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CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE FACULDADE CENECISTA DE RIO DAS OSTRAS MANUAL PARA ELABORAÇÃO

CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE FACULDADE CENECISTA DE RIO DAS OSTRAS

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

2017

SUMÁRIO

1

INTRODUÇÃO

4

2

ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS

5

2.1

ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

5

2.1.1

Capa

5

2.1.2

Folha de Rosto

5

2.1.3

Ficha catalográfica (apenas para monografia)

5

2.1.4

Folha de Aprovação

6

2.1.5

Errata

6

2.1.6

Dedicatória

6

2.1.7

Agradecimentos

6

2.1.8

Epígrafe

7

2.1.9

Resumo na língua vernácula

7

2.1.10

Resumo

em língua estrangeira

7

2.1.11

Lista de figuras e tabelas

7

2.1.12

Lista de abreviaturas, siglas e símbolos

8

2.1.13

Sumário

8

2.2

ELEMENTOS TEXTUAIS

9

2.2.1

Introdução

9

2.2.2

Desenvolvimento

10

2.2.3

Conclusão

10

2.2.4

Características da linguagem em trabalhos científicos

10

2.3

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

10

2.3.1

Referências

11

2.3.2

Apêndice

11

2.3.3

Anexo

11

2.3.4

Glossário

11

2.3.5

Índices

12

3

PADRONIZAÇÃO GRÁFICA

13

3.1

ORIENTAÇÃO PARA FORMATAÇÃO DO DOCUMENTO

13

3.2

PADRÕES PARA DIGITAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

13

3.3

SISTEMATIZAÇÃO DAS SEÇÕES ESTRUTURAIS DO TRABALHO

14

3.5

FIGURAS DE REALCE

15

3.6

VERSÃO PRELIMINAR

15

3.7

VERSÃO FINAL

15

4

CITAÇÕES E NOTAS DE RODAPÉ

16

4.1

CITAÇÃO

16

4.1.1 Citação direta, literal ou textual

16

4.1.2 Citação

indireta ou livre

16

4.1.3 Citação de Citação

17

4.1.4 Citações

até 3 linhas

17

4.1.5 Citações com mais de 3 linhas

18

4.1.6 Supressões, acréscimos, comentários, interpolações em citações

18

4.1.7 Transcrição de entrevistas e discussões

18

4.1.8 Informação verbal

19

4.1.9 Trabalho em fase de elaboração

19

4.1.10 Abreviaturas de expressões latinas

19

4.2

NOTA DE RODAPÉ

20

5

NORMAS PARA REFERENCIAÇÃO

21

5.1

DOCUMENTOS REFERENCIÁVEIS

21

5.2

ELEMENTOS ESSENCIAIS DA REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

21

5.3

CASOS MAIS COMUNS DE REFERENCIAÇÃO BIBLIOGRÁFICA

22

5.3.1

Livros como um todo

22

5.3.2

Parte de livro

23

5.3.3

Artigos de periódicos

23

5.3.4

Matéria de jornal

23

5.3.5

Artigo ou matéria de periódico em meio eletrônico

24

5.3.6

Evento científico como um todo

24

6

APRESENTAÇÃO GRÁFICA

25

6.1

TABELAS

25

6.2

FIGURAS

25

6.3

EQUAÇÕES E FÓRMULAS

26

7

NORMAS PARA ENTREGA DA VERSÃO FINAL DO TRABALHO

27

8

CONSIDERAÇÕES FINAIS

28

REFERÊNCIAS

29

4

1

INTRODUÇÃO

Este trabalho é fruto da necessidade de se padronizar, no âmbito da FACRO/CNEC,

a

apresentação gráfica de trabalhos acadêmicos. Pode-se afirmar que os trabalhos

desenvolvidos compreendem uma enorme gama de trabalhos acadêmicos, desde os trabalhos

de conclusão de curso em sentido estrito, ou seja, quaisquer trabalhos exigidos como requisito

para conclusão de cursos de graduação, como projetos, relatórios etc., até os TCC em sentido amplo, como as monografias de conclusão de curso de graduação e as monografias de

conclusão de cursos de pós-graduação lato sensu. Os diversos cursos de graduação e de pós-graduação apresentam cada um,

especificidades no que se refere ao tipo de trabalho de conclusão de curso exigido, de acordo,

no caso da graduação, com as diretrizes curriculares referentes a cada um deles. Entretanto, a

apresentação gráfica e a estruturação dos trabalhos pouco devem diferir, estabelecendo-se, neste sentido, normas aplicáveis a todos os cursos oferecidos pela FACRO/CNEC, seja em nível de graduação, seja em nível de pós-graduação. Portanto, este trabalho estabelece as normas básicas para a estruturação, formatação e padronização de textos acadêmicos, nos mais diversos níveis. Este trabalho não pretende normalizar a apresentação e a sustentação ou defesa de trabalhos acadêmicos nos diversos cursos, tendo em vista que cada um dos cursos disporá de normas próprias. Esta padronização é apenas gráfica e estrutural, sendo necessário, portanto, que se observem as normas referentes ao TCC em cada uma das unidades acadêmicas.

5

2 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS

De acordo com a NBR 14724 (2005), a “estrutura de tese, dissertação ou de um trabalho acadêmico compreende: elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós- textuais”. No âmbito da FACRO/CNEC, são considerados trabalhos acadêmicos todos aqueles que são exigidos como requisito para conclusão de cursos de graduação e de pós- graduação lato sensu. Os trabalhos apresentados para avaliação em disciplinas também podem seguir as presentes normas, no que se refere à padronização gráfica.

