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A IMPORTÂNCIA DE UMA ESTRUTURA

FÍSICA ADEQUADA EM ESCOLAS DE ENSINO


BÁSICO E SUA RELAÇÃO COM O IDEB
Luiz Fernando Ribeiro
Graduando em Engenharia – UniRedentor
lfribeirolf@gmail.com

Gabriel Pereira Gonçalves


Orientador - UniRedentor
muriel@redentor.edu.br

Muriel Batista de Oliveira


Docente e coordenadora - UniRedentor
muriel@redentor.edu.br

Kamilla Rodrigues Lima


Graduanda em Engenharia – UniRedentor
engcivilkamilla@outlook.com

Lucas Vieira Machado


Graduando em Engenharia – UniRedentor
lvmachado94@gmail.com

Maycon Ferreira Ramos


Graduando em Engenharia – UniRedentor
mayconfr.emi@gmail.com

Resumo
Este trabalho tem como objetivo fazer uma pesquisa sobre a infraestrutura em 10
escolas de Educação Básica, com o intuito de mostrar como estão efetivados os
Insumos Escolares avaliando a percepção de docentes e alunos dessas escolas. As
instituições de ensino estão localizadas nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e
Rio de Janeiro. A infraestrutura presente na edificação das instituições pesquisadas,
classificada em quatro estágios, foi correlacionada com o Índice de Desenvolvimento
da Educação Básica (IDEB) de cada escola. Uma breve análise indicou qual a melhor
e qual a pior estrutura das instituições analisadas, qual o Estado que tem o melhor
conjunto relacionado as estruturas das instituições e qual a melhor média do IDEB
comparada à sua estrutura física. A estrutura da instituição se relaciona como o modo
de aprender, onde o acesso à diversão, acessibilidade, melhor locomoção e muitos
outros fatores que podem influenciar no desempenho escolar. Concluiu-se que a
maioria das instituições se encaixaram na infraestrutura básica, em algumas das
instituições existem aspectos da infraestrutura adequada, mas não todos, mostrando
como a estrutura da Educação Básica da região sudeste deve de ser aprimorada.
Palavras-Chave: Análise. Infraestrutura. IDEB.

Introdução
A educação brasileira do ensino Fundamental e Médio vem se estruturando de uma
forma mais bem adequada, mesmo com todos os problemas políticos, econômicos e
sociais enfrentados.
E neste contexto de modernização da Educação, quando existe uma estrutura física
adequada na instituição, para atender as necessidades dos educadores e alunos, as
atividades de ensino e aprendizagem tendem a se tornarem mais fáceis de serem
realizadas e de forma mais eficiente, onde o docente pode aliar novas metodologias
de ensino a infraestrutura disponível na instituição.
A estruturação da educação nacional não depende somente de uma boa estrutura da
instituição, logicamente também depende muito do sistema educacional, do tipo de
ensino, de professores especializados em suas áreas e muitos outros fatores (REIS,
2017). Mas estes fatores não serão aqui abordados, competindo a este estudo a
análise e reflexões sobre os elementos de projeto da estrutura das instituições de
ensino, propriamente dizendo da estrutura física, como exemplo, observações sobre
distribuição espacial e sobre as “qualidades agradáveis” relacionadas a iluminação,
cores, materiais, sons, odores, microclima, se existe áreas de convivência,
acessibilidade aos diversos ambientes na entrada e no interior das edificações, entre
outros (CEPPI e ZINI, 2013).
O objetivo deste trabalho está pautado numa pesquisa e levantamento de dados da
satisfação dos estudantes e docentes com a estrutura da instituição de ensino
fundamental e médio, a partir da aplicação de um questionário estruturado para
qualificar/classificar as instituições e da visita in loco avaliando tecnicamente, do ponto
de vista da engenharia civil a estrutura física. Assim, será feita uma comparação da
nota do IDEB destas instituições, buscando verificar se há correlação entre uma
melhor estrutura física e as maiores médias do IDEB.

