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<https://www.google.com.br/search?biw=1366&bih=637&tbm=isch&sa=1&q=senten%
C3%A7a+&oq=senten%C3%A7a+&gs_l=psy-
ab.3...4397.5375.0.5734.7.7.0.0.0.0.294.294.2-1.1.0....0...1.1.64.psy-
ab..7.0.0....0.NH7QkzPLKoM#imgrc=l-vjV1UtgS6hvM:> Acesso em 08/10/2017.
PODER JUDICIÁRIO
JUSTIÇA DO TRABALHO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 12ª REGIÃO
1ª VARA DO TRABALHO DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ
RTOrd 0010050-20.2018.512.0001
RECLAMANTE: PEDRO LEMOS
RECLAMADO: FUNDAÇÃO DE TECNOLOGIA DO ESTADO DE SANTA
CATARINA

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL

SENTENÇA

1- RELATÓRIO

Pedro Lemos ajuizou a reclamação trabalhista nº 0010050-20.2018.512.0001 contra


Fundação de Tecnologia do Estado de Santa Catarina alegando que foi contratado em
02/01/2017 e dispensado imotivadamente em 31/01/2018, mediante aviso prévio
trabalhado, que foi cumprido até o dia 02/03/2018.

Alega que laborava em regime de “home office”, cerca de 50 (cinquenta) horas por
semana, ultrapassando o limite de 44 (quarenta e quatro) horas, previsto no art. 7º, inciso
XIII, da Constituição Federal de 1988 (CF/88), razão pela qual faz jus ao recebimento de
horas extras com reflexos em aviso prévio, férias + 1/3, décimo terceiro salário e na multa
de 40% do FGTS.

O reclamante aduz que a reclamada não arcava com os custos de sua internet, conexão
esta que era necessária para o exercício do trabalho. Assim, pleiteia o recebimento de R$
100,00 (cem reais) por mês durante todo o contrato de trabalho.

Afirma, também, que as verbas rescisórias foram pagas em 09/03/2018, ou seja, no prazo
legal, mas os documentos rescisórios necessários para o resgate do Fundo de Garantia por
Tempo de Serviço (FGTS) e para o recebimento do seguro desemprego foram entregues
extemporaneamente, em 16/03/2018. Requer, portanto, o recebimento da multa prevista
no art. 477, §6º, da CLT.
Por fim, requer a condenação da reclamada ao pagamento de 03 (três) dias de aviso prévio
ao fundamento de que foi obrigado a laborar por todos os 33 (trinta e três) dias do
mencionado aviso.

Atribuiu à causa o valor de R$ 24.250,00 (vinte e quatro mil duzentos e cinquenta reais).
Juntou documentos.

Citada, a reclamada compareceu à audiência.

Proposta a conciliação, não foi aceita.

A reclamada apresentou contestação rechaçando a pretensão de horas extras ao


fundamento de se aplica ao caso a exceção contida no art. 62, inciso I, da CLT, vez que o
trabalhador laborava em sua residência sem qualquer controle de jornada. Invoca também
o parágrafo 3º, ao art. 62, da CLT, incluído na CLT pela Lei nº 13.467/17, que exclui o
direito dos teletrabalhadores ao recebimento de horas extraordinárias.

No tocante aos gastos com internet, assevera que o obreiro já arcava com eles antes
mesmo da sua contratação, além da conexão ser usada também para fins particulares.

No que fiz respeito à multa do art. 477, da CLT, afirma que é indevida, pois a entrega dos
documentos rescisórios se deu no mesmo dia do pagamento do acerto rescisório

Por fim, em relação ao pleito do pagamento de 03 (três) dias de aviso prévio, alega que a
Lei nº 12.506/2011 não faz qualquer ressalva quanto à aplicação da proporcionalidade a
somente uma das partes ou acerca dela não ser observada quando o aviso prévio é
trabalhado, razão pela qual pugna pela improcedência do pedido.

Fixados os pontos controvertidos e definido o ônus da prova, consensualmente, procedeu-


se à oitiva das partes e de uma testemunha de cada parte.

