Você está na página 1de 17

06/10/2010

IMPRIMIR2009

Legislação tributária e fiscal

06/10/2010 IMPRIMIR2009 Legislação tributária e fiscal O regim e Atualm ente são três o s crité

O regim e

Atualm ente são três o s crité rios possíveis de serem adotados pelas pessoa s jurídicas:

de

tributação nada m ais é

do

que

a

m aneira com o serão calculados os impostos devido s por um a em presa.

Lucro Real: o im posto devido é calculado com base no lucro registrado no balanço;o serão calculados os impostos devido s por um a em presa. Lucro Presumido: com base

Lucro Presumido: com base na lei, a empresa pode ca lcular o impo sto com ba se em um a estim ativa de lucro;é calculado com base no lucro registrado no balanço; Simples: o imposto é calculado com base

Simples: o imposto é calculado com base no faturam ento da empresa. O pe rcentual de imposto a ser pago é calculadoca lcular o impo sto com ba se em um a estim ativa de lucro; de

de a cordo com faixa s

de faturam ento, de finida s em lei.

A opção por cada um deste s crité rios depende do ate ndim ento das legisla ções pertinentes e do cum prim ento das exigências de cada um a delas.

I - Da opção pelo lucro real

Para a s empresa s que não podem optar pelo Sim ples, resta o sistem a de apura ção pelo Lucro Real ou Presum ido.

do regim e do Lucro Real, conform e o que de term ina o art. 14 da Lei n.° 9.718, de

27 de novembro de 1998, [13] não podendo se valer de nenhum outro sistem a de apura ção, sob pena de te r seu Lucro Arbitrado ex officio pelo fisco, o que pode ser muito pre judicial à empresa.

Algum a s em presa s estão obrigadas à adoção

Art. 14. Estão obrigadas à apuração do lucro real as pessoas jurídicas:

I - cuja receita total, no ano-calendário anterior seja superior ao limite de R$ 48.000.000,00 (quarenta e oito milhões de reais), ou proporcional ao número de meses do período, quando inferior a 12 (doze) meses; (Redação dada pela Lei nº 10.637, de 2002).

II - cujas atividades sejam de bancos comerciais, bancos de investimentos , bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de

crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos, valores mobiliários e câmbio,

distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados

e de capitalização e entidades de previdência privada aberta;

III - que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior;

IV - que, autorizadas pela legislação tributária, usufruam de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto;

V - que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa, na forma do art. 2º da Lei nº

9.430, de 1996;

VI - que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito,

seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou

de prestação de serviços (factoring).

Optando pelo Lucro Real, a empresa terá dois caminhos a seguir. O prim eiro é fazer a apura ção trim estral do Lucro Real e o segundo é fazer a apuração do Lucro Real Anual.

EXEMPLO: LUCRO REA L

fazer a apuração do Lucro Real Anual. EXEMPLO: LUCRO REA L Faturam ento = R$ 25.000,00

Faturam ento = R$ 25.000,00

Despesas = R$ 18.000,00Real Anual. EXEMPLO: LUCRO REA L Faturam ento = R$ 25.000,00 Depreciação = R$ 1.000,00 Financiam

Depreciação = R$ 1.000,00REA L Faturam ento = R$ 25.000,00 Despesas = R$ 18.000,00 Financiam ento = R$ 1.000,00

Financiam ento = R$ 1.000,00Despesas = R$ 18.000,00 Depreciação = R$ 1.000,00 Todas as despesas são passíveis de creditar PIS

Todas as despesas são passíveis de creditar PIS e COFINS= R$ 18.000,00 Depreciação = R$ 1.000,00 Financiam ento = R$ 1.000,00 PIS sebraepr.com.br/…/IMPRIMIR2009?_da… 1/17

PIS

PIS

06/10/2010

IMPRIMIR2009

Débito (Faturam ento)

25.000,00 X 1,65% = 412,50

C rédito (De spesas Creditáveis)

18.000,00 X 1,65% = 297,00

412,50 – 297,00 = 115,50

P IS devido = R$ 115,50

COFINS

Débito (Faturam ento)

25.000,00 X 7,6% = 1.900,00

1.900,00 – 1.368,00 = 532,00

COFINS devido = R$ 532,00

Lucro Líquido

Receita - Despe sas (produção e com e rcialização) Depre ciação do capital fixo (m áquina s, equipam ento s, instalações) Despe sas financeiras (pagam entos de juro s de empréstim os, e tc.)

Despe sas opera cionais = 18.000,00

Depre ciação

Despe sas Financeiras

Lucro Líquido

= 1.000,00

= 1.000,00

= 5.000,00

IRPJ

Lucro Líquido = R$ 5.000,00

5.000,00 X 15,0% = 750,00

IRPJ devido = R$ 750,00

5.000,00 5.000,00 X 15,0% = 750,00 IRPJ devido = R$ 750,00 CSLL Lucro Líquido = R$

CSLL

Lucro Líquido = R$ 5.000,00

5.000,00 X 9,0% = 450,00

CSLL devido = R$ 450,00

Impostos devidos

PIS

COFINS

IRPJ

115,50

+ 532,00

+ 750,00

06/10/2010

IMPRIMIR2009

CSLL

+ 450,00

Impostos devido s

=

1.847,50

II. Da opção pelo lucro presumido

No sistem a de apuração do imposto de renda pelo Lucro Presumido , com o o próprio nom e de term ina , presum e-se o lucro de um a empre sa com ba se na aplicação de alguns percentuais sobre a receita bruta, como prevê o a rt. 13, da Lei n.° 9.718/98,

para

de term inação da base de cálculo do im posto.

Art. 13. A pessoa jurídica cuja receita bruta total, no ano-calendário anterior, tenha sido igual ou inferior a R$ 48.000.000,00 (quarenta e oito milhões de reais), ou a R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) multiplicado pelo número de meses de atividade do ano-calendário anterior, quando inferior a 12 (doze) meses, poderá optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido.

§ 1º A opção pela tributação com base no lucro pres umido será definitiva em relação ao todo o ano-calendário.

§ 2º Relativamente aos limites estabelecidos neste artigo, a receita bruta auferida no ano anterior será considerada segundo o regime de competência ou caixa, observado o critério adotado pela pessoa jurídica, caso tenha, naquele ano, optado pela tributação com base no lucro presumido.

Da apuração da base de cálculo

Esse percentual, aplicado sobre a Re ceita Bruta, que de terminará a Ba se de Cálculo do Im posto de Renda por Estim ativa (e stim ativa – real, e presum ido), será:

Percentual

A tividade

8,0%

Regra ge ral – todas as empre sas (caput do a rt. 15 da Lei n.° 9.249/95)

1,6%

Revenda , para consumo , de combustível (inciso I, do art. 15, da Lei n.° 9.249/95)

16,0%

Pre stação de Serviços de transporte , ex ce to carga (inciso II, "a")

16,0%

Pessoas jurídicas do inciso III, do a rt. 36 da Lei n.° 8.981/95(Bancos/Financeiras)

32,0%

Pre stação de serviços em geral (inciso III, da Lei n.° 9.249/95)

16,0%

Pre stadoras de serviços, com RB anual de até R$ 120.000,00

Assim , importa conhe cer o conceito e saber como se apura a Receita Bruta, sobre a qual incidirá o percentual, conform e a

a tividade , para a form ação da ba se de

cálculo do Im posto de Renda por e stim a tiva.

 

RECEITA BRUTA

 

Som a das Receitas de Vendas de Me rcadorias e Produtos

(

+ ) Som a das Receitas de Pre stação de Serviços

(

- ) Venda s Canceladas

(

- ) Devoluções de vendas

(

- ) Descontos Incondicionais

(

- ) IPI

(

- ) ICMS (substituição tributária)

(

= ) RECEITA BRUTA APLICÁVEL

Das alíquotas do imposto

Sobre a base de cálculo encontrada segundo o s critérios acim a , ou apurada na de claração, será aplicada a alíquota de 15% (quinze por cento) para o im posto de renda . Além do impo sto de renda, há ainda a incidência do adicional do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido .

