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Encontre Joias Espirituais SEMANA DE 22 A 28 DE OUTUBRO DE 2018

Jo 17:21-23 — Em que sentido os seguidores de Jesus ‘seriam um’? (Bíblia de Estudo notas)

Assim como duas pessoas trabalham juntas no mesmo emprego, seus discípulos são um quando
trabalham juntos para alcançar o mesmo objetivo.

Além disso, os ministros cristãos de hoje manifestam esse mesmo tipo de unidade colaborando uns
com os outros e com Deus, embora às vezes existam diferentes personalidades, habilidades,
costumes e consciências entre os cristãos, por meio do trabalho que eles fazem, suas crenças e
ensinamentos são as mesmas

Jo 17:24 — A que época se refere a expressão “fundação do mundo”? (Bíblia de Estudo nota)

A fundação do mundo refere-se ao momento em que Adão e Eva tiveram filhos, o que possibilitou a
nossa existência hoje. Então, quando Jesus disse que Jeová o amara antes da fundação do mundo,
ele quer dizer que antes de Adão e Eva terem filhos, Deus já amava seu único Filho

O que você aprendeu sobre Jeová na leitura da semana?

João 15:26 Este texto me mostra que Jeová é um pai Generoso porque o próprio Jesus disse que
Jeová lhes daria um ajudante que seria o espirito santo o maior poder do universo.

João 17: 3. Este texto me ensina que Jeová é um pai amoroso e Generoso porque ele oferece
muitas bênçãos para viver uma vida em harmonia com sua vontade e propósito. Isso pode significar
felicidade abundante para nós agora e, finalmente, a vida eterna.

João 17:11 este texto me ensina que Jeová é santo porque lá ele diz que Jesus o chamou de pai
santo e se nós não queremos contaminar aquela santidade que também existe em sua organização,
devo permanecer seguir as orientações de Jeová.

João 12: 17 este texto confirma para mim que Jeová é um Deus amoroso porque assim como
quando Jesus estava aqui na terra ele cuidou de seus discípulos para que eles pudessem manter o
nome de Jeová no alto da mesma maneira que Jeová cuida de mim para ser forte os testes porque
seu nome está em jogo.

João 16:12 Este texto me ensina que Jeová é um Deus sábio porque assim como no passado ele
não contou a todos sobre seu propósito aqui na terra, porque se ele lhes tivesse dito todas essas
coisas imediatamente, eles teriam sido subjugados. E teria sido impossível para eles entender essas
coisas e colocá-las em prática em suas vidas da mesma maneira que hoje elas nos mostram sua
sabedoria, gradualmente nos deixando saber a verdade, para que possamos também entendê-las.
Que outras joias espirituais você encontrou na leitura da semana?

João 15:14 Jesus disse: “Vocês são meus amigos, se fizerem o que eu lhes ordeno.” Isso mostra
que, para ter amizades verdadeiras, devem fazer o que Cristo manda. Porque os amigos de
Jesus são aqueles que o obedecem, independentemente de sua idade, nacionalidade ou raça.

João 17: 3 Esse texto me mostra que tenho que dedicar mais tempo para estudar a Palavra de
Deus, a Bíblia, e aprender o que é preciso para agradar seu criador celestial! Isso pode resultar em
recebermos não apenas a maravilhosa garantia de Deus de ter as coisas físicas necessárias agora,
mas a vida eterna no futuro.

João 17:17 Este texto eu gosto porque eu posso usá-lo na pregação para ensinar as pessoas que
para uma religião ser verdadeira, seus ensinamentos devem ser baseados na Bíblia, porque o texto
diz que a única verdade é encontrada na palavra de Deus.

João 17:16 o texto me ensina que os cristãos não tomam partido nos assuntos políticos deste
mundo, porque eles não fazem parte deste mundo. E que a comissão para servir a Jeová origina-se
Dele por meio de Cristo nosso exemplo.

João 16:33 Este texto me ensina que eu não ficaria surpreso ou desanimado quando surgirem
provações ou tribulações, por servir a Jeová, porque Jesus isso aos servos do passado.
NOSSA VIDA CRISTÃ

SEMANA DE 22 A 28 DE OUTUBRO DE 2018

O amor identifica os cristãos verdadeiros — Proteja a união da congregação

ASSISTA AO VÍDEO ‘TENHAM AMOR ENTRE SI’ — NÃO LEVE EM CONTA O DANO.

POR QUE É IMPORTANTE: Na noite antes de morrer, Jesus orou para que seus discípulos fossem
“perfeitamente unidos”. (Jo 17:23) Precisamos mostrar amor para continuar unidos. O amor “não
leva em conta o dano”. — 1Co 13:5.

