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1) Descrição da edificação ou área de risco

Silos de armazenamento de grãos, possui o ciclo de serviços de recebimento, limpeza,


secagem, armazenamento e expedição e prédio administrativo

Identificação da edificação: Terminal exportador de grãos.

C.1.2 Localização: urbana. - endereço: Av. Marechal Deodoro, 200 - Centro - Curitiba - PR -
característica da vizinhança: alta concentração de edificações comerciais e residenciais. -
distância do Corpo de Bombeiros: 2 Km. - meios de ajuda externa: Posto de Bombeiros do
Centro a 2 Km (fone 193) e Brigada de Incêndio da empresa Aliada (fone 9999-9999).

Estrutura: Prédio administrativo em concreto armado e silos metálicos.

Dimensões: Silos com 8900m2, e prédio administrativo com 385 m2.

Ocupação: escritórios e silos de armazenamento de grãos.

População: (total e por setor, área, andar) - fixa: 18 pessoas por turno (3 turnos) trabalhando
nos silos. E 17 pessoas no prédio administrativo.

Características de funcionamento: horário comercial (das 08:00h às 18:00h).

Recursos humanos: - brigada de incêndio: 47 membros.

Recursos materiais: - extintores de incêndio portáteis; - sistema de hidrantes; - iluminação de


emergência; - alarme de incêndio manual (central no prédio administrativo), sistema moto
gerador existente, tipo automático diesel e com autonomia para 6 horas. Alimenta os
seguintes sistemas em caso de falta de energia da concessionária: iluminação de emergência,
bombas de incêndio, e portão de veículos.

Procedimentos básicos de emergência contra incêndio

Alerta: ao ser detectado um princípio de incêndio, o alarme de incêndio manual será acionado
por meio de botoeira, tipo quebra-vidro, localizada ao lado da porta de saída de emergência.
Deve-se ligar para o Corpo de Bombeiros (Fone 193). 11 NPT 016 – Plano de emergência contra
incêndio

Análise da situação: após identificação do local sinistrado (pelo painel da central) localizado no
prédio administrativo, o alarme deve ser desligado e o brigadista de plantão no prédio deve
comparecer ao local para análise final da emergência. NOTA: Sempre que houver uma suspeita
de princípio de incêndio (por calor, cheiro, fumaça ou outros meios), esta deverá ser
investigada. Nunca deve ser subestimada uma suspeita.

Apoio externo: um Brigadista deve acionar o Corpo de Bombeiros dando as seguintes


informações: - nome e número do telefone utilizado; - endereço do terminal de exportação
(completo); - pontos de referência; - características do incêndio; - quantidade e estado das
eventuais vítimas; NOTA:O mesmo brigadista que acionou o Corpo de Bombeiros deve,
preferencialmente, orientá-los quando da sua chegada sobre as condições e acessos, e
apresentá-los ao Chefe da Brigada.

Primeiros socorros e hospitais próximos: os primeiros socorros devem ser prestados às


eventuais vítimas, conforme treinamento específico dado aos brigadistas. Em caso de
necessidade encaminhar ao Hospital mais próximo.
Eliminar riscos: caso necessário, deve ser providenciado o corte da energia elétrica (parcial ou
total). O corte geral deve ser executado pelo pessoal da manutenção, que deve estar à
disposição do Chefe da Brigada.

Abandono de área: caso seja necessário abandonar a edificação, deve ser acionado
novamente o alarme de incêndio para que se inicie o abandono geral. Os ocupantes do local
sinistrado, que já devem estar cientes da emergência, devem ser os primeiros a sair, em fila e
sem tumulto, após o primeiro toque, com um brigadista liderando a fila e outro encerrando a
mesma. Antes do abandono definitivo do local, um ou dois brigadistas devem verificar se não
ficaram ocupantes retardatários e providenciar o fechamento de portas e/ou janelas, se
possível. Cada pessoa portadora de deficiência física, permanente ou temporária, deve ser
acompanhada por dois brigadistas ou voluntários, previamente designados pelo Chefe da
Brigada. Todos os demais ocupantes do pavimento, após soar o primeiro alarme, devem parar
o que estiverem fazendo, pegar apenas seus documentos pessoais e agruparem-se no saguão,
organizados em fila direcionada à porta de saída de emergência. Após o segundo toque do
alarme, os ocupantes do pavimento devem iniciar a retirado do local, dando preferência às
demais filas, quando cruzarem com as mesmas (como numa rotatória de trânsito), até a saída,
onde devem se deslocar até o ponto de encontro.

Isolamento de área: a área sinistrada deve ser isolada fisicamente, de modo a garantir os
trabalhos de emergência e evitar que pessoas não autorizadas adentrem ao local.

Confinamento do incêndio: o incêndio deve ser confinado de modo a evitar a sua propagação
e consequências.

