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A IMPORTÂNCIA DE TRABALHAR COM A INCLUSÃO

Jaine da Silva Moura Diaz Honório

RESUMO

O maior desafio na educação é trabalhar com alunos inclusos, a


iniciativa está baseada em um direito de todo ser humano: o acesso à
educação. O objetivo é conhecer o trabalho do educador que acompanha
alunos especiais, pois as brincadeiras utilizadas para designar o ato de brincar
e de aprender estão tornando fundamental para compreender o que é o
universo lúdico, sendo prioritário na vida da criança e principalmente nas
especiais. A inclusão Escolar significa oferecer oportunidade de estudo para
todas as pessoas, sem distinção de cor, raça, classe social, ou ainda,
condições físicas e psicológicas. Apesar de ser bastante amplo é mais utilizado
para se referir à inclusão das pessoas com deficiência, seja física ou mental,
nos espaços escolares

Palavras – chave: criança, brincadeira e ensino.

ABSTRACT

The greatest challenge in education is to work with included students,


the initiative is based on a right of every human being: access to education. The
objective is to know the work of the educator who accompanies special
students, since the games used to designate the act of playing and learning are
making it fundamental to understand what the play universe is, being a priority
in the life of the child and especially in the special. School inclusion means
offering opportunity for study for all people, regardless of color, race, social
class, or even physical and psychological conditions. Although it is quite broad it
is more used to refer to the inclusion of people with disabilities, either physical
or mental, in the school spaces

Keywords: child, play and teaching


INTRODUÇÃO

O objetivo deste trabalho é discutir a importância de se trabalhar a


inclusão de alunos com necessidades especiais em escolas regulares e se
estas escolas se encontram preparadas para receber estas crianças. Ao
discutir esse tema se justifica que, para os deficientes, ainda hoje a inclusão
não é uma realidade em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
Isso porque mesmo que tenha uma legislação vigente, a qual garante o direito
ao estudo a todas as pessoas, algumas instituições ainda recusam a matriculas
de crianças e jovens com deficiências. No entanto, recusar vaga ou se recusar
a ensinar uma criança com necessidades educacionais especiais (NEE) é
crime e cabível de processos judiciais.
Toda e qualquer escolas deve, portanto, oferecer atendimento
especializado para as crianças portadoras de deficiências, com profissionais
qualificados para realizar a Educação Especial. A inclusão envolve um novo
olhar para o aprendiz e para sua educação, ou seja, exige um repensar da
escola, para que ela se adapte ao aluno e não ocorra o inverso, o aluno se
adapte à escola, como acontecia na integração.
Inclusão Escolar é inserir os alunos com deficiência dentro do ambiente
escolar, e não criar uma escola apenas para essas crianças com necessidades
especiais, pois isso também é crime. O que deve ser feito é permitir que
crianças e jovens tenham acesso ao convívio dentro das escolas, juntamente
com outras crianças.
A convivência dos alunos com a diversidade, nas escolas educativas,
contribui para que aprendam muito. Por outro lado, para aqueles que
apresentam necessidades especiais, o convívio com os outros alunos é
enriquecedor, pois permite uma inserção no universo social e favorece o
desenvolvimento e a aprendizagem, possibilitando a formação de vínculos
estimuladores, o confronto com a diferença e o trabalho com a própria
dificuldade. Embora cada aluno, independentemente das condições sociais,
raciais, de gênero, físicas, intelectuais, sensoriais, deve ser ensinado
estimulado em sua diversidade.
1. DESAFIO PARA O PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO

