;
tra;se na carcaça da &om&a (64) ; uma &om&a de dia*ra$ma
elétrica de D cVmaras.
lém do %ltro de pressão (6) e do acumulador de pressão ()#
tam&ém á uma válvula
de comando pneumática (@) na carcaça do %ltro e do acumulador
de pressão (I). O
m<dulo possui# além disso# conex!es para as tu&ulaç!es do lí1uido
de arre*ecimento e
um canal para o Juxo de lí1uido de arre*ecimento.

Dunção do +>dulo de bo+ba0

o rece&er o sinal de ativação# a &om&a rlaD4 SCR (H4A) aspira


rlaD4 desde o
reservat<rio rlaD4. O produto é pré;%ltrado pelo %ltro (6I) de
mala 655 Wm inte$rado
no &ocal da tu&ulação rlaD4 (6).

 &om&a leva o rlaD4 a uma pressão operacional de aprox.  &ar


(ela li$a sempre 1ue
a pressão medida na unidade dosadora atin$ir @# &ar e desli$a
1uando atin$ir A#5 &ar)#
transportando;o até a carcaça do %ltro e do acumulador de pressão
(I). -ara eliminar
partículas de su'eira mais %nas restantes# o rlaD4 passa pelo %ltro
de pressão (6) com
mala D5 Wm antes de ser &om&eado na direção do aparelo
dosador.
O acumulador de pressão () é &asicamente uma &exi$a de
&orraca ceia de $ás# cu'a
*unção é compensar as oscilaç!es de pressão e reduzir a *re1XKncia
de ativação da
&om&a rlaD4 SCR (H4A). Ele possui um volume de aprox. 5#6D l.
Ele está ceia de ni
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

tro$Knio (>4) de *á&rica. >o rea&astecimento# ele pode ser


a&astecido com ar isento de
<leo e $raxa.
 válvula de comando pneumática (@) e o &ocal da tu&ulação
rlaD4 (D) servem para a
ventilação automática do m<dulo da &om&a durante a operação ou
na colocação em
*uncionamento.  válvula de comando pneumática (@) está *ecada
ao ser su&metida a
ar comprimido.

8eralmente# a &om&a rlaD4 SCR (H4A) não alimenta 1uando


estiver ?vazia?# pois ela
desli$a 1uando o sensor de nível no reservat<rio rlaD4 %car a&aixo
de um certo valor
limite. -orém# 1uando a &om&a estiver vazia# pode *uncionar por
pouco tempo# se o d
2lue se movimentar dentro do reservat<rio. -orém# se 1uando a
&om&a estiver vazia#
*uncionar por mais de 65 se$undos# isto será reconecido pelo
m<dulo de comando da

re$ula$em do motor (HR4) e a ventilação automática será iniciada.


-ara evitar 1ue rlaD4
em con$elamento dani%1ue o m<dulo da &om&a# a pressão rlaD4 é
reduzida dentro do
m<dulo da &om&a e no tra'eto da tu&ulação entre o m<dulo da
&om&a e o aparelo dosa
dor# ap<s o desli$amento da i$nição.  redução da pressão ocorre
pela unidade
controladora do ar comprimido (SCR). ssim# a&re;se a válvula de
comando pneumática
(@)# possi&ilitando o retorno do rlaD4 ao reservat<rio. O lí1uido de
arre*ecimento Jui
pela carcaça do %ltro e do acumulador de pressão (I) para o seu
a1uecimento e des$ela
mento.  alimentação do lí1uido de arre*ecimento é comandada por
uma válvula instalada

1;
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

no motor 1ue depende do m<dulo de comando(veículos com sistema


de a1uecimento do
rlaD4).
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

13 A%arel)o do!ador do :CR " O%eração

ia*rama de 56o$os do dis!ositio de dosa*em do SCR TT_14_40_001030_FA

2 9ela de %ltro (ar comprimido) 9 9ela de %ltro (R"D4)


3 Conexão de ar comprimido 11
Conexão do a1uecedor
di*usor
$ Gálvula de retenção R2; 1uecedor di*usor
Sensor de pressão de ar
( 0i*usor 12; comprimido do SCR
 Saída de aerosol 129 Sensor de pressão R"D4
= -ara*uso de cali&ra$em 137 Sensor de pressão R"D4
; Conexão R"D4 179 Gálvula de dosa$em R"D4

27
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

is!ositio de dosa*em do SCR em $orte TT_14_00_001))4_FA

O m<dulo de &om&a &om&eia R"D4 via lina de alimentação ao


dispositivo de dosa$em. 0esde a1ui# na entrada () da R"D4 ela
primeiro passa pela tela de %ltro (L) da R"D4# com uma mala de
D4 Ym de lar$ura# para remover 1uais1uer possíveis contaminantes#
e está então disponível na válvula de dosa$em (Z65L) *ecada do
SCR R"D4 na pressão de operação.
Bma corrente de ar contínua passa através da entrada de ar
comprimido (D) ap<s o motor ter sido li$ado. Essa corrente de ar 'á
passou pela tela %ltro (4) (D4 Ym) de ar comprimido.
:uando a válvula de dosa$em (Z65L) do SCR R"D4 a&re nos
intervalos calculados pela unidade de comando HR4# R"D4 Jui
através da válvula de dosa$em (Z65L) do SCR R"D4 e devido 
pressão e razoes de Juxo do $ás de escape# é então conduzida na
direção do &ico de in'eção.
8raças ao Juxo contínuo de ar comprimido através do dispositivo de
dosa$em# nenum resto de R"D4 pode permanecer no dispositivo
de dosa$em.
 lina de R"D4 entre o m<dulo de &om&a e o dispositivo de
dosa$em é uma lina de man$ueira elástica. Ela pode aceitar o
volume adicional $erado 1uando a R"D4 con$ela.
dicionalmente# a pressão nessa lina é reduzida por uma *unção de
redução de pressão no m<dulo de &om&a para 1uase a pressão
atmos*érica.
Dunção adicional do di!%o!iti#o de do!age+ co+
aqueci+ento di5u!or0
O acionamento elétrico ocorre via m<dulo de comando (HR4). Se o
di*usor deixa passar ar comprimido insu%ciente# o sensor de ar
comprimido envia um sinal de retorno ao HR4.
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

O a1uecedor di*usor (R4) é ativado pelo HR4. p<s ativação# os


cristais de R"D4 dissolvem;se  temperatura de 6DAC.