COMO FAZER:

 Imite a Jeová por ver o que há de melhor nas pessoas


 Perdoe de coração
 Não continue a falar sobre um assunto que já foi resolvido. — Pr 17:9

DEPOIS, RESPONDA:

Na primeira parte do vídeo, como Helena mostrou que estava ‘levando em conta o dano’?

Porque ele tinha se concentrado nos momentos em que a irmã não a convidou, por exemplo no
vídeo, Helena disse a ele que era a terceira vez em dois meses que ele não a convidou e depois
disse que havia quatro vezes anteriores que ele não a convidou. É por isso que podemos dizer que
ele estava tomando a conta de danos.

Na segunda parte do vídeo, como Helena lutou contra seus pensamentos negativos e se
esforçou para ter um ponto de vista positivo?

Ele superou isso porque quando o pensamento negativo veio à sua mente, ela pensou que era
uma questão que não deveria importar.

Ela também viu as boas qualidades que a irmã tinha e continuou mostrando a hospitalidade com os
irmãos.

No final, como Helena contribuiu para a união da congregação?

Porque ao invés de ficar chateada porque eles não a convidaram, ela tomou a iniciativa e ela agora
convida as duas irmãs para que ela não se concentre mais no erro da irmã, ao contrário,
convidando-a, ela a conhecerá melhor e terá uma boa amizade.

PARE E PENSE NO SEGUINTE EXEMPLO DA BÍBLIA:

O apóstolo Paulo conseguiu ver que João Marcos tinha boas qualidades embora João Marcos o
tivesse decepcionado numa ocasião anterior. — At 13:13; 15:37, 38; 2Ti 4:11.

E embora pareça que Paulo tinha boas razões para duvidar de que Marcos era muito valioso como
companheiro de viagem, este jovem atingiu mais tarde um grau de maturidade que Paulo escreveu a
Timóteo: "Leve Marcos e leve-o com você, porque ele é útil para servir. "Paulo não deixou o que
Marcos fez para abandoná-los, no futuro isso iria obscurecer seu julgamento, ao invés de usá-
lo novamente. Podemos nos beneficiar desse exemplo de corrigir as diferenças que surgem.
PERGUNTE-SE:

‘Como posso voltar a confiar em alguém que me decepcionou?’

O jeito sábio é dar confiança gradualmente, pouco a pouco. Não pense que você sempre agirá
da mesma maneira como fez quando você traiu nossa confiança, nós deveríamos analisar se o que
parece uma traição é a prova de um espírito indigno de confiança ou uma fraqueza momentânea da
carne.

E não devemos ter uma ideia preconcebida de um irmão que nos atraiu e pensar que o irmão
sempre agirá da mesma maneira.
Lucas 7:37

6. Por que podia a mulher “pecadora” estar na casa do fariseu?

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Pode imaginar isso? Certa obra de referência afirma: “A mulher (v. 37) aproveitou-se dos costumes sociais
que permitiam que pessoas necessitadas visitassem um banquete assim para receber algumas das sobras.”
Isto talvez explique como alguém podia entrar sem ser convidado. Pode ter havido outros que esperavam
recolher algo no fim da refeição. Todavia, o comportamento desta mulher foi incomum. Não ficou só
observando de lado, esperando o fim da refeição. Ela tinha má reputação, sendo “pecadora” de alguma fama,
de modo que Jesus sabia ‘dos pecados dela, embora fossem muitos’. — Lucas 7:47.

7, 8. (a) Como teríamos, talvez, reagido em circunstâncias tais como as mencionadas em Lucas 7:36-38?
(b) Como reagiu Simão?

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Imagine que você vivesse lá naquele tempo e estivesse no lugar de Jesus. Como teria reagido? Teria-se
sentido constrangido quando esta mulher se chegasse a você? Como o afetaria tal situação? (Lucas 7:45)
Teria ficado chocado, horrorizado?

Se reconhecemos o amor e a misericórdia de Deus com nós, então precisarmos mostrá-la também a outros.
Por outro lado, se nós, depois de termos recebido misericórdia de Jeová, não a mostrarmos para com outros,
mas tentarmos tirar o ‘argueiro no olho de nosso irmão’, ao passo que nem tomamos em consideração a trave
em nosso próprio olho, não seria justo da parte de Deus retirar de nós a sua misericórdia? Jesus mostrou que
este seria o caso: “Pois se perdoardes aos homens as suas offensas, também vosso Pae celestial vos
perdoará; irias se não perdoardes aos homens, tão pouco vosso Pae perdoará as vossas offensas.” — Mat.
6:14, 15.