Da contribuição social sobre o lucro líquido

A Constituição Federal prevê , em seu art. 195, as fontes de financiam ento da seguridade social. A contribuição so cial sobre o

06/10/2010

IMPRIMIR2009

lucro é um a dessas fontes, prevista no inciso I, co m redação dada pela Em enda Constitucional n.° 20, d e 15.12.1998.

As alíquotas a se rem aplicadas sobre a ba se de cálculo deste impo sto é de 9% pa ra as pessoas jurídicas em ge ral e de 8% (oito por cento) para a s instituições financeiras.

Do excesso – adicional do imposto de renda

Caso o lucro líquido ex ceda R$ 20.000,00 (vinte mil reais)

240.000,00 (duzentos e qua renta mil reais) anuais, haverá incidência do cham ado Adicional de Impo sto de Renda.

m ensais, ou

R$ 60.000,00 (se ssenta m il reais) no trim estre , ou R$

A alíquota é de 10% (dez por cento) sobre o ex cedente . Esse adicional de imposto de renda se rá re colhido em um a única

parcela .

a) Deduções Perm itida s (do impo sto a paga r):

- O s incentivos fiscais, dentro do s limites e condições fixados pela legislação;

- O Im posto de Renda pago ou re tido na fonte sobre receitas computadas na de term inação do lucro real;

- O saldo do imposto pago à m aior ou indevidam ente em períodos anteriores.

Esses critério s são válidos tanto para o Lucro Real quanto para o Presumido.

Exemplo

Faturam ento de R$ 10.000,00

Indústria e Com ércio = 8%

P resum e-se um lucro de R$ 800,00

10.000,00 X 8% = 800,00

Prestação de serviços

32% (serviços de alta qualificação)

P resum e-se um lucro de R$ 3.200,00

10.000,00 X 32% = 3.200,00

Tabela para Indústria e Comércio

Impostos

A líquota

Base de calcúlo

IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica

1,2%

Fa turam ento

CSLL – Contribuição Social sobre Lucro líquido

1,08%

Fa turam ento

P IS – Program a de Integra ção Social

0,65%

Fa turam ento

COFINS – Contribuição Financeira Social

3,0%

Fa turam ento

Tabela para Prestação de Serviço (Presumido 16%):

Impostos

A líquota

Base de calcúlo

IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica

2,4%

Fa turam ento

CSLL – Contribuição Social sobre Lucro líquido

2,88%

Fa turam ento

P IS – Program a de Integra ção Social

0,65%

Fa turam ento

COFINS – Contribuição Financeira Social

3,0%

Fa turam ento

Tabela para Prestação de Serviço (Presumido 32%):

06/10/2010

IMPRIMIR2009

Impostos

A líquota

Base de calcúlo

IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica

4,8%

Fa turam ento

CSLL – Contribuição Social sobre Lucro líquido

2,88%

Fa turam ento

P IS – Program a de Integra ção Social

0,65%

Fa turam ento

COFINS – Contribuição Financeira Social

3,0%

Fa turam ento

 

Exemplo

Atividade : Representação Com ercial  Exemplo Ram o: P restação de serviços Faturam ento: R$ 10.000,00 Impostos a pagar: 1.IRPJ

Ram o: P restaçãode serviços

de serviços

Faturam ento: R$ 10.000,00Com ercial Ram o: P restação de serviços Impostos a pagar: 1.IRPJ = 4,8% 10.000,00 x

Impostos a pagar:

1.IRPJ = 4,8%

10.000,00 x 4,8% = 480,00

2.CSLL = 2,88%

10.000,00 x 2,88% = 288,00

3.PIS = 0,65%

10.000,00 x 0,65% = 65,00

4.CO FINS = 3,0%

10.000,00 x 3,0% = 300,00

1.ISS = 5,0%

10.000,00 x 5,0% = 500,00

TOTAL = 16,33% = 1.633,00

Você pode pesquisar ou buscar orientação no SEBRAE/PR utilizando a Consultoria de O rientação para iden tifica r, de form a obje tiva , qual a tributa ção que está prevista em le i pa ra a sua situação.

A líquotas aplicáveis para cálculo dos tributos e encargos sociais, para as empresas optantes pelo regime normal – Lucro Real e Presumido.

IMPOSTOS CALCULADOS SOBRE A RECEITA BRUTA

PERCENTUAL

PIS/PA SEP - Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público

Empre sa optante pelo regim e do Lucro Real e com direito a crédito

1,65%

Empre sa optante pelo regim e do Lucro Pre sumido

0,65%

COFINS - Contribuição para Financiamento da Seguridade Social

Empre sa optante pelo regim e do Lucro Real e com direito a crédito

7,6%

Empre sa optante pelo regim e do Lucro Pre sumido

3,0%

IPI - Impo sto sobre P rodutos Industrializados

Va riável por produto

06/10/2010

IMPRIMIR2009

ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadoria s e Se rviço s

Va riável por estado

ISS - Impo sto sobre Serviços

Va riável por m unicípio

IRPJ

- Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas opção pela tributação com base no regime do Lucro Presumido

Ramo Indústria e Com ércio

 

1,20%

Ramo Com ércio Vare jista de Combustíveis

 

0,24%

Ramo Prestação de Serviço s de Qualquer Nature za

 

4,80%

Ramo Transporte de Passageiro s

 

2,40%

Ramo Transporte de Carga s e Serviço s Ho spitalares

 

1,20%

Ramo Construção por Empreitada com Em prego de Materiais

 

1,20%

Ramo Construção por Empreitada sem Em prego de Materiais

 

4,80%

CSLL - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido pa ra empresas prestadoras de serviços

 

2,88%

Se optar pelo LUCRO PRESUMIDO , é devido a CSLL calculado sobre a receita bruta para empre sas de com ércio e indústria

 

1,08%

 

IMPOSTOS CALCULADOS SOBRE O LUCRO LÍQUIDO

PERCENTUA L

IRPJ - Imposto de Renda das Pessoa s Jurídicas opção pela tributação com base no regim e do LUCRO REAL

15%

CSLL - Contribuição So cial sobre o Lucro Líquido Se optar pelo lucro real, é devido a CSLL calculado sobre o lucro líquido

 

9%

(*) ENCA RGOS CALCULADOS SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO

PERCENTUAL

INSS parte da EMPRESA

20%

SESI, SESC ou SEST

1,50%

SENAI, SENAC OU SENAT

1,00%

SEBRAE

0,60%

INCRA

0,20%

INSS sobre 13º salário

1,67%

FGTS

8,50%

Acidente de Trabalho

2,00%

Salário Educação

2,50%

06/10/2010

IMPRIMIR2009

(*) Comum ente cham ados de encargos sociais, as alíquota s podem variar de a cordo com o ram o de atividade da empresa e por situaçõe s de finidas em lei. As dem onstradas acim a são os re ferenciais m ais utilizados pela s empresa s.

INSS sobre o Pro labore pago aos sócios

A

empresa deve recolher o equivalente a 20,00 % da re tirada

a

título de pró-labore dos

sócios ou titulares, devendo o m esm o

se

r e fe tuado em GPS até o dia 2 do m ês seguinte ao m ê s de compe tência , devendo o recolhim ento se r ante cipado ca so caia

em dia não útil.

INSS - Carnê de contribuição para fins de aposentadoria

Re

tenção do INSS na Fonte: O antigo re colhim ento do INSS pelo Carnê de Contribuição (GRC I) do s adminis tradores da

so

ciedade limitada e do Em presá rio Individual foi s ubstituído pela re tenção na fonte pela alíquota de 11 % re ferente a re tirada

de

pró-labore , (limitado ao te to da

previdência social).

Assim sendo o re colhim ento fica a cargo da pessoa jurídica , em bora quem so fra a re tenção se ja o empres ário , isto porque , no

m om ento do pagam ento do pro labore deve se r re tido o valor equivalente a 11% sobre o valor to tal e repa ssado aos co fre s

público s.

O pagam ento deve se r e fe tuado até o dia 15 do m ês s eguinte ao m ês de com pe tência , devendo se r antecipa do ca so não se ja

dia útil.