<ota
-ara asse$urar 1ue se'a realizada a in'eção secundária# vocK pode tanto
esperar A minutos depois de apa$ar o motor antes de iniciar o tra&alo
no sistema# ou interromper o suprimento de ener$ia.  partir da
li&eração do so*tare HR4 (veículos com monitoramento >Ox)# a *unção
de in'eção secundária somente se torna ativa se a R"D4 tiver sido
in'etada ou depois de cada 66a parada do motor sem in'eção. 0e outra
*orma o suprimento de ar comprimido é *ecado imediatamente depois
de uma parada do motor.
 Se não ouve in'eção de rlaD4# não averá a pur$a do sistema
de dosa$em (veículos sem cave $eral)U
  pur$a será realizada toda! a! #eEe! que o +otor 5or ligado
e *or in*etada Arla32 no sistema de p<s tratamentoU
  pur$a é necessária para 1ue não a'am resíduos de rlaD4
remanescentes na unidade dosadora e tu&o in'etor# 1ue podem
cristalizar e assim o&struir a passa$em de rlaD4 e

conse1uentemente causando aumento nas emiss!es de >OxU


 >ão avendo a correta pur$a e a eletr=nica constatando o
entupimento da unidade dosadora# o HR4 re$istrará *ala.
 Com o veículo em *uncionamento o ar co+%ri+ido %a!!a %ela
unidade do!adora con!tante+ente# mesmo 1ue esta não
este'a in'etando rlaD4.
 >os veículos sem cave $eral não se devee+ )i%>te!e algu+a
de!ligar a bateria antes 1ue a rotina de pur$a tena sido
totalmente e*etuada. Caso a'a necessidade de se desli$ar a
&ateria (reparos por exemplo)# deve;se a$uardar até 1ue a pur$a
tena sido completada e s< então e*etuar o desli$amento

22
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

1$ :u%ri+ento de ar co+%ri+ido ao :CR


Existem duas monta$ens pneumáticas para pur$a do sistema de
dosa$em de rlaD4 e passíveis de serem montadas em veículos
2"BE9ECA e possuem as se$uintes características,
6. Geículos sem cave $eral,
[ >ão possuem reservat<rio auxiliar

[ penas uma válvula pneumática (normalmente *ecada)


4. Geículos com cave $eral,
[ Reservat<rio de ar auxiliar
[ 0uas válvulas pneumáticas# uma normalmente *ecada e
uma normalmente a&erta

:u%ri+ento de ar co+%ri+ido %ara #e6culo! !e+


c)a#e geral
Tare5a
sse$ura o suprimento de ar comprimido para o aparelo dosador
de R"D4 e para a &om&a de rlaD4.

-e!en)o
O suprimento de ar comprimido ao SCR em veículos sem cave
$eral consiste da unidade de válvulas (D5.5L) com uma válvula D+4;
vias de li&eração de ar# uma válvula de retenção e uma válvula
limitadora de pressão com respiro.
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

:u%ri+ento de ar co+%ri+ido
O ar comprimido do circuito de consumidores Jui para a unidade de
válvulas (D5.5L).  pressão do ar comprimido é então reduzida para
aproximadamente A#A &ar e está então disponível na válvula D+4
vias de respiro. ssim 1ue o motor 0iesel começa a *uncionar# a
válvula D+4 vias é ener$izada (acionada eletricamente pela unidade
de comando do motor HR4 via m<dulo do 1uadro do SCR). Então o
ar comprimido entra no dispositivo de dosa$em e no m<dulo de
&om&a via válvula de retenção.
Frocedi+ento de %urga li+%eEa de%oi! de de!ligar o +otor
e+ #e6culo! !e+ c)a#e geral
ssim 1ue o motor 0iesel é desli$ado# a válvula D+4 vias de respiro
da unidade de válvulas (D5.5L) é pulsada por uns cinco minutos pela
unidade de comando do motor(HR4). /sso asse$ura 1ue o
dispositivo de dosa$em# a lina de in'eção e o &ico de in'eção estão
isentos de resíduo de R"D4.
uando o +otor 5unciona e não atinge a! condiç8e!
%ara in*eção do Arla32
O sistema não executa o procedimento de pur$a
uando o +otor 5unciona e atinge a! condiç8e! %ara
in*eção do Arla320
l$uns se$undos ap<s o desli$amento do motor ocorrem A pulsos
de descar$a

2$
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

de ar com duração de D5s com intervalos de 6As.

<ota
 Se não ouve in'eção de rlaD4# não averá a pur$a do sistema
de dosa$em (veículos sem cave $eral)U
 >os veículos sem cave $eral não se devee+ )i%>te!e algu+a
de!ligar a bateria antes 1ue a rotina de pur$a tena sido
totalmente e*etuada. Caso a'a necessidade de se desli$ar a
&ateria (reparos# por exemplo)# deve;se a$uardar até 1ue a pur$a
tena sido completada e s< então e*etuar o desli$amento
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

:u%ri+ento de ar co+%ri+ido ao :CR " Ve6culo!


co+ c)a#e geral
Tare5a
sse$ura o suprimento de ar comprimido para o aparelo dosador
de R"D4 e para a &om&a de rlaD4.