Lucas 7:39 - A MULHER PECADORA

Certo dia, Jesus estava jantando na casa dum fariseu. Isto lhe forneceu a oportunidade de salientar a
necessidade de receber e mostrar misericórdia e perdão. O relato diz: “Eis que uma mulher, uma
pecadora, da cidade, sabendo que Jesus estava à mesa na casa do fariseu, trouxe um frasco de alabastro
cheio de perfume, e, colocando-se atrás, em pranto aos pés de Jesus, pôs-se a regá-los com suas
lágrimas; enxugava-os a seguir com os seus cabelos, beijava-os, e ungia-os com o perfume. Vendo
isso, o fariseu que o convidara disse consigo mesmo: ‘Se este homem fosse profeta, saberia quem é a mulher
que o toca, e a pecadora que é.’” — Luc. 7:37-39, LEB.Este fariseu considerava a mulher pecadora muito
inferior a si mesmo, pensando que Jesus devia agir da mesma maneira. Jesus conhecia os seus
pensamentos hipócritas. “Jesus, então, tomou a palavra, dizendo-lhe: ‘Simão, tenho uma coisa a dizer-te: —
‘Dize, Mestre’, respondeu ele. ‘Um credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentos denários, o outro
cinqüenta. Como não tivessem com que pagar, perdoou a dívida a ambos. Qual deles, por conseqüência, há
de amá-lo mais?’ Respondeu Simão: ‘Aquele, creio, a quem mais perdoou.’ —

‘Julgaste bem’, disse Jesus. Depois, voltado para a mulher, disse a Simão: ‘Estás vendo esta mulher?
Entrei em tua casa e não me deste água para os pés; ela, ao contrário, regou-me os pés corro suas
lágrimas e enxugou-os com seus cabelos. Tu não me deste o ósculo; ela, ao contrário, desde que
entrei., não cessou de cobrirr-me os pés de beijos. Tu não ungiste com óleo a minha cabeça; ela, ao
contrário, espalhou perfume em meus pés. Por isso te digo: seus pecados, seus numerosos pecados
lhe foram perdoados, já que mostrou muito amor.
Lucas 7:41

A ilustração de dois devedores, a um dos quais se perdoou uma dívida de 500 denários (c. US$350) e ao
outro uma de 50 denários (c. US$35), salientou o princípio: “Aquele a quem se perdoa pouco, ama pouco.”
(Lu 7:41-47)

(1) Os dois devedores (Lu 7:41-43). O objetivo da parábola dos dois devedores, um dos quais devia dez
vezes mais do que o outro, bem como a aplicação da parábola, acham-se no contexto, em Lucas 7:36-40, 44-
50.

A ilustração foi motivada pela atitude de Simão, Jesus queria tocar o coração do fariseu e dos que
estavam em volta dele por mostrar que para ele a aparência nada significa mas sim o coração a motivação.

O anfitrião de Jesus, para com a mulher que entrou e untou os pés de Jesus com óleo perfumado. A
presença de tal pessoa não-convidada não era considerada incomum, pois parece que, em algumas
ocasiões, pessoas não-convidadas podiam entrar no aposento, durante uma refeição, e sentar-se junto à
parede, dali conversando com os que se reclinavam à mesa, no centro do aposento. Jesus fez uma
aplicação apropriada da situação dos dois devedores, indicando que Simão tinha deixado de suprir
água para seus pés, de saudá-lo com um beijo e de untar-lhe a cabeça com óleo; estas eram cortesias
costumeiramente demonstradas a um convidado. Mas a mulher que tinha muitos pecados mostrou
maior amor e hospitalidade para com Jesus, embora não fosse sua anfitriã. Ele então lhe disse: “Teus
pecados estão perdoados.”

Todos nós devemos obediência a Deus. Assim, quando o desobedecemos e pecamos, deixamos de pagar
a Deus o que lhe é devido. Desse modo, acumulamos uma dívida. Jeová, porém, é como um credor disposto
a perdoar dívidas. É por isso que Jesus incentivou seus seguidores a orar a Deus e pedir: “Perdoa-nos as
nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores.” (Mat. 6:12) Lucas
11:4 indica que essas dívidas se referem a pecados.

Lucas 7:43

uma mulher não convidada entrou quietamente na sala. Ela era conhecida na cidade como levando uma vida
imoral. É provável que ouvisse os ensinos de Jesus, inclusive o convite de que ‘todos os
sobrecarregados viessem a ele, para ser reanimados’. E ficando profundamente comovida com o que
vira e ouvira, procurara então Jesus.

A mulher veio por detrás de Jesus à mesa e se ajoelhou aos seus pés.

Jesus de modo algum estava desculpando a imoralidade ou sendo conivente com ela. Antes, este
incidente revela seu compassivo entendimento das pessoas que cometem erros na vida, mas que
depois mostram que os lamentam e assim chegam a Cristo para obter alívio. Provendo verdadeira
reanimação à mulher, Jesus disse: “Teus pecados estão perdoados. . . . Tua fé te salvou; vai em
paz.” Lucas 7:36-50;Mateus 11:28-30.
Lucas 7:44

Amizade. Beijar; lavar os pés; ungir a cabeça. Amizade era expressa por meio dum beijo (Gên 27:26; 2Sa
19:39), e, nas ocasiões de grande emoção, por lançar-se ao pescoço de alguém, num abraço, junto com
beijos e lágrimas. (Gên 33:4;45:14, 15; 46:29; Lu 15:20; At 20:37) Havia três gestos sempre considerados
necessários como sinal de hospitalidade para com um convidado: beijá-lo em cumprimento, lavar-lhe os pés e
ungir-lhe a cabeça. — Lu 7:44-46.

