Você está na página 1de 14

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - ULBRA

CURSO DE QUÍMICA INDUSTRIAL


QUÍMICA AMBIENTAL
PROFESSORA: TANIA RENATA PROCHNOW

Willian Ayres da Silva

Química Ambiental – Poluição Atmosférica

Canoas
2018
SUMÁRIO
1. Questão 1ª.......................................................................................................................3
1.1 Ciclos Globais .............................................................................................................4
1.1.1 Ciclo do Carbono ......................................................................................................4
1.1.2 Ciclo do Nitrogênio ..................................................................................................5
1.1.3 Ciclo do Enxofre .......................................................................................................6
1.1.4 Impacto Ambiental ...................................................................................................8
2. Questão 2ª ....................................................................................................................10
2.1 Flaring .......................................................................................................................10
2.2 Aterros Industriais .....................................................................................................10
2.3 Filtros de Tecido ........................................................................................................10
3. Questão 3ª ....................................................................................................................11
3.1 Depleção da camada de ozônio, efeito estufa e chuva ácida .......................................11
3.2 Problemas de saúde ...................................................................................................11
4. Questão 4ª ....................................................................................................................12
5. Referências Bibliográficas ..........................................................................................13
3

1. 1ª Questão: O artigo “Ciclos Globais de Carbono, Nitrogênio e Enxofre: A


importância na Química da atmosfera” de maneira simples faz um resumo geral da
atmosfera, os principais ciclos e impactos ambientais. A partir da leitura deste material,
apresente os tópicos mais importantes dos impactos ambientais atmosféricos e discuta-
os.

Ao lado dos processos naturais (pântanos e decomposição de matéria orgânica), as


atividades humanas, como indústria, agricultura e pecuária e a aglomeração em grandes
cidades interferem significativamente nos diversos ciclos globais, ocasionando
transformações na composição e na concentração dos diversos constituintes da atmosfera.
Como consequência, a depleção da camada de ozônio, o efeito estufa e a chuva ácida.
O uso de combustíveis fósseis tem contribuído de forma significativa para o aumento da
concentração (pressão parcial) de CO2 na atmosfera. Este fato é preocupante pois, se de
um lado, este gás é fundamental para processos como a fotossíntese, por outro lado, é um
dos gases causadores do efeito estufa, realizando o aquecimento do solo, dos oceanos e
da atmosfera. Também a emissão de óxidos de enxofre, provenientes naturais de erupções
vulcânicas, é um dos causadores da chuva ácida.
A atmosfera realiza um papel fundamental para os seres vivos, mantendo as condições
ideais na superfície para a criação e a manutenção da vida. Ela fornece o dióxido de
carbono necessário para a fotossíntese, o nitrogênio convertido pelas bactérias fixadoras
em nitrogênio utilizável e também serve como um escudo protegendo-nos das emissões
radiativas de altas energias. Geralmente ela é descrita em camadas, tais como:
Troposfera - Ela se estende do solo até a tropopausa, com uma altitude variada em 18
km nos trópicos, 12 km nas latitudes médias, e 6 a 8 km nos pólos. Sua temperatura
decresce à medida que aumenta a altitude. Nela ocorre a maior parte das reações químicas
envolvendo as espécies presentes na atmosfera.
Estratosfera - Se estende a aproximadamente 50 km até a estratopausa. Sua temperatura
é um pouco elevada devido a energia de reações que ocorrem nela entre ozônio e oxigênio
molecular. Cerca de 90% do ozônio presente na atmosfera está nela localizado, sendo ele
responsável pela filtração de radiações como ultravioleta de alta energia, proveniente da
luz solar.
Mesosfera - Novamente a temperatura decresce, e sua altitude chega a cerca de 90 km
até a mesopausa.
Termosfera - Variação positiva da temperatura com a altitude.
4

Mais de 99,9% da massa seca da atmosfera consiste de nitrogênio, oxigênio e argônio. A


fração restante é composta por CO, CO2, hélio, neônio, criptônio, metano, hidrogênio,
ozônio, óxidos de nitrogênio e amônia, entre outros.

1.1 Ciclos globais


A composição da atmosfera modificou-se ao longo do tempo devido às interações
biológicas e geológicas que ocorrem nas interfaces com a litosfera e hidrosfera. A alta
concentração de nitrogênio e oxigênio se deve pela regeneração contínua dessas
substâncias por organismos vivos (atividade microbiana e fotossíntese). Com a ausência
da biota, a atmosfera teria concentrações de dióxido de carbono muito acima das atuais e
pouca concentração de oxigênio. A vida na Terra é mantida pela energia do sol e pelas
interações entre sistemas físicos e biológicos em contínuo reciclo, tornando o planeta
autossustentado e em evolução.

