GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA

SIABSIAB- Sistema de Informação da Atenção Básica

Rotinas e procedimentos para municípios e regionais de saúde

Salvador – Bahia 2006

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E DESCENTRALIZAÇÃO DE SAÚDE DIRETORIA DA ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO DE AVALIAÇÃO, ACOMPANHAMENTO E PROGRAMAÇÃO

SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica
Rotinas e procedimentos para municípios e regionais de saúde

Salvador – Bahia 2006

© 2006 – Secretaria Estadual da Saúde da Bahia É permitida a reprodução parcial ou total, desde que citada a fonte. Tiragem: 1.ª edição _ 2006 – 1000 exemplares Elaboração distribuição e informações: SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE DA BAHIA Superintendência de Planejamento e Gestão Descentralizada da Saúde Diretoria da Atenção Básica Coordenação de Avaliação, Acompanhamento e Programação Av. Luis Viana, 4ª av., Lado B, sala 210 CEP:41745-002, Salvador – BA Tels: (71) 3115 4353 / 3115 8379 Fax: (71) 3371 1272 E-mail: siab@saude.ba.gov.br Elaboração: Equipe COAPRO/DAB/SUPLAN Elenice Sales Sobreira Liane Santiago Andrade Mariângela Souza Lacerda Mirian Pinillos Marambaia Rosivan Barbosa Matos Sara Cristina Lima Ferreira Colaboração: Cristine Mota (Consultora -COAPRO/DAB/SUPLAN/SESAB) Deborah Moreira (Consultora -COAPRO/DAB/SUPLAN/SESAB) Fabíola Azevedo Araújo (Residente ISC/UBBA) Márcia Mazzei (DIS/SUPLAN/SESAB) Maria do Rosário Ribeiro Baretto (COAP/DAB/SUPLAN/SESAB) Patrícia Cruz Lapa (Residente ISC/UBBA) Raimunda Maria Cerqueira Santos (COAB/DAB/SUPLAN/SESAB) Sônia Cristina Sales Pereira Barreto (COAP/DAB/SUPLAN/SESAB) Efigênia de Fátima Cardoso (DAB/SUPLAN/SESAB)

B151s

BAHIA.Secretaria da Saúde.Superintendência de Planejamento e Descentralização. Diretoria da Atenção Básica. SIAB: rotinas e procedimentos para municípios e regionais. /Secretaria da Saúde do Estado da Bahia. Superintendência de Planejamento e Descentralização. Diretoria da Atenção Básica. Salvador: Coordenação de Avaliação, Acompanhamento e Programação, 2006. 90p. 1. Saúde pública. 2. Sistema de informação. 3. Serviços de saúde. 4. Indicadores de saúde. 5. Atenção Básica.I.Título.

........ ANÁLISE DOS DADOS ......... PROCEDIMENTOS IMPORTANTES PARA A ATUALIZAÇÃO DO SIAB ....................... 65 71 74 78 ................................................................................................. CRÍTICA E ARMAZENAMENTO DOS DADOS ................................................. VI............ ORIENTAÇÕES PARA SOLICITAÇÃO DE CRÉDITO RETROATIVO DO INCENTIVO DA ATENÇÃO BÁSICA ...... I....... III.SUMÁRIO APRESENTAÇÃO .................................................................. III............... I................................ ROTINAS DO SIAB ......... SIGLAS E ABREVIATURAS... III...... ENVIO DE DADOS PARA O NÍVEL CENTRAL.................. RECEBIMENTO DAS INFORMAÇÕES MUNICIPAIS ............................................................................................MÓDULO MUNICIPAL ........... MUDANÇA DE MODELO ........................................... CONSOLIDAÇÃO..................................................................................... BIBLIOGRAFIA ......... 05 06 09 13 22 22 44 46 46 47 48 50 50 56 58 60 62 64 ROTINAS DO SIAB .............................. PROCESSAMENTO DE DADOS....................................... IV....................................................................... V....................................... INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES PARA A COORDENAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA MUNICIPAL ................ II...................... ANÁLISE DOS DADOS .......................... ANEXOS............................................................................................ I............ IV.................MÓDULO REGIONAL ......................... MUDANÇA DE MUNICÍPIOS PARA OUTRA DIRES ....... II................................................... MUDANÇA DE ANO E CADASTRAMENTO DE FAMÍLIAS ESTIMADAS ............................... COLETA DE DADOS.. CADASTRAMENTO DE PROFISSIONAIS E EQUIPES .................................................................................... PRAZOS DE RECEBIMENTO E ENVIO DE DADOS................................ LEITURA DOS ARQUIVOS ......... IV.................. II....................................................................

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e o Estado. Sendo assim. alimentação cuidadosa. municípios e Estado. todos os meses. enfermeiras. Diante de tal importância. para fazer um bom uso desta ferramenta de gestão. 5 . críticas. o Estado recebe a relação de municípios que estão sujeitos a bloqueio ou os que já estão com seus recursos bloqueados. organiza e racionaliza os recursos. a DAB/COAPRO estabeleceu algumas rotinas para a consolidação das informações do SIAB nos municípios e no nível estadual (regional e central). divulgação e utilização dos dados. A qualidade e consistência destes dados decorrem do conhecimento dos instrumentos e do uso correto das instruções de preenchimento. vem utilizando o SIAB para realizar o monitoramento e avaliação da Atenção Básica. cirurgiões-dentistas e auxiliares. o SIAB deve constituir-se em ferramenta de gestão para as equipes de saúde da família (ESF). Desta forma. fluxos. o MS vem adequando o SIAB. falta de envio ou erros de leitura das informações. a serem apresentadas neste manual. A Atenção Básica à Saúde determina o trabalho de todos os outros níveis dos sistemas de saúde. através das Diretorias Regionais de Saúde (DIRES) e a equipe de nível central. cumprimento de prazos. além de um sistema de informação. diretorias regionais e secretaria estadual são resultado do trabalho de agentes comunitários de saúde. Os dados consolidados pelas secretarias municipais. implantando novos relatórios e dispositivos que permitam criticar os dados enviados a partir do município. médicos. constitui-se em um dos principais instrumentos nacionais de monitoramento e avaliação da Atenção Básica à Saúde. Entretanto. No sentido de evitar situações indesejáveis.APRESENTAÇÃO O Sistema de Informação da Atenção Básica – SIAB. seja por falha. com o propósito deste representar a real situação de saúde do local avaliado. o SIAB deve ser processado com o maior cuidado e atenção.

este documento é resultado das discussões dos técnicos da Diretoria da Atenção Básica (DAB/COAPRO/COAB/COAP). Sua contribuição é indispensável para adequação destes procedimentos e rotinas à realidade de todas os usuários envolvidos no processo. 6 . e constituíse no primeiro passo para um processo gradual de qualificação de dados do SIAB.Desse modo. ajustes. bem com o apoio da Diretoria de Informação em Saúde (SIM e SINASC) e do Instituto de Saúde Coletiva/Universidade Federal da Bahia (Residência em Medicina Social). sempre que necessário essas rotinas e contemplando críticas. inclusão de novos processos e um elenco de dúvidas mais freqüentes em posteriores versões. Espera-se que os resultados da aplicação das orientações deste documento nos subsidiem a estar atualizando.

ROTINAS DO SIAB .MÓDULO MUNICIPAL .

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1 Fichas de cadastramento familiar da área (Ficha A). Consolidado SSA2 e PMA2 do mês anterior. PMA2 dos últimos 12 meses. Nesta reunião devem ser disponibilizados os seguintes documentos. Relatórios da equipe de SSA2. No último dia útil ou no primeiro dia do mês posterior. Consolidado das famílias da área (retirado do SIAB). Ha. Relatório de famílias por micro-área da equipe (retirado do SIAB). retirados do SIAB. avaliação da situação de saúde local. 3. Deve-se atentar para a grande importância desta etapa para a fidedignidade das informações registradas. Ver instruções de preenchimento no Manual do SIAB:(site:http://www. sob a supervisão do Enfermeiro. Cada membro. 2. Fichas de produção de todos os profissionais (Ficha D). a equipe do PACS ou PSF deverá realizar uma reunião para a consolidação de dados. através da ficha D.I. Dia. COLETA DE DADOS A coleta de dados ocorre no dia-a-dia da equipe de PACS/PSF. B e C1 acompanham a dinâmica das famílias. 8. 5. os agravos prioritários.gov. registra a produção de serviços.datasus. 4.br/siab/siab. Fichas de acompanhamento (Fichas B: Ges. Para o bom desempenho desta fase. 7. 6. Os dados enviados à Coordenação Municipal são de responsabilidade das equipes. Especificamente os ACS através das Fichas A. a vacinação e o crescimento e desenvolvimento das crianças. TB. Cartão sombra de vacina das crianças da área (Ficha C).htm) 9 . e posterior definição do plano de ação da equipe. o gestor municipal deverá manter as equipes locais providas dos impressos e instrumentos necessários para a realização e registro das ações. para facilitar o monitoramento e a avaliação das ações realizadas: 1. Han).

2 As fichas 3 A e 3 B são instrumentos de captação de óbitos e nascimentos nas áreas de PACS e PSF. respectivamente. Os Enfermeiros do PACS que acompanharem mais de uma área deveram consolidar os dados em um só relatório. CADASTRAMENTO FAMILIAR Comparar o número de famílias dos ACS (microárea) informada na ficha “D” com a do mês anterior. ser preenchido mensalmente. Ficha de captação de óbitos e nascimentos em áreas de PACS e PSF: 3A(SIM/SIAB) e 3B(SINASC/SIAB). o instrutor/supervisor deverá providenciar a atualização cadastral das famílias que já estão sendo acompanhadas e não foram inseridas no sistema. Com o consolidado de famílias e o relatório do SSA2.9. incluindo o Enfermeiro das equipes de PACS. o responsável pela reunião deverá. para o técnico de informática que opera o SIAB. com a consolidação da produção de todos os técnicos de nível superior. por equipe. para a atualização no Sistema. sempre que ocorrer mudanças nas áreas acompanhadas. contribuir na notificação e investigação destes casos melhorando as informações do SIM e SINASC (ver em Informações Complementares) 10 . Devem ser utilizadas na consolidação de todos os casos de óbitos e nascimentos da área para que as equipes de PACS ou PSF possam. observando: • Se o número de famílias no mês atual estiver > maior que o informado anteriormente. Atentar principalmente para: 1. comparar as informações apresentadas pelo ACS no mês anterior e questioná-lo sobre as diferenças encontradas. enviando as Fichas “A” das novas famílias.2 (ver no item Informações Complementares) ATENÇÃO!! O relatório PMA2 deverá. em articulação com a Coordenação Municipal da Atenção Básica. obrigatoriamente.

