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Introdução

O presente trabalho é de carácter avaliativa da disciplina de filosofia 11ª classe, que visa
abordar a segunda unidade que tem como tema pessoa como sujeito moral, com os seus
alguns itens que compões a mesma unidade. Onde encontrar-se-á definições e conceitos
de alguns termos, numa perspectiva filosófica tais como: pessoa numa perspectiva
etimológica, e de alguns autores, liberdade, responsabilidade, sanção, dever, moral,
tipos de acções, tipos de liberdade, valores humanos, pessoa como um ser de relações
com a natureza, trabalho, com os outros, justiça e muito mais.
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1.1. Tema. A Pessoa como Sujeito Moral

A noção de pessoa é uma expressão do mais elevado nível conceito que o homem tem
de si próprio e nela se conjuga algumas notas constitutivas. Esta noção de aparece em
oposição á de indivíduo, quer dizer indivíduo biológico. Indivíduo significa, antes de
tudo, consistência, isto é, coesão, indivisibilidade interna, unidade. Esta unidade não
significa simplicidade, mas sim, uma composição de partes. Enquanto tal esta unidade é
totalidade: diferenciada, estruturada e centrada. É uma totalidade diferenciada uma vez
que o próprio conceito de todo implica uma multiplicidade qualitativa de partes que
compões o todo, porem o ser vivo enquanto indivíduo é uma totalidade diferenciada.
É uma totalidade estruturada porquanto os diversos órgãos e as funções que eles
exercem não são independente uns dos outros como se de estrato que se sobrepõem se
tratasse. Os diferentes órgãos e suas funções constituem uma estrutura, isto é, são
interdependentes; eles só são aquilo que são devido á relação de mútua dependência.
O conceito de pessoa pode ser abordado a partir de duas perspectivas: uma parte da
problemática clássica; outra, mais descritiva, toma em conta as filosofias mais recentes.
Na perspectiva clássica, far-se-á referencia menção de alguns filósofos. No entanto
Cícero diz que pessoa é sujeito de direitos e deveres. Beócio pessoa é uma substancia
individual de natureza racional. Santo Tomas de Aquino pessoa é um subsistente de
natureza racional. Pressupõe-se na pessoa uma dimensão espiritual. A razão é um
fundamento último de outras características e realizações da pessoa. Aos filósofos da
modernidade orientam-se por outras direcções definitórias de pessoa das quais se tem
destacado três:
 A psicóloga que tomando como referencias o filosofo descartes, toma a
consciência como a característica definitória de pessoa;
 A ética, que segundo Kant, destaca a liberdade como o constitutivo do ser
pessoa;
 A social que com personalismo e particularmente com Martin Buber sublinha na
definição de pessoa a relação desta com os outros.

1.1.1. Acção humana e valores (Actos voluntários e actos involuntários)

Existir é um modo de vida que é próprio de ser capaz de transformar, de produzir, de


decidir, de criar, de recriar e de comunicar (Paulo Freire).
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O homem define-se pelo modo como escolhe, decide e executa as diferentes acções.
Cada homem individualiza-se neste processo, através das acções, o homem transforma a
realidade, intervém no curso dos acontecimentos, torna-se um agente de mudança. As
acções projectam-no no futuro, o homem pratica dois tipos de actos: os que são comuns
aos outros animais e os que só ele próprio realiza.

No primeiro caso, temos entre outros, os chamados actos instintivos. Os estudos de


Konrad Lorenz apontam para a existência de quatro grandes instintos comuns aos
homens e aos animais (nutrição, reprodução, fuga e agressão). Os instintos nos animais
determinam quase totalmente o comportamento destes, permitindo-lhes uma resposta
perfeita ao meio, o que constitui uma condição imprescindível á sua sobrevivência.

No segundo, a actividade instintiva é secundarizada a favor da actividade reflexiva


específica dos seres humanos. Agir, no caso do homem implica pensar antes de executar
as acções (analisar as situações, definir os objectivos, escolher as respostas mais
adequadas e ponderadas as suas consequências). Por tudo isto, não podemos reduzir as
acções dos homens a simples actos mecânicos. Os homens são livres de agir ou não,
escolher um ou outro caminho. Aos seus actos possuem uma dimensão moral que se
fundamenta na liberdade e na consciência da acção.