2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

A parte pré-textual do trabalho é composta por elementos obrigatórios e por

elementos opcionais. Constituem elementos obrigatórios a capa, a folha de rosto, a ficha catalográfica, a folha de aprovação, os resumos e o sumário. São opcionais a errata, a dedicatória, o agradecimento e a epígrafe. Também são opcionais as listas de ilustrações, as tabelas, os símbolos e as abreviaturas, pois sua utilização depende do tipo de pesquisa executada. Os elementos pré-textuais devem ser apresentados, no trabalho, na ordem abaixo.

2.1.1 Capa

A capa deve conter o nome da instituição (CAIXA ALTA); a unidade à qual se

vincula o estudante (CAIXA ALTA); o curso (CAIXA ALTA); o título do trabalho (CAIXA ALTA); o subtítulo se houver (letras minúsculas); o nome completo do autor (somente as iniciais maiúsculas); a cidade (apenas a iniciais maiúsculas); o ano. Verificar o modelo de capa no apêndice.

2.1.2 Folha de Rosto

Elemento obrigatório, a folha de rosto mantém os mesmos elementos da capa, dela se distinguindo pela indicação da natureza e do objetivo do trabalho, seguido do nome do autor e do orientador. Verificar o modelo de folha de rosto no apêndice.

6

A ficha catalográfica deve ser impressa no verso da folha de rosto. Para sua elaboração, deve-se recorrer aos serviços da Biblioteca da Universidade, tendo em vista que sua elaboração é feita conforme o código de Catalogação Anglo-Americana. O bibliotecário é o responsável pela confecção da ficha catalográfica. Após a confecção da versão final da monografia entre em contato com o bibliotecário para a confecção da ficha catalográfica.

2.1.4 Folha de Aprovação (apenas para monografia)

Deve conter o nome do autor, o número da matrícula, o título do trabalho (com subtítulo, se houver, separado do título por dois pontos, a fim de indicar a subordinação), a natureza e o objetivo do trabalho, o nome da instituição, o curso, a data de aprovação, o espaço do nome, da titulação e espaço para assinatura dos membros da banca. A indicação da titulação é obrigatória nos casos de dissertações e de teses.

2.1.5 Errata

Trata-se de elemento opcional, constituindo-se em uma lista das folhas e linhas em que ocorrem erros e as devidas correções. Deve ser elaborada no seguinte formato.

Fol

Linha

ERRATA Onde se lê

Leia-se

20

15

permanncia

permanênc

2.1.6 Dedicatória

Elemento de caráter opcional por meio do qual o autor homenageia alguém ou algumas pessoas. A dedicatória, normalmente, se caracteriza por forte carga afetiva. Possui diagramação livre.

2.1.7 Agradecimentos

Elemento de caráter opcional, utilizado para o autor expressar seus agradecimentos àquelas pessoas e instituições que, de alguma maneira, contribuíram para a elaboração do

7

trabalho. Possui diagramação livre.

2.1.8 Epígrafe

Elemento opcional constituído por citação pertinente à intenção do trabalho. Deverá ser acompanhada da indicação da autoria, do ano e do número da página. Possui diagramação livre.

2.1.9 Resumo na língua vernácula

O resumo é elemento obrigatório, no qual deve-se apresentar a temática do trabalho,

a justificativa (importância ou relevância do estudo), a modalidade de pesquisa e as técnicas e

método de coleta dos dados, os principais aspectos tratados, os objetivos pretendidos e os resultados alcançados.

O resumo é um texto conciso, elaborado em apenas um parágrafo, que deve conter

entre 300 e 500 palavras, seguido de três palavras-chave (ABNT NBR 6028). O resumo deve

ser elaborado em apenas uma lauda.

2.1.10 Resumo em língua estrangeira

O resumo em língua estrangeira é elemento obrigatório, deve seguir as mesmas

características do resumo em língua vernácula em folha separada (em inglês Abstract). Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores, na língua (ABNT NBR 6028). Em caso de pós-graduação lato sensu, deve-se verter o resumo para uma língua estrangeira, no caso de dissertação de mestrado, e para duas línguas estrangeiras, em caso de tese de doutorado. O programa de pós-graduação determinará quais as línguas estrangeiras a serem utilizadas. Nos casos apontados, o resumo em língua estrangeira constitui elemento obrigatório. Segue a mesma diagramação utilizada para o resumo em língua vernácula.

8

As listas de figuras e tabelas serão utilizadas, ou não, dependendo do tipo de trabalho realizado. Caso necessárias, cada lista deve ser organizada (NBR 14724, 2005) na ordem em que as figuras e tabelas aparecem no texto.

2.1.12 Lista de abreviaturas, siglas e símbolos

As listas de abreviaturas, siglas e símbolos devem relacionar, em ordem alfabética, os referidos elementos, com seu significado por extenso. Deve-se elaborar uma lista para cada tipo de elemento. Exemplos de abreviaturas:

NT Nota do Tradutor a. C. antes de Cristo d.C. depois de Cristo Exemplos de siglas:

ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas10 Exemplos de símbolos:

© - Copyright

® - Marca Registrada

Caso não sejam elaboradas listas, as siglas, abreviaturas e símbolos devem aparecer, em sua primeira entrada, com seu significado por extenso. A partir daí, podem ser utilizados

sem o extenso. Exemplo: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização. Atualmente, a ABNT é constituída de cinqüenta e seis Comitês de Estudo, formados por especialistas nas áreas sujeitas à normalização.

