Você está na página 1de 62
TABELA BOMBAS FOLHA 01 FOLHA 02 FOLHA 04 FOLHA 03 FOLHA 05 JY CONSULTORIA E
TABELA BOMBAS
FOLHA 01
FOLHA
02
FOLHA 04
FOLHA 03
FOLHA 05
JY CONSULTORIA
E PROJETOS LTDA
LARCO COMÉRCIO DE
PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
PLANTA DE TUBULAÇÃO DE PRODUTOS - CHAVE
VIDE FOLHA 02 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
VIDE FOLHA 02 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
VIDE FOLHA 02 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
VIDE FOLHA 02 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
VIDE FOLHA 02 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.

VIDE FOLHA 02

VIDE FOLHA 02 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA. PLANTA
VIDE FOLHA 02 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA. PLANTA
VIDE FOLHA 02 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA. PLANTA
VIDE FOLHA 02 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA. PLANTA
JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA. PLANTA DE TUBULAÇÃO
JY CONSULTORIA
E PROJETOS LTDA
LARCO COMÉRCIO DE
PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
PLANTA DE TUBULAÇÃO DE PRODUTOS - FOLHA 01

VIDE FOLHA 01

VIDE FOLHA 04

VIDE FOLHA 03

VIDE FOLHA 01 VIDE FOLHA 04 VIDE FOLHA 03 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO
VIDE FOLHA 01 VIDE FOLHA 04 VIDE FOLHA 03 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO
JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA. PLANTA DE TUBULAÇÃO
JY CONSULTORIA
E PROJETOS LTDA
LARCO COMÉRCIO DE
PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
PLANTA DE TUBULAÇÃO DE PRODUTOS - FOLHA 02
VIDE FOLHA 02 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
VIDE FOLHA 02
JY CONSULTORIA
E PROJETOS LTDA
LARCO COMÉRCIO DE
PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
PLANTA DE TUBULAÇÃO DE PRODUTOS - FOLHA 03
VIDE FOLHA 05
VIDE FOLHA 05 JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
VIDE FOLHA 05
JY CONSULTORIA
E PROJETOS LTDA
LARCO COMÉRCIO DE
PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
PLANTA DE TUBULAÇÃO DE PRODUTOS - FOLHA 04
VIDE FOLHA 02

VIDE FOLHA 03

VIDE FOLHA 04

VIDE FOLHA 03 VIDE FOLHA 04 TABELA BOMBAS JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE
TABELA BOMBAS
TABELA BOMBAS
VIDE FOLHA 03 VIDE FOLHA 04 TABELA BOMBAS JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE
JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA. PLANTA DE TUBULAÇÃO
JY CONSULTORIA
E PROJETOS LTDA
LARCO COMÉRCIO DE
PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
PLANTA DE TUBULAÇÃO DE PRODUTOS - FOLHA 05
JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA. PLANTA DE TUBULAÇÃO
JY CONSULTORIA
E PROJETOS LTDA
LARCO COMÉRCIO DE
PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
PLANTA DE TUBULAÇÃO DE PRODUTOS - FOLHA 06
JY CONSULTORIA E PROJETOS LTDA LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA. DETALHES TÍPICOS DE
JY CONSULTORIA
E PROJETOS LTDA
LARCO COMÉRCIO DE
PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA.
DETALHES TÍPICOS DE TUBULAÇÃO
LISTA DE MATERIAL TUBULAÇÃO DE PRODUTO LM-LRJ-02 1. INTRODUÇÃO: Esta Especificação tem por objetivo estabelecer

LISTA DE MATERIAL TUBULAÇÃO DE PRODUTO

LM-LRJ-02

1. INTRODUÇÃO:

Esta Especificação tem por objetivo estabelecer critérios para seleção de qualidades mínimas dos materiais, assim como a relação dos mesmos a serem empregados no projeto, fabricação e montagem de sistemas de tubulação de produtos na adequação da Base da LARCO COMÉRICO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA., em Jequié - BA.

2 NORMAS TÉCNICAS:

ABNT NBR 5893 - Papelão Hidráulico para uso universal e alta pressão - Material para Juntas; ABNT NBR 11734 - Papelão Hidráulico para uso universal a alta pressão e alta temperatura - Material para Juntas; ANSI/ASME B 1.1 - Unified Inch Screw Threads; ANSI/ASME B 1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (inch); ANSI/ASME B 16.3 - Malleable Iron Threaded Fittings, Class 150 and 300; ANSI/ASME B 16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings; ANSI/ASME B 16.9 - Factory - Made Wrought Steel Buttwelding Fittings; ANSI/ASME B 16.10 - Face-to-Face and End-to-End Dimensions of Ferrous Valves; ANSI/ASME B 16.11 - Forged Steel Fittings, Socket-Welding and Threaded; ANSI/ASME B 16.20 - Metallic Gaskets for Pipe Flanges Ring Joint, Spiral Wounds and Jacketed (SPEC. OA); ANSI/ASME B 16.21 - Nonmetalic Gaskets for Pipe Flanges; ANSI/ASME B 16.25 - Buttwelding Ends; ANSI/ASME B 16.34 - Fittings, Flanges and Valves; ANSI/ASME B 16.39 - Malleable Iron Threaded Pipe Unions, Class 150, 250 and 300; ANSI/ASME B 18.2.1 - Square and Hex Bolts and Screws; ANSI/ASME B 18.2.2 - Square and Hex Nuts; ANSI/ASME B 31.3 - Chemical Plants and Petroleum Refinery Piping; ANSI/ASME B 36.10 - Welded and Seamless Wrought Steel Pipe; ANSI/ASME B 36.19 - Stainless Steel Pipe; ANSI/AWWA C 207 - Steel Pipe Flanges for Waterworks Service-Sizes 4 in Through 144 in; ANSI/AWWA C 602 - Cement-Mortar Lining of Water Pipelines - 4 in and Larger - in Place; API SPEC 6D - Specification for Pipeline Valves (Gate, Plug, Ball and Check Valves); API STD 600 - Steel Gate Valves, Flanged or Buttwelding Ends; API STD 602 - Compact Carbon Steel Gate Valves; API STD 609 - Lug and Wafer Type Butterfly Valves; ASME B 16.47 - Large Diameter Steel Flanges (NPS 26 through NPS 60); BS 1414 - Specification for Steel Wedge Gate Valves for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries (SPEC BA); BS 1873 - Steel Globe and Globe Stop and Check Valves (flanged and buttwelding ends) for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries; BS 5152 - Specification for Cast Iron Globe and Globe Stop and Check Valves for General Purposes; BS 5159 - And 2 Cast Iron and Carbon Steel for General Purposes; BS 5351 - Steel Ball Valves for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries;

Folha 1 de 5

BS 5352 - Specification for Steel Wedge Gate, Globe and Check Valves 50 mm and

BS 5352 - Specification for Steel Wedge Gate, Globe and Check Valves 50 mm and Smaller for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries; BS 5353 - Specification for Steel Plug Valves; BS 6755 - Testing of Valves; MSS SP 6 - Standard Finishes for Contact Faces of Pipe Flanges and Connecting - End Flanges of Valves and Fittings; MSS SP 44 - Steel Pipe Line Flanges; MSS SP 70 - Cast Iron Gate Valves, Flanged and Threaded Ends; MSS SP 71 - Cast Iron Swing Check Valves, Flanged and Threaded Ends; MSS SP 80 - Bronze Gate, Globe, Angle and Check Valves;

3 ABREVIATURAS:

Além das abreviaturas de domínio comum, são utilizadas as seguintes abreviaturas:

HARI

Haste ascendente rosca interna

PC

Ponta chanfrada

PL

Ponta lisa

PR

Ponta roscada

RI

Revestimento interno

TAP

Tampa aparafusada

TRO

Tampa roscada

4 RESSALTOS DE CONEXÕES AUXILIARES:

Para os diâmetros nominais de tubulação (diâmetro nominal x "nominal pipe size") nos casos em que for necessário, as válvulas flangeadas ou para solda de topo dos tipos Gaveta, Globo e Retenção, devem ser fornecidas com ressaltos ("bosses") para abertura de conexões auxiliares conforme figura 5 da norma ANSI B16.34, seguindo critério abaixo:

TIPO DE VÁLVULA

 

DIÂMETRO DA CONEXÃO

POSIÇÕES

ANSI B16.34

 

2"a 4" 6" a 8" 10" e maiores

1/2"

A,B & H A,B & H A,B & H

GAVETA

3/4"

1"

 

2"a 4" 6" a 8"

1/2"

C

GLOBO

3/4"

C

 

2"a 4" 6" a 8" 10" e maiores

1/2"

G

RETENÇÃO

3/4"

G

1"

G

Folha 2 de 5

5 – TUBULAÇÕES E ACESSÓRIOS PARA HIDROCARBONETOS: NORMA BÁSICA MATERIAL DO TUBO CLASSE ANSI B

5 TUBULAÇÕES E ACESSÓRIOS PARA HIDROCARBONETOS:

NORMA BÁSICA

MATERIAL DO TUBO

CLASSE

ANSI B 31.3

AÇO CARBONO

150 RF

SERVIÇO:

HIDROCARBONETOS: ÓLEO DIESEL

 

LIMITES:

TEMPERATURA MÁXIMA 400°C P/ METAL - 100° P/ BUNA-N - 150P/ VITON

CORROSÃO ADM.:

1,3 mm

MAT

DIÂMETRO

   

DESCRIÇÃO

CÓD.

DE

ATÉ

CLASSE

EXT.

 

B

½

1

½ “

800

ES

VGA DE AFO ASTM A 105, OBTUR-SEDE AISI 410, HARE, CA, API-602.

 

L

O

         

Q

2”

 

12”

150

FLG

VGA DE AFU ASTM A 216 Gr. WCB, OBTUR-SEDE AISI 410, HARE, CA, API-600. (1)

U

 

IDEM COM ENGRENAGEM DE REDUÇÃO (1) (6).

E

14”

 

24”

150

FLG

I

   

O

42”

150

FLG

IDEM API-600, ANSI B16.47, BS-1414. (1) (6)

R

           

E

½

1

½ “

800

ES

VGL DE AFO ASTM A 105, OBTUR-SEDE AISI 410, HARE, CA, BS-5352.