Como declararam que não desejavam produzir outras provas, encerrou-se a instrução.

Alegações finais remissivas.

Renovada a tentativa de conciliação, não foi aceita.


2- FUNDAMENTAÇÃO

2.1 – JORNADA DE TRABALHO

O fundamento jurídico do pleito obreiro para fazer jus à 6 (seis) horas extras por semana
é que, embora trabalhasse em sua residência, havia controle de jornada por meio de login
no sistema de informática da reclamada.

A pretensão do trabalhador merece ser acolhida.

Inicialmente, registro a inaplicabilidade da Lei nº 13.467/17 e da Medida Provisória nº


808/17 ao caso em comento, haja vista que o contrato de trabalho foi firmado em
02/01/2017, ou seja, antes do início da vigência da Reforma Trabalhista.

Dessa forma, a questão sob judice deve ser analisada sob a ótica do Direito do Trabalho
antes das modificações introduzidas pela Lei nº 13.467/17 e pela Medida Provisória nº
808/17.

No caso em tela, é fato incontroverso que o reclamante sempre exerceu suas atividades
laborativas em sua residência. O ponto controverso, portanto, é se havia ou não controle
de jornada por parte do empregador.

Antes de se adentrar à prova documental e oral, deve-se esclarecer que o fato de o


reclamante exercer suas atividades fora do estabelecimento comercial da reclamada por
si só não é suficiente para afastar o direito ao recebimento de horas extras. Deve-se
investigar se havia ou não a possibilidade deste controle.

As testemunhas foram uníssonas no sentido de que o reclamante tinha que acessar o


sistema da reclamada para poder realizar suas atividades laborativas. Também afirmaram
que o empregador sabia exatamente o horário em que o obreiro conectava e desconectava
de tal sistema.

Dessa forma, resta comprovado o controle de jornada, razão pela qual o trabalhador faz
jus às horas extras.

No tocante ao montante destas horas, o reclamante se desincumbiu do ônus probatório


que lhe cabia ao demonstrar a existência de controle de jornada, nos termos do art. 818,
da CLT, e 373, inciso I, do CPC. Assim, cabia ao reclamado demonstrar que a jornada
declinada na exordial era inverídica, o que não ocorreu.

Diante do exposto, condeno a reclamada ao pagamento de 6 (seis) horas extras por


semana, com reflexos em aviso prévio, férias + 1/3, décimo terceiro salário e na multa de
40% do FGTS, por todo o pacto laboral, eis que ultrapassada a jornada máxima semanal
permitida pelo art. 7º, inciso XIII, da Constituição Federal de 1988.

2.2 – DESPESAS COM INTERNET

O pleito do reclamante de pagamento de R$ 100,00 (cem reais) por mês para custear a
internet utilizada no teletrabalho não merece ser acolhido.

Como bem salientado na peça defensiva, a conexão com a internet hoje é algo essencial
na maior parte dos lares, não havendo prova de que o obreiro tenha feito a contratação
deste serviço exclusivamente para prestar serviços à Reclamada. O trabalhador também
não logrou êxito em demonstrar, por exemplo, que teve que aumentar a velocidade de sua
internet para atender aos anseios do empregador, o que conduz à inarredável conclusão
de que não teve custo com sua utilização para fins laborais.

Além disso, não conseguiu apontar sequer qual seria o gasto com a internet para uso
pessoal e qual seria para fins de trabalho.

Diante do exposto, julgo improcedente o pedido.

2.3 – MULTA DO ART. 477, §8º, DA CLT

O reclamante requer a condenação da reclamada ao pagamento da multa constante no art.


477, §8º, da CLT, ao fundamento de que houve atraso na entrega dos documentos
rescisórios.
A reclamada, em sede de defesa, assevera que a entrega de tais documentos se deu em
09/03/2018, ou seja, no prazo legal.
Analisando os autos não se vislumbra qualquer documento que comprova a data da
entrega dos documentos rescisórios ao trabalhador, ônus este que era da reclamada, nos
termos do art. 373, inciso II, do CPC.

