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Texto narrativo A acção de um texto narrativo, como pode ser localizada?
À a*çã* p*de lc*alixâr-s* n* *spâç* * n* t*r*po.
Como se designa a pessoa que imagina e escreve um texto narrativo
(uma história)? Como se localiza no tempo a acção do seguinte excerto: Naquela noite
[ * s*u autor. de Setembro, estava Vasco estendido sobre a cama ouvindo o mar que
o adormecia com a sua voz antiga de viagens e aventuras (...,). (COLAÇO,
Narrador é o mesmo que autor? M3 Rosa, Uma Historia com Estrelas)
ln'tãn. * *r:t*r á ufi1 **l':'**1, r:m* pêss*e; * narr*d*r e *rn ser im*çinári*, { *eçã* p*§sâ*§* n{,irnrâ vt*lte dn mês el* S*t*r*br*.
criari* p*l* *ut*1 üa:"a **ntar x*:a hist*rix.
Como se localiza no espaço, o mesmo excerto?
Que iipos de narrador existem? Â **ç** d***rr* n* quart* d* Vas**. {** * Va*** #§tâ "**t**did* ***:r*
ilxisl**.r **ix tip** de narr*rj*r: narrador não parlicipante * narrador par- & p*d**l*s deürc*nCer" que está il* s*Lj q*a$*).
ttrrxx&"
ticipante.
Como se designam as três partes da narrativa que, normalmente, com-
põem um texto?
Qual o tipo de narrador que se encontra no seguinte excerto: Era uma
vez uma velhinha que morava na última casa da aldeia e, como sempre N*rr**im**Í*, {.1íí1 t*xt* rr*rrativ* *rç**1:.*-** *}11: introduçáo, desenvol-
vimento * conclusão,
acontece às pessoas que vivem sós, cosfumava pensar em voz alta.
(SOARES, Maria lsabel Mendonça, Dias de Festa e Outras Historias)
'lrat*-** d* Quais as partes da narrativa que constituem o seguinte conto de António
*arraei*r *a* p*rtie ipar:t*. p*rq;";* ** iirnit* a ***tar a hrs."
u::n Torrado?
torl* uivir}a pela v*{hi*ha, ;'rã* {ae***i* part*;i*}a.

Quando a narrativa é contada na primeira pessoa, qual é o tipo de narrador? o REr FEZ JUST|ÇA
lrlirrrecl*r p*rti*ip**t*. 3i**t* .:fr§* * lr*l"l'***r t*mbr**': * personagem.
la um rei mais dois pajens por uma praia fora. Era um rei de antiga-
t-;q.. ffi$*r*§?*§ fi# *&s# d,* 7i:r*sa. * * rit*Çü #* r*c* {*z *.s p*rlíihas irmà-
mente, daqueles que usavam coroa e manto comprido a arrastar Para
m**Íe" * ry;*s* q;;i*fiá* #*s ffi*js **i:**-rx* **s **Js*s" (MOIA" que não arrastasse e nem se su7'asse na areia lá estavam os dols pajens,
l\*1**1*, t/c*t*s da #*rr*) que seguravam o manto com todo o preceito.
Nisto, um dos pajens, viu uma ostra à beira-mar e dlsse-o;
Nos excertos acima transcritos que nome se dá à "velhinha" e à "Teresa", - Olha aliuma ostra.
pelo papel que desempenham na acção? O outro, que estava mais perto de apanhá-la, apanhou-a. Dispunha-se
Íiãiu p*r**naüsx"rÊ. a abri-la, para comê-la.
O pajem que a viu, protestou:
Que tipos de personagens se podem encontrar num texto? Fui eu que a vi. E minha.
-
O que a apanhara retorquiu:
l{unr texlo pr.ldenr-s;e encontrar personagens prirrcipais (itrlrrcl;r ou it{ lr ,

lrt:,,1 (:orrl rttítiírr irnllortlittciit) o personaq(-.nl; :;rir;tttt«ltirias.


- Fui eu que a apanhei. É minha.
E pararam a discutit sem largarem o manto. O rei, que ia lá à frente, a
matutar nos negócios do reino ou no que fosse, vru-se de repente puxado
Como podem ser caracterizadas as persorrnl;orrs'/
punr lrás, como sa /he gulsessem impedir a continuação do passeio. Por
lrotll't tt',r't r,. lt,t( lr,t t,',trl,t',1,r)t unltoltttl0 lllrit,rl,'lrrr l[iltoltilltl (,1(xll(:o. nrltt Í, ntn nãrt eala ríe cn.slp.s
Zangou-se o reie quis saber a razão do desconcerto. Os dois pajens
() Quantas estrofes compõem o seguinte poema?
explicaram-se, cada um passando as responsabilidades para o parceiro
e as razões para si próprio.
Então o rei, muito condescendente, proclamou: A CASA DA POESIA
- Vou ser eu o juiz desta causa. Por alguma razão mereço o cognome
A poesia tem uma casa
de "O Justiceiro". Dêem-me a ostg.
como as pessoas fêm,
Ali mesmo a abriu com a ponta do ceptro e delicadamente comeu o
só que é diferente,
conteúdo. Depois, enquanto lambia os beiços, deu a cada um dos pajens só gue tem espaço
uma das cascas, dizendo: para todos quantos
- Fez-se justiça. nela querem entrar
E, sem mais incidentes, o passeio ao longo da praia continuou. com a terna alegria
Conto inspirado numa história tradicional árabe, in TORRADO, António, de quem a vai habitar.
Dez Contos de Reis É uma casa sem portas nem janelas,
sem fecto e sem cave,
A introduçâo corresponde ao ,l? parágrafo, o desenvolvimento desen* pors assim tem mais espaço
rola-se do 23 ao 123 parágrafo e a conclusão compreende os 131, 143 e para quem nela quer morar
15.o parágrafos. LETRIA, José Jorge, A Casa da Poesia, Terramar

{S Como se designa um texto narrativo que não conta o destino das perso- Este poema é composto por duas estrofes.
nagens, isto é, um texto sem conclusão?
Designa-se de narrativa aberta. @ Qualo número de versos de cada estrofe?
A primeÍra estrofe é composta por oito versos; na segunda estrofe encon*
{B Quando o narrador informa acerca do destino das personagens - quando tramos quatro versos.
se conhece o final da história - de que tipo de narrativa se trata?
Trata-se de uma narrativa fechada. @ Um poema não tem sempre o mesmo número de versos em todas as
estrofes?
Não. Um poema tanto pode ter, em todas as êstrofes, o mesmo número
de versos, como esse número ser variável.

Texto lírico (Texto poético)


o Que nome se dá a uma estrofe de dois versos?
Dá-se o nome de dístico ou parelha.
O O texto lÍrlco vlea contar uma hletórla?

Nlo.fnquanto qua g totu narratlvo ylcr oonhr uma hlatórla, o texto lÍrlco nome 8e dá a uma €strofê de quatro vereog?
enrbrrír,umlmlr,rmnallr mndandn
0,,&a
'llI|l(UrB.§ dxr lr-rutürd an- q.t,^.r
No poema "Adormecer", de Maria Albeda Menéres, como se denomina
Organização do texto escrito - parágrafo; períodol frase: simples /
o 33 verso, por estar destacado graficamente?
complexa; tipo / forma; oração

Como se organiza um texto escrito?


ADORMECER l-!rn i*xt* escrit* orçaniza-se *n.l p*rágr*fcs, períod*s e Ír**es.

No coração do trevo Como se identiÍicam os parágrafos de um texto?


Acorda o verde
ilada parágraf* r* fa*ilrnente id*ntlfi*áv*l p*rqu* á *aptltvel vieilalil":*fite:
- Posso apanhá-lo, mãe? * â sua prime!ra iir:ha enr"neça ligeiran":enie arlianie;
E lá se aninha o verde * * final *e parágraf* é assinaladc pür uí]1 *speÇü *n'r hrane*. §* s* re**-
A adormecer í11*Çâ â êsür*v*r na iinha seçuint*.
Na pequenina mão.
Quantos parágrafos compõem o texto que se segue?
MENÉRES, Maria Alberta, No Coração do Trevo,Verbo

Ac ver*o "* Püssü apanhá-io, mãe?'i por estar dsata*ado graficarnente,


d;à-se o nome de monostico. UMA LENDA DA ILHA DA MADEIRA
A beteza da itha da Madeira já originou várias lendas. Mas há uma real-
Quando se diz que, numa estrofe, há rima? mente encantadora.
lliz-se que há rima quando se encontrai'íl versüs üüffi sons iguais ou Diz essa lenda que a Virgem Maria chorava pelos sofrimentos de Jesus
s*melhantes, Cristo. Muitas eram as lágrimas que lhe corriam pelas faces e depois
caíam no seu manto azul celeste. Por cada lágrima vertida pela mãe de
Quais são as palavras que rimam na seguinte quadra? Jesus Cristo, uma estrela brilhante surgia e tantas eram elas que todo o
Teus brincos dançam se voltas manto resplandecia. E a Virgem Maria não parava de chorar tal como não
A cabeça a perguntar. parava de sofrer.
São como andorinhas so/tas Entre tantas lágrimas gue se tornavam esfre/as, uma escorregou do
Que inda não sabem voar manto de Nossa Senhora e foi cair no manto azul do mar
Pessoa, Fernando, Quadrasao Gosfo Popular, Ed. Ática
Aí se fixou e floriu. Assim a lágrima de Nossa Senhora se fez terra, se
fez ilha da Madeira, se fez Perola do Oceano.
As paiavras eue rimam sâo: voltas / soltas e perguntar I voar.
Nasclda de uma lágrima de mãe, encheu-se de flores, de pertumes, de
Num poema é obrigatório existir rima? águas que saltam e cantam, de gentes que trabalham e cantam.

Nâo. Para haver poesia nâo ,ó obrigatório existir rima. No entanto, a musi- ROCHA, Natércia, Contos e Lendas de Portugal, vol. 3, Plátano Editora
(adaptado)
calidade e o ritmo sáo essenciais.

Qual o recurso expressivo presente no 39 verso da quadra acima [::;lr: lcxto é composto por cinco paráErafos.
transcrita? Vrrilir:;r r;r,l isllo através clos espaÇos ern trranco no firn e no início de cada
'li;rtlr r;o rlo rrrrr /\o irtlctllrol;i lrx;, vct iÍir;rt ii() (lu() orn r;it<lil urn so dcs;onvolve ttrna
lrrrrr comparaçao. [:slrhnlrlr)í-r unríl rolirt;licl rlo :;rlrrrrtllr;rrrr,:;r
rrrlrê í)t: hrlnr:nn ír rí) !lí-r rrrrillrrrr l"rlnrrr:ntrr"l írílln ir(i nndnrlnhan trlr,r,r r r,nltrrl
Quantos períodos podem existir num parágrafo? Quais as diferenças que se encontram nas frases? Quais as formas que
LJn"r p*ráEraf* 6:*d* ter um r:u rnats peri*d*s.
apresentam?

ffi
-***-j
&i* prirn*ir* p*ri*graf* ejo t*xt* ant*ri*r en**ntranr*s cl*is B*rí*<i**:
* 1l peri*d*: "A h*l*za eja ilha da Mxd*ira j* *riglitnu vái"ias í*ndas.", I AXlartaa:ão Í*u es*x lend*. I

* â3 p*rí*d*: "Mâs irá unia r**lm*nt* êr:üânt&dorã."


Ambas sâ* d* tip* d**larativ*, ma* eJif*r*n: na forma.
* p*r'í*#n termina *§ffipr* p*r Lifilâ Êe*§a h*n'l ei*fini*â, qu* *Ê l?lârü* ilâ Â prirneira Írasa *nr*ntra-*e na f*nma afírrmatlva. A **gunda fras*
*s*rita **nr p**tt&, p*xt* ds exclar:rmç&*, p*nt* de árrâ*rrogaÇ&*, retã-
*n***:tra-se *a ?*rrna n*çatlva.
*i&n*!as e,algun:*x vsx*s, *r:rn *ris g*mc':t*s.
*u **j*, r.i":anté:*:-*s * rn*sína **qu&ncia de palavras * ã r:l*snia ent*açãe
Observemos, agora, o primeiro período do primeiro parágrafo. Quantas {na *ralidad*), ã mêsrÍ1* p*ntuação {na *srrita}, o tip* d* frase {* ü trn*§rno,
formas verbais é possível encontrar? rnãs ã* acre*centâríy:üs * "nã,ú" *lteraffiüs ã {*rma.
il***ntra*s* um* {*rmm veri:al: "üriginülr"" ,4*rin"l, p*de-s* *firmar qu*
*st* pari*dn * **rnp**t* p*r LJft:a frase simples. Numa frase, os diversos elementos desempenham diferentes funções
sintácticas. Na frase A Maria /eu essa lenda aos amigos., há alguém que
Observemos, então, o primeiro período do segundo parágrafo: Diz essa pratica a acção, que lê. Quem é que leu aos amigos?
lenda que aVirgem Maria chorava pelos sofrimentos de Jesus Cristo.
ff a Martx,A*sim, "& &fiêí"â&" é * salj*it* cia fras*. '
Quantas formas verbais é possível encontrar?
iln*u*tram*ge dr:a* f*rmas v*i"hais: "iliz" I "{:hürâvâ". Âs*iryt, p*rJe-:;*
A Marta leu o quê?
afir*:ar qr":* este poríori* ;i e*nipest* tr:sr Llrfiâ frase complexa.
 Marta l*u essa lenda L3çü, "&s*& **a:da" tê * r*ntptrernent* dire*to"
O que distingue uma frase simples de uma frase complexa?
lJmn fras* simpl*s c*ntánr urn* s* *raç&*. LJma {ras* **mpi*xa **nt*rn A Marta leu a quem?
duxs *raçôes {uma frasc ç*ntórn rri*i* çj* i;r:a *r*çáo, qi:anrJ* há cr*ix
 Marta ieL.la** *n:iç*s. F*rtantc, "aes an:ig**" e * c*ffitBlement* indlr**t*"
mais d* unr* f*rrna v*ri:al).

A partir das diferenças destacadas nas frases que se seguem, que tipos Qual é o predicado da seguinte frase:Á Marla leu essa /enda aos amigos.
de frases se podem identificar? # pr*di*ad* 6 **r*tp**t* p*** verhcs rmais ** seus *es§tplerm*r"*tos.
*"--*-"--*-*-"--*--**"-l
i--*"*
A ír4mrta l*u e*** l**d*"
i1..,-,.,,*,_.*******_**,*_.*_i
í A {r4arta
.. leu essa lenrla?
,;-l Âssim" *endc ilr* v*rbr transitive direct* s ineiira*to, c pr*rli*aei* á for-
I
,, r*ad* p*1* v**ri:c +- c e*rnplem*nto elirecto + o cornpiemeri* indir**t*:
Â* írsc*s sã* **n*titl,ríe*as p*la m8$fi1ã s*quân*ia d* palavra*, rnas *iíe- "*&q, &ssa {gnda m*s *mig*§".
r#ffi n& ponii:açâ* {na ***r'iia} * na *nttaçã* {na oral},
 prirn*ira fra*e, p*rqx* t*rrnina nxn: p*nt* fis*al * pr*t*nd* transmi'tir
L:ma â*?*rvnaç**, *ixen:üs Eus á *c âipm S**§arativ*. Funcionamento da língua
 s*gxncia íra**, pcrqu* terrnina r":ur"n p*mt* <*e imt*nrergmção e pretende Sílaba ; translineação ; acentuação
faeer uma p*ngaxnta, dixam** quc á d* tip* interr*gmtlvo.
q

As palavras têm sempre o mesmo número de sílabas?


Além do declarativo e interrogativo, há outros tipos de frase?
Não As palavras pr:dern t*r *rne ** *:ais síi*ha*.
l'lir. Se se pretelrrck: tlxprrimir admiração, usa-se urn potrto de exclama
Orr;rntlo s;o têm unra sÍlaba dá-se o non:e r"ie monossílabos.
(;i,iti o otrlettt lio un)i1 lrit:;c tlo tipo exctalnativo. Á Mttrl;t h:ttc.s.';;t /cttr/;i/
I " rr r.', lr:tn, llrti: vitr: r;ottt; l';rlttt: 1lao.
lle r;c lllr:tcrttlr: tlltt urtlt ortlrilt, r:olor;;r r;(] () v( :rlro rro itttlltt;tltvo rr lot
|liltil ,;tl,rlt,t:,r,(:()nruilrlr()t rl{)rIrr:xr.l,rlilir(,,r()()lltlltllrl)l llrvllll;11 (]l rlr'l tl
(..)rr,rrrrlo lcnrrltr;r:;':il;tll;l;rl;t ';r'ti nontc rlt) ciir;sílabos.
I l,,l ,,,1, 1,. ,,,1,,, r,,l, lr Irlr lrt,l, ltrr rrrll,r'lrrll,r
* **and* t*rn três *ii*ba* dá-*s o n*me de trissílabos. * Palavras c*m híf*n -+ * hífen repet***e n* inicla da linha seguint*.
§x.: fáJbrilca: i*in':eilr*; *aisal**; alç*lrx; m*rlcaldc; alralE*rn; *alcilf*; Êx.: ar*ç-
piuilÇlur.
^*^1+^l^ ^
-íris
* *uancl* tâm rxt*is de trâs sílabas dá-se *norne ds polissílabos. i1)it!ão se d*ve deixar uma vogal s*zinha de urn do§ lad*s, q*ando nâo f*rma diiongo,
üx": **m!poisilçã*: lalrar"ifi*iira; h*lbilt*r'rlte; **nhenhalrn*r:it*; aaltislíaiçá*; *mhora a divisão seja correcta.
í*r!mildalv*i; {albrii**nlt*. Êx,1 ela
fe
la)1 aba
la
b*]; cJia idi-a)"

Oqueéatranslineação? Uma palavra tem sílabas que se pronunciam com maior ou menor inten-
sidade?
Transiineaçã* á a divisã* silábiea. *m fim d* linha.
üuandr s* cfu*ga a* fi*r da linha * á precis* dividir a palavr* * porque nao Sim. lduma palavra enc*ntranr*se sílabas tonicas {as que s* pronur:ciam
*abe * i*r n***ssário fazer a lranslin*açá*- ccrn maior intensidade, rírais forçai e sílabas átonas ias que sê pro*Lln-
*iarr **m rflen*r intensidade. menüs f*rça).
Como se faz a translineação? tçnforrne a p*siçãa da sílaba t*nica, as palavras pod*rn classifi*ar-se ern:
* palavras agudas -+ tern a sílaba tonica na úliirx* síl*b*.
Para faz*r a translin*açâ*, e ne**ssári* **letrsr as *ílabas d*s*a p*lavra,
dívi*i-ias e ?axer * marcaçâ* da mudar':ça, *tilíz*nd* híf*n {*}" f;x.: rcrnâ, a*n!á, mãr; exemplar; Carnaval.
';rx * palavras graves -+ têm a sílaba t*nica na p*núltima sílaba.
Êx": quadr*d* iqu*dr*-do ou qua-#radoi; iiru:p*zm {lir:r-p*ea *u limpe-r*};
Ex.: pedra; casa; irnagem; cceiho.
c*p* {**-p*}.
- palavras esdrúxulas -+ têm a sílaba tónica na antepenúltima sílaba"
Duas vogais ou consoantes iguais podem ser divididas? §x,: calendariol número; solidário; fiábrica.
§im. *lr*s v*gais *u ronsüâírtes içu*ix p*d*rn s*r divic§idas"
As palavras esdrúxulas são sempre acentuadas?
[x1 ma*sa **mpr*****r {**rn -pre-**-der}.
i'::as-sx] I §im, as palavras esdrúxulas são sempre aeentuadas com acento
Duas consoantes diferentes podem ser divididas? agudo se a sílaha t*nica for aberta s com acento circunflexo se a sílab*
tónica for fechada.
§iirn. *u*s cons*ar:ies dif*r*nt*s p*eÍ*rc *ar *ividid*s. Ex.: ren"lédia; connércio; família; prédic; lâmpada; campânula; câmara;
Êx. : adiunt* {ad-junto}; ad*pçã* {a-ri*p-çã*}; adj*ctív* {*d-iec-ti-v*i"
ciesânimol de*cendência.

Há casos especiais de translineaçáo?


Sim. há vári*s *â§*§ *sp**iais d* tra*slin*açã*. Formação de palavras; família de palavras; área vocabular; relações de
Íorma e sentido entre palavras
Quais são os casos especiais de translineação?
*s *as*s **p**iais r§* transli*eaç*a *á*; O que é uma família de palavras?
" *it*nü*s -+ nufi** s* divici*nr. Uma família de palavras é um conjunto de palavras que se forma a par-
*x" : p**ira {p*-*i-ra} ; *:ir*ir* {r":"ii- n*i-r*}
" tir da mesma palavra primitiva.
" ü**s*a*tes duplas: ?": §§; r:ru -+ {i*a uryla **i}süante de çacla lado. Observe-se a palavra primitiva "amor'1 A partir dela formaraíTl-sê, por
§x. : **rr* {c*r-r*i; aru:âss&:f {i'}*-n:a*-sar} : ccnnosco (can - nos-co). exemplo, as seguintes palavras;
o ür*Ê*s e:x quê a t3 conscante é l, n r:u h (nh, th, ch) -+ não podem ser o desamor;
separados. . amoroso, amorável;
Ex. : ni-nho; nra-lha; ro-cha; des-cren-te; de-cla-ro, con-fril-cle. . eílamora(lo; namorico; namoriscar; namoradeiro.
. (irttpos gu, qu ' niro lloclerr sier srlí)araclos da:; v«r«;iri:l clrr rlilorrryor; . amor Jlerleito; amor-prtiprio.
rr tr,,r lritlo:;. l)orlonr:cln lrlrl;tr; il nr()sintir ÍamÍlia do palavras, rxr errtlrnto o processo de
derivada por prefixação; an-:croso (amCIr + osoié urn* paiavra derivada A classe dos nomes
por sufixação; enamorado (en + amür + ado) é uma palavra derivada
por prefÉxação e sirfixação; amor-perfeito iamor + perfeit*) á uma pala- Para que servem os nomes?
vra composta p-o-r justaposição. Os nomes (*u substantivos) servem para ciesignar ou norneâr üs sores ern
qeral.
O que é uma área vocabular? Ex : pão,mesa, í:az, Pedro, üoimbra"
Urna área vocabular ê um conjunta de palavrãs que se situam dentro da
A classe dos nomes divide-se em subclasses?
rnÊsrnâ área de significado.
Hx.: As palavras alunü, professor, quadro, secretaria, cCIrnputadcç avalia- Sirn. A classe dos ncmes subdivide-se em:
ção, aula, livro, recreio, biblioteca, etc., ped:enceni à ár*a vo*abular, - Nomes proprios, quê se utiiizam quando se referem â ssrês ou obj*c-
0r.r ramp*lexjcal, ele eseola. tos bem definielas. Escrevern-se seffipre com l*tra inicial rnaiúseula.
Ex.: Leonor, §antarénr, Eíblia, Visác {a revista), etc.
"Nomes comuns, qlie se utilizam quanda se referem â §*res ou objec-
O que são palavras sinónimas?
tos, sem cs individualizar.
Palavras sinonirnas sã* palavras que têm signifieado semelhante.
I:x": menina, cidade, livro, revista, etc..
Exl alto / elevadol linda I bonito; modernc / novc. os nomes Çomuns podern ainda subdividir-se ern:
Nomes colectivos, que são nornes cornuns que, no singular, designanr
O que são palavras antónimas? conjuntos de seres *u coisas da meçma espácie.
Falavras antónimas são palavras que tôm signi{icadn contrário, oposto. l'x.: arquipélago (ccn.iunter de ilhas), *onstelação {conjunto de estrelasi,
Hx,; barata / caro; banito / Íeio; comprido I curt*. rebanho (de ovelhas), etc..

Como se designam as palavras que se pronunciam da mesma maneira, Quando se escreve "terra" e "Terra" estamos a referir-nos ao mesmo?
mas têm grafia e significado diferentes? Nlio, Quando se oscreve "terra", csm letra iniciai rninúscula, referimo-n*s
São palavras homófonas" rro chão, ao solc, algo qi:e de tâo vulgar, comurn, não precisa de ser indi-
fx,, faeo {nalácio} 1 nasso (da verba passar). virJualizado. Trata-se de um nsrne csmurrl.
()uando se escrevê "Terrâ", com letra inicial maiúscula, referimÕ-nüs â
Como se designam as palavras que têm a mesma grafia, mas pronúncias ulrr ;rlaneta com características próprias, que c tornam diferente de iedos
e significados diferentes? or; olrtros planetas,Trata-se de um nome i:róprio.

§ão palavras homografas.


Os nomes são palavras variáveis?
Éx,: sede {sensaçãc de secura} I sede iresidênria}.
1i;ro. Os nomes podem variar em gónero {aluno / atuna}, em número
(crir;ola / escolas) ou em grau (chapéu I chaS:éuzinho I chapeláo).
Como se designam as palavras que se escrevem e se pronunciam da
mesma maneira, mas têm significados diferentes?
Como se sabe se um nome pertence ao género masculino ou ao género
Sáo palavras homonimas. fominino?
Ex,: marco (correio)y' marco (verbo marcar).
I'ulcr r(;crn iul género masculino todos os nomes precedidos do deter-
rrrilurttlt: ;ulit1«l tft rlittitlo o.
Como se designam as palavras que têm grafia e pronúncia semelhantes,
I x.: o rrlr;rz, o lrrlorrr«lvcl, o j«rrrurl, o livro, o llitlão, ctc..
mas significados diferentes?
l'lrllltccnr;ro qóttoro Íeminitro lotlos or; nonrori llrtlt;otlirlrx; tlo tlt:tr:rnti-
lirul pal;tvnrr; lxrr<lr rilttirr;. tt;tttlc itllir;rt r[,littirlo ít
I v Jrr,rtr / trr,rrr
Quais são essas subclasses?
Qual é a regra geral para a formação do feminino dos nomes?
Âs sr.!hcias**s d* *ieterminantes sâ*:
üs ncmes t*rminados enr -#, **rrnalmsnte, formam o f*minin* sul:sti- * artiçr:s definid**;
tuindo * -o flnal p*r -â. * artig*s indefinid**:
Êx.: rnenino I menina; lntro / loba; tio / tim; prirnn / prima" * demcnstrativ*s;
* p*sse*siv*s;
Como se sabe se um nome, quanto à flexão em número, está no singular * int*rrosativ**;
ou no plural? * in<ieÍinidns;
Um nome está no singular quando eJ*signa um únlco ser ou object*, ou
* num*rais.
uri conjunto de s*res consideradns corírÕ urn todo (norme colectivo).
Que são detenminantes artigos definidos?
Ex.: c rapaz, o automóvel, o jornal, c livro, s balãp, etc..
Na frase:.4 ls* **rn* * ç*iad* d* *kçc*!atc", os determinantes artig*s
Unr nome está no plural quando designa rurais de ur& ser ou objectc, ou
d*finidos a * * d*siçnâm Õüfi1 precisã*, qu*r-n á a nranina de que se fala
rnais de um conjunto de seres consideradss comü urn todo. * qr:aí o tipo de g*larjc ele qu* se íaia.
E":: raOarlüas, flcres, autornoveis, rebanhos, etc..
Quando se empregam os determinantes artigos definidos?
Qual é a regra geral para a formação do plural dos nomes? §mpr*gam-se quando c emissr:r e o reeeptcr eonhscem os cbieetos r:u
0 piural dos nomes terminados em vogal ou ditongo ísrma-se âorescon- s*re* de qu* *stã* * falar.
tando -s ao singular. [x,: * f*r"r fra fr*ux* c ü# que lfo* p*drsÍ*.
Êx.: nresa / mesâs; pai I pais; javali / javalis; pau I paus; boné I borrós; mãe I
O que são aieterminantes artigos indefinidos?
máes:etc."
Sã* *s d*ierminant*s Eue não d**igr':aíTi f;ün-i preeisác, isto *í, nán iden-
*iâ1"â, üs seres *Lt *bj**i*s de qu* s* fala.
iifiearn de uma f*rnra

A classe dos determinantes Quando se empregam os determinantes artigos indefinidos?

Para que servem os determinantes?


ts deierminantex adiç*s ir:d*finid*s *mpreüam-se, quand* ilrfi Ê*i"*tl
ur* *bg**t* nãç á ida*tiÍicad* coi'n pre*isáo.
üs determinantes fcrnecem informaçÕes acerca dos nomes. Ex.: {Jrar {apez, r*ín diát?# m**lsila pre*x, er:}ra n* café.
Flesta *ituaçá*, nÊni $ râpâz nâfi1 â rnoe hila sár: iel*ntificad*s p*lo receptnr"
Que tipo de informações fornecem os determinantes?
Os determinantes fornecem informaçÕes relativas à localização no tempo O que são deterrnrnantes dernonstrativos?
ou no êspaço, à ideia de posse, de interrogação, de não identificação §ào determinant*s quc têxt a funçâo ds identifi**r * tempo â ú espâÇ{J
Frecisa de ser ou d-o objecto, etc..
do nonre qu* pr*cedeffi *iJ ã*úr?tpanh*m, a*sil'n *om* i:"tdi*ar a distân-
cia do ohject* em relaçã* a* eff:iss*r * a* r*cept*r.
Ex.: Esfa noite vataü clnsma, it*mp*)
Onde se coloca o determinante?
Vantcts para aqwele parqus. (espaço]
O-. determinante precede o norne, ou seja, coloca-se antes do nome.
Na frase: Aquela caneta escrêve bem., qual é a função do determinante
A classe dos determinantes divide-se em subclasses? demonstrativo destacado?
Sirn. A classe dos determinantes cJivide-se ctl várias Í;uhclitsg*;. rlrr Irrrlir.tr (luc;t (.,ulrrlrr (olrjcr:lrr rll r;ttr: r;r'lrtl;t) or;lli ltinr;c lltt ctttil;l;rtr rl rltt
tírt.rrlll()l
E se a caneta se encontrasse perto do emissor? O que são determinantes indefinidos?
Émpreçar-*e-ia * d*t*rrninant* eleni*nstraâ!v$ "ê§t&". üs cjet*rrninantes irrd*finid*s *r:rpregârn*sÕ antes d*s fiüInB§, par* lndi-
[x,: #s** #&í]*fã *sür*v* **r*. **r ser*s ou *hj*rt** nã* lel*ntiÍiead*s e*n: preci*ã*"
*h**rv*-sa c seç*!nt* prcvárbie popular:
E se estivesse mais perto do receptor? - $;rpafns àrcnc*s *tx .&:R*iro, slnsl d* p*{r*e dinh*irç.
[*t* pravórbi* Íala *Í]*] p*Liüs *inheir*" mas *á* *e fica **rn u*"1:: idei*
S* *stiv*ss* {lm púuc* *Íastad* eJ* emt*c*r * rnais p*rt* do recept*r, clara d* quar:tia; n*m *sp**ifi*a * quantia *xa*ta. F*r iss*, s* dix "ind*-
#ffi pr*üür-§*-ia * ri*ierminante d*nr*nstrxtivo "ô§§â". finid*", r crntrári* dfr "definido".
§x raris?a *sersv* foorn.
;§ssm
Os determinantes indefinidos concordam com os nomes?
Na frase lJm dia, uma gaivotaveio para estavaranda e o meu irmão assus- $iry:, *s deterrninantss lndefinidms tanrbám concordan"t *rn çár:er* e
tou-se., os determinantes sublinhados, a que subclasses pertencem? tün: ss fiür:*s e q*e sü rgferem.
i"r{".rín*rü

Pert*n**m a 4 sub*iasses: d*termi*ant*s aúig*s **{inidcs "Õ"; d*termi- ilx.; #erta rvzali,§s# C* üutçs**, r*p*r*i qu* fm#exs as ;*rv**"*s *stçv*,m
naRtes artig*s ir:d*finid** "t!fit" ê "LI*"â1&"; det*rmin*ntes d*monstrativ*s
#*spfd*s.
"§ert&" ccnc*rda üÕm Õ nüry'r* "§'fiamh§", *i"lt gráner* e n*maru; "t*{*#s"
'**ta" e d*t*rminantes p***essiv** "*tt*L{".
***curda üüí:l * n*rn# "áffitrsr&s", crn g*nerr e n*m*r*.
O que são determinantes possessivos? Os determinantes indefinidos são sempre variáveis?
§â* ** üêtêrniinâfit*§ {:*â §* effiprʧãrn *r;t*s d*s n*mâs, p*ra exprirnir llâ*, "Õ&*&" e *m dsterntâmsnte inde{ix§d* lnvariávetr, ar*mpanhanel*
a iejeia d* p*s**. nümes mas*ulin*s e ferninin*s, no s!ngular.
üx.1 ** v#§,§8$ pr*f*sscr** **tã* rs* átri*. üx.: ffe*fa t*rra **r'n §sí"ll.J§#, csda *"*ca coi?? §su fus*" furavárlsla p*pu/a$
#*da pxsfcr, *ulda dr: scu r*banh*.
Os determinantes possessivos são sempre precedidos de um determi- l{* 1l ex*mplü, "tr**ffi" * "t*trtr&" sã* ncíÍt** Íerni*inng, no singular.
nante artigo? i\ir: ?l exempl*, "pâstÕr" Ê ilffi rxlm* filâsüulin*, n* singular, §e ** pre-
** **t*rrnina*t*s p*s***siv*ç sã* pr**edi<Ín* rJ* *rtl tende dizer sstas fra*es n* plxral, já nã* re pod* servir do d*terffiinafite
Sirn, 6*rairn*nts,
rnrJeírniüo "cada".
det*rminant* *rtig*.
§x :§s *eras llx.straç#es s** *riçin*is.
Quais os determinantes indefinidos presentes nas seguintes frases?
*"------l

Os determinantes possessivos concordam em género e número com os I l**nhu*:* ;*rv*r* davn tan?* s*mhr* rcr** c *utr* plátn** *ntig*, J

nomes que precedem?


