Você está na página 1de 318

APRESENTAÇÃO

Agradecemos a confiança em nossa equipe, ao decidir adquirir


um veículo Volkswagen

Este manual tem o objetivo de familiarizá-lo com o seu veículo Volkswagen.


Aqui você encontra as informações necessárias para um melhor aproveitamento
do veículo. Leia-o atentamente.
Dedique atenção especial às revisões preventivas, obedecendo aos prazos estabe-
lecidos no “Plano de Manutenção”.
Fazer as revisões preventivas nas quilometragens especificadas no “Plano de Ma-
nutenção” é a condição necessária para que o seu veículo continue com direito à
cobertura da garantia.
Além disso, realizar as revisões preventivas durante toda a vida do veículo é a cer-
teza de que este estará sempre operando na melhor condição de durabilidade e com
o mínimo risco de ocorrências que causem a parada não programada do veículo.
As informações sobre as Revisões e Garantia se encontram no manual “Garantia
e Manutenção”. Apresente-o sempre ao realizar as revisões.
À sua disposição, existe uma extensa Rede de Concessionários MAN Latin Ame-
rica, especialmente preparada para lhe oferecer a melhor Assistência Técnica.
Procure-a sempre que necessário.
A OPERAÇÃO CORRETA E A MANUTENÇÃO PREVENTIVA BEM EXE-
CUTADA, ALÉM DE PROPORCIONAREM AO VEÍCULO UMA VIDA ÚTIL
MAIS LONGA, COM ECONOMIA, CONTRIBUEM PARA A MELHORIA DA
QUALIDADE DO AR QUE RESPIRAMOS.

01
APRESENTAÇÃO

Notas importantes

1 COMBUSTÍVEL
• Utilize sempre diesel S10, conforme resolução ANP Nº 31/2009
ou diesel S50, conforme resolução ANP 42/2009.

2 FILTRO DE COMBUSTÍVEL ORIGINAL


• Utilize somente filtros de combustível originais.
Os filtros originais possuem alta capacidade de retenção
de partículas e água.
FALHAS NO SISTEMA DE INJEÇÃO, CAUSADAS POR
DEFICIÊNCIA DE FILTRAGEM DE COMBUSTÍVEL OU
CONTAMINAÇÃO POR ÁGUA, NÃO SERÃO COBERTAS
PELA GARANTIA.
Mais detalhes no capítulo “Instruções de Manutenção”.

3 TROCA DE ÓLEO DO MOTOR


A TROCA DE ÓLEO DO MOTOR FORA DA
QUILOMETRAGEM INDICADA E/OU A UTILI-
ZAÇÃO DE ÓLEO LUBRIFICANTE DO MOTOR
COM ESPECIFICAÇÃO INFERIOR À RECOMENDADA
NO MANUAL DE GARANTIA E MANUTENÇÃO PODEM
CAUSAR AUMENTO DE VISCOSIDADE DO ÓLEO LU-
BRIFICANTE E, CONSEQUENTEMENTE, PERDA DE
SUAS CARACTERÍSTICAS DE FLUIDEZ E LUBRIFICA-
ÇÃO, CAUSANDO GRAVES DANOS AO MOTOR.
DANOS E FALHAS DAÍ RESULTANTES NÃO SERÃO
COBERTOS PELA GARANTIA.
• Troque o óleo do motor e o filtro de óleo nos intervalos recomen-
dados no manual de “Garantia e Manutenção”.
• Utilize somente óleo com a especificação recomendada.
• Utilize somente filtros de óleo originais.

02
APRESENTAÇÃO

NÃO RESPEITAR O INTERVALO DE TROCAS DE ÓLEO


RECOMENDADO, BEM COMO USAR FILTROS NÃO
ORIGINAIS E/OU USAR ÓLEO DE ESPECIFICAÇÃO
INFERIOR À RECOMENDADA LEVAM À PERDA DA
GARANTIA DO MOTOR.
Mais detalhes no manual de “Garantia e Manutenção”.

4 CUIDADOS COM O MOTOR ELETRÔNICO


ATENÇÃO
FALHAS NO MÓDULO ELETRÔNICO DE CONTROLE
DO MOTOR (ECM), RESULTANTES DA NÃO OBSER-
VÂNCIA DOS CUIDADOS MENCIONADOS NO CAPÍTU-
LO “SISTEMA ELÉTRICO”, E/OU SUBSTITUIÇÃO DO
MÓDULO, RESULTANTE DE DIAGNÓSTICO INCORRE-
TO OU DECORRENTE DE USO DE FERRAMENTA DE
DIAGNÓSTICO NÃO ORIGINAL VOLKSWAGEN, NÃO
SERÃO COBERTAS PELA GARANTIA.
AO EXECUTAR SOLDA ELÉTRICA NO VEÍCULO
• Antes de efetuar solda elétrica em qualquer parte do veículo,
desconecte os cabos da bateria e os conectores dos módulos ele-
trônicos e ligue o cabo massa do aparelho de solda o mais próximo
possível do componente a ser soldado;
• Não efetue solda elétrica próximo a sensores, atuadores,
módulo eletrônico e chicotes elétricos. Remova cada
um desses componentes antes de efetuar a solda.
Mais detalhes no capítulo “Sistema Elétrico”.
AO LAVAR O VEÍCULO
• Ao lavar o motor, não aplique jatos de água sob pres-
são sobre o módulo eletrônico, sensores, conectores e
alternador.

03
APRESENTAÇÃO

COM O SISTEMA DE INJEÇÃO


• O sistema de combustível dos motores eletrônicos “common rail”
trabalha com pressão de injeção de combustível muito alta, em
torno de 1600 bar para os motores MAN D08 e de 1800 bar para
os motores Cummins ISL. Essa pressão é suficiente para causar fe-
rimentos graves no corpo, perda da visão se dirigido aos olhos, etc.
• Não afrouxe nenhuma conexão enquanto o motor esti-
ver funcionando. Aguarde, no mínimo, 10 minutos após
desligar o motor, para então afrouxar alguma conexão,
permitindo que a pressão diminua.

NUNCA DESCONECTE UM TUBO DE ALTA PRESSÃO


COM O MOTOR EM FUNCIONAMENTO. DESLIGUE
O MOTOR E AGUARDE, NO MÍNIMO, 10 MIN. PARA
TRABALHAR NO SISTEMA DE INJEÇÃO. CONFIE ESSE
TIPO DE SERVIÇO A UM CONCESSIONÁRIO.

5 FREIO DE ESTACIONAMENTO
• Mantenha a alavanca do freio de estacionamento para baixo, na
posição APLICADO.
• Sempre utilize calços apropriados nas rodas, principal-
mente se o veículo estiver carregado ao estacionar em
aclives ou declives.
• Redobre a atenção para as instruções de uso, quando for utilizar
equipamento operado com ar comprimido do veículo.
Mais detalhes no capítulo “Instruções de Operação”.

6 PARA ENTRAR E SAIR DA CABINE


• Tanto do lado do motorista como do lado do passageiro,
utilize sempre as alças de apoio, localizadas na coluna
da porta e na coluna lateral.
Mais detalhes no capítulo “Instruções de Operação”.

04
APRESENTAÇÃO

7 BASCULAMENTO DA CABINE
Antes de bascular a cabine
• Prenda ou retire objetos soltos no seu interior.
• Certifique-se de que a área em frente ao veículo esteja livre.
• Coloque a alavanca de mudanças em neutro.
• Acione o freio de estacionamento.
• Abra a grade frontal.
- Se a cabine for basculada com a grade frontal fechada, ha-
verá danos na grade.
• Feche as portas.
• Coloque a válvula da bomba hidráulica na posição de bascula-
mento.
• Bombeie até o total basculamento da cabine.
Mais detalhes no capítulo “Instruções de Operação”.

8 PARTIDA DO MOTOR
• Não acelere antes, nem durante a partida do motor.
Caso contrário, poderá ocorrer sobrerrotação do motor,
danificando-o.

9 CUIDADOS COM O TURBOCOMPRESSOR


• Durante a partida, não acelere nem movimente o veículo, até que
o indicador de pressão do óleo do motor registre pressão normal e
a luz de advertência de pressão do óleo se apague. Esse procedi-
mento garante que o óleo lubrificante do motor atinja os mancais
do turbocompressor.
• Antes de desligar o motor, deixe-o trabalhando em marcha lenta
por um minuto. Esse procedimento garante a lubrificação dos
mancais do turbocompressor até que a rotação diminua e, ao mes-
mo tempo, permite que a alta temperatura seja dissipada através
do óleo lubrificante.
05
APRESENTAÇÃO

10 ALARME SONORO E LUZES DE EMERGÊNCIA


• Se o alarme soar e/ou alguma das luzes de aviso de
emergência (vermelha) se acender com o veículo em mo-
vimento, dirija-se cuidadosamente para um lugar seguro
fora da estrada e pare o veículo. Verifique a causa da anomalia.
Mais detalhes no capítulo “Instruções de Operação”.

11 SISTEMA DE AUTODIAGNOSE DE BORDO (OBD)


• O veículo está equipado com um sistema que moni-
tora a emissão de poluentes do ar, liberados através
do sistema de exaustão do motor. Se a LIM (lâmpada
indicadora de mau funcionamento) se acender no painel com o
veículo em movimento, estará ocorrendo alguma falha no sistema
ou falta do agente redutor ARLA 32.
Caso a falha relacionada ao sistema de controle de emissões de
poluentes do ar não seja reparada em 48 horas, ocorrerá a perda
de potência do motor do veículo.
• Verifique o nível do reservatório do agente redutor ARLA 32. Se
estiver vazio, complete-o e a LIM se apagará.
• Se a LIM permanecer acesa, procure um Concessionário MAN
Latin America.
Mais detalhes no capítulo “Instruções de Operação”.

12 LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS DE 12V


• O sistema elétrico do veículo é de 24V. Para ligar apa-
relhos, utilize a tomada 12V no painel ou no console. 24v

Mais detalhes no capítulo “Instruções de Operação”.

06
APRESENTAÇÃO

13 INSTALAÇÃO DE RÁDIO
• O veículo vem equipado com preparo para ligação de
rádio e auto-falantes. 24v

• Os cabos para ligação estão fixados na tampa do compartimento


destinado ao rádio, localizado no painel.
Mais detalhes no capítulo “Instruções de Operação”.

14 TROCA DAS LÂMPADAS DOS FARÓIS


• Utilize somente lâmpadas de 24V 70W. As marcas re-
comendadas são GE, Osram ou Philips. Cuidado com
lâmpadas de marcas não recomendadas, pois a potência
real consumida pode ser maior que a indicada na embalagem,
podendo danificar a lente do farol.

15 TACÓGRAFO ELETRÔNICO
• O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade
Industrial - Inmetro, através das Portarias nº 201-04; 444-08 e
462-10, determinou que é de responsabilidade do proprietário a
verificação/inspeção obrigatória do tacógrafo instalado no veículo.
Essa verificação deve ser feita no veículo “0” km e a cada dois
anos. Verifique os procedimentos e postos de inspeção no site:
www.inmetro.rs.gov.br/cronotacografo.

07
APRESENTAÇÃO

Este veículo está em conformidade com o PROCONVE e com todas as leis a ele
aplicáveis em todo o território nacional, na data de sua fabricação. Certifique-se
de que todas as suas características originais sejam mantidas.

A MAN Latin America reserva-se o direito de, a qualquer momento, revisar, mo-
dificar ou descontinuar este modelo de seus produtos sem prévio aviso e sem que
ela ou o vendedor incorram em qualquer responsabilidade ou obrigação para com
o comprador.

• Como base para o desenvolvimento deste manual, foi utilizado o caminhão


Volkswagen, com todos os opcionais disponíveis. Portanto, alguns dos equi-
pamentos exibidos podem não fazer parte do seu veículo.
• Os textos, as ilustrações e as especificações técnicas constantes nesta literatu-
ra de bordo estão atualizados até a data da impressão.

08
APRESENTAÇÃO

Índice Itens com asterisco


Nas próximas páginas, há um índice Considere que alguns itens assinala-
onde os assuntos estão relacionados pela
ordem em que aparecem no manual. dos com asterisco podem ser de série
para algumas versões e opcionais para
No final deste manual, encontra-se um
outras. Portanto, poderão não estar dis-
índice alfabético.
poníveis para a versão do seu veículo.
Indicação de direções O código de venda, constante na Nota
Sempre que uma direção for especifi- Fiscal do veículo, vai definir os opcio-
cada (por exemplo, esquerda, direita, nais disponíveis no veículo.
dianteira, traseira, etc.), você deve
imaginar-se sentado no veículo, olhan-
Indicações sobre proteção
do para o sentido de marcha. Se houver do meio ambiente
uma outra posição diferente, ela será Os textos assinalados com estes sím-
claramente identificada. bolo e impressos em itálico contêm in-
Advertências formações ou indicações importantes
sobre a defesa do meio ambiente.
ATENÇÃO Importante
Todos os textos, impressos em A literatura de bordo é parte integrante
negrito logo após as chamadas de do veículo. Assim, quando vender o
ATENÇÃO, são alertas sobre a sua seu veículo, entregue ao novo proprie-
segurança e advertem o usuário tário a literatura de bordo completa,
para possíveis riscos de acidente dando-lhe as mesmas condições que
ou ferimentos. você teve ao adquirir o veículo novo.

As NOTAS impressas em destaque


Leitura da página
(negrito), sem a chamada de ATEN- Os textos estão INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

ÇÃO, referem-se a riscos que pode- divididos em 1

-3

duas colunas
-2
-0

rão dar origem a danos no veículo


-1

com ilustrações.
2 3
91278-01 91279-01

ou contêm informações particular- Alavanca de comando das luzes Limpador e lavador do

Deve-se sempre
direcionais e farol alto pára-brisa
A chave de partida deverá estar na po-

mente importantes para a correta


Seta à direita - alavanca para cima (1).
sição LIGADO.
Seta à esquerda - alavanca para bai-
0 – Desligado
xo (2).

ler primeiro a co-


1 – Temporizador
As luzes de direção só funcionam com 2 – Velocidade baixa
o interruptor de partida na posição LI- 3 – Velocidade alta

utilização do veículo.
GADO. Para esguichar água no pára-brisa,
pressione a alavanca em direção ao

luna da esquerda
Farol alto volante.
Puxe a alavanca em direção ao volan-
te (3).
Com o farol baixo ligado, a luz de avi-
so se acenderá no painel.

de cima a baixo Mudança de facho do farol


Pressionando a alavanca em direção ao
volante, muda-se o facho de baixo para

e depois a colu-
alto e vice-versa.

81280-01

Reservatório de água do

na da direita de
lavador do pára-brisa
O reservatório está localizado atrás da
cabine, do lado esquerdo.
2-13

cima a baixo.

09
APRESENTAÇÃO

Beneficiamento do veículo
Os veículos Volkswagen foram projetados para desempenhar diversos tipos de
tarefas. Suas opções de chassi, motor e relações de transmissão cobrem as mais
variadas necessidades de transporte de carga.
Para que possa ser utilizado, o seu veículo Volkswagen precisa ser beneficiado de
alguma forma, recebendo o equipamento que melhor se ajuste à sua utilização.
Ao confiar o encarroçamento do seu veículo a um beneficiador, escolha um que
seja reconhecido pelos órgãos governamentais, para se ter a garantia de que seu
veículo estará em estrita observância às normas de tráfego e de segurança em
serviço (Código Nacional de Trânsito - CNT).
Dê também preferência a um beneficiador que utilize o “Manual de Beneficia-
mento dos Caminhões Volkswagen”, distribuído gratuitamente a todos os encar-
roçadores reconhecidos pela MAN Latin America.
Solicite ao encarroçador, durante a negociação do encarroçamento, que lhe escla-
reça como serão seguidas as diretrizes da MAN Latin America.
A RESPONSABILIDADE PELA GARANTIA DOS EQUIPAMENTOS INSTA-
LADOS PELO ENCARROÇADOR E/OU BENEFICIADOR NO CHASSI DOS
VEÍCULOS VOLKSWAGEN É DO RESPECTIVO ENCARROÇADOR / BENE-
FICIADOR.

10
ÍNDICE

1. INSTRUÇÕES DE Amaciamento do motor................ 1-65


OPERAÇÃO Grade frontal ................................ 1-66
Basculamento da cabine ............... 1-66
Acesso à cabine ............................ 1-02
Sistema de tratamento de gases
Cintos de segurança ..................... 1-02
do escapamento (17-330/
Luzes de aviso e alarme sonoro ... 1-07
24-330) ......................................... 1-72
Instrumentos................................. 1-13
Indicador do nível de agente
Visor de informações ao
redutor ARLA 32.......................... 1-74
motorista ...................................... 1-18
Sistema de Autodiagnose de
Sistema de alarme e proteção do
Bordo (OBD) (Motor Cummins
motor ............................................ 1-20
ISL) .............................................. 1-76
Piloto automático* ....................... 1-21
Tanque do agente redutor ARLA
Computador de bordo .................. 1-22 32 (17-330/24-330) ...................... 1-78
Aviso de falha no veículo ............. 1-27 Sistema de Autodiagnose de
Tacógrafo eletrônico .................... 1-28 Bordo (OBD) (Motor MAN
Interruptor de acionamento do 3º D0836) ......................................... 1-79
eixo* (24-280/24-330) ................. 1-29 Diagnóstico de falhas ................... 1-80
Controle de rotação do motor* .... 1-30 Condução econômica ................... 1-84
Interruptores ................................. 1-32 Condução segura .......................... 1-86
Cinzeiro e acendedor de
cigarros......................................... 1-36 2. TACÓGRAFO
Instalação do rádio ....................... 1-37
Apresentação - tacógrafo
Tomada elétrica 12V* .................. 1-38
eletrônico diário ........................... 2-02
Iluminação interna da cabine ....... 1-39
Vista geral .................................... 2-03
Aquecimento* e ventilação .......... 1-40
Operação do tacógrafo ................. 2-04
Ar-condicionado*......................... 1-45
Descrição do disco diagrama ....... 2-09
Chaves .......................................... 1-48
Apresentação - tacógrafo
Portas e janelas............................. 1-49
eletrônico semanal* ..................... 2-12
Bancos .......................................... 1-50
Vista geral .................................... 2-13
Cama ............................................ 1-54
Operação do tacógrafo ................. 2-14
Cabide / Para-sol .......................... 1-56
Descrição do pacote de
Porta-objetos ................................ 1-56
diagramas ..................................... 2-20
Equipamentos obrigatórios .......... 1-58
Espelhos retrovisores ................... 1-58 3. CAIXA DE MUDANÇAS
Freio de estacionamento .............. 1-61
Caixa de mudanças (13-190/
Coluna da direção ajustável ......... 1-63
15-190/17-190) ............................ 3-02
Partida do motor........................... 1-63
11
ÍNDICE

Óleo da caixa de mudanças Desaplicação mecânica do freio


(13-190/15-190/17-190)............... 3-05 de estacionamento ....................... 6-10
Óleo da caixa de mudanças Reboque de caminhão .................. 6-12
(17-280/24-280) ........................... 3-12 Pressão dos pneus ........................ 6-13
Caixa de mudanças (17-330/ Rodízio dos pneus ........................ 6-17
24-330) ......................................... 3-14 Descarte de pneus ........................ 6-17
Óleo da caixa de mudanças Substituição das rodas .................. 6-18
(17-330/24-330) ........................... 3-19 Roda sobressalente ....................... 6-19
3º eixo .......................................... 4-02 Palhetas do limpador de
para-brisa...................................... 6-21
5. INSTRUÇÕES DE Filtros de ar do sistema de
MANUTENÇÃO ventilação da cabine ..................... 6-22
Introdução .................................... 5-02 Tela de proteção do radiador* ...... 6-24
Grade frontal ................................ 5-03 Tomada de alimentação do
Partida remota .............................. 5-06 reboque*....................................... 6-25
Óleo do motor .............................. 5-07
7. SISTEMA ELÉTRICO
Líquido de arrefecimento ............. 5-11
Fluido da embreagem ................... 5-14 Fusíveis e relés ............................. 7-02
Reservatório de água do limpador Tabela de fusíveis - 13-190/
de para-brisa ................................. 5-16 15-190/17-190 .............................. 7-04
Sistema de combustível................ 5-16 Tabela de relés - 13-190/15-190/
Filtro de ar .................................... 5-25 17-190 .......................................... 7-06
Correia do motor .......................... 5-28 Tabela de fusíveis - 17-280/
Árvore de transmissão.................. 5-29 24-280 .......................................... 7-08
Eixo dianteiro ............................... 5-30 Tabela de relés - 17-280/24-280... 7-10
Diferencial.................................... 5-30 Tabela de fusíveis - 17-330/
Direção hidráulica ........................ 5-32 24-330 ......................................... 7-12
Sistema de freios .......................... 5-33 Tabela de relés - 17-330/
24-330 .......................................... 7-14
6. FAÇA VOCÊ MESMO Troca de lâmpadas ....................... 7-16
Conservação de veículos inativos e Ajuste dos faróis (em caso de
cuidados com o combustível ........ 6-02 substituição) ................................. 7-20
Aparência do veículo ................... 6-04 Ligações adicionais ...................... 7-21
Tratamento anticorrosivo ............. 6-06 Módulo eletrônico de controle
Bateria .......................................... 6-06 (ECM) .......................................... 7-21

12
ÍNDICE

8. IDENTIFICAÇÃO DO
VEÍCULO
Gravações do número do chassi ... 8-02
Plaqueta de identificação do
veículo .......................................... 8-04
Plaqueta do ano de fabricação...... 8-05
Número de identificação do
veículo (VIN) ............................... 8-06
Identificação dos agregados ......... 8-07

9. ESPECIFICAÇÕES
TÉCNICAS
VW 13-190................................... 9-02
VW 13-190 - Cabine estendida .... 9-06
VW 13-190 - Cabine leito ............ 9-07
VW 15-190................................... 9-08
VW 15-190 - Cabine estendida .... 9-12
VW 15-190 - Cabine leito ............ 9-13
VW 17-190................................... 9-14
VW 17-190 - Cabine estendida .... 9-18
VW 17-190 - Cabine leito ............ 9-19
VW 17-280................................... 9-20
VW 17-280 - Cabine estendida .... 9-24
VW 17-280 - Cabine leito ............ 9-25
VW 24-280................................... 9-26
VW 24-280 - Cabine estendida .... 9-30
VW 24-280 - Cabine leito ............ 9-31
VW 17-330................................... 9-32
VW 17-330 - Cabine estendida .... 9-36
VW 17-330 - Cabine leito ............ 9-37
VW 24-330................................... 9-38
VW 24-330 - Cabine estendida .... 9-42
VW 24-330 - Cabine leito ............ 9-43

10-01. ÍNDICE ALFABETICO

13
ABREVIATURAS

Abreviatura Significado
ABS (Anti Blocking System) Sistema Antibloqueio das Rodas
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas
ANP Agência Nacional do Petróleo
API American Petroleun Institute
ARLA 32 Agente Redutor Líquido Automotivo com 32% de ureia
BIODIESEL B5 Diesel com acréscimo de 5% de biodiesel
CMT Capacidade Máxima de Tração
CONAMA Conselho Nacional do Meio Ambiente
Electronically Controlled Air Suspension (Suspensão a Ar
ECAS
Controlada Eletronicamente)
Electronic Control Module (Módulo Eletrônico de Controle do
ECM
Motor)
Engine Gas Recirculation (Sistema de Recirculação do Gás de
EGR
Escape)
ESP Programa Eletrônico de Estabilidade
EVB Engine Valve Brake (Freio Motor no Cabeçote)
FMI Failure Mode Identification (Tipo de Falha Eletrônica)
Forest Stewardship Council (Papel para Impressão Oriundo de
FSC
Manejo Ambientalmente Adequado)
LED Light Emitting Diode (Díodo Emissor de Luz)
LIM Lâmpada Indicadora de Mau Funcionamento (Sistema OBD)
LSV Load Sensing Valve (Válvula Sensível a Carga)
LU Logical Unit (Módulo Eletrônico de Controle da Cabine)
M3277 Norma MAN para Óleo de Motor (Semissintético)
MTCO Tacógrafo Modular
NOx Oxidos de Nitrogênio
OBD On Board Diagnose (Sistema de Autodiagnose de Bordo)
PBT Peso Bruto Total
PBTC Peso Bruto Total Combinado
PROCONVE Programa de Controle do Ar Por Veículos Automotores
PROCONVE P7 Fase 7 do Proconve, Equivalente ao Programa Europeu Euro V
PT Material Particulado (Emitido pelos Gases de Escape)

14
ABREVIATURAS

Abreviatura Significado
PTO Power Take Off (Tomada de Força)
RPM Rotações Por Minuto
Society Of Automotive Engineers (Associação dos Engenheiros
SAE
Automotivos)
Selective Catalytic Reduction (Sistema de Redução Catalítica
SCR
Seletiva)
Suspect Parameter Number (Código de Suspeita da Localização da
SPN
Falha)
SVE Solicitação de Veículo Especial
Transmission Control Unit (Módulo de Controle da Caixa de
TCU
Mudanças)
V Volts
VCO-950 Ferramenta de Diagnósticos Eletrônicos
Vehicle Identification Number (Número de Identificação do
VIN
Veículo)
W Watts

15
INSTRUÇÕES DE
OPERAÇÃO 1
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Acesso à cabine Cintos de segurança

ATENÇÃO
O cinto de segurança tem provado
ser o mais simples e seguro meio
de reduzir a intensidade de danos
físicos e até fatais em acidentes
com veículos. Por isso, para sua
segurança, bem como a dos pas-
sageiros, utilize o cinto de segu-
rança adequadamente, quando
O acesso à cabine é facilitado por duas o veículo estiver em movimento.
alças de apoio, estando uma na coluna Para garantir o máximo de prote-
da porta e outra na coluna lateral. As ção, os cintos de segurança devem
recomendações a seguir foram feitas ser corretamente colocados. Caso
visando sua segurança pessoal. Para contrário, podem causar sérios
entrar ou sair da cabine, faça-o sempre ferimentos em caso de acidente.
de frente para a cabine. Portanto, leia e observe todas as
instruções a seguir:
• Não utilize um mesmo cinto
para mais de uma pessoa.
• Para a máxima eficiência, use
o cinto de segurança baixo e
ajustado na região pélvica.
• Os cintos não devem ser usados
dobrados ou enrolados.
• Não use os cintos sobre objetos
rígidos ou quebráveis, dentro
Acesso à cabine ou sob o vestuário, tais como
óculos, canetas, chaves, etc., os
Se você estiver do lado esquerdo do quais podem causar ferimentos.
veículo, inicie o movimento com o pé
• Roupas grossas e volumosas
direito no 1º degrau.
podem interferir no correto
Se você estiver do lado direito do posicionamento dos cintos e
veículo, inicie o movimento com o pé reduzir a eficiência global do
esquerdo no 1º degrau. sistema.

1-02
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Painel de instrumentos

1 2 3 4 5 ATENÇÃO
• Mantenha as fivelas livres de
1
1/2
2
qualquer obstrução que pos-
sa impedir um travamento
0
0 1
1
seguro.
• Substitua os cintos que foram
15 15 20 50 60 70
10 20 40 80 submetidos a um excessivo
10 25 30 90 esforço de estiramento em
5 25 20 100 caso de acidente.
5 30 Cinto retrátil de três pontos
10 110
1rpm
1/min
x1
x1100
• Os cintos não devem atritar Este cinto se recolhe automatica-
00 00
30 0 km/h 120
35 4
6
8 125 em objetos afiados. mente quando não utilizado.
2 10
km 0 Ad Blue 1
0 12 • Não permita que os cintos • Puxe o cinto de segurança, por
se danifiquem por perma- cima do ombro, num movimento
necerem prensados na porta lento e uniforme.
10 9 8 7 6 ou por contato com objetos • Introduza a fivela no fecho e
92466-01
enferrujados. pressione-a até ouvir o “clique”
1- Tacômetro (conta-giros)(1) • Caso os cintos apresentem de travamento.
2- Indicador da temperatura do líquido de arrefecimento danos nos tecidos, olhais de
3- Visor de informações ao motorista fixação ou fivelas, devem ser
4- Indicador do nível de combustível substituídos.
5- Velocímetro • Não modifique ou desmonte
os cintos do veículo.
6- Indicador de pressão do ar dos freios
• Não descore ou tinja o tecido
7- Indicador do nível do agente redutor ARLA 32 (somente veículos com motor
dos cintos de segurança.
Cummins ISL)
8 - Botão que “zera” o hodômetro parcial
9 - Hodômetro
10- Indicador da pressão do óleo do motor Retorno do cinto
Para soltar o cinto, aperte o botão
vermelho do fecho e reconduza a
lingueta com a mão até o seu lugar
para que o enrolador automático
recolha o cinto mais facilmente.
O Tacômetro mostrado se aplica aos modelos 17-330 e 24-330. Para mais detalhes, consulte o
(1)

tópico “Instrumentos”.

1-06 1-03
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Vista do painel

1. Difusores de ar laterais
2. Difusores de ar frontais
1 2 3 4 5 2 6 7 8 9 2 10 2 1 3. Painel de instrumentos
4. Interruptor de buzina
5. Interruptor de partida
6. Previsão para instalação de rádio
7. Tacógrafo eletrônico
8. Porta-copos
40 1
10 X 100 25 0
30 km/h

20
5 30
15 10
50 60 70
110

10 0 20 35 0 40 120 80 M

30 90

9. Porta-objetos
125

5 25 20 100
10 110
41hmn6 1/2

2
0 x100
8
30 0 6 120
4 8 125
1 2

10. Porta-luvas
2 10 0 3
0
0 10 km1/1
0 Ad Blue 1 0 12

AC

11. Conjunto de interruptores (lado esquerdo)


11.1. Incremento para o piloto automático (opcional)
11.2. Habilita /desabilita aplicações de tomada de força (opcional)
11.3. Habilita /desabilita o piloto automático (opcional)
11.4. Decremento para o piloto automático (opcional)
11.5. Acionamento do 3º eixo (somente 24-280/24-330)(1)
12. Alavanca de abertura da grade frontal
13. Interruptor das luzes
14. Alavanca de comando: luz de direção (setas), farol alto, ajuste do piloto auto-
mático (SET) e lavador do para-brisa
15. Ajuste da coluna de direção
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 16. Alavanca do freio de estacionamento
17. Alavanca do freio do semirreboque (manetim) - (somente veículos destinados
a trabalhos com reboque)
11.1 11.2 11.3 18.1 18.2
18. Conjunto de interruptores (lado direito)
18.1. Acionamento do freio motor
1
+
18.2. Acionamento 2º estágio freio motor (17-330/24-330)
18.3. Menu do computador de bordo
19. Interruptor das luzes de emergência
11.4 11.5 Menu 18.3 20. Cinzeiro com acendedor de cigarros
21. Controles de ventilação interna, aquecimento e ar condicionado
92942-01
22. Acesso à caixa de fusíveis (2)
(1)
veja capítulo “3º eixo”
(2)
veja capítulo “Sistema elétrico”
1-04 1-05
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Vista do painel

1. Difusores de ar laterais
2. Difusores de ar frontais
1 2 3 4 5 2 6 7 8 9 2 10 2 1 3. Painel de instrumentos
4. Interruptor de buzina
5. Interruptor de partida
6. Previsão para instalação de rádio
7. Tacógrafo eletrônico
8. Porta-copos
40 1
10 X 100 25 0
30 km/h

20
5 30
15 10
50 60 70
110

10 0 20 35 0 40 120 80 M

30 90

9. Porta-objetos
125

5 25 20 100
10 110
41hmn6 1/2

2
0 x100
8
30 0 6 120
4 8 125
1 2

10. Porta-luvas
2 10 0 3
0
0 10 km1/1
0 Ad Blue 1 0 12

AC

11. Conjunto de interruptores (lado esquerdo)


11.1. Incremento para o piloto automático (opcional)
11.2. Habilita /desabilita aplicações de tomada de força (opcional)
11.3. Habilita /desabilita o piloto automático (opcional)
11.4. Decremento para o piloto automático (opcional)
11.5. Acionamento do 3º eixo (somente 24-280/24-330)(1)
12. Alavanca de abertura da grade frontal
13. Interruptor das luzes
14. Alavanca de comando: luz de direção (setas), farol alto, ajuste do piloto auto-
mático (SET) e lavador do para-brisa
15. Ajuste da coluna de direção
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 16. Alavanca do freio de estacionamento
17. Alavanca do freio do semirreboque (manetim) - (somente veículos destinados
a trabalhos com reboque)
11.1 11.2 11.3 18.1 18.2
18. Conjunto de interruptores (lado direito)
18.1. Acionamento do freio motor
1
+
18.2. Acionamento 2º estágio freio motor (17-330/24-330)
18.3. Menu do computador de bordo
19. Interruptor das luzes de emergência
11.4 11.5 Menu 18.3 20. Cinzeiro com acendedor de cigarros
21. Controles de ventilação interna, aquecimento e ar condicionado
92942-01
22. Acesso à caixa de fusíveis (2)
(1)
veja capítulo “3º eixo”
(2)
veja capítulo “Sistema elétrico”
1-04 1-05
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Painel de instrumentos

1 2 3 4 5 ATENÇÃO
• Mantenha as fivelas livres de
1
1/2
2
qualquer obstrução que pos-
sa impedir um travamento
0
0 1
1
seguro.
• Substitua os cintos que foram
15 15 20 50 60 70
10 20 40 80 submetidos a um excessivo
10 25 30 90 esforço de estiramento em
5 25 20 100 caso de acidente.
5 30 Cinto retrátil de três pontos
10 110
1rpm
1/min
x1
x1100
• Os cintos não devem atritar Este cinto se recolhe automatica-
00 00
30 0 km/h 120
35 4
6
8 125 em objetos afiados. mente quando não utilizado.
2 10
km 0 Ad Blue 1
0 12 • Não permita que os cintos • Puxe o cinto de segurança, por
se danifiquem por perma- cima do ombro, num movimento
necerem prensados na porta lento e uniforme.
10 9 8 7 6 ou por contato com objetos • Introduza a fivela no fecho e
92466-01
enferrujados. pressione-a até ouvir o “clique”
1- Tacômetro (conta-giros)(1) • Caso os cintos apresentem de travamento.
2- Indicador da temperatura do líquido de arrefecimento danos nos tecidos, olhais de
3- Visor de informações ao motorista fixação ou fivelas, devem ser
4- Indicador do nível de combustível substituídos.
5- Velocímetro • Não modifique ou desmonte
os cintos do veículo.
6- Indicador de pressão do ar dos freios
• Não descore ou tinja o tecido
7- Indicador do nível do agente redutor ARLA 32 (somente veículos com motor
dos cintos de segurança.
Cummins ISL)
8 - Botão que “zera” o hodômetro parcial
9 - Hodômetro
10- Indicador da pressão do óleo do motor Retorno do cinto
Para soltar o cinto, aperte o botão
vermelho do fecho e reconduza a
lingueta com a mão até o seu lugar
para que o enrolador automático
recolha o cinto mais facilmente.
O Tacômetro mostrado se aplica aos modelos 17-330 e 24-330. Para mais detalhes, consulte o
(1)

tópico “Instrumentos”.

1-06 1-03
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Luzes de aviso e alarme sonoro

Luzes de aviso no painel de Alarme sonoro


instrumentos O alarme sonoro, em conjunto com
• LUZES DE AVISO VERME- os instrumentos do painel, a tela do
LHAS INDICAM ADVERTÊN- computador de bordo e as luzes de
CIA IMPORTANTE PARA O aviso formam um sistema de alarme
MOTORISTA OU UMA FALHA múltiplo. Alguma eventual anormali-
GRAVE NO VEÍCULO. dade em um dos sistemas indicados a
• O VEÍCULO NÃO DEVE SER seguir pode ser identificada pelo alar-
POSTO EM MOVIMENTO COM me sonoro e confirmada através dos
NENHUMA DESTAS LUZES DE instrumentos e das luzes de aviso.
AVISO ACESA. O alarme soa nas seguintes condi-
• CASO ALGUMA LUZ SE ACEN- ções:
DA COM O VEÍCULO EM MO- • BAIXA PRESSÃO DO ÓLEO
VIMENTO, PARE ASSIM QUE DO MOTOR;
AS CONDIÇÕES DE TRÂNSITO
• SUPERAQUECIMENTO DO
OFERECEREM SEGURANÇA E
MOTOR;
PROCURE CORRIGIR O PRO-
BLEMA. • PRESSÃO BAIXA NO SISTEMA
DE FREIO;
• LUZES AMARELAS INDICAM
QUE ALGUM DISPOSITIVO • CABINE DESTRAVADA;
AUXILIAR FOI ACIONADO OU • NÍVEL BAIXO DO LÍQUIDO DE
QUE ALGUMA FALHA LEVE ARREFECIMENTO;
ESTÁ OCORRENDO. EM CASO • FAROL LIGADO EM CONDI-
DE FALHA LEVE, NÃO É NE- ÇÃO DESNECESSÁRIA (SE A
CESSÁRIO PARAR O VEÍCULO CHAVE DE PARTIDA ESTIVER
IMEDIATAMENTE, MAS O VE- FORA DO CONTATO);
ÍCULO DEVE SER LEVADO A • ROTAÇÃO EXCESSIVA DO
UM CONCESSIONÁRIO MAN MOTOR (COM O FREIO MO-
LATIN AMERICA NA PRIMEI- TOR ACIONADO);
RA OPORTUNIDADE.
• FALHAS DO SISTEMA.
• LUZES VERDES/AZUIS INDI-
CAM QUE UMA FUNÇÃO FOI
LIGADA.

1-07
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

A buzina soa como alarme nas se-


guintes condições:
• CABINE BASCULADA E POR-
TA ABERTA (para cancelar tem-
porariamente essa condição, basta
pressionar a buzina).

ATENÇÃO
Se o alarme soar e/ou alguma das
luzes de emergência se acender
com o caminhão em movimento,
dirija-se cuidadosamente para
um local seguro, fora da estrada.
Ligue as luzes de emergência e use
o triângulo de segurança a uma
distância segura para alertar os
demais motoristas.

1-08
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18

1
1/2
2
19
0
0 1
1

4 20
15 50 60 70 21
3 10 20 40 80
30 90
2 5 25 20 100 22

1/min
10 110 23
1 0 x 100
30 0 km/h 120
6
4 8 125
2 10 24
km 0 Ad Blue 1 0 12
25

29 28 27 26

92470-01

Funções das luzes de aviso

Nº Item Indicação Observação


Freio de estacionamento Indica que o freio de estacionamento está
1
acionado aplicado.
Baixo nível de líquido no Acende-se ao girar a chave de partida para
2
sistema de arrefecimento a posição “LIGADA”.
Indica que o botão de acionamento foi
pressionado. O sistema, embora
3 Piloto automático / PTO
habilitado, está inativo, aguardando a
programação de velocidade/rotação.
Falha no rastreador
4 Não utilizado para esses modelos.
(antifurto)

5 Veículo bloqueado Não utilizado para esses modelos.

Falha no ventilador do
6 Não utilizado para esses modelos.
radiador

1-09
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Nº Item Indicação Observação


Indica que a marcha selecionada está
na posição “baixa” (somente 13-190/
7 Reduzida
15-190/17-190/17-330/24-330).
Veja capítulo “Caixa de Mudanças”.
Indica que a alavanca de mudanças está
Caixa baixa da caixa de selecionada no 1ºH (somente 17-280/
8
mudanças 24-280/17-330/24-330).
Veja capítulo “Caixa de Mudanças”.

9 Luz de direção esquerda

Indica que uma falha leve está ocorrendo.


Não é necessário parar o veículo. Na
primeira oportunidade, dirija-se a um
10 Falha leve
Concessionário MAN Latin America. No
visor, aparecerá o ícone ao qual a falha
está associada.
Indicador do pisca-pisca do
11
reboque

12 Farol alto acionado

Acende-se durante a partida do motor,


apagando-se após o motor entrar em
13 Falta de carga na bateria
funcionamento (se o alternador estiver
funcionando perfeitamente).

14 Luz de direção direita

Falha na suspensão
15 Não utilizado para esses modelos.
pneumática

16 Veículo fora de nível Não utilizado para esses modelos.

Sistema de ajoelhamento
17 Não utilizado para esses modelos.
acionado

18 ECAS Não utilizado para esses modelos.

Filtro de combustível Indica que o filtro de combustível deve


19
obstruído ser substituído.

1-10
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Nº Item Indicação Observação


Indica que o filtro separador de água
Presença de água no deve ser drenado.Teste: acende-se ao
20
combustível girar a chave de ignição para a posição
“LIGADA”.
Indica que o filtro de ar deve ser
substituído. Teste: acende-se ao girar
21 Filtro de ar obstruído
a chave de partida para a posição
“LIGADA”.
Acionamento do suspensor Indica que o 3º eixo está elevado (somente
22
pneumático do 3° eixo 24-280/24-330).
Acende-se, caso a cabine esteja
destravada, e permanece acesa, enquanto
23 Cabine destravada
o problema não for corrigido. O alarme
dispara.
Indica que o freio motor está acionado
Freio motor acionado com com 100% de potência (a tecla no painel
24
potência de 100% está na posição ligado). somente 17-
330/24-330.
Indica que o freio motor está acionado
Freio motor acionado com com 50% de potência, a tecla no painel
potência de 50% está na posição ligado (somente 17-
25 330/24-330).
Indica que o freio motor está acionado (a
Freio motor tecla no painel está na posição ligado) -
somente 13/15/17-190 e 17/24-280.
Indica falha no sistema de injeção do
LIM (Lâmpada indicadora agente redutor ARLA 32 ou motor
de mau funcionamento do (motores Cummins).
26 sistema OBD Autodiagnose Indica falha no sistema de controle de
de Bordo) Injeção do emissão de poluentes (motores MAN D08).
agente redutor ARLA 32 IMPORTANTE: Procure imediatamente
um Concessionário MAN Latin America.