SCR 8S su!rimento de ar $om!rimido TT_14_40_00'420_FA

Reservat<rio de ar Gálvula D+4 vias (ou Z64)


(71 comprimido de cVmara 337;
simples (normalmente a&erta)
;71 Gálvula de retenção 3;72 Conexão de teste H6x6#A
3773
Gálvula limitadora de pressão A -ara o aparelo dosador
com ventilação
Gálvula D+4 vias (ou Z65)
3371 (normalmente *ecada)  -ara a &om&a de rlaD4

:u%ri+ento de ar co+%ri+ido
Em veículos com cave $eral são instalados adicionalmente um
reservat<rio de ar comprimido de cVmara \nica (A.56) e uma válvula
D+4 de controle direcional (DD.5). O ar comprimido Jui do circuito

auxiliar
ssim 1uede motor
ar  válvula
começaD+4avias (DD.56).
*uncionar# a válvula D+4 vias é acionada
eletricamente pela unidade de comando (HR4) de controle do motor
via m<dulo do 1uadro do SCR e o ar comprimido Jui para o
reservat<rio de ar comprimido de cVmara \nica (A.56).
O ar comprimido Jui então para a válvula D+4 vias de ar de
admissão (DD.5).  válvula D+4 vias é desener$izada (não acionada
eletricamente pela unidade de comando (HR4) de controle do

2
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

motor).
O ar comprimido Jui então# via válvula de retenção (.56)# para a
válvula limitadora de pressão (D5.5D). Reduzindo para aprox.
A#A &ar# o ar comprimido então alimenta o aparelo dosador e a
&om&a de rlaD4.

Frocedi+ento de li+%eEa %urga %ara #e6culo! co+ c)a#e


geral
o desli$ar o motor (cortar a i$nição) inicia;se a pur$a,
6. 9oda a rotina de in'eção é interrompidaU
4.  válvula dosadora permanece a&erta
D. r comprimido é in'etado na entrada de ar normal da unidade com o
o&'etivo de limpar a válvula dosadora# o di*usor e o in'etorU
@. O tempo total de pur$a é de aproximadamente A minutos (D55se$)
divididos em ciclos D5 se$undos de in'eção de ar e intervalos de 6A
se$U
Ca!o a c)a#e geral !e*a de!ligada lo$o ap<s ser desli$ada a
i$nição entra em *uncio
namento a rotina de pur$a auxiliar,
A.  se$unda válvula pneumática (normalmente a&erta) é
desener$isada e o ar contido no reservat<rio auxiliar é li&eradoU
. O reservat<rio auxiliar é totalmente descarre$ado para ocorrer a
limpeza

<ota
 Se não ouve in'eção de rlaD4# não averá a pur$a do sistema
de dosa$em (veículos sem cave $eral)U
  pur$a é necessária para 1ue não a'am resíduos de rlaD4
remanescentes na unidade dosadora e tu&o in'etor# 1ue podem
cristalizar e assim o&struir a passa$em de rlaD4 e
conse1uentemente causando aumento nas emiss!es de >OxU
 >ão avendo a correta pur$a e a eletr=nica constatando o
entupimento da unidade dosadora# o HR4 re$istrará *ala.
 Com o veículo em *uncionamento o ar co+%ri+ido %a!!a %ela
unidade do!adora con!tante+ente# mesmo 1ue esta não
este'a in'etando rlaD4.
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

 >os veículos sem cave $eral não se devee+ )i%>te!e algu+a


de!ligar a bateria antes 1ue a rotina de pur$a tena sido
totalmente e*etuada. Caso a'a necessidade de se desli$ar a
&ateria (reparos por exemplo)# deve;se a$uardar até 1ue a pur$a
tena sido completada e s< então e*etuar o desli$amento

2;
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

1( V/l#ula eletro+agnHtica do aquecedor do


re!er#at>rio :CR
Tare5a
"í1uido de arre*ecimento é derivado via válvula eletroma$nética
(Z65I) do a1uecedor do reservat<rio do SCR do circuito de lí1uido
de arre*ecimento do motor para a1uecer a lina do circuito da
R"D4 e o reservat<rio de R"D4.

-e!en)o
 válvula eletroma$nética (Z65I) do a1uecedor do reservat<rio do
SCR é uma válvula 4+4 vias com conex!es de lina (4# D) para as
linas de lí1uido de arre*ecimento. -or dentro da válvula# o corpo da
válvula está desenado como um induzido solen<ide.

SCR 96u6a e6etroma*n:ti$a do a.ue$edor do reseratrio TT_14_40_001140_FA

Conexão de lina (lina de


1 Conector Elétrico 3 tra&alo do lí1uido de
arre*ecimento)
Conexão de lina (lina de Gálvula eletroma$nética do
2 suprimento do lí1uido de 17= a1uecedor do reservat<rio
arre*ecimento) SCR

O%eração
 válvula eletroma$nética (Z65I) do a1uecedor do reservat<rio do
SCR é acionada pela unidade de comando (HR4) de controle do
motor.
Gia sensor com&inado de a&astecimento e de temperatura do SCR
R"D4# inte$rado ao reservat<rio de R"D4# ele reconece
1uando a temperatura do conte\do do reservat<rio se aproxima do
valor limite de%nido de aprox. 5C.
ssim 1ue o lí1uido de arre*ecimento atin$e uma temperatura de
65C# a válvula eletroma$nética (Z65I) do a1uecedor do
reservat<rio do SCR rece&e o sinal para a&rir da unidade de
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

comando (HR4) de controle do motor# para 1ue o lí1uido de


arre*ecimento possa ser derivado do circuito de arre*ecimento do
motor.  lina de suprimento de lí1uido de arre*ecimento é
conectada  conexão (4) da lina.
:uando a válvula eletroma$nética (Z65I) do a1uecedor do
reservat<rio do SCR não está a&erta# o lí1uido de arre*ecimento está
disponível no corpo da válvula *ecada dentro do componente. Esse
corpo de válvula mantém a passa$em entre a lina de suprimento
de lí1uido de arre*ecimento e a lina de tra&alo do lí1uido de
arre*ecimento *ecada via *orça de uma mola.
:uando é *ornecida uma corrente# o corpo de válvula é deslocado e
a passa$em é a&erta# de *orma 1ue o lí1uido de arre*ecimento pode
Juir para a lina do lí1uido de arre*ecimento de tra&alo.
:uando a corrente é interrompida# a mola o empurra de volta para a
sua posição inicial. Essa ação torna a *ecar a passa$em entre as
linas de suprimento e de tra&alo do lí1uido de arre*ecimento.

