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ATENÇÃO

As alterações e esclarecimentos do Edital que porventura


ocorram durante a fase externa desta licitação estarão
disponíveis na internet.

Spal/dvlc/li/Padrões/Vários/Modelos de Anexos do Edital/Título Atenção


Ed537

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS - COPASA MG

EDITAL DE LICITAÇÃO

PREGÃO PRESENCIAL SPAL Nº - 5.2006/355 - PPM

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais, COPASA MG, com sede à Rua Mar de
Espanha, 525, Belo Horizonte, Minas Gerais, realizará a licitação na modalidade de
Pregão Presencial, em sessão pública na Sala de Licitações, à Rua Mar de Espanha,
505, Bairro Santo Antônio, Belo Horizonte/MG, para aquisição de Reservatório Metálico,
incluindo instalação, conforme especificado no formulário de “Relação de Materiais”,
Normas da COPASA MG “T-189/0 e T-190/0”, projeto padrão “P-350”, em anexos.
O Pregão Presencial será realizado por Pregoeiro e Equipe de Apoio, designados pelo
Presidente da COPASA MG, através da CP Nº 084/05, de 20/07/2005, e regido pela Lei
Estadual Nº 14.167, de 10 de janeiro de 2002, pelo Decreto Estadual Nº 42.408, de 08 de
março de 2002, pelo Decreto Estadual Nº 43.653, de 12 de novembro de 2003 e pela Lei
Federal Nº 10.520, de 17 de julho de 2002 e, subsidiariamente, pela Lei Federal Nº
8.666/93, e suas alterações, demais normas pertinentes e pelas condições estabelecidas
pelo presente Edital.

CAPÍTULO PRIMEIRO - DO OBJETO

1.1 O objetivo desta licitação é selecionar, dentre os policitantes que se apresentarem,


a proposta considerada mais vantajosa, de acordo com os critérios estabelecidos
no presente Edital, para o fornecimento de Reservatório Metálico, incluindo
instalação, conforme especificado no formulário de “Relação de Materiais”,
Normas da COPASA MG “T-189/0 e T-190/0”, projeto padrão “P-350”, em anexos.
1.1.1 O Reservatório será instalado em base de concreto existente no local da
entrega.

CAPÍTULO SEGUNDO – CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO

2.1 Poderão participar da presente licitação as pessoas jurídicas do ramo pertinente ao


objeto desta licitação.

2.2 Não poderão participar os interessados que se encontrarem sob falência, concurso
de credores, dissolução, liquidação, empresas estrangeiras que não tenham sua
sede e administração no país, nem aqueles que tenham sido declarados inidôneos
para licitar ou contratar com a Administração Pública, ou punidos com suspensão
do direito de licitar e contratar com a COPASA MG.

2.3 A participação neste certame implica aceitação de todas as condições


estabelecidas neste instrumento convocatório.

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CAPÍTULO TERCEIRO – DA ENTREGA DOS ENVELOPES

3.1 A Sessão Pública de Recebimento dos Envelopes Nº 01 e Nº 02, contendo a


“Proposta Comercial” e a “Documentação de Habilitação”, e Abertura dos
Envelopes Nº 01 – Propostas Comerciais, será realizada às 09:00 horas do dia 14
de julho de 2006, à Rua Mar de Espanha, 505, Bairro Santo Antônio, Belo
Horizonte, MG.
3.2 Os Envelopes Nº 01 e Nº 02 deverão ser entregues, conjuntamente, ao Pregoeiro,
na sessão pública de abertura deste certame, no endereço, dia e hora indicados no
item anterior e deverão conter:
Envelope Nº 01 - Proposta Comercial (Preços)
Envelope Nº 02 - Documento de Habilitação

3.3 Os envelopes deverão ser opacos e entregues hermeticamente fechados,


inviolados, e conter os seguintes dizeres em sua parte externa e frontal:
À
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS - COPASA MG
PREGÃO PRESENCIAL SPAL Nº 5.2006/355 - PPM
OBJETO:
EMPRESA:
ENDEREÇO:
TELEFONE:
ENVELOPE Nº ..........
(PROPOSTA COMERCIAL, ou HABILITAÇÃO)

3.4 A Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA MG não receberá


envelopes de “Proposta Comercial” e “Documentação de Habilitação” que não
sejam entregues ao Pregoeiro designado, no local, data e horário definidos neste
Edital.

CAPÍTULO QUARTO – DA PROPOSTA COMERCIAL (PREÇOS)

4.1 Não será(ão) aceita(s) proposta(s) alternativa(s), sob pena de desclassificação de


toda a proposta.

4.2 O Envelope Nº 01 deverá conter a Proposta Comercial, elaborada através da


“planilha de proposta comercial pregão” disponível na página específica do pregão
na internet (www.copasa.com.br), cujo preenchimento deverá ser efetivado por
digitação e constar o CNPJ, a Razão Social, a data, a marca/modelo, o fabricante,
o preço unitário, o(s) imposto(s) aplicável(is), observado o disposto no item 13.2
deste Edital, bem como o carimbo e assinatura do licitante.
Não serão aceitas propostas manuscritas ou rasuradas.
CAPÍTULO QUINTO – DA HABILITAÇÃO

5.1 Poderão participar desta Licitação todas as firmas nacionais ou estrangeiras


estabelecidas no Brasil que comprovem sua habilitação para o fornecimento do
objeto desta licitação, conforme disposto neste Capítulo, registradas ou não no
Cadastro de Firmas da COPASA MG.

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5.2 A habilitação será comprovada pela análise dos documentos relacionados nos itens
seguintes que, em 01 (uma) via, deverão constar do Envelope Nº 02:
5.2.1 FIRMAS COM CADASTRO EM DIA:
a) Declaração, conforme modelo, emitida pelo próprio licitante, em papel
timbrado, de que a empresa não se acha declarada inidônea para licitar e
contratar com o Poder Público ou suspensa do direito de licitar ou
contratar com a COPASA MG.
b) Declaração, conforme modelo, emitida pelo próprio licitante, em papel
timbrado, informando que não emprega menor de dezoito anos em
trabalho noturno, perigoso ou insalubre e não emprega menor de
dezesseis anos.
A condição de cadastramento da licitante será verificada pelo
Pregoeiro, através do sistema informatizado da COPASA MG.

5.2.2 FIRMAS NÃO CADASTRADAS


a) Habilitação Jurídica:
a.1) Declaração da firma e seu registro comercial se tratar de firma
individual.
a.2) Ato constitutivo, Estatuto ou Contrato Social em vigor, devidamente
arquivados, tratando-se de sociedade comercial, e no caso de
sociedade por ações, acompanhados de documento da eleição de
seus administradores.
a.3) Inscrição do Ato Constitutivo, no caso de sociedade civil,
acompanhada de prova da eleição da Diretoria em exercício.
a.4) Decreto de autorização, em se tratando de empresa ou sociedade
estrangeira em funcionamento no País, e ato de registro ou
autorização para funcionamento expedido pelo Órgão competente,
quando a atividade assim o exigir.
a.5) Declaração, conforme modelo, emitida pelo próprio licitante, em
papel timbrado, de que a empresa não se acha declarada inidônea
para licitar e contratar com o Poder Público ou suspensa do direito
de licitar ou contratar com a Administração Estadual.
a.6) Declaração, conforme modelo, emitida pelo próprio licitante, em
papel timbrado, informando que não emprega menor de dezoito
anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e não emprega
menor de dezesseis anos.
b) Qualificação Técnica:
b.1) Atestado, emitido por pessoa jurídica de direito público ou privado,
que comprove o fornecimento, a CONTENTO, de Reservatório
Metálico.
c) Qualificação Econômico - Financeira:

c.1) Certidão negativa de pedido de falência ou concordata ou


liquidação extrajudicial ou de execução patrimonial, expedida
pelo(s) distribuidor(es) judicial(ais) da sede da firma, passada nos

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60 (sessenta) dias que antecederem ao recebimento dos


envelopes;
c.2) Balanço Patrimonial e demonstrações contábeis, já exigíveis, e
apresentados na forma da lei, que comprovem a boa situação
financeira da empresa, vedada sua substituição por balancetes ou
balanços provisórios.
d) Regularidade Fiscal:
d.1) Prova de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas
(CNPJ);
d.2) Prova de inscrição no cadastro de contribuintes Estadual e
Municipal, se houver, relativo a sede do licitante, pertinente ao seu
ramo de atividade e compatível com o objeto contratual;
d.3) Prova de regularidade para com a Fazenda Federal, Estadual e
Municipal da sede do Licitante, ou outra equivalente, na forma da
Lei;
d.4) Certificado de Regularidade do FGTS - CRF;
d.5) Certidão Negativa de Débito - CND, expedida pelo INSS,
observado o seu prazo de validade.

5.3 Quando não constar nas Certidões e/ou documentos o prazo de validade para
prova de regularidade para com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal,
conforme alínea "d.3" do item 5.2.2 deste Edital, estas Certidões e/ou documentos
deverão, então, ser emitidos, no máximo, até 90 (noventa) dias da data da entrega
dos envelopes ao Pregoeiro.

5.4 A falta de qualquer dos documentos exigidos para a presente Licitação, ou sua
apresentação em desacordo com este Edital, implicará na inabilitação do licitante.

5.5 Os documentos relacionados no item 5.2 poderão ser apresentados em original,


em cópia autenticada por Tabelião de Notas ou ainda através da publicação em
órgão da Imprensa Oficial. O licitante poderá, também, optar por apresentar em
cópia sem autenticação, porém terá que apresentar os originais, para que as
cópias sejam autenticadas pelos membros do pregão.

5.5.1 A COPASA MG poderá, em caso de dúvida quanto à autenticidade do


documento, exigir a apresentação do original.

5.5.2 Ficam excluídas da exigência de autenticação prevista no item 5.5, as cópias


dos documentos emitidos pela própria COPASA MG.
5.6 Os documentos mencionados não poderão ser substituídos por qualquer tipo de
protocolo.

5.7 São consideradas inabilitadas, as firmas cujos registros no cadastro de firmas da


COPASA MG estejam suspensos ou cancelados.

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CAPÍTULO SEXTO – DO PROCEDIMENTO

6.1 CREDENCIAMENTO

6.1.1 Na sessão pública para recebimento das propostas e da documentação de


habilitação, o representante da licitante deverá se apresentar para
credenciamento, junto ao Pregoeiro, devidamente munido de documento que
o credencie a participar deste certame e a responder pela representada,
devendo, ainda, identificar-se, exibindo a carteira de identidade ou outro
documento equivalente.
6.1.2 O credenciamento far-se-á através de instrumento público ou particular de
procuração, conforme modelo anexo deste Edital, com firma reconhecida, ou
documento que comprove os necessários poderes para formular ofertas e
lances de preços, e praticar todos os demais atos pertinentes ao certame,
em nome da licitante.
6.1.3 No caso de credenciamento por instrumento particular de procuração, com
firma reconhecida de dirigente, sócio ou proprietário da empresa licitante,
deverá ser apresentada cópia autenticada do respectivo estatuto ou contrato
social, e da última alteração estatutária ou contratual, no qual sejam
expressos os poderes para exercer direitos e assumir obrigações em
decorrência de tal investidura.

Não serão recebidos os envelopes contendo a Proposta Comercial e os


Documentos de Habilitação das empresas que não comprovarem o seu
credenciamento.

6.2 RECEBIMENTO E ABERTURA DOS ENVELOPES


6.2.1 Após o encerramento do credenciamento e identificação dos representantes
das empresas licitantes, o Pregoeiro declarará aberta a sessão do PREGÃO,
oportunidade em que não mais aceitará novos licitantes, dando início ao
recebimento dos envelopes contendo a Proposta Comercial e os
Documentos de Habilitação.

6.2.2 Não serão recebidas propostas feitas por telex, fax, telegrama, ou qualquer
outro meio de teletransmissão.

6.3 CLASSIFICAÇÃO DAS PROPOSTAS COMERCIAIS

6.3.1 Abertos os envelopes de Propostas Comerciais, estas serão analisadas


verificando o atendimento a todas as especificações e condições
estabelecidas neste Edital e seus Anexos, sendo imediatamente
desclassificadas aquelas que estiverem em desacordo.
6.3.2 O Pregoeiro classificará o autor da proposta de menor preço para o item e
aqueles que tenham apresentado propostas em valores sucessivos e
superiores em até 10% (dez por cento) à proposta de menor preço, para
participarem dos lances verbais.
6.3.3 Se não houver, no mínimo 3 (três) propostas de preços nas condições
definidas na cláusula anterior, o Pregoeiro classificará as melhores
propostas subsequentes, até o máximo de 3 (três), para que seus autores

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participem dos lances verbais, quaisquer que sejam os preços oferecidos


nas propostas apresentadas.

6.4 LANCES VERBAIS

6.4.1 Aos licitantes classificados será dada a oportunidade para nova disputa, por
meio de lances verbais e sucessivos, de valores distintos e decrescentes, a
partir do autor da proposta classificada de maior preço e os demais.
6.4.1.1 Antes da fase de lances será facultado ao pregoeiro estabelecer
o valor mínimo a menor admissível para o lance superveniente,
visando a celeridade do pregão.
6.4.2 Se duas ou mais propostas, em absoluta igualdade de condições, ficarem
empatadas, será realizado sorteio em ato público, para definir a ordem de
apresentação dos lances.
6.4.3 A desistência em apresentar lance verbal, quando convocado pelo
pregoeiro, implicará na exclusão do licitante da etapa de lances verbais e na
manutenção do último preço apresentado pelo licitante, para efeito de
posterior ordenação das propostas.

6.5 JULGAMENTO

6.5.1 Somente serão consideradas propostas que visem ao fornecimento do


produto acabado, não cabendo à COPASA MG qualquer responsabilidade
quanto à compra ou importação de matéria prima ou componentes
destinados à fabricação do Reservatório Metálico oferecido.
6.5.2 As propostas serão examinadas em confronto com as exigências contidas
nas especificações estabelecidas no Edital e seus anexos. O não
atendimento das exigências ali contidas, constituirá motivo para
desclassificação da proposta.
6.5.3 É facultado ao Pregoeiro ou à Autoridade Superior em qualquer fase do
julgamento promover diligência destinada a esclarecer ou complementar a
instrução do processo e a aferição do ofertado, bem como solicitar a Órgãos
competentes a elaboração de pareceres técnicos destinados a fundamentar
as decisões.
6.5.4 É vedado ao licitante retirar sua proposta ou parte dela após aberta a sessão
do pregão.
6.5.5 O critério de julgamento será o de MENOR PREÇO PARA O ITEM ofertado.
6.5.6 Declarada encerrada a etapa competitiva e ordenadas as ofertas, o
Pregoeiro examinará a aceitabilidade da primeira classificada, quanto ao
objeto e valor, decidindo motivadamente a respeito.
6.5.7 Caso não se realizem lances verbais, será verificada a conformidade entre a
proposta escrita de menor preço e os valores praticados no mercado da
contratação.
6.5.8 Em havendo apenas uma oferta e desde que atenda a todos os termos do
edital e que seu preço seja compatível com os valores praticados no
mercado da contratação, esta poderá ser aceita.

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6.5.9 Sendo aceitável a oferta de menor preço, será aberto o envelope contendo a
documentação de habilitação do licitante que a tiver formulado, para
confirmação das suas condições habilitatórias.
6.5.10 Constatado o atendimento pleno às exigências editalícias, será declarada a
licitante vencedora, sendo-lhe adjudicado o objeto para o qual apresentou
proposta.
6.5.11 Se a proposta não for aceitável ou se a licitante não atender às exigências
habilitatórias, o Pregoeiro examinará as ofertas subsequentes, verificando a
sua aceitabilidade e procedendo a verificação das condições de habilitação
da licitante, na ordem de classificação, até a apuração de uma proposta que
atenda ao edital, sendo a respectiva licitante declarada vencedora e a ela
adjudicado o objeto deste edital, para o qual apresentou proposta.
6.5.12 Nas situações previstas nos itens 6.5.8, 6.5.11 e 10.1.4 o Pregoeiro poderá
negociar diretamente com o licitante para que seja obtido preço melhor.
6.5.13 Da reunião lavrar-se-á ata circunstanciada, na qual serão registrados todos
os atos do procedimento e as ocorrências relevantes e que, ao final, será
assinada pelo Pregoeiro, Equipe de Apoio, e pelos licitantes.

CAPÍTULO SÉTIMO – DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS

7.1 Declarado o vencedor, qualquer licitante poderá manifestar imediata e


motivadamente a intenção de recorrer, cuja síntese será lavrada em ata, sendo
concedido o prazo de 3 (três) dias úteis para apresentação das razões de recurso,
ficando os demais licitantes desde logo intimados para apresentar contra-razões
em igual número de dias, que começarão a correr do término do prazo do
recorrente, sendo-lhes assegurada vista imediata dos autos.

7.2 O licitante poderá também apresentar as razões do recurso no ato do pregão, as


quais serão reduzidas a termo na respectiva ata, ficando todos os demais licitantes
desde logo intimados para apresentar contra-razões no prazo de 3 (três) dias úteis,
contados da lavratura da ata, sendo-lhes assegurada vista imediata dos autos.

7.3 A falta de manifestação imediata e motivada do licitante, importará a decadência do


direito de recurso.

7.4 O acolhimento de recurso importará a invalidação apenas dos atos insuscetíveis de


aproveitamento.

7.5 O resultado do recurso será comunicado a todos os licitantes via fax ou correio
eletrônico.
CAPÍTULO OITAVO - DA ADJUDICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO

8.1 Inexistindo manifestação recursal, o Pregoeiro adjudicará o objeto da licitação ao


licitante vencedor, com a posterior homologação do resultado pela Autoridade
Competente.
8.2 Decididos os recursos porventura interpostos, e constatada a regularidade dos atos
procedimentais, a Autoridade Competente adjudicará e homologará.

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CAPÍTULO NONO - DAS SANÇÕES

9.1 A recusa do adjudicatário em assinar o Contrato ou a Ordem de Fornecimento de


Materiais, conforme disposto no item 10.1, dentro do prazo estabelecido pela
COPASA MG, bem como o atraso e a inexecução parcial ou total do Contrato ou
da Ordem de Fornecimento de Materiais, caracterizará o descumprimento da
obrigação assumida e permitirá a aplicação das seguintes sanções pela COPASA
MG:
a) advertência, que será aplicada sempre por escrito;
b) multas;
c) rescisão unilateral do Contrato ou da Ordem de Fornecimento de Materiais
sujeitando-se a CONTRATADA ao pagamento de indenização à COPASA MG
por perdas e danos;
d) suspensão temporária do direito de licitar com a COPASA MG, por prazo não
superior a 02 (dois) anos;
e) indenização à COPASA MG da diferença de custo para contratação de outro
licitante;
f) declaração de inidoneidade para licitar e contratar com a Administração Pública,
enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja
promovida a reabilitação perante a COPASA MG, que será concedida sempre
que o contratado ressarcir a Administração pelos prejuízos resultantes e após
decorrido o prazo da sanção aplicada com base na alínea “d” acima.

9.2 O atraso na entrega causado por eventual reprovação do Reservatório Metálico


pelo serviço de Inspeção de Qualidade acarretará à CONTRATADA a aplicação
das multas e outras sanções previstas neste Edital.

9.3 A multa será aplicada à razão de 0,1% (zero vírgula um por cento) ao dia sobre o
valor em atraso, considerando:
♦ Até o décimo dia de atraso não será cobrada multa.
♦ A partir do décimo primeiro dia será aplicada e cobrada multa pelo total de dias,
inclusive sobre os 10 (dez) primeiros dias, e números de períodos de 30 (trinta)
dias, considerados em atraso.
♦ O cálculo da multa será feito utilizando-se a seguinte fórmula:

M = I.A (D1 N1 + D2 N2 + D3 N3 + ..... + Di Ni )

Onde:
M= valor da multa
I= taxa = 0,1% = 0,001/dia
A= valor do evento em atraso
Di = dias de atraso dentro de cada período de 30 (trinta) dias
Ni = Número de períodos (30 dias) ou fração considerado em atraso, após o
término do prazo contratual.

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9.4 As multas poderão ser deduzidas de eventuais créditos que o fornecedor tenha na
COPASA MG.

9.5 O valor máximo das multas não poderá exceder, cumulativamente, a 10% (dez por
cento) do valor do Contrato ou da Ordem de Fornecimento de Materiais.

9.6 Se, em decorrência de atrasos continuados e contumazes do fornecedor


contratado, o percentual de multas acumuladas ultrapassar o limite fixado no item
anterior, poderá a COPASA MG determinar que a CONTRATADA interrompa o
fornecimento do Reservatório Metálico, rescindindo o Contrato ou a Ordem de
Fornecimento de Materiais, sem prejuízo da aplicação de outras sanções previstas
no presente Edital. Neste caso poderá a COPASA MG, ainda, sem prejuízo das
sanções aplicadas, adquirir o Reservatório Metálico equivalente de terceiros,
debitando à CONTRATADA inadimplente qualquer excesso de custo causado à
COPASA MG.
9.7 As sanções previstas neste Capítulo poderão ser aplicadas cumulativamente, ou
não, de acordo com a gravidade da infração, facultada ampla defesa à
CONTRATADA, no prazo de cinco dias úteis a contar da intimação do ato.

9.8 Nenhuma parte será responsável perante a outra pelos atrasos ocasionados por
motivo de força maior ou caso fortuito.
9.8.1 Consideram-se motivos de força maior ou caso fortuito: atos de inimigo
público, guerra, revolução, bloqueios, epidemias, fenômenos meteorológicos
de vulto, perturbações civis, ou acontecimentos assemelhados que fujam ao
controle razoável de quaisquer das partes contratantes.

9.9 O atraso na entrega de material de terceiros bem como o fato de tal matéria-prima
ou material não atender às especificações técnicas, não são considerados como
motivo de força maior.

CAPÍTULO DÉCIMO - DO CONTRATO

10.1 O adjudicatário deverá assinar o Contrato ou a Ordem de Fornecimento de


Materiais com a COPASA MG no dia e hora designados por convocação, sob pena
de aplicação das sanções cabíveis previstas em lei e no presente Edital.

