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Data: 18/07/2016

CONTROLES ELÉTRICOS

Ribeirão Preto, 18 de Julho de 2016.

MEMORIAL DESCRITIVO

SPDA

ADECOAGRO

IVINHEMA – MS

Eng. Orlando Borges Corrêa


Responsável Técnico
CREA: SP-0600702240/D-SP.

INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS LTDA


Rua Benedita Rodrigues Domingos, 310 – Bairro: Lagoinha – CEP: 14095 - 050
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CONTROLES ELÉTRICOS

INDICE:

1 Objetivo...........................................................................................................................................3
2 Considerações iniciais......................................................................................................................3
3 Memorial de calculo........................................................................................................................4
4 Da composição do projeto.............................................................................................................20
5 Normas utilizadas...........................................................................................................................21
6 Descrição do projeto SPDA...........................................................................................................21
7 Manutenção, inspeção e documentação de um SPDA...................................................................23
8 Proteção de sistemas elétricos e eletrônicos internos na estrutura.................................................24
9 Inspeção das medidas de proteção contra surtos(MPS).................................................................26

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MEMORIAL DESCRITIVO DO SISTEMA DE


PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

1 - OBJETIVO:

O presente memorial descritivo tem por objetivo analisar a real situação dos pontos básicos do
projeto do Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas e Aterramento de Estruturas
Metálicas – “SPDA”, da instalação da torre estaiada triangular de 75 mts de altura, localizada nas
instalações da Adecoagro Vale do Ivinhema SA, rodovia MS 141 KM 10, no município de Ivinhema
– MS, em conformidade com a norma técnica NBR 5419 de 2015, dando as orientações a respeito
dos procedimentos exigíveis ao projeto, instalação e manutenção do SPDA, visando à melhoria,
conforto e segurança de pessoas em geral e às instalações no seu aspecto físico dentro dos volumes
protegidos. Qualquer dúvida ou necessidade de esclarecimentos adicionais relativos à execução dos
serviços propostos, a fiscalização e o projetista deverão ser consultados.

2 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS:

Para evitar falsas expectativas sobre o projeto de sistema de proteção contra descargas atmosféricas
“SPDA”, devemos esclarecer os seguintes pontos:

2.1 – Não há dispositivos ou métodos capazes de modificar os fenômenos climáticos naturais a ponto
de se prevenir a ocorrência de descargas atmosféricas. As descargas atmosféricas que atingem
estruturas (ou linhas elétricas e tubulações metálicas que adentram nas estruturas) ou que atingem a
terra em suas proximidades são perigosas às pessoas, às próprias estruturas, seus conteúdos e
instalações.
Portanto, medidas de proteção contra descargas atmosféricas devem ser consideradas.

2.2 - A descarga elétrica atmosférica (raio) é um fenômeno da natureza absolutamente imprevisível e


aleatório, tanto em relação às suas características elétricas (intensidade de corrente, tempo de
duração, etc.), como em relação aos efeitos destruidores decorrentes de sua incidência sobre as
edificações.

2.3 - Nada em termos práticos pode ser feito para se impedir a "queda" de uma descarga em
determinada região. Não existe "atração" a longas distâncias, sendo os sistemas prioritariamente
receptores. Assim sendo, as soluções internacionalmente aplicadas buscam tão somente minimizar os
efeitos destruidores a partir da colocação de pontos preferenciais de captação e condução segura da
descarga para a terra.

2.4 - A implantação e manutenção de sistemas de proteção (pára-raios) são normalizadas


internacionalmente pela IEC (International Eletrotecnical Comission). No Brasil é normalizada pela
ABNT, norma NBR 5419 (ultima revisão – 2015) que atenta para a proteção da estrutura das
edificações contra descargas que a atinjam de forma direta.

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2.5- Somente os projetos elaborados com base em disposições destas normas podem assegurar uma
instalação dita eficiente e confiável. Entretanto, esta eficiência nunca atingirá os 100 % estando,
mesmo estas instalações, sujeitas às falhas de proteção.

2.6 - Não é função do sistema de pára-raios proteger equipamentos eletro-eletrônicos (comandos


eletro – eletrônicos industriais, instrumentação, Supervisórios, centrais telefônicas, subestações,
computadores, geração de energia elétrica, CCM’s, etc.), pois mesmo uma descarga captada e
conduzida a terra com segurança, produz forte interferência eletromagnética, capaz de danificar estes
equipamentos.

2.7 - É de fundamental importância que após a instalação do SPDA, haja uma manutenção periódica
de três em três anos a fim de se garantir a confiabilidade do sistema. São também recomendadas
vistorias preventivas após reformas que possam alterar o sistema e toda vez que a edificação for
atingida por descarga direta, conforme item 7.2 Aplicação das inspeções e 7.3 Ordem das inspeções
da NBR 5419-3 de 2015.

2.8 – A decisão de proteger uma estrutura contra os raios pode ser uma exigência legal, uma
precaução do proprietário para evitar prejuízos ou ainda uma exigência das companhias de seguro, já
que os raios são causas de danos físicos e incêndios.

2.9 – O para-raios tem como função principal “parar os raios”, ou seja, impedir que estes ocorram.
Não sendo isso possível, prevalece a função secundária do pára-raios, que é proporcionar um
caminho seguro para as descargas elétricas.

3 – MEMORIAL DE CALCULO

O memorial de calculo tem por finalidade descrever o projeto de construção de um Sistema de


Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA), elaborado de acordo com a norma NBR
5419/2015.
A área de exposição equivalente (Ad) corresponde à área do plano da estrutura prolongada em todas
as direções, de modo a levar em conta sua altura. Os limites da área de exposição equivalente estão
afastados do perímetro da estrutura por uma distância correspondente à altura da estrutura no ponto
considerado.
Se a estrutura tiver uma forma complexa, como saliências elevadas na cobertura, um método gráfico
deve ser utilizado para avaliar Ad.
Um valor aproximado aceitável para a área de exposição equivalente é o maior valor entre a área
de exposição equivalente Admín avaliada pela Equação (Ad = L×W+2×(3×H)×(L+W)+π×(3×H)²,
tomando a altura mínima Hmín da estrutura, e a área de exposição equivalente atribuída à saliência
elevada na cobertura Ad´. Ad´ pode ser calculada por:

Ad´ = π × (3 ×HP)²

onde HP é a altura da saliência, utilizado no máximo de 40mts.

Ad´ = π × (3 ×40)²
Ad´ = 45.238,93m²

DADOS DO PROJETO

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Classificação da estrutura
Nível de proteção: IV

Densidade de descargas atmosféricas


Densidade de descargas atmosféricas para a terra: 13,1/km² x ano.

Número de descidas
Quantidade de descidas (N), em decorrência do espaçamento médio dos condutores de
descida e do nível de proteção.
A estrutura da torre será utilizada como descida.

Seção das cordoalhas


Seções mínimas dos materiais utilizados no SPDA.
Cabo de cobre, aterramento 50mm², ligação aterramento quadro de distribuição 25mm².

Definições padrão NBR 5419/2015 em referência ao nível de proteção


Com o nível de proteção definido, a NBR 5419/2015 apresenta as características do SPDA a
serem adotadas no projeto:
Raio da esfera rolante (método Eletro geométrico) = 60 m

Risco de perda de vida humana (R1)


Os resultados para risco de perda de vida humana (incluindo ferimentos permanentes) levam em
consideração os componentes de risco de descargas na estrutura e próximo desta, e descargas em uma
linha conectada à estrutura e próximo desta.

