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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

DEPARTAMENTO DE ANÁLISE GEOAMBIENTAL

ORIENTAÇÃO EM TRABALHOS DE CAMPO

AUTORES: IGOR ALEIXO PLOETTERLE DE ALMEIDA


EUGENIO TUORTO DE MORAES

DISCIPLINA: CARTOGRAFIA

ORIENTADORA: PROFA. DRA. ANGELICA C. DI MAIO

Niterói
2018
ÍNDICE

1.0) APRESENTAÇÃO______________________________PG 3

2.0) CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS___________________PG 3

2.1) INTRODUÇÃO_________________________________PG 3

2.2) ELEMENTOS NATURAIS________________________PG 5

2.3) ELEMENTOS ARTIFICIAIS_______________________PG 8

3.0) TRABALHO PRÁTICO__________________________PG 15

4.0) BIBLIOGRAFIA_______________________________PG 27

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1.0) APRESENTAÇÃO

Devido a escassez de material voltado para orientação, matéria abordada na


disciplina de cartografia e tão útil em nossos dias, nasceu a ide ia da
preparação de uma apostila que auxiliasse na base teórica e na realização de
um trabalho prático dentro da disciplina. O trabalho é voltado aos alunos de
graduação que cursam a disciplina Cartografia. As breves considerações
teóricas abordaram temas mais básicos e usuais; orientação por elementos
naturais; e com bússola e com sistema de navegação por satélite (GNSS-). A
atividade prática sugerida ao final desta apostila é simples, mas funcional,
sendo uma atualização após as obras dentro do campus da Praia Vermelha da
Universidade Federal Fluminense.

2.0) CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS

Desde os primórdios, o homem procura meios de se orientar em busca de


caminhos que o levem à direção correta. Essa busca resultou em avanços no
campo da localização e orientação, culminando em conhecimentos e novas
tecnologias hoje estudadas e cada vez mais aprimoradas para uma melhor
sobrevivência ao espaço em que habita.
A orientação, tema do presente trabalho, deriva do verbete “direção do oriente”,
e teve papel fundamental na vida do ser humano para localização dentro do
seu ambiente.

A rosa dos ventos é o símbolo destinado a mostrar a orientação de uma carta


topográfica. Na rosa dos ventos estão presentes, principalmente, os pontos
cardeais, que são pontos de referência de auxílio da localização na superfície
do globo. São eles:
E/L: Este ou Leste;
N: Norte;
O: Oeste;
S: Sul

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Sendo norte e sul referentes os pólos terrestres e leste e oeste derivando do
nascer e por do sol respectivamente.

Obs: O norte também pode ter o nome de setentrional ou boreal. O sul também
pode ter o nome de meridional ou austral. O leste de oriente. O oeste de
ocidente.

Rosa dos Ventos.


Fonte:http://marcospaiva.com.br/localizacao.htm

Apesar de não existir um padrão único na construção de uma rosa dos ventos,
(em geral, em uma carta topográfica, o único interesse é identificar o norte) o
desenho acima é um dos mais completos e apresenta, além dos pontos
cardeais:

Pontos colaterais:

NE: Nordeste.
NO: Noroeste.

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SE: Sudeste.
SO: Sudoeste.

Pontos subcolaterais:

NNE: Nor-Nordeste.
ENE: Lés-Nordeste.
ESE: Lés-Sudeste.
SSE: Su-Sudeste.
SSO: Su-Sudoeste.
OSO: Oés-Sudoeste.
ONO: Oés-Noroeste.
NNO: Nor-Noroeste.

2.2) ELEMENTOS NATURAIS

▪SOL

Um dos primeiros referenciais de orientação pelo homem, o Sol pode ser


facilmente usado de modo a encontrarmos os pontos cardeais.

Como identificar os pontos cardeais de maneira prática através do Sol?

→Identificar a posição que o Sol aparece.

→Identificar o horário ou período da posição do Sol naquele instante.

→Período da manhã (aproximadamente entre 05:30 e 11:59) estender o braço


esquerdo para onde o sol nasce identificando o LESTE.
→Período da tarde (aproximadamente entre 12:01 e 18:00) estender o braço
direito para onde o Sol se põe identificando o OESTE.

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Identificação dos pontos cardeais através do Sol.
Fonte: https://antoniocv.wordpress.com

Assim, nós estaremos aproximadamente de frente para o Sul e de costas para


o Norte.

