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Relatório de Aula Prática

Os sinais vitais são aqueles que evidenciam o funcionamento e as alterações da função corporal.
Dentre inúmeros sinais que são utilizados para prática diária para o auxílio do exame clínico,
destacam-se pela sua importância a realização da mensuração da frequência cardíaca,
mensuração da frequência respiratória e avaliação da pressão arterial.
Começando pela avaliação da frequência cardíaca iremos exemplificar de forma rápida três
etapas para fazer a mensuração, antes de receber o paciente e higienizar as mãos e a terceira
avaliação que o fisioterapeuta irá palpar o pulso radial do paciente, com os dedos indicadores e
médio, um toque suave no processo de palpação e sustentar por 1 minuto e logo em seguida
anotar o valor dos batimentos e comparar com os valores normais da frequência cardíaca 60 a
80 bpm.
Avaliando a frequência respiratória existem os mesmo três passos antes de dar início a avaliação
feito seguintes passos o fisioterapeuta irá posicionar as mãos na região abdominal e torácica do
paciente e acompanhar a mecânica ventilatória, em seguida mensurar o número de incursões
em 1 minuto e comparar com os valores normais da frequência respiratória 16 a 20 irpm. Para
fazer a mensuração correta é preciso de um auxílio de um material importante como um relógio
de pulso e acompanhar o tempo.
Avaliação da pressão arterial é preciso de dois instrumentos como o estetoscópio e o
esfigmomanômetro, seguindo os três passos que sucedem em todo procedimento de avaliação
e preciso saber posicionar de forma correta. É preciso acoplar a braçadeira e palpar o pulso
radial do paciente, inflar o esfigmomanômetro até o pulso radial desaparecer ou seja pico
máximo em seguida acoplar o estetoscópio no pulso braquial, e abrir a válvula do
esfigmomanômetro lentamente e por último atentar aos sons do primeiro batimento que é a
pressão sistólica e o último batimento a pressão diastólica. Anotar de forma correta os valores
e comparar com o valor normal 120x80 mmHg.
Alguns outros métodos para identificarmos a presença de edemas, cianose, hiperemia e
icterícia.
Dando continuidade à nossa aula prática no nosso segundo laboratório aprendemos sobre
goniometria dos membros superiores e inferiores, onde possamos compreender os movimentos
normais do corpo e suas devidas angulações e relacionando a importância da realização da
goniometria para prática da avaliação fisioterapêutica.
Fomos apresentados ao goniômetro que é uma régua totalmente diferente de uma régua comum
pois o que diferencia são: Eixo, braço fixo e braço móvel e cada uma desses nomes tem suas
especificidades. Eixo será o local de referência de cada movimento que será realizado, o braço
fixo irá ficar paralelo aos acidentes ósseos e o braço móvel acompanhara o movimento.
Mas para se ter uma excelente avaliação da amplitude de movimento de cada paciente é preciso
saber cada movimento que cada articulação faz e claro os pontos chaves para posicionarmos o
goniômetro.
Portanto tivemos dois laboratórios no quais foram bastante proveitosos pois aprendemos alguns
métodos eficaz para se obter uma excelente avaliação fisioterapêutica.