Componente Ra (risco de ferimentos a seres vivos causados por descargas na estrutura)


Componente relativo a ferimentos aos seres vivos, causados por choque elétrico devido às tensões de
toque e passo dentro da estrutura e fora, nas zonas até 3m ao redor dos condutores de descidas.

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Nd (número de eventos perigosos para a estrutura)
Cd (Fator de localização) 1
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano
Nd = Ng x Ad x Cd x 10^-6 5,92629983x10^-1

Pa (probabilidade de uma descarga na estrutura causar ferimentos a seres vivos por choque elétrico)
Pta (Probabilidade de uma descarga a uma estrutura causar choque a seres 1
vivos devido a tensões de toque e de passo)
Pb (Probabilidade de uma descarga na estrutura causar danos físicos) 10^-2
Pa = Pta x Pb 10^-2

La (valores de perda na zona considerada)


rt (Fator de redução em função do tipo da superfície do solo ou do piso) 10^-2
Lt (Número relativo médio típico de vítimas feridas por choque elétrico devido 10^-2
a um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
tz (Tempo, durante o qual as pessoas estão presentes na zona considerada) 8760h/ano
La = rt x Lt x (nz/nt) x (tz/8760) 10^-4

Ra = Nd x Pa x La
Ra = 5,92629983x10^-7/ano

Componente Rb (risco de danos físicos na estrutura causados por descargas na estrutura)


Componente relativo a danos físicos, causados por centelhamentos perigosos dentro da estrutura
iniciando incêndio ou explosão, os quais podem também colocar em perigo o meio ambiente.

Nd (número de eventos perigosos para a estrutura)


Cd (Fator de localização) 1
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano
Nd = Ng x Ad x Cd x 10^-6 5,92629983x10^-1

Pb (Probabilidade de uma descarga na estrutura causar danos físicos)


Pb (Probabilidade de uma descarga na estrutura causar danos físicos) 10^-2

Lb (valores de perda na zona considerada)


rp (Fator de redução em função das providências tomadas para reduzir as 1
consequências de um incêndio)
rf (Fator de redução em função do risco de incêndio ou explosão na estrutura) 10^-2
hz (Fator aumentando a quantidade relativa de perda na presença de um perigo 1
especial)
Lf (Número relativo médio típico de vítimas feridas por danos físicos devido a 10^-1
um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
tz (Tempo, durante o qual as pessoas estão presentes na zona considerada) 8760
Lb = rp x rf x hz x Lf x (nz/nt) x (tz/8760) 10^-3

Rb = Nd x Pb x Lb

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Rb = 5,92629983x10^-6/ano

Componente Rc (risco de falha dos sistemas internos causados por descargas na estrutura)
Componente relativo a falhas de sistemas internos, causados por pulsos eletromagnéticos devido às
descargas atmosféricas. Perda de serviço ao público pode ocorrer em todos os casos, junto com a
perda de vida humana, nos casos de estruturas com risco de explosão, e hospitais ou outras estruturas
onde falhas de sistemas internos possam imediatamente colocar em perigo a vida humana.

Nd (número de eventos perigosos para a estrutura)


Cd (Fator de localização) 1
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano
Nd = Ng x Ad x Cd x 10^-6 5,92629983x10^-1

Pc (probabilidade de uma descarga na estrutura causar falha a sistemas internos)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pspd (Probabilidade em função do nível de proteção 10^-2 10^-2
para qual os DPS foram projetados)
Cld (Fator dependendo das condições de blindagem, 1 3x10^-1
aterramento e isolamento)
Pc.E = Pspd.E x Cld.E, Pc.T = Pspd.T x Cld.T 10^-2 6x10^-3
Pc = 1 – [(1 – Pc.E) x (1 – Pc.T)] 2,294x10^-2

Lc (valores de perda na zona considerada)


Lo (Número relativo médio típico de vítimas por falha de sistemas internos 10^-1
devido a um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
tz (Tempo, durante o qual as pessoas estão presentes na zona considerada) 8760
Lc = Lo x (nz/nt) x (tz/8760) 10^-1

Rc = Nd x Pc x Lc
Rc = 1,355949318x10^-3/ano

Componente Rm (risco de falha dos sistemas internos causados por descargas perto da
estrutura)
Componente relativo a falhas de sistemas internos, causados por pulsos eletromagnéticos devido às
descargas atmosféricas. Perdas de serviço ao público podem ocorrer em todos os casos junto com a
perda da vida humana, nos casos de estruturas com risco de explosão, e hospitais ou outras estruturas
onde falhas de sistemas internos possam imediatamente colocar em perigo a vida humana.

Nm (número de eventos perigosos para a estrutura)


Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano
Am (Área de exposição equivalente de descargas perto da estrutura) 3141592,65m²
Nm = Ng x Am x 10^-6 41,1549

Pm (probabilidade de uma descarga perto da estrutura causar falha de sistemas internos)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pspd (Probabilidade em função do nível de proteção 10^-2 10^-2
para qual os DPS foram projetados)

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Ks1 (Fator relevante à efetividade da blindagem por 1 1
malha de uma estrutura)
Ks2 (Fator relevante à efetividade da blindagem por 1 1
malha dos campos internos de uma estrutura)
Ks3 (Fator relevante às características do cabeamento 1 1
interno)
Uw (Tensão suportável nominal de impulso do sistema 1 1
a ser protegido) (kV)
Ks4 (Fator relevante à tensão suportável de impulso de 1 1
um sistema)
Pms = (Ks1 x Ks2 x Ks3 x Ks4)² 1 1
Pm.E = Pspd.E x Pms.E, Pm.T = Pspd.T x Pms.T 10^-2 10^-2
Pm = 1 – [(1 – Pm.E) x (1 – Pm.T)] 3,96x10^-1

Lm (valores de perda na zona considerada)


Lo (Número relativo médio típico de vítimas por falha de sistemas internos 10^-1
devido a um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
tz (Tempo, durante o qual as pessoas estão presentes na zona considerada) 8760
Lm = Lo x (nz/nt) x (tz/8760) 10^-1

Rm = Nm x Pm x Lm
Rm = 1,6297/ano

Componente Ru (risco de ferimentos a seres vivos causados por descargas na linha conectada)
Componente relativo a ferimentos aos seres vivos, causados por choque elétrico devido às tensões de
toque e passo dentro da estrutura.

AL (área de exposição equivalente de descargas para a terra que atingem a linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
LL (Comprimento da seção de linha) 1000m 1000m
AL = 40 x LL 40000m² 40000m²
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano

NL (Número médio anual de eventos perigosos devido a descargas na linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Ci (Fator de instalação da linha) 5x10^-1 5x10^-1
Ct (Fator do tipo de linha) 1 1
Ce (Fator ambiental) 1 1
NL = Ng x AL x Ci x Ce x Ct x 10^6) 2,62x10^-1/ano 2,62x10^-1/ano

Ndj (número de eventos perigosos para uma estrutura adjacente)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Adj (Área de exposição equivalente da estrutura 0 0
adjacente)
Cdj (Fator de localização da estrutura adjacente) 1 1
Ndj = Ng x Adj x Cdj x Ct x 10^-6 0/ano 0/ano

Pu (probabilidade de uma descarga em uma linha causar ferimentos a seres vivos por choque elétrico)

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Ptu (Probabilidade de uma estrutura em uma linha que adentre a estrutura causar 1
choques a seres vivos devidos a tensões de toque perigosas)
Peb (Probabilidade em função do NP para qual os DPS foram projetados) 10^-2
Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pld (Probabilidade dependendo da resistência Rs da 1 1
blindagem do cabo e da tensão suportável de impulso
Uw do equipamento)
Cld (Fator dependendo das condições de blindagem, 1 1
aterramento e isolamento)
Pu = Ptu x Peb x Pld x Cld 10^-2 10^-2

