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SUMÁRIO

1- INTRODUÇÃO, p.3
2- RESOLUÇÕES
2.1 RESOLUÇÃO COFEN-256/2001, p.5
2.2 RESOLUÇÃO COFEN-258/2001, p.5
2.3 RESOLUÇÃO COFEN-265/2001, p.5
2.4 RESOLUÇÃO COFEN-266/2001, p.6
2.5 RESOLUÇÃO COFEN-270/2002, p.6
2.6 RESOLUÇÃO COFEN-278/2003, p.6
2.7 RESOLUÇÃO COFEN-280/2003, p.7
2.8 RESOLUÇÃO COFEN-282/2003, p.7
2.9 RESOLUÇÃO COFEN-285/2003, p.7
2.10 RESOLUÇÃO COFEN-292/2004, p.8
2.11 RESOLUÇÃO COFEN-294/2004, p.8
2.12 RESOLUÇÃO COFEN-303/2005, p.8
2.13 RESOLUÇÃO COFEN-313/2007, p.8
2.14 RESOLUÇÃO COFEN-346/2009, p.9
2.15 RESOLUÇÃO COFEN-358/2009, p.9
2.16 RESOLUÇÃO COFEN-370/2010, p.9
2.17 RESOLUÇÃO COFEN-375/2011, p.10
2.18 RESOLUÇÃO COFEN-376/2011, p.10
2.19 RESOLUÇÃO COFEN-381/2011, p.10
2.20 RESOLUÇÃO COFEN-388/2011, p.11
2.21 RESOLUÇÃO COFEN-390/2011, p.11
2.22 RESOLUÇÃO COFEN-418/2011, p.12
2.23 RESOLUÇÃO COFEN-422/2012, p.13
2.24 RESOLUÇÃO COFEN-423/2012, p.13
2.25 RESOLUÇÃO COFEN-424/2012, p.13
2.26 RESOLUÇÃO COFEN-537/2017, p.15
2.27 RESOLUÇÃO COFEN-543/2017, p.15
2.28 RESOLUÇÃO COFEN-0545/2017, p.16
2.29 RESOLUÇÃO COFEN-546/2017, p.16
2.30 RESOLUÇÃO COFEN-0547/2017, p.16
2.31 RESOLUÇÃO COFEN-551/2017, p.16
2.32 RESOLUÇÃO COFEN-554/2017, p.16
2.33 RESOLUÇÃO COFEN-556/2017, p.16
2.34 RESOLUÇÃO COFEN-557/2017, p.17
2.35 RESOLUÇÃO COFEN-0559/2017, p.17
3- CONCLUSÃO, p.17
4- REFERÊNCIAS, p.19
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1 INTRODUÇÃO
Conhecer a legislação especifica do seu campo de trabalho é fundamental para
que o enfermeiro exerça sua função com êxito, adquirindo através disso a consciência dos
seus direitos, deveres e obrigações profissionais. Diante disso, o presente trabalho
abordará trinta e cinco resoluções do Conselho Federal de Enfermagem, as quais serão
avaliadas e discutidas, com o objetivo de elucidar ao aluno, antes de sua efetiva prática
profissional, o que a legislação em vigor prevê aos profissionais da área.