2.1.13 Sumário

O sumário é elemento obrigatório, elaborado conforme a norma ABNT NBR 6027,

por meio do qual é apresentado o conjunto das partes que compõem o trabalho, a partir da Introdução. A parte pré-textual não consta no sumário. A palavra sumário deve ser centralizada e com a mesma tipologia da fonte utilizada para as seções primárias. Uma linha pontilhada deve ligar a coluna de divisões à coluna de páginas. A coluna de páginas deve

conter apenas números, sendo dispensada a utilização da abreviatura da palavra página. Ver como deve ser feita a sistematização das seções no item 3.3. Exemplo:

9

1

INTRODUÇÃO

 

04

1.1

OBJETIVO

07

1.1.1 Objetivo geral

 

07

1.1.2 Objetivos específicos……………

………………

………

07

1.2

JUSTIFICATIVA

08

2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

 

09

3 METODOLOGIA……………………………

…………

…………

15

3.1

ELABORAÇÃO DOS INSTRUMENTOS E A COLETA DE DADOS

15

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO…

……

………………

16

5 CONCLUSÃO

……

………

……………

.…………………

……

…19

REFERENCIAS

20

APÊNDICES

23

ANEXOS

24

2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

O conteúdo do trabalho é exposto no texto, que deve obedecer à estrutura tradicional,

comum a qualquer tipo de texto: introdução, desenvolvimento e conclusão.

2.2.1 Introdução

A introdução tem a função de situar o leitor no contexto do trabalho, devendo

despertar o interesse pela leitura. A introdução constitui o anúncio do tema, devendo:

1)

2)

fornecer a idéia geral do tema; explicitar os motivos da escolha do assunto;indicar o problema ou questão básica da

pesquisa;

indicar os objetivos da pesquisa; apontar para os aspectos teóricos e metodológicos trabalhados; anunciar o plano de trabalho (estrutura do trabalho). Metodologicamente, o correto é que a introdução seja a última parte do trabalho a ser

elaborada. Entretanto, especialmente, em relação aos trabalhos de conclusão de cursos de graduação, é comum que se escreva uma introdução provisória que será, posteriormente, revista.

É, também, importante ressaltar que o projeto de pesquisa elaborado previamente ao

3)

4)

5)

6)

10

trabalho de conclusão de curso será elemento norteador para a elaboração da introdução.

2.2.2 Desenvolvimento

Segundo a ABNT, o desenvolvimento é a “parte principal do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método” (NBR 14724, 2005). O desenvolvimento é a demonstração lógica daquilo que foi verificado a partir do trabalho de pesquisa.

2.2.3 Conclusão

A conclusão deve apresentar os resultados obtidos a partir da pesquisa, sempre tendo em vista que não cabe incluir novos argumentos. Deve-se elaborar um texto próprio que não tenha características de resumo, mas que responda, “em síntese conclusiva e marcante” (BOAVENTURA, 2001, p. 43), as questões sobre as quais se pesquisou. Pode-se, no entanto, dado o caráter científico do trabalho (ainda que em nível de iniciação, como nos casos de trabalho de conclusão de curso de graduação), encaminhar questões para novas pesquisas, o que demonstra a postura prospectiva do autor em relação ao tema do seu trabalho.

2.2.4 Características da linguagem em trabalhos científicos

A linguagem utilizada no trabalho científico deve ser objetiva, concisa, clara e precisa, observando as normas gramaticais da língua portuguesa. Devem ser evitados os jargões e a linguagem coloquial. Os assuntos devem ser tratados de maneira direta e simples, de maneira lógica e contínua. Deve-se utilizar o impessoal, adotando-se a terceira pessoa verbal como parâmetro de estilo. Não deve ser utilizado, sob nenhuma hipótese, a primeira pessoa do discurso, nem mesmo o plural majestático. O sentido denotativo da palavra deve ser privilegiado, a fim de se evitar ambiguidades.

11

2.3.1 Referências

As referências devem constituir uma lista única no final do trabalho, em ordem alfabética por sobrenome de autor. Devem ser completas e elaboradas de acordo com a Norma Brasileira de Referências da ABNT NBR 6023/2002. Constituem elemento obrigatório. Ver exemplos no item 5 destas normas.

2.3.2 Apêndice

O apêndice é entendido como “texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho” (NBR 14724, 2005). É elemento opcional. Os apêndices devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e respectivos títulos. Exemplos:

APÊNDICE A MODELO DE CAPA APÊNDICE B MODELO DE FOLHA DE ROSTO APÊNDICE C MODELO DE FICHA CATALOGRÁFICA

2.3.3 Anexo

Na classe de anexos pode ser inserido qualquer “texto ou documento não elaborado pelo autor que serve de fundamentação, comprovação e ilustração” (NBR 14724, 2005). É elemento opcional. Os anexos devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e respectivos títulos. Exemplos:

ANEXO A CÓPIA DA CARTA DE ADJUDICAÇÃO DO IMÓVEL OBJETO DA CONTENDA. ANEXO B CÓPIA DO MAPA UTILIZADO PARA AS NAVEGAÇÕES.

2.3.4

Glossário

Um glossário é uma relação de palavras ou expressões técnicas, de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições” (NBR 14724,

12

2005). É elemento opcional.

2.3.5 Índices

Índices compõem uma “lista de palavras ou frases, ordenadas segundo determinado critério, que focaliza e remete para as informações contidas no texto” (NBR 14724, 2005). Podem ser elaborados índices remissivos, cronológicos, onomásticos, conforme a ABNT NBR 6034. São elementos opcionais. Elementos Pré-Textuais: Capa Folha de rosto Errata Folha de aprovação Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Lista de Ilustrações Lista de Tabelas Lista de Abreviaturas e Siglas Sumário

Elementos Textuais: Introdução Desenvolvimento Conclusão

Elementos Pós-Textuais: Referências Glossário Apêndice(s) Anexo(s) Índices

13

3

PADRONIZAÇÃO GRÁFICA

3.1

ORIENTAÇÃO PARA FORMATAÇÃO DO DOCUMENTO

Antes de iniciar a digitação do texto, deve-se tomar o cuidado de configurar a página e formatar o parágrafo. Desse modo, o texto será produzido, automaticamente, na formatação exigida nestas normas. Embora o trabalho possa ser formatado posteriormente, a utilização de documento já configurado e formatado gera menos imprevistos, especialmente na finalização do trabalho, quando, muitas vezes, a necessidade de cumprimento de prazos torna difícil a revisão da formatação.