1-11
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Nº Item Indicação Observação


Indica quando a embreagem é exposta
a condições de desgaste prematuro (ex:
quando o motorista “descansa” o pé
sobre o pedal por mais de 20 segundos
Função de proteção da com velocidade superior a 10 km/h ou se
27
embreagem (1) o veículo atingir 40 km/h sem que seja
detectado o acionamento da embreagem
- ponto morto). Teste: acende-se ao
girar a chave de partida para a posição
“LIGADA”.
Acende-se em caso de divergência no total
de quilômetros gravados entre a unidade
28 Erro do tacógrafo
lógica e o tacógrafo ou falha no tacógrafo
(Ex.: Falta de disco).
Aviso do cinto de
29 Coloque o cinto de segurança.
segurança (opcional)
Indica que o nível de combustível está
- Baixo nível de combustível
baixo, abasteça o veículo.
Acende-se, caso a pressão do ar caia
Baixa pressão do ar no abaixo de 5,1 bar.
-
sistema de freio Teste: acende-se ao girar a chave de
partida para a posição “LIGADA”.
Teste: acende-se durante a partida do
Baixa pressão do óleo do
- motor, apagando-se após o motor entrar
motor
em funcionamento.
Superaquecimento do Teste: acende-se ao girar a chave de
-
motor partida para a posição “LIGADA”.
Esta função pode ser desabilitada através do uso da ferramenta “VCO”. Procure seu
(1)

Concessionário MAN Latin America para efetuar esta alteração.

1-12
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Instrumentos

50 60 70
40 80
30 90 6
20 100
4 8
10 110 2 10
0 km/h 6 120
0 12
4 8 125
2 10
0 12

92474-01 92475-01

Velocímetro Medidor de pressão do ar


O visor do velocímetro exibe a veloci- (manômetro)
dade do veículo e o medidor de pressão
do ar do sistema. ATENÇÃO
Um vazamento nos circuitos de ar
do sistema de freios, coloca em ris-
co a segurança de condução do veí-
culo. Se a pressão pneumática do
circuito for insuficiente, o veículo
permanecerá freado. Não coloque
o veículo em movimento até que a
pressão de trabalho do sistema de
freios seja alcançada, pois poderá
causar danos ao sistema de freios
e, posteriormente, comprometer a
frenagem.
O indicador de pressão indica constan-
temente a pressão existente nos circui-
tos de ar do sistema de freios.
O sistema de freios é de circuito duplo
e independente, com um circuito para
as rodas dianteiras e outro para as ro-
das traseiras.

1-13
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

25

6
30 4 8
2 10
km
0 12
0 Ad B

1
92480-01 92771-01

Indicador de perda de pressão Luz de advertência de baixa


no sistema pressão de ar no sistema de
Em caso de queda de pressão no siste- freios
ma para um nível abaixo do normal, o A luz de advertência (1) do
alarme dispara, e o display, o mesmo indicador de pressão dos
do hodômetro, indica qual circuito está freios no visor de informa-
apresentando problema, através das ções ao motorista se acenderá, associa-
indicações PRES 1 (para circuito tra- da a um alarme sonoro, para alertá-lo
seiro), PRES 2 (para circuito dianteiro) de que a pressão de ar do sistema de
ou PRES 1:2 (para os dois circuitos). freios está abaixo de 5,1 bar.
Esta indicação mantém-se constante
até que a pressão dos freios suba e ATENÇÃO
atinja 5,5 bar.
Com o veículo em movimento, caso
Ajuste do relógio de horas o alarme soe e a luz de aviso no
O ajuste do relógio pode ser feito ape- painel se acenda, é sinal de que a
nas através das funções do tacógrafo. pressão de ar no sistema de freios
é insuficiente. Reduza cuidado-
Consulte o o capítulo 2 deste manual.
samente a velocidade e estacione
o veículo a uma distância segura,
fora da estrada. Desligue o motor,
ligue as luzes de emergência e use o
triângulo de segurança a uma dis-
tância segura, para alertar outros
motoristas.

1-14
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

A faixa verde do tacômetro indica que


o motor está funcionando em rotação
15 20 normal de operação. A faixa amarela
10 25 indica rotações de maior eficiência do
freio motor. A faixa vermelha indica
5 30
1rpm
que o motor está em rotação excessiva,
0
x1
100
35 sujeito a danos.
O engrenamento de uma mar-
92663-01
cha superior ajuda a economizar
combustível e a reduzir os ruídos de
Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280 funcionamento.

15
10 20

5 25

1/min
0 x 100
30

1
92476-01 92477-01

Modelos 17/24-330 Indicador da pressão de óleo


Tacômetro (conta-giros) do motor
Não opere o motor em aceleração ple- Em condições normais de funciona-
na, abaixo da rotação de torque máximo, mento do motor, o ponteiro deve ficar
por mais de 30 segundos (consulte o acima da faixa vermelha. Oscilações do
capítulo “Especificações Técnicas”). ponteiro acima dessa faixa são normais.
Caso contrário, operar o motor nestas Caso o ponteiro caia, entrando na faixa
condições poderá causar sérios danos, vermelha, a luz de advertência (1) do
reduzindo sua vida útil, além de ser painel se acenderá e o alarme dispa-
considerado abuso do motorista. rará. Pare o veículo imediatamente
O tacômetro (conta-giros) indica o nú- e verifique o nível de óleo. Caso ne-
mero de rotações por minuto (rpm) do cessário, procure um Concessionário
motor. Utilize esse instrumento como MAN Latin America.
orientação nas mudanças de marcha.
1-15
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

25
1

30

km 0 Ad Blue 1 1

92467-01 92478-01

Hodômetro Indicador de temperatura


O visor do hodômetro mostra a quilo- Indica a temperatura da água do siste-
metragem parcial e a quilometragem ma de arrefecimento do motor. Quan-
total. do o ponteiro atinge a faixa vermelha,
Para zerar a quilometragem parcial, a luz de advertência (1) se acende e o
pressione o botão (1) por 2 (dois) se- alarme sonoro é acionado.
gundos.
ATENÇÃO
• Com o motor quente, não re-
mova a tampa do reservatório.
• Vapor e fluido muito quentes,
sob pressão, podem escapar e
causar acidentes pessoais.
• Aguarde até que o ponteiro in-
dicador de temperatura fique
na indicação de temperatura
mínima (conforme ilustração).
• Cubra a tampa com um pano
grosso, para proteger-se contra
o vapor ou líquido quente.
• Gire a tampa lentamente.

1-16
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Superaquecimento do motor
Causas prováveis de um superaqueci-
mento: 1
1/2
2
• Nível do líquido de arrefecimento
abaixo do normal;
0
0 1
1
• Obstrução das aletas do radiador
por acúmulo de barro, folhas, inse- 1
tos, amassados, etc.;
92479-01
• Válvulas termostáticas com fun-
cionamento irregular ou acopla-
Indicador do nível de
mento do sistema eletromagnético
combustível
da hélice do radiador com baixa
eficiência. Nota:
• Óleo do motor abaixo do nível Evite o esgotamento total do com-
normal. bustível no reservatório, pois, se isso
Se o sistema de alarme indicar uma ocorrer, entrará ar na tubulação de
condição de superaquecimento, ou hou- combustível, sendo necessário exe-
ver qualquer razão para suspeitar que cutar a sangria do sistema.
o motor esteja superaquecendo, pare A quantidade de combustível na reser-
o veículo em local seguro, desligue o va é indicada pela faixa vermelha e a
motor e procure a causa do superaque- luz de advertência (1) se acende.
cimento. Se necessário, consulte um É recomendável completar o tanque de
Concessionário MAN Latin America. combustível ao final do dia para evi-
Nota: tar que, com a queda da temperatura
Em caso de pane elétrica, a hélice durante a noite, haja condensação da
pode ser travada à polia do motor, umidade do ar e formação de água em
através de parafusos de fixação exis- excesso no tanque.
tentes na própria embreagem eletro-
magnética. Veja detalhes no capítulo
“Instruções de Manutenção”.

1-17
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Visor de informações ao motorista

1
1/2
2

0
0 1
1

15 15 20 50 60 70
10 20 40 80
10 25 30 90
5 25 20 100
5 30
10 110
1rpm
1/min
00x1
x1100
00
30 0 km/h 120
35 4
6
8 125
2 10
km 0 Ad Blue 1
0 12

92481-01

O visor (1) no centro do painel tem duas funções:


a) Indicar os símbolos representativos de funções que estão sendo utilizadas no
veículo e de anormalidades que possam estar ocorrendo (veja abaixo);
b) Indicar as funções do computador de bordo.
Ao ligar a chave de partida, aparecem no visor a data e a hora e logo em seguida,
as funções disponíveis no veículo. A qualquer momento, caso aconteça alguma das
indicações abaixo, a luz de aviso correspondente aparece no visor, sobrepondo-se a
qualquer informação do computador de bordo que esteja sendo exibida.
Luzes de aviso do visor
Símbolo Indicação Observação
Indicador de falha grave.
Caso se acenda com o veículo em
Pare
movimento, PARE o veículo assim que
as condições de trânsito forem seguras.
Dê a partida no motor após esta luz se
Aguarde para dar partida
apagar.

1-18
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Símbolo Indicação Observação


Freio ABS Não utilizado para esses modelos.

Freio ABS do reboque Não utilizado para esses modelos.

Acende-se caso o sistema apresente


Falha na transmissão falha (somente para 17-280/24-280/
17-330/24-330).
Temperatura do óleo da
Não utilizado para esses modelos.
transmissão

Controle de basculamento Não utilizado para esses modelos.

Indicações de marcha Indica a marcha que está engatada.


Manut.
Acende-se ao atingir o período
Manutenção
programado para manutenção.

Acende-se caso o motor apresente


Falha no motor
falha.

Retardador Não utilizado para esses modelos.

Bloqueio do diferencial Não utilizado para esses modelos.

Indica que a tomada de força está


Tomada de força
ativada (PTO).

Bloqueio entre-eixos Não utilizado para esses modelos.

1-19
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Sistema de alarme e proteção do motor

1 1/2 A lâmpada (3) do sistema de auto-


3 diagnose de bordo (OBD) acende-se
0 1
quando ocorre uma falha do sistema de
Motor
controle de emissões e/ou o nível de
50 60 70 NOx emitido pelo escapamento está
40 8
30 fora do especificado ou quando há falta
20 de agente redutor ARLA 32 (somente
PARE 102 para motor Cummins ISL).
0 km/h 6 Nas falhas listadas a seguir, se o veícu-
92988-01
4 8
2 10
lo continuar em movimento, haverá o
Sistema de autoproteção do despotenciamento do motor, ou seja, o
motor motor irá perder potência:
O motor eletrônico informa, por meio • Superaquecimento do motor;
das luzes de aviso no painel, possíveis • Baixo nível do líquido de arrefeci-
falhas em seus componentes ou sistemas. mento;
O triângulo (1) amarelo acende-se • Baixa pressão do óleo lubrificante;
quando uma falha moderada ocorre • Todas as falhas relacionadas ao
no veículo, acompanhado do ícone ao sistema de controle de emissões
qual a falha está associada. (OBD), com nível de NOx superior
Nesse caso, não é necessário parar o a 7,0 g/kwh;
veículo. Na primeira oportunidade, diri- • Na falta do agente redutor ARLA 32
ja-se a um Concessionário MAN Latin (somente para motor Cummins
America para verificar o problema. ISL).
A palavra PARE (2) indica que uma
Nota:
falha grave está ocorrendo. Pare o
Algumas falhas são vistas somente
veículo imediatamente, assim que as
quando o motor está ligado e/ou
condições de trânsito sejam seguras.
quando o veículo está em movimen-
No visor, aparecerá o ícone ao qual a
to. Nesses casos, a luz no painel se
falha está associada e o alarme soará.
acenderá com o veículo em movi-
mento. Leve o veículo a um Conces-
sionário MAN Latin America para
identificar a falha com equipamento
de diagnóstico.

1-20
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Piloto automático*

Veículos com motor Cummins:


2 1
– Pressione o botão “SET” (4) na ala-
vanca da coluna de direção ou botão
SET (3) no conjunto de interruptores
1

painel. O veículo manterá a veloci-


dade programada.
Veículos com motor MAN D08:
– Pressione o botão “SET” (4) na
3 92887-01 alavanca da coluna de direção ou
botão SET (3), no conjunto de
O piloto automático permite manter interruptores do painel. O veículo
constantes as velocidades acima de manterá a velocidade programada.
48 km/h, sem a necessidade de manter
Obs: Somente na primeira ativação,
o pedal do acelerador pressionado.
também pode ser usado o botão RE-
– Ligue o botão do piloto automático SUME (2).
(1).
A luz indicadora do painel de ATENÇÃO
instrumentos se acenderá.
O comando do piloto automático
será desativado se o pedal do freio
ou o pedal da embreagem forem
pressionados, ou ainda quando a
rotação estiver abaixo de 1.000 rpm
(somente motores cummins). Po-
rém os dados permanecerão na
memória.
Para alterar a velocidade programada:
– Pressione e mantenha pressionado
– Acelere até a velocidade desejada o botão com a seta para cima (2)
para aumentar a velocidade ou seta
(acima 48 km/h).
para baixo (3) para diminuir.
Caso a velocidade programada ante-
riormente tenha sido alterada:
– Um toque no botão (2) RESUME,
o sistema do piloto automático
reconduz o veículo à velocidade
anteriormente programada.
1-21
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Computador de bordo

0
ATENÇÃO
– Use o piloto automático somen-
te em estradas retas, quando
as condições de trânsito forem 5 3
favoráveis e permitirem que
uma velocidade constante seja 20
30
mantida. 10
– Nunca se distraia ou perca a 92992-010
atenção quando o piloto auto- 5
mático estiver ativado. As funções do computador de bordo
– Em um declive acentuado a são mostradas no visor, localizado no
tendência é o veículo aumentar centro do painel de instrumentos. O vi-
a velocidade. sor do computador de bordo funciona
quando a chave é acionada.
As informações de data e hora apare-
cem automaticamente quando a chave
é acionada.

1-22
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Alteração de data e hora


O computador de bordo reproduz a
data e a hora do tacógrafo eletrônico. +

Alterando a data e a hora do tacógrafo,


os dados são alterados automaticamen-
te no computador de bordo. Menu

As seguintes informações podem ser


acessadas no visor do computador de 1
bordo: 81826-01

• Data;
Para obter informações no computador
• Hora; de bordo:
• Consumo instantâneo de combustível;
A chave de partida deverá estar ligada.
• Média de consumo de combustível;
– Aperte o botão “Menu” (1) no pai-
• Consumo de combustível da viagem;
nel de instrumentos.
• Velocidade média da viagem;
– Para navegar pelas diversas telas,
• Tempo total da viagem;
aperte novamente o botão “Menu”
• Tempo rodado da viagem com até localizar a informação desejada.
velocidade acima de 6 km/h;
Veja as informações a seguir:
• Tensão da bateria;
• Quilometragem faltante para a
próxima manutenção;
• Horímetro;
• Funções ativas;
• Falhas ativas.

1-23
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

0 1 Informação
Viagem
Consumo
Diesel
1
1 37 km/h 40
2,3 l/h 4 25 1:40 h 2 30
2,5 km/l 2 30 1:09 h 20
20 30 3
25 24l 11:35 10
3 21.09.10
11:35
10 0 km/h
21.09.10 35 4
30 0 km/
km
92584-02 92994-01

Visor de consumo de Visor de informação da viagem


combustível Pressione o botão “Menu”, até que a
No visor, podem ser visualizadas as in- tela “Informação da Viagem” seja vi-
formações do consumo de combustível: sualizada. Nesse visor, podem ser
1) Consumo instantâneo consultados os dados:
2) Média de consumo - do 1 – Velocidade média da últi-
último percurso, depois de ze- ma viagem realizada, depois
rar o hodômetro. de zerar o hodômetro.
3) Consumo de combustí- 2 – Tempo total desde o último
vel - gasto durante o último reset.
percurso, depois de zerar o 3 – Tempo rodado com veloci-
hodômetro. dade acima de 6 km/h.
Nota:
Abaixo de 3 km/h, o consumo instan- Indica por quanto tempo o veículo es-
tâneo será indicado em l/h (litros por teve em movimento.
hora).
Reinício dos dados
Os dados de “consumo de combustí-
vel” e “informação de viagem” podem
ser zerados a qualquer momento, man-
tendo o botão “RESET” (4) pressiona-
do por mais de 2 segundos ou zerando
o hodômetro do velocímetro.

1-24
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

0 3 – Horímetro
Informação Indica o número de horas
Veículo de funcionamento do motor, desde a
1
28.2 V
montagem do veículo na fábrica, com
5 2 3
o veículo em movimento ou parado. As
1730 km
horas são cumulativas e não podem ser
3200 h 20 zeradas.
30 3
11:35 10
21.09.10

5 92587-010

Visor de informações do
veículo
Com o motor em funcionamento, pres-
sione o botão “Menu” até que a tela “In-
formação do Veículo” seja visualizada.
Nesse visor, podem ser consultados:
1 – Tensão do sistema elétrico
Exibe constantemente a ten-
são que está sendo fornecida pelo al-
ternador. Normalmente, deve estar en-
tre 27 e 29V. Se a tensão exibir valores
fora do indicado, leve o caminhão a
um Concessionário MAN Latin Ame-
rica para verificar o sistema elétrico.
2 – Quilometragem faltante
para a próxima manutenção
Exibe quantos quilômetros faltam para
executar a próxima revisão.
Ao chegar a zero, uma luz de aviso
acende-se no painel. Veja mais deta-
lhes adiante.

1-25
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

0 0

Funções Manutenção
Ativas 1

5 3 5 3
2 20 20
30 30
15:39
19.07.10
10 Press Menu 10

5 92757-040 5 92995-010

Visor de funções ativas Aviso de manutenção


Com o motor em funcionamento, pres- Quando o símbolo acima aparecer no
sione o botão “Menu”, até que a tela de Visor de Informações ao Motorista,
“Funções Ativas” seja visualizada. significa que o veículo atingiu a qui-
Nessa tela, você verá as funções ativas lometragem prevista para executar a
para o veículo no momento, como, por manutenção preventiva e deve ser le-
exemplo, pré-aquecimento do sistema vado a um Concessionário MAN Latin
de admissão de ar do motor (2) (se America.
equipado com esta função). Após a execução da revisão, o sistema
Em todas as telas(1), no canto superior é zerado pelo Concessionário MAN
direito, teremos a informação sobre a Latin America, iniciando uma nova
marcha utilizada (1). contagem regressiva para a próxima
revisão.
N - Veículo na posição Neutro.
R - Veículo em ré. Escolha do intervalo de manutenção
1, 2, 3 ... - Os números indicam a mar- De acordo com o tipo de operação no
cha engatada. Veja capítulo “Caixa de qual o veículo será empregado, ele
Mudanças”. pode ser classificado como: serviço
C (Crawler) - Super-reduzida (somen- rodoviário, serviço misto ou serviço
te para 17-280/24-280). severo.
Cada uma das aplicações tem intervalo
de manutenção com quilometragens
diferentes. Veja o manual “Garantia e
(1) Manutenção”.
A informação de marchas é visualizada em
qualquer uma das telas do computador de bor-
do, não somente na de “Funções Ativas”.
1-26
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Aviso de falha no veículo

O Concessionário MAN Latin America 1/2


1
programa as revisões no computador
0 1
de bordo, de acordo com a operação
na qual o veículo será utilizado. Essa Motor

definição é a mesma que vai constar no 0 5


23040
manual de “Garantia e Manutenção”. 25
Qualquer alteração na programação só 20
30
poderá ser feita em um Concessionário PARE 103
MAN Latin America. 0 km/h
35
92996-01 2
k

A qualquer momento, se ocorrer qual-


quer anormalidade ou falha no veículo,
no visor do computador de bordo irá
aparecer o símbolo relacionado à anor-
malidade.
Essa informação se sobrepõe à informa-
ção que estiver sendo mostrada no visor.
Exemplo de notificação:
2: Falha leve no motor
1+2: Falha moderada no motor
3+2: Falha grave no motor

Nota:
Uma falha sempre será indicada
pelo símbolo do sistema afetado,
podendo ainda vir acompanhado do
símbolo “Pare” ou “Alerta” (delta
âmbar), dependendo de seu nível de
severidade.

1-27
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Tacógrafo eletrônico

Falhas do
Veículo

5 3
20
30 12:09
21.09.10 10

5 92594-010

Para validar a falha, com a chave na O tacógrafo está localizado no centro


posição “LIGADA” ou com o motor do painel.
em funcionamento, pressione o botão Em um disco próprio, o tacógrafo re-
“Menu”, até que a tela de “Falhas do gistra, entre outras coisas, a velocidade
veículo” seja visualizada. do veículo.
A tela inicial é trocada pela tela “Falhas Utilize somente discos de tacógrafo
do veículo”, permitindo a visualização recomendados para esse aparelho, a
de quais módulos eletrônicos do ve- fim de não danificá-lo.
ículo estão com falhas ativas. Podem
Consulte o capítulo de Instruções do
aparecer um ou mais módulos no visor.
Tacógrafo para mais informações.
Para mais informações consulte o li-
vreto “Código de Falhas”. Notas:
• O tacógrafo possui lacres em 3
pontos distintos do veículo. A
adulteração dos lacres, além de
ilegal, levará à perda da garantia.
• A aferição do tacógrafo eletrô-
nico deve ser feita somente em
postos autorizados. Consulte o
seu Concessionário MAN Latin
America.
• Verifique se o tacógrafo do seu
veículo é do tipo semanal ou
diário e consulte o respectivo
capítulo.

1-28
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Interruptor de acionamento do 3º eixo* (24-280/24-330)

Com o veículo carregado, podem


surgir situações onde o 3º eixo pode-
rá ser suspenso, como em entrada de
rampas ou passagens com depressões
1

acentuadas, onde ocorre patinamento


das rodas. Nesses casos, o 3º eixo pode
ser levantado a fim de aliviar a carga
do eixo auxiliar e consequentemente
1 aumentar a capacidade de tração do
91756-01 eixo motriz.
O interruptor (1) no painel aciona o Após passar o obstáculo, o 3º eixo
suspensor pneumático do 3° eixo. deve ser novamente abaixado.
– Para ativar e desativar o sistema, o
veículo deve estar em uma veloci-
dade inferior a 6 km/h.
– Para ativar, pressione o interruptor
(1) por mais de 2 segundos.
Uma luz no painel permanece
acesa enquanto o eixo estiver
suspenso.
Notas:
• Nunca trafegue com o 3º eixo
suspenso quando o veículo esti-
ver carregado.
• Nunca levante o 3º eixo para sair
de atoleiros.
• Em caso de chuva, com ou sem
carga, trafegue com o 3º eixo
abaixado para garantir a dirigi-
bilidade.

1-29
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Controle de rotação do motor*

Utilização do controle de
2 1
rotação
1 A utilização do controle de rotação
descrita a seguir é baseada nos parâ-
metros predefinidos pela fábrica para
este veículo. Os parâmetros podem
ser alterados de acordo com as neces-
sidades da aplicação do veículo, tipo
3 92887-01 de implemento, etc. A alteração dos
parâmetros pode ser feita nos Conces-
Esta característica do motor eletrônico sionários MAN Latin America.
permite regular e manter constante a Essa função sai desabilitada de fábrica
rotação para trabalhar com tomada de e pode ser habilitada nos Concessioná-
força, como, por exemplo, compacta- rios MAN Latin America.
dor de lixo.
A tecla (1) seleciona o controle de ro- 2 1
tação, mantendo-o em espera (uma luz
de aviso acende-se no painel). 1

A tecla (2) aumenta a rotação.


A tecla (3) diminui a rotação.
Nota:
A rotação só começará a ser alterada
após o primeiro toque na tecla (2) ou 3 92887-01
(3), estando a tecla (1) ligada.
• Pressione a tecla (1) para
Para os veículos 13/15/17-190 e
selecionar o controle de
17/24-280, o freio motor deve estar
rotação (o sistema estará
desligado para permitir o aumento
em espera e uma luz de aviso
da rotação do motor.
acende-se no painel).

1-30
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Seleção dos valores pré-programa-


4
dos de rotação:
Ao pressionar e liberar a tecla (3), a
rotação de 850 rpm(1) será selecionada.
1

Ao pressionar e liberar a tecla (2), a ro-


tação de 1500 rpm(1) será selecionada.
Ao pressionar e liberar as teclas (2)
e (3) simultaneamente, a rotação de
1100 rpm(1) será selecionada. 92888-01

Incremento e decremento da rotação: Após definir a rotação do motor, a


Pressione a tecla (2) para incrementar tomada de força pode ser acionada.
a rotação, limitada ao valor máximo de Pressione a tecla (4) por 2 segundos
1900 rpm(1). para acionar a tomada de força.
Pressione a tecla (3) para decrementar
Nota:
a rotação, limitada ao valor de marcha
Os parâmetros de utilização da
lenta(1).
tomada de força também podem
O controle de rotação deixa de fun- ser programados de acordo com a
cionar se: aplicação do implemento. Consulte
o seu Concessionário MAN Latin
• O pedal do freio for pressionado;
America.
• O pedal da embreagem for pressio-
nado;
• A tecla (1) for desligada.
Nota:
O pedal do acelerador funciona
normalmente quando o controle de
rotação está ativado. A aceleração
irá até a rotação de corte do motor.

A alteração dos parâmetros pode ser feita nos


(1)

Concessionários MAN Latin America.


1-31
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Interruptores

Interruptor das luzes de Interruptor das luzes (1)


emergência Desligado;
Lanternas ligadas;
ATENÇÃO
Faróis baixos ligados;
Sempre estacione o veículo a uma Os faróis só se acendem com a chave
distância segura, fora da estrada, de partida na posição “LIGADA”.
quando parar para reparos. Não
estacione ou opere o veículo em Nota:
área onde o sistema de escapamen- Se, ao estacionar o veículo, os faróis
to, aquecido, entre em contato com forem deixados ligados, o alarme
grama seca, mato, combustível disparará ao se abrir a porta (com a
derramado ou qualquer outro ma- chave de partida fora do contato).
terial que possa causar incêndio.
Reostato da iluminação do
Em caso de impossibilidade de se pros- painel de instrumentos (2)
seguir trafegando com o veículo, pare-o
Controla a intensidade da iluminação
em lugar seguro e ligue as luzes de emer-
do painel de instrumentos. Girando o
gência. Utilize também o triângulo de
botão para a direita, aumenta a intensi-
segurança a uma distância que garanta
dade e, para a esquerda, diminui.
a sinalização aos outros motoristas.
Se o botão estiver para dentro, pressione-o
uma vez para que saia e facilite o manuseio.
Nota:
O botão do reostato gira sem esfor-
ço. Não o force além do seu limite,
pois poderá danificá-lo.
1-32
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Importante:
1
A melhor utilização do freio motor se
dá na rotação compreendida na faixa
amarela do tacômetro (conta-giros).
Se o freio motor estiver acionado e
a rotação do motor entrar na faixa
Menu vermelha, o alarme soa e a lâmpada
de indicação do freio motor oscila
indicando que o motor está entran-
82889-01 do em regime de sobregiro. Caso
ocorra excesso de rotação com o
Freio motor (13/15/17-190 e freio motor acionado, a lâmpada de
17/24-280) aviso de falha também se acenderá
O freio motor aumenta o poder de (triângulo amarelo acima do “visor
frenagem do veículo, reduzindo o des- de informação ao motorista”). Nes-
gaste das guarnições (lonas) do freio. se momento automaticamente será
Para atuar o freio motor, acione o inter- gravado um código de falha por
ruptor (1) no painel. Nessa condição, excesso de rotação na memória do
sempre que os pedais do acelerador e módulo eletrônico.
da embreagem estiverem livres, o freio
motor atuará automaticamente.
Quando o interruptor for acio-
nado, uma luz indicadora no
painel de instrumentos permanecerá
acesa.

1-33
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Freio motor com potência de frena-


1 2 gem de 100%
Com o interruptor (1) ligado, acione
o interruptor (2). Nessa condição,
+

sempre que os pedais do acelerador


e da embreagem estiverem livres, o
Menu
freio motor atuará automaticamente
com 100% do poder de frenagem (atua
sobre as válvulas de escape do motor).
82890-01
Quando o interruptor (2) for
Freio motor (17-330/24-330) acionado, a luz indicadora de
seleção de freio motor no painel de ins-
ATENÇÃO trumentos permanecerá acesa.

Não utilize o freio motor com o Importante:


veículo vazio ou desacoplado, A melhor utilização do freio motor
especialmente em curvas, pistas se dá na rotação compreendida na
molhadas ou escorregadias e ca- faixa amarela do tacômetro (con-
minhos com neve. ta-giros) com a 4ª marcha engatada
(ou marcha inferior).
O freio motor aumenta o poder de
frenagem do veículo, reduzindo o des- Nota:
gaste das guarnições (lonas) de freio. O nível de 100% atua como com-
plemento à atuação de frenagem de
Freio motor com potência de frena-
50%. Portanto, a frenagem de 100%
gem de 50%.
somente será ativada se a frenagem
Para ligar o freio motor, acione o inter- de 50% também estiver ativada.
ruptor (1) no painel. Nessa condição,
sempre que os pedais do acelerador ATENÇÃO
e da embreagem estiverem livres, o
Se o motor atingir a rotação de
freio motor atuará automaticamente
2450 rpm ou superior, a indica-
com 50% do poder de frenagem (atua
ção PARE no painel se acende e é
somente sobre as válvulas de escape
registrado um código de falha no
do motor).
módulo eletrônico do motor.
Nessa opção o freio motor funcionará
em 3 cilindros.

1-34
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

1
4
T
SE

91605-01 91606-01

Alavanca de comando do Limpador e lavador do para-brisa


indicador de direção, luz alta, A chave de partida deverá estar na posi-
acionamento do limpador ção “LIGADA”.
de para-brisa e set do piloto Gire a alavanca (4) para acionar o limpa-
automático dor:
Seta à direita – alavanca para cima (1). 0 Desligado.
Seta à esquerda – alavanca para baixo (2). - Temporizador.
As luzes de direção só funcionam com O intervalo normal entre as varridas
a chave de partida na posição “LIGA- do limpador do para-brisa é de apro-
DA”. ximadamente 6 segundos.
Para alterar o intervalo: ligue o lim-
Farol alto pador, desligue e ligue novamente.
Puxe a alavanca em direção ao volante (3). O novo intervalo será igual ao tempo
Com o farol alto ligado, a luz de aviso em que o limpador ficou desligado.
se acenderá no painel. Este intervalo pode variar entre 1 e 30
segundos aproximadamente.
Nota: Nota:
A chave de partida deve estar na po- Se o limpador ficar fora da posição (1)
sição “LIGADA” e o interruptor das “Temporizador” por mais de 30 segun-
luzes deve estar na posição “faróis dos, o intervalo programado anterior-
ligados”. mente é cancelado automaticamente
Mudança de facho do farol e a velocidade retorna ao intervalo
padrão de 6 segundos.
Pressionando a alavanca em direção ao
volante, muda-se o facho de baixo para I Velocidade baixa.
alto e vice-versa. II Velocidade alta.
1-35
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO
Cinzeiro e acendedor de
cigarros

T
SE

91607-01

Para esguichar água no para-brisa, em- Cinzeiro


purre o corpo da alavanca em direção Para usá-lo, puxe a tampa para abri-lo.
ao volante (5).
Após o uso, empurre-o para cima, até
travá-lo.
6
T
SE

91608-01

Piloto automático
Pressionando o botão (6), habilita o Para limpeza, remova a bandeja do
piloto automático. alojamento.

1-36
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Instalação do rádio

Acendedor de cigarros - 12 volts Os cabos de ligação estão fixados na


tampa do compartimento destinado
Para usá-lo, pressione o botão total-
à instalação do rádio, localizada no
mente. Após alguns segundos, o acen-
painel.
dedor retornará pronto para ser usado.
Após o uso, coloque-o de volta no alo-
jamento, sem pressioná-lo.

ATENÇÃO
Após o uso do acendedor de ci-
garros, sua resistência permanece
aquecida por alguns instantes
mesmo que não esteja com aparên-
cia incandescente. Portanto, não
a coloque em contato com a pele 1 - Antena;
ou com componentes que possam
2 - Tomada de força;
ser danificados pela temperatura,
como revestimentos internos, pai- 3 - Conexão para alto-falantes.
nel e estofamentos. Nota:
Para alguns modelos de rádio, pode
ser necessário utilizar um adaptador
entre a conexão do rádio e dos cabos
existentes no veículo, consulte um
Concessionário MAN Latin America.

1-37
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Tomada elétrica 12V*

Tomada para ligação (1) de equipa- Tempo máximo de


mentos elétricos de 12 volts. permanência dos
Nota: equipamentos ligados, sem
Verifique se a tomada do conector afetar a partida do motor
do aparelho é compatível. Caso con- Considerando: bateria em boas condi-
trário, poderá danificar a tomada. ções de uso, motor do veículo desligado
Para um melhor uso da tomada elétri- e consumo dos diversos equipamentos
ca, sem prejuízo da partida do motor, a ligados ao mesmo tempo.
bateria do veículo deve estar em boas
condições. Tempo (horas)
consumo
A partida do motor exige que a bateria bateria 135Ah
tenha uma boa reserva de energia. Por 20W 62h
isso, ao ligar equipamentos elétricos 60W 21h
na tomada, deve-se observar a potên- 90W 13h50min
cia que os equipamentos consomem 120W 10h40min
e o tempo que permanecem ligados, 160W 7h50min
principalmente quando o veículo esti-
180W 7h10min
ver parado (o alternador não está car-
regando a bateria).

1-38
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Iluminação interna da cabine

Nota:
Para a opção de uso de baterias de
170 Ah para os veículos 17-190/17-
280/24-280/17-330/24-330, o tempo
de uso torna-se 30% maior.
Lembre-se de que cada farol baixo li-
gado consome 55W aproximadamente.
• Observe no aparelho a ser ligado
a potência que o mesmo consome,
que é medida em Watts (W).
• Lembre-se de que deve ser consi- A cabine possui 2 lâmpadas no teto (1)
derada sempre a soma de todos os e uma para o ambiente da cama leito
aparelhos que estejam ligados na (2), na parede lateral direita.
tomada e no acendedor de cigarros,
ao mesmo tempo.
• Considere também que se os
faróis, as lanternas, o limpador
do para-brisa ou qualquer outro
equipamento elétrico do veículo
estiverem ligados, deve-se somar
o seu consumo aos dos acessórios
ligados nas tomadas.
Seguem alguns exemplos de potência
de aparelhos, apenas como referência, O corpo da lâmpada funciona como
pois a potência varia de acordo com o interruptor, com 3 posições:
fabricante, tamanho, etc.
1 - ligada;
Televisão ......................................85W
CD player / rádio + 2 - ligada com a porta aberta
auto-falantes .................................60W (a chave de partida deve estar
Ventilador .....................................50W fora do contato);
Carregador de celular .....................3W 3 - desligada.
Pressione a extremidade da lâmpada
para a posição desejada de iluminação.

1-39
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Aquecimento* e ventilação

Temporizador das luzes


internas
Se qualquer das lâmpadas estiver na
posição “ligada com a porta aberta”
(2), a mesma permanecerá acesa por
15 segundos após o fechamento das
portas.

Controles
Regulador de temperatura - (A)
Sentido horário - aumenta a temperatu-
ra do ar (ponto vermelho).
Sentido anti-horário - diminui a tempe-
ratura (ponto azul).
Para dosar o aquecimento, gire o sele-
Botão do console central* tor para a posição desejada.
Através do botão do console central, Interruptor de velocidade do ven-
pode-se acender as luzes internas da tilador - (B)
cabine. Para utilizá-lo, as portas de-
A saída do ar é regulável em 3 veloci-
vem estar fechadas e pelo menos um
dades:
dos interruptores das 3 lâmpadas deve
estar na posição “ligada com a porta 0 - Desligado;
aberta” (2). 1 - 1ª velocidade (baixa);
2 - 2ª velocidade (média);
3 - 3ª velocidade (alta).

1-40
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Interruptor da recirculação do ar - (E)


Pressione o botão (E) para obter a re-
circulação do ar interno na cabine.
A luz de aviso no botão permanece
acesa enquanto a recirculação do ar
estiver ligada. Nessa condição, é ve-
dada a entrada de ar externo na cabine.
Esse recurso deve ser utilizado ao se
atravessar trechos com muita poeira,
mau cheiro, excesso de fumaça, etc.
Após atravessar o trecho, aperte no-
vamente o botão para desligar a recir-
culação.

1-41
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

1 1

3 3
PARE 1/ 2
15 20 50 60 70
40 1 80
10 X 100 25 0
30 km/h 90

20 100
5 30
15 10
50 60 70
110

2 5
10 0

41hmn6
20

25
35

1/2
0

20
10
30
40 120 80
125 90
100
110
M

2
0 30 0 120

3
x100

3
2 8 6 1
4 8 125 2
2 10 0 3
0
0 10 km1/1
0 Ad Blue 1 0 12

AC

4 4

92548-01

Direção do fluxo de ar
1- Para o para-brisa;
2- Para o vidro da porta;
3- Para o peito;
4- Para os pés.

1-42
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Distribuição do ar Difusores de ar
Seletor rotativo (C) A saída de ar pode ser controlada nos
Gire o seletor para a posição desejada, difusores 3 (figura da página anterior)
conforme o quadro abaixo: da seguinte forma:
Ventilação aberta
Desembaçar o para-brisa Botão serrilhado (F) na posição.
Ventilação fechada
Ar na direção dos pés, do
Botão serrilhado (F) na posição.
peito e levemente para o
para-brisa O botão (G) controla a saída do ar para
Ar na direção do peito e as laterais e verticalmente.
dos pés

Ar na direção do peito

1-43
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

81866-01
81866-01

Ventilação pelo teto


A cabine vem equipada com teto ven-
tilante, que permite a troca de ar pela
escotilha de ventilação.
Para ajustá-lo, pressione para cima
o lado a ser ventilado, conforme in-
dicado pelas setas. O teto ventilante
também pode ser ajustado nas posições
conforme ilustrado acima.

1-44
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Ar-condicionado*

Importante:
• Não fume dentro do veículo
enquanto o ar-condicionado es-
tiver em funcionamento e com a
tecla (E) apertada (recirculação
ligada), pois isso provocará uma
permanente emissão de odor de-
sagradável e que só será sanada
com a substituição do evaporador.
• Coloque o ar-condicionado em
O sistema do ar-condicionado funciona funcionamento pelo menos uma
com o motor ligado, com temperaturas vez por mês, por, no mínimo, 5
externas superiores a +5°C, aproxima- minutos, com a tecla (D) aperta-
damente, com o regulador (A) sem ter da. Esse procedimento é impres-
sido totalmente girado para a direita cindível para que não haja res-
(ponto vermelho) e com o interruptor secamento dos anéis de vedação
(B) nas posições (1), (2) ou (3). do sistema, o que poderá causar
vazamento do gás refrigerante.
Ligar/desligar o
• O ar-condicionado está progra-
ar-condicionado
mado para se desligar, quando
O sistema é ligado apertando-se a tecla a temperatura do líquido de ar-
(D). A luz da tecla se acenderá e per- refecimento estiver alta.
manecerá acesa durante todo o tempo
em que o sistema permanecer ligado.
Para desligar o sistema, basta apertar
novamente a tecla (D), apagando-se a
luz do botão.
Com o sistema ligado, abaixa-se a
temperatura e a umidade do ar no in-
terior da cabine. Aumenta-se, assim,
o conforto aos ocupantes do veículo e
evita-se o embaçamento do para-brisa
e dos vidros.

1-45
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Refrigeração normal Refrigeração máxima


• Regulador (A) na posição confor- • Regulador (A) girado totalmente no
me desejado. sentido anti-horário (ponto azul).
• Interruptor (B) na posição de ven- • Interruptor (B) na posição 3.
tilação desejada. • Seletor (C) na posição desejada.
• Seletor (C) na posição desejada. Na posição do seletor, deverá
Na posição do seletor, deverá haver pelo menos um difusor
haver pelo menos um difusor aberto no painel de instrumentos,
aberto no painel de instrumentos, para não congelar o sistema de
para não congelar o sistema de refrigeração.
refrigeração. • Aperte a tecla (E).
• Mantenha os vidros fechados. • Mantenha os vidros fechados.
• Aperte a tecla (D). • Aperte a tecla (D).

1-46
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Instruções gerais Desembaçamento do


• Quando a temperatura externa e para-brisa e dos vidros
a umidade do ar forem elevadas, Girando totalmente
poderá pingar água da condensa- Regulador (A) para a direita
ção do evaporador, formando uma (ponto vermelho)
poça embaixo do veículo. Essa é Interruptor (B) Posição (3)
uma condição normal e não é sinal
de vazamento. Seletor (C) Posição
• Para evitar o embaçamento do Tecla (D) Desligada
veículo, coloque o ventilador Tecla (E) Desligada
na velocidade mais baixa com o
interruptor (B) na posição (1) e o
seletor (C) na posição .
• Se o ar-condicionado permanecer
durante um período mais longo sem
funcionar, poderão ser percebidos
odores desagradáveis. Para eliminar
ou evitar esses odores, o sistema
deverá ser ligado pelo menos uma
vez por mês na velocidade mais alta
do ventilador, mesmo nas épocas
mais frias. Nesta ocasião, abaixe os
vidros por alguns instantes.

