Você está na página 1de 9

Ficha de preparação para o teste de avaliação 4 PT4

Nome da Escola Ano letivo 20 - 20 Matemática A | 11.º ano

Nome do Aluno Turma N.º Data

Professor - - 20

1. Determine os zeros e estude o sinal de cada uma das funções cuja expressão

analítica se indica.

81x  x5 x 2 1
1.1. f  x  1.2. g  x   
x 2  10 x  9 x2 4 x 2
x2

x3  x 2  5 x  5 x3  8 x2  x
1.3. h  x  1.4. j  x  
1  x  2  x  x2 4  x2
2

2. Calcule os seguintes limites, começando por identificar, caso exista, o tipo de indeterminação.

2.1. lim  2 x 2  x  2.2. lim  2 x3  x 


x  x 

2  x  3x 2 4x 1
2

2.3. lim 2.4. lim


x  x  2 x2 x  2x  3

2.5. lim 
 3
x  3 x  1


  2 x 2  4 x  1 

2.6. lim
x 
 2x 1  x  2 

2  2x x
2.7. lim 2.8. lim
x 
x 3
2 x 1 1  x2

 x2  5x  6 x2 2
2.9. lim 2.10. lim
x 1 x 3  7 x  6 x 2 x2  2 x

3x  3 1  x2
2.11. lim 2.12. lim
x 1
x2 1 x 1
 x2  2 x  3

x2  2 x  3 x2
2.13. lim 2.14. lim
x  x x  2 x

Página 1
Ficha de preparação para o teste de avaliação 4

3. Determine, caso existam, as equações das assíntotas ao gráfico das funções definidas

por cada uma das expressões seguintes:


2x2  4 2x  6
3.1. f  x  3.2. g  x  3.3. h  x   2 x2  3
x2 x 1

4. Determine o valor de k de modo que a função f real de variável real definida por:
 4 x3  4 x
 se x  1
f  x   1 x
 x 3  2k se x  1

seja contínua em x  1 .

ax  b
5. O gráfico junto representa uma função racional f do tipo f  x   ,c  0.
cx  3
Sabe-se que as retas de equações x  1 e y  2 são as
assíntotas ao gráfico e que este interseta o eixo Ox no ponto
A  1, 0 .

4
5.1. Prove que f  x   2  .
x 1
5.2. Qual é o conjunto-solução da condição f  x   0 ?

5.3. Resolva a condição f   x   25 , sendo f  a derivada da


função f.
Apresente a resposta na forma de intervalo ou união de intervalos disjuntos de números
reais.

6. Um ponto P move-se numa reta de tal forma que, em cada instante t (em segundos) a distância
d (em cm) à origem O é dada pela expressão:
d t   t 2  at  40, a 

Sabe-se que a velocidade média do ponto P nos dois primeiros segundos é igual –11 cm/s.
Determine o valor de a.

7. Considere a função f, real de variável real, de domínio definida por:


2 3 3 2
f  x  x  x  2x  1
3 2
7.1. Determine os intervalos de monotonia e identifique os extremos relativos e absolutos da
função f.
7.2. Determine a equação reduzida da reta tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa x  1 .
Página 2
Proposta de resoluções

Ficha de preparação para o teste de avaliação 4


1.1. ■ Zeros de f :   x  1  x  4    x  2  x  2   x  1  x  4

81x  x 5 Portanto, os zeros de g são: –4 e 1.


f  x  0  0
x  10 x  9
2
■ Sinal de g:

 81x  x5  0  x 2  10 x  9  0 
x  –4 –2 1 2 
10   10   49
2

 x  81  x 4
0 x   N + 0 – – – 0 + + +
2
D + + + 0 – – – 0 +
10  8
  x  0  81  x 4  0   x   F + 0 – n.d. + 0 – n.d. +
2
x  3x  4
2
N: x 2  3 x  4 ; D: x 2  4 ; F:
 
 x  0  x   4 81  x  4 81   x  9  x  1  x2  4
Logo:
 x  0  x  3  x  3
g  x   0  x   ,  4  2 , 1  2 ,  
Portanto, os zeros de f são: –3, 0 e 3
■ Sinal de f : g  x   0  x  4 ,  2  1 , 2

81x  x5  x 81  x 4   x  9  x 2  9  x 2  g  x   0  x  4 , 1

x ∞ –3 0 1 3 9 +∞ 1.3. ■ Zeros de h
A – – – 0 + + + + + + + x3  x 2  5 x  5
h x  0  0
– – – –
1  x 
0 + + + + + 0 2
B
C + + + + + + + + + + +
 x3  x 2  5x  5  0  1  x   0
2
F + + + + + 0 – – – 0 +