O sol funciona como uma ferramenta rudimentar de orientação, tendo sua


aplicação mais exata na região da linha do Equador, em geral, nos dias 23 de
setembro e 21 de março (equinócio), e nas regiões intertropicais, em geral, nos
dias 21 de junho e 21 de dezembro (solstício) que são os dias em que o Sol
nasce mais próximo ao Leste. Isso acontece devido ao movimento de
translação e a consequente incidência ora perpendicular, ora oblíqua do Sol na
Terra.

▪CRUZEIRO DO SUL

A forma de orientação, esta noturna, que tem como referência a constelação


Cruzeiro do Sul, uma constelação de cinco estrelas que formam uma cruz
imaginária no céu, só é possível de ser aplicada no hemisfério sul e é utilizada
de forma a encontrar o sul geográfico.

Como identificar o sul geográfico através da constelação Cruzeiro do


Sul?

→Identificar a constelação Cruzeiro do Sul.

→Identificar a haste maior da constelação.

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→Estender uma linha imaginária equivalente a quatro vezes e meia o tamanho
de sua haste maior e traçar dessa uma linha perpendicular até o horizonte
terrestre, encontrando o sul.

Orientação pelo Cruzeiro do Sul.


Fonte: escotismoempalavras.blogspot.com

2.3) ELEMENTOS ARTIFICIAIS

▪BÚSSOLA

“A Terra se comporta como um grande imã por causa da movimentação de


massas rochosas, que ficam no interior e são carregadas eletricamente. Isso
levou ao aparecimento da bússola. A bússola possui uma fina peça de metal
magnetizada, apoiada num pino de forma que possa girar o mais livremente

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possível e se posicionar segundo o campo magnético terrestre” (RAFFO, ,
2005).

Considerada com o primeiro instrumento de navegação, a primeira bússola,


ainda bem rudimentar, foi construída pelos chineses de forma a melhorar suas
navegações, uma vez que os meios de orientação eram naturais e/ou muito
suscetíveis às condições climáticas.
O instrumento chinês era composto por um prato retangular representando a
Terra, com uma colher magnetizada no centro, que indicava o sul.

Bússola chinesa.
Fonte: mast.com.br

Com a chegada das Grandes Navegações e a consequente necessidade de


um instrumento mais preciso, a bússola sofreu alterações até chegar àquela
utilizada hoje.
As peças de metal das primeiras bússolas balançavam bastante e demoravam
a se estabilizar, mas atualmente muitas têm a agulha dentro de um invólucro
cheio de líquido, o que facilita o posicionamento mais rápido e preciso no eixo
norte-sul. Essas novas bússolas possuem a agulha sob uma rosa dos ventos,
facilitando a visualização dos pontos cardeais.

Na bússola transferidora, a agulha gira dentro de uma caixa circular,


transparente, móvel e cheia de líquido, graduada ao redor, variando de 0 o à

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360o graus. Essa caixa é acoplada a uma régua de acrílico também
transparente, que auxilia na procura do azimute.

Bússola transferidora.
Fonte: Depto. de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
(DMFCUL), 2005/2006

Ângulos de Direção

→Azimute
É a medida em ângulo, no sentido horário, a partir de uma linha de referência
norte-sul e um alinhamento qualquer, que varia de 0º a 360º. Essa linha de
referência pode ser o norte geográfico ou verdadeiro (norte da Terra), norte
magnético (o norte apontado pela bússola) ou o norte da quadrícula (projeção
UTM) uma vez que os pólos geográfico, magnético e da quadrícula diferem
entre si. Ao utilizarmos uma bússola, posicionamos a mesma de forma plana e
utilizamos o norte magnético como linha de referência.

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Azimute de um alinhamento.
Fonte:uff-desprojcivil.blogspot.com

→Contra-Azimute
É o azimute da direção inversa. Quando o azimute é menor que 180º basta
somar 180º para achar o contra-azimute. Se o azimute for maior que 180º
basta diminuir 180º para achar o contra-azimute.

Contra-azimute.
Fonte: Agrupamento 1287 do corpo nacional de escutas

→Rumo
É o menor ângulo, sem necessariamente estar no sentido horário, formado a
partir de uma linha de referência norte-sul e um alinhamento qualquer, que
varia de 0º a 90º. É necessária a informação de pontos colaterais (NE, SE, SO,
NO) ao final do ângulo para localizar o quadrante desejado.