III - Da opção pelo Simples Nacional

O Simples Nacional

(ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), criado pela Lei Complem entar nº 123, de 14 de dezembro de 2006 (LC 123/2006), e

vigente a pa rtir de 1º de julho de 2007.

devido s pela s Microem presa s

é um Regim e Especial

Unificado de Arrecadação de

Im postos e Contribuições

Esse regim e unifica a legislação tributária aplicável às ME e às EPP nos diverso s âmbitos de governo , de modo que os regim e s

e speciais de tributação próprios de cada ente federativo ce ssaram a partir da entrada em vigor da LC 123/2006.

O ex tinto Simple s Federal, por exemplo, abrangia apenas o s tributos adm inistrados pela

COFINS, IPI e CPP).

União (IRPJ, CSLL, PIS/PASEP,

A principal m udança trazida pelo Simples Nacional foi a inclusão de dois im posto s, um estadual (ICMS) e um m unicipal (ISS) no

regim e unificado de a rrecadação . São oito tributos pagos em um único docum ento de arrecadação, sendo seis federais, um e stadual e um m unicipal.

Simples Nacional - opcional

O Simples Nacional é um regim e facultativo

EPP ela pode decidir não fa zer a opção pelo Sim ples Nacional. Se a empre sa fizer a opção pelo Sim ples Nacional, ela vale pa ra

o ano todo, só podendo ser modificada no ano seguinte .

para o contribuinte . Mesm o que a empre sa este ja enquadrada na condição de ME e

Microem presa (ME) é o empresá rio (antiga firm a individual) a que se re fere o a rtigo 966 do Código Civil Brasileiro, a sociedade empre sária (com ercial) ou a sociedade sim ples (civil) que em cada ano tenha re ceita bruta igual ou m enor que R$ 240.000,00.

Em

Brasileiro, a sociedade empresá ria (com ercial) ou a sociedade simples (civil) que obtenha , em cada ano , re ceita bruta m aior que R$ 240.000,00 e igual ou m enor que R$ 2.400.000,00.

presa de

pequeno porte (EPP) é o em presário (antiga firm a individual) a que se

re fere o artigo

966 do Código Civil

Importante:

Para te r direito a todos os bene fício s do Simples Nacional o contribuinte deve , dentre outra s

pagam ento dos seus tributo s, em itir a s notas fiscais relativas às suas vendas e registrar seus empregado s.

obrigações, m ante r em

dia

o

Atualm ente temo s a situação abaixo demonstrada quanto às form as de tributação:

06/10/2010

IMPRIMIR2009

06/10/2010 IMPRIMIR2009 Tributos abrangidos pelo Simples Nacional O s tributos de arrecadação do Sim ples Nacional

Tributos abrangidos pelo Simples Nacional

O s tributos de arrecadação do Sim ples Nacional são:

Impo sto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);O s tributos de arrecadação do Sim ples Nacional são: Impo sto sobre Produtos Industrializados (IPI);

Impo stosão: Impo sto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); sobre Produtos Industrializados (IPI); Contribuição So

sobre Produtos Industrializados (IPI);

Contribuição So cial sobre o Lucro Líquido (CSLL);(IRPJ); Impo sto sobre Produtos Industrializados (IPI); Contribuição pa ra o Financiam ento da Seguridade Social

Contribuição pa ra o Financiam ento da Seguridade Social (COFINS);(IPI); Contribuição So cial sobre o Lucro Líquido (CSLL); Contribuição pa ra o PIS/PASEP; Contribuição

pa ra o Financiam ento da Seguridade Social (COFINS); Contribuição pa ra o PIS/PASEP; Contribuição

Contribuição pa ra o PIS/PASEP;

Contribuição Previdenciária Patronal (CPP);Social (COFINS); Contribuição pa ra o PIS/PASEP; Impo sto sobre Ope raçõe s Relativa s à

Impo sto sobre Ope raçõe s Relativa s à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviço s de Transporteo PIS/PASEP; Contribuição Previdenciária Patronal (CPP); Interestadual e Inte rmunicipal e de Comunicação (ICMS);

Interestadual e Inte rmunicipal e de Comunicação (ICMS);

Impo sto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).Interestadual e Inte rmunicipal e de Comunicação (ICMS); Tributos não abrangidos pelo Simples Nacional O recolhim

Tributos não abrangidos pelo Simples Nacional

O recolhim ento na form a do Sim ples Nacional não ex clui a incidência dos seguinte s tributos, na qualida de de contribuinte ou

re sponsável:

Impo sto sobre a Exportação, para o Ex terior, de Pro dutos Nacionais ou Nacionalizados (IE);s tributos, na qualida de de contribuinte ou re sponsável: Impo sto de Renda, relativo ao

Impo sto de Renda, relativo ao s rendim entos ou ganhos líquidos obtidos em aplica ções de renda fixa ou variável;o Ex terior, de Pro dutos Nacionais ou Nacionalizados (IE); Contribuição Previdenciária, do trabalhador e a

Contribuição Previdenciária, do trabalhador e a do dono da em presa (em presá rio ou só cio), este na qualidade deobtidos em aplica ções de renda fixa ou variável; contribuinte individual; ICMS devido: - Nas operações

contribuinte individual;

ICMS devido:ou só cio), este na qualidade de contribuinte individual; - Nas operações ou pre stações sujeita

- Nas operações ou pre stações sujeita s ao regim e de substituição tributária;

- Por te rceiro , quando existir lei e stadual ou distrital que obrigue a em presa a re colhe r com o re spons ável;

06/10/2010

IMPRIMIR2009

- Na entrada , no território do Estado ou do Distrito Federal, de pe tróleo, inclusive lubrificantes e com bustíveis líquido s e gasoso s

dele

de rivados, bem como energia elé trica, quando não

de stinados à com e rcialização ou industrializa ção;

- Por o casião do desem bara ço aduaneiro;

- Na

compra ou m anutenção em estoque de m ercadoria

de sacobertada de docum ento fiscal;

- Na operação ou prestação desa cobertada de do cum en to fiscal;

- Nas operações com m ercadoria s sujeitas ao regim e de antecipação do re colhim ento do imposto, bem como do valor relativo à diferença entre a alíquota interna e a interestadua l, na s aquisições em outros Estado s e Distrito Federal, nos term os da

legisla ção

e stadual ou distrital;

- Impo sto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros (II);

- Impo sto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR);

- Contribuição pa ra o Fundo de Garantia do Tem po de Serviço (FGTS);

- Contribuição pa ra o P IS/PASEP , COFINS e IPI incidentes na importação de bens e serviço s;

- ISS devido:

Em relação ao s se rviços sujeitos a substituição tributária ou re tenção na fonte;na importação de bens e serviço s; - ISS devido: Na importação de serviços; Dem ais

Na importação de serviços;a substituição tributária ou re tenção na fonte; Dem ais tributos de com pe tência da

Dem ais tributos de com pe tência da União, dos Estados, do Distrito Federal ou do s Município s.ou re tenção na fonte; Na importação de serviços; Receita Bruta Receita bruta é a som

Receita Bruta

Receita bruta é a som a da s vendas de bens e serviço s nas opera ções realizadas pela empresa , m ais o pre ço dos serviço s prestados, m ais o re sultado na s operações em conta alheia , m enos a s vendas cancelada s e o s de scontos incondicionais concedidos.

Adesão ao Simples Nacional

A opção deverá ser realizada durante o m ês de janeiro de cada ano, até o últim o dia útil, produzindo e feitos a pa rtir do

prim eiro dia daquele m ês. A opção pelo Simples Nacional será válida para o ano todo, só podendo ser m odificada com e feito s

para o ano seguinte .

Opção pelo Simples Nacional para ME e EPP em início de atividades

A ME ou EPP, após e fe tuar a inscrição no CNPJ, bem com o obter a sua inscrição estadual e municipal, quando estas forem

exigíveis, te rá o prazo de a té

contados do últim o de ferim ento de inscrição ,

10 dia s (esse pra zo foi

recentem ente alterado e será de até 30 dia s, a partir de 01/01/2009),

para efe tuar a opção pelo Sim ples Nacional.

