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SIMULADÃO:

RESOLUÇÃO
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
CINEMÁTICA Considerando o formato da pista, ele estará no ponto
B indicado na figura:
60 m
1 Alternativa e.
Do triângulo retângulo temos
o deslocamento:
2 Alternativa c. 80 m
d2  602  802 ⇒
O deslocamento escalar corresponde ao espaço per-
corrido s, dado por: 160 m B d2  3 600  6 400 ⇒

s  s2  s1 ⇒ s  32  50 ⇒ s  18 km d2  10 000
d
posição final posição inicial
80 m d  100 m

A distância percorrida é dada por:


A
60 m
d  d1  d2 ⇒ d  (60  50)  (60  32)
⇒ d  10  28 ⇒ d  38 km
4 Alternativa e.
3 Alternativa a. Dados: VH  3,6 km/h
Se v  5 m/s, após 60 s o atleta terá percorrido: VA  30 m/min
s  v  t ⇒ s  5  60 ⇒ s  300 m Vi  60 cm/s

RESOLUÇÃO 159
km 3, 6 Assim:
VH  3,6  ⇒ vH  1,0 m/s
h 3, 6 1 ano-luz  9,0  1012 km.

30 m 30 m Como andrômeda fica a 2,3  106 anos-luz da Terra,


VA   ⇒ VA  0,50 m/s
min 60 s temos:
d  2,3  106  9,0  1012 ⇒ d  20  1018 km ou
60 cm 0, 60 m
VI   ⇒ vI  0,60 m/s d  2  1019 km
s s
Logo: VH  Vi  VA
9 Alternativa e.

5 Alternativa d. À velocidade de 70 km/h:


2
Observando a figura: ⎛ 70 ⎞
d1  ⎜ ⎟ ⇒ d1  7 ⇒ d1  49 m
2
⎝ 10 ⎠
km 60 km 0
(t1  6 h 30 min.) (t2  7 h 15 min.)
À velocidade de 100 km/h:
2
M B ⎛ 100 ⎞
d2  ⎜ ⎟ ⇒ d2  10 ⇒ d2  100 m
2
⎝ 10 ⎠
s
vm  ⇒
t De 49 m para 100 m, o aumento é de, aproximada-
0  60 60 km mente, 100%.
vm  
7h15 min  6h30 min 45 min
10 Alternativa a.
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60 km 4
vm     60  ⇒ vm  80 km/h Dados: vm  800 km/h
3 3
h s  1 480 km
4
O sinal negativo da velocidade indica movimento re- s 1 480
vm  ⇒ 800  ⇒
trógrado. t t
1 480
6 Alternativa d. t  ⇒ t  1,85 h  1 h  0,85 (60 min)
800
A distância total estimada é de aproximadamente: t  1h 51min
s  4  AB  4 500 ⇒ s  20 000 km
11 Alternativa c.
Como t  10 000 anos:
Aplicando a definição de velocidade escalar média para
s 20 000
vm   ⇒ vm  2,0 km/ano o Sr. José:
t 10 000
s 1,5
v1  ⇒ 3,6  ,
7 Alternativa d. t1 t1
⎧ v  v  72,0 km/h 1,5
⎪ m Obtemos t1  h  25 min.
⎨ 3,6
⎪t  1h 10min  1h  10 h ⇒ t  7 h
⎩ 60 6 Como seu filho Fernão gastou 5 minutos a menos
(25  5  20 min) para percorrer a mesma distância (1,5
Logo: km), podemos calcular sua velocidade escalar média:
s 7 s
vm  ⇒ s  vm  t  72  ⇒ s  84 km v2  
1,5
 4,5 km/h
t 6 t 20 / 60

8 Alternativa c. 12 Alternativa e.
O ano-luz é a distância percorrida pela luz em 1 ano na a) Falsa. O ônibus percorreu 192 km na viagem.
velocidade de 3,0  105 km/s. b) Falsa. No 1º- trecho da viagem, o ônibus gastou 80
Mas: min; o tempo total da viagem foi:
1 ano  365  86 400 s ⇒ 1 ano  31 536 000 s t  80  10  90  13  30 ⇒ t  223 min ( 3,72 h)






dias 1 dia
Logo, t  3  t1.
⇒ 1 ano  3,0  107 s
s 192
Então: c) Falsa. vm   ⇒ vm  51,6 km/h.
t 3,72
s  vluz  t  3,0  105  1 ano ⇒ d) Falsa. O tempo de parada diminui sua velocidade
s  3,0  105  3,0  107 ⇒ s  9,0  1012 km média.

160 RESOLUÇÃO
e) Verdadeira. Se o ônibus não tivesse parado, teríamos: Tendo o carro A velocidade constante:
t  223  23 ⇒ t  200 min ( 3,33 h) 1
s1  vA  t1 ⇒ s1  80   16 km
Então, sua velocidade média seria: 5

s 1
vm  
192
⇒ vm  57,6 km/h s2  vA  t2 ⇒ s2  80   8 km
t 3,33 10
Portanto, o veículo A percorreu 24 km.
13 Alternativa b.
No instante t  2,0 min, a partícula estava em repou- 18 Alternativa b.
so. Passados 4,0 minutos, a partícula alcança a posi- 20 m
ção 800 m. Svt
Logo: V 5V 20  (5  vH  vH)  t
C H
s ( 800  200) 600 m
vm    20 5
t 62 4 min t 
V 4  vH vH
600 m
 2,5 m/s H

240 s
Sc  vc  t
14 Alternativa b. 5 5
Sc  vc   5  vH   25 m
Para t  2,0 h, temos: vH vH
s1  k1  40  2 ⇒ s1  k1  80
19 Alternativa b.
s2  k2  60  2 ⇒ s2  k2  120

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Representando esquematicamente:
No encontro:
início
s1  s2 ⇒ k1  80  k2  120 ⇒ k1  k2  40 km 200 m
0 x

15 Alternativa d. final 200 m


Dados: vA  50 m/s; SA0  50 m 0 x
vB  30 m/s; SB0  150 m
Supondo-se 0 a origem das posições:
Condição de encontro: SA  SB s  vt
SA  S0A  vAtSB  S0B  vBt ou
60
SA  50  50  t SB  150  30t x  200   36  x  400
3,6
50  50  t  150  30t
20 Alternativa c.
100  20  t ⇒ t  5 s
As funções horárias são: (36 km/h  10 m)
Substituindo em qualquer uma das equações:
sA  10t e sB  10t
SA  50  50(5)  300 m
O tempo que A leva para passar o cruzamento é:
16 Alternativa b. sA  10t ⇒ 2 150  10t ⇒ t  215 s

Tomando os dados do exercício anterior, temos: Nesse tempo, o trem B percorreu uma distância x 
100. Logo:
SB  SA  50 ⇒ (150  30t)  (50  50  t)  50
x  100  10t ⇒ x  100  10  215
150  30t  50  50t  50
x  100  2 150
20  t  50
x  2 050 m
t  2,5 s

17 Alternativa d. 21 Alternativa d.
x 10  20 10
80 km/h 80 km/h 80 km/h v  ⇒v ⇒ v  2 m/s
A A A t 50 5
Pata t0  0 ⇒ x0  20 m. Logo:
B V B V0 B V x  x0  vt ⇒ x  20  2t
B B

Para x  30 m, vem:


30  20  2t ⇒ 2t  50
12 min  1 h 6 min  1 h
5 10 t  25 s

RESOLUÇÃO 161
30  0 30 28 Alternativa a.
22 a) t  0,5 s ⇒ v   ⇒
1,0  0 1,0 Dados: v0  0
v1  30 m/s
t5s
40  30 10 s  100 m
t  1,5 s ⇒ v   ⇒ v2  10 m/s
2, 0  1, 0 1, 0
1 2 1 2
s  s 0  v0t  at ⇒ s  s0  v0t  at
De 0,5 s a 1,0 s, o corpo percorre: x1  30  0,5  15 m 2 2
1
De 1,0 s a 1,5 s, o corpo percorre: x2  10  0,5  5 m 100  0   a  25
2
Logo, x  15  5  20 m
a  8 m/s2
x 40  0 40
b) vm   ⇒ vm  ⇒ vm  20 m/s
t 2, 0  0 t 29 V  4  t ⇒ ⎧ v0  4 m/s

⎩ a  1 m/s
2
c) Em t  30, a velocidade é a mesma do intervalo de
1,0 a 2,0 s, ou seja, 10 m/s.
1 2
S  s0  v0t  at
2
23 Alternativa b. 1 1 2
S  0  (4)  t   1  t2 ⇒ S  4t  t
O deslocamento é dado pela área do retângulo: 2 2
1
s  b  h  (3  2)  10 Para t  8 s, temos: S  4(8)   82
2
s  10 m
S  32  32  0
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

24 Alternativa b.
10  (10) 30 Alternativa b.
•0a2s⇒v ⇒ v  10 m/s v2  v02  2as ⇒ 62  22  2a  8
20
• 2 s a 4 s ⇒ v  0 (repouso) 36  4  16 a
10  10 a  2 m/s2
•4sa8s⇒v ⇒ v  5 m/s
84
• após 8 s ⇒ v  0 (repouso) 31 Alternativa e.
Da tabela concluímos que o movimento é uniforme:
V (m)
s  vt ⇒ s  2t
10
Logo:
5 v  2 km/min
4 8
0
2 t (s)
32 Dados: t  4 s
5
v  30 m/s
s  160 m
25 Alternativa a.
Usando as equações do MUV:”
Nos três diagramas apresentados, o deslocamento no
v  v0  at
intervalo de tempo b é igual a a . Assim, as velocida- 30  v0  a  4 (1)
2
des médias são iguais. v2  v02  2as
30  2
v02  2  a 160 (2)
26 Alternativa c.
1 2 (1) v0  30  4  a
s at é proporcional ao quadrado do tempo
2
(2) 900  (30  4a)2  320  a

27 Alternativa b. 900  900  240  a  16  a2  320  a

A aceleração do carro é de: 0  16  a2  80  a ⇒ a(16  a  80)  0


⎧ a  0 (não convém)
v 18  12 24  18 30  24 ⎪
a     ⎨
t 1 min 1 min 1 min ⎪ 16  a  80  0 ⇒ a   80  5 m/s2
⎩ 16
 6 km/h por minuto v0  30  4(5)  50 m/s

162 RESOLUÇÃO
33 t  0,5 s t  2,2 s 38 a) Determinando a aceleração no intervalo 0 a 2 s:
(reação) (amarelo)
t0⇒v0 ⎫ v 12  0
12 m/s 12 m/s ⎬a    6 m/s2
t  2 s ⇒ v  12 m/s⎭ t 2 0

6m 24 m Determinando a aceleração no intervalo 2 s a 18 s:


30 m
t  2 s ⇒ v  12 m/s ⎫ v 8  12 1
⎬ a    m/s2
t  18 s ⇒ v  8 m/s ⎭ t 18  2 4
a) v2  v02  2as
b) Determinando a velocidade média nos primeiros 10 s:
0  122  2  a  24
• espaço percorrido de 0 a 2 s
144  48  a
n 2  12
a
144
 3 m/s2 S  área   12 m
48 2
1 2 • espaço percorrido de 2 s a 10 s (movimento variado)
b) S  s0  v0t  at
2 0 1 2
1 S  s0  v0t  at
24  0  12(1,7)   a  (1,7)2 2
2
24  20,4 
1
 a  3 ⇒ 3,6 
3
 a ⇒ a  2,4 m/s2 1 ⎛ 1 ⎞ 2
S  12(8)  ⎜ ⎟ (8 )  96  8  88 m
2 2 2 ⎝ 4 ⎠
O tempo utilizado pelo motorista será de • espaço total percorrido
(2,2  0,5)  1,7 s 12  88  100 m

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
a velocidade média será:
34 Alternativa e.
s 100
Vm    10 m/s
Do enunciado, temos: t 10
v  79,2 km/h  22 m/s
a  2 m/s2 480 m
39 No intervalo de 0 a 15 s:
(15  10)  10
s   125 m
2000 m 2
⎧ s  1 at2 ⇒ s  1  2  t2 ⇒ s  t2 No intervalo de 15 s a 25 s:
⎪ A 2
A
2
A
⎨ 10  (10)
⎪ sB  2 480  22t s   50 m
⎩ 2
sA  sB ⇒ t2  2 480  22t ⇒ Logo, d  125  50  75 m
t  22t  2 480  0 ⇒ t  40
2
40 a) Aplicando a fórmula da velocidade média:
35 Alternativa a. s 2 520 m
Vm    14 m/s
v 04 t 180 s
a ⇒a  0,5 m/s2
t 80 b)
v (m/s)
36 Alternativa a.
(5  0,5)  20 16
Do gráfico, obtemos: s   55 m
2
Como ele andou 55 m, ele pára 5 m depois do semáforo.

37 Alternativa b. 0 t t 150 t (s)

O crescimento de cada planta em um dado intervalo


de tempo é representado pela área sob o gráfico. Como A área sob o gráfico é igual ao deslocamento, então:
a área sob a curva B é maior que a área sob a curva A,
concluímos que B atinge uma altura maior que A. (180  180  2t )  16
2 520 
V 2
(cm/semana) 2 520  (360  2t)  8
B crescimento
de B 2 520  2 880  16 t

A
crescimento 16 t  360 ⇒
de A
360
t   22,5 s
0 t0 t1 t2 t (semana) 16

RESOLUÇÃO 163
41 a) v  v0  at 48 Alternativa e.
⇒ a  3 m/s2
30  0  ax10 v2  v02  2gs ⇒ 0  302  2  (10)s
900
b) v (m/s) v (m/s) s 
20
30 30 s  45 m

d
d 49 Alternativa d.
Tomando o solo como referencial:
0 10 t (s) 0 10 t (s)
s  s0  g t2
A distância percorrida é igual à área delimitada pela 2 2
⎛ ⎞
curva e pelo eixo t entre 0 e 10 segundos. Portanto, a 0  80  g ⎜ 4 ⎟
distância d é menor do que d. 2 ⎝ 20 ⎠
g  4 000 cm/s2
42 Alternativa d.
 g  40 m/s2
Do gráfico, temos:
v0  0, a 0, s0  1 m 50 Alternativa b.
Quando t  2 s, v  0 (o ponto material muda de sen- vB2  vA2  2gs
tido) 502  102  2  10  s
2 500  100  20 s
43 a) Falsa, pois v  0 e a 0 (retardado)
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

20s  2 400
b) Verdadeira, pois, v 0 e a 0 (acelerado)
s  120 m
c) Verdadeira, pois, v 0 e a  0 (retardado)
d) Falsa
51 01 – Verdadeira, pois na altura máxima o corpo o
e) Verdadeira
sentido de movimento, isto é, v  0.
02 – Falsa, pois o movimento é uniformemente retar-
44 V0  2 m/s
dado.
No intervalo de tempo 0 a 2 s, o móvel possui acelera- 04 – Verdadeira.
ção 4 m/s2 no intervalo de tempo 2 s a 4 s, 2 m/s2.
08 – Falsa, pois a aceleração é constante e igual a g.
a) Para t  4 s, temos: 16 – Verdadeira,, pois vsubida  vdescida (a menos do si-
v  v0  at v  v0  at nal) ao passar pelo mesmo ponto.
v  2  4  2  10 m/s v  10  2(2)  14 m/s Logo: 01  04  16  21 (resposta 21)
b) x (m)

14
52 A altura máxima ocorre quando t  51. Essa altura
é dada pela área do triângulo:
10
bh 5  20
A ⇒ h  50 m
2 2
2
53 Alternativa d.
0 2 4 t (s)
Os corpos em queda livre sofrem a mesma aceleração
45 Alternativa a. (g) independente de suas massas. Sendo assim, não
há fundamentação física na propaganda.
v2  v02  2gs ⇒ v2  02  2  10  20
v2  400
54 Alternativa c.
v  20 m/s
A altura máxima atingida pela bola é:
v2  v02  2gs ⇒ 0  152  20s
46 Alternativa a.
s  11,25 m
A aceleração de queda é a própria aceleração da gra-
vidade. Podemos imaginar a bola caindo de 11,25 m.
v2  v02  2gs
47 Alternativa b. v2  0  20  1,25
v  v0  gt ⇒ v  30  10  2 v2  25
v  10 m/s v  5 m/s

164 RESOLUÇÃO
55 Alternativa d. 60 Alternativa c.
Em queda livre de 1,0 s, o pára-quedista percorre uma 1
AB⇒
g 2
altura h  t , isto é, h  5  1 ⇒ h  5 m, e adquire 1 d2  12  12 ⇒ d  2
2
d
velocidade v  gt, ou seja, v  10  1 ⇒ v  10 m/s.
Assim, terá que percorrer a distância restante, de
300 m, com velocidade constante de 10 m/s. 1
Portanto, de h  vt, concluímos que 300  10  t, logo: ABC⇒
t  30 s
d 1
d1
56 Dado: hmáx  2,5 m
Representando a situação para uma bola:
1
Sendo o movimento variado,
podemos escrever: A  B  C  D  0 (polígono fechado)

v2  v02  2gs ⇒
← 61 Alternativa a.
2,5 m

g
0  v02  2g  Hmáx →
Fazendo as projeções do vetor x , encontramos 7 uni-
v02  2  10  2,5 ⇒ dades no eixo x e 4 unidades no eixo y.
v0  50 m/s
Devemos encontrar 2 vetores nos quais as projecções
nos eixos x e y, quando somadas, apresentem estes

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Determinando o tempo de subida: resultados.
v0
v  v0  gt ⇒ 0  v0  g  ts ⇒ ts 
g ←
by
50 5 2
ts    0, 5 2 s ← → →
10 10 b a  b x  7 unidades
Como os tempos de subida e de descida são iguais, →
b y  4 unidades
temos: ←
by → → →
ttotal  ts  td  2 s Logo: x  a  b

57 Alternativa e. ←
a
O objeto tem a mesma velocidade do balão. Logo:
1 2
s  s0  vot  gt
2
0  75  10t  5t2
62 O passageiro sentado na janela do trem, observa a
t2  2t  15  0 ⇒ velocidade relativa de queda das gotas, ou seja:
→ → →
28 t  5 s vRel.  vC  v T
t
2 t  3 s (não serve) Representando os vetores:

58 v  v0  gt ⇒ v  0  10t ⇒ v  10t VT


← ←
VT
1 2 1
s  s 0  v0t  gt ⇒ s  0  0   10  t2 ←

2 2 VRel. by
s  5t2
a) O tempo gasto para atingir a velocidade v  300 m/s é:
v  10t ⇒ 300  10t ⇒ t  30 s
63 Alternativa b.
b) s  5t2 ⇒ s  5  302 ⇒ s  5 900 ⇒ s  4 500 m
ou 4,5 km A composição de movimentos em questão pode ser
expressa por:
59 Alternativa b. ←
P 400 m Vo/r

d  400  300
2 2 2
Vp/o

300 m d2  160 000  90 000


d Q P
d 250 000
Q d  500 m A B

RESOLUÇÃO 165

v0/r : velocidade do ônibus em relação à rua III – Falsa. A aceleração da gravidade atua em qual-
→ quer ponto da trajetória.
vp/0 : velocidade do passageiro em relação ao ônibus
→ → → IV – Verdadeira. No ponto mais alto da trajetória temos
vp/r  vp/0  v0/r vy  0 (o corpo inverte o sentido do movimento).
← ←

Vp/o Vp/r
Como  vp/0   v2 e 69 Alternativa c.

←  v0/r   v1 , Na altura máxima vy  0:
Vo/r
vR  v2y  v2x ⇒ vR  vx  v0  cos 
a velocidade do passageiro em relação a qualquer pon-
→ vR  50  cos 60°  50  0,5  25 m/s
to da rua será:  vp/r   v1  v2
70 Alternativa a.
64 Alternativa b.
voy vo  72 km/h  20 m/s


VR vR2  72  42 ⇒ vR  65
30°
7 m/s
vR  8 m/s vox

v0  72 km/h  20 m/s
1
4 m/s v0y  v0 sen 30°  20   10 m/s
2
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

65 Alternativa d. Funções horárias: ⎧ vy  10  10t



⎩ y  10t  5t
2

O
Na altura máxima vy  0. Logo:
Vb VR 2 km 0  10  10t ⇒ t  1 s

Substituindo:
Vc  6 km/h
1 y  10  1  5  12 ⇒ y  5 m
t  15 min  h
4
1 vox  4 m/s
s  v R t ⇒ 2  vR  71
4
vR  8 km/h
voy
v2b  v2R  v2C ⇒ v2b  82  62
vb  100 60°

vox
vb  10 km/h
1
66 Alternativa a. v0x  8  cos 60°  8   4 m/s
2
Como a partícula executa movimento circular e unifor- 3
me, a mesma possui aceleração centrípeta (circular) e v0y  8  sen 60°  8   4 3 m/s  6,8 m/s
2
não possui aceleração tangencial (uniforme).
Funções horárias: ⎧ x  4t

67 Alternativa a. ⎨ vy  6,8  10t

⎩ y  6,8t  5t
2
P 3m
d 2  32  4 2 ⇒ d  25 ⇒ d  5 m 01 – Falsa, pois vy  0.
4m d 5 0  6,8  10t ⇒ t  0,68 s
d vm    1 m/s
t 5
02 – Verdadeira: v0x  4 m/s
Q
04 – Verdadeira, pois y  10 m/s2
68 Alternativa c. 08 – Falsa. Se y  6,8  0,68  5  (0,08)2
III – Falsa. No ponto mais alto temos vy  0 ⇒ vR  vx. 4,624  2,312  2,312 m.
III – Verdadeira. Podemos escrever as componentes 16 – Verdadeira

retangulares do vetor v0 como v0x  v0  cos  e v0y  v0
sen . Logo: 02  04  16  22

166 RESOLUÇÃO
72 vy  0 v20
Hmáx A 2g v20 2g
Portanto,    4
P HmáxB v20 2g v20
v  10 m/s Hmáx 4 4
2m 2g
60°

74 Alternativa e.
Determinando os componentes retangulares do vetor v : Sendo:
v0x  v0 cos   10  cos 60°  5 m/s A → v0x  v cos 30° 
3v
e v0y  v sen 30° 
v
2 2
v0y  v0  sen   10  sen 60°  5 3 m/s
B → v0x  v cos 41°  2 ve
Determinando a altura máxima atingida: 2
v0y  v sen 45°  2
v2y  v20y  2gs ⇒ 0  ( 5 3 )2  20  Hmáx v
2
Hmáx  3,75 m v 3
C → v0y  v cos 60°  e v0y  v sen 60°  v
2 2
A variação na altura da bola da altura máxima, até o
ponto P, será (3,75  2) m  1,75 m III – Verdadeira. Como a menor velocidade vertical é a
de A, ela permanecerá menos tempo no ar.
v2y  v20y  2gs ⇒ v2y  0  20(1,75) ⇒ vy  35 m/s v 0y
vy  0 ⇒ 0  v0y  yt ⇒ t 

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
g
Portanto, a velocidade da bola no ponto P, será:
III – Verdadeira. x  v0xt ⇒
vR2  v2x  v2y ⇒ vR2  52  ( 35 )2 ⇒ vR2  25  35 v
⎧ 3 2 3 v2
vR  60  7,75 m/s ⎪ A → x A  v  
⎪ 2 g 4g

P vx  5 m/s ⎪ 2v
⎪ 2 2 2v2
← vy  35 m/s
⎨ B → xB  v 
VR ⎪ 2 g 4g

vy  35 m/s ⎪ 3v

⎪C → x  v  2 
3 2
⎩ C
2 g 4g
73
Portanto: xB  xA  xc.

VA Tomando como referên-
cia para a inclinação dos III – Verdadeira.Como v0y da reta A é a maior, alcançará
bocais, o solo, temos: maior altura.

60° VB
A  90° e B  30°
75 Vo v0x  v0 cos 10° 
Voy v0  0,98  0,98v0
10° v0y  v0 sen 10° 
A ⇒ v0y  v0 sen 90°  v0 Vox
v0  0,17  0,17v0
v0
B ⇒ v0y  v0 sen 30° 
2 Funções:⎧ x  0,98v0t

⎨ y  0,17v0t  5t
2
Para a altura máxima: vy  0 ⎪
⎩ vy  0,17v0  10t
v20 y
v2y  v20y  2gs ⇒ v20y  2gHmáx ⇒ Hmáx  Quando y  0, temos x  7 m. Logo:
2g
⎧ 7  0,98v0t 7
Na situação A: ⎨ ⇒t
⎩ 0  0,17v0t  5t
2 0,98v0
v20
Hmáx  Substituindo:
2g 2
7 ⎛ 7 ⎞
0  0,17v0  5 ⎜ ⎟
Na situação B: 0,98v0 ⎝ 0, 98v0 ⎠
v20 0  1,21 
255,1
4 v20
Hmáx 
2g v0  210 ⇒ v0  14,5 m/s
2

RESOLUÇÃO 167
76 Alternativa a. 78 Alternativa b.
No trecho compreendido entre o ponto A, no qual a III – Falsa. O vetor varia em direção e sentido.
moto se destaca da pista, e o ponto B, no qual a moto
III – Verdadeira. A aceleração centrípeta é constante.
se choca contra a rampa, o movimento da moto é
balístico. III – Falsa. A aceleração e o plano da tragetória são
Como a velocidade da moto ao passar pelo ponto A é coplanares.
horizontal, o movimento é um lançamento horizontal.
O lançamento horizontal é a composição de um movi- 79 Alternativa a.
mento retilíneo uniforme, com velocidade 10 m/s na →
A velocidade v é tangente à trajetória e no sentido do
horizontal, com uma queda livre. movimento.
Adotando-se os eixos como se indica na figura, as
equações que permitem determinar as coordenadas
80 Alternativa d.
da moto em um instante t são:
Dados: R  0,1 m
x  v0t ⇒ x  10t (1)
f  10 Hz
1
y gt2 ⇒ y  5t2 (2) 1 1 1
2 f ⇒ 10  ⇒T  0,1 s
T T 10
A
x 81 Alternativa c.
g
H
45° Dados: R  0,4 m
20 1
f  20 rpm  r.p.s.  Hz
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

B 60 3
C D
1
v 
R v  2 fR ⇒ v  2   0,4
y 3

No ponto B as coordenadas x e y são iguais, pois o v  0, 8 m/s


3
triângulo ABC é isósceles. Logo, x  y
10t  5t2 v  0,8  3,14  0,83 m/s
3
Mas, no instante em que a moto atinge B, t  0. Logo, s  vt ⇒ 200  0,83t
10  5t
t  240,96 s ou t  4 min
t  2 s.
Substituindo-se o valor t  2 s na equação (1): 82 Vamos decompor para a roda, os movimentos:
D  20 m 1) de translação 2) de rotação
A vo A vo
77 Alternativa c. vH  v
vo
vo vo B vo
D D
B
2000 m
vo

C vo vo C
observador

Para as posições A e C da pedra, esquematizadas,


tv  ts  23 s em que: ⎧ tv  tempo de vôo compondo agora seus movimentos vetorialmente e

⎩ ts  tempo de som relativamente ao solo, temos:
A vo
24
tqueda 
g
vo
2  2 000 B
tq   400  20 s

10
tqueda  tvôo  20 s
vo  0
ts  tv  23 s ⇒ ts  3s C

s  v  t ⇒ s  340  3 ⇒ s  1 020 m
Sendo v0  90 km/h, os possíveis valores da velocida-
A  vH  tv ⇒ 1 020  vH  20 ⇒ vH  51 m/s ou de da pedra serão:
183,6 km/h 0  v  180 km/h

168 RESOLUÇÃO
83 I – Alternativa a. 2 R 2  10
v  2 fR  ⇒ v  20 m/s
Para a rotação no sentido anti-horário, temos: T T

v v2 202 400
acp  ⇒ acp    40 m/s2
R 10 10

a
86 Dado: R  20 cm  0,2 m
Determinando o nº- de pedaladas/segundo (freqüência).
Sendo o movimento uniforme (v  cte):
1
s  v  t ⇒ 2 R  v  T ⇒ 2 R  v 
III – A velocidade no M.C.U. é uniforme (constante), f
variando em direção e sentido, em função da acelera- v 24
f onde v   0,8 m/s
ção centrípeta, que aponta sempre na direção do cen- 2 R 30
tro da curva.
0, 8 
f  2 pedaladas/segundo  2 Hz
III – R  2 m 2  0, 2
120 voltas
f  120 r.p.m   2 Hz 87 Sendo o movimento variado, temos:
60 seg.
0 0
v 
R  2 fR  2  (3,14)  2  2  25,12 m/s 1 2 1
S  s0  v 0t  at ⇒ S  (0,5) (6)2  9 m
2 2
v2 25,122
a ⇒a  315,51 m/s2 s 9
R 2 Vm    1,5 m/s
t 6

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
84 Alternativa c.
← 88 Alternativa b.
v
O projétil descreve linearmente uma distância 2R (diâ-
metro) no mesmo intervalo de tempo em que o corpo
2m
dá meia-volta (R), ou seja:
centro R  40 m A B
projétil corpo De (1) e (2), temos:

Svt Svt 2R
Na situação proposta um dos passageiros estará 2 m 
v

mais próximo do centro da curva que o outro, ou seja, 2R  v  t R 


R  t
podemos interpretar o movimento como o de polias
associadas ao mesmo eixo, onde
A 
B. 2R R 2
R
t (1) t (2) v
v
R
VA V V V

A 
B ⇒  B ⇒ A  B
RA RB 38 40 89 Alternativa b.
VA V
 B ⇒ VA 
38
 VB Como vA  vB, a polia B gira mais rapidamente que a
38 40 40 polia A pois RB RA. Como a polia B é acoplada à
polia na qual a mangueira é emelada, teremos
B 
P.
VA  0,95  vB
Como
é constante e v 
R a velocidade da extre-
Sendo a velocidade de B igual a 36 km/h, ou seja, midade P da mangueira é constante, isto é, sobe com
10 m/s, temos: movimento uniforme.
VA  9,5 m/s e VB  10 m/s ⇒ VB  VA  0,5 m/s
90 Alternativa b.

85 Alternativa e. Dados: Roda dianteira: f  1 Hz


R  24 cm
Dados: R  10 m
t  4,0 s Roda traseira: R  16 cm
s  80 m Nessa situação, a velocidade escalar das duas rodas é
a mesma, ou seja:
Para uma volta completa, teríamos:
V1 V2 ⇒
1R1 
2R2 ⇒ 2 f1R1  2 f2R2
C  Z R ⇒ C  2  10  20 m
1
20 m → T ⎫ 1  24  f2  16 ⇒ f2  1,5 Hz ⇒ T 
f
⎬ 20  4  80  T ⇒ T  s
80 m ← 4 s ⎭ 1 2
T  s
Como a velocidade é constante, só teremos acelera- 3 3
ção centrípeta. 2

RESOLUÇÃO 169
96 Alternativa e.
DINÂMICA x  x 0  v 0t 
1 2
at
1
a4
2 2
x  2  2t  4t2
91 a) ←
a
a  8 m/s2

R Da figura:
P R3N Se m  4 kg:
FR  m  a  4  8 ⇒ FR  32 N

escala b

1N 97 ←

a
FR v0  ? vF  0
1N

→ →
b) Como c   R:
FR  ,  a ⇒ 9  3a ⇒ a  3 m/s

v  v0  at ⇒ 0  v0  3  9 ⇒ v0  27 m/s

a b

P ← 98 Alternativa d.
c
Podemos considerar a inércia de um corpo como uma
escala forma de “medir” a sua massa e vice-versa.
1N F
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

FR  m  a ⇒ m  R ou m  tg  (: ângulo de
1N a
inclinação).
Do gráfico, a reta de maior inclinação (corpo 1) indica
92 Alternativa d.
o corpo de maior massa (inércia).
FR  F12  F22  2  F1  F2  cos 60°
99 Alternativa e.
FR  82  92  2  8  9  0, 5
O esforço será menor, pois a aceleração gravitacional
FR  14,7 N 1
da Lua corresponde a cerca de da encontrada na
6
93 Alternativa e. Terra.
F F
2 F 2 
2 100
F
1

F 2 F
F1,2 2
← F2,1
FR
F

A aceleração tem a mesma direção e o ← Corpo 1: F  F2 ,1  m1  a


a
mesmo sentido da força resultante. Logo:
Corpo 2: F1,2  m2  a ()

94 Alternativa d. F  (m1  m2) a


III – Da 2ª- Lei de Newton, a aceleração sempre tem a 10  (4  1)  a
mesma direção e o mesmo sentido da força resultan- m
10  5  a ⇒ a  2
te. (V) s2
III – FR  m  a ⇒ FR  3,0  2,0 ⇒ FR  6,0 N (V) F1,2  F2,1  m2  a ⇒ F1,2  1  2  2 N
III – FR  FR12  F3 ⇒ FR12  FR  F3  6,0  4,0 →
a) F1,2 ⇒ Módulo: 2 N
FR12  10,0 N (V)
Direção: horizontal
95 Alternativa b. Sentido: da esquerda para a direita
Observando a tabela, verificamos que a velocidade →
varia de 2 m/s a cada segundo. Logo, a  2 m/s2. b) F2,1 ⇒ Módulo: 2 N
Como m  0,4 kg: Direção: horizontal
FR  m  a ⇒ FR  0,4  2 ⇒ FR  0,8 N Sentido: da direita para a esquerda

170 RESOLUÇÃO
101 movimento 104
3 2 1 ← T T T aA  2aB
T2 T2 T1 T1 F T T
A

PA
F  T 1  m1  a 2T

T 1  T 2  m2  a 2T
T 2  m3  a
B
F  (m1  m2  m3)  a
F  (10  103  10  103  10  103). PA

F  30  10  2  60 000 N
3

a) Como mB  2 mA, o corpo B desce e o A sobe,


Tensão na barra que une os corpos (1) e (2):
T  PA  mAaA ⇒ T  45  4,5  2a
F  T 1  m1  a ⇒ F  m 1  a  T 1
PB  2T  mBaB ⇒ 120  2T  12  a
60 000  10 000 (2)  T1 ⇒ T1  40 000 N
⎧ T  9a  45 ⇒ T  45  9a
T1  40  103 N ⎨
⎩ 2T  12a  120
102 Alternativa a. Resolvendo o sistema:
2(45  0a)  12a  120

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
v (m/s)
90  18a  12a  120
24 30a  30
a  1 m/s2
12
Portanto, aA  2 m/s2 e aB  1 m/s2
0 3 6 b) T  45  9a → T  45  9 → T  54 N

Do gráfico, temos: 105


v0  0

v 24  0 a) v  v0  gt
a   4/ms2
t 60 v  0  10  (12)
2s
PA  T  mA  a ⎫ 10  mA  (mA  m v  20 m/s
⎬ g  10 m/s2
T  mB  a ⎭ 6mA  4mB
1,5  mA  mB
b)
103 Dados: me  1 000 kg a  0,5 m/s2
mc  500 kg T TPma
ac  0,5 m/s 2
T  m  a  mg
g  10 m/s2 a  0,5 m/s2 T  m(a  g)  120(0,5  10)
a) Representando as forças sobre a caixa: T  1 260 N
P  mg
F

ac  0,5 m/s2 106 Vamos calcular a aceleração em cada intervalo de


tempo:
Pc
0  6s
30 3
F  Pc  m c a c ⇒ F  mcg  mc a c a   0,5 m/s2
60 6
F  500  10  500  0,5 6 s a 12 s
F  5 250 N
v  constante a  0
b)NA  Pe  Pc → NA  (me  mc)g → 12 s a 14 s
NA  (100  500)  1 03 3
a   1,5 m/s2
NA  15 000 N 14  12 2

RESOLUÇÃO 171
a (m/s2) Como o mesmo deve ser acelerado com 1,2 m/s2, de-
vemos orientar a FII para cima, para que diminua a ace-
0,5 leração do corpo.
Px  FII  m  a ⇒ FII  Px  m  a
0 6 12 14 t (s)
1
FII  500   50  1,2 ⇒ FII  250  60  190 N
2
1,5

109 Alternativa a.
T Sabemos que o movimento de um corpo deslizando,
subindo ou descendo, num plano inclinado sem atrito
g  10 m/s2 é do tipo uniformemente variado. Portanto, o gráfico
da velocidade em função do tempo é uma reta não-
paralela ao eixo t.
P
No trecho de descida, o movimento é acelerado, e a
velocidade é crescente. Na subida, é retardado, e a
0 a 6 s: P  T1  m  a ⇒ 104  101  T1  104  0,5 velocidade é decrescente.
T1  104(10  0,5)  9,5  104 N No trecho horizontal, o movimento é retilíneo uniforme.
0
6 a 12 s: P  T2  m  a ⇒ P  T2 Portanto, desprezando as variações de aceleração nos
trechos correspondentes às concordâncias da pista,
T2  10  10 N 4
concluímos que o gráfico que melhor descreve a velo-
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

12 a 14 s: P  T3  m  a cidade em função do tempo é o que corresponde à


alternativa A.
104  10  T3  104(1,5)
T3  104(10  1,5)
110 Alternativa a.
T3  11,5  104 N
Supondo-se a trajetória orientada de A para B com
107 Alternativa d. origem no ponto A, tem-se que, nas condições do enun-
ciado do problema:
Para o elevador em repouso:
• nos trechos AB e CD, as acelerações escalares da
P  600 N ⇒ 600  m  10 partícula são constantes e de valores absolutos iguais:
m  60 kg
a  1 m/s2  a   8 m/s2, sendo positiva no trecho AB e negativa
Paparente  m  aR ⇒ no trecho CD;

ai  1 m/s2
Pap  m(10  1) • nos trechos BC e DE, a aceleração escalar da partí-
Pap  60  11  660 N cula é nula.

p 111
(1) (2)

108 Alternativa a. x

← ←
h
N FI ←
FII 30°


Px Na situação (1), temos:
← 0 0
Py 1 2
s  s0  v0t  gt
2
30°
1 2 2h
h gt ⇒ t1 
2 g
II – FI  Px  m  a → FI  m  a  Px
FI  50  1,2  50  10  sen 30° Na situação (2), temos:
FI  60  250  310 N h 1 h
sen 30°  ⇒  ⇒x2h
II – Se o bloco desliza para baixo, livre de qualquer x 2 x
força F g
a  g  sen  ⇒ a  g  sen 30° ⇒ a 
a  g  sen  ⇒ a  5 m/s2 2

172 RESOLUÇÃO
1 2
s  s0  v0t  at Dados:
2
m(A)  6,0 kg
1 g 2h m(B)  4,0 kg cos   0,8
2h   t2 ⇒ 8 h  gt2 ⇒ t2  2
2 2 g m(C)  10 kg sen   0,6
t1 1
Portanto,  . A T  FB,A  PAx  mA  a
t2 2
B FA,B  pBx  mB  a
112 a) C P c  T  mc  a ()
N
Pc  PAx  PBx  (mA  mB  mc)a
60°
F Py F 100  60  sen   40  sen   20  a
fat fat
100  36  24  20  a
Px
40  20  a → a  2 m/s2
P
P
60° 60° Portanto, a FA,B será:
FA,B  mB  a  PBx → FA,B  4  2  40  0,6  32 N
P: peso da parte móvel ⎧⎪Px: componente horizontal
⎨ de P 115 Alternativa c.
⎪P : componente vertical de P
⎩ y I – Na iminência de movimento, F1  fat estático má-
N: reação normal do apoio xima. Em movimento uniforme, F2  fat cinético. Como

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
F: força aplicada pela pessoa fat estático máxima é maior que fat cinético, F1  F2. (V)
Fat: força de atrito dinâmico entre as superfícies II – fat máx.  c  N  0,30  20  10 ⇒ fat  60 N (para
esquerda) (F)
b) Aplicando a 2ª- Lei de Newton e observando que a III – Nessas condições, o corpo permanece em repou-
velocidade da parte móvel é constante, obtemos: so. (F)
F  Px  fat ⇒ F  P  sen 60°  d  1  cos 60° IV – Se F  60 N, a fat estático máxima é:
F  100  10  0,86  0,10  100  10  0,50 fat máx. e  N  60 N (V)
F  910 N
116
113 5 kg 5 kg
a) ← movimento
N ← ←
T ← fat
← I T
PIx v0  10 m/s v0
30° II
← 20 m
PIy
← ← • plano liso: s  v0t ⇒ 100  v0  10 ⇒ v0  10 m/s
30° P PII
• plano rugoso: FR  m a  ⇒ fat  m   a 
⎧ mI  2 kg ⎧ PIx  PI  sen  Mas:
⎨ ⎨
⎩ mII  3 kg ⎩ PIy  PI  cos  v2  v20  2as ⇒ 02  102  2   a   20 →
 a   2,5 m/s2
b) a  4 m/s2
I T  PI x  m I  a ⇒ Logo:
fat  5  2,5 ⇒ fat  12,5 N
T  mI  a  PIx ⇒ T  2  4  20  sen 30°
T  8  10  18 N
117 A “aceleração” do caminhão é dada pelo gráfico:
v  v0 0  10
114 Alternativa b.  ac    →  ac   4 m
t 3,5  1,0
A máxima “aceleração” que a caixa suporta para que
movimento não deslize é dada por:
fat  m  a  → N  m  a 
T T mg  m  a 
A B
FA,B  a   g
FB,A C
PAx
PBx  a   0,30  10
Pc  a   3 m/s2
 Como  ac    a , a caixa desliza.

