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02/08/2013

Princípios de Fundamentos da Ciência


Economia Econômica
Micro e Macro Capítulo 1

1.1- Introdução ao estudo da ciência


Princípios Econômicos
econômica

 Estudo do homem em sociedade quando atua na  Pessoas enfrentam trade-offs –inevitabilidade de


atividade produtiva escolhas
 O problema econômico fundamental é a escassez de  Existem custos ocultos – custo de oportunidade
recursos e de trabalho  Pessoas respondem a incentivos – Efeito do preço
sobre o comportamento
 Necessidades humanas modificadas pelo desejo geral
de melhoria do padrão de vida  Mercados são, em geral, uma forma eficiente de
organizar a economia
 Governos, em certas circunstâncias, podem melhorar
os resultados dos mercados

1.3 – Evolução do pensamento


1.2 – Sistemas Econômicos
econômico

 Fatores de produção – Capital e trabalho  Fase pré-científica (até 1750) – Pensamento econômico
 Unidades consumidoras ou famílias estava subordinado à filosofia, à política, à moral cristã e aos
usos e costumes
 Unidades produtoras ou empresas
 Fase científica (1750 a 1870) – Necessidade de um tirano
 Instituições esclarecido que servia como intermediário para que as leis
da natureza fossem cumpridas
 Atualidade –
 Monetarismo – inflação, instabilidade dos preços
 Novos clássicos – expectativas racionais, micro e macro
economia

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2.1 – Formação de preços

Formação de Preços e equilíbrio


de mercado  O valor dos bens é subjetivo, baseado em preferências dos
consumidores
Capítulo 2  A utilidade total tende a aumentar, isto é, os consumidores
preferem sempre consumir mais
 Embora diversas variáveis interfiram no processo existe a
demanda e a oferta

Aplicações teoria microeconômica 2.2 - Demanda

Empresas
 É a quantidade de determinado bem/serviço que o consumidor
Política de preços
deseja adquirir em determinado período, que depende:
Previsões de custos, faturamento e demanda
 Do preço, da renda, gosto, sazonalidade, crédito...
Elaboração e avaliação de projetos
Política de propaganda e publicidade
 Revela-se inversamente relacionado às quantidades
Política econômica demandadas e o preço de um bem
Diferenciação de mercados
Política de preços Alternativas de Preço Quantidades
Decisões ótimas de produção
Previsões de custos, faturamento e demanda demandadas
Fixação de preços mínimos R$ 3,00 9.000
Controle de preços e salários R$ 6,00 6.000
Política de tarifas públicas R$ 8,00 4.000
Política de preços públicos R$ 10,00 2.000

Condições de Comportamento 2.3 - Oferta

 Quantidade de um bem/serviço que os produtores


 Efeito-substituição – À medida que o preço de um desejam vender em certo período, que depende:
mercadoria reduz, os consumidores passam a usá-la  Preço, preço dos insumos, tecnologia, número de
em substituição a mercadorias similares produtores
 Efeito renda – Uma redução no preço aumenta o  Quanto mais alto o preço, maior a quantidade ofertada
estímulo ao consumo
 Lei da utilidade – Quanto maior a utilidade maior o Alternativas de Preço Quantidade ofertada

consumo R$ 3,00 3.000


R$ 6,00 6.000
R$ 8,00 8.000
R$ 10,00 10.000

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2.4 – Equilíbrio de mercado Equilíbrio de Mercado


Alternativas de Preço Quantidades ofertadas Quantidades
demandadas
R$ 3,00 3.000 9.000

 Quando não há sobra nem falta do produto: o R$ 6,00 6.000 6.000

mercado encontra-se limpo R$ 8,00 8.000 4.000


R$ 10,00 10.000 2.000
 Vendedores e compradores não tem motivo para
mudar seu comportamento 12000

 Quando os preços estão abaixo do equilíbrio, há 10000

excesso de demanda, o que determina escassez 8000


6000 Oferta
 Com preços acima do equilíbrio, há excesso de oferta,
4000 Demanda
resultando na formação de estoques
2000
0
3 6 8 10