37
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

1 4>dulo do quadro :CR


Tare5a
 unidade de comando (LA) do m<dulo do 1uadro SCR lK os sinais
anal<$icos dos sensores conectados# os converte para sinais di$itais
C> (Control rea >etor])# e os envia como mensa$ens de status
cíclicos  unidade de comando () de controle do motor (HR4).
dicionalmente# ela provK a volta$em de suprimento para os

sensores ativos conectados


dos componentes e da
conectados elaunidade
rece&e os
de sinais
comandopara()
a atuação
do
controle do motor (HR4).
 unidade de comando (LA) do m<dulo cassi SCR *az a leitura dos
sinais dos se$uintes sensores,
• Sensor de temperatura  montante do catalisador (266A) do SCR
• Sensor de temperatura  'usante do catalisador (266) do SCR
• Sensor com&inado (266I) de nível de a&astecimento e de
temperatura do SCR R"D4
• Sensor com&inado de temperatura do ar e de umidade do ar
(26D4) (>os veículos ctros com %ltro de ar em *orma de caixa#
esse sensor está conectado ao HR4)
• Sensor >Ox com unidade de comando (66D) via &arramento
C>
>a unidade de controle do motor (HR4) da unidade de comando
()# os sinais são processados e os sinais apropriados de controle
são enviados por meio de um sinal de &arramento C>  unidade de
comando (LA) do m<dulo cassi SCR# o 1ual aciona então os
se$uintes sensores,
• SCR R"D4 &om&a (H4A)
• Gálvula eletroma$nética limitadora de ar comprimido (Z65) do
SCR
>ão á dados de cálculo na unidade de comando (LA) do m<dulo
cassi SCR. >enum dado de re&ote ou *ala de armazena$em
tampouco ocorre a1ui. /sso é tare*a do controle do motor (HR4) da
unidade de comando () a 1ual rece&e toda in*ormação necessária
via &arramento C>. 0epois do desli$amento da cave de i$nição# a
unidade de comando (LA) do m<dulo cassi SCR continua
*uncionando sempre 1ue as mensa$ens são rece&idas da unidade
de comando () do controle do motor (HR4)
-iagno!e
0ia$nose do m<dulo de 1uadro e dos componentes conectados do
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

SCR é realizada no HR4.  armazena$em de c<di$os de *alas e


parametrização tam&ém ocorre no HR4.

32
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

1= :en!ore! de te+%eratura do catali!ador do :CR


Local
Bm sensor de temperatura está localizado na cVmara de admissão
(266A) e um na cVmara de saída (266) do silencioso e inte$rado
com o catalisador.
:en!or de te+%eratura 11( I :en!or de te+%eratura 11 I
+ontante do catali!ador *u!ante do catali!ador

% _14_40_20+201_FA TT_14_40_0020+3_FA

Tare5a
Os sensores de temperatura enviam a temperatura real ao m<dulo
do 1uadro do SCR.
 mensa$em entrante é di$italizada e transmitida via &arramento
C>  unidade de comando do controle do motor (HR4).
:uando é atin$ida a temperatura re1uerida para o controle da
emissão catalítica (aprox. 455C)# o controle do motor pode iniciar a
in'eção de R" D4.

TT_14_40_0020++_FA
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

1 Silencioso com catalisador  11(


Sensor de temperatura 
montante do catalisador
Sensor de temperatura 
2 CVmara de entrada  11 'usante do catalisador
3 CVmara de saída

3$
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

1; Jn*eção :CR ARLA 32 " 5atore! de inKu.ncia


O ponto de in'eção de R"D4 e a 1uantidade de in'eção de R"D4
os 1uais são am&os re1ueridos para o processo de in'eção são muito
di*erentes e dependem de um n\mero de *atores.
Os mais importantes *atores de inJuKncia aparecem no dia$rama.
o %nal da se1uKncia# a válvula de dosa$em no dispositivo de
dosa$em é acionada por um tempo especi%cado. Esse tempo
corresponde a uma 1uantidade calculada de R"D4.

Fatores de in;u<n$ia na in=e"#o de ARA 32 TT_14_40_00'+1'_FA


9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

19 'erc6cio! do :i!te+a :CR B requi!ito!


5unda+entai! %ara o 5unciona+ento do
!i!te+a

'erc6cio O sistema SCR somente é *uncional se são satis*eitos al$uns re1uisitos


2 &ásicos. -ara determinar a disponi&ilidade *uncional do sistema SCR# vocK

pode veri%car estes re1uisitos &ásicos com &ase nos valores atuais no Star
dia$nosis.
-reenca os dados *altantes no es1uema do sistema SCR para satis*azer
esses re1uisitos &ásicos.

,&er$$io es.uem9ti$o da /un"#o de SCR TT_14_40_001))2_FA

1 Reservat<rio de R"D4 = Gálvula D+4 vias de ventilação


2 H<dulo de &om&a ; Gálvula eletroma$nética
3 0ispositivo de dosa$em 9 /n'eção
$ Silencioso T catalisador 17 "inas a$rupadas
( Gálvula de retenção 11 Radiador
Gálvula limitadora de pressão com
 ventilação 12 Hotor

3
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

>a ta&ela a&aixo# insira as possíveis causas 1ue resultam na violação da


*aixa de tolerVncia.