RESOLUÇÃO 173
118 Alternativa c. 120 Alternativa c.
A fat
fat T A,B
B
movimento fat
A,B fatA,B  NA  P
F
fat
T A,C
B fatB,C  NA  B  2P  2 s
fat
B,C
A
fat C
C,
PB
No corpo B, se a  0:
A: T  fatA  mA  a
F  fatA,B  fatB,C  0 ⇒ F  P  2 P  0
B: PB  T  mB  a ()
PB  fat  (mA  mB) a F  3 P

mB  g  NA  (mA  mB) a 1
F3 P
2
2  10   mA  g  (mA  mB)  a F
3P
2
20  0,5  3  10  (3  2) a
121 Alternativa d.
20  15  5  a A fat
1

a  1 m/s2 fat
1
1 2 F
s  s0  v 0t 
at B
2
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

1
s00  1  22 fat
2
2
s2m fat1  NA  PA  0,25  20  5 N
fat2  NA  B  (PA  PB)  0,25(20  40)  15 N
119 No esquema estão inicadas as forças que agem
sobre os corpos. No corpo B, se a  0:
F  fat1  fat2  0 ⇒ F  5  15  0
corpo A: N1  mg
F  20 N
T
fat1  0,2 mg 122 Alternativa a.

PA  mg As forças que agem no corpo B são:



fat Como o corpo B, de acordo com o enun-
N2 ciado, não cai:
carrinho: ←
N
fat1  0,2 mg B fat  PB (1)
Sabendo que o atrito é:

N1 PCAR  4 mg
PB  N  fat (2)

Substituindo (1) em (2), temos:


corpo B: T  N  PB ⇒  N  mB  g (3)
Aplicando-se a equação fundamental para a horizontal:
N  mB  a (4)
PB  mg
Substituindo (4) em (3) e fazendo as devidas substituições,
g 10
 m B  a  mB  g ⇒ a  ⇒a ⇒
a) Aplicando a Equação Fundamental da Dinâmica para 0, 4
o carrinho, obtemos: a  25 m/s2
F R  m c  a1 Portanto, a mínima aceleração pedida é: a  25 m/s2.
0,2 mg  4 m  a1 ⇒ a1  0,5 m/s 2

123 Alternativa c.
b) Aplicando a Equação Fundamental da Dinâmica para
cada um dos corpos que constituem o sistema, obtemos: m  200 g  0,2 kg ←
R
A  T  0,2 mg  m a2 a  4,0 m/s2
B  mg  T  m a2

0,8 mg  2 m a2 ⇒ a2  4 m/s2 P

174 RESOLUÇÃO
FR  m  a ⇒ P  R  m  a

127 N
R  mg  ma

fat
R  m(g  a) ←
Px
R  0,2(10  4) ←
4m
Py
R  0,2  6
30°
R  1,2 N
12 m

Para que o homem não escorregue, devemos ter (no


124 Alternativa c.
mínimo):
A condição para que a velocidade de cada uma das
Fat  Px ⇒  N  mg sen 
esferas seja constante é que a força peso seja equili-
brada pela resistência do ar.  mg cos   mg sen 
FA  PA (1) e FB  PB (2) sen 
 ⇒  tg 
cos 
KVA2  mAg (3) e KVB2  mBg (4) 4 1
 tg   
12 3
Dividindo-se a expressão (3) pela expressão (4): 1
  0,33
3
KVA2 mA g O piso que deve ser usado é o que apresenta  0,33,

KVB2 mBg ou seja, o piso 3 que é o de menor custo.
Como mA  2 mB:

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
2
128 Alternativa e.
⎛ VA ⎞ VA Representando as forças no corpo quando ele sobe:
⎜ V ⎟ 2 ⇒ V  2
⎝ B ⎠ B Como o movimento é retilíneo e uniforme FR  0.
N F  70 N
125 Se houver areia entre as rodas e o piso, as rodas
jogarão a areia para trás. O deslocamento do automó-
vel para frente ocorre porque as rodas ao empurrarem Psen 37°
Pcos 37°
o chão para trás, sofrem a reação do chão que exerce
uma força de atrito para frente. fat

37°
fat
P sen 37°  fat  F
fat 50  0,6  fat  70
fat  40 N
Portanto, a força de atrito produz o deslocamento do
carro. Marcando agora as forças no corpo quando ele é em-
purrado para baixo:
N fat
126 Alternativa c.

Psen 37°
← N Pcos 37°
Fat F



Px
Py 37°
pla ←
no fat Estando também em M.R.U., FR  0.
P sen 37°  F  fat
solo solo
50  0,6  F  40
A distância entre duas gotas sucessivas no plano hori- F  10 N
zontal é cada vez menor, indicando que o carro estava
sendo freado. 129 Alternativa c.
A distância constante no plano inclinado indica que a P2  m2  g  76,10 ⇒ P2  760 N
velocidade do móvel era constante, ou seja: Px  fat  P1x  m1  g  sen 30°  100  10  0,5 ⇒ P1x  500 N
0 ⇒ Px  fat fat   m1g  cos 30°  0,3  100  10  0,86 ⇒ fat  258
Portanto, havia uma força de oposição ao movimento Como P2  P1x  fat, o bloco m1 sobe o plano acele-
na descida do plano. rando.

RESOLUÇÃO 175
130 Alternativa a. 134 a)
Quando se suspende em P 2 um corpo de massa
13,2 kg, o bloco está na iminência de movimento para
cima. Nessa situação, temos o seguinte esquema de
trajetória
forças: ←
v
N T  Pa

b) Ela descreverá um MRU.


mg sen A pedra tem velocidade tangencial ao raio da circunfe-
mg cos rência.
fatmáx
135 a) O prego gira em torno do eixo com velocidade
Do equilíbrio, temos: 60
angular
 2 f  2  3   6 rad/s e raio igual a
fatmáx  mg  sen  P2 60
fatmáx  10  10  0,6  13,2  10 0,25  0,10  0,35 m.
fat máx
 72 N A intensidade da força pedida é igual à intensidade da
componente centrípeta da resultante agente no prego:
Quando suspendemos a massa em P1, para que o blo-
F  RC  mp
2r  0,020  62  0,35  F  0,25 N
co fique na iminência de movimento para baixo, temos
o seguinte esquema de forças:
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

N
fatmáx
0,35 m 0,50  2

mg sen 0,10 m
mg cos

T  P1

Do equilíbrio, temos:
P1  mg  sen  fatmáx b) Para que as forças horizontais agentes no rotor se
m1  10  10  10  0,6  72 ⇒ m1  1,20 kg equilibrem:
r
m p
2r  M 0
2R ⇒ M 0  m p
131 Alternativa c. R
Da situação II: 0,35
Logo M0  0,020  M0  0,07 kg
0,10
F  kx ⇒ 9  k(3  2)
k  9 N/cm c) Para que duas forças se equilibrem, devem ser co-
lineares. Assim, o ponto D0, o centro de rotação e a
Da situação III:
posição do prego devem estar alinhados.
F  kx ⇒ P2  9  (4  2)
P2  18 N

132 Alternativa a. P P
A força elástica é sempre de restituição, ou seja:
C C
DO
DO

g

v ←
Fc

136 Alternativa a.
Dados: R  100 m

P
133 Alternativa b. Fcp  P
Como o corpo executa movi- ←
a mv2
mento circular com velocidade ←
v
Fcp  P ⇒  mg ⇒ v  Rg ⇒ v  100  10
constante, temos:

R
R
v  31,6 m/s

176 RESOLUÇÃO
137 Alternativa e. ←
NB
centro da
curva B

r Supondo-se a curva plana e numa su- PB ←
r RCB
perfície horizontal: ←
Rc RCA r
Rc  A

v NA

A

PA
A velocidade máxima permitida na curva pode ser cal-
culada por: As equações pertinentes ao estudo do movimento são:
2
vmáx ⎧ v2A
m   N ⎪ N  mg e • RcA  m  aCA  m 
r ⎨ r
⎪  N  atrito máximo
⎩ vB2
• RcB  m  aCB  m 
m r
Então: vmáx  gr  24, 5
2
s • vA  vB (ponto A apresenta uma altura menor que B)
Como o automóvel entra na curva com velocidade Conclui-se então que:
m • A afirmação I está incorreta, pois a resultante no ponto
v  30 , ele derrapa. Portanto:
s A é vertical e para cima
• afirmação I: falsa; • A afirmação II está correta, pois, se vA  vB, então
• afirmações II, III e IV: corretas. R cA  R c B .

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
• A afirmação III está correta, pois, se a RcB é para bai-
138 Alternativa e. xo, então PB  NB.
mv2 m  ( a fR )2
Fe  → kx  141 Alternativa e.
R R
kx  m  4  2  f2  R Nas duas situações, a massa e consequentemente o
peso são os mesmos. Já a tração no fio dependerá da
k  0,02  1  4   30  1
2 2
seguinte relação:
k  1,8  105 2 N/m

139 De acordo com o enunciado:


situação 2 ←
T

N

FR  234 N FR  954 N

← ← P
← P P
N
FR  Fcp  T  P ⇒ T  Fcp  P
situação 1 2
T  mv  mg, sendo m, g e R constantes, a tração
Fcp  N  P Fcp  N  P R
dependerá da velocidade.
Substituindo os valores:
P1  P 2 e T 2  T1
234  N  P
954  N  P 142 gH  AgT
Resolvendo o sistema: L
TTerra  2
N  594 N e P  360 N gT

P  mg ⇒ 360  60 g ⇒ g  6 m/s2 L L
Thip.  2  2
gH 4gT
140 Alternativa e.
Na figura estão assinalados as forças que agem no 1
corpo nos pontos em questão, bem como a sua resul- Tterra gT 4gT
  2
tante centrípeta (cuja direção é radial e cujo sentido é  Thip. 1 gT
para o centro da curva descrita). 4gT

RESOLUÇÃO 177
143 Alternativa c. III – Verdadeira, pois a aceleração existe e é constante,
porque a força resultante é de 20 N, gerando uma ace-
Como o período é dado por T  2  , o pêndulo B leração de F  ma ⇒ 20  4  a ⇒ a  5 m/s2.
g
IV – Verdadeira, pois o trabalho total pode ser encon-
e o pêndulo D possuem o mesmo período; logo, a trado pela soma dos trabalhos parciais, ou seja:
mesma freqüência.
†total  †F0  2  †F2  4  †fat0  4 ⇒
†total  80  40 (80)  40 J
144 Alternativa c.
Em dias quentes há dilatação do fio do pêndulo (Lquente
 Lfrio). 150 Alternativa e.
v  v0  at ⇒ 50  20  a  10
145 a  3 m/s2
01 – Verdadeira, pois k  2 . s  v0t 
1 2
at ⇒ s  20  10
1
 3  102
02 – Falsa, pois T é inversamente proporcional a g. 2 2
s  350 m
1 †  F  s ⇒ †  mas
2 L
04 – Verdadeira, pois T1  k   k †  2  3  350
g 2g
†  2 100 J
k L
2 g 151 Alternativa b.
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

08 – Verdadeira, pois T não depende da amplitude. V2  v20  2  g  h


1 1 32  0  20h
16 – Falsa, pois f  ⇒f  0,2 Hz. 9
T 5 h m
32 – Verdadeira, pois T  2  2  4 s. 20
†p  m  g  h
Logo: 01  04  08  32  45 9
†p  2  10  ⇒ †p  9 J
20
146 Alternativa a.
152 Alternativa a.
As forças só podem realizar trabalho quando possuem
†p  m  g  h
componentes na direção do deslocamento.
†p  20  10  3
Segundo o enunciado, o deslocamento é horizontal.
→ → †p  600 J
Logo, tanto P quanto N não realizarão trabalho nesse
caso, já que são forças verticais e, portanto, perpendi- 153 Alternativa e.

culares do deslocamento d F  Pt  m  g  sen
6
sen   0,6
147 Alternativa d. 10
A velocidade é constante: F  50  10  0,6
s  s0  vt ⇒ s  vt ⇒ s  0,5  10  5 m F  300 N
†  Fd ⇒ †  1 200  5  6  10 J3 †F  F  d
†F  300  10  3 000 J
148 Alternativa a.
A tração no fio é sempre perpendicular ao desloca- 154 a) Representando a situação:
mento da partícula ao longo de sua trajetória. Assim, o
trabalho total será sempre nulo.

20 cm
149 Alternativa d.
I – Falsa, pois o trabalho realizado pela força F, pode 40 cm
ser calculado pela área abaixo da curva, ou seja:
Para um deslocamento de 0 a 2 m:
† n área ⇒ †  40  2  80 J
II – Verdadeira, pois da mesma forma podemos cal-
cular o trabalho da força de atrito: A força que atua no sistema é a força-peso:
† n área ⇒ †  20  4  80 J F  (mbalde  mágua)  g ⇒ 100  (mB  mA)  10

178 RESOLUÇÃO
b) 10  0,5  mA ⇒ mA  9,5 kg 158 Alternativa c.
Determinando a constante elástica da mola: A aceleração do carro é dada pelo gráfico com o coe-
F  kx ⇒ 100  k  0,2 ⇒ k  500 N/m ficiente angular da reta.
v 30  0
Determinando o trabalho realizado: a  ⇒ a  3 m/s2
t 10  0
k  x2 500  (0,2)2
† →†  10 J A velocidade média nesse intervalo de tempo é de
2 2
v 0  vF 0  30
155 Alternativa e. vm  ⇒ vm   m/s
2 2
2 430 km2
Tucuruí p   0, 57 Logo, a potência média nesse intervalo é dado por:
4 240 MW
Pm  F  vm → Pm  m  a  v m
4 214 km2 Pm  1 000  3  15
Sobradinho p   4,01
1 050 MW Pm  45 000 W
2
1 350 km
Itaipu p   0,10
12 600 MW 159 Alternativa d.
m m
1 077 km2 d ⇒ 103  ⇒ m  6  103 kg
Ilha Solteira p   0, 33 v 6
3 230 MW
† mgh 6  103  10  4
1 450 km 2 P0t  ⇒ P 0t   
Furnas p   1,10 t t 10  60

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
1 312 MW
400 W  0,4 kW
O maior prejuízo ambiental (p) corresponde, portanto,
à usina de Sobradinho.
160 Dados: m  800 kg
t  1 min  60 s
156 Alternativa c.
Podemos determinar o trabalho realizado em qualquer Podemos determinar o trabalho realizado calculando
um dos testes através da expressão: †  m  g  h a área sob a curva.
n
I – †  mgh  1 000  20  10  2  105J → †  área  60 J

P † 2  10 5  2  104 W Determinando a potência desenvolvida:



t 101 † 60
P ⇒P 1W
II – †  mgh  2 000  10  10  2  10 J →
5 t 60

† 2  10 5 161 Alternativa b.
P   104 W
t 2  101
† mgh
III – †  mgh  3 000  15  10  4,5  105J → P 
t t
† 4, 5  10 5 120  10  6
P   1,5  104 W P ⇒ P  360 W
t 3  101 20
IV – †  mgh  4 000  30  10  12  105J →
162 Alternativa e.
P † 12  10 5  12  103 W
 kg
t 102 Dados: taxa  3,0
s
m
157 1(c). 5,58 m/s  3,6  20,09 km v  4,0
s
h
Determinando a força aplicada:
2(c). Há transformação de energia química, provenien-
te dos alimentos, em energia cinética e térmica. m  v m kg
Fma onde:  3, 0 e
t t s
3(c). A água funciona como líquido refrigerante do sis-
tema. v  4,0 m/s
† † F  3  4  12,0 N
4(c). P  ⇒ 800 
t 7,565 Podemos escrever a potência da seguinte forma:
†  6  052  000 J  6  052 kJ P  F  V ⇒ P  12  4  48 W

RESOLUÇÃO 179
163 Alternativa a. Consumo de O2
(/min) A B
Dados: †total  800 J
†dissip.  200 J 2
t  10 s 1
h

Podemos determinar o trabalho útil a partir da seguin-


te relação: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
t (minuto)
†total  †útil  †dissip. ⇒ 800  †útil  200
†útil  600 J
Área assinalada: ( A  B )  h
Determinando o rendimento: 2
A área assinalada representa o excesso de consumo
†útil 600 de O2.
 →  75%
† total 800
11  9
Excesso de consumo de O2:  1  10
2
164 Dados: L  15 m → Determinando a altura: Como cada litro corresponde a 20 kJ, obtemos a quan-
  75 degraus tidade de energia utilizada a mais: 200 kJ.
  30°
167 a) Devido ao fato de as folhas parecerem predo-
15 m
minantemente verdes quando iluminadas pela luz do
h → h  7,5 m Sol, difundem o verde e absorvem as outras cores.
Assim, a faixa de freqüência do espectro da luz solar
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

30°
de menor absorção de energia está entre 5,2  1014 a
a) Determinando o trabalho da força-peso: 6,1  1014 Hz.
†  mgh → †  80  10  7,5 → †  6 000 J b) Como 20% da radiação incidente, 200 W/m2, é apro-
veitada na fotossíntese e a área da folha exposta ao
b) Determinando a potência:
sol é de 50  104m2, temos:
† 6 000 200 W –––– 1 m2 P1W
P →P  200 W
t 30
P –––– 50  104m2
c) Determinando o rendimento:
Em 10 minutos, a energia absorvida será:
Pútil 200 ABS  P  t
 →  50%
Ptotal 400
ABS  1  10  (60)
ABS   600 J
165 Alternativa a.
A queima do combustível ocorre no motor representa- 168 Considerando-se a trajetória retilínea:
do pelo diagrama abaixo:
a) A aceleração (A) do ciclista logo após ele deixar de
pedalar pode ser obtida pelo gráfico.
Pdissipada  56,8 kW
v 4, 5  5
A   A  0,25 m/s2
t 2
Ptotal  71 kW b) A força de resistência horizontal total FR, logo após
Pútil  14,2 kW o ciclista parar de pedalar, coincide com a resultante
das forças atuantes. Aplicando-se o Princípio Funda-
MOTOR DE
mental da Dinâmica:
COMBUSTÃO
FR  m A   90   0,25   FR  22,5 N

A fração dissipada de energia é: c) Durante o intervalo de tempo (1/2h  1 800 s) no


qual a velocidade é constante, temos:
Pdissipada 56, 8
  0, 8 1) s  v  t  5  1 800  9 000 m
Ptotal 71
2) A resultante é nula (Princípio da Inércia).
Portanto 80% da energia são dissipados.
 †F    †FR   FR  s  22,5  9 000
 †F  202,5 kJ
166 Alternativa c.
Do enunciado, a eficiência () do organismo do ciclista é:
Na figura estão indicados o consumo de O2 que ocor-
reria se o jovem se limitasse a andar (A) e o consumo †F † 202, 5
 ⇒E F   E  900 kJ
de O2 que realmente ocorreu (B). E  22, 5  10−2

180 RESOLUÇÃO
169 Em cada segundo, a potência fornecida pela que- Substituindo-se (2) em (1) e fazendo-se as respectivas
da d’água (Pf) é dada por: substituições algébricas:
† mgh 106  10  100 mC  g  mA  g   mB  g  (m A  mB  mC)  a
Pf     109 W, e a po-
t t 1 5,5  10  2  10  0,2  5  10  (2  5  5,5)  a
tência recebida pela turbina (Pr) será: a  2 m/s2
Pr  700 000 kW  7  10 W. Logo, a potência dissi-
8
Utilizando-se a equação de Torricelli entre os pontos X
pada (Pd) será: e Y:
Pd  Pf  Pr  1  109  7  108  3  108 W. v2y  v2x  2  a  s ⇒ v2y  0,52  2  2  0,25
Esta perda corresponde a 30% da energia recebida. O v2y  1,25
que pode ser calculado através de uma regra de três Como a velocidade escalar em todos os corpos é a
simples: mesma,
1. 109 W – 100% 1 1
EAC  mA v2y   2  1,25  EAC  1,25 J
3. 108 W – Pd → Pd  30% 2 2

170 Alternativa a. 172 Alternativa e.



Dados: mB  mc Durante o deslocamento s, o trabalho da força F
pode ser calculado nas formas:
vB  2  v c
Comparando a energia cinética dos dois corpos: • †→F  F  s cos 0° ⇒ †→F  F vt

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
1 0
EcB  mB  vB2 → • †→F  †→ →  0  †→  mgh
N  †P F
2
1 t
EcB   mc  (2vc)2  2  mc  v2c v
2 
s

1 F
EcC   mc  v2c nível de
N h  vt
2 30° 2
referência
EcB 2  mc  v2c P
Estabelecendo a razão:  4 30°
Ec c 1
 mc  v2c
2
Então: †→F  mgvt/2.

171 Alternativa b. A variação da energia potencial gravitacional do siste-


ma foi:
0
Assinalando as forças na figura:
Ep  Epf  Epi  Ep  mgh  mgvt/2.

NB Portanto, as afirmações I, II e III estão corretas.


T2 T1
B
t
X Y v

PB s

T2 0,25 m T1 F
N h  vt
nível de 30° 2
A C referência
P
PA 30°
PC

Aplicando o princípio fundamental para os três corpos 173 Alternativa c.


e somando-se as equações:
1 1
P C  T 1  mC  a † mv2  mv20
2 2
T 1  T 2  A  mB  a 1
Fd mv20
T 2  PA  m A  a 2
PC  PA  A  (mA  mB  mC)  a 1
F  0,5    100  102
mC  g  mA  g   NB  (mA  mB  mC)  a (1) 2

Como a aceleração do corpo B é horizontal, F  10 000 N


Ry  0 ⇒ NB  PB  mB  g (2) F  104 N

RESOLUÇÃO 181
174 Alternativa a. Já a afirmação 2 está incorreta, pois a soma das ener-
A primeira força é, a cada instante, perpendicular à gias cinética e potencial, continua a ser chamada de
velocidade linear da partícula. Portanto, também é per- energia mecânica. O que ocorre é que para validar o
pendicular ao deslocamento da mesma, o que signifi- Princípio de Conservação se faz necessário incluir na
ca que o trabalho desta força sobre a partícula é nulo. soma das energias a parcela dissipada pelas forças
Assim, durante esses primeiros 3 m de trajetória, a dissipativas referidas no enunciado.
energia cinética não se altera.
A segunda força realiza um trabalho de 100 J sobre a 178 Alternativa b.
partícula pelo T.E.C: (v  0)
B
†  Ec ⇒ 100  Ecf  250 ⇒ Ecf  150 J

175 Alternativa c.
v  10 m/s
A potência é dada por:
A

P0t 
t
Como temos a potência variável, o † é numericamente Na altura máxima v  0, logo: EM  EpB
igual a área do gráfico de P  t.
Assim:
P (kW) 1
EM A  E M B → EC A  E M B → mvA2  EPB
2
125
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

1
 0,5  102  EPB
Pot 2
EPB  25 J
0 4 10 t (s)
179 EMA  EMB
EPA  E P B  E CB
Para t  4 s
1
P0t 125 Mg  h1  Mg  h2  Mv2
  P0t  50 kW e 2
4 10
v2  2g(h1  h2) ⇒ v2  2  10  (10  5)
50 000  4
A
50 kW → †   100 000 J v2  100
2
4
v  10 m/s
Como m  500 kg e, supondo v0  0, temos:
180 Dados: Vi  0
1
Ec f  Ec i mv2 VA  20 m/s
P0t  ⇒ P0t  2
t t hi  h
h
100 000 
1
 500  v2 hf 
2 2
v  20 m/s Pelo princípio de conservação:
0
E M i  E M A ⇒ E c i  E p i  E cA  E p A ⇒
176 Alternativa c.
1 h
Se desprezarmos o efeito do ar, a energia mecânica se mgh m(20)2  m  g 
2 2
conserva e a pedra retorna à posição de partida com a
10  h  200  5h ⇒ 5h  200 ⇒ h  40 m
mesma energia cinética e V1  V2.
Se considerarmos o efeito do ar, a energia mecânica é
181 Alternativa d.
parcialmente dissipada e a pedra retorna à posição de
partida com energia cinética menor que a de lança- Etotal  40  15  25 J
mento e V2 V1. Etotal  mgh ⇒ 25  0,2  10  h ⇒ h  12,5 m
Corretas: II e III
182 Alternativa a.
177 Alternativa c. Se vc  0, então Ecc  0. Como Epc  m  g  Hc, este
é o valor da energia mecânica no ponto C. Por outro
A afirmação 1 está correta, pois parte da energia me-
lado, a energia mecânica no ponto A é dada por
cânica do sistema se converteu em energia térmica, 0
que se perde para fora do sistema. E M A  E c A  E pA ⇒ EMA  m  g  H A.

182 RESOLUÇÃO
Mas HA  Hc. Portanto, EMA  EMc, o que significa que 187 Alternativa a.
o sistema não é conservativo. Assim, a afirmação (II) é A energia conserva-se em todos os processos (Princí-
falsa, enquanto que a (I) é verdadeira. pio da Conservação da Energia).
A força não conservativa desse sistema é o atrito entre
a esfera e a superfície. Como, pelo enunciado, essa é
188 Alternativa d.
uma superfície regular, o atrito é sempre o mesmo em
toda a superfície. Logo, de A a B também existe uma O movimento do bloco do bate-estaca pode ser dividi-
diminuição da energia mecânica total do sistema, o que do nos seguintes trechos:
torna a alternativa (III) falsa. 1 A subida do bloco, na qual a potência da força
exercida no bloco vale:
183 Alternativa e.
 Epot 
Para atingir a calçada mais elevada, o garoto deverá P (1)
t
ter, no mínimo, na calçada mais baixa, uma energia
mecânica de: 2 A queda do bloco, na qual há transformação de ener-
EM  mgh, sendo h o desnível entre as duas calça- gia potencial gravitacional em cinética.
das. 3 O choque do bloco com a estaca, no qual há dissi-
 EM  50  10  0,5  250 J pação de energia. A energia cinética se transforma em
Como na calçada mais baixa o garoto tem uma ener- outras formas de energia, principalmente térmica.
gia mecânica de 300 J, ainda lhe sobrarão 50 J de ener- Logo:
gia cinética ao atingir a calçada mais alta. I – Certa.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
II – Errada. A energia é dissipada, não desaparece.
184 Alternativa d.
III – Certa. Basta observar a expressão (1).
E c i  Ecf  Ep
mvi2
 Ecf  mgh 189 Alternativa b.
2
Na posição 2, temos T  P
0,5  100
 Ecf  0,5  10  2
2 T  m  g ⇒ T  200  10  2 000 N

25  Ecf  10
190 Alternativa b.
Ecf  15 J
E M 3  E p3  m  g  h 3 E M 1  E p1  m  g  h 1
185 Alternativa c. EM3  200  10  21 EM1  200  10  55
Ao atingir a atmosfera, o meteorito diminui sua altitude EM3  4 200 J EM1  110 000 J
em relação ao solo. Logo, p diminui devido ao aumento
de c. Mas o atrito transforma parte de c em t, produ-
E d  E M1  E M3
zindo o brilho visto do solo.
P → C e C → t Ed  110 000  42 000  68 000 J

186 Alternativa d. 191 a) Pelo princípio da conservação da energia:


0 0
0 0
EpA  EcA  EpB  EcB  Edissipada → E M  E M A ⇒ E p c  E cc  E p A  E cA ⇒

1 1
m  g  hA  mvB2  Edissipada 90  10  20   90  v2 ⇒
2 2
1 v  20 m/s
20  10  2   20  62  Edissipada →
2
b) Supondo a velocidade do corpo 20 m/s quando do
Edissipada  400  360  40 J choque contra a barreira, temos:
0
1
†  Ec  Ecfinal  Eci   mv2 ⇒
2
1
†   90  (202)  18 000 J
2
†  Fd ⇒ 18 000  F  1,5 ⇒
F  12 000 N ou
 F   12 000 N

RESOLUÇÃO 183
192 Dados: vA  2 m/s hA  0,6 m b) EMo  EMA, onde o ponto A representa o início do
vB  3 m/s trecho plano da figura.
g  10 m/s2 m  g  ho 
1
m  vA2 ⇒ vA2  2  g  ho
m  0,2 kg 2
vA2  2  10  10  200 m2/s2
1
a) EMA  EcA  EpA ⇒ EMA  m  vA2  m  g  hA EcA  500 J
2
1 De A a B, o ponto final da região plana, o bloco perde
EM A   0,2  22  0,2  10  0,6
2 energia cinética devido ao trabalho da força de atrito
EMA  1,6 J →
f at .
0 1
E M B  E cB  E p B ⇒ E M B  m  v2B ⇒  †fat    g  m  d d  10 m
2
1 EcA  Ec B   g  m  d ⇒
EM B   0,2  32  0,9 J
2 1
m(vA2  vB2 )  0,1  10  5  10
Como EMB EMA, o sistema não é conservativo e per- 2
deu energia para o exterior na forma de calor gerado 5
pelo atrito entre o bloco e a superfície. (200  vB2 )  50 ⇒ 200  vB2  20 ⇒ vB2  180
2
b) †fatAB  EMB  EMA  0,9  1,6 ⇒ †fatAB  0,7 J EcB  450 J
c) †fatBC  EcBC  0,9 J
De B a C, o ponto mais alto do lado direito de AB ,
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

 †fatBC   Fat  d temos:


 †fatBC    m  g  d EMB  EMc ⇒ 450  5  10  hc ⇒ hc  9 m
0,9
 c) A cada passagem pelo plano AB , o bloco diminui
0,2  10  0,9
em 1 m sua altura máxima nas partes curvas. Como a
 0,5 altura inicial era de 10 m, serão necessárias 10 passa-
gens pelo plano para o bloco parar definitivamente.
193 a) no ponto x  2 m temos: Ep  12 J e Ec  2 J
(eƒÕnciado). 195 Alternativa b.
EM  Ep  Ec  12  2
EM  14 J A

b) no ponto x  7 m temos: Ep  6 J
EM  Ep  Ec ⇒ 14  6  Ec
Ec  8 J B

0
c) †fat  Ec  Ecg  Eci
†fat  8 J
1 kx 2
Mas  †fat   Fat  x E M A  E M B → E c A  E pB → mvA2 
2 2
 † fat  8
Fat  ⇒ Fat   1,6 N 1 2  10 3 x 2
x 12  7  0,2  202 
2 2

194 a) Parte curva: x  0,2 m  20 cm


N ⎧ → 196 Alternativa c.
⎪ N : reação normal de apoio
⎨ → Toda energia potencial elástica será convertida em
⎪ P : peso do bloco
⎩ cinética, logo:

P kx 2 1 103  ( 2x101 )2
E pe  Ec i ⇒  mvi2 ⇒  vi2
2 2 m
Parte plana:

N
A energia empregada para parar o corpo será:

v
← ⎧→ †fat  fat  d  Ec
fat
⎨ f at : força de atrito entre o
⎩ bloco e a superfície. 1 1 ⎛ 40 ⎞
← mv2i  fat  d ⇒ m⎜ ⎟  10  d ⇒ d  2,0 m
P 2 2 ⎝ m ⎠

184 RESOLUÇÃO
197 Alternativa e. No ponto B, temos:

v0
EMB  36 J (conservação)
EpB  20 J
E pe  0
Eoutra  0
Ec  EM  Ep → Ec  36  20  16 J

2 2 1
Epe  Epg ⇒ kx  mgh ⇒ k( 6  10 )
2
b) EMc  36 J; EMc  Ecc ⇒ m  v2c  36
2 2 2
1
1,8  103  101  10 2v2c  36 ⇒ vc  6 m/s
2
k  100 N/m
1
c)  †fat    Ec   (m 1 M)vc2
2
198 Alternativa a.
m v
⎧ m  0,25 kg vc  vc ⇒ vc  c 2 m/s
⎪ 2
( m  M) 3
⎨ x  25  10 m
⎪ 1
⎩ R  50 cm  0,5 m  †fat    6  22  12 J
2

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Pelo princípio de conservação, temos Mas  †fat   (m  M)gL.

12
A B Logo:   0,1
6  2  10
50 cm
K
m 200 Alternativa c.
QB  m B  vB ⎧ VB  90 km/h  25 m/s

⎩ mB  400 g  0,4 kg
EM A  E M B
Epelást.  EpB  EcB 1 QB  0,4  25  10 kg  m/s
QA  QB  10 kg  m/s
O valor mínimo de velocidade em B para que o corpo
complete a volta ocorre quando Fcp  P. QA 10
vA  ⇒ vA   5 m/s
mA 2
mvB2 mín
 mg ⇒ vB2 mín  g  R  10  0,5  5 2
R
201 Alternativa d.
2 em 1 :
Do gráfico
1 1
kx2  m  g  h  m  v2B mín s 5  (4) 9
2 2 v →v →v  3 m/s2
t 52 3
1 1
k (0,25)2  0,25  10  1   0,25  5
2 2 m
Q  mv → Q  1  103  3  3  103 kg 
s
0,25 k  20  5
k  100 kg/s2
202 Alternativa d.
Conservação de Energia: EM0  EMF
199 a) No ponto A, temos:
E c 0  E pE
Epg  mgh  2  10  1  20 J
1 1 k
E pe 
1
kx2 
1
 3 200  (0,1)2  16 J m  v20  k  x2 → v 0  x
2 2 2 2 m

Ec  0 k
Q0  m  v 0 ⇒ Q 0  m  x⇒
Eoutra  0 m

EMA  20  16  36 J Q0  m k  x

RESOLUÇÃO 185
203 Alternativa a. E   (Emec)A  (Emec)B 
E   mghA  mghB 
(v0A  0)
A E  6,4 J
h  5 R  2R  1 R
2 2 Movimento antes do choque:
B (plano de
v referência) (Ep  Ec)A  (Ep  Ec)c
h5 R
2 R 1
mghA  0  0  mv12
2

C
v1  2ghA  10 m/s (velocidade imediatamente an-
tes do choque).

Movimento depois do choque:


1 ⎛ 1 ⎞
EM B  E M A ⇒ mvB2  mg ⎜ R⎟ ⇒ v  gR (Ep  Ec)D  (Ep  Ec)B
2 ⎝ 2 ⎠
A quantidade de movimento (Q) do corpo no ponto B 0  1 mv22  mghB  0
2
tem intensidade:
v2  2ghB  6,0 m/s (velocidade imediatamente
Q  m gR
após o choque).

204 Alternativa a.
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

Portanto, a variação da quantidade de movimento é:


Dados: m  0,4 kg → →
Q  mv2  mv1

v0  0
Orientando-se um eixo como o indicado na figura,
v  30 m/s
F  600 N Q  mv2  mv1
Q  0,2  6  0,2  (10)  3,2 kg  m/s
I  Q F  t  m(v  v0)
m b) A resultante média durante o choque é:
t   (v  v0)
F Q
Rm 
0,4 t
t   30  0,02 s
600 Q
Fm  P 
t
205 Alternativa b. Q
Fm  P
Q  I, pelo Teorema do Impulso. t
3,2
Mas I n Área sob o gráfico de F(t). Fm   0,2  10  66 N
0,05
(10  0)  (100  0)
Q 
2 207 Alternativa b.
Q  500 kg  m/s
Considere as seguintes informações a respeito de um
206 a) Admitindo-se nesta solução que: corpo de massa m, no instante em que sua velocidade
→ →
é v e está sob ação de uma resultante R .
1º-) a energia mecânica perdida (E) seja, na verdade,
a energia mecânica dissipada; → →
1º-) A potência P da resultante, supondo-se que R e v
2º-) a variação da quantidade de movimento pedida (Q) tenham a mesma direção e sentido, vale:
seja durante o choque. P  Rv (1)
2º-) A intensidade da quantidade de movimento do cor-
A vA  0
po é:
vB  0 Q
B  Q  mv ⇒ v  (2)
m
3º) De acordo com o Teorema do Impulso, lembrando-
v2
se que o corpo parte do repouso:
C D
Q
v1 D R  t  mv ⇒ R  (3)
t

186 RESOLUÇÃO
Substituindo-se (3) e (2) em (1), vem: 213 vA vB  0
A B
2
Q Q Q antes
P  ⇒P ⇒ 22 500 
t m m  t
vA vB
2 A B
7 500 depois
⇒ m  500 kg
m5
Cálculo de vB:
208 Alternativa d. 1 1
0 EcB  m(vB)2 ⇒ 2   1  (vB)2
Q f  Qi 2 2
m vB  2 m/s
(4 m  m)  V   21  0
10 Como o choque é perfeitamente elástico, temos:
21
5mV m Qf  Qi ⇒ mAvA  mBvB  mAvA  mBvB
10
2vA  0  2vA  1  2
21
V  0,42 m/s vA  vA  1 1
50
1 1
209 Alternativa b. Ecf  Eci ⇒ m (v )2  m (v )2 
2 A A 2 B B
Q i  Qf 1 1
m v2  m v2
MH  vH  Mc  vc  (MH  Mc)  V 2 A A 2 B B

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
2(vA)2  1  (vB)2  2vA2  1  0
70  3  30  1  (70  30)  V
2(vA)2  4  2vA2
240
V  2,4 m/s (vA)2  2  vA2 2
100
Substituindo 1 em 2 , temos:
210 Alternativa c.
(1  vA)2  2  vA2 ⇒ 1  2vA  vA2  2  vA2
Supondo-se o sistema isolado na direção horizontal:
vA  1,5 m/s
⎧ m1  massa do menino
m 1 v1  m 2v 2  0 ⎨ 214 Seja v0 a velocidde com que o martelo atinge a
⎩ m2  massa do carrinho
estaca.
Como m2  60  m1, temos: A M  70,0 kg

m1  2  (60  m1)  (3)  0


hA  2,00 m
m1  36 kg
nível de v0
referência
211 Alternativa c. m  30,0 kg s  0,500 m
M
Q i  Qf
Mc  vc  (Mc  Ma)  V

Mc
V  vc
(Mc  ma ) Mv20
EmA  EmB ⇒ MghA 
2
2
V  0,4  0,20 m/s vA2  2ghA
22
v0  2  10  2
212 Alternativa b.
v0  2 10 m/s
Qfinal  Qinicial
mp  V  (mp  mc)  v0 Seja v a velocidade do sistema martelo mais estaca,
mp  mc logo após o choque:
V  v0
mp Qf  Qi ⇒ (m  M) v  Mv0

90  810 (30  70) v  70  2 10


V  30  300 km/h
90 v  1,4 10 m/s

RESOLUÇÃO 187
Seja F a força média de resistência à penetração da a) O pêndulo atinge a esfera com velocidade igual a:
estaca; logo: 1
EMA  EMB ⇒ EpA  EcB ⇒ mghA  mvB2
F 2
1 2
P  F  (m  M)a 10  0,5  v
movimento 2 B
(m  m)g  F  (m  M)a vB  10 m/s
P
F  (m  M) (g  a) 1 Após o choque, como a esfera e o pêndulo têm a mes-
ma massa eles trocam de velocidade

A aceleração do conjunto é dada por: antes depois


ve  0 ve  10 m/s vp  0
v2f  v2i  2as ⇒ 0  (1,4 10 )2  2  a  0,5 vB
0  19,6  a
a  19,6 m/s2 esfera pêndulo esfera pêndulo

Da equação 1 , temos: b) Na compressão máxima da mola, toda energia ci-


F  (30  70)(10  19,6) ⇒ F  2 960 N nética da esfera transforma-se em energia potencial
elástica da mola. Logo:
215 Alternativa c. 1 kx 2
Ec  Epel ⇒ mv2e 
2 2
P.C.Q.M: Qi  Qf 1 9  x2
 0,1  ( 10 ) 
2
M  v0    m  V 2 2
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

3 m v0    m  V x 
2 1
9
 v
 0 1 1
3 V x m
3
P.C.E: Eci  Ecf
2 218 Alternativa d.
1 1  ⎛ v ⎞
(3 m)v02     m  V2 ⇒ ⎜ 0 ⎟ 2 O momento inicial do núcleo é zero. Portanto, pela
2 2 3 ⎝ V ⎠
conservação do momento linear, o movimento total
Substituindo-se 1 em 2 , concluímos que: ←
dessas três partículas produzidas P1
2
v0 ⎛ v ⎞  deve ser nulo. A alternativa correta é,
 ⎜ 0 ⎟ ⇒ V  v0. Logo:  1 ⇒   3.
V ⎝ V ⎠ 3 pois, no instante final, aquela que

PR

→ → P2
anula a resultante entre P 1 e P 2 .
216 Alternativa e.
Pelo gráfico: 219 Alternativa e.
v1  2 m/s Como são os dois caixotes idênticos e as colisões per-
v2  4 m/s feitamente elásticas, ocorre troca de velocidades entre
v1  3 m/s os caixotes. Além disso, como o choque entre o caixote
e a parede é frontal e perfeitamente elástico, o caixote A
v2  1 m/s
possui a mesma velocidade, em módulo, após a coli-
Na colisão, conserva-se a quantidade de movimento são. Portanto, a seqüência das colisões ocorridas é:
do sistema:
parede vA  0
m1v1  m2v2  m1v1  m2v2 V0
A B
m1  (2)  m2  (4)  m1  (3)  m2  (1)
2m1  3m1  m2  4m2 ⇒ 5m1  3m2 parede vB  0
V0
A B
217 Do enunciado, temos:

parede vB  0
A V0
A B
M
M 0,5 m
parede vA  0
V0
A B
B

188 RESOLUÇÃO
220 Alternativa e. 224 Alternativa e.
A 2ª- Lei de Kepler diz que o raio vetor varre áreas iguais
Mm
em tempos iguais. Quando o planeta está longe do Sol, Sendo Fg  G a força com que a Terra atrai um
um pequeno deslocamento na elipse corresponde a d2
corpo de massa m a uma distância d de seu centro,
um setor de grande área.
Por outro lado, quando o planeta se aproxima do Sol, temos:
para varrer a mesma área ele necessita percorrer uma
GMm
distância maior na elipse, no mesmo intervalo de tem-
F (1,05r )2
po. Ou seja, a velocidade do planeta é maior nos pon- R e 
tos da órbita mais próximos do Sol. F GMm
r2
221 01  02  08  11 1
R  R  0,9
(01) Verdadeira, graças à Lei das Áreas de Kepler (2ª- Lei). (1,05)2
(02) Verdadeira, pois segundo a 3ª- Lei de Kepler, os
períodos dependem apenas das distâncias dos plane-
tas ao Sol; os períodos aumentam conforme a distân- 225 Alternativa e.
cia aumenta. GMM GM2
Situação inicial: F  ⇒F
(04) Falsa. Como dito acima, os períodos independem d2
d2
das massas.
(08) Verdadeira. Para cada um deles, mudam as ex- ⎛ M⎞
GM⎜ ⎟
centricidades das elipses, e os semi-eixos maiores. ⎝ 2 ⎠ GM2
Situação final: F  ⇒ F 

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
(16) Falsa. Os movimentos de rotação e translação são ( 2d) 2
2  4d2
independentes.
GM2 1
(32) Falsa. Apesar de muito pequena, existe uma ex- F  2
⇒ F  F
centricidade na órbita terrestre. 8d 8

222 Dados: aA  R 226 Alternativa b.


aB  9R R  2R
TA  25 dias
M  2M
TA2  k  aA3 1
GM GM
g ; g 
TB2  k  aB3 2 R2 (R)2
2 G( 2M) 2 GM GM
Fazendo g  ⇒ g  ⇒ g 
1 ( 2R )2 4 R2 2 R2
2 3
TB2 kaB3 ⎛ T ⎞ ⎛ a ⎞ 1
 ⇒ ⎜ B ⎟ ⎜ B ⎟ g  g. Se g  10 m/s2, então g  5 m/s2.
TA2 ka 3A T
⎝ A ⎠ ⎝ aA ⎠ 2
2 3 2
⎛ TB ⎞ ⎛ 9R ⎞ ⎛ TB ⎞
⎟  ⎜⎝ ⎟ 9
3
⎜ ⎟ ⇒ ⎜ 227 Alternativa b.
⎝ 25 ⎠ R ⎠ ⎝ 25 ⎠
g
TB g  ;h?
 93  9  92 9
25
GMs
TB g ⇒ GMs  g  RT2 (1)
39 R2T
25
TB  675 dias GMs
g  (2)
(R T  h )2
223 Alternativa e.
Tatual  27,3 dias Substituindo a expressão (1) em (2):
RFuturo  1,5 Ratual a 3ª- Lei de Kepler g g  R2T
2 3 2
 ⇒ RT2  2RTh  h2  9RT2
⎛ TFuturo ⎞ ⎛ RFuturo ⎞ ⎛ TFuturo ⎞ 9 (R T  h )2
⎟ ⎜ R ⎟ ⇒ ⎜ 27, 3 ⎟  (1,5)
3
⎜ T
⎝ atual ⎠ ⎝ atual ⎠ ⎝ ⎠ h2  2RT  h  8RT2  0
(TFuturo)  27,3  1,5
2 2 3
2R T  6R T h1  2RT
h
TFuturo  745, 29  3, 375  50,15 dias 2 h2  4RT (h  0)

RESOLUÇÃO 189
228 Alternativa b. MT  m m  v2T M
Para a Terra: G 2
 ⇒ v2T  G T
Mx 3  mT 3 m R R R
gx  G → gx  G 2
→ gx   G 2T
R2x ( 5R T ) 25 RT ML  m m  vL2 M
Para a Lua: G 2
 ⇒ vL2  G L
3 R R R
gx  g
25 T Substituindo MT  81  ML, temos:
gx  1,2 m/s2 2
Logo: Px  mgx  50  1,2  60 N v2T v2 ⎛ v ⎞ 81  ML 1
 L ⇒⎜ T ⎟  ⇒ vL   vT
MT ML ⎝ vL ⎠ ML 9
229 Alternativa d.
A aceleração da gravidade depende da distância do 234 a) Da tabela, percebemos que a razão entre T2 e
corpo ao centro do planeta. Como no equador esta D3 para qualquer planeta vale 1. Então, para o planeta
distância é maior, a aceleração da gravidade é menor, X temos:
ocorrendo o inverso nos pólos terrestres. Como Tx2
P  m  g ⇒ P N  P E. 1 D3x  T2x
D3x
A massa, por sua vez, permanece invariável (mN  mE). D3x  1252

230 Alternativa d. D3x  (53)2


Esta sensação de imponderabilidade ocorre toda vez Dx  3
53  53 → Dx  5  5  25 U.A.
que os corpos sofrem a mesma aceleração, caindo na
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

mesma direção e sentido. b) Supondo as órbitas praticamente circulares, as ve-


locidades orbitais médias são dadas por:
231 a) míssil ←
v 2   Dx ⎧ Dx  25 U.A.
vx  ⎪
Tx ⎪ DT  1 U.A.