Todavia, a testemunha ouvida a pedido da reclamada afirmou que estava com ele no dia
09/03/2018, tendo presenciado a entrega destes documentos, o que desnatura o recibo
carreado aos autos em que consta que eles teriam sido entregues em 16/03/2018.

Assim, entendo que a Fundação se desincumbiu do ônus de prova que lhe competia em
razão da prova oral produzida, razão pela qual julgo improcedente o pedido.

2.4 – AVISO PRÉVIO

A controvérsia referente ao aviso prévio resume-se à sua proporcionalidade, ou seja, se


na hipótese dele ser de mais de 30 (trinta) dias, como no caso em comento, o trabalhador
tem que laborar por todos os dias referentes ao aviso prévio proporcional ou se trabalha
apenas durante os 30 (trinta) dias originais e recebe como indenização o restante.

No caso em tela, o reclamante requer justamente o pagamento dos 03 (três) dias referentes
à proporcionalidade do aviso prévio.

Com a devida vênia, razão não lhe assiste.

A previsão do art. 7º, inciso XXI, da Constituição Federal de 1988, é de "aviso prévio
proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de trinta dias, nos termos da lei".
Esta proporcionalidade somente foi regulamentada pela Lei nº 12.506/2011, que prevê 03
(três) dias a mais de aviso prévio, além dos 30 (trinta) dias a que todos têm direito, a cada
ano trabalhado.

Ocorre que nem a CLT nem a citada Lei fazem qualquer menção a limite de dias que o
trabalhador tem que laborar durante o aviso prévio.

Além disso, não há amparo no ordenamento jurídico pátrio a pretensão autoral de que
sejam indenizados os 03 (três) dias de trabalho referentes ao aviso prévio proporcional.
Isto porque os artigos 487 a 491, da CLT, preveem somente duas hipóteses de aviso
prévio: trabalhado e indenizado. O pleito obreiro acaba por criar instituto jurídico distinto,
na medida em que no caso em comento, em que foi concedido aviso prévio trabalhado, o
reclamante teria, na verdade, aviso prévio “misto”, pois prestaria serviços durante 30
(trinta) dias e receberia a título de indenização os 03 (três) dias restantes.

Não se pode perder de vista que o aviso prévio é instituto bilateral, como expressamente
se extrai do art. 487, caput, da CLT: “Não havendo prazo estipulado, a parte que, sem
justo motivo, quiser rescindir o contrato deverá avisar a outra da sua resolução com a
antecedência mínima de...”

Como se infere, a disposição legal é cristalina no sentido de que a obrigação de uma parte
avisar a outra do desejo da rescisão do pacto laboral é recíproca.

Na esteira deste raciocínio não há como consagrar o pleito autoral, sob pena de
infringência da bilateralidade do aviso prévio, além de deferir pretensão sem arrimo legal.

Diante do exposto, julgo improcedente o pedido.

2.5 – ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA

Defiro a assistência judiciária gratuita para o trabalhador, ante a condição de


miserabilidade provada documentalmente.

2.6 – HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

A Lei nº, 13.467/17 acrescentou na CLT o art. 791-A, que prevê o pagamento de
honorários advocatícios, mesmo quando for concedida a assistência judiciária gratuita
(§4º).

Diante da procedência parcial da presente reclamação trabalhista e da impossibilidade de


compensação dos honorários advocatícios (§3º), fixo-os em 10% para o reclamante e 5%
para a reclamada, devendo ser calculado sobre o valor a ser apurado em liquidação de
sentença.
3 - DISPOSITIVO

Pelo exposto, julga-se parcialmente procedente os pedidos, condenado a reclamada ao


pagamento de 6 (seis) horas extras por semana, com reflexos em aviso prévio, férias +
1/3, décimo terceiro salário e na multa de 40% do FGTS, por todo o pacto laboral.

Os demais pleitos são improcedentes, nos termos da fundamentação supra.

São devidos honorários advocatícios de 10% pelo reclamante e 5% pela reclamada,


devendo ser calculado sobre o valor a ser apurado em liquidação de sentença.