Indicadores de estrutura física


Não se pode negar que a estrutura física das escolas da educação básica está
relacionada a uma educação de qualidade, melhorando a aprendizagem, como
relatado em vários trabalhos:
Soares e Soares (2007) analisaram as condições de infraestrutura escolar, revelando
que houve uma melhora nas condições das escolas (com base nos censos escolares
de 1997 a 2005), abrindo a discussão da relação dos impactos da existência ou não
de infraestrutura adequada e dos indicadores de desempenho escolar.
Marri e Racchumi (2012) fazem uma associação positiva entre infraestrutura escolar e
desempenho escolar dos estudantes, alegando que este pode ser um fator relevante
em países como o Brasil, onde variam os recursos, as redes de ensino e a localização
geográfica.
Já Borges (2014) cita a questão da demanda por infraestrutura como o principal fator
preponderante da educação em tempo integral nas escolas.
Os insumos escolares são muito relevantes na definição dos resultados educacionais
e não devem ser tratados como inutilidade. Muitos são os fatores limitantes, tais como
os sociais, expressivos na realidade brasileira, onde as origens socioeconômicas dos
educandos podem fazer a diferença. Os efeitos dos insumos não são nulos na
educação, mas são reduzidos (MONTEIRO E SILVA, 2015).
Satyro e Soares (2008) tratam dos insumos escolares, que podem ser entendidos
como infraestrutura de todo tipo: número médio de alunos por turma, número de
horas/aula, docentes com formação superior, construção e melhoria das dependências
da escola, existência de biblioteca ou sala de leitura e outros aspectos positivos
(SATYRO E SOARES 2008).
A infraestrutura escolar pode ser dividida em quatro estágios, segundo Neto et al.
(2013:
• Infraestrutura elementar: Estão neste nível escolas que possuem somente
aspectos de infraestrutura elementares para o funcionamento de uma escola, tais
como água, sanitário, energia, esgoto e cozinha.
• Infraestrutura básica: Além dos itens presentes no nível anterior, neste nível as
escolas já possuem uma infraestrutura básica, típica de unidades escolares. Em
geral, elas possuem: sala de diretoria e equipamentos como TV, DVD, computadores
e impressora.
• Infraestrutura adequada: Além dos itens presentes nos níveis anteriores, as
escolas deste nível, em geral, possuem uma infraestrutura mais completa, o que
permite um ambiente mais propício para o ensino e aprendizagem. Essas escolas
possuem, por exemplo, espaços como sala de professores, biblioteca, laboratório de
informática e sanitário para educação infantil. Há também espaços que permitem o
convívio social e o desenvolvimento motor, tais como quadra esportiva e parque
infantil. Além disso, são escolas que possuem equipamentos complementares como
copiadora e acesso à internet.
• Infraestrutura avançada: As escolas neste nível, além dos itens presentes nos
níveis anteriores, possuem uma infraestrutura escolar mais robusta e mais próxima
do ideal, com a presença de laboratório de ciências e dependências adequadas para
atender estudantes com necessidades especiais.

Conforme algumas pesquisas relatam apenas 0,6% das escolas brasileiras têm
infraestrutura próxima da ideal para o ensino, contempladas com biblioteca,
laboratório de informática, quadra esportiva, laboratórios de ciências e dependências
acessíveis e adequadas de forma geral para atender a estudantes com necessidades
básicas (UOL, 2013; PETRUS, 2013).

Metodologia ou Materiais e Métodos


Para início desta pesquisa exploratória (GIL, 2002), foi realizada uma revisão
bibliográfica e visita in loco nas escolas, avaliando-se tecnicamente a infraestrutura
existente e aplicando-se um questionário estruturado, sendo este composto por 10
perguntas a serem respondidas pelos alunos e 05 questões voltadas para os
funcionários da instituição.
A pesquisa foi feita em três estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo,
sendo em Minas Gerais foram 04 instituições, no Rio de Janeiro foram 03 e no Espírito
Santo também 03 instituições.
A amostra foi composta de 20 alunos e 5 funcionários de cada instituição, sendo feita
a coleta de dados em 10 instituições. A pesquisa contemplou de 3% a 10% dos alunos
das instituições, sendo a amostra utilizada representativa à cada instituição, segundo
SILVA e OLIVEIRA (2018).
Assim, foi aplicado para estes alunos e funcionários o questionário composto de
questões objetivas, tendo como opções de resposta os itens Excelente, Bom,
Razoável, Ruim ou Péssimo.
Após a coleta todos os dados, do questionário e observações técnicas da
infraestrutura das instalações da edificação, estes foram tabulados apresentados na
forma descritiva por meio de gráficos e comparados aos estágios de infraestrutura.
Uma breve análise foi realizada, visando apontar qual a melhor e qual a pior estrutura
entre as instituições analisadas, qual o Estado que tem a melhor média na estrutura
física das instituições e qual a melhor média do IDEB comparada à sua estrutura
física.