Entretanto, quando Jesus entrou na casa de Simão, não recebeu a costumeira atenção cordial dada aos
convidados.

Pés calçados de sandálias ficavam quentes e sujos nas estradas poeirentas da Galiléia, e era um costumeiro
gesto de hospitalidade lavar os pés dos convidados com água fresca. Mas não se lavaram os pés de Jesus,
quando chegou. Tampouco recebeu o beijo de acolhida, segundo as boas maneiras comuns. Tampouco se
proveu o costumeiro óleo de hospitalidade para os seus cabelos.

Foi que ela reconheceu a necessidade de misericórdia e de perdão. Ela reconheceu mais veraz e
profundamente a realidade do seu pecado. Reconheceu também a necessidade de mostrar amor pelos seus
atos. O fariseu não sentia a necessidade disso. Pensava que fosse justo e não precisasse de
arrependimento. Por causa disso, ele pensava que não precisasse realizar tais atos amorosos como a mulher
praticou. Seu amor a Cristo não era tão grande. Por não oferecer misericórdia e amor a outros pecadores,
seu pecado era maior. Jesus disse à mulher: “Tua fé te salvou; vai em paz!” Não há registro de que Jesus
dissesse ao fariseu que a sua fé o salvasse. — Luc. 7:50, LEB.

O QUE DEVEMOS FAZER

O mundo desamoroso de hoje é semelhante aos fariseus. Seu proceder frio, impiedoso, tem estragado
as vidas de bilhões de pessoas. Semeou ódio. Não pode colher amor. Dentro de pouco tempo, Jeová
retirará a misericórdia que ele teve com o mundo por mais de 4.000 anos, desde o dilúvio dos dias de
Noé. Os que tiverem mostrado seu amor por serem misericordiosos e perdoadores, serão poupados e
introduzidos num novo mundo, onde, sob a mão amorosa de Deus, os homens serão gradualmente trazidos
de volta à perfeição.

Se o desejar e se quiser receber o favor de Deus e ser misericordiosamente protegido através da


vindoura crise mundial, então precisa cultivar amor por aprender como ser misericordioso para com
seu próximo. Não se preocupe se ele não corresponder aos seus atos amorosos. Se os outros
continuarem a ser desamorosos e desapiedados, apesar do amor que lhes demonstra, então eles é que saem
perdendo. Terão de responder a Jeová, mas nós teremos agradado a Deus por continuarmos a mostrar amor
e misericórdia.

Se desejar vida eterna numa terra paradísica, restrinja suas críticas, irias seja abundante em amor; seja sovina
com as censuras, mas generoso com a misericórdia. Assim estará imitando a Deus, pois “Jeová é
misericordioso e gracioso, vagaroso para irar-se e abundante em benevolência”. — Mat. 5:7; Sal. 103:8, NM.
Lucas 7:46

Untar a cabeça dum convidado com óleo passou a ser um dos marcos essenciais de hospitalidade. (Lu 7:46)

Untar com óleo a cabeça de um convidado era considerado gesto de hospitalidade e cortesia, como indicam
as palavras de Jesus a respeito duma mulher que untou-lhe os pés com óleo perfumado. — Lu 7:38, 46.

Depois acrescentou: “Tua fé te salvou; vai em paz.” (Lucas 7:48-50) O relato termina com isso. Alguém talvez
objete dizendo que Jesus não fez muita coisa por ela. Basicamente, despediu-a com a sua bênção. Acha
provável que ela tenha voltado ao seu lastimável modo de vida? Embora não possamos afirmar o que ela fez,
note o que Lucas diz a seguir. Ele conta que Jesus viajava “de cidade em cidade e de aldeia em aldeia,
pregando e declarando as boas novas do reino”. Lucas relatou também que “certas mulheres”
acompanhavam Jesus e seus discípulos, e ‘lhes ministravam dos bens delas’. Não se pode excluir a
possibilidade de que esta mulher arrependida e apreciativa estava então entre elas, empreendendo um modo
piedoso de vida com a consciência limpa, um renovado senso de objetivo e com um amor muito mais
profundo a Deus. — Lucas 8:1-3.

