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ESCOLA POLITÉCNICA

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO


HIDRÁULICA GERAL I

ROTEIRO PARA AS ATIVIDADES PRÁTICAS


EM HIDRÁULICA MARÍTIMA

Prof. Titular Paolo Alfredini

São Paulo, 2018


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CANAL DE ONDAS

O Canal de Ondas do Laboratório de Hidráulica da EPUSP (Figura 1) tem


comprimento de 50 m, altura de 1,40 m e largura de 1,00 m. A geração das ondas é
produzida pelo pistonamento da água (Figura 2), podendo produzir ondas
monocromáticas (ou regulares), isto é com características constantes, bem como
randômicas (irregulares) obedecendo a um espectro de energia. No trecho útil do
canal, com extensão de 30 m em seu trecho central, dispõe de um visor de cristal
(Figura 3) e seu fundo tem uma rampa de 3% (Figura 4), seguido por um trecho final
horizontal.

Para facilitar a referenciação de posicionamento das ondas (comprimento L e lâmina


d’água h) no trecho mais elevado da rampa foi desenhada no cristal do visor uma
malha quadriculada de 10 cm x 10 cm.

Figura 1 – Vista geral do Canal de Ondas de barlamar para sotamar.


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Figura 2 – Vista do gerador de ondas.

Figura 3 – Vista do visor de cristal.


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Figura 4 – Fundo do canal com 3% de inclinação.

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AP01 TEORIA LINEAR DE ONDAS

 Esta primeira atividade prática tem o objetivo de determinar os parâmetros


básicos característicos das ondas, comprimento (L) e período (T), constatando
que o período se mantem constante com a redução de profundidade, o
empolamento da onda e a redução da celeridade com a redução de
profundidade. Os valores obtidos experimentalmente deverão ser comparados
com os calculados pela Teoria Linear de Airy. As medições a serem efetuadas
necessitam tão somente de trenas e escalas de aço, para medir as grandezas
lineares, cronômetro para medir o período e máquina fotográfica e/ou filmadora.

 Escolham para as determinações duas seções: a primeira mais funda, o mais


a barlamar possível no visor de cristal e a segunda a meio da declividade do
fundo. Assim, convém o grupo se subdividir em dois subgrupos.

 Determine uma onda individual, visualmente por tentativas, ou com auxílio de


foto/filmagem frontal, de modo que duas pessoas simultaneamente detectem
as cristas/cavados sucessivos (as cristas ficam mais na altura da visão sem
necessidade de se abaixar). Demarque estas posições.

 Cronometre o tempo entre duas passagens sucessivas da onda nas duas


seções, para constatar a constância do período.

 Demarque com auxílio da trena a meia-distância entre as duas posições


definidas. Como o fundo do canal não é horizontal, os cálculos da Teoria Linear
que dependem da profundidade (h) têm que ser feitos para uma profundidade
média entre as duas posições definidas. Esta é uma aproximação, pois em
fundos não horizontais os parâmetros da onda variam continuamente, fazendo
exceção o período.

 Na posição demarcada meça a profundidade a partir do fundo do canal do


cavado e da crista da onda nesta posição (Figuras 5, 6 e 7). A média das duas
é uma boa aproximação da profundidade da água em repouso, com a qual são
aplicadas as fórmulas da Teoria Linear. Subtraindo da profundidade da crista a
do cavado obtém-se a altura (H) da onda individual que está sendo
considerada.

 Finalmente, mede-se o comprimento da onda pela distância entre as


cristas/cavados sucessivos (Figura 8).

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 Proceda aos seguintes cálculos comparativos com os medidos
experimentalmente:

1. Aplique a equação de L nas seções em que mediu h.


2. Calcule as celeridades nas duas seções pela fórmula L/T.
3. Com a fórmula do empolamento, determine H'o pelo valor medido em cada
seção.
4. Calcule a altura da onda na seção mais a sotamar pelo H'o calculado a partir da
seção mais a barlamar.