2.5 – Inferências do governo no


2.6 - Elasticidade
mercado

 Em algumas situações estratégicas, o governo  Bens e serviços apresentam sensibilidade específica


interfere no mecanismo de mercado e no sistema de às variações de preço e da renda, que são medidas
preços, seja fixando impostos para financiar as pela elasticidade
atividades governamentais, seja estabelecendo  Elasticidade – preço da demanda (EPD)
preços mínimos para dar proteção aos produtores ou  Elasticidade – renda da demanda (ERD)
decretando o valor do salário mínimo
 Elasticidade – preço da oferta (EPO)
 Elasticidade – preço cruzada (EPC)

3.1 – Função de Produção

 A oferta depende da eficácia dos métodos de


Decisões de Produção produção escolhidos pelas firmas, que podem ser
intensivos em capital ou intensivos em trabalho
Capítulo 3
 As características do mercado consumidor, estão
baseadas em uma função de produção
 Q=f(K,T)
 Q = quantidade física da produção
 F = combinação
 T = dotação de trabalho
 K = dotação de capital

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3.1.1 – Curto e longo prazo 3.1.3 – Rendimento de Escala

 Curto prazo é o tempo em que uma firma mantém  Na maioria dos casos, o crescimento de uma firma dá
seus recursos de capital, como máquinas, origem a rendimentos crescentes de escalem função: da
equipamentos, área construída etc.. Inalterados, maior especialização dos trabalhadores, o que gera maior
flexibilizando apenas a dotação de trabalho (mão de produtividade, acesso facilitado ao credito, fortalecimento
obra) perante fornecedores, uso de equipamentos indivisíveis
 Longo prazo refere-se, portanto ao período em que a  Em alguns casos, o aumento no nível de operações pode
empresa está crescendo e ampliando a quantidade de gerar rendimentos decrescentes em virtude de problemas
trabalho, além de estar investindo mais em ativos administrativos de coordenação e/ou aumento no custo
fixos dos insumos

3.1.2 – Princípio dos rendimentos


3.1.4 – Custos de produção e lucro
decrescentes

 O lucro representa o objetivo básico de uma firma


 Maximizar a produção para um dado nível de custos
 Um fator de produção é fixo, esse princípio sugere
que, flexibilizando-se a dotação de trabalho e  Minimizar o nível de custos para um dado nível de
produção
mantendo-se fixo o capital da firma, a produção
aumenta a taxas crescentes até determinado ponto e,  Custos totais = CF + CV
depois passa a variar a taxas decrescentes  Custos Médios = CT/Q
(acréscimos cada vez menores)  Custo Marginal = Variação do custo total/acréscimo de
uma unidade de produção
 Receita e lucro – LT (lucros totais) = RT – CT
 RT (Receita total) = PxQ

3.1.5 – Mercados Competitivos 3.1.6 – Lucro Econômico Normal

 Mercado Atomizado – Existência de um grande número  É quando há equilíbrio de receitas e despesas depois
de firmas, todas relativamente pequenas ante o que todos os custos econômicos estão pagos
mercado, incapazes de influenciar o preço
 Produto Homogêneo – Não existe diferenciações,  Já os lucros extraordinários atraem novos
produtos similares em todos os concorrentes participantes, pois não há barreiras de entrada. Novos
 Transparência – As informações relevantes (preço, participantes ampliam a oferta, reduzindo o preço e
qualidade, condições) são conhecido por todos trazendo o resultado ao nível de lucro normal
 Ausência de barreiras à entrada – O ramo não exige
volume de capital elevado, a tecnologia utilizada está
disponível

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4.1 – Estruturas clássicas básicas


Concorrência Concorrência Oligopólio Monopólio
perfeita imperfeita
N Firmas Muito grande Grande Poucas Uma

Estruturas de Mercado Tipo de Produto Padronizado Diferenciado Padronizado ou


diferenciado
Único

Controle sobre Nenhum Suave, face a Considerável, Considerável


Capítulo 4 preço existência de principalmente
vários se houver
substitutos cooperação e
próximos formação de
cartéis
Barreiras à Não há Não há Existem fortes Existem fortes
entrada barreiras barreiras
Exemplos Confecções Confecções de Cimento/autom Drogas
populares marca óveis patenteadas