A ME ou a EPP não poderá e fe tuar a opção pelo Sim ples Nacional na condição de empresa em início de atividade depois de

decorridos 180 (cento e oitenta) dias da da ta de abertura constante do CNPJ.

Optantes do Simples Nacional

Podem opta r pelo Sim ples Nacional as ME e EPP que se enquadrem nas de finições da LC 123/2006, de 14.12.2006.

Que não ex erçam nenhum a atividade que se ja impedida de pa rticipa r do regim e , conform e art. 17 da LC 123/2006, bem com o não se enquadrem na s situações previstas no § 4º do art. 3º da LC123/2006.

Que cumpram os dem ais requisitos previsto s na lei.

Para ser optante pelo Sim ples Nacional, a em presa não pode exe rcer nenhuma a tividade impeditiva, ainda que exe rça ao

m esmo tem po atividade pe rmitida.

Ramos de atividade e alíquotas

Posteriorm ente , classifica-se a receita bruta m ensa l da pe ssoa jurídica que se rá tributada por dentro do Sim ples Nacional por e stabelecim ento (m atriz e , se existirem , as filiais).

Em seguida , para cada estabelecim ento da pessoa jurídica , classifica-se a receita bruta m ensal nos seg uintes tipos:

A nexo I

Com ércio: re ceita

A nexo II

decorrente da revenda de m ercadorias.

Indústria: re ceita decorrente da venda de m ercadorias industrializada s pela pessoa jurídica .

As atividade s com incidência simultânea de IPI e de ISS serão tributadas na form a do Anexo II, deduzida a parcela correspondente ao ICMS e a crescida à parcela correspondente ao ISS prevista no Anexo III.

06/10/2010

IMPRIMIR2009

A nexo III

1 - Cre che , pré-e scola e estabele cim ento de ensino fundam ental, escolas técnicas, profissionais e de ensino m édio , de língua s e strangeiras, de artes, cursos técnicos de pilo tage m , prepara tório s para concursos, gerenciais e escolas livres, ex ce to a s previstas no s incisos II e III do § 5º-D da Lei Com plem enta r nº 123/2006, com reda ção dada pela Lei Complem entar nº

128/2008;

2 - Agência terceirizada de correios;

3 - Agência de viagem e turismo;

4 - Centro de form ação de condutores de veículo s automotores de transporte te rrestre de passageiro s e de cargas;

5 - Agências lotéricas;

6 -

em

Se rviços de instala ção, de reparos e de m anutenção em ge ral, bem como de usinagem , solda, tratam ento e revestim ento m e tais;

7 - Transporte m unicipal de passageiros; e

8 - Escritório s de serviços contábeis.

A nexo IV

1.

Construção de imóveis e obra s de engenharia em g eral, inclusive sob a form a de sub-empreitada , execução de pro je tos e

se

rviço s de paisagismo , bem com o

de coração de

inte riores;

2.

Serviço de vigilância , limpeza ou

conservação.

A nexo V

1 - Cum ulativam ente administração e locação de imóveis de terceiros;

2 - Academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes m arciais;

3 - Academias de atividades físicas, desportivas, de natação e e scola s de e sportes;

4 - Elaboração de program as de com putadores,

optante;

inclusive jogos ele trônico s, de sde que desenvolvidos em estabelecim ento do

5 - Licenciam ento ou cessão de direito de uso de program a s de computação;

6 - Plane jam ento , confecção, m anutenção e atualiza ção de páginas ele trônicas, desde que realizados em estabelecim ento do

optante;

7 - Em presa s montadoras de estande s para feira s;

8 - Produção cultural e artística;

9 - Produção cinem atográfica e de arte s cênicas;

10 - Laboratórios de análise s clínicas ou de patologia clínica;

11 - Serviço s de

m agné tica;

tomografia, diagnósticos m édicos por im agem , registro s grá ficos e m é todo s óticos,

12 - Se rviço s de prótese em geral.

Determinação das alíquotas

bem como ressonância

Para a de termina ção da alíquota é ne cessá rio, prim eiram ente , se apurar a receita bruta a cumulada dos 12 m e ses anteriores ao período de apuração reconhecida pelo regim e de compe tência. Esta é a som a das receita s brutas m ensais de todos o s e stabelecim entos da pessoa jurídica nos 12 m eses que antecedem o período de apuração .

A alíquota é de te rminada lo calizando-se na tabela correspondente ao tipo de receita , a faixa da re ceita bruta total acum ulada

m eses ante riore s ao período de apuração reconhecida pelo regim e de compe tência , sendo, então, a

da pessoa jurídica nos 12

som a dos percentuais dos tributo s constantes na faix a dessa re ceita bruta .

Exem plo 1: pessoa jurídica que não está em início de

m ese s anteriore s ao período de apuração se ja igual a R$ 650.000,00 e cuja receita bruta operacional do m ês se ja decorrente som ente da revenda de m ercad oria s sem substituição tributária do ICMS e todas as venda s se jam pa ra o m ercado interno .

a tividade cuja re ceita bruta ope racional do s 12

Para de term inar a alíquota relativa ao Anexo V é ne ce ssário:

1. Calcular o valor da relação (r)

06/10/2010

IMPRIMIR2009

r = Folha de Salários incluídos encargos (nos 12 m eses anteriores ao período de apura ção) / Re ceita Bruta (no s 12 m ese s

anteriores ao

período de apuração –

reconhecida pelo regim e de com pe tência);

2. Identifica r a alíquota no Anexo V;

3. Som ar a alíquota identificada no Anexo V com o percentual do ISS do Anexo IV corre spondente à m esm a faix a de receita bruta.

Quanto m aior for a folha de pagam ento, m aior será " r ", m enor se rá a alíquota do Anexo V e m enor será o valor devido do

Simple s Nacional. Ve ja fórm ula a seguir:

Considera-se folha de salá rios, incluídos enca rgos, o m ontante pago nos 12 (doze) m ese s anteriores ao do período de apuração, a título de salário s, re tirada s de "pro labore", acrescidas do montante e fe tivam ente recolhido a título de contribuição para a Seguridade Social de stinada à Previdência Social e para o Fundo de Garantia do Tempo de Se rviço.

Exemplo

Folha de salário s incluídos os encargo s

(em 12 meses): R$ 30.000,00

Receita bruta (em 12 m ese s):

R$ 120.000,00

Aplicando a fórm ula

30.000,00 / 120.000,00 = FATOR R = 0,25

Com r = 0,25 e re ceita bruta acumulada no s 12 m e ses anteriores ao período de apuração = R$ 120.000,00, localiza-se no Anexo V a alíquota de 10,47%. Som ando-se 10,47 % com o percentual do ISS no Anexo IV correspondente à receita bruta acum ulada nos últim os 12 m e ses de 2,00, obtém -se a alíquo ta final de 12,47%.

Calculo do valor devido mensal

Para cada tipo

O valor devido m ensalm ente será a som a dos valores parciais.

de receita, observadas as suas

e specificidades, será aplicada a respe ctiva alíquota, produzindo um valor parcial.

Valor fixo do ICMS e do ISS

O

s Estados, o Distrito Fede ral e os Municípios, no âm bito de suas re spectivas compe tências, poderão, independentem ente da

re

ceita bruta aufe rida no m ês pelo contribuinte , adota r valores fixos m ensais, inclusive por m eio de

regim e de estim ativa fiscal

ou arbitram ento, para o recolhim ento do ICMS e do ISS devido por ME que aufira re ceita bruta , no ano-calendário ante rior, de

a té R$120.000,00, ficando a ME sujeita a

e sses valo re s durante todo

o ano-calendário.

Para utilizar o valor fixo a ME deve atender às seguintes condições:

a) não

pode rá po ssuir filiais;

b) não pode esta r no ano-calendário de início de atividade .

Contribuições Previdenciárias

A substituição da s contribuições previdenciá rias pelos valores pagos através do Sim ples Nacional não abrange as contribuiçõe s

que a empresa tem de descontar ou re ter de outros contribuintes, tais como aquelas descontadas de em pregados e contribuintes individuais, bem como aquela s re tidas pelas tom adoras de serviço s sujeitos a re tenção de 11%, conform e previsto no artigo 31 da Lei nº 8.212/91.