Mateus 11:28,29

Por outro lado, Jesus libertou espiritualmente as pessoas de tais tradições opressivas. (Jo 8:31, 32)
Convidava os que labutavam e que estavam sobrecarregados a vir a ele, a tomar sobre si o jugo dele e a
tornar-se seus discípulos, porque era de temperamento brando e humilde de coração, e eles achariam assim
revigoramento para a sua alma. Disse: “Meu jugo é benévolo e minha carga é leve.” (Mt 11:28-30) Cristo não
era duro ou opressivo, mas bondoso, e os que se chegavam a ele eram tratados corretamente. O jugo de
Cristo, em comparação com aquele que os tradicionalistas religiosos impunham ao povo, seria
comparativamente leve. Jesus talvez quisesse dizer também que aqueles que estavam cansados do fardo do
pecado e do erro deviam chegar a ele para receber revigoramento espiritual. Levar a “carga” leve de Jesus
evidentemente envolvia também conhecer os requisitos divinos e cumpri-los, algo que Jesus fazia com prazer
durante a sua vida e seu ministério terrestres. (Jo 17:3; 4:34)

(Mateus 11:28-30)
28
Venham a mim, todos vocês que estão trabalhando duro e estão sobrecarregados, e eu os reanimarei.
29
Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou de temperamento brando e humilde de
coração, e acharão revigoramento para si mesmos. 30 Pois o meu jugo é suave e a minha carga é leve.”

28 - *** it-2 p. 106 Fardo ***


Por outro lado, Jesus libertou espiritualmente as pessoas de tais tradições opressivas. (Jo 8:31, 32)
Convidava os que labutavam e que estavam sobrecarregados a vir a ele, a tomar sobre si o jugo dele e a
tornar-se seus discípulos, porque era de temperamento brando e humilde de coração, e eles achariam assim
revigoramento para a sua alma. Disse: “Meu jugo é benévolo e minha carga é leve.” (Mt 11:28-30)
Cristo não era duro ou opressivo, mas bondoso, e os que se chegavam a ele eram tratados corretamente.
O jugo de Cristo, em comparação com aquele que os tradicionalistas religiosos impunham ao povo, seria
comparativamente leve. Jesus talvez quisesse dizer também que aqueles que estavam cansados do fardo do
pecado e do erro deviam chegar a ele para receber revigoramento espiritual. Levar a “carga” leve de Jesus
evidentemente envolvia também conhecer os requisitos divinos e cumpri-los, algo que Jesus fazia
com prazer durante a sua vida e seu ministério terrestres. (Jo 17:3; 4:34)

28,29 - *** it-2 p. 624 Jugo ***


Na época do ministério terrestre de Jesus, os judeus estavam sob o jugo da Lei mosaica, e, além
disso, sobrecarregados por muitas tradições de homens. Jesus Cristo disse a respeito dos escribas e dos
fariseus: “Amarram cargas pesadas e as põem nos ombros dos homens, mas eles mesmos não estão
dispostos nem a movê-las com o dedo.” (Mt 23:4) Portanto, dum ponto de vista espiritual, especialmente o
povo comum estava ‘sobrecarregado’. De modo que Jesus podia dizer: “Vinde a mim, todos os que
estais labutando e que estais sobrecarregados, e eu vos reanimarei. Tomai sobre vós o meu jugo e
aprendei de mim, pois sou de temperamento brando e humilde de coração, e achareis revigoramento para as
vossas almas. Pois o meu jugo é benévolo e minha carga é leve.” (Mt 11:28-30) Se o “jugo” mencionado
por Jesus era aquele que lhe tinha sido imposto pelo seu Pai celestial, então isso significaria que
outros podiam entrar sob o jugo com ele e ele os ajudaria. Por outro lado, se o jugo for aquele que o
próprio Jesus põe em outros, então se referia a submeter-se à autoridade e direção de Cristo como
discípulo dele. Em Filipenses 4:3, o apóstolo Paulo provavelmente se referia a determinado irmão na
congregação filipense como “genuíno companheiro de jugo”, isto é, alguém sob o jugo de Cristo.