G

V

U

         

Á

L

A

L

G

E

2”

 

12”

150

FLG

VGL DE AFU ASTM A 216 Gr. WCB, OBTUR-SEDE AISI 410, HARE, CA, BS-1873. (1)

V

M

 

U

R

           

E

½

1

½ “

800

ES

VRE TIPO PISTSTÃO DE AFO ASTM A105, OBTUR-SEDE AISI 410, TAP, BS-5352

L

T

E

           

A

N

           

S

Ç

VRE TIPO PORTINHOLA DE AFU ASTM A216 Gr. WCB, OBTUR-SEDE AISI 410, TAP BS-1868.

Ã

O

2“

 

24”

150

FLG

(1) (2) (6)

(1)

 

A

           
 

L

½

1

½ “

800

ES

VES DE AFO A 105, OBTUR AISI 410, SEDE PTFE, BS-5159 (9)

T

E

         

R

N

A

2”

 

4”

150

FLG

VES DE AFU ASTM A 216 Gr. WCB, OBTUR AISI 410, SEDE PTFE,

T

 

API-6D. (1) (8)

I

V

A

6”

 

30”

150

FLG

IDEM, COM ENGRENAGEM DE REDUÇÃO (1) (8) (6).

 

½

1

½ “

Sch 80

PL

AC API 5L Gr. B, SC OU CC, ANSI B36.10 (5)

 

2”

6”

Sch 40

PC

IDEM (5).

T

8”

10”

Sch 20

PC

IDEM (5).

U

 

B

12”

 

20”

0,250”

PC

AC API 5L Gr. B, SC OU CC, ANSI B36.10 (7)

O

24”

30”

0,375”

PC

IDEM (7).

36”

42”

CALCULAR

PC

IDEM (7) (9)

C

           

O

½

1

½ “

3000

ES

AFO ASTM A 105, ANSI / ASME B 16.11.

N

   

E

X.

2”

 

42”

(8)

PC

AC ASTM A 234 Gr. WPB, ANSI /ASME B 16.9. (3)

F

½

1

½ “

150

ES

AFO ASTM A 105, ANSI / ASME B 16.5. (1)

 

L

A

2”

 

24”

150

PE

IDEM (1) (3)

N

G

26”

36”

150

PE

IDEM, ASME B16.47 SÉRIE A. (1) (3) (9)

E

S

42”

 

150

PE

IDEM, ASME B16.47 SÉRIE A. (1) (3) (9)

U

           

N

I

USAR FLANGES.

Õ

E

 

S

P

           

A

TIPO ESTOJO, AL ASTM A 193 Gr. B7, PORCAS ASTM A 194 GR 2H , HEX., SÉRIE PESADA,

ANSI / ASME B 16.5. (4)

R

A

-

 

-

-

-

F.

   

J

           

U

½

 

10”

1,6mm

-

PAPELÃO HIDRÁULICO, C/ BORRACHA NBR, ABNT NBR 11734, ANSI/ASME B 16.21

N

T

       

A

12”

 

42”

3,2mm

-

IDEM.

Folha 3 de 5

5.1 – DERIVAÇÕES: LINHA TRONCO < 2” 2” 2 ½” 3” 4” 6” 8” 10”

5.1 DERIVAÇÕES:

LINHA TRONCO

< 2”

2”

2 ½”

3”

4”

6”

8”

10”

12”

14”

16”

18”

20”

24”

24>

RAMAL

(pol)

 

A

 

E

 

F

 

< 2”

CONVENÇÕES:

     

2”

A - TÊ

   

B

 

C

ou

G

2 ½“

B - BOCA DE LOBO

     

3”

C - COLAR DE TOPO

A

ou

B

H

4”

D - COLAR ROSCADO

       

6”

E - COLAR DE ENCAIXE

       

8”

F - MEIA LUVA

 

A

ou

C

ou

G

10”

G BOCA DE LOBO COM REFORÇO

   

12”

H - CALCULAR

 

>12”

5.2 LIMITES DE PRESSÃO E TEMPERATURA:

20,0 16,0 12,0 8,0 4,0 0 0 40 100 200 300 400 500 2 DE
20,0
16,0
12,0
8,0
4,0
0
0
40
100
200
300
400
500
2
DE PROJETO EM Kgf/cmPRESSÃO

TEMPERATURA DE PROJETO EM C

5.3 NOTAS:

1 Acabamento de face de flanges; ranhurado concêntrico ou excêntrico, conforme MSS SP-6.

2 – Como alternativa, pode ser utilizado o tipo “WAFER” dupla ou simples portinhola, com sede em BUNA-N até 100 0 C, VITON de 100 ou 150 0 C e acima de 150 0 C com sede em METAL- METAL.

3 Espessura de acordo com o tubo de diâmetro correspondente.

4 Para ambientes com salinidade utilizar parafuso cadmiado ASTM B 766 Cl. 8 Tipo II Bi-

cromatizado amarelo brilhante c/ alívio de tensões e de hidrogênio e testes suplementares S1, S2 e

S3.

5 Como alternativa, pode ser utilizado o ASTM A 106 Gr. B.

Folha 4 de 5

6 – Como alternativa, para diâmetros superiores a 6”, o obturador pode ser em aço

6 – Como alternativa, para diâmetros superiores a 6”, o obturador pode ser em aço carbono, sendo executada deposição se solda (AISI 410) para vedação obturador/corpo.

7 Como alternativa pode ser utilizado o ASTM A 672 GR. A55 CL 12.

8 Utilizar o tipo passagem plena.

9 As pressões admissíveis de projeto, utilizadas para o cálculo do flange, devem estar de acordo com a norma ANSI/ASME B 16.5.

10 As espessuras dos tubos e os cálculos dos reforços das bocas de lobo para essas faixas de

diâmetros devem ser calculadas para a pressão e temperatura de projeto da linha. Essas espessuras devem ser necessariamente registradas na folha de dados de tubulação.

11 Obrigatoriamente as tubulações que utilizarem como fluído o BIO-DIESEL deverão possuir os

acessórios com vedação de VITON, quais quer que sejam as temperaturas de operação.

Folha 5 de 5

REQUISICAO DE CONEXOES

BITOLA

 

BACIA DE

PRAÇA

 

TOTAL

 

OU

DESCRIÇÃO SUPLEMENTAR

PLATAFORMA

PARA

DIMENSÃO

TANQUES

BOMBAS

COMPRA

 

CONEXÕES Aço carbono forjado ASTM A - 234 Gr.WPB, preto, sem costura, com extremidade chanfrada, Schedule 40, dimensões conforme ANSI B.16.9

       
       
       
 

3"

CURVA 90º RL

12

   

12

 

6"

 

40

8

10

58

 

3"

CURVA 45º RL

     

0

 

6"

 

9

   

9

3"x2"

REDUÇÃO CONCENTRICA

   

12

12

4"X2"

     

4

4

4"X3"

     

16

16

6"x4"

   

13

 

13

6"x3"

   

1

 

1

6"x4"

REDUÇÃO EXCENTRICA

 

1

18

19

6"x5"

   

13

 

13

 

CONEXÕES Aço-carbono forjado, #3000, para solda Dimensões conforme ANSI B.16.11

       
       
       
 

1/2"

MEIA-LUVA

 

20

6

26

 

3/4"

 

24

14

 

38

 

1"

   

28

 

28

 

2"

 

6

   

6

 

1/2"

COTOVELO 90°

 

14

 

14

 

3/4"

 

24

   

24

 

1"

   

28

 

28

 

1/2"

TEE

 

14

 

14

 

1/2"

BUJÃO ROSCA NPT

 

14

6

20

 

3/4"

UNIAO COM ASSENTO DE BRONZE

12

   

12

 

1"

   

14

 

14

 

1/2"

NIPLLE

 

35

6

41

 

FLANGE DE ENCAIXE / SOBREPOSTO Aço carbono forjado ASTM-A-105-GR II, 150# face com ressalto Dimensões conforme ANSI B.16.5

       
       
       
 

2"

     

20

20

2

1/2"

 

6

   

6

 

3"

 

12

 

48

60

 

4"

   

1

48

49

 

5"

   

14

 

14

 

6"

 

42

78

1

121

2

1/2"

CEGO

6

   

6

 

4"

     

1

1

 

6"

 

18

 

5

23

 

JUNTA Papelão hidráulico, espessura de 1,6 mm, para flange 150# dimensões conforme ANSI B.16.21

       
       
       
 

2"

     

20

20

2

1/2"

 

12

   

12

 

3"

 

12

 

62

74

 

4"

   

2

66

68

 

5"

   

14

 

14

 

6"

 

42

64

5

111

REQUISICÃO PARAFUSOS ESTOJOS

BITOLA

 

BACIA DE

PRAÇA

 

TOTAL PARA

OU

DESCRIÇÃO SUPLEMENTAR

PLATAFORMA

DIMENSÃO

TANQUES

BOMBAS

COMPRA

 

PARAFUSO TIPO ESTOJO Aço liga ASTM A - 193 , com porcas ASTM A - 194 , hexagonais Dimensões conforme ANSI B.16.5

       
       
       

8"x3/4"

LONGO

 

104

 

104

7 1/2"x5/8"

LONGO

 

8

192

200

1/2"x76

CONF. ANSI B16.5

48

 

80

128

5/8"x95

CONF. ANSI B16.5

48

 

248

296

5/8"102

CONF. ANSI B16.5

 

16

384

400

3/4"x108

CONF. ANSI B16.5

240

528

48

816

3/4"X63

PARAFUSO COM CABECA SEXTAVADA E PORCA

576

   

576

REQUISICAO DE TUBOS

BITOLA

   

BACIA DE

PRAÇA

 

TOTAL

 

OU

SCHEDULE

DESCRIÇÃO SUPLEMENTAR (kg/m)

PLATAFORMA

PARA

PESO (kg)

DIMENSÃO

TANQUES

BOMBAS

COMPRA

 

TUBO AC ,COM COSTURA,PONTAS CHANFRADAS Aço liga ASTM A - 106 Gr.B ou API 5L

         
         

1/2"

80

1,62

 

6

 

6

9,72

3/4"

80

2,19

24

6

 

30

65,70

1"

80

3,23

 

42

 

42

135,66

2"

40

5,43

   

42

42

228,06

2 1/2"

40

8,62

6

   

6

51,72

3"

40

11,28

36

 

48

84

947,52

4"

40

16,06

 

12

72

84

1349,04

6"

40

28,26

198

66

236

500

14130,00

 