Srm, ha semprê concorrlància em Eenero e nurTiero el)tre os determinan'
i svr§v§ irylt f?::r§i9eis§ry"le§§'*§*t : - ----*:
üs eiet*rrnir':ant** ineisÍinid*s pras*ni*s n*sta frase sár:: "Nenht!âYi§",
t*s p******iv*s e *s n*r**s qll* pre*ed*rn. "tffntã", "oLrtrÕ" e,'Toda".
übserve"se es seguintes frases:
* #s m*us gatos esfao à ianela. O que são determinantes interrogativos?
Neste exemplo, existe concorclância em çlenero (nvr;r:ttlitto) c ntrtnt:to Os detterminarrtes interrogativos empregam-sê para fazer urna perç*nta
(pltrral) entre o cjeterntittante possessivo "meus" () o l)()llll "uittos" l;«ltrrc rr rrirlurrrzlr otr a irJr:ntidadr: cjo ser ou do oblecto desiç;nanclo pelo
A tua cadela Íoi it<> vr:tt:r irtirt<t'l ll( )lllt )

[)1 ttovtt, qxt:tli: r;ottt:otrlltttt:tltrttltc o tlcllllllllt,lltl{' l)l)',',r ",';lvo "ttl;l" r:tl I x Qtl;tlrÍos ,lt ttt:, lt)tlit':'.'i;t/ro r;r'l;t1..
rrtlrrro "r:it(lol:t" l)t,'. r!tt r/,trrtrt:,';,t tt llrtttlr:ttt (lt):;ttlo rlr;r;rtl/ttt:;Ítl'r'
Os determinantes interrogativos concordam com o nome? A elasse dos adjectivos
Sirr, cs detsrrninant** int*rr*gativ** variáv*is e**c*rejar"n *m g*nerc e
Para que servem os adjectivos?
*rn número toín ü ncm* ELse pr**ee**rn.
t )r arJiectivos ajudarri * "visu&lizar" ã imagern a que se está a referir.
[x.: *eramfa iâgua t*m * rnar?
Ao rltrvir^se dizer "umâ sefihora", sabe**e du qu* çe está a faiar mas fi*a-
* ei*terrninant* lnt*nragativ* "eç*aftà&" üüiteürd* *m E*n*r* * núnrero ';{ ) rjern conheeer **p*ct*s tã* importantes cnrno a idade ou o âspêÕt*
c*rfi * ii*fi":a "&ç*a" Ir';tr;o"
Arr ilizer-se uma s*nhçra jav**t, a{ta, Rragíra de cl/tos axw§s * eâfuÉlo
Também há determinantes interrogativos nvariáveis? i
/oiro, 1:ode-se identiíicar rnai* facilr"nente o sujeito de que se Íala.
Sim, n d*terminante interrogaiivü "qâJe" * lnvariáv*l; *igniíica q*e não
varia n*m em g*n*r* nern êm número. rylant*nd* s*rnpre â me$rnâ fcrma. () que significa a expressão os adjectivos são palavras variáveis?
Êx.: &a.*e hcras s#*? I &ere fempa f*ns? : irt lrrrfica que â $uã f*rma p*ele nrudar de acordo cüffr ü género (alto / alta],

üáre honeea * essa? I *we pratrss rTuer*s? () número (azul I aruis) ou 0 grau.
N"l*ste exemplos, * detarminant* int*rr*çativü "que" rnantem-*e !nvariá-
veijunto dos nomes: "hsrâs" {femininc I plurai}, "i}*neca" fl*n:inir:* I sin- Qual é a relação que os adjectivos mantêm com o nome?
gular], "tempn'- {rnas*ulin* / *ingulari s "prâtü§" {maseulin* / plurat). ( )',;rtliectivos conccrdam ern g*nen* * em número com o nome â Eue
,.r.tcÍerem.
O que são deterrninantes numerais?
oomo se forma o feminino dos adjectivos?
São *s d*iernrinant*s qil* !nf*rrr:anr sehr* a eçuantêdade ou a rrdem do
( ) )r( x)clsso de formação do Íeminino
nüms ql;s prec*deru:. I ieom algumas excepçÕes) é idôn-
Irr o iro dns nomes (ou substantivos). §x,: delicado I delicada; simpático
Fara já vaniüs cnnh**er ns
, ',rrrrplitica.
* determinantes numerais cardinais;
ll.r, rr«r t.;ntanto, aqueles que só têrn uma forma para ambns os Eóneros.
* determinantes numerais ordinais; ' ;rdjectivos uniformes quanto à flexáo em género. Hx.: Um rapaz amiá*
,, rr r
Êx.: ü Jção íem wm j*ç* cÍ* cafas. vrtl (rrt;t:;culino) / Uma rapariga amiável {feminina}"
iíoj* *i * selr pnrmeiro dia de ,:*J*s"
(jomo se forma o plural dos adjectivos?
O que são determinantes numerais cardinais? ll,r lorrrra(;ào do plural os adjectivos simpl*s seguem as mesmas rêgras
§ã* *s det*r"nrina*i*s nurn*rais qu* e**signarn a quantidacle do rrorrrl , r í lu( ) olx:)decern os nomes (ou substantivos)" üx.: orgulhosc / orgulhosos;
qu* pr***rlenr. ,r.'rrl / lrzuis.
[x.: * m*!fuar jrsça"dor marcau clrleo golos. - I lnforma sobre a quatnti- ll,r, l;rrnllorn, os que têm uma so forma para o singular e para o plural.
';,rrr ircliectivos uniformes quanto a flexão em número. Ex.: Um artiEa
dads eie goios que o rnelhor jociarlor marcou"
rrrlrrs 1' ,,,,r,,lar) I Utrs aftigos reles (plural)"
O que são determinantes numerais ordinais?
(;onro so faz para indicar que um ser possui determinada qualidade em
Si.ict t-is dr,ttertttittltrtlt,l:; tr.ttttr..ritir; rlttrt rlol;ir;ruun itoÍrIrrrrrkr n{)nl() (luc l)tr) grrru auperlor a outro?
t;r ttlcilt.
I l.xior rit r;o o iuljrx;livo rro (lríru comparativo de superioridade: antes do
I x Atlttr:l;t,rlh:1,.t ltt:ortt:ttt:;aguntlo lttrl,tt , lnlot nr,tl;olrtl,rortltltr rln ;rr llnr:livo r;okrr;it :io "tnâiB" rt rloltoir; rIr ;trljrtr;tivr) "gug" ott "do que".
cltr rr;; tr li t I v I I Nt tttrt ,i rrnah alla arta n llil;t
A classe dos verbos
Como se faz para indicar que um ser possui determinada qualidade em
grau igual a outro? Para que servem os verbos?
Flexicna-se o adje*tivo no Erau comparativa de igualdade; antes do *s v*rbos sã* *s paiavras que indir;am as aeç#es prati*adas g:elo sujeit*,
adj*ctivo coioca-se "tão" g d*pais do adjeetivo "coâro" ou "quants". üu quâ fa;*m afirrnaçÕes a *eu re*peitü, Çoryr indicaçÕes d* t*rnp* ipr*-
sente, pass*d* nu f*tun:)
Ex,; EsÍe ramo d fâo banita oôrr?ú aque/e.
Como se agrupam os verbos?
Como se faz para indicar que um ser possui determinada qualidade em
ü-s v*rh*s âSrupâfi:*§s arx 3 conjugações"
grau inÍerior a outro?
Flexicna-se o adjectivc no srau eomparativo de inferieridade: ântes do Como se distribuem os verbos pelas 3 conjugações?
adjectivo coloca-se "trylenú§" e depois d* adjeetivc "que" ou "ds que"" ACI reiirar ao infiniiiv* a última letra i* "tr"), ficâ c*rfi & vngalt*máti** (-a,
-e, -i). il ela qL*e indica a canjugaçâc â qu* o v*rb* p*$ene*:
u -* l ll eernj*gaçã* * üx,: danÇ*r, rruãár, dar" deix*r...
* *e 123 c*njirgaçâ* - fix": viver, *ürrer, v*r, *sc*nder"".
Como se flexiona o adjectivo quando se pretende indicar que em com-
* -i I 33 con]*gaçã* * §x.: saiü ri1 halir, fxgir...
paração com todos os seres que apresentam a mesma qualidade, há um
que sobressai porque a possui em grau maior ou menor que os outros?
Os verbos são palavras variáveis?
ÍtJesse easo, flexiona-$e o adjectivo nü grâu sup*rlativo re§atívo de *s v*rllcs ***stituem a *lasse mais variável d* lÍngua p*rtxgu*sx. lrás
superioridade ou de infericridade. verifii:ar qi":e vari*rrr sm pessoa, *fi": número, en: tempo * em modo"
O superlativo relativo de superlcridade fornra-se pando o deternrinante
De que forma é que o verbo varia em pessoa (1?,2?,33); e em número
artigo definido io I a / os / as) antes do cornparativo de superiorldade.
(singular /plural)?
Hx.: Õ Nuno d o nraís alts da sua furune. {De tod*s os aluncs da turma,
ele desiaca-$e por a sua altura ser superior),
* v*rh* * * pr*n*n"ic pessoal *ujeit* is§, tu, *ie I sla, nos, vós eies /
*la*] e*neordarr: entre *i. lstc e, §* o pr*il*ffie e*tá nr singulal c v*rho
C superlativo relativo de inferioridade fürma-se pond* o determinante *sti* n* singr":iar; se se trala de ur* písnürr:ü na terc*ira ilê§$*â, * vsrh*
arligo definido {o I a I as /as) antes da comparativc de inferioridade. apaíeee na terceir"r pessoa.
Ex.: ,4 lnôs ó a rmereos aíta da sua turma. {De todcs os alunos da turmâ,
efa destaca-se por a sua altura ser inferior). f,-g- -l j
ry
.J
m
I :------
e:
Quando se pretende informar que um ser apresenta, em elevado grau,
determinada qualidade, como se flexiona o adjectivo? I
Flexionarnos o adjectivo no grau superlativo absoluto sintético ou analÍtico. §
:l
Com o superlativo absoluto sintético utiliza-se uma só palavra (adjec- ô-
tivo + sufixo).
Ex.: altíssimo; facílimo; paupérrimo.
O superlativo absoluto analítico forrn;r :u: r;oklr;i.rrrrlo trtrr itclvrlrbio itrrli
catlor (lo cxr;t,.r;r;o («r tnitir; ttlilizrtrkr c ":nuito") ;tnltt:l tl«r itrljot;livo.
Jlw mrrlln,rllr l avaaooirrnnranla írilil' aylrnnrlinnrlnmonln rrr rl rrr.
-l;1,- Á-, t rln"{l-.,1
Texto narrativo / Texto lírico
(Texto poético)
E Jl,(jn.cl".r
".....-t;r.:::.1i-:.;:..t_.
- é uma cadência harmo-
niosa, melodiosa (soa como música). /
| ::': a a:'.: :1' !'. :'....,.

f-i Íl ,,r.o-:,,.1 rlcí


i' -: "4,. .., ..Denominação{as*es}r.o199..
!'t :.: " a

-
:, ' - o conjunto de um determi- o_1,,13*deversos _
'r- -'-
2 dístico ou parelha
nado número de versos. 3 terceto
:i.:i:i::::ti:::;+.]:tÉ:. 4.,-qua!1a_. ,i.#ÉÉfg#.Éjj#
,.+::i..,:a:.,:=-.::i:. Ã qllqtilhq.oq qqi!.l_e_tc .
l.ua
.
! l;:i
: '-
,: ]
';ltL t:;., l::::;::
; d-;'
,i':' .:, -éasequênciadeacontecimen- 6 §e4i!1149!.! gclteto . . -- ..
:

l
+.rlii,'d-11:tii:irÊ.j",7.r'.:iI*
i,tjÉié.;i:iji!:,!,F.í,íJ
,):.::,:.::, - é a parte da narrativa que I .: eÊplqnq, 9elilltq oV hgptelg
tos vividos pelas personagens, que se 8 oitava
desenrolaram num determinado espaço corresponde ao relato dos aconteci- I nona ou novena

e ao longo de um determinado temPo. ,:,' ,t,. .. - corresponde ao primeiro mentos que conduzem ao avanço
Sucessão de acontecimentos que cons- período ou ao(s) primeiro(s) parágrafo(s). (desenvolvimento) da acçáo.
tituem a narrativa. Serve para apresentar as personagens
e indicar o local e o tempo em que se
, ."
- é um ser imaginário, criado
,;,'.:,-.

pelo autor, a quem cabe contar a história.


passa a acção. Corresponde a um
criação do texto; quem imagina e : ':,.1'r: ,:; :' :.'.,: ...,,.,:, - Um texto naffa-
momento de pausa (descrição).
escreve a história. . . - COÍltâ tivo tem uma determinada estrutura, ou
As formas verbais encontram-se essen-
uma história mas não participa nela. seja, uma organizaçáo. Geralmente
cialmente no Pretérito lmperfeito do
q lndicativo.
Neste caso a narnativa é contada na 33
pessoa.
organiza-se em três partes: introdução,
desenvolvimento e conclusão.
corresponde à parte final
-
do texto narrativo. É o desfecho da his- :: ,i ..:, i . .,: - seres imaginários, cria-
tória. E, normalmente, uma parte curta, tória em que participa como persona-
dos pelo auto[ que participam na história.
râpida, onde predominam os momentos gem. Neste caso a narrativa é contada
indica onde se
de avanço e que revela o fim da história. na 1 3 pessoa.
passa a acção. O local em que a acçào r''. ..;,.., 1:,..
- é muito im- . .. ...
se realiza. portante para o desenrolar da narrativa.
mento ou de uma série de acontecimen- Desempenha um papel muito impor-
,,t . : i,: i ::.i -indicaquando tante na acçãcl.
tos mais ou menos encadeados, reais
ó a parte da narrativa que
- se passa a acção. O momento em que a
ou imaginários.
corresponde à caracterização das per-
acção se realiza. :,:. . .: ...... .:. . ..... _ tem Uma
sonagens, dos objectos, dos espaços
Ex.: Manhã, tarde, noite, semana, mês, dizemos que se trata
interiores (divisões das casas e de - menor importância para o desenrolar da
estação do ano, ano. de uma narrativa aberta quando não
outros edifícios) e das paisagens. história.
somos informados do destino das per-
- é a Parte mais longa sonagens, do final da história.
- uma composrÇao em verso.
do texto narrativo. Os acontecimentos E um texto narrativo sem a conctrusão.
sucedem-se uns após os outros, o ritmo
- ao verso destacado grafi-
da narrativa acelera, a acção avança rapi- - é um texto narra-
damente. predominam os momentos de camente dá-se o nome de monóstico' tivo clttc nos apresent3 1r;ottr;ltt:;rto, o
avanÇo (lrrrar.;lro). As formas verbais Este verso pertence à estroÍe (anterior cftlsÍoolr«l rlir lril;tória. O rrarracJor contir - recursos ex-
0rtr:ot)triuil r;u, rr<lrnraltrrr,.rrter, no Pretérito ott trloslori«lr) à rlttirl oÍilá ttt;ris liclitrlrl ttnrrt lrllrlirtirr rIrlulo o luu ittício lrló iur ;lturi:;ivos (ott Íiqura:; do ostilo), sáo pro-
ou embelezar a mensagem que se pre- irr:;1;1,., - a rima acontece quando encon- Orgunização do texto escrito /
tende transmitir. Vejamos os mais fre- tramos versos com sons iguais ou se- Funcionamento da língua
quentes: melhantes.
J -,,:::,.tr:: ::: :,',
i :t : 1.r - Confofme a i.:t: : :..: :i: : lr,
São palavras que procuram imitar
Llnomatooeles
' posição da sílaba tónica, as palavras
cenos sons ou ruldos.
:r: r,' , .- efeito estético ocasionado pela
: .t
Consiste na utilização de um ou
podem classificar-se em:
ocorrência de unidades melódicas, dis-
,

; ' .
; mais adjectivos de Íorma a tornar i

Adjectivação . o texto mais belo ou mais expres- postas numa sequência contínua. Se- são palavras que servem
sivo. No entanto, é necessário evi- ,' cussiFrcÀÇÃiioúÀúitiÀ'iôsiÇÃci'oÁ -:

tar o seu uso excessivo. quência harmónica. lrrrr ir r.;rr;u:terizar o ser ou objecto de
: §ILABATONICÀ
- ReDeticào intencional do mesmo rlurr lir l;rla. O adjectivo caracteriza o
Agudas Graves
A|Eeraçâo som.
Esdrúxulas
tiirtilÍr it rqLtC Se fefefe. (a sílaba tónica (a sílaba tónica (a sílaba tónica é

l,têDêflceo
Consiste no uso repetido da mes-
E. t r', , r/Urros estavam atentos e siren- ré a última) éa penúltima) ra antepenúltima) l
ma palavra ou palavras.
icapital
Atribui características próprias de írr{r:ioS. :coração ipereira
;Pêrsonlficâçâoj pessoas a seres, objectos, fenó- i
- género poético consa- também menina
,secretária
atletico
menos... grado à expressão de sentimentos. ATENçÂo: Todas as palavras esdrúxulas são acentuadas
-)
i i Estabelece uma relação de seme- , - alguns adjectivos com acento agudo ( ou, se a sílaba tónica Íor fechada, com
acento circunflexo (^).
l

, I lhança entre duas ou mais coisas


vartarrr rlrurrrto ao genero (masculino /
i i através de uma palavra ou ex- i
li: .,i:::.,, - escrito que relata
pressão comparativa (como; tal fcrrrtrrlrro) > são biformes quanto ao
; Gomparaçâo ; :
acções reais ou imaginárias que ocor-
; ' r como; à semelhança de...) ou de :

i : verbos equivalentes (parecer, rem no espaço e no tempo, envolvendo gÉl tt1lr r


: i::r: i. .l É Lit:: ':.:i,:,i:lii.,',-. - quanto aO númefo
lêmbrar...).
personagens. É um texto que conta I hrlrn'r virr;un quanto ao número (singu- de sílabas, podemos classificar as pala-
uma história. lar i ;rhrr;rl) r são biformes quanto ao vras em:
:.;..:tt: : - é
lllllllr!lr I
um conjunto de características que dizem
i:1.t,,,:, ::,': ,, ,r:.:r:i;. - Um naffadof podê I trrlrr r';, itIl(lir, variam quanto aO númefo
respeito ao aspecto exterior (cabelo, MONOSSíLABOS
ser: itl (llní!tí) Dalavras,
.--.-.-.:;:
íou t-uma so silaDa.
olhos, nariz, boca, altura, vestuário,...). É > são biformes quanto ao monossIaDrGas)
Ex.: pai; bem.

- narrador partícipante; tttltttrrtr ) rI llo qénefo. DISSíLABOS


:'--':'--- Duas sílabas.
- narrador não participante. IOU Oalavras
olsslaDrcaE
é um conjunto de características que di- - há adjectivos que TRISSíLABOS
; :1-;;:, ;y;. : ,; ,- Uma naffatlvã
tres s[aoas.
zem respeito ao aspecto interior (carác- rrã,! ii.utiun t:rtt género (Um senhor f,:tXfyf,
mssllalxcas,
Ex.: calsolta: leiltulra.

ter, temperamento,.. .). pode ser:


Iovattt / I lrrta senhora jovem) ou em POLISSíLABOS
palavras
mais de três sílabas.
tellelvilsão;
Por vezes, o leitor depreende as carac- - narrativa abefta;
hnrroro ll lrrt nptaz simp/es / Uns rapa-
(ou
pollssilábicas)
,Ex.:
menlsallildalde.
;

terísticas psicológicas de uma persona- - narrativa fechada.


gem a partir daquilo que ela Íaz ou diz. ==E:i r,r,Urrc.s)
i são uniformes.
Atenção: as características psicológi- - ao conjunto organizado
- há dois lllxrs
de todas as formas de um verbo, cha-
cas correspondem a um estado perma- de personagens: ao con.junto de pala-
mamos conlugaÇão.
nente. Assim, se dissermos: vt:t" I ll tíi rlt,,ilttt rol;1tr)ilo a uma mesma
- pcrsortít(l()rrr rritrr;i1 r;tl;
1
13 conjugação verbos que têm a -
A Maria está Ír,ste. -r Não se trata de tE:illrlÍlrl,, r,,, ,,,t',, «llt=s(} tl nome de
- lx)r ri()ilil(l{)nr :;r:r :trnr li rrirt. vogal temática em -a. Ex.: cantar.
um estado permanente; não é uma carac- *it v, ,, i tl tli tt.
ái rt
2l' conjugação - verbos que têm a
terística cla Maria.
tr lrilllr;lr.:u, ittottit, ttt;tlltllitri..:la, cott voqal terrrática ern ê. Ex.: saber.
A Mtuiit é ttttut trrvútttr lrl.slo. r It'irll so
lrrrr lrrltirilit, litlottt lliUlo rlrt ilroit 3l conJugação vorl)ori (luo tí)Ín a vogill
rlo tiltt uttnrkl llortttiltottlo; ô lttntt ctt
- OS de- : :-r.::ii'-.::::
Encontramos a vogal temática se reti- Os determinantes artigos indefinidos são cAlDrMls ORDINAIS
lrirrrrlrr,rrrles interrogativos introduzem
rarmos o -r à forma do infinitivo: cantar os seguintes: primeiro, segundo, terceiro,
I

-+ canta(r)- vogaltemática -a. Írrrrrr,', rnlerrogativas, de uma forma quarto, quinto, sexto, sétimo,

Atenção: o verbo pôr e outros forma- -:_- SII'IGULÀH


:
PLURAL
ql1lrr l,r orr indirecta. um, dois, três,
oitavo, nono, décimo, vigésimo,
trigésimo, quadragésimo,

i;ffi
Masculino ; um quatro, cinco, . ::lr!::i + ..:

dos a partir dele (compor, repor, supor,


Ynt F. (Jrrantos anos tens? quinquagésimo, sexagésimo, ttliÍ::::r.'
Feminino : ,ma umas
i h, rlotlt tninântes interrOgativos são
septuagésimo, octogésimo,
..: ); '

transpor...) pertencem à 23 conjuga- OS nonagésimo, centésimo, ... t,: i

ção, porque em latim a vogal temática é çe1p rl1 1ll:;: . : , .,:: ::. , : r. -osde-
-e: ponere >poe>pôr. -oE BTNGULAR , plunÀi terminantes possessivos indicam o(s)
determinantes demonstrativos identlí1" llerr ultno Fominino Maiculinà feminino possuidor(es) do ser ou objecto a que o
cam e indicam a posição (no espaço ou nome se refere.
,EI no tempo) de um ser ou objecto.
t , t(l|l[ quanta qUantOS quantas
Os determinantes possessivos, normal-

. i:-,---r ri::::rir':., : - os determinantes são


Ex.: Emprestas-me este livro? (O livro I ,lrrirl mente, são antecedidos por um deter-
minante artigo definido.
está próximo de quem fala).
Ex.'. A tua saia é lindíssima. (A saia per-
palavras que antecedem os nomes (ou
substantivos), ajudando a enquadrá-los
Os determinantes demonstrativos sáo I
E
tence à pessoa com quem se está a
os seguintes: falar).
melhor, dando-nos determinadas infor-
Os determinantes possessivos são os
mações sobre eles. SINGULAR PLURAL
seguintes:
este, esse, aquele,
êstes, ossos, - os determi- o Um só possuidor
aqueles,
::: : :.: ial.::l , r:, ,, .. :i ,: :, : i r.
- OS
Masculino :o mesmo, o outro,
os mosmoS,
lqrrllrr rrrrrrrerais subdividem-se em
' tal SINGULAR :
determinantes artigos definidos desi- os outros, tolB váttrttr .illx:lilr;ses. Para já, vais conhe- PLURAL

gnam seres ou objectos bem identifica- ,esta, essa, aquela,


estas, ossâê,
r Éi !l', ,,r)illtinIeS:
Magcu!!no
:lem!n!no, Ml:cu!!no Fgminino
âquêlas, 1:
dos, conhecidos.
Feminino :a mesma, a outra,
itall
I

as mssmo8, r:.ilíilniris irrdicam uma quantidade pe9soa


meu minha meus minhas
as outras, krlB
Ex.: Ele falou com o professor. flanto E..ii l,I 2?,
pêssoa:
quem dá a informação como quem I r I l,t llrtr ctois irmãos. 33
a recebe sabem de quem se fala). lrrllrurls irrclicam a ordem por que pessai
minantes indefinidos referem seres ou
Os determinantes aftigos definidos sáo e=i,i,, r,,lor:;lrlos os seres ou objectos . Vários possuidores
objectos de um modo impreciso.
os seguintes:
Ex.: Certo dia, aconteceu o que t<tdoa rle;:ir Ir,trl')., l)()lO nOme. . §INGULAR : Pt-URlL i

esperávamos. | . rl,t tttrt:oira attla os alunos já se Masculino Fêminino Masculino Feminino


§INGULAR . PLURAL
Os determinantes indefinidos são oq , ttttltt\ tiilll lOdOS. 19
pessoa
nosso nossa nossos nossas
Masculino o os seguintes: 2?
ã VOSSO VOSSA VOSSOS VOSSAS
,Feminrnoâ,u" SINGULAR PLURAL I
Àlcrr.itor {) nunloral pode pertencer à pessoa
{
Masculino Fêminino Mascullno F.mlnlno elçaaa,' r k re rlolorminantes. pessoa
sêu sua seus suas
todo toda todos kxlal t . l \,t;tnt nfit quatro cadernos.
algum alguma alguns llklllllráÊ
os determinantes artigos indefinidos nenhum nenhuma rronhtttll; tn!lll$ilrtE l',,,|t. l;rrrrlrrill l()ilnílr t;lasse própria: a dissílabos ou palavras dis-
'fr certo corti.l (irlrlo:i cotlan
designam seres ou objectos que não .à eiãaqr r lorl rttr;;tor1is. silábicas, são palavras que têm duas
'E muito
outro
rnrrilir Itrrll0li ilItllÁq
olrlro$ r)lllta§
são identificados com precisão. oulrrr
f . r r,riiltrr:; ttttut rlúzia de maçãs e
,,1111
sílabas.
Íx)uco lx)(l(;Il lx)tlooli lll,lll:át Ex.: calda; bolla; calsa; lalta;talça;folca;
Ex.:E/e falou com um professor. flanto lrrrrl0 l[il][ Irrrrlori lnnlal I tttttÍ!nttr:, ltxltt qUAtfO.
(luitklu.il rlltitlnrllót Ítilta; Nulno; llnês...
rlrrertr dá a inÍrlrnraça«l oonro (luenl I tli=srr,,r ,rlrlttt:l oxrrnllrlo:i rlc rlolcrttti
n ror;olro tti.lo l;itllo oxitr;tiilttottlo rlo
(l 'itrit :;irlnros nriril; lxlllrc. oslr.'assunto vê,
r rlIt llãrtlt:rr tttttttttl;li:l r:;ttrlittitlli tt tlttltttttti (l/
;rr1ri rro O.{i.(;Á/?/O, (,1,r:,: ,ríri:;tr.:;ro rl; r;
rlrtottt rio lrtIt). lÉt\ àd 1t\d tht 4h,tttldtl
i'rt:i:'i:.-::' ::,li=,
j:'; Lt+i
- pOdemOS atfibUlf, | íl Írase é uma sequência de - O complemento indirecto, geralmentê

a qualquer tipo de frase, um valor afir- lralavrir,; organizadas e com sentido que liga-se ao verbo através de uma prepo-
- dá-se o nome de
i::i,li-::ii:.+ !.1ít !:::,:|.:ix:!:i tllltll, 1r t,,1 fillante prOdUz (quer Oralmente sição. lndica, quase sempre o destina-
mativo ou negativo.
rluur lrr)Í cscrito), respeitando algumas tário da acçáo e responde às perguntas
família de palavras a um conjunto de Assim, as frases podem ter forma afir.
rÉUtllr nit escrita, começa sempre com "A quem?" "De quem?" (A quem con-
palavras formadas a partir da mesma mativa ou forma negativa. iriir krl rrriri(rscula e termina com ponto tou? "ao filho").
palavra primitiva. Ílnal, porrto de exclamação, ponto de
Ex.: "embarcar", "embarcadiço", "embar- Ittlerrr»11;rção, reticências e, algumas
] TIPOS vGitnlr, r:orÍt dois pontos. Predicado
cação", "barqueiro", "barquinho", :
fflt[{Yl-
o
i N!9ArrvA

"barcaça" pertencem à mesma fa- , Declarativo O Pedro leu O Pedro não lou
A
i--.--:
l
livro. I o livro. , - é uma frase que tem
mília de palavras porque se forma- O Pedro leu o O Pedro não lou firálà rlr! ilrrra forma verbal, mais de um
I

: lnterrogativo livro? -,I -.-- o livro? I

ram todas a partir da palavra Pri- : Exclamativo O Pedro leu o O Pedro não lôu Frer litrr lo [Jma frase complexa é cons-
livro! r o livrol lllrrltlir gror, pelo menos, duas frases O pai contou uma história ao filho.
mitiva "barca". Pedro. não loht
lmperativo Pedro.' le o lrvro. §itit1rlo':
o ltvro.
I

it:-:t: :": :,,:i,.::.: :lirr' ::','.: "' -''


l
--
:- ChamamOS i - é uma frase que tem Quem? O quê? Aquem?
formação de palavras ao conjunto de pro- Os processos de negação mais usuall Eri rrrr,r lorrrra verbal, só um predicado.

cessos que permite a criação de novas passam pelo uso dos advérbios de llrrir lr;r:;c :;imples é constituída por
llllltlrirI',t ll!lr).
palavras, a partirde uma palavra primitiva. negação (não, nunca, jamais...) ou
Sujeito Complemento
Conhecemos dois processos de forma- expressões negativas (ninguém...).
numa frase, os di- indirecto
lntos desempenham diferen-
ção: a derivação e a composição. yct ili ,,i . llr rr I t(
Complemento directo
..: :.:. '.'i.-a::. !;t.:t.:.,!:'..'i:.: - aS fofmas nOmlngh lEã Ír rr r,, lr ; ( i'io as funçóes sintácticas:
,'

são formas impessoais que correspoR=


pR r M rnvA i:i1'"'"""11[i *",J II auioilo rk:signa o ser ou objecto
iT: :"J[:.lF' dem a nomes ou a adjectivos:
A palavra Primitiva êr,l'r,! o tlrurl se aÍirma ou se nega
!1,= - .- iuntou-seumprefixo.
- equivalente a um adjocllvo,
Particípio
PÍeÍlxaçao Hl!lililr,r r;0i:;lr- Responde à pergunta
Ê*., contente com flexão de género e de núttteltt, - categoria gramatical que dis-
'í rr i.r rr r"' (Quem contou? "O pai".).
A Palavra Primitiva
DOr
juntou-se'iilJf; expressa o resultado da acção. n prnrlit:trdo tlesigna aquilo que se tingue palavras a partir do contraste
DERIvADAlJii*uçao
Ex.'. Acabado o trabalho... / Acabadol rlii! liil;r ,l(:oroil dO SUjeitO. FaZem /
masculino feminino. O adjectivo
A palavra primitiva
Pot. . assume o género do nome (ou substan-
oreilxacao e- iuntou-se um preÍixo e os trabalhos... l'!ll', r lr , prrxlicado o verbo e OS SeUS
'':i"'-:--
suTtxacao
um sufixo.
+lrnplernontos ("contou uma história tivo) a que se refere.
Ex.: des amento Gerúndio - equivalente a um acliot:llvo
Oras ou mais palavras ãr, llllrr r")
que se juntam, Por meio
ou a um advérbio, exprime o dosottttllãÍ
Pol io híÍen, conservando
IIr,rnrl)lnmonto directo coloca-se, - os adjectivos
rusLtDostcao da acção.
'
câoâ Lrma a suíl torma. uF,rilhrrírlllil, lt l;rtquir ao vgrbo, sem também nos dão indicações de intensi-
Ex.: Trás-os'Monk s Ex.:F/e foi dizendo. dade, variando em graus.
coMFosÍA
- ãrr.llir r ( [, 1111111 J;roposiçáO, O designa
trt ttt;li:i lltl;tvt;t:;
)tt;ut
lnÍinitivo lmpessoal orluivitkrnlrt a tlfl
|
rliÍr:ilr ll|illll n aer ,rl olrlor:l«t sottrtt «-l qttal ret;ai a Alguns adjectivos têm Íormas especiais
P,,] r r)llrlll,llnnl,,
rlglttllttnÇÀo , '
I x lrLllr(,rrlllo ,
nontí), nliui :innr r1u;rk1ttot lItxli«r. * 1Í1r r llorr;xrrxlo ft;xrroutttn "O quâ?" no compnrnlivo e/ou suporlativo, que
rl4l ldllr I I v À.lri.: t'tttt.t'ttnttr: rr!tttttt i, lâr lÍ ,t.r il,r l r r r u râ'l hrrn lrlslôrlrt"). rrrrrltr irr«lo lrrls estu«lttr.
rOBMAçÂO EXEMPLOS hrlfurillvo indica que o significado do
comoanna
. trioulantês de um navio ou barco
Este homem é estudioso. vÊlltrt r'r {}llcarado de Um mOdO VagO, ' de pesca

getrorlr r r lrx.: E/e vem a minha casa para constelaçào estrelas


mais + adiêctivo + que, do que Este homem é mais estudioso do
superioridade ou quanto que aquele. cordilheira iserras
llçllolhar
de Este homem é tão estudioso animais domésticos que servem
igualdade
tão+adjectivo+como cnacao
para a alimentação do Homem
como
lquelel . - monossílabos ou pala-
de menos + adjectivo + que, do que Este homem é menos estudioso ;elenco artistas de uma companhia teatral ,

inÍerioridade ou quanto do eue aguele vtíii rri,rrossilábicas, são palavras que ,enxame ,abelhas, vespas ou mosquitos I

de antepõe-se 1r1 lirrrr r lrr;r sílaba.