4.1.1 - Monopólio 4.1.2 – Concorrência monopolística

 De um lado uma única firma vendedora dominando a  Concorrência imperfeita – embora muitas empresas
oferta e, de outro, o conjunto de consumidores produzam produtos diferenciados, estes podem ser
altamente substituíveis.
 Monopólios derivam da existência de barreiras à
entrada de novas firmas no mercado  Ex. Marcas de perfumes, sabonetes, refrigerantes,
calças jeans...
 Exigência de elevado volume de capital
 A capacidade de fixar preços, depende do sucesso de
 Domínio da patente diferenciação
 Controle de matérias-primas básicas  A característica fundamental é que é baseada na
 Concessões do poder público diferenciação de produtos ou serviços

4.1.3 – Oligopólio 4.1.4 – Monopsônio/Oligopsônio

 Estrutura de mercado com poucos compradores,


 Existência de reduzido número de produtores – os caracterizada pela capacidade de influenciar o preço
quais competem entre si – sendo obstruída a entrada praticado na transação e possibilitar a aquisição de
de novas empresas, geralmente em virtude do determinado produto por um valor inferior ao que
elevado volume de capital exigido, ante a escala prevaleceria em condições normais
mínima de operação muito elevada  Ex. Grandes redes de supermercados relativamente
 O grupo de empresas que age de comum acordo é aos produtores de hortifrutigranjeiros, ou da indústria
chamado de cartel automobilística em relação aos fornecedores de
pneus e baterias

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5.1 – Política Econômica: objetivos e


instrumentos

Teoria e Política
 A micro economia amplia detalhes de mercados
Macroeconômica específicos para analisá-los, a macroeconomia
Capítulo 5 simplifica particularidades e analisa suas inter-
relações, procurando visualizar o conjunto
 A macroeconomia objetiva analisar variáveis
agregadas, como índices de preços, níveis de
produção e de emprego, níveis dos salários, taxa de
câmbio etc...

5.2.1 – Instrumentos de política


5.2 – Metas de política econômica
macroconômica

 Os objetivos de política econômica envolvem trade-


offs  Política fiscal – Controle do orçamento público
 Períodos de elevado crescimento da produção  Política monetária – Controle da moeda, do crédito e
costumam gerar pressões por aumento de preços da taxa de juro
 As decisões macroeconômicas devem contemplar a  Política cambial – Controle do ingresso e saída de
manutenção das taxas de crescimento da produção, moeda estrangeira
com a elevação dos preços ou a redução do  Política comercial – Definição das práticas comerciais
crescimento pra conter as pressões inflacionárias

5.2.2 – Estrutura da análise


5.3 – Contabilidade social
macroeconômica

Principais Mercados nacionais Resultantes  Os sistemas de contabilidade social avaliam os dados


Mercado de bens e serviços Índice geral de preços (IGP) macroeconômicos agregados (nível de produção,
PIB (produto interno bruto) emprego, renda etc
Mercado de trabalho Taxa de salário
Nível de emprego
 O resultado da produção de bens e serviços no país
Mercado monetário Taxa de juro (PIB) pode ser medido pela somatória da
Meios de pagamento remuneração dos fatores trabalho, produção e capital
Mercado cambial Taxa de câmbio empregados na produção
Volume de moeda estrangeira

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5.4 – Do PIB ao PNB 5.5 – Valores nominais e valores reais

 O valor do PIB nominal é ajustado para diferentes


 RLE = renda líquida recebida do exterior – renda períodos, a preços que prevalecem em uma
enviada para o exterior determinada data.
 Somando o valor da RLE ao do PIB, obtemos o valor  Isso exige a aplicação de índices médios de preços,
do PNB, isto é a renda (produção) de brasileiros, não divulgados em jornais e revistas especializadas
importando onde ela tenha sido gerada  (INPC, IPCA, IGPM-M, IGP-DI)
 PNB = PIB + RLE