3.2 PADRÕES PARA DIGITAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

O formato do trabalho acadêmico deve observar as disposições da NBR 14724 de 2011 da ABNT. As orientações constantes da norma da ABNT são:

Tamanho do Papel A4 Orientação Retrato Margens: Esquerda e superior: 3,0 cm. Direita e inferior: 2,0 cm. Alinhamento Justificado. Tabulação 1,5 cm. Recuo 4 cm da margem esquerda apenas para as citações de mais de três linhas. Espaçamento: Espaço 1,5 uniformemente no texto e simples para: citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e das tabelas, natureza (tipo do trabalho, objetivo, nome da instituição a que é submetido e área de concentração), que devem ser digitados ou datilografados em espaço simples. As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. Fonte: Times New Roman Estilo: Normal Tamanho 12 para todo o trabalho, com exceção para: citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, dados internacionais de catalogação-na-publicação, legendas e fontes das ilustrações e das tabelas, que devem ser em tamanho 10. Cor Preta

14

3.3 SISTEMATIZAÇÃO DAS SEÇÕES ESTRUTURAIS DO TRABALHO

Na prática, a sistematização das seções estruturais do trabalho corresponderá ao sumário, “para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto” (NBR 14724, 2005). Na estrutura do trabalho, apenas os elementos textuais, ou seja, introdução, desenvolvimento e conclusão, recebem numeração. O indicativo numérico de cada seção deve ser alinhado junto à margem esquerda, seguido do respectivo título. Devem-se utilizar algarismos arábicos na numeração e limitar a numeração progressiva até a seção quinaria. Não podem ser utilizados ponto, hífen, travessão, parênteses ou qualquer sinal entre o indicativo da seção e seu título (ABNT NBR 6024, 2012). O indicativo das seções primárias deve ser grafado em números inteiros a partir de 1. Os títulos das seções primárias devem começar na parte superior de cada página gráfica. Os títulos das seções primárias devem ser separados do texto que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5 e os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Os títulos que ocuparem mais de uma linha devem ser, a partir da segunda linha, alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título (NBR 14724, 2011). Exemplo de sistematização:

2 TÍTULO DA SEÇÃO PRIMÁRIA NEGRITADO COM TODAS AS LETRAS MAIÚSCULAS

2.1

TÍTULO DA SEÇÃO SECUNDÁRIA COM TODAS AS LETRAS MAIÚSCULAS

2.1.1

Título da seção terciária negritado com apenas a inicial maiúscula

2.1.1.1

Título da seção quaternária com apenas a inicial maiúscula

2.1.1.2

Título da seção quaternária com apenas a inicial maiúscula

2.1.2 Título da seção terciária negritado com apenas a inicial maiúscula

2.2

TÍTULO DA SEÇÃO SECUNDÁRIA COM TODAS AS LETRAS MAIÚSCULAS

2.2.1

Título da seção terciária negritado com apenas a inicial maiúscula

2.2.1.1

Título da seção quaternária com apenas a inicial maiúscula17

2.2.1.2

Título da seção quaternária com apenas a inicial maiúscula

2.2.2

Título da seção terciária negritado com apenas a inicial maiúscula

2.2.2.1

Título da seção quaternária com apenas a inicial maiúscula

15

3.4 PAGINAÇÃO

A capa não é contada. As páginas são contadas desde a folha de rosto, porém

somente começam a ser numeradas a partir da parte textual, ou seja, da introdução, indo até o

final do trabalho. O número de página deve constar na margem superior direita a 2 cm da borda superior em algarismos arábicos.

3.5 FIGURAS DE REALCE

O negrito e o itálico são utilizados como realce para o texto. Convenciona-se, nestas

normas, que o negrito deve ser utilizado apenas nos títulos e intertítulos. O itálico deve ter uso restrito para destacar conceitos ou grifar palavras em língua estrangeira.

O sublinhado também é figura de destaque, mas deve ser evitado, tendo em vista que

compromete a estética do texto. As aspas são utilizadas para indicar a transcrição de textos. Devem ser usadas em transcrições com até três linhas. Aquelas que possuírem mais de três linhas serão registradas

conforme indicado no item 4.1.5 destas normas.

3.6 VERSÃO PRELIMINAR (APENAS PARA MONOGRAFIA)

A versão preliminar do trabalho, a ser utilizada pela banca examinadora para leitura

e, se for o caso, arguição, deve ser encadernado em espiral, com capas plásticas, sendo a capa frontal em plástico transparente e a capa final em plástico preto.

A quantidade de cópias a ser entregue dependerá da composição da banca, sendo

uma cópia para o orientador e uma cópia para cada integrante da banca.

3.7 VERSÃO FINAL (APENAS PARA MONOGRAFIA)

Após serem incorporadas as sugestões e as indicações feitas pela banca examinadora, a versão final do trabalho deverá ser entregue em CD ou DVD via requerimento na secretaria conforme o indicado no item 7 (sete) destas normas.

16

4 CITAÇÕES E NOTAS DE RODAPÉ

4.1 CITAÇÃO

É uma menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte. Deve ser elaborada conforme a ABNT NBR 10520, 2002. As citações devem ser indicadas no texto utilizando os sistemas de chamada Autor-Data. Neste sistema, a indicação da fonte é feita pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável até o primeiro sinal de pontuação, seguido(s) da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de citação direta, separados por vírgula e entre parênteses. “Nas citações, as chamadas pelo sobrenome do autor, pela instituição responsável ou título incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas e, quando estiverem

entre parênteses, devem ser em letras maiúsculas” (ABNT NBR 10520, 2002). Exemplos:

Ainda, Marques (1995) a condição juvenil era identificada com os juvenis universitários, filhos das classes médias, mas a maioria da juventude brasileira não era visível e os estudos sobre esta juventude ou tratavam da sua marginalidade ou das suas relações com o trabalho/desemprego.

fundamentais da convivência humana, de atributos

essenciais da vida em sociedade, tão essenciais que foram desgastados pela própria vida em sociedade, que os rebeldes se insurgem.” (FORACCHI, 1972, p. 2).