+ 0 – 0 + n.d. – 0 + n.d. – (1)


A: x ; B: 9  x 2 ; C: 9  x 2 ; O polinómio x 3  x 2  5 x  5 se tiver raízes inteiras
81x  x5 são divisores do termo independente –5, pelo que
D: x2  10 x  9 : F:
x 2  10 x  9
esses divisores são –5, –1, 1 e 5.
f  x   0  x   ,  3  0 , 1  3 , 9
Para x  1 :  1   1  5  1  5  0 , logo –1 é
3 2

f  x   0  x  3 , 0  1 , 3  9 ,  
raiz deste polinómio.
f  x   0  x  3 , 0 , 3 Usando, agora, a regra de Ruffini:
1.2. ■ Zeros de g:
x 2 1 1 1 –5 –5
g  x  0    0
x  2 4  x2 x  2 –1 –1 0 5
x 2 1 1 0 –5 0
   0
x  2 x2  4 x  2


 x  2 x  2   x  2  0  Assim, x3  x 2  5 x  5   x  1  x 2  5 .
x2  4
Voltando a (1):
x2  2 x  2  x  2
 0
x3  x 2  5x  5  0  1  x   0 
2
x2  4


x 2  3x  4
0   x  1  x 2  5  0  1  x  0 
x2  4
  x  1  0  x 2  5  0   x  1 
 x 2  3x  4  0  x 2  4  0 

x
3  32  4  4 
  x  2  x  2   0 

 x  1  x   5  x  5  x  1  
2
x 5x 5
 3  5 3  5 
x  x    x  2  0  x  2  0 Portanto, os zeros de h são  5 e 5.
 2 2 

Página 3
Proposta de resoluções

■ Sinal de h: Portanto, x3  8   x  2   x 2  2 x  4 

O polinómio x 2  2 x  4 não tem raízes reais.


x   5 –1 5 
Voltando a (1):
A – – – 0 + + +
B + 0 – – – 0 + x 3
 8 x  x  1

C + + + 0 + + +   x  2  x  1 2  x  2  x 
– –
 x  2  x2  2 x  4 x  x  1
F 0 + n.d. 0 +
x  x  5x  5
3 2  
A: x  1 ; B: x2  5 ; C: 1  x  ; F:  x  2 x  1 x  2 x  2
2

1  x 
2

Logo, x  x2  2x  4

 x  2
2
h  x   0  x    5 ,  1   5 ,   
x ∞ –2 0 1 2 +∞

A – – – 0 + + + + +
h  x   0  x    ,  5    1,  5  B + + + + + + + + +

 
C + 0 + + + + + + +
h x  0  x   5 , 5
F – n.d. – 0 + n.d. + n.d. +
1.4. ■ Zeros de j: x  x  2 x  4
2

A: x ; B: x2  2 x  4 C:  x  2 
2
F:
 x  2
2
x 8
3
x x 2
j  x  0   0
2  x  x2 4  x2 Logo:


x 3
 8 x  x 
2

0
j  x   0  x  0 , 1  1 , 2  2 ,  
 2  x  x  4  x 
2 2

j  x   0  x   ,  2  2 , 0
Cálculos auxiliares:
x2  x  2  0 
  x 3  8 x 2  x   0  x  D 
x
1  1  8
 j  x   0  x  0
  x  8  0  x  x  0  x  D 
3 2 2

lim  2 x 2  x   lim  2 x 2   
 x  2  x  1
2.1.
4  x2  0  x  x 
  x  8  x  x  1  0   x  D 
3
 x  2  x  2
D  x \ 2,1, 2 2.2. lim  2 x  x   lim  2 x3   
3

  x  2  x  0  x  1  x  D  x  x 


  x  2  x  0  x  1  x  D  2  x  3x 2   
2  
4  4 x  x 2  3x 2
2.3. lim  lim 
 x0
x  x  2x 2 x  x  2x2

Portanto, a função j tem apenas um zero: 0 4  4x  4x2 4x2


 lim  lim 2  2
■ Sinal de j:
x  x  2x 2 x  2 x

 x3  8 x2  x  

 
x3  8 x2  x 4x  1   
  
 2  x  x2  4  x2 
2.4. lim
2 x x 4 x
2 2
x  2 x  3



x 3
 8 x  x  1 4 x  1 se x 
1
4
  x  2 x  1 2  x  2  x  4x  1  
  4 x  1 se x  1
(1)  4
Usando a regra de Ruffini vamos decompor em   4 x  1 4 x  1
 lim  lim  2
fatores o polinómio x  8 , partindo do 3 x  2x  3 x  2x  3

