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INFORMAÇÃO EM TEMPOS DE

GLOBALIZAÇÃO
A Transformação da Sociedade

Carlos Eduardo da Costa


Prof. Antonio César da Silva
Centro Universitário Leonardo da Vinci -
UNIASSELVI
02/02/2007

RESUMO
Mostra como que na sociedade contemporânea, a
globalização contribuiu com a mudança cultural na
qual o conhecimento da informação se transformou
em um bem de grande valor. Identifica as novas
ferramentas da informação geradas pela informática,
provocando mudanças tão espetaculares que o
conhecimento tornou-se matéria prima na sociedade
da informação. Ressalta como as novas tecnologias
passaram a exercer uma enorme influência na
sociedade, sendo uma importante ferramenta para a
transformação e difusão do conhecimento. E como o
uso dessa tecnologia tornou possível a troca de
informação em um curto espaço de tempo.
Palavras-chave: Informação; Conhecimento;
Sociedade.

1 INTRODUÇÃO
A sociedade vem passando por inúmeras mudanças
em todas as áreas do conhecimento. Os impactos
produzidos na sociedade através dos meios de
comunicação altamente sofisticados como a Tv,
satélite, internet, têm provocado modificação no
estilo de conduta, atitudes, costumes e tendências
das populações mundiais, principalmente no Brasil.
É importante ressaltar que essas mudanças só
ocorrem por causa do avanço das tecnologias,
sobretudo no ramo das telecomunicações. Isto é
percebido diariamente em todos os países do
mundo, principalmente os mais evoluídos, pois os
mesmos produzem tecnologia de forma acelerada e
com uma eficiência singular.
O aumento das tecnologias da comunicação e
informação impulsiona ainda mais o processo de
mudança comportamental no Brasil e no mundo,
isso acontece porque todos os envolvidos com
essas, tem que se adaptar a elas para se
estabelecerem no mercado ou na vida de um modo
geral. A globalização tem aumentado na mesma
velocidade em que os meios de comunicação vêm
se aperfeiçoando e expandindo suas fronteiras.
Internet, MSN, GPS, guerras em tempo real (CNN na
Guerra do Golfo), mostram que cada vez mais a
informação chega mais rápido e com mais
voracidade, e quem não estiver preparado para
saber como aproveitar o momento certo, poderá ficar
para trás e deixar a concorrência passar a frente.

2 NOVA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO


As novas tecnologias da informação estão
integrando o mundo em redes globais de
comunicação. A tendência social e política
característica da década de 90 é a construção é a
construção de um mundo cada vez mais globalizado,
integrado mutuamente com tudo e com todos.
A mudança histórica das tecnologias mecânicas
para a tecnologia da informação ajuda a
desmistificar a idéia de soberania e auto-suficiência
promovida no passado.
em duvida, desde o inicio da década de 70, a
inovação tecnológica tem sido conduzida pelo
mercado, provocando uma difusão mais rápida
dessa inovação. Na realidade, a inovação
descentralizada estimulada por uma cultura de
criatividade tecnológica e por modelos tecnológicos
de sucesso é que as tecnologias prosperam.
Paises como China e Índia onde até pouco tempo
atrás eram paises fechados à nova ordem mundial
do capitalismo, começaram a abrir se para o mundo
e a aproveitar essa onda nas mudanças da
tecnologia da informação. Hoje mais da metade dos
computadores do mundo são produzidos na China,
mas até pouco tempo a trás o acesso a internet era
quase que proibido a população. Hoje o numero de
internautas alcançou 137 milhões ou 10% da
população total do país. Ainda está longe dos quase
20% do Brasil, mas caminha a passos largos para
de tornar uma nação poderosa em termos de
tecnologia da informação.

3 AS MUDANÇAS NA SOCIEDADE E NA
INFORMAÇÃ
A revolução Industrial começou na Inglaterra,
quando a máquina a vapor foi inventada, na metade
do século XVIII. Logo surgiram as ferrovias e
indústrias. As pessoas trocaram o campo pela
cidade.
As mudanças tecnológicas praticamente cessaram
no século XIX, quando surgiram várias inovações:
motor de combustão interna, eletricidade, etc. que
alteram a economia mundial. Essas, por sua vez
geram uma nova classe de trabalhadores, aumentou
o numero de pessoas com acesso a educação e que
tinham dinheiro. Começaram os problemas de
desemprego, surgiu o materialismo e a decadência
das famílias acelerou.