Nessa perspectiva, “[

]

4.1.1 Citação direta, literal ou textual

Transcrição textual de parte da obra do autor consultado. Indicar a data e a página. Exemplo:

“Deve-se indicar sempre, com método e precisão, toda documentação que serve de base para a pesquisa, assim como idéias e sugestões alheias inseridas no trabalho”. (CERVO; BERVIAN, 1978, p. 97).

4.1.2 Citação indireta ou livre

Texto baseado na obra do autor consultado, consistindo em transcrição não textual da(s) idéia(s) do autor consultado. Indicar apenas a data, não havendo necessidade de

17

indicação da página. Exemplo:

Ainda, Marques (1995) a condição juvenil era identificada com os juvenis universitários, filhos das classes médias, mas a maioria da juventude brasileira não era visível e os estudos sobre esta juventude ou tratavam da sua marginalidade ou das suas relações com o trabalho/desemprego.

4.1.3 Citação de Citação

Transcrição direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original, ou seja, retirada de fonte citada pelo autor da obra consultada. Indicar o autor da citação, seguido da data da obra original, a expressão latina apud”, o nome do autor consultado, a data da obra consultada e a página onde consta a citação.

Exemplo:

“O homem é precisamente o que ainda não é. O homem não se define pelo que é, mas pelo que deseja ser”. (GOMENSORO DE SÁNCHEZ, 1963 apud SALVADOR, 1977, p.

160).

Segundo o autor (SILVA, 1983 apud ABREU, 1999, p. 3) diz ser “[

compreende desde [

]”

4.1.4 Citações até 3 linhas

]

a educação

Deve ser inserida no parágrafo entre aspas duplas. Caso existir citação no interior de uma citação entre aspas duplas no texto original, substituí-las por aspas simples. Quando iniciadas com letra maiúscula, as citações devem ser precedidas por dois pontos (:). Exemplo:

Nessa perspectiva, podemos dizer, com que a rebeldia contra a coação externa das normas se constitui numa maneira de interiorizar os valores que impõem as normas “[ ] fundamentais da convivência humana, de atributos essenciais da vida em sociedade, tão essenciais que foram desgastados pela própria vida em sociedade, que os rebeldes se insurgem.” (FORACCHI, 1972, p. 2).

18

4.1.5 Citações com mais de 3 linhas

Colocar em parágrafo distinto, a 4 cm da margem esquerda, com fonte 10, sem aspas e digitadas em espaço simples. Exemplo:

Mais de 150 anos depois daquele momento, as diferenças que se separam os

jovens de classes médias e altas dos jovens subalternos se fizeram mais profundas

convertendo [

oportunidades laborais, maior chance de sofrer exploração no trabalho, desemprego, alcoolismo, dificuldades na família e/ou na escola entre outras tantas problemáticas

as quais jovens de classe média. (RACOVSCHIK, 2002, p. 2).

com realidades como pobreza, menor, escolaridade, menor acesso a

]

4.1.6 Supressões, acréscimos, comentários, interpolações em citações

As supressões de palavras ou frases nas citações são indicadas pelo uso de elipses

entre colchetes. Acréscimos, comentários ou interpolações, quando necessárias à compreensão de algo dentro da citação, aparecem entre colchetes [ ].

[

]

4.1.7 Transcrição de entrevistas e discussões

As transcrições das entrevistas e discussões realizadas no corpo de dissertações e/ou teses e de trabalhos de conclusão, devem ser apresentadas em corpo 11, espaço simples, utilizando a margem total da página, ou seja, da margem esquerda à margem direita do corpo do texto. Pode aparecer dentro de uma moldura ou em destaque (ver exemplos 1 e 2). Diante da primeira presença de uma transcrição de entrevistas, colocar em nota de rodapé a informação de que foi adotado este procedimento para diferenciar de uma citação bibliográfica. Exemplo 1:

Apresentarei, a seguir, o trecho de uma entrevista de uma criança de 2ª série, que é muito elucidativa para o estudo em questão:

E - Eu quero saber o que tu achas que é aprender.

Ma - O que é que eu acho que é?

E - É. O que é aprender?

Ma - É

E - É pra gente saber?

quando a gente fica um pouco, mais pra gente saber

fazer

tudo.

Ma - E quando o professor diz que a gente precisa fazer uma coisa, tem que aprender, de qualquer jeito, aprender qualquer coisa.

19

Exemplo 2:

Apresentarei, a seguir, o trecho de uma entrevista de uma criança de 2ª série, que é muito elucidativa para o estudo em questão:

A: Na escola disseram que não era prá gastar muita linha. Eu sé deixo uma linha e faço como

na história [

comprando muito caderno, e isso e aquilo.

]

V: Ninguém. É que até a mãe pode reclamar porque ela gasta muito dinheiro,

4.1.8 Informação verbal

Quando se tratar de dados obtidos através de informação oral (palestras, debates, comunicações, etc.), indicar entre parênteses a expressão “informação verbal”, mencionando- se os dados disponíveis somente em nota de rodapé. Exemplo No texto:

A Biblioteca Setorial de Educação informa que está revisando as orientações para

elaboração de trabalhos acadêmicos (informação verbal). 1 Em rodapé:

1 Informe repassado pela bibliotecária responsável aos usuários da biblioteca em dezembro.

4.1.9 Trabalho em fase de elaboração

Quando se tratar de dados obtidos em trabalhos em fase de elaboração, indicar entre parênteses a expressão “em fase de elaboração”, mencionando-se os dados disponíveis somente em nota de rodapé.