2 RESOLUÇÕES
2.1 RESOLUÇÃO COFEN-256/2001
A resolução COFEN-256/2001 autoriza que os enfermeiros utilizem o título de
doutor. Publicada em 12 de julho de 2001, esta lei vale-se do princípio da isonomia,
também conhecido como princípio da igualdade. De acordo com a Constituição Federal,
o princípio da igualdade está previsto no artigo 5º, que diz que “Todos são iguais perante
a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Esta igualdade é chamada de formal. De
acordo com ela, é vetado que os legisladores criem ou editem leis que a violem. Sendo
assim, não há justificativa para que profissionais de nível superior tenham tratamento
diferente. Além disso, ela garante que não haja a pressuposição de subalternidade dentro
do serviço de saúde, como ocorre entre médicos e enfermeiros. Não há aspectos negativos
nesta lei, que só visa um tratamento mais igualitário entre os profissionais diante da
comunidade. As limitações dessa lei são especialmente relacionadas à questão do hábito
em tratar os profissionais de forma diferenciada.
2.2 RESOLUÇÃO COFEN-258/2001
A resolução COFEN-258/2001 permite que o Enfermeiro, a Inserção de Cateter
Periférico Central. O COFEN, através dessa resolução reconhece a implantação do PICC,
como competência do enfermeiro, desde que este tenha recebido formação adequada
através dos cursos de treinamento e capacitação. É indubitável o aspecto positivo dessa
resolução, visto que com isto abriu-se novas oportunidades para atuação do enfermeiro,
reconhecendo a competência do profissional para a realização de procedimentos
invasivos. Os aspectos limitantes dessa resolução dizem respeito apenas à falta de
qualificação específica, obrigatória para a permissão do procedimento.
2.3 RESOLUÇÃO COFEN 265/2001
A resolução COFEN-265/2001, institui a Música “Amor e Luz”, vencedora do
Festival Nacional sobre Profissionais da Vida, que tem como autor W. Luz e N. Farias,
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como Canção Símbolo da Enfermagem Brasileira. A letra da música, que foi vencedora
do Festival Nacional sobre Profissionais da Vida, através do Programa Raul Gil, faz uma
singela homenagem aos profissionais da enfermagem. Não fica evidenciado aspectos
negativos. Pelo contrário: a criação de novos símbolos somente contribuem para a
valorização da profissão.
2.4 RESOLUÇÃO COFEN 266/2001
A resolução COFEN-266/2001, É responsável pela aprovação das atividades do
Enfermeiro Auditor. Como já era previsto pelas Resolução COFEN Nº 260/2001, que
fixa as Especialidades de Enfermagem, de competência do Enfermeiro, pela Lei nº
7.498/86, que prevê como atividade privativa do enfermeiro a consultoria, auditoria e
emissão de parecer sobre matéria de enfermagem, esta resolução apenas reitera o que a
lei previa.
2.5 RESOLUÇÃO COFEN 270/2002
A resolução COFEN-270/2002 regulamenta empresas que prestam Serviços de
Enfermagem Domiciliar – HOME CARE. Anexa a ela, há as especificações desse serviço,
como por exemplo - 01 (um) Enfermeiro responsável por turno e 01 (um) Enfermeiro
responsável técnico, pela coordenação das atividades de Enfermagem. Pautada pelas Leis
nº 7.498, de 25 de junho de 1986, Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, Lei nº 6.839, de
30 de outubro de 1980 e pelas Resolução COFEN nº 255/2001, nº 260/2001 e nº
267/2001, a presente resolução tem o intuito de estipular uma maior fiscalização desse
serviço, trazendo assim maiores garantias de qualidade para o usuário. Possui aspectos
extremamente positivos, pois com uma maior fiscalização, também fica garantido o peno
exercício do profissional da enfermagem.
2.6 RESOLUÇÃO COFEN 278/2003
A resolução COFEN-278/2003 Dispõe sobre sutura efetuada por profissional de
enfermagem. Esta resolução, pautada pelas nº 5.905/73, artigo 8º, IV e V, Lei nº 7.498/86
e pelo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, veta aos profissionais da
enfermagem a realização de suturas. Contudo, esta mesma resolução abre um precedente
para que tal procedimento possa ser realizado pelo enfermeiro, no momento em que diz,
em parágrafo único, o veto Não se aplica ao disposto no caput deste artigo as situações
de urgência, na qual, efetivamente haja iminente e grave risco de vida, não podendo tal
exceção aplicar-se a situações previsíveis e rotineiras. Também está salvo sob amparo
dessa resolução, considerado ato de enfermagem, quando praticado por Enfermeiro
Obstetra, a episiorrafia, que é a sutura da incisão efetuada na região do períneo para
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ampliar o canal de parto. Esta resolução visa definir as reais competências do enfermeiro,
estabelecendo assim que este a sutura não deve ser realizada pela enfermagem, garantindo
que o cuidado seja a prioridade desse serviço.
2.7 RESOLUÇÃO COFEN 280/2003
A resolução COFEN-280/2003 dispõe sobre a proibição de profissional de
enfermagem em auxiliar procedimentos cirúrgicos. Logo em seu art 1º, diz que “É vedado
a qualquer Profissional de Enfermagem a função de Auxiliar de Cirurgia”, com exceção
em situações emergenciais onde “haja iminente e grave risco de vida”. Além da
regulamentação por parte da enfermagem, há também Resoluções do Conselho Federal
de Medicina (CFM) nº 1490/98 e 1493/98 que determinam a necessidade de um auxiliar
médico que possa substituir o cirurgião em caso de impedimento. Destaca-se ainda a Lei
12.842/2013, que estabelece as atividades privativas do médico, dentre essas, está a
execução da intervenção cirúrgica e prescrição dos cuidados médicos pré e pós-
operatórios. Ainda, o código de ética dos profissionais da enfermagem, no Artigo 31º, no
subtítulo Proibições, diz: “Prescrever medicamentos e praticar ato cirúrgico, exceto nos
casos previstos na legislação vigente e em situação de emergência”. Tendo em vista a
exposição do profissional de enfermagem a condutas ilegais e visando a segurança da
população atendida, esta resolução objetiva coibir a prática do auxílio a cirurgia.
2.8 RESOLUÇÃO COFEN 282/2003
A resolução 282/2003 dispõe sobre o procedimento de inclusão e exclusão de
inadimplentes com o sistema cofen/corens no cadastro informativo dos débitos não
quitados de órgãos e entidades federais (cadin). Ela prevê que serão incluídos no CADIN
as pessoas físicas/jurídicas que tiverem débitos não regularizados junto ao Sistema
COFEN/CORENS, ou ainda, que seja determinada a inclusão por qualquer órgão de
Controle Externo. A presente resolução estabelece as normas e prazos para a negativação
junto ao cadastro informativo de débito. Essas medidas têm como aspecto positivo manter
a regularidade do registro no COREn, evitando assim a inadimplência do profissional
registrado. Desta forma, fica assegurada uma maior abrangência na fiscalização do
profissional, garantindo uma melhor qualidade do serviço prestado, o que só tem a
beneficiar a população.
2.9 RESOLUÇÃO COFEN 285/2003
A resolução COFEN-285/2003 que estabelece critérios para contratação de
empregados, no âmbito do COFEN-sistema cofen/corens, visa definir que o provimento
de cargos dos trabalhadores do COFEN/CORENs, ocorra através de Concurso Público.
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Esta resolução considera o Acórdão nº. 1281/2003-TCU-Plenário, onde fica estipulada a