1-47
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Chaves

Para manter o para-brisa e os Acompanham o veículo dois jogos de


vidros desembaçados chaves, dos quais um deve ser guarda-
do como reserva.
Posição da
A chave (1) é utilizada para ligar o
Regulador (A) refrigeração
desejada
sistema elétrico, dar partida no motor,
abrir e fechar as portas. A chave (2) é
Interruptor (B) Posição (2)
utilizada para abrir e fechar a tampa do
Seletor (C) Posição reservatório de combustível e também
Tecla (D) Ligada para destravar a bomba hidráulica de
basculamento da cabine (opcional).
Tecla (E) Desligada
A chave (3) é utilizada para abrir e fe-
char a tampa do reservatório do agente
redutor ARLA 32 (somente veículos
com motor Cummins).
Nota:
É aconselhável anotar o número
gravado na chave de partida (1)
para, em caso de extravio, solicitar
uma cópia à MAN Latin America.

1-48
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Portas e janelas

Nota:
Para aumentar a segurança do
usuário, é possível alterar o fun-
cionamento das travas das portas,
conforme segue:
• Travando uma das portas, a ou-
tra é automaticamente travada;
• Destravando uma das portas,
somente essa porta será destra-
vada;
Portas do motorista e do • Para destravar as duas portas
acompanhante simultaneamente, é necessário
destravar a porta, travá-la nova-
As portas podem ser abertas e fechadas
mente e, em seguida, destravá-la
por fora com a chave.
em um tempo inferior a 5 segun-
Para travar as portas por dentro da ca- dos. Com isso, as duas portas são
bine, pressione a maçaneta (A). destravadas ao mesmo tempo.
A porta do motorista só pode ser fecha- Para habilitar essa função, procure um
da por fora com a chave. Isso evita a Concessionário MAN Latin America.
possibilidade de trancar o veículo com
a chave no contato.
Porta com trava elétrica*
As portas são automaticamente trava-
das quando o veículo atingir a veloci-
dade de 15 km/h.
Ao travar uma das portas, a outra é
automaticamente travada e, ao destra-
var uma das porta,s a outra é também
automaticamente destravada.

1-49
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Bancos

Mecanismo de acionamento
ATENÇÃO
manual do vidro da porta
Regule a posição do banco antes de
Gire a manivela para abrir ou fechar a
colocar o veículo em movimento.
janela.
Banco do motorista com mola
a gás
1 - Alavanca de regulagem da incli-
nação do assento
Para erguer a parte dianteira do assento,
puxe a alavanca (1) para cima e deslo-
que o peso do corpo para trás. O encosto
acompanhará o movimento.
Para abaixar a parte dianteira do as-
sento, puxe a alavanca (1) para cima e
Mecanismo de acionamento desloque o peso do corpo para a frente.
elétrico do vidro da porta* O encosto acompanhará o movimento.
No modelo equipado com acionamento Nota:
elétrico, os vidros das duas portas são Para recolocar o encosto na posição
levantados ou abaixados pelos inter- desejada, veja item 4.
ruptores localizados na porta, do lado
do motorista. O interruptor na porta do
lado do passageiro permite apenas o
acionamento dessa porta.

1-50
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

2 - Alavanca de regulagem da altura


do banco
Para subir o conjunto do banco, puxe
a alavanca (2) e alivie o peso do corpo
sobre o banco.
Para abaixar o conjunto do banco, puxe
a alavanca (2) e solte o peso do corpo
sobre o banco.

Banco com suspensão a ar*


A rigidez do banco é controlada pela
quantidade de ar no bolsão do assento
Para aumentar a rigidez, aumente o ar
e, para diminuir, reduza o ar do bolsão.
1 - Alavanca de regulagem da incli-
nação do assento
Para erguer a parte dianteira do as-
3 - Ajuste da posição longitudinal do sento, puxe a alavanca (1) para cima
banco e desloque o peso do corpo para trás.
Puxe a alavanca (3) para cima e mo- O encosto acompanhará o movimento.
vimente o banco para a frente ou para Para abaixar a parte dianteira do as-
trás, até a posição desejada. sento, puxe a alavanca (1) para cima e
Tente movimentar o banco para certifi- desloque o peso do corpo para a frente.
car-se de que esteja travado. O encosto acompanhará o movimento.
4 - Manopla de ajuste da posição do Nota:
encosto Para recolocar o encosto na posição
Para regular a inclinação do encosto, desejada, veja item 4.
puxe a alavanca (4) para cima e pres-
sione o encosto para trás.

1-51
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

2 - Ajuste da posição longitudinal do


banco
Puxe a alavanca (2) para cima e mo-
vimente o banco para a frente ou para
trás, até a posição desejada.
Tente movimentar o banco para certifi-
car- se de que esteja travado.

Apoio para cabeça


A altura do apoio para cabeça pode
ser ajustada manualmente, conforme
indicado na figura.

3 - Botão de regulagem do ar
Para inflar o bolsão, pressione o botão
(3) na extremidade superior.
Para esvaziar o bolsão, pressione o
botão (3) na parte inferior.
4 - Manopla de ajuste da posição do
encosto
Banco central*
Para regular a inclinação do encosto,
puxe a alavanca (4) para cima e pres- Os modelos de caminhões com cabine
sione o encosto para trás. estendida vêm equipados com um ban-
co localizado no centro do veículo.

1-52
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Alavanca de inclinação do encosto Banco 3/4 para passageiro*


do banco central
(Somente para veículos com cabine
• Para dobrar o encosto sobre o as- estendida).
sento, empurre a alavanca (1) para
cima, até o batente final, e abaixe o Reclinar o encosto sobre o assento
encosto do banco. Existem duas alavancas localizadas
• Os mesmos movimentos podem nas extremidades direita e esquerda
ser obtidos para levantar o encosto do banco que possibilitam a reclinação
do banco central. do encosto sobre o assento. Para isto,
empurre o alavanca para a frente.

1-53
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Cama

Os modelos de caminhões com cabine


leito vêm equipados com uma cama,
localizada na parte traseira da cabine,
atrás dos bancos.
• Para abrir a cama na sua largura
máxima, posicione os bancos do
motorista e do acompanhante to-
talmente para a frente.
• Abra as abas conforme o indicado
na ilustração.
Porta-objetos sob o leito
Nota:
As abas são fixadas por ziper e po- Puxe o leito para cima para ter acesso
dem ser removidas a qualquer mo- ao compartimento sob o leito. Utilize a
mento. barra de sustentação (1) para manter o
leito aberto.

1-54
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Cama rebatível (cabine • Rebata a cama para baixo, até que


estendida)* se apoie na alça de apoio (2) da
cabine.
Para armar a cama rebatível:
• Para desarmar a cama, inverta as
• Coloque a coluna da direção total- operações e prenda-a com a cinta
mente para a frente e para baixo. de sustentação.
• Posicione o banco do motorista e o
banco do acompanhante totalmen-
te para a frente.
• Abaixe totalmente os bancos do
motorista e do acompanhante.
• Coloque os encostos dos bancos
totalmente para a frente.
• Solte as duas cintas (1) de susten-
tação da cama rebatível.

1-55
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Cabide / Para-sol Porta-objetos

Para maior conforto, existe um cabide Console de teto (cabine leito)


para pendurar o vestuário, localizado
Auxilia na armazenagem de documen-
atrás do banco do passageiro, junto à
tos e utensílios pessoais. Porta-objetos
cama.
lateral com 2 compartimentos e central
com tampa.
Cargas máximas em cada console:
Console central (1) .................... 20 kg
Console lateral esquerdo (2) ....... 5 kg
Console esquerdo inferior (3) ..... 3 kg

Para-sol
Além dos dois para-sóis dianteiros,
localizados sob o console de teto, há
também um para-sol lateral, no lado do
motorista, em cima da porta.

1-56
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Console de teto (cabine Porta-copos


estendida) Localizados nas portas, no centro do
Auxilia na armazenagem de documen- painel, no console central e na tampa
tos e utensílios pessoais. Com dois do porta-luvas (aberta).
porta-objetos laterais e provisão cen-
tral para rádio.
Nota:
Antes de bascular a cabine, remova
todos os objetos soltos do seu interior.

Rede porta-objetos*
Localizada na parte traseira da cabine,
opcional para todos os modelos.

1-57
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Equipamentos obrigatórios Espelhos retrovisores

Extintor de incêndio e pino de Para evitar vibrações no espelho, o bra-


engate ço auxiliar deverá estar perfeitamente
encaixado na esfera. Caso necessário,
O extintor (1) está localizado sob o afrouxe os dois parafusos (1), encaixe
banco do passageiro, próximo à mano- corretamente o braço e reaperte os pa-
pla de ajuste longitudinal do banco. rafusos.
A sua utilização e manutenção devem
ser feitas de acordo com as instruções Regulagem manual dos
contidas no próprio extintor. espelhos
O pino de engate para reboque (2) está Regule manualmente os espelhos re-
fixado ao lado do banco do passageiro. trovisores para a melhor condição de
visualização, antes de colocar o veícu-
Triângulo de segurança e
lo em movimento.
ferramentas
O espelho pode ser regulado pressio-
O macaco hidráulico (3), a chave de nando os pontos indicados (setas).
rodas (4) e o triângulo de segurança (5)
estão localizados sob a cama (veículos
com cabine leito).
Para os veículos com cabine estendida,
estão localizados atrás do banco do
passageiro.

1-58
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

ATENÇÃO
Os espelhos retrovisores são do
tipo convexo, que aumentam o
campo de visão, mas reduzem a
imagem.
Esses espelhos não são adequa-
dos para calcular a distância dos
veículos na retaguarda, porque a
imagem refletida parecerá menor
e mais distante que a real.
Regulagem elétrica dos
Tenha isso em mente ao fazer mu-
espelhos*
danças de faixa na estrada ou em
manobras. O botão de regulagem do espelho elé-
trico está localizado na porta. É de fá-
cil acesso, permitindo que o motorista
não desvie a atenção da estrada, com o
veículo em movimento.

O botão de regulagem do espelho re-


trovisor possui três posições:
1 - “L” para o controle do espelho do
lado esquerdo (motorista);
2 - “0” posição neutra;
3 - “R” para o controle do espelho do
lado direito (passageiro).

1-59
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Ajuste a posição do espelho, selecio- Espelho adicional*


nando o lado com o botão. Espelho adicional (opcional) para ma-
Gire a chave de partida na posição nobra de baliza.
“LIGADA”.
Pressione o botão para mover o espe-
lho para a direita ou para a esquerda e
para cima ou para baixo.
Ao terminar o ajuste, mova o botão
para a posição neutra “0” (2) na figura.
Isso o desligará. Assim, os espelhos
não sairão da posição ajustada, caso o
botão seja pressionado acidentalmente.

1-60
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Freio de estacionamento

Para aplicar o freio


– Veículos sem reboque
Mova a alavanca para baixo, até que
fique travada na posição APLICADO.
– Veículos com reboque
Puxe a alavanca e mova-a para baixo.
A luz de aviso no painel de instru-
mentos vai se acender, se a chave de
partida estiver na posição “LIGADA”.
O freio de estacionamento atua nas
rodas traseiras por ação de molas. A
pressão do ar é utilizada para recuar as
molas e liberar o freio.

ATENÇÃO
Para maior segurança, após esta-
cionar o veículo, tome os cuidados
abaixo para evitar que ele se movi-
mente involuntariamente:
• Mantenha sempre a alavanca
do freio de estacionamento para
baixo, na posição APLICADO.
• Sempre calce as rodas com
calços apropriados, princi-
palmente se o veículo estiver
carregado.
• Redobre a atenção para essas
instruções quando utilizar
equipamentos operados com
ar comprimido do veículo.
A luz indicadora do freio de esta-
cionamento, localizada no painel de
instrumentos, ficará piscando caso o
veículo seja desligado com o freio de
estacionamento desaplicado.
1-61
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Para desaplicar o freio Utilização do freio de


Puxe a alavanca para fora e mova-a estacionamento como freio de
para cima. emergência
Em caso de avaria no freio de serviço,
ATENÇÃO o freio de estacionamento poderá ser
utilizado como freio de emergência.
Não tente movimentar a alavanca
Acione gradualmente a alavanca para
sem antes puxá-la para fora sob
obter o efeito de modulação do freio e
risco de danificar a alavanca.
evitar o travamento brusco das rodas.
Nota: Desaplicação mecânica do
Se não houver pressão de ar freio de estacionamento
suficiente para desaplicar
o freio de estacionamento, Se não houver pressão de ar suficiente
a luz de aviso de “freio de estaciona- para desaplicar o freio de estacio-
mento aplicado” permanecerá acesa namento com a alavanca, pode-se
mesmo após ter colocado a alavanca desaplicar o freio manualmente (ex-
na posição “desaplicado”. Nessa con- clusivamente para fins de reboque
dição, o freio permanecerá aplicado para o devido reparo). Consulte o
até que o sistema atinja a pressão procedimento no Capítulo “Faça Você
suficiente. Mesmo.”

1-62
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Coluna da direção ajustável

Freio do reboque ou O volante pode ser regulado para cima,


semirreboque (manetim) para baixo, para a frente e para trás.
O manetim atua somente nos freios do – Puxe a alavanca (1);
reboque ou semirreboque, independen- – Posicione o volante na posição
te dos freios de serviço ou de estacio- desejada;
namento do caminhão-trator. – Empurre a alavanca (1) para travar
A sua utilização em descidas e pisos a coluna da direção.
com baixa aderência previne o efeito
“L” na combinação caminhão-trator e
reboque ou semirreboque.

ATENÇÃO
Lembre-se de modular o mane-
tim, pois os freios do reboque
ou semirreboque podem travar
durante uma frenagem brusca.
Não use o manetim como freio de
estacionamento.

Nota:
O freio do reboque ou semirreboque
pode ser utilizado também para auxi-
liar na saída em aclives, evitando que
o veículo se movimente para trás.

1-63
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Partida do motor

Antes de dar partida no motor


• Regule o banco, para um fácil al-
2
cance dos controles.
• Regule os espelhos retrovisores
esquerdo e direito. 3
• Coloque corretamente o cinto de 1
segurança.
Operação diária 91665-01

Diariamente, antes de dar partida no


motor: Interruptor de partida
• Verifique o nível de óleo do motor; O interruptor de partida possui três
• Drene a água do filtro de combus- posições:
tível, se necessário; 1 - DESLIGADA - Todos os circuitos
• Verifique o indicador de manuten- são interrompidos, exceto circuitos
ção do filtro de ar; ligados ao positivo da bateria: lu-
• Nível o nível do líquido de arrefe- zes de posição, faróis, reostato da
cimento; iluminação do painel, lâmpada do
teto, lâmpadas do freio e as luzes
• Verifique o funcionamento e a de aviso.
limpeza das luzes do veículo e Nessa posição, a chave pode ser
proceda à limpeza das lanternas e removida.
faróis, se necessário.
2 - LIGADA - Todos os circuitos são
energizados. As luzes de aviso do
ATENÇÃO painel acendem-se e o alarme dis-
Nunca dê a partida ou deixe o para até que o motor seja ligado e
motor em funcionamento em uma as pressões do óleo do motor e do
área fechada ou não ventilada. sistema de freios se normalizem.
Os gases de escapamento do motor Nessa posição, a chave não pode
contêm monóxido de carbono, que ser retirada.
é um gás incolor e inodoro, mas 3 - PARTIDA - Aciona o motor de
que pode ser fatal se for inalado partida.
por tempo prolongado. Não ocorre a partida do mo-
tor, se alguma marcha estiver
engatada ou se o freio de esta-
cionamento estiver aplicado.
1-64
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Cuidados com o
turbocompressor
• Para proteger os mancais do turbo-
compressor durante a partida, não
acelere nem movimente o veículo
até que a luz de advertência da
pressão do óleo se apague.
• Esse procedimento garante que o
óleo lubrificante do motor atinja os
mancais do turbocompressor.
Partida normal do motor
• Antes de desligar o motor, deixe-o
• Verifique o correto posicionamen- trabalhando em marcha lenta por
to da alavanca de câmbio, certifi- um minuto.
que-se de que a alavanca esteja na • Esse procedimento garante a lubri-
posição “N” (neutro). ficação dos mancais do turbocom-
• A alavanca do freio de estacio- pressor até que a rotação diminua
namento deverá estar na posição e, ao mesmo tempo, permite que
APLICADO. a alta temperatura seja dissipada
• Gire a chave na posição “LIGA- através do óleo lubrificante.
DA”, espere alguns segundos, até • Evite funcionar o motor em mar-
que o módulo faça todas as leituras cha lenta por longos períodos.
de checagem eletrônica. Quase todas as falhas no turbocom-
• Dê a partida no motor. pressor são causadas por deficiência
de lubrificação (atraso na lubrificação,
Nota: restrição ou falta de óleo, entrada de
Não pressione o pedal do acelerador impurezas no óleo) ou pela entrada de
antes, nem durante a partida do objetos e impurezas pela admissão.
motor. Do contrário, pode ocorrer
sobrerrotação do motor, com sérios • Use sempre filtros de ar e de óleo
danos ao motor. originais.
• Troque os filtros nos períodos re-
comendados.
• Inspecione periodicamente os tubos
e mangueiras de admissão, desde o
filtro até o turbocompressor, para
verificar se há entrada falsa de ar.
1-65
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Amaciamento do motor Grade frontal

Operação do motor durante o


período de amaciamento
Como regra geral, considere os primei-
ros 2.000 km para o amaciamento do
motor.
• Observe atentamente se o nível de
óleo do motor está correto.
• Observe atentamente se o nível da
água do sistema de arrefecimento
do motor está correto.
Abertura da grade frontal
• Evite forçar o motor em altas rota-
ções, ou seja, “esticar” as marchas. • Puxe a alavanca (1), localizada no
lado esquerdo do pedal da embrea-
• Evite forçar o motor em baixas
gem, para destravar a grade.
rotações.
• Evite forçar o motor enquanto não
atingir a temperatura normal de
funcionamento.
• Evite ultrapassar o limite de ¾
(75%) da carga máxima do veículo.
• Evite submeter o motor a rotações
constantes por períodos prolongados.
• Evite deixar o motor funcionando
em marcha lenta por muito tempo.
Obedecendo a estas recomendações, • Levante a grade para cima, puxan-
o período de vida útil do motor será do-a pelo centro, até a abertura
prolongado. total.

1-66
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Basculamento da cabine

81654-01 81655-01

ATENÇÃO ATENÇÃO
• Ao bascular a cabine, assegu- Nunca bascule a cabine com a gra-
re-se de que as portas estejam de dianteira fechada. Caso contrá-
fechadas para evitar que se rio a grade será danificada.
abram acidentalmente, causan-
Antes de bascular a cabine:
do lesões corporais a qualquer
pessoa que estiver próxima ou • Estacione o veículo, assegurando-se
avarias no veículo. de que haja área livre à frente e
acima da cabine.
• Para evitar acidentes, sempre
bascule totalmente a cabine. • Posicione a alavanca de mudanças
na posição neutro (N).
• Nunca deixe a cabine parcial-
mente basculada. • Acione o freio de estacionamento.
• Puxe a alavanca de abertura da
grade frontal.
• Antes de sair da cabine, assegu-
re-se de que não existam objetos
soltos em seu interior, para evitar
danos e acidentes.

1-67
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Abra a grade frontal e retire a barra


Basculamento da cabine -
para basculamento (1).
bomba hidráulica sem chave
• Coloque a haste seletora (1) na
posição indicada na figura.
• Encaixe a barra para basculamento
na bomba hidráulica (2) e mo-
vimente a barra para cima e para
baixo.
• Nos primeiros movimentos da
alavanca, a cabine é destravada e
inicia o basculamento.

O sistema hidráulico de basculamen-


to da cabine está localizado atrás do
para-lama dianteiro, no lado direito do
veículo.

• Bascule completamente a cabine.


Nota:
É normal, no final de curso, que a
cabine faça um rápido movimento
brusco para a frente.
1-68
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

1
2

82127-01

Retorno da cabine Destravamento da bomba de


• Coloque a haste seletora (1) na basculamento com chave*
posição indicada na figura. • Introduza a chave no cilindro (A).
• Bombeie com a alavanca até o re- • Gire a chave no sentido horário
torno total e travamento da cabine. (B). A chave não sai nessa posição.
• Certifique-se de que houve o en-
caixe e travamento completo da
cabine.
• Os pinos, dos dois lados, deverão
estar travados ao final do processo
de retorno do basculamento.
• Retire a barra de basculamento
do sistema hidráulico, encaixe-a
na parte dianteira e feche a grade
frontal.
• Para pôr o veículo em movimento, • Coloque a haste seletora (1) na
coloque a haste seletora na posição posição indicada na figura.
central como indicado na figura • Encaixe a barra para basculamento
acima (2). na bomba hidráulica (2) e mo-
vimente a barra para cima e para
Nota:
baixo.
Após o retorno do basculamento da
cabine, engate uma marcha à frente, • Nos primeiros movimentos da
certificando-se do travamento da alavanca, a cabine é destravada e
alavanca de mudanças de marcha. inicia o basculamento.

1-69
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

• Bascule completamente a cabine. Travamento da bomba com a


cabine basculada (remoção da
Nota:
É normal, no final de curso, que a chave)
cabine faça um rápido movimento
brusco para a frente. ATENÇÃO
Por questões de segurança, recomen-
da-se travar a bomba de basculamen-
to, ao trabalhar no compartimento
do motor com a cabine basculada.
• Gire a chave no sentido anti-horá-
rio, para a posição horizontal (A).
• Mova a haste seletora para a posi-
ção central.
• Posicione a chave na marca de re-
ferência (B), existente no cilindro.
• Remova a chave. Nessa condição,
a bomba não pode ser acionada.

1-70
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

.
Retorno da cabine • Gire a chave no sentido anti-horá-
rio, para a posição horizontal (A).
• Introduza a chave no cilindro (C).
• Mova a haste seletora para a posi-
• Gire a chave no sentido horário
ção central.
(D). A chave não sai nessa posição.
• Posicione a chave na marca de re-
ferência (B), existente no cilindro.
• Remova a chave.
• Retire a barra de basculamento
do sistema hidráulico, encaixe-a
na parte dianteira e feche a grade
frontal.
Nota:
Antes de sair com o veículo, engate
uma marcha à frente, certificando-se
• Coloque a chave (1) na posição do travamento da alavanca de mu-
indicada na figura. danças de marcha.
• Encaixe a barra para basculamento Partida remota do motor*
na bomba hidráulica e movimente
a barra para cima e para baixo, até Para fazer o motor funcionar com a
o retorno total da cabine. cabine basculada, consulte o capítulo
• Certifique-se de que houve o en- “Instruções de Manutenção”.
caixe e travamento completo da
cabine.

1-71
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO
Sistema de tratamento de gases do escapamento (17-330/
24-330)

Agente redutor ARLA 32 O ARLA 32 se decompõe durante o ar-


mazenamento. Em caso de armazena-
Agente Redutor Liquido de NOx Au-
gem, a temperatura ambiente não deve
tomotivo - ARLA 32 é uma solução
ultrapassar 25°C. Nestas condições o
aquosa, incolor, com um conteúdo de
ARLA 32 manterá as suas característi-
32% em peso, conforme especificado
cas por um período de 6 meses.
na Instrução Normativa do IBAMA
nº 23/2009. • É incolor;
Essa solução promove a redução do • Não é tóxico;
teor de NOx nos gases de escape de ve- • Não é inflamável;
ículos movidos a diesel com motores • Tem validade de 6 meses;
que utilizam tecnologia SCR (sigla em • Provoca corrosão em metais;
inglês que significa redução catalítica
• Começa a se degradar a temperatu-
seletiva).
ras superiores a 50°C.
O ARLA 32 não é um combustível
ou um aditivo para combustível; ele é Funcionamento com agente
injetado no sistema de escape através redutor ARLA 32
de um bico injetor cuja dosagem é Através da dosagem adicional do
controlada por um módulo eletrônico agente redutor ARLA 32 no sistema
que monitora constantemente o siste- de tratamento de gases de escape, é
ma, bem como o volume de solução no possível transformar substâncias no-
reservatório. civas existentes nos gases de escape
Para evitar perdas de qualidade cau- em substâncias inofensivas para o
sadas pela presença de impurezas, o meio ambiente (nitrogênio e água).
ARLA 32 deve ser acondicionado ape- Quando um veículo estiver equipado
nas em recipientes próprios e, ao abas- com tecnologia SCR, é necessário que
tecer o veículo, devem ser tomados o veículo funcione com agente redutor
todos os cuidados para que o produto para manter dentro dos limites legais
não entre em contato com impurezas. os valores de emissão de gases para a
O ARLA 32 congelará se ficar exposto fase P-7 do PROCONVE (programa de
a temperaturas inferiores a -11°C. controle da poluição do ar por veículos
Mediante aquecimento, o ARLA 32 automotores).
congelado voltará ao estado líquido,
podendo ser utilizado normalmente.

1-72
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Precauções Em caso de temperatura elevada do


O agente redutor ARLA 32 é altamente tanque do agente redutor (superior a
corrosivo. Lave imediatamente com 50°C) devido a incidência direta de
bastante água qualquer contato do agen- raios solares, durante um prolongado
te sobre superfícies metálicas, incluindo período de tempo, ocorre uma decom-
superfícies pintadas. posição do agente redutor. Durante
esse processo de decomposição, po-
O agente redutor cristaliza-se ao se-
derão ser liberados gases amoniacais
car. Por este motivo, os resíduos do
(com odor irritante). Não inale esses
do agente redutor poderão bloquear a
gases.
entrada e saída de ar do tanque.
O agente redutor congela a aproxima-
É necessário lavar o tampão do tanque
damente -11°C. Assim, a temperaturas
do agente redutor regularmente, com dessa ordem e inferiores, é possível
bastante água. que o nível de líquido indicado seja
– Evite o contato do agente redutor incorreto.
com a pele, os olhos ou o vestuário.
– Evite que crianças possam ter con- ATENÇÃO
tato com o agente redutor. Não é permitido misturar quais-
Cuidados com o agente redutor: quer aditivos de inverno (por
• Em caso de contato com os olhos, exemplo, para aumentar a tempe-
lave-os com água limpa em abun- ratura de congelamento) ao agente
dância e procure um médico. redutor.
• Em caso de ingestão, lave imedia- Caso contrário, poderá ocorrer uma
tamente a boca com bastante água, avaria nos componentes do sistema
beba grandes quantidades de água de tratamento de gases de escape
e procure um médico. (por exemplo, catalisador) ou mes-
• Lave a pele afetada com bastante mo a destruição de alguns compo-
água limpa. nentes (por exemplo, de vedação).

1-73
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO Indicador do nível de agente
redutor ARLA 32 (17-330/
24-330)

30
Eliminação do agente redutor
ARLA 32. 20
O ARLA 32 é uma solução biodegra- 10
dável, não representando riscos para
0 km/h
o meio ambiente. Não deve ser des-
cartado em grandes quantidades no 2
esgoto, em águas de superfície, águas m 0 Ad Blue 1

subterrâneas ou no solo. Em caso de


emergência, diluir o agente redutor 92989-01
com bastante água.
O visor de leds indica o volume de agen-
Sistema de aquecimento do te redutor ARLA 32 no reservatório.
agente redutor ARLA 32*
Todos os 4 leds acesos
Para veículos que rodam em ambientes
Nível entre 75% e 100%.
frios, com temperaturas abaixo de 0°C,
pode-se optar pela utilização do siste- 3 leds acesos
ma de aquecimento do agente redutor Nível entre 50% e 75%.
ARLA 32.
2 leds acesos
Esse sistema aquece o agente redutor Nível entre 25% e 50%.
ARLA 32, evitando que se solidifique. Apenas o led vermelho
O sistema funciona automaticamente aceso
através de sensores que identificam a Nível entre 12% e 25%.
temperatura necessária para o sistema Led vermelho pisca
entrar em funcionamento. Nível entre 6% e 12%.
Consulte seu Concessionário MAN
Todos os leds apagados
Latin America. Nível entre 0% e 6%.

Indicação de nível baixo: Quando o


nível de agente redutor alcançar o valor
igual ou inferior a 12%, o led vermelho
começa a piscar até que o nível suba a
18% (quando para de piscar, permane-
cendo aceso), ou até que o nível desça a
6% (quando se apaga).

1-74
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Indicação de nível vazio: Quando o


nível de agente redutor alcançar o va-
50 60 70
lor igual ou inferior a 6%, o led perma- 40 80
necerá apagado até que o nível atinja 30 90
novamente o valor de 12%, quando 20 100
começará a piscar. 10 110
0 km/h 6 120
ATENÇÃO 2
4 8
10
125

– Não permita que o nível do 0 Ad Blue 1 0 12

92493-01
agente redutor ARLA 32 fique
abaixo de 12% (um led vermelho Tratamento de falhas
piscando no indicador de nível).
Caso isto aconteça, o sistema de Ausência de informação do nível do
injeção de agente redutor pode agente redutor do tanque: Caso não seja
aspirar ar no reservatório, devi- detectado o nível de agente redutor no
do ao movimento do líquido den- tanque, um alarme soará, os leds pis-
tro do reservatório. A aspiração carão por alguns segundos e logo após
de ar pode causar o entupimento permanecerão apagados e um código de
da unidade dosadora de agente falhas será gerado. Se o problema não
redutor o que impedirá o fun- for solucionado, toda vez que for acio-
cionamento do sistema de trata- nada a chave na posição “LIGADA”,
mento de gases e o consequente as indicações descritas acima serão
despontenciamento do motor. repetidas.
Se isso acontecer o veículo deve Caso o módulo responsável pelo con-
ser levado a um Concessionário trole de injeção de agente redutor ou
MAN Latin America para que a ECM enviar alguma mensagem de
seja efetuada a lavagem da uni- falhas, com problemas relacionados a
dade dosadora. emissões o seguinte símbolo será exi-
– É recomendável completar o bido: .
reservatório com ARLA 32 ao
final do dia para evitar que, com
a queda da temperatura duran-
te a noite, haja condensação da
umidade do ar e formação de
água em excesso no tanque.

1-75
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Sistema de Autodiagnose de Bordo (OBD) (Motor Cummins ISL)

Condições de funcionamento Nota:


Caso sejam detectadas irregularida-
• Altitude não superior a 1600 metros;
des mais severas, o sistema de prote-
• Temperatura do líquido de arrefe- ção do motor é ativado e a palavra
cimento do motor acima de 70°C. PARE pode ser exibida no visor de
Limites de Emissões de NOx informações ao motorista.

Fase P-7 do Despotenciamento do motor com


Emissões de NOx período de espera de 48 horas.
PROCONVE
Limite de – O motor inicia o processo de des-
Emissões de potenciamento após 48 horas da
NOx (g/kWh) detecção de falha relacionada ao
Ativação do sistema de controle de emissões
7,0
Despotenciamento que não sejam reparadas ou que ge-
Ativação da LIM(1) 3,5 rem nível de NOx superior a 3,5 g/
Valor Limite para kWh e inferior a 7,0 g/kWh. O
2,0 despotenciamento é feito de modo
Homologação
LIM: Lâmpada Indicadora de Mau Funcio-
(1) seguro para a condução do veículo.
namento – O limitador de torque é ativado se
A elevação do nível de NOx acontece, a falha não for corrigida em 48 ho-
entre outras causas, por falta de agente ras consecutivas de funcionamento
redutor (ARLA 32) no reservatório ou do motor.
interrupção no processo de dosagem Despotenciamento do motor sem
do agente redutor. Nesses casos, a LIM período de espera.
(luz de aviso de mau funcionamento) se – O motor inicia, imediatamente,
acenderá no painel de instrumentos e o o processo de despotenciamento
motor pode iniciar o despotenciamento quando o veículo atingir veloci-
(veja a seguir). Para outros casos de dade zero (V=0) pela primeira
elevação do nível de NOx, será grava- vez após a falta do agente redutor
do um código de falha na memória do (ARLA 32) e/ou caso o nível de
módulo eletrônico do motor (ECM). NOx atinja valor superior a 7,0 g/
kWh, sem detecção de falha.
– O limitador de torque deve ser de-
sativado quando o motor estiver em
marcha lenta sem carga, se as condi-
ções de ativação deixarem de existir.

1-76
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Uma vez ativado o despotenciamento, Desativação da LIM


o condutor continua a ser alertado e um (lâmpada indicadora de mau
código de falha não suscetível de ser funcionamento)
apagado é armazenado por um período
mínimo de 400 dias ou de 9.600 horas A LIM é desativada após a regulariza-
de funcionamento do motor. ção dos seguintes casos:
– Falta de agente redutor ARLA 32,
Ativação da LIM (lâmpada após abastecer o reservatório com
indicadora de mau o agente redutor;
funcionamento) – Após a substituição de todo o agente
A LIM é testada no momento redutor ARLA 32, fora das normas
da partida. Ao girar a chave recomendadas, existente no reser-
para a posição “LIGADA vatório, por agente redutor ARLA
(ON)”, a LIM se acende. Caso não haja 32 que atenda às especificações
nenhuma falha de OBD, a LIM deve se mencionadas neste manual (veja ca-
apagar em alguns instantes. Caso ela pítulo “Especificações Técnicas”) e
continue acesa após o motor ser ligado, o sistema de OBD detectar a queda
há indícios de alguma anomalia/falha da emissão de poluentes.
no sistema. A LIM pode ser desativada após efe-
Em alguns casos, essa anomalia/falha tuadas até três sequências de funcio-
se torna inativa nos primeiros 10 minu- namento consecutivas, ou 24 horas de
tos de motor ligado, fazendo com que a funcionamento (o que ocorrer primei-
LIM se apague. ro), durante as quais o sistema de mo-
Nota: nitoramento responsável pela ativação
Nos veículos com motores MAN da LIM deixe de detectar a falha em
D08 (que operam com sistema EGR, questão, caso não sejam identificadas
não utilizando o aditivo ARLA 32), outras falhas que gerem novamente a
a lâmpada será apagada tão logo os ativação da LIM.
níveis de emissões atinjam valores
aceitáveis.

1-77
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Tanque do agente redutor ARLA 32 (17-330/24-330)

Verifique sempre o indicador de nível


localizado no painel, a fim de evitar o es-
gotamento total do reservatório do agen-
te redutor ARLA 32. Caso isso ocorra,
a LIM (Lâmpada Indicadora de Mau
Funcionamento) se acenderá e ocorrerá
o despotenciamento do veículo.

ATENÇÃO
Ao finalizar o abastecimento, feche
imediatamente a tampa até o final.
Nunca deixe o reservatório aberto
desnecessariamente, sob risco de
danos nos componentes.

1-78
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO
Sistema de Autodiagnose de Bordo (OBD) (Motor MAN
D0836)

Condições de funcionamento Nota:


Caso sejam detectadas irregularida-
• Altitude não superior a 1600 metros;
des mais severas o sistema de prote-
• Temperatura do líquido de arrefe- ção do motor é ativado e a palavra
cimento do motor acima de 70°C. PARE pode ser exibida no visor de
Limites de Emissões de NOx informações ao motorista.

Fase P-7 do Despotenciamento do motor com


Emissões de NOx período de espera de 48 horas.
PROCONVE
Limite de – O motor inicia o processo de des-
Emissões de potenciamento após 48 horas da
NOx (g/kWh) detecção de falha relacionada ao
Ativação do sistema de controle de emissões
7,0
Despotenciamento que não sejam reparadas ou que
Ativação da LIM(1) 3,5 gerem nível de NOx superior a
Valor Limite para 3,5 g/kWh e inferior a 7,0 g/kWh.
2,0 O despotenciamento é feito de
Homologação
(1) modo seguro para a condução do
LIM: Lâmpada Indicadora de Mau Funcio-
namento veículo.
A elevação do nível de NOx acontece, Despotenciamento do motor sem
entre outras causas, devido a irregu- período de espera.
laridades no sistema de admissão de – O motor inicia, imediatamente, o
combustível. Nesses casos, a LIM (luz processo de despotenciamento, caso
de aviso de mau funcionamento) se seja detectada uma falha grave.
acenderá no painel de instrumentos e o Uma vez ativado o despotenciamento,
motor pode iniciar o despotenciamento o condutor continua a ser alertado e um
(veja a seguir). Para outros casos de código de falha não susceptível de ser
elevação do nível de NOx, será grava- apagado é armazenado por um período
do um código de falha na memória do mínimo de 400 dias ou de 9.600 horas
módulo eletrônico do motor (ECM). de funcionamento do motor.

1-79
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Diagnóstico de falhas

0
30
25 20
10
30 0 km

km 0 Ad Blue 1

92496-01

As falhas relacionadas com a unidade Para visualizar os códigos de falhas:


lógica (LU) e com o módulo eletrônico – Ligue as lanternas (1).
do motor (ECM) podem ser visuali-
zadas no painel de instrumentos, por 0
meio de códigos de falhas representa- 30
dos por um conjunto de números. 25 20
2
O mesmo visor que mostra a quilome- 10
tragem total e parcial do veículo é uti- 30 0 km
lizado para exibir os códigos de falhas.
km
Relação dos códigos de falhas 0 Ad Blue 1

A relação completa dos códigos de


92628-01
falhas se encontra no manual “Códigos
de Falhas”. – Mantenha o botão “RESET” (2)
pressionado e, ao mesmo tempo,
gire a chave de partida para a posi-
ção “LIGADA”.

1-80
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

25

30

km 0 Ad Blue 1

92497-01

– Será exibido “ESPERE” no visor. As falhas são apresentadas através de


– Solte o botão (2). códigos, e estão organizadas da se-
guinte forma:
Nota: 1) Localização da fonte de falha
Se a chave for desligada, ou o motor
2) Código de falha
for ligado, ou mesmo o botão “RE-
SET” for mantido pressionado por As fontes de falha são indicadas em
mais de 15 segundos, a função de grupos, conforme exemplo:
diagnóstico de falhas será finalizada, – Falha de origem no módulo eletrô-
retornando para o modo normal. nico da cabine (LU) = 33;
– Falha de origem no módulo eletrô-
nico do motor (ECM) = 00;
– Falha de origem do sistema de
transmissão (TCU) = 03;
– Falha de origem no painel de ins-
trumentos = 23;
– Falha de origem do módulo auxi-
liar do motor (PTM) = 39(1).

(1)
Somente para motores MAN D08.
1-81
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

33-
1880:02
91599-01
91598 01

A função de diagnóstico de falhas Pressione o botão “RESET” para con-


apresenta, inicialmente, a palavra tinuar a pesquisa de falhas.
“ESPERE”, após isto a quantidade de No exemplo, 1880:02 indica “baixo
falhas do veículo. nível de água no sistema de arrefeci-
mento”. Veja o manual “Códigos de
Falhas”).
Nota:
Enquanto houver falhas relaciona-
das à unidade lógica, o display conti-
nuará exibindo o código “33”. Caso
também haja falhas relacionadas
com o módulo eletrônico do motor,
do sistema de transmissão, painel de
instrumentos ou do módulo auxiliar
do motor, o display passará a apre-
sentar o código “00”, “03”, “23” ou
“39”(1), respectivamente.

(1)
Somente para motores MAN D08.
1-82
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

00- -----
167: 18 pRONTO
91600-01 91601-01

Pressione o botão “RESET” para con- Pressione o botão “RESET” para con-
tinuar a pesquisa de falhas. tinuar a pesquisa de falhas.
No exemplo, o código 167:18 indica Quando não existir mais nenhuma
“alta voltagem no alternador”. Veja o falha para ser diagnosticada, aparece a
manual “Garantia e Manutenção”. palavra “Pronto” no display.
Nota:
Em qualquer momento, a pesquisa
pode ser finalizada, desligando-se a
chave de partida.

1-83
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Condução econômica

Condições gerais Manutenção


Conduzir economicamente um cami- Manutenções regulares
nhão significa obter o máximo desem- O perfeito funcionamento do caminhão
penho do conjunto do trem de força contribui para uma condução segura e
(motor e transmissão) com o menor econômica. No entanto, alguns itens
consumo de combustível. afetam de maneira particular o consu-
Além do conhecimento do caminhão mo de combustível e merecem a sua
e dos cuidados com a manutenção e atenção especial.
da realização das revisões periódicas • Não ultrapasse os períodos de
recomendadas, alguns procedimentos troca de óleo do motor, da caixa
básicos serão úteis para obter uma de mudanças e do eixo traseiro:
maneira mais econômica de conduzir óleo vencido não proporciona uma
o seu caminhão. lubrificação adequada.
O consumo de combustível está ligado • Lubrifique as juntas universais da
a três fatores principais: a manutenção árvore da transmissão.
do seu caminhão, as condições gerais
• Inspecione e elimine vazamentos
de carregamento e das estradas e os
de combustível.
hábitos de condução.
• Verifique diariamente a pressão
Dirija com economia e sem poluir
dos pneus.
o meio ambiente.
• Mantenha os rolamentos das rodas
regulados.
• Mantenha as rodas balanceadas.
• Mantenha limpos e desobstruídos
os filtros:
– de ar;
– de combustível;
– de óleo lubrificante.

1-84
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Hábitos de condução Não descanse o pé sobre o pedal da


embreagem. O costume de dirigir com
Motorista: o fator que faz a diferença
o pé apoiado no pedal faz com que o
• Mantenha velocidades constantes. sistema seja acionado parcialmente,
• Permaneça na faixa verde do con- reduzindo a vida do conjunto.
ta-giros, mudando para marchas • Desligue o motor em caso de para-
superiores ou inferiores, conforme das prolongadas.
necessário.
• Escolha o itinerário: escute as in-
• Antecipe-se às situações do trânsi- formações sobre as condições das
to, evitando acelerações e freadas estradas.
bruscas. Preveja as paradas, reti-
rando o pé do acelerador para que Nota:
o motor reduza a velocidade do Se o pé permanecer apoiado no pe-
veículo. dal da embreagem por mais de 20
• Utilize o freio motor. Utilize igual- segundos, estando o veículo a uma
mente o freio motor em descidas. velocidade superior a 10 Km/h, serão
ativados os alarmes sonoro e visual
no painel de instrumentos. Essa fun-
ção não é ativada quando o veículo
está em marcha à ré.

Desligue o motor se tiver que ficar


parado muito tempo no trânsito. Pro-
grame o seu trajeto.