TOTAL PARA COMPRA (kg)

16917,42

REQUISICAO DE VALVULAS

BITOLA

 

BACIA DE

PRAÇA

 

TOTAL PARA

OU

DESCRIÇÃO SUPLEMENTAR

PLATAFORMA

DIMENSÃO

TANQUES

BOMBAS

COMPRA

 

VALVULA GAVETA Corpo aço carbono fundido ASTM-A-216- gr WCB, classe 150#, face RF, internos em aço inoxidável ASTM-A-182 GR F6a, castelo aparafusado, haste ascendente, Vedações de TEFLON, dimensões conforme ANSI B.16.5

       
       
       
       

2 1/2"

 

6

   

6

3"

 

6

   

6

4"

       

0

6"

 

12

38

 

50

 

VALVULA RETENÇÃO DUPLA-PORTINHOLA Corpo em aço carbono fundido ASTM-A-216-Gr WCB, internos em aço inox ASTM-A-351 CF 8Ma vedação em NEOPRENE, sem flange, face RF, classe 150# Dimensões conforme ANSI B.16.5

       
       
       
       

Mola e eixos em aço inoxidável AISI 316

       

3"

     

6

6

4"

     

24

24

6"

   

14

 

14

 

VÁLVULA GAVETA Corpo em aço carbono forjado, ASTM - A105 Gr II, internos em ASTM A182 Gr F6a, vedação em teflon, classe 800# , rosca NPT, haste ascendente Dimensões conforme ANSI B.16.11

       
       
       
       

3/4"

 

24

14

 

38

1"

   

14

 

14

 

VALVULA ESFERA Corpo aço carbono fundido ASTM-A-216- gr WCB, classe 150#, face RF, internos em aço inoxidável ASTM-A-182 GR F6a Similar a CRANE 47X DImensões conforme ANSI B.16.5

       
       
       
       
       

2"

     

2

2

3"

     

1

1

4"

     

27

27

 

VÁLVULA ESFERA Corpo em aço carbono forjado, ASTM - A105 Gr II, internos em ASTM A182 Gr F6a, vedação em teflon, classe 800# , rosca NPT Dimensões conforme ANSI B.16.11

       
       
       
       

1/2"

   

28

6

34

LISTA DE MATERIAL COMPLEMENTAR DE MONTAGEM MECÂNICA LM-LRJ-03 1. INTRODUÇÃO: Apresentamos a seguir, as especificações

LISTA DE MATERIAL COMPLEMENTAR DE MONTAGEM MECÂNICA

LM-LRJ-03

1. INTRODUÇÃO:

Apresentamos a seguir, as especificações dos materiais a serem aplicados na Base de Distribuição Secundária da LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA., em Jequié - BA.

2. RELAÇÃO DE MATERIAIS:

Item

Descrição

 

Qtde.

1

Escotilha de medição, diâmetro de 6”, corpo, tampa e braço de

6

+ 1pç

alumínio, vedação metal/metal, classe 125#, face RF, dimensões

 

conforme ANSI B16.5, conforme modelo Valeq Fig.23.12 ou similar

ANSI B16.5, conforme modelo Valeq Fig.23.12 ou similar 2 Escada pantográfica de 3 degraus, largura externa

2

Escada pantográfica de 3 degraus, largura externa 1300mm e degraus

4

com 800mm, conforme modelo EO264-032 ou similar

 

3

Conjunto trava-quedas retrátil, com roldanas para cabo de 3/8”, com

4

cj

cabo de aço de içamento de ¼” (mínimo) x 4,5m com retorno de mola,

 

carga de 150kg, fornecido com 2 cintos de segurança de 5 pontos com

moitão.

4

Flange de forjada de alumínio 4”, com acoplador de mangote fundido

24 pç

de 4”, com tampa e corrente, vedação de VITON, classe 125#, face

(instalação

com ressalto, dimensões conforme ANSI B16.5

convencional)

Folha 1 de 1

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MONTAGENS MECÂNICAS ET-LRJ-07 1. INTRODUÇÃO: Apresentamos a seguir, as especificações

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MONTAGENS MECÂNICAS

ET-LRJ-07

1. INTRODUÇÃO:

Apresentamos a seguir, as especificações técnicas para a realização de montagens mecânicas da Base de Distribuição Secundária da LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA. em Jequié BA, e como principais objetivos:

1.1) Estabelecer as condições mínimas exigíveis para a pré-montagem, montagem, exigências de testes de tubulações, conexões e acessórios de montagem industrial; 1.2) Aplica-se a todos os tipos de tubulações de aço-carbono que pertençam ao sistema, inclusive oleodutos quando for o caso, a menos de instrumentação e controle;

2. NORMAS:

Deverão ser consideradas as últimas edições e respectivos adendos existentes na data de ordem de compra, das normas aplicáveis dos seguintes organismos, e com destaques:

ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas

NBR-5425

Guia para inspeção por amostragem e controle de certificados de qualidade;

NBR-7821

Construção de tanques atmosféricos de armazenagem de líquidos inflamáveis.

ASTM American Society Testing and Material ASME American Society of Mechanical Engineers

ASME B31.4 Liquid transportation systems for hidrocarbons, liquid petroleum gas, anhydrous ammonia, and alchools; ANSI American National Standard Institute

ANSI B31.3

Chemical Plant and Petroleum Refinery piping.

ANSI B16.5

Steel Pipe Flanges, Flanged valves and fittings.

ISSO International Standard Organization API American Petroleum Institute

API 5L

API STD 650 Welded steel tanks for oil storage;

Specification for line pipe;

SIS Sveriges Standardiseringskommission PETROBRÁS

N-12

Acondicionamento e embalagem de válvulas e flanges;

N-76

Materiais de montagem de tubulações.

N-115

Fabricação e montagem de tubulações industriais;

N-108

Respiros e drenos;

N-133

Soldagem;

N-495

Revestimento externo de tubulações com fita plástica;

N-1593

Exame não destrutivo - Estanqueidade;

N-1594

Exame não destrutivo - Ultra-som;

N-1595

Exame não destrutivo - Radiografia;

N-1596

Exame não destrutivo - Líquido penetrante;

N-1597

Exame não destrutivo - Visual de solda;

N-1737

Qualificação de pessoal - Inspetor de soldagem;

N-2444

Materiais de montagem de tubulações.

Folha 1 de 7

Outras: UL-58 Steel underground tanks for flammable and combustible liquids UL-142 Steel aboveground tanks for

Outras:

UL-58

Steel underground tanks for flammable and combustible liquids

UL-142

Steel aboveground tanks for flammable and combustible liquids

3.

INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO:

O

projeto das instalações mecânicas, representado pelas especificações e pelos respectivos desenhos,

procura apresentar os esclarecimentos e informações necessárias à sua perfeita e completa execução.

As cotas representadas nos desenhos são indicativas das dimensões aproximadas das instalações, não devendo, no entanto, serem usadas como definitivas, a qual deverá ser precedida de prévia verificação das dimensões locais, por parte da CONTRATADA.

Nenhuma alteração, ainda que de necessidade comprovada, poderá ser introduzida no projeto das instalações, sem a prévia autorização, por escrito, da CONTRATADA ou de seus representantes credenciados.

As cotas indicadas nos desenhos prevalecem sobre as dimensões em escala.

As especificações prevalecem sobre os desenhos.

As dúvidas à interpretação dos desenhos ou especificações deverão ser sanadas unicamente pela CONTRATADA, ou por seus representantes credenciados.

4. INFORMAÇÕES SOBRE A OBRA:

A implantação das instalações mecânicas, objeto do presente documento, será realizada em área interna

da CONTRATADA.

Deste modo, a CONTRATADA, deverá levar em consideração os cuidados necessários para a execução dos serviços a serem realizados, de modo a evitar danos às demais instalações e eliminar interferências surgidas na ocasião da execução da obra.

A CONTRATADA, sabedora de tais cuidados, assumirá, sem ônus para a CONTRATADA, as sanções

ou custos que sejam impostos pela danificação de quaisquer das instalações existentes.

As alterações, porventura necessárias, deverão ser previamente aprovadas pela CONTRATADA, ou por seus representantes credenciados.

5. OBRIGAÇÕES DA CONTRATADA:

Apresentar para aprovação da CONTRATADA a equipe responsável pela execução da obra, em quantidade e qualidade suficiente para a execução da obra no prazo contratual;

Relacionar e fornecer todos os materiais e equipamentos necessários para a completa execução das instalações mecânicas, incluindo os materiais e equipamentos que porventura tenham sido omitidos nos documentos de projeto, mas que sejam necessários a conclusão das obras de eletricidade;

- Todas as ferramentas necessárias a execução dos serviços; - Pessoal de segurança e equipamentos de proteção pessoal adequados;

Folha 2 de 7

- Engenheiro responsável pela direção e supervisão da obra, com experiência em obras afins; -

- Engenheiro responsável pela direção e supervisão da obra, com experiência em obras afins; - Equipamentos e pessoal qualificado para execução dos testes e ensaios de controle de qualidade.

Relacionamos abaixo os principais itens previstos para a execução das obras, que estarão a cargo da CONTRATADA:

a) Verificação da documentação técnica fornecida pela CONTRATADA;

b) Detalhamento do projeto complementar, se for o caso;

c) Mobilização e instalação do canteiro, em local a ser designado pela CONTRATADA;

d) Levantamento e fornecimento dos materiais e equipamentos solicitados nas especificações e

desenhos mencionados no projeto;

e) Instalação dos tanques de armazenagem fornecidos pela CONTRATADA, se for o caso;

f) Fornecimento e montagem das tubulações, tanques, válvulas e acessórios;

g) Fornecimento e montagem do conjunto de carregamento / descarregamento de CT´s;

h) Fornecimento e construção das estruturas metálicas da escada de acesso à plataforma de

carregamento de CT´s;

i) Jateamento, limpeza e pintura de todas as tubulações, válvulas, acessórios, equipamentos e

estruturas metálicas, para tal observar especificações e procedimentos e Especificação técnica

própria;

j) Limpeza interna e teste de verificação funcional de todas as tubulações e equipamentos

instalados;

k) Elaboração da documentação “AS BUILT”;

l) Elaboração do Data Book da obra;

m)Desmobilização do canteiro;

Outras considerações importantes que devem ser observadas pela CONTRATADA:

Pré-operação:

Estará a cargo da CONTRATADA à coordenação da pré-operação, em conjunto com representantes da CONTRATADA que emitirá um Certificado de liberação da obra.