Resultados e discussão
Buscando mostrar qual a realidade das instituições de ensino da região de estudo, foi
feita a pesquisa nas instituições relacionadas a seguir no Quadro 1 tendo a indicação
respectiva do estado pertencente, o nome da instituição, município e nota do IDEB
entre 2011 e 2013.

Quadro 1 – Instituições pesquisadas e índice IDEB


Minas Gerais:
Escola Estadual Professor Orlando de Lima Faria - Muriaé - IDEB 5,5
Escola Estadual Doutor Olavo Toste - Muriaé - IDEB 5,3
Escola Estadual Capitão Ovídio Lima - Pirapitinga - IDEB 5,3
Rio de Janeiro:
C.E. Prof. Maria Leny Vieira Ferreira Silva - Ubá - IDEB 5,0
Instituto Federal Fluminense - Bom Jesus do Itabapoana*
Colégio Estadual Romualdo Monteiro de Barros - Itaperuna - IDEB 5,4
Espírito Santo:
E.E.E.F.M. Pedro de Alcântara Galvêas - Dores do Rio Preto - IDEB 4,7
E.M.E.F. Coronel Antônio Honório - Bom Jesus Do Norte - IDEB 4,7
E.E.E.F.M. Olavo Rodrigues da Costa – Ibitirama - IDEB 5,1
E.E.F.M Horácio Plínio - Bom Jesus Do Norte - IDEB 4,8.
*Observação: A partir de 2017 os Institutos Federais não mais entram na classificação do
IDEB.
Fonte: Autores, 2017
O quadro 2 resume as questões que foram abordadas tanto no questionário aplicado
aos alunos e colaboradores, como nas observações do local, pelo ponto de vista
técnico da engenharia.

Quadro 2 – Fatores determinantes para caracterizar a infraestrutura


Perguntas Objetivo das Perguntas

1 Quanto à Localização da Acessibilidade aos alunos (acesso a entrada,


escola saída de alunos)

2 Quanto às instalações Número de lâmpadas suficientes para atender


elétricas a necessidade de iluminação

3 Dimensão das salas Capacidade de alunos x quantidade de alunos


na sala

4 Quanto a Cor utilizada interna Cores que podem causar incômodo à visão do
e externamente na Escola aluno

5 Quanto à Posição das janelas Se a claridade do sol reflete no quadro e


prejudica a visão. A posição em relação a
iluminação natural, circulação de ar.

6 Quanto ao Planejamento na Estrutura de conforto para o usuário, como


construção dos banheiros quantidade de lavatórios e sanitários,
privacidade

7 Quanto a Área de Suporte com quadra, pátio, locais onde se


entretenimento (lazer) passam os intervalos

8 Quanto à Locais com grau de Locais com partes danificadas, paredes


perigo caindo, ferragens pontiagudas, entre outros

9 Quanto à Estrutura do O refeitório atende à demanda de alunos


refeitório
10 Quanto à Acessibilidade Como é acessibilidade da instituição
para deficientes
Fonte: Autores, 2017

O gráfico 1 apresenta a resposta das questões de 01 a 10 e considerando o peso de


04 pontos à qualificação excelente, 03 pontos para bom, 02 pontos para razoável, 01
pontos para ruim e 0 pontos para péssimo, obteve-se os seguintes resultados:
Gráfico 1 – Média das questões de 01 a 10, em cada instituição.

Fonte: Autores, 2017

Comparações com as médias pelo IDEB:


A instituição melhor avaliada, onde se tem a melhor estrutura física e uma das
melhores médias do IDEB, foi a Escola Estadual Doutor Olavo Toste - Muriaé - IDEB
5,3 - com a média de 3,11 em 04 pontos.
A instituição que apresentou as piores médias de avaliação de sua estrutura e uma
das piores médias do IDEB foi a E.M.E.F. Coronel Antônio Honório - Bom Jesus do
Norte - IDEB 4,7 - com a média de 1,22 em 04 pontos.

Gráfico 2 – Média geral de cada instituição.