Lu (valores de perda na zona considerada)


rt (Fator de redução em função do tipo da superfície do solo ou do piso) 10^-2
Lt (Número relativo médio típico de vítimas feridas por choque elétrico devido a 10^-2
um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
tz (Tempo, durante o qual as pessoas estão presentes na zona considerada) 8760
Lu = rt × Lt × (nz / nt) × (tz / 8760) 10^-4

Ru = Ru.E + Ru.T
Ru = [(NL.E + Ndj.E) x Pu.E x Lu] + [(NL.T + Ndj.T) x Pu.T x Lu]
Ru = 5,24x10^-7/ano

Componente Rv (risco de danos físicos na estrutura causados por descargas na linha


conectada)
Componente relativo a danos físicos (incêndio ou explosão iniciados por centelhamentos perigosos
entre instalações externas e partes metálicas, geralmente no ponto de entrada da linha na estrutura),
devido à corrente da descarga atmosférica transmitida, ou ao longo das linhas.

AL (área de exposição equivalente de descargas para a terra que atingem a linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
LL (Comprimento da seção de linha) 1000m 1000m
AL = 40 x LL 40000m² 40000m²
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano

NL (Número médio anual de eventos perigosos devido a descargas na linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Ci (Fator de instalação da linha) 5x10^-1 5x10^-1
Ct (Fator do tipo de linha) 1 1
Ce (Fator ambiental) 1 1
NL = Ng x AL x Ci x Ce x Ct x 10^6) 2,62x10^-1/ano 2,62x10^-1/ano

Ndj (número de eventos perigosos para uma estrutura adjacente)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Adj (Área de exposição equivalente da estrutura 0 0
adjacente)
Cdj (Fator de localização da estrutura adjacente) 1 1
Ndj = Ng x Adj x Cdj x Ct x 10^-6 0/ano 0/ano

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CONTROLES ELÉTRICOS
Pv (probabilidade de uma descarga em uma linha causar danos físicos)
Peb (Probabilidade em função do NP para qual os DPS foram projetados) 10^-2
Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pld (Probabilidade dependendo da resistência Rs da 1 1
blindagem do cabo e da tensão suportável de impulso
Uw do equipamento)
Cld (Fator dependendo das condições de blindagem, 1 1
aterramento e isolamento)
Pv = Peb x Pld x Cld 10^-2 10^-2

Lv (valores de perda na zona considerada)


rp (Fator de redução em função das providências tomadas para reduzir as 1
consequências de um incêndio)
rf (Fator de redução em função do risco de incêndio ou explosão na estrutura) 10^-2
hz (Fator aumentando a quantidade relativa de perda na presença de um perigo 1
especial)
Lf (Número relativo médio típico de vítimas feridas por danos físicos devido a um 10^-1
evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
tz (Tempo, durante o qual as pessoas estão presentes na zona considerada) 8760
Lv = rp x rf x hz x Lf x (nz/nt) x (tz/8760) 10^-3

Rv = Rv.E + Rv.T
Rv = [(NL.E + Ndj.E) x Pv.E x Lv] + [(NL.T + Ndj.T) x Pv.T x Lv]
Rv = 5,24x10^-6/ano

Componente Rw (risco de falha dos sistemas internos causados por descargas na linha
conectada)
Componente relativo a falhas de sistemas internos, causados por sobretensões induzidas nas linhas
que entram na estrutura e transmitidas a esta. Perda de serviço ao público pode ocorrer em todos os
casos, junto com a perda de vida humana, nos casos de estruturas com risco de explosão, e hospitais
ou outras estruturas onde falhas de sistemas internos possam imediatamente colocar em perigo a vida
humana.

AL (área de exposição equivalente de descargas para a terra que atingem a linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
LL (Comprimento da seção de linha) 1000m 1000m
AL = 40 x LL 40000m² 40000m²
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano

NL (Número médio anual de eventos perigosos devido a descargas na linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Ci (Fator de instalação da linha) 5x10^-1 5x10^-1
Ct (Fator do tipo de linha) 1 1
Ce (Fator ambiental) 1 1
NL = Ng x AL x Ci x Ce x Ct x 10^6) 2,62x10^-1/ano 2,62x10^-1/ano

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Ndj (número de eventos perigosos para uma estrutura adjacente)
Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Adj (Área de exposição equivalente da estrutura 0 0
adjacente)
Cdj (Fator de localização da estrutura adjacente) 1 1
Ndj = Ng x Adj x Cdj x Ct x 10^-6 0/ano 0/ano

Pw (probabilidade de uma descarga em uma linha causar falha a sistemas internos)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pspd (Probabilidade em função do nível de proteção 10^-2 10^-2
para qual os DPS foram projetados)
Pld (Probabilidade dependendo da resistência Rs da 1 1
blindagem do cabo e da tensão suportável de impulso
Uw do equipamento)
Cld (Fator dependendo das condições de blindagem, 1 1
aterramento e isolamento)
Pw = Pspd x Pld x Cld 10^-2 10^-2

Lw (valores de perda na zona considerada)


Lo (Número relativo médio típico de vítimas por falha de sistemas internos 10^-1
devido a um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
tz (Tempo, durante o qual as pessoas estão presentes na zona considerada) 8760
Lw = Lo x (nz/nt) x (tz/8760) 10^-1

Rw = Rw.E + Rw.T
Rw = [(NL.E + Ndj.E) x Pw.E x Lw] + [(NL.T + Ndj.T) x Pw.T x Lw]
Rw = 5,24x10^-4/ano

Componente Rz (risco de falha dos sistemas internos causados por descargas perto da linha)
Componente relativo a falhas de sistemas internos, causados por sobretensões induzidas nas linhas
que entram na estrutura e transmitidas a esta. Perda de serviço ao público pode ocorrer em todos os
casos, junto com a perda da vida humana, nos casos de estruturas com risco de explosão, e hospitais
ou outras estruturas onde falhas de sistemas internos possam imediatamente colocar em perigo a vida
humana.

Ai (área de exposição equivalente de descargas perto da linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
LL (Comprimento da seção de linha) 1000m 1000m
Ai = 4000 x LL 4000000m² 4000000m²
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano

Ni (Número médio anual de eventos perigosos devido a descargas perto da linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Ci (Fator de instalação da linha) 5x10^-1 5x10^-1
Ct (Fator do tipo de linha) 1 1
Ce (Fator ambiental) 1 1
Ni = Ng x Ai x Ci x Ce x Ct x 10^-6) 26,2/ano 26,2/ano

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Rua Benedita Rodrigues Domingos, 310 – Bairro: Lagoinha – CEP: 14095 - 050
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CONTROLES ELÉTRICOS

Pz (probabilidade de uma descarga perto da linha conectada à estrutura causar falha de sistemas
internos)
Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pspd (Probabilidade em função do nível de proteção 10^-2 10^-2
para qual os DPS foram projetados)
Pli (Probabilidade de falha de sistemas internos devido a 1 1
uma descarga perto da linha conectada dependendo das
características da linha e dos equipamentos)
Cli (Fator que depende da blindagem, do aterramento e 1 1
das condições da isolação da linha)
Pz = Pspd x Pli x Cli 10^-2 10^-2

Lz (valores de perda na zona considerada)


Lo (Número relativo médio típico de vítimas por falha de sistemas internos 10^-1
devido a um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
tz (Tempo, durante o qual as pessoas estão presentes na zona considerada) 8760
Lz = Lo x (nz/nt) x (tz/8760) 10^-1

Rz = Rz.E + Rz.T
Rz = (Ni.E x Pz.E x Lz) + (Ni.T x Pz.T x Lz]
Rz = 5,24x10^-2/ano

Resultado de R1
O risco R1 é um valor relativo a uma provável perda anual média, calculado a partir da soma dos
componentes de risco citados.