4.1.10 Abreviaturas de expressões latinas

Utiliza-se expressões latinas abreviadas ou não para as subsequentes citações do mesmo autor e/ou da mesma obra. Devem ser usadas na mesma página ou folha onde aparece a citação a que se referem. As abreviaturas de expressões latinas devem ser utilizadas apenas em nota de rodapé

do texto.

Exemplos:

Únicas expressões latinas usadas no texto, no caso do Sistema Autor-Data:

20

Apud = citado por, conforme, segundo. et al. ou et alii = e outros No texto a informação da fonte da citação (autor, data e paginação) é repetida tantas vezes quanto for necessária numa mesma folha (página).

4.2 NOTA DE RODAPÉ

As notas de rodapé não devem ser utilizadas de modo indiscriminado. Quando necessárias, devem ter a finalidade de fazer indicações bibliográficas; de apresentar observações complementares; de realizar remissões ao próprio trabalho ou a outros textos; de introduzir uma citação de reforço; de fornecer a tradução de um texto. As indicações das fontes deverão ser feitas na própria nota e a obra deve constar nas Referências Bibliográficas, listadas ao final do trabalho. As notas de rodapé devem ser separadas do texto por um traço horizontal que se inicia na margem esquerda e tem 5 cm. Devem ser digitadas em espaço simples e com letra tamanho 10. Devem ser numeradas com algarismos arábicos, do início ao fim do texto, de modo contínuo, não se reiniciando a numeração em cada novo capítulo. Os programas de edição de texto costumam ter ferramentas próprias para inserção das notas de rodapé. No Word para Windows deve-se observar o seguinte procedimento. No Menu Referências, clicar em Inserir Nota de Rodapé. Exemplo:

A elaboração de trabalhos acadêmicos pressupõe o levantamento de fontes que permitirão a documentação. Em relação ao levantamento bibliográfico, após o acesso às obras e após a leitura, o fichamento será importante instrumento para a elaboração do trabalho escrito. 1

No rodapé da página:

1 Trata-se, neste texto, de pesquisas que envolvam, em alguma medida, elaboração teórica. Para tanto, o levantamento bibliográfico é indispensável.

21

5 NORMAS PARA REFERENCIAÇÃO

A referenciação é utilizada em trabalhos científicos para que se possa identificar e

localizar as obras utilizadas como fontes de pesquisa. As Referências Bibliográficas constituem elemento pós-textual obrigatório. Devem ser elaboradas em lista única no final do trabalho, em ordem alfabética por sobrenome de autor. Quanto ao padrão gráfico, deve-se utilizar o alinhamento somente à margem esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada documento, em espaço simples e devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco (ABNT NBR 14724, 2011). A NBR 6023/2002 é a norma da ABNT a ser seguida para elaboração das Referências Bibliográficas. Neste trabalho, não serão reproduzidas as normas contidas na NBR 6023/2002, que devem ser consultadas e utilizadas por autores de trabalhos científicos. A padronização das referências é imperiosa, devido à necessidade de acesso, pelo próprio pesquisador e por terceiros, às fontes utilizadas na pesquisa científica. No item 5.3 seguem exemplos de casos mais comuns de referenciação bibliográfica, ficando claro que os exemplos elencados não dispensam a consulta à NBR 6023/2002, devido à imensa gama de fontes referenciáveis: suportes impressos; mídias; meios eletrônicos etc.

5.1 DOCUMENTOS REFERENCIÁVEIS

A NBR 6023/2002 apresenta uma série de documentos que devem ser referenciados

e normaliza o modo de se fazer a referência. Encontra-se normalizada a referenciação de livros, artigos de revista, matérias publicadas em jornal, textos acadêmicos (monografias, dissertações, teses e relatórios de pesquisa), comunicações em eventos acadêmicos, científicos e culturais, legislação, patentes, materiais apresentados em meios eletrônicos, imagem em movimento, documentos iconográficos, cartográficos, sonoros, partituras musicais, documentos tridimensionais (esculturas, maquetes, fósseis etc.). Existem, no entanto, outros materiais comumente manuseados no meio acadêmico que não tiveram sua referenciação normalizada pela NBR 6023/2002. É o caso de entrevistas não publicadas e de apostilas e outros materiais didáticos.

5.2 ELEMENTOS ESSENCIAIS DA REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

A NBR 6023/2002 estabelece elementos considerados essenciais para formação da

22

referência bibliográfica. Sem esses elementos não se pode considerar que a referência exista.

Há outros elementos que a NBR 6023/2002 considera complementares, sendo utilizados

apenas quando for necessário.

Os elementos considerados essenciais variam, de acordo com o tipo de documento

referenciado. Entretanto, em linhas gerais, pode-se afirmar que são essenciais: a autoria, o

título do documento, a edição (em caso de livros), o local, a editora e a data. Tais elementos,

como afirmado, poderão variar, de acordo com o tipo de documento utilizado na pesquisa.

Mais uma vez, é importante salientar que é fundamental a utilização da NBR

6023/2002 quando da elaboração das referências bibliográficas. Em seguida, citam-se

exemplos mais comuns de referenciação bibliográfica.

5.3 CASOS MAIS COMUNS DE REFERENCIAÇÃO BIBLIOGRÁFICA

5.3.1 Livros como um todo

De acordo com a NBR 6023/2002, constituem elementos essenciais para

referenciação de livro: autor (es), título, edição, local, editora e data de publicação.

Exemplos:

a) Publicação com um autor

BASTIDE, Roger. Brasil: terra de contrastes. 3. ed. São Paulo: Difusão Européia do Livro,

1969.

b) Publicação com dois ou três autores

MACRUZ, João Carlos; MACRUZ, José Carlos; MOREIRA, Mariana. O estatuto da cidade e seus instrumentos urbanísticos. São Paulo: LTr, 2002.

c) Publicação com mais de três autores

BAILY, Peter; et al. Compras: princípios e administração. São Paulo: Atlas, 2000.

d) Responsabilidade pelo conjunto da obra, em coletâneas (organizador, compilador,

coordenador, etc.)