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Rumo de um alinhamento.
Fonte: uff-desprojcivil.blogspot.com

→Transformações de rumos em azimutes


Sempre que possível é recomendável a transformação de um rumo em um
azimute para facilitar os cálculos e o trabalho em campo.

No Primeiro quadrante (0º a 90º/NE):


R1 = Az1
No Segundo quadrante (91º a 180º/SE):
R2 = 180º - Az2
No Terceiro quadrante (181º a 270º/ SO):
R3 = Az3 – 180º
No Quarto quadrante (271º a 360º/ NO):
R4 = 360º - Az4

→ Declinação Magnética
Variação angular entre o norte geográfico e o norte magnético.

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Declinação magnética.
Fonte:fs2004ng.blogspot.com

→Convergência Meridiana
Variação angular entre o norte da quadrícula e o norte geográfico.

Fonte: http://www.ngdc.noaa.gov/geomagmodels/Declination.jsp
▪GNSS
Falar um pouco do que é GNSS-Global Navigation Satellite System.

O GPS (Global Positioning System) é um sistema de navegação por ondas de


rádio desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos EUA com o objetivo de

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ser o principal sistema de navegação de suas forças armadas. Durante a
década de 80, seu uso foi também expandido para os civis. Além do GPS, os
russos utilizam um sistema de navegação chamado Glonass e a Europa
desenvolveu o seu de nome Galileo.
A China desenvolveu o Compass.
O GPS é um sistema de navegação de uso global que possui três segmentos:
espacial, controle e usuário.
O segmento espacial consiste de 24 satélites distribuídos em 6 planos orbitais
igualmente espaçados, com 4 satélites em cada orbita, numa altitude
aproximada de 20.200km. Cada plano orbital é inclinado 55º em relação ao
equador e o período orbital é e aproximadamente 12 horas. Essa configuração
da constelação dos satélites garante que, no mínimo 4 satélites sejam visíveis,
24 horas por dia, em qualquer ponto da superfície terrestre.

Segmento Espacial.
Fonte: informaticon.com.br/site/mod/resource/view.php?id=342

Quando um receptor GPS está em uso, esse localiza pelo menos os 4 satélites
visíveis e calcula a distância com cada um (sabendo que o sinal viaja em
velocidade da luz, o instante que esse sai do receptor e o instante em que
chega ao satélite) utilizando sinais de rádio, declarando a posição do receptor

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através de um modelo de interseção entre os raios de captação de sinal dos
satélites.
O segmento controle controla os 24 satélites em órbita através de estações
de monitoramento na Terra. A estação de controle central (Master Control
Station) está localizada no estado de Colorado, nos Estados unidos da
América; existem mais 5 estações de monitoramento (Hawaii, Colorado
Springs, Ascension Island, Diego Garcia e Kwajalein) e 7 estações de
imageamento e mapeamento (NIMA – National Imagery and Mapping).
A posição geográfica das estações foi estrategicamente escolhida para um
melhor acompanhamento de cada satélite em órbita.

Segmento Controle.
Fonte: ESALQ/USP – Depto. De Engenharia Rural, 2005

As estações têm por objetivo monitorar, corrigir e garantir o funcionamento do


sistema GPS.
O segmento usuário está relacionado ao uso e aplicações do sistema para
inúmeros fins como navegação e receptores de SIG (sistema de informação
geográfica). Como as ondas de rádio utilizadas no sistema podem sofrer com
inúmeros fatores de erros, principalmente o causado pela ionosfera (capa de
atmosfera que fica a 70 km da superfície da Terra até uma altitude de 1.300 ou
mais), que torna lenta a transmissão e causa um erro de cálculo na velocidade
do sinal, utiliza-se a técnica de levantamento chamada de GPS diferencial que

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apresenta uma unidade móvel e uma fixa, de referência, com coordenadas
previamente calculadas. O receptor de referência calcula a diferença entre as
suas coordenadas prévias e as cedidas pelo sistema GPS e transmite até o
receptor móvel, que então corrige a sua localização.