10.1.1 A contratação, objeto dessa licitação, será feita mediante instrumento hábil
de adjudicação a ser assinado com a COPASA MG, que deverá ser feito
em língua portuguesa e obedecerá à legislação brasileira.
10.1.2 Para assinatura do Contrato o adjudicatário deverá apresentar o
competente instrumento de mandato (Procuração), se fizer representar.
10.1.3 O adjudicatário se obriga a comprovar, no ato da assinatura do Contrato, e
manter, durante toda a execução do mesmo, em compatibilidade com as
obrigações por ele assumidas, todas as condições de habilitação e
qualificação exigidas na licitação.
10.1.4 Caso o adjudicatário não apresente situação regular no ato da assinatura
do contrato, ou recuse-se a assiná-lo, serão convocados os licitantes

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remanescentes, observada a ordem de classificação, para celebrar o


contrato.

10.2 A recusa injustificada do adjudicatário em assinar o Contrato ou a Ordem de


Fornecimento de Materiais, bem como a não apresentação dos documentos
mencionados em tempo hábil caracteriza o descumprimento total das obrigações,
ocasionando a aplicação das sanções cabíveis, conforme previsto no Capítulo
Nono, indenização à COPASA MG do acréscimo do custo decorrente da
contratação de outro licitante, na ordem de classificação, ou, se for o caso, da
realização de nova licitação.
10.3 O Contrato ou a Ordem de Fornecimento de Materiais oriundo desta licitação
poderá ser rescindido pela COPASA MG, independentemente de ação ou
interpelação judicial, observadas as formalidades legais, se:
a) previamente notificada deixar a CONTRATADA de cumprir a obrigação prevista
no Contrato ou na Ordem de Fornecimento de Materiais, dentro do prazo fixado;
b) a CONTRATADA transferir, no todo ou em parte o Contrato ou a Ordem de
Fornecimento de Materiais e/ou os direitos dele decorrentes, sem anuência
prévia e expressa da COPASA MG;
c) a CONTRATADA se tornar insolvente ou falida;
d) a CONTRATADA suspender o fornecimento do objeto do Contrato ou da Ordem
de Fornecimento de Materiais sem prévia ordem judicial ou sem recorrer das
decisões da COPASA MG;
e) a CONTRATADA, sem a devida autorização escrita, não observar as
especificações, qualidade do Reservatório Metálico a ser fornecido e demais
condições do fornecimento;
f) verificar inadimplemento de quaisquer das condições do Contrato ou da Ordem
de Fornecimento de Materiais por parte da CONTRATADA.

10.4 A rescisão unilateral do Contrato ou da Ordem de Fornecimento de Materiais, por


ato da COPASA MG, pelos motivos enumerados no item anterior, acarretará a
aplicação à CONTRATADA das sanções previstas no Capítulo Nono deste Edital,
assegurado à CONTRATADA o direito ao contraditório e à ampla defesa.

10.5 O Contrato ou a Ordem de Fornecimento de Materiais poderá, ainda, a qualquer


tempo, ser rescindido unilateralmente pela COPASA MG, por motivo de interesse
público, ressalvado o direito da CONTRATADA de receber pelo fornecimento já
efetuado e aceito pela COPASA MG.
CAPÍTULO DÉCIMO PRIMEIRO – DA DOTAÇÃO

11.1 O investimento decorrente desta Licitação correrá por conta de recursos próprios
da COPASA MG.
CAPÍTULO DÉCIMO SEGUNDO - DOS PRAZOS

12.1 Decorridos 60 (sessenta) dias da data da entrega das propostas, sem convocação
para contratação, ficarão os licitantes liberados dos compromissos assumidos.

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12.2 O prazo máximo, em dias corridos, para entrega e instalação do Reservatório


Metálico especificado é de 45 (quarenta e cinco) dias contados a partir da data de
assinatura do contrato.
12.2.1 Dentro do prazo estabelecido no item anterior já estão incluídos os prazos
necessários para o aviso ao serviço de Inspeção de Qualidade da
COPASA MG, a efetivação da inspeção, a liberação e o transporte até o
local de entrega definido no item 14.5 deste Edital.
12.2.2 Por prazo de entrega entende-se o prazo considerado até que o
Reservatório Metálico seja descarregado, recebido e instalado no local de
entrega fixado pela COPASA MG e não apenas o prazo contado até a data
de expedição do Reservatório Metálico ou até a data de emissão da Nota
Fiscal.

CAPÍTULO DÉCIMO TERCEIRO - DOS PREÇOS E PAGAMENTOS

13.1 O preço deverá ser proposto para pagamento à vista, referentes à data da
apresentação da proposta, e assim constarem da “Planilha de Proposta Comercial”,
prevalecendo, contudo, o prazo para pagamento previsto no item 13.5.

13.2 O preço constante da Proposta Comercial deverá ser apresentado em Reais,


utilizando o máximo de duas casas decimais, sob pena de desclassificação
da proposta.

13.3 Consideram-se incluídos no preço unitário proposto o ICMS e as despesas com


seguros, embalagens, carga, descarga e instalação do Reservatório Metálico no
local indicado no item 14.5 deste Edital.
13.3.1 Por ser consumidora final dos produtos por ela adquiridos a COPASA MG
não usufrui de créditos de ICMS, devendo os licitantes apresentar suas
propostas de preços com o ICMS incluso.
13.3.1.1 O licitante responderá perante o poder tributário pelo valor da
alíquota declarada, inclusive com relação às respectivas multas.
13.3.2 As propostas de fabricantes deverão discriminar, à parte, as alíquotas
referentes aos impostos que incidirem sobre a produção do Reservatório
Metálico objeto da presente licitação.
13.4 Os pagamentos serão feitos em Reais.

13.5 O pagamento do Reservatório Metálico, da instalação e do frete será efetuado 30


(trinta) dias após a entrega efetivada, desde que a Nota Fiscal venha
acompanhada da CND - Certidão Negativa de Débito do INSS e da CRF - Certidão
de Regularidade do FGTS, devidamente autenticadas em cartório.
13.6 Caso haja irregularidades na emissão da Nota Fiscal/Fatura o prazo será contado a
partir da sua reapresentação devidamente regularizada.

13.7 Sobre os pagamentos realizados após o prazo previsto incidirão juros de mora de
0,5% (meio por cento) ao mês, "pro rata die", conforme a expressão:
DF = VF x [(1,005)n/30 - 1]

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Ed537

onde,
DF = Despesa Financeira;
VF = Valor da Fatura;
n = Número de dias corridos em atraso decorridos entre a data do
vencimento da obrigação contratual e a data do efetivo pagamento;

13.8 O pagamento do Reservatório Metálico, da instalação e do frete será feito através


de crédito em conta corrente, que deverá ser aberta pela CONTRATADA e pela
transportadora (somente no caso previsto item 14.1.1) em estabelecimento
bancário a ser indicado pela DVTS – Divisão de Tesouraria da COPASA MG,
conforme item 13.5.
CAPÍTULO DÉCIMO QUARTO - DO TRANSPORTE, SEGURO E LOCAL DE ENTREGA

14.1 A carga e o transporte do Reservatório Metálico, bem como a descarga manual ou


mecanizada e a instalação em local indicado pela COPASA MG correrão por conta
e risco do fornecedor.
14.1.1 Embora a COPASA MG possa aceitar a proposta do fornecedor de pagar o
frete diretamente à transportadora, ainda correrão por conta e risco do
fornecedor a carga e a descarga do Reservatório Metálico bem como as
providências para que a entrega seja feita em tempo hábil dentro dos
prazos previstos em Contrato ou em Ordem de Fornecimento de Materiais.
14.1.2 Fica expressamente proibida a contratação de transportador autônomo
para o transporte do Reservatório Metálico objeto desta licitação, devendo
a empresa transportadora contratada pelo fornecedor estar devidamente
autorizada a fazer o transporte do Reservatório Metálico, no que concerne
às normas de segurança exigidas. A CONTRATADA deverá advertir a
empresa transportadora por ela contratada de que não poderá subcontratar
os serviços de transporte do Reservatório Metálico ora licitado.

14.2 Mesmo que o fornecedor tenha seguro sobre a carga transportada, caber-lhe-á a
responsabilidade de substituir o Reservatório Metálico danificado ou inutilizado
durante o transporte, dentro dos prazos estabelecidos em Contrato ou em Ordem
de Fornecimento de Materiais, não tendo a COPASA MG qualquer ligação com a
seguradora.

14.3 Somente será recebido o Reservatório Metálico acompanhado da 1ª via de Nota


Fiscal e de, pelo menos, mais uma via da mesma, bem como de cópia do
Certificado de Liberação ou autorização de embarque emitido pelo serviço de
Inspeção de Qualidade da COPASA MG ou seu representante contratado e,
também, da 1ª via do conhecimento do frete.

14.4 Os seguros sobre a carga transportada deverão ser feitos com seguradoras
sediadas no Brasil.

14.5 O Reservatório Metálico ora licitado deverá ser transportado, entregue e instalado
pela fornecedora no seguinte endereço: Rua Getomir P.Bela, s/n, - ETA
Leopoldina/MG.

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Ed537

CAPÍTULO DÉCIMO QUINTO - DA INSPEÇÃO DE QUALIDADE

15.1 A COPASA MG se reserva o direito de submeter o Reservatório Metálico a ser


fornecido, em decorrência desta licitação, à inspeção de qualidade, cujos
procedimentos a serem adotados são os fixados na Norma Técnica T-190/0,
integrante deste Edital.

15.2 A inspeção poderá ser feita por equipe técnica própria da COPASA MG, ou por
técnicos por ela especialmente designados para este fim, tanto nas instalações do
fornecedor, quanto no local de destino, a critério da COPASA MG.
15.2.1 O fornecedor deverá disponibilizar o material para inspeção, comunicando,
formalmente, à COPASA MG com antecedência mínima de 10 (dez) dias.
15.2.2 A solicitação da inspeção deverá conter: nº do contrato e/ou OFM e/ou
CPM, quantidade e descrição dos materiais, bem como, o endereço do
local disponível para inspeção.
15.2.3 O tempo necessário para realização da inspeção deverá ser previsto dentro
do prazo de entrega contratado.

15.3 Reserva-se à COPASA MG o direito de recusar, o Reservatório Metálico


considerado defeituoso, imprestável, ou que, após inspecionado, não venha
acompanhado do laudo de aprovação pelo serviço de Inspeção de Qualidade, ou,
ainda, que tenha sido danificado no transporte ou na descarga, obrigando-se o
fornecedor a substituí-lo, sem qualquer ônus adicional.
15.4 O fornecedor reembolsará a COPASA MG de todas as despesas por esta feitas
com inspeções de qualidade que resultarem em recusa do Reservatório Metálico
inspecionado.

15.5 O fornecedor reembolsará a COPASA MG das despesas resultantes de não


efetivação das inspeções de qualidade que não puderem ser realizadas, por não
ter o fornecedor o Reservatório Metálico disponível nas épocas estabelecidas.

15.6 A recusa do Reservatório Metálico pelo serviço de Inspeção de Qualidade não será
motivo para prorrogação dos prazos de entrega, parciais ou totais, fixados no
Contrato ou na Ordem de Fornecimento de Materiais.

15.7 O Reservatório Metálico fornecido em decorrência desta licitação, deverá estar


garantido contra quaisquer defeitos, devendo ser substituído, gratuitamente, pelo
fornecedor sem quaisquer ônus, quando notificado pela COPASA MG.

CAPÍTULO DÉCIMO SEXTO - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

16.1 Os termos "FORNECEDOR" e "CONTRATADA", empregados no presente Edital,


têm aqui o mesmo significado e referem-se indistintamente ao licitante vencedor
que vier a ser contratado mediante a formalização do competente Contrato ou
Ordem de Fornecimento de Materiais.

16.2 Decairá do direito de impugnar os termos desse Edital o licitante que não o fizer até
o segundo dia útil que anteceder a abertura dos envelopes contendo as propostas,

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Ed537

apontando as suas falhas ou irregularidades, hipótese em que tal comunicação não


terá efeito de recurso.

16.3 A não apresentação de dúvidas dentro do prazo fixado no item anterior pressupõe
o pleno entendimento dos documentos mencionados.

16.4 A COPASA MG poderá revogar a presente licitação por razões de interesse público
decorrentes de fato superveniente devidamente comprovado, bem como anulá-la
por ilegalidade, de ofício, ou por provocação de terceiros, ficando assegurado o
direito ao contraditório e à ampla defesa.

16.5 Fazem parte integrante deste Edital, como seus anexos, os seguintes documentos:
♦ Minuta de Contrato
♦ Modelo de Procuração
♦ Modelo de Declaração - referente aos itens 5.2.1 alínea “a” e 5.2.2-alínea “a.5”
♦ Modelo de Declaração - referente aos itens 5.2.1 alínea “b” e 5.2.2-alínea “a.6”
♦ Normas Técnicas T-189/0 e T-190/0
♦ Projeto Padrão P-350
♦ 01 (uma) folha de “Relação de Materiais”

Belo Horizonte, 28 de junho de 2006

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Ct537

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE
RESERVATÓRIO METÁLICO, ORIGINÁRIO DA
LICITAÇÃO NA MODALIDADE DE PREGÃO
PRESENCIAL SPAL Nº 5.2006/355 - PPM, QUE
ENTRE SI FAZEM A COMPANHIA DE SANEAMENTO
DE MINAS GERAIS-COPASA MG, SOCIEDADE DE
ECONOMIA MISTA, COM SEDE EM BELO
HORIZONTE MG, INSCRITA NO C.N.P.J DO M.F.
SOB O Nº 17.281.106/0001-03, POR SEUS
REPRESENTANTES LEGAIS INFRA-ASSINADOS E
A FIRMA ................................................., COM SEDE
EM ..........................................., INSCRITA NO C.N.P.J
DO M.F. SOB O Nº ........., POR SEU
REPRESENTANTE INFRA-ASSINADO,
DENOMINANDO-SE AS PARTES, NESTE
INSTRUMENTO, RESPECTIVAMENTE, POR
COPASA MG E CONTRATADA, MEDIANTE AS
CLÁUSULAS E CONDIÇÕES SEGUINTES:

CLÁUSULA PRIMEIRA: OBJETO

O objeto deste contrato é o fornecimento, pela CONTRATADA, Reservatório Metálico,


incluindo instalação, conforme especificado no formulário de “Relação de Materiais”,
Normas da COPASA MG “T-189/0 e T-190/0”, projeto padrão “P-350”. (DTMA)

CLÁUSULA SEGUNDA: DESCRIÇÃO DO RESERVATÓRIO METÁLICO

O Reservatório Metálico a ser fornecido pela CONTRATADA, em decorrência do presente


contrato, é o discriminado no formulário de “Relação de Materiais”, Normas da COPASA
MG “T-189 e T-190”, projeto padrão “P-350”, anexos que, devidamente rubricados pelas
partes, dele fazem parte integrante.

PARÁGRAFO ÚNICO

O Reservatório será instalado em base de concreto existente no local da entrega.

CLÁUSULA TERCEIRA: PRAZO DE ENTREGA

O prazo máximo para entrega do Reservatório Metálico é de até ....


(...................................................) dias, corridos e contados a partir da data de assinatura
deste contrato.

PARÁGRAFO ÚNICO

Qualquer alteração do prazo de entrega dependerá de prévia aprovação, por escrito, da


COPASA MG.

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Ct537

CLÁUSULA QUARTA: PREÇO

Pagará a COPASA MG à CONTRATADA o preço unitário constante da proposta


apresentada pela CONTRATADA em ../../...., anexa e integrante deste instrumento,
estando incluídas no valor total as quantias referentes a embalagens, fretes, seguros, IPI,
outros impostos e demais encargos incidentes sobre o Reservatório Metálico ou
decorrentes do fornecimento, inclusive descarga e instalação do mesmo no local indicado
pela COPASA MG. No preço unitário encontra-se incluso o ICMS, inclusive sobre a
parcela correspondente ao valor do IPI.

CLÁUSULA QUINTA: FORMA DE PAGAMENTO

O pagamento será efetuado através de créditos em conta corrente, que deverá ser aberta
pela CONTRATADA, em estabelecimento bancário a ser indicado pela DVTS – Divisão de
Tesouraria da COPASA MG, 30 (trinta) dias após o recebimento da Nota Fiscal/Fatura
relativa à aceitação, pela COPASA MG, da entrega efetivada, e as demais condições são
as consignadas no Edital do Pregão Presencial SPAL Nº 5.2006/355 – PPM.

PARÁGRAFO PRIMEIRO

O pagamento será feito em reais.

PARÁGRAFO SEGUNDO

Sobre os pagamentos realizados após o prazo previsto incidirão juros de mora de 0,5%
(meio por cento) ao mês, "pro rata die", conforme a expressão:
DF = VF x [(1,005)n/30 - 1]
onde,
DF = Despesa Financeira;
VF = Valor da Fatura;
n = Número de dias corridos em atraso decorridos entre a data do vencimento da
obrigação contratual e a data do efetivo pagamento;

PARÁGRAFO TERCEIRO

A Contratada fica obrigada a apresentar, juntamente com as faturas, a CND - Certidão


Negativa de Débito do INSS e a CRF - Certidão de Regularidade do FGTS, devidamente
autenticadas em cartório, comprovando a sua situação de regularidade junto àqueles
órgãos. A não apresentação desse documento implicará na retenção de pagamentos
devidos pela COPASA MG à CONTRATADA em razão do presente contrato, até a sua
apresentação, sem quaisquer ônus adicionais para a COPASA MG, tais como atualização
ou reajuste dos preços.

CLÁUSULA SEXTA: MULTA

A multa a ser aplicada pelo não cumprimento dos prazos de entrega, parcial ou total,
obedecerá ao disposto a seguir:

Spal/Dvlc/li/Pregão/Contrato/2006/h/Ct52006355PPM Reservatório Metálico 2


Ct537

a) A multa será aplicada à razão de 0,1% (zero vírgula um por cento) ao dia sobre o
valor em atraso, considerando:
♦ Até o décimo dia de atraso não será cobrada multa.
♦ A partir do décimo-primeiro dia será aplicada e cobrada multa pelo total de dias,
inclusive sobre os 10 (dez) primeiros dias, e números de períodos de 30 (trinta)
dias, considerados em atraso.
b) O cálculo da multa será feito utilizando-se a seguinte fórmula:
M = I.A (D1 N1 + D2 N2 + D3 N3 + ..... + Di Ni )
Onde:
M= valor da multa;
I = taxa = 0,1% = 0,001/dia;
A= valor do evento em atraso;
Di = dias de atraso dentro de cada período de 30 (trinta) dias;
Ni = número de períodos (30 dias) ou fração considerado em atraso, após o
término do prazo contratual;
PARÁGRAFO PRIMEIRO
As multas poderão ser deduzidas de eventuais créditos que o fornecedor tenha na COPASA
MG.
PARÁGRAFO SEGUNDO

O valor máximo das multas não poderá exceder, cumulativamente, a 10% (dez por cento)
do valor deste contrato.
PARÁGRAFO TERCEIRO
Se, em decorrência de atrasos continuados e contumazes do fornecedor contratado, o
percentual de multas acumuladas ultrapassar o limite fixado no Parágrafo anterior, poderá a
COPASA MG determinar que a CONTRATADA interrompa o fornecimento do Reservatório
Metálico, rescindindo o contrato, sem prejuízo da aplicação de outras sanções previstas no
Edital. Neste caso poderá a COPASA MG, ainda, sem prejuízo das sanções aplicadas, adquirir
o Reservatório Metálico equivalente de terceiros, debitando à CONTRATADA inadimplente
qualquer excesso de custo causado à COPASA MG.

PARÁGRAFO QUARTO

As sanções previstas nesta Cláusula e no Edital poderão ser aplicadas cumulativamente,


ou não, de acordo com a gravidade da infração, facultada ampla defesa à CONTRATADA,
no prazo de cinco dias úteis a contar da intimação do ato.

CLÁUSULA SÉTIMA: VALOR DO CONTRATO

Para efeitos legais, dá-se ao presente contrato o valor de R$ ..........


(...................................................................................), com recursos próprio.

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CLÁUSULA OITAVA: TRANSPORTE E LOCAL DE ENTREGA

O Reservatório Metálico referido na Cláusula Segunda deste contrato deverá ser


transportado, entregue e instalado, à Rua Getomir P.Bela, s/n, - ETA Leopoldina/MG,
exclusivamente por conta e risco da CONTRATADA.

PARÁGRAFO PRIMEIRO

Fica expressamente proibida a contratação de transportador autônomo para o transporte


do Reservatório Metálico objeto desta licitação, devendo a empresa transportadora
contratada pelo fornecedor estar devidamente autorizada a fazer o transporte do
Reservatório Metálico, no que concerne às normas de segurança exigidas. A
CONTRATADA deverá advertir a empresa transportadora por ela contratada de que não
poderá subcontratar os serviços de transporte do Reservatório Metálico ora licitado.
PARÁGRAFO SEGUNDO

Os empregados da CONTRATADA ou da empresa transportadora deverão usar os


equipamentos de segurança individual exigidos para carregamento e descarga do
Reservatório Metálico contratado, cabendo à CONTRATADA fiscalizar o cumprimento das
normas de segurança, respondendo de maneira plena e exclusiva pelo descumprimento
dessas normas.
PARÁGRAFO TERCEIRO

Somente será recebido o Reservatório Metálico acompanhado de 1ª via de Nota Fiscal e


de, pelo menos, mais uma via da mesma, bem como de cópia do Certificado de Liberação
ou autorização de embarque emitido pelo Controle de Qualidade da COPASA MG ou seu
representante contratado e, também, da 1ª via do conhecimento do frete.
CLÁUSULA NONA: RESPONSABILIDADE

A CONTRATADA, ao receber a adjudicação do presente contrato, reconhece, nos termos


dos Artigos 186 e 927 do Código Civil Brasileiro, que é de sua responsabilidade exclusiva
a reparação de todo e qualquer dano ou prejuízo que venha afetar a pessoa ou o
patrimônio de terceiros, em razão da execução do presente contrato e do fornecimento
objeto do mesmo, aqui incluídos aqueles decorrentes do transporte, carga, recarga e
descarga do produto.
CLÁUSULA DÉCIMA: INDICAÇÃO DO DIA E HORA DA CHEGADA DO RESERVATÓRIO

Para efeito da COPASA MG poder indicar representante contratado para recebimento do


Reservatório Metálico, obriga-se a CONTRATADA a comunicar previamente o dia e hora
prováveis da chegada do mesmo ao local referido neste contrato.

