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verde (em uso nos países da União Europeia e em alguns outros países),

para evitar que os emblemas distintivos se identifiquem demais com os


serviços médicos em geral. Quando o símbolo alternativo de Primeiros
Socorros é exibido ao lado de um dos emblemas distintivos, deve-se
dar prioridade para o primeiro a fim de preservar o significado protetor
especial do emblema distintivo.
Qualquer caso de uso inadequado ou usurpação dos emblemas
distintivos deve ser informado à Sociedade Nacional da Cruz Vermelha
ou à Sociedade do Crescente Vermelho, ao Comitê Internacional da Cruz
Vermelha (CICV) ou à Federação Internacional das Sociedades da Cruz
Vermelha e do Crescente Vermelho.
Em todos os momentos, o Estado tem a responsabilidade de supervisionar
o uso do emblema distintivo em seu país e de tomar as medidas
necessárias para a prevenção e repressão, de qualquer uso inapropriado.

Durante o período de paz, as equipes e os voluntários do


Movimento da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho devem,
por meio de seu comportamento, atividades e esforços de
conscientização, garantir que o valor protetor dos emblemas
distintivos seja bem conhecido dos militares e do público em geral.
Observação:
Em 8 de dezembro de 2005, uma conferência diplomática adotou o
Protocolo III adicional às Convenções de Genebra, que reconhece um
emblema distintivo adicional. O “emblema do terceiro Protocolo”, também
conhecido como cristal vermelho, é formado por uma moldura vermelha
na forma de um quadrado sobre um fundo branco. De acordo com o
Protocolo III, todos os quatro emblemas distintivos gozam de status igual. *As
condições de uso e respeito ao emblema do terceiro Protocolo são idênticas
àquelas dos emblemas distintivos estabelecidas pelas Convenções de
Genebra e, quando aplicável, pelos Protocolos Adicionais de 1977.
* Se, por um lado, o leão vermelho e o sol sobre um fundo branco
não estão mais em uso, por outro, ainda são reconhecidos pelas
Convenções de Genebra.