FERREIRA, Leslie Piccolotto (Org.). O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Summus,

1991.

P.S.: Caso se trate da primeira edição da obra, não é necessário mencionar. A

indicação é obrigatória a partir da segunda edição.

e) Autor pessoa jurídica

23

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Levantamento epidemiológico básico de saúde bucal: manual de restrições. 3. ed. São Paulo: Santos, 1991.

f) Autor com partícula de parentesco no nome

MÁTTAR NETO, João Augusto. Metodologia científica na era da informática. São Paulo:

Saraiva 2002.

g) Autor de nome espanhol

PEREZ LUÑO, Antonio Enrique. Los derechos fundamentales. 6.ed. Madrid: Tecnos, 1995.

5.3.2 Parte de livro

Os elementos essenciais, de acordo com a NBR 6023/2002, são: autor (es), título da

parte, seguidos da expressão “In:” e da referência completa do livro no todo. No final da

referência deve-se informar a paginação, a fim de individualizar a parte referenciada.

Exemplo:

VIEIRA, Fernanda Carolina Costa. Regularização fundiária em Recife: participação popular e superação de desafios. In: FERNANDES, Edésio; ALFONSIN, Betânia (Coord.). A lei e a ilegalidade na produção do espaço urbano. Belo Horizonte: Del Rey, 2003, p. 115-124.

5.3.3 Artigos de periódicos

Os elementos essenciais para a referenciação, de acordo com a NBR 6023/2002, são:

autor (es), título do artigo, título da publicação, local de publicação, numeração

correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, data ou

intervalo de publicação.

Exemplo:

TOURINHO NETO, Fernando da Costa. Dano Ambiental. Consulex, Brasília, ano 1, n. 1, p. 18-23, fev. 1997.

5.3.4 Matéria de jornal

Os elementos essenciais são: autor (es) (se houver), título, título do jornal, local de

publicação, data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação

correspondente. Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria

precede a data.

Exemplo:

24

PAIVA, Anabela. Trincheira musical: músico dá lições de cidadania em forma de samba para crianças e adolescentes. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 2, 12 jan. 2002.

5.3.5 Artigo ou matéria de periódico em meio eletrônico

Neste caso, a NBR 6023/2002 determina que as referências devem obedecer aos

padrões indicados para artigo e/ou matéria de jornal, acrescidas das informações relativas à

descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.).

Exemplo:

SILVA, Ives Gandra da. Pena de morte para o nascituro. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em: <http://www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro_htm>. Acesso em: 25 nov. 1998.

5.3.6 Evento científico como um todo

A NBR 6023/2002 considera essenciais para a referenciação os seguintes elementos:

nome do evento, numeração do evento (se houver), ano e local (cidade) de realização, título

do documento (anais, atas, tópico temático etc.), local, editora, data de publicação e página

inicial e final da parte referenciada.

Exemplo:

REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20, 1997, Poços de Caldas. Química: academia, indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira de Química, 1997.

25

6 APRESENTAÇÃO GRÁFICA

6.1 TABELAS

A tabela é formada apenas por linhas verticais, sendo, portanto “aberta”. Normalmente é usada para apresentar dados primários, e geralmente vem nos “resultados” e na discussão do trabalho. Nada impede, porém, que uma tabela seja usada no referencial teórico de um trabalho. Uma tabela normalmente apresenta resultados quantitativos (números). Geralmente se o texto usa fonte Times New Roman 12, a tabela pode ser feita em fonte 10. O número da tabela e o título vêm acima do quadro, e a fonte, deve vir abaixo, conforme o exemplo da tabela 1. Todas as tabelas devem ser citadas no texto e inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem e padronizadas conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (ABNT NBR 14724, 2011).

Tabela 1 - Produção de carne de frango no Brasil Série Histórica (1989-2001)

Toneladas

Ano

Mercado interno

Exportação

Total

1989

1.811.396

243.891

2.055.287

1990

1.968.069

299.218

2.267.358

1991

2.200.211

321.700

2.521.911

1992

2.350.567

371.719

2.726.992

1993

2.709.500

433.498

3.142.998

1994

2.929.997

481.029

3.411.026

1995

3.616.705

428.988

4.050.449

1996

3.482.767

568.795

4.051.561

1997

3.811.569

649.357

4.460.925

1998

3.885.709

612.447

4.498.186

1999

4.755.492

770.551

5.526.044

2000

5.069.777

906.746

5.976.523

2001

5.486.408

1.249.288

6.735.696

Fonte: ABEF Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos, 2003.

Obs: se você imprimir esta página, ou se visualizar a impressão deste arquivo no Word, verá que apenas as linhas horizontais serão impressas.

6.2 FIGURAS

Inclui desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros que não seja classificado como tabela. Pode ser usado em qualquer ponto do trabalho. A identificação deve aparecer na parte superior, precedida da palavra Figura, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos

26

arábicos, travessão e do respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara, dispensando consulta ao texto, e da fonte. Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor), legenda, notas e outras informações necessárias à sua compreensão (se houver). Qualquer ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere (ABNT NBR 14724, 2011). A figura pode ser digitalizada (escaneada), copiada e colada, feita no powerpoint, no próprio Word, ou em outros softwares. Recomenda-se que não sejam usadas ilustrações de altíssima resolução para não sobrecarregar muito o arquivo. Uma dica para reduzir o tamanho da figura é colar como “metarquivo do windows” <Colar especial/imagem (metarquivo do windows)>.