6.1 - Antecedentes

Determinação da renda e do
 O PIB brasileiro apresentou várias oscilações desde a
emprego década de 90.
Capítulo 6  Inadequada gestão macroeconômica, os
desequilíbrios nas contas externas, a instabilidade do
câmbio, os desequilíbrios nas contas externas,
instabilidade do câmbio, déficits no orçamento
público, altas taxas de inflação entre outros aspectos

6.2 – A economia clássica do pleno


6.3 – Macroeconomia Keynesiana
emprego

 A economia clássica liberal se baseia no princípio de  Enfoca a hipótese de que falhas de mercado levam ao
que, a longo prazo, os preços se ajustam de modo a desemprego
conduzir os mercados de bens e de trabalho ao  A crise econômica origina-se na falta de confiança dos
equilíbrio. investidores, o que determina alterações na demanda por
 Sem a intervenção do Estado investimentos e proporciona repercussões negativas na
produção e no nível de emprego
 Q = f(K,T)  A proposta Keynesiana destaca o papel do governo, que,
com seus gastos de custeio e investimento, é capaz de
aumentar a despesa agregada e, consequentemente, o
nível de produção

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6.5 – Comportamento dos agregados


6.4 – Oferta e demanda agregadas
macroeconômicos

 Renda = DA = C + I + G + (X-M)
 DA = demanda agregada
 C = Consumo das famílias  A eficácia da política macroeconômica depende da
análise das relações funcionais estabelecidas entre os
 I = Investimento das firmas
componentes da demanda agregada e os fatores que
 G = gasto governamentais de custeio e investimento] afetam o seu comportamento
 X = Exportações
 M = Importações

6.5.2 – Poupança, investimento e


6.5.1 - Consumo
taxa de juros

 As despesas de consumo pessoal são determinadas  Poupança é a parcela da renda nacional não gasta em
pelo nível da renda pessoal disponível (renda menos bens de consumo que pode financiar um
tributos) investimento, o qual é definido com o acréscimo ao
 À medida que sua renda disponível aumenta, os estoque de capital
consumidores ampliam seus gastos de consumo  A curto prazo, o investimento aumenta a demanda
agregada
 A longo prazo, afeta a oferta, por meio do aumento
da capacidade instalada
 A decisão de investir depende da taxa de retorno

6.6 – Gastos governamentais 6.6.1 – O papel do setor público

 Função alocativa – Fornecer bens e serviços que não


tenham sido produzidos satisfatoriamente pelo setor
privado (saneamento, segurança...)
 É possível ao governo modificar o nível da demanda
 Função distributiva – Promover a distribuição da renda
agregada por meio da política fiscal
dos segmentos mais ricos para outros, mais pobres
 Função estabilizadora – Aumentar o nível de emprego e
 O aumento de tributos reduz tanto a renda disponível reduzir a instabilidade dos preços por meio da política
como o consumo e vice-versa econômica
Para realizar essas funções, o setor público arrecada tributos e realiza
gastos de custeio: pagamento de salários, pensões, aposentadorias... E de
investimentos: construção de estradas, escolas, portos...

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6.6.1 – Financiamento do déficit


6.7 - Exportações
público

 Além das medidas fiscais, como aumento de impostos  As exportações também compõem a demanda
ou corte de gastos, o déficit público pode ser agregada e representam uma variável de
financiado da seguinte forma: fundamental importância na política econômica:
 Por emissão de moeda, que exige a concessão de  Dependem de vários fatores:
empréstimos do Banco Central ao Tesouro Nacional  Nível de preços relativo (preço interno vs preço externo
 Por meio da venda de títulos públicos ao setor  Nível de renda nos demais países
privado, o que, a princípio, não causa pressão  Política comercial dos demais países
inflacionária  Situação das contas externas dos parceiros comerciais

6.8 – Importações

Mercado financeiro e política


 Dependem, basicamente, do nível interno de
atividades, ou seja, do nível de produção das firmas,
monetária
pois, quando maior a produção, maior a necessidade Capítulo 7
de insumos importados.
 O aumento da geração de soja, por exemplo, exige
maiores importações de defensivos, equipamentos
para indústria de tratores e implementos etc.