 3   0
  2 x 2  4 x  1  
conhecimento que 2 é uma raiz deste polinómio.
2.5. lim 
x  3 x  1
 
1 0 0 –8 3 2 x2  4 x  1
 lim 
2 2 4 8 x  3x  1
1 2 4 0 6 x2  12 x  3 6 x 2
 lim  lim  lim  2 x   
x  3x  1 x  3x x 

Página 4
Proposta de resoluções

  –7 –6
 
1 0
2.6. lim 2x  1  x  2 
x  –1 –1 1 6

lim
 2x  1  x  2  2x  1  x  2  1 –1 –6 0
x  2x  1  x  2 x3  7 x  6   x  1  x 2  x  6 
2 x  1   x  2
 lim  1  1  4  6 
2
x  2x  1  x  2 x2  x  6  0  x  
2
x 1
 lim  1 5 1 5
x  2x  1  x  2 x x  x  3  x  2
2 2
 1
x 1   Portanto, x3  7 x  6   x  1 x  3 x  2  .
 lim  x

x 
2 1  1 2 
x2   2   x2   2  lim
 x  1  x  6  lim  x  6   7
x x  x x  x 1  x  1 x  3 x  2 x1  x  3 x  2 4
 1
  x  2  2 
0
x 1   x  2  2 0
 
x2 2
 lim  x
 2.10. lim 2  lim
x 
x
2 1
 x
1 2

x 2 x  2x x 2
 x  2x   x  2  2
2

x x2 x x2
 
2
x2  22
1  lim 
1
 lim
x 
x 
x 2
x  x  2  x22 
2 1 1 2
 2   2 x24
x x x x  lim 
1
x2
x  x  2  x22 
   
0 x2
 lim 
2  2x

 
 2  2x
x2
x  x  2  x22 
2.7. lim  lim 
x 
x2  3 x 
 3 1 1
x 1  2 
2
 lim 
 x  x2
x  x22  8

2  0
x  2  
2  2x  x   3x  3 0 3x  3
 lim  lim 2.11. lim  lim 
x  3 x  3 x 1
x 1
2 x 1
x2  1
x 1 2 x 1  2
x x
3x  3
 lim ( x 2  1 só está definida para
2
2 x 1
x2  1
 lim x  2  0  2 x  1  x  1 )
x  3 1 0
1 2
x
 lim
 3 x  3 x2  1
 lim
3  x  1 x 2  1

x 1
x2  1  x2  1 x 1 x2  1
x 1
2.8. lim    
x 1 1  x
2
0
3 x  1 x 2  1 3 x2  1
 lim  lim 0
2.9. lim
 x  5x  6
2 0
 
0
x 1  x  1 x  1 x 1 x 1
x 1 x3  7 x  6
2.12. 1  x 2  0   x 2  2 x  3  0   x 2  2 x  3  0 
Recorrendo à regra de Ruffini:
 1  x 1  x   0  
  x  3 x  3  0 
–1 5 6  1  x  1   x  3 x  1  0 
–1 1 –6
 1  x  1  1  x  3 
–1 6 0
 1  x  1
 x 2  5 x  6   x  1  x  6 

Página 5
Proposta de resoluções

1  x2
O domínio da função f  x   é
 x2  2 x  3  2x2  4  
b  lim  f  x   mx   lim   2x 
D f  1 , 1 .
x  x 
 x2 
2x  4  2x  x  2
2
2x  4  2 x2  4 x
2

0  lim  lim 


1  x2 1  x2
 
0
x  x2 x  x2
lim  lim  2 x2  4  2 x2  4 x 4 x  4
x 1
 x2  2 x  3 x 1
 x2  2x  3  lim  lim 
x  x2 x  x2

 lim
1  x2
 lim
1  x 1  x    lim
4 x
 4
x 1  x  2 x  3 x 1   x  3 x  1
2 x  x

Logo, y  2 x  4 é a equação reduzida da assíntota


1 x 2 1 2
 lim    ao gráfico de f em  .
x 1   x  3 4 2 2
• Em  , efetuando cálculos análogos aos de  ,
 2 3

  x 1   2 
2
obtemos:
x2  2x  3 
 x x 
 lim 
f  x
2.13. lim
x  x 
 2 e b  lim  f  x   2 x   4
x x
m  lim
x  x x 
2 3 2 3
x 1  x 1   2 Logo, y  2 x  4 é a equação reduzida da assíntota
 lim x x 2  lim x x 
x  x 
x x no gráfico de f em  .
 2 3  Conclusão: x  2 e y  2 x  4 são as equações
 lim   1   2    1  0  0  1
x  x x 
 das assíntotas ao gráfico de f .