ao compara- esquadra navios de guerra
.E

superioridade tivo de superioridade
Este homem é o mais estudioiO,
I r vr rr r,:;(!ll; viu; rã; paz;mari pé; ler...
esquadrilha aviões
êde antepõe-se ao compara- Estehomeméomenos lFar rr rr; tl x rrrs mais sobre este assunto vê,
inferioridade tivo de inferioridade ,exército 'soldados
o
estudioso.
*1rl nl (;/ OSSÁR/O, Classiticaçãc das
Íato
I ,ir , r
.à Este homem é muito estudlogo. lcabras
' 1rr, rrrlo ílo númerÕ de sílabas)
6 É muito fácil.
B antepõem-se ao adjectivo os espécies anlmais
o E bem pobre. ,fauna I
* o analítico advérbios muito, bem, assaz,
Ílora
.õ=ã bastante, imensamente, etc.
É assaz difícil.
,nlantas!e
uma reeii9 ou eais
o
!
E bastantê largo.
É imensamente bom. tr ,
laranjal
matilha
:laranjeiras
:cães de caça
Este homeÀ á à.iuàio"issimo,
acrescentam-se os sufixos
Este exercício é facílimo"
são as Pala-
-íssimo, -imo, -rimo multidão pessoas
Um comportamento libéÍrimO. yíãr.,, rilr r1uc deSignamos OU nomea-
ninhada pintos,ratos...
illltit I r.i .,tlll):; gm geral.
quadrilha bandidos ou ladrões
'.I :I: -umnome(ou Para formar o grau aumentativo acrêg= f'r,rllrrr rclcrir-se a peSSoaS, COiSaS,
rancho pessoas, de íilhos, crianças
substantivo) pode apresêntar-se: centamos os sufixos -inho, -zinho, -llo, Irlurrrr,.;, (nrerrino, Marta, flor, Portugal)
ovelhas , carneiros, cabras (gado
no grau normal: a maioria dos nomes -aço, -aça... s6li1, I r';, r lrrrrlidades (felicidade, justiça), I rêr)ânno
- lanlgero)

apresenta-se numa forma normal. Não Ex.: homenzinho, mulherzinha, casinhÉ, Elr souto castanheiros

se "engrandece" nem se "diminui". boquinha, passarinho / passarllo, vara porcos


É
cãozinho / cáozilo, barquinho / llar= - sao nomes comuns
o caso, por exemplo, de: homem, mu-
Éirrii rrrr1',ilt() no singular (embora tam-
lher, casa, boca, pássaro, cão, barco,
quito, dentinho / dentito, etc.. | :,.. , ,:-.-referem-seaSefes
frÉrrr 1rr r'r':.rtil uÍioÍ-Sê nO plural), indiCam
dente, etc.. . ,', r I r :;rlres ou CoiSaS da meSma
ou objectos, sem os individualizar.
|
'lirllr Escrevêm-se com letra inicial minúscula
- no grau aumentativo: quando apre- É=-l
'.il lr 1

excepto em início de frase e, frequente-


senta uma significaçâo exagerada, r ,lr.,rirv.r I r ( llIldro, onde podes encon-
mente, em início de verso.
intensificada. , : - OS verbos vrlrlHfl kâr ,rl,Irrr'. rlos nomes Colectivos mais
Ex.: rapaz, caderno, gato, etc..
nos seguintes modos: f1s' 1u, ,t rl r r'
Para formar o grau aumentativo acres- ,
Antes de um nome comum, encontra-
Indicativo - transmite a observaÇflo (16
centamos os sufixos -ão, -arrão, -aço, mos um (ou mais)determinante(s).
uma realidade. Ex.: E/e trabalha tmilkt CONJUNTO DE
-arra, -aç4, -uça,...
ã:t::ã:1.,
Ex.: Já guardei fodos os meus livros.
Gondicional - transmite uma condlÇâo tttVioâ
Ex.: homenzarrão, mulheraça, casarão, I i., i-
Ex.: E/e trabalharia melhor so o illudel [tuÊl(;oõ
bocarra, passarão, canzarrão, sem. lã,!. trvoB
- referem-se a seres
barcaça, dentuça, etc.. ou obiectos bem definidos e são utiliza-
Conjuntivo - transnrito urnir possltlllftle ãi!i. r ltttoloa
dos com o objectivo de os individuali-
- no grau diminutivo: quanclo apre- de, lrrrr rlesojo. f x.: krlvet olo trabalht ra,,1,r,,,,- ltolxoq
sonlfl urilit tii(lniÍi(:ilÇílo íllonundír ou
/ar. [::;crovern-se com letra inicial
lmporatlvo lriuurrtrilo rrrrrrr orrlont, uttl r rr.,i,irr, , rqtloilar, (llrlrôrAlÊã
rr lnit'[i(;ulír o, tilt titils v(t/(]!;, (lil;porlijarll
vllorUll(lll lÍr,(:tiv.ltnot llír. txxll(lo. urrr r:orrrurllrrr.1 x Ttnhalhel .-irerr'e Irarlrrlralroro(rrroDultrlaã
Podem indicar, por exemplo: o colocando uma(s)ao lado da(s)outra(s), lsrlnq :r.; palavras esdrúxulas são Ex.: fumo (nome) / fumo (verbo fumaf;
- nomes de pessoas: Maria; isto é, justapondo-as, temos umc ãêeillun(l;rs com acento agudo (') Ou, serão (pafte da noite) / serão (verbo
- épocas / meses / estações do ano: palavra composta por justaposição, ==É :r
,;il,rlrrr tónica for fechada, com ser).
Páscoa, Fevereiro, lnverno; Ex.: arco-íris. ã. Êril,r, rr,.rrrrfleXO (^).
- instituições: Câmara Municipal; (Para saberes mais sobre este assunlo tl!ãr'r ..,r1 ,,.rcs mais sobre este aSSUnto - palavras paróni-
- países ou organizações equipara- vê, aqui no GLOSSÁB/O, Formação (rln -É :r,trr rrr, (iI OSSÁR/O, ülassificação mas são aquelas que apresentam signi-
das: Portugal, República Portuguesa; palavrasi) ficado diferente mas grafia (escrita)
,
lri:uriú a posiçãr: da sílaba e
- regiões / serras / povoações: Algarue, I pronúncia semelhantes.
Serra do Caldeirão, Faro; - quando à palavra
Ex.: peão / pião;
primitiva se junta um prefixo, ou um
- rios: Tâmega, Douro, Mondego, Tejo, - palavras graves são preposição / proposição;
Nilo, Reno; sufixo, obtemos uma palavra derivada,
á.l,rsl1r'. r.rn (luê a sílaba tónica é a acidente / incidente;
Ex. : des+leal>desleal;
- mares: Mar Mediterrâneo, Oceano
Fcí,irllim.i I x.: lápis; gaivota; nenúfar. atenção / intençáo;
Atlântico; folha+agem>folhagem;
em+barca+a»embarcar. ll'grir ,,.r1,,'r,r:; Ínais sobre este assunto bolha / bulha;
- astros: Sol, Terra, Lua; ,§ rr,, r i/ OSSIR/O, Classificação comprimento / cumprimento.
(Para saberes mais sobre este assunto ,1, llr
- disciplinas: Língua Pofiuguesa, Mate- ,
vê, aqui no GTOSSÁF/O, Formaç;ro (, l,' {
ir, rrrlo à posição da sílaba
mática, História e Geografia de Portugal.
palavrasi) ) - são palavras que
têm signif icado equivalente (semelhante).
categoria gramatical que in-
palavra primitivn â - palavras homó- Ex.: medo / receio; alto / elevado.
dica o singular / o plural.
uma palavra original, que não se fonrrã hlr:r'r 1uolíls que apresentam igual
. ,, , , r,
O adjectivo toma a forma de singular ou
a partir de nenhuma outra. No entnlrlrr, fir*'rrrrr, r.r, rll;l:i qrafiaS (eSCfita) e Signi- - os parágrafos são partes
plural do nome (ou substantivo) que ele
a partir das palavras primitivas orlgl. *ieârltr ., lrl(.r:nleS. do texto visualmente identificáveis por-
qualifica. O verbo e o pronome pessoal
sujeito concordam entre si.
nam-se novas palavras. F. or-,r (lrr1.r rk: rnetal)/asso (doverbo que a sua primeira linha começa ligeira-
Ex.: fumo, mar, novo, pedra, terra, sol. rl :1/ ). mente adiante e o final é assinalado por
r ílrr (rrrrrtcral cardinal) / sem (pre- um espaço em branco.
- palavras agrrrlar
l'. , ií., rr , :lItlf)les); Em cada parágrafo desenvolve-se uma
são aquelas em que a sílaba tónic;r á e
r rr,:r.r (r,rn locido, com linha) / cozer ideia central (ideia-chave).
- uma frase é formada por uma última.
1.,iri r,,1 1lo;;).
ou mais orações. Cada oração dispõe Ex.: avó; pardal; pontapé. '

(Para saberes mais sobre este assutlo - o período termina sempre por
de uma forma verbal; um predicado.
Numa frase existem tantas orações vê, aqui no GLOSS,4F/O, Olrr:;:;rlr, ,r, ,r,,
palavras ho- - uma pausa bem definida, que se marca
,i,,,,ti .r I . .,r, I ;rrluelas que apresentam na escrita com ponto final, ponto de
quantos os predicados. das palavras quanto a 1l«lllir.;:ur rl,r',tl,rl ,,r
;rJ'iiil .t, rlr.r (r:';r;rilit), mas pronúncias e exclamação, ponto de interrogação,
tónica)
iilr, r, l,
',, r ltl()t()llteS. reticências e, algumas vezes, com dois
=i{i
- são palavrrts rltte I . r,,lii tr,r.,(l;ulit) / rOta (rUmO); pontos.
têm significado oposto (contrário). r ,ttrr.r (vlrtx)) / colhor (obiecto).
-
há dois tipos de Ex.: feliz I inÍeliz allo / llaixo. - quando falo de mim, digo eu.
palavras compostas. Quando se forma:
rlitvri*; lr«tttt(r
I ri Trata-se da primeira pessoa do singular.
o juntarrdo, colanrJo, aglutinarrdo outras plhvrlli rrnrlttl irirr.t', ..rrr .1r11111111,; t1uí) itJitolttttttattt ()rrnrrrlo firl«r rlo ti, contigo, digo tu (ou
llitlirvr;t:i, lonroli rrrrr;r palavrn com- xulits siio it<;ttoliu,i íJnl (luo rr rillalrâ
e;rral '1r rlr,r (r,',r.il1,r) r' l)l()ttlln(;lit, ltlit:, você) lntir so da sogunda possort do
Jroata por rglutlnnçÕo. I x. r;irir:r:url Ititrit:;r ri rt rrrrloprrrrr'rllitrtrt. I x.. t:ortar;llft' r 1.1....-.,r...,
Í. '
Quando falo de outra pessoa (que não
seja eu ou tu), digo ele ou ela. Trata-se
E Eãl eilirlrica em fim de linha. Ou seja,
-translineaçãoéadivi-

jt-:r::: - oS Verbos são palavras que


da terceira pessoa do singular. §ltatrrhr r)screvemos, por VêZeS, temos r.r':j:.

bais indicam se nos estamos a referlr liB 'eqtiir l; ule de dividir uma palavra, que exprimem acções localizadas no tempo
No plural utiliza-se: nós, vós, eles ou elas.
passado (o pretérito) ao presentc hãrr r nl rc, irrteira, numa linha. (presente, passado ou futuro) e asse-
ao futuro: Fãls tqr,,, é necessário identificar as síla- guram a coesâo da frase através das
'.-:r . ii', i:.:.i::.-, ::. - polissílabos Ou palavras
§gr rliirr;ir palavra e dividi-las, mar- suas relações com o seu suieito e os
polissilábicas, são palavras que têm
inaú" qr" ráçao se pmu FElhrlo ;r rnudança de linha com um seus complementos.
I
mais de três sílabas. " presentê:
no momento Eh I hiferrl Os verbos organizam-se em conjuga-
1

Ex.: bilcilclelta; inlfellilcildalde; gelnel-


êstá tristê. I

que Há, no orrtanto, casos especiais que é ções.


lndica uma acção I
rolsildalde; inslpilralção; lilvralrila; aconteceu no passado, d! I flB,Esrii'il io COnhecer: O verbo é a classe de palavras mais
jlmperfeito
bilblioltelca; olranlgoltanlgo.
.
um
modo contínuo: Ele lla I variável da língua. Pode variar em:
noitês.
livro todâs âs I
(Para saberes mais sobre este assunto vê, lndica uma acção que Já - pessoa (13,23, 33);
t
:
Perfêito I cAlos EEPEC|A|S DÊ TRAN§LINEAçÂO
aqui no GLOSSÁÂ/O, Classüficação das
Prêtênto terminou: Ele íez um bolo, I -út";á- - número (singular / plural);
lndi"u
rrnu qr" qur | [ Sáo dlvisÍveis:
- tempo (passado, presente, futuro);
:
divisíveis:
palavras quânto ao número de sÍlahas) "cçao
;Mais-que- se realizou e que ó antorlor I i Fhree I )uas Palavras óú#áô - modo (indicativo, conjuntivo, impera-
i -perfeito
outra acção tambóm I lá rtl€ãl. ,(l r:()nsoantes com hífen a2?
passada: Quando eu chaoull '
já ele partira. ( liÍ0rontes (o hífen consoante tivo,...);
I
Eüãle él,r,ouh. voz (um aspecto que estudarás mais
lndica uma acÇão quo e" trâ I
repete-se no
inÍcio da linha
-
Futuro realizar no Íuturo: No próxlmá | seguinte) tarde).
ano trabalharei mals. Srl tlt nb-dicar
:t':.:: -uma sílaba é um conjunto de
I
Etn r.c-nlca saca' digo-
em-ble-ma
me-dro-so
-rotha -the
]+ra Ér' lol op-tar ni-nho
sons (fonemas) que se pronunciam de
uma só vez (numa única emissão de
'... : .. ..' -comamesmasequllts âlÉilr.^( r
r lt!r,, i ,,r' rr,lri!ll o oonsoante inicial (mesmo que venha

voz). cia de palavras, variando a entoaçâo (t* EÉ{,rrt,r,1., rrrlrir 0onsoante). Ex: pseu_dónimo; gno-mo;

oralidade) e modificando a pontuaglê I 1|a,, .., ,1i| 111,1;1 I 11s vogais que Íormam ditongos.
Ex.:três (uma sílaba); nome (no-me
(na escrita) podemos fazer uma aílrm& I I'E.8,,,,,r svlttrr dalxar uma vogal sozinha de um dos
duas sílabas); menino (me-ni-no ládHà r.,,.,r'r,, rtrx, it dtvisáo seja correcta.
ção (frase de tipo declarativo), uma ptts i ] ': ri,,l x,q U0 ,t qu sdo inseparáveis das vogais ou diton-
três sílabas). 9,,: ri,r,illt,rt,,tr I x I)il guo-mos; re_quô-si_to
gunta (frase de tipo interrogatlV€!;
manifestar espanto (Írase de tipo oxel*
, - sílaba que se pronuncia
mativo), ou dar uma ordem (frase dc llpê
i - trissílabos ou palavras
com menor intensidade (menos força). hiqlrtlirl rir:ls, são palavras que têm três
imperativo).
Ex.: na palavra "ros-ma-ni-nho" as síla- êllrtl rir';
Temos, assim, quatro tipos de fraael
bas "ros", "ma" e "nho" pronunciam-se §r , ;rl:irrlráo; pelsaldo;calmilsa; pelnel_

com menor intensidade - são sílabas


,l',, r;olralgem; lalranlja; calderlno;
Tlpos doíÍâso Ponttaglo ,orIIi'rltil:
átonas.
Decraratrvo ^o^l^'l]-"1,
esse conto.
(.)
,:-.1 I

lFlrir .:;rlroros mais sobre este assunto


n.l]:" l'::"*'* yê rrlrrt no GtOSS,4F/O, Ol;r:;r;iÍit;;rr:li<t
- sílaba que se pronuncia r.rorroootvo
'' ll:l:. ,
ússr) (,(ntl()'/
(4
' | )ôrUrnrlâ9
rl,r ;,,rl.1y1;1'; rpt;rttlo ;to ntttncto tIl :;illt
com maior intensidade (mais força). .I x|lrurxlllvr' O lllrl knr
0)
Msrlié.la
t,,i .
Étrtr, r,(nilr)l ÁrIIh âça€ )

Ex.: na palavra "rosmanlnho" a sÍlaba I llrl, lê EEdE


"ni" prottttnclo-$e «:orrr rttrrklr ltttr:ltnl I rilil,'l
[rrrrnrrlivrr rt[tro.nc, tl]rilr(r
l)i rflleE{
r rrrerlitdt
Sólidos geométricos 1. Observar os sólidos:
poliedro?
*p Qual é a diferença entre um poliedro e um não
p*r superfÍcies plana* {por exent"

ffiM
ur",'i p*Íiedrc é *nT s*Íid* limitad* âpenâs
qu€ urn nã* poliedro tenr pelo ÍnÊnos
[tc prisma e pirâmide], enq*a*to
urna sxperfície curva (p*r exenrpto, cilindro, cone * esferar'

I Quais são os elementos de um poliedro?


Üs e[em*r:t*s de um potri*dro sáo: faces {bas*s e faces
iare*tas da ba*e e arcstas laterais) e
Base superior
vérlices'
laterais], arestas

'm
Aresta lateral
Facê lateral
Usando as letras dadas, indicar:
1.1. os sólidos que são poliedros; 1.4. as pirâmides;
í.2. os sólidos que são não poliedros; 1.5. os cilindros;
1.3. os prismas; 1.6. os cones.
Aresta da base
Resolução
Base inÍerior
1.1. Poliedro§; B, ü, f, E H. 1 .,1. Pirâmides: C, E.
1.L l{ão poliedros: A, D, G, l, J. 1.5. Cilindros: §, G.
O O que e um Potígonoe
1.3. Prisrnas: B, F, H. I.ô. Cones: A, J,
por segmentos de recta
Um polígono é uma figura plana limitada apena§
hexágono' heptágono'
\p". áJ*plo, triânguL, quadrilátero, pentágono,pentadecágono

reWM
Classificar os polígonos:
decágono, dodecágono, Ê icosá-
àctógono,' eneágon"o,
gono)
pirâmide§ pode
O O número de faces, arestas e vértices nos prismas e nas
ser um número qualquer?
Náo,emqualqu*rprismaonúmerodevérticeséumnúmeropareo
nurnerodearestasédivisívelpor3.Emqualquerpirâmideonúmerode
arestas é um número Par.

o Como classificar prismas e pirâmides?


o número de
Resolução
Para classificar um polÍgono ó necessário contar o número de lados.
Os prismas e as pirâmides classificam-se de acordo com
A- quadrilátero
lados do polígono da base.
B- triângulo
o Como congtrulr modelog de sÓlldoe?
r
C- hexágono
Para oonstrulr o modelo de um
gólldo é neoomlrlo
{g[u planlÍlca- D- pentágono
Classificar, se existirem, os poliedros seguintes: inteiros e números decimais. Adição e subtracção.
3.1. prisma com 15 arestas;
3.2. prisma com 15 vértices; Como é feita a leitura de um número?
3.3. pirâmide com 12 arestas; A hrrlrrra de um número á feita da esquerda pâra â direita. Cada algarismo
3.4. pirâmide com g faces. vuhr «krz vezes mais que a algarisnr* situado imediatamente à sua diraita"

X &esoluçâo
3."1. tomo 15á urrnn*r*srodivisívelp*r3 e 15: S = §, o prismaá
tag*nal porqils o pclígcno daa bases tem cinco lados.
*.4" § prisma nâo existe porque 15 nãc É urn núm*rc par.
S.3" C*rno 1â é' um núrn*r* par e'12 : ã = *, a pirâmide é hexagonal
qu* * n*im*rc d* ladas da p*líg*nc da base i§ seis.
§.4. C*n*id*ran** que a base da pir*midetambóm á uma face, as
laler*is são S. loçc, a p*râmid* á octogonal. Classe dos
,tr mllhares de
mllhão
4. Das figuras seguintes, indicar as que são planificações de
sólidos: 0omo comparar números?
l)athrr; rlois números inteiros, é rnaior o que tiv*r rnais algarismos. Se
llvrrrr,rrr o Ínesmo númer* de algarismos, comparaffl-se os algarisrnos da
ffiffi
-ffi
anr p rlrrlrr para a direita.
l)rrr h rr; r,lois números decimais, á maior o que tiver maior pat'ce inteira. Se
Gt lrrillfl inteira é igual, compararn-se os algarismos das décirnas, das cen'
kirrlr r riu; e assim sucessivamente.
I xorn;llo: 2,4 e maior que 2,35.

Como ordenar números?


podem ser ordenados por ordem crescente ou por ordem
( trr nunl{,r'oc
rlar;rosconte.

Ourlô o elgnlÍlcado dos símbolos < e >?


(t rrrrrrlrol«.r . lê-se "menor que" e utiliza-se para colocar números por
f Resoluçâo nrr hrnr r:ro:;conte. O símbolo > lê-se "maior que" e utiliza-se para colocar
nun rírroli glor orclern decrescente.
A única figura que é uma planificação da superfície de um sólido I
A figura A sugere a planificação da supedície de um cilindro, mat 0urlr úo at rcgras para arredondar números?
possívelconstruí-lo porque as duas bases estâo do mesmo lado.
Hn n rrlqnrlsnto da ordem imediatamente à direita é menor que 5, man-
A figura B nâo permite construir um cubo aposar de ser Íormadl
lôrrr da onlsm protondida,
rur o nlgarismo
sels quadrados.
o uluurl§rno,da ordem lmedlatamonto à dirsita Ô maior ou igual a 5,
§ O que distingue o coniunto x{s do conjunto N?
{P Como calcular o valor de uma expressão numérica que tem parênteses
&ç = {§; 1;2;3;4; -..} = {números inteirosi 0'e tr\rg e os símbolos da adição e da subtracção?
Para calcular o valor da expressão numérica, efectuam-se primeiro as
gd = {1 ;2;3;4;...i = {números naiurais} 0 É l§
operações indicadas dentro de parênteses peia ordem ern que estão indi-
comPreensão
9l"nsão cadas. De seguida, efectuam-se as restantes operaçÕes tamhém peia
c e É? ordem êm que estão indicadas.
1' Qualé o significado dos símbolos
t,!3- "Pertence', e É lê-se "não pêrtencâ"'
-*Í
l§ Quais são as propriedades da adição? 1. Escrever uma leitura dos números:
Aspropriedadesdaadiçãosãoapropriedadecomutativaeaproprie- 1.1. 27 543 001; 1.2. 3,02.
dade associativa.
Propriedadecornutativadaadição:a+b=b+a-+a§omanãosealtera
II Resolução

quando ss troca a ordem das parcelas'


I.t. Vinte e sete milhões, quinhentos e quarenta e três mil e um.
1.2. Trezentas e duas centésimas.
ExemPlo:8+6=6+8.
a soma não
Propriedade associativa da adição: {a + b) * c = â + {b + c} -+ 2. Comparar os números: 5,3 e 5,28.
sealteraqt.*a*do§êagrupamasparcelasdeformadiferente. T Resolução
ExernPjc, + 7\ + ? =4 + f + 2)'
!a O número 5,3 é maior que o número 5,28 porque 3 décimas represen-
tam 30 centésimas, isto é, 5,3 = 5,30.
S O que é a ldentidade Fundamentalda Subtracçáo?
é igual ao adi. 5,3 > 5,28
Numa subtracção, a Somâ do subtractivo CÊm a diferença
Por *1emfl9se 1* - 3 = 7 então 3 + 7 ='lS' Utilizar as propriedades da adição para facilitar o cálculo mental da
.!vo,
expressão numérica 4,3 + 6,9 + 0,7 + 0,1.
{S Como calcular o perímetro de uma figura?
comprimentos
I Resoluçào
Para calcular o perírnetro de uma Íigura, adicionam-se os 4,3+6,9 +0,7 +0,1 = )
detodos ol -
Propriedade comutativa da adição
lfos, 4,3 + 0,7 + 6,g + 0,1 = '/
= '--:--'":-
5 +-í- 7 J -r'---'- associativa da adição
Propriedade
{§ Quais são as unidades de medida de comprimento? -
Paramedirccmprimentasutllizann-sea*UnidadesdeComprimentodo =12
Slslema Mét1colkm, hm, dam, m, dm, cm, mm' 4. Calcular o perímetro da figura:
2çm
{EGomoserelacionamasunidadesdemedidadecomprimento?
r Resolução
ruõ
,- râ - 1n
õ
v 1rl
7cm
Como 2 +7 + 1,9 + 4,3 + 3,2 = 18,4, o perímetro dafigura é 18,4 cm.

!. Calcular o valor da expressão numórica 10,3 - (5,6 + 4,23) + 2.


I Hcrolugão
...tÀ.n- l]A t AÊâ\ r â ín a-6Âa r â Íl i'l tD Àa
Áreas. Multiplicação o Qual é o número de casas decimais do produto numa multiplicação de
números decimais?
O O que são figuras equivalentes?
0 número de casas decimais do produto é igual à sorna do número de
Figuras eOulvalentes são figuras que têm a mesma área' casãs decimais dos factores.
Exernplo: 1 2,:: 2,* = 31,y!
Q Como determinar aârea de uma figura?
Para determinar aáreade uma Íigura, é necessário escolher a unidade de 1 *d, 2 t.d 3 c.d.
medida ê, em §eguida, determinar quantas vezê§ ê$§â unidade cabe na
Í1Ou1a dada,A medida da área depende da unidade escolhida'
o Como efectuar mentalmente a multiplicação de um número por 10, 100,
1000,...?
O Quais são as unidades de medida de área? Fara efectuar a multiplicação de urn número por 10, 100, 1000,... desloca-se
Para medir áreas podem ser utilizadas as Unidades de Área do Sistema a vkgula paraadireita tantas casas decimais quantos os zeros deste factor.
Métrico ou as Unidades Agrárias" As unidades de área do sistema métrico Exemplos: 3,91 x 10 = 39,1;
$ão km2, hm2, damz, m2, dmz, çrfil, mm?. As unidades agrária* sâo hec- 2,3 x 100 =23A.
tare aJe (a) e. centiare (ca).
!ha), {D Como efectuar mentalmente a multiplicação de um número por 0,1; 0,01;
Como se relacionam as unidades de medida de área do sistema métrico? 0,001;...?
O
x100 x100 x100 x100 x1Ú0 r'100 Para efectuar a multiplicação de um número por 0,1; 0,01; 0,001;... des-
loca-se a vírgula para a esquerda tantas casas decimais quantos os zeros
W I o,r,ôr,tã
;ó"á" | ú;àà"'
[ll*.Ã;i í a;à-"* I i-M.*l D'"ffi]
i G",i.""'ãi
o*IY] i+gg!
6;*i deste factor.
ffi I I I I
qua*aoo lqu,o"ool
I I Lquadrado I
Exemplos: 49,52x 0,1 = 4,952;
ffirtwnlrEryrr,
\J \J
iiirffil[.rffi.iilrffirffi§r,lll
\J \) \J \J
8] xA,0_1 = 0,8'1.

:1ü0 :'100 ;100 :100 :100 r 100 (Il Quais são as propriedades da multiplicação?
As propriedades da multiplicação sãr: propriedade comutativa, propriedade
o Qual é a correspondência entre os dois sistemas de medida de área?
associativa e propriedade distributiva em relação à adição e à subtracção.
A correspondôncia é: Propriedade comutativa da multiplicaçãç'. ax b = b x a -+o produto não
se altera quanda se troca a ordem dos factores.
Hxemplo: 6x4=4xô.
O Como determinar aâreade um rectângulo? Prcpriedade associativa da multiplicação: ia x b) x c = â'X (b x c) -+ o
praduto não se altera quandCI se agrupam os factores de forma diÍerente.
?araçalcular a área de um rectângulo, multiplica-se o comprimento pela
Exemplo: (3 x 6i x 5 = 3 x (6 x 5).
largura, êxpressos nâ mesrna unidade'
Propriedade distributiva da rnultiplicaçâo;

Wr c
Am=cxÍ'
* em relação à adição: a x {b + c) = a x b + ax c.
Hxemplo: 2x{4* 8)=2x 4+2x"8.
* em relação à subtracção: ax (b- c) = â x b - ã x c.
Exemplol 3x(7 *2\=3xT *3x2.
o Como determinar aâreade um quadrado?
Para calcular aâreade um quadrado, multiplica-sCI a medida de um lado @ Como se obtêm os múltiplos de um número?
pela medida de outro lado, Oo múltlplos de um número são obtidos multiplicando-o pelos números
In A-rl.xI lntflrOr, Por exemplo, os múltiplos de 3 são: 0; 3; 6; 9; 12;,,, O número
2.3. 49x1=49
*B Como se calcula o valor de uma potência? O produto de qualquer número por 1 é igual ao próprio número.
Para calcular c valor de uma potência, multiplica-se a base por si propria 2.4. 49 x 0 = 0
tantas vezes quanias as indicadas pelo expoente. O produio de qualquer número por 0 é igual a 0.
Exemplo: 3a = 3 x 3 x 3 x 3 = 81.
3. Calcular o valor da expressão numérica 3 + 2 x (5, - 8).
{§ Numa expressão numérica com potências, qual é a prioridade das ope-
rações?
I Resolução

Para determinar o valor de uma expressão numérica, deve-se calcular, 3+2x(52-8)=


em primeiro luEar, o valor das potências. Em seguida, efectuam-se as =3+2x(25*8)=
operaçôes indicadas dentro de parênteses (se existirem), tendo em conta =3+2x17 =
que a multiplicação tem prioridade sobre a adição e a subtracção' =3+34=37.

Divisão
{$ O que é um quociente?
í.
figura. ,0, ffi
Osr.Antunesconstruiuumacasanumter-
üá-se o nomê de quociente ao resultado da operação divisão.
reno rectangular, como indica a
ffi
Determinar, em hectares , a ârea do terreno ffiffi
dividendo --**- GZg I l2 *--:-- diviso,
019 3j ---------- quociente
nãoocupadopelacasa. ffi rest0 _***..*.--_.---__,_ 7
2hm
I Besolução O, divisor não pode ser zero e o resto e sempre menor que o divisor.
Aâreaocupada pela casa é 15 m x 15 m =225m2, porque, para deter-
minar a área de urn quadrado, multiplica-se a medida de um lado pela
o Como verificar se a divisão foi efectuada correctamente?
Para,"tirar a prova rêal" da divisão utiliza-se a ldentidade Fundarnental
medida de outro lado. Para determinar a éxeatotal do terreno, é neces-
sário exprimir o comprimento e a largura na mesma unidade. da Divisão:
Como 80 m = 0,8 hm, Aw =cx[ = 2 hm x 0,8 hm = 1,6 hm2 Dividendo = divisor x quociente + resto
379=12x31+7
A área náo ocupada determina-se subtraindo à área total a área ocu-
pada peta casa, expressas na mesma unidade.
Ara, 225 m' = 0,8?9 hmz e 1 ,6 hm2 * A,A225 hmz = 1 ,5775 hmz
0 O que é uma divisão exacta?
Uma divisão exacta é uma divisão cujo resto é zero.
Corno t ha = t hm2, a área pedida é 1,5775 ha.