Regime de caixa

Trata-se de form a opcional de de term inação da base de cálculo, que pode rá se r utilizada pela ME e EPP a partir de 01/01/2009.

Considera-se com o ba se de cálculo a receita bruta total recebida pela ME ou EPP . A opção pelo regim e de caixa:

Deve ser inform ada antes da apuração do s valores devidos relativo s ao m ês de janeiro de cada ano;recebida pela ME ou EPP . A opção pelo regim e de caixa: No ca so

No ca so de início de atividade , deve ser inform ada antes da apuração do s valores devido s, relativo s ao m ês da opção;valores devidos relativo s ao m ês de janeiro de cada ano; É irre tratável pa

É irre tratável pa ra todo o ano calendário;do s valores devido s, relativo s ao m ês da opção; É aplicada a todos

É aplicada a todos o s estabelecim entos da em presa (m a triz e filiais).da opção; É irre tratável pa ra todo o ano calendário; O contribuinte que optar pelo

O contribuinte que optar pelo regim e de caixa deverá m anter, além dos livros previstos pa ra a s dem ais ME e EPP optantes pelo

Simple s Nacional, o registro dos valore s a recebe r e dos valores considerados incobráveis, na form a estabelecida pelo CGSN.

Obrigações acessórias

As micro e pequenas empre sas optantes pelo Simple s Nacional devem cum prir, além do pagam ento dos tributos de acordo com

a s tabelas

e stabelecidas, as seguintes obrigaçõe s:

06/10/2010

IMPRIMIR2009

1 - Livros Fiscais e Contábeis obrigatórios para a s ME e EPP optantes pelo Simples Na cional: Livro caixa;

2 - Livro Registro de Inventário (quando contribuinte do ICMS);

3 - Livro Registro de Entrada s, m odelo 1 ou 1- A (quando contribuinte do ICMS);

4 - Livro Registro dos Serviços Prestados (quando contribuinte do ISS);

5 - Livro Registro dos Serviços Tom ados (quando contribuinte do ISS);

6 - Livro de Registro de Entrada e Saída de Selo de Controle (quando contribuinte do IPI);

7 - Livro Registro de Im pressão de Do cum entos Fisca is;

8 - Livros específicos para o s contribuintes que com ercializem combustíveis;

9 - Livro Registro de Veículos, por todas a s pessoas que interfiram habitualm ente no processo de interm ediação de veículo s, inclusive com o depositários ou expositores.

A

apre senta ção da escritura ção contábil, em especial do Livro Diário e do Livro Razão , dispensa a apresentação do Livro Caixa.

O

reconhecim ento da base de cálculo m ensal é realizado segundo o regim e

de com pe tência ou o regim e de caix a. A pessoa

jurídica , a partir de 01/01/2009, deverá, obriga toriam ente , optar por um desses dois regim e s de reconhecim ento, antes de iniciar a prim eira apura ção do ano-calendário correspondente , sendo essa opção irre tratável para todo o ano-calendá rio.

Exclusão do Super Simples

1. Exclusão por opção

O corre quando a ME ou a EPP, e spontaneam ente , de se jar deix ar de ser optante pelo Sim ples Nacional e não exista nenhum a

situação de ex clusão obriga tória.

A ex clusão por opção deverá ser com unicada por m eio do Portal do Simples Nacional, na interne t, e pode se r feita a qualquer

tempo , sendo que só produzirá e feito s a partir de 1º de janeiro do ano calendário seguinte . Entre tanto, caso a ex clusão por opção se dê no m ês de janeiro, o s e feitos se da rão no m e smo ano.

2. Exclusão por comunicação obrigatória

O corre quando a ME ou a EPP está incorrendo em algum a situação que impede a sua perm anência no Sim ples Nacional.

3. A exclusão de ofício

O corre rá nas seguintes situa ções:

Falta de comunicação de ex clusão obrigatória;exclusão de ofício O corre rá nas seguintes situa ções: Falta de emissão de nota fiscal;

Falta de emissão de nota fiscal;ções: Falta de comunicação de ex clusão obrigatória; Omissão da folha de pagam ento da em

Omissão da folha de pagam ento da em presa ou de docum ento de inform ações previsto pela legislação previdenciária, trabalhista ou tributá ria , segurado empregado, trab alhador avulso ou contribuinte individual que lhe pre ste se rviço;ex clusão obrigatória; Falta de emissão de nota fiscal; Emba raço à fiscaliza ção (recusa a

Emba raço à fiscaliza ção (recusa a exibir livros, docum entos, inform a çõesavulso ou contribuinte individual que lhe pre ste se rviço; sobre bens e m ovim entação

sobre bens e m ovim entação financeira);

Resistência à fiscalização (nega tiva de acesso ao estabelecim ento ou ao local de a tividades ou bens);inform a ções sobre bens e m ovim entação financeira); Constituição (da em presa) por interposta

Constituição (daao estabelecim ento ou ao local de a tividades ou bens); em presa) por interposta s

em presa) por interposta s pessoas;

Prática reiterada de infração;Constituição (da em presa) por interposta s pessoas; Inaptidão da empre sa, na form a poste

Inaptidão da empre sa, na form apor interposta s pessoas; Prática reiterada de infração; poste riore s; dos a rts. 80 e

poste riore s;

dos a rts.

80

e

81

da

Lei

no

9.430, de

Com ercialização de m ercadoria s obje to deform a poste riore s; dos a rts. 80 e 81 da Lei no 9.430, de

contrabando ou descaminho;

27 de

Dezem bro de 1996, e

alte raçõe s

Falta de e scrituração do livro-caixa ou não perm itir a identifica ção da movim entação financeira , inclusive bancária;ou descaminho; 27 de Dezem bro de 1996, e alte raçõe s Despesas paga s superam

Despesas paga s superam em 20% (vinte por cento) o valor de ingressos de recursos no m esmo período, ex cluído o anoção da movim entação financeira , inclusive bancária; de início de atividade ; Aquisições de m

de início de atividade ;

Aquisições de m ercadoria s para com ercialização ou industrialização, ressalvadas hipóte ses justificadas de aum entom esmo período, ex cluído o ano de início de atividade ; de estoque , superior

de

estoque , superior a 80% (oitenta por cento) dos ingressos de recursos no m esmo período, ex cluído o ano de início de atividade.

Exemplo

Exemplo

06/10/2010

IMPRIMIR2009

Ramo: Comércio (Anexo I)

Receita Bruta do s últimos 12 m e ses: 90.000,00

Receita Bruta do Mês: 10.000,00

Alíquo ta: 4,0%

10.000,00 x 4,0% = R$ 400,00

Ramo: Indústria (Anexo II)

Receita Bruta do s últimos 12 m e ses: 280.000,00

Receita Bruta do Mês: 50.000,00

Alíquo ta: 7,34%

50.000,00 x 7,34% = R$ 3.670,00

Ramo: Agência de Viagem e Turismo (Anexo III)

Receita Bruta do s últimos 12 m e ses: 150.000,00

Receita Bruta do Mês: 30.000,00

Alíquo ta: 8,21%

30.000,00 x 8,21% = R$ 2.463,00

Ramo: Locação de Bens Móveis (Anexo III)

Receita Bruta do s últimos 12 m e ses: 200.000,00

Receita Bruta do Mês: 40.000,00

Alíquo ta: 8,21% - 2,79%(ISS) = 5,42%

40.000,00 x 5,42% = R$ 2.168,00

A nexo IV:

Não está incluso o INSS.= 5,42% 40.000,00 x 5,42% = R$ 2.168,00 A nexo IV: Recolhimento é obrigatório. INSS será

Recolhimento é obrigatório.x 5,42% = R$ 2.168,00 A nexo IV: Não está incluso o INSS. INSS será recolhido

INSS será recolhido a parte:IV: Não está incluso o INSS. Recolhimento é obrigatório. - INSS – parte patronal = 20,0%;

- INSS – parte patronal = 20,0%;