 Analise quantitativamente as incertezas percentuais obtidas considerando


como referência a Teoria Linear.

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Figura 5 – Medição da profundidade com a escala metálica.

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Figura 6 – Medição da profundidade com trena.

Figura 7 – Medição da profundidade da crista da onda.

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Figura 8 – Medição do comprimento da onda.

Anote todos os valores medidos na folha fornecida pelo


Professor e proceda aos cálculos e análise em relatório do
Grupo, que deve ser enviado pelo Moodle ao Professor até
as 12h:30 do dia da realização da AP, constando o nome
de todos os alunos que participaram. Quem faltar não terá
nota.
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AP02 ARREBENTAÇÃO

 Esta segunda atividade prática tem o objetivo de constatar a arrebentação da


onda (Figura 9), classifica-la visualmente se progressiva (ou deslizante)(Figura
10) ou mergulhante (em voluta) (Figura 11), e calcular, mediante os dados das
medições o índice de arrebentação (ϒ). As medições são efetuadas com os
mesmos equipamentos da AP01.

 Previamente tente classificar o tipo de arrebentação, entre progressiva ou


mergulhante.

 Proceder analogamente à AP01 para a seção a barlamar. Na seção mais a


sotamar deverá ser identificada a posição da vertical em que inicia a
arrebentação (Figura 12). Equipamento fotográfico e de filmagem facilitam esta
determinação.

 Meça a profundidade e a altura da onda na vertical da arrebentação (Hb e hb)


e calcule o índice de arrebentação ϒ.

 Documente o ângulo interno entre as tangentes às superfícies da onda a


barlamar e sotamar da vertical de arrebentação

 Proceda aos seguintes cálculos:

1. Através da fórmula do empolamento, determine H'o


2. Com o valor de H'o determine os valores de Hb e hb na arrebentação, pelos
gráficos de Goda e Wegel e classifique o tipo de arrebentação.
3. Compare os valores medidos e estimados pelos gráficos de Hb e hb.
4. Compare também o valor do índice de arrebentação da Teoria de Onda
Solitária, que é 0,78.

 Analise quantitativamente as incertezas percentuais obtidas considerando as


referências teóricas.

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Figura 9 – Vista elevada de uma arrebentação progressiva.

Figura 10 – Quadros sucessivos de filmagem de uma arrebentação progressiva.

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Figura 11 – Quadros sucessivos de filmagem de uma arrebentação mergulhante.

Figura 12 – Determinação da posição de arrebentação empregando quadro de


filmagem.

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Figura 13 – Constatação do ângulo limite de 120° que a água forma entre as duas
tangentes à forma da onda na arrebentação. Procedimento manual.

Figura 14 - Constatação do ângulo limite aproximadamente de 120° que a água


forma entre as duas tangentes à forma da onda na arrebentação. Procedimento
empregando software de imagem.
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Anote todos os valores medidos na folha fornecida pelo
Professor e proceda aos cálculos e análise em relatório do
Grupo, que deve ser enviado pelo Moodle ao Professor até
as 12h:30 do dia da realização da AP, constando o nome
de todos os alunos que participaram. Quem faltar não terá
nota.

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AP 03 REFRO-DIFRAÇÃO

 Esta terceira atividade prática tem como objetivo analisar quais são as
características das ondas, principalmente sua altura e direção, que atingem a
extremidade do molhe ou quebra-mar que abriga um porto, com a finalidade
de aferir a eficácia da obra de abrigo quanto à segurança das embarcações
ali abrigadas (Figura 1). Os procedimentos de cálculo serão exemplificados
com um estudo de caso referente ao Porto de Luís Correia (PI), mas somente
para a obtenção de uma ortogonal da rosa em água profunda.

Figura 1 – Sequência das etapas principais do trabalho.