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA: INSPEÇÃO DE QUALIDADE

A COPASA MG se reserva o direito de submeter o Reservatório Metálico a ser fornecido,


em decorrência desta licitação, à inspeção de qualidade, cujos procedimentos a serem
adotados são os fixados na Norma Técnica T-190/0, integrante deste contrato.

Spal/Dvlc/li/Pregão/Contrato/2006/h/Ct52006355PPM Reservatório Metálico 4


Ct537

PARÁGRAFO PRIMEIRO

A inspeção poderá ser feita por equipe técnica própria da COPASA MG, ou por técnicos
por ela especialmente designados para este fim, tanto nas instalações do fornecedor,
quanto no local de destino, a critério da COPASA MG.
PARÁGRAFO SEGUNDO

Reserva-se à COPASA MG o direito de recusar, o Reservatório Metálico considerado


defeituoso, imprestável, ou que, após inspecionado, não venha acompanhado do laudo de
aprovação pelo serviço de Inspeção de Qualidade, ou, ainda, que tenha sido danificado
no transporte ou na descarga, obrigando-se o fornecedor a substituí-lo, sem qualquer
ônus adicional.
PARÁGRAFO TERCEIRO

O fornecedor reembolsará a COPASA MG de todas as despesas por esta feitas com


inspeções de qualidade que resultarem em recusa do Reservatório Metálico
inspecionado.
PARÁGRAFO QUARTO

O fornecedor reembolsará a COPASA MG das despesas resultantes de não efetivação


das inspeções de qualidade que não puderem ser realizadas, por não ter o fornecedor o
Reservatório Metálico disponível nas épocas estabelecidas.
PARÁGRAFO QUINTO

A recusa do Reservatório Metálico pelo serviço de Inspeção de Qualidade não será


motivo para prorrogação dos prazos de entrega, parciais ou totais, fixados no Contrato ou
na Ordem de Fornecimento de Materiais.
CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA: GARANTIA

O Reservatório Metálico fornecido em decorrência do presente contrato deverá estar


garantido contra quaisquer defeitos, devendo ser substituído ou reparado gratuitamente
pela CONTRATADA, quando notificada pela COPASA MG.
CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA: FISCALIZAÇÃO

A CONTRATADA está obrigada a permitir e facilitar, a qualquer tempo, a fiscalização pela


COPASA MG do cumprimento do presente contrato, por funcionários seus e/ou por
representantes contratados por ela indicados, facultando-lhes o livre acesso às
instalações da Contratada para verificação, bem como a todos os registros e documentos
pertinentes com o objeto do presente contrato, sem que essa Fiscalização importe, a
qualquer título, em responsabilidade por parte da COPASA MG.
CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA: ENCARGOS

O uso na fabricação do Reservatório Metálico, cujo fornecimento constitui objeto do


presente contrato, de marcas e patentes sujeitas a "royalties", ou outros encargos
semelhantes, obrigará exclusivamente a CONTRATADA, que por eles responderá.

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CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA: ANEXOS

Fazem parte integrante deste contrato, obrigando-se as partes, expressamente, a


respeitar, os seguintes documentos:
a) o Edital do Pregão Presencial SPAL Nº 5.2006/355 - PPM e seus anexos;
b) a Ata do Pregão Presencial de ../../....., contendo a proposta do fornecedor, conforme
foi aceita pelo Pregoeiro;
c) a Proposta e seus anexos, apresentada em ../../..... pela CONTRATADA, conforme foi
aceita pelo Pregoeiro;
d) ... fls. de “Relação de Materiais” com as Especificações da COPASA MG;

PARÁGRAFO ÚNICO

No que forem omissos os anexos contratuais e, subsidiariamente, em qualquer caso,


aplicar-se-ão, também, as Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.

CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA: ENCARGOS FISCAIS

As alíquotas de IPI e ICMS incluídas nos preços do presente contrato e incidentes sobre
este fornecimento são válidas de acordo com a legislação vigente na data da Proposta.
Se por ocasião da saída do Reservatório Metálico, sendo devidos os aludidos impostos,
as alíquotas tiverem sido modificadas, os preços contratuais sofrerão as alterações
correspondentes.

CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA: CESSÃO A TERCEIROS

A cessão total ou parcial a terceiros dos direitos decorrentes do presente contrato


dependerá da expressa autorização da COPASA MG, sob pena de rescisão de pleno
direito, independentemente de notificação judicial ou extrajudicial.

CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA: RESCISÃO

A rescisão do presente contrato, terá lugar, de pleno direito, independentemente de ação


ou interpelação judicial, se:
a) previamente notificada, deixar a CONTRATADA de cumprir obrigação prevista no
contrato, dentro do prazo fixado;
b) a CONTRATADA transferir, no todo ou em parte, o contrato e/ou os direitos dele
decorrentes, sem anuência prévia e expressa da COPASA MG;
c) a CONTRATADA se tornar insolvente ou falida;
d) a CONTRATADA suspender o fornecimento do objeto do contrato sem prévia ordem
judicial ou sem recorrer das decisões da COPASA MG;
e) a CONTRATADA, sem a devida autorização escrita, não observar as especificações,
qualidade do Reservatório Metálico a ser fornecido e demais condições do
fornecimento;

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Ct537

f) verificar-se inadimplemento de quaisquer condições do contrato, por parte da


CONTRATADA.

CLÁUSULA DÉCIMA NONA: FACULDADE DE USO

O atraso ou omissão, por parte da COPASA MG, no exercício dos direitos que lhe
assistem na forma deste contrato e dos documentos referidos na Cláusula Décima Quinta,
não poderá ser interpretado como renúncia a tais direitos e nem como aceitação das
circunstâncias que lhe permitiriam exercitá-los.

CLÁUSULA VIGÉSIMA: FORO

Para dirimir quaisquer questões, porventura decorrentes deste contrato, o foro


competente é o da Comarca de Belo Horizonte, com exclusão de qualquer outro.
E, por assim estarem justas e contratadas, mandaram digitar o presente instrumento em
02 (duas) vias de igual teor e forma, que assinam com as testemunhas abaixo.

Belo Horizonte,

-----------------------------------------------------------
MÁRCIO NUNES
DIRETOR PRESIDENTE DA COPASA MG

------------------------------------------------------------
RICARDO AUGUSTO SIMÕES CAMPOS
DIRETOR DA COPASA MG

---------------------------------------------------------------
CONTRATADA

TESTEMUNHAS:

I __________________________

II__________________________

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Ct537

PROCURAÇÃO

A (nome da empresa) , CNPJ Nº , com sede à , neste ato representada pelo(s)


(diretores ou sócios, com qualificação completa – nome, RG, CPF, nacionalidade, estado civil,
profissão e endereço)

pelo presente instrumento de mandato, nomeia e constitui, seu(s) Procurador(es) o


Senhor(es) (nome, RG, CPF, nacionalidade, estado civil, profissão e endereço),

a quem confere(m) poderes especiais para, junto à COPASA MG, praticar os atos
necessários para representar a outorgante na licitação de Pregão Presencial SPAL nº
5.2006/355 – PPM, podendo desistir de recursos, interpô-los, apresentar lances verbais,
negociar preços e demais condições, confessar, transigir, desistir, firmar compromissos
ou acordos, receber e dar quitação, podendo ainda, substabelecer esta para outrem, com
ou sem reservas de iguais poderes, dando tudo por bom firme e valioso. (ou, então,
vedado o substabelecimento, a critério da empresa outorgante).

Belo Horizonte, de de .

---------------------------------------------------------
(Assinatura do(s) representante(s) legal(ais)
da empresa, sobre carimbo)

Obs.: Anexar cópia autenticada do respectivo Estatuto ou Contrato Social e da


última alteração, Estatutária ou Contratual, no qual sejam expressos os
poderes para exercer direitos e obrigações em nome da empresa.

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Ct537

(MODELO DE DECLARAÇÃO)

DECLARAÇÃO

A empresa .................................................., CNPJ Nº ..............................., declara, sob


as penas da lei, que, até a presente data, inexistem fatos impeditivos para sua
habilitação na licitação Pregão Presencial SPAL nº 5.2006/355 – PPM, ciente da
obrigatoriedade de declarar ocorrências posteriores.

Belo Horizonte, .. de ............................ de .........

----------------------------------------------------------
(Assinatura do(s) representante(s) legal(ais)
da empresa, sobre carimbo)

Spal/dvlc/li/pregão/declarações/2006/h/Ed52006355PPM Resevatório Meatálico


Ct537

(MODELO DE DECLARAÇÃO)

DECLARAÇÃO

REF.: LICITAÇÃO SPAL nº 5.2006/355 – PPM

................................, inscrito no CNPJ Nº .................., por intermédio de seu representante


legal o(a) Sr(a) .........................., portador de identidade nº .................... e do CPF nº
........................., DECLARA, para fins do disposto no inciso V do art. 27 da Lei nº 8.666, de 21
de junho de 1993, acrescido pela Lei nº 9.854, de 27 de outubro de 1999, que não emprega
menor de dezoito anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e não emprega menor de
dezesseis anos.

Ressalva: emprega menor, a partir de quatorze anos, na condição de aprendiz ( )

Belo Horizonte, .. de ............................ de .........

---------------------------------------------------------
(Assinatura do(s) representante(s) legal(ais)
da empresa, sobre carimbo)

(Observação: em caso afirmativo, assinalar a ressalva acima).

Spal/dvlc/li/pregão/declarações/2006/h/Ed52006355PPM Resevatório Meatálico


NORMA TÉCNICA

T . 189 / 0

RESERVATÓRIO EM AÇO
ELEVADO

SINORTE
COPASA Sistema de Normalização Técnica
Copasa
N°. : T.189/0
NORMA TÉCNICA
Aprov: 01/06/00
RESERVATÓRIO EM AÇO ELEVADO
COPASA Subst.:

TIPO: PROCEDIMENTO 42 Páginas

SUMÁRIO

1 Objetivo
2 Referências
3 Definições
4 Condições gerais
5 Condições específicas de projetos
6 Condições específicas de fabricação
7 Condições específicas de montagem de campo
8 Condições específicas de soldagem
9 Condições específicas para testes
10 Condições específicas de pintura/Sistema de proteção anticorrosiva
11 Inspeção
12 Logomarca e identificação
13 Aceitação ou rejeição e garantia do equipamento
14 Disposições finais

1 OBJETIVO

1.1 Esta norma fixa as condições exigíveis para o projeto, fabricação, transporte, montagem,
testes e pintura de reservatórios em aço, elevados destinados ao armazenamento de água
3
potável, para volumes de 5/10/15/20/25/50/75 e 100 m .

2 REFERÊNCIAS

2.1 Na aplicação desta norma pode ser necessário consultar:

− Da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas


• NBR 5008 - Chapas grossas de aço de baixa e alta resistência mecânica, resistentes à
corrosão atmosférica, para usos estruturais;

Palavra-Chave:
Reservatório
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 2

• NBR 5920 - Chapa fina a frio de aço de baixa liga, alta resistência mecânica e
resistente a corrosão atmosférica, para usos estruturais;
• NBR 6123 - Força devido ao vento em edificações;
• NBR 6648 - Chapas grossas de aço-carbono para uso estrutural;
• NBR 6649 - Chapas finas a frio de aço-carbono para uso estrutural;
• NBR 6650 - Chapas finas a quente de aço-carbono para uso estrutural;
• NBR 7007 - Aços para perfis laminados para uso estrutural;
• NBR 7821 - Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados;
• NBR 8800 - Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios (Método dos estados
limites);
• NBR 10150- Radiografia - Inspeção de soldas de topo em vasos de pressão e tanques de
armazenamento - Critérios de aceitação;
• NBR 10777 - Ensaio visual em soldas, fundidos, forjados e laminados;
• NBR ISO 9000 - Normas de gestão da qualidade e garantia de qualidade;

− Da COPASA
• 90.001/_ - Norma geral de controle de qualidade;
• T.190/_ - Inspeção de reservatório em aço.
• T.181/_ - Diretrizes para apresentação de desenhos técnicos.
• P.000/_ - Formatos e legendas para desenhos técnicos.
• P.350/_ - Reservatório em aço elevado.

− Da API
• API STD 650 - Welded Steel Tanks for Oil Storage;

− Da ASME
• ASME - Section IX - Boiler and Pressure Vessel Code (para Procedimentos de
Soldagem e Qualificação de Soldadores);
• ASME - Section II - Parte C-Boiler and Pressure Vessel Code (para classificação de
Consumíveis de Solda);

− Da AWS
• AWS A5.1 - Especificação de eletrodos revestido, de aço doce para soldagem por arco
elétrico.
• AWS A5.5 - Especificação de eletrodos revestido, de aço de baixa liga para soldagem
por arco elétrico.

− Da AISE
• AISE - 1986 - Cold Formed Steel Design Manual.

− Da SIS
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 3

• SIS 05 59 00-67 - Pictorial Surface Preparation Standardes for Painting Steel Surfaces
(Swedish Standardes Association).

− Da ANSI
• ANSI B 1.1 - Unified Inch Screw Threads (UN and UNR Thread Form);
• ANSI B 2.1 -Pipe Threads (Excepd Dryseal);
• ANSI B 16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings;
• ANSI B 16.11 - Forged Steel Fittings, Sochet Welding and Treaded;
• ANSI B 18.2.1 - Square and Hex Bolts and Screw Inch Series;
• ANSI B 18.2.2 - Square and Hex Nuts;
• API STD 605 - Large - Diameter Carbon Steel Flanges;

− Da ASTM
• ASTM A-6 - General Requirements for Rolled Steel Plates, hapes, Sheet Pilling and Bar
for Structural Use;

− Da SSPC
• SSPC vis 1 - Pictorial Surface Preparation Standardes for Painting Steel Surfaces (Steel
Structures Paintings Council).

− Da DIN
• DIN 601 - Parafusos Hexagonais, sem Porca - com Porca Hexagonal, Rosca Métrica,
classe 3.6 e 4.6, conforme DIN 267;
• DIN 931 - Parafusos Hexagonais, sem Porca - com Porca Hexagonal, Rosca Métrica,
classe 5.6, 6.6, 8.8, 10.9, conforme DIN 267;
• DIN 6914 - Parafusos Hexagonais, sem Porca - com Porca Hexagonal, Rosca Métrica,
classe 10.9, 12.9, 14.9, conforme DIN 267;

2.2 Cada referência citada neste texto deve ser observada em sua edição em vigor, desde
que mantidos os mesmos objetivos da data de aprovação da presente Norma.

3 DEFINIÇÕES

3.1 Volume nominal


Capacidade especificada pela COPASA na Ordem de Compra, que é determinada pela
posição da tubulação de saída e pelo NA máximo de projeto.

3.2 Volume bruto


Volume determinado pela borda superior do costado e o fundo do reservatório.

3.3 Reservatório elevado


COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 4

Reservatório com fundo e costado apoiados diretamente em colunas ou em viga anelar


estando esta apoiada sobre as colunas.

3.4 Fornecedor
Responsável pelo fornecimento de todos os materiais, pelo projeto, fabricação, transporte,
montagem, testes e pintura dos reservatórios de aço.

3.5 Equipamento
Designação genérica para um reservatório completo.

3.6 Cambota
Segmento calandrado de chapa que compõe um anel do costado.

3.7 Dreno
Tubo com diâmetro definido em função do volume do reservatório e situado na parte mais
baixa do fundo.

3.8 Teto cônico autoportante


Teto suportado somente pela borda do costado, em forma de um cone.

3.9 Teto em abóbada autoportante


Teto suportado somente pela borda do costado, em forma aproximada de uma calota
esférica.

3.10 Teto em gomos autoportante


Teto semelhante ao anterior com a diferença que, em um corte horizontal, a seção mostrada
será uma poligonal e não uma circunferência..

3.11 Boca de visita


Aberturas existentes no teto e ou no costado, destinada à passagem de pessoas e de
equipamentos de pequeno porte (bombas d’água para lavagem interna do reservatório,
baldes, escadas manuais etc.).

3.12 Recalque absoluto


Termo utilizado para definir o afundamento do reservatório em relação a um referencial
externo.

3.13 Recalque diferencial


Termo utilizado para definir o afundamento do reservatório em relação a um referencial
externo.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 5

3.14 Sistema de rastreamento de materiais


Sistema utilizado pelo fornecedor, que permite identificar e vincular os materiais à
documentação de usina ou de outros fornecedores ou ainda a documentação de testes e
ensaios realizados por instituições qualificadas.

3.15 Consumíveis
Termo genérico para designar diferentes tipos de eletrodos e fluxos utilizados nos processos
de soldagem.

3.16 Processos de soldagem


Podem ser a:
a) arco elétrico com eletrodos revestidos (geralmente as soldas são executadas
manualmente);
b) arco elétrico protegido a gás (podem ser soldas manuais ou semi-automáticas);
c) arco elétrico protegido por fluxo (geralmente soldas semi-automáticas).
Nota: Existem outros processos que não justificam explicações neste contexto.

3.17 Ponto de orvalho


Temperatura em que o ar se torna saturado de vapor de água, podendo ocorrer condensação
na superfície de um material, quando este é resfriado.

3.17.1 - Temperatura de ponto de orvalho é a referência para tomada de decisões sobre


condições atmosféricas adequadas para execução da pintura nos reservatórios, sendo
fornecida pela carta psicrométrica do local.
Como a chapa metálica tem um coeficiente de condutibilidade térmica alta, um resfriamento
brusco da temperatura externa pode conduzir ao resfriamento da superfície até atingir o ponto
de orvalho da atmosfera interna ou externa do reservatório e assim iniciar-se o processo de
condensação com a formação de gotas na superfície da chapa.

3.18 Data book


Livro de dados no qual o fornecedor registra a história da construção do equipamento
incorporando nele:
a) documentos de referencia contratuais;
b) documentos de projeto (desenhos de projeto, de detalhamento e de montagem);
c) listas de materiais;
d) especificações técnicas;
e) procedimentos de fabricação, de montagem, de controle de qualidade, etc;
f) certificados dos materiais utilizados na construção (aço, consumíveis de solda, tintas);
g) certificados dos procedimentos de soldagem, qualificação dos soldadores;
h) registros das inspeções de fabricação;
i) registros das inspeções de montagem.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 6

Notas: 1) O DATA BOOK é certificado pela diretoria da empresa fornecedora do


equipamento e constitue documento técnico e legal para a COPASA;

2) Poderá ser emitido sob forma eletrônica conforme consulta e aprovação da


COPASA.

4 CONDIÇÕES GERAIS

4.1 Responsabilidades do fornecedor

4.1.1 Execução da Memória de Cálculo, elaboração do Projeto Executivo de desenhos de


detalhamento para fabricação e de montagem dos componentes do reservatório. Os
desenhos devem ser apresentados conforme Norma T. 181/_ e projeto padrão P 000/_ da
COPASA.

4.1.1.1 Memória de cálculo


a) descrição do objeto, destinação, local de implantação, materiais a serem utilizados,
tipo de consumíveis para solda, cargas utilizadas no dimensionamento, documentos
de referência;
b) cálculo estrutural das chapas do costado com definição das espessuras de todos
anéis e especificação do tipo de junta vertical e horizontal, cálculo dos reforços das
aberturas do costado;
c) concepção do fundo, especificação da solda costado/fundo e tipo de juntas a adotar
no projeto, localização da bacia de drenagem e diâmetro do dreno;
d) cálculo estrutural das chapas do teto, da sua estrutura de sustentação e das chapas
de reforço das aberturas;
e) croquis do conjunto mostrando, esquematicamente todas as bocas de visita, bocais,
escadas, guarda-corpo;
f) mapa de cargas:
− cargas verticais e horizontais nos apoios das colunas;
− carga vertical linear uniformemente distribuída (kgf/m);
− cargas horizontais quando o reservatório for monobloco.

4.1.1.2 Os desenhos de projeto deverão conter, no mínimo as seguintes informações:


a) desenho de conjunto em elevação e planta nos quais estejam indicados todos os
componentes (principais e acessórios), que compõem o reservatório;
b) a orientação das bocas de visita e bocais;
c) especificação do tipo de junta soldada;
d) um quadro com as informações de posição (marca), quantidade, denominação e
número do desenho de detalhamento.

4.1.1.3 Os desenhos de detalhamento podem ser também desenhos de montagem e deverão


conter, no mínimo, as seguintes informações:
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 7

a) detalhamento para fabricação de todas as peças;


b) marcação das peças com a designação parcial para fabricação e final para
montagem de campo;
c) lista de material com as seguintes informações : marca/ quantidade/ denominação/
material/ peso unitário/ peso total e observações;
d) lista de parafusos que serão utilizados na montagem;
e) lista de eletrodos que serão consumidos na montagem.

4.1.2 Fornecimento dos materiais e fabricação de todas as peças e componentes do equipamento,


principais e complementares.

4.1.3 Embalagem, embarque, transporte e descarga dos componentes integrantes do equipamento.

4.1.4 Atendimento a todas exigências legais, conforme posturas do local de instalação do


equipamento e do CREA, necessárias para inicio da montagem.

4.1.5 Guarda, estocagem e armazenamento das peças na obra. O armazenamento de parafusos,


porcas e outras peças pequenas deverá ser sempre feita em local coberto.

4.1.6 Instalação de Canteiro de Obras, inclusive a energia elétrica, para acionamento dos
equipamentos e iluminação.

4.1.7 Disponibilização de veículos, equipamentos, ferramentas e mão de obra necessários à


montagem do equipamento.

4.1.8 Execução dos serviços topográficos necessários à verificação do nivelamento das bases de
apoio das colunas e do seu sistema de fixação e outras conferências das bases (locação dos
eixos, etc), antes do início da montagem.

4.1.9 Verificação e reparação das peças ou do equipamento que por ventura apresentarem-se
empenadas durante o transporte.