R1 = Ra + Rb + Rc + Rm + Ru + Rv + Rw + Rz
R1 =1,68399223 /ano

Risco de perdas de serviço ao público (R2)

Os resultados para risco de perda de serviço ao público levam em consideração os componentes de


risco de descargas na estrutura e próximo desta, e descargas em uma linha conectada à estrutura e
próximo desta.

Componente Rb (risco de danos físicos na estrutura causados por descargas na estrutura)


Componente relativo a danos físicos, causados por centelhamentos perigosos dentro da estrutura
iniciando incêndio ou explosão, os quais podem também colocar em perigo o meio ambiente.

Nd (número de eventos perigosos para a estrutura)


Cd (Fator de localização) 1
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano
Nd = Ng x Ad x Cd x 10^-6 5,92629983x10^-1

Pb (Probabilidade de uma descarga na estrutura causar danos físicos)


Pb (Probabilidade de uma descarga na estrutura causar danos físicos) 10^-2

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CONTROLES ELÉTRICOS

Lb (valores de perda na zona considerada)


rp (Fator de redução em função das providências tomadas para reduzir as 1
consequências de um incêndio)
rf (Fator de redução em função do risco de incêndio ou explosão na estrutura) 10^-2
Lf (Número relativo médio típico de vítimas feridas por danos físicos devido a 10^-1
um evento perigoso
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
Lb = rp x rf x Lf x (nz/nt) 10^-3

Rb = Nd x Pb x Lb
Rb =5,92629983x10^-7 /ano

Componente Rc (risco de falha dos sistemas internos causados por descargas na estrutura)
Componente relativo a falhas de sistemas internos, causados por pulsos eletromagnéticos devido às
descargas atmosféricas. Perda de serviço ao público pode ocorrer em todos os casos, junto com a
perda de vida humana, nos casos de estruturas com risco de explosão, e hospitais ou outras estruturas
onde falhas de sistemas internos possam imediatamente colocar em perigo a vida humana.

Nd (número de eventos perigosos para a estrutura)


Cd (Fator de localização) 1
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano
Nd = Ng x Ad x Cd x 10^-6 5,92629983x10^-1

Pc (probabilidade de uma descarga na estrutura causar falha a sistemas internos)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pspd (Probabilidade em função do nível de proteção 10^-2 10^-2
para qual os DPS foram projetados)
Cld (Fator dependendo das condições de blindagem, 1 1
aterramento e isolamento)
Pc.E = Pspd.E x Cld.E, Pc.T = Pspd.T x Cld.T 10^-2 10^-2
Pc = 1 – [(1 – Pc.E) x (1 – Pc.T)] 1,99x10^-2

Lc (valores de perda na zona considerada)


Lo (Número relativo médio típico de vítimas por falha de sistemas internos 10^-1
devido a um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
Lc = Lo x (nz/nt) 10^-1

Rc = Nd x Pc x Lc
Rc = 1,17933367^-3/ano

Componente Rm (risco de falha dos sistemas internos causados por descargas perto da
estrutura)
Componente relativo a falhas de sistemas internos, causados por pulsos eletromagnéticos devido às
descargas atmosféricas. Perdas de serviço ao público podem ocorrer em todos os casos junto com a

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CONTROLES ELÉTRICOS
perda da vida humana, nos casos de estruturas com risco de explosão, e hospitais ou outras estruturas
onde falhas de sistemas internos possam imediatamente colocar em perigo a vida humana.

Nm (Número médio anual de eventos perigosos devido a descargas perto da estrutura)


Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano
Am (Área de exposição equivalente de descargas perto da estrutura) 3141592,65m²
Nm = Ng x Am x 10^-6 41,1549

Pm (probabilidade de uma descarga perto da estrutura causar falha de sistemas internos)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pspd (Probabilidade em função do nível de proteção 10^-2 10^-2
para qual os DPS foram projetados)
Ks1 (Fator relevante à efetividade da blindagem por 1 1
malha de uma estrutura)
Ks2 (Fator relevante à efetividade da blindagem por 1 1
malha dos campos internos de uma estrutura)
Ks3 (Fator relevante às características do cabeamento 1 1
interno)
Uw (Tensão suportável nominal de impulso do sistema 1 1
a ser protegido) (kV)
Ks4 (Fator relevante à tensão suportável de impulso de 1 1
um sistema)
Pms = (Ks1 x Ks2 x Ks3 x Ks4)² 1 1
Pm.E = Pspd.E x Pms.E, Pm.T = Pspd.T x Pms.T 10^-2 10^-2
Pm = 1 – [(1 – Pm.E) x (1 – Pm.T)] 3,96x10^-1

Lm (valores de perda na zona considerada)


Lo (Número relativo médio típico de vítimas por falha de sistemas internos 10^-1
devido a um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
Lc = Lo x (nz/nt) 10^-1

Rm = Nm x Pm x Lm
Rm = 1,62973404/ano

Componente Rv (risco de danos físicos na estrutura causados por descargas na linha


conectada)
Componente relativo a danos físicos (incêndio ou explosão iniciados por centelhamentos perigosos
entre instalações externas e partes metálicas, geralmente no ponto de entrada da linha na estrutura),
devido à corrente da descarga atmosférica transmitida, ou ao longo das linhas.

AL (área de exposição equivalente de descargas para a terra que atingem a linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
LL (Comprimento da seção de linha) 1000m 1000m
AL = 40 x LL 40000m² 40000m²
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano

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CONTROLES ELÉTRICOS
NL (Número médio anual de eventos perigosos devido a descargas na linha)
Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Ci (Fator de instalação da linha) 5x10^-1 5x10^-1
Ct (Fator do tipo de linha) 1 1
Ce (Fator ambiental) 1 1
NL = Ng x AL x Ci x Ce x Ct x 10^6) 2,62x10^-1/ano 2,62x10^-1/ano

Ndj (número de eventos perigosos para uma estrutura adjacente)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Adj (Área de exposição equivalente da estrutura 0 0
adjacente)
Cdj (Fator de localização da estrutura adjacente) 1 1
Ndj = Ng x Adj x Cdj x Ct x 10^-6 0/ano 0/ano

Pv (probabilidade de uma descarga em uma linha causar danos físicos)


Peb (Probabilidade em função do NP para qual os DPS foram projetados) 10^-2
Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pld (Probabilidade dependendo da resistência Rs da 1 1
blindagem do cabo e da tensão suportável de impulso
Uw do equipamento)
Cld (Fator dependendo das condições de blindagem, 1 1
aterramento e isolamento)
Pv = Peb x Pld x Cld 10^-2 10^-2

Lv (valores de perda na zona considerada)


rp (Fator de redução em função das providências tomadas para reduzir as 1
consequências de um incêndio)
rf (Fator de redução em função do risco de incêndio ou explosão na estrutura) 10^-2
Lf (Número relativo médio típico de vítimas feridas por danos físicos devido a 10^-1
um evento perigoso
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
Lv = rp x rf x Lf x (nz/nt) 10^-3

Rv = Rv.E + Rv.T
Rv = [(NL.E + Ndj.E) x Pv.E x Lv] + [(NL.T + Ndj.T) x Pv.T x Lv]
Rv =5,24x10^-6 /ano

Componente Rw (risco de falha dos sistemas internos causados por descargas na linha
conectada)
Componente relativo a falhas de sistemas internos, causados por sobretensões induzidas nas linhas
que entram na estrutura e transmitidas a esta. Perda de serviço ao público pode ocorrer em todos os
casos, junto com a perda de vida humana, nos casos de estruturas com risco de explosão, e hospitais
ou outras estruturas onde falhas de sistemas internos possam imediatamente colocar em perigo a vida
humana.