1.1.1 Ciclo do carbono


Os reservatórios de CO2 na atmosfera, litosfera e oceanos são extremamente grandes. As
trocas de CO2 entre a atmosfera e a biosfera terrestre ocorrem principalmente através da
fotossíntese e a respiração por plantas. A fixação do CO2 pelos oceanos se dá através da
dissolução do gás na água e por fotossíntese.
O metano é um composto orgânico em nível traço de maior abundância na atmosfera,
sendo também o gás estufa mais abundante depois do dióxido de carbono e vapor d’água,
respectivamente. As fontes de emissões de metano para a atmosfera são provenientes de
áreas alagadas e com deficiência de oxigênio, como pântanos, lagos e regiões de cultivo
alagado, como o arroz. A emissão ocorre pela decomposição de matéria orgânica via
mecanismos redutores, como em organismos de bovinos. Já nas fontes antrópicas, as
principais atividades responsáveis pela emissão de metano são decomposição de lixo em
aterros sanitários, queima de biomassa, mineração de carvão, processamento de petróleo
e extração de gás natural.
Uma grande variedade de HCNM (hidrocarbonetos não metânicos) é emitida para a
atmosfera e suas reações têm importante papel para a química deste compartimento, sendo
os mesmos precursores de diferentes oxidantes fotoquímicos, tais como aldeídos, ácidos
carboxílicos e ozônio. Cerca de 92% vem de fontes naturais, como emissões por plantas,
oceanos e atividade microbiana. Os outros 8% são de atividades antrópicas, como
indústrias.
5

Monóxido de carbono é produzido na oxidação atmosférica do metano e de HCNM, na


emissão por plantas e microrganismos, na fotoxidação de matéria orgânica dissolvida em
oceanos e também em diferentes tipos de atividade humana, tais como queima e
combustão incompleta de biomassa e combustíveis fósseis.

1.1.2 Ciclo do nitrogênio


É o elemento químico mais abundante da atmosfera, contribuindo com aproximadamente
78% de sua composição. Existem vários compostos contendo nitrogênio, já que, ele
possui grande facilidade em fazer ligações e uma variação de oxidação entre (-3) a (+5).
A molécula de N2 é muito estável e quase não desempenha papel químico importante,
exceto na termosfera, onde pode ser ionizada ou fotolizada. Outros constituintes como
tais como óxido nitroso (N2O), óxido nítrico (NO), dióxido de nitrogênio (NO2), ácido
nítrico (HNO3) e amônia (NH3) são muito reativos e possuem grande impacto na
atmosfera, sendo os causadores de problemas ambientais, tais como a precipitação ácida,
aerossóis atmosféricos e a depleção da camada de ozônio.
O nitrogênio é essencial à vida, sendo necessário, por exemplo, na constituição das
proteínas e do DNA. A atmosfera é o principal reservatório de nitrogênio, sob forma de
N2, embora as plantas e animais não possam utilizá-lo diretamente. Os animais necessitam
do nitrogênio incorporado em compostos orgânicos (aminoácidos e proteínas), enquanto
que plantas e algas necessitam do nitrogênio sob a forma de íons nitrato (NO3-) ou íons
amônio (NH4+). Grande número de bactérias são capazes de converter o nitrogênio gasoso
em amônia (NH3) ou íons amônio (NH4+), por meio de redução catalisada por enzimas,
tal processo conhecido como fixação biológica de nitrogênio que representa 90% de toda
a fixação de origem natural. O nitrogênio gasoso pode ser convertido em amônia e
espécies oxidadas, por meio de reação provocada por descargas de relâmpagos, processo
chamado de fixação atmosférica de nitrogênio. Atividades antrópicas, como por exemplo
a produção de amônia ou ácido nítrico, também contribuem para a fixação de nitrogênio
em processo denominado de fixação industrial de nitrogênio.
As bactérias, plantas e algas podem converter os compostos inorgânicos de nitrogênio
em espécies orgânicas, tornando o nitrogênio disponível na cadeia ecológica alimentar.
Nos animais, em processo de respiração celular, os compostos orgânicos são
transformados, retornam ao solo como excremento e podem ser absorvidos por plantas.
Quando os organismos morrem, certas bactérias são capazes de converter os compostos
6

orgânicos contendo nitrogênio em nitrato, amônia ou em nitrogênio molecular, então


retornando o composto à atmosfera.