2. Calcular mentalmente:
I Qual é o número de casas decimais do quociente numa divisão de núme-
ros decimais?
2.1. 5,3 x 1000; 2.2. 5,3 x 0,01; 2.3. 49 x 1; 2.4. 49 x 0. O número de casas decimais do quociente ó igual à diferença entre o
número de casas decimais do dividendo e do divisor.
I Resolução
Exemplo: 6,?.f!: 1,1; a,fl
2,1. 5,3 x 1000 = 5300
3cd 'l c.d.2c.d.
Para multiplicar um número por 1000, desloca-se a vírgula três casas
decimais para a direita,
2.2. 5,3 x 0,01 = 0,053 o Como efectuar mentalmente a divisão de um número por 10, 100, 1000,. . .?
t
Para multlplloar um número por 0,01, dclloor-tl vÍrgula duas Para eÍoetuar a divisão de um número por 10, 100, 1000,... desloca-se a
rlmlnrh Ã.ra a lrarnx{t vÍÍEuh oert r caouerda tantaa ceaag declmale ouantog oB zeroÀ do diviaor.
3. A Rita esqueceu-se do último algarismo dopin do seu telemóvel, mas lem-
o Como efectuar mentalmente a divisão de um número por 0,1; 0,01; 0,001;. '.? brava-se que o número é divisÍvel por 5 e não por 2. Qual é esse algarismo?
Para efectuar a divisão de um número por ü,1 ; S'01 ; 0,0fi1 ;. . ' desloca-se
a ví1§ula Rara a direita tantas casas decimais quantos os zeros do divisor.
r Flesolução
§e o número ô divisível por §, o seu algarismo das unidades só poderia
0 Quais são os critérios de divisibilidade por 2,por 5 e por 10? ser 0 ou 5. §e fosse 0, o número seria divisível por 2. Logo, o algarismo
que falta é 5.
Unr núrnerc é divisívei por 2 se o seu algarismo das unidades ê 0, 2, 4, 6
ou 8. 4. lndicar o conjunto dos divisores de 24.
Um número é divisível par 5 se o seu algarismo das unidades Ó 0 ou 5'
Um número_ é divlsivel por 10 §e o §eu algarismo das unidades é 0. x Resolução
D2a = {1: 2; 3; 4; 6; B; 12: 24}
o Quando é que se diz que um número é divisor de outro?
Diz-se que um número é divisor de outrs quando a divisáo inteira Ó 5. Calcular o valor da expressão numérica (42 -3 x 5)zo * 24:6.
exacta. ü nürnero 1 é divisor de todos ss núrneros e qualquer número é II Resolução
diviscr de siRróRrjo,
{4â-3x5}âo+24:6=
o Numa expressão numérica com divisões, qual é a prioridade das operações? ={16*3xõ;zo+24:6=
= {1§ - 151:o * 24: ô =
Para determinar o valor de urna expressão numérica:
- 120 + 24:6 =
- o cálculo do valor das potências efeçtua-se antes das outras operações;
- em seguida, efectuam-§ê âs operaçÕes indicadas dentro de parênteses; =1+24:6=
= I +z+=
- a multiplicação e a divisão tâm prioridade sobre a adição e a subtracção; I *J
- as operações com a me§ma prioridade efectuam-se pela ordern em t--------_-----,-__----------

que estão indicadas. A multiplicação e a divisão têm a mesmâ priori-


dade. A adiçáo e a subtracção têm a mesrna prioridade.
Estatística

O
rmi
Em Estatística como é que se podem organizar os dados?
i

i
Os dados recolhidos podern ser organizpdos em t*belas de frequência*
e em gráficos.
Sabendo que 6 iogurtes custam 2,10 euros, quanto custa cada um?
I Resoluçác
i
t
{) O que é que contém uma tabela de frequências absolutas?
i
Uma tabela de frequências absolutas ccntám uma coluna relativa ao
Para determinar o preço de cada iogufie, divide-se 0 preç6 total pelo i
assunto em estuda e outra com as frequências absolutas de cada acon*
número de iogurtes. z,ro I a * i tecimento" Por vezes é também incluída uma coluna corn a contagem da
so o.3s i
número de vezes que o acontecimento se verifica. Por exemplo,
0

Cada iogurte custa 0,35 euros.

2, Efectuar mentalmente as divisões:


2.1. 50: 100; 2.2. 65 : 0,1; 2,9 9,74: 0,001.

I Reeolução
2.1. 60.; l0Or 0,õ: 2.& 6§. ;9,1 650; .&l"ÀZÍ-.0O01 3740.
Re*ctrxçãc
& Quais são os tipos de gráfico mais utilizados?
üs tipos de gráfico mais utilizados são: gráÍicn de barras, pictograma, ; Ai líi
gráfica circular e gráfico de linhas" Par exemplo: €I, i,',i i,-l
GráÍico de barras Pictogramas GráÍico circular Gráfico de linhas
a;:lr i:j it r
o10 M o10 Ei,L", r,i
uu o 1 -r2
t*
59 Ee 3 N: de imáúg

88 MN 88
.ô-l
-o7
(!:. (ú :.
5b
'õ5
5t)
'65
c,
MMM§ ,5a
O grafico ao lado indica os despor-
o4 tos praticados pelos alunos de uma

6u
92
MMMM oro
92
u1
r1 turma. Legenda
MMMM 0
Elaborar uma tabela de frequências
0
0 1 2 3N:de 0123 o123 N: de I = 4 alunos
livros
livros absolutas com a informação do gráfico.
S= z rirro"
n **s*k*çáo
Heparar quê se * sÍrnboto ff repr*sent* 4
alunos então ç representa 2 alunos.

1. A tabela traduz a informação relativa às idades dos alunos de uma turma


de 53 ano.
1.1. Quantos alunos tem a turma?
1.2. Quantos alunos têm 11 anos?
í.3. Quantos alunos têm mais de 10 anos?
1.4. Quantos alunos têm pelo menos 10 anos? Números racionais. Adição e subtracção
1.5. Quantos alunos têm menos de 10 anos?
§ Flesclução O O que é uma fracção?
Uma fracção é uma divisão em partes
1.1, A turma tem 24 alunos. 5 -*-- numerador
iguais, em que o numerador repre-
1.2" Há 2 alunos com 11 anos. 6 denominador
senta o número de partes considera-
1.3, l-lá 3 alunos com mais de 10 ahos.
das e o denominador o número de
1.4. Fiá 14 alunos que têm pelo menos l0 anos'
partes em que a unldade está dividida.
1.5. Há 1ü alunos Çüm mênos de 10 anos.

2. Perguntou-se aos alunos de uma turma quantos irmãos tinham. As res-


A O que é uma fracção decimal?
postas foram: Urnafracção decirnal é uma fracção com denominador 10, 100, 1000,...

z'o''1'" 2"1'g''1 g'2 1 1 o O O que é um número racional?


Um número racional é um número que pode ser representado por uma
2102212201301 fracção. Os números racionais podem ser inteiros ou fraccionários.

absolut$. oonttrulr o gráílco de Exemolo:


'3 ? O r* número racionalÍraccionário e 5 é um número racional
Elaborar uma tabela de írequênclas
Lrmr mmmrr{trúl latdm^ õíin lre nnr{e oar rcnrnnlniar{n ne farme da ÍrannÃn /S .§..)
r Uma fracçãc representa o n*mero 1 se 0 nurnerador é igual ac deno*
o Como obter uma fracção equivalente a outra?
minador.Exemplo:
o
U
g = 1.
Para obter uma fracção equivalente a outrâ, multiplicam-se ou dividem-se
o numerador e o denominador pelo mesmo número inteiro diferente de
zeta * Princípio de equivalência de fracções. Por exemplo:

JO
r\
xz

24
,J

.B + Uma fracÇãa repres*nta um número


@ m*ior qr*e 1 se o num*rad*r * maior
2:
7'14 15 5 qua o de*ominador. Exemplo:
Á.
>
\_-/ \_l
:3
.
x2

o O que é uma fracção irredutível?


Uma fracção irredutÍvel á uma fracção que não se pode simplificar.
271
b,xemplos:ã, {}
ffi
O, 5
Como adicionar ou subtrair números racionais?
Pqra adicionar ou subtrair núr**ros repr*sentados par fracçÕ*s, á nêcê§-

o o q,; a,,;;;;ü; imprópria? sáris reduzir as fracções ao mesmo denominador *, em seguida, eÍect*ar
a üperaÇao.
Uma Íracção irnprópria é uma fracção que repre§enta um número maior q 1 1n útú
do que a unidade. Por
txemplo: .{ + 2
urDl a nn
=ã* bt)
\4t is,

Í,
ffi
Como comparar números representados por fracções? ,.r.m ,r.nry
Escrever a fracção correspondente a cada representação:

. §e as fracÇÕes têm o mesmo denominador, a que representa um número


maior ó a que tem o maior numerador. Fxemplo:
+,+ Tf, Resolução
L
. Se as fracçÕes têm o mesmo numerador, a que representa um número 1r. * Í.?.
4
maior é a que tenn o menor denominador. Exemplo: +,* Tornar irredutíveis as fracções:
. §e as fracções não têm nem o me§mo denominador, nem o mesmo 2.1.12 2.2. l!
numerador, é necessário comeÇar poÍ e§crever Íracções equivalentes 36 30
às dadas coín 0 mesmo denominador. I Resoluçâo
-, -e .â .E .A
o Como comparar com a unidade um número representado por uma fracção? r\í^\^ r\r\
r Uma fracção representa um número menor que 1 se o numerador é ,r.#=*.=+=+ z.z. 15_J§*
30- 6 -
5_
2
menor que o denominador. Exemplo:
* . , \-/ \-, \-i
:2 :2 :3
\-/ \-/
:5 :g
L-ggpru o! númoros raclonalr'
+ ,* , * ,
I Resolução
f# a Como classificar ângulos?

{
Observando as fracçÕes, repara-se qu* é a *nica qu* representa

^L_^\_
Os ângulos cl*ssÍfi*ar*-§e ern: agudc, recto, obtus§, râso e giro.
um número maior que 1, porque
'9810 > 9. + . +representam números
n"lenorês que '1, pCIrque os nunreradoref sâa mÊnors§ que *§ denomina-

dores.
77it
*9B
<a , porque em ÍracçÕes ce5m o ínesmo nurnerador, é menor
/n
" À----A
\.-,
ECgC§C Â § CB C
ÀÂ
"9 | . *B . S.
,!ÂÀ
a que tem maior denominador. togo, ÂBC<Sfi" ABC=Sü" ÀBÇ>gü" AtsC 180" À*C = 36ü.
I Ângule agudo rccto
Àngr.llo Ângal* çbtu*a
=
Âng*lo rasei Ângulo giro

4. A D. Emília apanhou 90 melancias na sua horta, das quais vende u


3
n Ç O aoro ctassiticar triângulos quanto aos ângulos?
feira e 18 para r,
.rp.trái."ào, ficanào com as restantes.
Quanto aos ângulos cs tríângui*s rla*siÍi*am-se eÍn: acutângulo, reciân-

MM
4.1. Quantas melancias vendeu na feira?
gul* e obtusânguf*
4.2. Com quantas melancias ficou?
I Besolução

4"1. Para calcuUr 4ua de 90, é necessária dividir 90 por 3 e multiplicar por 2.

§Õ : 3 = 30 e 30 x 2 = 60. Vendeu S* melancias naÍeira.


* '13 '! §eutângnlo - tern três $l**têng*lo * tem urn *btusêngule * i*m clíE
4.2. 90 60 - = 12. Ficou eom 2 nnelancias. ángulos agudos. ángulc recto" âng*lc *lrtuso"

5. Calcular o valor da expressão:


2 11 1\
3 \4 6l :3
O Como classificar triângulos quanto aos lados?
lI Resolução Quanto acs ladcs os iriâng*l*s *la*sifiçam-s* e*'i: eq*ilátero, isóscel*s
c 1r r\ s l3 2\l=*-- I 5 ^r\,
Á-A
Jt e escaÍ*nc"
*-i=
3 \4 6l 12 \ 12 121 12 12 lt4
{4} {3} t2} L-l ,4 dr& /\
/\
##ffi€ffi&/\/\---=\-
ffi ffiffiàh /
Ângulos e triângulos
Equilátera - terÊ os três *sésceles - lern d*is Esqalesra * não tem lado*
O Quais são as posições possíveis de duas rectas no plano? ladcs georn*triceslente ig*ais. lados ge*n:et*cament* igueis. ge*rn*tricamente iguais.
perpendiculares - drvidem lÍ
0 plano em quatro regióes L -r -i* s^ ,
geometíicamente iguais. -*f_; - I §! Conhecidas as amplitudes de dois ângulos de um triângulo, como deter-
Concsrrênte§ * têm um ÍoÍmando ânguios rectos. I '-.--- -/ minar a amplitude do terceiro ângulo sem usar o transferidor?
únicc pcnto em côrnurn.
o Par* datermin*r a anrplit*de desconh*c1d*, !:tiliza*se a propriedad§: "§m

.h
ohlíguas - nãa dividern u
plano em quatro regiÕes u J..\ qualquer triângufo, ã §*mã daa *n:plituds* d*s â*gulcs ê igual a 18*"".
Hectas geometricamente iguais.
X .r l\
no Exemplo: ACB = 180" - 90" * 4üo = 50"
plano
distintas-nâotêm pontos +t I lt v
Paralelae - a distância COmUnS. + u ..
ontro si ó $(rnlpro a
ootnouiârr - tôm bder-
]Tteonlg.
m n
f Resolução
Utilizando a rágua, verifica-se que:
Na figura, o polígono [ABCD] é um rectângulo.
3.1. 4ry =2cm 3.2. DE =4cm 3.3, GH=3Õm
lndicar:
1.1. duas rectas paralelas distintas;
Aq = 1,5 crn !f =4cm õl- = 3 crn
BC = 2,5 cm EF=2cnt l-ll = 3 cm
1.2. duas rectas concorrentes oblíquas;
OA[ABCI éescaieno. CIÂ[DEF] éisósceles. OÂ[GHl] êequilátero.
1.3. duas rectas concorrentes perpendiculares;
1.4. um ângulo recto;
1.5. um ângulo agudo;
4. Sem utilizar o transferidor, determinar a amplitude do 4 ABC e classifi-
car o triângulo quanto aos ângulos.
1.6. um ângulo obtuso;
1.7. um triângulo rectângulo.
I Resolução ir Resolução
Í.1. AB llcD (uma recta pode ser represêntada por uma letra rninúscula Como em qualquer triângulo a soma das amplitudes dos três ângulos
ou duas letras maiúsculas)
á igual a '180': ABC
^ = 180' * 55o * 30' = §5o.
1.2. AC IAB 1.3. AB I eC 1,4. 4 Anc
CIAlABCléobtusângulo.
1,5. 4 ACD 1.6. 4 DAE 1,?. a lAtsc]
2. Desenhar, utilizando o transferidori ângulos com as Seguintes amplitudes. Volumes
2.1. 55'; 2.2. 130'.
O O que é o volume de um corpo?
I Resolução
O- volume de um ccrpo é a porçâo do espaço que essÊ corpo ocupa.
2.1.
g Como determinar a medida do volume de um sólido, conhecida a unidade?
0 cenlro Para determinar a medida do volume de um sólido verifica-se quantas
do transferidor
deve coincidir vezes a unidade de medida cabe no volume do sólido.
com o '§,o A medlda do volume de um sólido depende da unidade escolhida.
vértice do

8e
9., ânguio.
8p
P8 O O que são sólidos equivalentes?
Solidos equivalentes são sôlidos com vclumes iguais.

o Quais são as unidades de medida de volume?


3, Efectuar as medições necessárias para classificar quanto aos lados os Para medir vclumes utilizam-se as Unidades de Medidas de Volume do
triângulos. Sjstema Mé1rico1km3, hrfir, dam3, m3, dm3, cm3, mm3.
3.1. 3.2. 3.3.
o Como se relacionam as unidades de medida de volume?
x 1000 x 1000 x 1000 x 1000 x 1000 x 10ü0

IIT ^/"\r\r\r\
lãuffi t,".]F"",ór-;l1ú,"ãlfM;,'"lmÁãl-c*-.,ri--,.,il]t-Miu*Ãl
L.:*,*_ll cúoico ll
t-Lg'*l f-h,1 -l tlfl
cúnico ll cturco

[*l
I I cúoico

t d,' I f"TI f .,',' I


ll cuoico ll croico I

\-/ \J \J \J \J
2. Completar as igualdades.
O Quais são as unidades de medida de capacidade?
x10 x10 x10 x10 xlO
2.1. 3,2 m3 = cm3 2.2.

r-\/-\^r\/_\
x"10
rn 2.3. 71, _ dm3 2.4. 6rú= _L
ffi F,,@f [,..}6ü6i trq--l6. l M i@ E@ @ I Resolução

ffi ffi \J
I.'
fil
tl.lfq,.,....]I] ffl,,,--.-.§
\J \J
f:]ry fT4l.:l fi:@Il]
\*l \J
2.L 3,2 ;6e = 3S
2.3.7t,=7dm3
S **, ?,2.
ryg mm3 = 0,5 cms
2.4. 6 m[ = 0,0ü6 [
' 1n :10 : 10 :10 :10 :-10

3. A D. lsabel tez2,4litros de geleia de ameixa que distribuiu por frascos


g Qual a correspondência entre as unidades de volume e aS de capacidade? com 300 cm3 de capacidade. Quantos frascos usou?
A correspondência e: IN Resolução
Antes de efectuar qualquer cáNculo ó necessário reduzir os dados à
o Como calcular o volume de um paralelepípedo rectângulo? rnesma unidade. 300 cm3 = 0,3 dm3 = 0,3 litros.
Conro 2,4': A3 = 8, â D. lsabel precisou de I frascos.
Para calcular o volume de um paralelepípedo rectângulo muliiplica-se o
c*mprime*to pela largura e pela altura, expressos na mesma unidade' Calcular, em centímetros cúbicos, o volume dos sólidos:
4.1. 4.2.
a Vffi=cxlxa 0,03 m 7cm

§ Como calcular o volume de um cubo? I Resoluçào


Para calcular * vol*me de um cubo calcula-se o cubo da n-ledida da aresta' 4.I. Exprimindo todas as medidas em centírnetros obtêm-se 0,5 dm = 5 cm
e0,CI3m=3crn.

W VM=r*ã.xã*â3

5.
Então,Vi:::t

4.2" Vr:t = A,e


=cx0xa=
= I em x 5 cm x 3 cm = 120 crns.
-'fe Cm3 = 343 Cm3.
Qual é o volume de um paralelepípedo rectângulo at Z
com 15 cm2 de área da base e 6 cm de attura?
II I l0 cm
I Resolucão L-
1. O solido da figura é formado por "cubinhos" todos iguais' Somc a área da base é o produto do comprimenta pela largura, basta
1.1. Qual é a medida do volume se a unidade de medida multipiicá-la pela aitura,
Vr:l = 15 cm2 x 6 cm = 9ü cmg.
escolhida torWl
1.2. Quantos "cubinhos" deveráter a unidade de medida
Determinar a altura de um paralelepípedo rectângulo 4- V
para que a medida do volume do sólido seia 3?
sabendoqueovolumeel0S0cm3eaáreadabase
é120cm2.
I| i: II l,
I

I Hesolução
I Resolução
possível
1.1. Atendendo a que o solido é formado por 15 "cubinhos", ó
ó Como o volume é o produto da área da base pela altura, para cletermi-
Íormar 5 grupos de 3. A medida do volume 5.
t.2. Dcverá tei 5 "cublnhos" para que a msdlde do volumo sola 3'
nÍ I, dlvlde-sê 1080 por 120.
tr
Aditivo número ao qual se subtrai
Çone não poliedro limitado por uma
-
superfície lateral curva e uma base cir-
H
Eneágono - polígono com nove lados.
u
Heptágono - polígono com sete lados.
cular.
outro. 27 <- aditivo
À
t,\ &,
E
--:-ra
22
Ângulos - porçóes do plano definidas
/'-':À

ffi
l"riÊ'À
Õ w
por duas semi-rectas com a mesma ori-
1l
EsÍera - não poliedro limitado apenas Hexágono - polígono com 6 lados.
x gem. Çritérios de divi*ibilidade
tica para veriÍicar se um dado
regra prá-
-
número é por uma superfície curva.
,ffi
^ i**
"fi9
W
ffi 11 I !

tl

{{\
l

Área - porção da superfície ocupada


ou não divisível Por outro.

Cubo - sólido com seis faces quadradas'


@
T57
t^3 j

{7
-:::-
por uma figura.
II r]

t,') Aresta - segmento de recta definido Êstatística - ramo da Matemática que lcoságono - polígonó com vinte lados. {{\
pela intersecção de duas faces. recolhe, organiza e interpreta a infor-
mação.

Base (de uma potência)- número que tr


ãxpoente - número de vezes que a
base de uma potência é multiplicada.
@
ExemPlo: 5 x 5 x § = 5e <- expoentê
se multiplica numa Potência. §ecágorro polígono com dez lados.
Exemplo: 5 x 5 x 5 = 53<-base §xpressão nurnórica - expressão que Número par - número cujo algarismo
indica operações a efectuar com números. das unidades é 0,2, 4,6 ou 8.
H
Capacidade
recipiente.
- volume interior de um @ Exemplo: 2 x (3 + 5); 3, + 5 x7 -2.

Extensão - um conjunto está escrito


em extensão quando se escrevem den-
!{úmeros decirnais - números que têm
parte inteira e parte decimal separados
por uma vírgula, podem ser representa-
tro de chavetas os seus elementos
Biferença - resultado de uma subtrac- dos por uma fracção decimal.
Oasas decimais - Posição ocuPada
ção; também pode ser designado Por
separados por vírgulas. Se o conjunto
for infinito usam-se reticências
pelos algarismos à direita da vírgula.
Exemplo: 7,82 <-tem duas casas decimais
resto ou excesso.
representar todos os outros elementos.
para

Exemplos: {1, 3, 9} e {1, 3, 5, 7, 9, 11...}


g
Divisão inteira - é a divisão em que o 0ctcgonal - relativo a octógono.
Cilindro não poliedro limitado por uma
- dividendo, o divisor, o quociente e o
superfície lateral curva e duas bases cir-
culares.
resto são inteiros. tr Octógono - polígono com oito lados.
Façes - cada um dos polígonos que
Dlvisível por 3 - número cujo resto da limitam um poliedro.
divisão inteira por 3 é igual a zero'
Número cuja soma dos algarismos é
múltipla de 3.
Factores -
ma multiplicação.
números intervenientes nu- W
Fracções equivalentes - são as que Ordem crescente - os números escre-
Compreensão - um conjunto está es- vem-se do menor para o maior.
Dodecágono - pol§ono com doze lados. representam o mesmo número.
crito em compreensão quando dentro
de chavetas está indicada uma proprie-
Exemplo: _Ê_ 16
Exemplo:3<4<5
g =
dade comum que caracterlza os seus 18

olomontos.
Ordem decrescente - os números

Exrmplor: {dlvlronr do g} c (númcror


Frcqulnolm rbeolutas - número de €screvem-Bo do malor parâ o monor,
Egrrrl-.â-a-â
tr Potência - é um produto de factores
iguais. O factor repetido é a base e o
Paralelepípedo rectângulo - sólido
número de vezes que se multiplica
Quadrado - quadrilátero com 4 ângu- Transferidor- instrumento usado para
com seis faces rectangulares. los rectos e os lados geometricamente desenhar ângulos e medir a sua ampli-

ffi chama-se expoente.


Exemplo: 53=5x5x5.
iguais.

Quadrilátero - polígono com 4 lados.


tude.

{b

ffim
-ql

{*J polígono com quinze


Produto -
nome dado ao resultado de
-L-- Pentadecágono - "i*
uma multiplicação.
lados.
. 1/'Í*< 'tl\

{}
\3; W Propriedade associativa - propriedade
de que gozam a adiçáo e a multiplicação.
Na adição: (a + b) + c = a + (b + c), o que
E
Rectângulo - quadrilátero com 4 ângu-
I

Triângulo - polígono com 3 lados.


t, !

@M
*i;;; Pentágono - polígono com 5 lados. significa que a soma náo se altera :

los rectos.
l í'{{
IJ quando se agrupam as parcelas de ffi
@ forma diferente.
Exemplo: (2 + 5) + I
= 2 + (5 + 8).
Reduzir as fracções ao mesmo deno*
nninador - escrever fracções equivalen-
tes com o mesmo denominador.
Perímetro - comprimento da linha que Na multiplicação (a x b) x c = a x (b x c);
Exemplo:
limita uma figura. o que significa que o produto não se
altera quando se agrupam os factores 5- e J- podem ser escritos 10e21 Unidades Agrárias - unidades de
Pictograma - gráfico que utiliza figuras de forma diferente.
12o, 8,., 24 24 medida de área geralmente utilizadas
simples relacionadas com o tema em para medir áreas de terrenos. São hec-
Exemplo: (2 x 4) x 3 = 2 x(a x 3).
estudo. Deve conter uma legenda que tare (ha), are (a) e centiare (ca).
indica o valor atribuído a cada figura. tha=100ae1a=100ca.
Propriedade comutativa - propriedade
Pirâmide - poliedro com uma base e de que gozam a adição e a multiplicação. Segmentos de recta -
porções de Unidades de Área do Sistema Métrico -
cujas faces laterais são triângulos. Na adição: a + b = b + a, o que significa recta limitadas por dois pontos; repre- unidades utilizadas para medir áreas. A
que a soma náo se altera quando se sentam-se por [AB]. unidade fundamental é o metro qua-

&A
drado (m2).
troca a ordem das parcelas.
À-El
Exemplo: 3+5=5+3. Unidades de Medida de Comprimento
Na multiplicação: a x b = b x a, o que do Sistema Métrico - unidades utiliza-
significa que o produto não se altera Simplificar (fracções) - construir uma das para medir comprimentos. A uni-
Planificaçâo (da superfície de um quando se troca a ordem dos factores. fracção equivalente a uma dada mas dade fundamental é o metro (m).
sólido) - figura plana que permite por
Exemplo: 2x7 =7 x2. cujos termos são números menores.
dobragem obter o sólido. Unidades de Medida de Volume ds §is-
Exemplo:
tema Métrico - unidades utilizadas para
-
Frisma poliedro com duas bases Propriedade distributiva da multipli- 3 é mais simoles oue
510
6
medir volumes. A unidade fundamental
iguais e cujas faces laterais são quadri- cação - a multiplicação goza da pro- é o metro cúbico (m3).
láteros. Os cubos e os paralelepípedos priedade distributlta relativamente à
rectângulos são prismas.
adiçáo e à subtracçáo, a qual se traduz Subtractlvo - número que se subtrai a

tr
ffia
por: outro.
s2
ax(b+0)otxb+txc Vórtlce - ponto de lnteroecçáo de duas
-glFrubtrâotlvo arr nrlr ah.ôaa
HYffiHffW
ÀFil = EIEETE
ffi[ ffi g$Hã
EEIlEIrewrYz
trHlffi@gEffiV
Nomes (Nouns) (§) Como é que se forma o caso possessivo?
Em nomes que não terminam em -s acrescenta-se -'s. Por exemplo: /f's
O o que é um nome próprio?
my cousin's bicycle.
Um nome próprio designa um indivíduo ou um país em particular. Na
Em nomes que terminam em -s acrescenta-se apenas o apostrofe (apos-
frase (senfe nce\ John and Peter live in England., as palavras destacadas
trophe) depois do nome. Por exemplo: Ihrs rs the boys'ball.
são nomes n1ón1io3,
Com nomes de pessoas, independentemente de terminarem ou não em
ac_lêscenta*se sempre 's. Por exemplo: lt's Mary's car.; lfb James's car.
€) O que é um nome comum? ls:
Um nome comum designa seres reais ou imaginários, objectos, senti-
mentos, ou todos os sere§ de uma dada espécie, de forma genérica. Na Pronomes (Pronouns)]
'Írase Happiness for my cat is eating fish all day., as palavras destacadas
são nomes comuns. O O que é um pronome?
Um pronome é usado para representar um nome, como por exemplo,
o Normalmente, em inglês, como é que se forma o
Paul is at home. He lives in ManchesÍei: Na frase, He está a substituir o
Begra geral, o plural dos nqryes, em inglês, forma-se acrescentando um

O
ffiEm que situações se utiliza -es para formar o plural dos nomes?
O
nome,Paui.

Existem vários tipos de pronomes?


Sim, existem pronomes pessoais, demonstrativos, ihdefinidos, interroga-
o plural de palavras que terminam
tivos.

. Tro "X, -
o Que tipo de pronomes pessoais existem?
Existem dois tipos de pronomes pessoais dependendo da função sintác-
o"i,***Á.
tica que desempenham na frase.
§irn. Em inglês existem algumas excepções às regras referidas nas pergun- Assim, existem pronomes pessoais com função de sujeito e pronomes
de plurais irregulares.
pessoais com função de complemento indirecto.

@ Quais são os pronomes pessoais com função de sujeito {subject)?


o Existem, em inglês, nomes que não flectem em número, no singular?
Os pronomes pessoais com função de sujeito sâo'.1, you, he, she, it, we,
Sim. Em inglês existem nomes que, mesmo terminarido em -s, sáo apenas you e they
utilizados no singular, por exemplo á,palavraMaÜhs. Contudo, há algumas
palavras que, embora não terminem em -§ tambóm são só usadas no sin-
gular, por exemOlo; suear, milk, homework, money, entre outras.
o Quais são os pronomes pessoais com função de complemento indirecto
(lndirect object)?
Os pronomes pessoais com função de complemento indirecto sâo:me,
o Quais são os nomes que não flectem em número, no plural?
you him hel it, u-s, Vou e them .
Em inglês, os nomes binários são aqueles que são apenas utilizados no , ,
plural, por exemplo scissors e1'eans. Os nomes colectivos também são @ O que são os pronomes demonstrativos?
só usados no plurat, Por exemplo people, the Australian, entre outras' Os pronomes demonstrativos designam a posição que pessoas, objec-

o O que é o caso possossivo (possesslve case)?


tos e animais oc,upam no espaço, em substituição dos nomês.

O caso possessivo serve para demonstrar a pooso de algo por pafie de


possoa8, anlmals, otc,, Na fraee /t'§ John's pcn,, lndlcâ'âê quo a can€ta
o Qudr lâo os pronomos demonstrativos?
CL nronomeE demonstratlvoa eâo t/,/s (este. eeta. lsto). these (estes.
para designar pessoas, obiectos ou animais. Os pronomes demonstrati-
vos fhis e these substituem nomes de objectos ou pessoa§ que se
o Quais são os determinantes possessivos, em inglês?
O-s delerminantes possessivos sáo my, your, his, her, our, your, their.
encontram perto, por exemplo: Ihís is my pen. Játhat e Íhose substi-
tuem nomes de pessoas ou objectos que se enconlram longe, por exem-
plo: IÍrose arê my books.
o O que é um determinante demonstrativo?
Um determinante demonstrativo indica a posição que pessoas, objectos
Estes pronomes são sempre seguidos do verbo'
e animais ocupam no êspaÇo em relação ao interlocutor.
Os pronomes demonstrativos em inglês apresentarn a mesma forma para
o Íeminin-o* e o masculino, não sofrendo, portanto, flexão em género'
o Quais são os determinantes demonstrativos?

O O que são os pronomes indefinidos? Os determinantes demonstrativos são íhls, these, that e those.
Os pronomes indefinidos substituem os'nomes e servem para referir pes- Usa-se tàis e fhese quandoa pessoa ou o objecto a que nos estamos a
soas, objec-tos ou indefinidos. referir se encontra perto. Por exemplo, This coat ís mine.
lugares
Játhat e úhose sâo utilizados quando a pessoa ou o objecto a que nos
O Quais são os pronomes indefinidos?
estamos a referir se encontram afastados de nós. Por exemplo, Ihose
Some e any sãa exemplos de pronomes indefinidos. São utilizados com windows are closed.
valor de substantivo.
Os determinantes demonstrativos antecedem sempre o nomê, indicando
Podem ser utilizados de forma simples, por exemplo: Da you have any
a sua posição no espaço.
maney? Yes, I have soíne.
Por outro lado, também podem ser utilizados de Íorma composta, por @ Na frase I have got some pens., como classificamos a palavra some?
exemflo; ftrere anything undel the table? Yes, fhere rs sometàíng.
fs A palavra some_ e um determinante indefinido.
@ O que são pronomes interrogativos?
Os pronomes interrogativos são usados para formular guestões acerca
o Quando é que se utilizam os determinantes indefinidos?

de pessoas ou objectos. Por exemplo, Who is that boy?; What is this? Os delerminantes são sempre utilizados antes de um nome.
indeÍinidos

@ Quando é que se utilizam os pronomes interrogativos? o Quando é que se utiliza some?