AL (área de exposição equivalente de descargas para a terra que atingem a linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
LL (Comprimento da seção de linha) 1000m 1000m

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CONTROLES ELÉTRICOS
AL = 40 x LL 40000m² 40000m²
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano

NL (Número médio anual de eventos perigosos devido a descargas na linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Ci (Fator de instalação da linha) 5x10^-1 5x10^-1
Ct (Fator do tipo de linha) 1 1
Ce (Fator ambiental) 1 1
NL = Ng x AL x Ci x Ce x Ct x 10^6) 2,62x10^-1/ano 2,62x10^-1/ano

Ndj (número de eventos perigosos para uma estrutura adjacente)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Adj (Área de exposição equivalente da estrutura 0 0
adjacente)
Cdj (Fator de localização da estrutura adjacente) 1 1
Ndj = Ng x Adj x Cdj x Ct x 10^-6 0/ano 0/ano

Pw (probabilidade de uma descarga em uma linha causar falha a sistemas internos)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pspd (Probabilidade em função do nível de proteção 10^-2 10^-2
para qual os DPS foram projetados)
Pld (Probabilidade dependendo da resistência Rs da 1 1
blindagem do cabo e da tensão suportável de impulso
Uw do equipamento)
Cld (Fator dependendo das condições de blindagem, 1 1
aterramento e isolamento)
Pw = Pspd x Pld x Cld 10^-2 10^-2

Lw (valores de perda na zona considerada)


Lo (Número relativo médio típico de vítimas por falha de sistemas internos 10^-1
devido a um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
Lc = Lo x (nz/nt) 10^-1

Rw = Rw.E + Rw.T
Rw = [(NL.E + Ndj.E) x Pw.E x Lw] + [(NL.T + Ndj.T) x Pw.T x Lw]
Rw = 5,24x10^-6/ano

Componente Rz (risco de falha dos sistemas internos causados por descargas perto da linha)
Componente relativo a falhas de sistemas internos, causados por sobretensões induzidas nas linhas
que entram na estrutura e transmitidas a esta. Perda de serviço ao público pode ocorrer em todos os
casos, junto com a perda da vida humana, nos casos de estruturas com risco de explosão, e hospitais
ou outras estruturas onde falhas de sistemas internos possam imediatamente colocar em perigo a vida
humana.

Ai (área de exposição equivalente de descargas perto da linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
LL (Comprimento da seção de linha) 1000m 1000m

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CONTROLES ELÉTRICOS
Ai = 4000 x LL 4000000m² 4000000m²
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano

Ni (Número médio anual de eventos perigosos devido a descargas perto da linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Ci (Fator de instalação da linha) 5x10^-1 5x10^-1
Ct (Fator do tipo de linha) 1 1
Ce (Fator ambiental) 1 1
Ni = Ng x Ai x Ci x Ce x Ct x 10^-6) 26,2/ano 26,2/ano

Pz (probabilidade de uma descarga perto da linha conectada à estrutura causar falha de sistemas
internos)
Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Pspd (Probabilidade em função do nível de proteção 10^-2 10^-2
para qual os DPS foram projetados)
Pli (Probabilidade de falha de sistemas internos devido a 1 1
uma descarga perto da linha conectada dependendo das
características da linha e dos equipamentos)
Cli (Fator que depende da blindagem, do aterramento e 1 1
das condições da isolação da linha)
Pz = Pspd x Pli x Cli 10^-2 10^-2

Lz (valores de perda na zona considerada)


Lo (Número relativo médio típico de vítimas por falha de sistemas internos 10^-1
devido a um evento perigoso)
nz (Número de pessoas na zona considerada) 50
nt (Número total de pessoas na estrutura) 50
tz (Tempo, durante o qual as pessoas estão presentes na zona considerada) 8760
Lz = Lo x (nz/nt) x (tz/8760) 10^-1

Rz = Rz.E + Rz.T
Rz = (Ni.E x Pz.E x Lz) + (Ni.T x Pz.T x Lz]
Rz =5,24x10^-2 /ano

Resultado de R2
O risco R2 é um valor relativo a uma provável perda anual média, calculado a partir da soma dos
componentes de risco citados.

R2 = Rb + Rc + Rm + Rv + Rw + Rz
R2 = 1,68332445/ano

Risco de perdas de patrimônio cultural (R3)

Os resultados para risco de perda de patrimônio cultural levam em consideração os componentes de


risco de descargas na estrutura e em uma linha conectada à estrutura.

Componente Rb (risco de danos físicos na estrutura causado por descargas na estrutura)


Componente relativo a danos físicos, causados por centelhamentos perigosos dentro da estrutura
iniciando incêndio ou explosão, os quais podem também colocar em perigo o meio ambiente.

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CONTROLES ELÉTRICOS
Nd (número de eventos perigosos para a estrutura)
Cd (Fator de localização) 1
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano
Nd = Ng x Ad x Cd x 10^-6 5,92629983x10^-1

Pb (Probabilidade de uma descarga na estrutura causar danos físicos)


Pb (Probabilidade de uma descarga na estrutura causar danos físicos) 10^-2

Lb (valores de perda na zona considerada)


rp (Fator de redução em função das providências tomadas para reduzir as 1
consequências de um incêndio)
rf (Fator de redução em função do risco de incêndio ou explosão na estrutura) 1
Lf (Número relativo médio típico de vítimas feridas por danos físicos devido a 10^-1
um evento perigoso
cz (Valor do patrimônio cultural na zona considerada) (R$) 0,00
ct (Valor total da edificação e conteúdo da estrutura) (R$) 1.000.000,00
Lb = rp x rf x Lf x (cz/ct) 0

Rb = Nd x Pb x Lb
Rb = 0/ano

Componente Rv (risco de danos físicos na estrutura causado por descargas na linha conectada)
Componente relativo a danos físicos (incêndio ou explosão iniciados por centelhamentos perigosos
entre instalações externas e partes metálicas, geralmente no ponto de entrada da linha na estrutura),
devido à corrente da descarga atmosférica transmitida, ou ao longo das linhas.