Compostos de Nitrogênio
Amônia (NH3)
A amônia possui um tempo de vida relativamente curto, de aproximadamente 10 dias,
porém, é o terceiro composto de nitrogênio mais abundante na atmosfera, ficando atrás
apenas do N2 e N2O. A sua concentração é variável, sendo os valores característicos na
faixa de 0,1-10 mL/m3. As principais fontes incluem a decomposição enzimática da ureia
proveniente de urina e excremento animais, emissão pelo solo, queima de biomassa e
perdas durante a produção e aplicação de fertilizantes. A amônia é um gás naturalmente
alcalino, sendo de grande importância na neutralização da chuva ácida na atmosfera.

Óxido nitroso
O óxido nitroso (N2O) é liberado para a atmosfera predominantemente do solo e da água.
As emissões devidas ao uso de fertilizantes na agricultura representam a maior
contribuição antrópica global de óxido nitroso. Várias outras fontes antrópicas como
atividade industrial e queima de biomassa contribuem com o aumento da concentração
do N2O atmosférico. O óxido nitroso tem um tempo de vida global na atmosfera de 130-
150 anos, é considerado um gás estufa e é relativamente inerte na troposfera.

Óxido Nítrico e outros Óxidos de Nitrogênio (NOx)


A grande concentração de óxido nítrico (NO) e outros óxidos de nitrogênio (NOx)
presentes na atmosfera resulta principalmente da queima de combustíveis fósseis, queima
de biomassa e emissões pelo solo devido a processos biológicos. Os óxidos de nitrogênio
têm um papel relevante na formação de ozônio na troposfera, que ocorre por uma série
de reações fotoquímicas, envolvendo principalmente, dióxido de nitrogênio (NO2),
hidrocarbonetos, álcoois, aldeídos e luz solar.

1.1.3 Ciclo do Enxofre


Existem muitos compostos contendo enxofre na natureza, pois este elemento possui
grande capacidade de fazer ligações químicas, e possui uma variação na oxidação de (–
2) a (+6). O enxofre é um elemento essencial à vida na Terra, sendo alguns de seus
compostos de grande importância biológica: organismos vivos, incluindo plantas, que
7

assimilam espécies de enxofre, e ao mesmo tempo, emitem várias formas de enxofre


como produto final de seus metabolismos.
Compostos reduzidos de enxofre, principalmente o sulfeto de hidrogênio (H2S), são
formados por atividade bacteriana anaeróbica, no processo de oxidação de carbono
orgânico a dióxido de carbono e redução de sulfato (SO42-) a sulfeto (S2-).
Os mais importantes gases que contém enxofre e estão presentes na atmosfera são
dimetilsulfeto, sulfeto de carbonila, sulfeto de hidrogênio, disulfeto de carbono e dióxido
de enxofre.
Compostos Reduzidos de Enxofre
Dimetilsulfeto (CH3SCH3) é o principal composto biogênico do enxofre, sendo emitido
predominantemente por certas algas marinhas.
As árvores e outras espécies de plantas são as principais fontes de sulfeto de carbonila
(COS) para a atmosfera. As queimas de biomassa são as maiores fontes antrópicas de
COS (12% do total). Devido à baixa reatividade química, o COS é o gás contendo
enxofre, mais abundante na atmosfera. Seu tempo de vida médio é de 1,5 ano, o que
permite que atinja a alta atmosfera, sendo uma importante fonte de SO2 e de sulfato
particulado para a estratosfera.
O sulfeto de hidrogênio (H2S) é um gás de cheiro desagradável, sendo o principal produto
da atividade bacteriana. Fontes de H2S para a atmosfera incluem emissões vulcânicas,
oceânicas, a partir de solos e vegetação, queima da biomassa e emissões industriais. É
rapidamente oxidado pelo radical OH• quando presente na atmosfera.