- SAT – Seguro A cidente de

Trabalho = 3,0%;

- A líquota = 23,0%

Exemplo:

Ramo: Produção Cultural A rtística

(A nexo IV)

Receita Bruta do s últimos 12 m e ses: 180.000,00

Receita Bruta do Mês: 30.000,00

Folha (incluso pró-labore): 5.000,00

30.000,00 x 6,54% = R$ 1.962,00

INSS E SAT:

5.000,00 x 23,0% = R$ 1.150,00

TOTAL = (1.962,00 + 1.150,00) = R$ 3.112,00

A

nexo V:

Não está incluso o INSS.A nexo V: Não está incluso o ISS. A líquota depende do R: R = Folha

Não está incluso o ISS.A nexo V: Não está incluso o INSS. A líquota depende do R: R = Folha

A líquota depende do R:nexo V: Não está incluso o INSS. Não está incluso o ISS. R = Folha de

R

= Folha de salários incluídos encargos/ Receita Bruta (últimos 12 meses)

R= > 0,40 Aplicam–se alíquotas na Tabela Anexo V

Entre 0,35 e 0,40 = Aplica–se alíquota de 14 %

06/10/2010

IMPRIMIR2009

Entre 0,30 e 0,35 = Aplica–se alíquota de 14,5 %

< 0,30 = Aplica–se alíquota de 15 %

Exemplo:

Ramo: Serviço de vigilância e limpeza (Anexo V)

Receita Bruta do s últimos 12 m e ses: 200.000,00

Receita Bruta do Mês: 20.000,00

Folha (incluso pró-labore): 7.000,00

Folha + Encargo s (últimos 12 m eses): 84.000,00

R = 84.000,00 / 200.000,00 = 0,42

Aplica-se Anexo V:

Alíquo ta: 4,48%

20.000,00 x 4,48% = R$ 896,00

Das A líquotas e Base de Cálculo e dos Créditos

Anexo I

Partilha do Sim ples Nacional - Comércio

 

Receita Bruta em 12 meses (em R$)

 

ALÍQUOTA

IRPJ

CSLL

COFINS

PIS/

INSS

ICMS

 

PA

SEP

A

té 1 2 0 .0 0 0 ,0 0

4 ,0 0%

0 ,0 0%

0 ,0 0%

0 ,0 0%

0 ,0 0%

1 ,8 0%

1 ,2 5%

D

e 1 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 4 0 .0 0 0 ,0 0

5 ,4 7%

0 ,0 0%

0 ,0 0%

0 ,8 6%

0 ,0 0%

2 ,1 7%

1 ,8 6%

D

e 2 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 3 6 0 .0 0 0 ,0 0

6 ,8 4%

0 ,2 7%

0 ,3 1%

0 ,9 5%

0 ,2 3%

2 ,7 1%

2 ,3 3%

D

e 3 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 4 8 0 .0 0 0 ,0 0

7 ,5 4%

0 ,3 5%

0 ,3 5%

1 ,0 4%

0 ,2 5%

2 ,9 9%

2 ,5 6%

D

e 4 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 6 0 0 .0 0 0 ,0 0

7 ,6 0%

0 ,3 5%

0 ,3 5%

1 ,0 5%

0 ,2 5%

3 ,0 2%

2 ,5 8%

D

e 6 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 7 2 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,2 8%

0 ,3 8%

0 ,3 8%

1 ,1 5%

0 ,2 7%

3 ,2 8%

2 ,8 2%

D

e 7 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 8 4 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,3 6%

0 ,3 9%

0 ,3 9%

1 ,1 6%

0 ,2 8%

3 ,3 0%

2 ,8 4%

D

e 8 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 9 6 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,4 5%

0 ,3 9%

0 ,3 9%

1 ,1 7%

0 ,2 8%

3 ,3 5%

2 ,8 7%

D

e 9 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 0

9 ,0 3%

0 ,4 2%

0 ,4 2%

1 ,2 5%

0 ,3 0%

3 ,5 7%

3 ,0 7%

D

e 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 0

9 ,1 2%

0 ,4 3%

0 ,4 3%

1 ,2 6%

0 ,3 0%

3 ,6 0%

3 ,1 0%

D

e 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 0

9 ,9 5%

0 ,4 6%

0 ,4 6%

1 ,3 8%

0 ,3 3%

3 ,9 4%

3 ,3 8%

D

e 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,0 4%

0 ,4 6%

0 ,4 6%

1 ,3 9%

0 ,3 3%

3 ,9 9%

3 ,4 1%

D

e 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,1 3%

0 ,4 7%

0 ,4 7%

1 ,4 0%

0 ,3 3%

4 ,0 1%

3 ,4 5%

D

e 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,2 3%

0 ,4 7%

0 ,4 7%

1 ,4 2%

0 ,3 4%

4 ,0 5%

3 ,4 8%

D

e 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,3 2%

0 ,4 8%

0 ,4 8%

1 ,4 3%

0 ,3 4%

4 ,0 8%

3 ,5 1%

D

e 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,2 3%

0 ,5 2%

0 ,5 2%

1 ,5 6%

0 ,3 7%

4 ,4 4%

3 ,8 2%

D

e 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,3 2%

0 ,5 2%

0 ,5 2%

1 ,5 7%

0 ,3 7%

4 ,4 9%

3 ,8 5%

D

e 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,4 2%

0 ,5 3%

0 ,5 3%

1 ,5 8%

0 ,3 8%

4 ,5 2%

3 ,8 8%

D

e 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,5 1%

0 ,5 3%

0 ,5 3%

1 ,6 0%

0 ,3 8%

4 ,5 6%

3 ,9 1%

D

e 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .4 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,6 1%

0 ,5 4%

0 ,5 4%

1 ,6 0%

0 ,3 8%

4 ,6 0%

3 ,9 5%

 

Anexo II

 
 

Partilha do Sim ples Nacional - Indústria

 
 

ALÍQUOTA

 

PIS/

 
 

Receita Bruta em 12 meses (em R$)

IRPJ

CSLL

COFINS

PASEP

INSS

ICMS

IPI

A

té 1 2 0 .0 0 0 ,0 0

4 ,5 0%

0 ,0 0%

0 ,2 1%

0 ,7 4%

0 ,0 0%

1 ,8 0%

1 ,2 5%

0 ,5 0%

D

e 1 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 4 0 .0 0 0 ,0 0

5 ,9 7%

0 ,0 0%

0 ,3 6%

1 ,0 8%

0 ,0 0%

2 ,1 7%

1 ,8 6%

0 ,5 0%

D

e 2 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 3 6 0 .0 0 0 ,0 0

7 ,3 4%

0 ,3 1%

0 ,3 1%

0 ,9 5%

0 ,2 3%

2 ,7 1%

2 ,3 3%

0 ,5 0%

D

e 3 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 4 8 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,0 4%

0 ,3 5%

0 ,3 5%

1 ,0 4%

0 ,2 5%

2 ,9 9%

2 ,5 6%

0 ,5 0%

D

e 4 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 6 0 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,1 0%

0 ,3 5%

0 ,3 5%

1 ,0 5%

0 ,2 5%

3 ,0 2%

2 ,5 8%

0 ,5 0%

D

e 6 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 7 2 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,7 8%

0 ,3 8%

0 ,3 8%

1 ,1 5%

0 ,2 7%

3 ,2 8%

2 ,8 2%

0 ,5 0%

D

e 7 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 8 4 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,8 6%

0 ,3 9%

0 ,3 9%

1 ,1 6%

0 ,2 8%

3 ,3 0%

2 ,8 4%

0 ,5 0%

06/10/2010

IMPRIMIR2009

D

e 8 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 9 6 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,9 5%