28 - *** w07 15/5 pp. 11-12 Por que devemos nos reunir? ***
“Vinde a mim”
Jesus disse: “Vinde a mim.” Um modo de aceitar esse convite é por freqüentar as reuniões cristãs. Há bom
motivo para fazer isso, pois, em outra ocasião, Jesus declarou: “Onde há dois ou três ajuntados em meu
nome, ali estou eu no meio deles.” — Mateus 18:20.
No primeiro século, Jesus convidou várias pessoas a segui-lo, dando-lhes assim a oportunidade de terem
uma estreita associação com ele. Algumas logo aceitaram o convite. (Mateus 4:18-22) Outras permitiram que
coisas como interesses materiais as impedissem de aceitá-lo. (Marcos 10:21, 22; Lucas 9:57-62) Para as que
o seguiram, Jesus fez a seguinte declaração de confiança: “Vós não me escolhestes, mas eu escolhi a vós.”
— João 15:16.
Depois de sua morte e ressurreição, Jesus não estava mais fisicamente presente entre seus discípulos.
Mas ainda estava com eles no sentido de que dirigia as atividades deles e observava como acatavam suas
orientações. Por exemplo, uns 70 anos depois de sua ressurreição, Jesus deu conselhos e encorajamento a
sete congregações na Ásia Menor. Seus comentários refletiam um profundo conhecimento das virtudes e das
fraquezas dos membros dessas congregações. — Revelação (Apocalipse) 2:1-3:22.
Jesus ainda tem grande interesse em cada um de seus discípulos. Ele prometeu: “Eis que estou convosco
todos os dias, até à terminação do sistema de coisas.” (Mateus 28:20) Vivemos agora no tempo do fim, de
modo que temos de aceitar o convite de Jesus de segui-lo. Isso em parte requer que freqüentemos as
reuniões cristãs. Jesus deseja que o escutemos e que sejamos “ensinados por meio dele” através de estudos
e palestras bíblicas que são apresentadas regularmente nessas reuniões. (Efésios 4:20, 21) Você está
atendendo ao convite de Jesus: “Vinde a mim”?
“Todos os que estais labutando e que estais sobrecarregados”
Uma razão fundamental para assistir às reuniões cristãs é receber encorajamento. (Hebreus 10:24, 25)
Muitos de nós com certeza ‘labutamos e estamos sobrecarregados’ de várias maneiras. Você talvez se sinta
abatido por causa de preocupações pessoais, como problemas de saúde. Nas reuniões cristãs você poderá
se beneficiar de um intercâmbio de encorajamento. (Romanos 1:11, 12) Por exemplo, ouvirá comentários
espiritualmente edificantes, será lembrado de sua esperança baseada na Bíblia e observará a fé que outros
têm mesmo passando por provações. Tudo isso poderá ajudá-lo a ser bem-sucedido e a manter seus
problemas na perspectiva correta.

28 - *** w04 1/6 p. 16 par. 9 Quem glorifica a Deus é abençoado ***


” Será que Jesus sugeriu que o revigoramento viria por diminuir o serviço que a pessoa prestava a Deus?
Ao contrário, Jesus disse: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, pois sou de temperamento
brando e humilde de coração, e achareis revigoramento para as vossas almas.” O jugo é uma armação de
madeira ou de metal que permite que um humano ou um animal leve uma carga pesada. Então, por que
alguém desejaria levar tal jugo? Não estamos já “sobrecarregados”? É verdade, mas o texto grego também
poderia dizer: “Entrai sob o meu jugo comigo.” Imagine: Jesus se ofereceu a nos ajudar a levar a nossa
carga! Não precisamos carregá-la contando apenas com a nossa força. — Mateus 9:36; 11:28, 29, nota,
NM com Referências; 2 Coríntios 4:7.

28 - *** w01 15/12 pp. 10-11 Um remédio prático para aliviar o estresse ***
É a sua vida estressante demais?
5
Este assunto talvez o interesse, porque o seu emprego ou a situação da família podem ser muito
estressantes para você. Ou você pode ter outras responsabilidades que parecem ser esmagadoras. Neste
caso, você é como aquelas pessoas sinceras com quem Jesus se encontrou e a quem ajudou. Por exemplo,
considere o problema de conseguir o sustento. Muitos lutam com isso hoje em dia, e o mesmo se dava no
tempo de Jesus.
6
Lá naquele tempo, o trabalhador labutava 12 horas por dia, 6 dias por semana, usualmente para ganhar
apenas um denário por dia. (Mateus 20:2-10) Como se compara isso com o seu salário ou o de seus amigos?
Pode ser difícil comparar os salários antigos com os dos tempos modernos. Um modo de conseguir fazer isso
é por considerar o seu poder aquisitivo, o que se pode comprar com o dinheiro. Um erudito diz que, nos dias
de Jesus, um pão feito com quatro copos de farinha de trigo equivalia ao salário de uma hora de trabalho.
Outro erudito diz que um copo de vinho bom equivalia a duas horas de trabalho. Considerando estes
pormenores, pode perceber que as pessoas, naquele tempo, trabalhavam longas e árduas horas para
conseguir o sustento. Precisavam de alívio e de ânimo, assim como nós. Se você estiver empregado, talvez
seja pressionado a produzir mais. Muitas vezes não temos tempo para tomar decisões com a devida
ponderação. Você talvez admita que anseia obter alívio.
7
É evidente que o convite de Jesus, feito a todos os ‘que estavam labutando e que estavam
sobrecarregados’, deve ter sido grandemente apreciado por muitos que o ouviam. (Mateus 4:25; Marcos
3:7, 8) E lembre-se de que Jesus acrescentou a promessa: “Eu vos reanimarei.” Esta mesma promessa
vigora hoje. Pode favorecer a nós, se ‘estivermos labutando e estivermos sobrecarregados’. E pode favorecer
nossos entes queridos, cuja situação provavelmente é similar.
8
Há outras pressões que as pessoas enfrentam. Criar filhos constitui um grande desafio. Até mesmo ser
criança pode ser um desafio. Um número cada vez maior de pessoas de todas as idades se confrontam com
problemas de saúde mental e física. E embora muitos vivam mais tempo, os idosos têm problemas peculiares
com que lidar, apesar dos avanços da medicina. — Eclesiastes 12:1.

