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COMO DESTRUIR ESQUERDISTAS EM UM DEBATE

Trata-se de um resumo adaptado do livro de Ben Shapiro “How to de-


stroy leftists in debate”. Obviamente, o foco e os exemplos abaixo cita-
dos dizem respeito aos EUA, mas são integralmente válidos e aplicáveis
a qualquer país ocidental democrático.

Nas últimas décadas, a esquerda ganhou assustadoramente espaço no


cenário político. Disfarçam-se sob os mais diversos rótulos – sociais-democratas,
socialistas, comunistas, trabalhistas, movimentos operários/sindicais, ONGs etc
– mas no fundo compartilham sempre o mesmo cerne parasitário, destrutivo e
autoritário. Como veremos a diante, a estratégia esquerdista é sempre a mesma,
absolutamente a mesma. Derrotar a retórica esquerdista é relativamente fácil
quando se fazem as coisas certas.
Pessoas idôneas focam na virtude e na honestidade intelectual de sua
mensagem, mas deveriam se preocupar mais em vencer o debate. Mesmo
porque o público em geral, em outras palavras, o eleitor médio, não acompanha
política e tampouco entende de economia. É ingenuidade apostar exclusiva-
mente na validade dos argumentos e contar com o consequente trinfo nas urnas.
Mais importante é derrotar o seu adversário no debate franco. A esquerda en-
tendeu isso há muito tempo, incorporou técnicas de dialética erística e passou
a denegrir seus adversários políticos da forma mais baixa possível, alcançando
estrondoso sucesso eleitoral.
Um caso recente e emblemático foi a vitória de democrata Obama frente
ao republicano Mitt Romney. Enquanto este dizia que Obama era um cara legal,
mas um mau presidente ; a campanha de Obama afirmava que o candidato con-
servador era o pior cara desde Mussoline e que era “um idiota rico, machista e racista”.
Você, eleitor, em quem você votaria?
Segundo pesquisa de boca de urna, para 81% das pessoas, Obama é o can-
didato que mais se preocupa com as pessoas, contra 19% de Romney. Esse resul-
tado, muito discrepante com o da eleição, indica que o eleitor em geral se identi-
fica pessoalmente com o candidato de esquerda, embora rejeite suas ideias. Em
suma:

Esquerdistas perceberam que só tem a perder


discutindo ideias, restringem-se, portanto, a dis-
cussões passionais e a destruir reputações.

Essa tática desonesta e nefasta explica o estímulo a movimentos de falsas


minorias que segregam as pessoas, incitam o ódio e desviam o foco das verda-
deiras causas que de fato interessam aos cidadãos, às famílias e ao país.
Afinal, o que estamos fazendo de errado? Como a situação chegou a esse
ponto?

CONTROLE INSTITUCIONAL
A agenda esquerdista é cumprida com rigor e esmero onde detêm a hege-
monia, principalmente, a saber, nas universidades, na mídia e no show business.
Não é, de forma alguma, um movimento aleatório, trata-se de uma estratégia
orquestrada de subversão de valores, com duras implicações sociais e econômi-
cas.
Por décadas as universidades ocidentais são tomadas por intelectuais de
esquerda e, por serem muito bem articulados, diferentemente da intelectual-
idade conservadora, pouco a pouco, implementaram a hegemonia ideológica.
Ideias ditas conservadoras hoje são ridicularizadas, reprimidas e, muitas vezes,
censuradas no meio acadêmico.
As universidades são essenciais, pois são elas que guiam as mentes das
futuras gerações, sobretudo das elites. É realmente um terreno muito fértil:
dentro dos muros do campus não há confrontação dos ideais de esquerda com a
realidade prática do mundo; além disso, o público nas universidades são pessoas
ainda moral e intelectualmente em formação, inexperientes, abertas a tudo que
profetas marxistas lhe introjetam diariamente. Coitados dos nossos jovens, tão
certos de si, mas, na realidade, tão vulneráveis!