ATENÇÃO!! Caso o município não tenha providenciado a atualização antes do envio dos dados para a Regional deverá: Manter o número de famílias acompanhadas no relatório SSA2. . Deverá providenciar a atualização no relatório SSA2. o instrutor/supervisor deverá solicitar ao técnico de informática que opera o SIAB a exclusão das famílias que já saíram da microárea. o Enfermeiro verificou que uma das crianças faleceu no mês anterior.• Se o número de famílias no mês atual estiver < menor que o informado anteriormente. atualiza o cadastro (ficha A) da(s) microárea(s). onde ocorreu. O Que fazer quando ocorre a detecção de um dado de ocorrência no mês anterior? O Enfermeiro deverá verificar: a data do óbito. encaminhando a ficha “A” ou o(s) numero(s) das famílias ou através de outra rotina existente no município. 2. hospitalizações. as datas dos óbitos. idade e investigar através das informações do ACS as causas do óbito. e o relatório de produção dos ACS (SSA2).SITUAÇÃO DE SAÚDE Observar a ocorrência dos seguintes eventos: • • • • • Óbitos. Nascidos Vivos. de acordo com o existente no cadastro (Ficha A) de cada microárea e envia para a regional Em seguida. nº da família que pertencia. que deixaram de ser informados no(s) mês (es) anterior (es). Gestantes. no mês de ocorrência do 11 . melhorias sanitárias e outras. Identificação e acompanhamento de agravos. Modificação no número de famílias cadastradas. Exemplo 1: Ao observar na produção do mês de agosto/05.

técnico de higiene dental e outros profissionais inseridos com produção ambulatorial). No caso de óbito e de nascimento encaminhar mensalmente com os relatórios do SIAB as fichas de captação de óbitos e nascimentos. SINASC. dentista. 12 . Nas situações de óbito e nascimento. nascido vivos. foram criadas planilhas para melhor captar e investigar nas áreas de PACS e PSF (ver item informações complementares). SISVAN entre outros). PMA2 e as respectivas fichas A para atualização (família nova. ao identificarem ocorrências citadas anteriormente. enfermeiro. e encaminhar ao técnico de informática para proceder à exclusão do componente da família que foi a óbito na ficha A da família no SIAB. deverão notificar e/ou investigar. Caso o evento tenha ocorrido em outro município. condição sanitária. agente comunitário de saúde. auxiliar de enfermagem. Hiper-Dia. óbito. solicitando da coordenação municipal a verificação destes itens nos respectivos sistemas de informação (SIM.evento. SINAN. a equipe deverá encaminhar para a coordenação municipal da atenção básica o consolidado SSA2. agravos. Após consolidar as informações do mês da área. SIS-Pré-natal. Deve-se atentar para o envio do Boletim de Produção Ambulatorial – BPA/SIA/SUS de cada membro da equipe (médico. SIS-Colo. solicitar da regional a identificação da notificação do caso onde ocorreu o evento. As segundas vias de notificações de agravos negativas e positivas. bem como as investigações devem ser encaminhadas semanalmente para a coordenação municipal para registro no SINAN. auxiliar de consultório dentário. etc). O Enfermeiro e a equipe.

realizar críticas para atualizar o envio dos dados. e se há atualizações a serem realizadas. Os dados enviados pelas equipes deverão ser digitados no SIAB entre o período do 1º ao 5º dia do mês subseqüente. PROCESSAMENTO DE DADOS A coordenação Municipal da Atenção Básica. com números discordantes da freqüência normal. etc). O setor de informática deverá imprimir e enviar para a coordenação da atenção básica os seguintes relatórios: • Relatórios por equipe dos últimos 12 meses do SSA2 e PMA2. o cadastro de profissionais. Nº de crianças < 1 ano no SSA2/ população < 1 ano no cadastrado. 2. Após esta triagem inicial. Recomenda-se checar se os relatórios necessários foram enviados. Nº de agravos referidos/acompanhados. • Cadastro familiar. Nº de famílias cadastradas. A Coordenação da atenção básica municipal deverá avaliar os dados. Nº de famílias acompanhadas (verificar a média dos últimos 12 meses). 3. quando ocorrer alterações de profissionais. 4. Profissionais ativos/inativos. 5. • E. por equipe. se estão preenchidos corretamente (atentar para campos em branco. o setor de informática deverá proceder à digitação dos relatórios e das atualizações de dados no sistema. Atentar para: 1. Nº de óbitos ocorridos nas áreas.II. deverá se organizar para o controle e acompanhamento dos dados enviados pelas equipes de saúde. 6. 13 . juntamente com o setor de informática responsável pelo SIAB.

O incentivo financeiro para as equipes de saúde da família só será pago. ATENÇÃO!! Conforme portaria 750 de 10 de outubro de 2006. se estas estiverem qualificadas. 3. Mudança e transferências de profissionais nas equipes PACS e/ou PSF. O incentivo financeiro para as equipes de saúde bucal só será pago. mediante confirmação do número de equipes completas. o cadastro dos profissionais das equipes de PACS/PSF e Saúde bucal deverá ser realizada também no CNES a partir de outubro/06. evitando redução do incentivo no número de equipes no mês em curso.7. 8. elaborado pela Regional e de acordo com o estabelecido pela DAB/COAPRO. o setor de informática deverá gerar o disquete para ser enviado à Regional de Saúde. No mês seguinte o profissional deverá ser inativado com a data que ocorreu a saída no mês anterior. 14 . vinculadas a uma equipe de saúde da família completa (com o médico. Inclusão de modalidade de equipes de saúde bucal (tipo I ou II) Após a avaliação da coordenação da Atenção Básica municipal. Em março de 2007. Atentar para: 1. Mudanças de modelo de atenção de equipes PACS para PSF. o enfermeiro e o auxiliar de enfermagem) e identificada a modalidade de cada equipe de saúde bucal (I ou II). Quando ocorrer mudança de profissionais nas equipes. o cadastro de profissionais e equipes será exclusivamente via CNES. o mesmo deverá ser mantido ativo até a próxima competência. 2. O envio das informações do SIAB deverá ser procedido em conformidade ao cronograma de data de envio. O envio dos arquivos dos municípios para regional deverá ser por disquete ou email. 4. 5. Os disquetes deverão ser identificados com o período enviado para não haver dúvida do que será lido. 9. com a implantação da nova versão do SIAB. divulgado no final de cada ano.

o período de referência dos dados e a solicitação da confirmação da leitura deste. 3. 3. pois na perda destes e não tendo uma cópia. O arquivo contendo os dados deverá ser compactado (Winzip) e anexado ao email a ser enviado. Acompanhado por ofício informando o período de referência dos dados. ENVIO DE DADOS POR E-MAIL: 1. Exemplo: Mês de competência: Julho/2006 Além dos dados referentes a este mês poderão ser enviados os dados acumulados dos meses de janeiro/2006 a julho/2006.6. A confirmação de leitura pela regional deverá ser feita por e-mail. Mensalmente. 2. Caso haja alterações e correções em meses anteriores. 2. Disquete identificado com: nome do município/ período de referência dos dados. todos os dados cadastrais 15 . Sugere-se que o técnico do município que entregar o disquete aguarde a confirmação da leitura dos dados do município na regional de saúde. poderão ser enviados aqueles acumulados até a data de envio. Enviar para o e-mail definido pela regional de saúde com a identificação do município. o município deverá informar através de ofício as correções dos meses anteriores a serem feitas para a Regional. ou mesmo de anos anteriores. ATENÇÃO!!! O envio dos dados para a regional poderá ocorre de duas formas: por disquete ou por e-mail (ver e-mail utilizado pela regional para leitura do SIAB). desde que enviados em arquivos separados e compactados. além dos dados referentes ao mês de competência. ENVIO DE DADOS POR DISQUETE: 1. O setor de informática deverá realizar uma cópia de segurança dos dados municipais.

não há possibilidade de resgates de todos os dados. apenas os consolidados.deverão ser novamente digitados. Calendário Modelo LEGENDA: DOM SEG 1 7 8 14 15 21 22 28 29 TER 2 9 16 23 30 QUA QUI 3 4 10 11 17 18 24 25 31 SEX 5 12 19 26 SAB 6 13 20 27 1 05 10 15 Equipes PACS/PSF enviam para Coordenação municipal da Atenção Básica Coordenação municipal envia dados para DIRES DIRES envia dados para COAPRO/DAB COAPRO/DAB envia dados para Ministério da Saúde/DATASUS 16 . Na regional de saúde.

o acompanhamento.SSA2 – usado para avaliar a situação de saúde das áreas. Sugerimos o monitoramento mensal dos seguintes indicadores no SIAB municipal: 1. como forma de possibilitar o acompanhamento e avaliação: 1. cadastrados acompanhados). agravos crianças x acompanhadas. ANÁLISE DOS DADOS É de responsabilidade da coordenação municipal do PACS/PSF. Relatório de consolidado das famílias cadastradas – usado para avaliar as características cadastrais das áreas comparando-as com o relatório SSA2 – informações cadastradas de x saúde (famílias cadastradas portadores x de acompanhadas. realizar a identificação mensal de situações que merecem investigações e comparar com os dados cadastrais.III. 17 . O parâmetro recomendado é que todas as crianças acompanhadas estejam cadastradas. de posse destes relatórios. Para avaliar a qualidade dos dados cadastrais e sua relação com os de acompanhamento: • Percentual das crianças < de 1 ano cadastradas (consolidado Ficha A) pelas acompanhadas (SSA2) num mesmo local e período . 3. monitoramento e a avaliação dos dados do SIAB enviadas pelas equipes. Sugerimos a impressão mensal dos relatórios abaixo relacionados para a Coordenação Municipal da Atenção Básica.avalia a atualização cadastral das famílias e a capacidade de acompanhamento da equipes. Série histórica das informações de saúde . poderão eleger alguns indicadores para monitoramento de várias situações. 2. Relatório de Produção PMA2 (consolidado das fichas D) – para acompanhar a produção no SIAB comparando com as informações do SIA-SUS. O coordenador municipal e os próprios membros das equipes.

Ficha técnica de indicadores do SIAB. 18 . Se o valor for < ou = a 96% por dois meses consecutivos os recursos financeiros do PSF/PACS do município são suspensos Manter a rotina de atualização cadastral mensal Atualizar o cadastro de ficha A da área analisada Manter a rotina de atualização cadastral mensal Encaminhamento Identificar as crianças a serem incluídas e revisar o cadastro familiar da área acompanhadas a serem incluídas no cadastro familiar (Ficha A) principalmente no preenchimento do SSA2. Indicador Percentual das crianças)< de 1 ano cadastradas (consolidado Ficha A pelas acompanhadas (SSA2) num mesmo local e período Cobertura das famílias cadastradas (consolidado Ficha A) pelas acompanhadas na média anual (SSA2) num mesmo local e período Se igual a 100: famílias cadastradas conferem com as acompanhadas Se maior que 100: existem famílias cadastradas sem serem acompanhadas Atualizar o cadastro de ficha A da área analisada e supervisionar a atuação do ACS/equipe Total de famílias cadastradas no SIAB x100 Média de famílias acompanhadas (SSA2) nos últimos 12 meses Fonte: SIAB Mensal Fonte: SIAB Total de crianças < 1 ano cadastradas (ficha A) x100 Nº de crianças < 1 ano acompanhadas no mês de análise (SSA2) Cálculo Freqüência Mensal Interpretação Se menor 100: existem crianças < 1 ano acompanhadas a serem incluídas no cadastro familiar (Ficha A) Se igual a 100: as crianças < 1 ano cadastradas conferem com as acompanhadas Se maior que 100: existem crianças < 1 ano cadastradas sem serem acompanhadas Se menor 100: existem famílias Esta situação ocorre no início da implantação das equipes ou inclusão de ACS novo. Acompanhar o próximo mês e investigar a atuação dos ACS/equipe no cadastramento e acompanhamento das famílias.Quadro I.