4.1.9.1 Esta reparação, quando se tratar do equipamento inteiro, deverá ter seus critérios aprovados
pela COPASA, que poderá, antecipadamente, recusar o reservatório.

4.1.9.2 O desempeno deverá ser sempre efetuados com esforços gradativos, não sendo permitido o
uso de impactos mecânicos.

4.1.10 Os equipamentos prontos de fábrica deverão vir com todos bocais, boca de visita e
acessórios instalados.

4.1.10.1 Nos equipamentos com montagem parcial de fábrica o fornecedor deverá decidir se enviará
para o campo os componentes com os acessórios instalados ou não.

4.1.10.2 Em qualquer caso a localização, elevação e nivelamento dos bocais, bocas de visita e
acessórios deverá estar conforme o respectivo desenho de referência fornecido pela
COPASA.

4.1.11 Execução da montagem completa do equipamento conforme indicado nos desenhos de


montagem, os quais deverão ser aprovados previamente pela COPASA.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 8

4.1.12 Execução de serviços complementares, mesmo quando não mencionados explicitamente


no projeto, mas que possam ser comprovadamente necessários para o bom acabamento do
equipamento e para que seja obtida uma instalação de alta qualidade dentro dos melhores
padrões técnicos.

4.1.13 Organização e limpeza do local de trabalho no fim de cada jornada e no final da obra.

4.1.14 Fornecimento de EPI (Equipamento de Proteção Individual) para toda equipe de montagem.

4.1.15 Fornecimento do Projeto da Fundação a partir do Relatório de Sondagens Geotécnicas e


Especificações fornecidos pela COPASA.

4.2 Responsabilidades da COPASA

4.2.1 Fornecimento de desenho esquemático da localização, elevação e nivelamento das bases das
colunas;

4.2.2 Fornecimento do diâmetro dos bocais para cada tubulação, bocas de visita.

4.2.3 Fornecimento da orientação do reservatório em relação ao Norte Magnético ou em relação a


um Marco de Referência do local;

4.2.4 Definição do volume nominal do reservatório.

4.2.5 Fornecimento do relatório de sondagens geotécnicas.

4.3 Cronograma de fabricação e montagem

4.3.1 Contrato
O cronograma de fabricação e montagem será componente integrante do contrato.

4.3.2 Elaboração
Com base no prazo total fixado pela COPASA, o fabricante deverá elaborar o cronograma de
fabricação e montagem no qual conste, no mínimo, os seguintes itens:
a) elaboração do projeto (cálculo, projeto, detalhamento);
b) suprimento de matéria prima;
c) fabricação de oficina;
d) embarque;
e) montagem de campo;
f) teste hidrostárico;
g) pintura;
h) limpeza e entrega da obra.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 9

5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE PROJETO

5.1 Dimensões do reservatório

5.1.1 Para estimar o diâmetro do reservatório deverá ser adotada a seguinte fórmula, aproximada:

3
D = 1,357 V / π onde:

D = Diâmetro do reservatório;
V = Volume nominal do reservatório.

5.1.2 Com o diâmetro e altura calculados, recalculá-los para atender a economia de materiais,
prevendo-se sempre a utilização de chapa inteira ou meias chapas com a finalidade de
reduzir a quantidade de cortes, chanfros, soldas, testes e sobras de material.

5.1.2.1 A altura e comprimento das cambotas deverão ser compatíveis com dimensões comerciais
de chapas e o reservatório ou as partes, que serão enviadas para montagem no campo
deverão estar quando possível, compatíveis com a largura e comprimento dos caminhões
para transporte normal (6,0 x 2,3m).

5.1.3 A elevação total do reservatório é definida pela altura manométrica necessária ao sistema de
distribuição d’água.

5.1.3.1 A COPASA definirá a altura da saída d’água ficando definida a elevação do reservatório,
independente de qualquer outra consideração.

5.1.3.2 Se a elevação do reservatório não estiver definida pela COPASA, a elevação mínima deve
ser resultante da igualdade: altura das colunas = altura do corpo cilíndrico do reservatório.

5.1.3.3 Deve ser evitado, o arranque nas fundações devido à ação dinâmica do vento no costado,
com o reservatório vazio. Para isto adotar os seguintes critérios:
a) Pressão dinâmica do vento
− para o cálculo da pressão dinâmica do vento adotar os critérios da NBR 6123/88
considerando a velocidade básica do vento V0 = 30 m/s, S1 = 1,1, S2 = 1,0,
S3 = 1,1 e Cpe = 1,0;

b) Coeficiente de segurança ao reviramento (er)


− é a relação entre o momento de reviramento devido à ação do vento e o
momento existente devido ao peso próprio do reservatório.
− adotar er = 1 para projeto equilibrado;
para o cálculo dos chumbadores das colunas adotar er = 0,5

er . P . e
ch =
V

ch = altura da base até metade altura do reservatório.


COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 10

P = peso próprio do reservatório.


e = distância entre colunas
V = carga do vento

5.1.4 As análises expostas nos itens, que definem a altura do reservatório pelo critério estrutural,
são orientativas e não refletem a variedade de situações que o projetista da fundação pode
encontrar na prática, isto é, podem existir situações nas quais é perfeitamente factível
combater a tração na fundação (o peso próprio do bloco por exemplo) e portanto manter as
colunas na vertical.

Nota: O trabalho conjunto do projetista do reservatório com o projetista da fundação trás


benefícios econômicos, tanto para a estrutura como para a fundação, por isto é
recomendável a contratação em conjunto (reservatório e fundação) com o mesmo
fornecedor.

5.1.4.1 Caberá a COPASA fornecer, quando da concorrência, a sondagem do local onde será
construído o reservatório.

5.1.4.2 Se o fornecimento não for em conjunto, o fornecedor deverá emitir na sua proposta, o
mapa de cargas na fundação, o qual será utilizado pela COPASA para formação final do
custo do reservatório.
a) Pressão dinâmica do vento
- para o cálculo da pressão dinâmica do vento adotar os critérios da NBR 6123/88
considerando a velocidade básica do vento V0 = 30 m/s, S1 = 1,1, S2 = 1,0,
S3 = 1,1 e Cpe = 1,0;

5.2 Formas construtivas

5.2.1 Os fornecedores poderão apresentar formas alternativas de “Castelos D’Água” para


apreciação da COPASA.

5.2.2 Os reservatórios elevados, com coluna de sustentação constituída de um corpo cilíndrico único
feito de chapa, são admitidos pela COPASA para volumes de 5,0 a 50,0m3.

5.2.2.1 O fornecedor deverá apresentar memória de cálculo pormenorizada particularmente das


tensões na região de contato entre o fundo cônico e o topo da coluna e na conexão com a
fundação.

5.2.2.2 Por ser um produto que requer tecnologia própria e por ter dimensões definidas pela
padronização do fornecedor, os critérios para definição das dimensões do reservatório desta
especificação, não precisam ser seguidos.

5.2.2.3 Para reservatórios maiores o fornecedor poderá enviar “dossiê” técnico para a COPASA, que
o avaliará.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 11

5.3 Materiais

5.3.1 As chapas a serem utilizadas devem estar de acordo com a última edição em vigor da
NBR 7821.

5.3.1.1 Opcionalmente, o fornecedor poderá submeter à aprovação da COPASA o uso alternativo


de chapas resistentes à corrosão atmosférica não previsto na norma citada. Esta alternativa
não exime o fornecedor de manter integralmente a especificação de pintura interna e externa
constante desta Norma.

5.3.1.2 Desaconselha-se para qualquer especificação, a utilização de chapas provenientes de


bobinas. As chapas desbobinadas e que não sejam submetidas a processos de alivio de
tensão, mantém tensões internas residuais que são liberadas com o aquecimento devido à
soldagem. Essas tensões podem provocar empenos elevados nas soldas horizontais,
surgindo o “cinturamento” do costado na região das soldas. As soldas verticais também não
estão livres desta ocorrência.

5.3.2 Os eletrodos para soldagem manual devem atender às exigências da AWS A5.1. Não
obstante, recomendamos eletrodos da classe E70XX. Variações serão permitidas se forem
mais compatíveis com o material utilizado.

5.3.3 Os perfis de aço laminado para fins estruturais devem atender às exigências da NBR
7821.

5.3.4 Os tubos para pescoços ligados a tubulações, para conexões não ligadas a tubulações, tubos
estruturais e luvas, devem atender às exigências da NBR 7821.

5.3.5 Os flanges devem atender as exigências da NBR 7821. Observar, que a norma permite a
fabricação de flanges a partir de chapas dentro de determinadas condições.

5.3.6 Os parafusos e porcas usados para unir tubulações deverão estar de acordo com a
especificação ASTM A-325 ou ASTM A-490.

5.3.6.1 Os parafusos e as porcas para todos os outros fins poderão ser fabricados conforme a
norma ASTM A -307.

5.3.6.2 O projeto deverá especificar se os parafusos e porcas deverão ser da série normal ou
pesada;

5.4 Cargas

5.4.1 Cargas hidrostáticas provenientes da estocagem da água, devem ser consideradas com
densidade igual a 1,0 kg/dm3.

5.4.2 A força circunferêncial no costado resultante da carga hidrostática deve ser calculada pela
fórmula:

Nφ = ρ ( H - x ) r.
ρ = densidade do fluido;
H = altura do reserv.;
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 12

x = cota medida do fundo;


r = raio do reservatório

5.4.3 A pressão no fundo deve ser calculada com a fórmula p = ρ (H - x) tomando x = 0.

5.4.4 A fórmula para cálculo das espessuras das chapas dos anéis, que constituirão o costado, será
definida no item 5.6 - Projeto do Costado.

5.4.5 Os critérios para cálculo das tensões na chapa no fundo cônico será definida no item 5.5 -
Projeto do Fundo.

5.4.6 Os tetos devem ser projetados para suportar seu peso próprio mais uma carga viva uniforme
não inferior a 60,0 Kgf/m2 de área projetada.

5.4.7 Os guarda-corpos devem ser dimensionados para suportar uma carga concentrada de 90 kgf,
aplicado em qualquer direção e em qualquer ponto do corrimão.

5.4.8 Nos reservatórios elevados, o cálculo da pressão dinâmica do vento deve ser feito conforme
definido no item 5.1.3.3.

5.4.9 O projetista deverá avaliar, se são relevantes, os esforços na região dos apoios do
reservatório nas colunas devido à variação diferencial de temperatura entre o reservatório e
as colunas.

5.5 Projeto do fundo

5.5.1 O fundo dos reservatórios elevados serão sempre cônicos.


o
5.5.2 O ângulo de abertura do vértice inferior do cone deverá ser sempre inferior a 120 de tal
forma a se garantir que, a junção entre o fundo e o costado esteja sempre tracionada
circunferencialmente.

Nota: O surgimento de compressão nesta região é desaconselhável.

5.5.2.1 Quanto menor este ângulo, menor será a tensão meridional (tensão na direção da
geratriz do cone) e maior tensão circunferêncial e portanto menor será a componente
horizontal do esforço radial.

5.5.2.2 Sugere-se adotar um ângulo de 90o, o que garante uma margem de segurança
suficientemente grande para evitar a compressão referida anteriormente.

5.5.3 O fundo deverá seguir as recomendações definidas no item 5.5.2.

5.5.4 O dreno do fundo deverá estar sempre situado no vértice do cone.

5.5.5 A saída d’água deverá estar posicionada a 2/3 da altura do cone do fundo, medido a
partir do vértice deste.

5.5.6 A espessura mínima para as chapas do fundo deve ser 4,76mm, incluída a
sobrespessura de corrosão.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 13

5.5.6.1 A imposição de espessura mínima não implica, que o projetista não deve calculá-la.

5.5.6.2 Se resultar em espessura menor, adotar a mínima especificada. Se resultar em


espessura maior, acrescentar os 2,0mm de sobrespessura de corrosão.

5.5.7 As chapas devem ter uma largura mínima de 1200mm e o comprimento deve ser
definido em função da geratriz do cone e do diâmetro mínimo de calandragem definido pelo
equipamento. O complemento para fechamento do vértice pode ser executado por
prensagem.

5.5.8 Todas as soldas nas chapas do fundo cônico devem ser de topo, pelos dois lados.

5.5.8.1 As soldas verticais e horizontais são juntas qualificadas e de penetração total


(ver Item 8.2).

5.5.8.2 A fresta de chanfro lado interno ou externo do fundo, a critério do responsável pela
solda de fábrica.

5.5.8.3 O fornecedor deve dar preferência por enviar para a obra o fundo completamente
soldado ou no máximo em duas partes para que, no campo, seja somente executada a solda
de fechamento.

5.5.9 A junta do fundo com o costado admite duas variantes em função do tipo de apoio nas
colunas, com ou sem viga anelar.

5.5.9.1 Com viga anelar


a) tanto o costado quanto o fundo apoiam-se na aba superior da viga;
b) a conexão do fundo com a viga pode ser complementada com nervuras triangulares,
que estarão contidas entre o costado, a aba da viga e o fundo (a viga não deve ter
parte “molhada”);
c) a solda do costado com a viga é feita somente por fora;
d) o fundo é soldado à viga pelas nervuras e em todo perímetro em que ambos estão
em contato.

5.5.9.2 Sem viga anelar


a) todas as soldas do fundo cônico com o costado devem ser de ângulo, pelos dois
lados (interno e externo);
b) as soldas são juntas qualificadas e de penetração total;
c) o projetista deverá ter preocupação especial na região do apoio nas colunas, onde
ocorrerão maiores concentrações de tensões;
d) deve-se dar preferência por consoles soldados ao fundo e ao costado (reforçados
interna e externamente através de nervuras verticais) para centralização da carga
na coluna;
e) esses consoles devem ser montados e soldados ao fundo, na oficina, ficando
para o campo somente a solda com o costado, o qual deve ser reforçado nesta
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 14

região;
f) se necessário a chapa do costado deve ser substituída por outra de espessura
maior numa extensão, tal que as tensões permanecem dentro dos limites
admissíveis para o aço utilizado.

5.6 Projeto do costado

5.6.1 Adotar os critérios definidos no item 5.1.2. Todas as chapas devem estar perfeitamente
esquadrejadas antes da calandragem. Após a calandragem deve-se verificar o
esquadrejamento da combota.

5.6.2 Se as chapas tem espessuras diferentes, o seu alinhamento deve ser feito pela face
interna.

5.6.3 Todas as soldas nas chapas do costado devem ser de topo, pelos dois lados. As
soldas verticais são juntas qualificadas e de penetração total (ver. Item 8.2).

5.6.3.1 A fresta de chanfro assimétrica em V ou U de qualquer junta de topo pode ser dirigida
para o lado interno ou externo do costado, a critério do montador. Esta decisão deve ser
tomada considerando-se que, na montagem, a primeira solda a ser executada, tanto nas
juntas horizontais como nas verticais, deverá ser a externa e que portanto, a limpeza de raiz
será sempre interna (no caso de juntas sem chanfro de fábrica a fresta obtida com a limpeza
da raiz e portanto o chanfro será sempre interno).

5.6.4 As juntas verticais de dois anéis adjacentes não podem ser alinhadas e de preferência
devem estar afastadas de pelo menos 1/3 do comprimento de cada chapa, admitindo-se um
afastamento mínimo de 300mm nas chapas de fechamento de cada anel, devendo-se evitar
que essas juntas verticais acumulem-se numa mesma região do costado e do fundo.

5.6.5 A colocação de reforço na borda superior do costado deverá ser decidida pelo projetista
e determinada pelo cálculo, supondo que, os esforços horizontais do teto estejam
descarregando totalmente nele. Sugere-se a colocação de uma cantoneira calandrada com a
aba voltada para fora ou de um anel de chapa soldado a horizontalmente à borda do costado.

5.6.6 O cálculo da espessura das chapas de cada anel deve ser feito adotando-se a fórmula
a seguir:
e = 0,04 D (H - 0,3) + 2,0
e = espessura em mm;
D = Diâmetro em m;
H = Altura em m.

Notas: 1) Esta é a fórmula definida pela norma NBR 7821 da ABNT, na qual acrescentamos
2,0 mm de sobrespessura para corrosão;
2) Para outras definições dos critérios de cálculo adotar também a NBR 7821.

5.6.6.1 A espessura mínima a adotar nos anéis do costado deve ser definida pelo fabricante,
baseando-se no critério de cálculo definido no item 5.6.6 e em requisitos de montagem, que
garantam as tolerâncias exigidas nesta especificação. Recomenda-se a espessura mínima
de 4,76mm, já incluídos os 2,0mm de sobrespessura de corrosão. A imposição de espessura
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 15

mínima não implica que, o projetista não deva calculá-la. Se resultar em espessura menor
adotar a mínima especificada. Se resultar em espessura maior, acrescentar os 2,0mm de
sobrespessura de corrosão.

5.6.7 Todos os reservatórios terão no mínimo as seguintes aberturas no costado:


a) 1 (um) bocal de entrada d’água;
b) 1 (um) bocal de saída d’água (deve ser posicionado no fundo);
c) 1 (um) bocal extravasor.

5.6.7.1 Os reforços das aberturas devem atender aos critérios:


a) Todas as aberturas no costado com diâmetro maiores que 63 mm deverão ser
reforçadas;
b) A área mínima da seção transversal do reforço não será inferior ao produto do
diâmetro vertical do furo aberto no costado pela espessura da chapa do costado;
c) A sobrespessura resultante da diferença entre a espessura adotada e a espessura
de cálculo pode ser considerada como reforço da abertura;
d) Para efeito desta especificação só serão considerados os reforços feitos com chapas,
conforme projeto padrão P.350/_;
e) As soldas da chapa de reforço devem ser calculadas para a totalidade dos esforços
atuantes na abertura do costado;
f) Devem ser evitadas coincidências de soldas de qualquer abertura com soldas do
costado;
g) Para uma conceituação mais extensa o projetista deve consultar a norma NBR 7821
da ABNT.

5.6.7.2 O diâmetro e localização das outras aberturas serão definidos pela COPASA e deverão ser
executadas conforme projeto padrão P.350/_.

5.6.8 Sugere-se que, o extravasor seja projetado em forma de joelho, no qual a abertura interna
esteja na horizontal e nivelada com a borda inferior da cantoneira de reforço da borda do
costado, pois quando se coloca o extravasor reto na horizontal o volume do reservatório, fica
definido pela geratriz inferior deste.

5.7 Projeto do teto

5.7.1 Os tetos dos reservatórios podem ser cônicos, em forma de abóbada ou em gomos,
autoportantes conforme definido em 3.8 a 3.10.

5.7.2 A flecha máxima admissível é de 1/200 do vão com as cargas combinadas, isto é, para a
carga permanente devido ao peso próprio mais a sobrecarga.

5.7.3 As chapas do teto devem ter uma espessura mínima de 4,76mm. Nesta espessura está
incluída uma sobrespessura de corrosão de 2,0mm.

5.7.4 A inclinação do teto cônico deve ser de 15%. Nos tetos em forma de abóbada ou em gomos
considerar esta inclinação na tangente do ponto de contato com o costado.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 16

5.7.5 A espessura especificada no item 5.7.3 deve ser verificada para esta concepção estrutural,
autoportante.
5.7.6 Os tetos autoportantes podem ser reforçados, interna ou externamente, por meio de perfis ou
nervuras soldados a eles ou conformados por prensagem na própria chapa do teto. Quando
externamente os reforços não devem impedir a perfeita drenagem das águas pluviais.

5.7.7 Todas as juntas serão de topo com solda em ambos os lados com mata junta.

5.7.8 O teto autoportante deverá ser soldado ao reforço da borda do costado com solda de filete em
todo o contorno.

5.7.9 Todas as chapas que formarão o teto autoportante (cônico, abóbada ou gomos) deverão ser
pré-formadas na fábrica para composição total ou parcial na própria fábrica.

5.7.9.1 O projeto deverá detalhar para fabricação todos os segmentos que compõem o teto.

5.7.10 Todos os reservatórios terão no mínimo as seguintes aberturas no teto:


a) 1 (uma) boca de visita;
b) 1 (um) respiro com diâmetro de 200mm.

5.7.10.1 Os bocais de visita do teto devem estar de acordo com o projeto padrão P.350/_.

5.7.10.2 Nos tetos cônicos autoportantes a chapa de reforço deverá ser dimensionada de tal
forma que, a área mínima da seção transversal do reforço não seja inferior ao produto do
diâmetro do furo aberto pela espessura da chapa do teto.

5.7.10.2.1 O pescoço da boca de visita pode ser considerado como participante do reforço.

5.7.10.2.2 A boca de visita poderá ser ligeiramente deslocada da posição prevista no projeto,
com o propósito de evitar coincidência com as juntas soldadas.

5.7.10.3 A quantidade de suspiros deverá ser dimensionada a partir das vazões de


enchimento e esvaziamento fornecidos pela COPASA, ou supondo ruptura simultânea das
tubulações de saída e drenagem do reservatório.

5.7.10.3.1 Os suspiros devem ser executados conforme projeto padrão P.350/_.

5.8 Projeto das colunas e contraventos

5.8.1 As colunas, contraventos e vigas deverão ser dimensionados pelos critérios definidos
pela NBR 8800 ou AISC.

5.8.1.2 As colunas, sempre que possível, deverão ser fabricadas em uma única peça (sem
emendas), evitando-se assim a formação de seções frágeis.

5.8.1.3 A ligação da coluna com o reservatório pode ser feita parafusada ou soldada.

5.8.1.4 As ligações dos contraventos com as colunas devem ser feitas parafusadas.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 17

5.8.1.5 A ancoragem das colunas com a fundação deverá ser feita através de chumbadores.
Admite-se outros sistemas de fixação, os quais deverão ser aprovados pela COPASA.

5.8.1.6 A colocação de barras de cisalhamento na chapa de base da coluna deverá ser


decidido pelo projetista.

5.8.1.7 Os contraventos deverão ter a distância da furação dos parafusos de fixação reduzida
de 1,0mm para se obter uma sobretensão durante a montagem.

5.8.2 A solda de união das colunas com as chapas de base e com o corpo do reservatório
deverá ser feita pelos soldadores qualificados.

5.8.2.1 A preparação da extremidade dos perfís para receber a chapa de base deverá ser
rigorosa de tal forma a garantir o perfeito assentamento desta sobre a base. O fabricante é
responsável pelo seu nivelamento.