Recomposição dos locais danificados:

Caberá a CONTRATADA a recomposição de todos os locais danificados, das instalações existentes, sem qualquer ônus para a CONTRATADA.

Desmobilização do canteiro:

Caberá a CONTRATADA a desmobilização do canteiro e limpeza da área.

Documentação Técnica:

Toda a documentação citada (salvo os manuais de equipamentos e instrumentos) será entregue, também, em meio magnético, (CD Room), confeccionados em AutoCAD, Word e/ou Excel, em versões a indicar oportunamente.

Notas Gerais:

a) Para a execução dos serviços deverão ser obedecidas as normas e padrões da

da ABNT, onde cabíveis. b) Todos os serviços descritos e aqueles que, embora não descritos, constem dos desenhos e demais documentos de projeto, deverão ser executados pela CONTRATADA.

CONTRATADA e

Folha 3 de 7

c) A CONTRATADA deverá manter na obra um inspetor de soldagem e pintura, ambos nível

c) A CONTRATADA deverá manter na obra um inspetor de soldagem e pintura, ambos nível I,

enquanto existir serviços de soldagem e pintura. A liberação dos técnicos somente ocorrerá com a autorização da Fiscalização.

d) A CONTRATADA deverá apresentar para aprovação da Fiscalização, antes de iniciar a obra, um

procedimento de soldagem, além de EPS, RQPS, acompanhamento de solda, mapa de juntas, qualificação de soldadores, desempenho de soldadores, etc.

e) A CONTRATADA deverá apresentar, Certificado de Qualidade para os materiais fornecidos, e das

tintas fornecidas, no ato do seu recebimento na obra.

f) A CONTRATADA deverá fazer inspeção de recebimento em todos os materiais, que serão

utilizados na obra.

g) Inspecionar todas as conexões mecânicas, reapertando-as se necessário.

h) A CONTRATADA deverá seguir a Norma de Segurança e Meio Ambiente da CONTRATADA, e

orientar o seu pessoal quanto as medidas de segurança em área de periculosidade e utilização dos equipamentos de proteção necessários.

i) A CONTRATADA deverá acompanhar todos os testes e pré-operação do sistema ao longo da obra,

fazendo as correções e ajustes necessários, junto com o fabricante.

j) A energia elétrica e água necessários a execução das obras serão fornecidos pela CONTRATANTE

em pontos determinados, sendo as extensões de cabos, mangueiras, etc., por conta da CONTRATADA.

k) Todos os materiais mecânicos, materiais de pintura e de consumo, parafusos, juntas etc., deverão

ser fornecidos pela CONTRATADA.

l) A CONTRATADA deverá fazer o levantamento geral dos materiais a serem fornecidos, de acordo

com os desenhos, e listas de materiais que compõe o projeto e incluir o custo na proposta a ser

apresentada, bem como de materiais não constantes em listas de materiais, mas indicados como de fornecimento da CONTRATADA. m) A CONTRATADA deverá instalar o canteiro de obras, no local à ser definido pela CONTRATADA, com áreas para escritório, almoxarifado, refeitório, vestiário e banheiro para o seu pessoal, e área para “pipe-shop”, jateamento e pintura.

n) Após a conclusão da montagem, dos testes, ambos terem demonstrado que o sistema projetado

funciona dentro das especificações, o montador deverá providenciar o “AS-BUILT” e montagem de

todos os componentes empregados, tanto em localização como em nível e dimensões básicas tais como bitola, etc.

o) Efetuar a limpeza geral da área e de todos os equipamentos e sistemas antes da entrada em

operação. A pré-operação será de responsabilidade da CONTRATADA.

6. RESUMO DAS OBSERVAÇÕES PRÁTICAS DE MONTAGENS MECÂNICAS:

A) ESPECIFICAÇÃO DO MATERIAL PARA TUBULAÇÃO E TANQUES:

Os materiais a serem aplicados, para tubos, válvulas, conexões, flanges, parafusos estojo, juntas, etc., para a tubulação de aço carbono, obedecem as normas acima, estão descritos na lista de materiais e obedecendo a norma ASME B-31.3, e serão adquiridos mediante controle de qualidade, observando-se as normas acima, e estarão acompanhados dos respectivos certificados de qualidade. Tais materiais, atendem a N-115, suas soldas de encaixe para tubulações de diâmetro menores ou iguais a 1 1/2” e com solda de topo para diâmetro maiores ou iguais a 2”. Para os sistemas de drenos, alívios e tomada duplo-bloqueio, as mesmas são utilizadas com materiais especificados na N-115 e seguindo a N-108. Todos os materiais, inclusive os acessórios tais como válvulas, flanges, etc. são especificados em 150 #RF para produtos e 125 #FF para sistema de combate á incêndio, logo toda a tubulação deverá ser executada com tubos de aço-carbono com ou sem costura, API 5L, com grau B ou ASTM A-106.

Folha 4 de 7

B) RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO DE MATERIAIS: Os materiais ao serem recebidos, são inspecionados, sendo verificados

B) RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO DE MATERIAIS:

Os materiais ao serem recebidos, são inspecionados, sendo verificados os certificados de

qualidade, e na medida da necessidade, uma certa amostragem deste material, principalmente tubos, são feitos testes de qualidade, comprovando suas características.

O engenheiro responsável pela obra indicará então o local mais apropriado para o

armazenamento, de modo que o material não sofra nenhum dano. Todos os tubos, chapas, conexões, acessórios e tintas serão submetidos à aprovação da fiscalização, estando devidamente identificados, inclusive acompanhados de sua respectiva

documentação.

C) QUALIFICAÇÀO DE PROFISSIONAIS:

A execução de todos os processos, a saber: preparação dos materiais, montagem, aplicação de

tintas, etc. deverão ser executados por profissionais devidamente qualificados em suas habilidades, com comprovação de experiência e registro de sua qualificação no seu órgão regedor. As mesmas exigências são válidas para o inspetor de qualidade, soldagem e pintura, acrescido do poder de emitir laudos oficiais pertinentes a inspetoria realizada.

D)- NOÇÕES BÁSICAS DE SOLDAGEM E MONTAGEM:

Todos os tubos, antes de serem soldados, deverão estar perfeitamente alinhados, isentos de carepas, respingos de soldas, rebarbas e corpos estranhos. As extremidades dos tubos deverão ser biseladas, o mesmo valendo para as chaparias. Caso algum chanfro venha sofrer qualquer tipo de dano, a extremidade do tubo ou a face da chapa deverá ser cortada e chanfrada. As peças com ajuste local, só deverão ser biseladas após o ajuste das mesmas. As soldagens dos tubos e chapas deverão atender as especificações técnicas apontadas, baseada nas exigências das normas. As roscas dos tubos poderão ser feitas em máquinas elétricas, ou cossinetes manuais, conforme a determinação da fiscalização da obra. Todas as roscas serão vedadas com teflon, pasta de glicerina ou massa plástica adequada. Nas tubulações de aço carbono deverão ser usados flanges tipo SO (sobre-posição). Os flanges serão montados de modo que os furos fiquem alinhados, sendo que nenhum outro material, a não ser a junta, poderá ser inserido entre os dois flanges durante a montagem. As uniões flangeadas deverão estar de forma que os parafusos ao serem apertados, exerçam pressão uniforme sobre a junta. Outrossim, os tubos deverão penetrar os flanges até 2 mm das faces dos mesmos. Os parafusos dos flanges, depois de apertados, deverão projetar-se além da rosca da porca. Toda a tubulação deverá ser lançada, enterrada adequadamente quando subterrânea, suportada por dormentes quando aéreas, ancorada e escorada de acordo com o projeto. Antes do início da obra, deverá ser apresentado ao CONTRATANTE, o procedimento de soldagem, estando os soldadores devidamente qualificados para o procedimento, conforme exigido acima.

E) TESTES:

Os tubos de aço-carbono serão fornecidos com os resultados dos ensaios de fábrica e os testes são partes integrantes dos certificados de qualidade dos materiais. Após conclusão de cada Spool (trecho de tubulação), será realizado o teste hidrostático, os ensaios não-destrutivos, as análises de soldas, e comparados com os resultados dos testes realizados no decorrer da mesma em corpos de prova. Para tal confrontação todas as soldas serão numeradas, obedecendo os traçados dos desenhos.

Folha 5 de 7

Desta forma, em caráter “As Built”, a montagem deve ser feito um desenho isomé trico

Desta forma, em caráter “As Built”, a montagem deve ser feito um desenho isométrico com a numeração de fábrica dos tubos, e identificadas as juntas soldadas que deverão ser acompanhadas de laudo de inspeção radiográficos. O “As Built” deverá conter todo o detalhamento da linha, ao longo de toda a sua extensão. Todo este material, resultados dos ensaios não-destrutivos, e o laudo da prova hidráulica, bem como os certificados de qualidade dos materiais, serão apresentados posteriormente em um Data-book. Todas as soldas serão examinadas visualmente. O exame radiográfico será do tipo 2 (spot- examination), serão executados conforme a norma de cada montagem (tanques ou tubulações). Os testes hidrostáticos da tubulação serão com água isenta de substâncias estranhas, e em temperatura ambiente, terá a pressão aplicada por meio de bomba hidráulica manual, até atingir 50% (cinquenta porcento) da pressão máxima de teste, neste ponto a mesma permanecerá em repouso por 24 horas, sendo as juntas soldadas verificadas com martelo de bola (800 gramas). Após concluído esta etapa, a pressão de teste será elevado ao valor pleno e permanecerá por mais 24 horas em repouso. Após concluído o teste e apurado a eficiência da tubulação, será emitido o laudo do teste. O detalhamento do procedimento deste teste, será elaborado conjuntamente com a CONTRATANTE, no mínimo 2 dias antes da data prevista para sua realização. Os testes de soldagem e o teste de estanqueidade dos tanques deverão obedecer a API 620. Após a montagem dos acessórios, os testes de pressão deverão respeitar os limites da classe de pressão dos acessórios, no caso 125 #FF ou 150 #RF.