Fonte: Autores, 2017


Pode-se observar que a instituição com a melhor estrutura apresentada, que é da
Olavo Tostes, também tem uma das maiores notas do IDEB, e, da mesma forma, que
a instituição que tinha pior estrutura, também tem uma das menores notas do IDEB,
que é a instituição Coronel Honório.
Com análise verifica-se a influência na média da instituição em que a estrutura é a
mais correta e apta ao ensino, pois esta tem uma média do IDEB mais alta. Assim, a
estrutura da instituição contribui para melhores resultados no ensino.
Do ponto de vista da análise técnica, foi observado in loco, características que foram
ao encontro tanto da classificação segundo os quatro estágios de infraestrutura,
quando da média de respostas das questões respondidas por alunos e colaboradores.
A pesquisa contribuiu para verificação de qual região existe uma melhor estrutura
física nas instituições para a Educação do nível em questão, como por exemplo, a
Região do Sul e Extremo Sul do estado do Espírito Santo está com o IDEB abaixo da
média das outras regiões e com a estrutura das instituições em situação mais
precárias. Em contrapartida, a Região Sul de Minas Gerais está com sua média do
IDEB mais elevada e suas instituições estão mais estruturadas fisicamente, conforme
avaliado pelos alunos e funcionários que contribuíram para pesquisa.
Comparação entre os Estados
A média representativa de cada Estado foi feito com a média das notas das
instituições pertencentes a cada um deles.
Em Minas Gerais, se obteve uma média de 2,83 em 04, e assim, tendo também a
média do IDEB de 5,4 entre as instituições pesquisadas, mostrando que Minas Gerais
tem no geral a melhor média do IDEB e a melhor estrutura física das instituições.
O Estado do Espírito Santo teve uma média de 2,06 em 04, também tendo a média do
IDEB de 4,8 entre as instituições pesquisadas, fazendo com que o estado tenha no
geral a pior média do IDEB e a pior estrutura física das instituições.
Já o Estado do Rio de Janeiro teve uma média de 2,31 em 04, tendo a média do IDEB
de 5,1 entre as instituições pesquisadas, fazendo assim com que o estado do Rio de
Janeiro fique na posição intermediária na média do IDEB e a posição intermediária na
estrutura física das instituições.
As instituições pesquisadas apresentaram classificação situada na infraestrutura
básica. Em alguns locais até pode ser considerado algumas características da
infraestrutura adequada, mas somente para alguns quesitos, mostrando que mesmo
na instituição que apresentou a melhor estrutura, ainda não está adequada e longe do
que deveria ser. As estruturas são básicas por não conter coisas simples ao aluno,
como laboratório de informática para o auxílio às pesquisas realizadas e laboratórios
de química e física para alunos do ensino médio.
Após analisar diretamente todos os resultados, vê-se que o estudo converge com o de
Petrus (2013), quanto à maior probabilidade de escolas que contam com uma
infraestrutura escolar adequada configurarem entre as instituições de ensino que
alcançam os maiores patamares do IDEB; enquanto que, escolas que contam com
estruturas físicas não tão favoráveis, têm menores chances de alcançar patamares
mais elevados nas escalas do IDEB.
Assim, a nota do IDEB e a média da estrutura física estão correlacionadas: a melhor
média com a melhor estrutura, acontecendo assim também com a intermediária e com
a pior estrutura e nota do IDEB. É importante destacar que não se pode ter como base
somente a estrutura física, como dito anteriormente, que existem várias outras causas
a serem analisadas.
Sá e Werle (2017) e Neto el al (2013), concluem seu trabalho falando da importância
de se avançar nos estudos sobre infraestrutura escolar, no sentido de discutir esse
interessante aspecto da educação, de forma que se constituam linhas de pesquisa,
multidisciplinares, que contribuam outras formas de ampliar o estudo do tema aliando
não somente a existência dos elementos que compõem a infraestrutura escolar, mas
também a qualidade desses.

Conclusão
Com a coleta todos os dados por meio do questionário respondido por alunos e
colaboradores e observações técnicas da infraestrutura das instalações das 10
edificações em estudo, os resultados foram apresentados por meio de gráficos e
comparados aos quatro estágios de infraestrutura escolar e comparados aos
indicadores do IDEB.
Ao fim do trabalho, pode-se notar a relação entre a estrutura básica de uma instituição
de ensino, que pode afetar diretamente na qualidade do ensino e no rendimento
escolar dos alunos, visto que foi observado que a instituição que possui a melhor
estrutura, segundo a classificação apresentada, tem também a melhor média do IDEB.
Pela visita in loco também foi constatada que a maioria das instituições apresentam
infraestrutura básica, em algumas das instituições pesquisadas existem alguns
aspectos da infraestrutura adequada, mas não todos, mostrando que a estruturação
das instituições da Educação Básica deve de ser aprimorada.
Em adição ao que já foi afirmado por estudiosos do tema, é fundamental que se
avancem nos estudos sobre infraestrutura escolar, de forma a que se sejam
comprovados tais parâmetros para a construção de políticas públicas de melhoria do
sistema educacional.

Referências
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municipais de ensino do Rio Grande do Sul: uma determinação política de
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