AL (área de exposição equivalente de descargas para a terra que atingem a linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
LL (Comprimento da seção de linha) 1000m 1000m
AL = 40 x LL 40000m² 40000m²
Ng (Densidade de descargas atmosféricas para a terra) 13,1/km² x ano

NL (Número médio anual de eventos perigosos devido a descargas na linha)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Ci (Fator de instalação da linha) 5x10^-1 5x10^-1
Ct (Fator do tipo de linha) 1 1
Ce (Fator ambiental) 1 1
NL = Ng x AL x Ci x Ce x Ct x 10^6) 2,62x10^-1/ano 2,62x10^-1/ano

Ndj (número de eventos perigosos para uma estrutura adjacente)


Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)
Adj (Área de exposição equivalente da estrutura 0 0
adjacente)
Cdj (Fator de localização da estrutura adjacente) 1 1
Ndj = Ng x Adj x Cdj x Ct x 10^-6 0/ano 0/ano

Pv (probabilidade de uma descarga em uma linha causar danos físicos)


Peb (Probabilidade em função do NP para qual os DPS foram projetados) 10^-2
Linhas de energia (E) Linhas de telecom. (T)

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CONTROLES ELÉTRICOS
Pld (Probabilidade dependendo da resistência Rs da 1 1
blindagem do cabo e da tensão suportável de impulso
Uw do equipamento)
Cld (Fator dependendo das condições de blindagem, 1 1
aterramento e isolamento)
Pv = Peb x Pld x Cld 10^-2 10^-2

Lv (valores de perda na zona considerada)


rp (Fator de redução em função das providências tomadas para reduzir as 1
consequências de um incêndio)
rf (Fator de redução em função do risco de incêndio ou explosão na estrutura) 1
Lf (Número relativo médio típico de vítimas feridas por danos físicos devido a 10^-1
um evento perigoso
cz (Valor do patrimônio cultural na zona considerada) (R$) 0,00
ct (Valor total da edificação e conteúdo da estrutura) (R$) 1.000.000,00
Lv = rp x rf x Lf x (cz/ct) 0

Rv = Rv.E + Rv.T
Rv = [(NL.E + Ndj.E) x Pv.E x Lv] + [(NL.T + Ndj.T) x Pv.T x Lv]
Rv = 0/ano

Resultado de R3
O risco R3 é um valor relativo a uma provável perda anual média, calculado a partir da soma dos
componentes de risco citados.

R3 = Rb + Rv
R3 = 0/ano

Avaliação final do risco


O risco é um valor relativo a uma provável perda anual média. Para cada tipo de perda que pode
ocorrer na estrutura, o risco resultante deve ser avaliado. Foram avaliados os seguintes riscos:

R1: risco de perda de vida humana (incluindo ferimentos permanentes)


R1 = 1,68399223 /ano
Status: A instalação de um sistema de SPDA é necessária, segundo a norma NBR5419/2015,
pois RT> 10^-5

R2: risco de perdas de serviço ao público


R2 = 1,68332445/ano
Status: A instalação de um sistema de SPDA é necessária, segundo a norma NBR5419/2015,
pois RT > 10^-3

R3: risco de perdas de patrimônio cultural


R3 = 0/ano
Status: A instalação de um sistema de SPDA não é necessária, segundo a NBR5419/2015,
pois RT <= 10^-4

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CONTROLES ELÉTRICOS
Necessidade da proteção contra descargas atmosféricas
A necessidade de um objeto ser protegido contra descargas atmosféricas deve ser avaliada de modo
a reduzir as perdas de valor social L1, L2 e L3.
Para se avaliar quando uma proteção contra descargas atmosféricas é necessária ou não, deve
ser feita uma avaliação do risco de acordo com os procedimentos contidos na ABNT NBR 5419-2.
Os seguintes riscos devem ser levados em conta, em correspondência aos tipos de perdas
relacionadas
em 5.2:
a) R1: risco de perdas ou danos permanentes em vidas humanas;
b) R2: risco de perdas de serviços ao público;
c) R3: risco de perdas do patrimônio cultural.

NOTA Recomenda-se que o risco de perdas de valor econômico (risco R4) seja avaliado sempre que
a vantagem econômica da proteção contra descargas atmosféricas fo r considerada (ver 6.2).
A proteção contra descargas atmosféricas é necessária se o risco R (R1 a R3) for maior que o risco
tolerado RT: R>RT – ABNT NBR5419-1:2015(6.1)

MEDIDAS DE PROTEÇÃO
Medidas de proteção são direcionadas para reduzir o risco de acordo com o tipo de dano.

Medidas de proteção devem ser consideradas efetivas somente se elas estiverem conforme os
requisitos das seguintes normas:

a) ABNT NBR 5419-3 para proteção contra ferimentos de seres vivos e danos físicos à estrutura;

b) ABNT NBR 5419-4 para proteção contra falhas de sistemas eletroeletrônicos.

Estes componentes de risco dominantes podem ser reduzidos:


- instalando um SPDA de acordo com a ABNT NBR 5419-3;
- instalando uma proteção com DPS coordenados de acordo com a ABNT NBR 5419-4 para os
sistemas de energia interno e sistemas de sinais.

4 – DA COMPOSIÇÃO DO PROJETO:

O projeto é composto pelos seguintes documentos:

4.1 - Memorial Descritivo;


4.2 – Pranchas;
4.2.1 – Prancha E1: desenho 20.74.4000.01.A1.R1 – Malha de aterramento torre estaiada, 75mts –
vista em planta;
4.2.2 – Prancha E1: desenho 20.74.4000.02.A1.R1 – Subsistema de aterramento-Volume protegido;
4.2.3 – Prancha E2: desenho 20.74.4000.03.A2.R1 – Proteção de sistemas elétricos e eletrônicos
internos na estrutura;
4.3 – Lista de material;
4.3.1 – LM 20.74.4000.01.R1 – Lista de material SPDA Torre 75mts-aterramento;
4.3.2 – LM 20.74.4000.02.R1 – Lista de material SPDA Torre 75mts-DPS;

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CONTROLES ELÉTRICOS
4.4 – ART do projeto do SPDA.

5 – NORMAS UTILIZADAS:

Para o desenvolvimento do projeto foram utilizadas as seguintes normas:

5.1 - NBR 5419: Proteção de estruturas Contra Descargas Atmosféricas, 2105;


5.2 - NBR 5410: Instalações Elétricas da Baixa Tensão, 2005;
5.3 - NBR 13571: Hastes de aterramento em aço cobreado e acessórios, 1996;
5.4 - NR – 10: Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, Portaria 598, de 07/12/2004
(D.O.U. de 08/12/2004 – Seção 1).

6 – DESCRIÇÃO DO PROJETO SPDA:

6.1 – Captores e descidas:


Será instalado no topo da torre um para raio tipo Franklin em mastro galvanizado de 3mts de altura.
A estrutura da torre será utilizada como condutor de descida por atender os requisitos na NBR5419-
2015.
Nota (NBR5419-2015):
5.1.3 Uso de componentes naturais
Componentes naturais feitos de materiais condutores, os quais devem permanecer dentro ou na
estrutura definitivamente e não podem ser modificados, por exemplo, armaduras de aço
interconectadas estruturando o concreto armado, vigamentos metálicos da estrutura etc., podem ser
utilizados como componente natural do SPDA, desde que cumpram os requisitos específicos desta
Norma. Outros componentes metálicos que não forem definitivos à estrutura devem ficar dentro do
volume de proteção ou incorporados complementarmente ao SPDA.
5.2 Subsistema de captação
5.2.1 Geral
A probabilidade de penetração da corrente da descarga atmosférica na estrutura é consideravelmente
limitada pela presença de subsistemas de captação apropriadamente instalados.
Para estar conforme esta Norma, todos os tipos de subsistemas de captação devem ser posicionados
de acordo com 5.2.2, 5.2.3 e Anexo A. Todos os tipos de elementos captores devem cumprir na
íntegra as exigências desta Norma.
O correto posicionamento dos elementos captores e do subsistema de captação é que determina o
volume de proteção.
Metodo utilizado na determinação da posição do subsistema de captação é o da esfera rolante, classe
IV, raio da esfera 60mts.
5.2.3 Captores para descargas laterais de estruturas altas
5.2.3.2 Estruturas acima de 60 m de altura
Em estruturas com altura superior a 60 m, descargas laterais podem ocorrer, especialmente em
pontas, cantos e em saliências significativas, como: varandas, marquises etc.
As regras para o posicionamento do subsistema de captação lateral nas partes superiores de uma
estrutura devem atender pelo menos aos requisitos para o nível de proteção IV com ênfase na
localização dos elementos da captação em cantos, quinas, bordas e saliências significativas.A
exigência de captação lateral de uma estrutura pode ser satisfeita pela presença de elementos
metálicos externos, como revestimento de metal ou fachadas metálicas desde que satisfaçam os
requisitos mínimos da Tabela 3. A exigência de captação lateral pode também incluir a utilização de