P ⎨
2  D T ⎪ Tx  125 a
vT  ⎪
R TT ⎩ TT  1a
Terra
vx 2 D x T
  T
vT 2  D T Tx
Um corpo em órbita circular está sob a ação exclusiva vx 25 1 1
de seu peso:   
vT 1 125 5
Rc  P ⇒
235 a) Como a aceleração da gravidade na superfície
v2
m  ac  m  g ⇒ gv gR de um planeta esférico de massa M e raio R pode ser
R
GM
v 10  6,4  106 ⇒ v  8 000 m/s calculada pela expressão: g 
R2

b) v  s  t  s
Para Marte e Terra teremos, respectivamente:
t v
G  MM G  MT
gM  (1) e gT  (2)
Observando-se apenas uma volta: RM
2
RT
2

2 R 2  3  6,4  106
T   T  4 800 s Dividindo-se a expressão (1) pela expressão (2):
v 8  103 2
2
gM MM RT M ⎛ R ⎞
G   M ⎜ T ⎟ 
232 Alternativa c. gT RM
2 G  MT MT ⎝ RM ⎠
O período orbital independe da massa de satélite; de- 2
⎛ 1 ⎞
pende apenas da altura da órbita. Como ambos os  0,1  ⎜ ⎟
satélites apresentam órbitas de mesma altura, seus ⎝ 0,5 ⎠
períodos devem ser iguais.
gM
Portanto:  0,4
gT
233 Dado: mT  81  mL
b) O alcance horizontal de um corpo lançado obliqua-
Nos dois casos, cabe a igualdade Fgrav.  Fcp ⇒
mente com velocidade v0 é dado pela expressão
Mm mv2 v2  sen 2
G 2
 L 0 .
R R g

190 RESOLUÇÃO
v20  sen 2 239 Alternativa e.
No caso da Terra: LT  .
gT MF,O  60 ⇒ F  0,2  60
v20  sen 2 F  300 N
No caso de Marte: LM  
gM
240 a) MF1.O  F1  d  sen 60° ⇒
v2  sen 2 L
 0  T . MF1,O  80  6  0,86
0, 4 gT 0, 4
MF1,O 412,8 Nm
Logo: LM 
100
⇒ LM  250 m MF2,O   F2  d  sen 45° ⇒ MF2,O  50  9  0,70
0,4 MF2,O  315 Nm
c) No caso da Terra, quando o alcance for máximo
Como  MF1,O    MF2,O , o poste tende a girar no senti-
(  45°), teremos:
do horário.
v20  sen( 2  45°) v2  1
LT  ou 100  0 b) MF2,O  F2  d  sen 45° ⇒ MF2,O  30  9  0,70
gT 10
MF2,O  189 Nm

Logo v0  10 10 m/s MR,O  0 ⇒ MF1,O  MF2,O  0


F1  6  0,86  189  0
Nestas condições, o tempo tM da bola em Marte será: F1  36,6 N
2v0  sen  2v0 sen 45°
tM   
gM 0, 4gT 241 Da figura, temos:

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
2
2  10 10  F

 2 A
4
0,5 m
0,3 m
TM  5 5 s  11 s
D
C
236 a) Verdadeira. A resultante é centrípeta, e provoca d

a aceleração centrípeta necessária para manter a Lua 0,52  0,32  d2 ⇒ 0,25  0,09  d2
sobre a órbita. d2  0,16
b) Verdadeira. As linhas de campo gravitacional são d  0,4 m
dirigidas para o centro da Terra; logo, todas as linhas
MF,D  F  cD  40  0,4  16 Nm
de campo são perpendiculares à trajetória do satélite.
Não conseguirá remover o parafuso, pois 16 Nm é me-
c) Falsa. O trabalho realizado numa órbita circular é
nor que 18 Nm.
nulo, pois não há variação na distância entre o satélite
e a Terra.
242 MF1  MF2  MF3  0 ⇒
d) Verdadeira. O motivo é a força de atração gra–vi–
F1  l  F2  l  F3  l  Mresultante
tacional entre os corpos.
400  1  300  1  F3  1  600
100  F3  600
F3  700 N

ESTÁTICA 243 F1 F2 F3 FR

A 0,9 m 3,4 m A
d
237 Alternativa c. Fn  F1  F2  F3 ⇒ Fn  30 000  20 000  10 000
Como M  F  d, quanto maior a distância da força em Fn  60 000 N
relação ao prego, maior é o momento, logo, de todas é
MFR,A  MF1,A  MF2,A  MF3,A ⇒
a força C.
FR  d  F1  0  F2  0,9  F3  3,4
238 Alternativa c. 60 000 d  18 000  34 000
60 000 d  52 000
Na situação inicial M  Fd, dividindo-se a distância
por 2, o módulo da força tem que dobrar para M não d  0,87 m
se alterar. FR  60 000 N a 0,87 m à direita do ponto A.

RESOLUÇÃO 191
244 Dados: m1  m3  200 kg; m2  m4  250 kg →
Σ F1  0 → T1  P1  60 N
x1  2, x2  1, x3  1, x4  2 →
Σ F2  0 → T2  P2  T1  30  60 ⇒ T2  90 N
y1  1, y2  1, y3  2, y4  1 →
• em X : Σ F3  0 → T3  T2  P3  90  40 ⇒ T3  50 N

m1  x1  m2 x 2  m3 x 3  m4 x 4 Σ Fdin  0 → Fel  T3  50 N
XG 
m1  m2  m3  m4
247 As forças atuantes no ponto P são:
200(2)  250(1)  200(1)  250(2)
XG 
200  250  200  250 T1
45°
400  250  200  500 T2
XG 
900
50 5 1 T3  P  6N
 
900 90 18
Como o ponto P está em equilíbrio, a resultante deve
ser nula:
• em Y :
Triângulo retângulo e isósceles:
m1  y1  m2 y2  m3 y3  m4 y4
YG  T1
m1  m2  m3  m4 T3  P T 2  T3  P  6 N
45°
T1  T22  T32  6 2 N
YG  200(1)  250(1)  200(2)  250(1) T2
200  250  200  250
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

A representação correta dessas forças, em escala, é:


200  250  400  250 200 2
YG   
900 900 9 T1
45°
Logo, as coordenadas do centro de gravidade (centro T2
de massa) são:
⎛ 1 2 ⎞
G ⎜ , ⎟ P
⎝ 18 9 ⎠
3N

245 Alternativa d. 3N

A força tensora em X é a resultante das forças elásti- a) Os diagramas apresentados pelos dois estudantes
cas, conforme o diagrama abaixo: estão errados.


b) O estudante 1 errou na representação de T2 e o
Rx →
Como a força elástica depende da estudante 2, de T1 .
x elongação, quanto mais “esticado” o
← ← →
Fel
1
Fel
2
elástico, mais o valor de Fel . Assim a 248 Alternativa a.

T correção mais eficiente corresponde Considerando os ângulos envol- T  T
às posições 3 e 6. vidos na figura e a marcação de

forças no objeto, temos:

246 Alternativa d.
Representando as forças que agem em cada um dos P
corpos e no dinamômetro, temos:
Fazendo a decomposição da força de tração, obtemos:

Da condição de equilíbrio do corpo:



T2 T 2T sen   P

T2 Como o sistema inteiro se Tsen 
P
encontra em repouso, para  T
2 sen 
← ←
P2 T1


P3 cada um dos corpos deve Tsen 

T1 T3 →

T3 valer a condição: Σ F  0 A tração será máxima se o ângulo  for mínimo.
← Como     90°, a tração máxima corresponde ao
← Fdin
P2 caso em que  for máximo que, entre as figuras pro-
postas, é:   60° e 2  120°.

192 RESOLUÇÃO
249 Alternativa a. 252 Alternativa a.
← ←
Estabelecido o equilíbrio: NA TC
← ←

TA TA C 45°
3m fat A
3 m ←
← TB
2 PA

TB

 x B

PB
m

m m Σ FB  0 TB  PB  196 N

⎧ T sen 45°  T
Marcando-se as forças em M: → ⎪ c B
Σ FC  0 ⎨ ⇒ TA  TB  196 N
⎪ T  cos 45°  T
⎩ c A

 120°
mg mg ⎧ N  P  980 N
→ ⎪ A A
M Σ FA  0 ⎨
⎪ F  T  196 N
mg ⎩ at A

Sabemos, então, que   60°. 253 Alternativa d.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
3 3 ←
NA

NB
5m 3m
 tg60°  2 → 3  2 → x  0,5 m
x x

250 Alternativa c. P

→ 0
Representando as forças: Σ MA  0 NB  8  N A  0  P  5  0
NB  8  2 000  5
Ty 2Ty  P ⇒ 2  T cos 60°  P
T T 1 NB  1 250 N
60° 60° 2T P
2
TP 254 Alternativa c.
P T
1 20 cm 20 cm 40 cm
P

251 Alternativa c.
← ← ←
Px O P PQ


TAB  → →
B

F Σ FM  0 TBM  PM  80 N Σ M0  0 ⇒ Px  0,2  P  0,2  Pq  0,6
Px  0,2  50  0,2  100  0,6

TBM
⎧ T  cos  T
→ ⎪ AB BM
← Σ FB  0 ⎨ Px  0,2  10  60
TBM ⎪ TAB  sen  F
⎩ 70
M Px   350 N
0,2

PM
255 Alternativa d.
← ←
N1 N2
Elevando ambas as equações ao quadrado e soman-
30 cm
do, temos: ⎧ P1  100 N

TAB cos  TAB  sen  TBM  F
2 2 2 2 2 2 ⎨ P2  100 N
1 ⎪
TAB2  (cos2  sen2 )  TBM2  F2 ← ← ← ←
⎩ P  120 N
P1  Px P PQ

2
TAB  TBM  F2 ⇒ TAB  802  602 →
Σ M1  0
TAB  100 N (P1  Px)  0,4  N2  0,6  P  0,3  P2  1

RESOLUÇÃO 193
No valor máximo de Px, a barra começa a girar em tor- 259 Alternativa e.
no da haste 1; logo, N2  0. O fato ocorre com o menino à direita de B.
(100  Px)  0,4  120  0,3  100  1 ← ←
NA NB
96 4m 1m x
40  0,4 Px  36  100 ⇒ Px 
0,4
Px  240 N ⇒ mx  24 kg ← ←
A Pv B PM

256 Alternativa d. Na iminência da rotação, NA  0.


← ←
T1 T2 →
Σ MB  0 ⇒ Pv  1  NB  0  NA  5  PM  x
600  1  200  x
0,25 m 0,50 m x3m

P
→ 260 Alternativa b.
Σ M1  0 ⇒ T2  0,75  P  0,25

fat
30  0,25 ←
T2   10 N N2
0,75 A

→ 45°
ΣF 0 ⇒ T1  P  T2
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

T1  30  10  20 N
B ←
45° fat

257 Alternativa c. N1

N  F Se a barra está na iminência de escorregar, as forças


2
de atrito terão intensidades dadas por:


Fat  N1 (1) e fat  N2 (2)
2 x
A Para que a resultante das forças seja nula, devem ter:
Pb P
N2  Fat (3) e N1  fat  P (4)
 ⎛  ⎞ Para que o momento resultante, em relação ao ponto
ΣMA  0 ⇒ Pb   P ⎜x  ⎟ F0
2 ⎝ 2 ⎠ B seja nulo devemos ter:
 ⎛  ⎞ L
30   20 ⎜ x  fat  L  sen 45°  N2L cos 45°  P cos 45°
2 ⎟ F0 2
⎝ 2 ⎠
P
15   20 x  10   F    0 fat  N2  (5)
2
20x
F  25 
 De (1) e (3): N1  N2

Portanto, F  25 N. De (2) e (4): N1  N2  P


P
N1  2 N1  P ⇒ (1  2)  (I)
258 Alternativa e. N1

Ty
De (2) e (5): N2  N2  P
F1 T
F2 Tx 30° 2
P P
O G (  1) N2  ⇒ (  1) N1 
Pb P 2 2
P
ΣM0  0 ⇒ Pb  0,5  P  1  Ty  1  0 2(  1)  (II)
N1
1  102  0,5  2  102  T  sen 30°  0
Comparando (I) e (II):
T
50  200  0 1  2  2(  1)
2
T  500 N 1  2  2 2  2

194 RESOLUÇÃO
2  2  1  0 2ª- verificação:
m 2 g  1  m xg 2
2  4  4
 m2 
2  2 (II)
mx 1
2  2 2
 Igualando-se as equações (I) e (II):
2
mx m2
 1 ± 2 
m1 mx
Como não pode ser negativo:  2 1 m2x  m1m2

mx  m1  m2
261 Alternativa d.
Para manter a barra em equilíbrio na posição horizon-
tal, os valores absolutos das resultantes dos momen- 264 Alternativa a.

tos horários e anti-horários das forças normais que os Σ Mapoio  0
estudantes aplicam na barra devem ser iguais em rela-
ção ao ponto de apoio. Ppedra  0,5  F  2,5
Considerando g a intensidade do campo gravitacional 5 000  0,5  F  2,5
local, temos: 2 500
F  1 000 N
54  g  2,5  36  g  1,5  27  g  2  mx  g  2,5 2, 5

mx  54 kg 265 Alternativa b.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Na figura, temos três polias móveis, logo a tração (T)
262 02  04  08  16  30 na mão do homem será:
Se os meninos sentarem nas extremidades da pran- Mg 200  10
cha, Carmelita tem de se sentar ao lado de Zezinho, T 3
⇒T ⇒ T  250 N
2 8
por ele ser o mais leve. A distância do suporte é de:
NTP
PJ  2  P z  2  P c  x
N  mg  T
300x  800  500 ⇒ x  100
 (01) é falsa e (08) é verdadeira N  80  10  250

(02) é verdadeira, já que as massas de Carmelita e N  550 N


Zezinho somadas ultrapassam a de Juquinha.
1m 1,6 cm
PJ  1  Pz  1,6
400  1  250  1,6 266 Alternativa a.
← O ←
PJ PZ 400  400

 (04) é verdadeira
P1
PJ  Pc  P 2  N
8 P1
N  400  300  250  950 N 8 a b
 (16) é verdadeira. P1
4 P1 P1
← ← P2  P1 P2
N fat (32) é falsa. A resultante das 4 8
forças só é nula devido à
força de atrito entre a pran- P1 P1
2 2
figura 2
cha e Zezinho.
← 02  04  08  16  30
Pz P1

263 Alternativa c. figura 1


Condição de equilíbrio: ΣM0  0. Para que a barra esteja em equilíbrio como indicado
1ª- verificação: na figura 2, devemos ter:
m xg  1  m1 g  2 P1  a  P2  b → P1  a  P1  b
8
mx 
 2 (I) a b
m1 1 8

RESOLUÇÃO 195
271 a) Cada molécula ocupa o volume de um cubo. O
Hidrostática volume total das moléculas deve corresponder ao vo-
lume total do ácido.
267 Alternativa c. Vácido  200 cm2  h
Dados: m  760 g; VT  760 cm3; Voca  660 cm3 h  altura da camada  aresta do cubo
Vácido  1,6  105 cm3  200 cm2  h
Para calcularmos a massa específica do corpo, deve-
mos levar em consideração o volume da parte não oca: 1,6  105 cm3
h  8  108 cm
m 760 200 cm2
d ⇒ d ⇒ d  7,6 g/cm3
Vmaciço ( 760  660) Vmolécula  (8  108 cm)3  512  1024 cm3

268 Alternativa b. b) Volume de 282 g de ácido.

Como 72 km/h  20 m/s m 282 g


V  313 cm3
d 0,9 g ( cm3 )1
1  (1 000 cm3) –––– 10 km (10 000 m)
1 molécula –––– 512  1024 cm3
x –––– 20 m
N –––– 313 cm3
1 000 10 000
 313
x 20 N  0,61  1024  6,1  1023 moléculas
x  2 cm3 512  1024

Logo:
272 Alternativa a.
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

m m
d ⇒ 0, 8  ⇒ m  1,6 g m 32
V 2 d ⇒ 0,8 
V V
269 Alternativa d. V  40 cm3

m1 d1V
d1  → m1  273 Alternativa d.
V 2
2 Como a área sobre a qual o peso do cliente age se
F
reduz à metade (1 só pé) a pressão p1  fica mul-
m2 d2 V S1
d2  → m2 
V 2 tiplicada por 2.
2
F F 2F
P2    ⇒ p2  2p1
d1v d v S2 1 S1
S1
 2 2
dc  m1  m2 → d  2 2 
c
V V
274 Alternativa b.
d  d2 Dados: a  101 m; p  104 N/m2
 1
2
73 Podemos escrever a equação da pressão envolvendo
dc   5 g/cm3 a densidade da seguinte forma:
2 d
F mg a mga
p ⇒p  ⇒p
270 Alternativa c. S S a V
m m  m2  m3 d  g  a (a é aresta do cubo.)
d ⇒ d 1 1
V V1  v2  V3 p  d  g  a ⇒ 104  d  101  101 ⇒ d  104 kg/m3
mas: Portanto, para cada cubo teremos:
m1 579
d1  ⇒ V1   30 cm3 2 d 104
V1 19, 3 dc  ⇒ dc   2,5  103 kg/m3
4 4
m2 90
d2  ⇒ V2   10 cm3 3
V2 9 275 Dados:
m3 105 1  0,30 m
d3  ⇒ V3   10 cm3 4
V3 10,5 2  0,20 m
1
Substituindo 2 , 3 e 4 em 1 : Pext   Pint.
4
579  90  105 Pint.  1 atm (105 N/m2
d  15,48 g/cm3  15,5 g/cm3
30  10  10

196 RESOLUÇÃO
Representando a situação: 278 Alternativa c.
O sistema que possui fundo com maior risco de rom-
Pext. Pint. pimento é aquele que possui maior pressão na base.
A pressão de uma coluna de líquido depende da den-
sidade do líquido, da aceleração da gravidade e da al-
tura da coluna de líquido. Sendo assim, uma vez que
todas as bases são iguais, o de coluna mais alta exer-
F
Lembrando que P  : cerá maior pressão.
S
Fext. ⎫ 279 Alternativa c.
Pext.  ⎪
S ⎪ Fext. F F F
⎬  int. → ext.  int. III – Falsa, pois fat  N  P  mg e gLua gTerra. Na
Fint. ⎪ Pext. Pint. 1 1 Lua é mais fácil do que na Terra.
Pint.  ⎪ 4
S ⎭
III – Verdadeira, pois se as dimensões dobram a massa
1
Fext.  F → Fint.  4  Fext. fica oito vezes maior.
4 int.
m ⎧ m1
d ⎪d  → m1  abcd
Representando a direção e o sentido da força: v ⎪ abc
Direção: perpendicular à janela ⎨
Sentido: de dentro pa- ⎪ m2
⎪d  → m2  8 abcd

Fext.

Fint.

FR
ra fora ⎩ 2a  2b  2c
⇒ b) Determinando o Pressão inicial:

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
F1 mg abcdg
p1   1   cdg

S1 ab ab
módulo de FR :
Pressão final:
F
P ⇒ F  P  S ⇒ F  (1  0,25)  (0,3  0,2) F2 m2 g 8abcdg
S p2   
F  (105  0,25  105)  (0,2  0,3) S2 2a  2b 4ab
p2  2p1
F  0,75  105  6  102
III – Falsa, pois p  dgh (depende da densidade d).
F  4,5  103 N
280 Alternativa e.
276 Alternativa d. A expressão p  d  g  h foi deduzida supondo-se
Decompondo a força F: que o fluido em questão seja incompressível. Isso é
uma aproximação muito boa quando o fluido é um lí-
Fy
F quido de baixa viscosidade, como por exemplo a água.
30° 1 Mas no caso dos gases, facilmente compressíveis, a
Fy  F sen 30°  20   10 N
Fx 2 validade da expressão fica comprometida.
P
281 Dados: p  máx.  4  105 N/m2
A força resultante que age sobre a superfície é: pam  105 N/m2
FR  P  Fy ⇒ FR  50  10  40 N  103 kg/m3
g  10 m/s2
Logo:
h  profundidade máxima
FR 40
p ⇒p  80 Pa
s 0, 5 a) Pela lei de Stevin:
p  patm  gh ⇒ 4  105  105  103  10  h
277 Alternativa b. h  30 m
A força que age no solo por cada pneu é: b) Em 1s temos:
P mg 800  10 p  gh ⇒ 104  103  10  h
F    2 000 N
4 4 4 h  1 m
Logo: Então, na vertical, a máxima velocidade de movimen-
F 2 000 tação será:
p ⇒ 1  6  105  ⇒
S S h 1m
v ⇒ v v  1 m/s
S  12  5  104 m2 ou S  125 cm2 t 1s

RESOLUÇÃO 197
282 pcabeça  pcoração  sangue  g  h, onde: 286 Alternativa c.
⎧ sangue  10 kg/m
3 3
Representando a situação:

⎨ g  10 m/s
2
Patm
⎪ Patm
⎩ h  0,5 m
pcabeça  pcoração  103  10  5  101 hA
hB
pcabeça  pcoração  5  103 Pa A B

760  5  103
x  38 mmHg
105
Lembrando que 1  105pa –––– 760 mmHg
ptotalA  ptotalB → patm  pA  patm  pB →
5  103pa –––– x
dA  g  hA  dB  g  hB
283 Alternativa a. Substituindo dA  2  dB:
As alternativas (c) e (d) são incorretas, pois fora do ca-
hB
nudinho a pressão é a atmosférica e seu valor é cons- 2  dB  hA  dB  hB → 2
tante para o local de experiência. hA
(e) é incorreta, visto que g só depende da altitude do
local e da latitude. Como o refrigerante sobe pelo canu- 287
dinho, hr 0, em relação à superfície livre do líquido.
Mas p  patm  dr  g  hr, e como patm, dr e g se mantêm hB
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

constantes, então p patm, o que significa que o meni-


A B
no reduz a pressão no interior do canudinho.

284 Alternativa a.
Ao colocarmos a garrafa em pé a pressão sobre a su-
perfície do líquido aumenta, pois a área superficial di-
minuiu. Esse aumento é transmitido igualmente a to-
dos os pontos do fluido. Em particular, aos três orifíci- A pressão atmosférica que age sobre a água do reser-
os na garrafa indicados na figura. vatório é:
Acontece que a pressão em cada orifício depende da patm  pA ⇒ pA  76 cmHg
altura da coluna líquida situada entre ele e a superfície. pA  Hggh
Então, a pressão é maior para o orifício inferior, diminui
um pouco no orifício central, e volta a diminuir no orifí- pA  13 600  9,8  0,76
cio superior.
pA  1,013  105 N/m2
Chamando essas pressões de p1, p2 e p3, respectiva-
mente, temos: A altura da coluna de água que equilibra essa pressão é:
p 1  p 2  p3 . pB  pA ⇒ águaghB  pA

Com o aumento da pressão na superfície de p, essas 103  9,8  hB  1,013  105
pressões passam a valer hB  10,3 m

p1  p  p2  p  p3  p
288 Dados: S2  2 000 cm2; F1  200 N, S1  25 cm2
Por isso, o jato d’água do orifício inferior chega mais Para a prensa hidráulica, temos:
longe que o do orifício central, que, por sua vez, alcan-
F1 F
ça mais distância que o do orifício superior. P 1  P2 ⇒  2
S1 S2
285 a) Para que a água não invada o interior do sino 200 F2 4  105
submarino a pressão no interior do mesmo deverá ser,  ⇒ F2   16  103 N
25 2 000 25
no mínimo, igual à pressão da coluna de líquido na-
quela profundidade. 1,6  104 N

b) Conforme visto no item a, devemos ter:


289 Alternativa b.
psino  patm  plíq. ⇒ psino  1  105  d  g  h ⇒
500
psino  1  105  1  2  103  9,8  15  101 a) É correta, pois dc   0,8 g/cm3, e como o cor-
625
psino  1  105  176,4  104  18,64  105 N/m2 po está em repouso, temos necessariamente dc  de.

198 RESOLUÇÃO
b) É incorreta, pois de vc aumenta, dc diminui. Então, 293 Alternativa a.
dc de, o que significa que o corpo irá subir até a Quanto maior for o volume imerso, menos denso será
superfície, e ficar com uma parte de seu volume flutu- o líquido. Comparando as frações dos volumes imersos,
ando fora do líquido.
7 5 3 ⇒ X é o líquido menos
vemos que  
c) É correta, pois E  de  ve  g  me  g  plíq. desl. 8 6 4
d) e e) São corretas, pois vc  vlíq. desl., já que o corpo denso e Z é o mais denso.
está totalmente imerso no líquido. Como dc  de, en-
tão mc  me. 294 Alternativa b.
Se o corpo está submerso e em equilíbrio, então dc 
290 Alternativa b. de  0,7 g/cm3.
Ao colocarmos esse corpo num recipiente com água,
Como a canoa flutua em equilíbrio, a 2ª Lei de Newton cuja densidade é 1 g /cm3, ele flutuará, pois dc dágua.
exige que a resultante das forças na vertical seja nula. Apesar disso, manterá 70% de seu volume submerso.
Sobre a canoa atuam apenas a força-peso e o empuxo
recebido pela água.
295 Alternativa b.
Logo, p  E.
dprancha  200 kg/m3; e  0,1 m; Vprancha  A  e;

291 Alternativa b. dágua  1 000 kg/m3

O volume submerso de um corpo (Vsub.) é dado por M  50 kg. Do enunciado, Vs  Vprancha


d mconjunto M  dprancha  A  e
Vsub.  c Vc. Note que ele independe do valor de g. Vs  →Ae

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
de dágua dágua
Também a situação do corpo não se altera, pois em
contrapartida à relação de seu peso, existe a redução 50  20A
A  0,1 
no empuxo exercido pelo líquido. 1 000
50
100 A  50  20 A ⇒ A   0,625 m2
M 80
292 VA  ;
dA 296 Alternativa a.
onde dA  800 kg/m3 – O cubo mergulhado desloca um volume de água igual
M  24 kg ao seu próprio volume, portanto:

24 Vcubo maciço  30 cm3.


Logo, VA   3,0  102 m3
800 Como a sua massa é de 450 g, concluímos que a den-
⎛ sidade da liga metálica é de 15 g/cm3.
dA ⎞
a) Vemerso  VA  ⎜ 1 ⇒ 3
⎝ dágua ⎟⎠ – O cubo oco flutua com de aresta submersa, por-
tanto: 4
Vemerso  3  102  (1  0,8) p Vemerso  0,6  102 m3 ou 3
h
dcubo oco 4 3
6  103 m3, que equivale a 6 l.  ⇒ dcubo oco  g/cm3
dágua h 4
b) Após colocarmos o corpo B sobre o bloco A, o con- mefetiva da liga
– Mas dcubo oco  , portanto
V Vcubo oco
junto submerge mais emerso , segundo o enunciado.
2
mefetiva da liga  22,5 g
Vemerso M V
Vs  Vs  → Vs   emerso mliga
2 dágua 2 22,5
– Finalmente, como dliga   15  . Logo:
Vliga Vliga
24 6  103 Vliga  1,5 cm3.
Vs  3

10 2
297 Alternativa c.
mconjunto mM EP
Mas Vs   E
dágua dágua gVi  cgVc
S(h  15)  cSh
Vs  24  103  3  103  27  103 m3. 15 cm
h  15 (h  15)  ch
m  M  Vs  dágua ⇒ m  24  27  103  103
1,03(h  15)  0,9 h
m  3 kg P
1,03 h  15,45  0,9 h
c) E  dágua  Vs  g ⇒ E  103  27  103  10 0,13 h  15,45
E  270 N h  119 cm

RESOLUÇÃO 199
298 Alternativa a. A afirmação (II) é falsa, pois o empuxo independe da
Como a densidade do ar diminui com a altitude, o profundidade.
empuxo também diminui. Inicialmente, se o balão se A afirmação (III) é verdadeira. Se a pressão atmosféri-
eleva na atmosfera, isto ocorre porque P E. Ele con- ca ao nível da superfície for muito menor que a pres-
tinuará subindo acelerado até o ponto em que P  E, a são no fundo do lago, o balão pode explodir.
partir do qual ele sobe em movimento retardado, pois
passará a uma zona onde P  E. Chegará até uma 302 Situação 1:
posição onde sua velocidade de subida se anula, e in-
⎧ E  d0  V  g
verterá o sentido de movimento numa descida acele- P  E  Fe Em que: ⎨
rada até o ponto de P  E. A partir daí, desce em mo- ⎩ Fe  k  h , e k é a constante
vimento retardado (P E) até sua velocidade se anu- elétrica da mola.
lar, e reinverte o sentido do movimento, oscilando em P  d0  V  g  k  h 1
torno da altura, em que P  E.
Situação 2:

299 A afirmação a é falsa, pois: ⎪ E  d  V  g
P  E  Fe, onde: ⎨
mi 120 ⎪ F  kh
di    0,3 g/cm3 ⎩ e
Vi 400 2
kh
di PdVg 2
A afirmação b é falsa, pois: Vs   Vi 2
da
Igualando as expressões 1 e 2 :
Vs  0,3 Vi ou 30% do volume total.
kh
dVg  d0  V  g  k  h
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

A afirmação c é verdadeira, pois o empuxo é dado por: 2


E  dágua  Vs  g kh kh 1
V  g (d  d0)  kh  ⇒V 
em que dágua  10 kg/m e
3 3 2 2g ( d  d0 )
Vs  0,3  400  106  1,2  104 m3
303 Alternativa d.
 E  103  1,2  104  10 → E  1,2 N
Para desprezarmos o empuxo do ar:
Para afundar totalmente a esfera, devemos ter: erro  2%
P  F  E, em que P  1,2 N e
Preal  Pmedido
E  dágua  Vi  g  103  4  104  10  4 N. Logo,  0,02
Preal
F  2,8 N e a afirmação d é verdadeira. Para afundar a Marcando-se as forças e levando-se em conta o
esfera pela metade, devemos ter: P  F  E, com E empuxo do ar:
 dágua  0,5Vi  g  2 N. Logo, F  0,8 N e a afirmação E PMEDIDO

e é falsa. E  Pmedido  Preal

300 Alternativa a. E  Preal  Pmedido


PREAL
3
Pap  p.
4
3 P E
Mas Pap  P  E. Logo, P  E  p⇒E .  0,02 , E  dar Vcg
4 4 Preal
d V Preal  dcVcg
dágua Vágua  0 0 . Como o corpo está completamen-
4 dar Vc g
te mergulhado na água:  0,02
dc Vc g
Vágua  V0
dar
d V d dc   dc  50dar
dágua  V0  0 0 ⇒ dágua  0 0,02
4 4
ou d0  4  dágua. 304 Alternativa c.
Situação inicial:
301 Alternativa d. NB
F
A afirmação (I) é correta, pois o balão apresenta uma
força resultante igual a (E  P) em módulo, na direção e
vertical e com sentido para cima. Como a força é cons-
tante enquanto o balão está totalmente submerso, seu NA NB
movimento de subida é acelerado uniformemente. PB

200 RESOLUÇÃO
Situação final:
NB
F h

e y0  20 cm

NA T1 NB
(PB  PC)

Considerando-se:
I – NB  PB  NA (corpo em equilíbrio)
II – PB  PB  E, em que: E  intensidade do peso do
líquido deslocado.
y0  20 cm
III – PC  E, pois a densidade do objeto metálico é
maior que a da água.
IV – NB  P9B  PC (corpo em equilíbrio).
Para o ponto C:
Das afirmações acima, conclui-se que: NB  NB Portanto, h  y  y0  15 cm.
Para manter os braços da balança em equilíbrio na
horizontal, o momento resultante deve ser nulo, bem II) Para o cálculo do empuxo, sendo o movimento
como a resultante. Logo: retilíneo uniforme (R  0):
TCD  1,6 N

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
NA  T1  NB (lembrando que: NA  NB e NB  NB)

Assim: T1  0 no trecho CD P  TCD  1,6 N


P
Se o fio f1 encontra-se tracionado, pode-se concluir E TAB  1,3 N
que o fio f2 terá tração nula.

no trecho AB E  TAB  P
305 Pesocadeia  E hcrosta  13 km P  1,6 N
E  0,3 N
pc  Vcadeia  g  pm  Vraiz  g, onde
⎧ b) E  p  Vc  g ⇒ E  p  A  h  g ⇒
⎪ Vcadeia  Sbase  (hcrosta  hraiz)

⎪V  S 0,3  p  2,5  104  15  102  10
⎩ raiz base  hraiz
p  800 kg/m3
pc  Sbase  (hcrosta  hraiz)  pm  Sbase  hraiz
( hcrosta  hraiz ) p h p
 m ⇒ crosta  1  m
hraiz pc hraiz pc

hcrosta p 13 3, 2
Hidrodinâmica
 m 1 ⇒  1 2 2
rraiz pc hraiz 2, 7 ⎛ D ⎞ ⎛ 0,1 ⎞
307 S  ⎜ ⎟ ⇒ S  3,14 ⎜ ⎟
⎝ 2 ⎠ ⎝ 2 ⎠
13 13
 0,185 ⇒ hraiz   70,27 km
hraiz 0,185 S  7,85  105 m2

 hraiz  70 km 80  80  103
Q  m3/s ⇒ Q  2  102 m3/s
4 s 4
2
306 T (N)
Q 2  10
QSv⇒v  ⇒ v  255 m/s
1,8 S 7, 85  105
C D
1,6
308 Cálculo de v1:
1,4
A B
2
⎛ D ⎞
1,2 Q  S 1v1 ⇒ Q   ⎜ 1 ⎟  v1
⎝ 2 ⎠
0 10 20 30 40 50 y (cm)
2
a) I – Cálculo de h: ⎛ 0,4 ⎞
200  103  3 ⎜ ⎟  v1
⎝ 2 ⎠
Para o ponto B do gráfico, o corpo encontra-se na se-
guinte situação: v1  1,67 m/s

RESOLUÇÃO 201
Cálculo de v2: Q
Em B, temos: vB 
S 1 v1  s 2 v2 SB
2 2 2
⎛ D ⎞ ⎛ D ⎞ ⎛ 0,4 ⎞
 ⎜ 1 ⎟  v1   ⎜ 2 ⎟  v2 Mas, SB   ⎜ ⎟  0,1 256 m
2

⎝ 2 ⎠ ⎝ 2 ⎠ ⎝ 2 ⎠

(0,4)2  1,67  (0,3)2  v2 70  103


vB  ⇒ vB  0,56 m/s
0,1256
v2  2,97 m/s
2 2 b) Como o tubo é elevado e hA  0, hB  3 m,
⎛ D ⎞ ⎛ D ⎞
309 S1v1  S2v2 ⇒  ⎜ 1 ⎟  v1   ⎜ 2 ⎟  2v1 pA  2  105 N/m2 e d  0,8  103 kg/m3:
⎝ 2 ⎠ ⎝ 2 ⎠
D21  2  D22 dv2A dvB2
pA  dghA   pB  dghB 
2 2
D12 102
D22  ⇒ D2  ⇒ D2  5 2 cm 0,8  103  (0,36 )2
2 2 2  105  
2
dv12 dv22 0,8  103  (0, 56 )2
310 p1   p2  ⇒ pB  0,8  103  10  3 
2 2 2
103  (1, 2)2 103  (1, 5)2 200 000  51,84  pB  24 000  125,44
24  104   p2 
2 2
pB  175 926,4 N/m2
240 000  720  p2  1 125
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

p2  239 595 Nm2 313 A velocidade de escoamento é:

311 v 2gh ⇒ v  2  10  5  100 ⇒ v  10 m/s


V 5 000 5 000 Q  Sv ⇒ Q  3  104  10 ⇒ Q  3  103 m3/s ou
a) Q  ⇒Q  ⇒ Q  16,7 /s
t 5  60 300 Q  3 /s
b) A velocidade de escoamento é dada por:
1 2 2Y 2Y
314 Y  gt ⇒ t2  ⇒t
v 2gh ⇒ v  2  10  3 ⇒ v  7,8 m/s 2 g g
Mas: Q  Sv ⇒ Q  0,00267  7,8 2Y
X  vt ⇒ X  2g(H  Y ) 
Q  0,0208 m /s ou Q  20,8 /s
3 g

c) No início a vazão é maior, pois h é maior. 2Y


X 2g(H  Y ) 
g
Q
312 a) Q  Sv ⇒ Q  SA  vA ⇒ vA 
SA X  2 Y(H  Y )
3
Sendo Q  70 /s  70  10 3
m /s e SA 1
Para o maior alcance, devemos ter Y  H.
⎛ 0,5 ⎞
2 2
 ⎜ ⎟  0,19625 m :
2
⎝ 2 ⎠ 1 ⎛ 1 ⎞ 1 2 1
X2 H⎜ H  H⎟  2 H 2 H
2 ⎝ 2 ⎠ 4 2
70  103
vA  ⇒ vA  0,36 m/s
0,19625 X  H (alcance máximo)

202 RESOLUÇÃO
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Termologia 318 Alternativa a. Teríamos um valor praticamente igual
ao da escala Kelvin uma vez que, ao acrescentarmos
273 unidades à temperatura, não alteramos sua ordem
315 °X °C de grandeza.
80 100
t x  20 tc  0 319 Alternativa b.
=
80  20 100  0
t (°C) t (°F)
t  20 C0 68  32
tc  x 100 212 
tx tc
0, 6 100  0 212  32

C 36
Portanto, a relação é 
100 180
t x  20
20 0 tc  . C 68
0, 6 C  20 °C
0 32
316 Relação entre as escalas:
tC t  32 tF Logo, 20 °C corresponde ao tempo de 9 minutos.
 F dado: tC 
5 9 2
Substituindo:
320 Alternativa e. Temperatura é uma grandeza física
tF
escalar que mede o estado de agitação das moléculas
2 tF  32
 → tF  320 °F do corpo.
5 9

317 Alternativa d. 321 Alternativa e.


Desenhando as escalas: A 2 C0
t (°A) t (°C) 
°X °C 80  x 10  0 22  2 100  0
 22 100
y 100 20  x 40  0
A 2 C
80  x 1 
 → x  100 °X 20 100
20 40 20  x 4
A C Para A  C:
20  80 40  10
80 10 
y  80 100  10 C2 C

2 0 1 5
x 0 60 1 →
 y  100 °X
y  80 3 C  2,5 °A

RESOLUÇÃO 203
322 Alternativa d. Não poderíamos ter as escalas Celsius Na escala Fahrenheit há 180 divisões. Logo:
e Kelvin uma vez que na escala Celsius o menor valor 20 cm –––– 180 divisões
possível é 273 °C e na Kelvin o menor valor é zero. →
20

180
→ y  45 °F
Já na escala Fahrenheit, 450 °F corresponderá a apro- 5 cm –––– y 5 y
ximadamente 268 °C, que é um valor possível.