800x 100 = 89.4110/12 = 8675 Média anual Onde: Total de famílias cadastradas no mês de referência = 7800 Média de famílias acompanhadas nos últimos 12 meses = 8675 7. • Média mensal de visitas domiciliares do ACS por família – reflete o acompanhamento das famílias pelos ACS nas áreas e no município. O parâmetro de acompanhamento das famílias cadastradas recomendado é maior ou igual a 90% (portaria GM/MS 1013/00). Exemplo de cálculo do indicador Cobertura das famílias cadastradas (consolidado Ficha A) pelas acompanhadas na média anual (SSA2) no mesmo local e período. Para avaliar cobertura do programa e de alguns serviços: • Proporção de população coberta pelo Programa Saúde da Família – avalia a cobertura estimada do PSF na população do município. Número de famílias acompanhadas dos últimos 12 meses 2004 Jun 8670 Jul 8750 Ago 8800 Set 8760 Out 8750 Nov 7850 Dez 8750 Jan 8600 Fev 8760 2005 Mar 8960 Abr 8600 Mai 8860 10.91% 8.avalia a atualização cadastral das famílias e a distribuição de excesso de famílias nas áreas analisadas.• Cobertura das famílias cadastradas (consolidado Ficha A) pelas acompanhadas na média anual (SSA2) num mesmo local e período . • Percentual de crianças menores de 01 ano com cartão de vacina em dia – reflete cobertura da vacinação na área analisada 19 .675 2.

de água e luz elétrica.reflete cobertura do pré-natal na área analisada • Percentual de gestantes com vacinas em dia . 4.reflete cobertura da vacinação para gestantes na área analisada 3. Para avaliar condições sócio-sanitárias: • Percentual de famílias cadastradas no PACS/PSF com acesso a rede de esgoto. • • Percentual de crianças de 5 a 14 anos freqüentando a escola Percentual de pessoas acima de 15 anos alfabetizadas Para o monitoramento de cada indicador escolhido. Esta ficha pode ser composta dos seguintes itens: • • • • • • Nome do indicador Fórmula de cálculo Fonte Freqüência de análise Interpretação Encaminhamentos após a análise 20 . entre outros. deficiência mental. Para avaliar a situação de saúde (perfil de morbi-mortalidade): • • • • Número de nascidos vivos Número de óbitos em menores de 1 ano e de mulheres em idade fértil Percentual de crianças desnutridas Número de casos de portadores de hipertensão. hanseníase e tuberculose. sugere-se estudá-lo e construir uma ficha técnica para melhor compreensão e utilização pelos profissionais (ver exemplo no quadro I).• Percentual de gestantes com pré-natal no mês . diabetes. • Nº de internações e suas causas em < de 05 anos.

é importante realizar reuniões sistemáticas para tal. bem como com a coordenação municipal da atenção básica (no mínimo. Estas avaliações devem ser divulgadas e levadas para apreciação do conselho de saúde (local ou municipal) 21 .Para fortalecer as atividades de acompanhamento e análise da situação de saúde das áreas. incluir esta temática nas reuniões de equipe). trimestralmente). tanto nas unidades de saúde (mensalmente.

IV. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES PARA A COORDENAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA MUNICIPAL .

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a equipe deve preencher a notificação do agravo. FERRAMENTA POTENCIAL PARA MELHORIA DOS DADOS DE OUTROS SISTEMAS A Saúde possui vários sistemas para o registro de diversos dados de importância para a avaliação e definição de políticas de saúde. óbitos. a qualidade dos dados informados não é a mesma em todas as regiões. de situação de saúde (notificação e acompanhamento de alguns agravos. Entretanto. 02 casos de tuberculose notificados B. Deve-se atentar que o SIA-SUS tem caráter universal e o SIAB reflete apenas as áreas cobertas pelo PACS e PSF.gov. No caso da situação de saúde. 01 óbito uma criança de 02 dias C. consultas de pré-natal. por exemplo. seja por questões de processamento dos dados.br. cobertura vacinal. Considerando o SIAB um sistema de registro mensal de dados de produção de serviços da atenção básica (consultas médicas. em produção ambulatorial).datasus. este pode ser utilizado como uma ferramenta potencial para a crítica e melhoria dos dados de outros sistemas em áreas cobertas pelo PACS e PSF. procedimentos de enfermagem. que no mês ocorreram as seguintes situações: A. seja por falsos entendimentos para o registro destes. A coordenação municipal da 24 . e condições demográficas e sócio-sanitárias. ao consolidar os dados no SSA2 da área. quando a equipe de saúde. o coordenador da atenção básica deverá verificar se a produção registrada no SIA-SUS reflete a realidade apresentada no SIAB (ver site: www. entre outros fatores. nascimentos e internações). No caso da produção registrada no SIAB no consolidado do PMA2. 10 nascimentos Na situação A. guardar a cópia no arquivo da unidade de saúde e encaminhar uma via para a vigilância epidemiológica municipal e realizar a inclusão da notificação no SINAN. visitas domiciliares.O SIAB. identifica. etc).

deverá preencher a ficha de captação de óbitos e nascimentos em áreas de PACS e PSF. reunir as fichas A já atualizadas de cada família onde aconteceu algum destes eventos e encaminhar para a coordenação municipal da atenção básica realizar as atualizações no SIAB. cada ACS. 3-A e 3-B. O coordenador da Atenção Básica deverá. Caso os eventos tenham ocorrido em outros municípios. acompanhar se todos os casos detectados de tuberculose e hanseníase iniciaram o tratamento e foram inclusos no SINAN. durante o mês. Esta rotina permite o fortalecimento da investigação dos óbitos para definição de causa básica. outros identificados de notificação compulsória deverão ser notificados.atenção básica deverá. Na reunião de consolidação dos dados mensais. respectivamente (ver apêndice). investigados e acompanhados pelas equipes de saúde com o apoio da vigilância epidemiológica municipal. através do relatório de situação de saúde (SSA2). verificar se as respectivas declarações de óbito e nascimento foram emitidas para inclusão no SIM e SINASC. principalmente nos casos de menores de 1 ano e de mulheres em idade fértil. junto com a vigilância epidemiológica municipal. Na situação B e C. o instrutor/supervisor deverá consolidar todos os casos de óbitos e nascimentos. retirado no SIAB. encaminhar para a regional os casos para verificação em outros níveis dos sistemas. Além destes agravos. e a redução da sub-notificação do SIM e SINASC 25 .

sócio Destino do lixo/fezes e urina econômicas. identificação mensal de Acompanhamento de grupos situações que merecem Hospitalizações investigações e comparar Marcadores com os dados cadastrais.. Identificação dos relatórios disponíveis no SIAB municipal por opção de utilização.. Usado para avaliar a informações situação de saúde das Mortalidade realizar a Acompanhamento de crianças e gestantes áreas. Relatório Opções Utilidade Série histórica de Mortalidade/ crianças/ gestantes/ grupos/. Crianças na escola e alfabetizadas etc) Meios de comunicação/ transporte Outras informações do cadastro Nascimento e óbitos Crianças menores de 1 ano Gestantes Relação do Gestantes menores de 20 anos cadastradas Indicadores percentual dos Gestantes acompanhadas selecionados gerados indicadores pelo SIAB para Gestante com vacina em dia avaliação de cobertura Consulta de pré-natal no mês de pré-natal e Pré-natal iniciado no 1º trimestre materno De 0 a 3 meses e 29 dias com aleitamento aleitamento exclusivo exclusivo Busca ativa das Doenças Identificar os agravos doenças/ crianças/ registrados no SIAB pessoas Crianças/ pessoas (crianças 07 a 14 anos Identificação das fora da escola ou pessoas com 15 anos e situações mais analfabetos ou ambas) críticas(abandono da escolas e analfabetismo). Produção Consolidado das Cadastramento familiar Usado para avaliar as famílias e de saúde Abastecimento e tratamento de água características cadastrais das áreas Tipo de casa e energia elétrica (demográficas. 26 .ACESSANDO AOS RELATÓRIOS DO SIAB Para acessar os relatórios do SIAB basta colocar ENTER no menu RELATÓRIO e selecionar o desejado: Quadro II. sanitárias.

enfermeiro. etc) Equipe (total de profissional por equipe) Identifica os profissionais que compõe a equipe Ficha cadastral (por cada categoria Acessa a ficha profissional) cadastral de cada profissional Identifica as inconsistências cadastrais dos profissionais .Relatório Opções Relação das famílias por micro-área Relação de envio da dados das micro-áreas Relação profissionais dos Relação inconsistências cadastros das dos Utilidade *** Identifica o nº de famílias por cada micro-área *** Identifica as microáreas com pendências no envio de dados Município (por cada categoria profissional) Identifica todos os profissionais cadastrados por cada categoria (médico.

Bahia. Tipos de fichas 3A . Diante da experiência. SINASC e SIAB. 2006. Diretoria de Informação em Saúde. tendo com resultado um incremento de 2000 óbitos menores de 1 ano no SIM. as Diretorias Regionais. o qual mobilizou as áreas de PACS/PSF de todo o país. através atuação das equipes de PACS/PSF.INTEGRAÇÃO DO SIAB COM O SIM E SINASC: UTILIZAÇÃO DE FICHAS DE CAPTAÇÃO DE NASCIMENTOS E ÓBITOS EM ÁREAS DE PACS E PSF Em 2000. que provavelmente seriam sub-notificados. Vários setores da SESAB foram envolvidos. bem como as secretarias municipais de saúde.Enfermeiro Evento notificado Óbito Óbito Nascimento Nascimento 28 .menores de 1 ano e 2 – maiores de 1 ano) 3B . SINASC e SIAB. Quadro III. Na Bahia. Neste mesmo período foi publicado um manual de orientação “SISTEMAS DE INFORMAÇÕES: Mortalidade (SIM) e Nascidos vivos (SINASC) para os profissionais do Programa Saúde da Família”.ACS 3A . o Ministério da saúde desenvolveu Projeto de Integração das Informações do SIM. esta atuação teve grande mobilização possibilitando a captação e inclusão de cerca de 1000 óbitos não notificados devidamente ao SIM. o qual incentiva a captação e o registro de óbitos e nascimentos nos devidos sistemas.ACS 3B . Diretoria da Atenção Básica. Tipo de fichas utilizadas para a integração dos sistemas SIM.Enfermeiro (1 . os técnicos estaduais reconstruíram as fichas de captação de óbitos e nascimentos nas áreas de PACS/PSF deixando-a mais completa e diferenciando a do Agente Comunitário de Saúde e a do enfermeiro/instrutor.

As fichas devem ser utilizadas na consolidação de todos os casos de óbitos e nascimentos ocorridos nas áreas de PACS ou PSF. encaminhar notificação do evento. através das ficha 3 A e 3B.SESAB. Informamos que. melhorando as informações do SIM e SINASC. esta proposta de integração fortalece a execução desta atividade pelo município. a vigilância epidemiológica e monitoramento da mortalidade infantil e materna passaram a ser uma das atribuições do município. 29 . para a Diretoria de Informação em Saúde . Neste documento estão disponibilizadas estas fichas com a sua respectiva forma de utilização. a partir da publicação da portaria GM/MS nº 1172 17 de junho de 2004. em articulação com a Coordenação Municipal da Atenção Básica. No caso da não ocorrência do óbito ou do nascimento no município a sua respectiva DIRES verificará se estes foram notificados por algum outro município da sua área de abrangência. Caso não tenha sido notificado por nenhum dos seus municípios. contribuir para notificação e investigação destes casos. quando da consolidação dos dados regionais. Através delas as equipes locais podem. Neste sentido. nos meses subseqüentes. para verificação na base de dados estadual.

