Você está na página 1de 1

De acordo com Silva (2003) as bombas centr�fugas, conforme a Figura 3 dividem-se

em:
Figura 3 � Divis�o das Bombas Centr�fugas

Fonte: Silva (2003)

? Radial ou pura: O bombeamento do fluido d�-se perpendicularmente ao eixo


rota��o;
? Fluxo Misto ou Semi-Axial: O bombeamento do fluxo d�-se inclinadamente quanto
ao eixo de rota��o;
? Fluxo Axial: O bombeamento do fluxo d�-se paralelamente quanto ao eixo de
rota��o.

Segundo Silva (2003) as bombas centr�fugas classificam-se por sua composi��o


mec�nica em geral. As propriedades mais relevantes, que abrangem iminentemente
quaisquer bombas centr�fugas s�o:
? Bomba Centr�fuga com Rotor em Balan�o: Neste conjunto de bombas, o rotor ou
rotores, s�o integrados no limite superior do eixo de ativa��o que, por sua vez, �
assentado em balan�o em cima de uma estrutura de mancais. Este conjunto de bombas
subdivide-se em bombas monobloco, no qual o eixo de ativa��o � o mesmo eixo
ativador, e as bombas n�o monobloco, em que o eixo ativador da bomba � diferente do
eixo ativador. Em geral a conex�o entre os eixos � feita por luvas el�sticas;
? Bomba Centr�fuga com Rotor entre Mancais: Neste conjunto de bombas, o rotor
ou rotores, s�o integrados em um eixo firmado em mancais em ambos os limites. Este
conjunto pode subdividir-se em bombas de simples est�gios ou bombas de m�ltiplos
est�gios;
? Bomba Centr�fuga Tipo Turbina (Verticais): Poder subdividir-se em bombas de
po�o fundo, barril (CAN), simples est�gios ou m�ltiplos est�gios, com rotor radial
ou semi-radial, submersas e etc.

Rivera (2014) elencou as considera��es b�sicas para a devida sele��o de bombas,


sendo: verificar os gr�ficos de curvas caracter�sticas de projeto; definir a
classifica��o da bomba, em fun��o da vaz�o e da altura manom�trica; e por fim,
verificar as curvas caracter�sticas das bombas, para selecionar a de melhor
desempenho e estabilidade para a opera��o.