3.0) TRABALHO PRÁTICO

→Noções básicas de utilização do aparelho GPS

O receptor GPS utilizado no roteiro do campo ao final da apostila é o modelo


de navegação, com precisão em torno de 10m, e-Trex da Garmin. Trocar a
figura pelo azul

Fonte: garmin.com.br
O receptor e-Trex capta até 12 satélites, possui antena interna, cinco botões de
operação e um display. Do lado direito do aparelho, estão localizados os
botões Power, inferior, para ligar o aparelho e Page que funciona para trocar de
página. Do lado esquerdo aparecem os botões superiores Up e Down, que
permitem deslocamentos no display e o inferior chamado Enter, que seleciona.

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Para ligar o aparelho é necessário pressionar o botão Power e se posicionar
longe de edificações, já que o mesmo sofre interferência quando próximo a
elas. Ao apertar o botão Page, o usuário muda as páginas no receptor, que são
chamadas de página Satélite, onde aparece a intensidade do sinal captado;
na página Mapa aparece o percurso seguido desde o momento em que o
aparelho foi ligado; página Indicador onde uma seta de direção aponta a um
local previamente escolhido; e página Menu onde é possível utilizar recursos
mais avançados do navegador.

Para praticar, como exemplo, a obtenção das coordenadas de um local, o


usuário deve:

- selecionar a página Menu com o botão Page.


- posicionar, com os botões Up e Down, o campo Mark.
- apertar Enter e observar o aparecimento da tela Mark Waypoint, que mostra
as coordenadas do ponto onde o usuário se encontra.
- apertar enter e a localização será salva na memória.
(RAFFO, Jorge G. Praticando geografia: técnicas de campo e laboratório.)

→Caminhada de Orientação

OS Trajetos 1 e 2 da caminhada de orientação a seguir foram realizados no


Campus da Praia Vermelha da UFF com o auxílio de croquis, bússola, GPS e a
carta topográfica “Baía de Guanabara” na escala 1:50.000, utilizada para
verificação do local de término com o método do contra-azimute.
O Trajeto 3 foi realizado no Campus UFF do Gragoatá.
A atividade é realizada em grupos de quatro alunos, de modo que o primeiro
aluno seja responsável pela bússola, segurando-a de forma mais plana
possível, para a verificação do azimute até o próximo ponto; o segundo aluno
trará o croqui do terreno onde constarão os azimutes, números de passos e
distância até os próximos pontos; o terceiro aluno será o responsável pela
contagem de passos até o próximo ponto, lembrando que o passo de uma
pessoa que meça 1,70m está convencionado a 80 cm, aumentando 1 cm de
passada para cada 5 cm a mais de altura. Este aluno deverá seguir na frente

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dos demais para servir de referência, enquanto os outros corrigem quaisquer
desvios de direção despropositais; o quarto aluno trará consigo o GPS, que
utilizará quando requisitado no exercício.

1º TRAJETO – UFF – CAMPUS PRAIA VERMELHA

Percurso Trajeto 1
Fonte: Acervo da Professora Angelica Di Maio. Trajeto traçado por Igor Almeida
e Prof. Elias Arruda.

(APROXIME PARA MELHOR VIZUALIZAÇÃO)

Ponto 1:Círculo diferenciado na grama atrás do trailer de refeições no Campus


(S 22º54’18,8’’ / W 43º07’57,6”).

Ponto 2: Canto do prédio de Física.1

1
Coordenadas não encontradas devido à proximidade com área construída.

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Ponto 3:Árvore de referência nas proximidades do Horto com o prédio de
Física (S 22º54’16,2” / W 43º07’59,2”).

Ponto 4: Guarita do estacionamento, próximo à botânica (S 22º 54’16,1” / W


43º 08’1,0”).

Ponto 5:Placa da Petrobrás, com vista para o Morro do Corcovado e Pão de


Açúcar (S 22º 54’15,5” / W 43º 08’4,0”). Nesse ponto, usar a bússola para
orientar uma carta da Baía de Guanabara para norte e calculando o azimute
dos morros supracitados, usar o contra-azimute para achar a localização do
ponto 5 na carta. Não esquecer de levar em conta a declinação magnética
presente na carta.

2º TRAJETO – UFF - CAMPUS PRAIA VERMELHA

Percurso Trajeto 2
Fonte: Acervo da Professora Angelica Di Maio, Trajeto traçado por Igor Almeida
e Prof. Elias Arruda

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(APROXIME PARA MELHOR VIZUALIZAÇÃO)

Ponto 1: Semelhante ao do trajeto 1.