Dióxido de Enxofre (SO2)


Grandes quantidades de enxofre são lançadas na atmosfera na forma de dióxido de
enxofre, sendo ele um dos mais comuns poluentes atmosféricos. As principais fontes
antrópicas de emissão deste gás são a queima de combustíveis fósseis e atividades
industriais (refino de petróleo, metalurgia, cimento), enquanto que a atividade vulcânica
é a principal fonte natural de emissões de SO2.
Uma vez formado ou emitido para a atmosfera, SO2 é oxidado, tanto na fase gasosa,
quanto na fase aquosa (chuva, neblina, nevoeiro), produzindo ácido sulfúrico (H2SO4) ou
partículas neutralizadas sob forma de sulfato. Para todos os outros compostos reduzidos
de enxofre, também a reação com radical OH• é o processo de oxidação mais importante
na fase gasosa atmosférica. O dióxido de enxofre, SO2 é também o principal produto
formado pela oxidação de todos os compostos reduzidos de enxofre.
8

1.1.4 Impacto Ambiental


Atualmente, termos tipo depleção da camada de ozônio, efeito estufa e chuva ácida, entre
outros, foram incorporados ao cotidiano do cidadão comum. O uso de combustíveis
fósseis tem contribuído de forma significativa para o aumento da concentração de CO2 na
atmosfera. Este fato é preocupante pois, se de um lado, este gás é fundamental para
processos como a fotossíntese, regulagem da alcalinidade da água do mar, composição
do exoesqueleto de animais marinhos, etc. O aumento da pressão parcial do CO2 na
atmosfera pode favorecer algumas culturas de alimentos e fibras. Por outro lado, pode
prejudicar o rendimento de outras. Mesmo nos casos onde ocorra o incremento da
produção, existirá simultaneamente um maior consumo de nutrientes, o que forçará o
aumento do uso de adubos artificiais.
O CO2 e o CH4 são reconhecidamente gases estufa. Quando a radiação solar, sob forma
de luz visível, atinge a superfície terrestre parte é absorvida e parte é refletida, inclusive
sob forma de radiação infravermelha, que está associada ao calor. Se a Terra absorvesse
toda a energia solar que recebe, sua temperatura iria atingir níveis insuportáveis. Parte da
radiação que atravessa a atmosfera será absorvida, aquecendo o solo, os oceanos e a
própria atmosfera, provocando a evaporação (com a formação de nuvens e chuvas),
ventos e correntes oceânicas.
Entretanto, essa atmosfera que era praticamente transparente à luz solar, hoje possui altas
concentrações de moléculas como CO2, CH4, H2O, O3, entre outras, essas têm estruturas
que permitem vibrarem em frequências correspondentes às radiações infravermelhas. Isso
resulta em maior absorção de calor pela atmosfera e, consequentemente, maior reflexão
de calor para o solo. Este aumento de temperatura é denominado de Efeito Estufa, cujos
efeitos poderão afetar todas as áreas do globo terrestre.
O valor do pH da água de chuva encontra-se entre 4,5 e 5,6, devido ao conteúdo natural
de dióxido de carbono (CO2) e de espécies de enxofre. Valores de pH mais baixos têm
sido observados, principalmente no Hemisfério Norte, como resultado do aumento da
concentração de óxidos de nitrogênio e enxofre na atmosfera e a consequente formação
de substâncias ácidas. A chuva ácida polui rios e lagos, causando danos à flora e fauna
aquáticas e à vegetação. Ao se infiltrar nos solos, os ácidos presentes na água de chuva
reagem com diversas substâncias, liberando íons metálicos tóxicos como Al3+, Pb2+, Cd2+,
os quais podem ser introduzidos na cadeia alimentar.
Os impactos ambientais no ecossistema terrestre e em especial na atmosfera, devido à
utilização e transformação de substâncias químicas, poderão ser minimizados pelo uso
9

adequado dos conhecimentos de química e dos recursos naturais, pelo entendimento dos
processos ambientais, bem como, pelo estabelecimento de estratégias de remediação e
desenvolvimento sustentado.
10

2. 2ª Questão: A partir da leitura e análise do artigo “Implantação de um filtro para


tratamento de fumaça produzida por uma padaria na cidade de Curuaru – PE” é possível
verificar a necessidade de tecnologias associadas para diminuir impactos da qualidade do
ar. A partir deste artigo, busque por técnicas/ equipamentos, utilizados nas indústrias para
este fim, e descreva-o, apontando o processo químico envolvido, tecnologia, utilização,
etc.

2.1 Flaring
O flare é um sistema de segurança das tubulações, utilizada para a passagem de gases e
líquidos produzidos durante o processo de refinamento em indústrias petrolíferas. Na
ponta do flare, chamas ficam acesas constantemente, para realizar a queima de gases
produzidos pela combustão incompleta durante o processo. A queima desses gases evita
que eles sejam despejados no ar atmosférico. O processo é monitorado a todo tempo,
devido a esses gases serem muito nocivos ao meio ambiente, causando problemas na
flora, fauna e à saúde humana.