Enquanto o ensino superior doutrina a futura


intelectualidade, a mídia e a indústria do entre-
tenimento se encarregam das massas.

A lavagem cerebral em prol da agenda esquerdista é tão óbvia que nem


precisa de descrição, basta um olhar minimamente crítico à programação diária
para identificar o lixo subversivo.
O grande expoente nesse sentido é Hollywood, pois subverte de forma
majestosamente sutil e subliminar. Cria personagens com os quais o público se
identifica, vincula a eles atitudes moralmente inaceitáveis na vida real, mas que
acabam sendo irrelevadas na ficção em função do apelo emocional criado em
torno deles. De forma gradual e discreta, quase imperceptível até mesmo aos
mais atentos, esse comportamento é incorporado pelas massas como se fosse
espontâneo, na verdade, o foi gradualmente imposto.

A esquerda não mais constrói ar-


gumentos a respeito de efetividade
das políticas. Seu único argumento
é o assassinato do caráter.
QUANDO DEBATER COM ESQUERDISTAS?
Vamos à prática! Falemos finalmente sobre debate com esquerdistas.
Primeiro::

Nem toda luta vale a pena.

1 Não perca tempo e energia em demasiado com idiotas – hippies na facul-


dade, recalcados na empresa, amigos ou parentes “tarjas pretas” etc. Somente há
duas situações em que você deva tratar de política com um esquerdista:

2 Você encontrou um esquerdista honesto e aberto a um debate de


ideias verdadeiro. Você está com sorte, pois trata-se de um caso raro!

Você tem um público. Nesse caso, foque em desmascarar seu


oponente, jamais em convencê-lo, mesmo porque não existe a menor
possibilidade disso acontecer.

REGRAS PARA UM DEBATE

Pode parecer simplismo atribuir fórmulas prontas à retórica, principal-


mente quando se trata de assuntos complexos, mas certas regras quando bem
entendidas e implementadas fazem toda a diferença num debate. Vamos a elas:
Regra #1
Caminhe em direção ao fogo

Esta é uma regra que aprendi com meu antigo mentor Andrew Breitbard.
Ele era um estrategista engenhoso que entendia a luta a nível visceral: ele enten-
deu que política é uma guerra por outros meios, e você tem que lidar com ela
como numa guerra.
Andrew costumava dizer que você tem que abraçar a luta, caminhar em
direção ao fogo. Ele explicaria que você será atingido pelos estilingues e flechas
de maneira ultrajante não importa que caminho você tome. Você pode tentar
esconder-se dos ataques da esquerda, você pode tentar fugir deles, tentar ig-
norá-los, fingir que a esquerda tenha alcançado algum tipo de “quase consenso
no qual eles vivem” e deixam viver. Isto vai durar até que manifestantes estejam
na porta de sua empresa, reguladores do governo estejam na porta de sua casa,
ou os administradores estejam dentro da sala de aula de seus filhos. Então você
perceberá que enquanto você esteve desejando deixar viver, a esquerda simples-
mente não estava.
Não há trégua. Trégua não existe. Não importa quão agradável ou
educado você seja, eles virão atrás de você. A esquerda sabe que isto é uma
guerra. E eles sabem que você é o inimigo. Você será castigado. Você será
esmurrado. E será desta maneira porquêé deste modo que a esquerda vence:
através da intimidação e da crueldade. Você tem que assimilaro golpe, você tem
que menosprezá-lo.
Regra #2
Bata primeiro!