Fixa-se o valor da condenação em R$ 17.000,00 (dezessete mil reais), com custas (2% do
valor da condenação) de R$ 340,00 (trezentos e quarenta reais).

Balneário Camboriú/SC, 04/10/2018.

Juiz do Trabalho

Você, atuando como advogado de Pedro Lemos, deverá interpor o recurso apto a
reformar os pontos desfavoráveis ao seu cliente na sentença prolatada. Vamos lá?
Súmula nº 214 do TST
DECISÃO INTERLOCUTÓRIA. IRRECORRIBILIDADE (nova redação) - Res.
127/2005, DJ 14, 15 e 16.03.2005.
Na Justiça do Trabalho, nos termos do art. 893, § 1º, da CLT, as decisões interlocutórias
não ensejam recurso imediato, salvo nas hipóteses de decisão: a) de Tribunal Regional
do Trabalho contrária à Súmula ou Orientação Jurisprudencial do Tribunal Superior do
Trabalho; b) suscetível de impugnação mediante recurso para o mesmo Tribunal; c) que
acolhe exceção de incompetência territorial, com a remessa dos autos para Tribunal
Regional distinto daquele a que se vincula o juízo excepcionado, consoante o disposto no
art. 799, § 2º, da CLT.
1Os valores do deposito recursal vigentes entre 01/08/2017 e 31/07/2018 sao os seguintes:
a) R$ 9.189,00 (nove mil, cento e oitenta e nova reais), no caso de interposiçao de Recurso Ordinario;
b) R$ 18.378,00 (dezoito mil, trezentos e setenta e oito reais), no caso de interposiçao de Recurso de
Revista, Embargos e Recurso Extraordinario;
c) R$ 18.378,00 (dezoito mil, trezentos e setenta e oito reais), no caso de interposiçao de Recurso em
Açao Rescisoria.
Súmula nº 383 do TST
RECURSO. MANDATO. IRREGULARIDADE DE REPRESENTAÇÃO. CPC DE 2015,
ARTS. 104 E 76, § 2º (nova redação em decorrência do CPC de 2015) - Res. 210/2016,
DEJT divulgado em 30.06.2016 e 01 e 04.07.2016.
I – É inadmissível recurso firmado por advogado sem procuração juntada aos autos até
o momento da sua interposição, salvo mandato tácito. Em caráter excepcional (art. 104
do CPC de 2015), admite-se que o advogado, independentemente de intimação, exiba a
procuração no prazo de 5 (cinco) dias após a interposição do recurso, prorrogável por
igual período mediante despacho do juiz. Caso não a exiba, considera-se ineficaz o ato
praticado e não se conhece do recurso.
II – Verificada a irregularidade de representação da parte em fase recursal, em
procuração ou substabelecimento já constante dos autos, o relator ou o ó rgão competente
para julgamento do recurso designará prazo de 5 (cinco) dias para que seja sanado o
vício. Descumprida a determinação, o relator não conhecerá do recurso, se a providência
couber ao recorrente, ou determinará o desentranhamento das contrarr azões, se a
providência couber ao recorrido (art. 76, § 2º, do CPC de 2015).


Art. 818. O ônus da prova incumbe: (Redação dada pela Lei nº 13.467, de 2017)
I - ao reclamante, quanto ao fato constitutivo de seu direito; (Incluído pela Lei nº 13.467,
de 2017);

II - ao reclamado, quanto à existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do


direito do reclamante. (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017);
§ 1o Nos casos previstos em lei ou diante de peculiaridades da causa relacionadas à
impossibilidade ou à excessiva dificuldade de cumprir o encargo nos termos deste artigo
ou à maior facilidade de obtenção da prova do fato contrário, poderá o juízo atribuir o
ônus da prova de modo diverso, desde que o faça por decisão fundamentada, caso em
que deverá dar à parte a oportunidade de se desincumbir do ônus que lhe foi atribuído.
(Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017);
§ 2o A decisão referida no § 1o deste artigo deverá ser proferida antes da abertura da
instrução e, a requerimento da parte, implicará o adiamento da audiência e possibilitará
provar os fatos por qualquer meio em direito admitido. (Incluído pela Lei nº 13.467, de
2017);
§ 3o A decisão referida no § 1o deste artigo não pode gerar situação em que a
desincumbência do encargo pela parte seja impossível ou ex cessivamente difícil.
(Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017).

