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Ao contrário do termo fantasma, o termo assombração não é obrigatoriamente

associado à forma de seres humanos, sendo, ocasionalmente, utilizado como referência a


formas de animais conhecidos ou de seres fantásticos, como bruxas, vampiros, mortos-
vivos, mulas sem cabeça, entre outros."

Eric John Dingwall

O antropólogo, escritor e um dos investigadores psíquicos mais experientes dos


tempos modernos. Nascido no Ceilão (hoje Sri Lanka), ele foi educado em Pembroke
College, Universidade de Cambridge, Inglaterra (MA, 1912), e da Universidade de Londres
(D.Sc., Ph.D.).Além de seu trabalho como um investigador psíquico, Dingwall continuou o
seu interesse acadêmico em antropologia, tornando-se bem informados sobre alguns dos
aspectos mais bizarros da personalidade humana. Suas publicações nestas áreas incluem
Estudos na Vida Sexual dos povos antigos e medievais (1925), o cinto de castidade (1931),
Falso Cranial Deformação (1931), e, com HH Ploss e outros colegas, Woman: Um histórico,
ginecologia e Compêndio de Antropologia (1935).Durante os anos 1960 Dingwall co-
editado a quatro volumes definir anormal Hypnotic Phenomena (1967-1968). Ele morreu
em St. Leonardson-Sea, East Sussex, Inglaterra, em 7 de agosto de 1986 como um dos mais
antigos pesquisadores psíquicos da Grã-Bretanha, ele era muito respeitado por suas
reportagens cuidadosas e julgamento no campo do paranormal durante a investigação há
cerca de sessenta anos de alguns dos médiuns mais famosos e controversos do século XX.
Embora tendendo ao ceticismo, ele não hesita em afirmar a possibilidade da autenticidade
dos fenômenos psíquicos e foi mordaz sobre as limitações de seus colegas pesquisadores.
Como um corpo, segundo ele, "são mal distinguidos pela precisão de suas observações, a
correção de seus registros ou o escrupuloso cuidado necessário na condução de seus
experimentos. "ele se tornou um perito em prestidigitação que ele estava qualificado para
ser um membro de O Círculo Mágico, da qual se tornou vice-presidente e fundaram a sua
comissão para investigar o ocultismo.Em outras ocasiões, ele testemunhou a observar tais
fenômenos controversos como a produção de ectoplasma pelos médiuns. No entanto, de
acordo com Sir Arthur Conan Doyle, ele sempre foi relutante em fazer admissão pública da
autenticidade dos fenômenos que ele havia endossado em privado.

Ondinas são criaturas elementais, presentes na mitologia nórdica. Se apresentam


na forma de belas mulheres, com cabelos loiros e pele alva e macia. Assim como o nome,
elas têm o poder de reger as ondas. Geralmente estão acompanhadas de animais marinhos
e adornadas com algas e tesouros de navios afundados. São equivalentes as sereias
ocidentais, embora tenham pernas no lugar de cauda. Não são criaturas más e gostam de
acompanhar os navios.

As ondinas tem o poder de controlar as ondas e a maré, uma forma de controlar a


água. Sua lenda teve origem nas regiões nórdicas, talvez em função do mito das sereias no
ocidente.

A fada é um ser mitológico, característico dos mitos célticos, anglo-saxões,


germânicos e nórdicos. O primeiro autor que mencionou as fadas foi Pompônio Mela, um
geógrafo que viveu durante o século I D.C. termo incorporou-se a cultura ocidental a partir
dos assim chamados "contos de fadas". Nesse tipo de história, a fada é representada de
forma semelhante a versão clássica dos elfos de J.R.R. Tolkien, porém apresentando asas
de libélula as costas e utilizando-se de uma "varinha de condão" para realizar
encantamentos. Dependendo da obra em que aparece, a fada pode ser retratada em
estatura de uma mulher normal ou diminuta. No primeiro caso, temos a fada de Cinderela.
Como exemplo da segunda representação podemos citar "Sininho", do clássico infantil
"Peter Pan", de J. M. Barrie.

Um gnomo é uma criatura mitológica, incluída entre os seres elementais da terra.


São costumeiramente representados como pequenos humanoides que vivem sob a terra,
em minas ou em ocos de troncos de árvores, onde guardam seus tesouros.

O mais antigo texto que se conhece mencionando este ser é o Liber de Nymphis,
sylphis, pygmaeis et salamandris et de caeteris spiritibus, escrito pelo alquimista Paracelso
no século XVI.2 Na sua classificação dos espíritos elementais, Paracelso divide-os em
quatro tipos: as salamandras (do fogo), as ondinas (da água), os silfos (do ar) e os gnomos
(da terra).

O nome, segundo alguns autores, pode vir do latim medieval gnomos, originado do
grego clássico gnosis ("conhecer"). Outra teoria é de que venha do grego genomas
("terrestre") .