Combate ao incêndio: os demais Brigadistas devem iniciar, se necessário e/ou possível, o


combate ao fogo, podendo ser auxiliados por outros ocupantes do andar, desde que
devidamente treinados, capacitados e protegidos. O combate ao incêndio deve ser efetuado
conforme treinamento específico dado aos Brigadistas.

Investigação: após o controle total da emergência e a volta à normalidade, incluindo a


liberação do ocupantes pelas autoridades, o Chefe da Brigada deve iniciar o processo de
investigação e elaborar um relatório, por escrito, sobre o sinistro e as ações de controle, para
as devidas providências e/ou investigação.

4.11 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO PAE

A Figura a seguir define a estrutura organizacional do PAE.


Coordenador do PAE

Garantir que todos os equipamentos de prevenção e controle de emergência estejam


disponíveis e em condição de operação;

Garantir a disponibilidade dos equipamentos de proteção individual aos integrantes da Equipe


de Emergência;

Aprovar os procedimentos para controle de emergência específicos a cada localidade;

Em situações de emergência, quando convocada à formação, tem as seguintes atribuições:

Deslocar-se para o centro de controle de emergência, acompanhado por rádio e telefone o


desenvolvimento das ações de mitigação;

Manter contato permanente com o líder da equipe de emergência;

Decidir em conjunto com a equipe técnica e o líder da equipe de emergência, as ações


necessárias para permitir o controle da emergência e a mitigação dos seus efeitos;

Centralizar na sua pessoa toda e qualquer fornecimento de informações para a mídia e órgãos
externos

Suprir a equipe de emergência dos recursos necessários ao controle da emergência e a


restauração da normalidade

Coordenador de emergência

Comparecer ao local da emergência e juntamente com o líder da equipe de emergência local,


decidir o desenvolvimento das ações corretivas e dos apoios que serão necessários para
eliminação da emergência;

Chefe de emergência

Convocar os membros da equipe de emergência local, conforme meios identificados nos


procedimentos de controle de emergência específicos de cada localidade;
Convoca o líder geral da brigada de emergência;

Orientar os membros da equipe de emergência local quanto a logística de atendimento e


forma de combate;

Decidir quanto à necessidade de evacuação do local;

Convocar outros empregados para auxiliar no combate;

Decidir a necessidade de acionamento do corpo de bombeiros e defesa civil;

Definir posicionamento e instalação de isolamento entre a área sinistrada e a área onde se


posicionarão as equipes constantes do plano de controle de emergência;

Decidir em conjunto com o líder geral da equipe de emergência, as ações necessárias para
permitir o controle da emergência, eliminação das suas causas, mitigação seus efeitos e
retorna à normalidade.

Equipe de evacuação

É responsável por evacuar as instalações do empreendimento. A equipe de evacuação


é formada pelos integrantes da Brigada.

4.11.5 Equipe de Segurança –

É responsável pela segurança nas instalações do empreendimento. A equipe de


segurança é formada pelos vigilantes.

4.11.6 Equipe de Comunicação –

É responsável por comunicar os incidentes interna e externamente (órgão público e


Corpo de Bombeiros) conforme orientações do Coordenador do PAE.

4.11.7 Grupo de Combate –

Agir sob a coordenação do Líder Local da Equipe de Emergência, no sentido de


eliminar a fonte causadora da emergência e mitigar as suas consequências.

4.11.8 Equipe de Primeiros Socorros –

Ministrar os primeiros socorros a acidentados; -

Providenciar e coordenar a remoção de acidentados para área segura e, havendo


necessidade, para atendimento em hospital

4.11.9 Equipe de Apoio –

Transportar para o local da ocorrência os equipamentos necessários para permitir o


controle da emergência, eliminação das suas causas e eliminação e/ou mitigação dos seus
efeitos; -

Realizar inspeção na área sinistrada objetivando encontrar acidentados e promover a


retirada de pessoas não autorizadas da área de risco; -

Promover o isolamento da área de risco, somente permitindo a entrada de pessoas


ligadas ao atendimento da emergência; -
Promover a evacuação das áreas afetadas;

- Promover a contagem das pessoas evacuadas; -

Promover os reparos de manutenção que se fizerem necessários para o controle


operacional da emergência; -

Encaminhar viaturas e profissionais do Corpo de Bombeiros para a área sinistrada;

Após implantação do empreendimento a estrutura organizacional deve ser revista para


inclusão dos cargos conforme organograma específico do empreendimento, assim como
revisão das responsabilidades definidas.

O Plano de Ação de Emergência precisará ser revisado sempre que houver


identificação de novos riscos e/ou modificação de atividades. Cabe ao empreendimento
capacitar e manter registros dos colaboradores e da Equipe de Emergência.

4.11.10 Fluxograma de Acionamento do PAE


O fluxograma a seguir contempla a sequência lógica para acionamento e
desencadeamento de ações de controle de emergências.