Não leve o primeiro golpe. Ataque primeiro. Ataque forte. Ataque onde
importa. Mike Tyson costumava dizer: “Todo mundo tem um plano até que leve
um soco”. Isto é rigorosamente correto. Mas lançar o primeiro golpe requer
estratégia. Atravessando a porta, você tem uma tacada – uma! - para derrubar
alguém e abrir a contagem no início do debate. Se feito adequadamente, qualquer
debate de um simples tópico pode terminar dentro de trinta segundos. Isto exige
pesquisa.
Você tem que conhecer seu oponente. Você tem que saber o que ele dirá,
quais são suas táticas preferidas, e qual será sua posição redefinida. Você precisa
entender seu opositor pelo avesso. Se você puder praticar com um dublê antes
de um debate, faça-o: há uma razão para que ambos, Romney e Obama, tenham
feito isto antes dos debates presidenciais. Na maioria dos debates, que não são
presidenciais, seu oponente se dedicará igualmente ao debate com clareza.
Não há substituto para a preparação. Conheça as tendências de seu oponente,
particularmente se ele tem uma tendência a baixar a guarda. É onde você ataca.
regra #3
regra #3seu oponente
Enquadre

O cerne da estratégia esquerdista é denegrir seu oponente e tal técnica tem


se mostrado incrivelmente bem-sucedida. A única forma de esquivar-se desse
ataque é enquadrando-o. Vire o jogo: torne o campo de batalha que ele mesmo
escolheu insustentável para ele mesmo.
Este primeiro passo é vital. É o único primeiro passo. Esta é a razão pela
qual a direita nos EUA consistentemente perde os votos dos negros e hispânicos –
não porque as políticas de direita sejam detestáveis para negros e hispânicos, mas
porque negros e hispânicos foram ensinados por gerações que conservadores os
odeiam.
Por exemplo, quando você for acusado de racista, não se defenda
argumentando que tem amigos e parentes negros etc, é inócuo. Saia das cordas,
reaja acusando-o de ser o verdadeiro racista por incitar ódio entre raças. Denuncie-o
por injúria, por acusá-lo de racismo sem evidências para tal. De preferência, uma
vez que você já conhece as artimanhas difamatórias de seu oponente, desmascare
suas técnicas e intensões antes mesmo de ele se valer delas.
Nenhuma conversação racional é possível com alguém que insiste que você
não é digno do debate. Na verdade, se o seu oponente pensa que você não é digno do
debate, ele não é digno do debate. Se o seu oponente deseja ingressar num mundo
no qual podemos ter conversações racionais a respeito de custos e benefícios de
políticas particulares, você está feliz por fazê-lo. Se não, a conversação acabou.
Não haverá diálogo no qual você me acusa de racista, e eu explico porquênão sou.
conversação acabou. Não haverá diálogo no qual você me acusa de racista, e eu
explico porquênão sou. Esta é uma conversa para idiotas.
Agora, há um outro ponto importante aqui:

Não espere que seu oponente o chame de racista


antes de partir para a ofensiva.

Você pesquisou seu oponente, você conhece a estratégia, e sabe que ele te
chamará de racista porque ele sempre chama seus oponentes de racistas. Então
acerte-o primeiro, apontando sua tática viciosa.

Veja este ótimo exemplo de um debate sobre desarmamento entre Ben


Shapiro (conservador) e Piers Morga.
Piers Morgan tinha se tornado a face do movimento de controle de armas em
seguida ao horrível massacre de Sandy Hook Elementary, e ele o fez provocando
pessoas de direita e então sugerindo que eles eram maus por discordar dele.