A educação como uma pratica social, dentro de um contexto sócio-


econômico político, não é uma atividade neutra. O direito ao ensino
especializado para alunos com deficiências é garantido no artigo 208 da
Constituição Federal, o que diz que cabe ao Estado oferecer atendimento
educacional especializando para todas as crianças e jovens portadores de
necessidades especiais de preferência, atendidos pela rede regular de ensino.
É importante conhecer os tipos de deficiências, bem como preveni-
las e, nos casos em que a deficiência já se encontra instalada, promover a
reabilitação e o resgate da auto-estima, potencializando as possibilidades de
inclusão social/escolar.
A legislação atual vem dando suporte às iniciativas que visam à
inclusão, contribuindo com quebra de barreiras e garantindo o direito de ir e vir
das pessoas com deficiências.
Para que a educação inclusiva torne-se realidade, é preciso,
também, que os sistemas educacionais oportunizem cursos de formação aos
seus educadores para atuarem com alunos com necessidades especiais.
Nessa perspectiva, este material foi elaborado para ser utilizado como um dos
instrumentos que subsidiarão os cursos de formação de professores, para
atuarem com alunos com necessidades educacionais especiais - deficiência
física.
Para uma aprendizagem eficaz é preciso que o aluno construa o
conhecimento e assimile os conteúdos. A lei também garante que as escolas
tenham educadores qualificados e especializados para atender corretamente
essas crianças, com atividades e exercícios específicos para cada uma de
suas necessidades especiais. Constando que no ato de brincar, os sinais, os
gestos, os objetos e os espaços valem e significam outra coisa daquilo que
aparentam ser.
Cabe ao professor o jeito de individualizar as situações de
aprendizagens oferecidas às crianças, considerando suas capacidades afetivas
emocionais, sociais e cognitivas assim com os conhecimentos que possuem
dos mais diferentes assuntos e suas origens sociais culturais diversos, o
professor deve planejar e oferecer diversas experiências que responda,
simultaneamente, as demandas do grupo e as individualidades de cada
criança, o ponto de vista do desenvolvimento, o brincar contribui para o
processo de apropriação de conhecimento. Ao brincar, a criança conhece
propriedades dos objetos, ao mesmo tempo em que a consegue se colocar na
posição de outro.
Entretanto a criança brinca com o seu modo de viver. Ensinar é
sempre um enorme desafio, a cada estimulação, a cada brincadeira, uma nova
aprendizagem, fazendo florescer um ser ativo, dinâmico, seguro, autônomo
com personalidade, que constrói seu conhecimento brincando, recebendo
carinho, afeto e cumplicidade; as crianças mostram seu esforço para
compreender o mundo em que vivem, e por meio das brincadeiras, elas
constroem através do conhecimento as linguagens diferentes que exercem a
capacidade que possuem de terem idéias originais; com isso as crianças
constroem o conhecimento a partir das interações que estabelecem com as
pessoas e no meio em que vive.
Isso quer dizer que não basta apenas colocar o aluno especial dentro
de uma sala de aula e obrigá-lo a realizar as mesmas tarefas que os outros
alunos. É preciso que se tenha um pedagogo capacitado para desenvolver as
atividades para o aluno especial, e trabalhar com ele o desenvolvimento de
suas habilidades.
É importante lembrar aqui que, quando se fala em inclusão escolar não
estamos tratando apenas de alunos com deficiência psicológica, mas também,
de alunos com deficiência física. Desta forma, é preciso que as crianças
também estejam preparadas fisicamente para receber e proporcionar o melhor
convívio possível para estes alunos, ou seja, e fundamental que os espaços
escolares estejam equipados com rampas, corrimões, elevadores e banheiros
adaptados. Além disso, alguns acessórios como cadeiras adaptadas, apoio de
braço, engrossadores de lápis, quadros magnéticos podem contribuir ainda
mais para que o aluno se sinta mais confortável e melhor atendido.
Uma instituição inclusiva, isto é, que permite inclusão de crianças e
jovens com necessidades especiais, é uma escola que contribui não só para o
aprendizado dessas crianças, mas também, para a construção de um mundo
melhor e mais igualitário.
Além de garantir os direitos à educação, a inclusão escolar traz uma
serie de benefícios não só para os alunos especiais, como também para os
outros alunos e educadores que dividem a mesma sala de aula.

1.1 Espaço de aprendizagem dos alunos especiais

Na escola regular, as crianças e jovens com deficiência dividem o


mesmo espaço com as demais crianças, estabelecendo assim, com convívio
escolar. Essa relação estabelecida entre elas faz com que as crianças com
necessidades educacionais especiais sintam-se acolhidos e tenham outras
habilidades desenvolvidas. Alem disso, quando uma criança com NEE está no
mesmo esposo que uma outra criança ela acaba por se esquecer, por um
determinado tempo, da sua deficiência, o que contribui para que ela preste
mais atenção nas suas atividades e tenha um desenvolvimento melhor.
Inserir os alunos com necessidades especiais dentro das escolas é
também uma forma de inseri-las na sociedade, uma vez que permite a
convivência com outras pessoas, na qual se pode criar diálogos e relações de
trocas de experiências. Esse convívio, por mais simples que pareça, contribui
para que as crianças compreendam as relações existentes na sociedade
contemporânea, estando assim, mais preparada para conviver também fora da
escola.
Uma dos principais benefícios também da inclusão escolar é que ela
não traz benefícios apenas para as crianças com necessidades especiais, mas
também para os outros alunos, funcionários, diretores, coordenadores e
pedagogos. Isso porque nessa relação de troca, se aprende também a
respeitar as diferenças e os limites do próximo, alem de estimular o caráter
cooperativo, onde cada um ajuda o outro em suas necessidades.
Para facilitar o trabalho com alunos com NEE – deficiência física faz-
se necessário que os profissionais que atuam em seu processo pedagógico
conheçam a diversidade e a complexidade dos diferentes tipos de deficiência
física. Esse conhecimento é necessário ao docente para ajudá-la a elaborar
estratégias de ensino de forma a desenvolver programas pedagógicos que
focalizem o potencial dos alunos e não suas limitações.
Os alunos com deficiências são aqueles que apresentam alterações
musculares, ortopédicas, articulares ou neurológicas que podem comprometer
seu desenvolvimento educacional.
Quando estas alterações acarretarem dificuldades no processo de
aprendizagem, o aluno deve receber atendimento psicopedagógico, recursos
didáticos adaptados e equipamentos especiais que facilitem seu processo de
construção de conhecimento.
a) deficiência física pode ser:
- Temporária - quando tratada, permite que o indivíduo volte às suas
condições anteriores.
- Recuperável - quando permite melhora diante do tratamento, ou
suplência por outras áreas não atingidas.
- Definitiva - quando apesar do tratamento, o indivíduo não
apresenta possibilidade de cura, substituição ou suplência.
- Compensável - é a que permite melhora por substituição de
órgãos. Por exemplo, a amputação compensável pelo uso da prótese.
b) A deficiência física pode ter causa:
- Hereditária - quando resulta de doenças transmitidas por genes,
podendo manifestar-se desde o nascimento, ou aparecer posteriormente.
- Congênita – quando existe no indivíduo ao nascer e, mais
comumente, antes de nascer, isto é, durante a fase intra-uterina.
- Adquirida - quando ocorrem depois do nascimento, em virtude de
infecções, traumatismos, intoxicações.

