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06/08/2017 Como desenvolver uma boa Análise de Capabilidade?

Por Augusto Sacramento | Quality Way

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Como desenvolver uma boa Análise de Capabilidade? Por


Augusto Sacramento
gregorioasuarez / 5 05America/Sao_Paulo outubro 05America/Sao_Paulo 2015

Por Augusto Sacramento

A base do pilar para uma boa análise de capabilidade é ter dados confiáveis, no qual possamos basear nossos estudos. Estes
dados normalmente são dados que as empresas utilizam para fechamento de seus indicadores e normalmente se originam de
SAP, software desenvolvimento interno etc.

Se estes dados não vêm destas fontes e são dados coletados no chão de fabrica não tem problema, contudo, temos que ter
certeza que dados são honestos e representam seu processo hoje.

Uma outra questão que gera confusão são as diferenças que existem entre capabilidade e capacidade.

Quando dizemos capabilidade estamos falando da performance do processo em atingir uma determinada especificação de
processo ou produto, ou seja, o meu processo é capaz de atingir esta especificação?

Quando dizemos capacidade estamos dizendo o quando meu processo pode entregar de produto em um determinado período
de tempo, ou seja, 10000 um/ 1 hora.

Análise de Capabilidade

Primeiro passo a seguir para boa análise de capabilidade são os seguintes:

Análise de Estabilidade de Processo

Avaliar se Processo Estável ou Nâo. Se estável podemos continuar com análise se não estável o resultado da análise refletira
apenas um momento do processo no instante que foi feita análise

1. Cálculo do CR – Coeficiente de Robustez

Análise de Normalidade

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Avaliar se dados seguem distribuição normal. Caso os dados não tenham distribuição normal. Deveremos tomar análise de
distribuição não normal.

Construção Carta de CEP


1. Carta I-MR
1. Utilização Dados Individuais e Range

2. Carta -R
1. Utilização Subgrupo e Range
2. Carta – SUtililização Subgrupo e Desvio Padrão

Análise de Performance de Processo para Dados Normais

1. Pp – Índice de Performance de Processo


2. Ppk- Indice de Performance de Centralização de Processo

Análise de Capabilidade de Processo para Dados Normais

1. Cp – Indice de Capabilidade de Processo


2. Cpk – Indice de Capabilidade de Centralização de Processo

Análise de Capabilidade e Performance de Processo para Dados Não Normais

Análise de Estabilidade de Processo

Coeficiente de Robustez mede quão seu processo está estável e suas premissas são as seguintes:

Obs: Se CR>>1 temos processo com forte influencia de causas comuns e neste caso seu processo pode esta instável. Para
correção do sistema teremos que envolver alta gestão, pois mudanças significativas poderá se fazer necessária.

Análise de Normalidade

Os testes de normalidade são utilizados para verificar se a distribuição de probabilidade associada a um conjunto de dados
pode ser aproximada pela distribuição normal.

A distribuição normal conhecida também como distribuição gaussiana é sem dúvida a mais importante distribuição contínua.

Sua importância se deve a vários fatores, entre eles podemos citar o teorema central do limite, o qual é um resultado
fundamental em aplicações práticas e teóricas, pois ele garante que mesmo que os dados não sejam distribuídos segundo
uma normal à média dos dados converge para uma distribuição normal conforme o número de dados aumenta.

Teorema central do limite é um importante resultado da estatística e as demonstrações de muitos outros teoremas estatísticos
dependem dele.

Em teoria das probabilidades, esse teorema afirma que quando o tamanho da amostra aumenta a distribuição amostral da
sua média aproxima-se cada vez mais de uma distribuição normal.

Este resultado é fundamental na teoria da inferência estatística. A figura abaixo mostra descrição básica teorema limite central.

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A equação que rege este sistema e dada por:

Onde:

Desvio Padrão das Médias das distribuições

Desvio Padrão da Distribuição

n Tamanho Amostra

Distribuição normal tem seguinte equação que rege sistema:

Onde:

Desvio Padrão da Distribuição, × Dados Individuais da Distribuição, µ Média População

Obs: Vale pena lembrar que distribuição de um processo e característica do mesmo, ou seja, é como se fosse identidade do
processo.

Se o processo não tiver uma distribuição normal não que dizer que mesmo não é bom.

Ter uma distribuição normal apenas facilita cálculos de indicador de capabilidade, pois deduções das equações que
conhecemos foram considerando dados normais.