323 Alternativa a. 326 Alternativa b.


L  Lit
°C °F
Lf  Li  Li(tf  ti)
100 212
801  800  800    (98  25)
1  58 400
  0,000017123
x x ⫹ 72
  1,71  105 °C1

327 Alternativa e.
0 32 aço

x 0 ( x  72)  32 x x  40
 →  Aᐉ Aᐉ
100  0 212  32 100 180
18x  10x  400 Aᐉ
x  50 °C
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

Como o coeficiente de dilatação linear do alumínio é cer-


324 Alternativa a. ca de 2 vezes maior que o do aço, a figura formada,
mantendo as demais constantes, é um trapézio isósceles.
C E G
e
110 70
328 Alternativa e. As juntas de dilatação são espaços
70 reservados para que as edificações se dilatem. Sendo
100
assim, a dilatação de um corpo depende do seu com-
primento inicial, sendo diretamente proporcional a este.
f
g
329 Alternativa d. Uma vez que a variação da tempera-
0
20
10 tura e o material que constitui a
placa são iguais, a dilatação fica
como função do comprimento ini- Rpino
Relacionando as escalas C e E:
cial que, neste caso, é o diâmetro R placa
100  0 180  0 180 do orifício. Sendo assim, a folga
 → 2 → e  110 °E
70  20 e  20 e  20 aumentará, pois o orifício possui
um diâmetro maior que o do pino.
Relacionando as escalas E e G:
f  20 110  20 f  20 3
 →  330 Alternativa d.
g  10 70  10 g  10 2
⎧ ti  15 °C
3 ⎪
f g5 ⎪ LiI  2 cm
2 ⎪
⎪ Li  1 cm
Dados: ⎨ II 3
325 Alternativa d. °C °F ⎪ d  5  10 cm
100 212 ⎪   3  105 °C1
⎪ I
⎪   4  105 °C1
⎩ II
20 cm

Para que as peças entrem em contato, devemos ter:


x y LI  LII  5  103
2  3  105(tF  15)  1  4  105(tF  15)  5  103
5 cm

0 32 6  105  tF  90  105  4  105  tF  60  105 


 5  103
Na escala Celsius há 100 divisões. Logo:
10  105  tF  5  103  150  105
20 cm –––– 100 divisões 104 tF  5  103  1,5  103
20 100°
→  → x  25 °C
5 cm –––– x 5 x tF  6,5  101  65 °C

204 RESOLUÇÃO
331 Alternativa e. Utilizando as informações fornecidas: 336 Alternativa a.
L  Li    t D⎧  0,4 m  400 mm

L  2  2  10 6
 10 Dados: ⎨ t  100 °C

5 ⎩  22  106 °C1
L  4  10 m  0,04 mm
Área inicial:
332 Alternativa d. Para que as barras metálicas apre- Si  R2  3,14  (200)2  125 600 mm2
sentem o mesmo comprimento a uma dada tempera- S  Si    t
tura, devemos ter: S  1,256  105  22  106  102
LA
S  27,632  101
Lo ⫽ 202,0 mm
A S  276,32 mm2  280 mm2

A
337 Alternativa d.
S  Sit → 2,4  Si  2  1,2  106  100
B
2,4  24  105Si
Lo ⫽ 200,8 mm
B
Si  104 cm2
LB
Si  1 m2
LA  LB
LoA(1  A )  LoB(1  B ) 338 Alternativa d.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
202,0 [1  2  10 5
( f  0)]  Dados: ⎧⎪   1,6  104 °C1
⎨ 1
 200,8 ⎪ Sf  Si   Si
⎩ 10
[1  5  105( f  0)]
202,0  404  105 f  200,8  1 004  105 f S  Si    t
1,2 10
f  S  Si  1,6  104  t
600  105 100 i
1  10  1,6  104  t
f  200 °C
1
t  → t  625 °C
1,6  103
333 Alternativa b. Pela figura:
RB  RA e tA  tB 339 Alternativa e. A razão entre as áreas é 1, pois tanto
Assim, para A  B, quando aumentamos a tempera- a chapa quanto o quadrado apresentam a mesma área
tura, a abertura x tende a diminuir. inicial, são feitos de mesmo material e estão sujeitos à
mesma variação de temperatura.
334 Alternativa e.
⎧ L  600 km  6  105 m 340 Alternativa a. Para que o dente e a restauração so-
⎪ i fram a mesma variação de volume quando sujeitos à
⎪ t  10 °C mesma variação de temperatura, ambos devem pos-
Dados: ⎨ i
⎪ tf  30 °C suir o mesmo coeficiente de dilatação volumétrica.
⎪ 5 1
⎩   10 °C
341 Alternativa d. Se o raio e o material que constitui as
L  Lit → L  6  105  105  40 esferas são os mesmos, assim como a variação de tem-
L  240 m peratura a que elas estão submetidas, a dilatação sofrida
também será a mesma, fazendo com que a razão seja 1.

335 Alternativa b.
342 Alternativa a.
⎧ Si  900  500  400 cm2 ⎧
⎪ ⎪ Vi  60 L
Dados: ⎨ t  50 °C ⎪ t  10 °C
⎪ 5 1 Dados: ⎨ i
⎩ Zn  2,5  10 °C ⎪ tF  30 °C
⎪ 3 1
S  Si    t ⎩ gasol.  1,1  10 °C
S  4  102  5  105  5  101 V  Vi  t
S  1 cm2 V  6  101  1,1  103  2  101
Sf  Si  S → Sf  401 cm2 V  13,2  101  1,32

RESOLUÇÃO 205
343 Alternativa d. 347 Alternativa e.

A densidade inicial do corpo é di 


m
. Dados: ⎧ ti  0 °C

V ⎪ tf  80 °C
Depois de aquecido, sua densidade passa a ⎪
⎨ 4
m ⎪ Vap   Viap
df  . ⎪ 100
V  V ⎪  27  106 °C1
m ⎩ vidro
E, sendo V  V , onde   0: df  ,
V  Vθ0 Vap  Viap  ap  t
m
ou seja: df  . 4
V(1  θ0 )  Viap  Viap  ap  8  101
100
Assim, comparando df com di, obtemos:
4
m ap   5  104 °C1
df V(1  θ0 ) df 1 8  103
 → 
di m di 1  θ0 real  ap  rec
V
di real  27  106  5  104
 df 
1  θ0 real  527  106 °C1
Nessa expressão, observamos que:
Se 0  0 1 → df di 348 Alternativa c. A afirmação IV é incorreta porque
d quando a água é aquecida de 0 °C para 4 °C, seu
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

Se  0  1 → df  i volume diminui. A partir de 4 °C seu volume volta a


2
Se  0  1 → df di aumentar.

Como os coeficientes de dilatação dos sólidos estão


próximos a 106, para que  0  1, teríamos 0 próxi- 349 Alternativa d. O nível da glicerina se eleva, pois tan-
mo a 106 °C, o que é incompatível com a informação to esta como o vidro sofrem dilatações. No entanto, a
de que o corpo é sólido. dilatação volumétrica da glicerina é muito superior à
Logo, a densidade diminuirá, mas certamente não se dilatação volumétrica do recipiente.
reduzirá à metade.

350 Alternativa b. Para que o volume da parte vazia


344 Alternativa a. permaneça inalterado, devemos ter:
⎧ Vi  500 cm3
⎪ Vrec  Vreal → Virec  rec  t  Vireal  real  t
⎪ ti  10 °C
⎪ 500  rec  200  
Dados: ⎨ rec  6  105 °C1 → rec  18  105 °C1
⎪ 4 1
⎪ real  4  10 °C 5(3rec)  2  

⎩ tf  70 °C 2
rec  
15
Determinando o ap:
real  ap  rec 351 Alternativa c.
4  104  ap  18  105 → ap  2,2  104 °C1
Vap  Viap  ap  t I – (Verdadeira) Podemos calcular o coeficiente de di-
latação do material baseados na inclinação da reta tan-
Vap  5  102  2,2  104  6  101 gente à curva no ponto considerado. Neste gráfico, a
Vap  66  101 inclinação da reta representativa do mercúrio não se
Vap  6,6 cm3 altera no intervalo considerado.

II – (Falsa) Para a altura citada, temos:


345 Alternativa a. O volume de líquido que transborda
indica a variação aparente do volume, ou seja, a dila- THg  5 °C e TH2O  15 °C
tação do líquido menos a dilatação do frasco.
III – (Verdadeira) Traçando uma reta tangente à curva
na temperatura de 18 °C, teremos uma reta paralela à
346 Alternativa a. Se o coeficiente de dilatação cúbica curva do mercúrio, indicando o mesmo coeficiente de
do recipiente e do líquido (Hg) for o mesmo, não ob- dilatação.
servaremos uma alteração na altura da coluna de mer-
cúrio, ou seja, o termômetro deixa de indicar a varia-
ção da temperatura. 352 Alternativa b.

206 RESOLUÇÃO
⎧ m  1,0 kg 357 Alternativa b.

⎪ t  20 °C ⎧ ti  20 °C
353 Dados: ⎨ i ⎪
⎪ tf  60 °C ⎪ ρ  2,8  103 g/mm
⎪ ⎪
⎩ P  4 600 J/min Dados: ⎨ L  3 mm
⎪ 5 1
Determinando a energia empregada: ⎪ A  2,4  10 °C

4 600 J → 1 min ⎩ cA  0,2 cal/g °C
→ x  92  103 J
x ← 20 min Como a variação de temperatura é comum:
L  Li    t e Q  m  c  t
Calculando o calor específico:
L Q L  mρ  c
92  103  1  c  40 → c  23  102 J/kg  °C  →Q
Li   mc Li  

3  2,8  103  0,2


354 Alternativa a. Q → Q  70 cal
2,4  105
⎧ cA  cB
⎪ ⎧ P  2  104 cal/min
Dados: ⎨ QA  QB ⎪
⎪ ⎪ m  4,0 kg  4 000 g
⎩ tA  2  tB ⎪
358 Dados: ⎨ ti  30 °C
Estabelecendo a igualdade: ⎪
⎪ tf  80 °C
QA  QB → CA  tA  CB  tB → CA  2tB  ⎪
⎩ cH2O  1 cal/g °C

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
 CB  tB → CB  2  CA
Determinando a quantidade de calor:
355 Alternativa a. A variação de temperatura sofrida pelo Q  m  c  t → Q  4  103  1  5  101
disco de chumbo pode ser determinada pela equação: Q  2  105 cal
Q  m  cPb   Determinando o tempo:
sendo: m  100 g 2  104 cal → 1 min
2 → x  10 min
cPb  3  10 cal/g  °C 2  105 cal → x
Q  30 cal
359 Usando a equação fundamental da calorimetria e a
Logo: 30  100  3  102  
definição de potência:
  10 °C
Q  mc
A variação na área do disco pode ser obtida a partir da Q
equação: Pot  → Q  Pot t
t
S  S0   Portanto:
sendo:   2  Pb  6  105 °C1 Pot t  m c 

  10 °C Substituindo-se os valores fornecidos na questão:


120  t  2,6  720  (37  2,4)
Logo: S  6  105  10  6  104  0,0006  t  539,76
S0
t  540 s
 0,06%

⎧ m  100 g
356 Alternativa e. 360 Dados: ⎨
⎩ Q  470 kcal
⎧ cPb  0,031 cal/g °C
Dados: ⎨ a) Determinando a massa de água:
⎩ 1 cal  4,186 J
Q  mct → 470  103  m  1  102 → m  4 700 g
A variação de temperatura de 1 °C corresponde à va- b) Determinando a energia por degrau:
riação de temperatura de 1 k, logo:
Ep  mgh → Ep  80  10  0,25 → Ep  200 J
0,031  4,186 1 cal → 4,2 J
c → x  47,62 cal
103  1 x ← 200 J
J 1 degrau → 47,62 cal
c  1,3  102
kg  k x ← 470 000 cal → x  9 870 degraus

RESOLUÇÃO 207
361 Alternativa e. † ( 6 000  1  t )  4
04. P  → 400 
⎧ m  100 g t 15  60

⎪ 1 volta  0,1 J 36  104
Dados: ⎨ t  → t  1,5 °C (correto)
⎪ t  1 °C 24  103
⎪ 1 cal  4,2 J

⎧ Q  1  106 cal
Determinando a energia: ⎪
364 Dados: ⎨ m  50 kg
Q  mct → Q  102  1  1  100 cal  420 J ⎪
⎩ h  2,0 m
Determinando o número de voltas:
1 volta → 0,1 J Determinando a energia em Joules:
→ x  4 200 voltas 1 cal → 4,18 J
x ← 420 J
106 cal → x → x  4,18  106 J
⎧ m  1 000 kg
⎪ Determinando a energia empregada para levantar o
⎪ 72 km corpo:
362 Dados:⎨ Vi   20 m/s
⎪ h
⎪ Ep  mgh → Ep  50  10  2 → Ep  1 000 J
⎩ vf  0
Calculando o número de vezes que o corpo será erguido:
Determinando a energia dissipada: 1 vez → 1 000 J
1 y ← 4,18  106 J → y  4 180 vezes
Ec  Ecf  Eci  0   100  202  20 000 J
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

2
Convertendo as unidades:
365 Alternativa b.
1 cal → 4,19 J
→ x  4 780 cal x  fusão (passagem da fase sólida para a fase líquida)
x ← 20 000 J
y  vaporização (passagem da fase líquida para a fase
Como a variação da temperatura é comum: de vapor)
v  vit e Q  m  c  t z  sublimação (passagem da fase sólida para a de
vapor, sem passar pelo estado líquido)
v Q v Q
 →   4 780  7  107
vi   mc vi mc
C 366 Alternativa c. Quanto maior a altitude menor a pres-
v 3 são atmosférica e, conseqüentemente, menor a tem-
 3,35  10
vi peratura de ebulição da água.

363 01  02  05  07
⎧ V  60  → m  60 kg  60 000 g 367 Alternativa a. O calor específico de uma substân-
⎪ cia é, por definição, a quantidade de energia na forma
⎪ t  23 °C de calor necessária para que 1 g dessa substância sofra
Dados: ⎨ i
⎪ tf  8 °C variação de temperatura de 1 °C, sem que ocorra mu-

⎩ tempo  5 h dança de estado.

01. De acordo com o enunciado: Dentre as afirmações:


1,5 °C → 1 h I – é correta, pois se trata da definição aplicada aos
→ x  7,5 °C dados da questão.
x ←5h
II – é errada, pois a definição é válida para 1 g de mas-
Determinando a quantidade de calor: sa, e não para uma massa qualquer.
Q  mct → Q  60 000  1  7,5 III – é errada, pois de acordo com a definição, o valor
Q  45  104 cal  18  105 J correto para a energia térmica, nas condições propos-
tas, é 9 J.
Determinando a potência:
† 18  105
P →P → P  100 W (correto) 368 Alternativa e.
t 5( 3 600)
⎧ m  4  108 ton  4  1014 g
† ( 6 000  1  15)  4 ⎪
02. P  → 200  ⎪ ti  10 °C
t t Dados: ⎨
36  105 ⎪ cgelo  0,5 cal/g °C
t  → t  18  103 s  5 h (correto) ⎪ L  80 cal/g
2  102 ⎩ F

208 RESOLUÇÃO
Determinando a quantidade total de calor: 373 a) A fusão ocorre no intervalo de tempo t2  t1.
Q1 Q2
b) A vaporização ocorre no intervalo de tempo t4  t3.
gelo gelo água
c) Determinando a quantidade de calor:
⫺10 °C 0 °C 0 °C
Qtotal  Q1  Q2
Qtotal  Q1  Q2  m(ct  LF)
Qtotal  m(ct  LF)
Qtotal  4  1014 (0,5  10  80)  34  1015 cal
Qtotal  100(0,55  40  80)  Qtotal  10 200 cal
⎧ m  100 g
⎪ 374 Alternativa c. Na situação proposta, deve ocorrer a
369 Dados: ⎨   50,0 cm fusão de 200 g do gelo e, em seguida, o aquecimento

⎩ ti  20 °C da água resultante até 100 °C:
P  t  m  L  m  c  
a) Determinando a temperatura:
800  t  200  80  4  200  4  100
L  Li    t
t  180 s
0,12  50  24  106  t → t  100 °C
100  tf  20 → tf  120 °C 375 Alternativa b. Com o aumento da pressão, a tem-
b) Determinando a quantidade de calor: peratura de ebulição da água também aumenta, cozi-
nhando melhor os alimentos.
sólido sólido líquido
Q1 Q2

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Aᐉ Aᐉ Aᐉ
376 Alternativa a.
⎧ ti  20 °C
20 °C 660 °C 660 °C ⎪
Dados: ⎨ P  800 W
Qtotal  Q1  Q2 → Qtotal  m(ct  LF) ⎪
⎩ tf  100 °C
Qtotal  100(0,22  640  95)
Qtotal  23 580 cal Determinando a quantidade de calor:
Q1 Q2
água água vapor
370 Alternativa b. A transmissão (troca) de calor ocorre
sempre do corpo mais aquecido para o corpo menos 20 °C 100 °C 100 °C
aquecido. Sendo assim, a água irá fornecer calor para
os blocos de gelo. Qtotal  Q1  Q2 → Qtotal  m(ct  Lv)
Qtotal  m(1  80  540)  620  m
371 Alternativa b.
Determinando a vazão:
Dados: ⎧ m  200 g
⎪ † 620  m  4,2
⎪ ti  20 °C P → 800 
⎪ t t
⎨ cgelo  0,5 cal/g °C m m m
⎪  0,31 g /s ⎯água
⎯⎯→  0,31
⎪ LF  80 cal/g t t s

⎩ tf  10 °C
377 a) A quantidade total de calor necessária para aque-
Determinando a quantidade de calor: cer e depois fundir uma massa m de um material é:
Q1 Q2 Q3 Qtotal  mcT  mL
gelo gelo água água
Substituindo os valores dados: m  500 g,
20 °C 0 °C 0 °C 10 °C c  0,80 cal/g °C, T  1 100  30  1 070 °C e
Qtotal  Q1  Q2  Q3 → Qtotal  m(cgelot  LF  cáguat) L  43 cal/g
Qtotal  200(0,5  20  80  1  10)
Qtotal  (500)(0,080)(1 070)  (500)(43) 
Qtotal  20 kcal
 42 800  21 500
Qtotal  64 300 cal
372 Alternativa d. Se dois cubos de gelo são capazes
de reduzir a temperatura de 24 °C, levando a tempera- Como 1 cal  4,2 J, Qtotal  (64 300)  (4,2) 
tura do conjunto a 1 °C, outros dois cubos de gelo irão
 270 060
tirar o calor restante da água levando o sistema a 0 °C,
onde teremos gelo e água. J  270 kJ.

RESOLUÇÃO 209
b) A potência média é definida por: De acordo com o princípio da igualdade:
Q 270 060 J Q A  QB  0
Pm    270 060  104 
t 104 s 30  mB  cB  t  0
 (2,7  105)  104  2,7  109 W  2,7 GW 30  2  cB  (40  60)  0
cB  0,75 cal/g °C
c) O número de lâmpadas é dado pela potência média
da descarga dividida pela potência de uma lâmpada, ou:
381 a) Colocando os dados em uma tabela:
1 lâmpada → 100 W
n lâmpadas → 2,7  109 W
m c tf ti
2, 7  109
n  2,7  107  27  106  27 milhões de corpo 10 000 0,60 37 40 Q1
100
lâmpadas
água m 1 37 25 Q2

378 Alternativa d.
Q 1  Q2  0
Colocando os dados em uma tabela: 10 000  0,6(37  40)  m  1  (37  25)  0
18 000  12m → m  1 500 g
m c tf ti
b) Colocando os dados em uma tabela:
calorímetro 500 30 60 Q1
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

m c tf ti
água mT 1 30 15 Q2
corpo 10 000 0,60 37 40 Q1
água 5 000 1 30 60 Q3
água m 1 37 20 Q2

Determinando a massa de água:


10 000  0,6  (3)  m  1  (17)  0
Q 1  Q2  Q 3  0
17 m  18 000 → m  1 059 g
500(30)  mT(15)  5 000 (30)  0
15  mT  165 000 → mT  11 000 g  11 kg c) Como a massa do corpo e a variação da tempera-
tura são grandezas diretamente proporcionais em re-
De acordo com a vazão: lação à quantidade de calor, a diminuição de uma im-
1 kg → 1 min plica o aumento da outra.
→ x  11 min
11 kg → x
382 Alternativa c.
⎧ ti  30 °C Determinando a quantidade de calor absorvido pela
⎪ água água:
⎪ tigelo  40 °C
⎪ Q  m  c  t → Q  3  103  1  (50  10)
⎪ mágua  mgelo
379 Dados: ⎨ Q  12  104 cal
⎪ LF  80 cal/g
⎪c
⎪ gelo  0,5 cal/g °C
Determinando a potência:
⎪c  1 cal/g °C † 12  104
⎩ água 12 cal
P →P →P  103
t 14  60 84 s
Determinando o calor fornecido pela água Determinando a temperatura de equilíbrio:
Qágua  Qgelo  0
mctágua  mctgelo  m  LF  mctágua  0 m c tf ti
m  (tf  30)  20  m  80  m  tf  m  0
água 3 000 1 tf 50 Q1
2  tf  m  70 m
tf  35 °C corpo 1 000 0,2 tf 0 Q2

380 De acordo com o gráfico: Q1  Q2  0 → 3 000(tf  50)  200(tf  0)  0


Q  m  c  t tf  46,875 °C
30  mA  cA  30 Determinando a quantidade de calor da água:
cA  1 cal/°C QH2O  3 000  1  (50  46,875)  9 375 cal

210 RESOLUÇÃO
Determinando a quantidade de calor do corpo: 387 Alternativa d.
Qcorpo  1 000  0,2  (50  46,875)  625 cal ⎧ P  10 000 cal/min

A quantidade total de calor será: ⎪ VH2O  50 m

Qtotal  9 375  625 → Qtotal  10 000 cal ⎪ tiH O  100 °C
⎪ 2
Dados: ⎨ mvapor  40 g
Pela potência do microondas: ⎪
⎪ tivapor  100 °C
12 000 cal → 84 s ⎪
→ x  70 s ⎪ tiágua  20 °C
10 000 cal → x ⎪ L  540 cal/g
⎩ v

383 Alternativa e. O corpo que recebe a maior quanti- Determinando a quantidade de calor:
dade de calor é aquele que possui a maior capacidade Q1  mct  50  1  (80)  4 000 cal
térmica, ou seja, o latão.
Através da potência:
384 Máxima quantidade de calor que pode ser forneci- 10 000 cal → 1 min
→ x  24 s
do pela água: 4 000 cal → x
Q  mct → Q  400  1  (12,5  0) → Q  5 000 cal
388 Alternativa b.
Quantidade de calor absorvido pelo gelo
⎧ P  10 000 cal/min
Q1 Q2 ⎪
⎪ VH2O  50 m

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
gelo gelo água ⎪
⎪ tiH O  100 °C
⫺10 °C 0 °C 0 °C ⎪ 2
Dados: ⎨ mvapor  40 g

Q1  mct  1 000 cal (ocorre) ⎪ tivapor  100 °C
Q2  m  LF  16 000 cal (não ocorre totalmente) ⎪
⎪ tiágua  20 °C
⎪ L  540 cal/g
Massa de gelo derretido: ⎩ v
Q  m  LF → (5 000  1 000)  m  80 → m  50 g Determinando a quantidade de calor:
Q1 Q2
385 Alternativa c. Colocando os dados em uma tabela: água água vapor
onde 1 cm3  1 g
20 °C 100 °C 100 °C

m c tf ti QT  Q1  Q2 → Qtotal  mct  mLv


Qtotal  40(1  80  540) → Qtotal  24 800 cal
café 500 1 tf 90 Q1

café 200 1 tf 20 Q2 389 Alternativa c. Pelo princípio da igualdade:


Qágua  Qgelo  0
Q1  Q2  0 → 500  1  (tf  90)  200  1  (tf  20)  0 m  c  t  m  LF  0 → 200  1  (tf  20)  50  80
700  tf  49 000 → tf  70 °C 200  tf  4 000  4 000  0 → tf  0

386 Alternativa b. Colocando as informações em uma 390 Alternativa a.


tabela: ⎧ Vi  5 cm3

⎪ m  30 g
m c tf ti ⎪
⎪ ti  100 °C
Dados: ⎨
água fria 1 000 1 60 0 Q1 ⎪ LF  80 cal/g

⎪ CCu  0,096 cal/g °C
água quente m2 1 60 80 Q2 ⎪d
⎩ gelo  0,92 g/cm
3

De acordo com a figura do exercício, temos água e


Pelo princípio da igualdade: gelo simultaneamente, logo, a temperatura de equilí-
Q1  Q2  0 → 1 000  1  60  m2  1  (20)  0 brio é de 0 °C. Daí:
60 000  20  m2 Qesfera  Qgelo  0 → m  c  t  m  LF
m2  3 000 g (o que corresponde a 3 ). 30  0,096 (100)  mgelo  80  0 → mgelo  3,6 g

RESOLUÇÃO 211
De acordo com a densidade: do-líquido); 5 - ponto sobre a curva de vaporização
1 cm3 → 0,92 g (ponto crítico entre vapor e gás).
→ x  3,9 cm3
x ← 3,6 g
396 Alternativa c. Para valores de pressão acima de 1
Portanto, o volume final, será: atmosfera, de acordo com o diagrama de fases, pode-
vf  5 cm3  3,9 cm3  8,9 cm3 mos ter a substância na fase de vapor, na fase líquida
ou na fase sólida.
⎧ ti  0 °C
⎪ 1 397 Alternativa e.
⎪ h  1,68  10 m
391 Dados: ⎨
⎪ LF  3,36  10 J/kg
5
I. O diagrama de uma substância que diminui de vo-
⎪ g  10 m/s2 lume na fusão apresenta o seguinte aspecto:

p
De acordo com o princípio de conservação da energia: líquido

cu
rv de

ão
a
de va ç
fu s c u r o ri z a
A ão v ap
EmA  Em B sólido T gás

ão
0 0 0 aç
h EpA  EcA  EpB  EcB  Edissipada li m vapor
sub
de
c u rva
EpA  Edissipada
tc t
B
II. Se a temperatura é aumentada sob pressão cons-
Edissipada  mTgL  mT  10  1,68  101  1,68  mT
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

tante (isobárica), a substância passa da fase sólida (A)


Determinando a massa de gelo que derrete: para a fase líquida (C) e, posteriormente, para a fase
Q  m  LF → 1,68  mT  m  3,36  105 de vapor (D).
p
m  5  106  mT
A C D

⎧ mc  2 kg líquido

⎪ mH2O  400 g sólido vapor

392 Dados: ⎨ tiH O  298 k  25 °C B
⎪ 2
⎪h  5 m ␪

⎩ tf  298,4 k  25,4 °C III. Se a pressão é aumentada sob temperatura cons-
tante (isotermicamente), a substância passa da fase
a) Determinando a capacidade térmica:
de vapor (B) para a fase sólida (E) e, posteriormente,
Q  C  t → 640  C (25,4  25) → C  1 600 J/°C para a fase líquida (F).
p
b) Determinando a energia necessária para aquecer o
calorímetro e a água: A F
líquido
Qtotal  Qcal  QH2O → QT  320  640  960 J
sólido E
Determinando a energia potencial: vapor
Ep  mgh → Ep  2  10  5  100 J, dos quais são B
utilizados 60 J. ␪
Determinando o número de quedas:
⎧ ti  23 °C
1 queda → 60 J ⎪
→ x  16 quedas ⎪ te  33 °C
x ← 960 J ⎪
398 Dados: ⎨ k  2  104 kcal (s  m  °C)1
⎪ 1
393 Alternativa e. ⎪ e  10 cm  10 m

⎩ S  50 m
2

394 Alternativa b. Determinando o fluxo de calor:


Q k  s  ( t  ti )
395 Alternativa e. ϕ 
t e
1 - Região da curva representando a fase de vapor; 2 - 2  10−1  5  101( 33  23) cal kcal
ponto sobre a curva de sublimação (equilíbrio entre ϕ  103 1
101 s s
sólido e vapor); 3 - ponto triplo (coexistem as três fa- Portanto, o aparelho que deve ser utilizado é o de nú-
ses); 4 - ponto sobre a curva de fusão (equilíbrio sóli- mero 4, que possui potência mínima de 1,260 kcal/s.

212 RESOLUÇÃO
399 Alternativa b. A lã funciona como um isolante tér- nam como numa estufa de plantas: são transparentes
mico dificultando a passagem do calor através dela, à radiação luminosa e opacos à radiação infraver-
por possuir um coeficiente de condutividade térmica melha. Logo, o calor recebido pelo ar fica “aprisiona-
baixo. do” no interior do veículo, o que faz a temperatura ali
aumentar.
400 Porque a travessa de alumínio possui um coefici-
ente de condutibilidade térmica maior que o da mesa 406 a) De modo geral, os metais usados para a confec-
de madeira, absorvendo uma quantidade de calor maior ção de panelas devem apresentar condutividade alta,
da mão. calor específico pequeno e dilatação térmica peque-
A cera derreterá antes na barra de alumínio, pois o na. Já utensílios feitos de madeira, plástico e vidro de-
coeficiente de condutibilidade térmica do alumínio é vem apresentar condutividade baixa, calor específico
maior que o coeficiente de condutibilidade térmica da alto e coeficiente de dilatação pequeno.
madeira.
No alumínio (metal) as moléculas vibram em torno de b)A assadeira é feita de um material que apresenta
posições fixas, possibilitando a transmissão do calor maior coeficiente de condutividade térmica que o ar,
por colisões sucessivas (transmissão por condução). que é mau condutor de calor.
Há relação, pois substâncias com coeficiente de con-
dutibilidade térmica elevado são boas condutoras tér- c)A temperatura da pessoa doente é maior que a do
micas e más condutoras (isolantes) em caso contrário. meio (ar) que a envolve. Para que a febre baixe deve
haver transferência de calor do corpo para o ambiente
por condução. Como a água é melhor condutora de
401 Alternativa e. calor que o ar, envolve-se o doente com toalha úmida

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
k  s  ( t f  ti ) 104  104  40 para acelerar a transferência de calor e, conseqüente-
P → 40  mente, a diminuição da febre.
e e
e  1 cm d) Normalmente a temperatura do meio é menor que a
m 500 do corpo. Devido a essa diferença de temperatura,
Sendo d  , vem: d 
V V estabelece-se um fluxo contínuo de calor do corpo para
o meio ambiente. Essa transferência de energia se re-
O volume, finalmente, é obtido fazendo-se: aliza através da pele, mediante três processos: condu-
V  104  1 ção, irradiação e evaporação de água.
V  104 cm3 As roupas que usamos mantêm o ar em contato com a
pele à mesma temperatura, evitando-se, assim, as tro-
500
Portanto: d  → d  5,0  102 g/cm3. cas de calor, principalmente por condução.
104 Por outro lado, o corpo humano emprega uma varie-
dade de mecanismos que possibilitam o ritmo de per-
402 Alternativa e. O fluxo de calor entre o metal e a mão da de energia para o meio ambiente igualar-se ao seu
é mais intenso do que entre a mão e o vidro, dando, metabolismo.
portanto, a sensação que a lata está mais fria que a O hipotálamo — um dos responsáveis por esses me-
garrafa; ou seja, a condutividade térmica do metal é canismos — age como um termostato e, quando ne-
maior que a do vidro. cessário, ativa mecanismos de perda de calor, como a
vasodilatação e a transpiração.
403 1ª-) O gelo é isolante térmico e o seu acúmulo im-
pede as trocas de calor no interior do congelador. 407 Alternativa c. Na substância A as partículas estão
2ª-) As prateleiras devem ser vazadas para que não im- parcialmente unidas, em um estado intermediário en-
peçam a passagem das correntes de ar por convec- tre o sólido C e o gasoso B.
ção no seu interior.
3ª-) A finalidade de um refrigerador é transferir calor de
um reservatório de baixa temperatura para um de alta 408 Com o motor do liquidificador ligado, as esferas agi-
temperatura. Assim, as roupas colocadas atrás da ge- tam-se e distribuem-se caoticamente por todo o es-
ladeira impedem as trocas de calor com o meio. paço disponível; o mesmo ocorre com as moléculas
no estado gasoso: elas ocupam toda a capacidade do
recipiente que as contém (I). Ao diminuir ao mínimo
404 Alternativa a. O fato de as correntes de ar quente
possível a sua rotação do motor (ou desligá-lo), as es-
serem ascendentes e a condutividade do ar ser muito
feras têm mínima agitação e o espaço ocupado é mui-
baixa justifica a transmissão de calor principalmente
to menor que o volume do recipiente; o mesmo ocorre
por irradiação.
com as moléculas quando se condensam: o volume
ocupado pelas moléculas é menor que o volume dis-
405 O ar no interior do veículo é aquecido principalmente ponível e a densidade do líquido é mito maior que a do
por irradiação da luz solar. Os vidros do carro funcio- gás correspondente.

RESOLUÇÃO 213
409 Alternativa e. A redução na pressão faz com que a Pontos B e C:
temperatura de ebulição da água fique menor que a
PB VB P V P  3Vo 2Vo
temperatura da água na panela, fazendo com que vol-  C C → B  Pc
TB TC 3To 3To
te a ferver.
2
PB   PC
410 Alternativa c. Trata-se de uma transformação iso- 3
bárica.
415 Alternativa e. Como a temperatura permanece
Então:
constante e 1 atm  1,0  105 Pa:
PA VA PV V V Vf P Pfundo
 B B → A  B Pi  V i  Pf  V f →  i 
TA TB TA TB Vi Pf Psup erfície
VA 60
 Vf 1,01  105 V
360 540  → f  1,01
Vi 1,0  10 5 Vi
VA  40 
416 Alternativa a. Como a temperatura é mantida cons-
411 Alternativa c. tante:
T⎧  300 K P1  V1  P2  V2 onde V  Base  altura
Dados: ⎨1 (B)  (h)
⎩ T2  327 K
1  (24  B)  P2 (16  B)
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

Considerando a transformação isométrica: 24


P2   1,5 atm
P1 P P1 P2 16
 2 →  → P2  1,09P1
T1 T2 300 327
417 Alternativa c.
P2 é 9% maior que P1
⎧ Ti  17 °C  290 K

Início ⎨ Pi  25 lbf/pol2
412 Alternativa b. ⎪
⎩ Vi  V
⎧ P1  3 atm

⎪ V1  4 L ⎧T  ?
⎪ ⎪
Dados: ⎨ T1  300 K Fim ⎨ Pf  27,5 lbf/pol2
⎪ ⎪
⎪ P2  5 atm ⎩ Vf  V (volume constante)

⎩ V2  V 1  4 L
Sendo um gás ideal:
Sendo a transformação isométrica: PV PV
i i
 f f
P1 P 3 5 Ti Tf
 2 →  → Ta  500 K
T1 T2 300 T2
25 27, 5

A temperatura de 500 K corresponde a 227 °C. 290 Tf

 Tf  319 K, ou Tf  46 °C
413 Alternativa e.
P1 P 4 8 418 Alternativa d. Como a temperatura se mantém
 2 →  → T2  600 K
T1 T2 300 T2 constante, podemos escrever:

Logo: P 1 V 1  P2 V 2 ,
T2  600  273 → T2  327 °C onde V2  3  V1 → P1  V1  P2(3V1)
P1
P2 
414 Alternativa d. Isolando a grandeza pressão para 3
os pontos A, B e C: ⎛ ⎞
Para que a pressão ⎜ força ⎟ seja reduzida a um terço
PA VA PV ⎝ área ⎠
Pontos A e B:  B B
TA TB do seu valor original, devemos reduzir a altura da colu-
1
PA  2Vo P  3Vo na de líquido a do seu valor original, ou seja, a bo-
 B → PA  P B 3
2To 3To lha deve ocupar a posição correspondente ao ponto B.

