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ENTRE A OBRIGAÇÃO E A IMPLANTAÇÃO DE PLANOS: AS

DIFICULDADES DE PLANEJAR EM MUNICÍPIOS DA ZONA DA


MATA MINEIRA – ÍTALO STEPHAN
STEPHAN, ITALO. Entre a obrigação e a implantação de planos: as dificuldades de planejar em
municípios da Zona da Mata Mineira. In: SOUSA, D. T.; BATELLA, W. B. (Org.). Cidades, Territórios
e Direitos. 1ed.Viçosa, MG: Editora UFV, 2017, v. 1, p. 28-51.

P. 28 – o que inclui para a elaboração de um plano, de forma superficial.

P. 29 – cidades e suas pendencias perante as leis urbanísticas, de forma superficial.


Planejamento sem compromisso com a realidade.

P.30 – Planos são, em muitos casos, as primeiras fases do processo de planejamento e gestão
de um município.

p.31 – o processo de planejamento de uma cidade consiste em conhecer a realidade do território


e suas perspectivas futuras e, por meio deste conhecimento, identificar as possíveis soluções,
implementar e monitorar as intervenções necessárias. Usar instrumentos corretos e com
capacidade técnica. - O processo de planejamento urbano e as exigências legais. Ver Gonzales,
2013.

P.31 – obstáculos para a implementação do Plano Diretor. Iniciativa e interesse.

p.31 – participação popular na elaboração do PD.

P.32 – depois do processo de aprovação do PD, tem-se a etapa difícil de aplicação e monitoração.
Descontinuidade dos governos. Faze em que vencem os prazos é necessário fazer uma revisão
do PD muitas vezes sem ter o aplicado. “Será mais uma oportunidade ilusória de ressuscitar uma
lei abandonada por mais anos? ”.

P.33 – Plano Diretor Participativo – recursos para a implementação os primeiros PD perante


obrigatoriedade da CF e Estatuto da Cidade. Muitos recursos foram extraviados para outras
atividades.

P.35 – a possibilidade de falhas ou alterações no PD pode ser necessário a alteração do mesmo.

P.35-36 – lei 12.608/2012, artigo 42b e lei 13.146/2015, artigo 42 para acréscimo no Estatuto.
Respectivamente diretrizes, mecanismos, parâmetros e acessibilidade.

P.37 – Plano de Mobilidade Urbana – Lei 12.587/2012. Prazo até 2018 de acordo com as
exigências descritas.
P.38 – Plano de Saneamento Básico – Lei 11.445/2017 e 12.305/2010. Para todas as cidades até
2017. Os requisitos a serem cumpridos pelo município estão descritos no decreto 6.170/2007 e
portaria interministerial 127/ 2008.

P. 38e39 – Plano de Habitação – Plano local de habitação de interesse social (PLHIS). Ações de
planejamento e gestão da habitação de forma participativa na esfera local. A apresentação deste
plano é condicionante para receber recurso do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social
(FNHIS), como mostra na lei 11.124/2005 (ver artigo 12). Prazo até 2012 com exceções.

p. 40 – Plano Municipal de Cultura – CF inciso V, parágrafo 2 do artigo 216 A prevê a existência


do plano.