Os pronomes interrogativos são utilizados no início de frases interrogati- O determinante indefinido soÍne é utilizado em frases aÍirmativas, como
v?sl como pÊr exernplo, WhaÍ is your natianality? por exemplo, I drink soíne milk. Também pode ser utilizado em frases
interrogativas quando estamos a pedir ou a oÍerecer alguma coisa, como
por exempfo, Çan I write sorl,e lines? ou Do you want some fea?.
Determinantes (Determiners)

O O que é um determinante?
o Quando é que se utilizaany?
O determinante indefinido any é utilizado em frases interrogativas e nega-
Um determinante é urna classe de palavras que antecede um nome, espe-
tivas, como por exemplo, Have you got any eggs? ou There aren't any
cificando-o quanto ao seu significado.
eggs.
O O que é um determinante possessivo?
Um determinanto possessivo exprime posse. Surge antes de um nome e @ Nr Írases I don't have much time, eshe /ras got many foys., o que são
pode indicar a existÔncia de um ou mais poseuldorer. Por exemplo, Ifils ra prltvrâs subllnhadas?
lt vaut hoak. r rihvnr muah e manv rlo detrrmlnrnttr ouentltetlvor.
Artigos (Articles)
O que é um determinante quantitativo?
Um determinante quantitativo permite-nos falar da quantidade de qual- O O que é um artigo?
quer coisa, sem que se tenha que referir a sua quantidade exacta. Os Um artigo é uma subclasse de palavras que antecede um nome, identi-
determinantes quantitativos surgem sempre antes dos nomes, como por
ficando;o
exernplo, Lrnda has gof much money.
@ Em inglês, que tipo de artigos existem?
@ Quando é que se ulilizamuch?
Em existem artigos definidos e artigos indefinidos.
Utiliza-se much com uncountable nouns, ou seja, palavras que não são inglês
passíveis de serem contadas. Por exennplo, em português e em inglôs
O Quais são os artigos definidos?
não se pode dizer "Um dinheiro, dois dinheiro§", porque a palavra ne§se
Em inglês existe apenas um artigo definido: the, para indicar o mesmo
contexto náo tem sentido. Normalmente, quando nos queremos referir a
que o, a, os, as, em português. Por exemplo, "The pencil is on the table.
uma grande quantidade de dinheiro dizemos "muito dinheiro" (= much
lrlão se utiliza o artigo definido tfie com:
money). Em inglês passa-se exactamente â mesma situação com este e
* dias da semana e meses: I have /essons on Manday;
outros nomes. Sempre que estamos perante um uncountable noun utili-
zamos o determinante quantitativo rnuch, como por exemplo, They eat - refeições: Dinner is at B o'clacki
* países: Brazil has lovely beaches (Atenção: alguns países necessitam do
much sugar.
artigo definido, por exemplo: the United Sfates);
(D Quando é que se uliliza many?
- desportos: Faatball is my favourite sport.
Utiliza-se many com countable nouns, ou seja, palavras que podem ser
contadas. Por exemplo, em português e em inglês pode dizer-se "Uma O Quais são os artigos indefinidos?
bola, duas bolas". Assim, se nos quisermos referir a uma grande quanti- Em inglês existem dois artigos indeÍinidos: a e an, ambos com signiÍi-
dade de "bolas" podemos dizer "muitas bolas" {= ffiany balls). Deste cado jdêntjco a um uma.
.e
modo, quando estamos perante cauntable nouns utilizamos o determi-
nante quantjtativo manf, como por exemplo, §he has got many books. O Quando é que se utiliza o artigo indefinido a?
O artigo indefinido a utiliza-se antes de palavras começadas por con-
@ Que tipo de determinantes numerais existem? soante, por exemplo: Jerry rs a docfor. Também se utiliza antes de pala-
Existem determinantes numerais cardinais e determinantes numerais vras comeÇadas por y, w s u (com o som /ju/) como por exemplo: She
ordinals, wears a unifaym;This is a wonderfulplace; He has got a yellow car.
(D O que são determinantes numerais cardinais?
O Quando é que se utiliza o artigo indefinido an?
Determinantes numerais cardinais são palavras que no§ permitem indicar
O artigo indefinido an utiliza-se antes de palavras começadas por vogal,
o número de seres ou objectos. Em inglês sáo, por exemplo, one, two,
por exemplo: George eats an apple.
three_.,, co;m3_ na frase Her mother has two cats.
Também se utiliza antes de h (mudo), como por exemplo: They have an
(D O que são determinantes numerais ordinais? I houy.
Determinantes numerais ordinais são palavras que nos permitem indicar
a ordenação de seres ou objectos. Em inglês sâo, por exemplo, firsf, O Em lnglês pode-se utilizar os artigos indefinidos no plural?

second, thlrd.,, Podemos alnda dar a título excmpllflcatlvo a segulnte Nlo, cm lnglês os artigos indefinidos e e an nâo se usam no plural. Por
lnrer lJr wlnr tht llnt r,dzt. .t!.lr iJ.
,ürrfãÀlo: Mlrcdlth rcad' m,r]uln't rnd ncwga,r/crs,
Adiectivos (Adiectives) O Quais são os advérbios de lugar?
Os advérbios de lugar sâc, por exemplo: âele {aqui}; t*ere (ali}; upsÍatr
O O que é um adjectivo?
andal de cima| dewnstairs {no andar de baixo}.
Urn adiectivo á uma palavra que caracteriza ou modifica um nome, atri- lno
buindo-lhe determinadas propriedades ou qualidades. Em inglês, os O Quais são os advérbios de grau?
adjectivos não flectem em número e género, ou seia, a sua forma é sem- ôs advérbios de grau são, por exemplo: very imuito); gufte (bastante);
pre igual no Íeminino e no masculino ou no singular e no plural. Por exem- a lot {mujtoil a{mosÍ {quase); Íoo (demais}.
plo: I have a new house. {"Eu tenho urna casa nova.") They have new (@ Quais são os advérbios de frequência?
c?r::t"f§s Jêm
cyros novos.").
Os advérbios de frequência surgem, normalmente, antes do verbo prin-
O Em que posição surge o adjectivo numa frase? cipal ou, por vêzes, §urgem depois do verbo auxiliar: I alrarays go lo
scfroo/ by bus. lndioam sê uma dada acção ou actividade é realizada
Em inglês o adjectivo pode surgir ern duas posições distintas' Pode sur-
habitualmente. Alguns desses advérbios de frequência. são, por exem*
gir antes do nonre ffunção atributiva) como, por exemplo, na frase Carol plo, always (sempre); somefiines {às vezes); nevêr (nunca}; ofÍen (fre-
eafs a deliciaus apple. Com o verbo to be surge depois do verbo (função quentemente) ; seldom {raramente}.

O Quais são os advérbios de interrogação?


Os advérbios de interrogação surgem, habitualmentê, êrn frases interro-
Advérbios (Adverbs) e locuções adverbiais gativas * Honr fast does fte run?. Alguns desses advérbios de interrogação
são_, por exemplo wh-ere {onde) ; when (quand o\; why (porquê) ; how {como}.
i
O O que é um advérbio?
Um advérbio é uma palavra que modificâ um verbo, um adiectivo ou um
Preposições (Prepositions) e locuções prepositivas
advérbio:

@ Como é que se formam os advérbios? O O que é uma preposição?


Uma preposiçâo ó uma palavra que relaciona duas partes de uma oração
Os advérbios, regra geral, formam-se a partir de adjectivos aos quais é permitindo que a primeira complemente o sentido da segunda: Ihe noÍe*
acrescentado o sufixo -Iy, por exemplo: happy - happily. ôookris on.fhe Íabfe,
(O Que tipo de advérbios existem em inglês? @ Que tipo de preposições existem em inglêsà
Em inglês existem advérbios de rnodo, tempo, lugar, grau, frequência e Êm inglês, existem preposiçÕes de tempo, posição ou lugar, distância,
i n-tero g.'ação,.-entre o_utros. dipceâo,entp outras.

O Como é possível identificar os advérbios de modo? O Quais são as preposições de tempo que existem em inglês?
Os advérbios de modo formam-se a partir de adjectivos aos quais é jun- As preposições de tempo são, por exemplo, at (às); rn {ern); on {à); before
tado o sufixo Jy. Alguns advérbios de modo são, por exemplo: quickly afÍer (d epoisJ
{antesll
(rapidamente); slowly (lentamente) ; ki n dly (genti mente) ; h a p pi ly (Í eliz-
I
O Quais são as preposições de posição ou lugar que existem em inglês?
mente) As preposições de posição ou lugar são, por exemplo, at the corner (na
esquina); behind (atrás); between (entre); rn (dentro); in front of
O Quais são oe advérbios de tempo?
(em Írente de); opposÍte (do lado oposto a); on (em cima); on thefeft (do
Os advórbíos de tempo são, por exemplo: now (agora)iaoon (togo); earíy lrdo raquerdo); on tlrc rlEht ldo lado dlrelto)t under (por batxo); dmong
tomonow (amrnh$; tonlght (êctâ nolltl^hft (nr ecmana tao oí (no olmo del: fiom (drl.
Quais são as preposições de distância que existem em inglês? o Quais são os conectores de sequência que existem em inglês?

As preposiçÕes de distância sáo, por exemplo: next to (ao lado); near Os conectores de sequência são, por exemplo: firstly (em primeiro luga{;
thel (deooi s;)i finalty (f inalmente)"
lnerto1,
Quais são as preposições de direcção que existem em inglês?
o Quais são os conectores de exemplificação que existem em inglês?
Os conectores de exemplificaçáo são, por exemplo: for example, for
As preposiçôes de direcção sáo, por exemplo: down (para baixo); up
instance (por exemplo).
(para cima);âcross (do outro lado); tftrouglt (atravós);inÍo (para).

Verbos (Verbs)
Conectores (Con nectors)
O Oqueéumverbo?
O Oquesãoconectores?
Um verbo e uma palavra que designa uma ocorrência, acção, estado ou
Conectores são palavras quê permitem estabelecer uma ligaçáo logica situaçáo
entre frases, de modo a que o discurso seja mais claro, coerente ê
fluente. O O que é um verbo auxiliar (auxitiary verb)?
Um verbo auxiliar é uma palavra que dá mais informação sobre o verbo
O Que tipo de conectores existem em inglês? princinal, por exemplo, relativamente ao tempo verbal.
Em inglês existem conectores de adiçâo, contraste ou conces§ão, cau§a
e efeito/razão e consequência, alternância, sequôncia, exemplificação,
O O que é um verbo modal (modatverb)?
Um verbo modal é urna palavra que permite exprimir o modo ôomo o
têmpo, comparação, êntre outros.
sujeito se refere relativamentê a uma dada situação,
(!) Quais são os conectores de adição que existem em inglês? São sempre seguidos do verbo principal no infinitivo sem to. Não têm -s
na terceira pessoa do singular e não necessitam de verbo auxiliar para
Os conectores de adição são, por exemplo: also (também); and (e);besr-
formar a negativa e a interrogativa. Por exemplo:
des (alem disso); not only... buÍ also (náo só... mas também); too (tam-
Afirmativa * She can play the piano.
bém)
Negaiiva * She cannot (can't) play the piano"
nteryoOativa; C-an she play the piano?
@ Quais são os conectores de contraste ou concessão que existem em inglês? f

Os conectores de contraste ou concessáo são, por exemplo, but (mas); O Quais são os verbos modais?
à3ur-avar §ão vários os verbos modais e alguns exomplos são can, may, must e
lcgnludo],
would
O Quais são os conectores de causa e eÍeilolrazão e consequência que
existem em inglês? O Quando é que se utiliza o verbo modal can?
Os conectores de causa e efeitolrazão e consequência§ão, por exemplo: O verbo modalcan utiliza-sê pârâ exprimir capacidade * She can speak
Decause (porque);so (por isso). german. * e Oelmis-sáo * Can I go out with my friends?.

O Quats Eáo os conectoÍ€s de Elternâncla quo.xl.tam lm lnglÔa? O Qurndo ó que ee utlllza o verbo modal may?
ôr aanralalr dr rltrrnlnalr ila, norrremrúoiníüd. utlllzr-m orrr otdlr orrmlmlo: Mav I comt ln?.
O Quando é que se utiliza o verbo modal must? @ E o verbo to be?

0 verbo rnodal rnust ulilrre-se pâra exprimir necessidade $ must go to the No caso do verbo ta be a forma do verbo nâo é igual em todas âs pês-
dactoü soas. Veiamos;

O Quando é que se utiliza o verbo modalwould?


ü verbo r"nodal *drou§d utillza-se paraÍazer uma oferta (Would yau like a
cup of tea?\.

O Na frase Sa//y goes to school by bus., qual é o tempo verbal de goes?


tle / She I lt is
A forma verbal goes é a terceira pessoâ do singular do Presenf Simple.

@ Quando é que se utiliza o Present Simple?


(D Como é que se forma a negativa e a interrogativa no Present Simple?
Utiliza-se para falar de hábÍtos e rotinas, exprlmír sentimentos ott gostos
p?13 referir factos gerais. Para se formar a negativa e a interogativa é necessáçio utilizar o verbo
?_
auxiliar fo do.
O O Presenf Slmp/e vem, normalmente, acompanhado de advérbios de fre-
quência?
$im. Normalmente é acompanhado por alguns advérbios de frequência
tais como: always (sempreh sometimes (às vezes); nêver {nunca}.

@ Como é que se forma o Presenf Simpte?


É igual em todas as pessoas, assumindo a mesma forma do verbo, no in-
He / She / lt daesn't read
finitivo. A excepçâo surgê na terceira pessoa do singulaç à qual é ne-
cessárlo acrescentar o sufixo -s ou -ê§.

Does he / she ! it read?


He I She I lt reads

@ Quais são as excepções a esta regra?


@ Existe alguma excepção a esta regra? Aa excepções a esta regra são os verbos modais, o verbo úo be e o verbo
Sim, existe. Os verboe modals (cen, may, muat,,,l não necessltam do to hlvo got que para formarem a negativa e a interrogativa não necessi-
ruího .r m trrnrlre 6allÁr do rlnauler. vrbo euxlllar to do.
@ Quais são as expressões de tempo que, habitualmente, acompanham o
Present Continuous?
Habitualmente á acompanhado por algumas expressÕes de tempo tais
comolno-w at the moment (neste momento).
laOorall
@ Como é que se forma o Present Continuous?
Forma-se oom o verbo auxiliar to be no PresenÍ Simple e o verbo princi-
pal no gerúndio. Para se formar o gerúndio basta acrescentar ao verbo
principal o sufixo -íng.
Has not (hasn't) got

Can l? nm ti-\ Have I got?

Can you? ere'yàit) Have you got?


-\- @ Como é que se forma a negativa e a interogativa no Presen t Continuous?
/ ln,
H:r'
I he?
Can I she?
\
sne z/
I he got?
Has I she got?
Para se Íormar a negativa e a interrogatiya basta utilizar o verbo auxiliar
{s I to be:
lnz \JJr{ I it
sotz
Can we? $re-wer ) Have we got?

Can you? Have you got?


1ra"fofi_)
Can they? lre tne;yl \ Have they gat? You are not (aren't)s/eeping

He
She rs nof (r,sn't) sleeping !í,luur,nn,
@ Na frase Peter is sending an e'mail., qual é o tempo verbal de tb sendlhg? It
A Íorma verbalis sendÍng encontra-se no Present Continuous. We are not (aren't) sleeping
(D Quando ó que se utiliza o Present Continuous? You are not (aren't) sleeping
Utlllza-Ee para nos referirmos a acções que ootâo t dooorrcr no momento Thoy are not (aren't) sleeplng
.m rrlla artemat e írhr. !r @ .-
Na frase Be quiet! estamos perante qual tempo verbal? Auto-estrada Matonway Highway
Nesta frase estarnos perante a lmperativo (tmperative)" Correio Post Mail
Quando é que se utiliza o lmperativo? Calças Trousers Pants
0 lmperativo utiliza-se para fazer pedidos ou sugestões e dar crdens ou Farmacêutico Chemr'sf Pharmacist
instyeôes,
Férias Holiday Vacation
@ Como é que se forma o lmPerativo?
O lmperativo forma-se com o infinitivo do verbo sern to. Omite*se o
sujeito antes do verbo, por exemplo: Go home'; Open fhe windaw'; Call
o Qual das seguintes palavras está escrita correctamente: coíour o u coloí?
Ambas estãos escritas correctamenle. Colour é a forma britânica e color
your mother, a americana,
Jorma
@ Como é que se forma a negativa no lmperativo?
Para se formar a negativa no lmperativo basta utilizar o verbo auxiliar to do,
o Há outras palavras em que a ortografia seja diferente em Ínglês americano
e inglês britânico?
por exemplo: §on't speak.; Don't make any norse.; Dan,t drink alcahal-
Sim. Vejamos mais alguns exemplos:

Variantes do inglês

O O inglês britânico é diferente do inglês americano? Vizinho Neighbour Neighbor


§im. O inglês britânico (britrsh englrsh) apresenta diferenças ern relação Preferido Favaurite Favarite
ao inglês americano {american english) ern termos de pronúncia, vocabu-
lário e ortografia, Analisar Analise Analize

Na frase The baby uses drbpens., a palavra destacada é usada habitual- Memorizar Memarise Memorize
@
mente em inglês britânico ou em inglês americano? Centro Centre Center
A palavra dr'apers é inglês americano, tendo como equivalente ern inglês
Teatro Theatre Theater
britânico a palavra nappÍes.
Catálogo Catalogue Catalog
O Há or,rtro vocabulário que seja diferente em inglês americano e inglês britânico?
Diálogo Dialogue Dialog
§im. Vejamos alguns exemplos na lista que §e segue:
Jóias Jewellery Jewlery
Programa Programme Program

Ortografia
O Quats as palavras do inglês que devem ser escritas com letra inicial maiúscula?
Ura-re letra maiúscula em inglês nos seguintes casos:
lünf prlmrlra letra de uma frase: Ihe blcycte /s b/ue,
c) Nos nomes próprios: Jahn;England;London.
d) Nomes de deuses ou divindades e escrituras sagradas: God; Virgin
tr British english - inglês britânico; espe-
cificidades do inglês falado e escrito no
a lan - um, uma; aftigo indefinido. Reino Unido.
Mary; Bible.
e) Nos pontos cardeais: North;South;West. Adjective - adjectivo; palavra que des-
Q Nos dias da semana: Manday;Thursday;Saturday. creve um nome ou pronome. E
g) Nos meses do ano: January;May;July. Gan - poder / ser capaz de; verbo modal.

-rc
h) Nos nomes dos feriados: Halloween;Christmas; Easter. Adverb - advérbio; palavra ou grupo de
i) Nas nacionalidades ou nomes de línguas: Spanish;Austrian;Portuguese. palavras que descreve ou modifica o sig- Clause - oração, frase; grupo de pala-
j) Nos títulos de livros, músicas e filmes: The Diary af Adrian Mole;Where nificado de um verbo, adjectivo ou outro vras com sujeito e verbo que formam
advérbio. Podem ser de modo, tempo, uma frase ou parte de uma frase.
\(U
is the Love;The lndependente Day.
lugar, grau, frequência e interrogação. a
k) Nos nomes de associaçÕes, movimentos cívicos, padidos políticos, Compound nouns - nome composto; o
etc.: Green Peace; Friends of the Earth; Democrats. Always - semprei advérbio de frequên- nome formado por mais de um nome.
a
@ Em que situações se dobra a consoante das palavras em inglês?
Em inglôs, ao acrescentar-se os sufixos -ed, -ing au -er a uma palavra,
cia normalmente associado a frases no
present simpte. Conditional sentence -
nal; frases que indicam condições,
frase condicio-
o
a consoante Íinal dobra se a palavra originalterminar na sequência "con- American english - ingtês americano; especialmente construídas com a con-
especificidades do inglês falado e junção lf (se).
soante * vogal". Vejamos alguns exemplos:
escrito nos Estados Unidos daAmérica.
Connectors - conectores,. expressões
- que ligam palavras e frases num texto.
stop - stopped Any nenhum, um qualquer; determi-
nante ou pronome indefinido. Pode ser
sit * sitÍlng Countable nouns - nomes contáveis.
usado com nomes contáveis ou náo
contáveis.
begin - beginning
refer - referred Apostrophe - apóstrofe; graficamente
Determiner - determinante; palavra que
ç$_ttrdica que uma letra ou número foi
fat - fatter omitido; usado no caso possessivo para
limita o significado de um nome (this /
these / that / those.. .).
assinalar aquele que possui algo.

(to) do -
fazeçpode ser o verbo princi-
o Há alguma excepção à regra apresentada na questão anterior? Article - arfigo; podem ser definidos ou
indefinidos, conforme se refiram a um
pal ou o verbo auxiliar de uma frase.
Sim. Em palavras de duas sílabas, sempre que a sílaba tónica da palavra nome em especÍfico e já referido no dis-
que termina na sequência "consoante - voEal * con§oante" for a primeira
sílaba, não se dobra a consoante. Por exemplo:
curso, ou a algo genérico ainda não
mencionado no discurso.
E
Everybody / everyone - todos, toda a
gente.
* Auxiliary verbs
- verbos auxiliares: verbo
visit visiting que é usado com outro verbo - be / do /
open - opened have. tr
happened
For - para;conjunção ou preposição.
happen -
- entering From - de; preposlção,
enter (tol b -ü I oefar; pode eer o verbo
nt6$! qu e vebo ruxttlt dr umr Írur, Futurr - futurot tcmno v.rbrl umdo
tr Its - dele, dela (para objectos e ani-
mais); adiectivo possessivo, terceira
Present simple - tempo verbal usado
para exprimir hábitos e rotinas, factos
This (these / that / those) - este (esfes /
aquele / aqueles); pronomes determinan-
(to) have - tef pode ser o verbo princi- pessoa do singular. gerais, sentimentos e gostos. tes demonstrativos.
pal ou o verbo auxiliar de uma frase.
Present continuous - tempo verbal
(to) have got - ter; indica posse. tr usado para exprimir actividades que
estão a decorrer
May - poder; verbo modal que indica Uncontable nouns - palavras que não
tt
He - e/e; pronome pessoal, terceira pes- são passÍveis de serem contadas, por
permissão.
-;ü
-!* soa do singular. Pronoun (personal I demonstrative) - exemplo, money.
pronome (pessoa/ / demonstrativo);
\í I 1
Her - dela; determinante possessivo, Me - mim pronome pessoal, primeira palavras usadas em vez dos nomes.
Us - nós; pronome pessoal, primeira
\{§
{!t pessoa do singular na forma de objecto
terceira pessoa do singular, feminino; pessoa do plural na forma de objecto {fr
u_; lhe / a e/a; pronome pessoal feminino, indirecto. Possessive case (genitive) - caso pos-
sessiyo (genitivo); uso do apóstroÍo ( , )
indirecto. rn
terceira pessoa do singular na forma de
":.; My -meu; determinante possessivo,
para assinalar aquele que possui Ç
{,}
objecto indirecto.
primeira pessoa do singular.
alguma coisa.
tr rn
Him - /he / a ele; pronome pessoal mas- Verb - verbo; classe de palavras que
culino, terceira pessoa do singular na Modal verb -
verbo modal; os verbos E indicam acções ou estados.
forma de objecto indirecto. modais (can, may,...) são usados como She - e/a; pronome pessoal, terceira

His - dele; determinante possessivo,


auxiliares de outros verbos, alterando-
-lhes de algum modo o seu significado.
pessoa do singular.
u
terceira pessoa do singulaç masculino. Sentence - frase. We - nós; pronome pessoal, primeira
pessoa do plural.
How -como / quão;advérbio interroga-
tivo.
tr §ome -algum , alguns; determinante ou
pronome quantificador, pode ser usado What - o quê, qual; determinante inter-
No - não; adjectivo usado nas rêspos- com nomes contáveis ou não contáveis. rogativo.
tas directas, indicando negação.
Subject - sujeito. When - quando; advérôio de intenogação.
I eu; pronome pessoal, primeira pes-
- Not - não; advérbio que torna a frase
soa do singular. negativa. Where - onde; advérbio de interrogaçáo.
Tag question - pergunta breve; estru-
If - se; conjunção que indica condição. Noun -nome, substanÍiyo; classe de tura interrogativa colocada no final de Who - quem; advérbio de interrogação.
palavras que indicam o nome de pes- uma frase declarativa, procurando con-
lmperative -
imperativo; tempo verbal soas, coisas, lugares, ideias, sentimen- firmação do interlocutor. Whose - de quem; determinante inter-
utilizado paraÍazer pedidos, dar suges- tos, etc.. rogativo
tões, ordens e/ou instruções. The - o, a; artigo definido singular, femi-

ln -em / dentro de; preposição de lugar. g nino e masculino. Why - porquê; advérbio de intenogação.

Our - nosso; determinante possessNo, Them - /hes; pronome pessoal, terceira


lndirect obiect - objecto indirecto. pessoa do plural na forma de objecto
primeira pessoa do plural.
indirecto. You - t4 vós; pronome pessoal, segun-
lnfinitive - rnfinitivo; forma do verbo não da pessoa do singular e do plural. Tam-
conjugada, pode ser ou não precedida
de to.
tr Their - de/es, delas; determinante pos-
sgg8lvo, tercelra possoa do plural.
bém o é na Íorma de objecto indirecto.

Prepooltlon - pnpollção; palavra uea-


Your - teu, vosso; determlnante posses-
It - r/a, a,r; pronoma pclaoel, ttoclra da para axp[!!$ ll
ruâgõcr cntru ar Thü=ú|, dllt oronome oaaroal. trr. llvo. maunde ôartâr r{a rlnar rlor r r{a
1. Diversidade de seres vivos e suas interacções com o meio
:'t;.': 'r. i.l;::;:::1"1,;;.:1::;.;.1;;,;;;L:;;; a:.,..:.:; .,:.:,,.':::,",:::a,:,...,

':.!l::;,.:;:ii
rrr§'
"
, lrPl Em que locais do nosso planeta existe vida? r;::,t Qual é a forma do corpo...
lt:i|,,zit:ir/arrllrta -"
:t!::
,4 *r":p*rfície d* Jbrra: *{:êãírü§, lag**., ri*s, rnoniar:has, fl*r*stas, dese**e,
... da minhoca e da cobra? F,*rrrie *iiir:*i'ir::;i
'eciôês ü*laüas .. ... dos peixes, das focas e das baleias? f**il*;'n:* i**lü* *rn f*rr** rl.,* Í**,*]
/,\ ... das anémonas e dos ouriços-do-mar? f*ii*e çl*1":***.
fu 'O que é a biosfera? ... da barata e da raia? f,*ri"**. a***t**e.
f; * **ri":j*r:t* fsr'mad* p*r i*d*n *§ §*r*s vír,*$ * * l*eal *nde si*s viv*m -' ... do cão e do ser humano? É 'rc;s i,*; dixting*ir *xh*ç*. t;*nç* * l***:bi*s
*st*rrd**s* d*siie * f**ri* *** *e*an*s *t* ** altn das rn*ntanhas * ... da esponja-do-mar? il*rixe itr"*çetl;:l i**,rl {',*r.r"** **iir:i*;ri.
ei:r;:nge* x p*** irríst'cr" eln atrnosfera: ou seja, ü§ *er*s v!v*s rjistribuein-§*
*:., O que têm em comum o corpo da minhoca e o dos insectos?
**. si.ip*r{ir:i* ** 111*sf*ra, n* hi*r**f*ra e n* ai*":*afsr*. .;j
".'.'P \,..e.,'':. 1'' ,,',,." -.i i,i .::,i'..\r |.,.( *':*rp* á §*ürl:ryni*'i*: *ivl*i,J* *il ar:*i*,
Em que tipo de ambientes encontramos seres vivos?
N*s **:*i**t*§ {*rí*§tíÕ§ * n*§ an:L:i*nt*s aquáti**s.

Em que ambientes vivem a toupeira e o mocho?


Âi-rtb!*rii* ieri'*str*: a t**p*ira #**$va t:-i**is l"l* s*iç: * * n:**i:* p*d* ***-
i**ar-x;* v*anri*

Em que ambientes vivem a rã, e a baleia?

i\n:i-.!*r:t* **r":*ii**: a i:*i*is virle r:* *Õ*&ít* *r'iej* *çua á **lgada * a rã


*"

uiii* n*§ üiarü*í]§; *** l'i** * i*ç** *qd* *xtni* áç,";* dr:e*.
Minhoca. [\rlnsça"

_,
Em que ámbiente vivem as algas?
Qual ó a importância da forma e do revestimento do corpo de um animal?
ili"*l*É*r-lir *g nl:r:*,il #,: *:i:ie*r:**.,:. lxrr1*Irj*-r.:s :ijü*1;;i.i,.j§ üar iiiiji{-l
Àlr:*r*nl* aü*áti*:: air:eis c* v;rri'-r; ;:**sçt*s viv*t'i"t *ru áçua d**a * r:** *l-rij* liir,r*lt":.
' r';'i:" Ii
Que animais apresentam pêlos e penas de revestimento?
,& Como se chama o local onde um ser vivo habita? l:-., : : :': -::. .. ,' :., r;...- '...1 r. ,./.,..
l+;i*rs§*y*sâili**{:Í,:âri", ....1 'fi:..'..",; !
LJ
^t-.;+-+
I tdtrttd( -:^.';::<*ri-rpii:. eç::l;;:i:;;taç*!r;*:*.

Qual a função dos pêlos?


Qual é o habitat...
.\lir*eri: g i'lltr.t:i#i a t**1:*r*.it;r'; *.* *i:i'i:* * pr':**,r: t*i-lrr J* can-luflagenr,
... do urso polar? ít*qi**s ç*Jarie* 11* F*lo l',i*rtr:. li I r iir-lili-"riiâi-llii a,;eifl3;t l.li:;ririi:-uli.
i:l;)f$.
... da gazela? ll;tu'trr;t
.., do bacalhau? ()r;citttr.r Qrral é a vantagem das penas dos animais?

... dO lObO? | l( )r( '.1, I


l"' r. , ,,,1,,':.tr,,,.1,r', !,, ,1 i..t, ,.tr,,. l)(,t, ,,.í,,r r lllll)r'llllr,ilv{)i:;
AarÁ1 [\/.rr,r,,rr'. rir, rrír'. r.l.rrlrr'.
r,,tl r . ,,,,|J,l( 1,,,],r,rrtlr,r (,)|t.i,1,llt,t I i).tt
Que animais apresentam escamas de revestimento? *,, ffi Qual é a função dos músculos dos animais?
Pelx*a csíÍro â sarcJinha e a truta, e rópteis comn â cobra â ü lã§ârts. *s mris*ulos **ntra*n''r-s* * di*tendern, permitindo o dssl**amentc el*
aninral.
Qual é a vantagem das escamas de revestimento?
Fr*t*gern o Çorpü da* perdas d* ágLla e facilitarn a deslocaçã* na água Que características do corpo das aves permitem o voo?
ou nc sol*, @

e*rpo {usiform*; asas içves r*v**tidas d* penas; esqueleto leve {cnm


Qual é a diferença entre as escamas dos peixes e as dos répteis? sacos aéreosie rnús*ulns f*ries qu* movimnntam âs âsâ§.
Aç es*amas dos peixex tên: origern proÍunda na pele e as *scamas dos
ll. répteis têm oriE*rn *r:p*rficial, por isso, os rápteis soÍrem mudas durante .n W Que características do corpo dos insectos permitem o voo?
c cressimentc. Asas finas, leves, irnpermeáv*is aÕ ar * resistentes devido à* nervuras
cie quiiina; * múseulos farte* que movinientarn ãs asâs *rm granele v*i*-
', íwi Qual e o revestimento do corpo das rãs e dos sapos?
*1dae$e
Os'anfíbics {rá*, *ap*s, tritÕes, salamandras...) apres*ntam peie nua e
humedecida, Que características do corpo dos morcegos permitem o voo?

Qual a função da pele em animais que têm pele nua? ,& qrem|:rana aíar que {unciona cÕmo a$a rígida, l*ve e impermeável ao
Y Nestes anirnais, tambem ocôrre re*piraçâo através da Pele. ar, movimentada por n:úscui*s fortes.