214 RESOLUÇÃO
419 Alternativa d. Utilizando a equação de Clapeyron, Determinando a massa de gás:
podemos escrever: 300 m
PV  nRT →  5  103   0,082  250
⎧ m  6,4  102 kg  6,4  101 g 760 4
⎪ m  385 g
⎪ M  32 g/mol

Dados: ⎨ V  10  423 02  16  18
⎪ t  27 °C  300 K
⎪ 01 – Uma garrafa térmica ideal não permitiria troca de
⎪ atm  
⎩ R  0,08 mol  K calor com o meio externo por condução, convecção
ou radiação. O vácuo existente entre as paredes evita
PV  nRT a perda de calor por condução e por convecção e, para
2 1 2 2
evitar a perda por radiação, a parede interna é espe-
6,4  10 8  10  3  10 lhada. (falsa)
P  m RT → P  
M V 32 101 02 – Calor latente de fusão de um material, que esteja
P  4,8 atm na temperatura de fusão, é a quantidade de calor (ca-
loria) que deve-se fornecer ao mesmo para fundir-lhe
420 Alternativa b. Utilizando a equação: um grama. No caso do gelo a 0 °C, é preciso fornecer-
lhe 80 calorias para derreter cada grama. (verdadeira)
PV  nRT: ⎧⎪ P  1 atm  1  105 Pa
⎪ 04 – A temperatura de ebulição da água é diretamente
⎪ n  13  10 moles
3
proporcional à pressão atmosférica, isto é, quanto
⎨ 52
⎪ maior a pressão, maior sua temperatura de ebulição. A
⎪ R  8,3 J/mol  K altitude do pico do Everest é maior que a de Goiânia e,

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

⎩ T  300 K conseqüentemente, lá a pressão atmosférica é menor.
Portanto, a água ferve a uma temperatura menor no
Fazendo as devidas substituições: pico do monte Everest do que em Goiânia. (falsa)
V  6,2 m3
08 – Uma transformação é dita isotérmica quando ocor-
re alteração na pressão e no volume, mantendo-se
421 Alternativa e. a temperatura constante. Pela equação de Clapeyron,
1) Quando o gás ideal encontra-se nas CNTP PV  nRT  constante, vemos que P e V são grande-
(T  273 K; p  1,0 atm) sua massa (m) é dada por: zas inversamente proporcionais:

pV  nRT cons tan te


P .
m V
pV  RT Neste caso, observa-se que uma diminuição de volu-
M
me implica um aumento de pressão. (falsa)
m  pVM 16 – O coeficiente de condutividade térmica do alu-
RT
mínio (4,9  102 kcal/s.m. °C) é maior que o do vidro
2) Após a abertura da válvula da segurança, a massa (m) (2,0  104 kcal/s.m. °C), o que indica que a condução
de gás ideal, que permanece no recipiente, é dada por: de calor é mais rápida no alumínio. Portanto, a lata de
m  91% m refrigerante rouba calor mais rapidamente de nossa mão,
pVM pVM dando a sensação de estar mais fria do que uma garrafa
 0, 91  de vidro que esteja à mesma temperatura. (verdadeira)
RT RT
1 1
 0, 91 
T 273 424 Alternativa c. Podemos determinar o trabalho em
T  300 K função da área sob a curva:
n
† área → †  5  105(5,0  2,0)
Mas, T  c  273, portanto:
†  1,5  106 J
300  c  273

c  27 °C 425 Alternativa b.
⎧ Vi  5   5  103 m3
422 Alternativa e. Colocando os dados nas unidades ⎪
Dados: ⎨ Pi  5 N/cm2  5  104 N/m2
corretas: ⎪ 3
⎩ Vf  7,5   7,5  10 m
3
300
P  30 cmHg  300 mmHg  atm
760
V  5 m  5 000 
3 Determinando o trabalho realizado:
atm   †  P  V → †  5  104(7,5  5)  103
R  0,082
K  mol †  125 J

RESOLUÇÃO 215
⎧ TA  TB  0 °C  273 K 431 a) U  Uf  Ui → U  2 000  1 000  1 000 J

426 Dados: ⎨ A → B (isotérmica) TA  TB  273 K Processo I → 1 000 J

⎩ B → C (isométrica) VB  VC Processo II → 1 000 J
a) Como a transformação é isotérmica: Processo III → 1 000 J
3
T  0 → U  nRT  0 b) O trabalho pode ser calculado em função da área
2 ou da relação †  P  V:
b) Como a transformação é isométrica: Processo I: †  P  V → †  100(0,2  0,1)  10 J
PB P 1 P (feito pelo gás)
 C →  C → Pc  2 atm
TB TC 273 546 Processo II: †  P  V → †  200(0,1  0,2)  20 J
(feito sobre o gás)
427 Alternativa b. n (b  B)  h
Processo III: †  área → † 
⎧ Q  5 cal 2

Dados: ⎨ †  13 J (100  200)  0,1
⎪ † → †  15 J
⎩ 1 cal  4,2 J 2
(feito pelo gás)
Vamos inicialmente fazer a conversão: c) Podemos determinar o calor trocado a partir da se-
1 cal → 4,2 J guinte relação:
→ x  21 J
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

5 cal → x Q  †  U, logo:


Processo I: Q  10  1 000  1 010 J
Determinando a energia interna:
Q  †  U → 21  13  U → U  8 J Processo II: Q  20 1 000  1 020 J
Processo III: Q  15  1 000  1 015 J
428 Alternativa a.
432
p
V1 V 500  3
Processo 1  2 →  2 → V2 
T1 T2 300
A

P2 P 2  250
B Processo 2  3 →  3 →  P3
T2 T3 500
D
expansão adiabática BC P3  1 atm
C
V P3 V3 PV 150  1 5
Processo 3  4 →  4 4 →  V4
T3 T4 250
429 Alternativa c. V4  3 

⎧ †  3 000 J P4 V4 PV 1 3 P 3
Dados: ⎨ Processo 4  1 →  1 1 →  1
⎩ Q  500 cal T4 T1 150 300
P1  2 atm
Determinando a variação da energia interna:
U  Q  † → U  2 100  (3 000) Construindo o gráfico:

U  900 J p (atm)
A B
430 Alternativa b. 2

⎧ P  4 N/m2
Dados: ⎨ 1
⎩ Q  20 J D C

Determinando o trabalho realizado:


0 3 5 V (ᐉ)
†  P  V → †  4  (2  1)  4 J

Determinando a energia interna:


n
† área  2  103  105  2  102 J
0
U  Q  † → U  20  4 → U  16 J Q  †  U → Q  2  102 J

216 RESOLUÇÃO
433 01  02  08  16  27 438 Alternativa e.
(01) Verdadeira: †  P  V ⎧ T1  400 K

†  4  10 (1,2  0,2)  4  10 J
2 2
Dados: ⎨ T2  300 K

(02) Verdadeira: V  0 → †  P  V  0 ⎩ Q1  1 200 cal

(04) Falsa: Como TC TD → UD UC. Logo, a energia De acordo com o ciclo de Carnot:
interna diminui ao passar de C para D Q1 T 1 200 400
 1 →  → Q2  900 cal
Q2 T2 Q2 300
(08) Verdadeira: O trabalho resultante é positivo. Logo,
há conversão de calor em trabalho.
n 439 Alternativa d.
(16) Verdadeira: †ciclo  área
⎧ T2  27 °C  300 K
†  1  2  102  2  102 J ⎪
Dados: ⎨ T1  227 °C  500 K
† 200
P →P  800 W ⎪
t 0,25 ⎩ Q1  1 000 cal

434 Alternativa b. Determinando o rendimento:


⎧ f  10 ciclos/s T2 300
⎪ 1 →1 →   40%
⎪ Q1  800 J T1 500
Dados: ⎨
⎪ Q2  400 J Determinando o calor fornecido ao exterior:

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
⎩ T2  27 °C  300 K Q2 Q2
1 → 0,4  1  → Q2  600 cal
Determinando o rendimento: Q1 1 000

Q2 400 Determinando o trabalho:


1 →1  50%
Q1 80 †  Q1  Q2 → †  1 000  600  400 J
Determinando a temperatura da fonte quente:
T2 300
1 → 0,5  1 
T1  600 K
T1 T1 Óptica Geométrica
440
435 Alternativa c.

22,1 10,4
436 Alternativa e. 
h 0,8
⎧   80% 22,1 m

Dados: ⎨ T1  127 °C  400 K h  17,68
⎪ 10,4
⎩ T2  33 °C  240 K h⫽? h  1,70 m
Para o ciclo ideal
10,4 m 0,8 m
T 240
1 2 →1 →   0,4  40%
T1 400 441 Alternativa a. Quando visto do solo, o Sol tem
um diâmetro apreciável e pode ser considerado uma
Como o rendimento é de 80% do ciclo ideal:
fonte extensa de luz, ou seja, formará sombra e pe-
80%  40%  32% numbra nos objetos por ele iluminados.

437 Alternativa a.
442 Alternativa c.
De acordo com o gráfico:
p RS
RS dS, T
A dS,T 
RL dL, S

B 7  108 5  1020
3

T1 3, 5  10 dL, T
D C Ciclo de Carnot: AB e CD RL
T2 são isotérmicas; BC e DA dL,T dL, T  0,75 m
0 V são adiabáticas.

RESOLUÇÃO 217
443 Alternativa b. te esta luz, devolvendo ao meio a mesma cor inci-
dente, ou seja:
2
Sol RS
␣ 1 3

dS,T RS
P

A
comprimento de sala ⫽ L

Lua B C D
RL


dL, T RL
P 450 Alternativa c. Ele absorve todas as outras cores
da luz branca e reflete somente a cor azul.
L
451 Alternativa e. O fato de o caminho de um raio de
Como o raio projetado do Sol e o raio projetado da Lua luz não se modificar quando se inverte o sentido da
apresentam praticamente o mesmo diâmetro: sua propagação é explicado pelo princípio da reversi-
bilidade dos raios luminosos.
Rs RL R d 1
 → s  T , S → 400 
dT , S dT , L RL dT , L dT , L
452 Alternativa b. A imagem formada em espelhos pla-
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

1 nos é virtual, direita, do mesmo tamanho e simétrica


dTi L  uA em relação ao plano do espelho.
400
dTiL  2,5  103 uA
453 Alternativa e.
444 Alternativa b. A imagem formada na câmara es- 70° ⫽ ␪
cura de orifício é invertida e tem os seus lados troca-
70°
dos entre direita e esquerda, ou seja:
P 20°

20° 20°
445 Alternativa a. A 1ª- foto corresponde a um obser- 70°
vador próximo ao eclipse total, mas ainda enxergando
uma pequena porção do Sol à sua esquerda; isto é,
corresponde ao observador III.
454 Alternativa c.
A 2ª- foto corresponde a um observador próximo à re-
gião de percepção completa do Sol, com a Lua ocul-
tando o seu lado esquerdo; isto é, corresponde ao ob- ␣
servador V. ␪
A 3ª- foto corresponde a um observador próximo à re- 20°

gião de percepção completa do Sol, com a Lua ocul-


tando o seu lado direito; isto é, corresponde ao obser-
vador II. 20°

446 Alternativa c.
90°    20°  180° →   70°
447 Alternativa c. Quando temos a ocorrência de pe-    90° → 70°   90° →  20°
numbra, a fonte luminosa apresenta dimensões não
desprezíveis em relação ao objeto iluminado.
455 Alternativa d. Fazendo a figura simétrica em rela-
ção ao espelho:
448 Alternativa d. Vermelha, pois irá refletir o verme-
lho que é componente da luz branca.

449 Alternativa a. Quando misturamos feixes de luz


de mesma intensidade, nas cores verde, vermelha e
azul, o resultado é a cor branca. Já a superfície refle-

218 RESOLUÇÃO
456 Alternativa d. T Estabelecendo a seme- Finalmente, dos triângu-
0,8 m
L lhança entre os triângu- los PPJ e PLR:
los PPB e PLQ:
1,6 m
3,2 m P⬘ P⬘

1,6 m

L⬘ 12 m 12 m

457 Alternativa d.
L Q L R
y z

i⬘ o⬘ o i
12 m 12 m
15 cm 15 cm 40 cm 40 cm 15 cm 15 cm

110 cm
4m
P B P J
9m

458 a) A imagem formada por um espelho plano é sem- 2 1


24 12 24 12
pre virtual, direita, do mesmo tamanho que o objeto e  → y  4,5 m  →z2m
9 y 4 Z
simétrica em relação ao plano do espelho. Sendo as-
sim, a imagem se aproxima do espelho mas não au-

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
menta de tamanho em relação ao objeto. Portanto:
b) Virtual, direita, do mesmo tamanho e simétrica em e
relação ao plano do espelho. 2m
4,5 m
e  2,5 m

459 Representando a situação-problema:


P⬘
460 Alternativa d. Representando a imagem simétrica
em relação ao plano do espelho:

e
L R Q A
B
C
D
S
E

A 45° A⬘
P B
M J
3m 3m 6m

Logo, a pessoa deveria olhar na direção D.


Estabelecendo a semelhança entre os triângulos PPJ
e SMJ: P⬘
461 Vamos representar as duas configurações:

Configuração 1:
N
A 45°
N A
24 m o
S 24 6 B 45° B

3x x 45°
24x  18  6x A
6m

A
i
18x  18
3m x B
P J x1m B
M

RESOLUÇÃO 219
Configuração 2: 466 Alternativa b. A imagem formada pelo espelho A
N é direita e reduzida, e a formada pelo espelho B é direi-
45°
ta e ampliada, só podendo ser geradas por espelhos
A A convexos e côncavos, respectivamente.
o

B 45° B
45° B 467 Alternativa e. Objetos colocados entre o foco e o
i vértice de espelhos côncavos fornecem imagens vir-
A A tuais, direitas e ampliadas. Já para os espelhos conve-
45° xos, independentemente da posição do objeto, a ima-
N gem formada é virtual, direita e menor.
Portanto, o observador vê a imagem invertida do obje-
to na configuração 2. 468 a) Para um espelho côncavo, como é o caso, o
raio de curvatura corresponde ao dobro da distância
focal, ou seja, R  60 m.
462 a) As coordenadas da imagem são simétricas às
do objeto em relação ao plano do espelho, ou seja, para b) I  500 W/m2 ⎫
o ponto A(0, 8) e para o ponto B(2, 8). ⎬ I  500  0,6  300 W/m2
N  60%  0,6 ⎭ refletida
b) Para que o observador colocado em O possa ver Cada soldado produz uma área de reflexão de 0,5 m2
toda a extensão do objeto, devemos ter: (0,5 m  1,0 m), e temos, ao todo, 60 soldados, ou seja,
30 m2 de superfície refletora.
Y (m)
Portanto: 300 W → 1 m2 ⎫
⎬ x  9 000 W
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

A⬘ B⬘
8 x → 30 m2 ⎭
6

E 469 a) 1  1  1 → 1

1

1
4
f p p 2,5 10 p
1 1 1
2    → p  2 m
A B O 2,5 10 p
0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 X (m) b) A imagem será virtual, uma vez que p 0.
X1 X2
i p i (2) 1
c)  →  →i o
As extremidades serão os pontos X1(4, 0) m, X2(8, 0) m. o p o 10 5
Como i  0, a imagem será direita.
463 Alternativa a. o
d) Como i  , a imagem será menor que o objeto.
A A1 A⬘1 A⬘ 5
e) Esse tipo de espelho é empregado por gerar uma
B B1 B⬘1 B⬘ imagem direita, independente da posição do objeto em
1,6 m 1,2 m ⫺1,2 m ⫺1,6 m relação ao espelho.
0,4 m 1,2 m 1,2 m

2,4 m
470 Alternativa c.
⎧ R  60 cm → f  30 cm
464 Alternativa c. ⎪
⎨ o  7,5 cm
360° ⎪
N 1 ⎩ p  20 cm

1 1 1 1 1 1
360°   →  
11  1 f p p 30 20 p

p  60 cm (virtual)
360°
 12 i p i 60
  →  → i  22,5 cm
  30° o p 7,5 20
Logo, i  3o.

465 B A
471 Alternativa b.
i p 5o p → p  30 cm
D⬘ C  → 
C⬘ D F V o p o 6
imagem real (p  0)
B⬘ 1 1 1 1 1 1 1 51
  →   → 
f p p f 6 30 f 30
A⬘
f  5 cm

220 RESOLUÇÃO
472 Alternativa d. 475 Alternativa b.
⎧ o  15 cm 3  108
⎪ n  c → 1,3 
⎨ f  50 cm v v

⎩ i  7,5 cm (invertida) 3  108
v
1,3
i p 7,5 p
 →  v  2,3  108 m/s
o p 15 p
p  2p
476 Alternativa b.
1 1 1 1 1 1
  →  
f p p 50 2p p n1 v 1 2,4  108
 2 → 
p  75 cm n2 v1 n2 3  108
p  2p → p  150 cm n2  1,25

473 Alternativa e. Imagem projetada: real e invertida, 477 Alternativa c.


i 0.
Pela lei de Snell:
p  p  30 → p  (30  p)
n1 sen 45°  n2 sen
i  4  o
i p 4 ( 30 + p ) 1
2
 n2
 → 
o p 1 p 2

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
4p  30  p → p  10 cm n2  2
 p  40 cm n2  1,4
1 1 1 → f  8 cm
 
f 10 40 478 Alternativa e.
R  2  f → R  16 cm
Pela lei de Snell:
n1 sen 48°  n2 sen 30°
⎧ p  20 cm
⎪ 1
474 a) Dados: ⎨ i é direita e ampliada (também é virtual) 1  0,74  n2 
⎪ 2
⎩ i  3o n2  1,48
Como a imagem produzida é direita e ampliada, o es-
pelho deve ser esférico côncavo, e o objeto deve ser 479 Alternativa e.
colocado entre o foco e o vértice do espelho.
N
b) Para que o aumento de temperatura seja máximo,
devemos colocar o objeto sobre o foco, ou seja:
40°
i p 3o p A 50° interface
 →  → p  60 cm
o p o 20 B 70°
1 1 1 1 1 1 1 3 1
  →   →  20°
f p p f 20 60 f 60
1 2
 → f  30 cm
f 60 Ao passar do meio A para o meio B , o raio de luz se
O objeto deve ser colocado diante do espelho e a 30 cm aproxima da normal, indicando que o índice de refra-
do vértice do espelho. ção do meio B é maior que o do meio A. Logo, a velo-
cidade da luz no meio B é menor que a no meio A.

F Fe 480 Alternativa d.
V N
Foco r r⬙
(30 cm)
45° 45°
ar 45°
Para a situação de equilíbrio:
líquido ␤ ␣
FR  0, ou seja, F  Fe  kx, onde x
x  30  17  13 cm
r⬘
F  kx  1 000  0,13  130 N

RESOLUÇÃO 221
nar  sen 45°  nlíq. sen x 484 Alternativa b.
2
1  2  sen x Para que ocorra
2
iL reflexão total de-
1 vemos ter:
sen x  → x  30°
2 A
nA  nB e i  L.
B
Como   x  90° →   30°  90° →   60°
Logo:     45° →   60°  45°  105°
485 Alternativa d.
nág. sen 30°  n sen 90°
481 Alternativa a.
1
10 cm nág.   1  1 → nág.  2
2

R $
n1 sen i  n2 sen r
i 486 Alternativa e. N N
10 8
1  n2  imagem III  objeto II
R R
$
r R
imagem III
n2  1,25
ar
8 cm água

⎧ 4
482 Dado: ⎨ nágua 
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

V
⎩ 3
Representando a situação, temos:
N ⎧n 4
⎪ água  3
i 487 Dados: ⎨ nar  1
⎪ p  2,0 m
x ⎩
ar 53° S
água O sistema formado por dois meios diferentes separa-
37°
dos por uma superfície é denominado dioptro plano.
Para a situação descrita no enunciado podemos asso-
ciar a equação de conjugação do dioptro plano e para
Pela lei de Snell, podemos escrever: pequenos ângulos de incidência, vale a relação:
n1  sen i  n2  sen r nobservador p 1 p
 →  → p  1,5 m
4 nobjeto p 4 2
1  sen i   sen 37°
3 3
4 488 Alternativa b. Como os meios externos são iguais,
sen i   0,6  0,8 → sen i  0,8 → i  53°
3 o ângulo de incidência é igual ao ângulo de emergên-
Como x  i  90°: cia; logo, o raio faz com a normal um ângulo de 45°.
x  i  90° → x  90  i  90  53  37°
489 Alternativa c.
N N N
483 a) I → refração
45°
II → reflexão total
III → refração
r
b) N

$
i
r ⫽ 30°
rve vermelho
Situação I: Situação II:
rvi
violeta
n1 sen i  n2  sen r n1 sen i  n2  sen r
2 1 2  sen  1  sen 90°
1  n2 
c 2 2  2
Se n  , quanto maior o valor de n, menor valor de v. sen 
1

v n2  2 2
2
Como nvi  nve, temos vvi vve.  45°

222 RESOLUÇÃO
490 Alternativa e. Como o raio de luz se afasta da nor- Pela lei de Snell:
mal ao passar do meio 1 para o meio 2 , concluímos
sen i npri. sen 45° 2
que n1  n2.  →  → r  30°
sen r nar sen r 1
Como, ao passar do meio 2 para o meio 3 , o raio de
luz, passa a ter a mesma direção que possuía no meio Como A  r  r → 60°  30°  r → r  30°
1 , concluímos que n3  n2. Portanto: n1  n2 n3.
De acordo com o princípio da reversibilidade:

491 a) A substância que forma a camada I é a água, já ⎧ i  45° → r  30°



que a sua densidade é menor. N N⬘
⎩ r  30° → i  45°
b) Como o raio de luz
ar
i O desvio total D  i  i  A
passa do meio menos
refringente para o meio I
D  45°  45°  60°
r1 i1 D  30°
mais refringente por água
duas vezes, ele se apro-
II
xima da normal.
dissulfeto 496 Alternativa a.
r2

497 Alternativa c.
492 Alternativa c.
Dm  2i  A → 32  2i  46
i  39°

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
A  2r → 46  2r → r  23° 0 0
n1 sen i  n2 sen r → 1  sen 39°  n2 sen 23°
0,629
n2 
0,390
n2  1,61

493 Alternativa b. F 0 F F 0 F

45°
N
r 45° 498 Alternativa b. Para queimar a folha de papel de-
i ⫽ 45° vemos concentrar os raios luminosos em um único
45°

ponto, e a lente capaz de realizar tal fenômeno é a de


r⫽

bordas delgadas.

Ao incidir na 2ª- face do prisma o ângulo de incidência 499 Alternativa b. Construindo a imagem formada:
é 45°. Como esse ângulo é maior do que o ângulo limi-
lente
te (41°) e o raio de luz vai do meio mais refringente
objeto
para o menos refringente, ocorre reflexão total. Logo,
o ângulo de reflexão é 45°. i
foco foco
A B 0 C D E
494 Devemos ter i  L  45°. Logo:
nmenor A C
sen L 
nmaior 45°
r⫽
45

1 500 Alternativa d. O instrumento óptico X é uma lente


sen 45° 
°

i ⫽ 45°
np convergente, e o objeto O está colocado entre o foco e
2 1 o centro óptico da lente, conforme desenho:
 N
2 np ar x
45°
i
np  2 B
o

495 Alternativa d. F 0 F

⎧ i  45°
Neste caso: ⎨
⎩ A  60°

RESOLUÇÃO 223
501 Alternativa e. Para que a imagem seja virtual, di- 504 Alternativa c.
reita e menor, devemos colocar o objeto diante de uma
lente divergente, conforme o esquema abaixo.
N

o N

i
F
Como nvidro  nar: sempre divergente.

505 Alternativa d. As imagens virtuais fornecidas por


502 a) A lente empregada deve ser convergente. lentes e espelhos são sempre direitas (diretas).

b) Representando a imagem formada:


506 Alternativa a.
p  20  f → p  20  10
p  30 cm
(A imagem é 1 1 1 1 1 1
F
formada no foco.)   →  
f p p 10 30 p
p  15 cm
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

c) A imagem formada é real, invertida e menor. Logo, d  15  10  5 cm, real e invertida.

503 a) Vamos dividir as construções das imagens A1B1 507 Alternativa b.


e A2B2 em dois esquemas.
⎧ p  20 cm
I) Imagem A1B1: ⎨
L ⎩ p  p  80 → p  60 cm
A
1 1 1 1 1 1
A1   →  
f p p f 20 60
B f  15 cm
F B1 F
p 60
A  → A   3
p 20

508 Alternativa c.
II) Imagem A2B2, do objeto AB – reflexo da haste AB
no espelho E: ⎧ d  40,0 cm
L E Dados: ⎨
⎩ f  7,5 cm
A A
Representando uma das possíveis imagens:
A2

B B2 F B o

A F F A
b) Para lentes que obedecem às condições de Gauss, i
p p⬘
todos os raios de luz provenientes do ponto objeto A
darão origem a um único ponto imagem A1.
Do enunciado, temos: p  p  40
R 1 1 1 1 1 1
  →  
A f p p 7, 5 40  p p
A1
1 p  40  p
 → 40p  p2  300
7, 5 ( 40  p )  p
B1 B F⬘
p  30 cm
p2  40p  300  0
p  10 cm

224 RESOLUÇÃO
509 Alternativa a. 512 Alternativa b. Determinando a distância da lâm-
pada à lente:
⎧ f  25 cm
x
⎨ 
⎩ p  25 cm A
i

p
→ 2 
60
→ p  120 cm
o p x p
1 1 1 1 1 1
  →   Determinando a distância focal da lente:
f p p 25 25 p 1 1 1 1 1 1
  →  
p  12,5 cm f p p f 120 60
1 1 2
virtual, direita e:  → f  40 cm
f 120
d  25  12,5  12,5 cm do objeto
513 Alternativa d.
⎧ p1  10 cm
510 Dados: ⎨ f  10 cm  0,1 m
⎩ p2  30 cm 1 1
C →C  10 di
Como a estrela se encontra a uma distância muito gran- f 0,1
de, temos:
0 514 Alternativa e.
1 1 1 1 1 1
  →   → f  10 cm C  C1  C2
f p p f p 10


 C23
Para a mesma lente, temos: C  5 di

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
1 1 1 1 1 1
  →   515 Alternativa a.
f p p 10 30 p
1 1
C → 10  → f  0,1 m
1 1 1 1 3 1 f f
  → 
10 30 p p 30 f  10 cm
1 1 1 1 1 1
p  15 cm   →  
f p p 10 20 p
p  20 cm
511 Representando a imagem formada:
A imagem é real e invertida.

o 516 Alternativa e.
Sendo f1  0, f2 0 e f  30 cm:
1 1 1 1 1 1
  →  
F f f1 f2 30 f1 f2
i
1 1 1
 
f1 30 f2
1 f  30
 2
Determinando a distância focal: f1 30f2
30f2
p  p  100 f1 
f2  30
i p 1 −p Substituindo f1  10 cm e f2  15 cm, a relação aci-
A  →  → p  4p
o p 4 p ma se verifica.

Resolvendo o sistema:
517 Alternativa a.
⎧ p  p  100 5p  100 → p  20 cm ⎧ f  10 cm
⎨ →
⎩ p  4p p  4p  80 cm ⎨
⎩ A  200
1 1 1 1 1 1
  →  
f p p f 80 20 p p
A → 200   → p  200 p
p p
1 1 4
 → f  16 cm 1 1 1 1 1 1
f 80   →  
f p p 10 p 200 p
O objeto se encontra a 80 cm da lente e a imagem a 201
20 cm da mesma. p cm
20

RESOLUÇÃO 225
201 523 Alternativa d. A lupa (ou “lente de aumento”) é uma
p  200  → p  2 010 cm
20 lente esférica convergente. Supondo-se que o mate-
ou p  20 m rial que constitui a lente tenha índice de refração abso-
luto maior que o meio que a envolve, como, por exem-
plo, uma lente de vidro imersa no ar, podemos afirmar
518 Alternativa c.
que terá comportamento convergente uma lente de
A  20 p bordos finos. No caso, a lente que atende a tais carac-
A
p  5,25 m p terísticas é plano-convexa.

5, 25
20  → p  0,2625 m 524 Alternativa e. A imagem é virtual, invertida e maior.
p
1 1 1 1
C  →C  525 a) Considerando que os raios paralelos provenien-
p p 5,25 0,2625
tes do Sol convergem para o foco da lente, podemos
C  4,0 dioptrias afirmar que a distância focal da lente é 20 cm ou
0,20 m.
519 Alternativa a.
i p p
p  5 m  500 cm b) A   → 4 → p  4p
o p p
Imagem projetada na tela: real, maior e invertida. 1 1 1 1 1 1
  →  
i (100  150) f p p 20 p 4p
A →A  50
o ( 2  3)
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

1 4 1

p 500 20 4p
A → 50  → p  10 cm
p p p  15 cm
Aplicando-se a fórmula de Gauss:
1 1 1 500 526 Alternativa e.
  →f  10 cm
f 10 500 51
fob f
A → 30  ob
520 Alternativa c. foc 5

f  10 cm fob  150 cm

Considerando-se objetos distantes, no infinito, a ima- Numa luneta astronômica afocal:


gem será formada no plano focal.
objetiva ocular
p  f  10 cm

fob foc
521 Alternativa c. Nas máquinas fotográficas, a obje-
tiva corresponde a uma lente esférica convergente (ou ⬁
a um sistema de lentes convergentes) que conjuga, a
um objeto real, uma imagem real e invertida, projetada
sobre uma película sensível à luz (filme).
Utilizando-se a equação de Gauss, para objetos muito
distantes (p → ): ⬁

1

1

1

1

1 d  fob  foc
f p p f p d  150  5  155 cm
f  p  25 mm (0,025)
1 1 527 Alternativa e.
C   40 di
f 0, 025
fob  1 000 mm
522 Alternativa c. A  50

⎧ f  4 cm fob 1 000
A → 50 
⎨ foc foc
⎩ p  20 cm
1 000
foc   20 mm
1 1 1 1 1 1 5 1 50
  →   
f p p p 4 20 20

p  5 cm 528 Alternativa e.

226 RESOLUÇÃO
529 Alternativa b. 535 01  04  08  13
p  pp  0,5 m ⎛ 2 ⎞
01 → x  A cos (
t  ϕ0) → x  5 cos ⎜ t  ϕ0 ⎟ 
p  0,25 m ⎝ T ⎠

C
1

1 ⎛ 2 3 ⎞
 5 cos ⎜ t ⎟
p p ⎝ 8 2 ⎠
1 1 2 1 ⎛ 3 ⎞
C   x  5 cos ⎜ t
0, 25 0, 5 0, 5 ⎟ (Verdadeira)
⎝ 4 2 ⎠
C  2 di
02 → v  
A sen (
t  ϕ0)
⎛ 3 ⎞
530 Alternativa a. Miopia (lente divergente); astigmatismo v  5  sen ⎜  ⎟ (Falsa)
(lente convergente). 4 ⎝ 4 2 ⎠

04 → Em t  2 s o móvel está na elongação máxima;


logo v  0. (Verdadeira)

Ondulatória 08 → a  
2x → a  
2
 (5) → a 
5 2
m/s2
16 16
(Verdadeira)
531 Alternativa a.
16 → Em t  8 s o móvel está no ponto de equilíbrio,
Sendo
 5 rad/s: onde a velocidade é máxima. Logo v  0 e Ec  0.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

 2 f → 5  2 f → f  2,5 Hz (Falsa)

532 Alternativa b. 536 Alternativa b.


A cada volta completa da peça indicada na figura, a mola,
junto com a haste, realiza três oscilações completas.
Dessa maneira, a freqüência de oscilação da haste
A B
corresponde ao triplo da freqüência de rotação da peça
(fHASTE  3  fPEÇA).
A freqüência de rotação da peça é obtida a partir de
sua velocidade angular:

A sombra do pedal sobre o diâmetro AB executa um


 2 f
MHS.  2 f
 fPEÇA  0,5 Hz
533 Alternativa c. Logo: fHASTE  3  0,5
A  50 m;
 2 rad/s; ϕ0  rad fHASTE  1,5 Hz
v  
A sen (
t  ϕ0)
v  100 sen (2 t  ) 537 Alternativa a. O gráfico mostra uma função de
período T  2 s
Em t  5 s, v  100 sen (11 )  100 sen  0
1 1
a  
2  A cos (
t  ϕ0) Como f  , temos f   0,5 Hz.
T 2
a  200 2  cos (2 t  )

Em t  5 s, a  200 2 cos (11 )  200 2  cos 538 Alternativa c. Nos pontos de inversão do sentido
do movimento harmônico simples, a velocidade e a
a  200 2  (1)  200 2
energia cinética são nulas. Em compensação, o módulo
da aceleração e a energia potencial atingem seus va-
534 Alternativa d. lores máximos.

 2⎟ → x  8 cos

x  8  cos ⎜
⎝ 8 ⎠ 4 539 Alternativa e.
m 4
2 T  2 → T  2
x8 k 25 2
2
2 4
T  2    0,80 s
x  4 2  4  1,414  5,656  5,7 m 5 5

RESOLUÇÃO 227
kx 2 548 Alternativa c.
540 Alternativa d. Sim, pois Ep  e X é máximo
2 3m T2s
nos pontos A e B.  3
Como: v  → v  1,5 m/s
T 2
541 Alternativa e.
m 549 Alternativa c.
I – É falsa, pois T  2 .
k
kA 2 I – Incorreta. Os pontos A e E indicados no gráfico
II – É verdadeira, pois Em  Ec  Ep  . estão intercalados por um ciclo, o que significa que o
2
III – É verdadeira, pois a Ec é máxima no ponto de equi- comprimento de 8 m que os separa corresponde ao
líbrio. comprimento de onda (  8 m).
Sendo v  24 m/s, calculemos a freqüência f.
542 Alternativa b.
v  f → 24  8f → f  3 Hz
Em  Ec  Ep → Em  2Ep
Os pontos da corda oscilam em movimento harmôni-
kA 2 kx 2
2 co simples (MHS) numa direção perpendicular à da
2 2
propagação ondulatória. Nos pontos de inversão do
A 2 sentido do movimento, o deslocamento é máximo (igual
x
2 à amplitude das oscilações), a velocidade é nula e a
aceleração tem máxima intensidade (amáx. 
2A, em
10 2
x que
 2 f, e A é a amplitude do MHS).
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

2
Observando o gráfico, notamos que no instante consi-
x  5 2 m ou x  5 2 m
derado os pontos A, C e E têm velocidade nula e, por
isso, II) e III) são corretas.
543 Alternativa d.
IV – Incorreta.
240
froda  fp → fp  240 rpm  rps → fp  4 Hz Quem se desloca com velocidade de 24 m/s é a onda
60 e não os pontos da corda.
1 1
Tp   s
fp 4 550 Alternativa e. Na figura do enunciado, observa-
Para ir de A até B, p gasta metade de um período, ou mos que:
1
Tp posição mais afastada
seja, tAB  4 1
  s
2 2 8
⌬t ⫽ 0,2 s

544 Alternativa e. As ondas transportam energia.


posição de equilíbrio

545 Alternativa d.
0, 2 kg kg Como o intervalo de tempo entre estas duas posições
T  40 N;  = 0,1 corresponde a um quarto do período, temos:
2m m
T
40  0,2 → T  0,8 s
v  400  20 m/s 4
0,1 Ainda na mesma figura, obtemos o comprimento da
onda, , medindo a distância entre duas cristas con-
546 Alternativa d. secutivas, chegando, de acordo com a escala, ao va-
lor:   2m
x  60 cm;   20 cm; f  2 Hz
Assim, da equação fundamental:   vT, concluímos
v    f → v  20  2  40 cm/s
 2
x x 60 que v  e, portanto: v  → v  2,5 m/s
v → t    1,5 s T 0,8
t v 40

551 Alternativa c. Da equação, concluímos que


547 Alternativa d.
2meT4s
  8 cm; f  10 Hz
vf  2
Logo, v  →v  0,5 m/s.
T 4
v  8  10  80 cm/s

228 RESOLUÇÃO
552 01  04  16  32  53 Então, f2  f1  20 Hz.
⎛ x
y  A cos 2 ⎜ 
t ⎞
⎟ Mas 2  v2  6  0,3 m ou 30 cm.
⎝  T ⎠ f2 20
Comparando com a equação do enunciado, temos:
A  0,005 m;   20 m e T  80 s 558 Alternativa c. Da figura fornecida temos que:
1
 20 1
v   0,25 m/s. Logo, como v  0, a onda 2
T 80
se propaga no sentido do eixo x positivo.

2 2

 →
   (0,025 ) rad/s
T 80 40 6m

553 Alternativa a.
1  1  6 → 1  4 m
  200 m 2
c  3  108 m/s Visto que na refração a freqüência da onda permanece
constante, temos, pela equação fundamental da
c 3  108 ondulatória, que:
f 
 2  102
V 1  1  F ⎫
f  1,5  106 Hz ⎪ V1 V
 2 →
8

10
→ 2  5 m
⎬→

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
V2  2  F ⎪ 1  2 4 2

554 Alternativa e.

Sendo: 559 Alternativa b. Quando a onda vem da parte funda


10  20  106 →   5  107 m para a parte rasa, muda o comprimento de onda e a
freqüência permanece a mesma.
Logo:
v  f → 3  108  5  107f 560 Alternativa c.
f  6  1024 Hz 3
Dados: 1  600 m e v2  75% de v1  v
4 1
555 Alternativa c. Lembrando que v    f, onde 1 v 6 v1
v  3  108 m/s, concluímos que o comprimento de  1 →  → 2  450 nm
2 v2 2 3
onda  é o menor quando a freqüência f é a maior, e  v1
4
é o maior quando f é a menor.
Assim,
561 Alternativa d.
3  108 v2 
menor  → menor  2,8 m  2 →  2  2  1
108  106 v1 1

3  108
maior  → maior  545 m
550  103
562 Alternativa b.
nI sen 30° 0,5 5
556 Alternativa e. Vemos que a frente do pulso, no in-   
nII sen 45° 0,7 7
tervalo de 1,5 s, percorreu as posições de 9 a 15 m
(6 m), sofrendo reflexão; depois, retornou da posição
15 m até a de 3 m (12 m). Portanto, x  12  6  18 m. Como nI  II , temos:
nII I
x 18
v  → v  12 m/s II  I 
5
→ II 
28
5
t 1, 5 7 7
II  20 cm
557 Alternativa b. Na refração do pulso na corda, a
v1 8 563 Alternativa d.
freqüência se mantém. Como f1  → f1  
1 0, 4 n1 sen 30° 0,50
 
 20 Hz n2 sen 60° 0,87

RESOLUÇÃO 229
Mas n1  v2 . Logo: 04 – Verdadeira, pois há superposição de um vale a
n2 v1 uma crista. Nesse ponto A  A1  A2  1  1  0.

0,50 08 – Verdadeira, pois há superposição de dois vales e


v2  v 1  A  A1  A2  1  1  2 cm.
0,87

v2 
174
 50  100 cm/s 16 – Falsa, pois:  5 cm →   10 cm.
87 2
32 – Verdadeira, pois, v  f → v  10  10  100 cm/s.
.
564 Alternativa b.
571 Alternativa e. Os “anéis de Newton” correspon-
var  ar  f → var  5  108  6  1015 → var  3  108 m/s
dem a processos de interferência dos raios de luz, ao
nvidro var 3  108 refratarem-se e refletirem-se na interface entre o ar e o
 → 1,5 
nar vvidro vvidro vidro.
Os anéis claros correspondem às interferências cons-
→ vvidro  2  108 m/s
trutivas, e os escuros, às interferências destrutivas.
vvidro 2  108 A reflexão do raio luminoso da camada de ar (menos
e vidro    3,3  108 m
f 6  1015 refringente) para a placa de vidro (mais refringente) se
dá com mudança de fase de 180°.
Assim, a condição para que a interferência seja
565 Alternativa d. A luz é uma onda eletromagnética, destrutiva é:
logo é transversal. A fenda deve ter o valor da ordem

do comprimento de onda da luz. 2d  (2m)  (m  0, 1, 2, 3, 4, ...).
2




SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

par
566 Alternativa b. O quarto anel corresponde à quinta ocorrência de in-
terferência destrutiva (m  4).
1

Logo: 2d  (2  4) 
2
2
d2

572 Alternativa d.
567 Alternativa a.
573 Alternativa a.

 47 →   94 cm
2 x  vt
ou   0,94 m x  340  6
v  f → v  0,94  50 x  2 040 m
v  47 m/s
574 Alternativa b.
568 Alternativa a. v  f → 340    500
corda 1: 1  1,8 m   0,68 m
corda 2: 2,52  1,8 m
2  0,75 m 575 Alternativa d.
v  1f1 → 3,4  102  1,7  101f1 → f1  20 Hz
Logo:
v  2f2 → 3,4  102  1,7  102f2 → f2  20 000 Hz
2 0,72 
 → 2  0, 4
1 1,8 1 576 Alternativa c. Os ultra-sons são sons de freqüên-
cia maior que 20 000 Hz e não são audíveis para seres
humanos.
569 Alternativa e. Como a luz é uma onda, sofre o fe-
nômeno da interferência.
577 Alternativa a.
som grave – freqüência menor
570 02  04  08  32  46
som agudo – freqüência maior
01 – É falsa, pois as ondas são bidimensionais.
A única alternativa que é coerente com os dados da
02 – Verdadeira, pois há superposição de cristas e tabela é que o homem pode escutar sons mais graves
A  A1  A2  1  1  2 cm. que o gato, pois 20 Hz 30 Hz.

230 RESOLUÇÃO
578 Alternativa b. O som da explosão não é detecta- 584 Alternativa b. (I) e (III) são falsas, pois a intensida-
do na Terra, pois precisa de um meio material para se de está relacionada apenas com a amplitude da onda
propagar. (O som é onda mecânica.) sonora.
Como a amplitude indica a energia transportada pela
579 Alternativa b. Se os sons têm mesma altura, sua onda, (II) é verdadeira.
freqüência é a mesma. Ambos estão no ar, portanto se
propagam com a mesma velocidade. 585 Alternativa a. É o timbre que permite distinguir os
A intensidade sonora está relacionada apenas com a sons de mesma altura e de mesma intensidade.
amplitude da onda. Quanto maior a amplitude, mais
intenso é o som.
586 Alternativa d.
v 500
580 Alternativa a. O comprimento de onda () das on-  1  2 m → f1    250 Hz
1 2
das eletromagnéticas emitidas pela estação de rádio é
v
dado por:  2  1 m → f2   500 Hz
2
vf
2 v 500
3  108    100  106 3  m → f2    3  750 Hz
3 3 2
3m 500
4  0,5 m → f4   1 000 Hz
Dessa forma, a freqüência do som audível para 0,5
  3 m será: 587 Alternativa d.
vsom    f

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
T 10
330  3  f v → v
105
 f  110 Hz v  1 000 m/s

581 a) A altura, pois a voz rouca é mais grave que a  0,5 →   1 m
2
normal.
v  f → 1 000  1  f
v é proporcional a f.
f  1 000 Hz
1
v é proporcional a .