Numa dimensão moral, como também vermos, os homens praticam também os actos
que, embora sejam conscientes e intencionais, não deixam de ser considerados
inumanos. a razão é que os mesmos não se enquadram no âmbito daqueles que
consideramos dignos de seres humanos. Dada a diversidade das acções que o homem
pratica, é natural que a palavra acção tenha muitos significados. Importa diferenciar
dois tipos de acções: as voluntarias e as involuntárias.

1.1.2. Acções voluntárias (ou actos humanos)

As acções humanas implicam uma intenção deliberada de um agente, de agir de


determinado modo e não doutro. Estas acções são reflectidas, estudas, premeditadas e
ata projectadas a longo prazo, tendo em vista atingir determinados objectivos. Neste
caso afirmamos que temos a intenção e o propósito de fazer o que fazemos.

Aplicamos termo acção apenas a aqueles actos que realizamos de forma consciente ou
racional, voluntaria e responsável, dado que são únicos que são específicos dos seres
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humanos. Por isso, toda acção humana implica necessariamente, os seguintes


elementos:

Agente – um sujeito da acção que é capaz de se reconhecer como autor da acção e que
age com consciências (é capaz de saber autor da acção e ter responsabilidade pela
mesma) e livre-arbitrio ou vontade, ou seja, que é capaz de optar e tomar decisões
livremente.

Motivo – a razão que justifica a acção; o que nos leva a agir ou a fazer algo. Por isso,
quando perguntamos e porque fizeste ou vais fazer isto ou aquilo? Procuramos a razão
que justifica acção.

Intenção – a intenção diz respeito ao que o sujeito pretende fazer ou ser com a sua
acção e responde á pergunta: «que fazes?». A intenção implica um agente consciente,
pois a intenção consiste naquilo que agente quer fazer.

Fim – o fim da acção é a possessão daquilo para que se quer a acção voluntaria.

1.1.3. Da acção aos valores

Toda a acção humana, o ser humano exprime o modo como se relaciona com o mundo
podendo preferir algo. A acção humana esta estreitamente ligada aos valores, explícita
ou implicitamente. os valores dão ao sujeito o motivo para agir. Exemplo: parar no
semáforo quando o sinal está vermelho é um civismo.

1.1.4. Tipos de valores

Existe enorme diversidade de valores que podemos agrupar em dois tipos de valores:
espirituais e matérias.

Valores espirituais:

Religiosos – aqueles que dizem respeitam a relação do homem com a transcendência (o


sagrado ou divino, pureza, santidade, perfeição castidade);

Valores estéticos – são os valores que expressão a (beleza, harmonia, graciosidade,


elegância, feio, sublime).
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Valores éticos – são aqueles que se referem ás normas ou critério de conduta que
afectam todas as áreas da nossa actividade (lealdade, verdade, solidariedade,
honestidade, bem, bondade, altruísmo, amizade, liberdade).

Valores políticos – são aqueles que dizem respeito ao homem a sua qualidade de
cidadão (justiça, igualdade, imparcialidade, cidadania, liberdade, de expressão).

Valores materiais ou sensíveis

Valores do agradável e do prazer – são aqueles que exprime a sensações de prazeres


de satisfação, assim como as fontes (comida, vestuário, bebida);

Valores vitais – são aqueles que referem ao estado físico (saúde, resistência física,
forca, rigor, êxito, robustez, amor, felicidade).

Valores de utilidade ou económicos – são aqueles que se referem a habitação,


dinheiro, meios de comunicação, electrodomésticos, vestuários, alimentos máquinas,
automóveis.

Apesar da diversidade de valore, estes apresentam porem características, comuns a


todos os tipos de valores.

Bipolaridade dos Valores – os valores apresentam-se sempre dispostos em pares


oposto, numa polaridade negativa ou positiva; por oposição ao bom, (positivo), temos o
mau (negativo); ao belo temo o feio; ao útil temos o inútil, e outros mais.

Hierarquia dos valores – os valores encontram-se sempre dispostos numa hierarquia


que implica a superioridade e prioridade de uns sobre os outros; cada grupo e cada
pessoa.

Historicidade dos valores – a selecção, a hierarquização e o próprio conteúdo dos


valores sofrem condicionalismo e influências da época em são enunciadas.