5.8.3 Na interseção de contraventos deverão ser previstas chapas de conexão e cada


conexão deverá ter o número mínimo necessário de parafusos demonstrado pelos cálculos e
pelas normas referentes.

5.9 Projeto das fundações


As instruções para projeto das fundações dos reservatórios não fazem parte desta
especificação. No entanto deverão ser consideradas alguns itens no projeto dos
reservatórios elevados.

5.9.1 A carga a ser considerada para o projeto das fundações deve ser a resultante da soma
ou combinação das seguintes cargas:
a) peso próprio do reservatório;
b) cargas adicionais prevista nesta especificação;
c) peso da água;
d) cargas devido à pressão dinâmica do vento.

5.9.2 O fornecedor deverá apresentar no desenho do reservatório o Mapa de Cargas das


colunas com planta de bases mostrando amarração de eixos e ângulos.

5.9.2.1 Deverá também desenhar o tipo de ancoragem adotado com todas as dimensões
definidas, que viabilizem o projeto dos blocos de fundação.

5.9.3 A fim de que haja redistribuição de recalques diferenciais, recomenda-se que, os blocos
de fundação estejam interligados por uma viga, dois a dois, pela periferia.

5.9.3.1 O recalque esperado, após o teste hidrostático, deve obedecer às prescrições a


seguir:
a) recalque máximo absoluto das fundações = 25mm;
b) recalque diferencial máximo em um ou dois pontos de apoio das colunas, contíguos,
deve estar limitado por aquele que provoca um desaprumo máximo do reservatório de
1/500 da altura total. O projetista deverá considerar o acréscimo de tensões que
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 18

surgem nas outras colunas e particularmente na região de apoio do reservatório


devido ao recalque de uma delas.

5.9.4 Recalque diferencial em mais de dois pontos de apoio das colunas, não contíguos (no
caso de quatro colunas, duas não contíguas) que provoque sobrecarga nas colunas restante
não pode ocorrer.

5.9.4.1 Se estiver ocorrendo devem ser tomadas providências corretivas durante a execução
do teste hidrostático.

5.9.4.2 O fornecedor não precisa sobredimensionar o sistema estrutural de apoio do


reservatório para prever esta ocorrência, exceto se explicitamente solicitado pela
COPASA.

6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE FABRICAÇÃO

6.1 Qualificação

6.1.1 Se o fornecedor tem procedimentos de fabricação próprios, desenvolvidos dentro da


padronização ISO 9000, ele deve apresentá-los para a COPASA, para avaliação.

6.1.1.1 Se os procedimentos estiverem de acordo com estas especificações, eles passarão a fazer
parte da documentação do fornecimento.

6.2 Aprovação pela COPASA

6.2.1 Antes do início do processo de fabricação o fornecedor deve estar com todos
documentos aprovados pela COPASA.

6.2.1.1 Os desenhos de projeto e detalhamento deverão seguir os padrões fixados nesta


especificação.

6.2.1.2 A aprovação pela COPASA de qualquer documento não exime o fornecedor de nenhuma
responsabilidade técnica ou civil inerentes ao fornecimento.

6.2.1.3 No caso de discrepâncias entre os desenhos e esta Norma, prevalecem as


especificações desta.

6.3 Preparação dos materiais

6.3.1 Cortes por meios térmicos devem ser feitos, preferencialmente com equipamentos
automáticos.

6.3.1.1 As bordas destinadas a receber material de solda não deverão ter entalhes ou depressões
maiores que 3,0mm.

6.3.2 Cortes com tesouras são permitidos desde que as chapas tenham espessura menor que 9,5
mm.

6.3.3 Chanfros das bordas das chapas podem ser feitos por meio térmicos ou abrasão.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 19

6.3.3.1 O chanfro executado de fábrica deverá sempre estar de acordo com o montador.

6.3.4 Tolerâncias dimensionais das chapas do costado, fundo e teto:


a) de espessura conforme ASTM A-6;
b) de comprimento = + 3 mm;
c) de largura = + 3 mm medida em qualquer ponto, sendo que a diferença máxima
entre quaisquer duas medições não pode ser maior que 4,0 mm;
d) de esquadrejamento = 4,0 mm (máx.) de diferença entre diagonais de uma mesma
chapa antes da calandragem;
e) na calandragem:
− tomando-se um gabarito com a curvatura do costado e comprimento de 2 m de
corda, as aberturas máximas entre o gabarito e a chapa as medidas podem ser:
• dentro de 1 m a partir das extremidades da chapa ( medidos na corda da
chapa ) = 3 mm;
• entre os limites acima = 6 mm;

f) flechas medidas no sentido vertical das chapas, até 5 mm/m, sendo que a
diferença máxima entre quaisquer duas medições não pode ser maior que 6 mm.

6.3.5 Tolerâncias dimensionais para perfis das colunas e contraventos:


a) para perfis laminados
− conforme ASTM A-6
b) para perfis soldados
− devem ser adotadas as tolerâncias definidas nos catálogos de
fabricantes
tradicionais de perfis soldados.

6.3.6 Havendo necessidade de desempenar o material esta operação deve ser executada por
prensagem ou outros métodos não prejudiciais ao mesmo.

6.3.6.1 Admite-se o desempeno por meio de aquecimento controlado isto é, a temperatura da área
aquecida, medida por meio de giz térmico ou outros meios aprovados, não deve ser superior
a 650o C.

6.3.6.2 A presença de mossas resultantes de impactos ou martelamento podem dar origem à


recusa da chapa.

6.3.7 Todos os perfís soldados para colunas ou vigas compostos de chapas ou de perfís laminados
deverão ser fabricados conforme indicado nos desenhos.

6.3.7.1 O processo de execução desses perfís deverá basear-se nos critérios estabelecidos no
“CODE FOR WARE WELDING IN BUILDING CONSTRUCTIONS” da AWS e na sua
fabricação deverão ser respeitados os seguintes princípios básicos:
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 20

a) todas as soldas de composição entre aba e alma e outras soldas principais deverão
ser contínuas, executadas preferencialmente com equipamento automático;
b) todas as soldas de topo deverão ser de penetração;
c) as peças acabadas deverão ficar alinhadas e mantendo a forma desejada sem
empenos, distorções ou tensões importantes de retração;
d) deverão ser respeitadas todas as tolerâncias especificadas no item 6.3.5.

6.3.8 As superfícies a soldar devem estar livres de escamas, escória, ferrugem, graxa, pintura ou
qualquer outro material estranho, que resista a uma limpeza com escova de aço.

6.3.8.1 A sequência de soldagem deverá ser estabelecida criteriosamente a fim de evitar distorções
e sejam reduzidas ao mínimo as tensões residuais por contração.

6.3.9 Todos os materiais após preparação deverão receber uma demão de tinta de fábrica (shop
primer). Antes da aplicação do shop primer as superfícies deverão estar preparadas conforme
item 12 desta especificação.

6.3.9.1 Como esta pintura é temporária e só protege o aço por curto período de exposição em
condições atmosféricas normais, o fornecedor deve executá-la somente após programação
detalhada da montagem do reservatório.

6.3.9.2 A execução desta pintura nas juntas verticais do costado deverá ser decidida com o
profissional que fará a qualificação dos procedimentos de soldagem para se decidir sobre o
uso da pintura ou de verniz protetor da junta.

6.4 Reservatórios prontos de oficina

6.4.1 Todos os reservatórios contemplados nesta Norma, cujas dimensões são definidas pelos
critérios do item 5.1.1, podem ser fabricados e transportados inteiros da oficina mesmo sendo
necessário a escolha de carretas grandes e com licença especial. Esta decisão é do
fornecedor sobre a qual a COPASA não interfere embora considere positiva esta decisão. Na
proposta técnico/comercial o fornecedor deverá informar sua decisão sobre esta questão, a
qual deverá ser confirmada na assinatura do contrato a partir, da qual não poderá ser
modificada.

6.4.2 As peças do reservatório deverão ser enviadas para obra no maior tamanho possível e numa
sequência, tal que permita um desempenho eficiente da montagem, conforme descrito a
seguir:
a) todos chumbadores, colunas e contraventos;
b) partes da viga anelar ou a viga completa (se existir);
c) partes do fundo ou o fundo completo;
d) partes do costado ou as chapas do costado;
e) escadas de marinheiro;
f) partes do teto ou o teto completo;
g) bocas de visita, bocais e reforços do costado e do teto;
h) guarda corpo do teto.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 21

6.5 Reservatórios totalmente desmontados


Esta especificação foi estruturada dentro do princípio de que serão enviadas à obra partes prontas e
pré-fabricadas na oficina, com o objetivo de se alcançar maior qualidade e controle de
fabricação. A opção de remessa, para a obra de reservatório totalmente desmontado, deverá
ser justificada junto da COPASA.

6.6 Marcação das peças


As marcas de montagem deverão ser aplicadas às peças por pintura ou outro meio adequado,
mantendo-se integralmente as designações definidas pelo projeto.

6.7 Armazenamento dos materiais

6.7.1 Chapas planas e perfis devem ser armazenadas sobre apoios de madeira, nivelados e com
espaçamento e empilhamento máximo adequados, para evitar deformações.

6.7.1.1 Devem estar, no mínimo, 10 cm acima do nível do solo.

6.7.2 As chapas calandradas, quando deitadas, devem ser armazenadas sobre berços que tenham
a mesma curvatura das chapas e estes berços podem ser fabricados de madeira ou com as
sobras recortadas das chapas.

6.7.2.1 Podem também serem armazenadas na vertical.

Nota: Em qualquer caso devem estar, no mínimo, 10 cm acima do nível do solo.

6.7.3 Flanges, bocais, luvas, parafusos, porcas e arruelas e demais peças pequenas devem ser
armazenadas em caixotes e em locais secos.

6.8 Manuseio, embarque, acondicionamento para transporte e desembarque das peças

6.8.1 O manuseio deve ser feito com equipamento e dispositivos adequados, a fim de que as peças
preparadas não sejam danificadas, ou que se deformem.

6.8.1.1 As cambotas do costado devem, preferencialmente serem manuseadas na vertical por meio
de garras.

6.8.1.2 As chapas longas do teto devem ser manuseadas por meio de balancins com comprimentos
compatíveis com o comprimento das chapas.

6.8.1.3 As peças parcialmente fabricadas devem estar adequadamente travadas, para que sejam
evitadas deformações no manuseio.

6.8.2 O veículo de transporte deve ser escolhido levando-se em conta o acesso ao local, onde
serão desembarcadas as peças.

6.8.2.1 Deverão ser tomados todas as precauções para evitar amassamentos, distorções e
deformações das peças durante o carregamento e transporte.

6.8.2.2 Os cuidados no desembarque devem seguir os critérios definidos no item 6.8.1 - com muita
atenção, pois peças danificadas na obra não dispõem dos recursos de reparo da fábrica.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 22

6.8.2.3 O acondicionamento para transporte das chapas calandradas ou de partes prontas


cilíndricas ou cônicas deve ser sobre berços de madeira ou metálicos, que tenham a mesma
curvatura delas.

6.8.3 O material, que ficar danificado, deverá ser reparado ou substituído, a critério da fiscalização,
antes do início da montagem.
6.8.3.1 Qualquer reparo ou substituição de material será às expensas do fabricante, sem ônus para
a COPASA.

6.8.4 Todo embarque de peças para a obra deve ser acompanhada de romaneios de expedição.

6.8.4.1 O encarregado da montagem deve conferir o recebimento e qualquer distorção deve ser
imediatamente comunicado à fábrica, que providenciará o embarque da(s) peça(s) faltantes,
para que não haja descontinuidade na montagem.

6.8.4.2 Pagamentos pela COPASA vinculados à fabricação só serão liberados mediante a


apresentação dos romaneios de embarque autenticados pelo Inspetor da COPASA ou pelo
encarregado da montagem.

6.9 Erros de fabricação

6.9.1 O fabricante é responsável por quaisquer erros, que impeçam a montagem correta das
estruturas, sendo impedido o uso de maçarico para o alargamento de furos ou mesmo o uso
excessivo de alargadores.

6.9.2 Qualquer erro constatado neste sentido deverá ser comunicado de imediato à fiscalização,
que aprovará as correções propostas ou tomará as devidas providencias para que a(s) peças
sejam substituídas.

6.9.3 Em qualquer caso as correções procedentes não implicarão em custos adicionais à COPASA.

7 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE MONTAGEM DE CAMPO

7.1 Desembarque e armazenamento das peças

7.1.1 A obra deve dispor de equipamento adequado para o desembarque seguro das peças.

7.1.2 As peças devem ser armazenadas com os mesmos cuidados definidos no armazenamento de
fábrica e devem ser estocadas numa sequência adequada à montagem de forma que se evite
manuseio desnecessário.

7.2 Verificação das bases

7.2.1 A orientação e elevação das bases deve ser conforme definido no projeto da fundação.

7.2.1.1 O nivelamento e a elevação da base devem estar marcados de modo visível, na própria
base.

7.2.2 Tolerâncias nas bases como se segue:


COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 23

a) nivelamento
− 3,0 mm entre as bases. Este nivelamento deve ser obtido através de calços de
chapas de aço antes da montagem das colunas e corrigido durante a montagem.

b) diâmetro da base
− a tolerância no raio que passa pelo centro das bases deve ser igual ou menor
que 12mm.
− o conjunto de fixação (chumbadores e chapa de base) deve permitir este ajuste.

7.3 Montagem das colunas e contraventos

7.3.1 A montagem das colunas e contraventos segue os critérios normais de montagem de estrutura
metálica convencional, isto é:
a) executa-se a montagem do conjunto sem aperto dos parafusos;
b) executa-se o alinhamento e ajustes de prumos ou ângulos;
c) efetua-se o aperto final dos parafusos.

7.3.2 Não serão permitidos alargamentos de furos com maçarico e nem o uso excessivo de
alargadores.

7.4 Montagem e solda da viga anelar

7.4.1 Normalmente os projetistas dão preferência para viga tipo caixão devido à natural resistência
desse tipo de seção à torção.

7.4.2 A emenda dos segmentos do anel no campo deverá ser executada, conforme previsto no
projeto e por soldadores e processos qualificados.

7.4.3 O montador deve dispor na obra de recursos suficientes, para nivelar e travar o conjunto
durante a soldagem, a fim de se evitar a sua torção, que, se ocorrer, dificilmente será
corrigida.

7.4.4 As tolerâncias de montagem de viga anelar são:

a) nivelamento
− 3,0 mm em qualquer arco de 6,0m. A diferença de nível entre dois pontos
quaisquer da periferia deve ser igual ou menor que 5,0mm.

b) de ovalização
− o raio da viga anelar não deve exceder 0,2% do diâmetro com um máximo de
10,0mm.

7.5 Montagem e solda do fundo


COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 24

7.5.1 A emenda dos segmentos do fundo cônico no campo deverá ser executada conforme previsto
no projeto e por soldadores qualificados.

7.5.1.1 As tolerâncias de montagem do fundo cônico deverão estar de acordo com o item 7.5.2
desta Norma.

7.5.2 As juntas devem ser cuidadosamente ajustadas e mantidas na posição durante a soldagem.
7.5.2.1 O desalinhamento dessas juntas, concluídas, não devem exceder 10% da espessura da
chapa ou 2,0mm.

7.5.3 O montador deve utilizar todos os dispositivos de montagem necessários para impedir a
deformação durante a soldagem.

7.5.4 A circularidade deve ser medida em todos os anéis do fundo antes do início da soldagem e ser
acompanhada durante sua execução.

7.5.4.1 Os raios devem ser medidos em um plano horizontal situado 300mm acima da junta
horizontal soldada inferior de cada anel, obedecendo as tolerâncias fixadas no item 6.3.4.

7.5.5 Existindo viga anelar, o montador deverá decidir, se fará a solda do fundo antes do içamento
para o topo das colunas ou após.

7.5.5.1 Esta decisão deverá ser tomada em função do grau de dificuldade de execução das soldas
(acessibilidade) particularmente na região dos apoios e em função do planejamento de
montagem.

7.5.6 As aberturas (saída d’água e dreno) e consoles de apoio nas colunas devem vir para a obra
já prontos da fábrica (montados e soldados ou só montados).

7.5.7 Após o içamento do fundo cônico (com ou sem viga anelar) deve-se iniciar a montagem e
solda do costado.

7.5.7.1 As soldas entre o costado e o fundo devem ser feitas após a soldagem das soldas verticais
do primeiro anel (preferencialmente após a montagem do segundo anel - Ver sequência de
montagem do costado).

7.5.8 A sequência exposta no item anterior não é impositiva, podendo, o montador, estabelecer
outra sequência resultante de sua experiência, a qual tem como objetivo reduzir as
contrações devido à soldagem e a concentração de tensões.
Nota: Em qualquer caso a responsabilidade final pela qualidade do equipamento é do
montador.

7.6 Montagem e solda do costado

7.6.1 As chapas do primeiro anel podem ser posicionados ponteando-as no fundo (ou na viga
anelar) e, por meio de atracadores (chapas de atração) que puxam uma chapa contra a outra,
até que o afastamento nas juntas estejam corretos e as chapas alinhadas.

7.6.2 Se forem utilizados pontos de solda, para posicionar as chapas e se esses pontos forem
incorporar à solda definitiva, eles devem ser executados e como tal inspecionados.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 25

7.6.3 As juntas verticais devem ser cuidadosamente ajustadas e mantidas na posição


durante a soldagem.

Notas: 1) o desalinhamento dessas juntas, concluídas, não devem exceder 10% da


espessura da chapa ou 2,0mm.
2) todas as juntas verticais devem ser ajustadas, menos uma (a de fechamento), que
só será ajustada após execução de todas as soldas verticais.
7.6.3.1 Nas juntas horizontais, já concluídas, a chapa superior não deve projetar-se além da
chapa inferior, mais do que 20% da sua espessura limitado ao máximo de 2,0mm.

7.6.4 É recomendável que seja montado o segundo anel, executado todos os seus ajustes e
fixações provisórias antes de se iniciar a soldagem definitiva do primeiro anel.

7.6.5 Todas as soldas verticais do primeiro anel devem ser as primeiras a serem executadas.

7.6.5.1 Executa-se, primeiramente, a solda externa do reservatório; a seguir, após a .limpeza


de raiz com lixadeira, executa-se a solda do lado interno.

7.6.5.2 Confere-se o diâmetro, faz-se o ajuste da junta de fechamento e executa-se sua


solda.

7.6.6 Logo a seguir executa-se a solda entre o costado e o fundo conforme item 5.7.7.

7.6.7 Sucessivamente, monta-se o terceiro anel, executa-se a solda vertical do segundo (a


solda vertical de fechamento, só deve ser executada após o ajuste da junta horizontal) e a
solda horizontal do primeiro com o segundo anel.

7.6.7.1 Esta sequência deve ser seguida até o final, isto é, sempre com um anel superior
montado antes da execução das soldas; resumidamente, deve-se sempre executar todas as
soldas verticais menos uma (a do fechamento) e passa-se ao ajuste da junta horizontal.

Nota: A solda da junta vertical de fechamento só deve ser feita após ajustagem da junta
horizontal.

7.6.8 A sequência exposta nos itens acima não é impositiva podendo, o montador,
estabelecer outra sequência resultante de sua experiência, a qual deve ser submetida à
aprovação da COPASA.

Nota: Em qualquer caso a responsabilidade final pela qualidade do equipamento é do


montador.

7.6.9 Dispositivos de montagem

7.6.9.1 O montador deve utilizar todos os dispositivos de montagem necessários para impedir
deformação durante a soldagem.

7.6.9.2 Deve ser dada preferência àqueles que limitem apenas as deformações transversais
(das soldas verticais).
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 26

7.6.9.3 Deve-se diligenciar no sentido de minimizar a quantidade de pontos de solda usando,


sempre que possível grampos fixadores de montagem, imãs e dispositivos de içamento que
não exijam pontos de solda.

7.6.9.4 Onde não for possível a utilização de grampos, serão utilizadas tiras espaçadoras
para assegurar o correto espaçamento da garganta antes de pontear.

7.6.10 A circularidade deve ser medida em todos os anéis do costado antes da montagem do
anel seguinte.

7.6.11 O anel não deve estar travado com espias ou outros dispositivos estruturais
temporários, que possam restringir deformações e interferir com o valor do raio.

7.6.12 Os raios devem ser medidos em um plano horizontal situado 300 mm acima da junta
horizontal soldada inferior de cada anel, obedecendo as tolerâncias fixadas no item 6.3.4
desta especificação.

7.6.13 O nivelamento do topo de cada anel deve ser tal que apresente um desnível máximo
de 3,0mm para pontos consecutivos distantes 2,0m um do outro, ao longo do perímetro e
com um máximo de 6,0mm para pontos não consecutivos.

7.6.14 Correções

7.6.14.1 A fim de se impedir que deformações ou desnivelamentos se propaguem para os


anéis seguintes deve-se providenciar correções, que só poderão ser executadas após a
apresentação de procedimentos de reparo.

7.7 Reforço de topo

7.7.1 A cantoneira de topo, pode ser soldada de topo ou sobreposta ao último anel do
costado.

7.7.2 Os segmentos devem ser posicionados e emendados antes da soldagem com o


costado (menos o fechamento).

7.7.3 As tolerâncias de circularidade e nivelamento devem ser as mesmas estabelecidas para


os anéis do costado.

7.7.4 A sequência de soldagem deve ter os critérios bem definidos para evitar contrações
excessivas.

7.7.5 As aberturas e seus reforços deverão ser executados no costado após sua marcação
de elevação e eixos. As chapas de reforço devem vir preparadas da fábrica.

7.8 Montagem e solda do teto

7.8.1 A emenda dos segmentos do teto cônico no campo deverá ser executada conforme
previsto no projeto.

7.8.1.1 O montador deverá decidir se fará a emenda das partes antes ou depois do içamento.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 27

7.8.1.2 A decisão deverá ser tomada em função dos recursos de montagem disponíveis na
obra.

7.8.1.3 As tolerâncias de montagem do teto cônico deverão estar de acordo com o item 6.3.4
desta Norma.

7.8.2 As juntas devem ser cuidadosamente ajustadas e mantidas na posição durante a


soldagem.