Art. 373. O ônus da prova incumbe:


I - ao autor, quanto ao fato constitutivo de seu direito;
II - ao réu, quanto à existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do
autor;
§ 1o Nos casos previstos em lei ou diante de peculiaridades da causa relacionadas à
impossibilidade ou à excessiva dificuldade de cumprir o encargo nos termos do caput ou
à maior facilidade de obtenção da prova do fato contrário, poderá o juiz atribuir o ônus
da prova de modo diverso, desde que o faça por decisão fundamentada, caso em que
deverá dar à parte a oportunidade de se desincumbir do ônus que lhe foi atribuído.
§ 2o A decisão prevista no § 1o deste artigo não pode gerar situação em que a
desincumbência do encargo pela parte seja impossível ou excessivamente difícil;
§ 3o A distribuição diversa do ônus da prova também pode ocorrer por convenção das
partes, salvo quando:
I - recair sobre direito indisponível da parte;
II - tornar excessivamente difícil a uma parte o exercício do direito.
§ 4o A convenção de que trata o § 3o pode ser celebrada antes ou durante o processo.

Quando há conflitos de provas como deve proceder o julgador?


Para melhor elucidar esta questão e para que você, aluno, tenha mais subsídios para
elaborar a peça processual, sugere-se a leitura da seguinte decisão:
 Acórdão do TRT da 2ª Região – processo nº 0000498-48.2011.5.02.0255 :
http://search.trtsp.jus.br/easysearch/cachedownloader?collection=coleta014&do
cId=4bf8d481fd50fdfcde73210b707e59315d90ca74&fieldName=Documento&
extension=pdf

 Acórdão do TST – processo nº 1682-51.2015.5.17.0006:


http://aplicacao5.tst.jus.br/consultaunificada2/inteiroTeor.do?action=printInteiro
Teor&format=html&highlight=true&numeroFormatado=E-RR%20-%201682-
51.2015.5.17.0006&base=acordao&rowid=AAANGhAA+AAATznAAL&data
Publicacao=27/10/2017&localPublicacao=DEJT&query=aviso%20and%20pr%
E9vio%20and%20aus%EAncia%20and%20reciprocidade

 Acórdão do TST – processo nº 1964-73.2013.5.09.0009:


http://aplicacao5.tst.jus.br/consultaunificada2/inteiroTeor.do?action=printInteiro
Teor&format=html&highlight=true&numeroFormatado=E-RR%20-%201964-
73.2013.5.09.0009&base=acordao&rowid=AAANGhABIAAAOVjAAJ&dataP
ublicacao=29/09/2017&localPublicacao=DEJT&query=aviso%20and%20pr%E
9vio%20and%20aus%EAncia%20and%20reciprocidade

Assunto CRFB/88 CLT CPC/2015 TST Outros


Recurso Ordinário - Art. 789; Art. 795; Art. 76; Art. Súmula nº 197; -
Art. 893; Art. 895; 219; Art. 996 Súmula nº 383
Art. 899; Art. 900
Despesas - Art. 75-D - - Acórdão do TRT da
17ª Região n.
0014000-
21.2010.517.0013;
Acórdão do TRT da
3ª Região nº
0101100-
63.2006.503.0071
Aviso Prévio Art. 7º, inciso Art. 487 - Acórdão nº Lei nº 12.506/11
XXI 0001964-
73.2013.5.09.00
09;
Acórdão nº
0001682-
51.2015.5.17.00
06
Multa do art. 477, - Art. 477, §6º e §8º; Arts. 369 a 484 Acórdão do TRT da
§8º, da CLT. Art. 769; Arts. 818 2ª Região nº
a 830 0000498-
48.2011.5.02.0255
Honorários - Art. 791-A; - - -
Advocatícios

Fonte: elaborado pelo autor.