F) SISTEMA PARA ENTERRAR OS TUBOS:

PROCESSO DE VALAS:

O processo de execução consiste em utilizar quando possível, uma retro-escavadeira com lâmina estreita, no mínimo de 300 mm, abrindo as valas a uma profundidade de 1,00 metro, e na impossibilidade do uso da máquina, a abertura será manual. Coloca-se no fundo da vala uma camada de 20 cm de areia, com compactação hidráulica e lança-se os tubos e coloca-se novamente uma camada de areia até superar cerca de 5 cm sobre os tubos e compacta-se a mesma. Compacta-se então, camadas sucessivas de 20 cm de terra retirada, até atingir o nível do solo, onde deve fazer a reconstituição da superfície danificada da mesma forma original. Nos trechos onde as tubulações ficam enterradas, as tubulações serão isoladas com fita plástica para trechos curtos e/ou de afloramento da tubulação, conforme normas, a tubulação de aço-carbono será revestida com “Coal-tar” em trechos longos e encamisada com concreto usinado FCK-150, quando a situação exigir. Nos trechos de introdução e afloramento do solo, a tubulação será revestida com fita de polietileno da Torofita ou similar, até a distância de 1 (hum) metro antes e após o nível de transição aéreo/subterrâneo. Todo o espaço entre flanges, deverá ser preenchido com graxa e fita de polietileno, tipo Scoth Rap da 3M ou similar, para evitar a corrosão dos parafusos e faces dos flanges.

G) JATEAMENTO, REVESTIMENTO ANTI-CORROSIVO E PINTURA:

Baseados nas normas, será feita uma inspeção visual de toda a superfície a ser pintada. Buscar- se-á imperfeições decorrentes de corte, soldagem, vestígios de óleos, graxas ou gorduras e de grau de corrosão (A, B, C ou D, segundo norma SIS 05 59 00-1967). Após sofrer processo de intemperismo, será limpa com solvente, apenas onde forem constatados vestígios de óleos, graxas ou gorduras. Toda a superfície a ser pintada, receberá jato ao metal quase branco (N-9), grau Sa 2 1/2, de forma a obter-se um acabamento de atenda uma das gravuras Sa 2 1/2, da norma SIS 05 59 00-1967.

Folha 6 de 7

Duas demãos de “Tinta de Fundo Epoxi Zarcão -Óxido de Ferro, curada com Poliamina de

Duas demãos de “Tinta de Fundo Epoxi Zarcão-Óxido de Ferro, curada com Poliamina de 2 componentes”, que serão aplicadas por meio de rolo, trincha, pistola convencional ou pistola sem ar (nos cordões de solda as aplicações serão feitas a trincha). Nos trechos subterrâneos a tubulação deverá ser revestida com “Coal Tar”. A cada demão de tinta deverá ser observado a medição da espessura e efetuado o teste de aderência conforme normas.

Folha 7 de 7

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PINTURA DE TANQUES, TUBULAÇÕES, VÁLVULAS E ACESSÓRIOS ET-LRJ-08 1. INTRODUÇÃO: Apresentamos

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PINTURA DE TANQUES, TUBULAÇÕES, VÁLVULAS E ACESSÓRIOS

ET-LRJ-08

1. INTRODUÇÃO:

Apresentamos a seguir, as especificações técnicas para a realização de pintura de tanques, tubulações, válvulas e acessórios da Base de Distribuição Secundária da LARCO COMÉRCIO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA., em Jequié - BA, e como principais objetivos:

1.1) Estabelecer padrões para preparação de superfícies, aplicação de primer’s e tintas, e testes de pintura; 1.2) Padronizar as cores de pintura das unidades de bases de distribuição da CONTRATANTE.

2. NORMAS:

Deverão ser consideradas as últimas edições e respectivos adendos existentes na data de ordem de compra, das normas aplicáveis dos seguintes organismos, e com destaques:

ABNT NBR 5734 - Peneiras para Ensaio. SSPC Steel Structures Painting Council SIS (Sveriges Standardiseringskommission) SIS 055900-1967 - Pictorial Surface Preparation Standards For Painting Steel Surfaces. ASTM D 714 - Method for Evaluating Degree of Blistering of Paints; ASTM D 3359 - Method for Measuring Adhesion by Tape Test. PETROBRÁS

N-7

Limpeza mecânica de superfícies;

N-9

Limpeza de superfícies de aço com jato abrasivo;

N-13

Aplicação de tintas;

N-442

Pintura externa de tubulações;

N- 507

Pintura de identificação de tubulações;

N-1205

Pintura externa de tanques;

N-1277

Pintura com fundo epoxi pó de zinco amida curado com 2 componentes;

N-2629

Pintura de acabamento;

N-2630

Pintura com fundo epóxi, bi-componente.

3. CONDIÇÕES GERAIS:

3.1 Procedimento de aplicação de pintura:

O procedimento de aplicação dos esquemas de pintura de equipamentos e partes a pintar deve conter, pelo menos, as seguintes informações:

a)

esquema de pintura a ser usado, com observação da norma utilizada;

c)

recebimento e armazenamento;

d)

preparo de superfície;

e)

seqüência de execução do esquema de pintura;

f)

processo de aplicação das tintas;

g)

tintas a serem usadas, incluindo fornecedores e respectivas referências comerciais;

Folha 1 de 15

h) retoques no esquema de pintura; i) plano de controle de qualidade. 3.2 – Recebimento:

h) retoques no esquema de pintura; i) plano de controle de qualidade.

3.2 Recebimento:

A data de validade de utilização e a marcação da embalagem devem estar de acordo com as especificações do fabricante. O responsável pelo recebimento deverá verificar se os recipientes de tintas, solventes, etc, não estão amassados, enferrujados e se os mesmos encontram-se com o conteúdo em condições satisfatória, e na quantidade especificada na embalagem.

3.3 Armazenamento:

3.3.1 Os locais de armazenamento das tintas, vernizes, solventes e diluentes devem ser cobertos, bem

ventilados, não sujeitos a calor excessivo, protegidos contra centelhas, descargas atmosféricas e raios

diretos do sol.

3.3.2 O armazenamento deve ser feito em local exclusivo e provido de sistema de combate a

incêndio.

3.3.3

O empilhamento máximo dos recipientes deve obedecer ao seguinte esquema:

a)

dez galões;

b)

cinco baldes;

c)

três tambores (200 L).

3.3.4

O armazenamento deve ser feito de forma tal que possibilite a retirada, em primeiro lugar, do

material mais antigo no almoxarifado e que a movimentação seja feita de forma a evitar danos.

3.4 Preparo de superfície:

Antes do preparo da superfície a ser pintada, deverá ser feita a inspeção visual, em toda a superfície. Identificar os pontos que apresentem vestígios de óleos, graxas ou gorduras e outros contaminantes, o grau de corrosão em que se encontra a superfície (A, B, C ou D), de acordo com a norma ISO-8501-1, assim como os pontos em que a pintura, se existente, estiver danificada.

Em quaisquer dos esquemas de pintura previstos nesta Especificação, submeter a superfície a ser pintada a processo de limpeza por ação físico-química, apenas nas regiões em que, durante a inspeção, constatou-se vestígio de óleo, graxa ou gordura. O procedimento de tratamento de superfície deve ser conforme a TABELA 1.

Folha 2 de 15

  TABELA 1 – MÉTODO DE TRATAMENTO DA SUPERFÍCIE Condições Procedimento para tratamento da superfície
 

TABELA 1 MÉTODO DE TRATAMENTO DA SUPERFÍCIE

Condições

Procedimento para tratamento da superfície

Grau de acabamento para o jato abrasivo

(ISSO-8501-1)

Grau de acabamento para o hidrojateamento (STG 2222)

especificadas

Situação 1

Tratar com jato abrasivo ou hidrojateamento

Grau SA 2 1/2

Grau DW2

Situação 2

Tratar com jato abrasivo ou hidrojateamento

Grau SA 2 1/2

Grau DW3

3.4.1 Situação 1: Pintura para zonas não agressivas

Utilizado na maioria dos casos. É um tipo de proteção bastante resistente ao tempo.

Primeiro cria-se uma base cuja finalidade é a proteção contra fumaça, pó, derrames, esguichos e condensação de umidade. Este tipo de proteção também aumenta a duração da pintura de acabamento.

Após a aplicação da base, a superfície receberá uma pintura de acabamento de Poliuretano, que além de uma boa aparência, confere a superfície proteção contra os raios UV.

3.4.2 Situação 2: Pintura para zonas agressivas

Possui as mesmas etapas apresentadas na Situação 1, porém neste tipo de pintura temos um terceira etapa que consiste na aplicação de um produto que confere uma proteção catódica as superfícies ferrosas, que é uma proteção semelhante a galvanização. Este tipo de pintura é recomendada para ambientes marinhos, costeiros e industriais.

Nos cordões de solda e nos trechos em que a tubulação fica apoiada nos suportes, a aplicação deve ser obrigatoriamente à trincha.

As superfícies usinadas de flanges e conexões devem ser protegidas do jateamento abrasivo por meio de um tampo de madeira, fita protetora ou pelo envolvimento de uma lona plástica.

O jateamento próximo à superfície recém pintada só deve ser executado quando a tinta estiver seca ao toque.

3.5 Mistura, homogeneização e diluição:

3.5.1 Toda a tinta ou componente deve ser homogeneizado em seus recipientes antes e durante a

mistura e, na aplicação deve ser agitada freqüentemente a fim de manter o pigmento em suspensão.

3.5.2 A homogeneização deve se processar no recipiente original, não devendo a tinta ser retirada do

mesmo enquanto todo o pigmento sedimentado não for incorporado ao veículo, admitindo-se, entretanto, que uma parte do veículo possa ser retirada temporariamente para facilitar o processo de

homogeneização.

Caso haja dificuldade na dispersão do pigmento sedimentado, a tinta não deve ser utilizada.

Folha 3 de 15

3.5.3 – A mistura e a homogeneização devem ser feitas por misturador mecânico, admitindo-se a

3.5.3 A mistura e a homogeneização devem ser feitas por misturador mecânico, admitindo-se a

mistura manual para recipientes com capacidade de até 18 litros; sendo que as tintas pigmentadas com alumínio devem ser misturadas manualmente. Para tintas ricas em zinco a mistura deve ser sempre mecânica, mesmo para recipientes com capacidade inferior a 18 litros

3.5.4 A operação de mistura em recipientes abertos deve ser feita em local bem ventilado e distante

de centelhas ou chamas.

3.5.5 A utilização de fluxo de ar sob a superfície da tinta, com a finalidade de misturá-la ou

homogeneizá-la, não é permitida em nenhum caso.