necessidade de concurso público para provimento de cargos em autarquias federais. Tem
aspectos positivos no sentido em que, sendo um órgão fiscalizador, o preenchimento de
cargos para esses órgão deve manter o máximo de imparcialidade, trazendo assim uma
maior garantia da não intervenção de fatores pessoais. Entende- se que um concurso
público é uma maneira justa de provimento de cargo.
2.10 RESOLUÇÃO COFEN 292/2004
Resolução 292/2004: Prevê-se que cabe ao Enfermeiro planejar, executar,
coordenar, supervisionar e avaliar os Procedimentos de Enfermagem prestados aos
doadores. O enfermeiro durante a entrevista com a família e representante legal, fornecer
as informações sobre o processo de captação que inclui: o esclarecimento sobre o
diagnóstico da morte encefálica; o anonimato da identidade do doador para a família do
receptor e deste para a família do doador; os exames a serem realizados; a manutenção
do corpo do doador em UTI; a transferência e procedimento cirúrgico para a retirada.
Como ponto positivo temos a consciência da família quanto ao processo realizado.
Como negativo: nenhum
2.11 RESOLUÇÃO COFEN 294/2004
Resolução COFEN 294/2004: Institui no Dia 20 de Maio, como data consagrada
nacionalmente a celebração do “Dia Nacional dos Técnicos e Auxiliares de
Enfermagem”. Criação da Semana de Enfermagem do dia 12 a 20 de Maio.
Ponto positivo: celebração do dia de um profissional de enfermagem
2.12 RESOLUÇÃO COFEN 303/2005
Resolução COFEN 303/2005: Fica habilitado o Enfermeiro, devidamente inscrito
e com situação ético-profissional regular no seu respectivo Conselho Regional de
Enfermagem, assumir a Responsabilidade Técnica do Plano de Gerenciamento de
Resíduos de Serviços de Saúde.
Elaboração e implementação do PGRSS, deverá apresentar o Certificado de
Responsabilidade Técnica – CRT, emitido pelo Conselho Regional de Enfermagem ao
qual está jurisdicionado.
Ponto positivo: maior controle, organização e cuidado sob materiais hospitalares
perfurocortantes descartados.
2.13 RESOLUÇÃO COFEN 313/2007
Resolução COFEN 313/2007: Ficam instituídos os cargos a seguir, obedecendo o
número de vagas e a remuneração inicial, conforme tabela abaixo;
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Quadro de Pessoal Efetivo


EMPREGO (NÍVEL SUPERIOR) QUANTIDADE REMUNERAÇÃO
Contador 02 vagas R$ 5.500,00
Advogado 03 vagas R$ 6.500,00
Bibliotecário 01 vaga R$ 3.800,00
Analista de Sistemas 02 vagas R$ 5.500,00
Administrador Pleno 01 vaga R$ 6.500,00
Administrador Sênior 01 vaga R$ 7.200,00
Auxiliar em RH 02 vagas R$ 3.500,00

Ponto positivo: organização contratual e quantidade de contratados.


2.14 RESOLUÇÃO COFEN 346/2009
Resolução 346/2009: Fica proibida a prática da auto-hemoterapia por
profissionais de enfermagem, em todo o território nacional.
Parágrafo único – a prática da auto-hemoterapia por parte dos profissionais de
enfermagem caracteriza infração ética sujeita às sanções disciplinares, prevista na
Resolução COFEN nº 311/2007
Ponto positivo: limita e separa funções dos profissionais. O qual diz que enfermagem não
pode praticar auto-hemoterapia.
2.15 RESOLUÇÃO COFEN 358/2009
Resolução 358/2009: Traz a organização do Processo de Enfermagem: o Processo
de Enfermagem deve ser realizado, de modo deliberado e sistemático, em todos os
ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem.
Processo de enfermagem é separado em etapas: Coleta de dados, Diagnóstico,
Planejamento, Avaliação e Implementação.
Onde, segundo o Art. 3º Diz que: o Processo de Enfermagem deve estar baseado
num suporte teórico que oriente a coleta de dados, o estabelecimento de diagnósticos de
enfermagem e o planejamento das ações ou intervenções de enfermagem; e que forneça
a base para a avaliação dos resultados de enfermagem alcançados.
Pontos positivos: organização, controle, melhor cuidado de enfermagem e análise do
paciente.
2.16 RESOLUÇÃO COFEN 370/2010
Resolução 380/2010: Aprova o “CÓDIGO DE PROCESSO ÉTICO DOS
CONSELHOS DE ENFERMAGEM”, que estabelece as normas procedimentais para
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serem aplicadas nos processos éticos em toda jurisdição de todos os Conselhos de