TRAÇADO DAS ISÓBATAS

 Cada grupo ficará encarregado de fazer a aplicação para um porto designado


da costa brasileira. Para tanto, deverão ser baixadas do site da Marinha do
Brasil as cartas náuticas GEOTIFF que abrangem o porto até águas profundas.
Esta profundidade é função do período da onda de cada grupo e é facilmente
calculável manualmente, além de se poder empregar o aplicativo CRESS.
Conforme endereço indicado na Figura 2. Normalmente bastam duas cartas:
uma que leva o nome do porto, é a carta de maior escala, e outra que se
denomina proximidades do porto, de menor escala por ser mais abrangente
até água mais profundas. Excepcionalmente, pode ser necessária uma terceira
carta, ainda em menor escala, para que se atinjam as águas profundas.
Observe que estas cartas náuticas GEOTIFF são disponibilizadas pela
Marinha para finalidades didáticas, motivo pelo qual não necessariamente
estão atualizadas, bem como não estão assinaladas as linhas de latitude e
longitude, as quais somente são indicadas no canto superior direito e no canto
inferior esquerdo. Para obter a escala da carta considere a diferença entre as
latitudes e multiplique cada minuto geográfico por 1852 m, isto porque na

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projeção Mercator (que é a da carta) o elipsoide terrestre está transformado
em um plano.

 Figura 2 – Página do aplicativo da UT Delft. Empregue velocidade da


corrente u= 0.

Figura 3 – Página do site da Marinha do Brasil para baixar a carta GEOTIFF.

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 É fornecida a rosa de ondas em águas profundas em várias latitudes e
longitudes de norte para sul da costa brasileira, a qual abarca um período de
1957 a 2002. Localize qual a mais próxima de seu porto.

 Cada aluno do grupo estará encarregado de traçar uma ortogonal, como será
explicado a seguir. O grupo deverá selecionar na rosa de ondas o período mais
alto que esteja presente em todos os setores angulares da rosa e esse período
será o mesmo para cada ortogonal traçada por cada aluno.

 A seguir são listados os dados adotados em água profunda como guia para a
execução da atividade.

Azimute 45° na rosa de ondas;


Período (T): 12s;
Altura da onda em água profunda: 4,5m;
Profundidade em águas profundas: 112 m;
Situação problema: navio conteneiro de cabotagem no tardoz do molhe em
seu trecho terminal.

 Como indicado nas Figuras 4, 5 e 6, as Cartas Plano 515 e 515 do Porto de


Luís Correia são dispostas nas escalas de 1:15.000 e 1:25.000. Entretanto,
como o valor obtido de profundidade de água profunda h = 112m, as cartas
citadas não alcançam essa profundidade, tornando-se necessário buscar uma
outra carta de escala ainda menor. No caso, a carta 21020 de escala
1:1.000.000 que engloba desde a região de Salinópolis (PA) até Fortaleza
(CE).

 Com todas as cartas necessárias disponíveis, deve ser selecionado o software


AutoCAD Civil 3D para a realização das etapas posteriores do exercício. No
Civil 3D esses documentos são importados e devidamente posicionados de
acordo com a escala indicada.

 Primeiramente é selecionada a carta de menor escala que engloba a maior


região, e dentro dela são importadas as cartas de maior escala 1:25.000, e
dentro desta última a de escala 1:15.000 (Figuras 4,5 e 6). A intersecção entre
as cartas carrega um erro de encaixe de uma carta com a outra, principalmente
porque as datas de execução das sondagens batimétricas são normalmente
diferentes e os fundos são móveis, bem como porque a respectiva carta de
maior escala na intersecção é mais precisa. A fim de minimizar esse erro,
devem ser escolhidos pontos em comum entre as duas plantas a serem

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sobrepostas de forma a referenciar melhor o posicionamento desses
documentos, mas sempre privilegiando o ajuste pela carta de maior escala.