1-85
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Condução segura

Posição do motorista • Os braços devem permitir movi-


mentos livres, não devem ficar
Sentar-se corretamente é indispensável
dobrados ou esticados. As mãos
para uma condução segura.
devem ficar no volante por mais
Observe os seguintes pontos: tempo possível.
• Sente-se de modo que tenha fácil • Utilize sempre o cinto de segurança.
acesso a todos os comandos do
• Pise nos pedais com a sola e não
veículo, sem precisar mudar de
com as pontas dos pés, para evitar
posição para acioná-los (na troca
cansaço nas pernas. As pernas não
de marchas, por exemplo).
devem ficar dobradas ou esticadas
demais.

1-86
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Condições do motorista
O motorista
O condutor do veículo é o principal
responsável por sua própria segurança,
pela do veículo e de terceiros e é o
único que pode realmente evitar condi-
ções de perigo ou inseguras.
Dessa forma, é fundamental que o mo-
torista se encontre em perfeitas condi-
ções físicas, de saúde e psicológicas, Fadiga e sono
enquanto estiver conduzindo o veícu-
Os cuidados quanto à segurança não
lo, para que possa desempenhar essa
devem se limitar ao veículo.
função da melhor maneira possível e
com o maior nível de segurança. Dirigir ininterruptamente durante perí-
odos prolongados é um erro grave. Es-
A seguir, são apresentados fatores e perar que os olhos se fechem por fadiga
situações que têm influência direta no ou sono é altamente perigoso. Mesmo
desempenho do motorista, assim como que essa situação extrema não ocorra,
conselhos para evitar ou reduzir a sua deve-se levar em consideração que o
incidência. cansaço pode causar irritação ou perda
de concentração, prejudicando a via-
gem e aumentando o risco de acidentes.
Planeje a viagem, prevendo pausas
suficientes para o descanso. Observe
os seguintes pontos:
• Somente inicie a viagem descansado
e após ter a necessidade de sono
satisfeita.
• Inicie a viagem com a maior an-
tecedência possível, prevendo os
intervalos para repouso.
• Programe as paradas para descanso
em função do tempo ao volante, e
não em função da quilometragem.
• Durante as paradas, desça do veí-
culo, respire ar fresco e movimen-
te-se. Exercite-se.
1-87
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Alimentação correta Condições físicas e alimentares


O período de descanso em viagens, A alimentação fornece componentes
necessário para respirar ar puro e exer- essenciais para a manutenção da saúde
cícios, não é o momento adequado para do organismo. É indispensável para
uma alimentação gordurosa, em grandes as boas condições físicas e mentais e,
porções, de difícil digestão. O organis- consequentemente, para o bem estar.
mo depende de uma grande quantidade Ao dirigir, tenha consciência da impor-
de energia para digerir essas refeições. tância da alimentação correta, na hora
Essa energia é utilizada quase que in- e quantidade certas.
tegralmente pelo aparelho digestivo, Antes de empreender longas viagens,
diminuindo a circulação sanguínea no alimente-se correta e calmamente, pois
cérebro e sua oxigenação. Isso aumenta tanto um estômago muito cheio quanto
o cansaço, reduzindo a capacidade de um vazio são prejudiciais ao motorista.
concentração e desempenho.
Por esse motivo, dê preferência a pra-
tos leves, coma carne branca, saladas
frescas, etc. Evite chocolates ou doces,
compostos predominantemente de
carboidratos, que aumentam a capaci-
dade física apenas momentaneamente.
A escolha de frutas, como banana ou
peras, ou ainda produtos derivados de
leite pobres em gorduras são a melhor
opção, pois esses alimentos são mais
lentamente absorvidos pelo organis-
mo, com menor gasto de energia.
Ingerir líquidos é indispensável du-
rante uma viagem, pois o organismo
necessita de 1,5 a 2,0 litros de água
diariamente. Opte por sucos naturais
de frutas (sem açúcar), água mineral,
chás, etc. Refrescos com muito açúcar
não matam a sede.

1-88
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Estafa
Não permita que a estafa o atinja quan-
do estiver ao volante. Estudos médicos
comprovam que dirigir veículos de car-
ga é um dos trabalhos mais exigentes
e cansativos a que o homem pode ser
submetido, uma vez que exige um bom
condicionamento físico e altas doses
de concentração. Para evitar chegar a
um estado de estafa (estresse), observe
os seguintes conselhos: Bebidas alcoólicas
• Somente dirija quando estiver A sensibilidade ao álcool é variável de
descansado; uma pessoa para outra. Dependendo de
• Dirija sempre defensivamente; sua concentração no sangue, o álcool
• Ajuste o volume do som do rádio atua inicialmente como um estimulan-
de maneira a ter a percepção dos te, provocando sensações de euforia
sons provenientes do trânsito; e autoconfiança. Ao volante, essa é a
• Em viagens prolongadas, use rou- base que leva aos excessos e abusos.
pas confortáveis; Em concentrações maiores de álcool
no sangue, o cérebro começa a perder a
• Ao dirigir sob sol intenso, prote-
capacidade de resposta e coordenação,
ja-se com óculos apropriados;
tirando a qualidade de julgamento ao
• Planeje tempo suficiente para exe- volante. Nas fases mais avançadas de
cutar o trajeto com folga, mesmo embriaguez, o motorista já não percebe
se houver imprevistos. o que se passa ao seu redor, perdendo
a noção de distâncias e direções e o
controle sobre os seus movimentos.
Como regra geral, jamais dirija após
ter ingerido bebidas alcoólicas. Como
o tempo necessário para a eliminação
do álcool pode variar de pessoa para
pessoa, o ideal é evitar totalmente o
consumo de bebidas alcoólicas durante
o período de trabalho.

1-89
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Outros fatores
Além dos fatores citados, alguns
outros interferem diretamente na se-
gurança ao conduzir o veículo e estão
geralmente ligados ao comportamento.
Características comportamentais tais
como agressividade, sensação de
poder, distração, exibicionismo ou
excesso de confiança podem fazer com
que o motorista submeta a si mesmo
Utilização de drogas e a terceiros a situações de perigo ou
Ao tomar algum tipo de remédio para insegurança.
se manter acordado, o motorista im- Atividades como práticas esportivas,
pede o “desligamento” por algumas autoanálise, lazer programado, recicla-
horas, mas a necessidade de sono do gem profissional, etc. são mecanismos
cérebro continua aumentando. Passado que auxiliam a atenuar e até eliminar
o efeito da droga, o cérebro manifesta totalmente estas características de
rapidamente sua necessidade acumu- comportamento, contribuindo para que
lada, e o motorista pode adormecer o motorista atue de forma segura e res-
bruscamente. ponsável, quando estiver conduzindo
Planeje melhor os horários de des- um veículo.
canso e trabalho, evitando totalmente
o uso de drogas. As drogas servem
apenas para adiar uma necessidade do
organismo, podendo causar acidentes
de graves consequências quando o
efeito passar. Além disso, o risco da
dependência é bastante alto, o que é
altamente prejudicial.

1-90
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Recomendações básicas para


ATENÇÃO
dirigir com segurança
• Tenha especial cuidado durante
ATENÇÃO as ultrapassagens, as quais
representam a maior causa de
• Respeite as Leis de Trânsito e acidentes nas estradas. Não se
os outros motoristas, qualquer arrisque.
que seja o seu veículo.
• Respeite os limites do veículo e
os seus próprios limites.
• Mantenha sempre uma reser-
va de potência, nunca pisando
o acelerador a fundo. Jamais
utilize a “banguela”.
• Reduza a marcha sempre que
entrar na curva, nunca depois.
• Inicie a frenagem antes de
entrar na curva, nunca depois.
• Ao tirar o pé do pedal do acele-
rador, coloque-o sobre o pedal
do freio, preparando-se para
uma eventual necessidade de
frear.
• Observe a distância entre
veículos, levando em conside-
ração a velocidade, a dimensão
do seu veículo, as condições da
estrada, da visibilidade e da se-
gurança dos demais usuários.
• Mantenha o veículo sempre em
perfeitas condições mecânicas
e de segurança.
• Sinalize de maneira antecipa-
da e correta as suas manobras.

1-91
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Utilização dos freios Condução em declives


acentuados
ATENÇÃO
• Tente prever as reações dos ATENÇÃO
demais motoristas, de modo a
antecipar os acontecimentos, A utilização de “banguela” (tra-
evitando a ocorrência de situa- fegar em declives com a alavanca
ções de perigo. de mudanças em neutro ou com o
• Em freadas bruscas, evite o pedal da embreagem pressionado)
travamento das rodas, o que é um procedimento perigoso e
aumenta consideravelmente a ilegal. Nessas condições, o veículo
distância percorrida. pode atingir velocidades acima
• Caso seja notado o arrasto de daquela para qual os sistemas de
roda, alivie a pressão sobre freios, suspensão, direção, rodas e
o pedal do freio (não tire o pé pneus foram projetados, podendo
totalmente para não soltar o causar acidentes e/ou danos ao
veículo). Continue a controlar veículo. Nessa velocidade, o motor
a pressão no pedal, para evitar excede a rotação governada no
novo travamento de roda.
momento em que for desaplicado
• Evite pisar no pedal da embrea- o pedal da embreagem ou quan-
gem durante uma freada.
do uma marcha for engatada, o
• Não bombeie o pedal do freio. que pode causar graves danos ao
• Não esterce o volante de direção motor. Adicionalmente, trafegar
durante uma freada. com o veículo em neutro ou com
• Ao frear em pista molhada, o pedal da embreagem acionado
lama ou terreno não pavimen- causa deficiência na lubrificação
tado, observe os mesmos cui- da caixa de mudanças, levando à
dados indicados para situações quebra dos componentes internos.
normais, porém os movimentos
sobre o pedal deverão ser mais
dosados, para evitar erros com
graves consequências.
• Utilize o pedal do freio de for-
ma extremamente cuidadosa
e mantenha a direção firme e
sempre em linha reta.

1-92
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Em declive, observe os seguintes


pontos: ATENÇÃO
– Chame a atenção dos demais
ATENÇÃO
motoristas, utilizando a buzi-
• Desça sempre com a marcha na, os faróis e os indicadores
engrenada, utilizando a mesma de direção e de emergência;
que seria utilizada para fazer o – Utilize o freio de estaciona-
mesmo trecho na subida. mento somente em casos de
• Observe a indicação do tacô- extrema emergência, quando
metro e, utilizando o freio de não for possível parar o veí-
serviço, nunca permita que o culo por outros meios.
motor ultrapasse o número de
rotações máximo admissível
(rotação de potência máxima -
governada - faixa vermelha do
tacômetro).
• Em declives longos, nunca
aplique os freios de serviço
continuamente, por longos
períodos, pois isso leva ao
superaquecimento das lonas,
diminuindo sua capacidade de
frenagem. Se tal fato ocorrer,
tente fazer o veículo parar
por outros meios, agindo da
seguinte forma:
– Reduza sucessivamente as
marchas, de acordo com a
possibilidade;
– Observe cuidados ao reduzir
as marchas, pois, se a mar-
cha não engatar, a situação
de emergência poderá ser
agravada;

1-93
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Travessia em locais alagados Condições de neblina e


cerração
ATENÇÃO
ATENÇÃO
Verifique os freios após passar com
o veículo em locais suficientemente Em situações de más condições de
alagados para molhar o sistema de visibilidade, os cuidados deverão ser
freios. Estes, quando molhados, redobrados. Observe o seguinte:
funcionam com eficiência reduzida. • Diminua a velocidade, manten-
Para corrigir essa condição, do-a constante;
aplique os freios suavemente, li- • Nunca reduza a velocidade
berando e reaplicando-os até que bruscamente, para evitar coli-
sequem e a operação normal seja sões traseiras;
restabelecida.
• Aumente a distância para os
outros veículos;
• Jamais ligue as luzes de emer-
gência com o veículo em mo-
vimento. Trafegue com farol
baixo ligado;
• Para evitar o embaçamento
dos vidros, abra as janelas e/ou
utilize o sistema de ventilação
do veículo;
• Se precisar parar o veículo,
escolha um lugar seguro e
sinalize-o devidamente.

1-94
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

Cuidados com os pneus

ATENÇÃO
Pneus em mau estado ou com pres-
são incorreta interferem direta-
mente na dirigibilidade do veículo,
uma vez que a banda de rodagem
pode perder aderência com o piso,
comprometendo a tração e a ação
do sistema de freios.
Distribuição de carga
Para conservar os pneus:
Os componentes do veículo foram pro-
• Mantenha a pressão dos pneus
jetados para proporcionar um serviço
correta.
satisfatório, se o veículo não for sub-
• Não trafegue com excesso de carga. metido a excesso de carga em seu PBT
• A carga deve estar bem distribuída (Peso Bruto Total) e na carga máxima
na carroceria para não haver sobre- no eixo dianteiro ou no eixo traseiro. O
carga nos eixos. excesso de carga pode encurtar a vida
Verifique sempre a pressão dos útil do veículo.
pneus.
ATENÇÃO
A carga excessiva pode resultar
na perda de controle do veículo
e, consequentemente, em lesões
corporais, em razão de falhas de
componentes ou deficiência de
dirigibilidade.
A correta escolha e aplicação do tipo de
carroceria é extremamente importante
para uma perfeita distribuição da carga
no veículo. Por sua vez, a distribuição
do peso e da carga na carroceria é de
extrema importância para prolongar a
vida útil do chassi e de seus compo-
nentes (eixos, molas, amortecedores,
longarinas, rodas, pneus e rolamentos).
1-95
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

A carga máxima admissível jamais


deverá ser ultrapassada, sob pena de
comprometer a segurança do veículo
e a vida útil dos componentes citados,
e é classificada como “Contravenção
Penal”. Mas, além de obedecer à carga
máxima, deve-se cuidar da sua distri-
buição na carroceria. Caso isso não
aconteça, estarão comprometidas a
vida útil e a segurança do veículo.
A carroceria possui um ponto ideal,
onde se deve concentrar o centro de
gravidade da carga (ponto de equi-
líbrio da carga). Esse ponto está um
pouco à frente do eixo traseiro, e varia
de acordo com a distância entre-eixos.
Volumes pequenos, porém de muito
peso, devem ter o seu Centro de Gravi-
dade sobre esse ponto.

1-96
TACÓGRAFO
2
TACÓGRAFO ELETRÔNICO DIÁRIO

Apresentação - tacógrafo eletrônico diário

ATENÇÃO
– Utilize somente discos diagrama
originais VDO, específicos para
o seu veículo, com fim de escala
do velocímetro de 125 km/h.
– Para evitar a entrada de poei-
ra, abra o tacógrafo somente
para colocar ou retirar o disco
diagrama. Feche-o em seguida.
Tacógrafo – O tacógrafo é lacrado durante
a sua instalação no veículo.
O tacógrafo é eletrônico, do tipo gave-
Qualquer intervenção no tacó-
ta, com aparência externa de um rádio.
grafo exige a violação dos la-
O sinal para o tacógrafo é captado,
cres. Isto deve ser feito somente
eletronicamente, por um sensor, na
nos postos autorizados VDO.
saída da caixa de mudanças, e os dados
são registrados no disco diagrama, na – Alterar os ajustes do tacógrafo
forma de distância percorrida e veloci- ou adulterar a linha de sinal
dade do veículo. para o tacógrafo, com a inten-
Marca: VDO ção de falsificar esses registros,
Modelo: MTCO 1390.1 representa violação da legisla-
ção vigente.
– Leve o veículo a um posto VDO
para aferição do tacógrafo,
caso seja feita qualquer modi-
ficação no veículo que altere as
características do trem de for-
ça (motor, caixa de mudanças,
diferencial, pneus).

AO LAVAR O VEÍCULO, PRO-


TEJA O TACÓGRAFO CONTRA
O CONTATO COM ÁGUA OU
UMIDADE. CASO CONTRÁRIO,
O TACÓGRAFO PODERÁ SER
DANIFICADO.
2-02
TACÓGRAFO ELETRÔNICO DIÁRIO

Vista geral

1 – Tecla para abrir a gaveta do disco


ATENÇÃO
diagrama.
A gaveta abre somente se o veículo Por motivos de segurança, concen-
estiver PARADO e a chave de par- tre sua atenção somente no velocí-
tida, na posição “LIGADA”. metro, enquanto o veículo estiver
2 – Gaveta do disco diagrama. em movimento.
3 – Tecla de Menu. A consulta e o manuseio do tacó-
Para ajuste da hora e identificação grafo devem ser feitos somente
de falhas no sistema. Usada em com o veículo parado.
conjunto com as teclas + e - . Símbolos que aparecem no visor:
4 – Teclas de ajuste da hora. = Veículo em movimento (apare-
5 – Visor. ce logo que o veículo entra em
Com o veículo em movimento, movimento).
é exibido o visor básico. Para os = Indica que o disco diagrama
ajustes, o veículo deve estar PA- está instalado no tacógrafo.
RADO e a chave de partida, na
= Indica falha na operação do
posição “LIGADA”.
tacógrafo ou em algum de seus
A cor e a intensidade luminosa do vi- componentes.
sor são propositadamente fracas, com
a finalidade de evitar que o motorista
consulte o visor com o veículo em
movimento.

2-03
TACÓGRAFO ELETRÔNICO DIÁRIO

Operação do tacógrafo

Abrir a gaveta Após alguns segundos, a gaveta destra-


va-se e abre-se parcialmente. Termine
A gaveta só se abre se o veículo estiver
de abrir, puxando a gaveta para fora.
PARADO e a chave de partida, na po-
sição “LIGADA”.
• Pressione a tecla .

Fechar a gaveta
Empurre a tampa da gaveta até a posi-
No visor, um indicador de funciona- ção de travamento.
mento (barra móvel) mostra que o
processo de abertura pode durar alguns
segundos.
Espere até que a gaveta seja desblo-
queada.

2-04
TACÓGRAFO ELETRÔNICO DIÁRIO

Inserir o disco diagrama Indicação padrão


• Abra a gaveta. Após fechar a gaveta, aparece no visor
• Remova o disco diagrama (caso a indicação padrão:
haja), levantando-o, próximo à • Com data, hora e totalidade de
borda frontal da gaveta. quilômetros;
• Coloque o novo disco com o lado • Além disso, aparece também o
frontal preenchido voltado para símbolo do diagrama inserido.
cima.

• Coloque o disco diagrama por


baixo do sensor ótico (1).
• Encaixe o furo do disco diagrama
no suporte oval (2).
• Feche a gaveta.

2-05
TACÓGRAFO ELETRÔNICO DIÁRIO

Notas relacionadas com a indicação Ajuste do relógio digital


padrão:
1 – Data + hora; O veículo deve estar PARADO e com a
chave de partida, na posição “LIGADA”.
2 – Veículo em movimento - aparece
somente quando o veículo está em Retire o disco diagrama (caso haja).
movimento (tempo de viagem); Pela ordem, ajuste primeiro os minutos
3 – Disco diagrama inserido; e, depois, as horas.
4 – Falha; Se, durante o ajuste, nenhuma tecla
5 – Total de km. for acionada por, aproximadamente,
20 segundos, o sistema abandonará a
correção e não atualizará a memória.
Ajuste dos minutos
• Acione a tecla M com um toque
curto. No display, são exibidas a
data e a hora.
• Aperte a tecla + para adiantar
os minutos ou a tecla - para
atrasar. Ao apertar uma das teclas,
os números dos minutos come-
çam a piscar. Mantendo o botão
pressionado, os números mudam
rapidamente.

2-06
TACÓGRAFO ELETRÔNICO DIÁRIO

Ajuste da hora Indicação intermitente do


Após ajustar os minutos: relógio digital
• Acione novamente a tecla M Quando aparecer a indicação inter-
com um toque curto, para sele- mitente no relógio digital, significa
cionar a hora. Os dígitos da hora que o relógio digital do tacógrafo foi
começam a piscar. ajustado ou a alimentação do tacógrafo
• Aperte a tecla + para adiantar a (bateria do veículo) foi interrompida
hora ou a tecla - para atrasar. por um tempo maior ou igual a dois
minutos, e o sistema solicita que seja
• Acione a tecla M com um toque
ajustado o mecanismo do suporte do
longo, para salvar a hora ajustada.
disco diagrama, conforme a hora do
relógio digital.
Ajuste da hora do mecanismo do
suporte do disco diagrama:
Para ajustar a hora do mecanismo do
suporte do disco diagrama, basta ligar
a ignição do veículo, retirar o disco
diagrama do tacógrafo MTCO e, em
seguida, fechar a gaveta sem o disco. A
partir desse passo, o tacógrafo ajustará
a hora do suporte automaticamente. Em
seguida, será necessário somente abrir a
gaveta para recolocar o disco diagrama.
Assim que a gaveta for fechada, o visor
interromperá a indicação intermitente.

2-07
TACÓGRAFO ELETRÔNICO DIÁRIO

Mensagens de erro
O tacógrafo monitora todo o sistema
e sinaliza, com um símbolo no dis-
play, qualquer falha ocorrida em um Falha interna.
dos componentes ou na operação. Para
visualizar a mensagem de erro exibida
no display:
• O veículo deve estar PARADO e Falha do teclado.
com a chave de partida na posição
“LIGADA”.
• Dê dois toques curtos na tecla M
No visor serão exibidos a data, a Falha do LCD (visor de cristal líquido).
hora e o código do erro.
Nota:
É armazenada apenas uma mensa-
gem de erro. Permanece somente a A hora foi alterada com o disco diagra-
última mensagem. ma dentro do aparelho.

Viagem sem disco do diagrama. Falha da gaveta.

Interrupção da alimentação. Falha do sistema de velocidade.

Falha de comunicação com o velocí- Falha do registrador.


metro.

Falha na trava do registrador.

2-08
TACÓGRAFO ELETRÔNICO DIÁRIO

Descrição do disco diagrama

Tipo de disco diagrama


apropriado
Quando utilizar (ou pedir) disco dia-
Falha no ajuste da data/hora. Falha no grama, assegure-se de que ele seja
mecanismo de acionamento do suporte compatível com a velocidade do final
do disco. de escala do MTCO 1390, ou seja, com
fim de escala em 125 km/h.

Falha na saída de impulso “B7”.


Nota:
As falhas A050, A400, 9053 e 9064
podem ser resolvidas pelo condutor.
Para as demais, consulte um Con-
cessionário MAN Latin America ou
um posto VDO.

2-09
TACÓGRAFO ELETRÔNICO DIÁRIO

Registros na parte frontal do 7 – Distância percorrida: a linha


disco de diagramas grafada na diagonal, compreen-
dida entre a primeira e a quarta
1 – Escala horária externa. linhas tracejadas, corresponde a
2 – Marcador de abertura: toda cinco quilômetros de distância
abertura da gaveta é registrada no percorridos.
disco diagrama.
3 – Indicação de velocidade em km/h.
4 – Registro do tempo de trabalho.
5 – Registros no campo central do
disco diagrama: local reservado
para registrar manualmente o
nome do motorista, número da
placa do veículo, data de início da
operação, quilometragens inicial e
final ao término da viagem, con-
forme exigência legal, e formar a
base para a posterior avaliação do
disco diagrama.
6 – Encaixe do disco diagrama: aber-
tura para a inserção no suporte do
relógio.

2-10
TACÓGRAFO ELETRÔNICO DIÁRIO

Entrada de dados na região Registro de falhas


central do disco diagrama Quando houver uma falha de alimen-
tação elétrica no tacógrafo, assim que
Nome do condutor
a alimentação for restabelecida, o
Local de partida tacógrafo gravará no diagrama uma
Nº Número da placa do veículo tarja preta (1) para registrar a falha
Leitura inicial do hodômetro de alimentação ocorrida, após isso, o
Dat Data de colocação do disco tacógrafo voltará a registrar normal-
diagrama mente a velocidade instantânea.
A tarja (2), compreendida entre as linhas
Após a viagem: de 40 e 60 km/h, corresponde à falha no
Local de chegada(1) sistema de registro de velocidade.
Leitura final do hodômetro As tarjas (3 e 4) correspondem a ava-
Km Distância total percorrida rias no sistema de registro relativo a
tempo de trabalho e de percurso.

(1)
Somente para os discos que dispõem desses
campos, não obrigatório por lei.
2-11
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Apresentação - tacógrafo eletrônico semanal*

ATENÇÃO
– Utilize somente discos diagra-
mas e/ou pacote de diagramas
originais VDO, específicos para
seu veículo, com fim de escala
do velocímetro de 125 km/h.
– Abra a gaveta do tacógrafo so-
mente para colocar ou retirar
os diagramas e/ou pacote de
Tacógrafo diagramas. Evita-se, assim, a
penetração de sujeira.
O tacógrafo é eletrônico, do tipo gave- – O tacógrafo é lacrado durante a
ta, com aparência externa de um rádio. sua instalação no veículo. Qual-
O sinal para o tacógrafo é captado quer intervenção no tacógrafo
eletronicamente, na saída da caixa de exige a violação dos lacres. Isto
mudanças, por um sensor, e os dados deve ser feito somente nos pos-
são registrados no disco diagrama na tos autorizados VDO.
forma de distância percorrida e veloci-
dade do veículo. – Alterar os ajustes do tacógrafo
ou adulterar a linha de sinal
Marca: VDO
para o tacógrafo, com a inten-
Modelo: MTCO 1390.2 ção de falsificar esses registros,
representa violação da legisla-
ção vigente.
– Leve o veículo a um posto VDO
para aferição do tacógrafo,
caso seja feita qualquer modi-
ficação no veículo que altere as
características do trem de for-
ça (motor, caixa de mudanças,
diferencial, pneus).

2-12
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Vista geral

1 – Tecla para abrir a gaveta.


A gaveta abre-se somente se o veí- ATENÇÃO
culo estiver PARADO e a chave de Por motivos de segurança, concen-
partida na posição “LIGADA”. tre sua atenção somente no velocí-
2 – Tecla de seleção do motorista. metro, enquanto o veículo estiver
Permite a inclusão de até três em movimento.
motoristas. A consulta e o manuseio do tacó-
3 – Gaveta do pacote de diagramas. grafo devem ser feitos somente
4 – Tecla de Menu. com o veículo parado.
Para ajuste da hora e identificação Símbolos que aparecem no visor:
de falhas no sistema. Usada em
= Veículo em movimento (apare-
conjunto com as teclas + e - .
ce logo que o veículo entra em
5 – Teclas de ajuste da hora e indica- movimento).
ção das mensagens de erro.
= Indica que o disco diagrama está
6 – Visor. instalado no tacógrafo.
Com o veículo em movimento,
é exibido o visor básico. Para os = Indica falha na operação do
ajustes, o veículo deve estar PA- tacógrafo ou em algum de seus
RADO e a chave de partida, na componentes.
posição “LIGADA”. = Indica qual motorista está con-
A cor e a intensidade luminosa do vi- duzindo o veículo (1, 2 ou 3).
sor são propositadamente fracas, com
a finalidade de evitar que o motorista
consulte o visor com o veículo em
movimento.
2-13
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Operação do tacógrafo

Abrir a gaveta Após alguns segundos, a gaveta destra-


va-se e abre-se parcialmente. Termine
A gaveta só se abre se o veículo estiver
de abrir, puxando a gaveta para fora.
PARADO e a chave de partida, na po-
sição “LIGADA”.
• Pressione a tecla .

Fechar a gaveta
Empurre a tampa da gaveta até a posi-
No visor, um indicador de funciona- ção de travamento.
mento (barra móvel) mostra que o
processo de abertura pode durar alguns
segundos.
Espere até que a gaveta seja desblo-
queada.

2-14
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Inserir o pacote diagramas Coloque o pacote de diagramas (na


hora aproximadamente correta) próxi-
Abra a gaveta.
mo à marcação (4), por baixo da faca
Desaperte o anel tensor (1), girando-o de separação (3).
para a esquerda.
A escala das horas do diagrama deve
Abra completamente a placa de cober- ser ajustada de acordo com a hora
tura (2), puxando-a para cima. atual indicada no display. Para isso,
Remova o pacote de diagramas (caso gire o pacote de diagramas, no sentido
haja) e coloque o novo pacote com o anti-horário, sem pressioná-lo para
lado frontal preenchido voltado para baixo, até que a hora da escala do disco
cima. coincida com a marcação (4).
Feche a placa de cobertura e trave o
anel tensor, girando-o para a direita.
Feche a gaveta.
Nota:
Discos diagramas separados podem
ser removidos do pacote diaria-
mente. Nesse caso, o campo interno
do diagrama seguinte deverá ser
devidamente preenchido antes de se
iniciar a viagem.

2-15
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Indicação padrão Notas relacionadas com a indicação


padrão:
Após fechar a gaveta, aparece no visor
a indicação padrão: 1 – Data + hora;
• Com data, hora e totalidade de 2 – Veículo em movimento - aparece
quilômetros, além do símbolo do somente quando o veículo está em
pacote de diagramas inserido e o movimento;
símbolo do motorista ativo sele- 3 – Pacote de diagramas inserido;
cionado. 4 – Falha - aparece somente quando há
alguma falha no sistema;
5 – Total de km;
6 – Motorista ativo (como exemplo, o
motorista nº 2).

2-16
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Operação com mais de um 1 - Motorista 1;


motorista 2 - Motorista 3;
O tacógrafo MTCO 1390.2 permite o 3 - Motorista 2;
registro de tempo de viagem de três 4 - Tempo de parada.
motoristas no mesmo diagrama. A tarja que aparece ao lado da marca-
O veículo deve estar PARADO e com ção de distância percorrida indica o
a chave de partida na posição “LIGA- registro do tempo de trabalho e, a cada
DA”. mudança de motorista, a espessura da
O pacote de diagramas deve estar de- tarja é alterada para a identificação do
vidamente preenchido e inserido no motorista.
tacógrafo, caso não esteja, coloque-o.
Pressione a tecla quantas vezes
forem necessárias para selecionar o
motorista desejado.
No display, o número que aparece ao
lado do símbolo indica o motoris-
ta selecionado.

2-17
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Ajuste do relógio digital Ajuste da hora


O veículo deve estar PARADO e com a Após ajustar os minutos:
chave de partida na posição “LIGADA”. • Acione novamente a tecla M
Pela ordem, deve-se ajustar primeiro com um toque curto, para sele-
os minutos, depois as horas. cionar a hora. Os dígitos da hora
Se, durante o ajuste, nenhuma tecla começam a piscar.
for acionada por, aproximadamente, • Aperte a tecla + para adiantar a
20 segundos, o sistema abandonará a hora ou a tecla - para atrasar.
correção e não atualizará a memória. • Acione a tecla M com um toque
Ajuste dos minutos longo para salvar a hora ajustada.

• Acione a tecla M com um toque


curto. No display, são exibidas a
data e a hora. Ao apertar a tecla, os
números dos minutos começam a
piscar.
• Aperte a tecla + para adiantar os
minutos ou a tecla - para atra-
sar. Mantendo o botão pressionado,
os números mudam rapidamente.

2-18
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Mensagens de erro
O tacógrafo monitora todo o sistema
e sinaliza, com um símbolo no dis-
Falha no teclado.
play, qualquer falha ocorrida em um
dos componentes ou na operação. Para
visualizar a mensagem de erro exibida
no display:
Falha do LCD (visor de cristal líquido).
• O veículo deve estar PARADO e
com a chave de partida na posição
“LIGADA”.
• Dê dois toques curtos na tecla M
Hora alterada, com o pacote de diagra-
No visor serão exibidos a data, a
mas introduzido.
hora e o código do erro.

Falha na gaveta.
Viagem sem pacote de diagrama.

Falha do sistema de velocidade.


Interrupção da alimentação.

Falha do registrador.
Falha de comunicação com o velocí-
metro.

Falha na trava do registrador.

Falha interna.

2-19
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL
Descrição do pacote de
diagramas

Tipo de pacote de diagramas


apropriado
Quando utilizar (ou pedir) pacotes de
Falha no ajuste da data/hora. Falha no diagramas, assegure-se de que ele seja
mecanismo de acionamento do suporte compatível com a velocidade do final
dos discos. de escala do tacógrafo, ou seja, com
fim de escala em 125 km/h.

Falha na saída de impulso “B7”.

Notas:
As falhas A050, A400, 9053 e 9064
podem ser resolvidas pelo condu-
tor. Para as demais, consulte um
Concessionário MAN Latin Ame-
rica ou um posto VDO.

Indicação intermitente do relógio


digital
Quando aparecer a indicação intermi-
tente no relógio digital, significa que
o relógio digital do tacógrafo foi ajus-
tado ou a alimentação do tacógrafo
(bateria do veículo) foi interrompida
por um tempo maior ou igual a dois
minutos, e o sistema solicita que seja
ajustado o pacote de diagramas com a
hora atual do display.

2-20
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Registros na parte frontal do 7 – Distância percorrida: a linha


disco de diagramas grafada na diagonal, compreen-
dida entre a primeira e a quarta
1 – Escala horária externa. linhas tracejadas, corresponde a
2 – Marcador de abertura: toda cinco quilômetros de distância
abertura da gaveta é registrada no percorridos.
disco diagrama. 8 – Abertura de transição: a abertura
3 – Indicação de velocidade em km/h. entre as 24h e 0h permite a transi-
4 – Registro do tempo de trabalho. ção ininterrupta do registro para o
5 – Registros no campo central do diagrama do dia seguinte.
disco diagrama: local reservado
para registrar manualmente o
nome do motorista, número da
placa do veículo, data de início da
operação, quilometragens inicial e
final ao término da viagem, con-
forme exigência legal, e formar a
base para a posterior avaliação do
disco diagrama.
6 – Encaixe do pacote de diagramas:
abertura para a inserção no suporte
do relógio.

2-21
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Nota:
Todas as anotações manuscritas
devem ser efetuadas apenas no pri-
meiro e no último diagrama.
Exceção: se os diagramas forem re-
movidos diariamente, é obrigatório
completar o campo interno após a
viagem, transferindo os dados para
o diagrama seguinte.

Entrada de dados na
região central do pacote de
diagramas

(A) - Antes da viagem:


Nome do condutor
Local de partida
Nº Número da placa do veículo
Leitura inicial do hodômetro
Dat Data de colocação do disco
diagrama
(B) - Após a viagem:
Local de chegada(1)
Leitura final do hodômetro
Km Distância total percorrida

Somente para os discos que dispõem desses


(1)

campos, não obrigatório por lei.


2-22
TACÓGRAFO ELETRÔNICO SEMANAL

Registro de falhas
Quando houver uma falha de alimen-
tação elétrica no tacógrafo, assim que
a alimentação for restabelecida, o
tacógrafo gravará no diagrama uma
tarja preta (1) para registrar a falha
de alimentação ocorrida, após isso, o
tacógrafo voltará a registrar normal-
mente a velocidade instantânea.
A tarja (2), compreendida entre as linhas
de 40 e 60 km/h, corresponde à falha no
sistema de registro de velocidade.
As tarjas (3 e 4) correspondem a ava-
rias no sistema de registro relativo a
tempo de trabalho e de percurso.

2-23
CAIXA DE
MUDANÇAS 3
CAIXA DE MUDANÇAS

Caixa de mudanças (13-190/15-190/17-190)

Troca de marchas Troca de marchas com eixo


A caixa de mudanças possui 6 marchas traseiro de dupla velocidade
à frente e uma a ré. Para obter o melhor As mudanças de velocidade no eixo
desempenho e maior economia do mo- traseiro de dupla velocidade são co-
tor, troque as marchas dentro da faixa de mandadas pelo botão localizado junto
torque máximo do motor (faixa verde do à manopla da alavanca de mudanças.
tacômetro, indicada pela letra A.) • Para usar a REDUZIDA, baixe o
botão para a posição L (low).
A
• Para usar a DIRETA, puxe o botão
para a posição H (high).
15 20
10 25

5 30
1rpm
x100
0 35

92485-02

3-02
CAIXA DE MUDANÇAS

• Certifique-se de que a marcha


esteja totalmente engatada antes de
soltar a embreagem.
• Em um declive desça sempre com
a marcha engrenada, utilizando
a mesma que seria utilizada para
subir o mesmo trecho.

6D 6R
5D 5R
A mudança de 5ª direta para 6ª direta
4D 4R
(ou vice-versa) é feita diretamente, 3D 3R
sem usar a 6ª reduzida, em função da 2D 2R
5ª direta e 6ª reduzida terem a mesma 1D 1R

relação de redução.
Cuidados na troca de marchas 32867-01

ATENÇÃO Mudanças ascendentes


Nunca faça a mudança de “dire- somente do eixo
ta” para “reduzida” em descida • Com o acelerador comprimido,
de serra ou declives acentuados, mude o botão da manopla para H
sob o risco de perder a marcha e direta.
o controle do caminhão. Selecione • Solte o acelerador e pise na embre-
a marcha ideal sempre antes do agem, dê uma pequena pausa para
início do declive. completar a mudança.
• Inicie o movimento sempre em 1ª • Solte a embreagem e volte a ace-
marcha. lerar.
• Não engate marcha à ré com o
caminhão em movimento.
• Nunca reboque o caminhão sem
antes remover a árvore de trans-
missão ou semi-eixos.
• Nunca use o Neutro (N) com o
caminhão em movimento.
3-03
CAIXA DE MUDANÇAS

Mudanças ascendentes na
caixa de mudanças e eixo
6D 6R
• Engate a marcha superior. 5D 5R
4D 4R
• Mude o botão para L reduzida
3D 3R
antes de soltar a embreagem. 2D 2R
Quando for mudar para marcha supe- 1D 1R

rior, eleve a rotação do motor, de tal


forma que o ponteiro do conta-giros fi-
32868-01
que próximo ao início da faixa amarela
após a mudança.
Mudanças descendentes
somente do eixo
15 20 • Com o acelerador comprimido,
10 25 mude o botão da manopla para L
reduzida.
5 30
1rpm
• Solte o pedal do acelerador e volte
a acelerar rapidamente.
x100
0 35

92485-03

antes da troca de marcha...

15 20
10 25

5 30
1rpm
x100
0 35

92485-04

...depois da troca de marcha.

3-04
CAIXA DE MUDANÇAS
Óleo da caixa de mudanças
(13-190/15-190/17-190)

Mudanças descendentes na
caixa de mudanças e eixo
• Com o acelerador comprimido,
mude o botão para H direta.
• Engate a marcha inferior.
Somente mude para uma marcha infe-
rior, quando o ponteiro do conta-giros
atingir o início da faixa verde. Se o mo-
tor estiver sustentando a marcha, evite
reduzi-la.
Nível do óleo
• Estacione o caminhão em local
15 20
plano.
10 25 • Remova o bujão de abastecimento
e nível (1).
5 30
1rpm • O nível estará correto quando atin-
x100
0 35 gir a borda inferior do bujão.
• Se necessário, acrescente óleo do
mesmo tipo utilizado na caixa de
92485-04
mudanças.
Antes da troca de marcha...
Troca de óleo
Todo o óleo usado ou contami-
15 20
nado deve ser recolhido e armaze-
10 25 nado adequadamente para posterior
reciclagem.
5 30
1rpm
Não descarte o óleo no solo, sistema
x100
0 35 de esgoto ou qualquer local que pos-
sa, de alguma forma, afetar negativa-
mente o meio ambiente.
92485-03

...depois da troca de marcha.

3-05
CAIXA DE MUDANÇAS

ATENÇÃO
O óleo quente pode causar quei-
maduras na pele. Proteja-se con-
venientemente.

• Estacione o caminhão em local plano.


• O óleo deverá estar quente.
• Posicione um recipiente sob a
caixa de mudanças, para coletar o
óleo a ser escoado. Respiro da caixa de mudanças
• Remova os bujões de abastecimen-
Verifique periodicamente o respiro da
to (1) e dreno (2).
caixa, desobstruindo-o, se necessário.
• Após escoar todo o óleo, limpe o Se o respiro estiver obstruído, poderão
bujão de dreno e reinstale-o. ocorrer vazamentos pelos vedadores
• Abasteça a caixa com o óleo reco- de óleo, em função da pressão interna
mendado, até a borda inferior do excessiva.
bujão de abastecimento.
• Utilize óleo API-CD/SF SAE 50.

3-06
CAIXA DE MUDANÇAS

Caixa de mudanças (17-280/24-280)

5 7
Super-reduzida (Crawler)
A marcha super-reduzida (Crawler)
R 1 3 também pode ser engatada durante a
condução, da mesma forma como nas
transmissões de debreagem dupla.
Nota:
C 2 4 A marcha super-reduzida somente
6 8 deve ser utilizada como marcha de
32861-01
partida do veículo em aclives ex-
A caixa de mudançãs possui 8 marchas tremos ou durante a condução em
normais à frente, mais uma super- velocidade reduzida.
-reduzida Crawler (C), totalizando 9
marchas à frente e uma à ré.
As marchas normais estão divididas
em dois grupos de velocidades com 4
marchas cada. Esse conjunto é chama-
do de “H Sobreposto”.

15 20
10 25

5 30
1rpm
x100
0 35

92485-02

Para obter o melhor desempenho e


maior economia do motor, troque as
marchas dentro da faixa de torque
máximo do motor (faixa verde do tacô-
metro, indicada pela letra A).

3-07
CAIXA DE MUDANÇAS

8
7
6
5
4
3
2
2ºH 1ºH 1
LO
32869-01

Botão seletor frontal - Engate das marchas


Mudança de H Mudanças ascendentes
Botão seletor frontal: Inicie o movimento com o botão sele-
- 2ºH tor frontal para BAIXO, na posição do
- 1ºH 1ºH.
A mudança de H deve ocorrer somente A luz de aviso AMARELA
quando houver a intenção de engatar acende-se no painel, indicando
marchas ascendentes ou descendentes que a caixa de mudanças está
que não se encontram no H correspon- engrenada no 1º H.
dente, conforme a tabela a seguir: As próximas trocas devem ser feitas
no 2ºH e, para isso, deve-se posicionar
H Engates de marchas possíveis o botão seletor frontal para CIMA (ao
1º H 1-2-3-4 mudar para o 2º H a luz AMARELA
apaga-se),
2º H 5-6-7-8

3-08
CAIXA DE MUDANÇAS

Quando for mudar para marcha supe- 8


rior, eleve a rotação do motor, de tal 7
forma que o ponteiro do conta-giros fi- 6
que próximo ao início da faixa amarela 5
após a mudança. 4
3
2
1 1ºH 2ºH
15 20
LO
10 25
32870-01
5 30
1rpm
x100
Mudanças descendentes
0 35 As trocas de marchas descendentes
para redução de velocidade são efetua-
92485-03
das de forma inversa, ou seja: 8 / 7 / 6 /
5 no segundo H.
Antes da troca de marcha...