FICHAS 3A E 3B AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE .

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32 .ERNO DO ESTADO DA BAHIA RETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA FICHA 3A NOTIFICAÇÃO DE ÓBITOS .INTEGRAÇÃO DAS ROTINAS DO SIAB E SIM O ENTRE O AGENTE E A EQUIPE DO PACS OU PSF Período: ____/ ___ Segmento: Unidade: Data: ____/ ___ a ANO: Município(código) Área : Microárea : Nome Sexo (M/F) Idade Nome da Mãe Endereço Nº de Fam. Município de Ocorrência LocaL (∗ ) Nome do Estabelecimento/nome do médico Tem DO (S/N) Tem Certidão (S/N) utro Estabelecimento de Saúde (2) Outro (3) Ignorado (4) Domicílio (5) – Obs: registrar nome do médico no campo referente ao estabelecimento.

o ACS deverá orientar a família para o registro em cartório. mília sobre a ocorrência do óbito: ão de óbito? trar na ficha 3A (registro de óbitos) do acs e informa ao instrutor supervisor na data da entrega do consolidado mensal através da ficha D. saber se houve assistência médica durante a doença que ocasionou o óbito.orientar para registro em cartório e anotar situação na ficha 3A ACS. Se sim. anotar a informação na ficha A para que o instrutor/supervisor solicite a declaração de óbito ao médico responsável (PSF) Se sim. perguntar: onde ocorreu o óbito? nde ocorreu o óbito? Se ocorrido no domicílio. ha A da família. 33 . Se não. anotar o nome do profissional que prestou assistência. via da declaração de óbito? o possua a 2ª via da declaração de óbito . na ficha 3A.ARA PREENCHIMENTO DA FICHA DE NOTIFICAÇÃO DO OBITO EM MENORES DE UM ANO – 3A UNITÁRIOS DE SAÚDE er conhecimento da ocorrência de óbito em sua área de cobertura o ACS deverá: na ficha D de atividades diárias. para notificação ao instrutor/supervisor I/S. na ficha 3A Caso o óbito tenha ocorrido em unidade de saúde perguntar: houve extravio ou não emissão da declaração de óbito? o da declaração de óbito ou obtenção da cópia xerox da mesma. r se possui a 2ª via da declaração de óbito (DO). assinalar esta informação e o nome da unidade de saúde nos campos correspondentes. o não possua a 2ª via da declaração de óbito.

INTEGRAÇÃO DAS ROTINAS SIAB E SINASC Período: Segmento: Unidade: DOS ACS PARA OS INSTRUTORES SUPERVISORES DO PACS/PSF Data: ____/ ___ a ____/ ___ ANO: Município(código) Área : Microárea : Nome Sexo Peso (M/F) (g) Nome da Mãe Endereço Nº da Fam.ERNO DO ESTADO DA BAHIA RETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA FICHA 3B FICHA DE NOTIFICAÇÃO DOS NASCIDOS VIVOS . 34 . Município de Ocorrência LocaL (∗) Nome do estabelecimento/ nome do médico Tem Tem Certi DN -dão (S/N) (S/N) utro Estabelecimento de Saúde (2) Outro (3) Ignorado (4) Domicílio (5) – Obs: registrar nome do médico no campo referente ao estabelecimento.

na ficha 3B.ARA PREENCHIMENTO DA FICHA DE NOTIFICAÇÃO DE NASCIDOS VIVOS – 3B UNITÁRIOS DE SAÚDE er conhecimento da ocorrência de nascido vivo em sua área de cobertura o ACS deverá: na ficha D de atividades diárias. na ficha 3B. anotar a informação na ficha 3B.). 35 . anotar o nome do profissional que prestou assistência. Se não. eclaração de nascimento? possua: orientar para registro em cartório e anotar situação na ficha 3B do ACS. saber se houve assistência médica durante o parto. perguntar: onde ocorreu o nascimento? de ocorreu o nascimento? Se ocorrido no domicílio. assinalar esta informação e o nome da unidade de saúde nos campos correspondentes. ha A da família. para notificação ao instrutor/supervisor. para que o instrutor/supervisor solicite a declaração de nascimento ao médico responsável (PSF). Se sim. o ACS deverá orientar a família para o registro em cartório. Caso o nascimento tenha ocorrido em unidade de saúde perguntar: houve extravio ou não emissão da declaração de nascimento? ão da declaração de nascimento ou obtenção da cópia xerox da mesma. não possua a 2ª via da declaração de nascimento. mília da ocorrência do óbito: possui certidão de nascimento? ão de nascimento? gistrar na ficha 3 B (registro de nascidos vivos) do ACS e informa ao instrutor supervisor na data da entrega do consolidado mensal através da aber se possui a 2ª via da declaração de nascimento (DN. Se sim.

FICHAS 3A (1 e 2) E 3B ENFERMEIRO INSTRUTOR .

37 .

38 .INTEGRAÇÃO DAS ROTINAS DO SIAB E SIM Período: Data: ____/ ___ a ____/ ___ ANO: Unidade: BITOS DO INSTRUTOR PARA O COORDENADOR DO PACS/PSF E PARA O(S) O SIM E SIAB Segmento: Município(código) Área : Nome Sexo (M/F) Idade Nome da Mãe Endereço Nº de Fam. Município de Ocorrência LocaL (*) Nome de estabelecimento / nome do médico Tem DO (S/N) Tem Certidão (S/N) ecimento de Saúde (2) Outro (3) Ignorado (4) Domicílio (5) – Obs: registrar nome do médico no campo referente ao estabelecimento.ESTADO DA BAHIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA FICHA 3A1 NOTIFICAÇÃO DOS ÓBITOS MENORES DE UM ANO .

E SAÚDE ação do setor de informática de óbito ocorrido em área de cobertura do PACS/PSF. para que seja entregue à família e esta proceda com o registro em cartório. cação(ões) de óbitos para a coordenação municipal (secretaria municipal de saúde). de sua responsabilidade o responsável pelo ACS deverá: possua algum óbito infantil. óbito no SIM municipal? onste do banco de dados do SIM municipal ou tenha sido emitida a Declaração de Óbito: família para o registro em cartório. ao consolidar os dados do mês em curso. proceder a investigação através do agendamento da amília verificando a causa e o local de ocorrência do óbito. icar no SIM se a DO foi incluída. cobrando retorno da informação pela regional. verificar se foi feita a inclusão no banco de dados do SIM local. (caso não tenha sido emitida) na unidade onde ocorreu o evento. caso o município utilize o SIM: e já foi incluída no SIM. através da ficha 3A1 e 3A2. através da ficha 3A1 e 3A2. ou encaminhado à SMS (DO). pelo médico assistente ou médico do PSF da áreal. 39 . verificar se as respectivas Declarações foram emitidas e encaminhadas à SMS . u hospital – solicitar cópia da 3ª via ou emissão da DO. Repassar informação ao setor de informática para o do cadastramento familiar no SIAB. para verificação se os mesmos constam do banco de dados do sistema de informação sobre aso o município não esteja utilizando o SIM.HIMENTO DA FICHA DE NOTIFICAÇÃO DO OBITO EM MENORES DE UM ANO – 3A INSTRUTOR ção do agente comunitário de saúde sobre a ocorrência de óbito em alguma microárea. trimestralmente. ão conste do banco de dados do SIM municipal ou não tenha sido emitida e devidamente encaminhada a respectiva DO à SMS. e repassar informação para unidade que notificou o óbito. ou se a respectiva Declaração de Óbito foi encaminhada devidamente para a SMS. ípio enviar para a coordenação municipal de saúde do PACS/PSF para providências. enviar para a coordenação do PACS/PSF cobrar da equipe a segunda via da DO. juntamente com as informações do SSA2 e PMA2. por falta de codificador de causas de morte. enviar ficha com os dados para a DIRES. da unidade de saúde onde ocorreu o evento ou do médico responsável (caso o óbito tenha ocorrido no domicílio e a DO tenha sido fornecida por médico que tenha assistido ou e). ou envio da DO para a DIRES. junto à DIRES. encaminhar para a SMS para a inclusão no SIM municipal. e os demais na ficha 3A2 instrutor. informação sobre o óbito para atualização da ficha A (SIAB). devolver ficha para a ESF ou PACS. u o óbito? micilio – solicitar o preenchimento da DO. ao consolidar os dados do mês em curso. verificar se o óbito ocorreu no município: ípio? . caso o município não utilize o SIM e enviar 2ª via da DO para a unidade de saúde que . rido no município. ou teve a sua respectiva DO encaminhada para a SMS. separar na ficha 3A1 do instrutor os óbitos infantis. e não foi incluída.

ESTADO DA BAHIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA FICHA 3A2 NOTIFICAÇÃO DOS ÓBITOS MAIORES DE UM ANO .INTEGRAÇÃO DAS ROTINAS DO SIAB E SIM Período: Data: ____/ ___ a ____/ ___ ANO: BITOS DO INSTRUTOR PARA O COORDENADOR DO PACS/PSF E PARA O(S) O SIM E SIAB Município(código) Segmento: Unidade: Área : Nome Sexo (M/F) Idade Nome da Mãe Endereço Nº de Fam . 40 . Município de Ocorrência LocaL (*) Nome de estabelecimento / nome do médico Tem DO (S/N) Tem Certidão (S/N) ecimento de Saúde (2) Outro (3) Ignorado (4) Domicílio (5) – Obs: registrar nome do médico no campo referente ao estabelecimento.

41 . ação sobre o óbito para atualização da ficha A (SIAB). uivar e repassar informação para unidade que notificou o óbito. u o óbito? domicilio – solicitar o preenchimento da DO. caso possua algum óbito infantil. ao consolidar os dados do mês em curso. verificar se foi feito o registro no banco de dados do SIM local. de sua responsabilidade o responsável pelo ACS deverá: mulheres em idade fértil (10 a 49 anos) e outros que forem necessários. pelo médico responsável. A erificar no sim a ocorrência do óbito: pio e já foi registrado devolver ficha para a ESF ou PACS. e os demais na ficha otificação(ões) de óbitos para a coordenação municipal (secretaria municipal de saúde). através da ficha 3A1 e 3A2. ou hospital – solicitar cópia da 3ª via ou emissão da DO. S. proceder a investigação através do agendamento da consulta com a família verificando a causa e o local de ocorrência do óbito. juntamente com as informações do SSA2 e PMA2. para verificação se os mesmos constam do banco de dados do sistema de informação sobre l. através da ficha 3A1 e 3A2.ENCHIMENTO DA FICHA DE NOTIFICAÇÃO DO OBITO EM MAIORES DE UM ANO – 3A INSTRUTOR R rmação do agente comunitário de saúde sobre a ocorrência de óbito em alguma microárea. ão conste do banco de dados do SIM municipal. verificar se o óbito ocorreu no município: unicípio? ido. do óbito no SIM municipal? onste do banco de dados do SIM municipal: a para o registro em cartório. ao consolidar os dados do mês em curso. Repassar informação ao setor de informática para atualização do cadastramento r no SIAB. citar da unidade de saúde onde ocorreu o evento ou do médico responsável (caso o óbito tenha ocorrido no domicílio e a do tenha sido fornecida por médico que tenha assistido ou incluir no SIM municipal e enviar 2ª via da DO para a unidade de saúde que informou o óbito para que seja entregue à família e esta proceda com o registro em cartório. na unidade onde ocorreu o evento. separar na ficha 3A1 do instrutor os óbitos infantis. pio e não foi registrado enviar para a coordenação do PACS/PSF cobrar da equipe a segunda via da do para o registro. L DE SAÚDE ormação de óbito ocorrido em área de cobertura do PACS/PSF do setor de informática. unicípio enviar para a coordenação municipal de saúde do PACS/PSF para providências.

ocorrido no município. enviar ficha com os dados para a DIRES. 42 . trimestralmente. cobrando retorno da informação pela regional.