7.8.2.1 O desalinhamento dessas juntas, concluídas, não devem exceder 10% da espessura
da chapa ou 2,0mm.
7.8.3 O teto autoportante deverá ser soldado ao reforço da borda do costado com solda de
filete em todo o contorno.

7.8.4 As aberturas (saída d’água e dreno) e consoles de apoio nas colunas devem vir para a
obra já prontos da fábrica (montados e soldados ou só montados) no fundo.

7.8.5 A sequência exposta no item acima não é impositiva podendo, o montador, estabelecer
outra sequência resultante de sua experiência a qual tem como objetivo reduzir as contrações
devido à soldagem e a concentração de tensões.

7.8.5.1 Em qualquer caso a responsabilidade final pela qualidade do equipamento é do


montador.

7.8.6 As aberturas no teto devem ser executadas conforme previsto no projeto (boca de visita
e respiros).

7.8.6.1 As aberturas devem vir para a obra já prontos da fábrica (montados e soldados ou só
montados) no teto.

7.8.7 A montagem e solda dos corrimãos e escadas de marinheiro devem ser executadas
conforme o projeto.

7.8.7.1 No caso do guarda corpo observar que a cantoneira do topo está com a aba voltada
para fora e portanto a chapa vertical de fixação do montante deve ter recorte adequado, para
envolver a cantoneira e para ser soldado nela e no costado.

8 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE SOLDAGEM

8.1 Processos de soldagem

8.1.1 O reservatório e suas estruturas podem ser soldados pelos processos de solda a arco elétrico
com eletrodo revestido, a arco submerso ou a arco elétrico com proteção gasosa.

8.1.2 A soldagem poderá ser manual, automática ou semi-atutomática de acordo com os


procedimentos de soldagem e executada por soldadores ou por operadores qualificados.

8.1.2.1 As soldas não devem ser executadas, quando:


a) as partes estiverem molhadas;
b) sob ação de ventos fortes ou;
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 28

o
c) quando a temperatura do meio ambiente for igual ou menor que 0 C.

8.1.3 A obra deve dispor de estufa para armazenamento de eletrodos (ou outros consumíveis
conforme o processo de soldagem), que disponha de meio de aquecimento para manter a
o o
temperatura interna 5 C acima da temperatura ambiente e nunca abaixo de 20 C.

8.1.3.1 A necessidade de estufas para secagem de eletrodos, que exigem temperaturas até
o
400 C, deve ser decidida pelo montador em função das condições locais da obra.

8.1.3.2 Cada soldador deve dispor de porta eletrodo adequado, para manter a secagem dos
eletrodos revestidos.
8.1.4 O fornecedor deve preferencialmente manter a marca comercial do consumível, com o qual se
estabeleceu o Procedimento de Soldagem.

8.1.4.1 Quando por qualquer razão a marca comercial for mudada, deve-se necessariamente
manter a mesma classificação, isto é, o limite de resistência do metal depositado deve ser no
mínimo igual ao limite de resistência especificado para o metal de base e a especificação do
projeto feita conforme ASME Seção II Parte C (eletrodo revestido: SFA 5.1 ou SFA 5.5) ou
AWS (eletrodo revestido A5.1 ou A5.5 - E70XX ou compatível com o material utilizado) para
metal de base Aço Carbono.

8.1.4.2 Para outras especificações de aço e processos de soldagem o montador deve escolher o
consumível adequado.

8.2 Qualificação dos procedimentos de soldagem

8.2.1 Os Procedimentos de Soldagem para todas as juntas verticais do costado e todas as juntas do
fundo devem ser qualificados de acordo com as regras dadas na qualificação de solda
definidas na Section IX - ASME Boiler and Pressure Vessel Code, mesmo que, os aços da
presente especificação não estejam na tabela Q-11.1 da Section IX do Código ASME.

8.2.2 O processo de soldagem deve ser qualificado em conformidade com o código ASME, Seção
IX, onde devem ser realizados os ensaios de tração e dobramento. O limite mínimo de
resitência à tração deve ser de 100% do metal base adotado.

8.2.3 Em qualquer caso o projetista tem a palavra final, podendo requerer qualificação mais
rigorosa.

8.2.4 O procedimento de soldagem (PS) deve ser elaborado com base nas especificações do
projeto, dos consumíveis, dos metais de base, de acordo com as condições reais, que a obra
receberá as juntas (com verniz ou com pintura shop primer) e com a experiência do
executante.

8.2.4.1 O PS deve conter no mínimo todas as informações previstas nas respectivas normas
aplicáveis, além de:
a) identificação da norma de qualificação;
b) croqui da junta e do chanfro;
c) croqui da sequência de passes;
d) marca comercial dos consumíveis.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 29

Nota: Qualquer PS deve ser elaborado por pessoal treinado para esta finalidade.

8.2.3.3 O Procedimento de Soldagem (PS) deve ser elaborado e acompanhado por pessoal treinado
e qualificado para esta atividade. O pessoal envolvido deve ser credenciado pelo Sistema
Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal de Soldagem (SNQC) da Fundação
Brasileira de Tecnologia em Soldagem (FBTS) no nível II (dois).

8.2.3.4 O Registro de Qualificação do Processo de Soldagem (RQPS) e dos soldadores deve ter um
prazo de validade de 01 (um) ano.

8.3 Qualificação de pessoal - Soldador e operador de soldagem

8.3.1 Os soldadores e operadores de soldagem de juntas qualificadas devem ser testados conforme
Section IX do código ASME Boiler and Pressure Vessel Code.

8.3.2 Esses documentos de qualificação devem ser elaborados para cada teste aprovado de cada
soldador ou operador de soldagem. O CQS (Certificado de Qualificação de Soldadores e
Operador de Soldagem) deve conter, no mínimo:
a) nome do soldador ou operador de soldagem;
b) código de identificação (sinete) do profissional;
c) identificação da norma de qualificação;
d) identificação do Pocedimento de Soldagem empregado;
e) processo de soldagem;
f) todas as variáveis essenciais com os valores efetivamente empregados na
qualificação e os limites qualificados;
g) tipo de prova utilizados;
h) resultado dos exames e testes;
i) identificação, data de emissão e nome da instituição emitente dos relatórios de
registro dos ensaios, exames e testes efetuados.

8.3.3 O fornecedor deve manter uma RQS para cada norma de qualificação aplicável, na qual são
transcritas a qualificação de um determinado soldador ou operador de soldagem. A RQS
deve conter, no mínimo:
a) identificação da norma de qualificação;
b) identificação do profissional;
c) número do Certificado de Qualificação de Soldador ou Operador de Soldagem;
d) todas as variáveis essenciais aplicáveis com as faixas qualificadas;

8.3.4 Cada junta qualificada vertical ou de chapas de reforço deve ser identificada através da
estampagem, junto dela o sinete de identificação do profissional, que executou a solda. Esta
estampagem pode ser dispensada se o montador adotar um sistema de registro entre os
soldadores e as juntas.

8.4 Reparos de soldas


COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 30

8.4.1 Toda solda, visualmente inspecionada e que não atenda aos critérios de aceitação
previstos, deverá ser reparada em conformidade com o previsto na AWS D.1.1.

9 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA TESTES

9.1 Testes a serem realizados

9.1.1 Todos os reservatórios deverão ser testados hidrostaticamente antes da execução da pintura.
9.1.2 Todas as soldas do fundo e do teto deverão ser testadas quanto à estanqueidade com
Câmara de Vácuo.

9.1.3 As soldas verticais do costado deverão ser testadas com líquido penetrante durante sua
execução, com líquido penetrante e com ultrasom ou raio X, após finalizada a solda.
(conforme critérios estabelecidos no item 8.1).

9.1.4 Todas as soldas do costado e fundo devem ter sua estanqueidade verificada durante a
execução do teste hidrostático.

9.2 Teste hidrostático do costado e do fundo

9.2.1 O fornecedor deverá elaborar procedimento para execução do teste hidrostático, para
aprovação da COPASA.

9.2.2 Deverá ser verificada a disponibilidade de água doce (de preferência potável) para a
realização dos testes.

9.2.2.1 Caso esteja disponível somente água salobra e/ou poluída é obrigatório o uso de inibidores
de corrosão ou uso de outros produtos a serem definidos junto com a COPASA.

9.2.3 As condições de segurança do local deverão ser verificadas antes e durante a realização do
teste.

9.2.4 Se alguma deformação estiver ocorrendo no costado e/ou fundo durante a realização do teste,
este deve ser interrompido para verificação.

9.2.5 Devem ser verificados possíveis vazamentos, que estejam ocorrendo no fundo do costado e
os pontos devem ser identificados para correção.

9.2.5.1 Em caso de vazamentos durante o teste hidrostático, o teste deve ser repetido, sem o
controle de recalque das bases, e verificados apenas os pontos reparados.

9.2.6 Antes da execução do teste hidrostático deve-se executar o grauteamento das bases de todas
as colunas, utilizando-se produtos adequados para grauteamento.

9.2.7 A altura da coluna de água deve ultrapassar de 50mm o topo da cantoneira de reforço da
borda superior do costado.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 31

9.2.7.1 O fornecedor deve providenciar flanges cegos para o extravasor, bem como, para todos os
outros bocais.

9.2.8 O enchimento do reservatório deve ser feito de forma controlada, para evitar que possa
ocorrer ruptura na fundação.

9.2.8.1 Quando as condições do solo forem boas e os recalques esperados forem pequenos, o
reservatório deve ser enchido até a metade (1/2 H), o mais rapidamente possível,
dependendo da disponibilidade de bombeamento e de suprimento de água.

9.2.9 Em seguida, ao meio enchimento deve-se fazer as medidas dos pontos de referência de nível,
para que seja verificado se houve algum recalque exagerado ou desigual.

9.2.9.1 Em caso negativo o reservatório deve ser enchido até 3/4 H quando então deverão ser
feitas novas medições de nível.

9.2.10 Desde que os recalques continuem por igual e dentro dos limites esperados, o reservatório
poderá ser enchido até o final e novamente serem medidos os níveis.

9.2.10.1 A carga completa de água deverá ser mantida por 48 horas, no mínimo.

9.2.10.2 Caso os níveis mantenham-se sensivelmente constantes, o reservatório poderá ser


esvaziado para limpeza de início dos trabalhos de pintura.

9.2.11 Em terrenos fracos onde puderem ser esperados grandes recalques desiguais ou,
quando for possível a ocorrência de deslizamentos, a velocidade de enchimento não poderá
ser mais do que 0,6m por dia, até o nível da água atingir cerca de 3,0m, quando deverá ser
interrompido o enchimento e anotadas, diariamente, as medições nos pontos de referência de
nível para acompanhar a variação dos recalques com o tempo.

9.2.11.1 Quando o acréscimo diário dos recalques começar a diminuir, pode-se prosseguir o
enchimento do reservatório, acrescentando a cada dia uma quantidade maior de água, desde
que, as medições de nível mostrarem, que os recalques estão diminuindo a cada novo
aumento de carga.

9.2.11.2 Quando o enchimento estiver próximo do final a admissão de água deverá ser feita
pela manhã, depois de uma primeira verificação dos níveis, para que se possa ter o dia inteiro
para acompanhar os recalques e também a possibilidade de esvaziar o reservatório caso haja
o acréscimo anormal nos recalques.

9.2.11.3 Neste caso, vê-se que o teste pode demorar bastante tempo e o fornecedor deverá
estar avisado para providências no seu cronograma de entrega do reservatório.

9.3 Testes nas soldas verticais do costado e do fundo

9.3.1 O teste deve estender-se por, no mínimo, 500mm de solda nas seguintes quantidades e
localizações.
a) primeiro e segundo anéis:
− nestes anéis deverá ser feito um teste para cada junta vertical.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 32

Nota: Deve-se considerar que 25% (vinte cinco por cento) destes testes deve coincidir
com o cruzamento da solda horizontal;
− no caso de rejeição de uma junta, aumentar o teste conforme o critério
estabelecido nos itens 9.3.1.1 e 9.3.1.2 desta Norma.
b) demais anéis:
− nos demais anéis executar teste em 50% (cinquenta por cento) das juntas verticais.
Entre estas juntas deverá estar necessariamente aquelas de fechamento do anel;
− em caso de rejeição de uma junta, executar teste no restante das juntas e sempre
adotar o critério estabelecido nos itens 9.3.1.1 e 9.3.1.2 desta Norma.

9.3.1.1 Sempre que um teste cobrir uma seção de junta refugada, deverão ser executados
novos testes adjacentes a fim de definir os limites do defeito.

9.3.1.2 Se os novos testes continuarem a demonstrar que, a junta soldada apresenta defeitos,
outros tantos deverão ser executados até que, os referidos limites sejam perfeitamente
definidos.

9.3.2 Trincas ou outros defeitos estruturais da solda deverão ser eliminadas, retirando-se o
cordão defeituoso em ambas as faces da junta e refazendo-se a solda.

9.3.2.1 O reparo de juntas soldadas só pode ser feito com o reservatório vazio ou com a água
a um nível 300mm abaixo do local a ser reparado.

9.3.2.2 O procedimento de reparo de uma junta, numa mesma região, só poderá ser realizado
por 03 (três) vezes, após o que a junta é recusada e o fornecedor deverá repor totalmente o
material da região defeituosa através de procedimento aprovado pela COPASA.

9.3.3 Os testes poderão ser executados por equipes qualificadas do próprio fornecedor, ou
terceirizados com empresas habilitadas e com equipamentos adequados.

9.3.3.1 O executante dos testes deverá emitir Laudo Técnico, qualificando as juntas conforme
projeto. Este Laudo Técnico deverá fazer parte do DATA BOOK.

9.3.4 Os gastos provenientes de ensaios, radiografias ou qualquer outro procedimento


requerido pela inspeção em número e magnitude razoáveis estarão totalmente a cargo do
fabricante.

9.4 Teste do teto do reservatório

9.4.1 Após a soldagem das chapas do teto, este deve ser testado pela aplicação de vácuo às
juntas usando espuma de sabão, óleo de linhaça ou água + sabão + glicerina ou outro
material adequado para indicação de vazamento.

9.4.2 O teste a vácuo pode ser convenientemente executado com uma caixa metálica de
teste (largura = 150mm, comprimento = 750mm) com uma tampa de vidro.

9.4.2.1 O fundo aberto deve ser selado contra a superfície do fundo com uma junta de
espuma de borracha.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 33

9.4.2.2 A caixa deve ter conexões, válvulas e manômetros adequados.

9.4.3 Para fazer-se o teste recobre-se com solução de espuma de sabão ou com óleo de
linhaça um trecho de aproximadamente 750mm de cordão de solda e o vácuo deve então ser
aplicado à caixa..

9.4.3.1 A presença de porosidade na solda é indicada pelo borbulhamento ou espuma


produzida pelo ar succionado, através do defeito.

9.4.4 O vacuômetro instalado diretamente na caixa deverá registrar como valor mínimo o
2
vácuo de 100mm Hg (2,0 psi ou 141 kgf/cm ), durante um período de 15 minutos.

10 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE PINTURA/SISTEMA DE PROTEÇÃO ANTICORROSIVA

10.1 Qualidade das tintas e pintura

10.1.1 O fornecedor é responsável pela qualidade do produto devendo, em razão disto, ficar
atento às embalagens, sua conservação, identificação e conferência dos certificados das
tintas, prazo de validade, etc.

10.1.2 Se os materiais forem enviados para a obra com shop primer , esta pintura deverá ser
removida apenas nas partes danificadas, antes da aplicação dos esquemas de pintura
indicados nesta especificação.

10.1.3 O reservatório só deve ser pintado após o teste hidrostático.

10.1.4 Os locais para armazenamento de tintas, solventes e diluentes devem ser cobertos,
bem ventilados, não sujeitos a calor excessivo, protegidos contra centelhas e raios diretos do
sol.
10.1.4.1 O local deverá dispor de extintor de incêndio adequado para uso neste de fogo.

10.1.4.2 O empilhamento máximo dos recipientes deve ser de 20 (vinte) galões ou 5 (cinco)
baldes.

10.1.4.3 O armazenamento deve ser feito de forma tal que possibilite a retirada, em primeiro
lugar, do material mais antigo no depósito e que a movimentação seja feita de forma a evitar
danos.

10.1.4.4 Toda tinta ou componente deve ser homogeneizado em seus recipientes originais,
antes e durante a mistura e, na aplicação deve ser agitada frequentemente a fim de manter o
pigmento em suspensão.

10.1.4.5 A tinta ou componente não pode ser retirada de seu recipiente original, antes que
todo o pigmento sedimentado não for incorporado ao veículo.

Nota: Caso haja dificuldade na dispersão do pigmento sedimentado a tinta não deve ser
utilizada.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 34

10.1.4.6 A tinta também não pode ser utilizada caso se tenha formado nata, pele ou
espessamento em lata recém aberta, nem quando o seu tempo de vida útil (“pot life”) tenha
sido ultrapassado.

10.1.4.7 A homogeneização pode ser feita manual ou mecanicamente sendo que as tintas
pigmentadas com alumínio devem ser misturadas manualmente e as tintas ricas em zinco,
mecanicamente.

Nota: Não é permitido o uso de fluxo de ar sob a superfície da tinta, com a finalidade de
misturá-la ou homogeneizá-la..

10.1.4.8 Tintas a dois ou mais componentes devem ter os mesmos homogeneizados


separadamente e então misturados exatamente de acordo com os métodos e nas proporções
recomendadas pelo fabricante.

10.1.4.9 A homogeneização, a mistura a diluição só devem ser feitas por ocasião da


aplicação.

10.1.5 As tintas a serem pulverizadas, se não tiverem sido formuladas especificamente para
essa modalidade de aplicação, podem requerer diluição, quando por meio de ajustagem ou
regulagem do equipamento de ar não for possível obter aplicação satisfatória.

Nota: Quando houver necessidade de diluição das tintas, para facilitar a aplicação deve ser
usado o diluente especificado pelo fabricante da tinta, não devendo ser ultrapassada a
quantidade máxima recomendada para cada método de aplicação.

10.1.5.1 Os pintores não podem adicionar diluente à tinta, depois desta ter sido diluída até a
consistência correta.

10.1.5.2 A tinta não deve permanecer nos depósitos dos pulverizadores e baldes dos pintores
de um dia para o outro.

10.1.5.3 Somente as tintas de um componente e a tinta de alumínio fenólica podem ser


aproveitadas. Neste caso as sobras de tintas devem ser recolhidas a um recipiente, que deve
ser fechado e novamente misturadas e/ou homogeneizadas antes de seu novo uso.

10.1.5.4 Nas tintas de dois componentes de cura química deve ser respeitado o tempo de
indução e o tempo de vida útil após a mistura (“pot life”).

Nota: Não é permitido a adição de secantes à tinta.

10.1.5.5 Toda a superfície, antes da aplicação de cada demão de tinta, deve ser limpa por
meio de escova ou vassoura de pelo, sopro de ar ou pano úmido para remover a poeira.

10.1.6 Não deve ser feita nenhuma pintura quando a temperatura ambiente for inferior a 5o C,
e nem quando houver expectativa de que, a temperatura ambiente possa cair até 0oC antes da
tinta ter secado.

10.1.6.1 Igualmente não deve ser feita nenhuma pintura, quando a temperatura da superfície
metálica seja inferior à temperatura de ponto de orvalho + 3oC, inferior a 5oC ou superior a
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 35

o
52 C e nem quando a umidade relativa do ar for superior a 85%, estiver chovendo, houver
nevoeiro ou bruma.

10.2 Processos de aplicação

10.2.1 Pistola convencional destina-se à pintura de grandes extensões e tem grande


produtividade.

10.2.1.1 O ar comprimido não pode estar contaminado de água ou óleo e o equipamento deve
ser provido de separadores contendo sílica gel e carvão ativado para retirada de água e óleo,
respectivamente, devem:
a) ser constantemente drenados;
b) dispor ainda de reguladores e medidores de pressão do ar e da tinta;
c) ser ajustada a pressão em função da tinta, que está sendo pulverizada e, sempre que
necessário para compensar as elevações da pistola acima do depósito;
d) a pressão do ar na pistola deve ser suficientemente alta para atomizar a tinta porém
não tão alta, que venha causar excessiva neblina ou excessiva evaporação do
solvente ou perda por excesso de pulverização.

10.2.1.2 Durante a aplicação a pistola deve ser mantida perpendicular à superfície e a uma
distância constante, que assegure a deposição de uma película úmida de tinta devendo a tinta
chegar à superfície ainda pulverizada.

10.2.1.3 Bicos e agulhas devem ser os recomendados pelo fabricante do equipamento para a
tinta a ser pulverizada. A COPASA recomenda o uso deste processo de aplicação na pintura
de seus reservatórios, pela garantia que se tem de uma maior uniformidade da espessura da
película.

10.2.2 Rolos devem ser usados para a pintura de extensas áreas planas, cilíndricas ou
esféricas de raio longo, exceto quando se tratar de tintas a base de silicatos inorgânicos.

10.2.2.1 A largura do rolo deve ter no máximo 175mm (7”).

10.2.2.2 A aplicação deve ser feita:


a) em faixas paralelas, começando pela parte superior do reservatório;
b) a demão seguinte deve ser dada em sentido transversal (cruzado) à anterior;
c) entre faixas adjacentes deve ser dada uma sobreposição mínima de 5,0cm;
d) a aplicação deve ser feita de modo que a película não apresente bolhas,
arrancamento da demão anterior ou impregnação de pelos arrancados do rolo.

10.2.2.3 O uso do processo de aplicação por rolo exige uma inspeção mais rigorosa, a fim de
se garantir a uniformidade da película.

10.2.2.4 Todos os testes serão de responsabilidade do fornecedor.

10.2.3 Deve ser usada trincha para pintura de regiões soldadas, superfícies irregulares,
cantos vivos e cavidades (nos cordões de solda a aplicação de tinta deve ser obrigatoriamente
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 36

a trincha como no caso de juntas sobrepostas), exceto quando se tratar de tintas a base de
silicatos inorgânicos.