2.2 Aterros industriais


Os aterros industriais são uma forma de disposição de resíduos sólidos no solo, a fim de
garantir um confinamento seguro segundo a legislação ambiental. A disposição
inadequada desses resíduos, causam um grande impacto no meio ambiente, devido à
exalação de odores, fumaça, gases tóxicos, materiais particulados, poluição das águas
superficiais, poluição do solo e das águas subterrâneas pela infiltração de líquidos
percolados.

2.3 Filtros de tecido


A filtração é um dos métodos mais simples e bastante eficientes para a remoção de
partículas em um fluxo gasoso. As vantagens do emprego de filtros de tecidos são as
seguintes: alta eficiência de coleta, inclusive para partículas finas, perda de carga não é
excessiva, resistência a corrosão.
11

3. 3ª Questão: Cite um problema ambiental e um problema de saúde humana que pode


ocorrer devido à poluição atmosférica.

3.1 Depleção da camada de ozônio, efeito estufa e chuva ácida


As queimas de combustíveis fósseis resultam em óxidos de enxofre e nitrogênio que ao
reagirem com o oxigênio e a água do ar, provocam a acidez da chuva. Indústrias e o uso
de automóveis também são grandes agravantes do aumento da concentração de dióxido
de carbono no ar atmosférico. O dióxido de carbono é muito importante, pois é necessário
para que as árvores realizam a sua fotossíntese, no entanto, ele também é um dos gases
causadores do efeito estufa. O excesso de dióxido de carbono no ar atmosférico absorve
o calor da luz visível que atinge a superfície terrestre e que deveria ser refletida,
ocasionando o aquecimento do solo, oceanos e até a própria atmosfera. O uso de
clorofluorcarbonetos usados nas indústrias para diversos fins, são os agravantes da
depleção da camada de ozônio.

3.2 Problemas de saúde


As concentrações inadequadas de poluentes na atmosfera causam efeitos nocivos à saúde
humana, problemas respiratórios, tais como, bronquites, asma, pneumonias e também
problemas cardiovasculares.
12

4. 4ª Questão: Como futuro químico, o que você pode fazer para contribuir para
minimizar a emissão de contaminantes para a atmosfera? E o que poderia ser feito em
termos de governo federal e governo municipal neste aspecto?

Acredito que, não só como futuro químico, mas também como cidadão, a melhor forma
de contribuir para a minimização da emissão de contaminantes na atmosfera, é o uso
consciente dos bens naturais que temos, relacionar a educação com o cotidiano, pois não
adianta nós estudarmos desde no ensino fundamental e ensino médio sobre como ajudar
o meio ambiente, e quando adultos, utilizarmos canudos de plástico, jogar papel no chão,
largar lixo nas estradas e nos rios e, entre outras séries de atitudes inadmissíveis. Também
como futuro químico, procurar investir mais nos estudos sobre o assunto, em busca de
formas que possam beneficiar tanto o meio ambiente e os cidadãos, como também as
indústrias.
A respeito de governo federal, o melhor a se fazer seria adequar as leis de acordo com o
nosso país e não simplesmente copiá-las de outros, e aplicá-las para todos os estados,
também aumentar a frequência de fiscalização nas indústrias. Já o dever do governo
municipal nesse assunto é conscientizar os seus habitantes dos riscos que surgem com a
poluição. Porém, poderiam investir mais na fiscalização da cidade e leis que previnem o
uso exacerbado da água, a queima de lixo e o descarte inadequado de resíduos
contaminantes.
13

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. ROSEIRO & TAKAYANAGUI - MEIO AMBIENTE E POLUIÇÃO


ATMOSFÉRICA: O CASO DA CANA-DE-AÇÚCAR – 2004. Disponível em:
<https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/6397/3875>. Acesso em: 29 out
2018.

2. MAZZER & CAVALCANTI - INTRODUÇÃO À GESTÃO AMBIENTAL DE


RESÍDUOS – 2004. Disponível em: <http://web-resol.org/textos/i04-aintroducao.pdf>.
Acesso em: 29 out 2018.

3. CLAUDIA ROCHA MARTINS, PEDRO AFONSO DE PAULA PEREIRA,


WILSON ARAÚJO LOPES E JAILSON B. DE ANDRADE - Ciclos Globais de
Carbono, Nitrogênio e Enxofre: a importância na Química da Atmosfera – 2003.