15 20
10 25

5 30
1rpm
x100
0 35

92485-04
Posicione o botão seletor frontal para
...depois da troca de marcha. BAIXO, indicando a troca do 2º H para
o 1º H.
Continue a sequência das marchas des-
cendentes: 4 / 3 / 2 / 1 no primeiro H,
conforme a necessidade de condução
determinada pelo motorista.

3-09
CAIXA DE MUDANÇAS

Somente mude para uma marcha infe- Engate da ré


rior, quando o ponteiro do conta-giros
Empurre a alavanca de mudanças de
atingir o início da faixa verde. Se o
marcha totalmente para a esquerda, até
motor estiver sustentando a marcha,
o batente posicionador, e, ao sentir o
evite reduzi-la.
batente, enpurre-a para a frente.
A marcha à ré também possui 2 rela-
ções de redução: ré baixa (primeiro H)
15 20
e ré alta (segundo H).
10 25

5
Nota:
30
1rpm Este modelo de caixa de transmissão
x100
0 35 permite que a marcha ré seja enga-
tada no 1º ou no 2º H (posição 1 ou 2
do botão frontal da alavanca.
92485-04 Certifique-se que o botão esteja no
Antes da troca de marcha... 1ºH ao engatar a ré para, assim,
garantir o melhor desempenho da
caixa de mudanças.
15 20
10 25

5 30
1rpm
x100
0 35

92485-03

...depois da troca de marcha.

3-10
CAIXA DE MUDANÇAS

Cuidados na troca de marchas Acionamento da embreagem e


engate das marchas
ATENÇÃO
Nas trocas de marchas, sempre pise no
Cuidado ao fazer a redução de pedal da embreagem até o batente.
marchas em descida de serra ou
declives acentuados, sob o risco de Notas:
perder a marcha e o controle do ca- • Para evitar danos na sincroniza-
minhão. Selecione a marcha ideal ção da transmissão, sempre pise
sempre antes do início do declive. no pedal da embreagem até o
batente.
• Inicie o movimento sempre em
1.ª marcha ou quando necessário, • Ao trocar de marcha para uma
utilizando a super-reduzida. marcha superior ou inferior, é
permitido o “pulo” de no máxi-
• Não engate marcha à ré com o mo um nível (por exemplo, da
caminhão em movimento. 4ª para a 6ª marcha). Mudanças
• Nunca reboque o caminhão sem com pulo de mais de um nível de
antes remover a árvore de trans- marcha conduzem a desgastes da
missão ou semi-eixos. sincronização da transmissão.
• Nunca use ponto morto com o • Para evitar danos na transmis-
caminhão em movimento. são e no motor, somente engate a
• Certifique-se de que a marcha marcha inferior seguinte quando
esteja totalmente engatada antes de a velocidade máxima prevista
soltar a embreagem. para a marcha for atingida por
• Em um declive desça sempre com meio de frenagem.
a marcha engrenada, utilizando • Através de leituras especiais nos
a mesma que seria utilizada para sensores da transmissão, a TCU
subir o mesmo trecho. está habilitada para proteger
o conjunto motriz prevenindo
contra possíveis erros de engate
que possam ocasionar sobregiro
do sistema.
Maiores informações, consulte seu
Concessionário MAN Latin America.

3-11
CAIXA DE MUDANÇAS
Óleo da caixa de mudanças
(17-280/24-280)

Sistema de proteção da caixa


para erros de engate
Caso o motorista tente efetuar uma
mudança do 2º H para o 1º H, estando
o veículo em velocidade incompatível
a essa mudança, o sistema de proteção
de engate bloqueia essa ação evitando
sobregiro do motor, preservando o
conjunto motor/caixa de mudanças.
Nesse momento, é acionado
um alarme sonoro e a luz de Nível do óleo
advertência de falha na trans- • Estacione o caminhão em local
missão acende-se no visor de informa- plano.
ções do painel. • Remova o bujão de abastecimento
A luz indicativa no painel do 1º e verificação do nível de óleo (1).
H permanecerá apagada. • O nível estará correto quando atin-
O motorista deve procurar corrigir o gir aborda inferior do bujão.
engate da marcha, seja diminuindo a • Se necessário, acrescente óleo do
velocidade, mantendo a intenção de mesmo tipo utilizado na caixa de
mudança para o 1º H ou retornando mudanças.
ao 2º H acionando para cima o botão • Reinstale o bujão.
frontal da alavanca de mudanças.
Nota:
Somente em velocidades aproxi-
madamente acima de 30 km/h essa
função é habilitada na caixa de mu-
danças.

3-12
CAIXA DE MUDANÇAS

• Abasteça a caixa com o óleo reco-


mendado, até a borda inferior do
bujão de abastecimento.
Utilize óleo de especificação
API-GL4 SAE 80W / 80W-85 / 80W-
90 ou API-CD ou API-SF SAE 30 ou
SAE 40.
Nota:
As duas especificações de óleo são indi-
Troca de óleo cadas para essas caixas de mudanças.
A mistura dos óleos, porém, não é
Todo o óleo usado ou contamina- recomendada.
do deve ser recolhido e armazenado Nas trocas de óleo é permitido al-
adequadamente para uma posterior ternar entre as duas especificações
reciclagem. acima. Esgote normalmente o óleo
Não descarte o óleo no solo, sistema existente na caixa e coloque o óleo
de esgoto ou qualquer local que pos- novo. Não há problema em misturar
sa, de alguma forma, afetar negativa- o óleo novo com o óleo de especifica-
mente o meio ambiente. ção diferente remanescente na caixa.

ATENÇÃO
O óleo quente pode causar quei-
maduras na pele. Proteja-se con-
venientemente.

Estacione o caminhão em local plano.


• O óleo deverá estar quente.
• Posicione um recipiente sob a
caixa de mudanças, para coletar o
óleo a ser escoado.
• Remova os bujões de abastecimen-
to (1) e dreno (2).
• Após escoar todo o óleo, limpe o
bujão de dreno e reinstale-o.

3-13
CAIXA DE MUDANÇAS
Caixa de mudanças
(17-330/24-330)

Respiro da caixa de mudanças Troca de marchas


Verifique periodicamente o respiro da Esta caixa de mudanças possui 16
caixa, desobstruindo-o, se necessário. marchas à frente. As marchas estão di-
vididas em dois grupos de velocidades,
Se o respiro estiver obstruído, poderão
com 8 marchas cada. Esse conjunto é
ocorrer vazamentos pelos vedadores
chamado de “H sobreposto”.
de óleo, em função da pressão interna
excessiva. Acionamento da embreagem e
engate das marchas
ATENÇÃO
Nas trocas de marchas, sempre pise no
O óleo quente pode causar quei- pedal da embreagem até o batente.
maduras na pele. Proteja-se con-
venientemente. Notas:
• Para evitar danos na sincroniza-
ção da transmissão, sempre pise
no pedal da embreagem até o
batente.
• Ao trocar de marcha para uma
marcha superior ou inferior, é
permitido o “pulo” de no máxi-
mo um nível (por exemplo, da
4ª para a 6ª marcha). Mudanças
com pulo de mais de um nível de
marcha conduzem a desgastes da
sincronização da transmissão.

3-14
CAIXA DE MUDANÇAS

• Para evitar danos na transmis- O motorista deve procurar corrigir o


são e no motor, somente engate a engate da marcha, seja diminuindo a
marcha inferior seguinte quando velocidade, mantendo a intenção de
a velocidade máxima prevista mudança para o 1º H ou retornando
para a marcha for atingida por ao 2º H acionando para cima o botão
meio de frenagem. frontal da alavanca de mudanças.
• Através de leituras especiais nos
Nota:
sensores da transmissão, a TCU
Somente em velocidades aproximada-
está habilitada para proteger
mente acima de 30 km/h essa função é
o conjunto motriz prevenindo
habilitada na caixa de mudanças.
contra possíveis erros de engate
que possam ocasionar sobregiro
do sistema.
Maiores informações, consulte seu
Concessionário MAN Latin America.
Sistema de proteção da caixa
para erros de engate
Caso o motorista tente efetuar uma
mudança do 2º H para o 1º H, estando
o veículo em velocidade incompatível
a essa mudança, o sistema de proteção Cada uma das oito marchas possui
de engate bloqueia essa ação evitando duas velocidades: Alta - mais longa,
sobregiro do motor, preservando o representada pela letra A, no diagrama
conjunto motor/caixa de mudanças. acima, e Baixa - mais reduzida, repre-
Nesse momento, é acionado sentada pela letra B. Isso resulta em
um alarme sonoro e a luz de uma caixa de mudanças de 16 veloci-
advertência de falha na trans- dades à frente.
missão acende-se no visor de informa- O primeiro H contempla as marchas de
ções do painel. 1ª a 8ª e o segundo H, as marchas de
A luz indicativa no painel do 9ª a 16ª.
1º H permanecerá apagada. Dependendo da carga do veículo e do
tipo de estrada, a caixa de mudanças pode
ser usada somente nas marchas altas ou
somente nas marchas baixas, ou interca-
lando-se entre as marchas altas e baixas.
3-15
CAIXA DE MUDANÇAS

Botão seletor lateral - Marchas Botão seletor frontal -


altas e marchas baixas Mudança de H
Botão seletor frontal: Botão seletor frontal:
A - Marchas altas - 2ºH
B - Marchas baixas - 1ºH
Com o botão seletor lateral para cima, A mudança de H deve ocorrer somente
seleciona-se as marchas altas e, para quando houver a intenção de engatar
baixo, as marchas baixas. marchas ascendentes ou descendentes
As marchas são engatadas por meio da que não se encontram no H correspon-
pré-seleção do botão seletor lateral e dente, conforme a tabela a seguir:
são liberadas somente quando o pedal H Engates de marchas possíveis
da embreagem é pressionado até o fim
do curso. 1ªH 1B-1A / 2B-2A / 3B-3A / 4B-4A

A luz de aviso AMARELA 2ªH 5B-5A / 6B-6A / 7B-7A / 8B-8A


acende-se no painel, indicando
que a caixa de mudanças está
engrenada no 1º H.
A luz de aviso VERDE acen-
de-se no painel, indicando que
marcha selecionada está na
posição “B” - baixa.

3-16
CAIXA DE MUDANÇAS

Engate das marchas Posicione o botão lateral para CIMA


na posição alta (A - marcha alta = 1A)
Mudanças ascendentes
e, sem desengatar da marcha atual,
Inicie o movimento com o botão sele- pise no pedal da embreagem até o final
tor frontal para BAIXO, na posição do do curso para o engate da primeira alta.
1ºH, e o botão seletor lateral, na posição
A luz de aviso VERDE apa-
para BAIXO (B - marcha baixa = 1B).
ga-se no painel, indicando que
A luz de aviso AMARELA a caixa de mudanças está en-
acende-se no painel, indicando grenada em uma marcha ALTA.
que a caixa de mudanças está
Engate as demais marchas ascendentes
engrenada no 1º H (a luz de aviso
de velocidade na sequência descrita:
VERDE acende-se no painel indicando
2B-2A / 3B-3A / 4B-4A.
que a macha selecionada está na posi-
ção “B”).

3-17
CAIXA DE MUDANÇAS

Mudanças descendentes
As trocas de marchas descendentes
para redução de velocidade são efetua-
das de forma inversa, ou seja: 8A-8B /
7A-7B / 6A-6B / 5A-5B no 2ºH.
Posicione o botão seletor frontal para
BAIXO, indicando a troca do 2º H para o
1º H, e o botão seletor lateral na posição
para ALTO (A - marcha baixa = 4A).

As próximas trocas devem ser feitas


no 2ºH e, para isso, deve-se posicionar
o botão seletor frontal para CIMA (ao
mudar para o 2º H a luz AMARELA
apaga-se), e o botão seletor lateral para
BAIXO (B - marcha baixa = 5B).
Engate as demais marchas ascendentes
de velocidade na sequência descrita:
5B-5A / 6B-6A / 7B-7A / 8B-8A.
Nota: Continue a sequência das marchas des-
Conforme as marchas vão sendo alte- cendentes: 4A-4B / 3A-3B / 2A-2B/
radas entre BAIXA e ALTA no botão 1A-1B, conforme a necessidade de
seletor lateral, a luz de aviso VERDE condução determinada pelo motorista.
deverá alternar-se entre “acesa” e
Engate da ré
“apagada”.
Empurre a alavanca de mudanças de
marcha totalmente para a esquerda, até
o batente posicionador, e, ao sentir o
batente, puxe-a para trás.
A marcha à ré também possui 2 rela-
ções de redução: ré alta e ré baixa.

3-18
CAIXA DE MUDANÇAS

Óleo da caixa de mudanças (17-330/24-330)

Nível do óleo Troca de óleo


• Estacione o caminhão em local Todo o óleo usado ou contamina-
plano. do deve ser recolhido e armazenado
• Remova o bujão de abastecimento adequadamente para uma posterior
e verificação do nível de óleo (1). reciclagem.
• O nível estará correto quando atin- Não descarte o óleo no solo, sistema
gir aborda inferior do bujão. de esgoto ou qualquer local que pos-
• Se necessário, acrescente óleo do sa, de alguma forma, afetar negativa-
mesmo tipo utilizado na caixa de mente o meio ambiente.
mudanças.
• Reinstale o bujão. ATENÇÃO
O óleo quente pode causar quei-
maduras na pele. Proteja-se con-
venientemente.

• Estacione o caminhão em local


plano.
• O óleo deverá estar quente.
• Posicione um recipiente sob a
caixa de mudanças, para coletar o
óleo a ser escoado.
• Remova os bujões de abastecimen-
to (1) e dreno (2).

3-19
CAIXA DE MUDANÇAS

• Após escoar todo o óleo, limpe o


bujão de dreno e reinstale-o.
• Abasteça a caixa com o óleo reco-
mendado, até a borda inferior do
bujão de abastecimento.
Utilize óleo de especificação API-GL4
SAE 80W / 80W-85 / 80W- 90 ou
API-CD ou API-SF SAE 30 ou SAE 40.
Nota:
As duas especificações de óleo são Respiro da caixa de mudanças
indicadas para essas caixas de mu-
Verifique periodicamente o respiro da
danças.
caixa, desobstruindo-o, se necessário.
A mistura dos óleos, porém, não é
Se o respiro estiver obstruído, poderão
recomendada.
ocorrer vazamentos pelos vedadores
Nas trocas de óleo é permitido al-
de óleo, em função da pressão interna
ternar entre as duas especificações
excessiva.
acima. Esgote normalmente o óleo
existente na caixa e coloque o óleo
novo. Não há problema em misturar ATENÇÃO
o óleo novo com o óleo de especifica- O óleo quente pode causar quei-
ção diferente remanescente na caixa. maduras na pele. Proteja-se con-
venientemente.

3-20
3º EIXO
4
3º EIXO

3º eixo

31558-01 31559-01

Suspensor pneumático Lubrificação do balancim


O conjunto suspensor é ajustado na Limpe externamente a graxeira para
fábrica com o veículo no chassi, sem evitar a contaminação da graxa. Faça
carroceria. a lubrificação do balancim por meio
Após o encarroçamento, a folga entre o da graxeira, localizada no pino do
grampo e o eixo deve ser de 13 ± 3 mm. balancim, com intervalos máximos
Se necessário, regule a folga conforme semanais.
instruções das páginas seguintes.
Em caso de dúvida, consulte um Con-
cessionário MAN Latin America.
Notas:
• A regulagem deve ser feita so-
mente com o 3º eixo totalmente
abaixado.
• O desalinhamento do conjunto
suspensor pode causar vazamen-
to no bolsão pneumático junto à
base metálica de assentamento.

4-02
3º EIXO

3
1

31560-01 31561-01

Lubrificação no conjunto do Regulagem do suspensor


freio pneumático
Limpe externamente as graxeiras para
Nota:
evitar a contaminação da graxa.
O conjunto suspensor é ajustado na
Lubrifique os dois pontos de lubrifi- fábrica com veículo sem carroceria.
cação existentes nas rodas. Consulte o Após o encarroçamento, é necessário
manual de Garantia e Manutenção. refazer a regulagem, como segue:
Lubrificação no cubo e rolamento
do eixo auxiliar (3.º eixo)
De acordo com o Plano de Manutenção, B

observando o grupo de aplicação de


A
trabalho que se enquadra o seu veículo,
ou a cada desmontagem dos cubos da
roda, troque a graxa dos cubos e dos
rolamentos, substitua os retentores e
as arruelas dentadas e ajuste a folga
31562-01
dos rolamentos. Consulte o manual de
Garantia e Manutenção. • Estacione o veículo em local plano
Nota: e esvazie o suspensor.
Para lubrificação dos itens acima, use • Solte a porca inferior (2) do gram-
graxa NLGI - 2EP. Utilize a quanti- po suspensor.
dade suficiente para manter os com-
ponentes lubrificados e eliminar toda
a graxa com características vencidas.

4-03
3º EIXO

• Rosqueie as porcas superiores (1)


em ambos os lados para manter a
igualdade das folgas laterais (A) e
obter uma folga inferior (B) entre
o grampo e o eixo de 13 ± 3 mm.
• Rosqueie as porcas inferiores (2)
até encostarem no suporte (3).
• Dê o aperto final nas porcas supe-
riores (1) com torque de 250 Nm 31563-01
(25 kgfm).
Inspeção do suspensor
Nota:
O desalinhamento do conjunto sus- Lubrificação no conjunto do freio
pensor pode causar vazamento no
bolsão junto à base metálica. Inspecione visualmente o suspensor,
verificando a existência de sinais de
desgaste irregular, que, se não cor-
rigido por meio de limpeza, poderá
provocar um rápido rompimento da
borracha.
Limpeza da base metálica
Periodicamente inspecione visualmente
a base da bolsa. O acúmulo de resíduos
provoca um lento processo de desgaste
da bolsa por abrasão. Limpe a base com
uma escova, utilizando água e sabão.
Nota:
Não utilize solventes ou produtos quí-
micos que possam afetar a borracha.
É recomendável inflar o suspensor
para expor totalmente a base para a
limpeza.

4-04
3º EIXO

Verificação do desgaste das


placas de atrito
Para verificação de desgaste das placas
de atrito, pino do balancim e suportes,
obedeça aos períodos indicados no
“Plano de Manutenção”. Para isso,
dirija-se a um Concessionário MAN
Latin America.
Verificação do alinhamento do 2º
eixo e 3º eixo auxiliar
Verifique o alinhamento dos eixos, ob-
servando o período indicado no “Plano
de Manutenção” ou quando os pneus
apresentarem desgaste irregular. Para
isso, dirija-se a um Concessionário
MAN Latin America.

4-05
INSTRUÇÕES DE
MANUTENÇÃO 5
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Introdução

Este capítulo traz as instruções de


manutenção preventiva que podem ser ATENÇÃO
executadas pelo próprio motorista do • Tenha cuidado para que cabe-
veículo, desde que possua a experiência los longos, gravata, vestuário
necessária e utilize peças originais e solto, joias, relógios etc. não se
ferramentas adequadas a cada trabalho. enganchem nas pás do venti-
Em caso de dúvida, consulte um Con- lador ou qualquer outra parte
cessionário MAN Latin America. móvel do motor.
• Desligue sempre o cabo negati-
ATENÇÃO
vo da bateria, ao trabalhar no
• Familiarize-se totalmente com sistema elétrico ou de alimen-
os procedimentos adequados tação.
de manutenção, antes de efe- • Ao trabalhar em qualquer
tuar as verificações, ajustes ou componente do sistema de
reparos descritos nas páginas a combustível, não fume, nem
seguir. fique próximo de chamas ou
• Acione o freio de estaciona- pontas quentes. Tenha sempre
mento, antes de efetuar qual- à mão um extintor de incêndio.
quer manutenção ou reparo no • Se houver necessidade de se
veículo. trabalhar sob o veículo, apoie-o
• Antes de iniciar qualquer tra- sempre em cavaletes de segu-
balho no compartimento do rança adequados a seu peso.
motor, certifique-se de que este Um macaco não é adequado
esteja frio, para evitar queima- para esta finalidade.
duras. • Ao trabalhar sob o veículo,
• Caso haja necessidade de se certifique-se de que se encon-
trabalhar com o motor em tra em terreno firme e plano e
funcionamento, utilize sempre que as rodas estejam devida-
o freio de estacionamento - mente calçadas, e retire a cha-
certifique-se de que a alavanca ve da ignição para evitar que,
de mudanças se encontra em inadvertidamente, seja dada a
NEUTRO e calce as rodas. partida no motor.

5-02
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Grade frontal

ATENÇÃO
• Nunca deixe o motor trabalhar
em área fechada ou não venti-
lada. Os gases de escapamento
do motor contêm monóxido de
carbono, gás incolor e inodo-
ro, mas que pode ser letal, se
inalado.
• Manutenção incorreta ou in-
completa pode causar proble- Abertura da grade
mas operacionais ao veículo.
Lembre-se de que o cuidado A alavanca de abertura da grade frontal
com a manutenção do veículo está localizada no lado esquerdo do
é um fator fundamental para pedal da embreagem.
os conceitos de condução Para destravar a grade frontal do veícu-
econômica e segura, devendo, lo, puxe a alavanca, no sentido da seta.
portanto, ser rigorosamente
observado. Caso haja dúvidas
com relação a algum serviço,
consulte um Concessionário
MAN Latin America.

5-03
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Após puxar a alavanca interna, segure


a grade com as duas mãos (nas posi-
ções indicadas pelas setas) e levante-a,
empurrando-a para cima, até o fim do
curso.
Fechamento da grade
Para fechar a grade, puxe-a para baixo
com as duas mãos e, com um leve to-
que, bata suavemente contra a cabine,
até ter certeza que está travada.

5-04
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Acesso aos itens de inspeção diária


1- Reservatório do líquido de arrefecimento.
2- Reservatório de água do lavador do para-brisa.
3- Vareta do nível de óleo do motor.
4- Reservatório do fluido da embreagem.
5- Filtro de ar da caixa de ventilação.
6- Alavanca da bomba hidráulica de basculamento da cabine.

5-05
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Partida remota

– Gire a chave de contato na posição


ligado.
– Bascule a cabine, observando todos
os procedimentos descritos no capí-
tulo “Instruções de Operação”.
– Com um leve toque, pressione os
botões (-) e (+), simultaneamente, e
dê a partida no motor.
– Para desligar o motor, repita a opera-
ção, pressionando os botões (-) e (+)
Partida remota do motor simultaneamente.

A partida remota é um dispositivo loca- Variação da rotação do motor


lizado no motor (perto do reservatório – Para aumentar a rotação do motor,
da direção hidráulica) e que permite pressione o botão (+).
executar verificações e reparos que – Para diminuir a rotação do motor,
requerem o funcionamento do motor pressione o botão (-).
com a cabine basculada.
Partida sem débito de combustível
ATENÇÃO (somente motores Cummins)
Nunca dê a partida ou deixe o Para realização de testes específicos,
motor em funcionamento em uma foi disponibilizada uma rotina de teste
área fechada ou não ventilada. que permite girar o motor sem que este
Os gases de escape do motor con- entre em funcionamento.
têm monóxido de carbono, que é – Pressione o botão (-) por três segun-
um gás incolor e inodoro, mas que dos, no mínimo, (mantenha-o pres-
pode ser fatal se for inalado por sionado) e pressione o botão (+).
tempo prolongado. Para encerrar a rotina de teste, libere
Partida no motor com a cabine um ou ambos os botões.
basculada Nesse teste, o funcionamento do motor
– Estacione o veículo em um local é limitado a 15 segundos.
plano e aplique o freio de estaciona-
mento.
– Posicione a alavanca da caixa de
mudanças em neutro.

5-06
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Óleo do motor

Especificação de óleo Os componentes mais afetados pela


deficiência na lubrificação são:
• Motor MAN D08 - SAE 10W-40
que atenda à norma M3277 – Tuchos de válvulas, balancins, guias
de válvulas, árvore do comando de
• Motor Cummins ISL - API CI4
válvulas e deterioração da função
15W-40
hidrodinâmica do retentor de óleo
Intervalo de troca de óleo do do virabrequim (função do retentor
motor e garantia do motor de jogar o óleo para o interior do
motor, por meio de aletas em forma
• Troque o óleo do motor e o filtro
de hélice, para evitar vazamentos).
de óleo nos intervalos recomen-
dados no manual de “Garantia e NÃO RESPEITAR O INTERVALO
Manutenção”. DE TROCAS DE ÓLEO RECO-
• Utilize somente óleo com a especi- MENDADO, BEM COMO USAR
ficação recomendada. FILTROS NÃO ORIGINAIS E/
• Utilize somente filtro de óleo ori- OU USAR ÓLEO DE ESPECI-
ginal. FICAÇÃO INFERIOR À RECO-
MENDADA LEVAM À PERDA DA
Para atender à lei de emissões, motores
GARANTIA DO MOTOR.
eletrônicos têm de trabalhar com ponto
de injeção atrasado. Essa condição
favorece a formação de cinza causada
pela queima de óleo lubrificante no
interior do cilindro.
A cinza desce para o cárter e se mistura
ao óleo, tornando-o espesso, o que pre-
judica a lubrificação dos componentes
do motor.

5-07
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Nível de óleo do motor O nível estará correto se estiver entre


as marcas “Mín.” e “Máx.” da vareta.
Para obter uma leitura correta:
Recomenda-se adicionar óleo somen-
a) Estacione o veículo em local plano te, quando o nível estiver próximo da
e desligue o motor. marca inferior. Adicione óleo do mes-
b) Aguarde de 10 a 15 minutos para mo tipo e marca utilizado no cárter, até
permitir que todo o óleo da parte a marca superior da vareta.
superior escoe para o cárter.
Nota:
c) Retire a vareta de medição, limpe-a
Não funcione o motor se o nível de
com um pano limpo e introduza-a
óleo estiver abaixo da marca inferior
no tubo, até o batente. Retire-a no-
ou acima da marca superior.
vamente e verifique o nível.

5-08
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

O óleo do motor e o filtro devem ser


trocados nos períodos recomendados
no “Plano de Manutenção”.
• Estacione o caminhão em local
plano.
• Remova a tampa do bocal de abas-
tecimento.
• Coloque um recipiente sob o bujão
do dreno.
• Remova o bujão do dreno e drene
Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280
todo o óleo do cárter.
• Drene o óleo com o motor quente,
para que o óleo escoe com facilidade.
• Aguarde de 10 a 15 min, para que
todo o óleo escoe para o cárter.
• Após ter escoado todo o óleo usado,
acondicione-o em um recipiente
adequado, para posterior reciclagem.

ATENÇÃO
Modelos 17/24-330 Na remoção do bujão do dreno e
filtro de óleo com o motor quente,
Troca de óleo do motor faça-o com luvas, pois o óleo quen-
Todo o óleo usado ou contami- te pode causar graves queimadu-
nado deve ser recolhido e armaze- ras na pele.
nado adequadamente para posterior
reciclagem.
Não descarte o óleo no solo, sistema
de esgoto ou qualquer local que pos-
sa, de alguma forma, afetar negativa-
mente o meio ambiente.

5-09
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

• Fixe o bujão com uma arruela de


vedação nova.
• Abasteça o novo elemento filtrante
com óleo novo.
• Lubrifique o anel de vedação, fixe
o elemento manualmente, até o
anel de vedação encostar no cabe-
çote, e gire mais ½ a ¾ de volta.
Não aperte demasiadamente.
• Com a vareta do nível desencai-
Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280 xada, abasteça o cárter pelo bocal
de abastecimento, até a marca
superior da vareta com óleo:
• Motor MAN D08 - SAE 10W-
40 que atenda a norma M3277.
• Motor Cummins ISL - API CI4
15W-40.
• Instale a tampa de abastecimento e
a vareta.
• Funcione o motor em marcha lenta
e verifique eventuais vazamentos.
Modelos 17/24-330
• Após um período de trabalho do
Troca do filtro de óleo motor, verifique o nível de óleo e
• Remova o elemento filtrante com o complete-o se necessário.
anel de vedação.
• Limpe cuidadosamente a área de
assentamento da junta do filtro.
Notas:
É comum o anel de vedação grudar
no assento do cabeçote do filtro.
Certifique-se de que seja removido.
• Limpe o bujão, a região do dreno
no cárter, o cabeçote do filtro e o
bocal de abastecimento.
5-10
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Líquido de arrefecimento

Filtro separador de óleo da Nível do líquido


unidade dosadora (somente • O nível deve estar entre as marcas
17/24-330) “Mín.” e “Máx.” do reservatório.
O filtro separador de óleo do ar da • Se o nível estiver baixo, remova
unidade dosadora funciona como um a tampa frontal do reservatório e
sistema de segurança, para evitar que abasteça-o com água limpa, até o
possíveis partículas de óleo contidas nível máximo.
no ar possam contaminar a unidade • O nível deve ser verificado diaria-
dosadora. mente, com o motor frio.
Troque o filtro, de acordo com o plano
de manutenção.

5-11
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Aditivo para o líquido de


arrefecimento
Motor MAN D08
• Aditivo que atenda à norma MAN
324NF na proporção de 40% de
aditivo VW (cód. G 411381 Q0) +
60% de água limpa.
Motor Cummins ISL
• Aditivo VW na proporção de 40%
de aditivo VW (cód. G 411381 B1) (1) Sensor de nível baixo
+ 60% de água limpa. (2) Sensor de nível mínimo
A utilização de outros produtos, exceto Acende-se uma luz vermelha
os acima indicados, poderá comprome- no painel. Informação de des-
ter o sistema e outras partes do motor potenciamento do motor (pre-
Sensor do nível de água serva o motor).

• O reservatório de expansão possui Troca do líquido de


dois sensores de nível de água, que arrefecimento
alertam quanto à insuficiência de lí-
O líquido de arrefecimento usado
quido no sistema de arrefecimento.
ou contaminado deve ser recolhido
• O problema é indicado pela luz e armazenado adequadamente para
de advertência no painel e pelo posterior reciclagem.
alarme sonoro. Caso isso ocorra,
Não descarte o líquido no solo, siste-
pare o veículo, sem desligar o
ma de esgoto ou qualquer local que
motor, e complete o nível de água
possa, de alguma forma, afetar nega-
no sistema, até a marca “Máx.” do
tivamente o meio ambiente.
reservatório.

ATENÇÃO
Não retire a tampa do reservató-
rio de expansão com a água ainda
quente para evitar queimaduras
na pele. Proteja-se conveniente-
mente.

5-12
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

• Conecte novamente a mangueira e


abasteça o sistema com água limpa.
• Ligue o motor e deixe-o funcio-
nando por alguns minutos, até que
atinja a temperatura normal de
funcionamento.
• Drene novamente o sistema.
• Examine o estado das mangueiras
e braçadeiras quanto a danos.
Substitua-as, se necessário.
Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280 • Examine o radiador quanto a
vazamentos, danos e acúmulos de
sujeira. Limpe e repare o que for
necessário.
Quando o sistema estiver totalmente
limpo, certifique-se de que a manguei-
ra inferior do radiador esteja conecta-
da, a braçadeira apertada e os registros
fechados.
Abastecimento final
Com o sistema limpo, abasteça, utili-
Modelos 17/24-330
zando somente a mistura de:
Manutenção – Motor MAN D08:
• Estacione o caminhão em local 40% de aditivo VW (cód. G
plano. 411381 Q0, conforme norma MAN
• Bascule a cabine. 324NF) + 60% de água limpa.
• Coloque um recipiente sob o radia- – Motor Cummins ISL:
dor com capacidade compatível 40% de aditivo VW (cód. G 411381
com o volume a ser drenado. B1) + 60% de água limpa.
• Desconecte a mangueira inferior
do radiador a fim de escoar todo o
líquido do sistema.

5-13
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Fluido da embreagem

Coloque a tampa do reservatório, ligue


o motor e, quando atingir a temperatu-
ra normal de funcionamento, inspecio-
ne cuidadosamente quanto a possíveis
vazamentos.
Os motores MAN D08 usam a embre-
agem viscosa Visctronic na hélice do
radiador. Em caso de falta de sinal do
módulo ele-trônico do motor, a embre-
agem acopla automaticamente, girando
na mesma velocidade da árvore de ma- O reservatório do fluido da embrea-
nivelas. gem está localizado na parte frontal do
veículo, atrás da grade dianteira.
Para ter acesso ao reservatório, puxe
a alavanca de abertura da grade, loca-
lizada no lado esquerdo do pedal da
embreagem.

5-14
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Substituição do fluido
• O fluido da embreagem deve ser
substituído uma vez por ano.
• Leve o caminhão ao Concessio-
nário MAN Latin America para
realizar o serviço.
• Verifique o nível de fluido e efetue
a troca nos períodos indicados no
Plano de Manutenção.
Nível do fluido do reservatório
O nível do fluido deve ser verificado
nos períodos indicados no “Plano de
Manutenção”. Proceda como segue:
• O nível deverá estar entre as marcas
“Mín.” e “Máx.” do reservatório.
• Se o nível estiver abaixo, adicione
somente fluidos que atendam às
especificações DOT 4 e de fabri-
cantes idôneos e conceituados.
• Fluidos de baixa qualidade não
possuem poder lubrificante ade-
quado e atacam vedações e com-
ponentes de borracha.
Nota:
Ao bascular a cabine, fluido em ex-
cesso pode transbordar, danificando
a pintura.

5-15
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO
Reservatório de água do
limpador de para-brisa Sistema de combustível

Combustível
• Somente utilize combustível filtra-
do e de boa qualidade para evitar
danos ao motor.
• Nunca utilize combustíveis arma-
zenados em recipientes.
• Ao encher o tanque, abasteça-o so-
mente até o travamento da pistola.
• Utilize sempre diesel S10, confor-
O reservatório de água do limpador de me resolução ANP Nº 31/2009, ou
para-brisa está localizado na parte fron- diesel S50, conforme resolução
tal do veículo, atrás da grade dianteira. ANP 42/2009.
Verifique periodicamente o reservató- • O uso do diesel não especificado
rio de água, se necessário complete-o pode causar danos ao catalisador,
com água, até atingir o enchimento sendo que, nesse caso, não haverá
máximo total. cobertura em garantia.

5-16
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Filtros de combustível originais


e garantia do motor
• Utilize somente filtros de combus-
tível originais.
Os filtros originais possuem alta capa-
cidade de retenção de partículas e água.
O filtro separador de água, localizado
na longarina, tem capacidade de reten-
ção de 10 microns (0,010 mm).
O filtro principal do motor tem capacida- Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280
de de retenção de partículas com dimen-
são de 3 a 5 microns (0,003 a 0,005mm). Drenagem do filtro separador
FALHAS NO SISTEMA DE IN- de água
JEÇÃO CAUSADAS POR DEFI- O filtro deve ser drenado diariamente,
CIÊNCIA DE FILTRAGEM DE ou sempre que a luz se acender, no
COMBUSTÍVEL OU CONTAMI- painel de instrumentos. Para isso, gire
NAÇÃO POR ÁGUA NÃO SERÃO o registro na parte inferior do filtro e
COBERTAS PELA GARANTIA. deixe o combustível sair, até que saia
sem água.
Nota:
Se os filtros de combustível tiverem que Luz de aviso de presença
ser substituídos com maior frequência de água no combustível
antes dos prazos previstos, significa No painel de instrumentos, há uma luz
que o reservatório de combustível indicadora de presença de água no óleo
está com impurezas e deve ser limpo. diesel, alertando sobre a necessidade
Para evitar esse problema, abasteça o de drenagem do filtro separador.
seu veículo somente com combustível
Nota:
filtrado e de boa qualidade. O filtro separador de água deve ser
substituído juntamente com o filtro
principal.

5-17
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Luz de aviso de saturação • Lubrifique o novo anel de vedação


do filtro de combustível do elemento filtrante e instale-o no
elemento, com o lado cônico para
No painel de instrumentos, há uma luz
cima.
indicadora de saturação do filtro. O
filtro de combustível deve ser trocado • Encha o filtro com óleo diesel
toda vez que a luz de aviso no painel se limpo.
acender ou a cada: • Instale o filtro no cabeçote e
– 60.000 km para o grupo I aperte-o firmemente, utilizando
somente as mãos.
– 50.000 km para o grupo II
• Conecte o cabo elétrico.
– 40.000 km para o grupo III
(o que ocorrer primeiro). Nota:
Não use ferramentas para apertar o
Troca do filtro separador de filtro.
água
• Drene totalmente o combustível
existente no filtro.
• Desconecte o cabo elétrico.
• Retire o conjunto do elemento fil-
trante e o recipiente transparente do
cabeçote. O recipiente transparente
é reutilizável. Não o danifique.
• Separe o elemento filtrante do
recipiente transparente. Limpe o
recipiente.
• Lubrifique o novo anel de vedação
do recipiente, com uma pequena
camada de diesel ou óleo lubri-
ficante do motor e coloque-o no
recipiente transparente, com o lado
cônico para cima.
• Rosqueie, com as mãos, o recipien-
te transparente ao novo elemento e
aperte-o firmemente.

5-18
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

• Encaixe um novo elemento na tam-


pa, pressionando-o, até que fique
preso nas presilhas. Lubrifique a
rosca da tampa e o anel de vedação
com combustível.
• Rosqueie o conjunto da tampa e do
elemento.
Aplique torque de 20 Nm.

Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280


Troca do filtro principal
O elemento filtrante principal deve
ser trocado no períodos indicados no
Plano de Manutenção.
• Retire o conjunto da tampa e do
elemento, utilizando uma ferra-
menta apropriada.
Nota:
O anel de vedação pode ficar colado
no alojamento do filtro. Certifi-
que-se de removê-lo antes de instalar
o novo filtro.
• Limpe a tampa do filtro.
• Retire o conjunto da tampa (1) do
elemento do filtro de combustível.
• Desencaixe o elemento da tampa e
descarte-o juntamente com o anel
de vedação.
• Coloque um novo anel de vedação
na tampa.

5-19
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280 A sangria é feita acionando-se ma-


nualmente a bomba de combustível,
Sangria do sistema de
localizada no motor.
combustível
Solte o êmbolo da bomba de sangria,
A sangria do sistema de baixa pressão girando-o no sentido anti-horário.
de combustível é necessária sempre Solte o parafuso de sangria (1) do filtro
que: separador de água.
• O motor permanecer inativo por
um período de tempo prolongado.
• Se qualquer componente do
sistema tiver sido substituído ou
reparado.
• Sempre que o tanque de combustí-
vel for esvaziado.

5-20
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Bombeie o êmbolo até que o combus- Modelos 17/24-330


tível saia sem bolhas pelo parafuso de
Drenagem do filtro separador
sangria.
de água
Feche o parafuso de sangria.
Feche a abertura da bomba. O filtro deve ser drenado diariamente,
ou sempre que a luz se acender, no
Dê partida do motor. painel de instrumentos. Para isso, gire
Depois que o motor arrancar, deixe-o o registro na parte inferior do filtro e
funcionando por, aproximadamente, deixe o combustível sair, até que saia
1 minuto, para eliminar todo o ar, por em água.
meio de um processo de sangria auto-
mática. Luz de aviso de presença
de água no combustível
ATENÇÃO No painel de instrumentos, há uma luz
indicadora de presença de água no óleo
Em nenhuma circunstância abra
diesel, alertando sobre a necessidade
qualquer tubo de alta pressão para
de drenagem do filtro separador.
fazer sangria. A pressão nos tubos
de alta pressão é de 1600 bar: risco Nota:
de acidente. O filtro separador de água deve ser
substituído juntamente com o filtro
principal.

5-21
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Luz de aviso de saturação • Abra a válvula de drenagem (4),


do filtro de combustível drene o combustível abaixo do co-
lar plástico (3) e, logo após, feche
No painel de instrumentos, há uma luz a válvula de drenagem (4).
indicadora de saturação do filtro. O • Retire o copo transparente, remo-
filtro de combustível deve ser trocado vendo o colar plástico (3) com as
toda vez que a luz de aviso no painel se mãos, ou, se necessário, com o
acender ou a cada: uso de uma ferramenta apropriada.
– 80.000 km para o grupo I Descarte o anel de vedação da base
do copo plástico. Um novo anel é
– 60.000 km para o grupo II
fornecido em conjunto com o novo
– 40.000 km para o grupo III elemento filtrante.
(o que ocorrer primeiro).
Nota:
O copo transparente é reutilizável.
Não o danifique.
• Para aplicações em Biodiesel,
utilize o anel de vedação na cor
verde, o qual deve ser substituído
a cada troca do elemento filtrante.
• Remova o elemento filtrante
puxando-o para cima e torcendo-o
ligeiramente. Certifique-se de que o
anel de isolação, existente na base
Modelos 17/24-330
do elemento filtrante, foi devida-
Troca do filtro separador de mente removido do pino central.
água • Instale o novo elemento filtrante que
• Quando se acender a luz de aviso é fornecido com o anel de isolação
no painel de instrumentos ou quan- inserido na sua base. Para a instala-
do o nível de combustível atingir ção, empurre o elemento para baixo,
a faixa preta (2), significa que o torcendo-o ligeiramente.
elemento do filtro está saturado e
Nota:
deve ser substituído.
O novo elemento filtrante é forne-
• Desligue o motor. Solte a tampa da cido com 3 anéis de vedação para o
abertura (1) para aliviar a pressão
copo transparente, tampa de abertu-
de ar no filtro.
ra e base do elemento.