Co+%onentegru%o Daia de Cau!a %o!!6#el :olução0


de co+%onente! a +ediçãoM 5onte! de
!er #erifcado !i!te+a ON 5al)a!
0ispositivo de
dosa$em ;
suprimento de ar
comprimido

0ispositivo de
dosa$em F
peça pneumática

0ispositivo de
dosa$em ;
pressão R"D4

Catalisador

H<dulo de &om&a F
válvula comutadora
operada
pneumaticamente

Reservat<rio de
R"D4

27 Bsando
:i!te+a :CR " A#aliação do! #alore! atuai!
os dados controle de motor (HR4)+controle do veículo (MR)# avalie o
'erc6cio sistema de p<s;tratamento de $ás de escape.
3
Valore! atuai! de controle do +otor
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

<o  <o+e Valor &nidade


atual
554 9or1uedemotorespeci%cado ;D4 >m
55D Háximotor1ueatualdomotor @ >m
55@ Gelocidadedomotor AI4 rpm
566 9emperaturalí1uidodearre*ecimento 4A C
5D4 Hodelode
re$ulador 6A ;;
@ -ressão
R"D4 @LI m&ar

L -ressão
de do ar comprimido na unidade
dosa$em 6A4 m&ar
A >ível de a&astecimento do reservat<rio L6 
de R"D4
D 9emperatura da R"D4 na unidade de 4A C
dosa$em
 9emperaturanoreservat<riodeR"D4 4@ C
I 9emperaturamontantedocatalisador  C
 9emperatura'usantedocatalisador A4 C
I6 9emperatura do
ar 4A C
I5 Bmidade relativado
ar 4D 
IA 9emperaturanocatalisador L C
I4 Bmidadedoardeaspiração @. $+]$
A 0osa$emdeR"D4 >ãoativa ;;
ID :uantidade atual de dosa$em de 5.5 $+
R"D4
I@ ConsumoacumuladodeR"D4 4.65 ]$
I Statusda&om&adeR"D4 0esli$ada ;;
II Status da válvula comutadora de ar cionada ;;
comprimido do SCR
IL Status da válvula de *ecamento de ar Mala ;;
comprimido do SCR (somente para
veículos de car$a peri$osa)
6 Status da válvula proporcional I F da >ão ativa ;;
válvula de dosa$em de R"D4
4 Status da válvula proporcional  F da >ão ativa ;;
válvula eletroma$nética do a1uecedor
do reservat<rio R"D4
66 1uecedordi*usor >ãoativa ;;
64 "imitaçãodetor1ue >ãoativa ;;

Valore! atuai! de controle de +arc)a

3;
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

<o  <o+e Valor &nidade


atual
55@ Gelocidadedoveículo 5 ]m+
64 "imitaçãodetor1ue >ãoativa ;;

a) /nsira as condiç!es de operação a&aixo e responda as 1uest!es so&re a


situação descrita.

&) -or1ue não ouve in'eção de R"D4 nesta situaçãoP

c) Como é determinado o valor ?9emperatura no catalisador?P

'erc6cio Bsando os dados controle de motor (HR4)+controle do veículo (MR)# avalie o


$ sistema de p<s;tratamento de $ás de escape.

Valore! atuai! de controle do +otor


<o  <o+e Valor &nidade
atual
554 9or1uedemotorespeci%cado 6L >m
55D Háximotor1ueatualdomotor 45@ >m
55@ Gelocidadedomotor 6AL rpm
566 9emperaturalí1uidodearre*ecimento LA C
5D4 Hodelode
re$ulador 6A ;;
@ -ressão
R"D4 @IL m&ar
L -ressão do ar comprimido na unidade de 6AA4 m&ar
dosa$em
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

<o  <o+e Valor &nidade


atual
A >ível de a&astecimento do reservat<rio de 4 
R"D4
D 9emperatura da R"D4 na unidade de @A C
dosa$em
 9emperaturanoreservat<riodeR"D4 4A C
I 9emperaturamontantedocatalisador D@ C
 9emperatura'usantedocatalisador 4I C
I6 9emperatura do
ar 4A C
I5 Bmidade relativado
ar 4D 
IA 9emperaturanocatalisador D6D C
I4 Bmidadedoardeaspiração @. $+]$
A 0osa$em de
R"D4 tiva ;;
ID :uantidade atual de dosa$em de R"D4 64.5 $+
I@ ConsumoacumuladodeR"D4 44.65 ]$
I Statusda&om&adeR"D4 "i$ada ;;
II Status da válvula de ar comprimido do SCR cionada ;;
IL Status da válvula de *ecamento de ar Mala ;;
comprimido do SCR (somente para veículos
de car$a peri$osa)
6 Status da válvula proporcional I F da válvula tiva ;;
de dosa$em de R"D4
4 Status da válvula proporcional  F da válvula >ão ativa ;;
eletroma$nética do a1uecedor do
reservat<rio R"D4
66 1uecedordi*usor >ãoativa ;;
64 "imitaçãodetor1ue >ãoativa ;;

Valore! atuai! de controle de +arc)a


<o  <o+e Valor &nidad
atual e
55@ Gelocidadedoveículo  ]m+
64 "imitaçãodetor1ue >ão ;;
ativa

$7
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

a) /nsira as condiç!es de operação a&aixo e responda as 1uest!es so&re a


situação descrita.

&) :uais componentes do $ás de escape aumentam nesta situaçãoP

c) -or1ue é in'etada R"D4 nesta situaçãoP

271 -eter+inando o con!u+o de ARLA32

'erc6cio Calcule as di*erenças entre o consumo de R"D4 o consumo de


( com&ustível e expresse como um percentual utilizando a se$uinte *<rmula,
− Consumo R"D4+consumo de com&ustível x 655 ^ consumo de
R"D4 em 

Exemplo,6#DA l+6@6#I4 l x 655 ^ 5#LA


0etermine o consumo atual de R"D4 do veículo usando os dados,
0iscuta a solução com seu $rupo.
 se$uinte in*ormação está disponível,
− Consumo R"D4 , @@A " (medido no reservat<rio)
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

− Consumo de com&ustível, 655A5 " (medido no reservat<rio)


Con!u+o calculado de ARLA320
_ _ _ do consumo de com&ustível

a) Btilize este espaço para os seus cálculos

&) O 1ue vocK conclui a respeito do consumo de rlaD4 calculadoP

'erc6cio 0etermine o consumo atual de R"D4 do veículo usando os dados


 providos.
0iscuta a solução no $rupo.
 se$uinte in*ormação está disponível,
• C9ROS tra*e$ando em canteiro de o&ras (1uilometra$em atual 45.555
]m)
• Hédia de consumo de com&ustível @5 "+655 ]m (4#A ]m+")
• Controle de motor (HR4) valor atual no Star 0ia$nosis (consumo total
R"D4) ^LA5 ]$
O&servaçao, 0ividir o consumo de rlaD4 em ]$ por 6#5L# para acar o
consumo de
rlaD4 em litros.