588 Alternativa a.
b) Se aumenta, então f diminui.
v  330 m/s
Logo, a rouquidão provoca a diminuição da freqüência
da voz. Do gráfico, tira-se que   30 cm ou 0,3 m.

Observação: Supondo  constante. v 3,3  102


f   1,1  103 Hz ou 1,1 kHz
 3  101
582 Alternativa c. Após a passagem da onda sonora, o
meio tende a retornar ao seu estado inicial de equilí- 589 Alternativa e.
brio. Assim, (I) é verdadeira. nv 1  330
fn  → f1 
(II) é falsa, pois um som grave tem menor freqüência e, 2 2  2, 5  102
portanto, maior período que um som agudo. f1  6,6  103 Hz
(III) é verdadeira, já que a intensidade se relaciona com
a amplitude da onda sonora, que por sua vez indica
590 Alternativa e.
quanta energia está sendo transportada por essa onda.
v 3, 4  102
f1  → 3,4  103 
4 4
583 Alternativa e. 1 2
4  10 →   2,5  10 m
⎧ I  0,36 W/m2; r1  r; P1  P2  P
Dados: ⎨ 1
⎩ r2  3r 591 Alternativa a.
P P 1 P
I2   → I2   Da figura, temos:
4 ( r2 )2 4 ( 3r )2 9 4 r 2
   1,20 →   1,6 m

1 1 4 2
I2   I1   0,36 v  f → 340  1,6f
9 9
I2  0,04 W/m 2
f  212,5 Hz
f  212 Hz

RESOLUÇÃO 231
592 Alternativa a. 599 Alternativa c.

f1 
v
(tubo aberto) v  1 500 m/s; t  1 s
2L 2x  v  t → 2x  1 500 → x  750 m
v
f2  (tubo fechado)
4L
600 Alternativa a. Como na posição x o tempo de re-
f1 v 4L torno do pulso aumenta, trata-se de um trecho mais
  2
f2 2L v fundo que os demais: uma depressão submarina. Do
gráfico, temos t  4 s. Assim:
2h  v  t → 2h  1,4  4 → h  2,8 km, em relação ao
593 Alternativa d. nível do mar.

594 Alternativa c. A proveta equivale a um tubo sono- 601 a) O sonar usa o princípio da reflexão para deter-
ro fechado, cujo comprimento é   40  10  30 cm. minar distâncias. Supondo as velocidades constantes
A onda representada na figura corresponde ao 3º- har- nos respectivos meios, podemos escrever:
mônico, e como a proveta está em ressonância com o • Aparelho emerso:
diapasão, concluímos que f3  855 Hz.
3v
Mas f3  . Logo:
4
t1 ttotal  t1  t2 → 0,731  t1  t2
f  4 855  4  0,3
v 3  → v  342 m/s t2
3 3
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

S
595 Alternativa a. Sendo M  U, temos: s  vt → t  .
v
Tempo de ida: Sendo a mesma distância e a mesma velocidade:
s  v1t1 → 3 400  340t1
S1 S S S
t1  10 s 0,731   2 → 0,731  
v1 v2 v v
Tempo de volta: 2S
0,731  (1)
v2  f → v2  200  17 var
v2  3 400 m/s
s  v2t2 → 3 400  3 400t • Aparelho submerso
t2  1 s ttotal  t1  t2 → 0,170  t1  t2
S1 S
Logo: t1  10  1  11 s 0,170   2 → 0,170 
v1 v2
t1
596 Alternativa d. 2S
t2  (2)
vágua
No modelo proposto:
  4  2,5    10 cm ou   0,1 m Substituindo 1 em 2 , temos:
Vágua
Sendo v  340 m/s e v    f: 0,731  Var  0,170  Vágua →  4,3
var
340  0,1  f → f  3 400 Hz
b) Ao passar do ar para a água, não há variação na
597 Alternativa c. A pessoa dentro da água não ouve v
o som de alerta dos seus companheiros porque o som freqüência, logo: v  f → f 

é quase que totalmente refletido na superfície da água.
vágua var água
fágua  far →  →  4,3
água ar ar
598 Alternativa d. Como v  f, v  220  1,5 
 330 m/s.
Considerando-se s a profundidade do poço, o inter- 602 Alternativa d. Ao mudar o meio de propagação do
valo de tempo t que o som leva para percorrê-la é som, mudam a velocidade de propagação e o compri-
mento de onda, permanecendo a mesma freqüência.
8
t   4 s. Logo, b e e são falsas.
2 Como vágua  var, então água  ar. Assim, a e c são
 s  v  t → s  330  4  1 320 m. falsas.

232 RESOLUÇÃO
603 Alternativa a. Quando duas ondas atingem uma 607 Alternativa b.
mesma região do espaço, suas elongações somam-se
⎛ v ± v0 ⎞
algebricamente, resultando numa onda de intensidade f  f ⎜ ar ⎟
reforçada ou enfraquecida; esse fenômeno é denomi- ⎝ var ± vF ⎠
nado “interferência”. Para fazer “ruído” anular “ruído”, ⎛ var  0 ⎞
f  990 ⎜ ⎟
basta fazer as ondas interferirem em oposição de fase, ⎝ ar  0,1var ⎠
v
ou seja, fazer que o máximo de uma coincida com o var
mínimo da outra. f  990 
0, 9var
f  1 100 Hz
604 Alternativa b. Como as fontes emitem em oposi-
ção de fase, a interferência construtiva ocorre em pon-
tos do espaço nos quais a diferença de percurso entre 608 Alternativa b.
as ondas incidentes seja um nº- ímpar de meios com- v⎧0  80 km/h  22,2 m/s
primentos de onda. No caso: ⎪
Dados: ⎨ f  700 Hz
rB  rA  25  20  5 m ⎪
v⎩  350 m/s
v 340
  2m ⎛ v  v0 ⎞ ⎛ 350  22,2 ⎞
f 170 f  f  ⎜ 0⎟ → f  700  ⎜ ⎟
⎝ v  vF ⎠ ⎝ 350 ⎠
 2
rB  r A  n →5n →n5 f  2  372,2
2 2
f  744,4  745 Hz
A onda resultante da interferência não muda sua fre-
Para freqüências maiores que essa, o policial pode

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
qüência, já que ambas as fontes emitiram sons de
170 Hz. multar o veículo de passeio.

609 Alternativa d. A freqüência aparente fo  436 Hz


605 Alternativa e. O efeito Doppler só ocorre quando
percebida pelo observador (violinista) é menor que a
a fonte sonora se movimenta em relação ao observa-
freqüência real emitida pelo diapasão, fF  440 Hz, de-
dor. Isso só ocorre nos eventos II e III descritos no enun-
vido ao efeito Doppler-Fizeau. Sendo V a velocidade
ciado. Para fontes que se aproximam, a freqüência
do som no ar, Vo a velocidade do observador e vF a
aparente é maior que a emitida, enquanto para fontes
velocidade do diapasão imediatamente antes da coli-
que se afastam do observador, a freqüência percebida
são com o solo, temos:
é menor que a original.
fo fF

V ± Vo V ± VF
606 Alternativa c. Ao percorrer o trecho AB, a sirene Observando que V  330 m/s e Vo  0, calculemos VF.
se aproxima do observador. Logo, a freqüência ouvida
por ele é maior que 350 Hz, e ele ouve, portanto, um 436 440 440  330
 → 330  VF 
som mais agudo. 330  0 330  VF 436
 (I está incorreta) VF  3,03 m/s
No trecho BCD, a sirene se mantém sempre a 20 m do O diapasão em queda livre descreve movimento uni-
observador. Logo, ele ouve um som de freqüência formemente variado, para o qual vale a equação de
350 Hz nesse trecho. Torricelli:
 (II) está correta.
VF2  V12  2gH
Ao percorrer DE, a sirene se afasta do observador, que (3,03)2  (0)2  2  9,8  H
ouve um som cada vez mais grave que 350 Hz.
H  0,47 m
 (III) é incorreta.

RESOLUÇÃO 233
Eletrostática Afastando-se as esferas com a presença do bastão,
teremos:  nêutra 
610 Alternativa d.
É quantizada porque só aparece em múltiplos inteiros 619 Alternativa a.
da carga elementar: Q  n  e. Após o processo de eletrização por indução, a esfera
à esquerda terá excesso de cargas negativas,
enquando a esfera à direita terá excesso de cargas
611 Alternativa c.
positivas.
Q  n  e → 3,2  104  n  1,6  1019
Como as esferas são separadas, porém permanecem
3, 2  104 próximas, pelo princípio das ações elétricas as cargas
n → n  2  1015 elétrons
16  1019 de sinal contrário se atraem como representado na al-
ternativa a.
Como Q 0, a esfera contém um excesso de 2  1015
620 Alternativa d.
elétrons.
Ocorrerá indução no condutor, ou seja, a esfera A fica-
rá com falta de elétrons, enquanto os elétrons livres se
612 Alternativa c.
acumularão em B.
De acordo com o princípio da conservação da carga
Separando as esferas na presença do bastão eletriza-
elétrica:
do, a esfera A adquire carga positiva e a esfera B ad-
2 quire carga negativa.
QU  2Qd  Qneutro → e  2Qd  0
3
621 Alternativa c.
2 1
2Qd   e → Qd   e a) Falsa, pois na 2ª- situação não pode ocorrer repulsão.
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

3 3
b) Falsa porque cargas positivas se repelem.
c) Verdadeira. Cargas de sinais opostos se atraem.
613 Alternativa c. d) Falsa, pois com B negativo e pênculo neutro ocor-
Estão corretas as afirmativas II, III e V. reria atração.
e) Falsa, pois um corpo eletrizado (B) não repulsa um
614 Alternativa a. corpo neutro.
20 C 2 C 9 C 9 C
A B A B
622 Alternativa d.
2º- contato: Com a aproximação do objeto carregado positivamente
9 C 6 C 1,5 C 1,5 C aumenta o número de cargas negativas na esfera do
A C A C
eletroscópio e diminui nas suas lâminas. Logo, aproxi-
Logo, QA  1,5 C, QB  9 C e QC  1,5 C mam-se uma da outra. Ao se tocarem, ambos os cor-
pos se neutralizam e as lâminas se fecham.
615 Alternativa b.
A carga total do sistema é Q Q  0 623 Alternativa d.
A massa total do sistema é M  M  2M As expressões que permitem o cálculo das intensida-
des das forças gravitacional (F) e elétrica (F) entre duas
616 Alternativa c. partículas separadas por uma distância r, são:
As cargas elétricas em excesso, adquiridas pela barra
m1  m2
metálica durante o atrito, fluem pela barra e pelo corpo FG ,
humano porque ambos são bons condutores. r2
m1 e m2 são as massas das partículas.
617 Alternativa b. G: constante de gravitação universal que não depende
I. Verdadeira do meio.
Corpo eletrizado positivamente: nelétrons nprótons e
Corpo eletrizado negativamente: nelétrons  nprótons q1  q2
II. Falsa, pois todos os corpos possuem cargas elé- F  k  :
r2
tricas.
q1 e q2: valores absolutos de carga de cada partícula.
III. Falsa, pois nprótons  nelétrons
k: constante eletrostática que depende do meio que
IV. Verdadeira, pois ficam eletrizados com cargas de envolve as cargas.
mesmo módulo mas de sinais contrários. Portanto, a única grandeza comum às duas leis é o
V. Verdadeira. inverso do quadrado da distância.

618 Alternativa c. 624 Alternativa c.


Quando aproxima-se o bastão eletrizado da esfera da Representando os vetores que atuam na carga q, te-
direita, ocorre indução no conjunto. mos:

234 RESOLUÇÃO
Q A Q Para que haja equilíbrio, devemos ter:
B
Q1  Q3 Q2  Q3
F1, 3  F2, 3 → k0   k0  →
q
FF d12, 3 d22, 3
C q R

F Q1 Q2
→ k0  
D d12, 3 d22, 3
Q E Q
Q1 4  Q1
625 Alternativa a.  → ( 0, 3  x )2  4  x2 →
Representando as duas situações, temos: x2 ( 0, 3  x )2
(antes do contato) força de atração ⇒ sinais contrári- → 0,3  x  2x → x  0,1 m  10 cm
os
(após o contato) força de repulsão ⇒ mesmo sinal 630 Alternativa d.
Dados: d1, 2  4  102 m; d2, q  2  102 m
Portanto, a nova força será: Para que a carga q fique em equilébrio, devemos ter:
F1, q  F2, q (condição de equilíbrio)
k  Q1  Q2 k  Q  3Q
F 2
⇒ 3  101  ⇒
d d2 Q1  q Q q
F1, q  F2, q → k0   k0  2
 k 0  22 →
k QQ d1,q d2,q
⇒  101
d2
Q1 Q2
k  Q1  Q2 k QQ →  2
1 d12,q
F ⇒ Fk ⇒ F  10 N d2,q
d2 d2

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
2
⎛ d ⎞ 2
626 Alternativa b. Q1 Q1 ⎛ 6  102 ⎞
 ⎜ 1,q ⎟⎟ → ⎜ ⎟ 9
Para que o sistema permaneça em repouso, as cargas Q2 ⎜ d2,q
⎝ ⎠ Q2 ⎝ 2  102 ⎠
devem ter sinais iguais.

627 a) As cargas A e B possuem sinais contrários já 631 Dados: Q1 5 4Q; Q2 5 2Q; d1, 2 5 3 unidades
que há força de atração entre elas.
a) Representando os vetores, temos:
b) Representando os vetores em B:
Estando o corpo B em equilíbrio (F  0), logo:
(1) T  cos   Pe
αT
(2) T  sen   F α
B F
Dividindo (2) por (1): A região em que a partícula pode ficar em equilíbrio é a
P
T  sen  F F 3 região III, pois além de os vetores força possuírem a
 → tg   → F N mesma direção e sentidos opostos, a carga Q está
T  cos  P mg 4
mais próxima da carga de menor módulo e mais dis-
k 0  Q1  Q2 9  109  Q2 3 tante da de maior módulo, fazendo com que haja uma
F → 2
 →
d2 ( 0,1) 4 compensação no cálculo da resultante.

4  1011 b) Determinando o ponto de equilíbrio:


→ Q2   1,22 106 C
27 Para que haja equilíbrio, F  0; logo:

628 Alternativa d.
A atração ocorre por indução. Veja:
Cargas de sinais contrários estão mais próximas →
forças de atração maior que a de repulsão
Q1  Q Q2  Q
629 Alternativa b. F Q1 , Q  F Q 2 , Q ⇒ k 0    →
(3 x )2 x2
Dados: Q2  4  Q1; dA, B  30 cm  0,3 m; Q3  2  Q1
Representando as forças, temos: 4Q Q
→  2
(3 x )2 x
2 1
 → 2x  3  x → x  3
3x x
Portanto, a partícula ocupa a posição 11.

RESOLUÇÃO 235
632 Dados: mA  mB  1,0  104 kg; qA  qB  4  108 C; FP → qEmg
Nm 2 2  106 E  1  105  10
g  10,0 m/s2; k0  9  109
C2 E  50 V/m
Representando a situação, temos:
636 Alternativa c.
Dados F  4,0 mN  4,0  103 N; E  2,0 k N/C 
 2,0  103 N/C

F F 4  103
E → q   2  106 ou 20 C
q E 2  103

637 Alternativa a.
Dados: Q  6 C  6  106 C; d  30 cm  0,3 m
k 0 Q 9 109 6 106
E 2
→E → E  6  105 N/C
d ( 0, 3)2
Estando a esfera B em equilíbrio:
F  0 → F  PB 638 Alternativa d.
A intensidade do vetor campo elétrico em questão é
Q A  QB Q A  QB
k0   mB  g → h2  k0  Q
d2A ,B mB  g dada por E  k0 
d2
( 4  108 )2
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

h2  9  109 → h2  144  104 Assim, a quantidade de carga será:


1  104  101
h  12  102 m  0,12 m E  d2 3, 2  104  ( 3  102 )2
Q  Q
k0 9  109
633 Dados: mA  50 g  5  102 kg; mB  100 g  Q  3,2  109 C
 101 kg;   30°; d  30 cm  3  101 m; qA  qB
Para que a esfera A possa ficar em equilíbrio, os sinais Então, o excesso de prótons é:
das cargas fornecidas às esferas deverão ser opostos.
Q 3, 2  109
n → n  n  2  1010 prótons
e 1, 6  1019

639 Alternativa a.
Isolando as forças, temos:

Desta forma, a força de atração entre as esferas é igua- F  q  E → F  1  106  107 → F  10 N


lada pela projeção da força peso, logo: F  Tx → F  T  cos 60°
Q A  QB 1
F  PxA ⇒ k 0   mA  g  sen  10  T 
d2 2
T  20 N
d2  m A  g  sen 
Q2  →
k0
640 a) O campo é mais intenso nos pontos em que as
1 2 2 1 linhas de campo são mais próximas, isto é, mais pró-
( 3  10 )  5  10  10  5  10
1
→ Q2  ximas da carga q1.
9  109
Q2  25  1013  2,5  1012 b) Como q1 e q2 são positivas (o campo é de afasta-
Q  1,6 C mento), o rpoduto q1  q2 é positivo. Logo: q1  q2  0.

634 Alternativa c. 641 08


Dados: q  5 C  5  106 C; F  4  103 N 01. Falsa, pois o campo em P
F  q  E → 4  103  5   106 E é de aproximação.
E  800 N/C ou E  0,8 k  N/C 02. Falsa, pois ER  E1  E2
04. Falsa, pois têm sentidos contrários.
635 Alternativa d. 08. Verdadeira, pois:
Dados: m  1  105 kg; q  2 C  2  106 C; g  16. Falsa, pois têm o mesmo módulo, a mesma dire-
 10 m/s2 ção e sentidos opostos.

236 RESOLUÇÃO
642 Alternativa b. Cálculo de ER:
No ponto P, temos: ER2  E2  E2  2  E  E  cos 60° →
Assim a intensidade do vetor campo elétrico resultan-
→ ER2  E2  E2  E2 → ER2  3E2 → ER  3 E
te (ER) é dado por ER  E1 E2.
20  106 64  106 3
ER  9  109   9  10 9
 → Logo ER  k  q; direção y e sentido positivo.
( 0, 2)2 ( 0, 8)2 36
→ ER  3,6  106 N/C
647 Alternativa e.
643 Alternativa b.
Como Q q e EQ  Eq, o campo elétrico será nulo
num ponto situado à esquerda da carga q.

644 Alternativa c.
Q1 Q2
E 1  E2 → k0   k0 
x 2
( 36  x )2 q q
E  k0  → E  k0 
52 25
3  106 75  106
 q q
x 2
( 36  x )2 E1  k  → E1  k0 
32 9
1 25
 q q
2
( 36  x )2

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
x E2  k  → E2  k0 
42 36
25x  (36  x)
2 2

24x2  72x  1296  0 Logo:


x2  3x  54  0 → x  6 kq
x  9 E 25 E 9 25 E
 →  → E1 
E1 kq E1 25 9
Logo, as abscissas são: 9
24  6  30 cm ou 24  9  15 cm
kq
E 25 E 16 25 E
645 Alternativa b.  →  → E2 
Do enunciado, temos: E2 kq E2 25 16
16

648 Alternativa d

Q
E2  k0 
2
Como as cargas elétricas, devido às cargas, têm o
mesmo módulo E, o campo elétrico resultante é para- Q 1 k Q
E 3  k0  → E3   0 2
lelo à reta que une as cargas.
(
2
) 2 
2
646 Alternativa a. E2
1
Cálculo de d: Logo: E3   E2 → 2
2 E3

649 Alternativa e.
O campo elétrico resultante é ER  E1  E2.
q q 4 kq 4 kq
E1  k  k   E2 
⎛ d ⎞
2
d2 d2 d2
⎜ ⎟ 4
⎝ 2 ⎠
2
(
d 2  32  3 3 ) → d2  9  27 → d2  36 → d  6

Cálculo de E:
q q q
E  k0  → E  k0  → E  k0 
d2 62 36

RESOLUÇÃO 237
4 kq 4 kq 8 kq
Logo, ER    1 654 Alternativa d.
d2 d2 d2

2
⎛ d ⎞ d2 
Sendo: L  ⎜
2
⎟  d 2 → L2   d2 
⎝ 2 ⎠ 4 

5d2
L2 
4
655 Alternativa c.
4L2 Se a acarga é positiva, a aforça elétrica tem o mesmo
d2 
5 sentido do campo elétrico E. Logo, o movimento será
retilíneo e uniformemente acelerado.
Substituindo 2 em 1 , temos:
8kq 10 kq 656 Alternativa c.
E2  → ER  Fma → qEma
4L2 L2
5 4  1019  3  102  2  1017  a
Sendo E1  E2, temos: ER  0 a  6 m/s2
650 00 (V)
11 (F) Como é grandeza escalar, temos: 657 Alternativa b.
VQ  V VR  2 V F p  q  E → Fp  e  E
Vq  V F  q  E → F  2e  E
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

22 (F) Se q  Q, o campo elétrico resultante não é Fp e E 1


nulo em nenhum ponto.  
F 2e  E 2
33 (F) O potencial resultante só será nulo no ponto
médio do segmento que une as cargas.
658 Alternativa c.
44 (F) Para cargas de mesmo sinal, temos: P  F → P  qE
P  2  108  3  102
P  6  1010 N

659 Alternativa a.
 
Se a gotícula realiza um movimento uniforme,. temos:
F  P → q  E  m  g → 3,2  1019  E  9,6  1015  10
E  3  105 N/C

660 Alternativa c.
A gota 1 desvia-se no sentido do campo E. Logo, ela é
positiva.
651 A gota 2 não sofre desvio. Logo, ela é neutra.
Q Q A gota 3 desvia-se no sentido contrário de E. Logo, ela
E  k0  → 4,5  108  9  109 → é negativa.
d2 (101 )2

4, 5  106 661 a) F 5 qE 5 1,6 ? 10219 ? 1,0 ? 104 5 1,6 ? 10215 N


→ Q
9  109 A força F vertical e dirigida para cima, pois o campo
elétrico é vertical e para baixo e a carga q é negativa.
Q  50  105 C → Q  x  105 C ⇒ x  50

652 Alternativa a. L 1, 0  102


b) t    1,0  109 s
• O vetor campo elétrico é tangente à linha de força Vx 1, 0  107
em sentido concordante com ela.
• Como a carga elétrica é positiva, a força elétrica tem 1 2 1 F 2
direção e sentido concordantes com o campo elétrico. c) y  at  t 
2 2 m

653 Alternativa b. 1 1, 6  1015


  (1,0)  109)2 
2 9,1  1031
 0,088  102  8,8  104 m

d) vx  1,0  107 m/s

238 RESOLUÇÃO
F 1, 6  1015
vy  at  t  1,0  109  02 (F) Como o potencial elétrico é grandeza escalar:
m 9,1  1031 Vq  V VR  2 V
 0,18  107  1,8  106 m/s Vq  V
04. (F) O trabalho (variação da energia potencial) é in-
0, 40 versamente proporcional à distância entre as esferas.
e) t  4,0  108 s
Vx 08. (V) Representando os vetores, temos:
y  y  vyt  8,8  104  1,8  106  4,0  108
FR  F  F  0
y  8,8  104  7,2  102  7,3  102 m
16. (V) Representando os vetores:
FR  F  F  0
662 a) A velocidade inicial do próton é:
32. (F) Em relação à situação inicial, teremos carga total
1 1
Ec  mv2 → 2,4  1016   1,67  1027  v2 no sistema igual a q, portanto, não neutro.
2 2
Então: 01  08  16  25
28,7  1010  v2
v  5,36  105 m/s 666 A energia potencial na 1ª- situação é:
Cálculo da aceleração do próton: Qq 1  107  2  108
Ep  k 0  → Ep  9  109 
F  q  E → m  a  q  E d 0,1
1,67  1027  a  1,6  1019  3  104 Ep  1,8  104 J
a  2,87  1012 m/s2 Na 2ª- situação, temos:
Ep  1,8  104  1,35  104 → Ep  0,45  104 J

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Cálculo de d:
v2   2ad → 0  28,7  1010  2  2,87  1012  d Ep  4,5  105 J
d  0,05 m ou d  5 cm Então:

b) v  v0  at → 0  5,36  105  2,87  1012 t Qq


Ep  k0  → 4,5  105 
t  1,87  10 7
s d
1  107  2  108
663 Alternativa e.  9  109 
d
No trecho AB o movimento da carga é retilíneo unifor-
memente acelerado. d 0,4 m
No trecho BC o movimento é retilíneo e uniforme, com
Portanto:
a mesma velocidade com a qual ela entra nessa re-
gião. d  d  d → d  0,4  0,1
No trecho CD o movimento é retilíneo uniformemente d  0,3 m  30 cm
retardado e com a mesma aceleração, em módulo, do
trecho AB. Como a distância CD é igual à distância 667 Alternativa d.
AB, ela atinge a superfície D com velocidade nula, isto A pressão, a energia, a temperatura e o potencial elé-
é, a mesma velocidade com que foi colocada no ponto trico são grandezas escalares. O campo elétrico é uma
P. grandeza vetorial.

664 As forças que agem sobre a bolinha são: 668 Alternativa b.


A aceleração é igual a: Como o potencial elétrico varia inversamente com a
F  P  ma → q  E  m  g  m  a distância, temos:
106  7  104  10  103  10  10  103  a VB
dC  2dB ⇒ VC   10 V
a  3 m/s2 2

O tempo de subida é: Como o módulo do vetor campo elétrico varia inversa-


v  v0  at → 0  6  3t → t  2 s mente com o quadrado da distância:
dC
O tempo para retornar ao solo é: dB  ⇒ EB  4EC  80 N/C
2
tT  2  t → tT  2  2  4 s`
669 Alternativa b.
Ep  500 N/C
665 01. (V) Representando os vetores:
Vp  3,0  103 V
Q Q
→ ER  E  E  0 Ep  k0  → 500  9  109  1
d2 d2

RESOLUÇÃO 239
Q Q
Vp  k 0  → 3,0  103  9  109  2 Potencial de duas cargas:
d d
V  V  V → V  40  40
Dividindo 1 por 2 , vem: V  80 V
d
 1 → d  6,0 m 674 1) Em virtude da simetria, para que o potencial
6
elétrico no ponto C seja nulo, basta que a soma das
Voltando em 2 : cargas colocadas nos vértices seja nula.
2) Para que o campo elétrico seja nulo, no ponto C, é
9  109  Q  3  103  d → 9  109  Q  3  103  6 →
necessário e suficiente que as cargas colocadas nos
→ Q  2  106 C vértices não consecutivos sejam iguais.
Como Vp 0, a carga é negativa: Q  2,0  106 C As condições 1 e 2 ocorrem simultaneamente na op-
ção e.
670 Alternativa a.
Potencial em M: 675 Alternativa a.
Q1 Q2
VM  V 1  V 2 → V M  k 0   k0  †xy  Q  (Vx  Vy)
2d 8d
k0 ⎛ Q ⎞ †xy  4  106  (800  1 200)
VM   ⎜ Q1  2 ⎟
2d ⎝ 4 ⎠ †xy  4  106  (4  102)
†xy  1,6  104  1,6  103 J
Potencial em N:
Q1 Q2 676 Alternativa a.
VN  V 1  V 2 → V N  k 0   k0  †AB  Ec → q  U  Ec
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

6d 4d
5  104  100  Ec
k0 ⎛ Q Q ⎞
VN   ⎜ 1  2 ⎟ Logo, Ec  5,0  102 J.
2d ⎝ 3 2 ⎠

Como VM  VN, obtemos: 677 Alternativa e.


†AB  Ec → q  V  k  0
k0 ⎛ Q ⎞ k0 ⎛ Q Q ⎞
 ⎜ Q1  2 ⎟   ⎜ 1  2 ⎟ k
2d ⎝ 4 ⎠ 2d ⎝ 3 2 ⎠ V 
q
Q1 3
 4  106
Q2 8 V 
2  109

671 Alternativa e. V  2  103  2 kV


qA qB
VM  V A  V B → V M  k 0  d  k0  d 
AM BM
678 Alternativa c.
k
 0 (qA  qB) Do teorema da energia cinética, sabemos que:
d
†R  Eic  Ecf
9  10 9
VM   (5  106  2  106) Na situação apresentada:
0,1
Eic  0, pois a partícula está inicialmente em repouso
VM  270  103 V ou VM  270 kV
1
e Ecf  mv2.
672 Alternativa e. 2
O potencial do ponto A é a soma algébrica dos poten-
Supondo-se a força elétrica que age sobre a partícula
ciais criados pelas cargas Q e Q.
a única força atuante, ela é a resultante.
Logo:
Logo,
k0  Q k  (Q )
VA   0 1
AB AB †Fel.  mv2  0
2
⎛ 1 1⎞
VA  k 0  Q ⎜  ⎟ Como a força elétrica é constante, pois o campo elé-
⎝ 3 4 ⎠
trico é uniforme, o seu trabalho pode ser calculado por:
Efetuando os cálculos, obtemos: †Fel.  Fel  d , sendo Fel.  q  E
k0  Q Portanto:
VA 
12
1
qEd mv2
2
673 Potencial de uma carga em P: V 5 40 V

240 RESOLUÇÃO
1
1,6  1019  2  104  103   9,1  1031  v2 686 Alternativa d.
2
Se a carga elétrica da partícula for negativa a força elé-
8 trica F tem sentido oposto ao do vetor campo elétrico
v  106 m/s
3 E e, portanto, é desviado para a esquerda com trajetó-
ria em forma de um arco de parábola.
Assim: A ddp entre o ponto O e o ponto P é dado por:
Qmv VP  V O  E  d
Q  9,1  10 31 8
 106  2,4  1024 N  s VP  VO  5  103  1  102 (V)
3 VP  VO  50 V
ou VO  VP  50 V
679 Alternativa b.
†AB  q  (VA VB) → †AB  4  108  (200  80)
687 01. Verdadeira
†AB  4,8  106 J
U12 12
U  E  d → (VA  VB)  E  d 02. U12  E  d12 → E   → E
d12 0, 03
120  20 000  d
 400 V/m (V2  V1) (Verdadeira)
d  6  103 m
04. Como q 0, o deslocamento é espontâneo para
ontos de maior potencial (de 1 para 2); a ddp é nula
680 Alternativa e.
VAB  VA  VB  E  d → VAB  6  107  3 entre as placas 2 e 3 e o movimento é uniforme; entre
3 e 4 o potencial decresce e o movimento é retardade
VAB  1,8  108 V (verdadeiro).
VBC  VB  VC  0, pois VB  VC.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
08. †14  q  (V1  V4); sendo V1  V4, †14  0 (Verda-
VAC  VA  VC  VA  VB → VAC  1,8  108 V deira)
16. Como U23  0, temos: U  E  d. Logo, E  0.
681 Alternativa e. (Verdadeira)
Como todos os pontos são eqüidistantes da carga ge-
radora do campo, o potencial em todos eles é o mes- 32. Sendo †14  0, vem: †14  q  U14. Logo, U14  0
mo, o que faz com que o trablho realizado entre quais- (Falsa)
quer dois pontos seja nulo. Portanto somente as afir- Então: 01  02  04  08  16  31
mativas III e IV são corretas.
688 Alternativa c.
682 Alternativa d.
qE
Caminhando no sentido das linhas de força, o poten- a) A  m  a → q  E  m  a → a  (Falsa)
cial diminui e para ontos situados na mesma vertical, o m
potencial é o mesmo. b) A trajetória é retilínea, pois o campo é ascendente e
Logo, a diferença de potencial entre I e J (VI  VJ) é a a carga é positiva (Falsa).
mesma que entre I e L (VI  VL), pois VJ  VL.
c) †P1P2  Ec → q  E  d  EcP  EcP →
2 1

683 Alternativa b. → EcP  q  E  d (Verdadeira)


2
†AB  q  (VA VB) → †AB  6  106  V d) Num campo uniforme, a força elétrica é constante.
Logo, o movimento da partícula é uniformemente ace-
Mas: lerado (Falsa).
U  E  d → U  2  103  0,04 e) Como q  0, a força tem mesma direção e mesmo
U  80 V sentido do campo elétrico (Falsa).

Então:
689 Alternativa a.
†AB  6  106  80
m  v2
†AB  480  106  4,8  104 J † F  E c  E c0 → q  U  → 1,6  1019  1 
2
31
9  10 U 2
684 Alternativa d.  → v  6,0  105 m/s
2
†F  εp → q (VA  VB)  εp
Logo, εp  q (VB  VA).
690 Alternativa e.
Sendo a carga positiva (Q), conclui-se que de V4 para Todas as alternativas estão corretas.
V1 sua energia potencial aumenta mais.
691 Alternativa b.
685 Alternativa d.
A estrutura metálica dos veículos atua como blinda-
Cargas positivas abandonadas num campo elétrico
sujeitas apenas às forças elétricas deslocam-se para gem eletrostática, não permitindo que as cargas pene-
pontos de menor potencial. trem no seu interior.

RESOLUÇÃO 241
692 Dados Q1 5 8 C; h1 5 200 m; Q2 5 22 C; h2 5 120 m; VC  6,3  104 V (Verdadeira)
Q3 5 4 C; h3 5 100 m 22. Como †  q  (VC  VD) depende da carga, a alter-
Campo elétrico resultante no solo E: nativa é falsa.
E  E 1  E 2  E3 33. Falsa, pois está concentrada em sua superfície.
Cuja intansidade é: 44. Falsa. O potencial decresce no sentido do campo
elétrico.
⎛ Q ⎞ ⎛ Q ⎞ ⎛ Q ⎞ (VA  VB  VC)
E   ⎜ k 0  21 ⎟  ⎜ k 0  1 ⎟  ⎜ k 0  23 ⎟
⎝ h1 ⎠ ⎝ h2 ⎠ ⎝ h3 ⎠
696 Alternativa c.
⎛ 8 12 4 ⎞
E  9  109  ⎜   ⎟ Do gráfico, temos:
⎝ 2002 1202 1002 ⎠
Ei  0 → R  1 cm  1  102 m
E  2,1  106 V/m
Vi  900 V
E  21  105 V/m
Q Q
693 77 Vi  k0  → 900  9  109  →
R 1  102
01. Verdadeira, pois Ei  0, isto é, não ocorre movi-
mento ordenado de cargas elétricas (o condutor está
em equilíbrio eletrostático). Q  1  109 C
02. Falsa.
697 Alternativa b.
04. Verdadeira, pois o carro é uma blindagem
eletrostática (gaiola de Faraday).
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

1 Q Q
08. Verdadeira, pois é o poder das pontas. Esup.  Ep → k   k0  → d2  2R2 →
2 0 R2 R2
16.Falsa. Determinando a carga máxima:
Q Q
E  k0  → 3  106  9  109  →
R2 ( 3  101 )2 → d2  2  1 → d  2  1,4 cm
→ Q  30 C
698 Alternativa c.
32. Falsa. Estando o condutor em equilíbrio
Ocorreu uma indução total. A carga induzida na super-
eletrostático, o potencial num ponto interno é igual ao
fície interna tem mesmo módulo e sinal contrário ao da
potencial em um ponto da superfície.
carga colocada no centro da esfera. A carga na super-
64. Verdadeira. Quanto maior a densidade superficial fície externa é igual à carga no centro da esfera metá-
de carga, mais fácil é a sua transferência para outros lica oca.
corpos.
Então: 01  04  08  64  77 699 Alternativa b.
Dados: R  10 cm  10  102 m; Q  6  108 C; q 
694 Alternativa a. 109 C
Dados: R  10 cm  0,1 m; Q  4,0 C  4,0  106 C; O potencial ao qual a carga fica submetida é o da su-
d  8,0 cm  0,08 m perfície da casca esférica. Logo:
Como d R → Vp  Vsup.
Q 4, 0  106 Q 6  108
Vsup.  k0  → Vsup.  9  109  V  k0  → V  9  109 
R 0,1 R 10  102
Vsup.  3,6  105 V
V  5,4  103 V
695 00.
Como não há interação elétrica na parte interna da
QA 32  106 casca esférica, a força elétrica é nula.
EA  k 0   9  109   4,5  103 N/C
d2A 82
700 Alternativa e.
QB 18  106
EB  k 0   9  109   4,5  103 N/C
dB2 62
Logo, EA  EB; alternativa verdadeira. Q
k0 
QA QB V 2R
11. VC  VA  VB → VC  k 0   k0    2R
dA dB E Q
k0 
( 2R )2
⎛ 32  106 18  106 ⎞
VC  9  109 ⎜  ⎟
⎝ 8 6 ⎠

242 RESOLUÇÃO
2  QB
701 Dados: R  1 m; F  108 C/m2; k0  9  109 N  m2/C2 QA 
16 R2

Calculando os pontencias VA e VB das esferas:


Q Q
a) F  → 108  → Q  1,25  107 C QA QA
S 4  (1)2 V A  K0  → VA  k 
RA R

QB 1 QB
VB  k 0  → VB  k 
RB 2 0 R
Q 1, 25  107
b) E  k0  2
→ E  9  109  → QB
R 12
QB 2
Como QA  → V A  k0  →
→ E  1,12  103 N/C 2 R
1 QB
702 Alternativa e. VA k  , ou seja: VA  VB.
2 0 R
Do gráfico: d  15  102 m
Vext.  60 V Portanto, não há passagem de carga entre os condu-
tores porque seus potenciais são iguais.
Q Q
Vext.  k0  → 60  9  109 → Q  109 C
d 1, 5  102
707 Alternativa e.
Q 109 Dados: RA  10 cm  0,1 m; QA 3  106 C; RB 
C → 10  1012  → V  100 V  5 cm  0,05 m; QB  2  106 C
V V

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
  100 V Os elétrons deverão se movimentar da esfera de me-
nor para a de maior potencial:
Q 109
Vi  Vsup.  k0  → 100  9  109  → QA QA QA  k 0 3  106
R R VA    → VA  k0
CA RA RA 0,1
R  9  102 m
k0
 a  R  9  102 m  9 cm
VA  30  106 k0
703 Alternativa a. QB QB QB  k 0 2  106
VB    → VB  k0
R 0, 50 1 CB RB RB 0, 05
C →C →C  109 F
k0 9  109 18 k0

1 VB  40  106 k0
QCV→Q  1019  300 → Q  1,7  108 C
18 Logo, os elétrons deslocam-se da esfera maior para a
menor, no sentido oposto ao sentido do campo elétri-
704 Alternativa a. co. Sob mesmo potencial terá mais carga a de maior
d  1,0 cm e d  10 cm são pontos internos. Logo: raio, pois
Ei  0 R
QCV → Q V
k0
705 Alternativa e.
d  0,10 m → Ei  0
708 Alternativa c.
d  3,0 m
RA 2R
QA  C A  VA → Q A   VA   VA
Q 1, 7  108 k0 k0
E  k0  → E  9  109 
q 32
RB R
E  17 V/m Q B  CB  V B → Q B   VB   VB
k0 k0

706 Calculando as capacitâncias das esferas A e B: Como VA  VB, vem:


RA R RB R QA  t QB  k 0 QA
CA   ; CB  2  → 2
k0 k0 k0 k0 2R R QB

Considerando A  4πR2 (área da esfera):


709 Alternativa a.
AA  4πR2 e AB  4π(2R)2  16πR2
3R R
Como VA  VB, então: CA  e CB 
k k
QA QB QA QA  6Q e QB  Q
VA  2VB → 2 → 
AA AB 4 R2

RESOLUÇÃO 243
1
Devemos ter: área  E  Q  V
2
QA  QB  QA  QB
1
7Q  CAV  CBV E  5  105  10 → E  2,5  104 J
2
3R R E  25  105 J
7Q  V V
k k
7Qk 715 Q  5,4  105 C
V
4R
a) U  90  60  30 V
Logo Q 5, 4  103
C →C
3R 7Qk U 30
QA  CAV ⇒ QA  
k 4R C  0,18  103  1,8  102 F
QA  5,25Q
Como , os elétrons vão de B para A. C U2 1, 8 102 ( 30)2
b) Ep  → Ep  → Ep  16,2 J
2 2
710 Alternativa e.
Dados: C  4  106 F; U  2  102 V 716 a) Representando o canhão eletrônico, temos:
O elétron fica sob a ação de uma força de módulo F,
Determinando a carga acumulada:
vertical e para cima.
Q  C  U → Q  4  106  2  102  8  104 C Usando o teorema da energia cinética, temos:
†  Ecf  Eci → †  3,2  1015  0 → †  3,2  1015 J
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

711 Alternativa d.
A capacitancia de um capacitor de placas paralelas Daí, vem:
A †  q  U → 3,2  1015  1,6  19 U → U  2  104 V
varia segundo a equação C  E  . Portanto, a al-
d ou
ternativa d é verdadeira.
V  2 104 V

712 Alternativa e. b) U  E  d → 2  104  E  2  102


Dados: Q  2  106 C; U  104 V E  1  106 N/C
Determinando a capacitância:
717 Alternativa b.
Q 2  106
C → C → C  2  1010 F Representando pela mesma letra os pontos de mes-
V 104 mo potencial, temos:
Determinando o novo potencial:

Q 4  106
C → V → V  2  104 V
V 2  1010
V  20  102 V  20 kV

713 a) A quantidade de calor produzida no resistor é


igual à energia potencial do capacitor. Logo:
C  U2 C  6002
Ep  → 0,9 
2 2
1, 8
C
36  104
C  5  106 F

b) Q  C  U → Q  5  106  600
Q  3  103 C

714 Dados: C  5  105 F; Q  5  105 C


Podemos determianr a energia armazenada no
capacitor com o cálculo da área sob a curva:

244 RESOLUÇÃO
718 Alternativa e. Dependendo do tipo de condutor, a quantidade de
Determinando o capacitor equivalente: colisão aumenta ou diminui. No caso, o fio que liga o
ferro à tomada é bom condutor, ou seja, apresenta um
(em paralelo) Ceq1  6  6  12 F
número de colisões relativamente baixo, gerando pou-
1 1 1 ca dissipação.
(em série)   → Ceq  3 F
Ceq 12 4 O mesmo não acontece com o resistor, que apresenta
um enorme número de colisões e, conseqüentemente,
Determinando a carga equivalente:
fica muito aquecido.
Q  C  U ⇒ Q  3  18  54 C

Sendo série, Q  Q1  Q2, logo: 724 Alternativa d.