Figura 4 – Carta de escala 1.000.000, a menor, englobando as outras duas de


maior escala assinaladas mais para baixo e para a esquerda na figura.

Figura 5 - Carta de escala 25.000, intermediária, englobando a de maior escala


assinalada pelo retângulo branco mais para baixo e para a esquerda na figura.

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Figura 6 – Carta de escala 15.000, a maior, delimitada pelo retângulo das
linhas brancas.

 A seguir, devem ser obtidas as coordenadas dos pontos batimétricos


marcados nas próprias cartas. Tais pontos são inseridos no Civil 3D definindo-
se as suas cotas em Properties. Essa etapa de inserção dos pontos no
software com suas devidas cotas altimétricas é essencial para o traçado das
isóbatas a partir da profundidade determinada de 112m em direção à costa na
região nordeste do Porto de Luís Correia.

 Para o traçado das isóbatas deve-se empregar um processo de interpolação


que forneça isóbatas coerentes, sem formar angulações muito pronunciadas.
Também não é necessário traçar isóbatas em regiões por onde o feixe de
ortogonais certamente não passará. Na região nas proximidades do molhe
deverão ser traçadas as isóbatas com resolução altimétrica métrica, pois
nestas profundidades torna-se necessária a maior acurácia compatível com
todas as incertezas ligadas às interpolações, sendo suficiente, para efeitos
práticos esta resolução. As isóbatas situadas nas maiores profundidades, por
outro lado, devem seguir outro critério prático de acurácia, com resolução
altimétrica que permita entre uma isóbata e a seguinte a ser traçada um
desnível pelo qual a diferença entre o ângulo de incidência e o de reflexão
difiram da ordem de 1°. Esse valor é suficientemente baixo com relação à
precisão com que é medida a direção de onda no campo, da ordem de 5°.
Normalmente, podem se adotados desníveis entre isóbatas de até 10 m nas
proximidades das águas profundas, reduzindo-se gradativamente até se
chegar a 1 m normalmente em profundidades em torno aos 30 m. Com esses
critérios de traçado a quantidade de cálculos se reduz drasticamente.

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TRAÇADO DAS ORTOGONAIS
 Para o traçado das ortogonais que atingem a extremidade do molhe o
procedimento de retro-refração, ou leque de Dorrestein, é mais racional e
prático do que, por tentativa e erro, tentar atingir este ponto a partir da água
profunda. Assim, serão selecionadas tantas ortogonais incidentes quanto são
os membros do grupo e cada um será responsável pelo traçado obtido daquela
ortogonal. As ortogonais deverão estar defasadas de 5° em 5°, partindo-se
daquela que forma 90° com o alinhamento do molhe e prosseguindo em
sentido horário e anti-horário alternadamente. Procedendo-se à retro-refração
rumo água profunda pode-se determinar o ângulo azimutal de cada ortogonal
na água profunda.

 No nosso exemplo, os ângulos escolhidos para incidência no molhe foram os


que formam azimutes com o Norte Verdadeiro de 15°, 30° e 20° (Figura 7),
sendo que nesta última condição foi possível atingir o ângulo mais próximo ao
azimute de 45°, que neste exemplo interessava obter. Partindo-se do ângulo
escolhido, medido na cabeça do molhe com relação ao norte verdadeiro,
realiza-se a regressão até a isóbata mais próxima, em que a ortogonal chega
com o ângulo refratado e sai com o ângulo incidente (lembrando que o
processo é reverso). Segue-se com este procedimento até a profundidade
inicial calculada para a onda analisada (Tabela 1 e Figura 8). Ao partir com 15°
do porto chega-se a 14,55°, partindo-se de 30° chega-se a 77° e partindo-se
de 20° chega-se a 43,5°, que é uma boa aproximação da condição desejada
de 45°.

Figura 7 – Retro-refração ou leque de Dorrestein.

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Tabela 1 – Cálculo da refração para a ortogonal que forma 15° com a ortogonal ao
alinhamento do molhe em sua extremidade.