Ponto 2:Canto do prédio a ser construído, ao lado do Instituto de Geociências (


S 22º 54’19,8” / W 43º 07’57,6”)

Ponto 3:Cano entre o prédio a ser construído e o Instituto de Geociências ( S


22º 54’19,6” / W 43º 07’59,3”)

Ponto 4:Árvore ao fim da passagem entre o prédio a ser construído e o


Instituto de Geociências ( S 22º 54’19,7” / W 43º 08’1,2”)

Ponto 5: Logotipo da UFF ( S 22º 54’ 18,5 / W 43º 08’1,9”)

Ponto 6: Semelhante ao ponto 5 do Trajeto 1. Repetir os mesmos


procedimentos referentes ao ponto.

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3º TRAJETO – CAMPUS da UFF GRAGOATÁ

Percurso traçado por Kellen Milene G. e Santos e Eugenio Tuorto (Disciplina


Cartografia).

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Ponto 1: Árvore com tronco curvo, localizada entre as duas principais
infraestruturas do Campus de Educação Física da UFF, ao lado de um banco. (
S22° 53’ 46,6’’ / W 43º 07’ 44,7’’)

Ponto 1
Fonte: Acervo Pessoal Eugenio

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Ponto 2: Planta de tamanho médio localizado na quina da piscina do campus
Educação Física. (S 22º 53’ 46,2’’ / W 43º 07’ 44,4’’)

Ponto 2
Fonte: Acervo Pessoal Eugenio

Ponto 3: Árvore de Tronco largo localizada perto da margem da Baía de


Guanabara entre muitas outras menores. (S22° 53’ 44,7’’ / W 43° 07’ 44’’)

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Ponto 3
Fonte: Acervo Pessoal Eugenio
Ponto 4:Cabine branca com uma pequena torre.
(S22° 53’ 44,8’’/ W 43° 07’ 45,9’’)

Ponto 4
Fonte: Acervo Pessoal Eugenio

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Ponto 5:Poste perto do estacionamento, logo após a portaria do campus
Educação Física. (S22° 53’ 47,8’’ / W43° 07’.45,9’’)

Ponto 5
Fonte: Acervo Pessoal Eugenio

Ponto 6: Quina da quadra poliesportiva do campus Educação Física. (S22°


53'49,4’’ / W43° 07’ 50’’)

Ponto 6
Fonte: Acervo Pessoal Eugenio

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Ponto 7:Árvore de copa baixa e tronco muito espinhoso no início da orla do
campus Gragoatá. (S22° 53’ 48,4’’ / W43° 07’ 57’’). Nesse ponto usaremos a
carta topográfica de Niterói e traçaremos contra-azimutes para nos
localizarmos. Utilizaremos como referência o morro da conceição (azimute 40º,
contra-azimute 220º) e o morro de boa vista (azimute 80º, contra-azimute
260º). Não esqueçamos de levar em conta a declinação magnética para esse
ponto, descrita na carta.

Ponto 7
Fonte: Acervo Pessoal Eugenio

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Morro da Conceição

Morro Boa Vista

Morros de Referência para o traçado de Contra-Azimute


Fonte: Acervo Pessoal Eugenio

4.0) Referências Bibilográficas

DI MAIO, Angelica C. Notas das aulas da disciplina Cartografia. Departamento


de Análise Geoambiental. UFF, 2011

2) DI MAIO, Angélica C. Apostila de Cartografia. Departamento de Análise


Geoambiental. UFF, 2011.

Garmin (www.garmin.com) - Acesso em 02/10/2011

IBGE (www.ibge.gov.br) - Acesso em 10/10/2011

RAFFO, Jorge G. Praticando geografia: técnicas de campo e laboratório, 2005.

SANTOS, Maurício Silva. Geograficies: Uma coleção de coisas mais (ou


menos) importantes. 1ª ed. Rio de Janeiro: E-papers, 2005.

SENNA, Mônica de Castro M. Notas das aulas da disciplina Cartografia Básica.


Departamento de Análise Geoambiental. UFF, 2010.

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VENTURI, Luis Antônio Bittar (org.). Praticando Geografia: técnicas de campo
e laboratório. 2ª ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.

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