A pessoa como um ser de relações os outros, com o trabalho e com o meio ambiente
ou a natureza.
O valor da pessoa sob ponto de vista ético, emerge, sobretudo, nas relações
interpessoais. É na sua relação com os outros que a pessoa encontra os vínculos éticos
mais profundos. Estes vínculos podem expressar-se de diversas maneiras e a diversos
níveis:
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 Como respeito pela pessoa do outro, tal como se apresenta no encontro


interpessoal. A pessoa é única, original e insubstituível. É um fim em si, e nunca
pode ser instrumentalizada e reduzida a uma simples meio seja do que for;
 Como promoção da pessoa, pois como vimos atrás, não basta afirmar a pessoa é
necessário promove-la. A relação interpessoal não deve ser contemplação, mas
energia realizadora. Não interessa só que o outro vivo, interessa também como
vive. A relação interpessoal é até, certo ponto, uma relação criadora. Não basta
não odiar, não matar, é necessário amar.
 A promoção reveste-se, na maioria dos casos, da forma de libertação. Na relação
interpessoal, o outro, muitas vezes, está em estado de alienação: é o pobre, o
oprimido, o explorado, o esfomeado, e sem pátria.
É necessário agir face a estas situações, sob o risco de o significado ético da relação
pessoal ficar reduzido a um moralismo formal. A relação interpessoal é activa, criadora
e libertadora.
O valor ético da pessoa é o fundamento de uma ética social e é também o critério para
decidirmos sobre os deveres que a consciência moral nos impõe.
A relação com o meio ambiente é uma outra necessidade que garante o equilíbrio no
esquema de todas as relações sociais. Isto é assim porque não se pode falar do homem
sem mundo, como não se pode falar do mundo sem homem; não só o mundo cultural,
mas nem sequer o mundo natural pode ser olhado e separado do homem. O que de facto
existe é um homem no mundo e um mundo para o homem.
a relação com o trabalho trata-se de uma actividade que visa transformação de algo
mediante o uso do corpo e de instrumentos. O trabalho humano é resultado da
intervenção por um lado de condições internas.

1.1.5. Liberdade como fundamento da acção humana

O primeiro filosofo a dedicar-se sobre a liberdade foi Sócrates, ele é da opinião que o
homem é livre, quando se verifica o domínio da própria racionalidade em relação á
própria animalidade. A relação entre a liberdade e a moral é intrínseca, o que faz com
que a liberdade seja o fundamento do agir moral. A liberdade é, segundo Kant, a razão
de ser da lei moral e, simultaneamente, a afirmação do sujeito que age como pessoa.
Etimologicamente a palavras de liberdade significa isenção de qualquer coação ou
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negação da determinação para uma coisa. Pode-se entender como a faculdade de fazer
ou deixar de fazer uma coisa.
Vista de lado do sujeito, ela tem sido entendida como a possibilidade de
autodeterminação e de escolha, acto voluntario, espontaneidade, indeterminação,
ausência de interferência, libertação de impedimento, realização de necessidade,
direcção prática para uma meta, propriedade de todos ou alguns actos psicológico, ideal
de maturidade, autonomia sapiências e ética, razão de ser da própria moralidade.

1.1.6. Formas e Tipos de liberdade

Dizer que se defende a liberdade é muito fácil, mas muitas vezes aquilo que se entende
como liberdade é muito diferente de pessoa para pessoa e geração para geração. De um
modo geral, liberdade significa liberdade da coerção dos outros (Estado ou indivíduos).

Existem vários tipos de liberdade: liberdade física, civil, politica, de religião ou


Liberdade de consciência e de crença, de imprensa, de reunião, de expressão de
pensamento, de ensino, Liberdade da opressão como interferência arbitrária,
Liberdade de participar nos processos de decisão da comunidade, Liberdade de cada
um viver como entender, Liberdade de Reunião, Liberdade de associação.

Liberdade da opressão como interferência arbitrária - Que é basicamente a liberdade


de se viver os direitos que nos foram atribuídos pela sociedade, sem o medo de
interferências arbitrárias na nossa vida por parte de outrem.

Liberdade de participar nos processos de decisão da comunidade - Ou seja,


liberdade de eleger, de ser eleito e de se exprimir sobre temas políticos. Consiste no
direito que todo o cidadão possui de expressar sua opinião, sugestões, ideias,
pensamentos, sentimentos e outras formas de manifestações. A liberdade de expressão é
ainda parte da democracia existente em diversos países sem estar sujeito a qualquer tipo
de repreensão.