é§{:,
Qual é o revestimento do corpo das baratas e dos caranguejos? Que características do corpo dos animais permitem a natação?
Ae baratas e os ogtrfis insscto* tênr um revestim*ntc de quitina. Noutros corpo hidrodinâmico {fusiforme * ii*o} * m*n:brcs qu* permit*nr o d*s-
\í animais eomü nos earanguejos e nas lagostas, a quitina ó endurecida *om locamer:to na áçua.
caicário.
,& Como são os membros dos animais adaptados à natação?
As minhocas apresentam algum revestimento do corpo?
üs peix*s t*m barbatailâ§; âs Íocas e os golfinhos têm membros em
,Apresentam uma protecçâo do c*rpo chamada cutícula'
lna f*1ma rle pás ou rênlcs qus ss assemelham a barbatana*"
Qualé o revestimento do corpo dos mexilhões, lapas e ouriços-do-mar?
Ê um rev*stimenta duro e resistente: o msxilháo tem concha bivalve, a "' & Que animais nadadores apresentam membrana interdigital?

lapa tem concha univalve e o ouriça-do-mãr tem placas calrárias eom


Aniíbios csrns ãs rá§, I aves Çüms os patos e üânsos,
esprnhos.
sW, Como é que o urso, o Homem, o cão e o cavalo se apoiam no solo?
u ü urs* * *
!-iomem qpoiary q qqpqrÍici* da pat{ou d* p*, desiocan<jc-se
'.,.i . i..;.,::\'::..: :.ra): :.:t::,'.::ttr::,.: :.::'"1'. pur rnareha.

ffi,1 Em que meios se podem deslocar os animais? " 0 cão apoia as ded*s, desk:cando-se por mar*ha CIu ccrrida.
* $ *avalc apoia apenas a ponta dos dedos, d*slocando-se p*r
Através do ar * voando; atravtís da água * nadando; no solo - mar- corrida.
chando, correndo, saltando ou repiando. ,, , Que adaptações da rã e do coelho permitem o salto?
, Qual é a função das articulações dos animais? ( ),: rrrrrrrrbros posteriores sâo mais lonqos do que os anteriores e têm Íorma
Í)ct'ttliltlttl o ttltlvitllrltttrl tlrl:i <lt;:;tl:;, tlllÍ; {)lrl rrll;tr.:llrt il():' ()llllo", rltttlttlltt rl rh'/ t)t l;tttrlo tlr; rtttist;ttlos se contrílent, «-ls; tnr:ttrIrrclr,; rlil;tcrtcl()rll iic o r)
r lr rrlk rr:;ttt rtrt tlo. tl||iIIr,rI',,IILI
&&,
Como é que os animais se deslocam por reptação? Que funções desempenham os dentes?
Âtr*vr*s d* **ntr**çÕss * ciist*n***s ;-*u**ul*r*s ** §*ll **Ií)o: üs caninos rassarrl c aiimento, os ineisivos cortam-no e os molares tri-
* r*pt*i*, e*mc **i:ra* c l*ç*rt*s, el*si***r*-:** *n*ul*nd# * üürp*; turam*nc-
* * *arac*l e*ntrai a ha*e eJ* s*,J {:*rp* {pei* pra**r rnliü* que * aiuda
a daslizar; Como se relaciona o regime alimentar com o bico e as patas das aves?
* * n':inh*ca *rrdula *p*iand*-** *m **#as qi"l* f**ilit*m * ry:*vim**t*. " Avos carnívoras como o mocho e a águia: bico curvo e forte que des-
pedaça as presas; patas com gârras ourvâs e aguçadas"
e Aves frugívoras corno s arâra e o tucano: bico forte que quebra caro-
..-' - -
-.--
_*_--* ,rÊ ii!:::- --"^ -i: --
-;- -. . .+11
i Ços e râscâs; patas com dois dedos para diante e dr:is para trás, per-
O que é que se entende por regime alimentar? mitindo segurar*se a0§ rarrlos.
fi * **rjunt* d* *iiru*nt*s q** *a*a a*ir**i **r:§*in*. " Av*s granívoras corno ü ponrbo e a rc!a: bico membranosú e poucü
duro; patas corn três dedos para diante e urn para trás, corn unhas curtas.
Que características dos animais estão relacionadas com o regime alimentar? u Aves insectívoras coíTl$ â andorinha e o pica-pau: bico forte e aguçado;
ü iip* r5* d*ntiçâc, d* bic* c li* g:ata*. patas curtas corn três dedos para diante e um para trás.

Como podem ser os animais quanto ao regime alimentar? Que características dos animais nocturnos lhes permitem caçar?
* l-{*rbív*r*s * aiiry:e*t*r:":-*e d* plantas. ). Audiçáo e visão apuradas e capacidade de se deslocarem em sllônci.o,
* Fr**ív*r*s * h*r*ív*r*s que $* alim*r:tam d* rrxt*s" ':'. '.'

a *raní.;*r** * h*ri:ív*r*§ cju* *e aliit-i**Í*t':: d* *si::e::t*s *:J çrâ*s. W.: A que técnicas de caça podem recorrer os animais?
* {}&r*ti*r*s * a{irn*r':tarn-** ** *";tr*s *irir**i*" Â,iguns anrimais desenvolveram tóçnieas de caça em grupo {lobos,
* l**e*tív*r** * **rnív*r*s q** s* xl!r**:':tam s:le i*s**â*s" -L lenes...)e outros caÇâm indivídualnrente (gato, coruja.."). As suas cores
* *ry:nív*:'gg * airrylc*!arn-** el* v*6et,*i* * anirn*is"
ajirelanr-ncs a passâr despercebidüs no rneio {camuflagem), podendo
Que regime alimentar têm... Íazer ernboscadas ou pers*guiçÕes"

... o gato e o lobo? üarnív*r*.


... a toupeira e o sapo? iRs**tír,*i*. i}t.:,-,,-t,{,,í:-§* /,
Ií;.:il}*i:f4êi:li ,, .
... o ser humano e o urso? ü*r:iv*r*.
... o pombo e a galinha? *ranív*r*. W O que se entende por reprodução?
... aarara e alguns morcegos? {:r*çív*r*.
Capacidade de originar rJescendentes f*rteis, assegurando a sobrevivên-
... o coelho e a ovelha? i-{*r*ír*r*.
da especie.
Como se classifica a dentição dos mamíferos? í:,* Que tipos de reprodução existem?
;1;{., ..y ."_lf:,pi.. 1 r*iJ r.,,.("*,r-ir_ij.
Heprodução assexuadà> realiza-se cÕrn â int*rvenção de um único ser
Como se relaciona o regime alimentar com a dentição? vivo"
* ü;lrniuüroo * d*niiç*.* cr:mpleta {:**r e*nir:ü§ ri*senvolvtdoi.;. t Reproduçâo sexuacJa * realiza-se, normalrnente, com a interv*nção de
" lnst:r;lirrorns rlerttiçao corripileta corn Iorios oi; riertttl:; ;lt1ttr.;trlor;. rllis lieres vivos, um macho e urna fêmea.
. I ltrrlrrvoroi; riettlir,:ito ittr:rlnrltlrtla. ltrtis; r;eraltrtcttlc l;1ll;1111 r r': r ,rrlllto"
. ()nlilt\/()t():; rlcl rltr,;;lo r:ortrlrlclíl r:ottl ittt:t:;ivrt', t.ot l;tttl, '. , .rrrltt()';;l(lll O O que se entende por época de reprodução?
r :, rr lo:, r , rrrr rl, rrr ", , I tr )( loltr i;tr 1, ,', l'1r, ,r ,trl() {rtl() r'nr(lil(} oll;tttittt;ti:; tlc uilt;t ntírrit nil c:;lxlt;io
{J
I

'*,,, Como comunicam os animais na época de reprodução? Quais são as vantagens da migração?
Â?rariris d* m*rrxag**s: §ü**Ia$ i**nt* cl I sans), úriorílei'a.c {od*r*s üiir*c- .4r.li*:*i* e.4l:* rnigr*m ei**l*i:an,l-** *ar* rürlãs í11*ít{:ã fria* e **ir) i)r*rs
t*rís{irrjs}* vi*uai* {e*r*s vi§1üsâs, d*nç*s *u lutat}. *lime*t* {p*Í*r, an**r!r";ha*". .}.
.:r,.r,:;:.:: :.,::.,a,:a.:::,,,.,: a,a).,,,,:,:t :,.:aa)
|;|rj;ti:.:*:,*.) r{r.t, Quais são as vantagens das variações da pelagem? ,..:::i'ra':.:.... :.-. -,:t -.: ,.-..r.),4,

a;a...:.....r..,.4L./a: .t,a
)t:::a j...:r:..L,4....,4tt4t: -.-
Oqueéacorte? ,tat).r2...,: :..::: :. ::.:ir:: ,., i
::..t::....14.:.ttt:: : :::, :.1;.:,.. :. -. : :.t

Ê*rrr:a d* ma*** impr*ssi**ar a fôry:**, atr*,v** de *r*rl*s, **tlael** r:r'* *i:r**i* * t*v*rr:*, * p*}xç*rn a;:r'*s**ia-s* *:ni* cj*ns* * d* c*r s::is ,: :.:t a:,:a,,::::tt::/tti :ta..a:,:,4..,a:.,:.a.

lr:tas. *l*t** pr"*t*çei:** r: anirnal d* fri* * **nf*nel;n**-r: **rx * l"n*i* í*rr:"rinh,:"


lebi'e ei* Âreti**. ".).
Como varia o número de crias nos animais? la
e Ânim*rs qx* euieÍan: das cria.ç âp*s ú nas*im*nt* {fnrn***nej* alin-:*n- ---J...--i

taçá*, pr*te*çiic, hiüisnâ, tr*iri*...iiê*"r p*r-rca* *rta* p*r nir:hsti*, *oittc


*r*nt*e* nos filarxí{elos â:'1âs âv*§.
* Âriinrais qu* não cuid*m das *rias p*d*r-,r lai'atá milhar** ri* eria* p*r
c*p**a, ç*ffiü as tadarugas.
ii* Quais são os constituintes de uma planta com flor?
\ ftsir, *aule, foll"ra:l e fir:r**, *1*e, p*st*ri*ri:l*nt*, dae *riç*r:r a* fr*t*.
,';Ê,i Como se classificam os animais quanto ao tipo de reprodução?
':'§; Como se classificam as raízes quanto à sua forma?
* tJ*s*nvçlvlm*ni* d*r.iir* El* uter* mat*rn* *tá an n*s*i-
" Vivíparos
rn*nt* {gaic};
* *víparos - üs GVü* de*envolv*nr-*e f*ra dr: *orp* da má* igaiinhai: dárias"
* o Çtaie fasciculacler * i*das
" üvovivíparüs ü$ ovns desenvolvem-s* d*rrir* ei* c*rp* da *:ãe {algu- as raía*s sãa aproxinradar::**te eja m*sn:a
rnas viboras). dirnens;io.

2 Como se classifica o desenvolvimento do embrião?


* Direct* * o animal nâsúe semelhante am adulto, tomü nã$ âve§ * nüs |? Como se classificam as raízes e os caules quanto ao meio onde se desen-
rnamífei'*s" volvem?
a indirecto - * animal pessâ pür i.,ríi **nj*nio d* trensÍrrmaçÕ*s ehama-
das metamnrÍoses, romo aconteÕs ítâ h*rboleta {ovo * larva * ninfa *
*
adulto) s na rã {ov* girin* * ad*ito}. *:; Como se classificam os caules aéreos quanto à sua forma?
* Tr*nco - mais largo na base do qlte nc) topo, c*nr r&r§*§
{rn*eieirai.
* ilspique * cilíndrico, com ramos ou falhas ôipenâs n* cirr* {pa}rnoirai.
* üoin"lo * çilínelrieu, oom nÕs maciçr"rs e entrenós *c*s i*:ilh*).

Que factores do meio inÍluenciam o compoftamento dos animais?


Luz, 1*mperatura e hi-:midacie.

Que alterações são desencadeadas pela luz?


Migração, hibernação e características da pelagern.

Quais são as vantagens daíibernação?


Attttrt;tit;0ttt ltillttttt;trJ;i«l:trltlftlViVrlttl;tt; t:tltt«lir.:tlrr:: rlrr lllrr r',lr'l;rll;t tlc;tli
Mâr;i*rirrr Palmsira. Milho.
rrllnlo rltttitnln o ltrvrtttto (rl;tgttilrl, l;1;111;1';, 111:;tt:, )
(-g wutçç* q_
{l

Como se classificam os caules subterrâneos quanto à sua forma?


* T*ber*ul* * çl*b*so, e*m ç*h*tân*!as de íe§*rvâ {ba.tata}.
* ffi*lb* * g!*b*s*, eüín *sc&mas qu* t*m sub*tânçias de r***rua {**h:*!a}.
i'?, Quais são as plantas sem flor?.

n ftiz*ma * *l*ngad*, e*m suklstânçia* cle rüÊ*rvâ ü üscãíl"iâs eÍ* pr*ta*-


=-Y Feto* c ni*sÇos:

çao ilrrir')"
ii?; Quais são os constituintes de uma planta sem flor?
-' * ilet*s * füssusm raix, *a*l* (rizr:n':ai * fr:lttas {r:*n: limh* m'ruit* r***rtadoi.
Quais são os constitúintes da folha?
I
''-- * fuXusü*s * posstj*ryr *gtruturas d* p*qumn*s rj,irnensÕes: rix*idss, cau*
[3alnha, pe*í*lo {p* cJa f*lha}, lirnb* {p*rt* r:rmi* larga} Ê fiêrvurãs {v**** lóides * fi!*!cie*
e1c tran*porte).
I I
Como se classificam as folhas relativamente ao limbo?
s *nant* à m*rç*n: do iirnL:*, pcd*m **r inteiras {lar*nj*ira} *u re**rta* ,,/.
(.'tiÇ,, Que factores influenciam a distribuição e características das plantas?
d;rs (fiEueira).
* üu*nt* i* clivisá* si* liffitro, í:*dem **r *lmples {rouv*} cu **n:p**tas *ur, t*rnperatura * humidade.
_-
imim*sai {:;l: Qual é a relação entre o frio e o aspecto das plantas?
Como se classificam as folhas relativamente às nervuras? A qu*iÍa da foiha nc ffuton* ê uina pr*tecç*c üüntrâ o fria. D* íTl*sffiü
rnüdü, algumas plâfites p*re*ern a parte a*:rea na áp**a Íria {tullpas,
n {-ininórv*a - c*m LJmrs nürvurâ princip*l {*u*alipt*}. papcrias., ),
u Par*ielin*rvâa,* ü*n"! vária* n€ruuria§ pxral*ia* {líria:}.
n Fenlnôrveâ * *ilfi: uffia nârvilrâ prin*ipa! ela qual §&*rn 㧠**cunciári*s
(ca*tanheirn).
i*
'
Como se classificam as plantas quanto à queda da folha?
Pl*ntas de folha caeiu*a {que *a! no *utonn e na§** n* Primaverâ, cürtr"io
* Palrninrárvsfr * c*ffi várias nsívurâs prin*ipais a sair sla basc do liribc n* castanheiro) * plantas de f*lha p*rene (que se inarrtém durante t*do
{herm}, =*. (;! ânÕ, corrlo n0 pinheir*)"
Quais são os constituintes da flor? ;, ç,1 Como é que a luz influencia a distribuição das plantas?
* ürüá*s de aup*ffe * pedúncul* 1p* da flor) * recaptác*i* {pmrte supe- Embora aigumae plantas pr*firam luz d* sornbra, nenhurna sobrevive *rR
ri*r Íl*l},
clo p& da locais sern luz.
* *rgá** de pr*te*:çã* * *álice {**nji."lnta da* s*pala*} * *cr*la (c*r'ljur:tr:
J^^
{lá:) ^,4*^l ^^\
F.,urúrd}J.
#; Como se classificam as plantas quanto à sua necessidade de água?

* *rüâ*s de r*pr*duç&o * gine*er: {parte fen:inina} * *ndr*esu Xer*Íilas {vivem çm ambientes secos) e hidrôfila* (viv*m p*rrnanente-
(parte
rnente dentro cle águai.
masculina), t."
i,ffi_ )O que são plantas xerófilas?
Como se classificam as flores?
São planta* que viv*m em arnbi*ntâs süros, adaptad*s a **ndiçôes de
Fl*r *ompletâ, §* teí:": t*dms os c*nstituintes" Fi*r inc*mpl*ta, se íalia faita de água e de elevadas temperaturas.
algunr dns **nstituin-lo*, *nrn*, pcr oxemplc. a tulipa que não tem cálice.
' ,, Quais são as características das plantas xerófilas?
Qual a constituição dos órgãos reprodutores da flor? . [laízes longas que permitem captar água a grandes distâneias Õu prü-
. Gineceu (parte feminina)-- conjLrrtto dos carpelos, cada um constituícjo lr rrrr lrrlacles"
por ovririo (:ortt rivrtlr:s), estileto e estigma. r ( .,rrrlr ,r;r;lrrrrrrclos capazes cle arrlazertar áqua.
. /\rrrltlr:1rr (1rlttl1 ttt;1;r;rtlitt;t) r;ltrjrt1l6 rl<l:; rl:;ltttttí)';, (.;t(l.t rttrr r:q1:;lt . I 1,.',r,',lrrrronlo ltrrprlrrrtril'tvcl, r;rtr: intJlr.trlc n 1lr:rrllt rle ár1rt;t.
lrttrl,r trrrr lrl,,l,, rr'rrrlírl't 1r'rrrtt rtt:tr,,: rlr, trtrlr,tt\ r I ollr,r', r,nt l()t tt|;trlr ,c:;lliltltor ;. rlttn inilrlrlriltI (litrIrttt|il1t.
i::; Como é que podemos preservar as espécies de plantas? Quais são as etapas para se observar ao microscópio?
il*pli*i** v*ü*t*is pr:iJ**r vlu*r **i.* p*ráur*aç**ç *rn ár*** pr*i*gi'Ja* 1. ilcimrr:a'' ij rriür*§{:Õpi* íiiça:.4 i&r*p*da *il *rie:liâr* ü$p*1h*}.
*r-:*l* farüi.i*s * ****:rv** f'jatr;r,?is. L:ij í1*s 9*rtJilt* b*ri*rri**g **íyi* *§ â. FiN*r * pr*il#reÇâ* ***r* â piâ,tinâ, **rtifi**n*ü-3* li* Eu* *§te §*l*{:-
n:;" oxi{;,*.. e,,: ' :'lJ;t-i.rç ..-".r,.lri*
çi**a,le & ü*j*ütiv* *i* rnen*r &ffipliãÇi{*"
- rɧ*P
3" l-*r:ar $i iilrãü*íl, r#d*ndü ü pârafus* mâcrür*iltrtc{} ât{i *Bar*{:#r ã

Tema 2. Unidade na diversidade dos seres vivos im*gr*r* * rúdfir * parãfil§* iniçl'*r**tri*{:} perâ â t*rn*r r:ít!*a,
4. l',ilrv*i' e $rr*peraÇárr *ti+ à z*t1* d* *hs*rvaç&u d*t*j*e**.

,.§: O que defende a Teoria Celular?


* {l*tcular x. prnpliaça* rÍa irnag*rn.
i+ **lr-rix * * *r..ida** ***i** :Ja r;i*s. pr:i* l*ri;-:* *s $*í*s uiv*-t .:** ;c::s- Como se determina o poder de ampliação do microscópio?
i.iu,ri- J "J: . à. -, "., j' . IF -.':.,
ilt*nii;a-s* * segurr:t* cál**l* ry;atenrátlcc: aitg:lrt*càe *a *':';!*r X *n:plie-
r;ã* 1* obj**tiva,
Â* *,áli.;l*s ná* :;â* ,,iriíi*ix * *i** ;:r-r, ç*fre*i*, f*i nc*****rirr a rr r'ir:.r.e r.:
Qual é o procedimento para a observação de células?
- ..- ..:u--'- .:,'I clrlrLrl: .".::,i ji.'."'.'^'1
"r. l"ç'i*nt*r;"t-*e *:rrtr* ierni;'l* # l*ry:*iã, nui-ilã ü*tâ d* áçu*" ,* *h**rr:a-s* a
Qualé a utilidade do microscópio? pr*p*rxçáo *o rl"lir;r*x**pi*.
' .,- 'rit t.;.: j- I I .. r' j:..a ," ".I
|
:. -.),. ..
"IC, u,-, r". i"," ,,". :* -. ' ,ri :*:: .i,J 1 ,..,. , - ..

:,j,it,1'.i,, 4' Como se pode melhorar a observação de celulas transparentes?

Qual é o aspecto de uma célula?


**rp*lrr:!* cl;l lr.r;r í'r.;nçfr*: *cililia* n:u*i":*l*i"*s xâ* l*rlçax * ciiír:rjrica*;
c*!*lng *c *st*n:aüi: n** ti:sif*rffi*s; I.}s noi'\/sej&§ s** l,;nç*a * têr;: ra*i-
ficaç***r; ;is da superfi*r* *i;* p:*l* n*r: *.*hatad#*; as c*!il!a-s';*g*t;.*i*
rr":,lilN--: .. ir, -"-rÚSl1i"ti L.irl,
,')t ,:Urrel lr l\".Ílí ,
l- i-1..f -:. ; _, ,r i r - 14, r-
^:
/.
Ê:,r:if:;sr-. r1-:Àaríi :iili!1r'tri::
É possível observar células nervosas a olho nu?
l***" Âp**xr rjas *tllr-rlas rlí*rv{:sá}$ ü*#*r*ffi nr*#ir ,;*: il'}r}f"r*, sãq: tâ* fi*a*
r:{1* * *ih* hr-;t"r:an* r-rá* ãs ***§*iti",* tiistin{**!r.
Pi;:irn*
i:rt:ça Há células visíveis a olho nu?
/ ;:.iiir:: a üfiffiâ d* *'",*, l*ü*, e !I8í"r1ü ci* *trr* ,.** av*xtri:r * a r*ai*r **l:.:!n
f i:êrirtr
r jrti)) íl1t{iSt*.

flll:i| ()lr l)('


Quais são as dimensões de uma célula?
LLr'; V;til;lIt t1111jlí) rlI rlttttr)n';; l(,, lll;l t tl r; tiot jl1 1;l c v,it;ívcl ;ro
Mtr;«lnt;«)glul. trrr 1,r,, r)l )l( I
fl
iW Quais são os três constituintes observados numa célula viva? Qual é a organização de um ser unicelular?
Membrana ceiular, eitopiasma e núeleo. A cóluia á o s*r vivo e o funcionarnent* d*la c*rrespcnde ac d* propr!*
ser vivo.

Núçleo a organização de um ser pluricelular?


".-..
,l@Auaté
*" C,álul*s do mesrno tipo arganizârfi*s* nun"t t**ido; t;rn eonir-int* d* teci-
dos forina um orgão; um eonjuntn de orgá*s f*rr:':a un-: sist*rna e ü Çst:-
junto dos sistemas constitui r: ser vivn. <
\ .ka'L i\.<- | r1l. (fL,(_
* :* 1.:
t : ; :: : t:; li. * i'* :; t ;i í,t :"" * ; : t;i, -, t! t:,,i r;* f t* * ír *t: {3,*

t ?&§ Em que se baseavam as primeiras classificações dos seres vivos?


Na utilidade dos seres vivcs, p*rex*mpi*, podiam classificar-se ern
comestíveis e não ccm*stíveis, ou em perigosos * não p*rig*§*s, §u üüm
utifidade e sem utilidade...
M\
,:&9 / Qual é a classificação científica mais antiga dos seres vivos?
A divisão dos seres vivos em dois grandes grupüs: Animais e Plantac,
Esquema de célula animal. pois o critório de classificação era â presenÇa cu não de clorofila (pig-
melto verde das plantas).
W Como se identifica uma célula vegetal?
Qualfoi o sistema de classificação que serviu de base ao actual?
Àpresenta parede celular, lo*alizada na parte exterior da membrana celular.
§istema de classificação proposto 6:elo cientista Carlas L!neu, no sécuio
xvrlr:
#; Quais foram as primeiras células observadas ao microscópio?
üelulas de cortiça. ,, 'ai*y Qual é o actual sistema de classificação de seres vivos?
|,Y*, O que é que Robert Hooke observou nas células de cortiça? A classificação usada actualrnente é a de Whittaker, a qua! aürupa os
seres vivos em cinco reinos (Monera, Protistas, Fungos, Vegetal e,{nimal).
Apenas a parede celular, em forma de pequenas caixas, pois sâo cálulas
vegetais rnortas. %i
O actual sistema de classificação de seres vivos é definitivo?
:-' ''.
lffi t{ão ó definitivo, pois poderá ser aperÍeiçoado. Mesnro assirn, é essen,
\Como se classificam os seres vivos quanto ao número de células?
cial para o estudo dcs seres vivos e para a comunicaçãc entre os eien*
Ser unicelular - §er vivo constituído por uma única cálula.
*
" §er pluricelular ser vivo constituído por duas ou mais células. /':-
Já se conhecem todos os seres vivos que existem?
't'' Como se classificam quanto ao número de células, a mosca, a couve e
Não. A cada ano que passa são descritas e classificadas novas espécies.
a paramécia?
A tnoscit e a couve são seres pluricelulares, pois são constilrrí«los por ú) Quais são as divisões utilizadas actualmente na classificação dos seres
rrririr; rio que l.ltnít r;r!lrrla. vlvos?
A prtuttttot;i;r ir unr:;et utticrrlttlnt, c r:orl;lilttírlo uill{t:lr r.ohrl;t. llttlttrr I tlo Olitllso ()trlrtrt I rrttrtlr;r (ir'rrrrrro l::rr+rr:io
Em que se baseia o actual sistema de classificação dos seres vivos? (D Qre animais pertencem ao Filo Moluscos?
Nas características dos seres vivos e nas semelhançasldiferenças entre Animais ccm corpo mole, quâ$e sêmpre corn concha: polvo, carâcol,
eles. mexilhâo, [apa.."

Quais são os Reinos de classifioação dos seres vivos? i (& Qre animais pertencem à Classe dos lnsectos?
Reino Animal, Reino Vegetal, Reino Fungi, Heino Protista e Reino Monera. Animais com csrpo revestido por quitina, çom três pares de pat*s e
alguns com dois pares de a*as: formigas, abelhas, moscas, libelinhas,
Como se distribuem os seres vivos
gafanhotos, escaravelhos, borboletas...
. Reino Animal - inclui todos os animais, oomo o gato, a borboleta, o
polvoeoserhumano. & Como é classificado o gato-bravo?
r Fleino Vegetal* inclui todas as plantas, como o musgo, fetos, a couve Reino: Ânirn*l; Filoj Cordados; $ubfilo: Vertebrados; Classe: MamÍferos;
Ordem: Carnívoros; Família: Felidae; Género: Eeljg; Especie: FBlis silVestris.
." ". *;
clorofila, como o bolor do páo; a levedura da cerveja e os cogumelos. @ Numa chave dicotómica, o que identifica as Briófitas?
r Fleino Frotista - inclui algas (como as do sargaçoJ e seres de dimensÕes Plantas pêquenas, sem vãsos cohdutsres, constituídas'por rizóides, cau*
microscópicas, como a paramécia e a espirogira. lóides e filóides.
r Fleino Monera - inclui as bactérias, seres vivos sem verdadeiro núcleo,
Êomo a,baçtéria que produz o iogu*e ou as bactérias que causam o ($ Numa chave dicotómica, o que identifica as Espermatófitas?
tétano e a tuberculose. Plantas que se repraduzern por ser*entes.

Numa chave dicotómica, o que identifica os Vertebrados? {D Numa chave dicotómica, o que identifica as Pteridófitaé?
Animais costr coluna vertebrai. Flantas com vasos condutores, que não prcduzem semente§.

@»u dicotómica, o que identifica os Peixes?


^chave @ Como se distinguem os grupos a que pertencem a macieira e o pinheiro?
Animais vertebrados com o corpo revestido por escamas de origem pro- A macieira apresenta sem+ntes encenadas no frutc, o que não acontece
funda na pele e locornoção por barbatanas. no ninàelro,
Numa chave dicotómica, o que identifica a Classe dos Anfíbios?
Ali*?i:"ygd-e.!_rafp com pele nua e humedecida. i Tema 3, A água, o ar, as rochas e o solo - materiais terrestres
.

Numa chave dicotómica, o que identifica a Classe dos Répteis? Capítulo í.lmportância da água para o$ serês vivos
Animais vertebrados Çom o corpo revestido por e§camâs de origem 1. A água, irnportante cornponente dos seres vivos

superficial na pele e locomoção por reptação.


Qual é a substância mais abundante nos seres vivos?
@\rupma chave dicotómica, o que identifica a Classe das Aves? A água.
t\ -}/
\74ni6ais vertebrados com bico córneo e corpo revestido por penas.
Do que forma os seres vivos obtêm âgua?
(ô rur*" chavo dlcotómlca, o quo ldentlfloa a class€ doe túrr,rífcloe? ftlmds conEomem água bebendo-a e ingerindo-a através dos ali-
Anlmalc vrrtsbradoo oom oorpo rovostldo por ptlorirr Uar urlaÊlngo- I :-l lr( ,

rr&r5rÉ-r.-,r
3. A qualidade da água
@'"Os ani o'" os seres vivos perdem água?
água através da urina e da transpiraçao. @ Or"l é a diferença entre água pura e água salobra?
As plantas perdem água através da evaporação e da transpiraçáo. A água pura não possui substânoias dissolvidas e a água salobra tem-nas
em êxcêsso.
Que risco corre um ser vivo ao perder água?
Or"f é a diferença entre água potável e água inquinada?
Pode sofrer desidrataçáo, o quê poderá cat§ar a sua morte. @
A água potável ó propria para consumo e a água inquinada apresenta-se
Ouaf é a importância da água para os seres vivos?
@ r Cada ser vivo é constituído por grande percentagem de água.
imprópria para c-onsumo por estar contaminada.

r As reacÇões químicas dos seree vivos ocorlem na água do seu corpo. @ Or" processos podem tornar potável a água imprópria para consumo?
r Uma ênorme quantidade deseres vivog vive no ambiente aquático. r Decantação - a água passa de tanque em tanque, separando-se as
partículas maior'es.
,(9) Oue funções desempenha a água nos seres vivos? r Filtração.* a água passa atravrás de um filtro que retém"as partículas
r Mantóm a dimensão e aforma das células, bem como a do prÓprio servivo. em suspensão.
. Contém e transporta substâncias essenciais ao ser vivo, fazendo parte r DesinfecÇão * adiciona-se à água um produto químico para destruir os
dos líquidoe orgânicos (sangue, urina, suor...). micróbios.
r Regr.rla a temperatura corporal. r Fervura - ferve-se a água durante 10 a 15 minutos para destruir os
r lntervém em todas as funçôes do organismo, micróbios.

2. A água c0m0 solvente


4. Distribuição da água na lrlatureza
Como s?encontra a água na Natureza?
Que substâncias se encontram na água?
Nos trôs'estados físicos: sólido (gelo, geada, neve, granizo...), gasoso
. Substâncias dissolvidas: sais minerais. (vapor de água) e líquido (orvalho, nuven§, chuva, ocêanos, rios, lagos...),
. Substâncias êm suspensãol materiais insolúveis na água (poeiras, argila constituindo a hidrosfera.
ou gorduras), ;\-" -..---*--
@ aua é aproporção entre a água doce e a água salgada?
@ Ouar é, na água do mar... Cerca de97Yo da água é salgada e encontra-se nos oceanos;29o é gelo
e meno$ de 1% é água doce que pode ser utilizada pelo ser humano.
... o solvente? A água (é a substância que diseolve a outra).
... o soluto? $al marinho (é a substância que se eneontra dissolvida)'
... a solução? Agua salgada (é o conjunto Íormado pelo solvente e pelo
soluto) 5, A água e actividades humanas

Qual é a importância, para os sêres vivos, das substâncias dissolvidas na @ Quaté a importância dos lençóis de água?
âgua? São um importante reservatório de água doce que pode ser utilizada 6ielo
ser humano.
',- As plantas obtêm os minerais de que necessitam, absorvendo-os junta-
mente com a água, ,* Em que actividades humanas á utilizada aágua?
.. Saree vlvoe que reallzam trooaE gasooas debalxo de água utillzam gases oonsumo doméstico: higiene e preparação de alimentos; na indús-
nrh dErqlvldor oomo o e-xlgÓnlo nroücárlo à rasplnçüo
?^tg[s§o
d? fipdugüo dc elestrlcldadc, ffimffito dc rnáqulnas e lavagEns; na
@M@,,,,,,'

r--l-\
t" .\t \ A que se deve a poluição da água? @', Quaissão as propriedades do dióxido de carbono do ar?
À erescente utilizaçãa de r:ova* teenologias no dia-a-<Jia d* s*r hum*Ro, E mais pesadr do qu* o ar * á incomburente; turva a água da *al e *
qil* c*ntaminam eom difsrentes prodLltss âs áSuas d* planeta. libertado por eÍervcseência do calcário.
:\
\.;:.-, Que actividades humanas causam a
i3,t, poluição da água? l$ Os gases do ar são combustíveis?

Âctividades darnástieas, aErícolas * industriais. Não, porque xão ça*es que não ardem.
-\
:ffi ) O que podemos fazer para evitar a poluição da âgua?
, Diminuir a quantidade d* sai:ôes e detergentes utilizad*s na hiçien*.
....

. ftlão lançar gorduras nas águas.