5-22
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

• Instale o novo anel de vedação no


copo transparente. Em seguida,
instale o copo transparente ros-
queando o colar plástico (3), sem
utilizar ferramentas.
Nota:
Sempre deixe o motor e o combustí-
vel esfriar à temperatura ambiente
antes de substituir o filtro ou reali-
zar operações de serviço que pode-
riam resultar no derramamento de Modelos 17/24-330
combustível. Sangria do sistema de
combustível
ATENÇÃO
• Retire a tampa de abertura (1) da
O diesel aquecido pode formar parte superior do copo transparente,
misturas de vapores combustí- girando-o no sentido anti-horário.
veis na área ao redor da fonte de Encha o copo plástico transparente
combustível. Para eliminar risco com diesel limpo suficiente para
de incêndio, mantenha chamas cobrir o elemento filtrante até o
abertas, faíscas ou outras fontes de início de sua tarja preta (2). Certi-
ignição longe da área de trabalho fique-se de que o anel de vedação
e não fume durante a substituição da tampa superior foi devidamente
do filtro ou operações de serviço substituído por um novo. Reinstale
que poderiam resultar no escape a tampa de abertura (1) girando-a
de diesel ou vapores combustíveis. com a mão.
• Insira a chave de ignição no inter-
ruptor de partida, girando-a até a
posição “LIGADA”. Aguarde 30
segundos para o início da sangria
do sistema. Dê a partida no motor
e aumente a velocidade para a
condição de alta rotação por dois
minutos. O próprio motor fará a
sangria.

5-23
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

• Com o motor operando, solte a


tampa de abertura (1). Quando o
nível de combustível cair até o
colar (3), feche a tampa de abertura
rapidamente.
Nota:
O copo plástico transparente não
encherá completamente duramente
a operação do motor. Ele encherá
gradualmente com o tempo à me-
dida que o filtro saturar, indicando Modelos 17/24-330
a proximidade da necessidade da Troca do filtro principal
troca do elemento filtrante.
O filtro principal deve ser trocado nos
períodos indicados no “Plano de Ma-
nutenção”.
• Remova o filtro, utilizando uma
ferramenta apropriada.
Nota:
O anel de vedação pode ficar colado
no cabeçote do filtro. Certifique-se
de removê-lo antes de instalar o
novo filtro.
• Limpe o cabeçote do filtro.
• Não abasteça o filtro antes de ins-
talá-lo. O combustível pode conter
impurezas que irão diretamente
para a linha de alimentação.
• Lubrifique a junta do filtro novo
com óleo do motor.
• Rosqueie o filtro com as mãos, até
que a junta faça contato. Aperte
mais ½ a ¾ de volta.

5-24
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Filtro de ar

Nota: O veículo está equipado com filtro de


O aperto do filtro com ferramentas ar de elemento único de alta capacida-
pode causar distorção na rosca ou de. Esse filtro deve ser substituído,
esmagamento do anel de vedação. caso o indicador de manutenção do
filtro indique restrição de ar. Não lim-
Linhas de alta pressão
pe o elemento.
ATENÇÃO Indicador de manutenção
Em hipótese alguma, abra qual- do filtro
quer tubo de alta pressão para O filtro de ar deve ser substituído quan-
fazer a sangria. A pressão é nos do a luz de aviso no painel se acender,
tubos desta linha é de 1800 bar. indicando que há restrição no filtro de
Risco de acidente ar ou nas quilometragens abaixo indi-
cadas (o que ocorrer primeiro).
Motor MAN D08
- 60.000 km para o grupo I
- 50.000 km para o grupo II
- 40.000 km para o grupo III

Motor Cummins ISL


- 80.000 km para o grupo I
- 60.000 km para o grupo II
- 40.000 km para o grupo III

NUNCA LIMPE O FILTRO OU


UTILIZE FILTRO RECONDICIO-
NADO. TROQUE-O POR UM ORI-
GINAL.

5-25
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Substituição do elemento do • Puxe o elemento cuidadosamente,


filtro girando-o para a direita e para a
esquerda, alternadamente, até se
• Afrouxe os parafusos da carcaça, o desprender.
suficiente para liberar a tampa. • Examine a tubulação entre o filtro
de ar e o motor e substitua imedia-
tamente as peças danificadas.

• Remova a tampa do filtro de ar.

• Limpe cuidadosamente a carcaça


do filtro, sem permitir a entrada
de impurezas na tubulação entre o
filtro e o motor.

5-26
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

• Passe uma leve camada de óleo de Filtro com elemento de


motor no lábio interno do filtro. segurança*
• Empurre o elemento, cuidadosa- Caso o veículo trabalhe em condições
mente, girando-o para a direita e severas, como, por exemplo, em am-
para a esquerda, alternadamente, biente com muita poeira, instale um
até encostá-lo. elemento de segurança no filtro de ar.
• Coloque a tampa e aperte o parafu- Consulte um Concessionário MAN
so da cinta da carcaça. Latin America.
Nota: • Na troca do elemento principal (1),
Ao lavar o veículo, não permita que mantenha o elemento de segurança
a água entre pelo duto de admissão (2) durante a limpeza da carcaça,
do filtro de ar, pois a água pode ser para impedir a entrada de impure-
aspirada pelo motor e causar danos. zas na tubulação, entre o filtro e o
motor.
• Substitua o elemento de segurança,
a cada 3 trocas do elemento princi-
pal ou a cada 2 anos.

5-27
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Correia do motor

Instalação do elemento de segurança


• Passe uma leve camada de óleo
de motor na superfície externa do
filtro de segurança.
• Empurre o elemento, cuidadosa-
mente, girando-o para a direita e
para a esquerda, alternadamente,
até encostá-lo.
Nota:
Em condições inadequadas de manu- Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280
tenção (por exemplo, ambiente com
muita poeira), utilize o elemento de
segurança. Nunca limpe ou utilize ele-
mento de segurança recondicionado.

Modelos 17/24-330
Verificação da tensão da
correia
Faça a medição da tensão da correia no
espaço mais longo entre as polias.
Deflexão admissível = 9,5 a 12,7 mm.

5-28
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Árvore de transmissão

Lubrificação
Nota:
Antes da lubrificação, limpe as gra-
xeiras, para evitar a contaminação
da graxa.
• A árvore da transmissão possui
luvas deslizantes que deverão ser
lubrificadas periodicamente com
graxa NLGI, de acordo com o
Modelos 13/15/17-190 “Plano de Manutenção”.
• Efetue a lubrificação através das
graxeiras, com dispositivo de lu-
brificação sob pressão.

Modelos 17/24-280

Modelos 17/24-330

5-29
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Eixo dianteiro Diferencial

Lubrificação do pino mestre


ATENÇÃO
• Lubrifique com graxa NLGI 2 EP.
O óleo quente pode causar quei-
• Aplique graxa nova nas graxeiras
maduras na pele. Proteja-se con-
indicadas pelas setas, de modo que
venientemente.
a graxa velha seja eliminada pela
região de assentamento da viga do Nível de óleo
eixo com a ponta de eixo.
• Verifique o nível de óleo nos
períodos indicados no Plano de
Manutenção, com o veículo em
local plano.
• Remova o bujão de inspeção e
abastecimento (1). O óleo deverá
estar nivelado com a borda inferior
do bujão.
• Complete, se necessário, até a bor-
da inferior do bujão.
• Utilize óleo API GL5 - SAE 85 W
140.

5-30
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Troca de óleo
Todo o óleo usado ou contamina-
do deve ser recolhido e armazenado
adequadamente para posterior
reciclagem.
Não descarte o óleo no solo, sistema
de esgoto ou qualquer local que pos-
sa, de alguma forma, afetar negativa-
mente o meio ambiente.
• O veículo deverá estar em local
Respiro do eixo
plano e com o óleo quente.
• Coloque um recipiente sob o bu- Verifique periodicamente o respiro
jão de dreno, para coletar o óleo do eixo traseiro, desobstruindo-o, se
escoado. necessário, tomando o cuidado de não
alterar a posição do respiro para man-
• Remova os bujões de nível (1) e
ter o seu bom funcionamento.
dreno (2).
Se o respiro estiver obstruído, poderão
• Após escoar totalmente o óleo, lim-
ocorrer vazamentos pelos vedadores
pe o bujão de dreno e reinstale-o.
de óleo, em função de pressão interna
• Abasteça o eixo traseiro até a excessiva.
borda inferior do bujão de nível e
reinstale o bujão.
• Use óleo API GL5 - SAE 85W140.

5-31
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Direção hidráulica

Nível de fluido da direção Reintroduza a vareta de nível e faça a


hidráulica leitura:
• Verifique o nível de fluido com o Com o motor em funcionamento, o
motor frio (abaixo de 50°C), e em nível de fluido deverá estar entre as
marcha lenta. marcas da vareta.
• Com o motor em funcionamento, Se o nível estiver próximo do mínimo,
gire o volante da direção, de baten- limpe a tampa do reservatório e remova-a.
te a batente. Adicione fluido ATF - Sufixo A lenta-
• Retire a vareta de medição do re- mente, até atingir a marca “Máx.”.
servatório de fluido e limpe-a. Recoloque a tampa.

Dobre a aba da coifa para fora, para


fazer a medição.

5-32
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Sistema de freios

Lubrificação da coluna de Reservatório de ar comprimido


direção
ATENÇÃO
Nota:
Se os reservatórios não forem drena-
Antes da lubrificação, limpe a gra-
dos na frequência recomendada, a
xeira, para evitar a contaminação
água e as impurezas serão conduzi-
da graxa.
das para a tubulação e para as vál-
• Bascule a cabine para obter acesso vulas, comprometendo a eficiência
à graxeira. do sistema.
• Efetue a lubrificação através da
graxeira, com dispositivo de lubri- Semanalmente, puxe as argolas pelo
ficação sob pressão. cabo e mantenha-as nessa condição até
que o ar saia livre de água e impurezas.
Esse reservatório possui uma válvula
para conexão de uma mangueira para
enchimento de pneu e limpeza do veí-
culo com ar comprimido.

5-33
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Reservatórios de ar - drenagem Reservatório de ar comprimido


Semanalmente, puxe as argolas pelo auxiliar
cabo e mantenha-as nessa condição até Sempre que drenar os reservatórios de
que o ar saia livre de água e impurezas. ar principais, drene também o reserva-
Caso saia muita água, significa que o tório de ar auxiliar, localizado na ex-
filtro secador de ar está saturado e, por- tremidade traseira da longarina direita.
tanto, é hora de substituir o elemento. Puxe a argola do dreno e mantenha-a
nessa condição até que o ar saia livre
de água e impurezas.

5-34
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Filtro coalescente Situação normal


O sistema de freio é equipado com A parte central do elemento filtrante
filtro secador de ar coalescente, que (descarga) deve estar seca e limpa, ou
absorve e retira o óleo e a água conden- seja, sem resíduos de óleo.
sada no circuito de freio, aumentando a • Mesmo com a presença de óleo nos
durabilidade do sistema.
canais externos do elemento fil-
– Troque o filtro coalescente a cada trante (entrada), e com os orifícios
dois anos, dependendo das condi- do canal central desobstruídos, o
ções de temperatura local e da ma- filtro ainda pode ser usado.
nutenção do sistema pneumático
do veículo.
– Drene semanalmente os reservató-
rios.
Caso saia muita água, significa que o
filtro está saturado e, portanto, é hora
de trocar o elemento secador de ar.
Verificação do filtro coalescente
Sempre que a descarga do ar do filtro
coalescente (ou seu abafador de ruídos)
(1) apresentar contaminação excessiva
por óleo, o elemento filtrante deve ser
verificado.
Nesse caso, o elemento filtrante deverá
ser desmontado para verificação do ní-
vel de contaminação da sílica por óleo,
conforme padrões a seguir:
5-35
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

– Lubrifique os anéis de vedação,


antes de efetuar a montagem do
elemento novo.
– Rosqueie o novo elemento manu-
almente, até encostar no corpo do
conjunto. Aperte mais ½ volta.
NÃO USE FERRAMENTA PARA
FAZER O APERTO.
Nota:
Para ter um controle do prazo da
Situação com contaminação
nova troca do elemento, anote o mês
excessiva e o ano da operação de manutenção
• Deve-se observar que, além da pre- na etiqueta existente no corpo do
sença de óleo nos canais exteriores elemento.
do elemento filtrante (entrada),
também a parte da descarga do
elemento filtrante está contami-
nada (qualquer sinal de óleo na
descarga).
A falha acima descrita poderá ocorrer
prematuramente, no caso de manuten-
ção incorreta do sistema de freios do
veículo, o que diminui a vida útil do
compressor de ar.
Substituição do filtro
– Elimine todo o ar comprimido do
interior do filtro coalescente.
– Com o auxílio de uma cinta, gire o
elemento no sentido anti-horário e
remova-o.
– Limpe as superfícies de vedação e
a rosca de fixação do coalescente.

5-36
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Verificação da espessura das Regulagem das lonas


lonas • Regule as lonas com os freios frios
Verifique periodicamente o estado das e enquanto a espessura mínima
lonas do freio por meio de orifícios indicada não for atingida.
existentes no prato do freio. • Suspenda a roda a ser regulada
Para essa verificação, remova os tam- com o macaco, o suficiente para
pões situados no lado interno do prato. que ela gire linearmente.
O limite de desgaste é determinado • Gire o parafuso de regulagem até
pelo chanfro existente nas lonas. travar a roda.
• Recue o parafuso de regulagem ¼
de volta.
Repita essa operação em cada uma das
rodas. A regulagem das lonas deve ser
feita com os freios frios.
Após a regulagem das lonas, teste o
freio em local seguro para verificar se
está operando corretamente.

5-37
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO

Lubrificação dos reguladores


do freio
Nota:
Antes da lubrificação, limpe as gra-
xeiras, para evitar a contaminação
da graxa.
Lubrifique os dois pontos de lubrifica-
ção, existentes nas rodas, nos períodos
indicados no Plano de Manutenção.
Utilize graxa NLGI-2EP.

5-38
FAÇA VOCÊ
MESMO 6
FAÇA VOCÊ MESMO

Conservação de veículos inativos e cuidados com o combustível

Preparação do veículo para a • Não misture querosene e/ou etanol


inatividade no diesel;
O maior cuidado que se deve ter com • Abasteça somente em postos de
veículos que vão permanecer inativos abastecimento confiáveis e com
por um período maior que 2 meses é alto giro de combustível;
com o sistema de combustível pois os • Em caso de postos próprios de
seus componentes podem ser danifica- abastecimento, como em fazendas
dos em função da degradação natural ou frotas cativas, atente para a ma-
e/ou acidificação do Biodiesel. nutenção do sistema de abasteci-
A degradação do Biodiesel pode for- mento, trocando filtros e drenando
mar depósitos gelatinosos e/ou pasto- a água do fundo do tanque. A lim-
sos, ocasionando restrições no fluxo peza do tanque de armazenamento
de combustível e, por consequência, deve ser feita, no mínimo, a cada
a dificuldade na partida do motor. A dois anos;
acidificação, por sua vez, pode corro- • Em caso de tanques mais antigos,
er os componentes metálicos e atacar verifique a quantidade de lodo no
superfícies galvanizadas, fragilizando fundo do tanque, realizando a lim-
o material. peza caso necessário;
• Não exponha o diesel armazenado
Cuidados necessários para evitar a a temperaturas muito altas, pois
contaminação do sistema de com- isso facilita seu envelhecimento e
bustível sedimentação;
• Não deixe o veículo parado por • Realize a manutenção do sistema de
mais de 6 semanas. Recomenda-se filtragem do veículo, conforme reco-
funcionar o motor semanalmente mendação do Plano de Manutenção;
por pelo menos 5 minutos para que
o combustível circule pelo tanque; • Drene periodicamente a água do
filtro separador de água conforme
• Mantenha o tanque de combustível recomendação das “Instruções de
do veículo sempre cheio, evitando Manutenção” deste manual;
que o volume de ar no tanque
“respire” com as variações de tem- • Proteja o respiro do tanque da
peratura ambiente durante o dia e entrada de poeira, umidade ou
a noite; material orgânico;
• Ao abastecer, vede corretamente o
bocal do tanque;

6-02
FAÇA VOCÊ MESMO

• Elimine o contato do combustível Embreagem


com materiais que aceleram a re- Ao colocar o motor em funcionamento,
ação de oxidação do combustível, acione o pedal da embreagem algumas
como cobre, zinco, latão, bronze e vezes a fim de evitar que a embreagem
estanho. permaneça em constante atrito com o
volante do motor.
Informações adicionais sobre as ca-
racterísticas do Biodiesel Cabine
O diesel comercializado em todo o Proteja a cabine com cera protetora
Brasil contém 5% de Biodiesel, de- anticorrosiva.
nominado de “B5”, o qual refere-se
a uma mistura de 5% de combustível Chassi
produzido à base de óleo vegetal ou • O veículo deve ser estocado em
gordura animal, e os 95% restantes de lugar coberto e plano.
óleo diesel derivado de petróleo. • Aplique óleo antioxidante no chassi.
Essa composição de combustível é • Periodicamente, movimente o veí-
renovável e biodegradável, ou seja, culo para que os pneus não sofram
é suscetível à degradação natural e deformações.
acidificação e pode ser acelerada con-
forme as condições de temperatura, Baterias
exposição de luz, em contato com ar Desconecte o cabo negativo (-) das
e água, materiais como o zinco, cobre baterias.
e bronze.
Devido a esses fatores, a recomenda-
ção geral é que o Biodiesel não seja
armazenado por mais de 6 semanas.
Nota:
Este período é somente indicativo,
pois a presença ou ausência dos fa-
tores mencionados pode influenciar
a estabilidade do Biodiesel de forma
negativa ou positiva, reduzindo ou
aumentando este período de 6 sema-
nas, adotado como referência.

(Fonte: site ANP – Agência Nacinal de Petróleo)


6-03
FAÇA VOCÊ MESMO

Aparência do veículo

Preparação do veículo para o Lavagem e conservação


retorno ao trabalho Conserve a pintura de seu caminhão
como nova, lavando-a frequentemen-
Motor te. Nunca lave o veículo sob o sol ou
Devido a qualidade do diesel utiliza- quando a cabine estiver quente. Use
do, as condições de estocagem e as uma esponja bem molhada em uma
variações de clima durante o período solução de água e xampu apropriado.
de inatividade, antes do retorno do Antes de adicionar qualquer produto
veículo ao trabalho, recomenda-se a de limpeza à água, certifique-se de
limpeza em todo sistema de alimenta- que não é prejudicial à pintura. Nunca
ção de combustível, incluindo a troca permita que produtos como álcool ou
dos filtros. querosene entrem em contato com a
Bateria pintura.
• Conecte o cabo negativo (-) das Não abuse de produtos abrasivos para
baterias. conservar a pintura: use cera protetora.
• Complete o nível com água desti- Para polir, utilize cera polidora líquida
lada (somente baterias com manu- ou em pasta, aplicando-a quando a ca-
tenção). bine estiver bem limpa e seca.
• Complete a carga, se necessário. Motor
Nunca utilize carga rápida. Ao lavar o motor, tome as seguintes
Embreagem precauções:
Verifique o correto funcionamento. • Não lave o motor ainda quente.
• A ignição deve estar desligada.
Cabine
• Não dirija o jato de água direta-
Remova a cera de proteção da cabine. mente sobre os retentores (do mo-
Chassi tor, da caixa de câmbio e da caixa
de direção) e componentes elétri-
Remova o óleo antioxidante do chassi.
cos (bateria, alternador, sistema de
ignição, buzina, módulo eletrônico
(ECM) etc.) para não danificá-los.
• Não utilize na limpeza do motor
produtos ácidos ou derivados de
petróleo.

6-04
FAÇA VOCÊ MESMO

• Não dirija jatos de água diretamen- Guarnições de borracha e palhetas


te sobre o módulo eletrônico ECM do limpador do para-brisa
ou quaisquer das suas conexões. Limpe as guarnições de borracha e
Toda a água contaminada da lava- as palhetas do limpador do para-brisa
gem do motor deve ser reciclada. Não com água e sabão neutro; solventes
descarte a água contaminada no solo, como tricloro, benzina, álcool, etc.,
sistema de esgoto ou qualquer local são prejudiciais à borracha.
que possa, de alguma forma, afetar
Bancos
negativamente o meio ambiente.
Mantenha a boa aparência dos bancos,
escovando-os periodicamente com
uma escova de pêlos macios. Caso haja
manchas, limpe-as com escova umede-
cida em água e sabão neutro.
Painel dos instrumentos
Limpe-o somente com água e sabão
neutro.
Espelhos retrovisores
Use água, álcool, amoníaco ou limpa-vi-
Conservação dos isoladores dros; jamais utilize esponja de fios de
acústicos aço ou produtos abrasivos.
Para atender à legislação quanto
Rodas
a emissão de ruídos, o caminhão
Volkswagen possui mantas de material Lave-as frequentemente com água e
fonoabsorvente, fixadas sob a cabine. sabão neutro. Nunca utilize produtos
abrasivos ou esponja de aço que pode-
Ao lavar o caminhão com a cabine
riam danificar a pintura.
basculada, não aplique jatos de água
diretamente nas mantas sob o assoa- Cintos de segurança
lho e nas “saias” laterais, pois poderá A limpeza deverá ser feita com uma
danificá-las e anular a sua função escova macia de nylon, água e sabão
antirruído. A manta acústica pode ser neutro, cuidando para que a solução
lavada, porém, sem a incidência direta de limpeza não penetre no mecanismo
de jatos de água. inercial.

6-05
FAÇA VOCÊ MESMO

Tratamento anticorrosivo Bateria

Não pulverize a cabine ou chassi com


produtos derivados de petróleo, óleo
de mamona, etc., de modo a evitar
danos às borrachas e guarnições e,
principalmente, aos tubos do siste-
ma de freio.
A eficiência do tratamento anticor-
rosivo aplicado na fábrica varia em
função das condições climáticas e das
estradas em que o veículo trafega. Em
climas quentes e secos, o tratamento
Remoção das baterias
irá se manter efetivo por mais tempo,
comparando-se com veículos que são • Retire as porcas borboleta e remo-
utilizados em áreas muito úmidas ou va a cobertura plástica das baterias;
com maresia. • Desconecte o cabo negativo;
Inspecione periodicamente a pintura • Desconecte o cabo positivo;
de seu caminhão quanto a pontos na • Solte as porcas da placa superior
pintura ou riscos, preferencialmente com uma chave fixa e remova as
após a lavagem. Observe atentamente baterias.
as regiões dianteiras e laterais da cabi-
ne, onde são mais frequentes os danos
causados por pedras projetadas por
outros veículos. Verifique igualmente
as bordas das portas, que podem perder
tinta ao baterem em outros veículos ou
contra paredes, quando abertas.
Eventuais acidentes sofridos pelo ca-
minhão deverão ser reparados exclusi-
vamente em um Concessionário MAN
Latin America, o qual utiliza os proce-
dimentos determinados pela fábrica no
que se refere à proteção anticorrosiva
e pintura, utilizando peças originais e
materiais específicos.

6-06
FAÇA VOCÊ MESMO

Partida com baterias auxiliares

ATENÇÃO
• Proteja os olhos e evite
apoiar-se sobre a bateria.
• O uso incorreto de uma bateria
auxiliar para dar partida pode
causar explosão.
• As baterias liberam gases explo-
sivos, mantenha-as afastadas
Instalação das baterias
de faíscas, chamas e cigarros
• Coloque as baterias no suporte, acesos.
instale a placa superior e aperte as • Não tente efetuar a partida
porcas; com baterias auxiliares em
• Reconecte o cabo positivo; veículo com nível de eletrólito
• Reconecte o cabo negativo; baixo.
• Instale a cobertura das baterias e • A tensão das baterias auxilia-
fixe-as com as porcas borboleta. res também deverá ser de 12 V.
• A capacidade (Ah) das baterias
auxiliares não deve ser inferior
à das baterias descarregadas.
O uso de bateria de diferente
tensão ou capacidade substan-
cialmente diferente pode cau-
sar explosão e lesões corporais.

6-07
FAÇA VOCÊ MESMO

A Baterias descarregadas Veículo com baterias descarregadas:


B Baterias auxiliares • Desligue todas as luzes e acessórios.
1 - Conexão do cabo positivo (+) nas • Remova a chave de contato, posi-
baterias descarregadas. cione a alavanca de mudanças em
2 - Conexão do cabo positivo (+) nas neutro e aplique o freio de estacio-
baterias auxiliares. namento.
3 - Conexão do cabo negativo (–) en- • Jamais desconecte os cabos da
tre as baterias auxiliares e o massa bateria com a chave de ignição
do chassi do veículo com as bate- ligada. Pode queimar o sistema
rias descarregadas. eletrônico.
O ECM do motor e seus componentes
necessitam de tensão para funcionar.
Portanto, não adianta empurrar o ca-
minhão se as baterias estiverem com
baixa tensão.

6-08
FAÇA VOCÊ MESMO

Veículo com baterias auxiliares: Advertências


• Desconecte os cabos das baterias. Use óculos de proteção.
• Conecte um cabo entre o positivo Evite o contato de partícu-
(+) das baterias descarregadas e o las que contenham ácido ou
positivo (+) das baterias auxiliares. chumbo com os olhos, a pele e o ves-
• Conecte um cabo entre o negativo tuário.
(–) das baterias auxiliares e um
massa do veículo com as baterias
O eletrólito (ácido) é forte-
descarregadas.
mente cáustico. Use luvas e
• Dê a partida no motor de maneira óculos de proteção. Não in-
usual. Se o motor não pegar nor- cline a bateria, pois poderá escorrer
malmente, não persista na tenta- eletrólito pelas aberturas de saída de
tiva. Procure um Concessionário gases. Caso ocorra contaminação de
MAN Latin America. eletrólito com os olhos, enxágüe-os
• Com o motor em funcionamento, com água fria por alguns minutos e
remova os cabos dos veículos exa- procure assistência médica imedia-
tamente na ordem inversa em que tamente. O contato com a pele, ou
foram conectados. vestuário também deve ser evitado.
• Os cabos auxiliares precisam ser Caso isso aconteça, neutralize a
suficientemente longos para evitar ação do eletrólito com água e sabão
que os veículos fiquem encostados. abundantes. Já se houver ingestão,
• Quando conectar os cabos auxilia- procure assistência médica imedia-
res, certifique-se de que eles não tamente.
possam ser tocados por qualquer
componente móvel do comparti- É proibido provocar chamas,
mento do motor. faíscas ou fumar. No manu-
seio de cabos e aparelhos
elétricos, evite a formação de faíscas.
Evite os curtos-circuitos. Jamais fe-
che circuito entre os pólos da bateria.
Perigo de lesão provocada por faíscas
com elevada carga energética.

6-09
FAÇA VOCÊ MESMO
Desaplicação mecânica do
freio de estacionamento

Na recarga da bateria, for-


ma-se uma mistura de gases ATENÇÃO
altamente explosiva. • Não tente desmontar a câmara
do freio de estacionamento.
A bateria deverá ser guarda-
Uma mola interna, sob alta
da fora do alcance das crian-
carga, pode causar graves
ças.
lesões corporais quando as cin-
• Antes de efetuar qualquer traba- tas de fixação são removidas.
lho na instalação elétrica, é ne- • Antes de liberar o freio ma-
cessário desligar o cabo negativo nualmente, calce as rodas do
da bateria. Para substituir uma veículo.
lâmpada, basta desligá-la. • Nunca opere o caminhão com
• Quando desligar a bateria da o freio liberado manualmente.
rede elétrica do veículo, desligue • Somente libere a mola do freio
primeiro o cabo negativo e só de estacionamento, quando for
depois o positivo. rebocar o veículo.
• Ao ligar de novo a bateria à
rede elétrica, desligue todos os
consumidores elétricos. Ligue
primeiro o cabo positivo e, de-
pois, o negativo. Os cabos não
podem ser, em circunstância
nenhuma, trocados sob o risco de
danos aos componentes eletrôni-
cos do veículo.
A bateria não deve ser desligada com
a ignição ligada nem com o motor Modelos 17 toneladas
em funcionamento, pois isso poderia Para movimentar um veículo imobili-
danificar a instalação elétrica (com- zado pelo freio de mola, devido à perda
ponentes eletrônicos). da pressão de ar no sistema de freios,
gire o parafuso de recuo no sentido
horário, até liberar a roda. Proceda da
mesma forma nas duas rodas traseiras.

6-10
FAÇA VOCÊ MESMO

Modelos 13, 15 e 24 toneladas – Gire a porca para soltar a mola, até


Para movimentar um veículo imobili- liberar o freio.
zado pelo freio de mola, devido a per- – Repita a operação na outra roda.
da da pressão de ar no sistema do freio, – Após o rebocamento, reinstale o
execute os seguintes procedimentos: parafuso de liberação e os outros
– Remova a tampa protetora (1). componentes na câmara.
– Remova o parafuso de liberação
(2) da mola, localizado no corpo
da câmara.

– Introduza o parafuso de liberação


(2) na câmara e gire-o para a es-
querda ou para a direita para que
fique travado.
– Introduza a arruela (3) e a porca (4).

6-11
FAÇA VOCÊ MESMO

Reboque de caminhão

Se por qualquer eventualidade for ne-


cessário rebocar o veículo, observe as
seguintes recomendações para evitar
acidentes pessoais ou dano ao veículo:
• Levante as rodas traseiras ou
desconecte a árvore de transmis-
são para não danificar a caixa de
mudanças por falta de lubrificação.
• Nunca utilize cordas ou cabos fle-
xíveis para rebocar o veículo.
• Os motoristas do veículo rebocador Obs.: Se não for possível manter
e rebocado devem ter experiência o motor funcionando, desaplique
nesse tipo de situação. mecanicamente o freio de estaciona-
mento.
• Utilize somente o pino rebocador
a ser instalado no para-choque Reboque de veículos com a caixa de
dianteiro, atrás do suporte da placa mudanças avariada:
de licença. Para ter acesso, puxe a Desconecte a árvore da transmissão.
placa de licença na parte superior a
qual é presa com pinos de pressão. Reboque de veículos com eixos ava-
• Coloque a alavanca de mudanças riados:
em ponto morto. • Avarias no eixo dianteiro - reboque
• Se possível, mantenha o motor o veículo com o eixo dianteiro le-
funcionando para acionamento da vantado.
bomba da direção hidráulica e do • Avarias no eixo traseiro - se houver
compressor de ar. avarias com os rolamentos do cubo
das rodas, reboque o veículo com
o eixo traseiro levantado; se houver
qualquer outra avaria no eixo tra-
seiro, remova as semi-árvores para
rebocar o veículo. Nos veículos que
possuem dois eixos traseiros, remo-
va as semi-árvores dos dois eixos.

6-12
FAÇA VOCÊ MESMO

Pressão dos pneus

ATENÇÃO
• A correta pressão dos pneus é fundamental tanto para a segurança do
veículo quanto para maior durabilidade dos pneus.
• A verificação da pressão dos pneus e a sua calibragem devem sempre
ser efetuadas com os pneus em sua temperatura ambiente.
Uma pressão dos pneus insuficiente faz aumentar o consumo de combustí-
vel, poluindo o meio ambiente.
O procedimento descrito a seguir explica a utilização da tabela de pressão dos
pneus em função da carga por pneu:
Como exemplo, vamos adotar uma carga de 5200 kg para o eixo dianteiro e
10000 kg para o eixo traseiro.
Nota:
Para encontrar o valor de carga por pneu, divida o valor da carga por eixo
pelo número de pneus nele montado. Por exemplo:

5200 kg 10000 kg

5200 kg ÷ 2 pneus = 2600 Kg/pneu 10000 kg ÷ 1 eixo = 10000 kg/eixo


10000 kg ÷ 4 pneus = 2500 kg/pneu
• Localize na tabela a medida dos pneus utilizados no veículo.
• Siga na mesma linha até encontrar um valor de carga por pneu igual ou ime-
diatamente superior ao carregamento do veículo, tanto para rodagem simples
(S) quanto para rodagem dupla (D).

6-13
FAÇA VOCÊ MESMO

• Siga na mesma coluna até o topo, onde será encontrado o valor da pressão
recomendado.
Exemplo:
Pressão de calibragem - bar (lb/pol²)
Índice de 5,2 5,5 5,8 6,2 6,5 6,9 7,3 7,6 8,0 8,3 8,5
Dimensão
carga (75) (80) (85) (90) (95) (100) (105) (110) (115) (120) (125)
Carga por pneu em kg
D 1990 2095 2200 2305 2405 2505 2605 2705 2805 2900 -
275/80 R22,5 148/145
S 2165 2275 2390 2500 2615 2720 2830 2940 3045 3150 -
D 1995 2100 2205 2305 2410 2510 2610 2710 2805 2905 3000
275/80 R22,5 149/146
S 2160 2275 2385 2500 2610 2720 2825 2935 3040 3145 3250
D 2185 2300 2415 2525 2640 2750 2860 2970 3075 - -
295/80 R22,5 150/147
S 2380 2505 2630 2755 2875 2995 3115 3235 3350 - -
D 2095 2205 2315 2420 2530 2635 2740 2845 2945 3050 3150
295/80 R22,5 152/148
S 2360 2485 2610 2730 2850 2970 3090 3205 3320 3435 3550

Tabela de pressão dos pneus


Pressão de calibragem - bar (lb/pol²)
Índice de 5,2 5,5 5,8 6,2 6,5 6,9 7,3 7,6 8,0 8,3 8,5
Dimensão
carga (75) (80) (85) (90) (95) (100) (105) (110) (115) (120) (125)
Carga por pneu em kg
D 1990 2095 2200 2305 2405 2505 2605 2705 2805 2900 -
275/80 R22,5 148/145
S 2165 2275 2390 2500 2615 2720 2830 2940 3045 3150 -

D 1995 2100 2205 2305 2410 2510 2610 2710 2805 2905 3000
275/80 R22,5 149/146
S 2160 2275 2385 2500 2610 2720 2825 2935 3040 3145 3250

D 2185 2300 2415 2525 2640 2750 2860 2970 3075 - -


295/80 R22,5 150/147
S 2380 2505 2630 2755 2875 2995 3115 3235 3350 - -

D 2095 2205 2315 2420 2530 2635 2740 2845 2945 3050 3150
295/80 R22,5 152/148
S 2360 2485 2610 2730 2850 2970 3090 3205 3320 3435 3550

D 2320 2440 2565 2685 2800 2920 3035 2150 - - -


295/80 R24,5 150/148
S 2465 2595 2725 2855 2980 3105 3230 3350 - - -

D 2300 2420 2540 2660 2780 2895 3010 3125 3240 3350 -
315/80 R22,5 154/150
S 2575 2710 2845 2980 3110 3240 3370 3500 3625 3750 -

6-14
FAÇA VOCÊ MESMO

Pressão de calibragem - bar (lb/pol²)


Índice de 5,2 5,5 5,8 6,2 6,5 6,9 7,3 7,6 8,0 8,3 8,5
Dimensão
carga (75) (80) (85) (90) (95) (100) (105) (110) (115) (120) (125)
Carga por pneu em kg
D 1760 1850 1940 2030 2120 2210 2300 - - - -
9.00R20 140/137
S 1910 2010 2110 2210 2310 2405 2500 - - - -

D 1760 1850 1940 2030 2120 2210 2300 - - - -


9.00R20 141/137
S 1970 2070 2175 2275 2375 2475 2575 - - - -

D 1725 1820 1910 1995 2085 2175 2260 2345 2430 - -


9.00R20 141/139
S 1830 1925 2020 2115 2210 2305 2395 2485 2575 - -

D 1935 2040 2140 2240 2340 2440 2535 2630 2725 - -


10.00R20 146/143
S 2130 2245 2355 2465 2575 2685 2790 2895 3000 - -

D 1920 2025 2125 2225 2325 2420 2515 2610 2705 2800 -
10.00R20 147/143
S 2165 2275 2390 2500 2615 2720 2830 2940 3045 3150 -

D 1990 2095 2200 2300 2400 2505 2605 2700 2800 - -


10.00R20 148/144
S 2240 2355 2475 2590 2705 2817 2930 3040 3150 - -

D 2060 2170 2275 2385 2490 2595 2695 2800 2900 - -


11.00R20 149/145
S 2310 2460 2550 2670 2790 2905 3020 3135 3250 - -

D 2060 2170 2275 2385 2490 2595 2695 2800 2900 3000 -
11.00R20 150/146
S 2300 2420 2540 2660 2780 2895 3010 3125 3240 3350 -

D 2130 2245 2355 2465 2575 2685 2790 2895 3000 - -


11.00R22 150/146
S 2380 2506 2630 2755 2875 2995 3115 3235 3350 - -

6-15
FAÇA VOCÊ MESMO

Pressão de calibragem - bar (lb/pol²)


Índice de 5,2 5,5 5,8 6,2 6,5 6,9 7,3 7,6 8,0 8,3 8,5
Dimensão
carga (75) (80) (85) (90) (95) (100) (105) (110) (115) (120) (125)
Carga por pneu em kg
D 1550 1630 1710 1790 1870 1950 - - - - -
9 R22,5 133/131
S 1640 1725 1810 1895 1980 2060 - - - - -

D 1760 1850 1940 2035 2125 2210 2300 - - - -


10 R22,5 140/137
S 1910 2010 2110 2210 2310 2405 2500 - - - -

D 1935 2040 2140 2240 2340 2440 2535 2630 2725 - -


11 R22,5 146/143
S 2130 2245 2355 2465 2575 2685 2790 2895 3000 - -

D 1920 2025 2125 2225 2325 2420 2515 2610 2705 2800 -
11 R22,5 148/144
S 2165 2275 2390 2500 2615 2720 2830 2940 3045 3150 -

D 1930 2030 2130 2230 2330 2425 2520 2620 2715 2805 2900
11 R22,5 148/145
S 2095 2205 2315 2420 2530 2635 2740 2845 2945 3050 3150

D 1920 2025 2125 2225 2325 2420 2515 2610 2705 2800 -
11 R24,5 148/144
S 2165 2275 2390 2500 2615 2720 2830 2940 3045 3150 -

D 2060 2170 2275 2385 2490 2595 2695 2800 2900 - -


12 R22,5 149/145
S 2310 2430 2550 2670 2790 2905 3020 3135 3250 - -

D 2130 2245 2355 2465 2575 2685 2790 2895 3000 - -


12 R22,5 150/146
S 2380 2505 2630 2755 2875 2995 3115 3235 3350 - -

D 2092 2205 2315 2420 2530 2635 2740 2845 2945 3050 3150
12 R22,5 152/148
S 2360 2485 2610 2730 2850 2970 3090 3205 3320 3435 3550

D 2130 2245 2355 2465 2575 2685 2790 2895 3000 - -


12 R24,5 150/146
S 2380 2505 2630 2765 2875 2995 3115 3235 3350 - -

D 2160 2275 2390 2500 2610 2720 2825 2935 3040 3145 3250
13 R22,5 154/150
S 2490 2625 2755 2885 3010 3135 3260 3385 3510 3630 3750

6-16
FAÇA VOCÊ MESMO

Rodízio dos pneus Descarte de pneus

Descarte de pneus inservíveis


Pneus inservíveis são aqueles que não
se prestam mais ao processo de refor-
ma (como, por exemplo, a recauchuta-
gem), que poderia fornecer ao pneu um
período a mais de rodagem.
Pneus inservíveis abandonados ou
dispostos inadequadamente (como,
por exemplo, em aterros sanitários, no
mar, rios, lagos ou riachos, terrenos
Veículo 4 x 2 baldios ou alagadiços, e queima a céu
aberto) constituem prejuízo ambiental,
que resulta em sério risco ao meio am-
biente e à saúde pública.
Para sua segurança e conforto, quando
substituir um pneu, entregue o pneu
inservível a um distribuidor ou reven-
dedor de pneus idôneo que garanta
uma destinação final ambientalmente
adequada dentro das leis em vigor.

Veículo 6 x 2
• Para prolongar a durabilidade dos
pneus, é necessário que o desgaste
dos mesmos seja uniforme.
• Quando da substituição por no-
vos, todos os pneus devem ser
substituídos.
1 - Pneus dianteiros iguais aos pneus
traseiros.
2 - Pneus dianteiros diferentes dos
pneus traseiros.

6-17
FAÇA VOCÊ MESMO

Substituição das rodas

ATENÇÃO
Não deixe o peso do veículo apoia-
do sobre o macaco por muito tem-
po, pois o macaco poderá falhar
ou perder pressão, provocando
acidentes com graves ferimentos e
danos ao veículo.
Nunca realize qualquer traba-
lho sob o veículo quando estiver
sustentado apenas pelo macaco. – Eixo dianteiro: no orifício exis-
Apoie o veículo em cavaletes apro- tente na extremidade da primeira
priados. lâmina do feixe das molas, na parte
• Em veículos novos e/ou após a dianteira da lâmina.
troca de uma roda, as porcas
devem ser reapertadas após
aproximadamente 50 km de
rodagem.
• Em rodas novas ou repintadas,
as porcas devem ser reaper-
tadas após aproximadamente
1000 km de rodagem.

Remoção
• Acione o freio de estacionamento
– Eixo traseiro: na carcaça do eixo
e calce as rodas do veículo para
traseiro.
evitar o seu deslocamento.
• Afrouxe as porcas de fixação da
• Posicione o macaco:
roda e levante o eixo com o maca-
co, até que a roda deixe de tocar o
solo.
• Remova as porcas de fixação e
retire a roda com cuidado para não
danificar as roscas dos parafusos.