INTEGRAÇÃO DAS ROTINAS SIAB E SINASC Período: Data: ____/ ___ a ____/ ___ ANO: Unidade: O INSTRUTOR PARA O COORDENADOR DO PACS/PSF E PARA O(S) M E SIAB Segmento: Município(código) Área : Nome Sexo Peso (g) (M/F) Nome da Mãe Endereço Nº de Fam .ESTADO DA BAHIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA FICHA 3B NOTIFICAÇÃO DOS NASCIDOS VIVOS . Município de Ocorrência LocaL (*) Nome de estabelecimento / nome do médico Tem DN (S/N) Tem Certidão (S/N) ro Estabelecimento de Saúde (2) Outro (3) Ignorado (4) Domicílio (5) – Obs: registrar nome do médico no campo referente ao estabelecimento. 43 .

e repassar informação para unidade que notificou o nascimento. ao consolidar os dados do mês em curso. e não foi incluído no SINASC. u hospital – solicitar cópia da 3ª via ou emissão da DN (caso não tenha sido emitida) na unidade onde ocorreu o evento. para providências.repassar a informação ao setor de informática para o do cadastramento familiar no SIAB. enviar ficha com os dados para a DIRES. enviar para a coordenação do PACS/PSF cobrar da equipe a segunda via da DN. trimestralmente. COM OUTRO NÚMERO E DUPLIQUE O MESMO NASCIMENTO! rrido no município. ao consolidar os dados do mês em curso. 44 . incluir no SINASC municipal e enviar 2ª via da DN para a unidade de saúde que informou o nascimento para que seja entregue à família e o registro em cartório. providenciar agendamento da consulta com a família verificando local de ocorrência do nascimento. para verificação se os mesmos constam do banco de dados do sistema de informação sobre nascidos nascimento no SINASC municipal? te do banco de dados do SINASC: a família para o registro em cartório. orreu no município. DN na unidade de saúde onde ocorreu o evento ou do médico ou enfermeiro responsável (caso o nascimento tenha ocorrido no domicílio e a DN tenha sido fornecida por médico ue tenha assistido ou verificado o parto). conste do banco de dados do SINASC. u o nascimento? omicilio – solicitar o preenchimento da DN. EVITE QUE O CARTÓRIO PREENCHA OUTRA DN. devolver ficha para a equipe do PACS ou PSF. cobrando retorno da informação pela regional. juntamente com as informações do SSA2 e PMA2. ascido vivo na família através dos dados da ficha 3B. enviar para a coordenação municipal de saúde do PACS/PSF. E SAÚDE informática com informação de nascido(s) vivo(s) ocorrido(s) em área(s) de cobertura do PACS/PSF. da ocorrência do NV: e já foi incluído.HIMENTO DA FICHA DE NOTIFICAÇÃO DO OBITO EM MENORES DE UM ANO – 3B INSTRUTOR ção do agente comunitário de saúde sobre a ocorrência de um nascimento na microárea. através da ficha 3B. de sua responsabilidade o responsável pelo ACS deverá: ção(ões) de NV para a coordenação municipal (secretaria municipal de saúde). através da ficha 3B. a SMS deverá verificar: município? .. informação sobre o nascimento para atualização da ficha a (SIAB). verificar se foi feita a inclusão no banco de dados do SINASC local. pelo médico responsável.

ROTINAS DO SIAB - MÓDULO REGIONAL

46

I. RECEBIMENTO DAS INFORMAÇÕES MUNICIPAIS

O controle de recebimento será organizado de acordo com a prática já estabelecida pela Coordenação Regional, em conformidade ao cronograma de envio dos dados, divulgado pela DAB/COAPRO no mês de dezembro do ano anterior, para cada ano de referência. Atentar para:

Os dados enviados por e-mail deverão está contidos em arquivos compactados (Winzip), evitando assim possíveis falhas na transmissão dos dados. Proceder a confirmação dos dados após recebimento.

Os dados enviados por disquetes deverão ocorrer preferencialmente enviar através de um portador e não por malote;

Sempre que o disquete for entregue por portador, o recebimento só deve ser confirmado após leitura dos arquivos e ocorrendo erros, o disquete não deverá ser aceito, outro envio deverá ser solicitado.

Na ausência de portador, o recebimento dos dados será confirmado mediante contato telefônico, imediatamente depois de realizada a leitura.

Sempre que forem detectados erros na leitura dos dados, tanto enviados por email ou disquetes, o município deverá ser imediatamente informado para proceder a um novo envio, estipulando prazo para encaminhamento do novo envio de dados.

II. LEITURA DOS AQUIVOS

A leitura do(s) arquivo(s) será realizada pela Regional, logo em seguida ao seu recebimento. • Os disquetes a serem utilizados na leitura dos dados do SIABMUN enviados por e-mail deverão ser formatados (formatação completa) antes de sua 47

dbf e Wver.dbf Para organizar os arquivos. Wsan.dbf. WAGE.ba.dbf WINS.br n= número da DIRES 48 . o qual servirá como relatório mensal de ocorrência. WATI05. Wpro. WMED. Os dados contidos nos disquetes enviados pelos municípios deverão ser submetidos à observação para verificar se os arquivos estão na ordem correta para leitura. • Todo e qualquer disquete com trilha defeituosa deverá ser descartado. clicar na coluna TIPO e checar a ordem os arquivos.gov. Wfamreg. E-mail oficial: n-dires@saude.dbf. contactar com a coordenação estadual para resolver sobre outra forma de envio. afastando a possibilidade de existência de alguma trilha defeituosa.br).dbf. através da intranet (servidor estadual). basta visualizar o conteúdo do disquete com Windows Explorer. ATENÇÃO !!! Ordem dos arquivos: @bockid@@@. Wtabreg.dbf.dbf.gov. a regional deverá informar ao mesmo por e-mail.dbf. ENVIO DE DADOS PARA O NÍVEL CENTRAL • O envio dos arquivos da regional para a SESAB deverá se dar através de correio eletrônico (siab@saude. diminuindo as possibilidades de falha.utilização.dbf Wout.ba. preferencialmente compactados. III. WAUX.dbf. Na constatação de algum problema durante a leitura das informações dos municípios. Caso a Regional tenha problema na transmissão. comprometendo a transferência das informações. • O envio dos arquivos só será aceito por meio do endereço eletrônico formalmente instituído.

desde que enviados em arquivos separados e compactados. • O envio dos arquivos em duplicata através de correio eletrônico e/ou outra forma de envio. deverá ser evitado. Não haverá prorrogação do prazo. os demais serão desconsiderados. Observar as seguintes recomendações: • • O município deverá evitar o envio dos arquivos por mais de uma vez. ou mesmo de anos anteriores. • Arquivos enviados através de disquete só serão acatados em casos excepcionais. IV. PRAZOS DE RECEBIMENTO E DE ENVIO DOS DADOS O prazo de envio dos dados pelos municípios a regional. Sempre que isto ocorrer será considerado o envio mais recente. deverão ser enviados obrigatoriamente aqueles acumulados até a data de envio. além dos dados referentes ao mês de competência. só serão lidas na próxima competência. para cumprimento das Regionais. mediante justificativa a ser avaliada pela DAB/COAPRO. o(s) período(s) que estão sendo enviados e o nome do responsável pelo envio. • Mensalmente. • O prazo de envio dos dados consolidados pela regional deverá ser rigorosamente observado até o 10º dia de cada mês. não existindo. Tal orientação passa a vigorar a partir de julho de 2004. deverá ser rigorosamente observado até o 5º dia de cada mês ou conforme cronograma adotado pela regional. 49 . As informações recebidas fora do prazo só serão lidas mediante justificativa. Exemplo: Mês de competência: Julho/2005 Além dos dados referentes a este mês poderão ser enviados os dados acumulados dos meses de janeiro/2005 a julho/2005.• Os e-mails deverão informar: nome da DIRES.

Atenção! Alertamos para a ocorrência da leitura dos dados do município fora do prazo. havendo uma possibilidade de suspensão recurso a regional se responsabilizará pelo recebimento indevido. • As informações recebidas fora do prazo só serão lidas mediante justificativa.• A regional deve evitar o envio simultâneo de correspondência eletrônica e disquete. só serão lidas na próxima competência. não existindo. Sempre que ocorrer o recebimento de duplicata em disquete. os dados do Estado ficaram diferentes ao da regional. Caso a regional proceda a leitura e a mesma não consiga que seus dados sejam lidos pela Coordenação Estadual. • Informamos que a Coordenação Estadual não será obrigada a ler os dados recebidos fora do prazo sem contato anterior da regional. será considerada a correspondência eletrônica. Calendário Modelo DOM SEG 1 7 8 14 15 21 22 28 29 TER 2 9 16 23 30 QUA 3 10 17 24 31 QUI 4 11 18 25 SEX 5 12 19 26 SAB 6 13 20 27 LEGENDA: Equipes PACS/PSF enviam para 1 Coordenação municipal da Atenção Básica Coordenação municipal envia dados para 05 DIRES 10 DIRES envia dados para COAPRO/DAB COAPRO/DAB envia dados para Ministério 15 da Saúde/DATASUS 50 .

Relatório de inconsistência dos cadastros. A observação dos relatórios de consolidação e de crítica citados levará à identificação de situações de possíveis bloqueios. com emissão dos seguintes relatórios: • • • • • • Quantidade de equipes/profissionais. pelo menos por 6 meses anteriores ao mês em curso. CRÍTICA E ARMAZENAMENTO DOS DADOS A consolidação dos dados consistirá na reunião das leituras de todas as informações encaminhadas pelos municípios. Relação de envio de informação dos municípios. ocorrência de falhas e inconsistências que venham gerar possíveis bloqueios: 51 . VI. CONSOLIDAÇÃO. Relação de envio de cadastro dos profissionais. passando em seguida pelo processo de crítica. Profissionais vinculados às equipes. ANÁLISE DE DADOS A impressão mensal de alguns relatórios do SIAB será obrigatória para as regionais. As informações recebidas mensalmente dos municípios. antecipando assim.V. A crítica dar-se-á mediante a verificação da integralidade das informações. deverão ser armazenadas em disquetes ou cópias dos arquivos por municípios. possibilitando o acompanhamento e avaliação das informações enviadas pelos municípios.