Figura 8 – Visualização em 3D do traçado das 3 ortogonais traçadas ao inverso. A


que mais se aproxima dos 45° é a inversa 2. Também estão assinaladas 4
ortogonais escolhidas ao acaso partindo com 45° para exemplificar como pode ser
difícil obter a ortogonal que vai atingir exatamente a extremidade do molhe.

 Na atividade prática tem-se como objetivo avaliar na rosa de ondas em águas


profundas, que representam as ondas ao longo de 45 anos, para cada
ortogonal qual é a altura de onda máxima e sua frequência de ocorrência, para
em seguida multiplicá-la pelos coeficientes de refração junto do molhe e de

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empolamento. Haverá ortogonais que não estarão contempladas na rosa de
ondas, pois fisicamente o vento não mobiliza o mar naquelas direções.

DIFRAÇÃO

 Cada aluno, mesmo aqueles cuja ortogonal não ocorre fisicamente, deverá
proceder à difração de sua ortogonal na extremidade do molhe. Para os alunos
cuja ortogonal não está contemplada na rosa devem tomar a altura de onda
máxima do extremo da rosa mais próximo. Através dos métodos de Iribarren e
Wiegel, calcula-se o efeito da difração na altura das ondas na parte interna do
molhe. Esse resultado, além de depender da altura da onda incidente, depende
também da distância entre a embarcação e a ponta do molhe. Para tanto,
considera-se a posição do navio mais exposta à onda. Para tanto, os alunos
deverão consultar na internet a posição dos berços do porto e selecionar o mais
exposto.

 O método simplificado de Iribarren (Figura 9) permite, através da sobreposição


de um gráfico sobre a região de interesse, determinar qual a região mais
protegida do porto. A onda, ao incidir no molhe, difrata e é desviada para a área
no tardoz da proteção. Existem três linhas principais a serem traçadas: linha de
alimentação, de expansão e de agitação. A região mais adequada para o abrigo
de embarcações é na área entre o cais e o limite de agitação.

Figura 9 – Traçado da difração da onda pelo método de Iribarren. Observar junto ao


tardoz do molhe a posição do navio mais próxima da extremidade do molhe
assinalada em vermelho.

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 O método de Wiegel leva em consideração o ponto a ser analisado e o ângulo
de ataque da ortogonal. No caso do nosso exemplo, o ângulo de ataque obtido
foi de 79°. Esse ângulo é medido entre a ortogonal da onda e o prolongamento
do alinhamento do molhe. Os gráficos de Wiegel variam de 15 em 15° contando
a partir de 0° na horizontal. Dessa forma, o gráfico mais adequado para a
análise é o de 75°. Por meio desse gráfico, o coeficiente encontra-se num
intervalo entre 0,20 e 0,25. Adotando-se o valor de 0,25, tem-se altura final de
onda de 1,36m.

Figura 10 – Traçado das isolinhas de coeficiente de difração pelo método de


Wiegel. Observar que foi empregado o gráfico de 76° espelhado, porque com
relação ao rumo da ortogonal o molhe está à esquerda, diferentemente da
apresentação usual dos diagramas de Wiegel. O ponto vermelho interno ao
molhe assinala a posição do navio mais próxima da extremidade do molhe.

ANÁLISE

 A análise quanto às condições de atracação e de segurança devem levar em


conta as recomendações da norma espanhola ROM 3.1-99.

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Tabela 2 – Limites operacionais e de segurança para navio atracado segundo a
norma espanhola ROM 3.1-99.
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O relatório conjunto final do Grupo deve ser enviado pelo
Moodle ao Professor até as 24h:00 do dia 25 de novembro,
constando o nome de todos os alunos que participaram.
Devem ser apresentadas todas as refro-difrações das
ortogonais efetuadas, constando para cada ortogonal o
nome do aluno que a desenvolveu.

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