0ensidade do rlaD4 ^ 6#5L ]$+dm`


• 6 dm` ^ 6 litro
• 0ensidade ^ Hassa+Golume
• Con!u+o calculado de ARLA320
___  do consumo de com&ustível

$2
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

a) Btilize este espaço para os seus cálculos

&) Conclu!ão0 1ue a%rmação+a%rmaç!es pode vocK proporcionar ao seu


cliente na &ase de consumo de R"D4 1ue vocK calculouP
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

21 :en!or <O

O sensor >Ox consiste de uma sonda de medição e de uma unidade


controladora# entre;conectadas por um %o elétrico.
O sensor >Ox a concentração de <xido de nitro$Knio no $ás de
escape.
 sonda de medição é %xada diretamente no catalisador.  unidade
controladora pode ser %xada tanto ao cassis como ao porta;
catalisador in*erior# dependendo do modelo do veículo.

Sensor %& $om unidade $ontro6adora TT_14_40_001343_FA

Conexão elétrica Bnidade controladora do


1 A113a1
sensor >Ox
2 "ina elétrica A113b1 Sensor >Ox
Sensor >Ox com unidade
A113 controladora

-e!en)o da !onda de +edição


 sonda de medição do sensor >Ox consiste de cerVmica de <xido de
zirc=nio e tem duas cVmaras# sendo 1ue a primeira cVmara é a&erta
para o lado dodeescapamento.
uma &arreira di*usão. >a entrada para a primeira cVmara á
Bma &arreira de di*usão adicional separa a primeira cVmara da
se$unda cVmara.
 sonda de medição está e1uipada com trKs pares de eletrodos
*eitos de platina. Bm dos tais pares de eletrodos está localizado na
primeira cVmara e os dois outros pares estão na se$unda cVmara.
-ara alcançar rapidamente a temperatura operacional (aprox.

$$
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

55C)# a sonda de medição é a1uecida eletricamente via unidade


controladora.
Os pares de eletrodos são desi$nados como a &om&a principal#
&om&a auxiliar e &om&a de medição.
O zirc=nio de <xido cerVmico é eletrolítico e elétrons Juem entre um
par de eletrodos ao ser aplicada uma volta$em.

,s.uema de /un$ionamento do sensor %& TT_14_40_0013'0_FA

r externo+duto de ar de
3 Corpo cerVmico = re*erKncia
( So1uete 4 ; So1uete 6
 Elemento a1uecedor

O%eração
0urante a operação os eletrodos tKm volta$em constante.
O $ás de escape passa através da &arreira de di*usão para dentro
da primeira cVmara. "á# o oxi$Knio (O4) no $ás de escape entre os
eletrodos da &om&a principal é ?&om&eado? através da camada de
zirc=nio de volta para o Juxo do escapamento. -ara manter
constante a volta$em no eletrodo# a potKncia da corrente é
aumentada ade1uadamente pela unidade controladora. O consumo
de ener$ia (/p5) indica o conte\do de oxi$Knio no $ás de escape.
Os <xidos nitrosos e uma pe1uena parte do oxi$Knio residual passa
através da &arreira de di*usão para dentro da se$unda cVmara#
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

onde um eletrodo adicional ?&om&eia? o resíduo total de oxi$Knio ao


Juxo do escapamento. O consumo de ener$ia (/p6) indica o
conte\do de oxi$Knio residual na se$unda cVmara.
>a &om&a de medição o >O x  reduzido aos seus componentes#
nitro$Knio e oxi$Knio. >a &om&a de medição o oxi$Knio é
?&om&eado? através da camada de zirc=nio para extremidade de
um canal a&erto ao ar exterior. O consumo de ener$ia (lp4) na
&om&a de medição é proporcional  concentração de <xido de
nitro$Knio na $ás de escape.
<ota
O sensor >Ox somente pode ser dia$nosticado com o Star 0ia$nosis
(valores somente podem ser determinados com o sensor ativo).

$
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

22 Con!ideraç8e! e!%eciai! ao re+o#erin!talar o


!en!or <O

o$a6i>a"#o do sensor %&? mostrado no mode6o (32 $om es$a!amento erti$a6 @$di*o +) TT_14_40_0013'3_FA

"ina elétrica (unidade controladora


1 Conexão elétrica  >Ox ao ponto de separação)
"ina elétrica (unidade controladora Sensor >Ox com unidade
2 >Ox ao sensor >Ox) A113 controladora
Silencioso com catalisador de Bnidade de comando com sensor
3 redução A113a1 >Ox
$ Suporte A113b1 Sensor >Ox
( -ara*uso

-ica de re%aração
 unidade de comando do sensor >O x (66Da6) e o sensor >Ox (66D&6)
criam uma unidade 1ue somente pode ser removida 'unta.
 unidade de comando do sensor >O x (66Da6) tam&ém deve ser
removida primeiro# de outra *orma# a lina elétrica (4) poderia ser
dani%cada durante a remoção do sensor >Ox (66D&6) através de
torcimento.
:uando instalar o novo sensor >O x co&rir a rosca com pasta ( 555 LL
I A6)
Derra+enta de garra! do !en!or <O x re+o#erin!talar0 555
AL I6 5D 55
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

23 4onitora+ento de <O
Se as emiss!es excederem os limites O20# isso é detectado como
mau *uncionamento no sistema de limpeza de $ás de escape e a luz
indicadora de mal *uncionamento (H/") no painel de instrumentos
começa a piscar.
Esse monitoramento co&re,
• Continuidade elétrica de todos os sensores e acionadores
• 0osa$em R" D4
• E%ciKncia do catalisador
• Honitoramento da emissão de <xido de nitro$Knio
 satis*ação desses re1uisitos re1uer um sensor >Ox.