Figura 1 - Fluxo de materiais off site.

windows)>. Figura 1 - Fluxo de materiais off site . Fonte: Lacerda, 2003, p.10 6.3 EQUAÇÕES

Fonte: Lacerda, 2003, p.10

6.3 EQUAÇÕES E FÓRMULAS

Devem facilitar a leitura, devem ser destacadas no texto e, quando houver várias equações e fórmulas, numeradas com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Na sequencia normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes, índices e outros). Exemplo:

27

7 NORMAS PARA ENTREGA DA VERSÃO FINAL DO TRABALHO (APENAS PARA MONOGRAFIA)

A versão final, após serem incorporadas as sugestões e as indicações feitas pela banca examinadora e encerrar o trabalho de conclusão de curso, conforme previsto no projeto pedagógico, todo estudante deve entregar na unidade acadêmica à qual esteve vinculado, via requerimento na secretaria, a versão final do trabalho em CD ou DVD com o seguinte material:

No CD/DVD deve ter escrito com caneta permanente ou etiqueta:

- TCC CNEC;

- NOME COMPLETO DO ALUNO;

- Nome do curso;

- Ano - semestre (exemplo: 2017.1); -Título do artigo

Dentro do CD/DVD deve constar:

- TCC em word;

- Resumo em word;

- TCC em pdf;

- Apresentação;

- Ficha catalografica em pdf.

Após a entrega do CD (ou DVD) enviar o recibo do requerimento para o orientador. Somente após a entrega da versão final o professor lançará a nota.

28

8

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho deverá ser permanentemente atualizado, a fim de acompanhar as modificações que surgirem nas normas editadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou sempre que for necessária alguma atualização referente a qualquer outro aspecto.

29

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724. Informação e documentação: Trabalhos acadêmicos apresentação. Rio de Janeiro, 2005.

NBR

Rio de Janeiro, 2011.

14724. Informação e documentação: Trabalhos acadêmicos apresentação.

2002.

NBR

6023. Informação e documentação: Referências elaboração. Rio de Janeiro,

NBR

6024. Informação e documentação: Numeração progressiva das seções de um

documento- Apresentação. Rio de Janeiro, 2012.

 

NBR

6027. Informação e documentação: Sumário - Apresentação. Rio de Janeiro,

2002.

 

NBR

6028. Informação e documentação: Resumo - Apresentação. Rio de Janeiro,

2002.

 

NBR

6034. Informação e documentação: Índice - Apresentação. Rio de Janeiro,

2002.

 

NBR

10520. Informação e documentação: Apresentação de citações em

documentos. Rio de Janeiro, 2002.

BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as idéias. 8. ed. São Paulo: Ática, 2001.

SANTOS, Milton. A urbanização brasileira. 5. ed. São Paulo: Universidade de São Paulo,

2005.

MORIN, André. Pesquisa-ação integral e sistêmica: uma antropopedagogia renovada. Tradução

Michel Thiollent. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

THIOLLENT, Michel. Notas para o debate sobre pesquisa-ação. In: BRANDÃO, Carlos (Org.). Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1984.

30

APÊNDICE

31

31 CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE FACULDADE CENECISTA DE RIO DAS OSTRAS NOME DO CURSO

CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE FACULDADE CENECISTA DE RIO DAS OSTRAS NOME DO CURSO

NOME COMPLETO DO ALUNO

TÍTULO DO TRABALHO DE TCC (CENTRALIZADO)

Rio das Ostras

2017

32

NOME COMPLETO DO ALUNO

TÍTULO DO TRABALHO (CENTRALIZADO)

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade Cenecista de Rio das Ostras/FACRO como requisito para obtenção do título de Engenheiro.

Orientador:

Rio das Ostras

2017

33

NOME COMPLETO DO ALUNO

Rio das Ostras,

TÍTULO DO TRABALHO

Trabalho de conclusão de curso submetido ao corpo docente do curso de Engenharia de Produção da Faculdade Cenecista de Rio das Ostras como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Engenheiro de Produção.

de

de

BANCA EXAMINADORA

Prof. XXXXX XXXXXXX XXXXX, DSc.

Prof. XXXXX XXXXXXX XXXXX, MSc.

Prof. XXXXX XXXXXXX XXXXX, MSc.

Rio das Ostras Julho, 2017

34

Dedico

(OPCIONAL EXEMPLO ABAIXO)

Em especial a Deus por mais uma conquista Ao meu marido pela paciência e por suportar a minha ausência. Aos meus pais, exemplo de luta e dedicação. Às minhas irmãs pelo carinho e incentivo. E aos meus amigos que direta e indiretamente contribuíram para mais uma etapa de minha vida.

35

AGRADECIMENTOS

36

(OPCIONAL EXEMPLO ABAIXO)

“Quem, de três milênios, Não é capaz de se dar conta Vive na ignorância, na sombra, À mercê dos dias, do tempo.”

Jostein Gaarder

37

RESUMO

Escrever em uma página o resumo do trabalho.

38

ABSTRACT

Escrever em uma página o resumo do trabalho na língua inglesa.

39

LISTA DE FIGURAS

Figura 1 -

40

LISTA DE TABELAS

Tabela 1

41

SUMÁRIO

(SUGESTÕES DE ITENS PARA O ÍNDICE)

1

INTRODUÇÃO

04

1.1

OBJETIVO

07

1.1.1 Objetivo geral

07

1.1.2 Objetivos específicos……… ……….……………………

……… 07

1.2

JUSTIFICATIVA

08

2

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

 

09

3 METODOLOGIA……………………………

……………………

……… 15

3.1 ELABORAÇÃO DOS INSTRUMENTOS E A COLETA DE DADOS 15

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO….…………… ………………

16

5 CONCLUSÃO………………… … …………… ………….…

………… 19

REFERENCIAS

20

APÊNDICES

23

ANEXOS

24