6-18
FAÇA VOCÊ MESMO

Roda sobressalente

Instalação Remoção da roda sobressalente


• Certifique-se de que as superfícies • Com a chave de roda, solte as por-
de apoio no aro e no tambor de cas de fixação da travessa da roda
freio e também as roscas das por- sob o suporte.
cas e parafusos estejam limpas e
isentas de rebarbas e oxidação.
• Nos veículos com protetor de
porcas, instale as porcas, deixando
livres os prisioneiros correspon-
dentes aos furos de fixação do
protetor de porcas.
• Instale o protetor e as porcas res-
tantes.
• Aperte as porcas alternadamente,
em cruz, com torque de 600 Nm. • Introduza a chave de roda na haste
• Verifique regularmente o aperto do eixo da catraca, force levemente
das porcas. a chave no sentido contrário e solte
a trava da catraca.

6-19
FAÇA VOCÊ MESMO

• Solte levemente a roda até que Instalação


encoste no chão. Para instalar, inverta a operação.
Certifique-se de apertar as porcas de
fixação da roda no suporte.

• Remova o suporte de fixação da


roda.

6-20
FAÇA VOCÊ MESMO

Palhetas do limpador de para-brisa

ATENÇÃO
• Para uma boa visibilidade, é
imprescindível que as palhetas
do limpador do para-brisa
estejam em bom estado.
• Para evitar a formação de
estrias, é conveniente limpar
regularmente as palhetas com
um produto limpa-vidros.
Quando estiverem muito sujas, Substituição das palhetas
por exemplo, com resíduos de
insetos, utilize na sua limpeza Retirar as palhetas
uma esponja ou pano. • Levante o braço do limpador e
• Por razões de segurança, as pa- coloque a palheta na horizontal.
lhetas devem ser substituídas • Aperte a mola de segurança no
uma ou duas vezes por ano. sentido da seta (A).
• Desencaixe a palheta no sentido da
seta (B) e retire-a depois do braço,
na direção contrária.
Fixação das palhetas
É necessário ouvir o encaixe da mola
de segurança no respectivo braço.

6-21
FAÇA VOCÊ MESMO

Filtros de ar do sistema de ventilação da cabine

Os filtros de ar do sistema de ventila- Troca dos filtros


ção da cabine estão localizados na par-
Solte os 6 parafusos de fixação da tam-
te dianteira da cabine, com acesso pela
pa protetora dos filtros de ar e remova
grade frontal (atrás da tampa protetora
todo o conjunto.
(1)).
Notas:
– O filtro de ar deve ser substituí-
do a cada 12 meses.
– Caso o veículo seja utilizado em
regiões de muita poeira, areia
ou qualquer outro material em
suspensão, o filtro deve ser subs-
tituído a cada 6 meses.
– Caso ao ligar a ventilação inter-
na perceba que o fluxo de ar não – Solte as presilhas e remova os
seja satisfatório ou algum odor porta-filtros.
desagradável, verifique o filtro – Substitua os filtros.
de ar e substitua-o se necessário.

6-22
FAÇA VOCÊ MESMO

2 - Porta-filtro
3 - Filtro de ar
Verifique o estado das espumas de ve-
dação e corrija, se necessário. Limpe
a tampa protetora e o suporte do filtro
com um pano seco.
Consulte seu Concessionário MAN
Latin America.

6-23
FAÇA VOCÊ MESMO

Tela de proteção do radiador*

81924-01

Limpeza da tela de proteção


do radiador
As aletas do radiador estão protegi- Para remover a tela, solte as duas
das por uma tela contra o acúmulo de molas de fixação na parte inferior do
impurezas, formadas por insetos, pa- radiador e retire-a do encaixe na parte
lhas, folhas, etc, que podem prejudi- superior do radiador.
car o bom funcionamento do sistema Após a limpeza, volte a instalar a tela
de arrefecimento do motor. colocando primeiro as molas na parte
Semanalmente, verifique o estado da inferior do radiador.
tela e limpe-a se necessário. Verifique
também o estado das aletas do radiador
e limpe-as se necessário.

6-24
FAÇA VOCÊ MESMO

Tomada de alimentação do reboque*

Na parte traseira do veículo estão dispo-


níveis as tomadas elétricas e pneumática
para trabalhos do veículo com reboques
tipo “Romeu e Julieta”.
Ao conectar os cabos do reboque ou
semirreboque, observe para que os cabos
não fiquem interferindo em partes metá-
licas do veículo.
Verifique se a tensão elétrica do re-
boque ou semirreboque é compatível
com a tensão elétrica do veículo. Para
evitar furto, recomenda-se que os ca-
bos de alimentação do semirreboque
sejam guardados no interior da cabine
quando o semirreboque não estiver
acoplado ao trator.

6-25
SISTEMA
ELÉTRICO 7
SISTEMA ELÉTRICO

Fusíveis e relés

Os fusíveis e relés estão agrupados na Acesso aos fusíveis e relés


caixa de fusíveis, localizada no lado
• Gire os botões de fixação em 90°
direito do painel de instrumentos.
em qualquer direção.
A amperagem de cada fusível é iden-
• Tire a tampa desencaixando-a dos
tificada pela sua cor. Ao substituir um
pinos-guia.
fusível, utilize sempre outro da mesma
amperagem (cor). Se um fusível se Os diferentes circuitos estão protegidos
queimar com frequência, verifique a por fusíveis de diferentes capacidades.
causa do problema. Consulte um Con- É aconselhável manter sempre alguns
cessionário MAN Latin America. fusíveis de reserva para substituição.

ATENÇÃO
Não tente “reparar” um fusível
queimado nem substituí-lo por
outro mais forte, pois poderá ori-
ginar avarias em outros pontos da
instalação elétrica. Somente subs-
titua o fusível queimado por outro
de igual capacidade (Ampères).
Caso contrário, poderá ocorrer,
inclusive, um incêndio.

7-02
SISTEMA ELÉTRICO

Troca de fusível Relés adicionais


• Desligue a chave de ignição. Os relés adicionais estão localizados
• Desligue o componente afetado. acima da caixa de fusíveis e relés.
• Verifique na tabela da página se- Para ter acesso aos relés adicionais:
guinte qual o fusível que protege o • Retire os 3 parafusos (1).
componente afetado. • Retire o revestimento (2).
• Substitua o fusível.
• Teste o funcionamento do compo-
nente.
• Recoloque a tampa dos fusíveis.

7-03
SISTEMA ELÉTRICO

Tabela de fusíveis - 13-190/15-190/17-190

TABELA DE FUSÍVEIS
FUNÇÃO FUNÇÃO
X 1-3-7-8-9-10-11-12-13-14-19-21-26 5A
15
6-17-24-25-31 10A
2-5-18-20-23-28 15A
4-15 20A
31 ABS 32 ABS 22 25A
16-32 30A

RESERVA RESERVA RESERVA RESERVA RESERVA

MARCHA A INIBIDOR
RÉ AUXILIAR PILOTO
PTM AUTOMATICO

TERMINAL
6 C 12 18 T OBD 24 30 30

ILUMINAÇÃO TERMINAL
5 11 17 23 AUXILIAR 29 30

CONVERSOR
4 10 R
16 LU 22 24/12V 28 TERMINAL
30

TERMINAL
T OBD LU

2T2 000 348 G


3 9 L
15 21 27 15

TERMINAL
2 8 R 14 20 LU 26 15

1 ALT 7 L 13 19 25

N.º CIRCUITO PROTEGIDO AMPÈRE


1 Alternador / EDC 5
Relé água no combustível / Pedal do acelerador / Válvula EGR /
2 Partida remota / Sensor de umidade / Piloto automático / Pedal da 15
embreagem
3 Tacógrafo / Painel de instrumentos / LU / Diagnóstico 5
Relé da luz de freio / Relé farol alto, luz de ré / Caixa de ar / Ar
4 20
condicionado
5 Limpador do para brisa / Retrovisor elétrico 15
6 Preparação para sistema de climatização 10
7 Farol alto esquerdo 5
8 Farol alto direito 5
9 Farol baixo esquerdo 5
10 Farol baixo direito 5
11 Lanterna esquerda 5
12 Lanterna direita 5
13 Iluminação do painel 5
14 Transmissão (TCU) 5
15 Ar condicionado / Caixa de ar / Iluminação caixa de ar 20

7-04
SISTEMA ELÉTRICO

N.º CIRCUITO PROTEGIDO AMPÈRE


16 LU 30
17 Gerenciamento do trêm de força (PTM) 10
Diagnóstico / Tacógrafo / Painel de instrumentos / Transmissão
18 15
(TCU)
19 Ignição 5
20 LU / Interruptor do farol 15
21 Iluminação interna da cabine 5
22 Conversor 24V para 12V (DC/DC) 25
23 Iluminação auxiliar 15
24 Interruptor do farol 10
25 Gerenciamento do trem de força (PTM) 10
26 Acessórios - terminal 15
27 Acessórios - terminal 15
28 Acessórios - terminal 30
29 Acessórios - terminal 30
30 Acessórios - terminal 30

Proteção para ligações adicionais


Para ligações adicionais, utilize os fusíveis F26 e F27 do terminal 15 (conexão que
é ativada após o acionamento da chave de ignição) ou os fusíveis F28, F29 e F30 do
terminal 30 (ligação do positivo conectado diretamente da bateria). Em quaisquer
dessas ligações adicionais, a capacidade máxima de carga para cada fusível é 30
Ampères.

7-05
SISTEMA ELÉTRICO

Tabela de relés - 13-190/15-190/17-190

TABELA DE FUSÍVEIS
FUNÇÃO FUNÇÃO
X 1-3-7-8-9-10-11-12-13-14-19-21-26 5A
15
6-17-24-25-31 10A
2-5-18-20-23-28 15A
4-15 20A
31 ABS 32 ABS 22 25A
16-32 30A

RESERVA RESERVA RESERVA RESERVA RESERVA

MARCHA A INIBIDOR
RÉ AUXILIAR PILOTO
PTM AUTOMATICO

TERMINAL
6 C 12 18 T OBD 24 30 30

ILUMINAÇÃO TERMINAL
5 11 17 23 AUXILIAR 29 30

CONVERSOR
4 10 R
16 LU 22 24/12V 28 TERMINAL
30

TERMINAL
T OBD LU

2T2 000 348 G


3 9 L
15 21 27 15

TERMINAL
2 8 R 14 20 LU 26 15

1 ALT 7 L 13 19 25

RELÉ DESCRIÇÃO
I Ignição
II Ignição linha 15
III Livre
IV Livre
V Iluminação auxiliar (lanternas)
VI Farol auxiliar
VII Marcha ré auxiliar (PTM)
VIII Luz de freio (acionamento pedal de freio)
IX Limpador do para-brisa
X Inibidor do piloto automático
XI Livre
XII Livre

7-06
SISTEMA ELÉTRICO

2R2 000 607 A


XVIII XIX XX XXI XXII XXIII XXIV

Relés adicionais

POSIÇÃO RELÉS
XVIII Livre
XIX Relé de água no combustível
XX Livre
XXI Livre
XXII Livre
XXIII Livre
XXIV Livre

Fusíveis de proteção
O fusível de proteção do alternador
(1) de 125A, o fusível do aquecimento
do filtro de combustível (2) de 30A e
o fusível de proteção da EDC (3) de
25A estão localizados sob a tampa de
proteção dos chicotes dos injetores.
Desaperte ¼ de volta os parafusos de
fixação e retire a tampa do cabeçote do
motor.
7-07
SISTEMA ELÉTRICO

Tabela de fusíveis - 17-280/24-280

Nº CIRCUITO PROTEGIDO AMPÈRE


1 Alternador / EDC 5
Relé água no combustível / Pedal do acelerador / Válvula EGR /
2 Partida remota / Sensor de umidade / Piloto automático / Pedal da 15
embreagem
3 Tacógrafo / Painel de instrumentos / LU / Diagnóstico 5
Relé da luz de freio / Relé farol alto, luz de ré / Caixa de ar / Ar
4 20
condicionado
5 Limpador do para brisa / Retrovisor elétrico 15
6 Preparação para sistema de climatização 10
7 Farol alto esquerdo 5
8 Farol alto direito 5
9 Farol baixo esquerdo 5
10 Farol baixo direito 5
11 Lanterna esquerda 5
12 Lanterna direita 5
13 Iluminação do painel 5
14 Transmissão (TCU) 5
15 Ar-condicionado / Caixa de ar / Iluminação caixa de ar 20

7-08
SISTEMA ELÉTRICO

Nº CIRCUITO PROTEGIDO AMPÈRE


16 LU 30
17 Gerenciamento do trêm de força (PTM) 10
Diagnóstico / Tacógrafo / Painel de instrumentos / Transmissão
18 15
(TCU)
19 Ignição 5
20 LU / Interruptor do farol 15
21 Iluminação interna da cabine 5
22 Conversor 24V para 12V (DC/DC) 25
23 Iluminação auxiliar 15
24 Interruptor do farol 10
25 Gerenciamento do trem de força (PTM) 10
26 Acessórios - terminal 15
27 Acessórios - terminal 15
28 Acessórios - terminal 30
29 Acessórios - terminal 30
30 Acessórios - terminal 30

Proteção para ligações adicionais


Para ligações adicionais, utilize os fusíveis F26 e F27 do terminal 15 (conexão que
é ativada após o acionamento da chave de ignição) ou os fusíveis F28, F29 e F30 do
terminal 30 (ligação do positivo conectado diretamente da bateria). Em quaisquer
dessas ligações adicionais, a capacidade máxima de carga para cada fusível é 30
Ampères.

7-09
SISTEMA ELÉTRICO

Tabela de relés - 17-280/24-280

RELÉ DESCRIÇÃO
I Ignição
II Ignição linha 15
III Livre
IV Livre
V Iluminação auxiliar (lanternas)
VI Farol auxiliar
VII Marcha ré auxiliar (PTM)
VIII Luz de freio (acionamento pedal de freio)
IX Limpador do para-brisa
X Inibidor do piloto automático
XI Livre
XII Livre

7-10
SISTEMA ELÉTRICO

2R2 000 607 A


XVIII XIX XX XXI XXII XXIII XXIV

Relés adicionais

POSIÇÃO RELÉS
XVIII Livre
XIX Relé de água no combustível
XX Livre
XXI Livre
XXII Livre
XXIII Livre
XXIV Livre

Fusíveis de proteção
O fusível de proteção do alternador
(1) de 125A, o fusível do aquecimento
do filtro de combustível (2) de 30A e
o fusível de proteção da EDC (3) de
25A estão localizados sob a tampa de
proteção dos chicotes dos injetores.
Desaperte ¼ de volta os parafusos de
fixação e retire a tampa do cabeçote do
motor.
7-11
SISTEMA ELÉTRICO

Tabela de fusíveis - 17-330/24-330

TABELA DE FUSÍVEIS 1
FUNÇÃO FUNÇÃO
X 15 1-3-7-8-9-10-11-12-13-14-19-21 5A
6-24 10A 2
2-5-18-20-23-25 15A
4-15 20A
22 25A
16-17 30A

RESERVA RESERVA RESERVA RESERVA RESERVA

INIBIDOR
PILOTO INIBIDOR PARTIDA
AUTOMÁTICO DE PARTIDA REMOTA

TERMINAL
6 C 12 18 T OBD 24 30 30

ILUMINAÇÃO TERMINAL
5 11 17 23 AUXILIAR 29 30

CONVERSOR TERMINAL
4 10 R
16 LU 22 24/12V 28 30

2R2 000 348 AM


TERMINAL
3 T OBD LU 9 L
15 21 27 15

TERMINAL
2 8 R 14 20 LU 26 15

1 ALT 7 L 13 19 25

Nº CIRCUITO PROTEGIDO AMPÈRE


1 Alternador / ECM 5
Relé de partida / Relé do freio de estacionamento / Relé partida
2 15
remota
3 Tacógrafo / Painel de instrumentos / LU / Diagnóstico 5
Relé da luz de freio / Relé farol alto, luz de ré / Caixa de ar / Ar
4 20
condicionado
5 Limpador do para brisa / Retrovisor elétrico 15
6 Preparação para sistema de climatização 10
7 Farol alto esquerdo 5
8 Farol alto direito 5
9 Farol baixo esquerdo 5
10 Farol baixo direito 5
11 Lanterna esquerda 5
12 Lanterna direita 5
13 Iluminação do painel 5
14 Transmissão (TCU) 5
15 Ar condicionado / Caixa de ar / Iluminação caixa de ar 20
16 LU 30

7-12
SISTEMA ELÉTRICO

Nº CIRCUITO PROTEGIDO AMPÈRE


17 ECM 30
Diagnóstico / Tacógrafo / Painel de instrumentos / Transmissão
18 15
(TCU)
19 Ignição 5
20 LU / Interruptor do farol 15
21 Iluminação interna da cabine 5
22 Conversor 24V para 12V (DC/DC) 25
23 Iluminação auxiliar 15
24 Interruptor do farol 10
Sensor de NOx / Unidade dosadora / Aquecimento do agente
25 15
redutor ARLA 32
26 Acessórios - terminal 15
27 Acessórios - terminal 15
28 Acessórios - terminal 30
29 Acessórios - terminal 30
30 Acessórios - terminal 30

Proteção para ligações adicionais


Para ligações adicionais, utilize os fusíveis F26 e F27 do terminal 15 (conexão que
é ativada após o acionamento da chave de ignição) ou os fusíveis F28, F29 e F30 do
terminal 30 (ligação do positivo conectado diretamente da bateria). Em quaisquer
dessas ligações adicionais, a capacidade máxima de carga para cada fusível é 30
Ampères.

7-13
SISTEMA ELÉTRICO

Tabela de relés - 17-330/24-330

TABELA DE FUSÍVEIS 1
FUNÇÃO FUNÇÃO
X 15 1-3-7-8-9-10-11-12-13-14-19-21 5A
6-24 10A 2
2-5-18-20-23-25 15A
4-15 20A
22 25A
16-17 30A

RESERVA RESERVA RESERVA RESERVA RESERVA

INIBIDOR
PILOTO INIBIDOR PARTIDA
AUTOMÁTICO DE PARTIDA REMOTA

TERMINAL
6 C 12 18 T OBD 24 30 30

ILUMINAÇÃO TERMINAL
5 11 17 23 AUXILIAR 29 30

CONVERSOR TERMINAL
4 10 R
16 LU 22 24/12V 28 30

2R2 000 348 AM


TERMINAL
3 T OBD LU 9 L
15 21 27 15

TERMINAL
2 8 R 14 20 LU 26 15

1 ALT 7 L 13 19 25

RELÉ DESCRIÇÃO
I Ignição
II Ignição linha 15
III Freio de estacionamento / Inibidor de partida
IV Sinal do freio de estacionamento para ECM
V Iluminação auxiliar (lanternas)
VI Farol auxiliar
VII Partida
VIII Luz de freio (acionamento pedal de freio)
IX Limpador do para-brisa
X Inibidor do piloto automático
XI Inibidor de partida
XII Partida remota

7-14
SISTEMA ELÉTRICO

2R2 000 607 A


XVIII XIX XX XXI XXII XXIII XXIV

Relés adicionais
POSIÇÃO RELÉS
XVIII Livre
XIX Livre
XX Livre
XXI Livre
XXII Livre
XXIII Relé de aquecimento do agente redutor ARLA 32
XXIV Relé da luz de freio

7-15
SISTEMA ELÉTRICO

Troca de lâmpadas

Farol Retire a lâmpada do farol e substitua-a


por uma nova.
Bascule a cabine, e por trás do pa-
ra-choque, desencaixe a tampa (1) do Reinstale o conector e a tampa na or-
chicote do farol. dem inversa à descrita para a remoção.

Desconecte o conector da lâmpada e Nota:


puxe-o conector para fora. Utilize somente lâmpadas 24V/70W
das marcas recomendadas, GE,
Osram ou Phillips. Cuidado com as
lâmpadas de marcas não recomen-
dadas, pois a potência real consu-
mida pode ser maior que a indicada
na embalagem e poderá danificar a
lente do farol.

7-16
SISTEMA ELÉTRICO

Lanterna do farol Retire e substitua a(s) lâmpada(s).


Abra a grade dianteira, solte os quatro
parafusos indicados da lanterna do fa-
rol e remova-a.

Recoloque os soquetes, girando-os


para travá-los, e reconecte os conec-
tores da lanterna na ordem inversa à
descrita para a remoção.
Desconecte os conectores da lanterna.

7-17
SISTEMA ELÉTRICO

Luz indicadora de posição e Pressione as garras de fixação da lan-


direção lateral terna e remova o seu corpo.

Retire a lâmpada queimada e coloque


Por trás do para-lama, desconecte os outra nova.
conectores da luz indicadora de direção.
Recoloque o corpo da lanterna e vire
até se encaixar.
Encaixe os conectores da lanterna e
reinstale a tampa na ordem inversa à
descrita para a remoção.

7-18
SISTEMA ELÉTRICO

Nota:
A ilustração mostra a lanterna direita.
Para a substituição das lâmpadas da
lanterna do lado esquerdo, inverta
as posições 2 e 4.
A lâmpada utilizada para a seta deverá
ser do tipo PY21W(luz emitida âm-
bar). A utilização de outro tipo de
lâmpada poderá danificar o soquete
da lanterna e, dependendo da luz
emitida por essa outra lâmpada, a
Lanterna traseira lanterna não atenderá a legislação
Retire os parafusos de fixação da lente em vigor.
e remova-a.

As lâmpadas são do tipo baioneta, para Iluminação interna da cabine e


removê-las, pressione-as e gire-as no cama leito
sentido anti-horário. Pressione uma das extremidades da
Instale a(s) lâmpada(s) nova(s), pres- lente da lanterna para desencaixar a
sionando-a(s) e girando-a(s) no sentido trava de fixação.
horário.
1 - Freio;
2 - Ré;
3 - Posição;
4 - Seta (luz âmbar).

7-19
SISTEMA ELÉTRICO
Ajuste dos faróis (em caso de
substituição)

Desconecte o conector da lâmpada e Estacione o veículo em local plano, em


puxe o conjunto para fora. frente a uma parede de cor clara, sem
carga e com os pneus calibrados.
Alinhe as rodas, aproxime o veículo
da parede e marque uma “cruz” cor-
respondente ao ponto central de cada
farol.
Retroceda a uma distância de 5 metros
da parede.
Verifique com luz baixa se o centro
do foco da luz está 5 a 8 cm abaixo do
ponto marcado na parede.

Remova a proteção e retire a lâmpada e


substitua-a por uma nova.
Reinstale o conector e a lente, na or-
dem inversa à descrita para a remoção.

Se necessário, ajuste o foco do farol


através dos parafusos de ajuste.

7-20
SISTEMA ELÉTRICO
Módulo eletrônico de
Ligações adicionais controle (ECM)

Para cargas adicionais, utilize o chico- Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280


te com conector auxiliar, localizado na
Conectores do Módulo
última travessa do chassi.
Eletrônico de Controle (EDC)
Esse conector permite ligações adicio-
nais, considerando as cargas máximas O EDC está localizado no lado es-
de acordo com a tabela abaixo: querdo do bloco do motor. É um
computador de grande capacidade que
Carga
Descrição gerencia todo o funcionamento do mo-
(Ampères)
tor. Nele estão conectados, por meio
Luz de ré 3
de conectores especiais, três chicotes:
Lanterna lado direito 3
do motor (A), dos bicos injetores (B) e
Lanterna lado esquerdo 3 do veículo (C). O perfeito travamento
Pisca-pisca lado direito 3 dos conectores é fundamental para o
Pisca-pisca lado 3 funcionamento do veículo.
esquerdo
Freio 3

7-21
SISTEMA ELÉTRICO

• Os conectores são destravados


e travados facilmente com as
mãos. Não utilize ferramentas
para essa finalidade, pois pode-
rá causar danos aos pinos dos
conectores e falhas por mau
contato.
• Caso tenha alguma dificulda-
de, inspecione o conector e o
alojamento do módulo e tente
Modelos 17/24-330 reconectar.
• Confie esse tipo de trabalho a
Conectores do Módulo um Concessionário MAN Latin
Eletrônico de Controle (ECM) America ou, em caso de emer-
O ECM está localizado no lado esquer- gência, somente a uma pessoa
do do bloco do motor. É um computa- com experiência.
dor de grande capacidade que gerencia
Outros cuidados
todo o funcionamento do motor. Nele
estão conectados, por meio de conec- • Ao lavar o veículo, não aplique
tores especiais, três chicotes: jatos de água sob pressão sobre
os módulos eletrônicos, sensores,
A - Funções do painel de instrumentos.
conectores e alternador.
B - Motor (bicos injetores e sensores).
• Evite mexer nos conectores
C - Veículo (entrada de alimentação de elétricos sem necessidade. Não
força). permita que se faça medições nos
Notas: conectores, utilizando materiais
improvisados como pedaços de
• Para garantir a estanqueidade e
arame, pontas de prova de multí-
o bom funcionamento dos conta-
metro, etc. Caso contrário, poderá
tos elétricos, é fundamental que
acarretar falhas por mau contato
os conectores estejam perfeita-
dos terminais.
mente travados.

7-22
SISTEMA ELÉTRICO

• O conector do módulo se conecta • Para o perfeito funcionamento do


facilmente ao ECM e deve estar veículo, é necessário que todos
com todas as travas abaixadas para os módulos/sensores estejam
garantir o perfeito funcionamento conectados corretamente. Caso
do motor. Portanto, faça uma ins- contrário, poderão ocorrer falhas
peção caso exista resistência na que causarão a despotencialização
conexão. do motor ou ainda o não funciona-
• Não permita que se faça emendas mento do motor.
nos chicotes elétricos conectados • Remova o módulo eletrônico do
ao módulo eletrônico. veículo, caso o veículo tenha de ser
• Não desconecte a bateria com o submetido a estufas, com tempera-
motor em funcionamento. Caso turas superiores a 80°C.
contrário, irá causar sérios danos
Ao executar solda elétrica no veículo
ao sistema eletrônico (ECM) o que
acarreta perda da garantia. • Antes de efetuar solda elétrica em
qualquer parte do veículo, des-
• Não inverta a polaridade da bateria.
conecte os cabos da bateria e os
• Não utilize um carregador de bate- conectores do módulo eletrônico
ria para auxiliar a partida. (ECM) e ligue o cabo massa do
• Utilize somente bateria auxiliar aparelho de solda diretamente no
carregada e ligada em paralelo para componente a ser soldado.
auxiliar a partida (veja instruções • Não efetue solda elétrica próximo
no capítulo “Faça Você Mesmo”). a sensores, atuadores, módulo ele-
• Não faça ligação direta no motor trônico e chicotes elétricos. Remo-
de partida para acionar o motor va cada um desses componentes
diesel. antes de efetuar a solda.
• Não acione o motor por quaisquer
meios com a bateria desconectada.
O sistema de gerenciamento ele-
trônico não estará funcionando e
o motor irá trabalhar sem controle,
com riscos de danos.
• Antes de desconectar ou conectar
o módulo eletrônico, sempre colo-
que a chave de ignição na posição
DESLIGADA.

7-23
IDENTIFICAÇÃO
DO VEÍCULO 8
IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

Gravações do número do chassi

O número do chassi está gravado em


seis pontos nos veículos de cabine leito
e sete pontos em veículos de cabine
estendida:
• 3 gravações nos vidros (cabine
leito).
• 4 gravações nos vidros (cabine
estendida).
• 3 etiquetas autocolantes que se
destroem ao tentar removê-las.
Gravação no vidro da porta, lado es-
querdo.

Gravação no pára-brisa.
Gravação no vidro traseiro (cabine
estendida).

Gravação no vidro da porta, lado direi-


to.

8-02
IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

Etiqueta na coluna da porta do passa- Etiqueta no compartimento do motor.


geiro.

Etiqueta sob o assoalho frontal do ban-


co do motorista.

8-03
IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

Plaqueta de identificação do veículo

• Inclinação inicial do facho do farol


de luz baixa(1);
• Peso bruto total (legal/técnico);
• Peso bruto total combinado (legal);
• Peso bruto total com 3º eixo (legal/
técnico);
• Peso bruto total com 4º eixo (legal/
técnico);
• Capacidade máxima de tração
Os caminhões Volkswagen possuem (legal);
uma placa de identificação fixada no • Nº SVE (somente para veículos de
batente da porta do motorista. construção especial);
• Mês e ano de produção.

Na placa constam as seguintes infor-


mações:
• Número de identificação do veículo
(VIN);
• Distância entre-eixos;
• Código do motor;
• Relação de redução do diferencial;
• Código do modelo;
• Código da cor externa;
• Código do tipo da transmissão;
O valor de ajuste do farol, indicado na pla-
(1)

queta, é sempre abaixo da linha do horizonte.


8-04
IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO
Plaqueta do ano de
fabricação

Peso legal e peso técnico


Peso legal - É o peso máximo permi-
tido por lei que o veículo pode trans-
mitir ao pavimento, ou o peso técnico
quando o peso máximo permitido por
lei (que o veículo pode transmitir ao
pavimento) for superior ao peso máxi-
mo para o qual o veículo foi projetado.
Peso técnico - É o peso máximo para o
qual o veículo foi projetado.
Uma plaqueta, localizada na coluna
Para trafegar com segurança e sem
frontal da cabina, lado do passageiro,
riscos de multas, mantenha os valores
indica o ano em que o veículo foi fabri-
de peso bruto total ou peso bruto total
cado. Essa etiqueta se destrói ao tentar
com 3º eixo ou peso bruto total combi-
removê-la.
nado ou capacidade máxima de tração,
conforme for o caso do seu caminhão,
dentro dos limites de Peso legal indica-
dos na plaqueta.

8-05
IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

Número de identificação do veículo (VIN)

9 5 3

Descrição do modelo
Dígito de controle
Ano/modelo
Dígito indicativo da fábrica onde foi montado
Número sequencial de série

Dígitos de identificação de ano de


fabricação e ano/modelo
Dígito Ano
B 2011
C 2012
D 2013
E 2014
F 2015
G 2016

8-06
IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

Identificação dos agregados

Gravação do número VIN no Número do motor


chassi Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280
Além das identificações na cabine, o O número do motor está gravado no
número VIN também está gravado na bloco do motor, lado esquerdo.
longarina direita, próximo ao suporte
do amortecedor sobre o eixo dianteiro.
Para visualizar a gravação, é necessá-
rio bascular a cabine.

O número do motor também encon-


tra-se gravado no bloco do motor,
próximo ao carter.

8-07
IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

Os dados de identificação do motor Número do motor


estão gravados em uma plaqueta, loca-
Modelos 17/24-330
lizada no cabeçote do motor.
Os dados de identificação do motor
estão gravados em uma plaqueta, lo-
calizada na tampa das engrenagens da
distribuição.

O número do motor também encon-


tra-se gravado sobre a carcaça do arre-
fecedor de óleo lubrificante.

8-08
IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

.
Número da caixa de mudanças Número da caixa de mudanças
Modelos 13/15/17-190 e 17/24-280 Modelos 17/24-330
Os dados de identificação da caixa Os dados de identificação da caixa
de mudanças estão gravados em uma de mudanças estão gravados em uma
plaqueta, localizada no lado direito da plaqueta, localizada na parte lateral da
caixa. caixa.

8-09
IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

Número do eixo dianteiro Número do eixo traseiro


Os dados de identificação do eixo O eixo traseiro possui três placas de
dianteiro estão gravados em uma pla- identificação:
queta, localizada no centro do eixo, no 1 - Identificação do conjunto carcaça
lado detrás da viga. e diferencial;
2 - Identificação do diferencial;
3 - Identificação da carcaça.

8-10
ESPECIFICAÇÕES
TÉCNICAS 9
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 13-190

Motor
Modelo MAN D08 34
Nº de cilindros / Cilindrada (cm³) 4 / 4580
Diâmetro / Curso dos pistões (mm) 108 / 125
Relação de compressão 16,5 : 1
Potência Líq. Máx. - cv (kw) @ rpm (1)
186 (137) @ 2500
Torque Líq. Máx. - Nm @ rpm(1) 700 @ 1100 - 1600
Sequência de injeção 1-3-4-2
Unidade injetora Common Rail
Compressor de ar Wabco (238 cm³)
(1)
Valores conforme ensaio NBR ISO 1585.
Embreagem
Tipo Monodico a seco, revestimento orgânico
Diâmetro (mm) 395
Acionamento Hidráulico “push type”
Caixa de mudanças
Modelo Eaton FS 5406 A
Nº de marchas 6 à frente (sincronizadas), 1 à ré
Acionamento Alavanca no assoalho
Tração 4X2
1ª 9,01:1 / 2ª 5,27:1 / 3ª 3,22:1 /
Relação de transmissão
4ª 2,04:1 / 5ª 1,36:1 / 6ª 1,00:1 / ré 8,63:1
Eixo traseiro
Tipo Eixo rígido em aço estampado
Modelo (redução simples) Meritor MS 19-145
Relação de redução 4,88:1 (opc)
Modelo (redução dupla) Meritor MS 19-235
Relação de redução - Dupla 4,10 / 5,72:1
Eixo dianteiro
Modelo Sifco 9K
Tipo Viga “I” em aço forjado

9-02
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Suspensão dianteira
Tipo Eixo rígido
Molas Semielípticas
Amortecedores Hidráulicos telescópicos de dupla ação
Barra estabilizadora Normal de série
Suspensão traseira
Tipo Eixo rígido motriz
Molas principais Semielípticas de ação progressiva
Molas auxiliares Parabólicas
Hidráulicos telescópicos de dupla ação
Amortecedores
opcional (série para EE 3560 mm)
Barra estabilizadora Opcional (não disponível para EE 3560 mm)
Direção
Modelo ZF 8095
Tipo Hidráulica integral com esferas recirculantes
Relação de redução 18,1:1 a 21,4:1
Chassi
Escada, longarinas retas de perfil “U”
Tipo
constante, rebitado e parafusado
LNE 28 para EE 3560/4340
Material
LNE 38 para EE 4800/5207
Módulo seccionado (cm³) 163
Roda e pneus
Aro das rodas (polegadas) 7,0"x20,0" 7,5x22,5"
9,00R20 /
Pneus 275/80R22,5
9,00x20-14R

9-03
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Freios
Freio de serviço Ar, “S” came
Tipo Tambor nas rodas dianteiras e traseiras
Duplo, independente, reservatório de ar,
Circuito
secador de ar com filtro coalescente.
Área efetiva de frenagem (cm²) 4294,18
Freio de estacionamento Câmara de mola acumuladora
Atuação Rodas traseiras
Acionamento Válvula moduladora no painel
Freio motor no cabeçote / “MAN exhalt
Freio motor / tipo
valve brake”
Eletropneumático, tecla no painel e comando
Acionamento
no acelerador / Pedal embreagem
Sistema elétrico
Tensão nominal 24V
Bateria 2 x 12V - 135Ah
Alternador 28V - 80A
Volumes de abastecimento (litros)
Tanque de combustível 275 (plástico)
Cárter (sem filtro / com filtro) 15/16,5
Caixa de mudanças 9,2
Diferencial 15,0 (simples) / 20,0 (dupla)
Direção 2,3
Sistema de arrefecimento 24,0

9-04
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Peso (kg) Cabine estendida Cabine leito


Peso em ordem de marcha
EE 3560 eixo diant/tras/total 3169/1807/4976 3390/1737/5127
EE 4340 eixo diant/tras/total 3207/1829/5036 3428/1759/5187
EE 4800 eixo diant/tras/total 3245/1851/5096 3466/1781/5247
EE 5207 eixo diant/tras/total 3284/1872/5156 3505/1802/5307
Capacidade técnica por eixo
- Dianteiro 4200
- Traseiro 9000
- Total admissível 13200
Peso bruto total homologado (PBT) 13000
(PBT) com 3° eixo 20800
Peso bruto total combinado (PBTC) 23000
Capacidade máx. de tração (CMT) 23000
Obs.: Pesos podem sofrer alterações devido aos itens opcionais.
Desempenho
Relação de redução do eixo traseiro 4,10/5,72:1 4,88:1
Velocidade máxima (Km/h) 113 98
Capacidade de subida em rampa em
52 44
PBT (%)
Partida em rampa em PBT (%) 42 36
Obs.: Dados projetados por simulação de performance.

9-05
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 13-190 - Cabine estendida

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-06
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 13-190 - Cabine leito

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-07
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 15-190

Motor
Modelo MAN D08 34
Nº de cilindros / Cilindrada (cm³) 4 / 4580
Diâmetro / Curso dos pistões (mm) 108 / 125
Relação de compressão 16,5 : 1
Potência Líq. Máx. - cv (kw) @ rpm (1)
186 (137) @ 2500
Torque Líq. Máx. - Nm @ rpm(1) 700 @ 1100 - 1600
Sequência de injeção 1-3-4-2
Unidade injetora Common Rail
Compressor de ar Wabco (238 cm³)
(1)
Valores conforme ensaio NBR ISO 1585.
Embreagem
Tipo Monodisco a seco, revestimento orgânico
Diâmetro (mm) 395
Acionamento Hidráulico “push type”
Caixa de mudanças
Modelo Eaton FS 5406 A
Nº de marchas 6 à frente (sincronizadas), 1 à ré
Acionamento Alavanca no assoalho
Tração 4X2
1ª 9,01:1 / 2ª 5,27:1 / 3ª 3,22:1 /
Relação de transmissão
4ª 2,04:1 / 5ª 1,36:1 / 6ª 1,00:1 / ré 8,63:1
Eixo traseiro
Tipo Eixo rígido em aço estampado
Modelo (redução simples) Meritor MS 23-145
Relação de redução 4,88:1 (opc)
Modelo (redução dupla) Meritor MS 23-235
Relação de redução - Dupla 4,10/5,72:1 ou 4,56/6,36:1 ou 4,88/6,80:1
Eixo dianteiro
Modelo Sifco 11K
Tipo Viga “I” em aço forjado

9-08
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Suspensão dianteira
Tipo Eixo rígido
Molas Semielípticas
Amortecedores Hidráulicos telescópicos de dupla ação
Barra estabilizadora Normal de série
Suspensão traseira
Tipo Eixo rígido motriz
Molas principais Semi-elipticas de ação progressiva
Molas auxiliares Parabólicas
Hidráulicos telescópicos de dupla ação
Amortecedores
opcional (série para EE 3560 mm)
Barra estabilizadora Opcional (não disponível para EE 3560 mm)
Direção
Modelo ZF 8095
Hidráulica integral com esferas
Tipo
recirculantes
Relação de redução 18,1:1 a 21,4:1 variável
Chassi
Escada, longarinas retas de perfil “U”
Tipo
constante, rebitado e parafusado
LNE 38 para EE 3560
Material
LNE 50 para EE 4340/4800/5207
Módulo seccionado (cm³) 163
Roda e pneus
Aro das rodas (polegadas) 7.5"x20.0" 7.5"x22.5"
10.00R20 / 11R22,5 /
Pneus
10.00x20-16PR 275/80R22.5

9-09
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Freios
Freio de serviço Ar, “S” came
Tipo Tambor nas rodas dianteiras e traseiras
Duplo, independente, reservatório de ar,
Circuito
secador de ar com filtro coalescente.
Área efetiva de frenagem (cm²) 4294,18
Freio de estacionamento Câmara de mola acumuladora
Atuação Rodas traseiras
Acionamento Válvula moduladora no painel
Freio motor no cabeçote / “MAN exhalt
Freio motor / tipo
valve brake”
Eletropneumático, tecla no painel e
Acionamento
comando no acelerador / Pedal embreagem
Sistema elétrico
Tensão nominal 24V
Bateria 2 x 12V - 135Ah
Alternador 28V - 80A
Volumes de abastecimento (litros)
Tanque de combustível 275 (plástico)
Cárter (sem filtro / com filtro) 15/16,5
Caixa de mudanças 9,2
Diferencial 15,0 (simples) / 20,0 (dupla)
Direção 2,3
Sistema de arrefecimento 24,0

9-10
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Peso (kg) Cabine estendida Cabine leito


Peso em ordem de marcha
EE 3560 eixo diant/tras/total 3252/1854/5106 3473/1784/5257
EE 4340 eixo diant/tras/total 3290/1876/5166 3511/1806/5317
EE 4800 eixo diant/tras/total 3329/1897/5226 3550/1827/5377
EE 5207 eixo diant/tras/total 3367/1919/5286 3588/1849/5437
Capacidade técnica por eixo
- Dianteiro 5000 5000
- Traseiro 10400 10400
- Total admissível 15400 15400
Peso bruto total homologado (PBT) 15000 15000
(PBT) com 3° eixo 22000 22000
Peso bruto total combinado (PBTC) 27000 27000
Capacidade máx. de tração (CMT) 2700 2700
Obs.: Pesos podem sofrer alterações devido aos itens opcionais.
Desempenho
4,56 / 4,10 / 4,88 /
Relação de redução do eixo traseiro 4,88:1
6,36:1 5,72:1 6,80:1
Velocidade máxima (Km/h) 104 113 98 98
Capacidade de subida em rampa em PBT
50 45 53 38
(%)
Partida em rampa em PBT (%) 40 36 43 31
Obs.: Dados projetados por simulação de performance.