 
3.2. Dg  \ 1
x2    x
2.14. lim  lim 
x  2 x x  2 x 2x  6
g  x  
x 1
x  1 1
 lim  lim       2x  6
x  2 x x 
 2  2  x  1 se 2 x  6  0
 
3.1. Df  \ 2    2 x  6  se 2 x  6  0  x  1
 x  1
A função f é contínua pois é definida pelo quociente
 2x  6
de duas funções contínuas: ambas são funções  se x  3
 x 1

 6  2 x se x  3  x  1
polinomiais.
–2 não pertence ao domínio de f mas é ponto 
 x 1
aderente a este conjunto. 2x  6
lim g  x   lim 0 e
2 x  4 12
2 x 3 x 3 x 1
Assim, lim f  x   lim  .
x 2 x 2 x2 0 6  2x
lim g  x   lim 0
x 3 x 3 x 1
2 x2  4 12 2 x2  4 12
lim     e lim    
x 2 x2 0 x 2 x2 0 Temos, ainda, que g  3  0 .
Portanto, a reta de equação x = –2 é a única assíntota Portanto, lim g  x   g  3 , pelo que existe lim g  x 
x 3 x 3
vertical ao gráfico de f .
e consequentemente a função g é contínua em x = 3 .
Vamos, agora, determinar as assíntotas não verticais.
Assim, –1 é o único ponto aderente que não pertence
• Em  :
ao domínio de g .
2x2  4 
f  x 2 x2  4  2 x2 6  2x 8
m  lim  lim x  2  lim 2  lim 2  2 lim g  x   lim    e
x  x x  x x  x  2x x  x x 1 x 1 x  1 0
6  2x 8
lim   
x 1 x  1 0
Assim, a reta de equação x = –1 é a única assíntota
vertical ao gráfico de g .

Página 6
Proposta de resoluções

Determinemos, agora, as assíntotas não verticais. 2 x2  3  2 x2


 lim 
• Em  : x 
2x2  3  2 x
2x  6  3 3
g  x  2x  6   lim  0
m  lim  lim x 1  lim 2  x 
2 x2  3  2 x 
x  x x  x x  x  x

Logo, a reta de equação y  2 x é assíntota ao


2x 2
 lim  lim  0
x  x 2 x  x gráfico de h em  .
 • Em  :
2x  6  2x
b  lim  g  x   mx   lim  lim 2
x  x  x  1 x  x  3

x2  2  2 
h x
 
2x2  3     x 
Logo, a reta de equação y = 2 é assíntota ao m  lim  lim  lim 
x  x x  x x  x
gráfico de g em  .
• Em  :
3 3
6  2x x 2 x 2  2

 lim x 2  lim x  lim  2  3 
g  x 6  2x 
m  lim  lim x  1  lim 2  x  x x  x x  x2
x  x x  x x  x  x

2 x 2   20   2
 lim  lim 0
x  x2 x  x

 

 b  lim h  x   mx   lim 2x2  3  2x 
x  x 
6  2x 2 x 
b  lim  g  x   mx   lim  lim  2
  
x  x  x  1 x  x
2 x2  3  2 x 2 x2  3  2 x
Logo, a reta de equação y = –2 é assíntota ao gráfico  lim
x 
2 x2  3  2 x
de g em  .
    2x
2 2
Conclusão: x  1 , y  2 e y  2 são as equações 2x2  3 2x2  3  2 x2
 lim  lim 
das assíntotas ao gráfico de g . x 
2x2  3  2x x 
2x2  3  2x

3.3. Dh  x  : 2 x 2  3  0  , pois a condição 3 3


 lim  0
x 
2x  3  2x
2 
2 x 2  3  0 é universal em .
A função h é contínua pois é a raiz quadrada de uma Logo, a reta de equação y   2 x é assíntota ao

função quadrática. gráfico de h em  .

O gráfico de h não admite assíntotas verticais. Conclusão: O gráfico de h não admite assíntotas

Assíntotas não verticais verticais.