No processo nos poderemos ter correlações de Capabilidade e Estabilidade. Como mostrado abaixo:

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Conforme a figura mostra nos poderemos ter 4 condições de processo olhando para capabilidade e estabilidade, são elas:

Processo Estável e Não Capaz


Processo Estável e Capaz
Processo Não Estável e Não Capaz
Processo Não Estável e Capaz.

Para análise de normalidade poderemos utilizar alguns softwares estatísticos como JMP, Minitab, Action Software (Excel) –
Gratuito. Cada um destes softwares requer treinamento mais profundo por parte dos usuários.

Análise de CEP

Primeiramente vamos definir o que CEP, comumente conhecido como Controle Estatístico de Processo ou SPC (Statistical
Process Control).

O controle estatístico do processo (CEP) é uma técnica estatística aplicada à produção que permite a redução sistemática da
variabilidade nas características da qualidade de interesse, contribuindo para a melhoria da qualidade intrínseca, da
produtividade, da confiabilidade e do custo do que está sendo produzido.

O controle estatístico do processo é um sistema de inspeção por amostragem, operando ao longo do processo, com o objetivo
de verificar a presença de causas especiais, ou seja, causas que não são naturais ao processo e que podem prejudicar a
qualidade do produto manufaturado.

Uma vez identificadas as causas especiais, podemos atuar sobre elas, melhorando continuamente os processos de produção
e, por conseguinte, a qualidade do produto final.

O CEP fornece uma radiografia do processo, identificando sua variabilidade e possibilitando o controle dessa variabilidade ao
longo do tempo através da coleta de dados continuada, análise e bloqueio de possíveis causas especiais que estejam
tornando o sistema instável.

Num ambiente competitivo, o controle estatístico abre caminho para melhorias contínuas, uma vez que garante um processo
estável, previsível, com uma identidade e capacidade definida, cuja evolução pode ser facilmente acompanhada.

O principal objetivo do CEP é possibilitar um controle eficaz da qualidade, feito pelo próprio operador em tempo real. Isso
aumenta o comprometimento do operador com a qualidade do que está sendo produzido e libera a gerência para as tarefas de
melhoria¹

Sua origem se deu na década de 20, nos Estados Unidos, como resultado de avanços na tecnologia de medição e da
aplicação industrial das cartas de controle desenvolvida pelo Dr. Walter A. Shewhart, da empresa de telefonia Bell Telephone
Laboratories.

O Dr. Walter Shewhart desenvolveu uma técnica simples mas poderosa para fazer a distinção entre causas comuns e causas
especiais: as cartas de controle do processo.

Definição de CEP é muito importante para melhor termos consciência da importância desta ferramenta no dia-dia de uma
produção fabril, contudo, negligenciamos esta ferramenta, passando a utilizar outras ferramentas mais complexas ou

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simplesmente não utilizando ferramenta nenhuma para acompanhar processo produtivo.

Com relação à utilização ferramentas complexas a principal prejudicada é a empresa pois temos aumento de custo na compra
de softwares sofisticados sendo que simples CEP construído via excel poderia resolver problema. lembrando que temos que
avaliar caso a caso a. necessidade de compra ou não destes aplicativos.

E a outra negligência é a pior de todas: NÃO TER CONTROLE NENHUM DO PROCESSO PRODUTIVO.

Frases tradicionais como: Sempre produzimos desta forma; produzimos com base no conhecimento de nosso pessoal; levam a
empresa a perder cada vez mais mercado em razão do aumento do custo fabril, da Perda de Clientes etc.

Segundo Deming:

“Não se gerencia o que não se mede,


não se mede o que não se define,
não se define o que não se entende,
e não há sucesso no que não se gerencia”

PREMISSAS BÁSICAS CONSTRUÇÃO CEP


Variáveis Contínuas

1- Avaliar se dados coletados são confiáveis

2-Avaliar se as amostras foram coletadas individualmente ou utilizando Subgrupo.

2.1 Para dados individuais, calcular primeiramente normalidade dos dados, pois pode ocorrer da sua distribuição não ser
normal, neste caso os limites de controle podem não ser simétrico, levando a erro na interpretação do CEP.

Neste caso você tem 3 opções:

2. 1.1- Transformar dados utilizando ferramenta de Box Cox e testar normalidade. Se ok alterar limites de controle com
base na transformação.

2.1.2- Achar melhor distribuição para seus dados e testar ajuste da curva em seguida calcular novos limites de controle.

2.2.3- Calcular novos limites de controle para dados não paramétricos.

2.2 Se dados forem normais utilizar carta de CEP para dados individuais.

Para Subgrupo:

Utilizar carta de X-R ( Média e Amplitude), X-S ( Média e Desvio Padrão) ou x-R (Mediana e Amplitude) .