Cirurgião Dentista.envio de cadastro de Instrutores e Agentes. Modelo PSF sem Saúde Bucal – envio de cadastro de Médico. Se o município permanecer com falha na mesma categoria por dois meses. • Este relatório permite observar quantas equipes completas foram informadas pelos municípios. • Caso alguma categoria não apresente informação. Agente e Auxiliar de Enfermagem e Modelo PSF com Saúde Bucal – envio de cadastro de Médico. este município não receberá o incentivo do PACS ou do PSF.1. Auxiliar. 52 . a regional deverá solicitar um novo envio dos dados. Relatório de equipes / profissionais (ativos) • Imprimir mensalmente o relatório com todos os municípios e cruzar com o relatório de profissionais vinculados as equipes. Enfermeiro. Enfermeiro. Relatório de controle de envio de cadastro de profissionais • Imprimir mensalmente o relatório com todos os municípios. Relatório de profissionais vinculados as equipes (ativos) • Imprimir mensalmente o relatório com todos os municípios e cruzar com o relatório de equipes /profissionais. Ex: Modelo PACS. ACS e THD e Outros Profissionais. de acordo com o modelo de atenção implantada no município confere com o cadastro de profissionais enviados. 3. verificando se. 2. • Este relatório permite observar quantos profissionais estão vinculados às equipes informadas pelos municípios. • Este relatório detecta falha na leitura dos arquivos de profissionais gerados pelo sistema.

O ““ indica a ausência de profissionais. representação abaixo. quadro I) . O “x” indica presença de profissionais nas equipes e o “-“ indica a ausência de profissionais. O município Z tem equipes do PACS. PSF e SB. representação abaixo. O município Y só tem equipes do PACS. Relatório de cadastramento Familiar e de série histórica de informações de saúde • Estes relatórios permitem calcular o indicador . 4.648/06. Este é utilizado pelo Ministério da Saúde para a suspensão de incentivo 53 . pois todos os cadastros de profissionais deveriam ter sido enviado. pois todos os cadastros de profissionais deveriam ter sido enviado. Município Médico Município X X Município Y Município Z Instrutor X X X Auxiliar X X Agentes X X X Outros X X Ocorreu falha na leitura do município Z.O ressarcimento será feito através do preenchimento da planilha (ver item ressarcimento financeiro) de solicitação de pagamento retroativo conforme portaria nº. O “X” indica a presença de profissionais nas equipes. Exemplos: O município X tem duas equipes de PSF e uma de SB.cobertura das famílias cadastradas (consolidado Ficha A) pelas acompanhadas na média anual (SSA2)” (ver ficha técnica do indicador no módulo municipal. Exemplos: Município Município X Município Y Município Z Médico X Instrutor X X X Auxiliar X X Agentes X X X Outros X X Ocorreu falha na leitura do município Z.

em nome da Diretoria de Promoção a Saúde. em caso de reincidência por 2 meses consecutivos sem correção das falhas ou a justificativa do ocorrido. • Existindo tempo hábil para correção. do número de famílias acompanhadas para as cadastradas.800x 100 = 89. o município deverá ser informado caso não tenha alcançado o mínimo de 90%. Exemplo de cálculo do indicador Cobertura das famílias cadastradas (consolidado Ficha A) pelas acompanhadas na média anual (SSA2) no mesmo local e período.financeiro no caso dos municípios permaneçam dois meses consecutivos com o percentual abaixo de 90% de cobertura. 54 . • O município será comunicado do possível bloqueio.675 • Após verificação do percentual de cobertura. O Ofício garantirá um mês de prazo para que a correção seja efetuada. Número de famílias acompanhadas dos últimos 12 meses 2004 Jun 8670 Jul 8750 Ago 8800 Set 8760 Out 8750 Nov 7850 Dez 8750 Jan 8600 Fev 8760 2005 Mar 8960 Abr 8600 Mai 8860 10.91% 8.4110/12 = 8675 Média anual Onde: Total de famílias cadastradas no mês de referência = 7800 Média de famílias acompanhadas nos últimos 12 meses = 8675 7. o mesmo terá seu incentivo bloqueado até que regularize a situação. encaminhe um ofício justificando a falha para ser enviado através do Fax (71-3371-1272). através do ofício enviado pelo COSEMES. entrar em contato com o município solicitando um novo envio ou que o mesmo.

se o(s) profissional(is) envolvidos na inconsistência foi(ram) colocado(s) como inativo(s). Os técnicos regionais da Atenção Básica podem associar-se entrando em contato com a COAPRO/DAB tel. (poderá implicar em possíveis bloqueios nos incentivos financeiros para os municípios envolvidos).: 71 3115 4353 55 . • Caso seja verificado que o município permanece irregular. informandoos que a permanência deste por 02 (dois) meses consecutivos no relatório. possibilitando assim possíveis correções. • Persistindo na irregularidade. • Durante o mês. a Regional deverá vincular a leitura do disquete no mês seguinte à apresentação do(s) Relatório(s) de Profissionais cadastradas ativos e inativos e verificar antes da leitura do disquete. Relatório verificação de inconsistência • A Regional deverá imprimir mensalmente o relatório de inconsistência do SIAB e verificar as possíveis situações ocorridas na regional (exemplos relacionados abaixo). • Ocorrendo inconsistência.5. ou aguardar o envio da nova competência do SIAB para apresentar as correções detectadas. informando da ocorrência para as devidas providências. a regional deverá notificar através de oficio (modelo anexo) os municípios envolvidos com a irregularidade. • Após o dia 25 de cada mês a regional deverá acessar o e-mail do grupo de rotinas do SIAB3 e verificar os casos ocorridos com municípios de outras regionais e proceder conforme item anterior. nº de equipes. (inconsistências. Tem o propósito facilitar o acesso dos técnicos regionais aos dados do SIAB estadual. já implantado na rotina da Regional. conforme cronograma do envio do SIAB. as regionais deverão informar via e-mail (e-mail do grupo de inconsistência) as situações já regularizadas. etc) e permite a troca de informações e experiências entre os técnicos regionais e da DAB/SESAB. • Os ofícios deverão ser enviados aos municípios antes do encerramento do próximo envio de dados. conforme os municípios forem enviando as correções. • A COAPRO-COAB disponibilizará mensalmente no e-mail coletivo (grupo de – inconsistência) até o dia 25 de cada mês os arquivos das inconsistências dos 3 O grupo on line – rotinas do siab foi criado em julho/06. a Regional deverá ler o disquete e enviar um ofício a COAB (PACS e PSF) e a COAP (S BUCAL).

6).852. E CPF(col. Auxiliar de Enfermagem. 2) possui o mesmo profissional no município destino (col.741. 13 08 12 MORRINHO PAREDÃO MATA VERDE JUCELINO CRUZ MARIDETE SILVA PEDRO ROCHA Medico Auxiliar Odontologia Dupla Dupla Dupla Ident. Prof. 3) com um código de Ident. Prof. XXXXX Ident. 7). Prof. 6).últimos três meses e dos profissionais cadastrados no sistema (Agente. Medico/Medicina Interna 03 MIMOSO JOSÉ DA HORA Clinica Geral Duplo CPF – 109. 11111 Ident. 6) com outro nome. 6). 2) e os municípios destino (col. prevista para março de 2006 – portaria GM/MS 750/06.543. Prof. Prof.21 CAMPO GRANDE 12 Medico/Medicina Interna 03 MIMOSO JOSÉ DA HORA Clinica Geral Duplo CPF – 109. 24 CIDADE ALEGRE MARIA BONITA Medico Dupla Ident.21 RIACHÃO 3 EX: 3 Neste exemplo o município origem(col. (col. Odontólogo. Prof. Prof. 6). 5) igual a outro profissional com outro nome no município destino (col. 2) possui dois cadastro com o mesmo profissional um médico/Medicina interna ou medico/Clinica Geral com o mesmo CPF nos municípios citados na (col. 2) possui um profissional (col.369. 1012 CAMPO FELIZ 19 Ex: 2 Neste exemplo o município origem (col.(col.876. Exemplos mais freqüentes: COLUNAS 1 DIRES 2 MUNICIPIO ORIGEM 3 4 5 6 7 NOME DO PROFISSIONAL CADASTRO OBSERVAÇÃO MUNICIPIO DESTINO DIRES Ex: 1 Neste exemplo o município origem( col. informamos que após a nova versão do SIAB. isso é confirmado pela inconsistência nos dois números selecionados Ident. Médico.543. 03 03 PIRAPORÁ ANTONIO DA LUZ PIRAPORÁ ANTONIO DA LUZ Instrutor Instrutor Dupla Duplo Ident. Auxiliar de Consultório Dentário e Técnico de Higiene Dental). 120130 CPF . ODONTOLOGIA PEDRA LASCADA CACHOEIRINHA FORMOSA 12 8 28 ATENÇÃO!! Em relação às inconsistências. 56 . Enfermeiro. cadastraram profissionais com o mesmo numero fictício de Ident. para todas as regionais e os técnicos envolvidos na rotina da inconsistência.12 RIO GRANDE RIO GRANDE 2 2 Ex: 4 Neste exemplo os municípios origem(col. Prof. o relatório de inconsistência poderá ser suprimido com a inclusão do cadastramento de profissionais e equipes de PACS/PSF/SB no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde).876.

PROCEDIMENTOS IMPORTANTES PARA A ATUALIZAÇÃO DO SIAB .

58 .

registro no conselho profissional (no caso de médico. Este cuidado evita uma suspensão de incentivo da equipe o qual está vinculado. CADASTRAMENTO DE PROFISSIONAIS E EQUIPES Para realização do cadastro de profissionais deverá seguir os seguintes passos. etc. local de trabalho. comprovante de residência. após o envio da produção do mês anterior. dentista. o SIAB permite o cruzamento de informações cadastrais no nível regional.I. ACD/THD). Após a inclusão da nova versão do CNES (Cadastro nacional dos estabelecimentos de saúde). etc. estadual e nacional. (em negrito os obrigatórios). endereço. quando a contratação ocorreu no meio do mês referente à produção. A data de ativação do profissional NOVO deverá ser colocada geralmente no início de cada mês. • Dados de identificação das equipes relacionadas aos profissionais a serem cadastrados: Nome da unidade de saúde. CPF. que integra com o SIAB. 59 . Para a prevenção desta situação. Reunir todos os dados necessários: • Dados de identificação: Carteira de identidade. auxiliar/técnico de enfermagem. conta bancária. enfermeiro. todos os profissionais e equipes serão cadastradas somente pelo mesmo (Portaria GM/MS 750/06) Atenção!! Alertamos que o registro intencional de dados de identificação do profissional incorretos fere o principio da moralidade da Constituição Federal Brasileira. abrindo possibilidade para a instauração de processo judicial contra a administração pública.

2. Selecionar a categoria do profissional que será vinculado. Dar comando F1.Na realização do cadastro e/ou transferência de profissionais deve-se atentar para as seguintes situações: • O profissional de uma equipe (PACS/PSF) saiu do município e foi contratado um novo: No SIAB. 5. Para o profissional transferido segue o mesmo procedimento respeitando a equipe para qual ele será vinculado. 60 . Selecionar o profissional inativado e dar o comando F2. Selecionar o profissional inativado dando o comando F2 (alterar). Dar comando F1 4. no item CADASTRO DE EQUIPE: 1. Selecionar o PROFISSIONAL que será vinculado e dar o comando ENTER. No SIAB. 3. no item CADASTRO DE EQUIPE: 1. Manter ativo o profissional que será transferido para outra equipe atualizando os dados cadastrais do novo local de trabalho. Selecionar o PROFISSIONAL que será vinculado e dar o comando ENTER. 2. Selecionar a categoria do profissional que será vinculado. 3. 2. no Item CADASTRO DE PROFISSIONAIS: 1. Cadastrar o novo profissional. no Item CADASTRO DE PROFISSIONAIS: 1. Inativar o profissional que saiu do município. 4. No SIAB. • O profissional de uma equipe (PACS/PSF) foi transferido para outra equipe no mesmo município e foi contratado um novo: No SIAB. 2. Cadastrar o novo profissional.