Em 1583, a palavra gnome passou a figurar nos dicionários franceses, com o


significado de "pequenos gênios deformados que habitam a Terra"

Gênio é a tradução usual em português para o termo árabe jinn, mas não é a
forma aportuguesada da palavra árabe, como geralmente se pensa. A palavra em
português vem do Latim genius, que significa uma espécie de espírito guardião ou tutelar
do qual se pensava serem designados para cada pessoa quando do seu nascimento.
Portanto, o gênio é concebido como um ente espiritual ou imaterial, muito próximo do ser
humano, e que sobre ele exerce uma forte, cotidiana e decisiva influência. A palavra latina
tomou o lugar da palavra árabe, com a qual não está relacionada. O termo parece ter
entrado em uso no português através das traduções francesas d' As Mil e Uma Noites, que
usavam a palavra génie como tradução de jinni, visto que era similar ao termo árabe em
som e significado, uso que acabou se estendendo também para o português. No árabe, a
palavra "jinn" significa literalmente alguma coisa que tem uma conotação de dissimulação,
invisibilidade, isolamento e distanciamento.

Entre os arqueólogos lidando com antigas culturas do Oriente Médio, qualquer


espírito mitológico inferior a um deus é frequentemente referenciado como um "gênio",
especialmente quando descrevem relevos em pedra e outras formas de arte. Esta prática
se inspira no sentido original do termo "gênio" como sendo simplesmente um espírito de
algum tipo, frequentemente sendo associado a algum dos elementos da natureza, das
artes, vícios etc.

Gênios são dotados de excepcional brilhantismo, mas frequentemente também


são insensíveis às limitações da mediocridade bem como são emocionalmente muito
sensíveis, algumas vezes ambas as coisas. O termo prodígio indica simplesmente a
presença de talento ou gênio excepcional na primeira infância. Os termos prodígio e
criança prodígio são sinônimos, sendo o último um pleonasmo.

Poltergeist (do alemão poltern (ruído), e geist (espírito), também chamado na


parapsicologia de Psicocinesia Recorrente Espontânea, é um tipo de evento sobrenatural
que se manifesta em um ambiente no qual existem ocorrências físicas, tais quais, chuva de
pedras, movimentação, aparecimento e desaparecimento de objetos, sons, pirogenia,
luzes, entre outras. Evento sobrenatural que se manifesta deslocando objetos e fazendo
ruídos. Seu nome deriva do termo alemão Polter, que significa ruído,e Geist, que significa
espírito. Diz-se que o foco dessa perturbação é muitas vezes uma criança na fase
puberdade, em geral do sexo feminino. O evento Poltergeist caracteriza-se por estar
relacionado à um individuo e por ter curta duração. Enquanto a assombração pode-se
estender por anos, sempre associada à uma área, geralmente uma casa.

No fenômeno Poltergeist um espírito perturbado usa o individuo para se


manifestar, à vezes de forma agressiva, fazendo objetos como pedras, por exemplo,
voarem pelos ares atingindo outras pessoas.

Há casos famosos como o da família Lutz, que em 1976 foi atormentada por
entidades inferiores durante os 27 dias que viveram em uma casa na cidadezinha de
Amityville, nos Estados Unidos. Um dos moradores, George Lutz diz que durante a noite
ouvia o ruído de uma banda marcial tocando na sua sala de estar. Evento só constatado
por ele.

Hoje, os parapsicólogos acreditam que tais fatos acontecem por pessoas vivas com
grande faculdade psicogenética que se exaltaria por causa de traumas emocionais e usaria
suas forças em objetos. Normalmente, o epicentro ou a pessoa que provoca o fenômeno é
adolescente de maioria do sexo feminino que vive em atrito com outra pessoa onde passa
por períodos de instabilidade emocional. Geralmente, o poltergeist tem duração limitada e
gera dificuldade de apontar o epicentro.

Diferencia-se de assombrações pelo fato de o poltergeist ocorrer quando o


epicentro está com outras pessoas com o objetivo de perturbar onde permanece por
minutos podendo chegar a alguns anos. A assombração, em contra partida, ocorre em
casas, prédios de forma automática sem ter objetivo focado e sem intervenção humana
podendo durar séculos.

A psicorragia é um derrame psíquico que se dá do inconsciente para o consciente.


Diante desse derrame, a pessoa que o sofreu, passa a captar, involuntariamente, os dados
do inconsciente das outras pessoas. A psicorragia libera, portanto, as faculdades ou forças
ocultas da mente inconsciente, tornando estas pessoas mais propensas a realizarem
fenômenos parapsicológicos, entre eles a telepatia, própria dos videntes. Com um detalhe
importante, essa liberação, ou seja, a realização de tais fenômenos, como o da vidência,
não é feita de forma voluntária. Não é quando elas desejam que aconteça que o fenômeno
ocorre, mas quando o seu inconsciente permite. É tanto assim que estas pessoas realizam
os fenômenos e não sabem que são elas que o fazem