Enfermagem.
Pontos positivos: Assim, incentivando os profissionais de enfermagem a conhecerem o
teor do código inteiramente por meio de publicações desse Código.
2.17 RESOLUÇÃO COFEN 375/2011
Resolução 375/2011: Prevê a assistência de Enfermagem em qualquer tipo de
unidade móvel (terrestre, aérea ou marítima) destinada ao Atendimento Pré-Hospitalar e
Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido, somente deve ser
desenvolvida na presença do Enfermeiro.
Ponto positivo: maior necessidade de enfermeiros no mercado.
2.18 RESOLUÇÃO COFEN 376/2011
Resolução 376/2011: Diz que os profissionais de Enfermagem participam do
processo de transporte do paciente em ambiente interno aos serviços de saúde, obedecidas
as recomendações deste normativo:
a) avaliar o estado geral do paciente;
b) antecipar possíveis instabilidades e complicações no estado geral do paciente;
c) prover equipamentos necessários à assistência durante o transporte;
d) redobrar a vigilância nos casos de transporte de pacientes obesos, idosos, prematuros,
politraumatizados e sob sedação; Não compete aos profissionais de Enfermagem
transporte na maca.
Ponto positivo: funções devidamente separadas, organização no espaço hospitalar, maior
assistência e cuidado
2.19 RESOLUÇÃO COFEN 381/2011
A resolução COFEN N° 381/2011, publicada em 25 de junho de 2011,
regulamenta a realização de coleta de material para colpocitologia oncótica através do
exame papanicolau, pelo enfermeiro. Conforme a lei 7498/86, no artigo 11 compete ao
enfermeiro todas as atividades de enfermagem, pertencendo-lhes privativamente, “
cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de
base científica e capacidade de tomar decisões imediatas”. Tendo em vista que o câncer
do colo do útero , apresenta elevada significância epidemiológica, econômica e social, a
Portaria GM/ MS n° 2.439/2005 implementa a Política Nacional de Atenção Oncológica
que visa contemplar ações de promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação
e cuidados paliativos a ser implantadas em todas as unidades federados, a resolução
COFEN n° 358/2009 dispõe sobre a sistematização da assistência de enfermagem e a
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implementação do processo de enfermagem, em espaços, públicos e privados, que


ofereçam serviços de enfermagem e levando em consideração outras providências
encontradas nos autos do PAD/Cofen nº 680/2010 e a deliberação do Plenário em sua
404ª Reunião Ordinária. Mediante ao exposto, considera-se, que a coleta de material para
colpocitologia, por meio do exame papanicolau se enquadra numa metodologia
complexa, exigindo para sua execução, conhecimentos científico técnico, portanto, no
âmbito da enfermagem cabe privativamente ao enfermeiro o desempenho de tal
procedimento durante a consulta de enfermagem, para isso se faz necessário que o mesmo
possua essas competências e esteja em constante processo de capacitação. Além disso,
deve-se acatar os fundamentos da Política Nacional de Atenção Integral a Saúde da
Mulher e os preceitos da Resolução Cofen nº 358/2009. Está lei garante que o enfermeiro
apresenta rigor técnico-científico e habilidades suficientes para a prática de
procedimentos mais complexos, no entanto ressalta a necessidade da educação
permanente e continuada, ademais, reafirma a lei que regulamenta o exercício
profissional da enfermagem e contribui para a ampliação do campo de atuação da
Enfermagem no contexto da atenção básica.
2.20 RESOLUÇÃO COFEN 388/2011
A resolução COFEN n° 388/2011, Normatiza a execução, pelo enfermeiro, do
acesso venoso, via cateterismo umbilical, foi publicada em 20 de outubro de 2011.
Pautada na lei 7498/86 que regulamenta o exercício profissional da Enfermagem e incube
privativamente ao enfermeiro, cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica
e que exijam conhecimentos de base científica. O COFEN através desta resolução
reconhece a competência técnica e científica do enfermeiro para desempenho desta
atividade, instituindo que no ambiente da enfermagem cabe privativamente ao
enfermeiro, no ato do processo de enfermagem em espaços que ofereçam cuidados de
enfermagem, sejam público ou privados, a execução deste procedimento. Para tal, o
mesmo deve se manter em constante atualização e capacitação, além de ser detentor de
conhecimentos fundamentados cientificamente e habilidades técnicas para está prática. É
inegável o valor benefício, desta resolução para atividade do enfermeiro, pois ressalta a
competência técnica e científica para execução de procedimentos invasivos, de cunho
mais complexos, proporcionando assim maior autonomia e reconhecimento a capacidade
do profissional. A determinação de uma educação permanente do enfermeiro, é de grande
valia pois contribui para a prestação de uma assistência de qualidade.
2.21 RESOLUÇÃO COFEN 390/2011
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A resolução COFEN N° 390/2011 consente que o enfermeiro, realize punção