7.1 – A moeda e suas funções 7.2 – Evolução da moeda

 Divisibilidade – fracionamento da moeda permite que as


 Em uma economia monetária, os indivíduos recebem transações sejam realizadas sem custos adicionais
suas remunerações em dinheiro e podem traçar seus  Durabilidade – A aceitação da moeda não prejudica o último
planos com uma agilidade muito maior detentor
 Assim como a família é a instituição mais importante  Dificuldade de falsificação – Aumenta a confiança
da vida social, e o Estado, da vida política, a moeda é a  Transportabilidade – Facilita as trocas e não impõe custos
ferramenta mais importante da economia capitalista adicionais
 Dotada de grande mobilidade, ela permite a Escambo e trocas diretas (fase pré-monetárias
Moedas-mercadorias e metalismo
propriedade impessoal e anônima, além de viabilizar a Fases da
Moeda-papel: conversibilidade plena
produção e a troca de mercadorias evolução
da moeda
Papel-moeda: Conversibilidade eventual
Moeda-escritural: cheques e transferências
eletrônicas

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7.3 – Oferta de moeda 7.4 – O regime de metas de inflação

 Oferta de moeda representa disponibilidade com


liquidez imediata, seja de sua forma clássica (moeda e  Vem sendo adotado por alguns países o regime de
papel), seja por depósitos a vista em bancos ou troca metas de inflação, que coloca a estabilidade de
de papéis preços como a principal medida de política monetária
a curto prazo escolhendo a taxa de juros como
 Os preços variam diretamente com a quantidade de principal instrumento de controle
moeda em circulação
 Juros mais altos aumentam os custos dos
financiamentos, transmitindo sinais negativos aos
potenciais investidores e consumidores

7.5 – Sistema financeiro

Comércio Internacional e
 Dividido em dois subsistemas
 Subsistema normativo – é composto pelo Conselho câmbio
Monetário Nacional, Banco Central e pela Comissão de
Capítulo 8
Valores Monetários
 Subsistema Operativo – é composto pelo
 Mercado monetário – Bancos
 Mercado de crédito – BNDES
 Mercado de capitais – ações
 Mercado de câmbio – moeda estrangeira
 Mercado de seguros, capitalização e previdência privada

8.1 – Livre comércio X Protecionismo 8.1.1 – Transição para o liberalismo

 A revolução industrial aumentou a produtividade, que


por sua vez criou a necessidade de abrir mercados
para absorver a crescente produção
 Cada país deve especializar-se na produção de
mercadorias nas quais tenha vantagem absoluta,
produzidas com maior eficiência e importar aquelas
em que tenha desvantagem absoluta

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8.1.2 – Protecionismo 8.1.3 – Coordenação e integração


Etapas da integração regional
Área de livre Eliminação gradativa das tarifas aduaneiras nas transações
comércio intraregionais
 Existem circunstâncias políticas econômicas que
determinam a aplicação de medidas restritivas ao União aduaneira Adoção de tarifa externa comum para importações oriundas de
outros países
livre-comércio Harmonização da política comercial
Mercado comum Livre movimento de fatores produtivos entre países signatários
 Concessão de incentivos e subsídios às exportações – do acordo
Isenções Comunidade Harmonização das políticas econômicas adotadas pelos países-
econômica membros
 Imposição de restrições tarifárias às importações –
União econômica Harmonização das políticas econômicas dos países-membros
sobrepreço na forma de impostos
Adoção de moeda comum
 Restrições não tarifárias – intervenção Subordinação às instituições supranacionais
governamental, proibição