9-11
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 15-190 - Cabine estendida

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-12
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 15-190 - Cabine leito

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-13
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 17-190

Motor
Modelo MAN D08 34
Nº de cilindros / Cilindrada (cm³) 4 / 4580
Diâmetro / Curso dos pistões (mm) 108 / 125
Relação de compressão 16,5 : 1
Potência Líq. Máx. - cv (kw) @ rpm(1) 186 (137) @ 2500
Torque Líq. Máx. - Nm @ rpm(1) 700 @ 1100 - 1600
Sequência de injeção 1-3-4-2
Unidade injetora Common Rail
Compressor de ar Wabco (238 cm³)
(1)
Valores conforme ensaio NBR ISO 1585.
Embreagem
Tipo Monodisco a seco, revestimento orgânico
Diâmetro (mm) 395
Acionamento Hidráulico “push type”
Caixa de mudanças
Modelo Eaton FS 5406-A
Nº de marchas 6 à frente (sincronizadas), 1 à ré
Acionamento Alavanca no assoalho
Tração 4X2
1ª 9,01:1 / 2ª 5,27:1 / 3ª 3,22:1 / 4ª 2,04:1 /
Relação de transmissão
5ª 1,36:1 / 6ª 1,00:1 / ré 8,63:1
Eixo traseiro
Tipo Eixo rígido em aço estampado
Modelo (redução simples) Meritor MS 23-145
Relação de redução 5,29:1 (opc)
Modelo (redução dupla) Meritor MS 23-235
4,10 / 5,72:1(opc) / 4,56/6,36:1 (std)
Relação de redução - Dupla
4,88/6,80:1(opc)
Eixo dianteiro
Modelo Sifco 13K
Tipo Viga “I” em aço estampado

9-14
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Suspensão dianteira
Tipo Eixo rígido
Molas Semielípticas
Amortecedores Hidráulicos telescópicos de dupla ação
Barra estabilizadora Normal de série
Suspensão traseira
Tipo Eixo rígido motriz
Molas principais Semi-elipticas de ação progressiva
Molas auxiliares Parabólicas
Hidráulicos telescópicos de dupla ação
Amortecedores opcional
(série para EE 3560 mm)
Opcional
Barra estabilizadora
(não disponível para EE 3560 mm)
Direção
Modelo ZF 8095
Hidráulica integral com esferas
Tipo
recirculantes
Relação de redução 18,1:1 a 21,4:1 variável
V
Escada, longarinas retas de perfil “U”
Tipo
constante, rebitado e parafusado
Material LNE 38
Módulo seccionado (cm³) 244
Roda e pneus
Aro das rodas (polegadas) 7.5"x20,0" 7.5"x22.5"
10.00xR20 /
Pneus 275/80R22.5
10.00x20 16PR

9-15
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Freios
Freio de serviço Ar, “S” came
Tipo Tambor nas rodas dianteiras e traseiras
Duplo, independente, reservatório de ar,
Circuito
secador de ar com filtro coalescente.
Freio de estacionamento Câmara de mola acumuladora
Atuação Rodas traseiras
Acionamento Válvula moduladora no painel
Freio motor no cabeçote / “MAN exhalt
Freio motor / tipo
valve brake”
Eletropneumático, tecla no painel
Acionamento e comando no acelerador / Pedal
embreagem
Veículos sem Veículos com
Sistema elétrico partida a frio partida a frio
Tensão nominal 24V 24V
Bateria 2 x 12V - 135Ah 2 x 12V - 170Ah
Alternador 28V - 80A 28V - 80A
Volumes de abastecimento (litros)
Tanque de combustível 275 (plástico)
Cárter (sem filtro / com filtro) 15 / 16,5
Caixa de mudanças 9,2
Diferencial 15,0 (simples) / 20,0 (dupla)
Direção 2,3
Sistema de arrefecimento 24

9-16
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Peso (kg) Cabine estendida Cabine leito


Peso em ordem de marcha
EE 3560 eixo diant/tras/total 3482/1802/5284 3703/1732/5435
EE 4340 eixo diant/tras/total 3532/1882/5414 3753/1812/5565
EE 4800 eixo diant/tras/total 3552/1912/5464 3773/1842/5615
EE 5207 eixo diant/tras/total 3682/2072/5754 3903/2002/5905
Capacidade técnica por eixo
- Dianteiro 6100
- Traseiro 11000
- Total admissível 17100
Peso bruto total homologado (PBT) 16000
(PBT) com 3° eixo 20800
Peso bruto total combinado (PBTC) 29000
Capacidade máx. de tração (CMT)
- Redução simples 29000
- Redução dupla 29000
10780/ 10650/ 10880/ 10750/
- Capacidade de carga útil + carroceria
10600/ 10300 10700/ 10410
Obs.: Pesos podem sofrer alterações devido aos itens opcionais.
Desempenho
4,56 / 4,10 / 4,88 /
Relação de redução do eixo traseiro 5,29:1
6,36:1 5,72:1 6,80:1
Velocidade máxima (Km/h) 103 113 98 91
Capacidade de subida em rampa em
47 42 50 39
PBT (%)
Partida em rampa em PBT (%) 38 34 41 31
Obs.: Dados projetados por simulação de performance.

9-17
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 17-190 - Cabine estendida

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-18
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 17-190 - Cabine leito

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-19
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 17-280

Motor
Modelo MAN D08 36LF13 EURO V
Norma de Emissões CONAMA P7
Nº de cilindros / Cilindrada (cm³) 6 cil / 6871
Diâmetro / Curso dos pistões (mm) 108 / 125
Relação de compressão 16,5 : 1
Potência Líq. Máx. - cv (kw) @ rpm(1) 275(205) @ 2300
Torque Líq. Máx. - Nm @ rpm(1) 1050 @ 1100 - 1750
Sequência de injeção 1-5-3-6-2-4
Unidade injetora Common Rail
Compressor de ar Wabco 238
(1)
Valores conforme ensaio NBR ISO 1585.
Embreagem
Tipo Monodisco a seco, revestimento orgânico
Diâmetro (mm) 395
Acionamento Hidráulico “push type”
Caixa de mudanças
Modelo ZF 9S 1110 TD
8 à frente (sincronizadas) mais 1
Nº de marchas
super-reduzida, 1 à ré
Acionamento Alavanca no assoalho
Tração 4X2
1ª 12,73:1 / 2ª 8,83:1 / 3ª 6,28:1
Relação de transmissão 4ª 4,64:1 / 5ª 3,48:1 / 6ª 2,54:1 / 7ª 1,81:1 /
8ª 1,34:1 / 9ª 1,00:1 / ré 12,04:1
Eixo traseiro
Tipo Eixo rígido em aço estampado
Modelo (redução simples) Meritor MS 23-155
Relação de redução - Simples 3,73:1 ou 4,10:1 (opc)
Eixo dianteiro
Modelo SIFCO 13K
Tipo Viga “I” em aço estampado

9-20
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Suspensão dianteira
Tipo Eixo rígido
Molas Semielípticas de duplo estágio
Amortecedores Hidráulicos telescópicos de dupla ação
Barra estabilizadora Normal de série
Suspensão traseira
Tipo Eixo rígido motriz
Molas principais Semi-elipticas de ação progressiva
Molas auxiliares Parabólicas
Hidráulicos telescópicos de dupla ação -
Amortecedores
opcional (série para EE 3560 mm)
Opcional
Barra estabilizadora
(não disponível para EE 3560 mm)
Direção
Modelo ZF 8097
Hidráulica integral com esferas
Tipo
recirculantes
Relação de redução 17,4:1 a 20,6:1 variável
Chassi
Escada, longarinas retas de perfil “U”
Tipo
constante, rebitado e parafusado
Material LNE 38
Módulo seccionado (cm³) 244
Roda e pneus
Aro das rodas (polegadas) 7.5"x20,0" 7.5"x22.5"
10.00x20 16PR / 275/80R22.5 /
Pneus
10.00R20 11.00R22.5

9-21
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Freios
Freio de serviço Ar, “S” came
Tipo Tambor nas rodas dianteiras e traseiras
Duplo, independente, reservatórios de ar,
Circuito
secador de ar com filtro coalescente
Área efetiva de frenagem (cm²) 4494
Freio de estacionamento Câmara de mola acumuladora
Atuação Rodas traseiras
Acionamento Válvula moduladora no painel
Freio motor / tipo Cabeçote / “MAN exhaust valve brake”
Eletropneumático, tecla no painel e
Acionamento comando no acelerador / pedal de
embreagem / pedal de freio
Veículos sem Veículos com
Sistema elétrico partida a frio partida a frio
Tensão nominal 24V 24V
Bateria 2 x 12V - 135Ah 2 x 12V - 170Ah
Alternador 28V - 80A 28V - 80A
Volumes de abastecimento (litros)
Tanque de combustível 275 (plástico)
Cárter (sem filtro / com filtro) 26 / 27,5
Caixa de mudanças 8
Diferencial 21
Direção 2,0
Sistema de arrefecimento 29

9-22
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Peso (kg) Cabine estendida Cabine leito


Peso em ordem de marcha
EE 3560 eixo diant/tras/total 3639/1898/5537 3860/1828/5688
EE 4340 eixo diant/tras/total 3689/1978/5667 3910/1908/5818
EE 4800 eixo diant/tras/total 3709/2008/5717 3930/1938/5868
EE 5207 eixo diant/tras/total 3839/2168/2007 4060/2098/6158
Capacidade técnica por eixo
- Dianteiro 6100
- Traseiro 11000
- Total admissível 17100
Peso bruto total homologado (PBT) 16000
Peso bruto total combinado (PBTC) 35000
Capacidade máx. de tração (CMT) 35000
Obs.: Pesos podem sofrer alterações devido aos itens opcionais.
Desempenho
Relação de redução do eixo traseiro 3,73:1 4,10:1
Velocidade máxima (Km/h) 117 109
Capacidade de subida em rampa em
58 64
PBT (%)
Partida em rampa em PBT (%) 47 52
Obs.: Dados projetados por simulação de performance.

9-23
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 17-280 - Cabine estendida

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-24
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 17-280 - Cabine leito

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-25
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 24-280

Motor
Modelo MAN D08 36LF13 EURO V
Norma de Emissões CONAMA P7
Nº de cilindros / Cilindrada (cm³) 6 cil / 6871
Diâmetro / Curso dos pistões (mm) 108 / 125
Relação de compressão 16,5 : 1
Potência Líq. Máx. - cv (kw) @ rpm (1)
275(205) @ 2300
Torque Líq. Máx. - Nm @ rpm (1)
1050 @ 1100 - 1750
Sequência de injeção 1-5-3-6-2-4
Unidade injetora Common Rail
Compressor de ar Wabco 238
(1)
Valores conforme ensaio NBR ISO 1585.
Embreagem
Tipo Monodisco a seco, revestimento orgânico
Diâmetro (mm) 395
Acionamento Hidráulico “push type”
Caixa de mudanças
Modelo ZF 9S 1110 TD
8 à frente (sincronizadas), mais 1
Nº de marchas
super-reduzida 1 à ré
Acionamento Alavanca no assoalho
Tração 6X2
1ª 12,73:1 / 2ª 8,83:1 / 3ª 6,28:1 / 4ª 4,64:1 /
Relação de transmissão 5ª 3,48:1 / 6ª 2,54:1 / 7ª 1,81:1 / 8ª 1,34:1 /
9ª 1,00:1 / ré 12,04:1
Eixo traseiro
Tipo Eixo rígido em aço estampado
Modelo (redução simples) Meritor MS 23-155
Relação de redução - Simples 3,73:1 ou 4,10:1 (opc)
Eixo dianteiro
Modelo SIFCO 13K
Tipo Viga “I” em aço forjado

9-26
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Suspensão dianteira
Tipo Eixo rígido
Molas Semielípticas de duplo estágio
Amortecedores Hidráulicos telescópicos de dupla ação
Barra estabilizadora Normal de série
Suspensão traseira
Tag-tanden tipo balancim com suspensor
Tipo
eletropneumático para o eixo auxiliar
Molas principais Semi-elipticas assimétricas trapezoidais
Direção
Modelo ZF 8097
Hidráulica integral com esferas
Tipo
recirculantes
Relação de redução 17,4:1 a 20,6:1
Chassi
Escada, longarinas duplas, retas de perfil
Tipo
“U” constante, rebitado e parafusado
Material LNE 38
Módulo seccionado (cm³) 431
Roda e pneus
Aro das rodas (polegadas) 7.5" x 20.0" 7.5" x 22.5" 8.25" x 22.5
10.00 x 20 - 275 / 295 /
Pneus 16 PR 80R22.5 80R22.5
10.00R20 11.00R22.5

9-27
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Freios
Freio de serviço Ar, “S” came
Tipo Tambor nas rodas dianteiras e traseiras
Circuito duplo, independente, reservatórios
Circuito
de ar / secador de ar com filtro coalescente
Área efetiva de frenagem (cm²) 6915
Freio de estacionamento Câmara de mola acumuladora
Atuação Rodas traseiras
Acionamento Válvula moduladora no painel
Freio motor Cabeçote / “MAN exhaust valve brake”
Eletropneumático, tecla no painel e
Acionamento comando no acelerador / pedal de
embreagem / pedal de freio
Veículos sem Veículos com
Sistema elétrico partida a frio partida a frio
Tensão nominal 24V 24V
Bateria 2 x 12V - 135Ah 2 x 12V - 170Ah
Alternador 28V - 80A 28V - 80A
Volumes de abastecimento (litros)
Tanque de combustível 275 (plástico)
Cárter (sem filtro / com filtro) 26 / 27,5
Caixa de mudanças 8
Diferencial 21
Direção 2,0
Sistema de arrefecimento 29

9-28
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Peso (kg) Cabine estendida Cabine leito


Peso em ordem de marcha
EE 4784 eixo diant/tras/total 3742/3299/7042 3963/3229/7193
EE 6024 eixo diant/tras/total 3772/3439/7212 3993/3369/7363
EE 6431 eixo diant/tras/total 3869/3325/7195 4090/3255/7346
Capacidade técnica por eixo
- Dianteiro 6100
- Traseiro 18000
- Total admissível 24100
Peso bruto total homologado (PBT) 23000
(PBT) com 3° eixo 23000
Peso bruto total combinado (PBTC) 35000
Capacidade máx. de tração (CMT) 35000
Obs.: Pesos podem sofrer alterações devido aos itens opcionais.
Desempenho
Relação de redução do eixo traseiro 3,73:1 4,10:1
Velocidade máxima (Km/h) 116 108
Capacidade de subida em rampa em
40 44
PBT (%)
Partida em rampa em PBT (%) 33 36
Obs.: Dados projetados por simulação de performance.

9-29
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 24-280 - Cabine estendida

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-30
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 24-280 - Cabine leito

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-31
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 17-330

Motor
Modelo Cummins ISL 330 P7-1
Nº de cilindros / Cilindrada (cm³) 6 em linha / 8900
Diâmetro / Curso dos pistões (mm) 114 / 145
Relação de compressão 16,6:1
Potência Líq. Máx. - cv (kw) @ rpm(1) 330 (246) @ 2100
Torque Líq. Máx. - Nm @ rpm(1) 148 (1450) @ 1000-1500
Sequência de injeção 1-5-3-6-2-4
Unidade injetora Common Rail
Compressor de ar Knorr LK39 (360 cm³)
(1)
Valores conforme ensaio J1349.
Embreagem
Tipo Monodisco a seco, revestimento orgânico
Diâmetro (mm) 430
Acionamento “Pull type”
Caixa de mudanças
Modelo ZF 16S 1585 TD
Nº de marchas 16 à frente (sincronizadas), 2 à ré
Acionamento Alavanca no assoalho
Tração 4X2
1ª 16,41:1 / 2ª 13,80:1 / 3ª 11,28:1 /
4ª 9,49:1 /5ª 7,76:1 / 6ª 6,53:1 / 7ª 5,43:1 / 8ª
Relação de transmissão 4,57:1 / 9ª 3,59:1 / 10ª 3,02:1 / 11ª 2,47:1 /
12ª 2,08:1 / 13ª 1,70:1 / 14ª 1,43:1 /
15ª 1,19:1 / 16ª 1,00:1 / Ré 15,36:1 / 12,92:1
Eixo traseiro
Modelo Modelo Meritor MS 23-165
Tipo Eixo rígido em aço estampado
Redução 3,42:1 ou 3,73:1 (opcional)
Eixo Dianteiro
Modelo SIFCO 13K
Tipo Viga “I” em aço forjado

9-32
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Suspensão dianteira
Tipo Eixo rígido
Molas Feixe com lâminas parabólicas
Amortecedores Hidráulicos, telescópicos de dupla ação
Barra estabilizadora Normal de série
Suspensão traseira
Metálica (feixe de molas) Molas semi-elípticas de ação progressiva
Direção
Modelo ZF 8097
Hidráulica integral com esferas
Tipo
recirculantes
Relação de redução (variável) 17,4:1 a 20,6:1 (variável)
Chassi
Escada, superfície plana, perfil “U”
Tipo
constante, rebitado e parafusado
Material LNE 38
Módulo seccionado (cm³) 244
Roda e pneus
Aro das rodas (polegadas) 8.25"x22.5" 7.5"x22.5"
Pneus 295/80R22.5 / 275/80R22.5

9-33
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Freios
Freio de serviço Ar, “S” came
A ar, tambor com acionamento por “S”
Tipo came, ajustador manual e automático de
freio
Duplo, independente, três reservatórios de
Circuito
ar com filtro coalescente
Área efetiva de frenagem (cm²) 4493,7
Freio de estacionamento Câmara de mola acumuladora
Atuação Rodas traseiras
Acionamento Válvula moduladora no painel
Freio motor Dual power brake - cabeçote do moto
Dois interruptores no painel para 50% e
Acionamento
100% da força de frenagem
Com aquecimento Sem aquecimento
Sistema elétrico do agente redutor do agente redutor
ARLA 32 ARLA 32
Tensão nominal 24 V 24 V
Bateria 2 x 12V - 170Ah 2 x 12V - 135Ah
Alternador 28V - 80A 28V - 80A
Volumes de abastecimento (litros)
275 litros - padrão
Tanque de combustível
2 x 275 litros - opcional
Cárter filtro e arrefecedor
31,5 / 33,8
(sem filtro / com filtro)
Caixa de mudanças 13
Diferencial 21
Direção 2,0
Sistema de arrefecimento 31,5
Tanque do agente redutor Arla 32 35

9-34
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Peso (kg) Cabine estendida Cabine leito


Peso em ordem de marcha
EE 3560 eixo diant/tras/total 4003/2179/6182 4224/2109/6333
EE 4340 eixo diant/tras/total 4053/2259/6312 4274/2189/6463
EE 4800 eixo diant/tras/total 4073/2289/6362 4294/2219/6513
EE 5207 eixo diant/tras/total 4203/2449/6652 4424/2379/6803
Capacidade técnica por eixo
- Dianteiro 6100
- Traseiro 11000
Peso bruto total homologado (PBT) 16000
Peso bruto total combinado (PBTC) 45000
Capacidade máx. de tração (CMT) 45000
Obs.: Pesos podem sofrer alterações devido aos itens opcionais.
Desempenho
Relação de redução no eixo traseiro 3,42:1 3,73:1
Velocidade máxima (km/h) PBTC 123 115
Capacidade de rampa no PBT (%) 91 99
Partida em rampa no PBTC (%) 90 98
Obs.: Dados projetados por simulação de performance.

9-35
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 17-330 - Cabine estendida

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-36
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 17-330 - Cabine leito

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-37
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 24-330

Motor
Modelo Cummins ISL 330 P7-1
Nº de cilindros / Cilindrada (cm³) 6 em linha / 8900
Diâmetro / Curso dos pistões (mm) 114 / 145
Relação de compressão 16,6:1
Potência Líq. Máx. - cv (kw) @ rpm(1) 330 (246) @ 2100
Torque Líq. Máx. - Nm @ rpm(1) 148 (1450) @ 1000-1500
Sequência de injeção 1-5-3-6-2-4
Unidade injetora Common Rail
Compressor de ar Knorr LK39 (360 cm³)
(1)
Valores conforme ensaio J1349.
Embreagem
Tipo Monodisco a seco, revestimento orgânico
Diâmetro (mm) 430
Acionamento “Pull type”
Caixa de mudanças
Modelo ZF 16S 1585 TD
Nº de marchas 16 à frente (sincronizadas), 2 à ré
Acionamento Alavanca no assoalho
Tração 6X2
1ª 16,41:1 / 2ª 13,80:1 / 3ª 11,28:1 /
4ª 9,49:1 / 5ª 7,76:1 / 6ª 6,53:1 / 7ª 5,43:1 /
8ª 4,57:1 / 9ª 3,59:1 / 10ª 3,02:1 / 11ª 2,47:1
Relação de transmissão
/ 12ª 2,08:1 / 13ª 1,70:1 / 14ª 1,43:1 /
15ª 1,19:1 / 16ª 1,00:1 / Ré 15,36:1 e
12,92:1
Eixo traseiro
Modelo Meritor MS 23-165
Tipo Eixo rígido em aço estampado
Redução 3,42:1 ou 3,73:1 (opcional)

9-38
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Eixo Dianteiro
Tipo Viga “I” em aço forjado
Modelo SIFCO 13K
Eixo auxiliar (3º eixo)
Tag-tanden tipo balancim com suspensor
Tipo
eletropneumático para o eixo auxiliar
Modelo Suspensys / Randon 15x7” Out-Board
Suspensão dianteira
Tipo Eixo rígido
Molas Feixe com lâminas parabólicas
Amortecedores Hidráulicos, telescópicos de dupla ação
Barra estabilizadora Normal de série
Suspensão traseira
Metálica (feixe de molas) Molas semi-elípticas de ação progressiva
Direção
Modelo ZF 8097
Hidráulica integral com esferas
Tipo
recirculantes
Relação de redução (variável) 17,4:1 a 20,6:1 (variável)
Chassi
Escadas, superfície plana, perfil “U”
Tipo
constante, rebitadas e parafusadas.
Material LNE 38
Módulo seccionado (cm³) 431
Roda e pneus
Aro das rodas (polegadas) 8.25"x22.5" 7.5"x22.5"
Pneus 295/80R22.5 / 275/80R22.5

9-39
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Freios
Freio de serviço Ar, “S” came
A ar, tambor com acionamento por “S” came,
Tipo
ajustador manual e automático de freio
Duplo, independente, três reservatórios de
Circuito
ar com filtro coalescente
Área efetiva de frenagem (cm²) 6915
Freio de estacionamento Câmara de mola acumuladora
Atuação Rodas traseiras
Acionamento Válvula moduladora no painel
Freio motor Dual power brake - cabeçote do motor
Dois interruptores no painel para 50% e
Acionamento
100% da força de frenagem
Com aquecimento Sem aquecimento
Sistema elétrico do agente redutor do agente redutor
ARLA 32 ARLA 32
Tensão nominal 24V 24V
Bateria 2 x 12V - 170Ah 2 x 12V - 135Ah
Alternador 28V - 80A 28V - 80A
Volumes de abastecimento (litros)
275 litros - padrão
Tanque de combustível
2 x 275 litros - opcional
Cárter filtro e arrefecedor
31,5 / 33,8
(sem filtro / com filtro)
Caixa de mudanças 13
Eixo traseiro 21
Direção 2,0
Sistema de arrefecimento 31,5
Tanque do agente redutor ARLA 32 35

9-40
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Peso (kg) Cabine estendida Cabine leito


Peso em ordem de marcha
EE 4784 eixo diant/tras/total 4228/3349/7577 4449/3279/7728
EE 6024 eixo diant/tras/total 4258/3489/7747 4479/3419/7898
EE 6431 eixo diant/tras/total 4388/3659/8047 4609/3589/8198
Capacidade técnica por eixo
- Dianteiro 6100
- Traseiro 18000
Peso bruto total homologado (PBT) 23000
Peso bruto total combinado (PBTC) 45000
Capacidade máx. de tração (CMT) 45000
Obs.: Pesos podem sofrer alterações devido aos itens opcionais.
Desempenho
Relação de redução do eixo traseiro 3,42:1 3,73:1
Velocidade máxima (Km/h) 121 114
Capacidade de subida em rampa em
64 69
PBT (%)
Partida em rampa em PBT (%) 63 68
Obs.: Dados projetados por simulação de performance.

9-41
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 24-330 - Cabine estendida

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-42
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

VW 24-330 - Cabine leito

Dimensões (mm)

Dimensões com pneu 275/80R22.5

9-43
ÍNDICE
ALFABETICO 10
ÍNDICE ALFABÉTICO

A Apresentação - tacógrafo
eletrônico semanal* .................... 2-12
Abertura da grade ........................ 5-03 Aquecimento* e ventilação ......... 1-40
Abertura da grade frontal ............ 1-66 Ar-condicionado*........................ 1-45
Abrir a gaveta ......................2-04/2-14 Árvore de transmissão................. 5-29
Acendedor de cigarros - 12 Ativação da LIM (lâmpada
volts ............................................. 1-37 indicadora de mau
Acesso à cabine ........................... 1-02 funcionamento) ........................... 1-77
Acesso aos fusíveis e relés .......... 7-02 Aviso de falha no veículo ............ 1-27
Acesso aos itens de inspeção Aviso de manutenção .................. 1-26
diária ........................................... 5-05
Acionamento da embreagem e B
engate das marchas .............3-11/3-14
Aditivo para o líquido de Banco 3/4 para passageiro* ........ 1-53
arrefecimento .............................. 5-12 Banco central* ............................ 1-52
Advertências ............................... 6-09 Banco com suspensão a ar* ........ 1-51
Agente redutor ARLA 32 ............ 1-72 Banco do motorista com mola a
Ajuste da hora .....................2-07/2-18 gás ............................................... 1-50
Ajuste do relógio de horas .......... 1-14 Bancos ......................................... 1-50
Ajuste do relógio digital......2-06/2-18 Basculamento da cabine .............. 1-67
Ajuste dos faróis (em caso de Basculamento da cabine - bomba
substituição) ................................ 7-20 hidráulica sem chave ................... 1-68
Ajuste dos minutos..............2-06/2-18 Bateria ......................................... 6-06
Alarme sonoro............................. 1-07 Bebidas alcoólicas ....................... 1-89
Alavanca de comando do Beneficiamento do veículo ............ 10
indicador de direção, luz alta, Botão do console central* ........... 1-40
acionamento do limpador de Botão seletor frontal - Mudança
para-brisa e set do piloto de H .....................................3-08/3-16
automático ................................... 1-35 Botão seletor lateral - Marchas
Alimentação correta .................... 1-88 altas e marchas baixas ................. 3-16
Alteração de data e hora .............. 1-23
Amaciamento do motor............... 1-66 C
Antes de dar partida no motor ..... 1-64 Cabide / Para-sol ......................... 1-56
Aparência do veículo .................. 6-04 Caixa de mudanças (13-190/
Apoio para cabeça ....................... 1-52 15-190/17-190) ........................... 3-02
Apresentação - tacógrafo Caixa de mudanças (17-330/
eletrônico diário .......................... 2-02 24-330) ........................................ 3-14
10-02
ÍNDICE ALFABÉTICO

Cama ........................................... 1-54 Cuidados com os pneus............... 1-95


Cama rebatível (cabine Cuidados com o
estendida)* .................................. 1-55 turbocompressor.......................... 1-65
Chaves ......................................... 1-48 Cuidados na troca de
Cintos de segurança .................... 1-02 marchas ...............................3-03/3-11
Cinzeiro ...................................... 1-36
Cinzeiro e acendedor de D
cigarros........................................ 1-36
Desaplicação mecânica do freio
Coluna da direção ajustável ........ 1-63 de estacionamento ...............1-62/6-10
Combustível ................................ 5-16 Desativação da LIM (lâmpada
Computador de bordo ................. 1-22 indicadora de mau
Condições de funcionamento) ........................... 1-77
funcionamento.....................1-76/1-79 Descarte de pneus ....................... 6-17
Condições de neblina e Descrição do disco diagrama ...... 2-09
cerração ....................................... 1-94 Descrição do pacote de
Condições do motorista............... 1-87 diagramas .................................... 2-20
Condições físicas e alimentares .. 1-88 Desembaçamento do para-brisa e
Condições gerais ......................... 1-84 dos vidros .................................... 1-47
Condução econômica .................. 1-84 Destravamento da bomba de
Condução em declives basculamento com chave* ......... 1-69
acentuados ................................... 1-92 Diagnóstico de falhas .................. 1-80
Condução segura ......................... 1-86 Diferencial................................... 5-30
Conectores do Módulo Difusores de ar ............................ 1-43
Eletrônico de Controle (ECM) .... 7-22 Direção do fluxo de ar................. 1-42
Conectores do Módulo Direção hidráulica ....................... 5-32
Eletrônico de Controle (EDC) .... 7-21 Distribuição de carga .................. 1-95
Conservação de veículos inativos Distribuição do ar........................ 1-43
e cuidados com o combustível .... 6-02
Drenagem do filtro separador de
Conservação dos isoladores água .....................................5-17/5-21
acústicos ...................................... 6-05
Console de teto (cabine
E
estendida) .................................... 1-57
Console de teto (cabine leito) ..... 1-56 Eixo dianteiro .............................. 5-30
Controle de rotação do motor* ... 1-30 Engate da ré.........................3-10/3-18
Controles .................................... 1-40 Engate das marchas .............3-08/3-17
Correia do motor ......................... 5-28 Entrada de dados na região
central do disco diagrama ........... 2-11
10-03
ÍNDICE ALFABÉTICO

Entrada de dados na região G


central do pacote de diagramas ... 2-22
Equipamentos obrigatórios ......... 1-58 Grade frontal .......................1-66/5-03
Espelho adicional* ...................... 1-60 Gravação do número VIN no
Espelhos retrovisores .................. 1-58 chassi .......................................... 8-07
Estafa........................................... 1-89 Gravações do número do chassi .. 8-02
Extintor de incêndio e pino de
engate .......................................... 1-58 H
Hábitos de condução ................... 1-85
F Hodômetro .................................. 1-16
Fadiga e sono .............................. 1-87
Farol ............................................ 7-16 I
Fechamento da grade .................. 5-04 Identificação dos agregados ........ 8-07
Fechar a gaveta ...................2-04/2-14 Iluminação interna da cabine ...... 1-39
Filtro coalescente ........................ 5-35 Iluminação interna da cabine e
Filtro com elemento de cama leito .................................... 7-19
segurança..................................... 5-27 Indicação intermitente do relógio
Filtro de ar ................................... 5-25 digital .......................................... 2-07
Filtros de ar do sistema de Indicação padrão .................2-05/2-16
ventilação da cabine .................... 6-22 Indicador da pressão de óleo do
Filtros de combustível originais e motor ........................................... 1-15
garantia do motor ........................ 5-17
Indicador de manutenção do
Filtro separador de óleo da filtro............................................. 5-25
unidade dosadora (somente 17/
Indicador de perda de pressão no
24-330) ........................................ 5-11
sistema......................................... 1-14
Fluido da embreagem .................. 5-14
Indicador de temperatura ............ 1-16
Freio de estacionamento ............. 1-61
Indicador do nível de agente
Freio do reboque ou semirreboque
redutor ARLA 32......................... 1-74
(manetim) .................................... 1-63
Indicador do nível de
Freio motor (13/15/17-190 e 17/
combustível ................................. 1-17
24-280) ........................................ 1-33
Inserir o disco diagrama .............. 2-05
Freio motor (17-330/24-330) ...... 1-34
Funcionamento com agente
Inserir o pacote diagramas .......... 2-15
redutor ARLA 32......................... 1-72 Inspeção do suspensor................. 4-04
Funções das luzes de aviso ......... 1-09 Instalação das baterias................. 6-07
Fusíveis de proteção ............7-07/7-11 Instalação do rádio ...................... 1-37
Fusíveis e relés ............................ 7-02 Instruções gerais.......................... 1-47
10-04
ÍNDICE ALFABÉTICO

Instrumentos................................ 1-13 Luz de aviso de saturação do


Interruptor das luzes .................... 1-32 filtro de combustível ...........5-18/5-22
Interruptor das luzes de Luzes de aviso do visor ............... 1-18
emergência .................................. 1-32 Luzes de aviso e alarme sonoro .. 1-07
Interruptor de acionamento do 3º Luzes de aviso no painel de
eixo* (24-280/24-330) ................ 1-29 instrumentos ................................ 1-07
Interruptor de partida .................. 1-64 Luz indicadora de posição e
Interruptores ................................ 1-32 direção lateral .............................. 7-16
Introdução ................................... 5-02
M
L Manutenção ................................. 1-84
Lanterna do farol ......................... 7-17 Mecanismo de acionamento
Lanterna traseira.......................... 7-19 elétrico do vidro da porta* .......... 1-50
Ligações adicionais ..................... 7-21 Mecanismo de acionamento
Ligar/desligar o manual do vidro da porta ............ 1-50
ar-condicionado........................... 1-45 Medidor de pressão do ar
Limites de Emissões de (manômetro)................................ 1-13
NOx .....................................1-76/1-79 Mensagens de erro ..............2-08/2-19
Limpeza da tela de proteção do Módulo eletrônico de controle
radiador ....................................... 6-24 (ECM) ......................................... 7-21
Líquido de arrefecimento ............ 5-11 Mudanças ascendentes na caixa
Lubrificação ................................ 5-29 de mudanças e eixo ..................... 3-04
Lubrificação da coluna de Mudanças ascendentes somente
direção ......................................... 5-33 do eixo......................................... 3-03
Lubrificação do balancim ........... 4-02 Mudanças descendentes na caixa
Lubrificação do pino mestre ....... 5-30 de mudanças e eixo ..................... 3-05
Lubrificação dos reguladores do Mudanças descendentes somente
freio ............................................. 5-38 do eixo......................................... 3-04
Lubrificação no conjunto do
freio ............................................. 4-03 N
Luz de advertência de baixa Nível de fluido da direção
pressão de ar no sistema de hidráulica..................................... 5-32
freios ........................................... 1-14 Nível de óleo do motor ............... 5-08
Luz de aviso de presença de Nível do fluido do reservatório ... 5-15
água no combustível ...........5-17/5-21 Nível do líquido .......................... 5-11
Nível do óleo .............. 3-05/3-12/3-19
10-05
ÍNDICE ALFABÉTICO

Número da caixa de mudanças ... 8-09 Partida normal do motor ............. 1-65
Número de identificação do Partida remota ............................. 5-06
veículo (VIN) .............................. 8-06 Partida remota do motor......1-71/5-06
Número do eixo dianteiro ........... 8-10 Peso legal e peso técnico............. 8-05
Número do eixo traseiro.............. 8-10 Piloto automático* ...................... 1-21
Número do motor ................8-07/8-08 Plaqueta de identificação do
veículo ......................................... 8-04
O Plaqueta do ano de fabricação..... 8-05
Porta-copos ................................. 1-57
Óleo da caixa de mudanças
(13-190/15-190/17-190).............. 3-05 Porta-objetos ............................... 1-56
Óleo da caixa de mudanças Porta-objetos sob o leito.............. 1-54
(17-280/24-280) .......................... 3-12 Portas do motorista e do
Óleo da caixa de mudanças acompanhante ............................. 1-49
(17-330/24-330) .......................... 3-19 Portas e janelas............................ 1-49
Óleo do motor ............................. 5-07 Posição do motorista ................... 1-86
O motorista.................................. 1-87 Preparação do veículo para a
Operação com mais de um inatividade ................................... 6-02
motorista ..................................... 2-17 Preparação do veículo para o
Operação diária ........................... 1-64 retorno ao trabalho ...................... 6-04
Operação do motor durante o Pressão dos pneus ....................... 6-13
período de amaciamento ............. 1-66
Operação do tacógrafo ........2-04/2-14 R
Outros fatores .............................. 1-90 Reboque de caminhão ................. 6-12
Recomendações básicas para
P dirigir com segurança .................. 1-91
Palhetas do limpador de Rede porta-objetos* .................... 1-57
para-brisa..................................... 6-21 Refrigeração máxima .................. 1-46
Para aplicar o freio ...................... 1-61 Refrigeração normal.................... 1-46
Para desaplicar o freio ................. 1-62 Registro de falhas................2-11/2-23
Para manter o para-brisa e os Registros na parte frontal do
vidros desembaçados .................. 1-48 disco de diagramas ..............2-10/2-21
Para-sol ....................................... 1-56 Regulagem das lonas................... 5-37
Partida com baterias auxiliares ... 6-07 Regulagem do suspensor
Partida do motor.......................... 1-64 pneumático .................................. 4-03
Partida no motor com a cabine Regulagem elétrica dos
basculada ..................................... 5-06 espelhos* ..................................... 1-59
10-06
ÍNDICE ALFABÉTICO

Regulagem manual dos Sistema de freios ......................... 5-33


espelhos ....................................... 1-58 Sistema de proteção da caixa para
Relés adicionais .......................... 7-03 erros de engate ....................3-12/3-15
Remoção das baterias .................. 6-06 Sistema de tratamento de gases do
Reostato da iluminação do escapamento (17-330/24-330) .... 1-72
painel de instrumentos ................ 1-32 Situação com contaminação
Reservatório de água do excessiva ..................................... 5-36
limpador de para-brisa ................ 5-16 Situação normal .......................... 5-35
Reservatório de ar comprimido ... 5-33 Substituição das palhetas ............ 6-21
Reservatório de ar comprimido Substituição das rodas ................. 6-18
auxiliar ........................................ 5-34 Substituição do elemento do
Reservatórios de ar - drenagem... 5-34 filtro............................................. 5-26
Respiro da caixa de Substituição do fluido ................. 5-15
mudanças.................... 3-06/3-14/3-20 Superaquecimento do motor ....... 1-17
Respiro do eixo ........................... 5-31 Super-reduzida (Crawler)............ 3-07
Retorno da cabine ...............1-69/1-71 Suspensor pneumático ................ 4-02
Roda sobressalente ...................... 6-19
Rodízio dos pneus ....................... 6-17 T
Tabela de fusíveis - 13-190/
S 15-190/17-190 ............................. 7-04
Sangria do sistema de Tabela de fusíveis - 17-280/
combustível .........................5-20/5-23 24-280 ......................................... 7-08
Sensor do nível de água .............. 5-12 Tabela de fusíveis - 17-330/
Sistema de alarme e proteção do 24-330 ........................................ 7-12
motor ........................................... 1-20 Tabela de pressão dos pneus ....... 6-14
Sistema de aquecimento do Tabela de relés - 13-190/15-190/
agente redutor ARLA 32* ........... 1-74 17-190 ......................................... 7-06
Sistema de Autodiagnose de Tabela de relés - 17-280/24-280.. 7-10
Bordo (OBD) (Motor Cummins Tabela de relés - 17-330/24-330.. 7-14
ISL) ............................................. 1-76 Tacógrafo ............................2-02/2-12
Sistema de Autodiagnose de Tacógrafo eletrônico ................... 1-28
Bordo (OBD) (Motor MAN Tacômetro (conta-giros) .............. 1-15
D0836) ........................................ 1-79 Tanque do agente redutor ARLA
Sistema de autoproteção do 32 (17-330/24-330) ..................... 1-78
motor ........................................... 1-20 Tela de proteção do radiador* ..... 6-24
Sistema de combustível............... 5-16
10-07
ÍNDICE ALFABÉTICO

Tempo máximo de permanência Utilização do freio de


dos equipamentos ligados, sem estacionamento como freio de
afetar a partida do motor ............. 1-38 emergência .................................. 1-62
Temporizador das luzes internas 1-40 Utilização dos freios ................... 1-92
Tipo de disco diagrama
apropriado ................................... 2-09 V
Tomada de alimentação do Velocímetro ................................. 1-13
reboque*...................................... 6-25 Ventilação pelo teto ..................... 1-44
Tomada elétrica 12V* ................. 1-38 Verificação da espessura das
Tratamento anticorrosivo ............ 6-06 lonas ............................................ 5-37
Tratamento de falhas ................... 1-75 Verificação da tensão da
Travamento da bomba com a correia ......................................... 5-28
cabine basculada (remoção da Verificação do desgaste das
chave) .......................................... 1-70 placas de atrito ............................ 4-05
Travessia em locais alagados ...... 1-94 Visor de consumo de
Triângulo de segurança e combustível ................................. 1-24
ferramentas .................................. 1-58 Visor de funções ativas ............... 1-26
Troca de fusível ........................... 7-03 Visor de informação da viagem .. 1-24
Troca de lâmpadas ...................... 7-16 Visor de informações ao
Troca de marchas ....................... 3-02 motorista ..................................... 1-18
Troca de marchas com eixo Visor de informações do
traseiro de dupla velocidade........ 3-02 veículo ......................................... 1-25
Troca de óleo ......3-05/3-13/3-19/5-31 Vista geral ...........................2-03/2-13
Troca de óleo do motor ............... 5-09 VW 13-190.................................. 9-02
Troca do filtro de óleo ................. 5-10 VW 13-190 - Cabine estendida ... 9-06
Troca do filtro principal ......5-19/5-24 VW 13-190 - Cabine leito ........... 9-07
Troca do filtro separador de VW 15-190.................................. 9-08
água .....................................5-18/5-22 VW 15-190 - Cabine estendida ... 9-12
Troca do líquido de VW 15-190 - Cabine leito ........... 9-13
arrefecimento ............................. 5-12 VW 17-190.................................. 9-14
Troca dos filtros .......................... 6-22 VW 17-190 - Cabine estendida ... 9-18
VW 17-190 - Cabine leito ........... 9-19
U VW 17-280.................................. 9-20
Utilização de drogas .................... 1-90 VW 17-280 - Cabine estendida ... 9-24
Utilização do controle de VW 17-280 - Cabine leito ........... 9-25
rotação ......................................... 1-30 VW 17-330.................................. 9-32
10-08
ÍNDICE ALFABÉTICO

VW 17-330 - Cabine estendida ... 9-36


VW 17-330 - Cabine leito ........... 9-37
VW 24-280.................................. 9-26
VW 24-280 - Cabine estendida ... 9-30
VW 24-280 - Cabine leito ........... 9-31
VW 24-330.................................. 9-38
VW 24-330 - Cabine estendida ... 9-42
VW 24-330 - Cabine leito ........... 9-43

10-09
A MAN Latin America está constantemente aperfeiçoando seus produtos.
São possíveis alterações quanto à forma, equipamentos e tecnologia do produto
fornecido. Por esta razão, não se pode inferir qualquer direito de reivindicação, com
base nos dados, ilustrações e descrições do presente manual.
Os textos, figuras e normas deste manual reportam-se a informações disponíveis na
data de sua publicação.

MAN Latin America


Indústria e Comércio de Veículos Ltda.
Serviços e Assistência Técnica
www.vwcaminhoeseonibus.com.br

Artigo Nº 125 G4IO 66 – Edição 05/2012 / OP: 45922 / xxxxx_xx