arterial, para fins de gasometria e monitorização da pressão arterial invasiva. Foi
publicada em 20 de outubro de 2011, baseando se na lei 7498/86, na resolução COFEN
N° 358/2009 e tudo mais que consta no nos autos do PAD/Cofen nº 124/2011 e a
deliberação do Plenário em sua 407ª Reunião Ordinária, constata a aptidão do enfermeiro
para execução deste procedimento que requer precisão por se tratar de uma atividade
invasiva e de tamanha complexidade, impõe ainda que o mesmo seja dotado de
conhecimentos científicos e habilidades técnicas e permaneça em processo de
capacitação contínua para está atividade. Dessa forma, corrobora a lei 7498/86 que prevê
como atividade privativa do enfermeiro os cuidados de enfermagem de maior
complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e através da
obrigação de uma capacitação constante acaba contribuindo para um serviço de
enfermagem com qualidade, o que representa um aspecto positivo para o reconhecimento
e a valorização da profissão.
2.22 RESOLUÇÃO COFEN 418/2011
A resolução COFEN N° 418/2011 Atualiza, no âmbito do sistema cofen
/conselhos regionais de enfermagem, os procedimentos para registro de especialização
técnica de nível médio em enfermagem. Está resolução, assegura ao técnico de
enfermagem o direito de registrar no conselho regional de sua jurisdição o diploma de
sua especialização e atuar legalmente na área específica do exercício profissional. Para
tal os diplomas devem ser concedido por escolas reconhecidas pelo conselho estaduais de
Educação, e cadastradas no Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional
e Tecnológica/SISTEC/MEC mediante a legislação vigorante, os títulos expedidos por
entidades cadastradas no MEC para efetivar o seu registro deverão apresentar:
” a) requerimento dirigido à Presidência do Conselho Regional em que o profissional
tenha sua inscrição principal;
b) original do certificado, onde conste autorização da Instituição para oferta do Curso e
carga horária;”
Os diplomas emitidos por instituições estrangeiras deverão ser revalidados no
Brasil para que possam ser cadastrados. Estão disponibilizadas no anexo desta resolução
as especialidades de enfermagem assentidas pelo COFEN. Tendo em vista a atual
conjuntura no âmbito da saúde, para proporcionar um cuidado efetivo, de qualidade e
seguro que atenda todas as demandas, se faz necessário um permanente aperfeiçoamento
técnico e científico dos profissionais. Está resolução configura um avanço para a
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categoria, por incentivar os profissionais de enfermagem de nível médio a se


especializarem e terem a oportunidade de registrar seus títulos.
2.23 RESOLUÇÃO COFEN 422/2012
A resolução COFEN N° 422/2012 Normatiza a atuação dos profissionais de
enfermagem nos cuidados ortopédicos e procedimentos de imobilização ortopédica.
Pautada no artigo 11 da lei 7498/86, que regulamenta o exercício profissional da
Enfermagem e no código de ética dos Profissionais de Enfermagem, adotado pela
Resolução nº 311/2007. Deve-se ressaltar que historicamente a enfermagem no
desempenho de suas atividades, presta cuidados e executa procedimentos com a
imobilização ortopédica, além disso há no âmbito da enfermagem uma especialização em
urgência e emergência que incorpora conhecimentos e habilidades, fundamentando sua
prática em ortopedia. Mediante a isso, fica autorizado no contexto do processo de
enfermagem, os serviços de enfermagem em ortopedia, bem como a execução de
procedimentos de imobilização ortopédica pelos profissionais dessa categoria que sejam
devidamente habilitados através de cursos específicos sobre as técnicas de imobilização
ortopédicas. É evidente o aspecto positivo dessa resolução, visto que legaliza uma
atividade já realizada no contexto da enfermagem, assegurando assim a competência dos
profissionais, que são capacitados/qualificados quanto às corretas técnicas de
imobilizações ortopédicas.
2.24 RESOLUÇÃO COFEN 423/2012
A Resolução COFEN N° 423/2012, Normatiza, no âmbito do sistema
cofen/conselhos regionais de enfermagem, a participação do enfermeiro na atividade de
classificação de riscos, foi publicada em 11 de abril de 2012. Ela prevê que no âmbito da
enfermagem, é privativo do enfermeiro, a classificação de riscos e priorização da
assistência em Serviços de Urgência, desde que este seja dotado de conhecimentos
científicos e habilidades técnicas, que garanta o rigor do procedimento. Compete aos
conselhos Regionais de enfermagem fiscalizar a execução do procedimento proposto por
essa norma, afim de garantir à segurança do paciente e dos profissionais envolvidos. É
indubitável, o quanto essa resolução contribui positivamente para o exercício profissional
da Enfermagem, pois reafirma a lei 7.498 que diz em seu 11° artigo que compete
privativamente ao enfermeiro a execução de cuidados de enfermagem de maior
complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de
tomar decisões imediatas;
2.25 RESOLUÇÃO COFEN 424/2012
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A resolução COFEN N° 424/2012 Normatiza as atribuições dos profissionais de


enfermagem em centro de material e esterilização (cme) e em empresas processadoras de
produtos para saúde. O COFEN, mediante a está resolução, estabelece como incumbência
de enfermeiros que exerçam ocupações de Coordenadores, Chefes, ou são Responsáveis
por Centro de Material e Esterilização (CME), ou por empresa processadora de produtos
para saúde: - Avaliar todas as etapas relacionadas ao processamento de produtos para
saúde; - Estarem incluídos no preparo de Protocolo Operacional Padrão e etapas do
processamento de produtos para saúde. Esses protocolos devem ser amplamente
divulgados e disponíveis para consulta; - Participar da elaboração de sistema de registro
(manual ou informatizado) da execução, monitoramento de atividades como de limpeza
e desinfecção, ou bem como uma manutenção; - Propor e utilizar indicadores de controle
de qualidade do processamento de produtos para saúde; - Fazer monitoramento da
qualidade dos produtos fornecidos, de acordo com critérios preestabelecidos; –
Acompanhar e documentar, sistematicamente, as visitas técnicas de qualificação da
operação e do desempenho de equipamentos do CME, ou da empresa processadora de
produtos para saúde; – Definir critérios de necessidade de utilização dos materiais que
não pertençam ao serviço de saúde; – Participar das ações de prevenção e controle de
eventos adversos no serviço de saúde; – Garantir a utilização de Equipamentos de
Proteção Individual (EPI), de acordo com o ambiente de trabalho do CME, ou da empresa
processadora de produtos para saúde; - Obter atualização continua sobre as inovações
tecnológicas relacionadas ao processamento de produtos para saúde. Dentre outras
responsabilidades, que apesar de não serem descritas, apresentam grande relevância para
a atuação do mesmo. Sob orientação e supervisão do enfermeiro, técnicos e auxiliares de
enfermagem que trabalhem em CME ou em empresas processadoras de produtos de
saúde, realizem as tarefas previstas nos POPs. Ademais é responsabilidade dos Conselhos
Regionais empregar medidas indispensáveis para o implemento desta resolução.
Indubitavelmente, está resolução apresenta aspectos positivos para uma prática segura e
qualificada no âmbito da equipe de enfermagem, pois preza pela ampliação do
conhecimento quanto a forma de processamento dos materiais utilizados em ambiente
hospitalar, intera os profissionais de saúde sobre esses procedimentos, que são de extrema
necessidade na aparelhagem utilizada pelos mesmos, isso proporciona uma maior
confiança, de que estão em configuração segura, os instrumentos utilizados nos pacientes.
Não se detecta pontos negativos, nesta norma, que visa assegurar mais cuidado e higiene,
o que é imprescindível no âmbito hospitalar.
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2.26 RESOLUÇÃO COFEN 537/2017