No SIAB. Visualizar cada ficha A das microáreas e atualizar as suas informações. 61 . • Todas as fichas A atualizadas organizadas por microárea da equipe que sofrerá a mudança. No SIAB. Dar o comando F10 em cada ficha A atualizada. mudando o modelo de PACS para PSF.II. no item CADASTRO – CADASTRO DE PROFISSIONAIS: I. o sistema insere o profissional sem a informação.MUDANÇA DE MODELO Reunir todos os dados necessários: • Identificação da equipe que será mudada com a relação dos seus respectivos profissionais. no item CADASTRO – CADASTRO DE EQUIPE: 1. 2. Obs: Ao incluir o Agente Comunitário o sistema pedirá um código da microárea. Alterar o modelo de PACS para PSF na equipe que será atualizada. Dar o comando F1 5. Cadastrar os profissionais novos que entrarão na equipe. 2. Selecionar a categoria do profissional que será vinculado. 4. 3. gravando as atualizações e a mudança do modelo. Dar o comando F2. no item CADASTRO – FICHA A: 1. Selecionar o PROFISSIONAL que será vinculado e dar o comando ENTER. neste momento o Técnico de Informática tecla Enter. Etapas operacionais: No SIAB.

alterar somente o modelo de PACS para PSF. Após todos os passos. A não atualização das fichas das famílias no sistema poderá interferir no cálculo da cobertura do PSF no município. 62 . ATENÇÃO!! Caso não haja informações a serem atualizadas na ficha A.3. revisar o Sistema e confirmar a atualização de todos os dados.

• Caso os dados não coincidam. 2. Verificar se o total de famílias cadastradas do ano anterior estão de acordo com o atual.III. Entrar no SIABMUN pelo Windows Explorer. ATENÇÃO!! Verificar se o sistema começa a processar as famílias no rodapé. 63 . Como transferir o ano: • • • • Acessar qualquer família da ficha A no SIAB. ATENÇÃO!! Nenhuma informação deverá ser digitada antes da transferência ser feita. Teclar Enter.MUDANÇA DE ANO E CADASTRAMENTO DE FAMÍLIAS ESTIMADAS Todos os municípios deverão transferir as famílias cadastradas de um ano para o outro. no primeiro dia útil do mês de janeiro adotado pela prefeitura. Fazer uma cópia de segurança. os municípios deverão executar os seguintes procedimentos: 1. evitando que o percentual de cobertura das famílias acompanhadas pelas cadastradas sofram perda de um ano para o outro. O sistema não transfere automaticamente neste caso. o sistema transfere automaticamente todas as famílias de um ano para o outro. Alterar o ano anterior na tela da família acessada pelo ano atual. Orientação para confirmação de transferência: • • Acessar o relatório “Consolidado das famílias e de Saúde”. Neste momento.

”. Para o cálculo. Cadastramento de Famílias Estimadas/População: “No início de cada ano é imprescindível realizar as devidas atualizações nos referidos dados: • Ano (ano em curso). População (população geral do município de acordo com os dados do IBGE. (SANTA CATARINA. Deletar todos eles. indica a cobertura da estratégia da Saúde da Família (Relatório “Cadastro Familiar”). excluir e alterar os dados acima citados. o SIAB calcula automaticamente o percentual de famílias cadastradas para todo o município. Para incluir. Abrir o sistema e começar todo o processo anterior. Zona (01 .3. observar o que indica as teclas de ajuda listadas no rodapé da tela do SIAB: (F2 para incluir. isto é. dividir a população geral do município por 4∗). observando as diferenciações numéricas entre a população rural e urbana). 2005. F3 para alterar (as Famílias Estimadas e População) e F4 para excluir). Localizar na parta do SIABMUN todos os arquivos DBF que foram criados no novo ano. A partir desse dado e à medida que as famílias são cadastradas. Famílias Estimadas (é o número de famílias estimadas para todo o município.Rural). ∗ 4 é a média de pessoas por família da Região Nordeste 64 .Urbana e/ou 02 . 4. 5. 2005) Fonte: SANTA CATARINA.

IV. • A regional nova deverá incluir o novo município e solicitar o envio dos dados referente a todo o ano que ocorreu a mudança • A regional de antiga deverá apagar os dados do município do ano da mudança.: Publicação em Diário Oficial no mês de junho/06 As transferências dos dados. no caso do SIAB para a nova regional. 65 . A regional antiga apagará os dados do município no ano referência (2006). Atenção!! Normalmente os sistemas de informação com indicadores epidemiológicos deverão ter suas informações preservadas no período integral do ano em que ocorrer o fato. Manter contato com as Regionais envolvidas no processo e aguardar orientações em relação às alterações. Ex. deverão ser de janeiro a junho de 2006. MUDANÇA DE MUNICÍPIOS PARA OUTRA DIRES Na mudança de um município para outra regional o município deverá: • • Aguardar a publicação em Diário Oficial do Estado.

ORIENTAÇÕES PARA SOLICITAÇÃO DE CRÉDITO RETROATIVO DO INCENTIVO DA ATENÇÃO BÁSICA .

67 .

Neste caso.ORIENTAÇÕES PARA SOLICITAÇÃO DE CRÉDITO RETROATIVO DO INCENTIVO DA ATENÇÃO BÁSICA Conforme portaria GM/MS n° 648 de 28 de março de 2006. Existem duas formas de pagamento retroativo: O pagamento retroativo automático só será possível em relação às informações enviadas referente à cobertura de famílias cadastradas pelas acompanhadas (ver abaixo fórmula de cálculo). 68 . • Na mudança de profissionais no prazo máximo de 90 dias. • Outras ocorrências em que o município possa comprovar os dados informados. o município terá o seu incentivo devolvido automaticamente (Portaria GM/MS 1013/2000) ATENÇÃO !! Fórmula de cálculo do indicador: Cobertura das famílias cadastradas (consolidado Ficha A) pelas acompanhadas na média anual (SSA2) num mesmo local e período Total de famílias cadastradas no SIAB x100 Média de famílias acompanhadas (SSA2) nos últimos 12 meses O pagamento retroativo através de justificativa e solicitação do ressarcimento financeiro do PACS/PSF e SB. desde que esteja qualificado para o número de equipes solicitadas. ocorrerá nas seguintes situações: • Na ocorrência de falha na transferência da informação do município para a regional. o pagamento do incentivo financeiro é permitido por até seis meses retroativos até a ocorrência do fato. após a correção da cobertura acima de 90%.

o Fundo Nacional de Saúde . do ano até o mês em curso e por equipes solicitadas. e na transferência dos arquivos. da série histórica de produção e do relatório de quantidade de profissionais no cadastramento das famílias. em atenção ao Secretário Estadual de Saúde. o município deverá providenciar: 1. 4ª Avenida. 2. com base em solicitação da Secretaria de Atenção à Saúde .FNS/SE/MS poderá efetuar crédito retroativo dos incentivos financeiros a equipes de Saúde da Família. lado B – CAB/Paralela. realizada pelos municípios. Avenida Luís Viana Filho. para o seguinte endereço: SECRETARIA DE SAUDE DO ESTADO DA BAHIA.SIAB. Quando isso acontecer. 3. CEP-40750-300. por parte dos municípios e/ou do Distrito Federal. Encaminhar a planilha “SOLICITAÇÃO RETROATIVA DE COMPLEMENTAÇÃO DO REPASSE DOS INCENTIVOS” – anexo III da portaria GM/MS 648/06 MS - devidamente preenchida. Relatório dos profissionais por equipe. Oficio a SESAB informando e justificando o ocorrido.SAS/MS. o Distrito Federal e os estados.“Considerando a ocorrência de problemas na alimentação do Sistema de Informação de Atenção Básica .br (participantes: técnicos das regionais e equipe DAB). 69 . armazenadas em bancos de dados e disponibilizados no e-mail do grupo rotinasdosiab@yahoo. assinada e com o carimbo do Secretário Municipal de Saúde. a equipes de Saúde Bucal e a de Agentes Comunitários de Saúde.(portaria GM/MS 648/06 MS) Esta verificação será realizada pela COAPRO / DIRES a partir dos dados recebidos no mês do envio. plataforma 6. A planilha deverá estar acompanhada dos seguintes relatórios do SIAB: • • • Série histórica de produção do ano até o mês em curso (PMA2).com. permitirá a identificação de falhas no envio ou na informação do mês de competência. Esta retroatividade se limitará aos seis meses anteriores ao mês em curso”. Série histórica de situação de saúde (SSA2) para ACS. nº 400. A verificação de relatório de controle de informações de saúde.

Toda e qualquer solicitação de ressarcimento financeiro deverá passar pelo processo de análise, sob a responsabilidade da Secretaria Estadual da Saúde da Bahia. A solicitação do município inicia-se com o registro do pedido realizado por via telefônica, ofício (correspondência) e/ou contato direto com o Estado. Após o primeiro contato do município, o técnico regional/ nível central responsável deverá proceder conforme os seguintes passos:

1.

Verificar qual a situação do município referente à qualificação das equipes PSF/SB e o número de Agentes Comunitários de Saúde existente, segundo planilhas recebidas do Ministério, observando a competência solicitada. Consultar na pasta enviada pelo e-mail do grupo

(rotinasdosiab@yahoogrupos.com.br):

DADOS E INFORMAÇÕES REFERENTES ÀS ROTINAS DO SIAB ARQUIVOS DAB MS ➜ QUALIFICAÇÃO • Localizar o arquivo referente ao mês solicitado. • Identificar o município e conferir os dados. - Se a informação for > ao que está sendo pleiteado pelo município, a análise deverá passar para o segundo item. - Se a informação for < do que está sendo pleiteado, o responsável pelo contato deverá esclarecer ao município que o Ministério da Saúde só paga pelas quantidades de equipes e ACS qualificado, e dar por encerrada a consulta.

2.

Analisar através da planilha de críticas dos relatórios do SIAB, os meses solicitados através da pasta: DADOS E INFORMAÇÕES REFERENTES ÀS ROTINAS DO SIAB CRÍTICA RELATÓRIOS DO SIAB ➜ RELATÓRIOS do SIAB do período necessário. Verificar: • O não envio de dados nos últimos dois meses. • O envio de cadastro dos profissionais. • Quantidade de equipes.

70

• •

Profissionais vinculados às equipes. Percentual de cobertura de famílias acompanhadas para as cadastradas.

- Se as informações analisadas estiverem de acordo com a solicitação do município, passe para o item 3. - Se as informações divergirem, e for verificado que houve algum equívoco o, contactar com o município e/ou responder por ofício o resultado da análise.

3. •

Realizar a crítica no sistema verificando a justificativa da solicitação: Vincular planilhas e relatórios (PMA2 e/ou SSA2) enviados às equipes solicitadas correspondentes;

• • •

Relacionar a justificativa com as competências de ressarcimento solicitadas; Realizar a análise e enviar via malote para a DAB/COAPRO. Informar ao município a data e o número do ofício enviado, para que o mesmo possa monitorar o trâmite até o envio para o Ministério.

CONTATOS IMPORTANTES:

• •

SESAB nível central: COAPRO/ DAB/ SUPLAN/ SESAB (71)31134353/8379. Ministério da Saúde com Rodolfo ou Tarso Padilha –Diretoria da Atenção Básica/MS, tel: (61) 3315 34 35/ 2546, fax: (61) 3226 4340, e-mail: incentivo.pacspsf@saude.gov.br, endereço: GTEP/DAB/SAS-MS, esplanada dos ministério- Bl G, sala 654, Brasília-DF, CEP:70058-900

71

LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS

73 .