1.2 Lúdico Alternativa Para o Rendimento e Sucesso Escolar

Uma escola tem como missão construir ações que garantem aos
alunos uma educação de qualidade, baseada na participação, cooperação,
respeito, ética, atuação e inclusão, refletidas na visão de ser reconhecida como
uma instituição capaz de desenvolver habilidades necessárias à formação
pessoal e profissional dos estudantes.

Esta missão e visão debruçam nos seguintes valores: educação com


qualidade, valorização dos recursos humanos, solidariedade, parcerias e
compromisso. Sendo assim, a escola apresenta seu PPP que apontará a
direção e o caminho a percorrer para realizar co eficiência sua função
educativa.

Os professores e alunos dentro da escola têm uma relação bem


amigável, percebe-se a parceria entre ambos, é possível também notar que os
professores que estão ali possuem boa vontade e disposição para ajudar os
alunos não apenas no pedagógico. Como disse uma professora, somo mais
que professores, somos amigos, conselheiros, eles confiam em nós para
desabafar sobre a vida pessoal e os ajudamos como podemos.

O trabalho varia em seu desenvolvimento, tem alunos que utiliza de


jogos didáticos para estímulo da coordenação motora, raciocínio lógico,
memorização entre outros. Já alguns, vão para a sala e não querem fazer
nada, tem também àqueles que acham que os professores estão ali para
ajudá-los em suas atividades escolares.

O lúdico, a brincadeira se apresenta como uma solução ou mesmo


como uma alternativa para o rendimento escolar e, conseqüentemente, o
sucesso na escola.

Quando a criança está brincando, consegue propagar o que tem


dificuldades de demonstrar em palavras. As crianças não brincam
espontaneamente só para passar o tempo, mas sim possibilitam a
aprendizagem de várias habilidades.

É função primordial o uso do brinquedo na vida das crianças, pois


assim poderão compreender o significado da vida real. Em cada tipo de
brincadeira há a oportunidade de expressar e elaborar de forma simbólica os
desejos, conflitos ou mesmo as frustrações.

O brinquedo é a essência da infância e sua utilização permite um


trabalho pedagógico que viabiliza a formação do conhecimento.

É preciso olhá-los com respeito e com igualdade, acreditando que


todos são capazes de desenvolver suas competências e habilidades
independente de suas limitações, possibilitar isso aos alunos, ver a evolução
deles não tem preço e nem palavras para descrever a gratificação.
Devemos notar também que as contradições e incoerências cabem a
nós abraçar a causa e buscar fazer a diferença, utilizando os poucos recursos
e materiais para fazer um trabalho diferenciado e completamente lúdico com
esses alunos, são importantes também sempre lembrar a essencialidade dos
jogos e brincadeiras como recurso para se alcançar os objetivos traçados para
o desenvolvimento social, emocional e cognitivo desses indivíduos.

Dessa forma, torna-se indispensável que todas as unidades escolares


aprimorem suas práticas buscando um ensino de qualidade justo e humanitário
encontrando meios apropriados e suficientemente flexíveis, facilitando assim o
desenvolvimento do educando com eficiência.

Só se pode investir na aprendizagem de um sujeito quando acreditam


nas suas potencialidades, desejando que essas aflorem e se tornem aliadas
desse sujeito na busca de um estilo próprio para estar no mundo. Esse olhar
possibilita ao aluno sair de um possível lugar de não saber para um lugar de
sujeito em processo de aprendizagem, tanto na vida quanto na escola.