A resolução COFEN N° 537/2017 Dispõe sobre o uso do nome social pelos
profissionais de enfermagem travestis e transexuais e dá outras providências. Logo em
seu 1° artigo diz que “Fica assegurada a possibilidade de uso do nome social aos
profissionais de enfermagem travestis e transexuais, em seus registros, carteiras, sistemas
e documentos, na forma disciplinada por esta Resolução.” Explicitando que entende-se
por nome social, aquele escolhido pela pessoa, o qual ela sente-se representada e é
reconhecida no convívio social, deve ser declarado pelo mesmo ou pelos pais ou
responsáveis, em caso de menores de 18 anos não emancipados. É obrigatório seu
registro, e a solicitação de uso do nome social deverá ser feita por escrito, a qualquer
tempo, ao Conselho Regional de Enfermagem. O ponto positivo dessa resolução, é a
garantia da identificação desejada e do respeito a individualidade do profissional de
Enfermagem, portanto não apresenta um aspecto negativo, visto que versa, sobre um
direito.
2.27 RESOLUÇÃO COFEN 543/2017
A resolução COFEN 543/2017 Atualiza e estabelece parâmetros para o
dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem nos serviços/locais em que
são realizadas atividades de enfermagem. Foi publicado no Diário Oficial da União, em
08 de maio de 2017, essas novas regras, entrarão em vigor após 60 dias, revogando as
resoluções COFEN Nº 293/2004 e a Nº 527/2016. A resolução estabelece que o
dimensionamento do pessoal de enfermagem deve se fundamentar em características
relativas ao serviço de saúde, abrangendo recursos materiais e financeiros; estrutura
organizacional e física; atribuições e competências, específicas e colaborativas; ao
serviço de enfermagem nos aspectos técnico-científicos e administrativos; e ao paciente,
observando o grau de dependência em relação à equipe de enfermagem e a realidade
sociocultural. Define também a quantidade necessária de profissionais para o Centro de
Diagnóstico por Imagem (CDI), o referencial mínimo para o quadro dos profissionais de
enfermagem para Centro Cirúrgico; para a unidade de Central de Materiais e Esterilização
(CME); nas unidades de hemodiálise convencional; e para a atenção básica. Está norma
apresenta grande importância pois visa proporcionar uma assistência com qualidade e
segurança, estabelecendo um número de profissionais adequado para cada setor.50.
14

2.28 RESOLUÇÃO COFEN 546/2017


A resolução COFEN-0546/2017 utilização da técnica do Brinquedo/Brinquedo
terapêutico pela Equipe de Enfermagem na assistência a criança hospitalizada. incumbe
equipe de enfermagem que exerce a sua função área pediátrica, quando a técnica do
brinquedo/brinquedo terapêutico for feita pelo Auxiliar ou Técnico de enfermagem, ela
deve ser prescrita e supervisionado pelo enfermeiro e deve abranger o processo de
enfermagem. A técnica do brinquedo/brinquedo terapêutico tem como ponto positivo
promover o bem estar físico, social e mental da criança e alivia a ansiedade da criança
durante algum procedimento.
2.29 RESOLUÇÃO COFEN 547/2017
A resolução COFEN-0547/2017 trata a atuação do enfermeiro na coleta de sangue
umbilical e placentário. Conforme o art.1 regulamenta a atuação do enfermeiro na coleta
de sangue do cordão umbilical e placentário. O enfermeiro apenas poderá exerce essa
atividade depois que fazer um curso de capacitação desenvolvido pelos Bancos de Sangue
de cordão umbilical e placentário. O enfermeiro realizara atividades especificas de acordo
com as instituições que estejam de acordo.
2.30 RESOLUÇÃO COFEN 551/2017
A resolução COFEN-0551/2017 regulamenta a atuação do Enfermeiro no
atendimento Pré-hospitalar e Inter Hospitalar em veículo aéreo, sendo uma atuação
privativa do mesmo. Para exerce a atividade o enfermeiro deve ser ingresso no programa
de pós graduação latu sesu reconhecido pelo MEC, conforme o art.3 .
2.31 RESOLUÇÃO COFEN 554/2017
A resolução COFEN-554/2017 Estabelece os critérios norteadores das práticas de
uso e de comportamento dos profissionais de enfermagem, nos meios de comunicação de
massa: na mídia impressa, em peças publicitárias, de mobiliário urbano e nas redes
sociais. Está vedada consultoria a pacientes e familiares por rede social, como
substituição da consulta de enfermagem presencial. Quanto divulgação de imagens, expor
a imagem de pacientes em redes sociais. institui normas sobre a conduta em meios de
comunicação do profissional de Enfermagem e tem como proposito cumprir com os dever
éticos da profissão e respeitar e proteger a exposição e privacidade de pacientes,
familiares e outros profissionais.