Liberdade de consciência ou psicológica e de crença - Por outra palavras, a liberdade


de se praticar a religião que entender e o direito de dissidência relativamente a uma
qualquer religião. Essa liberdade consiste na liberdade de escolha de qualquer ou
nenhuma religião para seguir ainda o direito de crer ou não, de ter fé ou não sem que
seja ou receba algum tipo de preconceito ou coisa similar. Está incluso na liberdade
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religiosa o direito de não se submeter ao que o estado, país ou nação abriga como
preferência religiosa, ou seja, o indivíduo possui direito total liberdade na tomada de
decisão sobre a religião, os conceitos, as crenças, fé etc.

Liberdade de cada um viver como entender ou moral - No mundo actual, as pessoas


não se sentem livres porque os seus direitos são respeitados, ou porque as suas crenças
podem ser expressadas livremente, ou porque podem participar no processo de decisão
político. As pessoas sentem-se livres porque podem definir um rumo para a sua vida,
sem ter em consideração o bem comum ou as crenças religiosas.

Liberdade de associação

A liberdade de associação se consiste em basicamente no direito de escolha das pessoas


que irão formar o grupo para realização de determinada actividade, social, financeira,
económica entre outras quaisquer, o direito da liberdade de associação está incluído em
várias constituições e também na Convenção dos Direitos Humanos. Tendo dito, é
direito de todo e qualquer cidadão a liberdade de associação independentemente de qual
fim objectiva.

Liberdade de Reunião

O direito de liberdade de reunião é sobretudo utilizado principalmente por países com


regime democrático, a liberdade de reunião consiste no direito de que o cidadão possui
em de reunir em qualquer grupo, encontros, clube, manifestação, desfile, comícios entre
outros tipos de reuniões que são realizadas, contanto que não sejam ilegais.

A liberdade é algo que foi conquistada com muito esforço e que agora é de direito do
cidadão por isso usufrua de seus direitos, mas não se esqueça que também possui
deveres. Toda liberdade exige responsabilidade

No entanto Sartre identifica o homem com a liberdade e afirma que o homem não está
de modo algum sujeito ao determinismo; a sua vida não é como a da planta, cujo futuro
já está escrito na semente. A liberdade advogado por este pensador é uma liberdade
absoluta e total. No entanto o homem está condenado a ser livre, condenado porque não
se criou a si e, no entanto é livre, porque uma vez lançado ao mundo, é responsável por
tudo aquilo que faz. Os marxistas por seu lado são da opinião que o homem só é livre
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com o fim da alienação. Para eles a condição fundamental para a liberdade é o fim da
exploração do homem pelo homem.

1.1.7. Da liberdade humana á responsabilidade moral

Etimologicamente, a palavra responsabilidade vem do latim respondere que significa


comprometer-se (sponder) perante alguém em retorno (re). É a virtude através da qual o
agente moral deve responder pelos seus actos, isto é, reconhece-los como seus e
suportar as suas consequências. A responsabilidade pressupõe três dimensões
fundamentais:
 Conhecimento, aqui o agente deve ter conhecimento dos seus actos e das suas
consequências. Se o indivíduo actua por ignorância sua responsabilidade será
atenuada.
 Liberdade só somos responsáveis pelos actos que são verdadeiramente nossos, e
é a liberdade que dá ao homem pleno domínio dos seus actos e torna susceptível
de valorização;
 Intenção, a responsabilidade depende de intenção com que se decide a
realização do acto.
A responsabilidade subdivide-se em dois pontos:
a) Responsabilidade fundamental ou transcendental, que é aquela que o homem
tem por ser homem, enquanto homem. É a responsabilidade perante a
consciência, os outros e a sociedade;
b) Responsabilidade categorial, que equivale a diversas obrigações e deveres de
cada um. É subjectiva ou pessoa, cada sujeito agente é responsável pelos actos
que são verdadeiramente seus porque livremente praticados.
Nietzsche é da opinião que só é responsável aquele que pode responder por si e perante
si mesmo, enquanto Sartre faz cada um responder não apenas pela estrita
individualidade, mas também pela humanidade em geral.
Todo acto moralmente de exigir as seguintes condições:
 Imputabilidade – só é responsável por um determinado acto, aquele a quem
esse mesmo acto é imputado, isto é, aquele a quem é atribuída a sua autoria;
 Consciência - o sujeito que age conscientemente com o conhecimento de causa;
 Intencionalidade - Intenção, a responsabilidade depende de intenção com que
se decide a realização do acto voluntariamente.
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1.1.8. Justiça na perspectiva personalista, marxista, existencialista e o dever

O termo justiça em sido utilizado em vários sentido:


a) A ocupação por cada coisa do seu lugar e adequação ao seu fim, segundo a lei
reguladora da lei universal;
b) O atributo da divindade, que se expressa na infalível perfeição da vontade de
Deus e da sua actuação em relação aos homens;
c) Virtude ética total e plenitude da bondade moral;
d) Virtude moral particular ou especial respeitante as relações sociais e
consistente com o habito da vontade que inclina o homem a dar a cada um o
seu direito;
e) A actividade jurisdicional ou administração da justiça e conjunto de órgão que
realizam;
f) Norma, critério, valor, fim ou principio regulador da vida social (Politica e
Jurídica), com conteúdo e alcance variáveis consoante as concepções
adoptadas.