Neste caso estas cartas já admitem que a distribuição dos dados siga uma distribuição normal, em razão das mesmas
calcularem limite de controle utilizando média dos subgrupos indo de encontro teorema do limite central como visto
anteriormente.

Análise de Capabilidade e Performance de Processo para Dados Normais


Para Análise de Capabilidade de Processo é necessário analisar quatro indicadores de processo (KPI´s), são eles:

Cp – Índice de Capabilidade de Processo

Cpk – Índice de Capabilidade de Centralização Processo

Pp – Índice Performance de Processo

Ppk – Índice de Performance de Centralização de Processo

Cp è Corresponde à Amplitude das Especificações (tolerâncias) dividida por 6x desvio padrão do processo. Descreve o
melhor que se pode esperar do processo.

Por isso, utilizamos a variabilidade de Curto Prazo, no qual somente causas comuns se manifestam.

A equação de Cp é dada por:

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Onde Desvio Padrão a Curto Prazo é dado por:

Variação Inerente ao Processo

É a parcela da variação total devido às causas comuns. E pode ser calculada através de gráfico de controle X-R da seguinte
forma:

n – Tamanho de Amostra e R é a média das amplitudes dos subgrupos e a constante d2 é tabelada em função tamanho do
subgrupo.

Para estimarmos a variabilidade devido às causas comuns é necessário que a distribuição normal se adeque aos dados, ou
que exista uma Transformação para os dados no qual a distribuição normal se adeque (Transformação Box Cox).

CpK è Capabilidade do processo que leva em conta não somente a variabilidade do processo como também sua localização
com respeito a centralização da especificação.

Equação é dada por:

USL – Limite Especificação Superior

LSL – Limite de Especificação Inferior

Cpk é menor valor encontrado analisando dois lados da curva normal

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Pp è Performance de Processo ( Longo Prazo) é medido quando estamos na presença de causas especiais + causas comuns
de variações.

Neste sentido, é importante notar que a Performance do processo leva em conta estada atual do processo.

Em situações onde somente é possível quantificar, além de causas comuns, as causas especiais de variação, usaremos os
índices propostos por Herman (1989).

Esses índices são conhecidos como índices de Performance do processo. Se o processo está estável, os índices de
capacidade estarão muito próximos dos índices de performance.

Porém, uma diferença grande entre capacidade e performance indica a existência de instabilidade no processo, ou seja,
causas especiais estão agindo.

Onde Pp é dado por:

– Desvio padrão da amostra ( Longo Prazo) e sua equação é dada por:

Ppkè Performance de Processo ( Longo Prazo) é medido quando estamos na presença de causas especiais + causas comuns
de variações e o mesmo é comparando em relação centralização da especificação.

Análise de Capabilidade e Performance de Processo para Dados Não Normais

Quando os dados não seguem distribuição normal temos diversas alternativas para calcular os índices de
capacidade/performance do processo.

As alternativas são:

1. Aplicar uma transformação nos dados, para que estes tenham distribuição normal (Box-Cox).
2. Calcular os índices através de outra distribuição de probabilidade que se ajuste aos dados, por exemplo: através da
distribuição de Weibull, exponencial e Lognormal;
3. Utilizar um índice não paramétrico.

Aplicação de Transformação de Dados (Box-Cox)

Quando a distribuição normal não se adequa aos dados, muitas vezes é útil aplicar a transformação de Box-Cox para obtermos
a normalidade. Considerando X1.., Xn os dados originais, a transformação de Box-Cox consiste em encontrar um λ tal que os
dados transformados Y1, …, Yn se aproximem de uma distribuição normal.

A transformação é dada por:

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ƛ maximiza a log-verossimilhança

Podemos também calcular Box-Cox utilizando, software estatístico como JMP, Minitab ou Action. Neste caso usuário tem que
receber treinamento adequado para utilização do mesmo.

Obs: Lembrando que mesmo após dados serem transformados teremos que testar ajuste do mesmo com relação à curva de
normalidade.

Para isto temos que avaliar P-valeu da seguinte forma:

P-valeu<0,05 – Rejeita Hipótese Nula que dados são normais (Ruim)

P-valeu>0,05 – Aceita Hipótese Nula que dados são normais (Boa)

Aplicação de Transformação de Dados Utilizando outras Distribuições

Quando não é possível normalizar os dados através de transformações, como visto anteriormente, é necessário buscar outra
forma de calcular os índices de performance do processo, por exemplo utilizando outra distribuição de probabilidade que se
ajuste aos dados.