-
'..Wr) Qual a importância dos gases atmosféricos para a vida na Terra?
* Separar os resíduos (llxos doméstiüü§), eoio*and*-os no [**ponto. As suas características permitenn a vida na Tsrra:
. üiminuir a quantidade de produtrs quimi**s usario* na agricultura" * os serÊs vivos realizam trocas do gases cürn o âr;
' üarantfr o tratamento dos resíducs industriais. - o czsno protege a vida da radiaçâa utrtraviol*ta iUV);
- o efeito de esiufa impede as descidas bruscas da temperatura durante
a noite.
.*.aptt*:\t; *" 2txy*x'*";. i,: i \ id: ",* :,iír{{rti t;ivt;r;
t:
. '.-.1::i,'.,:,,tt,,::1.t;5:',:::,, ;.!1; ,.,1 - :::,.,:.i:'.; ,:1v,,:';}lil::,:-l';:.))........,
,,W) Como é que o ser humano utiliza os gases atmosféricos?
/----,
. O oxigénio é usado na merlicina e na indústria"
\W' Qual a composição da atmosfera terrestre? . O dióxido de carbono é usado no combate a incêndios e nas bebidas
Tem diferente eompcsiçâo confornre a altitude e á possível distinEuir dife- gaseificadas.
rentes camadas.
. O azoto ó usado nos Íertilizantes e sistemas de refrigeraçáa.

,a: Oqueéoar?
.. .. .::1...'., '.r ': t:,':i')".1 i:i:::. ,.:,:":::t:'ti.t-l:::t;:.);,.::' :.....:1....: ,).i
ít4istuira de gases da atmosfera junto à superfície terrestre, incluindo os
qu€ sê encontrâm dissolvidas na água e entre as partículas do solo. \ ri:t&§ A que se deve a poluição do ar?
À crescente utilizaçâo de novas tecnoiogias na dia-a-dia do ser humano,
' *r Quais são as propriedades do ar?
/-:..t%
que contaminam o ar com diferentes produlos, alterando assim a sua
- CI ar tern volume e poso; os seus constituintes sâo lnvisíveis, ineolores e composição,
inodoros. ..ã:',
-'Y ) Que actividades humanas causam a poluição do ar?
{.w., \,

) --_\
iff,t Como é constituído o ar? Aquelas que utilizam combustíveis poluentes: produçãa de energia eléc-
trica, indústria e transportes, CIs incêndios florestais também são uma
A.zoto {*78%), oxigánio í*21%1e outros gâses {*1%), como o dioxido font* ds poluição do ar.
de carbono.
\ W Quais são os problemas actuais resultantes da poluição do ar?
i Quais são as propriedades do azoto do ar?
. ReduÇão da carnada de czono (os CFC reduzem Õ Õzono: aumenta a
É incomburente e torna as combustôes menos intensas. entrada dos raios ultravioleta).
' , ' Quais são as propriedades do oxigénio do ar? . Aclur-:cimento globral (aumentam os gases com efeito de estufa: sobe a
Iernperatura).
r;onrburente e, por isso, activii as conrbustoes; é libertado r;r;ritlarrrento
É, r ( )lrrrv;ur iici<Jas (uso de comhustÍveis poluontes: aumerrto dos gasos de
dn ílguu oxigonuda ílír prosenÇu do tlióxitjo t1o tniutganósio. ertlxr)Ífl o itzolct).
:).;1{:\':t't:;1),[í\iít;::{;:;.i'::'..."'...'-i'r.',;* i{-,., ;i-',:."rí1'*
t' ffi;, Que consequências podem resultar da alteração da composição do ar?
a DoenÇas respiratorias (asma, bronquite e alerElasi.
n
& Que rochas é que o ser humano começou por utilizar?
eanrro de pele, cievido à acção dos raios ultravioleta. que ha*itava" üs minerais rnais
:ffi§d**:s.w), As rochas r:rais abu*dantes na r*giã* *r":":
o AlteraÇôes etro clima, devido aa aquecimento global"
.i.\ {..'zÉ 7" * no§ oceans§, d*vido às chuvas ácidas. raros e d* rcai*r" bel*z* t*rnarar*-se apr*ci*dos.
' Dancs nas flol*sta§
".--''..'''"- *'\
tr&çl O que podemos tazer para evitar a poluição do ar?
'..:1'
W Como é que os seres humanos têm usado as rochas?
a Aumentar as áreas Ílorestadas" O ser hurnaft* *§ã as r*chas * *s mlr:*rai* para n":eli:*rar a sua scbrevt-
* Não usar produtos eom CFC. vência, utilisand*-*s r:* *o*st!'uçái: de abriços * eâ§&s, rri*s de tr*ns*
. Poupar *nergia e preferir fontes de *nergia não poiuentes. p*rte, **r*ri"li*as, vidr* c p*Çãs ** a*ürrs.
' üirninuir o uso do autornóvel ê usar transpoftes públieos.

**pít*\r* iá" §r,* r**,1*&*, í.1 {ií}*{} * 4?.% '&*'{**' rttv;ttg

ffi A que estão sujeitas as rochas à superfície da Terra?


W O que são rochas? À er*sâo, que é o c**sçaste * *it*raçã* **s r**h*s pr*vo**d*c 5:*!*s fa*-
Massas natr:rais çCInstituídas por um ou vários minerais. tor** do rneio,
W O que são minerais?
Que factores do meio causam a erosão das rochas?
Sãn cs constituintes das rochas: materiais salidos, inorgânicos, co'R
estrutura orÇanizada,
l-iumidade, chuvac, **n**t*p de áçua, §csâri*§, çl**i*re*. v**t**, ç*i*.
varjaçÕes brusças *a t*i"*p*r*txra * seres viv*s.
W Como se identificam as rochas?
Ms De que modo os factores do meio alteram as rochas?
Usand* tabelas dicCItórnicas que identificarn âs rochas atravós das suas
propriedades. ç As varlaÇÕes brr,:**as d* t*mp*ra€i*ra p***n"l abrir f*nd*s *a rncha * *
**nç*l*m**to d* áçua fi* §*Li ir:t*ri*r aiar§a*as *i*da *-:ai*.
W Que propriedades das rochas surgem nas tabelas dicotómicas?
o As áüu*s *orr**t**, c*das ** mar, çla*iar** e v*nt** trâírsp*rtã*":
'* Roeha eonstituída por grâos noltos {areias e cascalho). r**!:as ci* *ifer**tes txgr:**1"***, fae*r:d*-as çhç*ar **n.i *utrâ* r**has
ffioeha forrnada por lâminas (xisto).
* fiocha com cheiro a barro quando baÍejada {argila}. * as*irn ***ç**ta*"i*r't** * qxebr&ín-na§.
* ffiocha que faz efervescôncia c*m o* ácidos {calcário}. * ** ariirx*is qu* *§{:ã}Jâíír * * cr***i*r**tç de raize* a**l*r*r* * rJ*s-
e fiocha de cor clarâ, cÕm os minerais visíveis (granito).
çxst* dm r**ha.
o Hocha de cor escura, com os minerain psquênos CIu quâ não se vêem * Âs áçuas **ríe:lte-* dissclver* *s **l**ri*s, *sc*li*r:d* çr*ta*"
(basalto).
{§ O ser humano interfere na alteração das rochas?
j. ' Como se distribuem as rochas em Podugal?
o htrmano tem vindo a uti[zar as rochas cada vez ern rnaior qLianti-
:;r,rr
No Norte e Contro ahunrjarn os granitos; no LitoralCentro e Sul aburrdarn
rl,rrlr,, irlrrirrrl«r lnilrix;, tr:erJreiras, r,:straclas.. , sencio ttnr facttlr irnJ:ortante
Irs areils, r:alr:;iriol; c lrrrlil;rsi; os xistos encontrarn-sc Ltl potl(;() pror trtdo
o N;u; illriu; rkx; Açolrx; o tlit Mittloirit «l t'tittiltllo r kr r 1r",1 1;tl;11 rllll; fflr:ltil:;.
il
' r: ){. .'\,r'r'\!'...:t.....,.:ti:::,:..
r.. '-.:r .
W Como pode ser um solo quanto à permeabilidade?
Como é constituído o solo? t*rnand*-se dernasiad* s*ç* {sa!*s arenes**},
'o Permeável: nãa retón: águ*,fieand*
lmperrneáv*l: rst{*m água lamaeonto; quand* s*eâ, abre fendas
Matória mineral (",4fiY0),água {*â5%}, ar {t25yo1 â mât*riâ ürç}ânica ( . aYaJ.
(solos argilosos,).
. $enrip*rnreável: ná* rstrinr dernasiae*a água nem â deixa escmar total-
§W,t
Como é o perfil do solo?
ment* {acios cai*árir:s e snt*s francas}.
De cima pera tlaix*, enÇsnti"â-sÊ:
* horizonte ü {manta-mnrt*}* for- ffi Quais são os solos mais indicados para o desenvolvimento das plantas?
mado por restos de seres vivos Solos francos, pois retêm a áEua nc*esrária, sãa arejadas, férteis e fáceiç
{folhas, ramos, excrementos eje de trabalhar.
anirnnis..,) e inclui mirrorganlsn:os;
* hmrizCInie A * d* ccr mais sseu- W Qual é a importância dos solos para a vida?
ra, cr:nstituído pnr parlí*ula* d* Õs s*lcs são a hrace da vida no rneie tç*rrestr*, * pârâ o ssr humann sâe
vários tamanlr*s e húmus; a bas* da produçâo de aiimontou * p*r i$§{:, â ecnç*rvaÇã* do s*lo é
* h*riz*nte B * de c*r ma!§ ciara, fundamental.
canstituído por p*quenos frag-
mentox ctre roeha;
* hnri;onte ü * constituídc por
fragmentos de rCIcha;
* roeha-mãe * rccha que origina *
W O que é que contribui para a degradação dos solos?
' Desflorestação, devido ac ab*t* d* iàrvcras *ir incÔndi**, expondn o
s*la, ninda senl alteraçÕes. snlo à erosáo.
r Uso excessivo cle pe*treidas e adubo*"
. AcumulaÇão e çontaminaçâo p*r rex[duos {lixcs} d*rnsi*tiens, inelus*
lriais e da pecuária.

Perfíl do solo-
,t&3 Que técnicas são usadas no melhoramento dos solos?
* AdubaÇão adoquacla, tornando o sol* mais f*dil,
A que corresponde o subsolo num pedil do solo?
" lrrigaÇão, aumentand* a quantielad* e$e ágr:a elispr:nível.
,&,o h*riz*r"rt* ü e rocha-mâ*, i*calizadcs *baixo do s*lo propriam*nte ditc. o Drenagem, escoands ü exÇo§$o cie água"
* Lavra, rmvolvendo o sclc par* m*lh*râr â sua perm*abilidnde a* ar e à
&i
Como se forma um solo? áçua,
 pariir do desgaste da rceha-mãe e sofrendo *voluçãu pcr acçá* rÍos
*eres vivo*, Que técnicas são usadas na protecção dos solos?
e Flnr*staÇãu, prot*g*ndn *s salos da er*sá*"
Quais são os principais tipos de solo? * U*o cie sn*al*os nâs ?üfi&§ ir:elinadas, *vilando a ercsâ* pelas áEuas
ü snlo * r*eha qi;e * *riçinou, exi*tind* snlns are-
ri diferente censoant* quê ssüorrem.
no§o§, *olos argil*sos, s*ios caicários e *olss franç*s (fornrados por . FixaÇâo das etr*ias, inrp*dindm ü seu ãvânÇo pârã ns terrencs *grieolas.
areia e argila). . DirninuiÇáo dos quÍmicos usaclos na agricultura,
-lr'.
. I )rilir:a de agricultrrra biologic;a.
O que é a permeabilidade de um solo? . lr;rl;rrrrcnlo artrrlrlrdo rlos rr:s;irhr«x; (lixor;), ovilltttdtt it conlittttinltção do
I o tttorkr (i()nl() o l;olo l;c «lctx;t;tltltvcl;l ;ttf llrtlil il(luíl (] ltnlrr;tt ,lrlq;t,, rItioloi;.
*rx**g*m - processo de escoamento
do excesso de água dos solos, normal-
&^d*Y*xqá* - adição de substâncias quí- mente através da abertura de regos e Frmpernr**:v*i* - materiais que não se **âtínx - substância rígida, resistente e
micas ao solo, de modo a aumentar a valas. deixam atravessar pela água ou pelo ar. impermeável, que protege os seres
sua fertilidade. vivos do choque e das perdas de água.

&txz*r*íxrx - camada gasosa que en-


§*"xeom*:*r*r*1lm -
material gasoso que
não reage com um combustível e náo
volve um planeta. Na Terra, a sua com- Wxrkr*m*r* - espaço compreendido entre
alimenta a combustão.
posição varia com a altitude; próximo dois nós de um caule. W*xpír*ç** - processo através do qual
do solo possibilita trocas com os seres os sêres vivos obtêm energia, que (na
vivos (78% azolo,2lYo oxigénio e 1%o ffi*p**a* -
conjunto de seres vivos com
-
ãnserl*veis substâncias que não se
dissolvem na água e que, por isso, se maioria dos seres vivos) ocorre na pre-
de outros gases). características semelhantes, que se cru- sença de oxigénio e com libertação de
tornam visíveis, podendo turvá-la.
zam entre si, originando descendentes dióxido de carbono.
férteis. / §rr§gaq*r> - conjunto de processos e ,,,-.-::::
técnicas de fornecimento de água aos
*arzzr-atâxç*m - característica dos ani-
mais em que as cores e/ou forma do solos, melhorando a prática agrícola.
ffia**x **rw*x - estruturas existentes
corpo se assemelham às do meio, per- V'*2r*sm{vxt,wsw - processo através do no interior dos ossos das aves, tor-
mitindo-lhes ficar quase invisíveis. qual as plantas e algas produzem o seu nando mais leve o seu corpo.
próprio alimento (matéria orgânica), na
Y&*tant*§*wes - fases de desenvolvi-
**m**rxxt* - material gasoso que presença de luz, consumindo dióxido de
mento por que passam alguns seres
pode reagir com um combustível, pro- carbono, água e minerais, e libertando
duzindo a combustão. oxigénio. vivos, desde que nascem até atingirem
o estado adulto.
t;**r;** *xu;miv* - concha constituída
por duas peças (valvas) que encaixam Wígr«q*,* - deslocação sazonal de ani-
uma na outra. Yàm*stxt- região onde habita uma espé- mais para regióes com condições de
cie, na qual encontra as condições ne- vida mais favoráveis.
*ra***e ae*,zwa\:** - concha constituída cessárias à sua alimentaçáo, abrigo e
por uma só peça (valva). reprodução. BW***as - revestimento rígido do corpo
de alguns animais, que é abandonado e
{}r*'tí*r* ki*r**irv§enztü* - corpo com {íàYr*r*aç&* - estado de actividade substituído por outro, durante cada
forma e
revestimento adaptados ao mínima dos animais que funciona como perÍodo de crescimento.
deslocamento em meio aquático, nor- protecção contra as baixas temperatu-
malmente fusiforme e liso. ras do meio.

*taXíxu§x - revestimento fino e transpa- t{í*r'*xt*rx - camada de água que âr*** - estruturas salientes no caule de
rente que protege a minhoca do con- cobre a maior parte da superfície terres- algumas plantas, de onde partem ramos
tacto com o solo. tre; também inclui a água que se encon- ou folhas.
tra na atmosfera e entre as partículas do
solo.

Dcr,;irir-at;:rÇ;Ío - situação grave de per- h{unnu:i - matéria orgânica em decom- PoluiÇao - alteração na Natureza cau-
da de água por um orggnismo, que con- posição, que resultou da transÍormação sada pela acumulação de resÍduos
duz à morte se nâo for rapidamente dos restos de sereg vlvos da rnanta- geralmente provenlentes de acilvldades
namnanaar{a
il!r,-
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"iir
'.

i
.,1
Ambiente natural e primeiros povos - A Península lbérica na
Europa e no Mundo @QuaissãoasprincipaispenínsulasdaEuropa?X<
As principais penínsulas da Europa são a Penínsuia lbárica, a Península
os nomes dos seis continentes? Itálica, a Península Balcânica e a Península Escandinava.
Os continentes são Europa, Ásia, Africa, America, Oceania e Antárctida.

ue oceanos existem no nosso planeta?


(D Que países constituem a Península lbérica?
O-s nai3es que
x\
constituem a Península lbérica são Portugal e Espanha.
Os oceanos que existem no nosso planeta são Atlântico, Pacífico, lndico,
Glacial Árctico e Gtacial Antárctico. @ Quais são os quatro mares que banham a Europa?
Os quatro mares que banham a Europa são o mar do Norte e o rnar Adriá-
-r' O\) Ouat é a Íorma de representar a Terra que mais se aproxima da sua forma tico,a nortq o.rnal f{9dr}errâneo, o mar Negro e o mar Cáspio, a sul.
\J real?
A forma de representar a Terra que mais se aproxima da sua forma real é (D Quat é o oceano que banha a Península lbérica?
o globo tqrrestre.
l\--:-
O oceano que banha a PenÍnsula lbérica é o oceano Atlântico, {
" ('O'»O que é um planisfério? @ Que limites naturais rodeiam a Península lbérica? )(
)
Y,pfanisfério é a representaçâo de toda a superfície terrestre num plano.. O oceano Atlântico, a oeste e a norte; os Pirenáus a norte e o mar Medi-
-}{-
. ô)0,"u,,,;;;; terrâneo, a sul e aeste.
'VMapa é a representação de uma parte da superfície terrestre num plano. @ Quais são os limites de Portugal Continental?
Os limites de Portugal Continental são a norte e a este, a Espanha; a sul
Que nome se dá a um conjunto de mapas?
A um conjunto de mapas dá-se o nome de atlas.
e a oeste, o oceano
.: ..... . .:. .........
Atlântico. X;
v Como se designa a linha imaginária que divide o globo terrestre em duas
-\ )Quais são os quatro elementos fundamentais
.@ na leitura de um mapa e o

partes iguais?
A linha que divide o globo terrestre Suas partes iguais chama-se
"y
, .,t,,r
equador. rarp,rílí,,"_ "r.) ,. ( ciu* n c!-:r;.
,-dn rtrj.,
t,r,
,., r,
G)'l Quais as partes do globo terrestreque sai"à.bãoOas pela linha do equador? |

As partes do globo terrestre, separadas pela linha do equador, são o


íl
Hemisfério Norte e o Hemisfério Sul.

(§) lem que hemisfério fica situada a Península lbérica? são os pontos cardeais? ^ -- --- -
A Península lbérica fica situada no Hemisfério Norte. -[o" Este'e'ioes]e.
oontos caideais são Norte, Sul, -->{
l- ''bc .
Em que continente fica situada a Península lbérica? ilffi))Cuais são os pontos colaterais? \
A Peninsula lbérica situa-se no continente europeu. 'VOr pontos cdffirais são Noroeste, Nordeste, Sudeste e Sudoeste. \ úr,5 ".

, i., :.
Onde se locallza a Península lbérica em relaçâo ao resto da Europa? I
,o Quale são as formas de relevo qug conhoces?
\/r tir-
A Pcnínaula lbárloa looallza-ae a sudoeote do resto da Eumn* Ar íarmm de nlrvo rla a mantlnhr. o vlle. a nlanella r a nlenÍale
Á,\ rQr"t --\
se chama a cordilheira que separa a Península lbérica do resto da @, é o maior rio da Península lbérica? I X
u O maior rio da Península lbérica é o Tejo, / 't
A cordilheira que separa a Península lbérica do resto da Europa chama-se
Pirenéus. ô ár" r," tem o maior caudat e a maior o"J,]n,oron ráÍica?
O r1o que tem o malor caudal e a maior bacia hidrográfica é o Douro.
Qual o planalto mais extenso da Península lbérica?
O R]analto mais exlenso da Península lbérica é o Planalto Central. ,1, L
@ Auais os nomes dos maiores rios que nascem em Portugal?
|\*---
n
X.
Qual é o ponto mais alto de Portugal Continental? O Írn^*na^^ cô..1^ õã^
Mondego e^ ^o Sado ^6 À^i^
são os dois ,f^i^FÁô
maiops ri^ô
rios que
^' A6 rl^*"^^!
nascem em Portugal.
O ponto mais alto de Portugal Continental ó a Serra da Estrela.
@/Oue recursos naturais se encontram nàPenínsulâ lbérica?
Onde se localiza o ponto mais alto de Pofiugal? '--/ Os recursos naturais da Península lbérica são a proximidade ao mar e
0 ponto mais alto de Portugal localiza-se nos Açores, na ilha do Pico * âos rios, os terrenos férteis, as florestas, bem como metais e pedras.
Pico Huivo.
O que se entende por clima?
Clima é o conjunto de fenómenos atmosféricos (temperatura, precipitação,
caçadores-reco ectores?
I

Chamam-se caçadores-recolectores porque viviam dos animais que


l
t
humjdade) verificado numa regiáo, durante um longo período de tempo.
caçavam e das frutas e raízes que recolhiam da natureza.
,g Quais são as grandes zonas climáticas da Terra?
grandes @) Oqueéonomadismo?
x''. As zonas clirnáticas da Terra sâo Zona Fria do l\orte, Zona Tempe-
rada ds Norte, Zona Quente, Zona Temperada do Sul e Zona Fria do Sul. Nomadismo é quando um grupo de pessoas não vive permanentemente
. --..-'.'..-.".'.:,
num lugar, deslocando-se de região em região no momento em que o ali-
Em que zona climática se localiza a Península lbérica?
rnento ou a caÇa acabam.
A Península lbérica fica situada naZana Temperada do Norte.
@ Quais os principais instrumentos em pedra utilizados pelos caçadores-
Que tipos de clima se podem encontrar na Península lbérica?
-recolectores?
Encontram-se os seguintes tipos de clima: Temperado Atlântico, Tempe-
Blfaces, e pontas de seta.
rado Conilnentaf, TernFerado de Montanha e Temperado Mediterrânico. laspadores
Que tipos de vegetação naturalse podem encontrar na Península lbérica? @ Que utilidade tinha o fogo para os primeiros habitantes da Península lbérica?
Nas regiÕes de clima Temperado Atlântico e Temperado Continental encon- O Íogô tinha várias utilidades: iluminação, aquecimentc, defesa contra
tram*se árvores de folha caduca (carvalhos e castanheiros...), prados verde- cs animais ferozes.
jantes e arbustos; nas regiões de climaTemperado de Montanha, vegetação
rasteira; e nas regiÕes de clima Temperado Mediterrâneo, árvores de folha (D Em que local de Portugal se pode encontrar um importante conjunto de gra-
persislente (sobreiro, azinheíra, oliveira, pinheiro mânso e loureiro). vuras rupestres, realizadas pelos primeiros habitantes da Península Ibérica?

O que se entende por rede hidrográfica?


No vale do rio Côa encontra-se o maior conjunto de gravuras rupestres
do telitório português.
Rede hidrográfica é o coniunto formado por um rio e os seus afluentes.

Quais são os principais rios da Península lbérica? @ A que actividades se dedicavam as comunidades agro-pastoris da Penín-
f-p, Os principais rios da PenÍnsula lbórica são Minho, Douro, Telo, Gundiana,
aula lbérlca?
I Ar,comunldades aoro-oartorls dadlcavem.ne à aorloultrra e à oaetorÍela
ri4r**
(p Oqueéosedentarismo? I\Os Romanos na Península lbérica - resistência e romanização
\f'Q
§edentarismo é quando um grupo de pessoas vive permanentemente no Qual a origem geográfica dos Romanos?
mesmo
lugar Os Romanos eram originários da Península ltálica.

@ Quais os principais instrumentos agrícolas utilizados pelas comunidades


agro-pastoris?
g A conquista do lmpério Romano foi possível graÇas ao seu exército. Por-
quê?
As comunidades agro-pastoris utilizavam enxadas, foices e arados. A conquista do lmpério Romano foi possível porque o seu exárcito era
numerosol organizado e estava rnuito bem equipado.
@ Que actividades ligadas à agricultura e à pastorícia foram inventadas
pelas comunidades agro-pastoris? ,o
Que significado se dá à expressáo Mare Nostrum utilizada pelos Romanos
A cerâmica, a tecelagem e a cestaria surgiram ligadas à agricultura e à em relação ao mar Mediterrâneo? \
pastorícia. A expressão significa «o mâr é nosso", porquê os Romanos controlavam
a navegação no mar Mediterrâneo e os territórios à sua volta.
pedraroram construídos p"tu, asro-
u/ @1,a";;";r;;.to. ", os seus mortos?
''i"/ -pastoris para sepultar "{rrnidades ,o
( Que riquezas atraíram os Romanos à Península lbérica? y
As altas ou dólmenes foram construídas para sepulta! os mortos.
,
L. " -. As riquezas que atraíram os Romanos à Península lbérica foram as ter-
\ ras férteis para o cultivo dos cereais, da vinha e da oliveira; os metais
\ O Que povos habitavam a Península lbérica nesta época? como o ouro, a prata, o cobre e o ferro; e o sal.
I O. lberos e os Celtas habitavam na Península lbérica.
I ê Como se chama a tribo que mais se destacou na luta de resistência con-
I (p Que metais utilizavam esses povos? tra a ocupação romana? {
Éstes povos utilizavam o ferro, o üobre, o estanho, a prata e o ouro. Alribo dos Lus]tanos{oi a que mais se destacou na luta ecntra os Romanos.

@ O que são castros? (o Quem foi o chefe Lusitano mais famos o? X


Os castros eram pequenas pCIvoações, com construções em pedra, por O_cheÍe Lusitano mais famoso foiViriato.
vezesl cercadas por muros, que se localizavam no cimo de montes e que
eram habitadas pelos povos do noroeste da Península lbérica. ,o Que tipo de táctica utilizavam os Lusitanos para impedir a conquista
romana? \
@ Que povos do Mediterrâneo contactavam com os habitantes da Penín- Os Lusitanos utilizavam a táctica de guerrilha: armadilhas e ataques ines-
sula lbérica? perados nas regiÕes montanhosas.
Os Feníclos.. os Gregos e os Cartagineses.
O O que se entende por romanizaçáo? .X
@ Qualera.a principalactividade dos povos do Mediterrâneo? A romanização foi o conjunto das transformaçÕes que so verificaram na
O comércio era a principal actividade dos povos mediterrânicos. Península lbérica e nos modos de vida das suas populaçÕes, por influên-
cia do-s Romanos,
@ Como se manifestou a influência destes povos na vida e na cultura dos -
habitantes da Península lbérica? (@ Quais foram as actividades económicas desenvolvidas pelos Romanos
Com os Fenícios, os habitantes da Península lbérica aprenderam o alfa- na Península lbérica?
beto; com os Cartagineses, a técnica da salga do peixe; o com os Gregos Oa Romanos desenvolveram a agricultura, a salicultura, a extracção
a utlllzeaão dr ânfornr ônre o ermezânâmanto dc líouldoe c allmentos.
Quais foram as principais construções realizadas pelos Romanos, cujos iO 'O que foi a Reconquista Cristã?
vestígios ainda hoje podemos encontrar? Reconquista Cristá foi o'movimento que os cristâos do norte da Penín-
Esiradas, pontes, aquedutos, templos, terma§, Íóruns e teatros são algu- sula lbérica iniciaram com o objectivo de recuperar todos os territórios
que tinham sido conquistados pelos Muçuhnanos.
mas das principais construçÕes realizadas pelos Romanos.
Qual o nome e a data da primeira batalha ganha pelos cristãos aos Muçul-
Ouat a língua falada pelos Romanos e que está na origem do português?y manos?
@)
Os Romanos Íalavarn o latim. Foi a Batalha de Covadonga, realizada em722.

@ Como se chama a nova religião, surgida na província romana da Judeia, 6) d;;;il; "ri.táo.
iôtm
formados pelo movimento da tleconquista?
que se espalhou por todo o lmpério Romano? fu Os reinos cristãos formados pelo rnovimento da Êoconquista foram os
0 Cristianismo fo!a nova religião surgida n* Judeia. seguintes: Reino de Leão, Reino de Castela, Fleino de Aragão e Fleino de
Navarra.
@ A partir de que aconteqimento se faz a contagem do tempo? 6 /'
(Q Quais os progressos introduzidos na agricultura pelos Muçulmanos?
Faz-se a contagem do tempo a partir do nascimento de Jesus Cristo.
Os Muçulmanos introduziram ncvas culturas agrícolas tomo a alíaçe, ala'
ranjeira e a amendoeira e aplicaram as mais recentes tócnicas de rega, uti-
§ n que século pertencem, respectivamente, as seguintes datas: 711,1149,
Rlocessos de extracçáa de água dos poços como a nora e a picota.
1415, 1640, 1820, 1910.+s. |zando
§éctr.ioy v-lll xlll XU X\lll, XIX e XX, respectivamente. 6 Qual é a influência dos Muçulmanos na matemática e na astronomia?
Na matemática, verifica-se a utilizaçâo dos algarisrnos ou nurneração
" ,, \
{r Os Muçulmanos na Península Ibérica - convivência e confronto
árabe; na astronomia a utilização da bússola e do astrolábio, dois instru-
mentos de orientação.

@ Hoje em dia, que características se podem observar nas cidades portu-


(o Em que região do planeta surgiu a religião muçulmana? guesas, herdadas da cultura muçulmana?
e"leliUiao mutyfmana surgiu na Península Arábica.
As casas caiadas de branoo, a utilização do azuleio, ruas estreita§ ê aço-

I Quais os nomes do deus, do profeta, do livro sagrado e do lugar de culto


da religião muçulmana?
teias são algumas das características da herança muçulmana que ainda
se podem observar nas nossas sidades.

C deus é Alá, o profeta Maomó, o livro sagrado é oÁlcorâo e o loeai de @ Que outra herança, muito importante, da presença muçulmana, se pode
çulta ô a mesquita" verificar? t-
As paiavras de origem muçulmana que ainda hoje são utilizadas para
@.i Por que motivos os Muçulmanos conquistaram novos territórios? designar objectos, plantas ou nÕínes de locais.
Os Muçulmanos eonquistarâm novos t*rritórios por dois motivos: espa- j
procurâr melhores condiçÕes de vida.
,,. lh.*1.*1*llgiao mu*ulmânâ ê Um novo reino chamado Portugal
@ I E, que ano iniciaram os Muçulmanos a conquista da Península lbérica?-
Os Mueulmanos a conquista da Península lbérica em f 11.
§' Qr"rn eram os cruzados?
iniciaram Os cruzados eram cavaleiros cristáos que tinham como principal objec-
tivo combater os MuÇulmanos, considerados inimigos da fé cristá, e
@ rQual é o nome da região que escapou à conquista dos Mugulmanos? obtorem terras e riquezas. Vieram para a Península lbérica para ajudar
Astúrias, no norte da PenÍnsula lbérica, é o nome da região que náo foi rur Fleconquista Cristã. O seu nome tom origom na cruz que traziam pin-
arrnâr rhlorh nalao ÍÚr rar rlmqnao À-
f) De que forma o rei de Leão, Afonso Vl, recompensou o cruzado D. Henrique,
6» que resultou do Tratado deZamora?
vindo da Borgonha, em França, pela ajuda que lhe prestou na luta contra VCom o Tratado de Zamora, D. Afonsc Henriques obteve a independência
os mouros? do-reino tcrnando*§ê no seu prirneiro rei.
Í!P9dyg:|,
Afonso Vl, rei de Leão, recompensou D. Henrique dsando-lhe o Condado
Portucefense e casando*o cüm urnâ filha ilegítima char*ada D.?eresa.
@ Em que data foi o reino de Portugal reconhecido pelo Papa Alexandre lll?
O reino de Portugal foi reconhecÍdo pelo Papa Aíexandre lll em 1179.
gJn que deveres estava D. Henrique obrigado perante o rei de Leão, Afonso Vl?

ü. Henrique devia obediê*cia e tealdade a Âfonso V!, ccmparecendo


o Quais foram as três principais cidades conquistadas por D. Afonso Hen-
riques e em que ano se deu a sua conquista?
iunta do rei sernpre que charnado e devia contlnuar a conquistar tenas S. Afonso Henriques conquistou a cidade de Leiria, em 1'145, e as cidades
*g? ylarôa*ydo as fronteiras do Condado Portucalense. S-a1tgrym Lisboa, em 11 47.
F9::y;r*s, {e 9-

@ Quem passou a governar o Condado Portucalense, após a morte de De que for4a D, Afonso Henriques manteve os territórios conquistados
D. Henrique, em 1112? junto à linha do rio Tejo?
D. Teresa, sua esposa, passCIu a govêrnar o Condado Fortucalense após D. Afo*so Henriques manteve os territóriss conquistados junto à linha do
amo*e de D,
l_lgnfCue.
ric §o através da construção ou da reconstrução de castelos.