Dados : Q  320 C; t  20 s
54  4  U2 → U2  13,5 V
Q 320
i →i  16 A
t 20
719 Alternativa b.
Determinando o capacitor equivalente: 725 Alternativa c.
1 1 1 q
(em série)   → Ceq1  2 F i 1
Ceq1 6 3 t
s 2 R 2 R
(em paralelo) Ceq  Ceq1  3 F → Ceq  5 F V  → ∆t  2
t t V
A energia armazenada será: Substituindo 2 em 1 :
q q V
1 1 i →i
Ep  C U 2 → Ep  5  106  (102)2 2 R 2 R

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
2 2
V
Ep  2,5  102 J
726 Alternativa a.
720 Determinando o capacitor equivalente: q q
i →4 → ∆q  240 C
1 1 1 t 60
(em série)   ⇒ C  1,2 F q  n  e → 240  n  1,6  1019 → n  1,5  1021
C 2 3
1 1 1 1
   ⇒ C  1,6 F
C 4 5 6 727 Alternativa d.
Para t  1 min  60 s, Q  área dos triângulos
N

(em paralelo) Ceq  1,2  1  1,6 ⇒ Ceq  3,8 F Q  3  10  30 C


Q 30 C
Determinando a carga armazenada: i   0,5 A
t 60 s
Qeq  Ceq  Ueq → Qeq  3,8  10  38 C
728 a) Q  área do trapézio
( 2  8)  64
Q   103  0,32 C
2
Eletrodinâmica b) n 
Q

0, 32
19
elétrons  1,7  10 18
elétrons
e 1, 9  10
721 Alternativa c.
Q 0, 32
– Sentido convencional da corrente: contrário ao do c) i    4  1022 A
movimento dos elétrons livres. t 8
– Sendo o fio metálico, os portadores de carga são
os elétrons livres. 729
Q Q Q  Q
a) i   
722 Alternativa e. t t t
– Sendo o fio metálico: os portadores são elétrons li- Q 5, 28  1017 C
b) i    5,28  1017 C/s
vres. t 1s
– Senco o condutor neutro: a carga total é nula.
– Para que exista corrente é necessário que, entre os 730 Dados: i  6 A; 1 C → 1,1 mg de prata
pontos A e B, exista uma ddp. Q
a) i   6 A  6 C/s
t
723 Quando estabelecemos uma ddp entre dois pon- t  1 s → Q  6 C ⎫
tos de um condutor, obrigamos os elétrons a entrarem t  1 h → 3 600 s
⎬ Qtotal  21 600 C

em movimento ordenado. Neste momento os elétrons
colidem com os átomos da estrura do condutor, per- b) mtotal  1,1  1023  Q
dendo energia cinética e transformado-a em energia Q  6  Dt ⎫ mtotal  1,1  1023  6  1 200
térmica. ⎬
t  20 min  1 200 s ⎭ mtotal  5 792 g

RESOLUÇÃO 245
731 Alternativa d. 739 a) De acordo com o modelo enunciado represen-
Dados: i  200 mA  0,2 A; e  1,6  1019 C; t  tamos abaixo os três átomos de ouro.
1 min  60 s
ne n  1, 6  1019
i → 2  101 
t 60
2  101  6  10
n
1, 6  1019
n  7,5  1019 elétrons

732 Alternativa a.
Calculando-se a resistência do condutor filiforme:
U  R  i → U  100  20  103  2 V
L 12  1010
R  1,6  108  ∴ R  150Ω
733 Alternativa a. A 6,4  1020
U  R  i → 40  R  20 → R  2 W b) Utilizando-se a definição de resistência elétrica:
URi→U248V
U 101
R  ∴ R exp erimental  12.500Ω
734 Alternativa d. i 8  106

Da expressão R  ρ  , temos: 740 Alternativa c.
A
R é diretamente proporcional ao comprimento  e in- Se o pássaro tocar simultaneamente em dois fios de
versamente proporcional à área A. alta-tensão, uma violenta corrente elétrica percorrerá
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

o corpo dele e, como receberá um choque terrível,


735 Alternativa c. morrerá eletrocutado.

 
Rρ e R  ρ  741 Alternativa b.
D2 ( 2D )2 P  U  i → 30  120  i → i  0,25 A ou
 
4 4 i  0,25  103  103 A
R   D2 1 R i  250 mA
ρ   → 4
R D2  1 R

4 4 742 Alternativa b.
A “queima” da lâmpada depende da resistência do
736 Alternativa c. filamento e da ddp em que está submetida.
 2 Na nova lâmpada a resistência do filamento será bem
Rρ e R  ρ 
d2 ( 2d)2 maior, pois praticamente não depende da ddp aplica-
  da. Então, a sua vida útil será bem maior e, conse-
4 4
qüentemente, a freqüência de “queima” será menor.
R   d2 R 1
 ρ   →  → 1102
R d2   2 R 1 Para a lâmpada (60 W – 110 V), temos: P1 
 R1
4 2
1102
R R Para a lâmpada (100 W – 220 V), temos: P2 
→  2 → R  R2
R 2
Como R2  R1 , vem:
737 Alternativa c. P2 P1 (menos luminosidade)
Trata-se da aplicação de: E2 E1 (menor consumo)
R1  2R2 , ou seja:
 2  S1 743 Alternativa d.
1
   A potência elétrica nos terminais do chuveiro é dada
S1 S1 S2 2
por:
Pot  U  i
738 Alternativa b. Para uma mesma potência, quanto maior for a tensão
U1 2 U, menor será a intensidade de corrente elétrica i. Com
R1   → R1  10 W
i1 0, 2 a redução da corrente, a fiação pode ser mais fina,
U2 8 implicando num custo menor.
R2   → R2  20 W
i2 0, 4
 744 Alternativa d.
R1  ρ1  O forno de marca A (220 V; 1 500 W), ligado a uma ddp
A R1  10 1 1
 1 →   de 110 V, dissipará 375 W.
 R  20 2 2
R2  ρ2  2 2
A

246 RESOLUÇÃO
O forno da marca B (115 V; 1 300 W), quando ligado a
Q
uma ddp de 110 V, dissipará r calculando como: 33. Q  m c t → Q  C t → t 
C
(115)2 (110)2
  r  1 190 W C1
1300 
Se C2  , teremos:
2
745 Alternativa c.
C1 2Q 2Q
1 Q  C2 ∆t → Q  t → t  
Forno: t  6 min  h 2 C1 C
10
(aumentará).
E  P  t  U  i  t
1 44. Falsa, pois do trabalho †  RI2 ∆t, obtemos
E  120  15  → E  180 Wh
10 †
Lâmpada: (60 W – 120 V) ∆t  (se R diminui, a diferença de temperatu-
RI2
E  P  t → 180  60  t ra ∆t aumenta).
t  3 h
748 Alternativa e.
746 a) E  P t  僔i t  2,5  107  2  105  Procura-se transmitir energia elétrica utilizando alta
103 tensão e baixa corrente, de modo que a potência dis-
  1,4  103 kWh sipada (pd  R  i2) seja pequena.
3600
U2
1, 4  103 kWh P
b) número de casas  4 R
3,5  102 kWh Se R R → P  P

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
U2
c) energia total em calorias: E  僔i t  2,5  107  2  P 
R
5, 0  109 Diminuindo a resistência elétrica do chuveiro, obtere-
 105  103  5,0  109 J  cal mos uma maior potência, logo, aquecerá mais.
4 ,2
749 Alternativa e.
30 5,0  109 15  109 A fração percentual do consumo de energia eleetrica,
E’  30% E    cal
100 4,2 42 para cada tipo de equipamento, é dada por:
para t  10º C ⇒ Q  E’  m c T
energia elétrica consumida pelo equipamento
E′ 15  109  100%
m   0,36  108g  energia elétrica total consuminda
c∆T 42  1 10
 0,36  105 kg  3,6  104 kg A energia elétrica consumida por um tipo de equipa-
mento (E) é dada pelo produto: número de equipamen-
tos (n) vezes potência do equipamento (P) vezes tem-
747 A quantidade de calor recebida pela água em 1
po de utilização (t).
min  60 é:
E  n  P  t
m m
d → 1 → m  500g 750
v 500
a) Projeto Potência
Q  m c t → Q  500.1.1 → Q  500 cal ou
Q  2000 J 1 P R  i2  40  52  1 000 W
00. A potência dissipada pelo resistor é: 2 P  R  i2  40  0,52  10 W
† 2000 3 P  R  i2  20  52  500 W
Pot  → Pot  ≅ 33W
∆t 60 4 P  R  i2  20  0,52  5 W
Alternativa verdadeira.
11. Falsa, pois Portanto, deverá ser escolhido o pojeto 4, no qual te-
mos a menor perda por efeito Joule.
† 2000
Pot  → Pot   33 W
t 60 b) A energia dissipada em 1 h  3 600 s é:
†1 E  P  t → E  5  3 600 → E  18 000 J
I
Com uma corrente , teremos †2  , isto é,
2 4
751 a) Chuveiro 1
a água deve aumentar 0,25ºC/min.
U2
P1 
Pot1 R1
22. Verdadeira, pois Pot  . 2202
2 2 P1   2 420 W
20

RESOLUÇÃO 247
U2 U2
Chuveiro 2 P R 
R P
U2
P2  U2 2202
R2 R R 
P 4 400
2202 1102
P2   4 840 W
10 R R  11 Ω
4 400
Portanto, o chuveiro com R  20 Ω consome menos R  2,75 Ω
potência, é mais econômico e aquece menos.
Assim:
b) E  Q R 11 R
 →  4 → R  4R
P  t  m  c   R 2, 75 R
2 420  1  0,2  30,25  1  ( f  23)
756 Alternativa c.
484  30,25 uf  695,75
30,25 f  1 179,75 PR  1,44 W U2 (12)2
1179, 75 R   100 Ω
f   39 °C UR  12 V P 1, 44
30, 25
UR  9,0 V (UR )2 92
752 a) P  U  i P    0,81 W
12 000  U  40 R  100 Ω R 100
12000
U  300 V 757 71
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

40
(01) correta → A potência de dois chuveiros é 13 kW,
b) 1 km  1 000 m portanto:
R  3  104  103  3  101  0,3 Ω †  Pct  t → †  13  0,5  6,5 kWh por dia de uso;
logo:
c) UBC  R  i  0,3  40  12 V †  6,5 kWh  30 → † 195 kWh parar um mês de uso.

d) Pd  R  i2 (potência dissipada na linha) (02) correta → Determinando a energia diária de cada


Pd  0,3  1 600  480 W e Precebida  12 000  480  aparelho:
11 520 W  11,52 kW 4  0,025  2  0,2 kWh
3  0,040  5  0,6 kWh
753 Alternativa a. 4  0,060  3  0,72 kWh
E  P  t → E  1,5  0,12 → E  0,18 kWh 3  0,1  4  1,2 kWh
Como 1 kWh custa R$ 0,18, o custo será: 2  0,080  8  1,28 kWh
0,18  0,18  R$ 0,032 2  6,5  0,5  6,5 kWh
(04) correta → Para os chuveiros, temos:
754 Alternativa c.
Durante um mês o chuveiro elétrico consome 25 % do P  6 500 W  6,5 kW  2  123 kW
consumo mensal total, que é de 300 kWh. Assim: 195 kWh
t  30 min  0,5 h  30  15 h
Eel  25 %  300 kWh  75 kWh
Sendo P  5 000 W  5 kW a potência elétrica do chu-
P  6 500 W  6,5 kW  2  13 kW
veiro e t o intervalo de tempo de utilização pelos qua- 162,5 kWh
25
tro moradores, em um mês temos: t  25 min  h  30  12,5 h
Eel  P  t 60
75  5  t (08) falsa → Para cada chuveiro temos uma corrente
t  15 h elétrica de:
15 h P  U  i → 6 500  220  i → i  25,55 A
Em um dia, o tempo de utilização é de  0,5 h  Portanto, para dois chuveiros teremos:
30
30 min. itotal  59 A
Logo, o banho diário de cada morador tem duração
de: (16) falsa → Para as lâmpadas
†total  0,2  0,6  0,72  1,2  2,72 kWh  30 
30 min
 7,5 min 81,60 kWh (mês)
4 Para a geladeira:
†  P  t → †  0,6  3  30  54 kWh (mês)
755 Alternativa e.
(32) falsa → Para a geladeira temos 54 kWh (mês)
Rio de Janeiro Recife Para os televisores:
†  0,16  8  30  38,4 kWh (mês)

248 RESOLUÇÃO
(64) verdadeira → Para as lâmpadas: • O trabalho total é †t  2  3,6  107 J  7,2  107 J
†total  81,60 kWh por segundo e †t  2  2,16  109 J  4,32  109 J por
1 kWh ⎯ R$ 0,20 minuto.
→ x  R$ 16,32
81,60 kWh ⎯ x • O número de árvores é:
01  02  04  64  71 †t 4, 32  109
n →n → n  3,08 →
Qt 1, 4  109
758 Alternativa d. n  3 árvores
Pela tabela, verifica-se que uma lâmpada com dados
nominais (60 W – 120 V), 761 Alternativa a.
utilizada em uma tensão de 127 V, fornece maior po-
P 850
tência, maior intensidade luminosa e menor durabili- n  u → 0,85  → Pt  1 000 W
dade. Pt Pt
Pt  U  i → 1 000  U  10 → U  100 V
PV
759 a) P  V  n  R  T → n  762 a) Do gráfico temos:
RT
T  27  273  300 K U  130 V → P 100 W
V  x  S, onde S  área do pistão P 100 10
b) P  U  i  i  u    0,77 A
F x Pt 130 13
P mas F  k  x  P  k 
S S U 130
c) U  R  i  R    169 W
i 10
x
k  x  S 13
S k  ( x )2
n  n

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
120
RT RT
Potência (W) 100
1, 0  104  ( 0, 50)2 2 500 80
  n  1,0 mol
8, 31  300 2 493 60
40
v2
b) R  20 Ω P mas Q  E  P  t 20
R 0
U  6,0 V 0 20 40 60 80 100 120 140
Tensão (V) 130
2
v 36
 Q   t ⇒ Q   10  60  1,1 103 J
R 20 763 Dados: U  100 V; Vágua  5  → mágua  5 kg;
i  20 °C; f  70 °C; t  20 min  1 200 s; dH20 
P0 V0 PV k ( x )2 k ( x1 )2 1 g/cm3; cH20  4 J/g  °C
c)  1 1   → T1 
T0 T1 T0 T1 Determinando a quantidade de calor necessária:
( 0, 55)2 Q  m  c   → Q  5 000  1  (70  20) → Q  25 
 300  363 K 104 cal
( 0, 50)2
1 cal ⎯ 4 J
→ x  106 J  †
1 1 25  104 cal ⎯ x
d) †  k (x1)2  k (x)2 Determinando a potência:
2 2
† 106 1
1 P →P   104 W
 †
2
[
 1,0  104  ( 0, 55)  ( 0, 50)
2 2
] t 12  102 12
1 U2 U2 104
 †  104  0,0525  †  2,6  102 J P →R   12 W
2 R P 1
 104
12
e) U  Q  †  U  1,1  103  2,6  102
 U  1,1  103 J U2 1202
764 a) P   W → P  360 W  360 J/s
R 40
760 • Energia consumida por segundo: Como 1 cal  4 J, temos P  90 cal/s.
†  10 kWh → †  10  1 000  3 600 → †  3,6  107 J P  t  m  c   → 90  1 080  m  1  (42,5  20)
Energia consumida por minuto: m  4 320 g → m  4,32 kg
†  3,6  107  60 → †  2,16  109 J
• Energia gasta com 1 kg  1 000 g de madeira (5  – b) P  t  Qágua  Qbloco 
5 kg – 5 000 g) m  c   água  m  cb   bloco
Q  m  c  t → Q  5 000  4  (100  30) → Q 
90 (16  6)  60 
1 400 000 J  1,4  106 J
• 1 árvore → 1 t  1 000 kg → Qt  1,4  109 J 4 320  1  (35  25)  5 400  cb  (35  25)
10 800  54 000  cb → cb  0,20 cal/g °C

RESOLUÇÃO 249
1 1 1 1 1
765 a) A potência teórica gerada é:    
Re R R R R
† m gH
Pot   1

4
t t Re R
Da definição de densidade, temos:
R
m Re 
m →mmV 4
V
 V gH 768 Alternativa 02.
Logo: Pot 
t Simplificando o circuito, temos:
V
mas  Z (vazão), logo: Pot  m  Z  g  H 4 2 A
t A
Como o processo de geração tem eficiência de 77 %,
resulta para a potência útil de cada unidade: 1 ⇒ 10 
Pot  0,77  m  Z  g  H →
Pot  0,77  1 000  700  10  130 B
3 B
Pot  7  108 W
Sendo 18 unidades, obtemos:
Pot  18  7  108  1,26  1010 W 769 Alternativa d.

b) A potência elétrica consumida pela cidade de Cam- 10 


pinas vale:
A B A B A B
E ⇔ ⇔
Pot  el (com Eel  6  109 Wh e Dt  1 dia  24 h)
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

10  10  5 15 
t
6  109 10 
Pot   0,25  109 W
24
O número de cidade como Campinas que Itaipu é ca-
paz de suprir é:
770 Alternativa e.
12, 6  109
n  50,4 ou aproximadamente 50 cidades A
0, 25  109
A B A B
⇒ 15  10  6
766 a) E  P  t  U  i  t  15  10  6
103 B
2,5  107  2  105   1,4  106 Wh
3600 1
1 1 1 1 1
 E  1,4  103 kWh    →  →3W
Re 15 10 6 Re 3
U  Req  i → 12  3  i → i  4 A
1, 4  103 kWh
b) número de casas  4
3, 5  102 kWh 771 a) Em paralelo a diferença de potencial é a mes-
ma para as duas lâmpadas.
c) energia total em calorias: A potência dissipada pela lIampada depende da sua
E  U  i  t  2,5  107  2  105  103  resistência e, sobretudo, da corrente que a atravessa
15  109 (Pd  R  i2).
5,0  109 J  cal
42 b) Em série, a potência dissipada pela lâmpada de-
15  109 pende apenas da resistência, uma vez que, neste tipo
E  30% E    cal de ligação, a corrente que circula pelos dois resistores
42
Para t  10 °C → Q  E  m  c  t é a mesma.
Sendo assim, R1 é a lâmpada mais brilhante.
E 15  109
m  . 0,36  108 g 
c  t 42  1  10
0,36  105 kg  3,6  104 kg 772 Alternativa b.
Vamos considerar R1  40 Ω, R2  60 Ω e R3  120 Ω,
ligados em paralelo sob uma voltagem de 12 V.
767 Alternativa e.
1 1 1 1
   → Re 20 Ω
R R Re 40 60 120
M N
“Re R1 (Re menor que a menor R)” (V)
R
U 12
M N M R N i1    0,3 A
⇔ R1 40
R R
U 12
R R
i2    0,2 A
R2 60
M N

250 RESOLUÇÃO
U 12 776 UAB  120 V
i3    0,1 A
R3 120
“A corrente é menor em R3, maior resistência.” (V) A R1 R2 i B
Pd1  Re  i12  40  (0,3)2  3,6 W
Pd2  Re  i22  60  (0,2)2  2,4 W
120 V
Pd3  R3  i32  120  (0,1)2  1,2 W
“A potência elétrica dissipada é maior no resistor de
menor resistência.” (F) R1

773 a) Lei de Ohm: U  R  i R2


Sendo uma função do 1º grau, o gráfico deve ser uma
i
reta. Portanto, o condutor I obedece a 1ª lei de Ohm.
120 V
U 7
R  7ΩR7Ω
i 1
b) Como os dois condutores estão associados em U 120
i →3 → R1  R2  40
série, a corrente no condutor I é igual à corrente II. R1  R2 R1  R2
U U (R1  R2 ) 120  40
I II i i  → 16 
R1  R2 R1  R2 R1  R2
UI UII R1  R2
R1  R2  300
Resolvendo o sistema:

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
ε R1  R2  40
R1  R2  300
obtemos R1  10 Ω e R2  30 Ω ou R1  30 Ω e R2 
No condutor II a ddp deve ser UII  5 V; logo, do gráfi- 10 Ω
co temos i  1,0 A. Como a corrente deve ser a mes-
ma nos dois condutores, para i  1,0 A no condutor I.
777 Alternativa b.
A ddp correspondente é UI  7,0 V.
Como E  UI  UII  5  7  12 V A L1 L2 L3 L4 L5
E  12 V ...

U U U U U
774 a) A resistência equivalente entre X e Y é
igual a: U
UXY  RXY  i → 20  RXY  2 → RXY  10 Ω
A resistência equivalente dos resistores R2, R3 e RX é:
R  RXY  R1 → R  10  2 → R  8 Ω U2
P
R
7  Rx
U  P R

⇒ U  8  0, 5
Req  8
U  2 V
24
U  n  U
b) Cálculo de RX : U 110
1 1 n   55 lâmpadas
1 1 U 2
  → 
Re 7  RX 24 8
24  7  R X 778
→ Rx  5 Ω
24 ( 7  R X ) RB 
01 → RA  → RB  2RA → S  
2 SA
775 Alternativa c. 
2S  → SA  2SB (Falsa)
U 40 SB
R1   → R1  200 W
i1 0, 2
Pd1  R1  i1  200  0,04 → Pd1  8 W
2
02 → P  R  i2 → PB  RBi2 → PB  2RAi2 PB 
U 40 PA
R2   → R2  400 Ω P A  R Ai 2
i2 0,1
Pd2  R2  i2  400  0,01 → Pd2  4 Ω
2 (Verdadeira)
Logo, Pdtotal é 12 W.

RESOLUÇÃO 251
U2 U2
04 → P  → PA  783 Alternativa c.
R RA
2
U U2
PB   PA  PB (Verdadeira) A i C
RB 2 RA R1  6  iMN i2

08 → Em série a corrente é a mesma. Logo: M


UA  R A  i 40 V R2  10 
UB  UA (Verdadeira) N
UB  RB  i → UB  2RAi
R3  4 

16 → Quando A e B são ligadas em paralelo, a intensi- B D


dade das correntes iA e iB são diferentes, pois RB 
2RA. (Falsa) Acoplando aos pontos M e N um amperímetro ideal
Portanto: 02  04  08  14 (RA  0), logo a corrente em R2 é nula.
UAB 40 40
i  iMN    4A
779 a) A paralela. Para a resistência de 1 ohm essa Req 64 10
associação produz maior potência útil. Acoplando aos pontos M e N um voltímetro ideal (RV 
b) A resistência elétrica de 2 ohms, pois, neste caso, ∞), não haverá passagem de corrente entre M e N.
as potências úteis fornecidas pelas duas associações
UAB 40
são iguais. i  i2   2A
Req 6  10  4
780 Chave no ponto A. UMN  R2  i2  10  2  20 V
U2 2202
PA  → 4  103  → R1  12,1 Ω
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

784 Alternativa c.
R1 R1
Chave no ponto B (R1 e R2 em série):
U2 2202 1 A
PB  → 3  103 
R1  R2 12,1  R2 R

R2  4,03 Ω V

4
781 Alternativa a.
1. Galvanômetro: mostra a presença de corrente elé- Na posição 2: o amperímetro, para medir a corrente
trica. através do resistor.
2. Fusível: interrompe a passagem de corrente por Na posição 3: o voltímetro, para medir a ddp no resistor.
efeito Joule. U
3. Condutor ôhmico: possui resistência constante, in- Para calcular R, pela 1ª lei de Ohm: R  .
i
dependente da diferença de potencial.
4. Amperímetro: possui pequena resistência interna.
5. Voltímetro: possui grande resistência interna. 785 Alternativa c.

em pararelo
782 O voltímetro é ideal, logo: A

R2 i
36V 12  V 12 
i iV  0
12 
E
14 V R  5  UV V

i  2A i  2A i  2A
A A
i  2A

RV  ∞, então iV  0 36V V ⇔ 36V 18 


6
1 14
i  2A 12 
Req 52
No voltímetro:
UV  R  i → UV  5  2  10 V 12  12
Re  6Ω
12  12
36
i 2A
18
No voltímetro:
URi
U  6  2  12 V

252 RESOLUÇÃO
A
786 Alternativa a.
• Cálculo das resitências elétricas das lâmpadas: 1,5 
2 3 9
( 20)
L 1: R 1   40 Ω 12 V
10 6
( 20)2
L 2: R 2   20 Ω
20
(10)2
L 3: R 3   20 Ω 4,5  1,5 
5 6
⇒ 12 V
(10)2
L 4: R 4   10 Ω 12 V
10 i
• O circuito equivalente fica:
1 1 1 1 1 2
U3 U4   → R 
Rp 18 9 p 18
i2 40  i2 20  Rp  6 Ω
1 1 1 2
U1 U2    → Rp  4,5 Ω
Rp 9 9 9
i1 20  i1 10  Rs  3  6  9 Ω
A resistência equivalente do circuito é:

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
A Req  6 Ω
20 V
i
b) U  R  i → 12  6i
i2A
20 2 Mas:
i1   A
30 3 i
i1  i 2  → i1  1 A
20 1 2
i2   A
60 3 c) PXY  RXYi22 → PXY  9  12
i  i1  i2  1 A (indicação do amperímetro) PXY  9 W

2
U1  20   13,4 V 20 V (não queima) 788 Alternativa d.
3
2 12 
U2  10   16,6 V 10 V (não queima) A1
3
i1 4 4 5 6 6
A i
1 B
U3  40   13,4 V 20 V (não queima) 5 C C B
3
i i2
1
U4  20   6,6 V 10 V (não queima) i
3 A2

787 a) Simplificando o circuito, temos:


5
i1 20 
A1
i1 x i C 4 D 6
A Re1 B
(2) i2 5 4 6
3 9 1,5 
R2
"em "em
18  12 V "em pararelo" pararelo" pararelo"
i2
i1
9 y 20  5 100
R e1   4Ω
20  5 25
x

9 9 1,5 

12 V
i2

i1 i
RESOLUÇÃO 253
5 793 Alternativa b.
A 4 C 4 D 6 B

5
300  150 
A 4 C 5 B

G
A 4 C 2,5  B

R
A Re  6,5  B

Como a ponte está em equilíbrio, temos:


i1  200 mA  0,2 A
De 2: ⎛ R  R4 ⎞
150  R  300  ⎜ ⎟
UAC  R1  i1 ⎝ R  R4 ⎠
UAC  20  0,2  4 V
R  R4  2  R4
UAC 4
i2    0,8 A R4  R
R2 5
i  i1  i2  0,2  0,8  1 A  1 000 mA 794 Alternativa d.
UEri→U6124V
789 a) Com a chave aberta:
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

795 Alternativa e.
1
Req  0,5 r E
1A
⇒ A B
1
Req i
V U
A
R (aquecedor)

1 1 1 1 1 E
  →  2 → Req   0,5 Ω I. U  0 → icc  5 A (verdadeira)
Req 1 1 Req 2 r
A leitura do voltímetro é: 20
U  Req  i → U  0,5  2 → U  1 V II.  5 → r  4 Ω (verdadeira)
r
III. Quando i  0 → U  E  20 V (verdadeira)
b) Com a chave fechada, a resistência equivalente ao
circuito é nula. Logo, U  0.
796 A equação do gerador é U  E  r  i; logo:
i  0 → U  E → E  40 V
790 Alternativa d.
i  4 A → U  0 → 0  40  r  4
O circuito da figura corresponde a uma ponte de
4r  40
Wheatstone em equilíbrio, pois i  0 em R. Logo:
r  10 Ω
2x  3  4  x  6 Ω
Quando i  1 A:
U  40  10i → U  40  10  1
791 Alternativa e. U  30 V
O esquema representa uma ponte de Wheatstone em Pu  U  I → Pu  30  1
equilíbrio, já que o produto das resistências opostas é Pu  30 V
constante: 5  4  2,5  8. Então, pelo resistor de 6 Ω Pt  E  i → Pt  40  1
não passa corrente (i  0). Como Pd  R  i2 → Pd  0 Pt  40 V
Logo, o rendimento é:
792 O circuito da figura corresponde a uma ponte de P 30
Wheatstone e, como não passa corrente pelo  u →
Pt 40
galvanômetro, pela condição de equilíbrio, temos:
  0,75 ou   75%
R2  R3
R 1X  R 2  R 3 → X 
R1
R3 X

R1 R2

254 RESOLUÇÃO
797 Do gráfico: i  0; U  12 V
a) U  E  r  i → 12  E → E  12 V
Se i  5 A, U  0, logo:
0  12  r  5 → r  2,4 Ω

b) A corrente de curto-circuito é obtida quando U 


0; logo, i  5 A.

c) UAB  12  2,4 i

d) r  2,4 Ω

798 Do enunciado, temos:


Pu  U  i → Pu  (E  r  i) i → Pu  E  i  r  i2

i  10 A e Pu  0 → 0  10E  100r
i  5 A e Pu  25 → 25  5 E  25r

5E  25r  25

10E  100r  0 10E  100r  0 햲
10E  50r  50 햳
햲  햳 → 50r  50 → r  1 Ω
De 1 , vem: 10E  100  1  0 → E  10 V

799 Alternativa a.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Cálculo da potência transferida para o resistor:
E 12
i  4A
Rr 21
P  R  i2  2  (4)2  32 W

800 a) R

A
 

r
E

b) U  E  r  i
U  9  5  1,2  9  6  3 V
E
c) i 
Rr
9
1,2 
R5
1,2R  6  9
1,2R  3
3 30
R   2,5 Ω
1, 2 12
Logo:
P  R  i2
P  2,5  (1,2)2 → P  2,5  1,44 → P  3,6 W

d) R  ρ 
 r2
R   r2
ρ

2, 5  3,14  0, 0004 0, 00314
ρ  
31, 4 31, 4
0,0001  104 Ω  cm
104  102 m  106 Ω  m

RESOLUÇÃO 255
801 Alternativa e. c) Determinando a resistência do resistor na posição
verão:
U2 U2 2202
P  4 200 W P  →R 
R P 4 200
E U  220 V
R  11,52 Ω
10  B 20 
A C
R1 R2 d) Significa que o resistor, através de efeito Joule,
transforma energia elétrica em energia térmica, sonora
V e luminosa na razão de 5 400 joules a cada 1 segundo.
UV  10 V

804 U  E  R  i → 0  E  10R → E  10R


I. Como o voltímetro é ideal, a sua resistência é infi- E 10 R 9
i →5 →R R
nita. Portanto, no ponto B não há divisão de corrente. R  Ru R  1, 8 5
Então, pode-se afirmar que a corrente em R1 e em R2 é 9
a mesma. Daí: E  10R  10   18 V
5
II. UAB  R1  i  10i
UBC  R2  i  20  i  10 → i  0,5 A
UAB  10  0,5  5 V  UAB  5 V i
III. UAC  E E  5  10  E  15 V
UAC  UAB  UBC R
IV. P2  R2  i2  20  (0,5)2 → P2  5 W RV  1,8
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

P
802 a) i   4,0 A
U
U 805 a) V – ddp nos terminais da bateria V  E  i  r
R  1,5 W V – ddp nos terminais do resistor V  i  R
i
Como V  V → E  i  r  i  R → 12  3r  3,0  3,5
b) UBC  6,0 V; i  4,0 A
→ r  0,5 Ω
UAB  6,0 V
b) V  E  i  r  V  12  3,0  0,50 → V  10,5 V →
 RAB  1,5 Ω
V  11 V
Pu
R3   e PT  E  i  36 W →   88%
PT
A B d) E  Pu  t → E  31,5  10  60  18 900 → E 
R1 R2
1,9  104 J
E
12 V L e) E  Q  m  c   →   →
i
mc
18 900  0, 24
C T  →   19 °C
240
803 a) Na posição inverno devemos ter maior potên-
cia dissipada, portanto, a menor resistência equivalente. 806 Alternativa a.

A B C 20 

R1

fio fase fio neutro U1


fixo E
U2 R2 6 RV  (0  50 )

b) Na posição verão devemos ter a menor potência


dissipada, portanto a maior resistência equivalente.

E E
A B C E  U 1  U2 → E   U2 → U2 
2 2
Logo:
fio fase fio neutro R2  Rv 6  Rv
R1  →4
fixo R2  Rv 6  Rv
Rv  12 Ω

256 RESOLUÇÃO
807 Alternativa a. 810 Alternativa c.
O circuito equivalente é:

E i0
15 V 1
voltímetro B
U V
r ideal
i 2

E 12 V i  1A
2

U R 10 
r 36
Req  2Ω
36
Logo:
15 15
U  E  r  i → 12  E  r  0 i  3A
E  12 V 221 5
U  E  r  i → U  12  1r Se UAB  2i → UAB  2  3  6 V, temos:
U  R  i → U  10  1  10 V UAB  6  i1 → 6  6i1 → i1  1 A
Logo : 10  12 1r → r  2 Ω UAB  3  i2 → 6  3  i2 → i2  2 A
U  E  r  i → U  15  3  1
U  12 V

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
808 Alternativa a.
P d  r  i2 → P d  1  3 2  9 W
 3
• Rfio  ρ   2  104 → 3Ω Portanto, a afirmativa c é incorreta.
s 2  104


6 811 a) O sentido do movimento dos íons positivos é
3m⎯3W Rv  2Ω da foace B para a face A devido à polaridade do gera-
3
2 m ⎯ Rv dor (vai do positivo para o negativo).
b) Usando a lei de Ohm:
E 30 30
i   5A U  R  i → i  103  R  1  106 → R  1  109 Ω
Rv  R  r 231 6
Sendo S  10  102  10  102  1  102 m2 e  
Portanto, a afirmação I é correta. 1 m, temos:
• Deslocando-se o cursor para o ponto B, diminui Rv.
 1
E Rρ → 1  109  ρ 
Em i  diminui o denominador, aumenta S 1  102
Rv  R  r
ρ  1  17 Ω  m
o valor de i.
Então, a afirmação II é falsa.
812 a) Se a chave S estiver aberta, os dois pés do
• P d  R v  i2
pássaro estarão a um mesmo potencial e, portanto,
Pd  2  25  50 W
não haverá corrente através dele e o pássaro não re-
A afirmação III é correta.
ceberá um choque.

809 Do gráfico, temos: b) Se a chave S estiver fechada, existe uma corrente


i  0 e U  1,5 V no circuito e, agora, existe uma ddp através da lâm-
i  0,75 A e U  0 pada (portanto, entre os pés do pássaro) e este rece-


Logo: berá um choque. A corrente ip que passa através do
UEri 1,5  E pássaro pode ser calculada do seguinte modo: a ddp
0  E → 0,75r através do pássaro (e da lâmpada) ee igual à ddp V
Daí, 0  1,5  0,75r → r  2 Ω fornecida pela bateria. Podemos então escrever V 
• A máxima corrente é 0,75 A.
V
• A potência é máxima quando i  0,375 A. Logo: Rpip, donde ip  .
Pu  U  i  (1,5  2i) i Rp
Pu  (1,5  2  0,375) 0,375 A
Pu  0,28 W c) Se a chave S estiver aberta, outra vez os dois pees
de cada pássaro estarão a um mesmo potencial (em-
E 1, 5
i   0,375 A bora este potencial seja diferente para cada pássaro)
rr 22
e, portanto, não há corrente através de nenhum deles.
Assim, são verdadeiras as afirmações 00 e 44. Nenhum peassaro receberá um choque.

RESOLUÇÃO 257
d) Se a chave S estiver fechada haverá uma corrente 816 Alternativa c.
no circuito. Entretento, para o segundo pássaro a ddp • situação I
entre seus pés continua sendo nula, pois o fio entre os
seus pés é ideal e tem resistência nula. Logo, toda a E
 
corrente fluirá por este fio e nenhuma corrente atra-
vessará o pássaro. Portanto, o segundo pássaro não
A R
levará um choque.

2R
813 Alternativa c. B

1 1 1 1
   → Req  2 Ω
Req 6 6 6 A potência dissipada pelos resistores, será:
E 6 E2 E2 3 E2
i →1 P  → Pd1 
R21 3R R 2R 2R
R3Ω • situação II

E
814 a) Supondo a situação ideal, temos:  
E  R  i → 12  1 000i → i  0,012 A
ou i  12 mA R
A

b) Na situação não-ideal, o circuito equivalente fica: R


B 2
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

RV  10 000  U

R  10 000  Req  909  A potência dissipada pelos resistores, será:


i
E2 E2 3 E2
i P  → P d2 
r1 r1 R R R
RA  50  ⇔ RA  50  2
E  12 V E  12 V Estabelecento a razão entre as potências dissipadas:
i 3 E2
Pd1 2R Pd1 1
 2
→ Pd2  2Pd1 → 
A corrente elétrica é igual a: Pd2 3E Pd2 2
E 12 R
i →i
r  Req  R A 1  909  50
i  0,0125 A ou i  12,5 mA
A indicação do voltímetro é:
U  Req  i → U  909  0,0125
U  11,4 V

815 0. (Verdadeira) O potencial no ponto A corresponde


ao potencial total da bateria (máximo), antes das que-
das de tensão que ocorrem nos resistores, chegando
ao ponto B de potencial mínimo.

1. (Falsa) A corrente que passa pelo resistor de 3 Ω (I2)


é maior que a corrente que passa pelo resistor de 6 Ω,
já que sua resistência é menor.

2. (Verdadeira) Determinando o Req:


36
Req  8   10 → Req  20 Ω
36

3. (Verdadeira) Determinando a potência dissipada:


Pd  R  i2 → Pd  20  52  500 W

4. (Falsa) Determinando a carga que atravessa o gera-


dor:
Q
i → Q  5  5
t
Q  25 C
258 RESOLUÇÃO
817 Alternativa d. • para o funcionamento da lâmpada é necessário que
A r r r i B A iB
U  120 V
• para obter 120 V devemos associar as quarenta ba-
3r
E E E 3E A A

RL RL
L 6 12  12  ⇒ 3 ⇒ 3 6V
Ch
a) Chave aberta (i  0):
B B
U  3E  r  i → 4,5  3E → E  1,5 V
b) Chave fechada (RL  10 W e U  4 V):
terias em série
i
E

1, 5
→ 10i  3ri  1,5 1 U  U1  U2  ... U40  40  3  120 V
RL  r i 10  3 r
U  3E  3ri → 4  4,5  3ri → 3ri  0,5 2 821 Alternativa c.
Substituindo 2 em 1 , vem:
10i  0,5  1,5 → i  0,1 A
R R R
5
c) 3ri  0,5 → 0,3r  0,5 → r  r
3
chave A
5
d) Req  3r  RL → Req  3   10 → Req  15 Ω
3 r r

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
818 a) A associação é dada por: 1,5 V 1,5 V

6
U

i
3V
2
"n células em série"

U2 62
Daí, temos: P →P → P  12 W
R 3
n  E  U → n  60  103  480 → n  8 000 células
Es  1,5  1,5  1,5  1,5  6 V
b) P  U  i → P  480  1 → P  480 W
822 Alternativa b.
A resistência de cada lâmpada vale:
819 Alternativa d.
U2 (1)2
R  R2Ω
1,5 V 1,5 V Req  3 V
R 0, 5
Chave aberta
3 3
A A UV i → 0,3  → r  2r
R1
A  2r  6 2r  6
1 R3 Chave fechada (Eq  3 V e req  2  6  8 Ω)
1 R3 Req  0,5  2 Eeq 3
2 i  A → i  375 mA
R2 A req 8

Eeq 3 823 U  E  ri → 100  E  5  8 → E  60 V


i  i  1,2 A
R3  Req 2  0, 5
824 Alternativa c.
Uv  R3  i  2  1,2  Uv  2,4 V
U  E  ri; logo:
22  E  2r 
820 Alternativa e. 25  E  5r
A B 3  3r
r  1 Ω
3V 3V 3V
Logo:
22  E  2 → E  20 V

lâmpada 825 Alternativa a.