3.5.6 Caso se tenha formado nata, pele ou espessamento, em lata recentemente aberta, a tinta deve ser

rejeitada.

3.5.7 Quando a homogeneização for manual, a maior parte do veículo deve ser despejada para um

recipiente limpo e em seguida, retira-se o material do fundo do recipiente por meio de uma espátula

larga, homogeneizando-se o pigmento com o veículo. A parte do veículo retirada deve ser reincorporada à tinta, sob agitação ou pelo despejo repetido de um para outro recipiente, até que a composição se torne uniforme. O fundo do recipiente deve ser inspecionado para verificar se todo o pigmento aderente ao fundo foi homogeneizado à tinta.

3.5.8 Tintas a dois ou mais componentes devem ter os mesmos homogeneizados separadamente e

então misturados exatamente de acordo com os métodos e nas proporções recomendadas pelo fabricante. A homogeneização e a mistura devem ser perfeitas, não devendo aparecer veios ou faixas de cores diferentes e a aparência final deve ser uniforme.

3.5.9 A mistura, homogeneização e diluição só devem ser feitas por ocasião da aplicação.

3.5.10 A tinta não deve permanecer nos depósitos dos pulverizadores e baldes dos pintores de um dia

para o outro. Somente as tintas de um componente e a tinta de alumínio fenólica podem ser aproveitadas. Neste caso as sobras de tinta devem ser recolhidas a um recipiente que deve ser fechado e novamente misturada e/ou homogeneizadas antes de usá-las novamente.

3.5.11 As tintas a serem pulverizadas, se não tiverem sido formuladas especificamente para essa

modalidade de aplicação, podem requerer diluição, quando por meio de ajustagem ou regulagem do equipamento de pulverização e de pressão de ar não for possível obter aplicação satisfatória.

3.5.12 Quando houver necessidade de diluição para facilitar a aplicação, deve ser usado o diluente

especificado pelo fabricante da tinta, não devendo ser ultrapassada a quantidade máxima recomendada pelo fabricante, para cada método de aplicação. O diluente deve ser incorporado à tinta durante o processo de mistura e homogeneização, não sendo permitido aos pintores adicionar diluente à tinta depois desta ter sido diluída até a consistência correta.

3.5.13 – Não devem ser usadas tintas cujo tempo de vida útil (“pot life”) tenha sido ultrapassado.

3.5.14 Nas tintas de dois componentes de cura química, deve ser respeitado o tempo de indução e o

tempo de vida útil após a mistura (“pot life”).

3.5.15 Não é permitida a adição de secantes à tinta.

Folha 4 de 15

3.6 – Aplicação de tintas 3.6.1 – O preparo de superfície e a aplicação da

3.6 Aplicação de tintas

3.6.1 O preparo de superfície e a aplicação da tinta de fundo devem sempre ser feitos no campo,

antes da montagem dos equipamentos ou tubulações, exceto para a pintura de manutenção.

3.6.2 Em equipamentos ou tubulações a serem soldados após a montagem, deve ser deixada uma

faixa de 5 cm sem pintura em cada extremidade do tubo, que deve receber preparo de superfície e tinta de fundo após a soldagem e teste, inclusive o hidrostático.

3.6.3 Antes da aplicação da tinta de fundo a superfície que foi submetida a jateamento abrasivo deve

ser inspecionada quanto a: pontos de corrosão, graxa, umidade e outros materiais estranhos.

3.6.4 Frestas, cantos e depressões de difícil pintura devem ser vedados por meio de soldas ou massas

epoxi. A vedação por meio de soldas deve ser executada antes da pintura. A vedação por meio de massas epoxi pode ser executada após o jateamento ou logo após a aplicação da tinta de fundo.

3.6.5 Toda a superfície, antes da aplicação de cada demão de tinta, deve sofrer um processo de

limpeza por meio de escova ou vassoura de pêlo, sopro de ar ou pano úmido para remover a poeira.

3.6.6 Não deve ser feita nenhuma aplicação de tinta quando a temperatura ambiente for inferior a

5ºC. Nenhuma tinta deve ser aplicada, se houver a expectativa de que a temperatura ambiente possa cair até 0ºC, antes da tinta ter secado. Não deve ser aplicada tinta a superfícies metálicas cuja temperatura seja inferior à temperatura de ponto de orvalho + 3ºC, inferior a 5ºC, ou superior a 52ºC.

No caso de tintas a base de silicatos inorgânicos ricos em zinco, a temperatura da superfície metálica não deve exceder a 40ºC. Não deve ser feita nenhuma aplicação de tinta em tempo de chuva, nevoeiro ou bruma, ou quando a umidade relativa for superior a 85%, nem quando haja expectativa desta ser alcançada.

3.6.7 A aplicação de tinta de fundo em arestas, cantos, rebaixos, fendas e soldas deverão serem

sempre feitas a trincha, exceto para tintas inorgânicas ricas em zinco.

3.6.8 Cada demão de tinta deve ter uma espessura uniforme, isenta de defeitos tais como porosidade,

escorrimento, enrugamento, empolamento, fendilhamento, bolhas, crateras e impregnação de

abrasivo.

3.6.9 Quaisquer pontos de espessura insuficiente ou áreas em que a aplicação se apresenta com

defeitos, devem ser repintadas e deixadas secar antes da aplicação da demão seguinte.

3.6.10 Os equipamentos ou tubulações pintados antes da montagem não devem ser manuseados sem

ter sido alcançado o tempo de secagem para re-pintura da tinta utilizada.

3.6.11 O manuseio após o tempo de secagem mencionado em 3.6.9 deve ser efetuado de forma a

minimizar danos à pintura, utilizando-se cabos de aço com proteção ou cintas de couro, para pequenas

peças.

3.6.12

Caso ocorram danos na pintura de equipamentos, estruturas metálicas ou segmentos de

tubulação, após a montagem ou transporte, os mesmos devem ser retocados utilizando-se o esquema originalmente aplicado, sempre que operacionalmente aceitável.

Folha 5 de 15

3.6.13 – As regiões soldadas após a montagem devem receber a mesma tinta de fundo

3.6.13 As regiões soldadas após a montagem devem receber a mesma tinta de fundo do sistema

original, podendo o preparo de superfície ser feito com escovamento mecânico até o padrão ST 3 da

SIS-055900-1967, desde que o jateamento abrasivo não seja técnica e economicamente recomendado.

3.6.14 Quando os intervalos para re-pintura forem ultrapassados, a demão anterior deve receber um

lixamento leve (quebra de brilho) para melhorar a ancoragem da demão subseqüente, exceto para tintas ricas em zinco com veículo inorgânico, que devem apenas ser lavadas com água doce.

3.6.15 Durante a aplicação e a secagem da tinta deve ser tomado todo o cuidado para evitar a

contaminação da superfície por cinzas, sal, poeira e outras matérias estranhas.

3.6.16 As superfícies usinadas e outras que não devem ser pintadas, mas que exijam proteção, devem

ser recobertas com uma camada de verniz destacável. Exemplo: os chumbadores devem ser protegidos por verniz destacável logo após a sua colocação.

3.6.17 Os equipamentos, tubulações ou partes estruturais pintados e ainda não montados devem ser

mantidos afastados entre si e do solo e devem ser posicionados de modo a tornar mínima a quantidade de locais coletores de água de chuva, terra, contaminação ou deterioração da película da tinta. Tais partes devem ser limpas, retocadas com a(s) tinta(s) exigida(s) sempre que isso for necessário à manutenção da integridade da película.

3.6.18 Os equipamentos ou tubulações recém-pintados não devem ser postos em operação antes da

cura total das tintas utilizadas.

3.6.19 Em pintura de manutenção deve ser removida somente a tinta solta, rachada ou não aderente,

quando não for determinada a repintura total, em face de uma análise técnico-econômica. Onde a tinta velha se apresentar em camada espessa, todas as bordas devem ser chanfradas ou desbastadas por meio de lixamento. A re-pintura parcial deve ser feita de modo a reduzir ao mínimo qualquer dano a parte da pintura que se encontre em boas condições.

4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS:

Durante o processo de pintura, deverão ser respeitadas as seguintes características:

Folha 6 de 15

Tanques aéreos (nota 1) A base de poliuretano Alumínio - Superfície Tinta utilizada Cor Observações

Tanques aéreos (nota 1)

A base de poliuretano

Alumínio

-

Superfície

Tinta utilizada

Cor

Observações

Tubulações (nota 1)

A base de poliuretano

Alumínio

-

Plataformas de carregamento, estruturas metálicas, grades, etc(nota 1)

A base de poliuretano

Preto

-

Edificações

Exterior

Látex Acrílico

Padrão

especificado

MD-ASG05

-

Interior

Látex

Branco gelo

-

Látex

Branco gelo

-

Paredes

Emborrachada

-

Para áreas sujeitas

a manchas.

Sintético

-

Mais resistente

que o latex

Latex

-

Necessita de maior

manutenção

Notas:

1) Aplicar como tinta de fundo, uma demão de “Tinta Epoxi-Fosfato de Zinco de Alta Espessura”, por meio de rolo, trincha ou pistola. A espessura mínima de película seca deve ser de 100 mm. O intervalo

para aplicação da tinta de acabamento deve ser de, no mínimo, 16 horas e, no máximo, 48 horas.

4.1 Tintas:

4.1.1 Tinta de alumínio fenólica:

As pastas devem ser trabalhadas manualmente de modo a serem fragmentados todos os torrões e partículas, para formar uma tinta homogênea.

A

nos casos em que o equipamento de aplicação possua peneiras adequadas que separem apenas as

matérias estranhas, sem separar o pigmento.

tinta deve ser passada por peneira n 0 60 a 80 da ABNT, após a mistura e a homogeneização, salvo

Não deve ser aplicada por meio de pistola de pulverização, com agitador mecânico.

A tinta depois de aplicada deve apresentar um aspecto uniforme na coloração, sem manchas nem

tonalidades diferentes.

4.1.2 Tintas Ricas em Zinco:

A mistura da tinta deve ser feita com a maior uniformidade e de modo tal, que todas as partículas do pó

seco sejam molhadas pelo veículo, devendo o pó ser lançado ao veículo lentamente e com agitação constante.