(@ Quais os principais motivos (D Em que ano e em que reinado o território porluguês foi definitivamente
Que levaram os exércitos de D. Afonso Hen-
conquistado aos mouros?
riques, filho de D. Henrique, e de D. Teresa, sua mãe, a confrontarem-se
O território português foi definitivamente conquistado aos mouros êm
na Batalha de São Mamede, em 1128?
12,,49, na rernado de D. Afonso llf.
D. Terêsa, após a morte de ü. Henrique, âliou-se aos nobres do Co*dado
da *aliza, algo que não agradou aos nsbres do Condado Portucalense. @ Em que ano foi assinado o Tratado de Alcanises, que definiu as fronteiras
Estes procu{aram a apoio do javem Afonso Henriques, que se tornou o do reino português no século Xlll?
s,euti,ld;:*;_,ls:?}t3:9::?-:e ccntra a gavernação de ü. Teresa. O Tratado de Alcanises foi assinado em 1297.

@ Quatfoi o resultado da Batalha de São Mamede?


D. Afonso Henriques ganhou a batalha, passando a gôvern&ro Condado Portugal no século Xlll
Portucalense.
O Que tipo de relevo predomina a norte do rio Tejo?
O Que objectivos tinha D. Afonso Henriques ao enfrentar o rei de Leão, Predomina o relevo acidentado e de maior altitude como senas e planaltos.
Afonso Vll, e os Mouros?
D. Afonso Henriques enfrentou o rei de Leáo, AfonsoVll, com o obiectivo
@ Que tipo de relevo predomina a sul do rio Tejo?
Predomina o relevo plano e de menor altitude como as planícies.
de tornar o Condado Portucalense num reino independente e Íutou con-
tra os Mouros:com o objectivo de alargar o seu território. O Quais são os rios portugueses, com nascente em Espanha, e que apre-
Bentam maior extensão?
(@ Em que ano íol aeElnado o Tratado de Zamora?
.
l-
Os rios, com nascente em Espanha o que apresentam maior extensâo
O Tlrtrdo dr Zamore íol emlnado cm 1143. tÀo o Doum. oTrlo ro Gurdlem.
Que tipos decosta se podem observar no litoral português? (D Qrais eram os principais produtos exportados
{\í. por Portugal no século Xlll?
Podem-se observar a costa de arriba, rochosa, alta ou escarpada e a Vinho, sal, azeite, frutos sêcos, cortiça, peles de animais ê cêrâ eram pro-
costa de praia, baixa e arenosa. dutos exportados por Portugal no séoulo Xlll"
r- Quais eram os principais produtos importados por Portugal no século Xlll?
Quais são os principais factores de influência no clima de Portugal Con- l(E
tinental? -' Cereais, tecidos, armas e objectos de adorno eram produtos impcrtados
Os factores que influenciam o clima de Portugal Continenial são o oceano
por Portugal no século Xlll.
Atlântico, o relevo, a proximidade do norle de África e o interior do con-
{'@ iPor que eram importantes as feiras na época medieval?
tjnente europeu-
As feiras eram muito importantes parâ o desenvolvimento do comércio do
reino, para além de serem um espaÇo de convívio onde se trocavam novi-
o Qual é o tipo de vegetação natural predominante a norte e a sul do rio Tejo?
dades e se podia assistir a diversos tipos de espectáculos ambulantes
A norte do rio Íejo há árvores de folha caduca Çomo o carvalho e o cas- (música, dança, acrobacia, malabarismo, entre outros).
tanheiro. A sul do rio Tejo predominam árvores de folha persistente como

t' .'o que era um almocreve?


í(D
que percorria as regiões do
O almocreve êra um pequeno comerciante
A que actividade económica se dedicava a maior parte da população reino, transporlando mercadorias para vender e divulgando notícias ou
portuguesa no século Xlll? mensagens.
No século Xlll, a maior parte da população dedicava-se à agricultura"
l'@ ,No século Xlll a sociedade portuguesa estava dividida em três grupos
((o\Quais eram as culturas agrícolas mais exploradas no século Xlll?
i- ' 'distintos. Quais?
* As culturas agrícolas mais exploradas eram os cereais {trigo, centeio, O clero, a nobreza e o povo eram os três grupos sociais que constituíam
cevada e aveia), a vinha, a oliveira, os legumes, as árvores de fruto e o linho. a sociedade portuguesa.
ô\ -- l@.rPor que eram o clero e a nobreza grupos privilegiados?
(1§) actividades económicas possibilitavam o aproveitamento da carne,
'* )Oue
'leite, couro e lã dos animais? O clero e a nobreza eram grupos privilegiados porque não pagavam
impostos, possuíam grandes propriedades que lhes tinham sido doadas
A pecuária e a pastorícia possibilitavam o aproveitamento da carne, leite,
pelo rei,onde Rodiam aplicar a justiça.
coulo e lã dos anlm1s
í6p-\como se descreve o grupo socialdo povo?
Que actividades económicas estavam relacionadas com o oceano Atlântico? ,
'-r" O povo era o Er_Vp_o soçial mais
.J
I n\{mêroso, maq-pãp.!!1ha privilegios:.
As actividades ec{nornicas relacionadas com o mâr eram a pescâ e â pagava impostos aos senhores da nobrezã"Lg_CI*.tç| e3.B cier.ç A maior
salicultura (ou extr,âcção do sal). parte dos seus elementos trabalhava na agricultura, mas poucos eram
// donos das suas terras. trlebie qrupo também.oodÊ-qgg" elgontrql outrqs
(D \Quat o nome d4áctividade que permitia o fabrico de objectos necessários trabalhadores.como pescadores, artesãos e comerciantes. Dentrg".d-9
\.-.-/à vida do oia-á-oiaz povo, existia u-q1.pggll?.ng.g!:!p.o" com dinheirg e.instru(áo,"qiã".ô o*ãi-
O artesanato ou a indústria artesanal permitiam o fabrico de vários objectos. cava ao grande comércio e à banca - a burgues.ia. Os mais pobres viviam
de esmolas e não tinham onde morar.
(@),No século Xlll, desenvolveram-se dois tipos de comércio. Quals?
-'''Comércio interno - realizado dentro das fronteiras do reino. Comórcio ,[@ Quar era a principal função da nobreza?
externo reallzado com outros relnoa ou reolões da Eurooe. ti A prirrcipal funçâo da nobreza era combater. COIil rl \Uâ COltr O. & 'l .
i
A que actividades se dedicavam os senhores da nobreza em tempoq de
)9§ dq Paz? {@ Qual a diferença que existe entre codes e corte?
As cortes eram reuniões dos representantes dos três grupos sociais do
reino com o rei para serem ouvidos em saso de guerra, de lançamento de
novos impostos ou, para apresentarem as suas queixas. A corfe era o
local onde o rei residia e o conjunto de pessoas {Íamília, funcionários,
conselheiros, nobres e clero) que com ele viviam.
"ie as damas Oa n'ôOreia, a que actividades se dedicavam?
{^ @
*J A* damas da nobreza organizavam as actividades domésticas do cas-
tplo ou do paÇo qnde habitav,am, bordavam e passeavam nos jardins.
6 Que medidas foram tomadas pelo rei D. Dinis para desenvolver a cultura
do reino?
--",T4 {§eê++}.lg*a}q7*;}3s.};kft;, r.i
;:r,y i' l.,r',r.0 ) D. Dinis fundou a primeira universidade portuguesa, o Fsfudo Gem/ de Lisboa,
,
@ 'Como era constituído o giupo soõial do clero? e mandou substituir o latim pelo português nos documentos oficiais do reino.
-'1 O grupo social do clero era constituído pelo clero secular, que incluía os
padres e os bispos; e pelo clero regular formads, pelos monges e freiras, .-|.
1383-1385 - Um tempo de Revolução )-rn4-O
que viviam em rnosteiros e conventos" í.
r\..\
,flOuais foram os principais problemas que atingiram o reino de Portugal na
@'para além de serem locais de culto religioso, que funções poderiam ter segunda metade do século XIV?
Jos mosteiros do século Xlll? - A guerra, a fome e a peste foram os principais problemas que atingiram
Oqg.osteirOg;tram locais de cultura, onde os mongês-copistas copia- o reino.
vam os poucos livros que existiam; eram também locais de estudo, onde
podiam funcionar pequenas escolâs, locais de assistência aos doentes e o De que modo a morte do rei D. Fernando, em 1383, agravou a situação
política do reino de Portugal
aos peregrinos que se dirigiam aos santuários e tinham, ainda, como fun-
Ção_i dminprralãs_terras de cultivo que lhes pertehciam' O rei D. Fernando morreu deixando apenas uma filha, D. Beatriz, casada
.*" com o rei João de Castela, Enquanto D. Beatriz fosse menor, D. Leonor
6j,i 'eor. que motivos foram criados os primeiros concelhos? Teles, sua mãe, assumiria a regência do reino. Por um lado, a indepen-
.JOs primeiros concelhos foram criados porque era necessário povoar e dência de Portugal poderia estar em perigo, devido às ambições do rei
defender as terras que iam sendo conquistadas aos mouro§. de pastefa e, dor outro lado, a maior parte do povo detestava D. Leonor.
/ ''
@ Quais eram os principais benefícios de ser morador de um concelho? o O que fez D. Leonor como regente?
Os moradores de um concelhCI pagavam menos impostos, tinham juízes D, LeonoJmandou aclamar D. Beatriz como rainha de Portugal.
^\ proprios para julgar casôs mênos graves e escolhiam, entre êles, a
' i\ assembleia dos homens-bons que administrava o concelho, tratando de @ Qualfoia reacção dos inimigos de D. Leonor?
assuntos de interesse dos moradores ou vizinhos e escolhendo, por EncabeÇados por Álvaro Pais, um importante burguês, assassinaram,
exemplo, os juízes. com a ajuda de D. João, Mestre de Avis, o principal conselheiro da
I
i:-:"'"
.
\
regente, o conde Andeiro
'@ Quais êram os símbolos do poder dos concelhos?
/ A carta de foral e o pelourinho eram símbolos do poder concelhio. o Que grupos se formaram e se confrontaram pela disputa do trono portu-
*''--'..-" " '---
7
; r'-ll
-. "
-- --.- ....:*' guês e quem foram seus líderes?
@ lQuais eram as principais funções do rei? O grupo que apoiava D. Beatriz era formado pelos elementos mais impor-
l
'O rei era a pessoa mais importante e tinha como principais funções tantes do clero e da nobreza e o grupo que apoiava o Mestre de Avis era
governar e defender o reino, fazer as lels gerais, aplicar a Justiça nos lormado pelo povo, eepecialmente pela burguesia, por uma parte do cloro
oegoo malr oravca. cunhm moeda c droldlr da ouerra r de oez. c,de psquona nobnza.
o Por que razão podia ser o Mestre de Avis candidato ao trono português? @ Que tipos de navegação eram praticados nos séculos XV e XVI e quais
O Mestre de Avis era filho ilegítimo do rei D. Pedro I e, por isso, podia ser . são as suas características?
candldato ao tpno- português. Os tipos de navegação eram a navegação de cabotagem (navegar junto à
costa), a navegação à bolina (navegar aproveitando ventos contrários) e a
o Que atitude tomou João de Castela para proteger os interesses da sua
mulher, D. Beatriz? Com que resultados?
navegação astronómica (navegar em alto mar, orientando-se pelos astros).

João de Castela enviou um exército que invadiu Portugal e cercou a


cidade de Lisboa, mas foi obrigado a retirá-lo, devido à peste que atacou
i O -aq9§Ilgr9aqões eram utilizadas em cada tipo de eo-barinel;
navegação?
na
a-utilizada-+barça fqyg-
os seus soldados. \gaÇão
t
à bolinaG
_----.._. -__.---
mãlB:tarile à naul
o Por que motivo foram importantes as Cortes de Coimbra de 1385?
o Quais eram as principais características da caravela?
As Cortes de Coimbra foram importante§, pCIrque aclamaram o Mestre de ',j A caravela era mais rápida e fácil de manobrar, aproveitava os ventos
Avis como rei de Portugal, com o tÍtulo de S. João l, dando início à Dinastia contrários, graÇas às velas móveis e triangulares.
de Avis.
para medir os
1@,)Quais os principais instrumentos utilizados no século XV
o ó;;;;i;;il;ir por
esteve na orisem da construção do Mosteiro da
'. -- ' astros?
Batalha, fundado D. João l?
Os principais instrumentos eram o quadrante, a balestilha e o astrolábio.
O Mosteiro da Eatalha ou de §anta Maria da Vitória foi mandado cons-
truir por D. João I para comemorar a vitória do seu exército, comandado I por estes instrumentos?
i(E OnOe eram registados os dados recolhidos
por D. Nuno Alvares Fereira, contra o exército espanhol na Batalha de
Esses dados eram registados em cartas náuticas.
Aljubarrota"
(o Qual o acontecimento que marca o início da expansão portuguesa?

Portugal nos séculos XV e XVI O acontecimento que marca o início da expansão portuguesa é a Con.
quista de Ceuta,
Q, Quais os motivos que levaram à expansão portuguesa?
Os motivos que ievaram à expansão portuguesa foram a falta de cêrêais, i@ Em que ano ocorreu a Conquista de Ceuta?
ouro e matárlas;Orlmas Ocorleu em 1415,

€) Que rei deu início à expansão?


{(D Que razões levaram D. João I a conquistar Ceuta?
O rei que deu à expansão Íoi D. João l. As razÕes que levaram à conquista de Ceuta foram a existência de cereais
1nício
e por ser um impodante centro de comárcio (destino das rotas do ouro, vin-
O O que pretendia o reicom a expansão?
dos do interior de AÍrica, e das especiarlas do Oriente); possibilitava o con-
O rei queria resolver os problemas do reino.
trolo das entradas no mar Mediterrâneo e no oceano Atlântico (pelo Estreito
'@ ,,Quais os interesses de cada grupo social na expansão? de Gibraltar); e Oodia servir de apoio a futuras expediçÕes em Africa.
)O,
int"r"..es eram os seguintes: o clero queria expandir a fé cristã, a (E Qual a reacção dos mouros à conquista de Ceuta?
nobreza queria mais acções militares e riquezas, a burguesia queria
Os mouros desviaram as rotas e estavam semprê a atacar a cidade.
novos mercados e o povo melhores condições de vida.
..
@ l Portugal tlnha boas condiçÕes naturais para a expansão? Quais? Após o fracasso das conquistas do norte de África, que solução se
I

'As condiçÕes naturais eram a boa localização geográÍica e os bons porlos, \,ô cncontrou?
Plra alAm r{hnn a nava nnrtrrnlAl altava hohitrrar{a rô mâi l A aolucâo oncontrada fol a de explorar a oosta ocldontal afrlcana,
'/. ?
,1 /t
,(D A quem confiou D. João I a coordenação da expansão marítima? @.'A seguir à descoberta do Caminho Marítimo para a índia que terra se
'-' D. João I confiou a coordenação da expansão marítima ao lnÍante
\r descobriu?
Foio Brasil, em'1500.
\eor que continentes se estendia o lmpério Português no século XVI?
t@\ Qualfoi a mudança que D. Afonso V impôs na orientação das descobertas? @
' ') ü.Afonso V mudou a coordenação das viagens para Fernão Gomes. O lmpério Português dc século XVI estendia-se pelos seguintes conti-
nentes: Europa, Africa e Asia.
(D Que descobertas foram feitas sob a coordenação de Fernão Gomes?
Durante o reinado de D. Afonso V foram descobertss os territórios da
ryffi #*«a;;Ã"Ç{".,ú;,=ã;e;r",íí#;-=
Mina e de S. Tomé e Príncipe.
A-
§
Madeira?
A ilha da Madeira foi descoberta por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz
Teixeiya, em "1419,
@ Com D. João ll houve alguma alteração do projecto das descobertas?
Sim, a coordenação do projecto das descobertas pâssou para o rei. @ Que ilhas constituem o arquipélago da Madeira?
;.-'- O arquipélago da Madeira é constituído pelas ilhas da Madeira e de Porto
1"@' Ouais os principais acontecimentos do reinado de D. João ll? Santo e por dois grupos de ilhéus: as ilhas desertas e as ilhas selvagens.
-.jNo reinado de D. João lt, em 1488, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo das -'- Quem foi o navegador e qual o ano em que foi descoberto o arquipélago
Tormentas, passando a designar-se Cabo da Boa Esperança e, em 1494,
@
dos Açores?
assinado o Tratad.o de Tordesilhas.
loi O_ arquipélago dos Açores foi descoberto por Diogo Silves, em 1427.
@ Que acontecimento, em 1492, provocou um conflito entre Portugal e Castela?
@ Que ilhas formam o arquipélago dos Açores?
Nesse ano, Cristóvão Colombo chegou às ilhas das Antilhas (América O arquipélago dos Açores á formado pelas seguintes ilhas: S. Miguel,
Central), pensando ter atingido a Ásia. Portugal reclamava para si esses San]a Mala,S,JorOe, Faial, Flores, Terceira, Pica, Corvo, Graciosa.
telitorio-*
@ Como se caracteriza o relevo dos arquipélagos da Madeira e dos Açores?
@ Em que consistiu o Tratado de Tordesilhas? CI.. dop arOuiOélagos e montanhoso e acidentado.
lefevo
Neste tratado o mundo foi dividido em duas partes por um meridiano que
passava a 370 leguas das ilhas de Cabo Verde: a ocidente desse meri-
@ Que cursos de água existem nos arquipélagos da Madeira e dos Açores?
Nos arquitrólagos existem ribeiras e lagoas.
diano, as terras pertenceriam a Castela, e a oriente, as terras descober-
tas ou a descobrir pertenceriam a Portugal. @ Como se caracteriza o clima da Madeira?
/:'' "
( @ em que ano foi assinado o Tratado de Tordesilhas? Na Madeira o clima é temperado.
-- O Tratado de Tordesilhas foi assinado no ano de 1494, no reinado de @ Como se caracteriza o clima dos Açores?
n, Joãg Nos Açores o clima é temperado e húmido.
-t-- l!,
t.@ Que rei sucedeu a D. João ll? @ Que tipos de vegetação se encontram no arquipólago da Madeira e no
arqulpélago dos Açores?
J

D. Manuel I sucedeu a D. João ll.


;": Na Madeira encontram-se a piteira, o pau-ferro, o dragoeiro, o loureiro, a
I fol o primeiro grande acontecimento do relnado de D. Manuel l? glmta, o zimbro e o jaemim; nos Açores oncontram-se o loureiro, o codro,
@ 'pual
'Em ía98- Vrrao de Oeme dreoobrlu a Crmlnho MerÍtlmo oara a Índla, r, . BÍsla, a giesta, a urzee os íetog glgantea.
(p O povoamento das ilhas dos arquipélagos foifeito por quem?
@ Quelr fnm tenitórios asiáticos que pertenciam a Portugal no século X/l?
os

O povoamento foifeito por podugueses vindos do Algarve e do Minho e Os tcrrltÔrlos asiáticos que pertenciam a Portugal eram Goa, Damáo, D{E
também por estrangeiros. Caleout,Oüt'Jila, ôrrfiuz, Macau, Timor. G)
@ ,Como se procedeu à administração das ilhas dos arquipélagos? (p) A qutm hlttrlbuída a administração dos territórios asiáticos?
As
ilhas
foram divididas em capitanias e entregues a capitães-donatários. A admlnlltraÇno destes territorios foi atribuída a um vice-rei. 'l'
@ Quais as actividades económicas desenvolvidas na Madeira? @ Como ll ohlmavam os dois primeiros vice-reis da índia?
As actividades económicas desenvolvidas na Madeira foram a cultura k O primdE fol l). Franci*.o d" Almeida e o segundo D. Afonso de Albu-
(
yffi da cana-de-açúcar e de árvores de fruto.
querqut,
@ Quais as actividades económicas desenvolvidas nos Açores?
(D Que prodüol ütm trazidos pelos portugueses da Ash?
As actividades económicas dasenvolvidas nos Açores foryry.g-Õítâçaô'
de oado, a oes.a)o cultivo do inhame e da batata-doce. As naus"portuguenrui traziam da índia grandes carregamentos de espe-
ciarias (omdl, plnrorrta, gengibre, açafrão, cravo, noz-moscada), seda§,
r
@ §omo se explica a importância dos arquipélagos atlânticos na continuação porcelanel, tlpâtãH, rnadeiras, perfumes e pedras preciosas.
das viagens marítimas?
Os arquipélagos da Madeira e dos Açores eram muito impodantes por- @ Que produto hvrvam os portugueses para a Ásia?
que serviam de ponto de paragem e de abastecimento na continuação ôs portugullll lgvavntn pano§, vermelhão, prata, cobre, moedas de
das viagens mayitfmas ouro e de prdl,

@ os territórios africanos que pertenciam a Portugal no século XVI?


.,Quais @ Em que locd & Urboa aatazia o comércio destes produtos?
Os territorios africanos que pedenciam a Portugal eram Cabo Verde,
0 comércio dOlca ;rrorhrlor; fazia-se na Casa da índia.
§-,Tomé e P1íncipe,Arguirn, S. Jorge da Mina, Angola e Moçambique'
'Çuais os produtos trocados entre portugueses e africanos? @ Que nome so düJ à rotr guo ligou a Europa (Lisboa)à Ásia (Índia)?
@
Os portugueses trocavam pailos, sal, objectos de cobre e latão e bugi- Rota da Cabo, ÍOl (, nonrr,, lrukr qual ficou conhecida a rota que ligava a
gangas por ouro, marÍim, malagueta e escravos. Europa à Ásia,

@ Em que local eram realizadas as trocas comerciais dos portugueses? @ Em que contlnm[ flor rlturdo o Brasil?
As trocas ccmerclais eram realizadas nas feitorias. O Brasil sltua-ga nO Íionllnontn nrrrericano.

@ O que eram as feitorias? @ Qual foi o prlmrlrc nomc qut oa portugueses deram ao Brasil quando o
As feitorias eram loçais fortificadas onde se realizava o comércio com a cncontraram?

'\@
7pI\R popuiação,

Qual o nome da principalfeitoria africana?


Touir de Vera Crut fcrl u rurrrro thrdu ir rtova terra.
v.

(
@ Quem foram os responsáveis pela evangelizaçáo dos povos africanos?
/ Os mlsslonários eram os resoonsáveis oela evanoelizacão.
Como se procedeu à administração do Brasil? @ Que personalidades portuguesas se destacaram nas Ciências durante o
A primeira forma de administração do território foi igual à aplicada nos século XVI?
arquipélagos dos Açores e da Madeira: divisão do território em capitania.í* Pedro Nunes, m*ter*ática escreveu a Tratada da Esfera e inventou o
)
Mais ta§e, p_assou a haver um governador-geral para todo o território. \4)' nónio; Garcia da Ort*, na áree da botânica e da medicina, escreveu ka-
i9l tado do Srmfles e,ryeas e Caçsas l*ledici*ais da índia-
9
@ Quem foi o primeiro governador-geraldo Brasil?
CI prlmeiro govelnador-geral do Brasil foi Tonré de Sousa. @ Quat á o estilo artístico característico da época de D. Manuel?
É o estilo Manuelino.
,5\
@ Quais foram as actividades económicas desenvolvidas no Brasil?
As actividades económÍcas desenvolvidas foram a exploração do pau- í(ÍD')Como se caracteriza o estilo Manuelino?
'"\-/Egte estilo tinha corn* tema principal o mâ, assim, apareceÍn na deco-
-brasil, da bananeÍra e da cana-de-açúcar.
raçáo a osÍera armilaÇ as cordas e as conchas. ATone de tselém e o Mos-
(D Que papeltiveram os jesuítas no Brasil? telro dos Jeronimos sáo dsis exernplas deste estilo.
Evangetização do povo indígena" 7.<.-\.

i/@l) Como !c oxpllca a importância dos descobrimentos na História de


@ Quatfoi o mais destacado missionário jesuíta que esteve no Brasil?
\Y Portugrlc do Mundo?
O* Fadre Antonio \lieira Os dercobrlmentos foram rNuito importantes p*rque cs portugueses con-
tactaram com outros povs§, nüvas culturas ê novas tenâs, dando-as a
@ Nesta época assiste-se a um grande movimento migratório em Portugal. conh€côr ao Mundo.
Qualfoi?
Nesta época verificau-se um mcvimento da população de interior para o
. frvL^;.o..o. "-
Aando crigem ao crescimento das cidades aí situadas. Da Unllo lbórloa à Restauração
litgy!
@ Por que motivo as pessoas migravam? t'6)
v
Oueto nom! o o ano da batalha êm que morreu o rei D. Sebastião?
Âs pesscas saíam das suas tenas em busca de rnelhores condiÇões de vida. D. Sobartlao lrnrrou na Batatha de AlcácepQuibit em 1578.

Como se explica o crescimento de Lisboa no século XVI? i (O)Por qua reilo a morte de D. Sebastiãq se tornou num problema de su-
No séçulo XVl, a cidade de Lisboa sofreu profundas alteraçÕes ern resul- .:;.'aclsào?
tado dos lucros do comércio, umâ vez que era o centro do comércio A eua morto iornorr-se num problema de sucessão, porque D. Sebastião
eurcpeu e do movimento de embarcações de diversas nacionalidades. nüO tlnhâ íllhon ;»ra herdarem a coroa portuguesa, subindo ao trono o seu
tlo-avô, o Cnrdoul D. llenrique que, por sêr clérigo,'lâmbém não tinha filhos.
Como se demonstrava a riqueza na corte de D. Manuel l?
ío Âs festas, os banquetes e outres divertimentos tinham como grande l6)gm 1680, apóo a morte do cardeal D, Henrique, que pretendentes se
" / âprtrmtârem eo trono
português?
objectlvo dernonstrar sinais de enriquecimento e de importância social"
O tul l,tltpa ll rle I spanha, D. Catarina, duquesa de Bragança e D. António,
(lu Qual foi o português que se distinguiu na literatura e escreveu Os Lusiadas? prlor rlo Crntcl n;lrosentaram-se como pretendentes ao trono português.
O português que se distinguiu na literatura foi Luís Vaz de Camões.
ít Ot)Qusm rublu ao trono portuguôs, após a Batalha de Alcântara?
@ Quem foi o "pai do teatro portuguôs" que viveu nesta ópoca?
»
, \ ''' Flll;,u rte Lupanha subiu ao lrono portuguâo, com o fítulo
de Filipe I de
GilVicente Íolo pai do teatro portuquôs. l" , Pgrtugal.
Quais foram as promessas feitas pelo novo rei nas Cortes de Tomar, em
1581?
tr outro senhor, onde se registavam os direi-
tos e os deveres dos seus habitantes.
Açotela - pequeno terraço sobre uma
Filipe I prometeu manter a língua, os costumes e as liberdades; nomear casa, taudal- é o volume de água que corre
portugueses parâ os cârgo$ mais importantes do reino; náo envolver Por- no leito do rio.
tugal nos conflitos de Espanha; náo lançar no\ros impostos sem a apro- Altitudc - eltura do relevo em relação
vaçáo das cortes portuguesas e manter a moeda portuguesa. ao nível módlo do mar.
Conc*lhos - unidade administrativa do
Aqueduto - oonatruçáo que serve para
território português, A sua origem en- ()
@
\-/
o que foi a União lbérica?
transportar águâ de rlos, Íontes ou nas- contra-se na ldade Média, quando fo- !
A União lbérica foi a uniâo de dois reinos que mantinhâm as suas leis centeo, prrr abratecer as povoações. ram criados como meio de povoar os (\.)
J RroRrias sob a autoridade de um rei. ./ territórios conquistados aos mouros. (/)
Artesanato ou lndúatrla artesanal - Era regulado pela Cafta de Foral,
U)
í 6i\ Ouais os principais problemas que afectaram Portugal no início do século fabrlco dc oblcotor à mão, em peque- ()
\_-z'XVlt? nas oílolnia, utlllzrndo mátodos tradi- Gondada - território governado por um
No princípio do século XVll, aumentaram os ataques dos corsários às cionalr c ícnrmcntar rlmples. conde e dependente da autoridade (')
máxima do rei.
naus portuguesa§; muitos territórios do império português *m África, no
Asecmbhla doa homonn-lrons - gru-
Oriente e no Brasil forarn atacados e conquistados por cutros países, po dor homcnt mllr
lmportantes de um Continent* - grande extensão de terra
como a Holanda e a lnglaterra e, além disso, no impostos aumentaram conoclho, rrcolhldor pcloE moradores, composta por vários países.
sem a aprovaçâo das cortes portuguesas. Tlnham oomo lungôrt tratar de todos
os aecuntot da vldr do ooncclho e ele-
(Ô Como reagiu a população ao governo do rei Filipe lll? ger homcn! pârt dlrmpanhar várlas
Cordilheira - é o conjunto de serras
contíguas.
'---' A população, descontente com o governCI de Filipe lll, revoltou-se. funçôo trlr oomo I dr luEce (ulgavam
ca8o. mrnonr fi
lurtlga), almotaçés
Gorsário - pirata ao serviço de um rel
que data ocorreu a Restauração da independência portuguesa? (verlílorvrm püor a mldldu)ou almo-
lO Frn
r.-' /4 xarlÍor (nooblrm lmpsrtor), ou de um país que ataca navios de paÍ-
Restauração da independência podugue$a oeorrêu no dia 1 de Dezem- ses inimigos.

I
bro de 1640.
Bacla hldrogrâílop - oonfunto dc terras
Qual o nome do novo rei e qual a dinastia que se inicia com a Restauração?
cular âgum rlo dnnadar por um rlo e Evangelização - divulgação do evan-
0 novo reié D,Joáo lV que inicia a Dinastia de Bragança. acul lílumtal, getho cristão ou da religiáo cristã a
povos pagãos.
..l,'ó) Que conflito se iniciou após a Restauração da lndependência? Burguorlr - 0rup0 molrl pcrtenccntc
lnicia-se a Guerra da Restauraçâo, que opÔs Pottugal e Hspanha, e que âo povo oom orlg.m nu oldadm (bur- Extracção mineira - exploraçâo de ml-
terminou em '1668. go{ qur drtlnha poelt roonômloo pola nórios existentes no subsolo do planeta.
tr drdlotvt.ll rê gnnd. oomárslo lnter-
no I lxttno I I btnot, âmpn[trndo,
rtô, dlnhrlrc I nsbrcr r ao prôprlo ral.
tr
Tlnhrrooro I dumglo r multor doa Fllha/Filho ilegítimo - fllho tldo Íora de
rcut íllhor otudrvrm nar prlnclpala um casamonto legítlmo.
unlvÍütldrdo SJropdra ssmo Bolonha,
Pu{r, tdrmrnoa ou Llrbor/Colmbn, Fórum - praça oentral dag cldadeg toma-
naü, ondo ae locallzavam oc edlíÍolor
públloor mrlr lmportrnto c m nunlam
Orrh dr lorrl- doounrnto quc orlrvr oroldrdlor E mmo. prn írlrnm rcbn
trr-trlL- dmdr rh nl Àrr ra, tmrrrrlrr rlulmrrh m r rLirr{r
I
I

Fre*iplt*çã* - quantidade de água que


cai num local sob a forma de chuva,
F{umid*de - estado da atmosfera rela- neve ou granizo.
cionado com o vapor de água nele con-
tido.
Fr*dut*s *xpcrtedos - produtos que
um país vende Para outros Países ou
regiões.

lmprÉri* - conjunto de regiões e de Fr*d*tos i:xp*rta*ns - produtos que


_..*:."
.i: ,
povos governados Por um sÓ cheÍe: o
imperador.
um país compra ao estrangeiro. .-$.$
Êesur**s natur*i* - são as riquezas
\ iiil'*\
':.-
&l!*talurçi* - produção de metais e de .
existentes na PróPria natureza.
ligas metálicas.
;'-ir1 **gêr**a - governo de um País em
nome de um rei, quando este é ainda
l\§i*sionári* - aquele que tem a missáo
t,

menor, se encontra incapacitado por


junto dos povos não cristãos de divul- :
doença ou se encontra fora do reino por
gar a religiáo católica de modo a con- i um período de temPo Prolongado.

Hein* - território governado por um rei'


Í*cur*s - muçulmanos provenientes do 2

norte de Africa (Mauritânia). §el*qr* - as diferentes formas que a


superfície da Terra pode apresentar'
Msvimeltã* nnigr*tóri* ou mâgração - l,
E
.

deslocação de pessoas de uma região


para outra, em busca de outros modos :
S*li*n-c§t*ra - extracção e preparaçáo i

e condições de vida. do sal. ll

E
I
tl

*e**r:* -grande massa de água salgada' ?*ntper*txra - grau de maior ou menor


aquecimento do ar.
I

?ratada - acordo assinado entre dois ou


F*l*urinh* - coluna em pedra, símbolo mais países. Habitualmente, ficava com
do poder e da justiça, pois era aí que os o nome da localidade onde era assinado
condenados eram iulgados, presos, açoi- pelos reis ou seus representantes.
tados ou mesmo executados. Apresen-
ta, por vezes, as armas do concelho ou il
do rei que doou a carta de foral. Era
V*g*taçã* matural - é aquela que 1/l

colocado no sítio mais central ou impor- naéce eôpontaneamente numa determi-


tante da localidade. nada região e é muito influenciada pelo
clima, pelo relevo e pelo tipo de solo.
Peninsula -
Porçâo de terra que faz
pârto de um contlnonte ou de uma llha e Vizinhos - habltantes ou moradores de ilr

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