2.32 RESOLUÇÃO COFEN 554/2017


15

A resolução COFEN-0545/2017 atualiza a norma que dispõe sobre a forma de anotação


e o uso do número de inscrição pelos profissonais de enfermagem. Trás uma
obrigatoriedade o uso do número de inscrição ou de autorização, qualquer dessas
situações o profissional for assinar ou anortar que coloque o coren correspondente,o
número de inscrição e a categoria que ele pertence e a sua profissão tem que está em sigla.
Não podemos transferir o carimbo, porque é de uso pessoal.
2.33 RESOLUÇÃO COFEN 557/2017
A resolução COFEN-557/2017 normatiza a atuação da equipe de enfermagem no
procedimento de Aspiração de Vias Àereas. Paciente intubado, traqueostosado, estando
dentro do hospital quem deve aspirar é o enfermeiro, é uma atividade privativa do
enfermeiro exeto em situações de emergencia. O técnico pode aspirar traqueostomia não
graves desde que tenha sido avaliado e prescrito pelo enfermeiro. Tem como ponto
positivo a autonomia do enfermeiro nesse procedimento podendo ceder a oportunidade
dessa atividade para o técnico de enfermagem ter essa experiencia.
2.34 RESOLUÇÃO COFEN 559/2017
A resolução COFEN-0559/2017 regulamenta a forma de pagamento da premiação
dos trabalhos científicos em cada modalidade o prêmio é pago pelo Conselho Federal de
Enfermagem 30 dias após os resultados, o prêmio é pago mediate a deposito bancário.
Tem como ponto positivo estimular os profissionais a buscarem o conhecimento
científico e enriquecer a profissão.
2.35 RESOLUÇÃO COFEN 556/2017
A resolução COFEN-556/2017 regulamenta a atividade do Enfermeiro Forense
no Brasil,e das outras providências. A enfermagem forense é uma especialização strico
sensu, é uma atividade privativa do enfermeiro. Tem como ponto positivo amplia sua
atuação colaborando com o poder judiciário, agentes policiais atuando diretamente na
promoção da prevenção e redução da violência. O ponto negativo é uma especialização
muito pouco conhecida.
4 CONCLUSÃO
As Resoluções analisadas nesse trabalho são, de forma geral, positivas aos
profissionais da enfermagem, visto que o COFEN, no uso das atribuições que lhe são
conferidas pela lei 5.905, de 12 de julho de 1973, é um órgão que preza pela qualidade
dos serviços prestados pela enfermagem, tendo como como um de seus objetivos a
promoção da segurança e autonomia profissional. Cabe ainda ressaltar que as legislações
do Conselho também contribuem para o combate à subalternidade e da ausência de
16

conhecimento técnico científico de complexidade da enfermagem. Desta forma,


atividades que contribuem para conhecimento da legislação tem grande importância para
que o estudante de enfermagem entenda sobre as leis que regem sua prática profissional
futura.
17

5 REFERÊNCIAS
BRASIL. RESOLUÇÃO COFEN-256/2001 Autoriza o uso do título de doutor, pelos
enfermeiros. Rio de Janeiro, RJ,12 de jul de 2001.
______. RESOLUÇÃO COFEN-258/2001 Inserção de cateter periférico central, pelos
enfermeiros. Rio de Janeiro, RJ, 12 de jul de 2001.
______. RESOLUÇÃO COFEN-265/2001 Institui canção símbolo da enfermagem. Rio
de Janeiro, RJ, 05 de out de 2001.
______. RESOLUÇÃO COFEN-266/2001 Aprova atividades de enfermeiro auditor. Rio
de Janeiro, RJ, 05 de out de 2001.
______. RESOLUÇÃO COFEN-270/2002 Aprova a regulamentação das empresas que
prestam serviços de enfermagem domiciliar – home care. Foz de Iguaçu, RS, 18 de abr
de 2002.
______. RESOLUÇÃO COFEN-278/2003 Dispõe sobre sutura efetuada por profissional
de enfermagem. Rio de Janeiro, RJ, 16 de jun de 2003.
______. RESOLUÇÃO COFEN-280/2003 Dispõe sobre a proibição de profissional de
enfermagem em auxiliar procedimentos cirúrgicos. Rio de Janeiro, RJ, 16 de jun de 2003.
______. RESOLUÇÃO COFEN-282/2003 Dispõe sobre o procedimento de inclusão e
exclusão de inadimplentes com o sistema cofen/corens no cadastro informativo dos
débitos não quitados de órgãos e entidades federais (cadin). Rio de Janeiro, RJ, 05 de ago
de 2003.
______. RESOLUÇÃO 285/2003 Estabelece critérios para contratação de empregados,
no âmbito do COFEN-sistema cofen/corens. Rio de Janeiro, RJ, 02 de dez de 2003.
______. RESOLUÇÃO COFEN-292/2004 Normatiza a atuação do enfermeiro na
captação e transplante de órgãos e tecidos. Rio de Janeiro, RJ, 07 de jun de 2004.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 294/2004 Institui o dia nacional do técnico e auxiliar
de enfermagem. Rio de Janeiro, RJ, 15 de out de 2004.
______. RESOLUÇÃO COFEN-303/2005 Dispõe sobre a autorização para o enfermeiro
assumir a coordenação como responsável técnico do plano de gerenciamento de resíduos
de serviços de saúde – pgrss. Rio de Janeiro, RJ, 23 de jun de 2005.
______. RESOLUÇÃO COFEN-313/2007 Institui cargos e empregos no âmbito do
cofen. Rio de Janeiro, RJ, 06 de mar de 2007.
______. RESOLUÇÃO COFEN-346/2009 Proíbe a prática da auto-hemoterapia por
profissionais de enfermagem. Brasília (DF), 27 de mai de 2009.
18