A figura abaixo mostra alguns tipos de distribuição que podemos utilizar.

Neste caso também teremos que avaliar cada distribuição com relação aos dados e software escolhe melhor. E necessário
fazemos análise P-value para distribuição escolhida.

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P-valeu<0,05 – Rejeita Hipótese Nula que dados ajustam a curva (Ruim)

P-valeu>0,05 – Aceita Hipótese Nula que dados ajustam a curva (Boa)

Aplicação de Transformação de Dados Nâo Paramétricos


Algumas vezes nos deparamos com dados que não se encaixam em nenhuma distribuição conhecida (por exemplo a
distribuição normal, Weibull, exponencial) e, quando isso acontece dizemos que esses dados são não paramétricos.

Portanto, quando estamos trabalhando com dados não paramétricos não é possível calcular os índices de capabilidade usando
uma distribuição conhecida.

No entanto, podemos utilizar métodos não paramétricos no cálculo desses índices, como o método do núcleo (Kernel).

Método do núcleo (Kernel)


O método do Kernel é um método não paramétrico para estimação de curvas de densidades onde cada observação é
ponderada pela distância em relação a um valor central, o núcleo.

A ideia é centrar cada observação x onde se queira estimar a densidade, uma janela b que define a vizinhança de x e os
pontos que pertencem à estimação.

A ideia do núcleo de Kernel é modelar pequenas regiões a uma curva com curva normal ²

Obs: Método de dados não paramétricos somente deve ser usado quando nenhuma das distribuições conhecida se modela
aos dados.

Boa sorte!

Sobre o autor:

Augusto Sacramento é um profissional com 20 anos de experiência,


atualmente é Master Six Sigma Black Belt na Kimberly-Clark. Coordenou
projetos para redução de perdas e aumento OEE fabril em empresas
como a KODAK, Becton Dickinson, Saint Gobain e Nestlé.

Engenheiro Industrial Químico (USP) e MSc. em Engenharia de Processo


(UNICAMP).

Especialista em Metodologia Seis Sigma e Lean Manufacturing, é Black


Belt Six Sigma pela Kodak University ( USA), Green Belt em World Class
Manufacturing (Saint Gobain), Black Belt DFLSS (Kimberly Clark) e
Master Black Belt (Kimberly Clark).

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Palestrante convidado no Congresso Lean Six Sigma (2010), Congresso IQPC (2010). Congresso Indústria Civil – Conexo –
sobre “Seis Sigma nas Empresas” (2014).

Instrutor de Lean Six Sigma para Curso de Yellow Belt – Saint Gobain.

Possui diversos artigos publicados nos sites isixsigma.com, leansixsigma.com.br e linkedLn sobre Capabilidade.

Contato pelo email: augustosacramento@gmail.com

FONTES:

José Luis Duarte Ribeiro & Carla Schwengber ten Caten


Publicado por FEENG/UFRGS – Fundação Empresa Escola de Engenharia da UFRGS Universidade Federal do Rio
Grande do Sul
Escola de Engenharia Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção Porto Alegre, RS – 2012

Portal Action – http://www.portalaction.com.br/

Six Sigma Handbook – Thomas Pyzdek. McGraw-Hill.

CEP ( Controle Estatístico de Processo) uma Ferramenta Poderosa de Baixo Custo para Manufatura.

https://www.linkedin.com/pulse/cep-controle-estat%C3%ADstico-de-processo-um-ferramenta-baixo-sacramento?trk=prof-post

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5 05America/Sao_Paulo outubro 05America/Sao_Paulo 2015 em Seis Sigma. Tags:Análise de CEP, Análise de Estabilidade, Análise de
Normalidade, Análise de Performance do Processo, Anãlise de Capabilidade, Augusto Sacramento, CEP, Controle Estadistico de
Proceso, Controle Estatistico de Processo, Cp, Cpk, Deming, Estudo de Capabilidade, Performance do Processo, Pp, Ppk, Seis Sigma,
Shewhart, SPC

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2 comentários sobre “Como desenvolver uma boa Análise de Capabilidade? Por


Augusto Sacramento”

Vitor Brandão 5 05America/Sao_Paulo outubro 05America/Sao_Paulo 2015 às 15:45

Muito bom o artigo, obrigado

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Pedro Ricardo 6 06America/Sao_Paulo outubro 06America/Sao_Paulo 2015 às 09:16

Augusto excelente artigo , parabéns !

Pedro Ricardo (Materiais)

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