Piers Morgan, CNN Host: Meu próximo convidado tem palavras fortes
para mim. Ele diz que estou “fora dos trilhos”a respeito de armas na América.
Ben Shapiro é um importante editor em Breibart.com e autor de Bullies: How the
Left’s Culture of Fear and Intimidation Silences Americans (Intimidação: Como a
Cultura de Medo e Intimidação da Esquerda Silencia os Americanos). Então, por
que estou ‘fora dos trilhos’, Sr. Shapiro?
Shapiro: Você sabe, honestamente Piers, você tem sido um tipo de
intimidador nesta questão, devido ao que você faz, e tenho visto isto repetidamente
no seu show. Eu assisto a seu show. E tenho visto isto repetidamente. O que
você tende a fazer é demonizar as pessoas que diferem de você politicamente
colocando-as nas sepulturas das crianças de Sandy Hook ao dizer que elas não
parecem preocupar-se o suficiente a respeito das crianças mortas. Se elas se
preocupassem mais, elas concordariam com você em política. Penso que podemos
ter uma conversa racional, um debate político a respeito de contrabalançar
direitos, riscos e recompensas de todas estas diferentes políticas, mas não penso
que o que precisamos fazer seja demonizar pessoas que estejam no lado oposto
como sendo insensíveis ao que aconteceu em Sandy Hook.
Morgan: Como ousa acusar-me de sustentar-me nas sepulturas das crianças
que morreram lá. Como você ousa...
Shapiro: Tenho visto você repetidamente, Piers.
Morgan: Eu digo, como você ousa...
Shapiro: Bem, quero dizer, você pode continuar dizendo isto, mas você o
fez repetidamente. O que você faz, e tenho visto você em seu programa, é o que
você continua a dizer às pessoas se elas discordam de você politicamente, logo, de
algum modo, isto é uma violação do que aconteceu em Sandy Hook.
Morgan: Você sabe quão absurdo você soa?
Shapiro: Aqui é onde você entra no “absurdo” e a “Você é absurdo, você é
estúpido”. Eu entendo …
Morgan: Não estou intimidando
Shapiro: É claro que está.
Morgan: Não sou eu que vim aqui e acusou-o de sustentar-se nas sepulturas
de crianças mortas...
Shapiro: Porque você é o sujeito que está fazendo isto. Estou revidando em
dobro.
Morgan: Isto é o que eu chamo de intimidar.
Shapiro: Você sabe como eu chamo isto? Revidar em dobro, nas palavras do
Presidente Obama.
Morgan: Isto é o que chamo bullying.
Shapiro: Isto é surpreendente.
Morgan: O que é surpreendente?
Shapiro: O que é surpreendente a respeito disto é que por semanas você tem
dito que qualquer um discorde de sua posição é absurdo, idiota e não se importa
com as crianças mortas em Sandy Hook. E então quando eu digo que isto é uma
tática de intimidação você vira-se e diz que eu estou te intimidando por afirmar
isto. Isto é absurdo. Isto é ridículo.
É importante fazer isto. A esquerda não tem uma cartilha. Eles têm um
movimento. Um único movimento. O movimento: você é um idiota. Eles têm um
movimento. Um movimento! O movimento é:você é desagradável. Tire isto deles,
e eles não terão nada.


regra #4
regra #3o debate
Enquadre

Os esquerdistas são os mestres em delimitar o debate. Eles usam clichês


que direcionam o debate para um terreno onde é impossível derrotá-los. Eles
abusam da hipocrisia e de termos como tolerância, diversidade, justiça social; se
autoproclamam guardiões da moral. Como conservador, você é automaticamente
taxado de corrupto, intolerante, xenófobo, fascista e insensível as mazelas sociais.
Mas na verdade, eles que são os verdadeiros intolerantes, os que não toleram
correntes de pensamento contrários nos meios onde detém a hegemonia, como
nas universidades e na mídia.
Não se deixe encurralar, é importante neutralizar esses clichês rapidamente.
Caso contrário, você estará argumentando contra termos sem sentido e suas
respostas podem ser usadas contra você, é justamente essa a intenção do hipócrita
esquerdista.
Evite discussões idiotas como “Como casamento de pessoas do mesmo
sexo fere o seu casamento?”, a discussão honesta seria “Ter uma mãe e um pai é
importante para a formação do carácter de uma criança?”. A primeira pergunta
não faz o menor sentido e não convém responder, ao invés disso, devolva a
segunda.
Esta tática, forçar a esquerda a debater dentro de contextos que os
desagradam, é utilizável em virtualmente todas as frentes. Quando você está
discutindo mudanças climáticas, por exemplo, a questão adequada não é se
o homem está causando as mudanças climáticas. A questão é se o homem
pode estabelecer as mudanças climáticas, uma questão para a qual a resposta
universalmente conhecida é essencialmente não, a menos que desejemos retornar
à época pré-industrial. Esta é uma questão muito utilizável, e também evita o
argumento preferido da esquerda no debate sobre aquecimento global, que é
uma variante de sua linha de argumentação preferida no controle de armas: “O
aquecimento global é causado pelo homem. Não concorda? Isto é porque você é
estúpido e odiável”.