3.1 MUDANÇAS NO SECULO XX


A partir da década de 70 as novas tecnologias da
informação já se apresentavam em âmbito
internacional, substituindo as tecnologias intensivas
em material e energia de massa, características do
ciclo do petróleo.
Nesse cenário marcado por mudanças cruciais a
necessidade de informação sobre futuros
desenvolvimento tornou-se ainda mais vital. O
acesso a uma base de informações e conhecimento
cientifico e tecnológico, que se constitua numa
vantagem no passado passou-se uma necessidade
fundamental no presente.
A acelerada disponibilização das novas tecnologias
aponta para uma era de crescente globalização,
inclusive tecnológica. Isso acontece dado ao caráter
do processo de geração, transmissão e difusão das
tecnologias. Mas nada disso funciona ou funcionará
bem se as pessoas não participarem dessa
tecnologia. Para Ribeiro (1994, p. 112):
Os empresários muitas vezes perdem milhões ou até
a própria empresa por esquecer um principio simples
que rege as leis de convivências: as coisas só
acontecem, na empresa, na escola de samba, nos
partidos, no governo ou em qualquer grupo, se as
pessoas envolvidas quiserem que aconteça.
As mudanças em curso podem gerar impactos e
efeitos na economia mundial, tanto para os
mercados internos e externos, já que a difusão das
novas tecnologias acontece em escala mundial.
Nesse caso, os principais movimentos que
caracterizam as novas tecnologias são fortemente
centrados nos países mais desenvolvidos que
marginalizam os menos desenvolvidos inclusive o
Brasil.

4 CONCLUSÃO
Na revolução das novas tecnologias da informação e
comunicação, o conhecimento tecnológico, ao se
constituir num dos principais meio da globalização,
permanece, restrito ao âmbito daqueles que detém o
conhecimento.
O poder da informação no mundo globalizado é
praticamente incalculável. Enquanto no século XVIII
uma mensagem demorava meses de navio para
chegar ao seu destino, hoje com um simples
"ENVIAR", você pode mandar e-mails para milhares
de pessoas no mundo inteiro. Ou uma bolsa de
valores pode cair vários pontos por alguma confusão
que está acontecendo a milhares de quilometro dali.
O principal desafio da era da informação globalizada
é criar instrumentos para filtrar as milhares de
informações que circulam na internet e TV?s do
mundo todo, pois uma informação falsa ou mal
interpretado pode acabar em grande confusão e
desentendimento.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. FOLHA ON LINE. População de internautas da
china atinge 137 milhões. Disponível em: . Acesso
em: 26 jan. 2007.
2. PALHARE, Márcia Maria; SILVA, Rachel Inês;
ROSA, Rosemar. A novas Tecnologias da
Informação numa Sociedade em Transição.
Uberaba, 2002. 6 f. Gestão do Conhecimento e
Tecnologia da Informação, Universidade de Uberaba
(UNIUBE).
3. RIBEIRO, Julio. Fazer acontecer. 1. ed. São
Paulo: Cultura, 1994.
O lado perverso da globalização na
sociedade da informação

Maria Elza Miranda Ataíde


Mestranda em ciência da informação na
Universidade de Brasília (UnB)

RESUMO
O processo de globalização trouxe uma série de
mudanças de paradigmas. Nem todos favoráveis in
totum para a sociedade. Este artigo faz uma análise
sobre os primeiros resultados dos efeitos da
globalização para a sociedade da informação. Traz
uma comparação dos estudos de Masuda e Drahos
sobre o futuro da sociedade da informação em uma
economia globalizada. Enfatiza-se, na conclusão, a
importância do preparo profissional e da
conscientização da cidadania para enfrentar o perigo
de dominação de grupos com o cerceamento ao
direito de todos à informação e ao conhecimento.
Palavras-chave: Informação; Globalização;
Feudalismo; Propriedade intelectual; Internet.
"Quem é cego? O homem que não pode ver um
novo mundo"
(pensamento indiano)

INTRODUÇÃO
Passados alguns anos da entrada do Brasil na era
da globalização, podemos constatar a mudança de
paradigmas econômicos, políticos e sociais.
O objetivo do desenvolvimento econômico é o
aumento contínuo do bem-estar do povo,
proporcionado a satisfação de necessidades básicas
e minimizando desigualdades de acesso a bens e
serviços.
A globalização prometia abertura de mercado e
igualdade de oportunidades para todos. Isto
significaria que todos os indivíduos fariam ou
poderiam fazer parte de um mesmo mundo, de uma
mesma realidade. A democracia pressupõe uma
sociedade livre, com igualdade de direitos e deveres
ou, no mínimo, sem grandes desigualdades entre os
cidadãos. A globalização estaria permitindo as
mesmas oportunidades para todos? Ou estaria
privilegiando pequenos grupos? Em um rápido
balanço de final de século, que conclusões podemos
elencar?
ALGUNS RESULTADOS DO PROCESSO DE
GLOBALIZAÇÃO
O Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (PNUD) divulgou um relatório sobre
o desenvolvimento humano no qual revela um
quadro bastante negativo no período de 1990 a
1995, período este que podemos relacionar com os
primeiros resultados do processo de globalização.
Segundo este relatório, o nível de pobreza aumentou
no mundo. Antes concentrava-se na América Latina,
no sul da Ásia e na África. Hoje, sabemos que os
países da Europa Oriental e os da antiga União
Soviética engrossam a lista dos excluídos. Até os
países ricos viram o índice de pobreza subir de forma
alarmante. O desemprego alcançou níveis iguais aos
dos anos 30, e a desigualdade de renda cresceu
ainda mais.
O mercado tornou-se mais agressivo com a
globalização da economia. O capital estrangeiro
entrou no Brasil. O monopólio agoniza. O governo
brasileiro lança uma política de privatização.
Para Forrester, as privatizações, sob a alegação de
reduzir o tamanho dos Estados, desejam mesmo é
poupá-los de realizar cortes de pessoal. Segundo
ela, a globalização e a informatização significam a
privatização do máximo de empresas estatais que for
possível, seu enxugamento e o enfraquecimento dos
trabalhadores pelo terror do desemprego.
As empresas brasileiras, para se tornarem
competitivas e sobreviver nesta economia
globalizada, tiveram de introduzir modificações em
suas estratégias de competição e crescimento.
Muitas desapareceram, ou estão fechando suas
portas. O desemprego aumenta a cada dia.