Valore! li+ite! na nor+a Frocon#e F=


FROCO<V' F= '&RO( <O
gP)
Galor limite 4 I.5
Galor limite 6 D.A
Galor limite para aprovação da 4.5
desi$nação de modelo

Se o limiteéde
(EBROA)) advertKncia
excedido# a luz >Ox de D#A de
indicadora $+]
mal (-ROCO>GE -I acende
*uncionamento
de *orma intermitente.
Se o nível >Ox no escapamento excede I#5 $+]# o tor1ue do
motor é reduzido e a luz indicadora de mal *uncionamento acende
de *orma contínua.
-or *orça de lei# todos os veículos 1ue *orem omolo$ados em
atendimento ao -ROCO>GE -;I# deverão ter instalado o sistema de
autodia$nose# a %m de coi&ir e penalizar possíveis tentativas de
estraté$ia manipulat<ria do sistema de controle de emiss!es. 1ui#
é *eita uma veri%cação se á um catalisador instalado. -ara a
detecção do catalisador# são medidas e analisadas as temperaturas
 'usante e  montante do catalisador. >a entrada do catalisador é
detectado um aumento de temperatura curto e rápido. Como o
catalisador tem uma enorme capacidade de armazena$em térmica#
o aumento de temperatura na saída do catalisador é
correspondentemente &aixo. Com &ase nessa di*erença de
temperatura# a unidade de comando detecta a presença do
catalisador.
Se estiver instalado somente um silencioso# e não um catalisador# as
Jutuaç!es de temperatura no lado de saída tam&ém serão

$;
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

consideravelmente mais altas.  unidade de comando detecta se


um catalisador está presente ou não e usa essa avaliação como uma
a%rmação O20.
Bm sensor >Ox deve estar instalado em todos os veículos a ser
colocadas na estrada a partir de 'aneiro de 4564. O sensor >Ox
veri%ca o nível >Ox no $ás de escape e indica 1ue os limites *oram
excedidos por meio de uma luz indicadora (H/"# "uz /ndicadora de
Hau Muncionamento) no instrumento. Em níveis muito altos de <xido
de nitro$Knio (limites excedidos no escapamento)# o tor1ue do
motor é reduzido de acordo com a diretiva.

Li+itação de torque

• O sistema deverá ser capaz de interpretar a inexistKncia de


R"D4 no reservat<rio e reduzir o tor1ue disponível do motor a
no máximo 5# na sua pr<xima partida.
• O sistema deverá ser capaz de interpretar uma elevação do nível
de emissão de >Ox e# caso esta se'a maior 1ue D#A$+]# a
lVmpada indicadora de mal *uncionamento deverá ser acendida
de *orma intermitente.
• O sistema deverá ser capaz de interpretar uma elevação do nível
de emissão
reduzir de >Ox
o tor1ue e# caso do
disponível esta se'a amaior
motor 1ue I#5$+]#
no máximo deverá
5# ap<s um
período de @ de *uncionamento do motor# na sua pr<xima
partida.  lVmpada indicadora de mal *uncionamento deverá ser
acendida de *orma permanente e aparece indicação no painel de
instrumentos.
Ve6culo! Q de 1T ^ redução de 4A da potKncia do motor
Ve6culo! aci+a de 1T ^ redução de @5 da potKncia do
motor

Ob!er#aç8e!0
• Como medida de se$urança# a pontKncia do motor nunca
deverá ser reduzida com o veículo em *uncionamento.
• O veículo continua a rodar ap<s a ativação do limitador de
tor1ue.
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

J!enção
 redução de tor1ue não se aplica a veículos o%ciais (veículos
militares e de res$ate# &om&eiros# serviços de res$ate médico# etc.).

-e!ati#ação do li+itador de torque


Se o limitador de tor1ue está ativado
• 0evido a um reservat<rio de R"D4 vazio# ele será desativado
depois de rea&astecer R"D4.

(7
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

2$ Re%aração de 5al)a0 ece!!i#a e+i!!ão de >ido


de nitrog.nio " li+ite 12 ecedido
:olução da 5al)a
-ode aver várias raz!es por1ue o limite de <xido de nitro$Knio é
excedido.
-ossíveis *ontes de *alas podem ser,
• :ualidade da R"D4
• :ualidade do diesel
• 0osa$em reduzida de R"D4( pro&lema no aparelo dosador)
• Sensor com&inado de temperatura e umidade do ar SCR
• Sistema de escapamento em $eral (vazamentos)
• Catalisador dani%cado

-ica de re%aração
>o caso de uma *ala relevante de emissão# ela deve ser reparada
usando Star 0ia$nosis. Se outros c<di$os de *alas estiverem presentes#
estes devem ser reparados antes.
 se1uKncia de reparação de *alas via 0S deve ser mantida. o
reparar os correspondentes c<di$os de *alas# o empre$ado da o%cina é
levado  *unção de apa$ar Malas via Ge0oc.
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

2( A%agando o c>digo de 5al)a


p<s as operaç!es de reparação no sistema de p<s;tratamento do
$ás de escape ou controle >Ox SCR o c<di$o de *ala na unidade de
comando precisa ser apa$ada. O atual c<di$o de *ala somente
pode ser reativado por meio do Ge0oc.
O limitador de tor1ue não deve ser reativado usando uma
*erramenta de serviço. Star 0ia$nosis é considerado como tal
*erramenta.
 reativação dos c<di$os de *alas no controle do motor (HR4)
usando Ge0oc pode ser realizado de duas maneiras di*erentes,

-ica de re%aração
p<s as operaç!es de reparação no sistema de p<s;tratamento do $ás
de escape ou controle >Ox SCR# a H/" pode ainda estar acesa no painel
de instrumentos.
 luz indicadora H/" somente se apa$a ap<s um ciclo de dia$nose
completado positivamente.
llllllllllllllllllllllllllllllllllll

(2
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

2 Verifcando a qualidade da ARLA32


'erc6cio /nspecionar os vários espécimes R"D4 com papel de teste e depois com
= re*rat=metro
e anotar 1uais1uer características di*erentes.
0iscuta as características di*erentes no $rupo.
T>%ico Caracter6!tica! di!tinti#a!
R"D4 mistura de
<leo de motor
R"D4 mistura
com 0iesel
R"D4 espécime 

R"D4 espécime 2

R"D4 espécime C

Bsando o re*ract=metro portátil# determine a 1ualidade dos espécimes  a C


da R"D4 e decida se os espécimes são usáveis.
Compare os espécimes  a C com as ima$ens associadas.
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

TT_14_40_001(03_FA

TT_14_40_001(04_FA

Espécime, Espécime,

TT_14_40_001(0'_FA

($
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

0iscuta a solução no $rupo.