10.2.3.1 A largura da trincha deve ter no máximo 125mm (5”).

10.2.3.2 A trincha deve ser construída de fibra natural, vegetal ou animal e não devem deixar
desprender fibras durante a execução da pintura.

10.2.3.3 A aplicação deve ser feita de modo que a película não apresente marcas da trincha
após a secagem e escorrimentos e ondulações devem ser corrigidos imediatamente com a
trincha.

10.3 Procedimentos de aplicação de pintura

10.3.1 Preparo da superfície para pintura interna:


a) aplicar jato abrasivo ao metal branco padrão Sa-3 conforme a norma SIS 05 59 00-84
- Pictorial Surface Preparation Standardes for Painting Steel Surfaces (Swedish
Standardes Association;
b) deve-se obter um acabamento, que corresponda a uma das gravuras Sa3 da referida
norma;
c) o processo de aplicação do jateamento poderá ser seco;

10.3.1.1 Para aplicação da tinta de fundo:


a) após inspeção e preparo da superfície, aplicar 1 (uma) demão de PRIMER EPOXI
POLIAMIDA BICOMPONENTE, atóxica - sem metais pesados (óxido de chumbo,
cromatos ou molibdatos) sem fenóis ou outras substâncias patogênicas próprio para
água potável e atestados por instituição especializada e de fé pública, na cor do
fabricante (não pode ser branco), com 150 micra por demão de película seca, por
meio de rolo ou pistola e com um mínimo de 58% de sólidos por volume;
b) a pintura de fundo mínimo de 150 micras não computa a micragem do shop primer;
c) o intervalo de tempo mínimo e o máximo entre demãos deve ser conforme
estabelecido pelo fabricante;
d) o montador deverá verificar junto ao fabricante a toxicidade desta tinta, antes da
liberação de aplicação nas condições internas do reservatório.
e) as tintas para contato com água potável deverão ter o Certificado de Aprovação de
Laboratório. O produto deverá atender aos dispositivos da Portaria SVS N.912, da
Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, de 13 de novembro de
1998 (correspondentes às resoluções GMC nos 30/92, 36/92, 56/92, 87/93 e 95/94 da
Mercosul), para contato com alimentos aquoso não ácidos (tipo I), à temperatura
ambiente.

10.3.1.2 Para a tinta de acabamento, proceder conforme se segue:


a) após inspeção da tinta de fundo, aplicar 2 (duas) demãos de tinta EPOXI
POLIAMIDA BICOMPONENTE DE ALTA ESPESSURA, atóxica - sem metais
pesados (óxido de chumbo, cromatos ou molibdatos) sem fenóis ou outras
substâncias patogênicas, próprio para água potável e atestados por instituição
especializada e de fé pública, com 150 micra por demão de película, seca (cor
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 37

BRANCA, notação Munsell 9.5), por meio de rolo ou pistola e com um mínimo de
58% de sólidos por volume;
b) o intervalo de tempo mínimo e o máximo entre demãos deve ser conforme
estabelecido pelo fabricante;
c) o montador deverá verificar junto ao fabricante a toxicidade desta tinta antes da
liberação de aplicação nas condições internas do reservatório;
d) proceder conforme item 10.3.1.1-e) desta Norma.

10.3.2 Preparo da superfície para pintura externa:


a) aplicar jato abrasivo ao metal quase branco padrão Sa 2 ½ conforme a norma SIS
05 59 00 - 84 - Pictorial Surface Preparation Standards for Painting Steel Surfaces
(Swedish Standards Association);
b) deve-se obter um acabamento, que corresponda a uma das gravuras Sa 2 ½ da
referida norma;
c) o processo de aplicação do jateamento poderá ser seco ou úmido;
d) deverá ser necessariamente úmido, se a localização do reservatório for em área
habitada.

10.3.2.1 Para aplicação da tinta de fundo:


a) após inspeção e preparo da superfície, aplicar 1 (uma) demão de PRIMER EPOXI DE
ALTA ESPESSURA BI COMPONENTE (poliamida, polianina ou mastique), na cor do
fabricante (não pode ser branco), com 125 micra por demão de película seca por meio
de rolo ou pistola e com um mínimo de 58% de sólidos por volume;
b) a pintura de fundo mínimo de 125 micras não computa a micragem do shop primer;

10.3.2.2 Para aplicação da tinta de acabamento:


a) após inspeção da tinta de fundo aplicar 1 (uma) demão de POLIURETANO
ALIFÁTICO (poderá ser acrílico) BI COMPONENTE, SEMI-BRILHO, com 80 micra por
demão de película seca na cor BRANCA (notação Munsell N 9.5) por meio de rolo ou
pistola;
b) o intervalo de tempo mínimo e o máximo entre demãos deve ser conforme
estabelecido pelo fabricante;
c) proceder conforme o item 10.3.1.1-e) desta Norma.

10.4 Testes

10.4.1 O fornecedor deve realizar, na presença do Inspetor da COPASA, testes de:


a) Aderência, Espessura da Película Seca e Holiday Detector (uniformidade da película)
− a inspeção visual deve ocorrer concomitantemente com a execução da
pintura, a fim de se detectar escorrimentos, ondulações, bolhas, marcas de
aplicação da tinta etc.
b) Tooke Gage
A COPASA se reserva o direito de fazer o teste Tooke Gage, para medição de cada
uma das espessuras das demãos, no ato de recebimento do reservatório. Para tal é
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 38

necessário que, as camadas de pintura tenham cor diferentes (conforme as


especificações acima).
Nota: os testes devem ser realizados para cada demão de tinta aplicada.

10.4.2 Após a realização dos testes de aderência e Tooke Gage a região deve ser lixada e
a(s) pintura(s) refeita(s).

Nota: Estas especificações são válidas tanto para os reservatórios de pequeno porte
totalmente montados na fábrica, como para aqueles com montagem de campo.

11 INSPEÇÃO

11.1 Normas e documentos de referência


A inspeção deve ser conduzida pela Norma T.190_ (Inspeção de Reservatório em aço), da
COPASA.

11.2 Manual de instruções e operação


O fornecedor deverá entregar, além do data book, juntamente com o equipamento, em 03
(três) vias, o Manual contendo: especificações gerais do equipamento, dos materiais
utilizados, do sistema de proteção anti-corrosiva; desenhos de conjunto e detalhes do
reservatório; instruções completas para manutenção dos revestimentos protetivos.

11.3 Roteiro geral de inspeção

a) antes do início da fabricação:


− identificação da matéria prima a ser empregada na fabricação em confronto com os
certificados da usina produtora;
− análise dos procedimentos de soldagem e da qualificação dos soldadores conforme
sistemática, descrita no item 8;
− inspeção dimensional dos gabaritos de calandragem dos anéis do costado.
b) durante a fabricação, verificar:
− a adequação dos métodos de corte utilizados no preparo das bordas das chapas e
das juntas;
− a preparação das juntas para soldas de campo;
− as tolerâncias dimensionais conforme determinado no item 6.3.4 desta Norma;
− as marcações das peças;
− as condições de armazenamento das peças prontas;
− a limpeza de óleos, graxas e respingos de solda e preparação das superfícies para
pintura de fábrica (se houver).

c) após a fabricação, verificar:


− liberação dos conjuntos completos conforme a lógica da montagem descrita no
item 6.4 e 6.5;
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 39

− a preparação dos ramaneios;


− a preparação dos berços e calços de embarque conforme descrito no item 6.8;
− a adequação do transporte quanto à segurança e estabilidade dimensional das
peças;
− se o transporte está segurado quando assim o exigir as condições contratuais.

11.3.1 Inspeção para a montagem de campo:


a) verificar as condições de desembarque e armazenamento das peças;
b) acompanhar, junto com o engenheiro responsável pela montagem do reservatório a
verificação de todos os requisitos exigidos da base, conforme descrito no item 7.2 ;
c) verificar o Planejamento da Montagem o qual faz parte da documentação de campo
juntamente com os desenhos de projeto. O Planejamento da Montagem deve ser
elaborado com base nos pré-requisitos estabelecidos no item 7;
d) verificar, se todas as peças foram inspecionadas e liberadas pela fiscalização da
COPASA. Nenhuma peça poderá ser montada sem a inspeção e aprovação por
escrito;
e) acompanhar a execução do Plano inclusive verificando as tolerâncias já fixadas e
conforme as tolerâncias a seguir:
− desalinhamento de juntas, conforme descrito no item 7.5.2;
− as aberturas das juntas deverão obedecer os valores indicados no projeto das
juntas. Para as espessuras das chapas que serão utilizadas nos reservatórios
objeto desta especificação, a abertura das juntas deverá ser 3,0mm +/- 1,0;
− o raio do reservatório medido a 300mm acima de cada junta horizontal não deve
exceder 0,15% do diâmetro, com um máximo de 12,5mm;
− nivelamento dos anéis, conforme descrito no item 7.6.13;
− a inclinação máxima do topo do costado em relação à base na mesma vertical
não deve exceder 1/200 da altura do reservatório;
− a medida da barriga horizontal deve ser feita utilizando-se de um gabarito com a
curvatura do costado do reservatório e com 2,0m de comprimento e a tolerância
deve ser de 6,0mm dentro de 1,0m a partir das juntas verticais e de 12,0mm no
intervalo definido pelos limites acima. Barrigas verticais não devem exceder
13,0 mm, quando se considera a altura total do costado nem 0,5% e quando se
considera a altura no anel (distância entre duas juntas horizontais);
− todas as soldas deverão ser inspecionadas visualmente, não sendo aceitas as
ocorrências abaixo:
• nenhuma solda será aceita com trincas;
• mordeduras, concavidades e crateras no metal base com dimensões maiores
que 0,4 mm (para juntas verticais) e 0,8 mm (para juntas horizontais) deverão
ser corrigidos através de procedimento adequado de soldagem.
• em relação à superfície interna ou externa das chapas do costado a solda
deve estar, no mínimo, paralela à superfície de referência e no máximo com
um excedente (reforço) de 1,0 mm.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 40

11.4 Lista de desvios

11.4.1 O fornecedor cumprirá as normas e especificações técnicas da COPASA contidas na


especificação técnica, mas ocorrendo algum desvio em relação às normas citadas durante a
fase de execução, o fornecedor submeterá à aprovação da COPASA o referido desvio.

12 LOGOMARCA E IDENTIFICAÇÃO

12.1 Logomarca

12.1.1 A pintura da Logomarca pode ser aplicada diretamente sobre a tinta de fundo e deverá
ter o mesmo esquema de pintura especificado no item 12.4. Pode também ser aplicada sobre
a pintura de acabamento do reservatório.

12.1.2 As definições da logomarca estão no “Manual de Identidade Visual” da COPASA.

12.2 Placa de identificação do reservatório

12.2.1 Todos os reservatórios da COPASA devem ser identificados por uma placa de
Identificação, conforme mostrada no projeto padrão P.350/_.

12.2.2 A placa de identificação deverá ter as seguintes características:


a) ser feita de alumínio fundido ou alumínio gravado (gravação pantográfica) com letras
prateadas e fundo preto;
b) ser préviamente fixada a uma chapa de aço por meio de rebites de aço inox ou
parafusos de metal patente;
c) ter dimensões aproximadamente iguais à placa de identificação e com espessura
mínima de 3,0 mm e será soldada ao costado do reservatório em todo seu contorno;
d) colocar entre o alumínio e o aço placa de cimento amianto ou outro material inerte
que resista o aquecimento da soldagem, para evitar a corrosão eletrolítica;
e) ser fixada no costado a 1 m da linha de prumada da escada de marinheiro e a 0,5 m
acima da emenda do fundo com o costado.

13 ACEITAÇÃO OU REJEIÇÃO E GARANTIA DO EQUIPAMENTO

13.1 Pré-Qualificação de fornecedores


A COPASA só aceitará propostas de fornecedores, que tenham sido pré-qualificados para o
fornecimento de Reservatórios Metálicos para Armazenamento de Água Potável. A pré-
qualificação será feita através de sua equipe técnica ou de terceiros, conforme procedimento
interno da Pré-Qualificação de Fornecedores.

13.2 Certificação conforme NBR ISO 9000


COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 41

Se o fornecedor apresentar qualificação, conforme os critérios estabelecidos nas normas da


série ISO 9000 (essa documentação deverá ser parte do Contrato com a COPASA), a
aceitação/rejeição do equipamento será feita através de simples inspeção visual do
equipamento pronto e através da emissão do DATA BOOK elaborado e certificado pelo
fornecedor.

13.3 Fornecedores não certificados


A ausência de Certificado ISO não descredencia um fornecedor que não o possua. Nesta
situação a Pré-Qualificação de Fornecedores deverá distinguir, através de pontuação
adequada, o nível de controle que a COPASA deverá ter durante a fabricação e montagem.
13.4 Rejeição total ou parcial de um equipamento

13.4.1 No caso do equipamento fornecido por fornecedor certificado ser rejeitado globalmente,
esta rejeição deverá ser feita através de Laudo Técnico emitido por profissional qualificado,
contratado pela COPASA (ou do seu corpo Técnico).

13.4.1.1 O fornecedor sempre terá direito a apresentar seus argumentos contra o Laudo e
propor soluções para os problemas apresentados.

13.4.1.2 Todas as despesas para correções e inclusive a decisão sobre os riscos de ter o
equipamento novamente rejeitado, são do fornecedor.

13.4.1.3 Rejeição parcial poderá ser corrigida (com ônus do fornecedor) e levar à aceitação do
equipamento.

13.4.2 No caso de equipamento fornecido por fornecedor não certificado, a rejeição deverá
ser, preferencialmente, parcial, isto é, partes ou etapas do processo de construção do
reservatório são rejeitadas pela fiscalização da COPASA obrigando o fornecedor a interromper
a fabricação e/ou montagem, para que sejam corrigidas as causas motivadoras da rejeição.

13.4.2.1 A inexistência de rejeição parcial ou intermediária não exclue a possibilidade de


rejeição do equipamento depois de pronto conforme item 13.4.1.

13.5 Data Book


Para qualquer nível de classificação do fornecedor o DATA BOOK deverá ser sempre emitido
para aceitação final do equipamento.

13.6 Termo de garantia


O fornecedor deverá emitir um termo de garantia de 20 (vinte) anos, sobre os materiais e mão
de obra de fabricação e montagem do reservatório, sendo mantidas todas as condições
originais de projeto;

14 DISPOSIÇÕES FINAIS

14.1 Acompanha esta Norma os Anexos :


• ANEXO A - Dimensões Econômicas das Chapas do Costado;
• ANEXO B - Relação de Materiais.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 42

14.2 O Anexo B - “Relação de Materiais” integra esta Norma como instrumento de orientação.
A sua forma de preenchimento pode ser alterada, se necessário for, pela área de suprimentos.

14.3 Para elaboração de projeto, fabricação e montagem de reservatório em aço elevado é


necessário seguir as orientações do projeto padrão P.350/_.

14.4 Cabe a área de Normalização Técnica e às demais áreas afins o acompanhamento da


aplicação desta Norma.

14.5 Esta norma entra em vigor a partir desta data, revogadas as disposições em contrário.

/ ANEXOS
COPASA NORMA TÉCNICA - T.189/0 42

ANEXO A

DIMENSÕES ECONÔMICAS DAS CHAPAS DO COSTADO


Volume Diâmetro Altura Chapas Diâmetro Altura Volume
Nominal Inicial Final Final Final

m3 m m Anel 1 Anel 2 Anel 3 Anel 4 m m m3


2 x 6000 x 2000 + 2 x 6000 x 500 +
1 x 2000 x 500
100 4,30 6,88 1 x 2000 x 2000 idem idem 4,46 6,5 101,4
75 3,91 6,25 2 x 6000 x 2000 idem idem 2 x 6000 x 2000 3,82 6,6 75,6
1 x 6000 x 2100 +
1 x 4000 x 2100
50 3,41 5,46 idem idem x 3,18 6,3 50,1
1 x 6000 x 2000 +
1 x 3000 x 2000
25 2,71 4,34 idem x x 2,86 4 25,8
1 x 6000 x 2000 +
20 2,52 4,03 1 x 2000 x 2000 idem x x 2,55 4 20,4
15 2,29 3,66 1 x 7000 x 2000 idem x x 2,23 4 15,6
10 2,00 3,20 1 x 6000 x 2000 1 x 6000 x 1600 x x 1,91 3,6 10,3
5 1,58 2,54 1 x 5000 x 1300 1 x 5000 x 1300 x x 1,59 2,6 5,2
NORMA TÉCNICA

T . 190 / 0

INSPEÇÃO DE RESERVATÓRIO

EM AÇO

SINORTE
COPASA Sistema de Normalização Técnica
Copasa
N°. : T.190/0
NORMA TÉCNICA
Aprov: 01/06/00
INSPEÇÃO DE RESERVATÓRIO EM AÇO
COPASA Subst.:
.0

TIPO: PROCEDIMENTO 17 Páginas

1 OBJETIVO

1.1 Esta norma fixa os procedimentos, que devem ser adotados na inspeção dos
reservatórios em aço, para armazenamento de água potável da COPASA.

1.2 Aplica-se as unidades organizacionais da Empresa, que fazem controle de qualidade


em reservatórios de aço.

1.3 Esta norma não abrange os procedimentos seguintes:


a) controle da qualidade das obras de fundação dos reservatórios em aço;
b) acompanhamento e fiscalização diária das atividades de fabricação e montagem dos
reservatórios em aço.

2 REFERÊNCIAS

2.1 Na aplicação desta Norma é necessário consultar:


− Da COPASA
• T.188/_ - Reservatório em aço apoiado;
• T.189/_ - Reservatório em aço elevado;
• P.349/_ - Reservatório em aço apoiado;
• P.350/_ - Reservatório em aço elevado.

2.2 Cada referência citada neste texto deve ser observada em sua edição em vigor, desde
que mantidos os mesmos objetivos da data de aprovação da presente Norma.

3 CONDIÇÕES GERAIS

3.1 O controle de qualidade deve ser executado conforme as exigências desta Norma, e
as condições gerais de Coleta de Preços e/ou Edital de Licitação.

3.2 O fornecedor deverá apresentar as documentações abaixo relacionadas, antes de


iniciar as atividades especificadas em contrato, para a análise e aprovação da
COPASA:
a) projeto de fabricação e montagem do reservatório em aço, conforme Projetos
P.349/_ ou P.350/_ e as Normas Técnicas T.188/_ ou T.189/_ da COPASA;
b) procedimentos propostos pelo fornecedor, para:
− montagem das chapas de aço na posição de soldagem;

Palavra-Chave:
Reservatório
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 3

− ensaio hidrostático;
− jateamento e limpeza das superfícies do reservatório em aço.

3.3 O Controle de Qualidade da COPASA deve ter toda a documentação relacionada a


seguir, para executar a inspeção:
a) contrato assinado entre a COPASA e o fornecedor;
b) projeto arquitetônico básico, devidamente analisado e aprovado pela COPASA;
c) projeto de fabricação e montagem dos reservatórios em aço, conforme o item 2
desta Norma.

4 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

4.1 Procedimentos pré-inspeção

4.1.1 Conformidade com as especificações de contrato.

4.1.1.1 O Controle de Qualidade da COPASA deve verificar, se o reservatório e os


acessórios estão conforme as especificações da documentação contratual, sendo
considerados acessórios, dentre outros:
a) dispositivo de ventilação (suspiro);
b) bocas de visitas;
c) dispositivos para entrada no reservatório;
d) dispositivos para saída de reservatório;
e) dispositivo extravasor;
f) plataforma/passadiço;
g) escadas;
h) corrimãos, etc.

4.1.2 Conformidade da documentação utilizada pelo fornecedor.

4.1.2.1 O fornecedor deve apresentar as cópias dos seguintes documentos:


a) contrato assinado entre a COPASA e o fornecedor;
b) projeto básico , devidamente analisado e aprovado pela COPASA;
c) projeto de fabricação e montagem do reservatório em aço conforme item 2 desta
Norma, devidamente analisado e aprovado pela COPASA;
d) Normas Técnicas T.188/_ ou T.189/_ da COPASA;
e) Norma Técnica T.190/_ da COPASA;
f) os procedimentos de montagem das chapas de aço na posição de soldagem,
propostos pelo fornecedor, devidamente analisados e aprovados pela COPASA;
g) os procedimentos de ensaio hidrostático propostos pelo fornecedor, devidamente
analisados e aprovados pela COPASA;
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 4

h) os procedimentos de jateamento e limpeza das superfícies propostos pelo


fornecedor, devidamente analisados e aprovados pela COPASA.

5 INSPEÇÃO

5.1 Tipos de inspeção

5.1.1 Inspeção por meio de ensaios

5.1.1.1 Atividades previstas nesta inspeção:


a) procedimentos pré-inspeção;
b) análise de conformidade das matérias primas e dos acessórios;
c) análise de conformidade do certificado de qualificação dos procedimentos de
soldagem;
d) análise de conformidade dos certificados de qualificação dos soldadores e
operadores;
e) análise de conformidade das matérias primas (atóxicas) utilizadas no revestimento
interno;
f) ensaio dimensional do reservatório e dos acessórios;
g) ensaio de controle de qualidade dos cordões de solda;
h) ensaio de estanqueidade do reservatório e acessórios;
i) ensaio visual do jateamento e limpeza das superfícies;
j) ensaio de controle de qualidade dos revestimentos internos e externos;
k) análise de conformidade da logomarca;
l) análise de conformidade da placa de identificação.

5.1.1.2 Os procedimentos, para realizar a inspeção por meio de ensaio, estão descritos no
item 5.2 desta Norma.

5.1.1.3 Durante a inspeção por meio de ensaios, o Controle de Qualidade da COPASA


deve avaliar o processo e os procedimentos adotados pelo Fornecedor.

5.1.2 Inspeção por auditoria da qualidade

5.1.2.1 A inspeção por auditoria da qualidade deve ser realizada apenas nas empresas,
que possuírem qualificação conforme normas NBR ISO 9001 e/ou NBR ISO 9002,
atestada por Certificadora credenciada.

5.1.2.2 Os procedimentos, para realizar a inspeção por auditoria da qualidade, estão


descritos no item 5.3 desta Norma.