Superintendência de Planejamento e Gestão Descentralizada da Saúde TB – Tuberculose US – Unidade de Saúde 74 .Gestante HAN – Hanseníase HAS – Hipertensão I/S – Instrutor supervisor PSF – Programa Saúde da Família SB – Saúde Bucal SIAB – Sistema de informação da Atenção Básica SIM – Sistema de informações sobre Mortalidade SINASC – Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos SUPLAN .LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS ACS – Agentes Comunitários de Saúde CNES – Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde COAB – Coordenação de Apoio e Organização da Atenção Básica COAP – Coordenação de Áreas Programáticas COAPRO . Acompanhamento e Programação DAB – Diretoria da Atenção Básica DIRES – Diretoria Regional de Saúde DIS – Diretoria de Informações em Saúde ESF – Equipe de Saúde da Família GES .Coordenação de Avaliação.

BIBLIOGRAFIA .

76 .

no Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde .br/PSF/Textos/cartilha_siab. BRASIL.SIAB: manual do sistema de Informação de Atenção Básica.ESFSB e Equipe de Agentes Comunitários de Saúde . 2003. Gerência da Atenção Básica/ Ministério da Saúde.Brasília: Ministério da Saúde. Normas de cadastramento das equipes da Estratégia de Saúde da Família. Portaria MS/GM nº 648 de 28 de março de 2006.sc.CNES. Ministério da Saúde. 13 de outubro de 2006. Sistemas de Informações sobre Mortalidade (SIM) e Nascidos Vivos (SINASC) para os profissionais de Programa Saúde da Família 2ª. Departamento de Atenção Básica. Secretaria de Atenção à Saúde. estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS). 2000. rev. nº 61. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. SANTA CATARINA. BRASIL. Diretoria de Vigilância Epidemiológica.gov. nos tipos: Equipe de Saúde da Família . – Brasília: Ministério da Saúde. Equipe de Saúde da Família com Saúde Bucal .doc>. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica. p. 71. nº 197.. Disponível em: <http://www. DATASUS. Portaria MS/GM nº 1013 de 08 de setembro de 2000.saude. Brasília.ACS.Diário Oficial da República Federativa do Brasil.10. atual. Portaria MS/GM nº 750 de 10 de outubro de 2006. BRASIL. Ed.ESF. set. Brasília. BRASIL. 79. Brasília: Ministério da Saúde. Seção I. 77 .1ª. 4.06. Ministério da Saúde. Florianópolis: Secretaria de Estado de Saúde. 2005. Seção I. Acessado em: 23. Ministério da Saúde. 29 de março de 2006.ª reimpr. 2004. p. ed. Diário Oficial da República Federativa do Brasil.BIBLIOGRAFIA BRASIL. . Cartilha SIAB: breve manual do usuário. Secretaria de Estado da Saúde.

78 .

ANEXOS .

80 .

2005) 1. Como este procedimento requer algum conhecimento técnico e. Clique em “Pesquisar”.NT. “Arquivos” ou “Pastas” e digite o nome de arquivo CONFIG. reinicie o Windows. Entretanto. Feche o editor e. Repita o procedimento anterior para abrir o arquivo AUTOEXEC. Salve o arquivo SYSTEM. Aperte a tecla Enter para inserir uma linha em branco logo abaixo da que contém o texto [386Enh]. Reinicie o Windows 2000 ou XP antes de tentar a abertura do software. Digite. salvando ao final. é recomendável que seja feita uma cópia dos arquivos antes da alteração dos mesmos. O Windows nas versões 2000 e XP não possui os arquivos de configurações AUTOEXEC.BAT e CONFIG.NT e insira em seu texto. insira este comando ao final do texto e também salve o arquivo. Clique no botão Iniciar. Nesta linha em branco.1 Como Configurar o Software para uso do Windows ME* O Windows ME (Millenium Edition).SYS. selecione o bloco de notas (NOTEPAD). mas com extensão NT têm a mesma finalidade nestas versões do sistema operacional e podem ser editados para que software MS-DOS sejam executados normalmente nestes ambientes. Clique sobe ele para abrir o seu texto. que está na pasta C:\WINDOWS de seu computador. necessários para determinar a quantidade de arquivos a serem abertos por um aplicativo MS-DOS. os comandos FILES=220 E BUFFERS=32. digite o comando PerVMFiles=220 (respeitando as letras maiúsculas e minúsculas e não deixando espaços em branco antes ou depois do sinal de igual). 2005. antes de executar novamente o aplicativo. na seção [386Enh].Adaptação da Cartilha SIAB: breve manual do usuário (SANTA CATARINA. * Texto adaptado pelo DATASUS/RJ.0. ao contrário das versões anteriores (Windows 95 e 98). por exemplo) e abra nele o arquivo SYSTEM. não possui o arquivo CONFIG. a digitação de algum comando incorreto pode prejudicar o funcionamento do Windows. Entre em um editor de textos sem formatação (o bloco de notas do Windows. Para poder executar qualquer software deste tipo. é necessário que o arquivo SYSTEM. seja editado e nele seja inserida a linha PerVMFiles=220. Salve as alterações. sob risco de prejudicar o funcionamento do Windows. Evite alterar qualquer outro parâmetro que não o citado neste texto. dois arquivos com os mesmos nomes.INI a partir da pasta do Windows.SYS. E não existir nele o comando SET CLIPPER=F220. O Windows irá localizar este arquivo na pasta do sistema. nas últimas linhas do texto. o comando SET CLIPPER=F220.INI.BAT que está na pasta principal do computador. que permite determinar a quantidade de arquivos a serem abertos por um aplicativo MS-DOS. depois “Localizar” e digite no espaço correspondente o texto [386Enh]. selecione “Localizar”. 81 .INI e abra o arquivo AUTOEXEC. Se o Windows solicitar qual aplicativo deve ser usado na abertura. OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA (SIAB) 1.

• Selecione o Estado (Santa Catarina). com isso entrará no processo de instalação. ME. que deve ser “C”. • Clicar na pasta SIAB (versão). já que se trata de características do sistema operacional. não permitem liberar esta parte da memória RAM do computador para aplicativos MS-DOS. portanto. o SIADI. Aplicativos de menor porte. 82 .gov. • E para finalizar. recomenda-se o uso do Windows 98 ou anterior para não prejudicar o funcionamento dos sistemas. mostrará a informação de como executar o programa. seguir as seguintes orientações: • No Windows Explorer. Sendo assim. se o seu computador não tiver a quantidade de memória suficiente para executar o aplicativo (cada software tem sua própria especificação). • Copiar o arquivo com a versão SIAB para dentro da nova pasta (o arquivo deve ser baixado da internet http://www. 2. AutoFab e TeleMens não poderão ser utilizados a contento nestas versões do Windows por ocuparem quantidade de memória convencional maior do que o sistema tem disponível para o MS-DOS. • Informe o drive onde será instalado o SIAB. novamente digite a letra “Y” e enter. • “Pressionar” Enter até finalizar a instalação. como o Xpress. módulos (Municipal e Regional). ler atentamente as informações sobre a versão que está sendo instalada. o SCP. não há o que possa ser feito. • “Pressionar” Enter a cada passo da operação. o CashCart.br/siab/siab. 2000. 1. criar uma pasta no diretório “C” com o nome SIAB. • Ao abrir a tela de instalação. Para estes softwares especificamente. AutoAT. • Para descompactar o arquivo (aquele baixado da internet) “clicar” duas vezes e confirmar a extração pressionando a letra “Y” e Enter. • Observe que nesta última tela. aplicativos maiores como o AutoComm.htm Downloads). • Ao confirmar a extração. (irá aparecer uma mensagem em inglês informando que será criada uma nova pasta). NT) não gerenciam memória convencional e. o SCL. • Dessa forma criará uma pasta (amarela) com o nome SIAB(versão).datasus. Instalação do SIAB Para instalar o SIAB.IMPORTANTE: As versões do Windows acima de 98 (XP. o AutoCar e outros podem ser utilizados normalmente por não ocuparem toda a memória convencional do equipamento. Em geral. fechar a tela. abrir essa pasta (com dois cliques) • Localizar o arquivo INSTALA e clicar duas vezes para a executá-lo.

MENU CADASTRO 2. • Avançar e Concluir. • Dessa forma. • Depois de digitar as FICHAS A. 4. • Digitar a linha de comando: C:\SIABMUN. • Logo após. 2. 3.1. Para criar o ícone de acesso do SIAB: • Clicar com lado direito do mouse na tela. OBS: É muito importante digitar a linha de comando corretamente.1). • Na Máquina Secundária. o diferencial está na opção de instalação Máquina Principal ou Máquina Secundária. Deve-se ter apenas uma Maquina Principal e quantas Máquinas Secundárias forem necessárias. para realizar esse procedimento. 1. será necessário transferir os dados da máquina secundária para a máquina PRINCIPAL. algumas manobras são necessárias para o funcionamento da Máquina Secundária conforme a seguir: • Primeiramente instalar a Máquina Principal e nela cadastrar todas as tabelas. Cadastro das Tabelas Estado/Regional/Município/Segmentos 83 . pois caso contrário poderá ocorrer problemas na operacionalização do sistema. Instalação do SIAB Máquina Secundária A Máquina Secundária tem a finalidade principal de auxiliar na digitação da Ficha A. • Escolher a opção novo ⇒ atalho. no Menu Utilitários selecionar a opção “Receber Tabelas” (via disquete). Entretanto. A instalação da Máquina Secundária segue os mesmos passos de acordo com as orientações acima (item 3. no Menu Utilitários e acionar o comando “Transferência para Máquina Secundária” (via disquete). ficará disponível o ícone SIAB na tela principal para acessar o sistema. profissionais e equipes. selecione no menu UTILITÁRIOS.BAT. SSA2 e PMA2. relatórios SSA2 e PMA2. a opção transferência para principal (via disquete).1.

• Segmento Territorial: 01 – Urbano (U) 02 – Rural (R) Observação: O sistema aceita outras denominações de territórios. Município: para essa função pressione a tecla “F1”. Quando uma Regional alterar a composição dos “seus” municípios. O SIAB Estadual continua com o cadastrado correspondente as 18 Regionais de Saúde. essas populações não constarão nos relatórios municipais. Para tanto é necessário que se transformem os outros segmentos para urbano e rural. Caso o município tenha classificado sua população em outros Segmentos que não seja urbano e/ou rural. caso contrário. • Regional de Saúde: (código da Regional de Saúde – utilizar somente o número das antigas 18 Regionais). correndo o risco de ter os recursos financeiros bloqueados por falta de dados. transferir um(s) município(s) para outra Regional. deve informar a SES para que a alteração do cadastro também seja feita na base estadual. ou seja. os dados cadastrais do(s) município(s) não aparecerão no banco de dados estadual e nacional. pois. (com isso irá aparecer uma listagem com o nº do IBGE e o nome do município) Selecione o Município desejado e tecle enter. porém o banco de dados SIAB só Emite relatórios considerando a população cadastrada como urbana ou rural.• Estado: 42 – Santa Catarina. 84 . regionais e estaduais.

PORTARIA MINISTERIAl .

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90 .

SUPLAN/ DAB COAPRO .

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