1.3 A Criança no Mundo do Faz-De-Conta

A educação especial é um grande desafio que vem sendo bastante


discutido ao longo dos anos, vários planos e metas forma estabelecido para
que os alunos com deficiência pudessem ser aceito no ensino regular, sabe-se
que a inclusão escolar não se dá apenas pela matricula do aluno, mas pela
aceitação, inserção, participação, acessibilidade e aprendizagem, ainda assim
o movimento da educação inclusiva é um grande desafio na busca de uma
educação que privilegie a todos.

O mundo da criança é diferente do adulto, nele há fantasia, faz-de-


conta, sonhos e descobertas. A brincadeira nos dias de hoje é levada a sério.
Com a inserção da criança no mundo faz-de-conta, destaca a capacidade
desta lidar com a realidade, com a simbologia e com as representações.

A utilização dos jogos ajuda a construir novas descobertas,


desenvolvendo e enriquecendo a personalidade da criança. Para Negrine
(1994, p. 20): “quando a criança chega à escola, traz consigo toda uma pré-
história, construída a partir de suas vivências, grande parte delas através da
atividade lúdica.”

Nesse sentindo, a escola deve caminhar rumo a uma educação de


qualidade para todos, assim como os professores precisam rever suas práticas,
refletindo sobre o papel social na inclusão do aluno com deficiência, a fim de
garantir o seu acesso e a sua permanência no ensino regular. Silva (2012)
acredita que para garantir o acesso, a permanência e o sucesso do aluno com
necessidades especiais em sala de aula do ensino regular é preciso que a
prática do professor seja baseada nas necessidades, nas potencialidades, e
nos interesses desses estudantes.

O desenvolvimento do lúdico facilita não só a aprendizagem, mas sim o


desenvolvimento pessoal, social e cultural da criança.

A formação lúdica do professor é obtida através de propostas que


valoriza a criatividade, a sensibilidade, a afetividade. Quanto maior a vivência
do professor com a ludicidade, maiores serão as possibilidades do trabalho
com a criança.

Segundo Piaget (1998, p. 40): “a atividade lúdica é o berço obrigatório


das atividades intelectuais da criança, sendo, por isso, indispensável à prática
educativa.”

Está se tornando cada vez mais comum, o uso de jogos em sala de


aula com a finalidade de transmitir e fixar o conteúdo de uma determinada
disciplina, de forma agradável e atraente para os alunos. Desta forma, mais do
que o jogo em si, o que vai gerar uma boa aprendizagem é o ambiente propício
para a discussão e troca de informações, permitindo respostas divergentes,
tolerando também os erros.

Além da característica primordial que é a obtenção do conhecimento, o


jogo ativa o poder de observar, identificar, comparar, classificar, conceituar e
relacionar. Piaget (1976) afirma que a função lúdica é a origem das atividades
intelectuais da criança. Não se trata apenas de entretenimento, mas sim de
meios que contribuem para o desenvolvimento intelectual.
CONCLUSÃO

Falar de inclusão, em nossa sociedade, é um desafio. Porque


simplesmente, esta dita sociedade possui barreiras. A primeira, e o preconceito.
A segunda é a estrutura física.

O poder público não tem disponibilizado verbas suficientes para que


estas barreiras sejam superadas. Outra barreira é a falta de conhecimento a
respeito dos direitos dos deficientes por parte dos seus familiares.

Quanto às nossas escolas, de fato, elas não estão mesmo preparadas


para recebê-los. Entretanto, se for esperar que ela se prepare literalmente, esta
inclusão demorará ainda mais para ocorrer.

Desta forma, é que preciso que as escolas dêem o primeiro passo para
o processo de inclusão, que é aceitar que ele se matricule. Depois disso, a
escola poderá lutar para adquirir condições básicas para o atendimento dos
mesmos, como é o caso de tradutores de Libras e Braile, para deficientes
auditivos e visuais respectivamente, entre outros.

Entretanto, apesar de toda e qualquer dificuldade, nada seve impedir


que a inclusão aconteça. Mesmo porque, uma vez que a inclusão está prevista
na nossa Carta maior, a Constituição, isto faz da inclusão direito inalienável e
como direito subjetivo, que é, poderá se constituir um crime a escola que não
receber os alunos que tiver necessidades especiais.
REFERÊNCIAS

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Alternativas Teóricas e Práticas. 2ª Edição. Summus Editorial. 2003

BIANCHETTI, Lucídio (Org.). Um olhar sobre a diferença – interação,


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Especial. CARVALHO, Erenice Natália Soares. Educação Especial –
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PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho.


Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
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