0 ,3 9%

0 ,3 9%

1 ,1 7%

0 ,2 8%

3 ,3 5%

2 ,8 7%

0 ,5 0%

D

e 9 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 0

9 ,5 3%

0 ,4 2%

0 ,4 2%

1 ,2 5%

0 ,3 0%

3 ,5 7%

3 ,0 7%

0 ,5 0%

D

e 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 0

9 ,6 2%

0 ,4 6%

0 ,4 2%

1 ,2 6%

0 ,3 0%

3 ,6 2%

3 ,1 0%

0 ,5 0%

D

e 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,4 5%

0 ,4 6%

0 ,4 6%

1 ,3 8%

0 ,3 3%

3 ,9 4%

3 ,3 8%

0 ,5 0%

D

e 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,5 4%

0 ,4 6%

0 ,4 6%

1 ,3 9%

0 ,3 3%

3 ,9 9%

3 ,4 1%

0 ,5 0%

D

e 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,6 3%

0 ,4 7%

0 ,4 7%

1 ,4 0%

0 ,3 3%

4 ,0 1%

3 ,4 5%

0 ,5 0%

D

e 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,7 3%

0 ,4 7%

0 ,4 7%

1 ,4 2%

0 ,3 4%

4 ,0 5%

3 ,4 8%

0 ,5 0%

D

e 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,8 2%

0 ,4 8%

0 ,4 8%

1 ,4 3%

0 ,3 4%

4 ,0 8%

3 ,5 1%

0 ,5 0%

D

e 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,7 3%

0 ,5 2%

0 ,5 2%

1 ,5 6%

0 ,3 7%

4 ,4 4%

3 ,8 2%

0 ,5 0%

D

e 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,8 2%

0 ,5 2%

0 ,5 2%

1 ,5 7%

0 ,3 7%

4 ,4 9%

3 ,8 5%

0 ,5 0%

D

e 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,9 2%

0 ,5 3%

0 ,5 3%

1 ,5 8%

0 ,3 8%

4 ,5 2%

3 ,8 8%

0 ,5 0%

D

e 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 2 ,0 1%

0 ,5 3%

0 ,5 3%

1 ,6 0%

0 ,3 8%

4 ,5 6%

3 ,9 1%

0 ,5 0%

D

e 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .4 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 2 ,1 1%

0 ,5 4%

0 ,5 4%

1 ,6 0%

0 ,3 8%

4 ,6 0%

3 ,9 5%

0 ,5 0%

 

Anexo III

 
 

Partilha do Simples Na cional - Serviços de Locação de Bens Móveis

 
 

Receita Bruta em 12 meses (em R$)

 

ALÍQUOTA

IRPJ

CSLL

COFINS

PIS/

INSS

ISS

 

PA

SEP

A

té 1 2 0 .0 0 0 ,0 0

6 ,0 0%

0 ,0 0%

0 ,3 9%

1 ,1 9%

0 ,0 0%

2 ,4 2%

2 ,0 0%

D

e 1 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 4 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,2 1%

0 ,0 0%

0 ,5 4%

1 ,6 2%

0 ,0 0%

3 ,2 6%

2 ,7 9%

D

e 2 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 3 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,2 6%

0 ,4 8%

0 ,4 3%

1 ,4 3%

0 ,3 5%

4 ,0 7%

3 ,5 0%

D

e 3 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 4 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,3 1%

0 ,5 3%

0 ,5 3%

1 ,5 6%

0 ,3 8%

4 ,4 7%

3 ,8 4%

D

e 4 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 6 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,4 0%

0 ,5 3%

0 ,5 2%

1 ,5 8%

0 ,3 8%

4 ,5 2%

3 ,8 7%

D

e 6 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 7 2 0 .0 0 0 ,0 0

1 2 ,4 2%

0 ,5 7%

0 ,5 7%

1 ,7 3%

0 ,4 0%

4 ,9 2%

4 ,2 3%

D

e 7 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 8 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 2 ,5 4%

0 ,5 9%

0 ,5 6%

1 ,7 4%

0 ,4 2%

4 ,9 7%

4 ,2 6%

D

e 8 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 9 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 2 ,6 8%

0 ,5 9%

0 ,5 7%

1 ,7 6%

0 ,4 2%

5 ,0 3%

4 ,3 1%

D

e 9 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 3 ,5 5%

0 ,6 3%

0 ,6 1%

1 ,8 8%

0 ,4 5%

5 ,3 7%

4 ,6 1%

D

e 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 3 ,6 8%

0 ,6 3%

0 ,6 4%

1 ,8 9%

0 ,4 5%

5 ,4 2%

4 ,6 5%

D

e 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 0

1 4 ,9 3%

0 ,6 9%

0 ,6 9%

2 ,0 7%

0 ,5 0%

5 ,9 8%

5 ,0 0%

D

e 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 5 ,0 6%

0 ,6 9%

0 ,6 9%

2 ,0 9%

0 ,5 0%

6 ,0 9%

5 ,0 0%

D

e 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 5 ,2 0%

0 ,7 1%

0 ,7 0%

2 ,1 0%

0 ,5 0%

6 ,1 9%

5 ,0 0%

D

e 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 5 ,3 5%

0 ,7 1%

0 ,7 0%

2 ,1 3%

0 ,5 1%

6 ,3 0%

5 ,0 0%

D

e 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 5 ,4 8%

0 ,7 2%

0 ,7 0%

2 ,1 5%

0 ,5 1%

6 ,4 0%

5 ,0 0%

D

e 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 0

1 6 ,8 5%

0 ,7 8%

0 ,7 6%

2 ,3 4%

0 ,5 6%

7 ,4 1%

5 ,0 0%

D

e 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 6 ,9 8%

0 ,7 8%

0 ,7 8%

2 ,3 6%

0 ,5 6%

7 ,5 0%

5 ,0 0%

D

e 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 7 ,1 3%

0 ,8 0%

0 ,7 9%

2 ,3 7%

0 ,5 7%

7 ,6 0%

5 ,0 0%

D

e 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 7 ,2 7%

0 ,8 0%

0 ,7 9%

2 ,4 0%

0 ,5 7%

7 ,7 1%

5 ,0 0%

D

e 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .4 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 7 ,4 2%

0 ,8 1%

0 ,7 9%

2 ,4 2%

0 ,5 7%

7 ,8 3%

5 ,0 0%

 

Anexo IV

 
 

Partilha do Sim ples Nacional - Serviços

 
 

ALÍQUOTA

   

PIS/

 

Receita Bruta em 12 meses (em R$)

IRPJ

CSLL

COFINS

PASEP

ISS

A

té 1 2 0 .0 0 0 ,0 0

4 ,5 0%

 

0 ,0 0%

1 ,2 2%

1 ,2 8%

0 ,0 0%

2 ,0 0%

D

e 1 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 4 0 .0 0 0 ,0 0

6 ,5 4%

 

0 ,0 0%

1 ,8 4%

1 ,9 1%

0 ,0 0%

2 ,7 9%

D

e 2 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 3 6 0 .0 0 0 ,0 0

7 ,7 0%

 

0 ,1 6%

1 ,8 5%

1 ,9 5%

0 ,2 4%

3 ,5 0%

D

e 3 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 4 8 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,4 9%

 

0 ,5 2%

1 ,8 7%

1 ,9 9%

0 ,2 7%

3 ,8 4%

D

e 4 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 6 0 0 .0 0 0 ,0 0

8 ,9 7%

 

0 ,8 9%

1 ,8 9%

2 ,0 3%

0 ,2 9%

3 ,8 7%

D

e 6 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 7 2 0 .0 0 0 ,0 0

9 ,7 8%

 

1 ,2 5%

1 ,9 1%

2 ,0 7%

0 ,3 2%

4 ,2 3%

D

e 7 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 8 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,2 6%

1 ,6 2%

1 ,9 3%

2 ,1 5%

0 ,3 4%

4 ,2 6%

D

e 8 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 9 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 0 ,7 6%