28 - *** w95 15/8 pp. 15-16 pars. 13-16 Amoroso convite aos cansados ***
Por causa desta relação íntima entre Jesus e seu Pai, temos a certeza de que, por aceitar o convite
de Jesus e nos tornar seus discípulos, podemos entrar numa relação achegada, pessoal, com Jeová,
“o Deus de todo o consolo”. (2 Coríntios 1:3; note João 14:6.) Além disso, já que ‘todas as coisas lhe foram
entregues’, Jesus Cristo é o único que tem o poder e a autoridade para aliviar nossos fardos. Quais?
Os fardos impostos pelos corruptos sistemas político, comercial e religioso, bem como os que
levamos devido ao pecado e à imperfeição que herdamos. Quão encorajador e reanimador é saber
disso!
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Mas, “labutar” subentende trabalho duro e estafante, muitas vezes sem um resultado que valha a
pena. E “estar sobrecarregado” subentende levar um fardo além da capacidade normal. A diferença
pode ser comparada ao homem que cava um buraco em busca dum tesouro e aquele que escava valas num
campo de trabalhos forçados. Ambos fazem um trabalho duro similar. No caso do primeiro, é uma tarefa que
ele quer fazer, mas no caso do outro, é uma estafa infindável. O que faz a diferença é o objetivo do trabalho,
ou a falta de objetivo.
’ Neste respeito, um comentador da Bíblia mencionou há mais de 80 anos: “Levando em consideração os
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fardos da vida, eles caem em duas categorias; podemos classificá-los de auto-impostos e de inevitáveis: os
resultantes das nossas próprias ações e os não resultantes delas.” Ele acrescentou então: “Muitos de nós,
depois dum detido exame de nós mesmos, ficaríamos surpresos de descobrir, na totalidade de nossos fardos,
quão grande é a proporção dos auto-impostos.”
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Quais são alguns dos fardos que talvez estejamos impondo a nós mesmos? Vivemos hoje num mundo
materialista, amante dos prazeres e imoral. (2 Timóteo 3:1-5) Mesmo os cristãos dedicados sofrem
constantes pressões para se ajustar às modas e aos estilos de vida do mundo. O apóstolo João escreveu
sobre “o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a ostentação dos meios de vida da pessoa”. (1 João 2:16)
Estas coisas exercem uma poderosa influência que pode facilmente afetar-nos. Sabe-se que alguns
estiveram dispostos a se endividar muito para usufruir mais dos prazeres do mundo ou para manter certo
estilo de vida. Depois descobriram que tiveram de gastar um tempo excessivo no trabalho, ou ter vários
empregos, a fim de conseguir o dinheiro para pagar as dívidas.

29 - *** it-1 p. 378 Brandura ***


Jesus representava a Jeová Deus de modo tão perfeito, que podia dizer: “Quem me tem visto, tem visto
também o Pai.” Ele disse também: “Vinde a mim, todos os que estais labutando e que estais
sobrecarregados, e eu vos reanimarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, pois sou de
temperamento brando [gr.: pra·ýs] e humilde de coração, e achareis revigoramento para as vossas almas.
Pois o meu jugo é benévolo e minha carga é leve.” (Jo 14:9; Mt 11:28-30) Concordemente, Jeová Deus é
inteiramente acessível aos que o amam, e ele gera brandura, grande confiança e força nos que
recorrem a ele.

29 - *** it-2 p. 106 Fardo ***


Por outro lado, Jesus libertou espiritualmente as pessoas de tais tradições opressivas. (Jo 8:31, 32)
Convidava os que labutavam e que estavam sobrecarregados a vir a ele, a tomar sobre si o jugo dele e a
tornar-se seus discípulos, porque era de temperamento brando e humilde de coração, e eles achariam assim
revigoramento para a sua alma. Disse: “Meu jugo é benévolo e minha carga é leve.” (Mt 11:28-30) Cristo não
era duro ou opressivo, mas bondoso, e os que se chegavam a ele eram tratados corretamente. O jugo
de Cristo, em comparação com aquele que os tradicionalistas religiosos impunham ao povo, seria
comparativamente leve. Jesus talvez quisesse dizer também que aqueles que estavam cansados do
fardo do pecado e do erro deviam chegar a ele para receber revigoramento espiritual. Levar a “carga”
leve de Jesus evidentemente envolvia também conhecer os requisitos divinos e cumpri-los, algo que Jesus
fazia com prazer durante a sua vida e seu ministério terrestres. (Jo 17:3; 4:34)