Em suma, se você aceitar discutir dentro dos termos propostos pelos


esquerdistas, será taxado de estúpido, fascista e corrupto. A discussão não pode
ser desenvolvida nessa direção. Recuse-se a discutir nos termos de seu oponente
e se delicie com o seu desespero.
regra #5
regrainconsistências
Aponte #3 no argumento

O discurso esquerdista é repleto de inconsistências que são inerentes a sua


visão deturpada de mundo. Cabe a você identificar as falhas lógicas e denunciá-
las. Sem dúvidas, essa regra é a que requer maior refino intelectual.
A discussão sobre o desarmamento é sempre bem-vinda. Os esquerdistas
são contra o porte de arma, mas, hoje, nos EUA, são abertamente contrários
somente ao porte de arma de grosso calibre. O argumento é óbvio, apesar de falso:
reduzir o número de vítimas por arma de fogo. A inconsistência está no fato de
que a grande maioria das vítimas por arma de fogo no país foram alvejadas por
armas de mão de pequeno calibre, ou seja, a proibição de compra e/ou posse de
armamento de grosso calibre em quase nada reduziria o número de vítimas por
arma de fogo.
Aqui no Brasil o debate sobre armas está em um nível ainda mais elementar
discutindo-se ainda o direito do cidadão de bem possuir uma arma. O que você
pode fazer é memorizar números e estatísticas que refutem qualquer argumento
esquesdista sobre o asunto.
Se você reconhecer um erro lógico em um debate, aponte-o imediatamente
e certamente irá desmoralizar seu oponente. Mesmo que a maior parte da plateia
não entenda nada, você estará minando a confiança de seu adversário.
regra #6
regra #3
Force-os a responderem perguntas

Essa regra é um subitem da regra 4. Esquerdistas só se sentem confortáveis


quando estão falando sobre as mesmas coisas de sempre: a sua óbvia cartilha
esquizofrênica; fora desses limites, sentem-se perdidos. Então force-os a
responder sobre os mesmos temas, mas sob outros enfoques.

Pergunte: “Você estaria disposto a abrir mão de sua criação por um pai e
uma mãe em nome do politicamente correto?” ou “Você abriria mão de seu carro
enquanto os chineses continuam a descartar toneladas e mais toneladas de lixo
tóxico na atmosfera todos os dias?” ou “Aliás, você veio de bicicleta para cá hoje?”
etc.

Tirar uma resposta honesta de um
esquerdista é missão impossível, mas
é impagável vê-lo na defensiva.


regra #7
regra #3
Recuse distrações

Note que quando você está construindo um raciocínio sobre determinado


assunto, você é constantemente interrompido por um comentário histérico e
fantasioso. Do tipo: “… Obama estourou o orçamento porque…” “BUUUSSHHHH!!!!!
Foi culpa do Bush!”.
Eles lhe interrompem e trocam de assunto constantemente para evitar
que você conclua um raciocínio. O desonesto não almeja a verdade, muito pelo
contrário, buscam a confusão e a distração. Tenha paciência, faz parte do jogo
sujo esquerdista. Anule essa artimanha sendo conciso e assertivo.


regra #8
regra
Você #3deve defender aliados
não

Não é porque alguém tem inclinação política semelhante à sua que você
tem que sair em sua defesa. Não siga pessoas, siga princípios.
Fuja do pensamento: se a esquerda está atacando alguém ele merece ser
denfendido. Até porque o inimigo do seu inimigo nem sempre será seu amigo.
regra #9
regra
Se você #3
não souber de alguma coisa,
simplesmente admita