2 ,0 0%

1 ,9 5%

2 ,1 9%

0 ,3 5%

4 ,3 1%

D

e 9 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 1 ,5 1%

2 ,3 7%

1 ,9 7%

2 ,2 3%

0 ,3 7%

4 ,6 1%

D

e 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 2 ,0 0%

2 ,7 4%

2 ,0 0%

2 ,2 7%

0 ,3 8%

4 ,6 5%

06/10/2010

IMPRIMIR2009

D

D

e 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 0

1 2 ,8 0%

1 2 ,8 0%

3 ,1 2%

D e 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .3 2 0

2 ,0 1%

D e 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .3 2 0

2 ,3 1%

D e 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .3 2 0

0 ,4 0%

D e 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .3 2 0
5 ,0 0%

5 ,0 0%

D

e 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 3 ,2 5%

3 ,4 9%

2 ,0 3%

2 ,3 5%

0 ,4 2%

5 ,0 0%

D

e 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 3 ,7 0%

3 ,8 6%

2 ,0 5%

2 ,3 9%

0 ,4 4%

5 ,0 0%

D

e 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 4 ,1 5%

4 ,2 3%

2 ,0 7%

2 ,4 3%

0 ,4 6%

5 ,0 0%

D

e 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 4 ,6 0%

4 ,6 0%

2 ,1 0%

2 ,4 7%

0 ,4 7%

5 ,0 0%

D

e 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 0

1 5 ,0 5%

4 ,9 0%

2 ,1 9%

2 ,4 3%

0 ,4 9%

5 ,0 0%

D

e 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 5 ,5 0%

5 ,2 1%

2 ,2 7%

2 ,5 1%

0 ,5 1%

5 ,0 0%

D

e 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 5 ,9 5%

5 ,5 1%

2 ,3 6%

2 ,5 5%

0 ,5 3%

5 ,0 0%

D

e 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 0

1 6 ,4 0%

5 ,8 1%

2 ,4 5%

2 ,5 9%

0 ,5 5%

5 ,0 0%

D

e 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .4 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 6 ,8 5%

6 ,1 2%

2 ,5 3%

2 ,6 3%

0 ,5 7%

5 ,0 0%

A nexo V

1) Será apurada a rela ção (r) conform e abaixo:

(r) = Folha de Salários incluídos encargos (em 12 m eses) / Receita Bruta (em 12 m e ses)

2) Na hipóte se em que (r) se ja m aior ou igual a 0,4 0 (quarenta centésimos), as alíquo tas do Simples Na cional relativas ao

IRPJ, P IS/PASEP, CSLL e CO FINS corre sponderão

ao seguinte:

 

Receita Bruta em 12 meses (em R$)

IRPJ,

PIS/PASEP, COFINS e CSLL

A

té 1 2 0 .0 0 0 ,0 0

ISE N T O

D

e 1 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 4 0 .0 0 0 ,0 0

ISE N T O

D

e 2 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 3 6 0 .0 0 0 ,0 0

ISE N T O

D

e 3 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 4 8 0 .0 0 0 ,0 0

0 ,6 7%

D

e 4 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 6 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 ,0 7%

D

e 6 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 7 2 0 .0 0 0 ,0 0

1 ,3 3%

D

e 7 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 8 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 ,5 2%

D

e 8 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 9 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 ,8 3%

D

e 9 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,0 7%

D

e 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,2 7%

D

e 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,4 2%

D

e 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,5 6%

D

e 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,6 7%

D

e 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,7 6%

D

e 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,8 4%

D

e 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,9 2%

D

e 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 0

3 ,0 6%

D

e 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 0

3 ,1 9%

D

e 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 0

3 ,3 0%

D

e 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .4 0 0 .0 0 0 ,0 0

3 ,4 0%

3) Na hipóte se em que (r) se ja m aior ou igual a 0,3 5 (trinta e cinco centésim os) e m enor que 0,40 (qua renta centésim os), a alíquota do Simples Nacional relativa ao IRPJ, PIS/PASEP, CSLL e COFINS para todas as faix as de receita bruta será igual a 14,00% (catorze por cento).

4) Na hipótese em que (r) se ja m aior ou igual a 0,3 0 (trinta centésimo s) e m enor que 0,35 (trinta e cinco centésim os), a alíquota do Simples Nacional relativa ao IRPJ, PIS/PASEP, CSLL e COFINS para todas as faix as de receita bruta será igual a 14,50% (catorze inteiros e cinqüenta centésimos por cento).

5) Na hipóte se em que (r) se ja m enor que 0,30 (trin ta centésim os), a alíquota do Simples Nacional rela tiva ao IRPJ, PIS/PASEP , CSLL e COFINS para todas a s faixas de receita bruta será igual a 15,00% (quinze por cento).

6) Som ar-se -á a alíquota do Sim ples Nacional relativa ao IRPJ, PIS/PASEP, CSLL e COFINS apurada na form a acim a a parcela correspondente ao ISS prevista no Anexo IV desta Le i Com plem entar.

Créditos de ICMS

No entanto, a pa rtir de m a rço de 2009, a legislação das Micro e Pequenas Empre sas também poderão trans ferir ou receber crédito s de ICMS.

Assim , duas m edidas trouxe ram impa ctos importante s no fluxo de caixa dos pequenos negócio s:

- Crédito de ICMS para a pequena indústria e as modificações na substituição tributá ria;

- A prim eira perm ite que todas a s indústria s que estão no Sim ples Nacional transfiram crédito do ICMS para grandes cliente s, ampliando a com pe titividade;

- A grande empre sa que compra da pequena pode re cebe r dois

entre 1,25% a 3,95%; e o crédito contido nos insumo s, que será dado por um critério estabelecido em ca da estado.

tipo s de crédito. O ICMS contido na alíquota do Supersimple s,

Na prá tica , grandes empre sas exigem o crédito de IC MS

anterior não perm itia e sse repasse , elas se

das pequenas quando adquirem produtos, m as, com o o sistem a

ou exigiam desconto no preço.

negavam a com prar

No Estado do Paraná, vigora a redução das alíquotas do ICMS para as micro e pequenas empresas, conforme DECRETO N. 1190 de 19 de Julho de 2007:

06/10/2010

IMPRIMIR2009

Art. 2º Ficam isentas do pagamento do ICMS as microempresas e empresas de pequeno porte estabelecidas neste Es tado e enquadradas no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições - Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar n. 123, de 14 de dezembro de 2006, cuja receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao do período de apuração não ultrapasse R$ 360.000,00 (§ 20 do art. 18 da Lei Complementar n. 123/06).

Art. 3º O valor do ICMS devido mensalmente pelas microempresas e empresas de pequeno porte estabelecidas neste Estado e enquadradas no Simples Nacional, considerando a receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao do período de apuração, será determinado de acordo com a tabela a seguir (§ 20 do art. 18 da Lei Complementar n. 123/06):

 

Receita Bruta em 12 meses (em R$)

IRPJ,

PIS/PASEP, COFINS e CSLL

A

té 1 2 0 .0 0 0 ,0 0

ISE N T O

D

e 1 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 4 0 .0 0 0 ,0 0

ISE N T O

D

e 2 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 3 6 0 .0 0 0 ,0 0

ISE N T O

D

e 3 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 4 8 0 .0 0 0 ,0 0

0 ,6 7%

D

e 4 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 6 0 0 .0 0 0 ,0 0

1 ,0 7%

D

e 6 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 7 2 0 .0 0 0 ,0 0

1 ,3 3%

D

e 7 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 8 4 0 .0 0 0 ,0 0

1 ,5 2%

D

e 8 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 9 6 0 .0 0 0 ,0 0

1 ,8 3%

D

e 9 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,0 7%

D

e 1 .0 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,2 7%

D

e 1 .2 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,4 2%

D

e 1 .3 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,5 6%

D

e 1 .4 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,6 7%

D

e 1 .5 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,7 6%

D

e 1 .6 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,8 4%

D

e 1 .8 0 0 .0 0 0 ,0 1 a 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 0

2 ,9 2%

D

e 1 .9 2 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 0

3 ,0 6%

D

e 2 .0 4 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 0

3 ,1 9%

D

e 2 .1 6 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 0

3 ,3 0%

D

e 2 .2 8 0 .0 0 0 ,0 1 a 2 .4 0 0 .0 0 0 ,0 0

3 ,4 0%

O SEBRAE/PR indica abaixo ende reços de sites intere ssantes, entre tanto, a re sponsabilidade pela atualização e confiabilidade das inform a ções é da entidade/instituição de tentora do Site .

Veja mais:

www.receita.fazenda.gov.br

http://www.sefanet.pr.gov.br