8.2 – Balanço de pagamentos 8.2.2 – Desequilíbrios Externos

 É o documento que registra as transações  Desequilíbrios externos são aqui conceituados como
internacionais, tendo como principal objetivo saldos negativos nas transações correntes
informar a movimentação e as disponibilidades em
moedas estrangeiras, com intuito de subsidiar as  As principais causas:
decisões de política econômica
 Perda da competitividade das exportações – Processo
 Os países veem-se obrigados a recorrer a instituições gerado pela alta de preços
multilaterais de apoio (FMI) e a submeter suas  Desequilíbrios cíclicos conjunturais – Variações ocorridas
economias a ajustes devido a períodos de queda de renda
 Variações estruturais – Variações decorridas do
protecionismo

8.3 – Mercado de câmbio 8.3.1 – Formação das taxas cambiais

 As operações cambiais envolvem a troca de moeda  A taxa de câmbio é o preço de uma unidade de
nacional por moedas estrangeiras de livre moeda estrangeira
conversidade  Ela é determinada pelo encontro da oferta e da
 Os principais agentes do mercado de câmbio – os demanda de moeda estrangeira no mercado de
câmbio
compradores e os vendedores de moedas
estrangeiras – são intermediados pelos bancos  Em termos conceituais, a taxa de câmbio é
equilibrada quando reflete a competitividade externa
operadores – sob supervisão e controle do Banco do país e a confiança sobre os fatores
Central macroeconômicos fundamentais da economia

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9.1 – Crescimento X desenvolvimento


econômico

Desenvolvimento econômico e  Crescimento econômico coincide com o advento do


capitalismo como sistema dominante
economia brasileira  Enquanto crescimento representa a simples variação
quantitativa do PIB, o processo de desenvolvimento
Capítulo 9 envolve modificações estruturais qualitativas
 Desenvolvimento econômico considera aspectos sociais,
políticos e culturais
 Desenvolvimento Humano (IDH)
 Longevidade, medida pela expectativa de vida
 Estimativas da renda nacional O IDH tornou-se referência
 Escolaridade para crianças e adultos mundial, e representa índice-
chave nos programas de
desenvolvimento das Nações
Unidas

9.2 – Fontes do crescimento


9.3 – Um modelo de crescimento
econômico

 Acumulação de capital – nível adequado de  Deve-se aumentar a taxa de investimento,


poupanças preferencialmente com poupança interna, pois o
 Processo tecnológico – Investimentos em educação e endividamento externo aponta para crises passadas
pesquisas para o desenvolvimento científico  Deve-se aumentar a produtividade na utilização de
 Adequada gestão macroeconômica – déficit no recursos por meio de políticas que tenham por
orçamento público, inflação, objetivo incentivar os negócios e reduzir a burocracia
 Eficiência produtiva – aumento da produtividade e custos
 Instituições gerais – Sistema de normas e poder
judiciário

9.4.1 - Planos de estabilização


9.4 – Economia brasileira
(1986/1993)

 1 – Plano Cruzado (fev/1986)


 2 – Cruzado II (jul/1986)
 3 – Cruzado III (nov/1986) A aceleração da
inflação durante os
 4 – Plano Bresser (jun/1987)
anos 80 impôs a
 5 – Feijão com arroz (jan-dez/1988) adoção de vários
 6 – Plano verão (jan/1989) planos econômicos
 7 – Plano Collor (mar/1990)

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9.4.2 – Plano Real (28/07/1993) 9.4.3 - Perspectivas

 O Plano real adotou mecanismos de mercado para a  A partir da implantação do Plano Real, o foco da política
coordenação da economia. econômica brasileira foi concentrado, basicamente, no
 Houve um inegável sucesso no controle da inflação objetivo de controlar a inflação
 Ajuste fiscal emergencial – corte emergencial de gastos  O crescimento da economia brasileira não é satisfatório
 Criação da URV  Grandes desafios precisam ser resolvidos:
 Lançamento do real – Nova unidade monetária  Educação básica precária
 Reformas estruturais – Privatização, metas monetárias,  Estradas
abertura para o exterior
 Segurança pública
 Reformas constitucionais propostas – Fiscal, previdenciária
 Dívida pública
e administrativa
 Carga tributária

Muito Obrigado!

 Material baseado no
livro Princípios de
Economia micro e
macro, de Flávio Ribas
Tebchirani,3 Ed. Editora
Ibpex, 2006

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