• Em  : y  2 x e y   2 x são as equações das

 3  assíntotas ao gráfico de h.
 x2  2  2 
h x 2x2  3   x  4. A função f é contínua em x = –1 quando existe
m  lim  lim  lim 
x  x x  x x  x
lim f  x  e este existe quando
x 1
3 3
x 2 2 x 2 2 lim f  x   lim f  x   f  1 .
 lim x  lim x  lim 2  3  x 1 x 1
x  x x  x x  x2
lim f  x   f  1   1  2k  1  2k
3

 20  2 x 1

  4 x  x 2  1
 0
 
b  lim h  x   mx   lim 2x2  3  2x  4 x3  4 x  0 
x  x  lim f  x   lim  lim 
x 1 x 1 1 x x 1 1 x
 2 x2  3  2 x  2x2  3  2 x  4 x  x  1 x  1
 lim  lim
1 x  4 x  x  1  8
 lim 
x 
2x  3  2x
2 x 1 x 1

    2x
2 2 7
2x2  3 Logo, 1  2k  8  2k  1  8  k  .
2
 lim 
x 
2 x2  3  2 x
Página 7
Proposta de resoluções

7 Construindo uma tabela se sinal, temos:


Portanto, k  .
2 3 7
x ∞ 1 +∞
5.1. Como a reta de equação y = –2 é a assíntota ao 5 5

gráfico de f em  e em  , temos que N – 0 + + + 0 –


D + + + 0 + + +
a
lim f  x   lim f  x    2 F – 0 + n.d. + 0 –
x  x  c
4  25  x  1
2
Por outro lado, a reta de equação x  1 é a assíntota N: 4  25  x  1
2
D:  x  1 F:
2

 x  1
2

vertical ao gráfico de f , logo c  1  3  0 , ou seja,


Portanto:
a
c3.  2  a   6
4  25  x  1
2
3
f   x   25  0
 x  1
2
Como f  1  0 :

6  1  b 6b  3  7 
 x    ,    ,   
0  0  b  6  5  5 
3  1  3 3  3
6. A velocidade média do ponto P nos dois primeiros
Portanto, a  6 , b  6 e c  3 , logo:
d  2  d  0
6 x  6 segundos é dada por . Por outro lado,
f  x  20
3x  3
esta velocidade é igual a –11 cm/s. Portanto:
Usando o algoritmo da divisão inteira de polinómios,
d  2  d  0
vem que:  11 
20
-6x – 6 3x – 3
6x – 6 –2

2 2
 2a  40   02  0  a  40 
 11 
–12 2

12 4 2a  44  40
Assim, f  x   2  , isto é, f  x   2    11  2a  4  22 
3x  3 x 1 2

5.2. f  x   0  x   ,  1  1 ,    2a  26  a  13

2 3 
 4    4  
 7.1. f   x    x 3  x 2  2 x  1  2 x 2  3 x  2
5.3. f   x    2     2     3 2 
 x  1   x  1 
Determinemos os zeros de f  :
 4   x  1  4  x  1 0  4  1 4
0   f   x   0  2 x 2  3x  2  0 
 x  1  x  1  x  1
2 2 2

4 3  32  4  2  2 
f   x   25   25  x 
 x  1
2
2 2
4 3  5 3  5
  25  0  x x 
 x  1
2
4 4
1
4  25  x  1
2
x  x  2
 0 2
 x  1
2

Construindo uma tabela de variação:


• Zeros do numerador:
1
x ∞ –2 +∞
4
4  25  x  1  0  25  x  1  4   x  1   2
2 2 2

25
f + 0 – 0 +
2 2 7 3
 x 1   x 1    x   x 
5 5 5 5 f

• Zeros do denominador: Máx. Mín.

 x  1  0  x 1  0  x  1
2

Página 8
Proposta de resoluções

Intervalos de monotonia: f é estritamente crescente 7.2. Uma equação da reta tangente ao gráfico de f no

1  ponto de abcissa x = 1 é:
em  ,  2 e em  ,    e é estritamente
2  y  f 1  f  1 x  1

 1
decrescente em  2 ,  . f 1 
7
e f  1  3
 2 6
Extremos: 7 7 11
y  3  x  1  y  3x  3   y  3x 
máximo absoluto: não existe 6 6 6
17
máximo relativo: f  2  
3
mínimo absoluto: não existe

 1  11
mínimo relativo: f   
 2  24

Página 9