(120 V)

RESOLUÇÃO 259
826 Alternativa b. 64. A potência dissipada no gerador é:
U  E  ri → 120  110  r  i P  r  i2  1  12  1 W (falsa)
ri  10 Portanto: 01  02  08  32  43
Pd  ri2 → Pd  ri  i
100  10i 832 01. R1, R2 e R3 estão em paralelo. (falsa)
i  10 A 02. A resistência total vale:
Mas: 1 1 1 1 1
ri  10 → r  10  10 → r  1 Ω    → 
R R1 R2 R3 R
500 V
8 4
A i B 1 2  3
→R4Ω
20
Req  R4  R → Req  50  4 → 54 Ω (falsa)
100 V
20 
04. A leitura em A1 será:
Ueq  Req  ieq → 270  54ieq → ieq  5 A (verdadeira)
827 Alternativa e.
VM  VN  5  i  3  10  i 08. Determinando UAB:
36  VN  5  2  3  10  2 UAB  E  R4  ieq → UAB  270  50  5  20 V (
36  VN  33 → VN  3 V verdadeira)

828 Alternativa a. 16. A leitura em A2 será:


8i  500  4i  100  20i  0
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

i  12,5 A 5A A 4A

1A 2A 2A
829 Alternativa e.
UAB  E  r  i 20  20 V 10  10 
UAB  500  8  12,5
A2
UAB  400 V
P UAB i 400 B
h u    0,8  80%
Pt Ei 500
(verdadeira)

830 Alternativa a. 32. A potência dissipada em R1 é metade da dissipada


A corrente tem sentido anti-horário; logo: em R2.
 E2  r2i  E1  r1i  Ri  0 Pd r  R1  12 → Pd r  20 W
 4  2i  2  1i  5i  0 Pd r  R2  22 → Pd r  40 W → Pd r  2  Pd r
1 1

i  0,25 A Então: 04  08  16  28
2 2 2 1

831 01. Como E1  E2, a bateria E1 está funcionando 833 Dados: U  12 V; P  48 W


como fonte de força eletromotriz e a bateria E2 está a) A corrente através de cada lâmpada será:
funcionando como receptor de fem e2 (verdadeira) P  U  i → 48  12  i → i  4 A
02. Pela lei de Ohm-Pouillet:
93 b) O fusível deve ser dimensionado para um valor mí-
i  1 A → leitura 1 A (verdadeira)
6 nimo de 8 A, já que cada lâmpada é atravessada por
04. A leitura do voltímetro V2 é a ddp no receptor, logo: 4 A.
U2  E2  v2  i → U2  3  1  1  4 V (falsa)
5A 4A
08. A leitura do voltímetro V1 é a ddp no gerador, logo:
U1  E1  v1  i → U1  9  1  1  8 V (verdadeira) F 4A

L L
16. A leitura no voltímetro V3 é a ddp na associação em
paralelo de R1 com R2, com Req  2 Ω, logo:
U3  Req  i  2  1  2 V (verdadeira)

32. A energia consumida no receptor é:


E2  P2  Dt → E2  U2  i  Dt  4  1  1  4 kWh 834 Dados: R1  R2  R3  R4  120 Ω; UAB  270 V
(verdadeira) a) Determinando a resistência do resistor equivalente:

R1 R2,3 R4

260 RESOLUÇÃO
120  120 837 Alternativa e.
onde R2,3   60 Ω
120  120
Req  120  60  120  300 Ω 100 

i3  0,125 A
50  β
e1
α
10 V 20 
b) Determinando a corrente em L3: i2
i1
0,45 A R2
A

R1 0,9 A R4
nó A → i1  i3  i2
R3 malha β → 20i3  10  50i2  0
0,45 A
2,5  10  50i2  0
i2  0,150 A
Ueq  Req  i → 270  300  i → i  0,9 A Logo: i1  0,125  0,150
Portanto, a corrente em L3 será 0,45 A i1  0,025 A
malha α → e1  10  50i2  100i1  0
c) Tirando L3, temos: e1  10  7,5  2,5  0
Req  R1  R2  R4  360 Ω e1  0
Ueq  Req  i → 270  360  i  0,75 A
Portanto, a lâmpada L4 passa a ser percorrida pou uma 838 a) O circuito é:

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
corrente ( 0,75 A) menor que a anterior (0,9 A), logo,
brilhará menos. i M

i1 i2
835 Alternativa b.
Utilizando a lei dos nós ou 1ª lei de Kirchhoff: 12 V

10 A 2A
A
3 5 5 N
X

4 Com o capacitor carregado a leitura do amperímetro é


zero (não passa corrente elétrica nesse trecho, i2  0).
   

b) A corrente i  i1 é igual a:
x  2  10 → x  8,0 A 12
i → i  1,2 A
Sendo assim, a tensão no resistor de 4 Ω será: 55
U  R  i → U  4  8  32 V A diferença de potencial entre A e B é:
UMN  5i → UMN  5  1,2  6 V
836 Alternativa d. A carga armazenada é:
Associando os dois elementos de fem iguais a 3 V em Q  C  U → Q  1  105  6  6  105 C  60  106 C
paralelo, temos Ep  3 V, logo o circuito passa a ser:  60 C

9V c) Sem a bateria, o circuito fica:

1,75 
Ep
1,5 V 3V
R1
i

A
1,25  1,5 V
Assim, as placas do capacitor, carregadas com carga
Q  6  105 C ficam ligadas entre si e os elétrons da
Pela lei de Ohm-Pouillet, temos: placa negativa começam a passar para a placa positi-
( 9  1, 5)  ( 3  1, 5) va. No início, o fluxo de cargas é grande porque a ddp
i
1, 75  1, 25 entre as placas é máxima. No decorrer do tempo, o
fluxo de elétrons vai se reduzindo, porque há cada vez
10, 5  4, 5 6
i  i2A menos eleetrons para se tranferirem, até que cessa
3 3
completamente quando não houver mais cargas nas
placas, isto é, Q  0. Se Q  0, obtemos U  0. Desse

RESOLUÇÃO 261
C  U2
modo, a energia potencial armazenada EP 
2 20 
fica igual a zero. i1
20 
11 V
839 Alternativa d. i2
Chave aberta: como o voltímetro é ideal a corrente i 
0, logo: 20 
UV  E E  30 V E 11
UV  30 V i1  i 2  
R 60
Chave fechada: i  2 A
i1  i2  0,18 A

d) os dois capacitores estão associados em paralelo,


logo:
20  20  ic Ceq  C1  C2  10 F  10 F
Ceq  20 F
11 V C1
20  X
10 F
i
841 Alternativa b.
200  300 
20  20 

30  12 i ic  0
i
i  2  r1  3 Ω
2  4  r1 10 V
Uc 2 F 20 V
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

i3 i3

20  20  20  i2 i2 U2
i1
11 V 20  20  20  60  Como o capacitor está totalmente carregado, ic  0.
i2 Pela 2ª lei de Kischhoff, temos:
i1
20  10  (200  300)i  0
20  20  20  10 1
i A→i A
500 50
i1
No gerador de fem igual a 20 V, temos:
UC  20  300  i
20 
⎛ 1 ⎞
Req  55  UC  20  300 ⎜ ⎟  UC  14 V
U2 ⎝ 50 ⎠
15 
Sabendo que QC  U  C
QC  14  2  106  28  106 C QC  28 mC
20  A potência é dissipada nos resistores, logo:
Pd  Rtot  i2
2
⎛ 1 ⎞ 500
840 Pd  (200  300) ⎜ ⎟  W Pd  0,2 W
⎝ 50 ⎠ 2 500
a) Com o capacitor carregado ic  0
b) Cálculo das correntes em cada trecho do circuito:
U 11 842 Alternativa b.
i1    i1  0,2 A
Req 55
a
U2  15  i1  U2  15  0,2 → U2  3 V A
ic
10 V 
U2 3
i2    i2  0,15 A R 2 F
20 20 1 C

U2 3
i3    i3  0,05 A
60 60 b

I. O capacitor está totalmente carregado; logo, a cor-


c) Se no lugar de x for colocado um capacitor carre- rente ic  0. Então, a indicação do amperímetro é “zero”.
gado, a corrente i3 será nula.
i3  0 E
II. U  E  r  i → U  E  r  →
Na condição imposta acima, as intensidades de cor- Rr
rente i1 e i2 são iguais, pois o circuito se resume em:

262 RESOLUÇÃO
1  10
U  10  8V 848 Alternativa a.
41
O campo magnético é mais intenso nas regióes próxi-
Q  U  C → Q  8  2  106  16 C
mas aos pólos; logo, a concentração de linhas de
10 indução é maior.
III. UAB  R  i  4  8V
5 Nem todos os metais são ferromagnéticos. Portanto,
nem todos são atraídos por ímãs.
E
IV. i  2A É impossível isolar os pólos de um ímã (inseparabilidade
Rr
dos pólos).

843 Alternativa b. 849 Alternativa a.


Q 36  106 O ponto P1 se encontra próximo a região central do
C  UC   → UC  12 V
UC 3  106 ímã, onde as ações magnéticas são menos intensas
UC  E  R1  i  12  16  R1  2 → R1  2 Ω (campo menos intenso).

850 a) Sabemos que, externamente ao ímã, as linhas


de indução têm sentido do pólo norte para o pólo sul.
Eletromagnetismo Assim, temos a seguinte configuração:

844 Alternativa c.
É impossível isolar os pólos de um ímã (inseparabilidade
dos pólos).

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
845 Alternativa d. b) Cada agulha magnética se orienta na direção do
Sendo a barra de material ferromagnético, ela sofre a vetor indução magnética B exintente no ponto onde
ação do campo magnético do ímã (indução magnéti- ela foi colocada, com o pólo norte indicando o sentido
ca). de B. por sua vez, o vetor indução tem direção tangen-
te à linha de indução e acompanha o seu sentido. Des-
846 Dizemos que um corpo apresena propriedades te modo, temos:
magnéticas quando há uma predominância de ímãs
elementares orientados sobre os demais.

847 Alternativa a.
O imã de polaridade AT é repelido pelo ímã fixo. Con-
clui-se que A é pólo sul e T é pólo norte.

851 Alternativa a.
Pólos de nomes contrários se atraem; logo, a posição
do ímã é a da alternativa a.
Os pólos magnéticos de um ímã são inseparáveis e,
portanto, mesmo seccionado, mantêm a orientação 852 Alternativa b.
magnética. Orientam-se externamente no sentido sul-norte.

853 Alternativa e.
Sendo um dos objetos de material não-imantável, não
haverá força de atração ou de repulsão.
Sendo um deles um ímã, quando este for pendurado
por um fio, a sua orientação será norte-sul (como uma
bússola). Logo, somente I é verdadeira.

854 Alternativa d.
Sendo os dois ímãs idênticos e sendo os pontos P1 e
P2 eqüidistantes dos dois ímãs, são estes os dois úni-
cos pontos que admitem campo resultante nulo.

Experiência I – repulsão
Experiência II – atração
Experiência III – repulsão
Experiência IV – atração

RESOLUÇÃO 263
855 Alternativa a. Mas P1  P2, então:
As agulhas se alinham conforme o campo resultante N1  F 1  F2  N2  N 1  N 2  F 1  F2
nos pontos 1, 2, 3. Então, a alternativa que representa
melhor as posições indicadas é a a. Como F1 e F2 são as forças de interação entre os ímãs,
então F1  F2, logo:
N1  N2  2F1
858 Alternativa a.
Para a situação de equilíbrio:
N1  P1  F 1 { P 1  N 1  F1
F 2  N 2  P2 { P 2  F 2  N2

Mas P1  P2, então:


856 A agulha da bússola se orienta segundo a resul- N1  F 1  F2  N2  N 1  N 2  F 1  F2
tante dos campos magnéticos.
Como F1 e F2 são as forças de interação entre os ímãs,
então F1  F2, logo:
N1  N2  2F1

859 Alternativa d.
1. Quando o ímã A se encontra distante do ímã B, so-
fre uma repulsão e uma atração praticamente na mes-
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

ma direção. Como a intensidade do campo magnético


decresce com a distância, a componente repulsiva será
mais intensa que a atrativa, fazendo que o movimento
⎯→ seja retardado. Se a velocidade de A for baixa, ele irá
Logo, B T deve ser orientado conforme a figura acima. parar e retroceder, como indica o gráfico I.

857 2. a) No entanto, se a velocidade for suficientemente


a) Lagos próximos Lagos próximos Lagos próximos alta, o ímã A poderá se aproximar o suficiente para
Pólo Norte Pólo Sul ao Equador que a componente atrativa se torne mais intensa que a
geográfico geográfico repulsiva, como mostra a figura a seguir. Nesse caso,
(pólo sul (pólo norte o movimento passará de retardado para acelerado.
magnético) magnético) R  Repulsão
Rx  Componente repulsiva
Amostra B Amostra A Amostra C
A  Atração
Ax  Componente atrativa
b) Nas regiões polares o campo magnético terrestre é
muito mais intenso do que no equador. Esse intenso
campo orienta o movimento das bactérias para o fun-
do do lago, em busca de alimentos. Isto ocorre com as
bactérias das amostras A e B.
As bactérias da amostra C praticamente não sofrem
ação do campo magnético terrestre e se distribuem
aleatoriamente sem predominância de um grupo so-
bre outro.

858 Alternativa a.
Para a situação de equilíbrio:

Note que, apesar de R  A, temos Ax  Rx.

b) Logo depois que o ímã A passa pelo B, o movimen-


to continua acelerado, como indica a figura seguinte.
Veja que A  R, mas Rx  Ax.

N1  P1  F 1 { P1  N 1  F1
F2  N2  P2 { P 2  F 2  N2

264 RESOLUÇÃO
Ponto B: BB  BB1  BB2
4  107  5  101 4  107  1
BB  2

2  5  10 2  5  102
BB  6,0  106 T

864 Alternativa b.
0  i
B2  B3  B 
2  a
Como B 2 e B 3 tem sentidos contrários e mesmo
módulo, se anulam.
c) Quando o ímã A se afastar bastante do ímã B, a Peremos então, no ponto P, apenas B1.
atração e a repulsão terão praticamente a mesma dire-
0  i B
ção. Como a intensidade do campo magnético decres- B1  
ce com a distância, a componente atrativa ficará mais 2  ( 2a ) 2
intensa que a repulsiva, fazendo que o movimento vol-
te a ser retardado.
As fases a, b, e c estão representadas no gráfico III.

860 Alternativa d.
A agulha da bússola deverá se orientar de tal forma
que o seu campo magnético interno tenha a mesma

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
direção e sentido do campo magnético do condutor,
no ponto considerado.

865 Alternativa a.
A agulha magnética da bússola alinha-se na direção
⎯→
do campo de indução magnética resultante ( Br ), no
ponto onde ela se encontra. Na figura abaixo estnao
representados os vetores campo de indução magnéti-
⎯→ ⎯→ ⎯→
ca B1 , B2 e B3 , de mesma intensidade, devido às
correntes i1, i2, e i3.
861 Alternativa b. o vetor campo resultante tem, portanto, direção AA e
Em torno de um condutor longo e reto, as linhas de sentido AA.
indução são circunferências concêntricas, às quais é
tangente, ponto a ponto, o vetor indução magnética,
cujo sentido é dado pela regra da mão direita.
Então, o vetor que melhor representa o campo magné-
tico no ponto P é o vetor V4.

862 Alternativa c.
O campo magnético em um ponto próximo a um con-
dutor percorrido por corrente é dado por:
0  i
B
2  r
Substituindo pelos valores numéricos fornecidos, te-
866 Alternativa b.
mos:
As regiões nas quais podemos ter campo nulo, são
4  107  1, 5 aquelas onde existem campos de sentidos opostos.
B  1,2  106 T
2  0, 25 Logo, as regiões onde o campo pode ser nulo, são as
regiões I e III.
863 Ponto A: BA  BA1  BA2
4  107  0, 5 4  107  1
BA  
2  101 2  2  101
BA  zero

RESOLUÇÃO 265
867 Alternativa c. Para que o campo de indução magnética resultante
Os campos magnéticos no ponto P, criados pelas cor- seja nulo, a corrente elétrica que percorre a espira deve
rentes nos dois condutores têm mesmo módulo, pois produzir um campo de indução magnética com a mes-
⎯→
as correntes são iguais e as distâncias de P aos con- ma direção de B1 , porém, sentido oposto.
dutores é a mesma. Nessa situação, utilizando novamente a regra da mão
0  i direita, agora para a espira, concluímos que a corrente
B1  B2  elétrica que a percorre deve circular no sentido anti-
2 d
horário.
4  107  10
B1  B 2   2,0  105 T
2  101
⎯→ ⎯→
Como B1 e B2 , no ponto P, têm a mesma direção e o
mesmo sentido, o campo magnético resultante é a
soma dos módulos de B1 e B2, ou seja:
Bp  B1  B2  4,0  105 T
perpendicular ao plano da folha. Temos ainda:
⎯→ →
B1  B
868 Alternativa e.
i1 i
Admitindo que o enunciado se refira ao campo mag- 
2 d 2R
nético na região central do ímã e da espira, temos:
Campos verticais, da espira para cima e do ímã para i1 i

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

baixo. 2 ( 2 R ) 2R
i1
869 Alternativa a.  2p
i
A agulha alinha-se segundo o campo magnético da
espira, que é perpendicular ao plano da própria espira.
872 Alternativa d. No interior de um solenóide, as li-
Assim, segue a direção da reta AB . nhas de indução são praticamente retas e paralelas ao
seu eixo.
870 Observando o solenóide pelo lado direito da figura,
0  i temos:
a) By 
2r
0  ( 2 i) 0  i
Bx  
2(2r) 2r
⎯→ ⎯→ ⎯→
B0  B x  B y
Logo, as linhas de indução estão orientadas da esquer-
B0  B2x  B2y da para a direita.

2  0  i 873 Alternadiva d.
B0 
2r o campo magnético no interior de um solenóide é dado
por:
b) Quando as duas espiras se encontram no mesmo
0  i  n
plano, os campos têm mesma direção. Como as cor- B
rentes circulam em sentidos contrários, os sentidos dos 
campos são contrários. n
onde i é a intensidade de corrente e , o número de
B0  B1  B2  zero 
espiras por unidade de comprimento.

874 Alternativa c.

871 Alternativa b.
De acordo com a regra da mnao direita, o fio 1 gera no
cintro da espira circular um campo de indução magné-
→ Devido ao sentido da corrente estabelecida no
tica B, perpendicular ao plano da figura e entrando no solenóide, o campo magnético criado no seu interior,
papel. está orientado da esquerda para a direita.

266 RESOLUÇÃO
A agulha da bússola passará a se orientar segundo a Fm  0,4 N
resultante do campo.
881 Alternativa d
875 a) Ao ligarmos as extremidades do fio aos pólos Ao penetrar nesta região onde existe esta composição
da pilha, este passa a ser percorrido por uma corrente de campos, o elétron fica sujeito à ação da força da
elétrica que, por sua vez, gera um campo magnético Lorentz, que é a resultante das forças (magnética) e
ao seu redor. Como o fio está enrolado em torno de (elétrica). Logo, a direção da resultante está numa di-
uma haste de ferro, o campo magnético gerado pela reção no plano xy.
corrente elétrica imantará a haste e esta, comportan-
do-se como um ímã, passará a atrair pequenos obje- 882 Alternativa d.
tos de ferro ou aço. I.Um campo elétrico paralelo ao eixo y, no sentido de y
b) O sentido do campo magnético gerado pela corren- ⎯→
te elétrica é da extremidade A para a extremidade B da negativo, produz uma força Fe no sentido positivo de
haste, portanto, a extremidade A da haste funciona y, logo, a partícula sobe.
como pólo norte e a B como pólo sul.
c) Ao se inverter os pólos da pilha, inverte-se o senti- II.Um campo magnético perpendicular ao plano xy e
⎯→
do da corrente elétrica e, conseqüentemente, o senti- entrando nele, produz uma força central Fm , conforme
do do campo magnético. Com isso, a extremidade A a figura ao lado, produzindo um desvio no sentido ne-
passa a ser pólo sul e a B, pólo norte. gativo de y.

876 Alternativa d. III.O campo elétrico, com mesma direção de V , não
R (trajetória do próton) afeta a trajetória retilínea do elétron. O campo magné-

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
– por ação da força magnética sofre um desvio para tico, desde que estivesse entrando no plano xy, pro-
cima. duziria um desvio no sentido negativo e y.
S (trajetória do nêutron)
– Não sofre a ação do campo , pois a sua carga é nula. 883 Alternativa d.
→ → →
T (trajetória do elétron) Como E , B e V são mutuamente perpendiculares,
– Por ação da força magnética sofre um desvio para para que a trajetória da partícula seja retilínea é neces-
baixo. sário que a resultante das forças originadas pelo cam-
po elétrico e pelo campo magnético seja nula, então:
877 Alternativa e. F e  Fm
Fm  q  v  B  sen
 180°
 Fm  0 Fe  q  E
Fm  q  v  sen
Fm  q  v  B
Como a força magnética é nula, a velocidade perma-  90°
necerá inalterada. E
qvBqE  v
B
878 Alternativa e.
500
No eixo magnético da Terra, em pontos distantes, as v m/s  v  5,0  103 m/s
linhas da indução são retas praticamente.Então, como: 0,10

Fm  q  v  B  sen
884 Alternativa e.
e  0° ou  180°
mv
a Fm é nula, não sendo, pois, alternada a velocidade R , logo o aumento de R pode ser obtido por:
qB
da partícula, nem em módulo, direção ou sentido. 1) aumento de m ou v
2) redução de q ou B
879 Alternativa a.
O campo magnético que cada corrente cria no ponto 885 Alternativa c.
A tem um vetor indução magnética na mesma direção
⎯→ mA  v
e sentido de V0 . vA 
qA  B
Portanto  0, sen  0.
mB  v
vB 
880 Alternativa b. qB  B
Fm  q  v  B  sen → Fm  2  106  5  104  8  sen 30° v e B são constrante, logo, para que vA  vB, devemos
1 mA mB
Fm  2  106  5  104  8  ter  .
2 qA qB

RESOLUÇÃO 267

886 Alternativa a. 889 a) Na direção x, paralela a B , o movimento é
Uma partícula eletrizada com caga q, com velocidade retilíneo e uniforme.
→ Logo:
v perpendicular às linhas de indução de um campo
→ L0 12
magnético B , realiza movimento circular univorme de vx  4  106 
t t
2 m  t  3  106 s
período T  .
qB
b) No plano perpenducular à fitura, contendo o eixo y,
temos um M.C.U. de período T  3  106 s e velocida-
de escalar vy  3  106 m/s.
2 R 2 R
vy   3  106 
T 3  106
R  1,5 m
No caso, o próton percorrerá semicírculos seqüenciais
c) O raio da trajetória em questão é dado por:
no sentido anti-horário, no plano , e no sentido horá-
rio, no plano . m vy 1, 6  1027  3  106
R 1,5 
O menor t é igual ao intervalo de tempo t1  t2  q B 1, 6  1019  B
T1  T2  B  2  102 T

2
890 Alternativa d.
m m m (B1  B2 )
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

t   t  . Pela regra da mão esquerda pode-se verificar que:


qB1 qB2 q B1  B2

mv m  Ec
887 R  R
qB q2  B2
Ec  m  v 2

m
R  Ec  k Ec
q  B2
2 ⎯→
Logo, a força é melhor representada por X 4 .
12
Para Ec  4  10 J, temos R  60 cm e para Ec 
2,56  1012 J, R  ?
289 Alternativa c.
Ec  Pela regra da mão esquerda, temos:
R  k Ec R  R Logo, a barra deverá rolar para a direita.
Ec

R  k Ec 892 Alternativa b.
Fm  B  i    sen Fm  B  i  
2, 56  1012  90°
R  60  48 cm Fm  1,0  104  500  200
4, 0  1012
Fm  10 N
888 Em todos os pontos, a velocidade do elétron é
perpendicular à força magnética e o campo magnético
F
é perpendicular aos dois, ou seja, perpendicular à fo- 893 a) tg  
 I
lha de papel. Utilizando a “regra da mão esquerda” e
lembrando que o elétron é uma carga negativa, con- Fm  B  i    sen
clui-se que o campo magnético está entrando na folha F
B
de papel. I    sen
Fm  força magnética  90°
Fa  força de atrito F
B  tg 
I
A inclinação (tg ) dá a intensidade do campo magné-
tico (B) perpendicular ao condutor.

4  102 4  102
b) B    4  106 T
2  sen 30° ⎛ 1⎞
2⎜ ⎟
⎝ 2 ⎠

268 RESOLUÇÃO
894 Alternativa c. 898 (01) O campo magnético gerado pelo fio é dado
Para o equilíbrio Fm  P 0  i
por: B  , logo dobrando i, dobramos B.
P 2 r
BiP i
B Afirmativa (01): verdadeira.
10
i 5A (02) Pela regra da mão direita sabemos que o sentido
21 de B depende do sentido de i.
A corrente deve ter intensiade 5 A com sentido de B Afirmativa (02): verdadeira.
para A.
(04) O campo magnético gerado pelo fio é dado por
895 a) Com a chave aberta a corrente no condutor é 0  i 1
nula, logo a força magnética é nula, e a indicação do B . Logo, B não cai com ; portanto, (04)
2 r r2
dinamômetro é o peso da barra. é falsa.
P  m  g  200  103  10
P2N (08) Se um segundo condutor percorrido por corrente,
for colocado paralelamente ao primeiro, haverá força
b) Para que o dinamômetro indique zero, a força mag- de interação entre os fios, logo a afirmativa (08) é falsa.
nética deve ter mesmo módulo, mesma direção e sen- (16) Sendo as correntes de sentidos inversos, a força
tido contrário do peso da barra. Para tanto, o sentido será repulsiva; logo a afirmativa (16) é verdadeira.
da corrente é de A para B.
mg 2 (32) Se existir uma partícula carregada nas proximida-
Fm  B  i   i   10 A
B 1  2  101 des do fio, esta pode ficar sujeita a uma força magné-

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Pmg tica.
F  q  v  B  sen
c) U  R  i  6  10  60 V
A força será diferente de zero, desde que v ≠ 0 e
sen ≠ 0.
896 a) A constante elástica da associação de molas A afirmativa (32) é falsa.
em paralelo é dada pela soma das constantes elásti-
cas de cada mola, então: SOMA  01  02  16  19
k  k1  k2  10 N/m
899 a) A intensidade de corrente i é:
Com a chave desligada, a força de restituição elástica
é igual ao peso da barra. n  número de elétrons
Fel  P  k  x  P ne
i e  1,6  1019 C
t
P 2
x    0,2 m  20 cm
k 10 2 R
t  → t  6,7  107 s
C
b) Para que as molas sejam comprimidas, é necessá-
rio que a força magnética esteja orientada de baixo n  1, 6  1019
0,12   n  5,02  1011 elétrons
para cima, logo a corrente deve fluir da direita para a 6, 7  107
esquerda (regra da mão esquerda).
No equilíbrio: Fm  P  Fel b) A intensidade do campo magnético criado por qual-
B  i    P  kx quer um dos feixes a uma distância de 1 cm é:

P  kx 2  10  101 2  107  0,12


B  
3 B  B  2,4  106 T
i 5  4  101 2 102

B  1,5 T A intensidade da força magnética é:

897 Alternativa c. v1
 elétrons
0  2 i2  i2   F
F1  F 1  F2
2 d F
 pósitrons
0  2 i2  i2  
F2  v2
2 d
As forças de interação têm sempre a mesma intensi- F  B  i    sen  e   90°, conforme mostra a figura 1.
dade, a mesma direção e sentidos contrários. F  2,4  106  0,12  2   3,2
F  5,78  105 N

RESOLUÇÃO 269
900 Alternativa d. sua vez, depende da velocidade com que este se mo-


vimenta.
!  B  A  cos !BA
Assim, a luminosidade é máxima nos instantes corres-
!  0° pondentes à velocidade máxima, isto é, nos instantes
A  5  102  8  102  4  103 m2 em que x  0.
!  B  A  0,4  4  103  1,6  103 Wb
905 Alternativa d.
901 Alternativa d. Para exista uma corrente induzida é necessário uma
Devido ao movimento do ímã haverá uma variação de fem induzida.
fluxo magnético que irá originar uma fem induzida va- Pela lei de Faraday, temos:
riável no decorrer do tempo. Como os terminais A e B !
da bobina estão em aberto, a corrente elétrica será nula, e
t
mas entre estes haverá uma tensão variável.
ou seja, é necessário uma variação de fluxo para que
902 a) exista uma fem induzida.
A corrente induzida tem o sentido anti-horário na espira. O intervalo de tempo durante o qual há variação de
fluxo é de t  1 s até t  3 s.

906 Alternativa a.
Quando o detetor é aproximado de um objeto metáli-
co, o fluxo do campo magnético por ele gerado cria
neste objeto uma fem induzida que, por sua vez, gera
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

uma corrente induzida que origina um campo magné-


tico total diferente do campo de referência.

907 Alternativa a.
Área da espira:
A  2  1  2 cm2  2  104 m2

Variação do fluxo através da espira.


b) Como estamos aproximando um pólo norte da
!  B  A  cos !  A  B
espira, nela origina-se um pólo norte. Como pólos
iguais se repelem, a força magnética sobre o ímã é cos !  1
vertical e para cima. Portanto, a força resultante é
do gráfico: t  2 s → B  2 T
vertical para baixo e tem o módulo menor do que o
peso do ímã ( P  Fm). então !  2  2  104 Wb
!  4  104 Wb
903 a)
Força eletromotriz induzida:
! 4  104
|e|    2  104 V
t 2

corrente induzida:

direção do e 4  104
i    1  104 A
movimento do ímã R 2
i  0,1  103 A
i  0,1 mA

908 Do gráfico, temos:


s  8 cm2  8  104 m2; R  5 mΩ 5  103 Ω
b) Ao movimentar o ímã, aproximando-o ou afastan-
do-o da bobina, produzimos uma vaiação de fluxo atra- a) Como o gráfico é uma reta:
vés desta, gerando uma corrente induzida que irá acen-
der a lâmpada. tg  
3  1
30 10
904 Alternativa e. 1 1
B (t)  B0  t → B(t)  t
A luminosidade da lâmpada depende da força 10 10
eletromotriz induzida pelo movimento do ímã, que, por

270 RESOLUÇÃO
1
Logo: !  B S cos  → !  t  8  104  cos 0° → 912 Alternativa a.
10
5 Com a rotação da espira com velocidade angular cons-
→ !  8  10 t
tante
, surge uma variação de fluxo ! através da
espira, variação esta que irá gerar uma induzida alter-
b) Do gráfico, temos:
nada.
!i  0
! !
!f  B S cos  → !f  3  8  104  30 → !f  0,072 Wb e i (alternada
t R  t
Logo: !  !f  !i → !  0,072 Wb e
i
R
A força eletromotriz induzida é:
! 0, 072 913 a)
e → e → e  0,0024 
t 30 b) Pela polaridade da bateria, o sentido da corrente na
 2,4  103 V espira é horário e, pela regra da mão esquerda, as for-
ças magnéticas nos ramos da espira são as indicadas
Portanto, a corrente induzida é igual a: na figura.
e  R  i → 2,4  103  5  103 i → i  0,48 A

909 Alternativa b.
Os elétrons livres no interior do condutor ficam sujei-
tos à ação de uma força magnética, pois juntamente
com o condutor se deslocam com velocidade perpen-

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
dicular às linhas de indução do campo magnético .
Pela regra da mão esquerda estes elétrons ficam sujei-
tos à ação de uma força magnética orientada de R para
S.
Fm  q  v  B  sen
sen  1

Fm  q  v  B

Logo, sentido de rotação do motor é anti-horário.


E, desta forma, surge na barra uma fem induzida dada
por: c) Como a força magnética é proporcional à intensi-
eBv dade de corrente, ou seja:
B4T e  4  101  4 Fm  B  i    sen
1
  10 cm  10 m e  1,6 v para aumentar a intensidade da força magnética e,
v  4 m/s conseqüentemente, aumentar o binário, devemos au-
mentar a intensidade de corrente deslocando o cursor
Pelo exposto acima apenas a afirmação II é correta. do reostato para a esquerda.

910 Alternativa b. 914 Alternativa b.


Pela regra da mão esquerda, os elétrons livres em AB A corrente induzida no galvanômetro se deve à varia-
ficam sujeitos a uma força magnética de B para A, ge- ção da corrente em B1, desaparecendo após a mano-
rando uma corrente convencional de A para B, ou seja: bra de abertura ou fechamento da chave.
na espira, em sentido horário. A lei de Lenz garante que os sentidos das correntes
A fem induzida é: induzidas, na abertura e no fechamento das chaves,
e  B    v  0,5  2  101  10 são opostos.
e1v
915 Alternativa e.
e 1 O transformador é um dispositivo elétrico que está fun-
i  2A
R 0, 5 damentado na lei de Faraday-Neumman, usando o fe-
Logo, corrente induzida de 2 A no sentido horário. nômeno da indução eletromagnética.
A variação do fluxo magnético que gera a corrente elé-
911 Somente em torno do eixo x (lado AB), pois só trica induzida no secundário é obtida através da varia-
assim haverá uma variação do fluxo magnético atra- ção da corrente elétrica no primário do transformador.
vés da área do circuito e, de acordo com a lei de
Faraday, surgirá uma fem induzida no fio, acendendo a 916 Alternativa c.
lâmpada. Quando o número de espiras do secundário é menor
do que o número de espiras do primário, o transforma-
dor é um rebaixador de tensão; logo, a diferença de
potencial é menor no secundário.

RESOLUÇÃO 271
917 Alternativa a.
A potência e a freqüência conservam-se constantes.

918 Alternativa c.
Np Up Np 3800
I)  → 
Ns Us Ns 115
Np  33 Ns
Np > Ns
(verdadeira)
II) Upip  Usis → 3800 ip  115 is
ip  0,03 is
ip < i s
(verdadeira)

III) Os transformadores só funcionam para tensões al-


ternadas. (Falsa)

919
01. A energia potencial gravitacional diminui, pois a
altura diminui. Como a energia se conserva, a energia
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

cinética aumenta. (verdadeira)

02. Por meio da indução magnética, a energia cinética


da turbina se transforma em energia elétrica. (verda-
deira)


04. R  (verdadeira)
A

08. Np Ns, pois o transformador é um elevador de


tensão (verdadeira)

16. Os transformadores aumentam a tensão elétrica


mantendo a corrente alternada (Falsa)

32. Sendo Pd  R  i2, a energia elétrica é diretamente


proporcional a R e não inversamente proporcional a i.
(Falsa)

272 RESOLUÇÃO
SIGLAS
ACAFE-SC — Associação Catarinense das Fun- FCCHAGAS — Fundação Carlos Chagas
dações Educacionais
FEI-SP — Faculdade de Engenharia Industrial
AFA-SP — Academia da Força Aérea
F ESP -UPE — Fundação Universidade de
AMAN-RJ — Academia Militar de Agulhas Negras Pernambuco
CEETPS-SP — Centro Estadual de Educação FGV-SP — Fundação Getúlio Vargas
Tecnológica Paula Souza
FMTM-MG — Faculdade de Medicina do Tri-
C EFET — Centro Federal de Educação ângulo Mineiro
Tecnológica
FURG-RS — Fundação Universidade Federal do
CENTEC-BA — Centro de Educação Tecnológica Rio Grande do Sul
da Bahia
FURRN — Fundação Universidade Regional do
CESCEM-SP — Centro de Seleção de Escolas Rio Grande do Norte
Médicas
FUVEST-SP — Fundação para o Vestibular da Uni-
CESESP-PE — Centro de Estudos Superiores do versidade de São Paulo
Estado de Pernambuco
IME — Instituto Militar de Engenharia
CESGRANRIO-RJ — Centro de Seleção de Can-
didatos ao Ensino Superior do Grande Rio ITA-SP — Instituto Tecnológico de Auronáutica
ECM-AL — Fundação Universitária de Ciências da ITE-SP — Instituto Toledo de Ensino - Bauru
Saúde de Alagoas Governador Lamenha Filho
MACK-SP — Universidade Mackenzie
EEM-SP — Escola de Engenharia Mauá
MED.ABC-SP — Faculdade de Medicina do ABC
EFEI-MG — Escola Federal de Engenharia de
Itajubá MED.POUSO ALEGRE-MG — Universidade de
Pouso Alegre
EFOA-MG — Escola dce Farmácia e Odontolo-
gia de Alfenas OSEC-SP — Organização Santamarense de Edu-
cação e Cultura
ENCE — Escola Nacional de Ciências Estatísticas
PUCC-SP — Pontifícia Universidade Católica
ENEM — Exame Nacional do Ensino Médio de Campinas
ESAM-RN — Escola Superior de Agricultura de PUC — Pontifícia Universidade Católica
Mossoró
SANTA CASA-SP — Faculdade de Ciências Mé-
ESPM-SP — Escola Superior de Propaganda e dicas da Santa Casa de São Paulo
Marketing
UCDB-MS — Universidade Católica Dom Bosco
FAAP-SP — Fundação Armando Álvares Penteado
UCMG — Universidade Católica de Minas Gerais
FAFEOD-MG — Faculdade Federal de Odontolo-
gia de Diamantina UCSAL-BA — Universidade Católica de Salva-
dor
FAFI-BH — Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras de Belo Horizonte UCS-RS — Universidade de Caxias do Sul
F AMECA -SP — Faculdade de Medicina de UECE — Universidade Estadual do Ceará
Catanduva
UEL-PR — Universidade Estadual de Londrina
FATEC-SP — Faculdade de Tecnologia
UEMA — Universidade Estadual do Maranhão
FAZU-MG — Faculdade de Agronomia e
Zootecnia de Uberaba UEMG — Universidade Estadual de Minas Gerais

SIGLAS 273
UEM-PR — Universidade Estadual de Maringá UFU-MG — Universidade Federal de Uberlândia
UEPA — Universidade Estadual do Pará UFV-MG — Universidade Federal de Viçosa
UEPG-PR — Universidade Estadual de Ponta UMC-SP — Universidade de Mogi das Cruzes
Grossa
UMESP-SP — Universidade Metodista de São
UERJ — Universidade Estadual do Rio de Janeiro Paulo
UESPI — Universidade Estadual do Piauí UNAERP-SP — Universidade de Ribeirão Preto
UFAC — Universidade Federal do Acre UNAMA-PA — Universidade da Amazônia
UFAL — Universidade Federal de Alagoas UNB-DF — Universidade de Brasília
UFBA — Universidade Federal da Bahia UNEB-BA — Universidade do Estado da Bahia
UFCE — Universidade Federal do Ceará UNESP-SP — Universidade Estadual Paulista
UFES — Universidade Federal do Espírito Santo Júlio de Mesquita Filho
UFF-RJ — Universidade Federal Fluminense UNICAMP-SP — Universidade Estadual de Cam-
UFG — Universidade Federal de Goiás pinas

UFJF-MG — Universidade Federal de Juiz de U NICAP -PE — Universidade Católica de


Fora Pernambuco

UFLA-MG — Universidade Federal de Lavras UNIC-MT — Universidade de Cuiabá


UFMA — Universidade Federal do Maranhão UNICRUZ-RS — Universidade de Cruz Alta
UFMG — Universidade Federal de Minas Gerais UNIFOR-CE — Universidade de Fortaleza
UFMS — Universidade Federal do Mato Grosso U NIMEP -SP — Universidade Metodista de
do Sul Piracicaba
UFOP-MG — Universidade Federal de Ouro Preto UNIPAC-MG — Universidade Presidente Antônio
UFPA — Universidade Federal do Pará Carlos

UFPE — Universidade Federal de Pernambuco UNIP-SP — Universidade Paulista Objetivo


UFPEL-RS — Universidade Federal de Pelotas UNI-RIO — Universidade do Rio de Janeiro
UFPI — Universidade Federal do Piauí UNISA-SP — Universidade de Santo Amaro
UFPR — Universidade Federal do Paraná UNISINOS-RS — Universidade do Vale do Rio dos
Sinos
UFRGS — Universidade Federal do Rio Grtande
do Sul UNITAU-SP — Universidade de Taubaté
UFRJ — Universidade Federal do Rio de Janei- UNIUBE-MG — Universidade de Uberaba
ro
UNIVEST-SP —
UFRN — Universidade Federal do Rio Grande
do Norte URRN — Universidade Estadual do Rio Grande
do Norte
UFSC — Universidade Federal de Santa Catarina
USC-SP — Universidade Sagrado Coração
UFSCAR-SP — Universidade Federal de São
Carlos USJT — Universidade São Judas Tadeu
UFSM-RS — Universidade Federal de Santa VUNESP-SP — Fundação para o Vestibular da
Maria Universidade Estadual Paulista

274 SIGLAS