Sem dúvidas o seu oponente saberá algo que você não saiba. Simplesmente
reconheça: “Eu não sei, mas ficaria feliz em pesquisar e retomar o assunto”. Aliás,
nunca traga temas que não lhe sejam familiares.
Ainda que você esteja certo na defesa ou crítica a determinado assunto,
o fato de não conhecê-lo o suficiente para sustentar uma argumentação poderá
fazê-lo passar vergonha. Além de minar sua confiança você corre o risco de parecer
idiota e desonesto. Exatamente como a esquerda quer rotular você.
regra #10
regra
Permita #3
ao oponente vitórias insignificantes

Este é um “truque de salão” que você pode usar com grande efeito com
seus amigos esquerdistas. Esquerdistas valorizam moderação artificial acima de
tudo mais. Concedendo a eles um ponto ou dois, você pode convencê-los de que
você não é de modo algum um direitista radical.
Afinal, qualquer um pode admitir que ambas as partes são terríveis!Estes
são pontos que não significam nada. Você não perde nada declarando que todos
os partidos têm problemas. O mesmo se aplica em relação à linguagem de es-
querda.
Se a esquerda te atrai para a reforma da imigração, sua resposta deveria
ser sempre que você é pela reforma da imigração. Agora, como eles definem a
reforma da imigração? Esta é a questão chave. Mas porque você já concedeu a
premissa de que você aprecia a reforma da imigração, você não parece imediata-
mente um opositor . A verdade é que,como muitos chavões políticos, reforma da
imigração pode,virtualmente,significar nada: pode significar construir um fosso
na fronteira, ou conceder anistia geral. O debate é sem sentido até que você
force a esquerda a definir os termos. Até então, podemos concordar com plati-
tudes inúteis.
regra #11
regra #3
Aparência e linguagem corporal importam

Nixon perdeu o debate na TV para Kennedy em 1960, mas ganhou o debate


pelo rádio. Por quê? Nixon tinha uma aparência horrível.
Você percebeu como a imagem do então candidato Luiz Inácio Lula da Sil-
va mudou drasticamente na campanha de 2002? Ele deixou de ter um aspecto
desleixado de operário com a barba mal feita e olhar sério. O Lula vencedor nas
eleições tinha a barba bem aparada, terno impecável e sorriso amigável.
Há uma razão para que a maioria dos candidatos Democratas trabalhem
com Hollywood. O presidente Obama –então Senador Obama –foi o primeiro can-
didato a usar teleprompter em sua vitória na convenção partidária em Iowa. Ele
sabiaque estava falando com a população Americana e não apenas com as pessoas
no auditório. As pessoas no auditório podem ter zombado dele. Ele sabia superar
A esquerda é especialista em estética enquanto a direita acredita que o con-
teúdo pode sobrepujar à aparência. Em outras palavras:
você tem que parecer um cara legal para que os outros acreditem que você é um
cara legal e nesse contexto expressão corporal e aparência são essenciais.
Faça com que seu adversário pareça um radical raivoso e não você.
CONCLuSÃO

Derrotar esquerdista em debate é simples, basta conhecer de antemão suas


artimanhas – que são sempre as mesmas no mundo inteiro – e executar com rigor
as 11 regras acima mencionadas. Insisto: eles não têm um repertório vasto, têm
somente meia dúzia de sofismas oriundos de fontes desacreditadas.
Em suma: não seja passional, irreleve os ataques pessoais, reconheça os pa-
drões de argumentação, implemente essas 11 regras e desmoralize-o. E lembre-se:
quando for golpeado, revide duas vezes mais forte. Sempre! Sem exceção!

Nota: ao contrário do que parece, o objetivo principal desse texto é desmascarar os


métodos esquerdistas para que eles sintam vergonha de abrir a boca. Afinal, como diria Sun
Tzu, “Obter uma centena de batalhas não é o cúmulo da habilidade.

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