A

nos casos em que o equipamento de aplicação possua peneiras adequadas que separem apenas as

matérias estranhas, sem separar o pigmento.

tinta deve ser passada por peneira n 0 80 a 100 da ABNT após a mistura e a homogeneização, salvo

Folha 7 de 15

A pulverização só deve ser feita com equipamentos de pintura que disponham de agitação mecânica,

A pulverização só deve ser feita com equipamentos de pintura que disponham de agitação mecânica,

durante toda a aplicação.

As tintas a base de silicato de zinco não devem ser aplicadas à trincha ou rolo.

As tintas a base de silicatos inorgânicos não devem ser retocadas com o mesmo produto, devendo-se utilizar para tanto, Tinta de Fundo Epoxi Pó de Zinco Amida Curada,Tinta de Fundo Epoxi Pó de Zinco Amina Curada ou Tinta Epoxi para superfícies não jateadas, para equipamentos ou tubulações que operem até 120ºC.

4.1.3 Tinta anti-incrustante:

Não deve ser aplicada à pistola convencional, devido à sua toxidez.

4.1.4 Tintas pigmentadas com Zarcão:

Não devem serem aplicadas a pistola em ambientes fechados devido à sua alta toxidez. Exemplo:

interior de tanques de armazenamento.

4.1.5 Tinta de aderência de cromato básico de zinco e polivinilbutiral:

Não deve ser aplicada a pistola em ambientes fechados, devido à sua alta toxidez. Exemplo: interior de tanques de armazenamento.

4.2 Processo de Aplicação

4.2.1 Trincha:

A trincha deve ser construída de fibra natural vegetal ou animal, de maneira tal que não haja

desprendimento de fibra durante a execução da pintura. Devem ser mantidas convenientemente limpas, isentas de qualquer resíduo.

Devem serem usadas para a pintura de regiões soldadas, superfícies irregulares, cantos vivos e cavidades, exceto quando se tratar de tintas a base de silicatos inorgânicos.

A largura deve ter no máximo a dimensão de 125 mm (5”).

A aplicação deve ser feita de modo que a película não apresente marcas de trincha após a secagem.

Escorrimentos ou ondulações devem ser corrigidos imediatamente com a trincha.

4.2.2 Rolo

A largura do rolo deve ter no máximo a dimensão de 175 mm (7”).

Deve ser usado para a pintura de extensas áreas planas, cilíndricas e esféricas de raio longo, exceto quando se tratar de tintas a base de silicitos inorgânicos.

Folha 8 de 15

A aplicação deve ser feita em faixas paralelas, começando pela parte superior da estrutura e

A aplicação deve ser feita em faixas paralelas, começando pela parte superior da estrutura e a demão

seguinte deve ser dada em sentido transversal (cruzado) à anterior.

Nota: As partes da superfície acidentadas ou inacessíveis ao rolo devem ser pintadas à trincha ou pistola.

Entre duas faixas adjacentes de uma mesma demão deve ser dada uma sobreposição mínima de 5 cm (“over-lapping”).

A aplicação deve ser feita de modo que a película não apresente bolhas, arrancamento da demão

anterior ou impregnação de pêlos removidos do rolo.

4.2.3 Pistola Convencional:

Deve ser usada em pintura de extensas áreas e onde uma grande produtividade é desejada.

O ar comprimido utilizado na pistola deve ser isento de água ou de óleo. O equipamento deve ser

provido de separadores, contendo sílica gel e carvão ativado, para retirada de água e de óleo, respectivamente.

Os separadores devem ser de tamanho e tipo adequados e devem ser drenados periodicamente, durante a operação de pintura.

O equipamento de pintura deve possuir reguladores e medidores de pressão de ar e da tinta.

As capas de ar, bicos e agulhas devem ser os recomendados pelo fabricante do equipamento para a tinta a ser pulverizada.

A pressão sobre a tinta no depósito e a pressão do ar na pistola devem ser ajustadas, em função da tinta

que está sendo pulverizada.

A pressão sobre a tinta no depósito deve ser ajustada sempre que necessário, para compensar as

variações da elevação da pistola acima do depósito.

A pressão de ar na pistola deve ser suficientemente alta para atomizar a tinta, porém não tão alta que

venha causar excessiva neblina, excessiva evaporação do solvente ou perda por excesso de pulverização.

Durante a aplicação, a pistola deve ser mantida perpendicularmente à superfície e a uma distância constante que assegure a deposição de uma demão úmida de tinta, devendo a tinta chegar à superfície ainda pulverizada.

Este método de aplicação não deve ser usado em locais onde existam ventos fortes nem em estruturas extremamente delgadas que levam a perdas excessivas da tinta.

4.2.4 Pistola sem Ar (“air less”):

Deve ser usada para pintura de áreas extensas, quando se deseja alta produtividade, tintas com baixo teor de solvente, grande espessura por demão e tintas com propriedades tixotrópicas.

Folha 9 de 15

Exemplos: Tinta Epoxi sem Solvente e Tinta Anti-incrustante. Os bicos devem ser os recomendados pelo

Exemplos: Tinta Epoxi sem Solvente e Tinta Anti-incrustante.

Os bicos devem ser os recomendados pelo fabricante para a tinta a ser aplicada.

O equipamento de pintura deve possuir reguladores e medidores de pressão de ar e da tinta.

A pressão da bomba pneumática do equipamento de pintura deve ser ajustada em função do tipo da

tinta que está sendo pulverizada.

Durante a aplicação, a pistola deve ser mantida perpendicularmente à superfície e a uma distância constante que assegure a deposição de uma demão úmida de tinta, devendo a tinta chegar à superfície ainda pulverizada.

5. INSPEÇÃO:

5.1 Tintas:

Para cada lote de tinta recebido devem ser comparados os resultados do certificado da qualidade emitido pelo fabricante com a especificação da tinta.

5.2 Preparo de superfície:

Examinar visualmente se a superfície está isenta de poeira, óleo, pontos de corrosão e outras substâncias.

Comparar a superfície com o grau de limpeza especificado no esquema de pintura, tomando por base a norma SIS-055900-1967.

5.3 Umidade relativa do ar e temperatura

Efetuar medições de umidade relativa e temperatura do ambiente antes do início dos trabalhos de aplicação de tintas.

Repetir medições ao longo da jornada de trabalho sempre que houver modificações ambientais tais como vento, neblina e queda de temperatura.

5.4 Película

Examinar se cada demão de tinta (durante a aplicação e após a exposição) está isenta de falhas dos seguintes tipos:

a) escorrimento;

b) empolamento;

c) enrugamento;

d) fendilhamento;

e) bolha;

f) cratera;

g) impregnação de abrasivo e/ou materiais estranhos;

h) descascamento;

i) oxidação/corrosão;

Folha 10 de 15

j) inclusão de pêlos; l) poros. 5.5 – Adesão O teste de adesão deve ser

j)

inclusão de pêlos;

l)

poros.

5.5 Adesão

O teste de adesão deve ser efetuado, após decorrido o tempo de secagem para re-pintura de cada

demão.

Para tinta de fundo a base de silicato inorgânico ou para tintas com espessura de película seca por demão maior ou igual a 100 µm, deve-se utilizar o teste em x, conforme ASTM D 3359.

Efetuar um teste para cada 250 metros ou fração de comprimento da tubulação.

5.6 Espessura de película seca.

Para definição da espessura requerida, consultar as seguintes tabelas:

Zonas não agressivas

 

Tipo de tinta

Espessura da

Quantidade de demãos aplicadas

película seca

 

100

a 150

 

Tinta Epoxi

microns

2

Tinta a base de Poliuretano ou Tinta a base de Poliester

50

a 75

 

microns

2

Zonas agressivas

 

Tipo de tinta

Espessura da

Quantidade de demãos aplicadas

película seca

 

50

a 75

 

Tinta Epoxi zinco

microns

2

 

125

a 150

 

Tinta Epoxi

microns

1

Tinta a base de Poliuretano ou Tinta a base de Poliester

50

a 75

 

microns

1 a 2

O teste de espessura deve ser efetuado após cada demão.

Efetuar medições da espessura para cada 250 metros ou fração do comprimento da tubulação.

Efetuar medições da espessura para cada 250 m 2 ou fração da superfície do equipamento.

5.7 Descontinuidades:

Folha 11 de 15

O teste de determinação de descontinuidades deve ser efetuado, após a última demão da tinta

O teste de determinação de descontinuidades deve ser efetuado, após a última demão da tinta de

acabamento.

O teste de determinação de descontinuidade deve ser feito, sempre que a norma de pintura do

equipamento ou tubulação assim o determinar.

6. ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO:

6.1 Tintas:

As tintas devem atender as exigências das respectivas normas da CONTRATANTE pertinentes ao recebimento de material e controle de qualidade.

6.2 Preparo de superfície:

A superfície examinada não deve apresentar vestígios de materiais citados no subitem em 5.2 desta

especificação.

A superfície deve apresentar aspecto idêntico ao padrão fotográfico da norma SIS-055900-1967

especificado no esquema de pintura.

6.3 Umidade relativa do ar e temperatura:

São os seguintes os critérios para umidade relativa do ar e temperaturas ambiente e da superfície:

a) U.R. máxima 85%;

b) Temperatura máxima da superfície: 52ºC;

c) Temperatura mínima da superfície: 3ºC acima do ponto de orvalho ou 2ºC (a que for maior);

d) Temperatura ambiente: não deve ser feita nenhuma aplicação de tinta quando a temperatura

ambiente for inferior a 5ºC, salvo quando se tratar de tintas cuja secagem se opera exclusivamente pela evaporação dos solventes; tais tintas podem ser aplicadas, se a temperatura não for inferior a

2ºC.

6.4 Película:

São os seguintes os critérios de aceitação para películas examinadas segundo subitem 5.4 desta Especificação.

Não devem ser aceitos defeitos tais como citados no subitem 5.4 desta Especificação, exceto para Tinta Acrílica, Tinta Estirenoacrilato e Tinta Esmalte Epoxi onde aceita-se empolamento até o tamanho 8, pequena densidade (Size no 8 Few) da ASTM D 714.

6.5 Adesão:

A superfície pintada, quando testada, segundo o sub item 5.7, não deve apresentar remoção de nenhum

quadriculado.

Se algum quadriculado ficar aderido à fita adesiva, deve-se repetir o teste em dois pontos diametralmente opostos, distanciado de 1 metro do teste anterior.