29 - *** it-3 p. 411 Reino de Deus ***


O “jugo” que Jesus convidava tais pessoas a tomar sobre si significava a submissão delas à sua
autoridade régia. Todavia, tratava-se de um jugo benévolo, com uma carga leve para aqueles que fossem ‘de
temperamento brando e humildes de coração’ como era o Rei. (Mt 11:28-30; compare isso com 1Rs 12:12-14;
Je 27:1-7.) Isto devia ter um efeito acalentador sobre o coração de seus ouvintes, assegurando-lhes de que
seu governo não teria nenhuma das qualidades indesejáveis de muitos governantes anteriores, tanto
israelitas como não-israelitas. Fornecia-lhes razões para crer que seu governo não traria nenhuma tributação
pesada, servidão forçada ou quaisquer formas de exploração. (Veja 1Sa 8:10-18; De 17:15-17, 20; Ef 5:5.)

29 - *** w12 15/11 p. 13 Jesus estabeleceu o modelo de humildade ***


SOU “HUMILDE DE CORAÇÃO”
12
Jesus convidou a vir a ele todos os que estivessem ‘labutando e sobrecarregados’. Ele disse: “Tomai
sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, pois sou de temperamento brando e humilde de coração, e achareis
revigoramento para as vossas almas.” (Mat. 11:28, 29) A humildade e a brandura moveram Jesus a ser
bondoso e imparcial nos tratos com humanos imperfeitos. Ele não esperava demais de seus discípulos. Jesus
os elogiava e encorajava. Não os fazia se sentir incompetentes ou sem valor. Certamente não era duro nem
opressivo. Pelo contrário, Jesus garantiu a seus seguidores que, por se achegarem a ele e seguirem os seus
ensinos, seriam reanimados, pois o seu jugo era benévolo e sua carga, leve. Pessoas de ambos os sexos e
de todas as idades se sentiam à vontade na sua presença. — Mat. 11:30.

29 - *** km 5/08 p. 1 pars. 1-2 “Tomai sobre vós o meu jugo” ***
Aceitar o jugo do discipulado inclui participar numa obra que é tanto desafiadora como revigorante.
Envolve pregar as boas novas do Reino e ajudar outros a encontrar revigoramento conosco sob o jugo
agradável de Jesus. — Mat. 24:14; 28:19, 20.
2
Revigoramento no ministério: Jesus não pediu a seus seguidores que carregassem mais uma carga.
Ele os convidou a trocar a carga pesada deles por sua carga leve. Não mais ficamos sobrecarregados com as
ansiedades e a falta de esperança deste sistema, nem trabalhamos por riquezas incertas. (Luc. 21:34; 1 Tim.
6:17) Mesmo que tenhamos muitas coisas a fazer e precisemos trabalhar para suprir as necessidades diárias,
centralizamos a vida na adoração de Deus. (Mat. 6:33) Se mantivermos o conceito correto sobre o que é mais
importante, sempre acharemos o ministério revigorante, e não difícil de suportar. — Fil. 1:10.
4
Aceitar o convite de Jesus nos dá o privilégio de servir ao lado dele como Testemunhas de Jeová. (Isa.
43:10; Rev. 1:5) Nada poderia ser mais revigorante que isso.
29 - *** w07 15/5 pp. 12-13 Por que devemos nos reunir? ***
Qual é a carga que Cristo deseja que carreguemos? É a mesma que ele próprio carrega: o privilégio de
fazer a vontade de Deus. (João 4:34; 15:8) É preciso esforço para obedecer aos mandamentos de Deus, mas
não é uma carga pesada demais. Pode parecer pesada se tentarmos carregá-la sozinhos. Mas, se orarmos a
Deus pedindo seu espírito e aproveitarmos o alimento espiritual oferecido nas reuniões, Ele nos dará “poder
além do normal”. (2 Coríntios 4:7) Preparar as reuniões e participar nelas aumenta cada vez mais o nosso
amor a Jeová. E quando somos motivados pelo amor, os mandamentos de Deus “não são pesados”.
— 1 João 5:3.
As pessoas em geral enfrentam desafios tais como ganhar o sustento, questões de saúde e problemas
pessoais. Nós, porém, não confiamos na mera sabedoria humana para enfrentar tais desafios. As reuniões
congregacionais nos ajudam a ‘parar de estar ansiosos’, pois Jeová supre as nossas necessidades e nos
ajuda a lidar com os problemas. (Mateus 6:25-33) De fato, as reuniões cristãs são uma expressão do amor de
Deus por nós.