1.1.9. Sanção e o conceito

Sanção é o premio ou castigo infligidos pelo cumprimento ou violação da lei. Sancionar


um acto é sublinhar o seu valor, quer reconhecendo-o como o bom por meio de elogios
e recompensas, quer tomando-o como mau, através de censuras e castigo. A sanção não
é somente castigo como muito a entendem, mas também um premio. As sanções
dividem-se em terrenas e sobrenaturais
As sanções sobrenaturais compreendem:
Sanções de consciência consideram-se certos sentimentos, com os quais nos sentimos
elevados (satisfação, paz interior) ou deprimido (inquietação, remorso), consoante os
nossos actos são bons ou maus.
Sanção de opinião publica - sanciona as acções humanas quer quando louva os bons,
ou quando reprova os maus.
Sanções naturais – são as consequências que resultam para nos da vida que levamos.
Os actos morais traduzem-se, geralmente, em decadência pessoal (intelectual e física),
ao que a saúde pode ser o fruto de uma vida moral pura.
Sanções civis – são as quais a sociedade aplica, por órgão apropriado, aos que
transgridem leis ou regulamentos.
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Conclusão

Em forma de terminar com o trabalho orientado pelo professor contem as melhores


formas de abordagem filosóficas da unidade e dos itens pré-apresentadas pelo professor
da disciplina como: Sanção é o premio ou castigo infligidos pelo cumprimento ou
violação da lei. Sancionar um acto é sublinhar o seu valor, quer reconhecendo-o como o
bom por meio de elogios e recompensas, quer tomando-o como mau, através de
censuras e castigo. A sanção não é somente castigo como muito a entendem, mas
também um premio. As sanções dividem-se em terrenas e sobrenaturais. O direito de
liberdade de reunião é sobretudo utilizado principalmente por países com regime
democrático, a liberdade de reunião consiste no direito de que o cidadão possui em de
reunir em qualquer grupo, encontros, clube, manifestação, desfile, comícios entre outros
tipos de reuniões que são realizadas, contanto que não sejam ilegais. É necessário agir
face a estas situações, sob o risco de o significado ético da relação pessoal ficar
reduzido a um moralismo formal. A relação interpessoal é activa, criadora e libertadora.
O valor ético da pessoa é o fundamento de uma ética social e é também o critério para
decidirmos sobre os deveres que a consciência moral nos impõe.
A relação com o meio ambiente é uma outra necessidade que garante o equilíbrio no
esquema de todas as relações sociais. Isto é assim porque não se pode falar do homem
sem mundo, como não se pode falar do mundo sem homem; não só o mundo cultural,
mas nem sequer o mundo natural pode ser olhado e separado do homem. O que de facto
existe é um homem no mundo e um mundo para o homem.
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Bibliografia

GEQUE, Eduardo & BIRIATE Manuel. Pré-universitário-filosofia11. Editora:

Longman Moçambique. Maputo.2010


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Índice
Introdução..........................................................................................................................2

1.1. Tema. A Pessoa como Sujeito Moral..........................................................................3

1.1.1. Acção humana e valores (Actos voluntários e actos involuntários)........................3

1.1.2. Acções voluntárias (ou actos humanos)..................................................................4

1.1.3. Da acção aos valores...............................................................................................5

1.1.4. Tipos de valores.......................................................................................................5

1.1.5. Liberdade como fundamento da acção humana......................................................7

1.1.6. Formas e Tipos de liberdade....................................................................................8

Liberdade de associação....................................................................................................9

Liberdade de Reunião........................................................................................................9

1.1.7. Da liberdade humana á responsabilidade moral....................................................10

1.1.8. Justiça na perspectiva personalista, marxista, existencialista e o dever................11

1.1.9. Sanção e o conceito...............................................................................................11

Conclusão........................................................................................................................12

Bibliografia………………………………………………………………………….....13