Folha 12 de 15

Se os dois testes não acusarem falta de adesão, deve ser retirada e reaplicada a

Se os dois testes não acusarem falta de adesão, deve ser retirada e reaplicada a película de tinta da região vizinha inicialmente testada, e retocadas as áreas dos testes posteriores.

Se um dos dois testes ou ambos acusarem falta de adesão, deve-se repetir o teste em dois pontos diametralmente opostos, distanciado de 1 metro do teste anterior.

Após 3 (três) ensaios consecutivos, o teste deve ser repetido em outra região. Permanecendo o problema, toda a pintura correspondente a esta inspeção deve ser rejeitada.

Quando se utilizar o teste em X, o critério de aceitação é o nível 3 da ASTM D 3359.

6.6 Espessura da película seca:

São aceitas áreas com redução de espessura por demão até 10%, desde que a área não seja superior a 10% da superfície total.

São aceitas áreas com aumento de até 30% da espessura prevista por demão no sistema de pintura, com exceção das tintas de silicato inorgânico de zinco que pode ser de 10% e de etil silicato que pode ser de

20%.

Se a redução de espessura for superior a 10% deve-se aplicar uma demão adicional em toda a área afetada, exceto para tinta de etil silicato de zinco que, neste caso, deve ser totalmente removida para nova aplicação.

6.7 Descontinuidade:

A superfície examinada segundo o subitem em 5.2 desta Especificação, não deve apresentar

descontinuidades, devendo ser retocada a região que apresentar defeitos.

7. SEGURANÇA:

7.1 Os locais de armazenamento de tintas devem ser providos de equipamentos (extintores) de

combate a incêndio e não podem armazenar outro tipo de material.

7.2 Os operadores de jato abrasivo devem estar devidamente protegidos com calças compridas de

brim, jaqueta de mangas compridas de raspa ao cromo e máscara de ar comprimido para jateamento abrasivo (ar mandado).

7.3 Os balancins utilizados na operação de jateamento devem ser construídos de cantoneiras L de

25mm x 25mm x 9mm (1” x 1” x 3/8”), tendo uma largura mínima de 60cm, e guarda-corpo em toda volta numa altura mínima de 80cm. As tábuas utilizadas como piso devem ter uma espessura mínima de 25mm. Se o comprimento do balancim for maior que 1,5m, devem ser previstos reforços intermediários espaçados de no máximo 1,5m.

7.4 Na operação de pintura deve ser utilizada máscara com filtro mecânico (contra pó), ou no caso de

se trabalhar com solventes tóxicos com filtro químico (contra gases).

Folha 13 de 15

7.5 – Não é permitida a utilização de detector de descontinuidades, em dias em que

7.5 Não é permitida a utilização de detector de descontinuidades, em dias em que haja perigo de descargas atmosféricas.

8. PADRONIZAÇÃO DE PINTURA:

8.1 Pintura de tanques:

Todos os tanques serão preparados conforme normas e procedimentos básico acima expostos, e terão sua pintura como um todo na cor branca, considerando-se os seguintes detalhes:

1) Faixa á altura de 1.50 metros, de largura 0,20 metros, de esmalte sintético, com as seguintes

cores:

Óleo Diesel S-500

Cinza médio;

Óleo Diesel S-10

Cinza médio;

Gasolina A

Laranja;

Etanol Hidratado

Branco;

Etanol Anidro

Azul celeste

Bio diesel

Verde

Cores de referência, conforme informação normatizada.

2) No tanque de água de incêndio, a faixa ficará no meio da altura do tanque e possuirá a largura mínima de 1,00 metro e com esmalte sintético na cor vermelho bombeiro;

3) No teto do tanque, na área da escada de acesso até junto aos bocais de visita e medição, deverá haver pintura do piso com tinta anti-derrapante;

4) Degraus da escada em esmalte sintético, preto fosco;

5) Guarda-corpo de teto e corrimão de escada, de esmalte sintético na cor amarelo segurança;

6) No costado em local bem visível deverão estar identificados, todas as letras com tamanho mínimo de 0,15 metros, em esmalte sintético, na cor preto fosco:

a) Número do tanque;

b) Produto que armazena;

c) Volume do tanque em m3;

d) A palavra “INFLAMÁVEL”, com tamanho mínimo de 0,25 metros.

7) Junto a cada bocal, deverá estar identificado sua utilização, com letras de tamanho de 0,08 metros, em esmalte sintético, na cor branco. Inclusive na boca de visita de costado deverá estar identificado:

a) última data de limpeza do tanque;

b) última data de pintura do tanque;

8.2 - Pintura de tubulações e acessórios:

Todos as tubulações e acessórios, serão preparados conforme procedimentos acima, sendo seu acabamento efetuado em esmalte sintético, com a seguinte configuração:

Folha 14 de 15

1) Tubulação de produto na cor alumínio, e acessórios em alumínio, sendo castelos e volantes

1) Tubulação de produto na cor alumínio, e acessórios em alumínio, sendo castelos e volantes de válvulas, nas seguintes cores:

Óleo Diesel S-500

Cinza médio;

Óleo Diesel S-10

Cinza médio;

Gasolina A

Laranja;

Etanol Hidratado

Branco;

Etanol Anidro

Azul celeste

Bio diesel

Verde

Deverão possuir faixas de largura 0,30 metros, na tubulação, na entrada e saída de cada acessórios, assim como a cada 10 metros de tubulação, nas cores acima padronizadas, com uma seta de indicação de sentido do fluxo de produto, junto a faixa, na cor preto fosco;

2) Tubulação de combate á incêndio na cor vermelho bombeiro, assim como seus acessórios, sendo os castelos e volantes das válvulas, pintadas na cor vermelha.

8.3 - Pintura da estrutura metálica:

Deverá ser preparada, conforme acima especificado, sendo sua pintura de acabamento em esmalte sintético preto fosco, a menos das colunas de sustentação, que deverão possuir faixas alternadas preto fosco - amarelo segurança, com largura de 0,25 metros cada, pintada de forma helicoidal.

Folha 15 de 15

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA BRAÇOS DE CARREGAMENTO ARTICULADOS ET-LRJ-02 1) OBJETIVO: O objetivo desta especificação

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA BRAÇOS DE CARREGAMENTO ARTICULADOS

ET-LRJ-02

1) OBJETIVO:

O objetivo desta especificação técnica é definir os parametros para a aquisição dos

braços de enchimento, para o carregamento de caminhões-tanques de produtos derivados de petróleo e álcoois, tais como; óleo diesel S-10 e S-50, gasolina C e etanol hidratado, a serem instalados na Base de Jequié - BA.

2) ESPECIFICAÇÃO:

O sistema de carregamento, deverá ser capaz de operar com produtos de densidade

variando entre 0,7 e 1 g/cm3, viscosidade de 0,7 a 10 cP, pressão de 5 kgf/cm2. Os braços de carregamento deverão ser do tipo pantográfico com movimento em 3

articulações.

2.1 Enchimento de óleo diesel S-500/biodiesel B-100:

Produto Aplicação Vazão de carregamento Quantidade de braços Dimensão Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios

Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios
Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios
Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios
Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios

Óleo Diesel S-500/B-100 TOP-LOADING máximo de 150 m³/h

1

4”

Aço Carbono/Alúminio 25 ºC @ 45 ºC

haste de comando à distância Duplo estágio VITON - Válvula quebra-vácuo

Comprimento de tubo:

2.2) Enchimento de gasolina/etanol anidro:

- Defletor de fluxo

- Contra-balanço com mola de compressão - Principal: 1540 mm

- Intermediário: 600 mm

- Mergulhador: 1720 mm

Produto Aplicação Vazão de carregamento

Gasolina / Etanol Anidro TOP-LOADING máximo de 150 m³/h

Quantidade de braços

1

Dimensão

4”

Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto

Aço Carbono/Alúminio 25 ºC @ 45 ºC haste de comando à distância

Folha 1 de 3

Valvula Material de selagem Acessórios Comprimento de tubo: 2.3 Enchimento de etanol hidratado: Duplo estágio

Valvula Material de selagem Acessórios

Comprimento de tubo:

2.3 Enchimento de etanol hidratado:

Duplo estágio VITON - Válvula quebra-vácuo

- Defletor de fluxo

- Contra-balanço com mola de compressão - Principal: 1540 mm

- Intermediário: 600 mm

- Mergulhador: 1720 mm

Produto Aplicação Vazão de carregamento

Etanol hidratado TOP-LOADING máximo de 150 m³/h

Quantidade de braços

1

Dimensão

4”

Material do braço de enchimento Temperatura de carregamento

Aço Carbono 25 ºC @ 35 ºC

Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios

haste de comando à distância Duplo estágio VITON - Válvula quebra-vácuo

Comprimento de tubo:

- Defletor de fluxo

- Contra-balanço com mola de compressão - Principal: 1540 mm

- Intermediário: 600 mm

- Mergulhador: 1720 mm

2.4 Enchimento de óleo diesel S-10/biodiesel B-100:

Produto Aplicação Vazão de carregamento Quantidade de braços Dimensão Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios

Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios
Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios
Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios
Material do braço de enchimento Temperatura de enchimento Controle remoto Valvula Material de selagem Acessórios

Óleo Diesel S-50/B-100 TOP-LOADING máximo de 150 m³/h

1

4”

Aço Carbono/Alúminio 25 ºC @ 45 ºC

haste de comando à distância Duplo estágio VITON - Válvula quebra-vácuo

Comprimento de tubo:

Folha 2 de 3

- Defletor de fluxo

- Contra-balanço com mola de compressão - Principal: 1540 mm

- Intermediário: 600 mm

3) APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS: O fabricante ou fornecedor deverá apresentar proposta técnico-comercial para o

3) APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS:

O fabricante ou fornecedor deverá apresentar proposta técnico-comercial para o fornecimento dos braços de enchimento, tendo como base os dados técnicos apresentados acima, e deverá completá-los com todas as informações técnicas necessárias para o perfeito entendimento do seu fornecimento.

4) QUANTITATIVOS:

Nas plataformas de carregamento deverá haver braços de enchimento com as seguintes caracteristicas:

Baia 2:

TOP-LOADING

Óleo Diesel S-500

1

 

Gasolina

1

Etanol Hidratado

1

Óleo Diesel S-10

1

TOTAL DE BRAÇOS DE CARREGAMENTO TOP-LOADING: 4 (QUATRO) UNIDADES

Folha 3 de 3