______. RESOLUÇÃO COFEN-358/2009 Dispõe sobre a sistematização da assistência


de enfermagem e a implementação do processo de enfermagem em ambientes, públicos
ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de enfermagem, e dá outras
providências. Brasília, DF, 15 de out de 2009.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 370/2010 Altera o código de processo ético das
autarquias profissionais de enfermagem para aperfeiçoar as regras e procedimentos sobre
o processo ético-profissional que envolvem os profissionais de enfermagem e aprova o
código de processo ético. Brasília, DF, 03 de nov de 2010.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 375/2011 Dispõe sobre a presença do enfermeiro no
atendimento pré-hospitalar e inter-hospitalar, em situações de risco conhecido ou
desconhecido. Brasília, DF, 22 de mar de 2011.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 376/2011 Dispõe sobre a participação da equipe de
enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de
saúde. Brasília, DF, 24 de mar de 2011.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 381/2011. Normatiza a execução, pelo enfermeiro,
da coleta de material para colpocitologia oncótica pelo método de papanicolaou. Brasília,
DF, 27 de ago de 2011.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 388/2011 Normatiza a execução, pelo enfermeiro, do
acesso venoso, via cateterismo umbilical. Brasília, DF, 18 de out de 2011.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 390/2011 Normatiza a execução, pelo enfermeiro, da
punção arterial tanto para fins de gasometria como para monitorização de pressão arterial
invasiva. Brasília, DF, 20 de out de 2011.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 418/2011 Atualiza, no âmbito do sistema cofen
/conselhos regionais de enfermagem, os procedimentos para registro de especialização
técnica de nível médio em enfermagem. Brasília, DF, 29 de nov de 2011.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 422/2012 Normatiza a atuação dos profissionais de
enfermagem nos cuidados ortopédicos e procedimentos de imobilização ortopédica.
Brasília, DF, 4 de abr de 2012.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 423/2012 Normatiza, no âmbito do sistema
cofen/conselhos regionais de enfermagem, a participação do enfermeiro na atividade de
classificação de riscos. Brasília, DF, 9 de abr de 2012.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 424/2012 Normatiza as atribuições dos profissionais
de enfermagem em centro de material e esterilização (cme) e em empresas processadoras
de produtos para saúde. Brasília, DF, 19 de abril de 2012.
19

______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 537/2017 Dispõe sobre o uso do nome social pelos
profissionais de enfermagem travestis e transexuais e dá outras providências. Brasília,
DF, 22 de fev de 2017.
______. RESOLUÇÃO COFEN 543/2017 Atualiza e estabelece parâmetros para o
dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem nos serviços/locais em que
são realizadas atividades de enfermagem. Brasília, DF, 18 de abr de 2017.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 0545/2017 Anotação de enfermagem e mudança nas
siglas das categorias profissionais. Brasília, DF, 9 de mai de 2017.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 546/2017 Revoga a resolução cofen nº 295/2004 -
utilização de técnica de brinquedo terapêutico pela enfermagem. Brasília, DF, 9 de mai
de 2017.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 0547/2017 Atuação do enfermeiro na coleta de
sangue do cordão umbilical e placentário. Brasília, DF, 9 de mai de 2017.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 551/2017 Normatiza a atuação do enfermeiro no
atendimento pré-hospitalar móvel e inter-hospitalar em veículo aéreo. Brasília, DF, 26 de
mai de 2017.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 554/2017 Estabelece os critérios norteadores das
práticas de uso e de comportamento dos profissionais de enfermagem, nos meios de
comunicação de massa: na mídia impressa, em peças publicitárias, de mobiliário urbano
e nas mídias sociais. Brasília, DF,17 de jul de 2017.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 556/2017 Regulamenta a atividade do enfermeiro
forense no brasil, e dá outras providências. Brasília, DF,23 de ago de 2017
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 557/2017 Normatiza a atuação da equipe de
enfermagem no procedimento de aspiração de vias aéreas. Brasília, DF, 23 de ago de
2017.
______. RESOLUÇÃO COFEN Nº 0559/2017 Regulamentar a forma de pagamento da
premiação dos trabalhos científicos no âmbito do congresso brasileiro dos conselhos de
enfermagem - cbcenf. Brasília, DF, 09 de out de 2017.

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