5.1.2.3 Independente da inspeção ser por auditoria da qualidade, o Controle de Qualidade


da COPASA pode solicitar a realização de um ou mais ensaios, dentre aqueles previstos no
item 5.1.1.1 desta Norma.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 5

5.2 Procedimentos da inspeção por meio de ensaio

5.2.1 Disponibilização dos insumos

O Fornecedor deve colocar à disposição do Controle de Qualidade da COPASA os


equipamentos, instrumentos e pessoal especializado, para realizar os ensaios previstos na
inspeção, conforme sua rotina normal de controle de qualidade.

5.2.2 Etapas de inspeção

5.2.2.1 O Controle de Qualidade da COPASA deve inspecionar os procedimentos de


fabricação e montagem do reservatório em aço em 03 (três) etapas distintas, ou seja:

a) a 1a (primeira) etapa, logo após a montagem do reservatório e antes da aplicação


dos revestimentos interno e externo, sendo as atividades previstas, como se segue:

− procedimentos pré-inspeção;

− análise de conformidade das matérias primas e dos acessórios;

− análise de conformidade do certificado de qualificação dos soldadores e


operadores;

− análise de conformidade das matérias primas (atóxicas) utilizadas no revestimento


interno;

− ensaio dimensional do reservatório e dos acessórios;

− ensaios de controle de qualidade dos cordões de solda;

− ensaio de estanqueidade do reservatório e dos acessórios;

b) a 2a (segunda) etapa será durante o jateamento das superfícies e aplicação do


primer, sendo a atividade prevista, como se segue:
− ensaio visual do jateamento e limpeza das superfícies, sendo esta
inspeção por amostragem.

c) a 3a (terceira) etapa será na inspeção final do reservatório, sendo as atividades


previstas, como se segue:

− ensaio de controle da qualidade dos revestimentos interno e externo;

− análise de conformidade da logomarca;

− análise de conformidade da placa de identificação.

5.2.3 Análise de conformidade das matérias primas e dos acessórios

5.2.3.1 Principais matérias primas e acessórios utilizados na fabricação e montagem do


reservatório em aço, conforme Tabela 1.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 6

Tabela 1 - Matérias primas e acessórios

Material Especificações

Chapas de aço NBR 7821


Opcional: NBR 5008 / NBR 5920 / NBR
6649 / NBR 6650
DIN 17100 (chapas finas)
Nota: não será permitido o uso de
chapas finas bobinadas
Perfis de aço laminado NBR 7821
Tubo de aço NBR 7821
Parafusos, porcas e arruelas Para unir tubulações: ASTM A 235 /
ASTM A 490
Para outros fins: ASTM A 307
Flanges NBR 7821
Eletrodo AWS A5.1
Tintas para revestimento interno Primer epoxi poliamida bicomponente
atóxica
Epoxi poliamida bicomponente de alta
espessura atóxica
Tintas para revestimento externo Betuminosa/epoxídica de alta espessura
bicomponente
Poliuretano alifático (pode ser acrílico)
bicomponente semi-brilho

5.2.3.2 Na inspeção devem ser exigidas cópias dos certificados de controle de qualidade
dos materiais da Tabela 1, fornecidos pelos respectivos fornecedores.

5.2.3.2.1 O Controle de Qualidade da COPASA deve inspecionar os procedimentos


adotados pelos fornecedores, para recebimento, controle, análise de conformidade e
armazenamento desta documentação.

5.2.3.2.2 Para a chapa de aço devem ser exigidos, no mínimo, os seguintes ensaios de
uma mesma corrida:
a) ensaio da composição química;
b) ensaio de tração;
c) ensaio de dobramento.

5.2.3.3 Na inspeção devem ser exigidas, cópias dos procedimentos adotados pelo
Fornecedor para manuseio e estocagem dos eletrodos utilizados na montagem do
reservatório.

5.2.3.3.1 Devem ser inspecionados os procedimentos adotados pelo fornecedor, para o


manuseio e estocagem dos eletrodos.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 7

5.2.4 Análise de conformidade do Certificado de Qualificação dos procedimentos de


soldagem

5.2.4.1 Na inspeção devem ser exigidas cópias do certificado de qualificação de todos os


tipos/posição de soldas utilizadas na montagem dos reservatórios em aço, emitidos por
organização conceituada.

5.2.4.2 O certificado de qualificação de cada tipo/posição de solda deve mencionar sua


utilização no reservatório em aço.

5.2.5 Análise de conformidade dos Certificados de Qualificação dos soldadores e


operadores

5.2.5.1 Na inspeção devem ser exigidas cópias dos certificados de qualificação dos
soldadores de solda manual e dos operadores de solda automática ou semi-automática do
quadro de funcionários do fornecedor, emitidos por organização conceituada.

5.2.5.2 O certificado de qualificação do soldador e do operador deve mencionar sua


qualificação para os tipos/posição de soldas utilizadas na montagem do reservatório.

5.2.5.3 Cada soldador e operador deve ser identificado por um código (sigla, letra, número ou
combinação destes);

5.2.5.4 Devem ser verificados os procedimentos adotados pelo fornecedor, para controle e
arquivo dos certificados de qualificação dos soldadores e operadores.

5.2.6 Análise de conformidade da matéria prima utilizada no revestimento interno


(atóxico)

5.2.6.1 Na inspeção devem ser exigidas cópias dos certificados de atoxidade, para uso em
contato com água tratada dos materiais utilizados no revestimento interno. Só serão aceitos
certificados de organizações conceituadas.

5.2.6.1.1 Devem ser inspecionados os procedimentos adotados pelo fornecedor, para


recebimento, controle, análise de conformidade e armazenamento desta documentação.

5.2.7 Ensaio dimensional do reservatório e dos acessórios

5.2.7.1 Deve ser utilizada, a seguinte documentação:

a) projeto de fabricação e montagem dos reservatórios em aço conforme projetos P.349/_


ou P.350/_ e Normas Técnicas T.188/_ ou T.189/_ da COPASA (memória descritiva,
desenhos de detalhamento; lista de materiais e acessórios contendo especificações,
quantidades, peso unitário, peso total, etc), devidamente analisados e aprovados pela
COPASA;

b) Normas Técnicas T.188/_ ou T.189/_ da COPASA.


COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 8

5.2.7.2 Atividades previstas no ensaio dimensional:


a) devem ser medidas as dimensões para cubagem do reservatório em aço, especificadas
no projeto de fabricação e montagem;
b) devem ser medidas as dimensões especificadas para os acessórios do reservatório em
aço, conforme o projeto de fabricação e montagem;
c) erros máximos admissíveis: conforme Normas Técnicas T.188/_ ou T.189/_ da
COPASA devem ser verificadas pela área da COPASA responsável pelo
acompanhamento e fiscalização diária das obras, de fabricação e montagem do
reservatório em aço.

5.2.7.3 A conformidade das demais dimensões especificadas deve ser verificada pela
Unidade da COPASA, responsável pelo acompanhamento e fiscalização diária das obras
de fabricação e montagem do reservatório em aço.

5.2.8 Ensaios de controle de qualidade dos cordões de solda

5.2.8.1 Os procedimentos para soldagem devem ser conforme Normas Técnicas T.188/_
ou T.189/_ da COPASA.

5.2.8.2 Ensaios previstos:


a) ensaio visual (conforme NBR 7821)
Este ensaio deve ser realizado em 100% dos cordões de solda, sendo que estes não
devem apresentar as seguintes anomalias:
− falta de fusão;
− oxidação excessiva;
− porosidade excessiva;
− trincas;
− mordedura no metal base;
− crateras no metal base;
− martelamento excessivo;
− altura máxima de reforço da solda em superfícies no mesmo plano;
− salpicos de solda no metal base.
b) ensaio de líquido penetrante:
− este ensaio deve ser realizado em 100% dos cruzamentos de cordões de solda e
no mínimo em 30% dos comprimentos de cordões de solda;
− após a aplicação do líquido penetrante, não deve ser observada existência de
fissuras e trincas.
c) ensaio de teste de vácuo dos cordões de solda:
− este ensaio deve ser realizado nos locais especificados pelas Normas Técnicas
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 9

T.188/_ ou T.189/_ da COPASA;

− o método, procedimentos e critérios de aceitação e rejeição, deste ensaio, devem


ser conforme NBR 7821.

d) ensaio radiográfico de raio X (opcional, a critério do Controle de Qualidade da


COPASA):
− o Controle de Qualidade da COPASA pode solicitar a realização deste ensaio em
seguimentos de cordões de solda, após análise e avaliação dos registros dos
ensaios visual e líquido penetrante;
− o método, procedimentos e critérios de aceitação e rejeição deste ensaio devem
ser definidos pela COPASA e registrados em Ata de Reunião.

e) ensaio radiográfico de raio Gama (opcional, a critério do Controle de Qualidade da


COPASA:
− o Controle de Qualidade da COPASA pode solicitar a realização deste ensaio em
locais, cujo processo de montagem e soldagem forem considerados críticos;
− o método, procedimentos e critérios de aceitação e rejeição deste ensaio devem
ser definidos pela COPASA e registrados em Ata de Reunião.

5.2.8.3 Reparo de não-conformidades de cordões de solda:

a) os cordões de solda não-conformes devem ser removidos mecanicamente;


b) os reparos devem ser inspecionados quanto a qualidade por meio do ensaio visual e
em casos excepcionais podem ser realizados os ensaios líquido penetrante,
radiográficos e/ou de teste de vácuo;
c) quaisquer custos, para correções de não-conformidade de cordões de solda, devem
ser de responsabilidade única do fornecedor.

5.2.9 Ensaio de estanqueidade do reservatório e dos acessórios

5.2.9.1 Na inspeção deve ser exigida cópia do documento contendo os procedimentos


propostos pelo fornecedor, para realização do ensaio hidrostático, devidamente analisado e
aprovado pela COPASA.

5.2.9.2 O ensaio hidrostático deve ser acompanhado pelas áreas responsáveis da


COPASA, pela fiscalização diária das obras de fundação, de fabricação e de montagem.

5.2.9.3 Durante o ensaio hidrostático não pode haver vazamento no reservatório,


acessórios e juntas. Qualquer mancha úmida deve ser considerada como indício de
vazamento, logo uma não-conformidade.

5.2.10 Ensaio visual do jateamento e limpeza das superfícies

5.2.10.1 Na inspeção deve ser solicitada cópia do documento com os procedimentos


propostos pelo fornecedor, para realizar o jateamento e limpeza das superfícies do
reservatório em aço, devidamente analisado e aprovado pela COPASA. Devem ser
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 10

consideradas as superfícies protegidas ou não com Shop Primer.

5.2.10.2 A realização deste ensaio deve ser por amostragem. A conformidade de 100%
desta atividade deve ser verificada pela área da COPASA responsável pelo
acompanhamento e fiscalização diária da fabricação e montagem.

5.2.10.3 Após o jateamento e limpeza das superfícies, deve ser verificada a conformidade
com o padrão metal branco especificado pelas Normas Técnicas T.188/_ ou T.189/_ da
COPASA;

5.2.10.4 A conformidade da atividade jateamento e limpeza das superfícies, registrada


pelo Controle de Qualidade da COPASA em documento próprio, fica restrita a área
inspecionada e a data de sua inspeção. Logo, é de inteira responsabilidade do fornecedor
a aplicação imediata da camada de primer nesta área.

5.2.10.5 Se for necessário novo jateamento das superfícies internas e externas do


reservatório e dos acessórios, devido a procedimentos impróprios do fabricante, os custos
desta atividade deve ser de responsabilidade única do fornecedor.

5.2.11 Ensaios de controle de qualidade dos revestimentos interno e externo

5.2.11.1 Os procedimentos para realizar os revestimentos interno e externo, devem ser


conforme Normas Técnicas T.188/_ ou T.189/_ da COPASA.

5.2.11.2 Ensaios previstos:

a) ensaio visual conformeT.188/_ ou T.189/_ da COPASA.


Este ensaio deve ser realizado em 100% dos revestimentos interno e externo, sendo
que estes não devem apresentar as seguintes anomalias:
− marcas de aplicação da pintura;
− bolhas;
− escorrimento;
− ondulações;
− locais sem revestimento.
b) ensaio da espessura:
− o processo, procedimentos e critérios de aceitação e rejeição devem ser conforme
Anexo.
c) ensaio de Holiday Detector (conforme especificações do fabricante do instrumento de
medição):
− este ensaio deve ser realizado nos revestimentos interno e externo;
− o método, procedimentos e critérios de aceitação e rejeição deste ensaio devem
ser definidos pela COPASA e registrados em Ata de Reunião.
d) ensaio de aderência:
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 11

− o método e os procedimentos deste ensaio devem ser conforme NBR 11003


(critérios de aceitação e rejeição conforme Tabela 1/Y1 e Tabela 1/X1) da ABNT.
− os locais danificados, por este ensaio, devem ser reparados pelo fornecedor. O
controle de qualidade destes reparos deve ser por meio dos ensaios visual e
Holiday Detector.
− quaisquer custos provenientes destes reparos não devem ser objeto de medição de
serviços pelo fornecedor, devendo este incluir estas despesas em sua proposta
comercial do processo licitatório.

5.2.11.3 Reparo de não-conformidades dos revestimentos interno e externo


a) as regiões não-conforme dos revestimentos interno e externo devem ser removidas
por processo, aprovado pela COPASA;
b) o controle de qualidade destes reparos devem ser por meio dos ensaios visual e
Holiday Detector;
c) quaisquer custos provenientes destes reparos devem ser de responsabilidade única
do fornecedor;
d) quaisquer custos para reparo de não-conformidade dos revestimentos interno e
externo devido a manuseio, transporte e montagem devem ser de responsabilidade
única do fornecedor.

5.2.12 Análise de conformidade da logomarca

5.2.12.1 Os procedimentos para inspecionar a logomarca devem ser conforme Normas


Técnicas T.188/_ ou T.189/_ da COPASA.

5.2.12.2 O Controle de Qualidade da COPASA deve inspecionar:


a) conformidade das cores especificadas;
b) conformidade das dimensões especificadas;
c) conformidade da localização especificada.

5.2.13 Análise de conformidade da placa de identificação

5.2.13.1 Os procedimentos para inspecionar a placa de identificação devem ser conforme


Normas Técnicas T.188/_ ou T.189/_ da COPASA.

5.2.13.2 O controle de Qualidade da COPASA deve inspecionar:


a) conformidade dos materiais especificados;
b) conformidade do tipo de gravação especificado;
c) conformidade da fixação especificada;
d) conformidade das inscrições especificadas;
e) conformidade da localização especificada.

5.2.14 Critérios de aceitação e rejeição

5.2.14.1 Análise de Conformidade: CONFORME


COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 12

Todo reservatório em aço que na inspeção for considerado CONFORME para todas as
especificações mencionadas, nos seguintes itens desta Norma:
− Item 4.1 (procedimentos pré-inspeção);
− Item 5.2 (procedimento da inspeção por meio de ensaios);

5.2.14.2 Análise de Conformidade: NÃO CONFORME


Todo reservatório em aço que na inspeção for considerado NÃO CONFORME para uma ou
mais especificações mencionadas, nos seguintes itens:
− Item 4.1 (procedimentos pré-inspeção);
− Item 5.2 (procedimento da inspeção por meio de ensaios).

5.2.15 Relatório final da inspeção

5.2.15.1 O Controle de Qualidade da COPASA deve emitir um documento com registro de


todas as atividades, procedimentos, dados de ensaio e análise de conformidade da
inspeção do reservatório em aço, conforme esta Norma.

5.3 Procedimento da inspeção por auditoria da qualidade

5.3.1 Referências normativas

5.3.1.1 Como referência normativa o Controle de Qualidade da COPASA deve adotar a


série de Normas NBR ISO 9000.

5.3.1.2 Deve ser considerada e analisada documentação do Sistema da Qualidade do


fabricante ou de terceiros, desde que emitidos por organização conceituada.

5.3.2 Inspeção por auditoria da qualidade

5.3.2.1 Antes do fornecimento do reservatório em aço o Controle de Qualidade da


COPASA deve avaliar o processo e os procedimentos adotados pelo fabricante, bem como
seu sistema da qualidade.

5.3.2.2 Durante o fornecimento do reservatório em aço devem ser realizadas auditorias da


qualidade para verificar o controle dos procedimentos implantados pelo fornecedor.

5.3.2.3 Exemplos de documentações e procedimentos, que devem ser auditados:


a) qualificação conforme normas NBR ISO 9001 e/ou NBR ISO 9002;
b) Manual do Sistema da Qualidade, devidamente aprovado pela Alta Administração;
c) especificações do reservatório em aço e dos acessórios;
d) arquivos dos Certificados que comprovem a conformidade das matérias primas e dos
acessórios;
e) recebimento, manuseio e armazenamento das matérias primas e dos acessórios;
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 13

f) montagem do reservatório em aço, inclusive acessórios;


g) calibração e manutenção dos equipamentos e instrumentos;
h) controle da qualidade por meio de ensaios;
i) identificação, expedição e transporte do reservatório em aço ou de suas peças
componentes;
j) Certificado de Qualificação dos procedimentos de soldagem;
k) Certificados de Qualificação dos soldadores e operadores;
l) rastreamento, identificação e correção das Não Conformidades;
m)seleção, treinamento e avaliação da equipe técnica;
n) participação da equipe técnica na avaliação crítica do processo e dos procedimentos;
o) participação da equipe técnica na proposta e na implantação de novos procedimentos;
p) auditorias internas e externas;
q) gestões de segurança e saúde do trabalho;
r) verificação de possíveis impactos ambientais;
s) fontes bibliográficas.

5.3.3 Critérios de aceitação e rejeição

5.3.3.1 Qualificação conforme NBR ISO 9001 e/ou NBR ISO 9002:

a) análise de Conformidade: CONFORME


− quando o fabricante fornecer cópia de sua qualificação (NBR ISO 9001 e/ou NBR ISO
9002) com data de validade não vencida, conforme especificações da Certificadora
credenciada.
b) análise de Conformidade: NÃO CONFORME
− quando o fabricante não possuir ou fornecer cópia de sua qualificação (NBR ISO
9001 e/ou NBR ISO 9002) com data de validade vencida, conforme especificações da
Certificadora credenciada.

5.3.3.2 Ensaios complementares solicitados pela COPASA


a) análise de Conformidade: CONFORME

− quando a Análise de Conformidade de todos os ensaios complementares solicitados


pela COPASA for CONFORME
b) análise de Conformidade: NÃO CONFORME

− quando a Análise de Conformidade de um ou mais ensaios solicitados pela


COPASA for NÃO CONFORME.

6 DISPOSIÇÕES FINAIS

6.1 O Controle de Qualidade dos reservatórios em aço pode ser feito a qualquer momento,
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 14

durante o processo de fabricação, ou após o produto acabado, nas instalações do


fornecedor ou em local indicado pela COPASA, ficando não obstante, o fornecedor
obrigado a solicitar a COPASA a realização das visitas de inspeção.

6.2 O Anexo - Medição de Espessura do Filme de Película Seca integra esta Norma.

6.3 Cabe à área de Normalização Técnica e as demais áreas afins, o acompanhamento da


aplicação desta Norma.

6.4 Esta Norma entra em vigor a partir desta data, revogadas as disposições em contrário.

/ANEXO.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 15

01/03

ANEXO

MEDIÇÃO DE ESPESSURA DO FILME DE PELÍCULA SECA

A-1 OBJETIVO

Este Anexo fixa as condições exigíveis a realização do ensaio de medição de espessura do


filme de película seca de tinta, aplicada nos reservatórios em aço adquiridos pela COPASA.

A-2 REFERÊNCIA
− Da ABNT
• NBR 10443 - Tintas - Determinação da espessura de película seca.

A-3 CONDIÇÕES DE ENSAIO

A medição de espessura da película seca do filme de tinta aplicada, deve ser realizada,
após decorrido o intervalo de aplicação entre demãos e cura final da tinta.
A medição deve ser executada com aparelho medidor de espessura de película seca, com
precisão de 10 micrometros (10µm) devidamente calibrado/aferido por um órgão
credenciado.

A-4 EXECUÇÃO DO ENSAIO

A-4.1 Calibração

A calibração do aparelho medidor de espessura de película seca deve ser em lâminas


padrão, com espessura o mais próxima possíve,l ao da espessura, que se vai medir.
A medição deve ser realizada após secagem da tinta.

A-4.2 Marcação dos pontos

A-4.2.1 Reservatórios com capacidade de 5 a 75m3

A-4.2.1.1 Fundo e Teto

Devem ser tomados (05) cinco pontos eqüidistantes a cada 0o, 90o, 180o e 270o, nas
superfícies do teto e fundo, procurando rastrear toda superfície inspecionada.
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 16

02/03
90o

o o
180 0

o
Área de 0 a 90

270o 1 2 3 4 5
o o
0 90

Figura 1

A-4.2.1.2 Costado
Para cada “anel” do reservatório devem ser tomados (05) cinco pontos eqüidistantes a cada
o o o o
0 , 90 , 180 e 270 , nas superfícies do teto e fundo, procurando rastrear toda superfície
inspecionada, conforme Figura 1.
Nota: O ponto 0o deve ser tomado na saída do tubo extravasor.

A-4.2.2 Reservatórios com capacidade acima de 100m3

A-4.2.2.1 Fundo e Teto


Devem ser tomados (05) cinco pontos eqüidistantes a cada 0o, 90o, 180o e 270o, nas
superfícies do teto e fundo, procurando rastrear toda superfície inspecionada.

A-4.2.2.2 Costado
Cada “anel” do reservatório deve ser planificado e oito medições eqüidistantes, a cada dez
(10) metros ou fração da superfície, procurando rastrear toda superfície inspecionada.

A-5 ACEITAÇÃO/REJEIÇÃO
Deve ter os seguintes critérios:
a) não devem ser aceitas áreas com aumento de 30% da espessura final prevista no
esquema de pintura;
COPASA NORMA TÉCNICA - T.190/0 17

03/03

b) não devem ser aceitas áreas com redução de espessura inferior ao limite de espessura
final, previsto no esquema de pintura;

c) os pontos encontrados com alta espessura devem ser marcados com giz, para
posterior análise, cabendo ao técnico responsável avisar ao empreiteiro/fabricante a
recuperação dos mesmos.