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condutores de descida externos localizados nas arestas verticais da estrutura quando não existem
condutores metálicos naturais e externos.
5.2.5 Componentes naturais
As seguintes partes de uma estrutura podem ser consideradas como captores naturais e partes de um
SPDA de acordo com 5.1.3:
a) chapas metálicas cobrindo a estrutura a ser protegida, desde que:
- a continuidade elétrica entre as diversas partes seja feita de forma duradoura (por exemplo, solda
forte, caldeamento, frisamento, costurado, aparafusado ou conectado com parafuso e porca);
NOTA 1 mm de asfalto, 0,5 mm de PVC ou camada de pintura para proteção contra corrosão ou com
função de acabamento não são considerados como isolante para co rrentes impulsivas.
5.3.5 Componentes naturais
As seguintes partes da estrutura podem ser consideradas como condutores naturais de descida:
a) as instalações metálicas, desde que:
- a continuidade elétrica entre as várias partes seja feita de forma durável de acordo com 5.5.2;
- suas dimensões sejam no mínimo iguais ao especificado na Tabela 6 para condutores de descida
normalizados.
5.5.2 Fixação
Elementos captores e condutores de descidas devem ser firmemente fixados de forma que as forças
eletrodinâmicas ou mecânicas acidentais (por exemplo, vibrações, expansão térmica etc.) não causem
afrouxamento ou quebra de condutores.
5.4 Subsistema de aterramento
5.4.1 Geral
Quando se tratar da dispersão da corrente da descarga atmosférica (comportamento em alta
frequência) para a terra, o método mais importante de minimizar qualquer sobretensão
potencialmente perigosa é estudar e aprimorar a geometria e as dimensões do subsistema de
aterramento. Deve-se obter a menor resistência de aterramento possível, compatível com o arranjo do
eletrodo, a topologia e a resistividade do solo no local.
Sob o ponto de vista da proteção contra descargas atmosféricas, uma única infraestrutura de
aterramento integrada é preferível e adequada para todos os propósitos, ou seja, o eletrodo deve ser
comum e atender à proteção contra descargas atmosféricas, sistemas de energia elétrica e sinal
(telecomunicações, TV a cabo, dados etc.).
A.2 Posicionamento do subsistema de captação utilizando o método da esfera rolante
O adequado posicionamento do subsistema de captação na aplicação deste método ocorre se nenhum
ponto da estrutura a ser protegida entrar em contato com uma esfera fictícia rolando ao redor e no
topoda estrutura em todas as direções possíveis. O raio, r, dessa esfera depende da classe do SPDA
(classe IV, raio 60mts).
Sendo assim, a esfera somente poderá tocar o próprio subsistema de captação.
Além disso, estatísticas mostram que a probabilidade das descargas atmosféricas ocorrerem na lateral
das estruturas aumenta consideravelmente em função da altura do ponto de impacto, nas estruturas de
altura elevada, quando medidas a partir do solo.
Por esta razão, a instalação de captação na lateral da parte superior das estruturas altas, acima de 60
m de altura, (tipicamente a 20 % do topo da altura da estrutura) deve ser considerada. Neste caso, o
método da esfera rolante é aplicado somente para o posicionamento do subsistema de captação na
parte superior da estrutura.

A estrutura metálica da torre será utilizada como condutor natural de descida, por atender aos
requisitos mínimos determinados pela NBR5419-2015.
Não aterrar os cabos de estaio da torre.

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6.2 – Aterramento:

A malha de aterramento será executa com cabo de cobre nu, bitola de 50mm², conexões mecânicas
de pressão.

6.3 – Conexões

Em qualquer sistema de aterramento, a emenda de condutores deve ser evitada o máximo possível.
Porém, dadas as configurações geométricas exigidas e projetadas para um eficiente sistema de
proteção, torna-se impossível construir uma malha sem a necessidade de se utilizar conexões, seja
entre os condutores ou entre condutor e haste de aterramento.
Desta forma, para garantia de um sistema eficiente, é necessário à utilização de um sistema de
conexão que atenda aos requisitos acima e garanta a eficiência do sistema.
As conexões mecânicas podem ser de pressão ou compressão. As conexões de pressão são aquelas
executadas manualmente com conectores de aperto tipo conector split bolt, pressionados por uma
porca ou parafuso. Será utilizado conectores de pressão, conforme projeto.

7. – MANUTENÇÃO, INSPEÇÃO E DOCUMENTAÇÃO DE UM SPDA

7.1 – Geral

A eficácia de qualquer SPDA depende da sua instalação, manutenção e métodos de ensaio utilizados.
Inspeções, ensaios e manutenção não podem ser realizados durante a ameaça de tempestades.

7.2 Aplicação das inspeções

O objetivo das inspeções é assegurar que:


a) o SPDA esteja de acordo com projeto baseado na ABNT NBR5419-2015;
b) todos os componentes do SPDA estão em boas condições e são capazes de cumprir suas funções;
que não apresentem corrosão, e atendam às suas respectivas normas;
c) qualquer nova construção ou reforma que altere as condições iniciais previstas em projeto além de
novas tubulações metálicas, linhas de energia e sinal que adentrem a estrutura e que estejam
incorporados ao SPDA externo e interno se enquadrem na ABNT NBR5419-2015.

7.3 Ordem das inspeções

7.3.1 - Inspeções devem ser feitas de acordo com 8.2, como a seguir:
a) durante a construção da estrutura;
b) após a instalação do SPDA, no momento da emissão do documento “as built”;
c) após alterações ou reparos, ou quando houver suspeita de que a estrutura foi atingida por uma
descarga atmosférica;
d) inspeção visual semestral apontando eventuais pontos deteriorados no sistema;
e) periodicamente, realizada por profissional habilitado e capacitado a exercer esta atividade, com
emissão de documentação pertinente, em intervalos determinados, assim relacionados:
- um ano, para estruturas contendo munição ou explosivos, ou em locais expostos à corrosão
atmosférica severa (regiões litorâneas, ambientes industriais com atmosfera agressiva etc.), ou ainda
estruturas pertencentes a fornecedores de serviços considerados essenciais (energia, água, sinais etc.);

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- três anos, para as demais estruturas.
7.3.2 Durante as inspeções periódicas, é particularmente importante checar os seguintes itens:
a) deterioração e corrosão dos captores, condutores de descida e conexões;
b) condição das equipotencializações;
c) corrosão dos eletrodos de aterramento;
d) verificação da integridade física dos condutores do eletrodo de aterramento para os subsistemas
de aterramento não naturais.
Por analogia, parte do procedimento do ensaio para medição de continuidade elétrica das armaduras
pode ser aplicada aos condutores do subsistema de aterramento do SPDA a fim de comprovar a
continuidade elétrica dos trechos sob ensaio, o que fornece parâmetros para determinação da
integridade física do eletrodo de aterramento e suas conexões. Neste caso, os valores de validação
devem ser compatíveis com parâmetros relacionados ao tipo de material usado (resistividade do
condutor relacionada ao comprimento do trecho ensaiado).
NOTA Na medição de continuidade elétrica, é desejável a utilização de equipamentos que tenham
sua construção baseada em esquemas a quatro fios (dois para injeção de corrente e dois para medir
a diferença de potencial), tipo ponte, por exemplo, micro-ohmímetros.
Não podem ser utilizados multímetros na função de ohmímetro.

8. – PROTEÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS INTERNOS NA


ESTRUTURA

As descargas atmosféricas como fontes de danos são fenômenos de altíssima energia. Descargas
atmosféricas liberam centenas de megajoules de energia. Quando comparadas com os milijoules que
podem ser suficientes para causar danos aos equipamentos eletrônicos sensíveis em sistemas
eletroeletrônicos existentes nas estruturas, fica claro que medidas adicionais de proteção são
necessárias para proteger alguns destes equipamentos.
Particularmente importantes são os sistemas eletrônicos usados no armazenamento e processamento
de dados, assim como no controle e segurança de processos para plantas de considerável
investimento, tamanho e complexidade (para as quais as consequências são muito indesejáveis por
razões de custo e segurança).
As descargas atmosféricas podem causar diferentes tipos de danos em uma estrutura, como definido
na ABNT NBR 5419-1.
- D1 danos aos seres vivos por choques elétricos;
- D2 danos físicos (fogo, explosão, destruição mecânica, vazamento químico) devido aos efeitos da
corrente das descargas atmosféricas, incluindo centelhamentos;
- D3 falhas de sistemas internos devido ao LEMP.
A ABNT NBR 5419-3 trata das medidas de proteção para reduzir os riscos de danos físicos e perigo
de vida, mas não cobre a proteção de sistemas elétricos e eletrônicos.
A ABNT NBR 5419-4 fornece as informações sobre as medidas de proteção para reduzir os riscos de
dano permanente de sistemas eletroeletrônicos existentes nas estruturas.
Danos permanentes nos sistemas eletroeletrônicos podem ser causados pelo impulso eletromagnético
da descarga atmosférica (LEMP) por meio de:
- surtos conduzidos ou induzidos transmitidos pelos cabos conectados aos sistemas;
- os efeitos dos campos eletromagnéticos irradiados diretamente para os próprios equipamentos.
Surtos na estrutura podem se originar de fontes externas ou internas à própria estrutura:
- surtos com origem externa à estrutura são criados por descargas atmosféricas que atingem as linhas
entrando na estrutura, ou o solo próximo a elas, e são transmitidos aos sistemas elétricos e eletrônicos
dentro da estrutura por meio destas linhas;

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- surtos com origem interna à estrutura são criados por descargas atmosféricas que atingem a própria
estrutura ou o solo próximo a ela.
Uma ligação equipotencial de baixa impedância é necessária para minimizar diferenças de potencial
perigosas entre todos os equipamentos dentro da ZPR. Ainda, tais ligações equipotenciais também
podem reduzir os efeitos do campo magnético.
Isto pode ser realizado por uma malha que interliga elementos condutores da estrutura, ou partes de
sistemas internos, e pela ligação de partes metálicas ou serviços condutores no limite de cada ZPR,
diretamente ou usando DPS adequados.
Partes condutoras (por exemplo, gabinetes, caixas, armários) e o condutor de proteção (PE) dos
sistemas internos devem ser conectados ao sistema de equipotencialização.

8.1 – Barras de equipotencialização

Barras de equipotencialização devem ser instaladas para redução de tensão entre:


a) todos os condutores de serviços que adentram uma ZPR (diretamente ou por meio de DPS
adequados);
b) o condutor de proteção PE;
c) componentes metálicos dos sistemas internos (por exemplo, gabinetes, invólucros, racks);
d) a blindagem magnética da ZPR na periferia e dentro da estrutura.
Para equipotencialização eficiente, as seguintes regras de instalação são importantes:
a) a base para todas as medidas de equipotencialização é uma baixa impedância da rede a ser
equipotencializada;
b) barras de equipotencialização devem ser conectadas ao sistema de aterramento por rota mais curta
e retilínea possível;
c) materiais e dimensões das barras e condutores de equipotencialização devem estar de acordo com
tabela 1;
d) DPS devem ser instalados de tal forma que utilizem as conexões mais curtas possíveis à barra de
equipotencialização e também aos condutores vivos, de forma a minimizar as quedas de tensão
indutivas;
e) no lado protegido do circuito (após o DPS), os efeitos de indução mútua devem ser minimizados,
por meio da diminuição da área do laço ou pela utilização de cabos blindados ou dutos blindados.

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Deverá ser realizada a instalação de DPS conforme ABNT NBR5410.

9. – INSPEÇÃO DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS (MPS)

9.1 – Princípios Gerais

A inspeção compreende a conferência da documentação técnica, inspeção visual e medições.


O objetivo da inspeção é verificar se:
a) as MPS estão de acordo com o projeto;
b) as MPS são capazes de atender às funções determinadas no projeto;
c) qualquer nova medida de proteção está adicionada corretamente às MPS.

9.1.1 - Inspeções devem ser feitas:


a) durante a instalação das MPS;
b) após a instalação das MPS;
c) periodicamente;
d) após qualquer alteração dos componentes relevantes das MPS;
e) possivelmente após uma descarga atmosférica direta na estrutura (por exemplo, quando indicado
por um contador de descargas atmosféricas, quando testemunhada visualmente, ou quando observada
a evidência de um dano na estrutura causado por uma descarga atmosférica).
9.1.2 - A frequência das inspeções periódicas deve ser determinada considerando:

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a) o ambiente local, como a existência de atmosfera ou solo corrosivo,
b) o tipo das medidas de proteção empregadas.

9.2 – Procedimentos das inspeções

9.2.1 - Após a instalação de novas MPS, a documentação técnica deve ser verificada para o
atendimento total às normas técnicas pertinentes. Consequentemente, a documentação técnica deve
ser atualizada constantemente, por exemplo, após qualquer alteração ou extensão das MPS.
9.2.2 - Devem ser feitas inspeções visuais para verificar se:
a) não existem maus contatos em condutores e conexões;
b) nenhuma parte do sistema foi comprometida devido à corrosão, principalmente ao nível do solo;
c) condutores de equipotencialização e blindagens dos cabos estão intactos e interligados;
d) não existem acréscimos ou alterações que necessitam medidas de proteção adicionais;
e) não existe indicação de danos nos DPS e seus fusíveis ou interruptores;
f) os roteamentos apropriados estão mantidos;
g) as distâncias de segurança para as blindagens espaciais estão mantidas.
9.2.3 - Uma medição da continuidade elétrica deve ser feita naquelas partes dos sistemas de
aterramento e equipotencialização que não são visíveis na inspeção.
NOTA Caso um DPS não tenha uma sinalização visual de estado, recomenda-se que sejam feitas,
quando necessário, medidas de acordo com as instruções do fabricante para confirmar seu estado.
9.2.4 - Um guia da inspeção deve ser preparado para facilitar o processo. O guia deve conter
informação suficiente para ajudar o inspetor na sua tarefa, para que todos os aspectos da instalação e
seus componentes, métodos e dados dos ensaios que forem registrados possam ser documentados.
9.2.5 - O inspetor deve preparar um relatório que deve ser anexado aos demais documentos técnicos,
incluindo relatórios anteriores. O relatório da inspeção deve conter informações sobre:
a) a situação geral das MPS;
b) qualquer alteração referente ao que consta na documentação técnica;
c) o resultado dos ensaios efetuados.
9.2.6 - Após a inspeção, todos os problemas observados devem ser corrigidos imediatamente. Se
necessário, a documentação técnica deve ser atualizada.

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