'!%Hci Conteúdo Fode a ARLA32 ainda !er O:'RVASO
+e de ureia u!ada
:J4 <ã o

Ob!0

O re*ract=metro portátil deve ser cali&rado ocasionalmente


usando /gua de!tilada
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

2= ARLA 32 " Dluido o%eracional


rlaD4 si$ni%ca,
[ A$ente Redutor Li1uido de >Ox Automotivo
[ b uma solução a1uosa de uréia técnica,
[ >ão é t<xica
[ >ão é explosiva
[ >ão é nociva ao meio am&iente
[ Está classi%cada na cate$oria dos Juidos transportáveis de &aixo
risco
[ Re$ulamentação,
[ /nstrução >ormativa do /2H n 4D# de 66.5I.455L
[ Munção,
[ Reduzir 1uimicamente as emiss!es de >Ox dos veículos e1uipados
com motores diesel
[ 0ados,
[ M<rmula, CO(>Q4)4
[ 0ensidade, 65I#5  65LD#5 ]$+mD
[ Concentração, D4#A em peso (restante á$ua desmineralizada)
[ 9am&ém é conecido como d2lue ou BS D4 (1ueous Brea
Solution)
[ -onto de con$elamento, F66C

(
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

2; '5eito! no li+itador de torque


'erc6cio Geri%1ue os e*eitos 1ue um tan1ue vazio de R"D4 tem na limitação de
; tor1ue no caso de monitoramento de >O x.
Si$a as instruç!es de tra&alo no exercício e anote suas o&servaç!es
ade1uadamente.
Mavor realizar cada passo de tra&alo no reservat<rio de R"D4 com a
i$nição em ?OMM?.

a) Geri%1ue e anote o atual nível de a&astecimento de R"D4 do seu veículo


usando o Star 0ia$nosis ou o indicador no painel de instrumentos.
e+
U '+
litro!
tual nível de
a&astecimento de
R"D4,

&) -uxe o conector do sensor de nível de a&astecimento de R"D4 no


1uadro.
Conecte o provido sensor de nível de a&astecimento de R"D4 e mova o
Jutuador do sensor de nível de a&astecimento de R"D4 para a posição
?ceio?.
e+
U '+
litro!
tual nível de
a&astecimento de
R"D4,
Exi&ição no instrumento,

c) Hova o Jutuador do sensor do reservat<rio de R"D4 para a posição


?vazio?.
e+
U '+
litro!
tual nível de
a&astecimento de
R"D4,
Exi&ição no instrumento,
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

d) "i$ue o motor &revemente uma vez e então desli$ue;o novamente.


prox. 6A s (o&serve o tempo de *uncionamento continuado da unidade de
comando do controle do motor (HR4) e $ire o interruptor de partida
somente até a posição ?i$nição O>?.
note as suas desco&ertas.
Ob!er#ação
Exi&ição no instrumento

na 6a partida do motor,
Exi&ição no /nstrumento
com i$nição ?O>?,
C<di$o de *ala HR4 no
Star 0ia$nosis,

Valore! atuai! de controle de +arc)a


<o  <o + e Valoratual &nidade
64 "imitaçãodetor1ue ;;

Valore! atuai! de controle do +otor


<o  <o + e Valoratual &nidade
64 "imitaçãodetor1ue ;;

e) Hova o Jutuador do sensor do reservat<rio de R"D4 para a posição


?ceio?.
Ob!er#ação
Exi&ição no /nstrumento
com i$nição ?O>?,
Exi&ição no instrumento
depois da 6a partida do
motor,
C<di$o de *ala HR4 no
Star 0ia$nosis,

Valore! atuai! de controle de +arc)a


<o  <o + e Valoratual &nidade

64 "imitaçãodetor1ue ;;

Valore! atuai! de controle do +otor


<o  <o + e Valoratual &nidade
64 "imitaçãodetor1ue ;;

(;
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida

*) 0esconecte o conector do sensor do reservat<rio de R"D4 do 1uadro e


conecte outra vez o sensor ori$inal do reservat<rio de R"D4.
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

29 Verifcando o !i!te+a :CR quanto I do!age+


reduEida
'erc6cio GocK rece&e a se$uinte ordem de serviço,
9 Hensa$em exi&ida ?"imite de emiss!es excedido? e luz indicadora H/"
piscando em um veículo com sistema SCR.
0urante a reparação da *ala usando o Star 0ia$nosis# vocK é solicitado a
veri%car o dispositivo de dosa$em 1uanto  dosa$em reduzida.
note 1ual1uer in*ormação importante ao proceder através dos passos de
tra&alo.
4aterial requerido Con!ideraç8e! e!%eciai! ao in!talar e
re+o#er

8eri$ando o dis!ositio de dosa*em .uanto D dosa*em redu>ida TT_14_40_0013+4_FA

1 9estar lina de in'eção ( 8arra*a


2 9estar &ico in'etor  -resilas de ca&os
$ Han$ueira

7
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.D Geri%cando o sistema SCR 1uanto  dosa$em reduzida
9 Verifcando a qualidade da ARLA32
L.4 E*eitos no limitador de tor1ue

2