NOVO PARADIGMA TECNOLÓGICO


O novo paradigma tecnológico trouxe novas
exigências quanto aos atributos dos trabalhadores e
requer maior preparo e educação permanentes para
o desempenho de funções que estão em constante
mudança. Este novo paradigma, surgido a partir do
emprego de novas técnicas organizacionais e da
automação, é uma característica dos dias atuais.
Sem dúvida, este novo modelo está associado à
aceleração da evolução e mudança dos métodos de
trabalho, pressionados pela necessidade de novos
produtos e de se imprimir qualidade até mesmo
como requisito de sobrevivência.
O Brasil saiu de duas décadas perdidas em termos
de sua inserção no mercado global. O ano de 1990
foi o marco definitivo da política de substituição de
importações, que deu lugar à política de
competitividade industrial.
Mais e mais empresas estão descobrindo o valor da
informação para seus negócios. Estão buscando e
aprendendo a utilizar informações sobre o ambiente
interno e externo, sobre ameaças e oportunidades.
Estão, enfim, preocupadas em ter o maior
conhecimento possível sobre dados e fatos do seu
contexto empresarial.
Em um modelo econômico globalizado, cresce a
exigência para que as empresas cumpram requisitos
técnicos e tecnológicos em relação à qualidade de
seus serviços e produtos, à preservação do meio
ambiente e à segurança no trabalho.
O atual processo requer o uso adequado da
informação como insumo para a tomada de decisões
e a utilização de modernas tecnologias de
informação para permitir o acesso mais rápido, no
sentido de possibilitar que os dados sejam
empregados no momento oportuno.
No entanto, a informação está disponível para todos
os que dela necessitam? Temos como afirmar que
todos podem fazer parte da sociedade da
informação?

SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO: DEMOCRACIA


OU FEUDALISMO
Masuda diz que na sociedade da informação
predominará o direito de uso, e não o direito de
propriedade e que o princípio da sinergia, ao invés
do princípio da competição, será o princípio básico
da sociedade. Para ele, os indivíduos terão um
objetivo social comum.
Drahos, ao contrário de Masuda, preconiza que a
sociedade da informação pode se transformar em um
espaço mais desigual do que nós poderíamos
esperar e que corre o risco de se fechar em feudos,
onde prevalecerão os interesses dos mais ricos (que
ele denomina de barões da mídia), ávidos em obter
grandes lucros, impondo o prejuízo aos mais pobres.
A Internet permite a disponibilização de dados e
informações a qualquer momento e por qualquer
pessoa ou instituição. Este fato ocasiona um mundo
de informações colocadas de forma desorganizada e
conseqüentemente de difícil recuperação. Possibilita
ainda que grupos possam juntar-se e criar sites com
informações organizadas, com valor agregado,
estratégicas e disponíveis ...." a quem puder pagar
por elas".
Existe ainda o direito de propriedade intelectual que
garante ao autor cobrar taxa sobre a sua produção.
Então, o comércio da informação afeta duas área de
regulação: as telecomunicações e a propriedade
intelectual.
A capacidade de pagar pelas ligações e pelos
serviços de informação varia muito entre os usuários,
principalmente nos países em desenvolvimento.
Pode surgir daí um problema social em potencial,
como previsto na Teoria Weak Tie (Teoria dos Laços
Fracos). Essa teoria diz que "está ficando cada vez
mais fácil para aqueles que têm acesso à Internet
buscar novas oportunidades, estendendo suas redes
pessoais de maneira mais eficiente do que aqueles
que não têm acesso. Se, como as evidências
sugerem, os usuários já tendem a vir de famílias de
renda mais alta, com educação universitária, pode se
esperar que o abismo entre os níveis de renda
continuará a aprofundar-se a uma taxa
extremamente acelerada" (Civille, 1995).
Drahos alerta para o risco do estabelecimento rígido
dos direitos de propriedade intelectual como limitador
do direito de informação dos cidadãos. As
companhias, por meio de leis, podem assegurar
privilégios de monopólio de informações e criar
barreiras financeiras para a população. Um quadro
típico dos antigos feudos, onde o povo estava
submisso aos senhores da terra sem qualquer
proteção do Estado. Drahos faz esta comparação,
porque julga que a globalização dos negócios
internacionais, a privatização dos meios de
comunicação e os direitos de propriedade intelectual
estão nas mãos de grupos poderosos.
Isto é o que poderá acontecer, se não forem
estabelecidas estratégias em defesa dos direitos dos
usuários e em salvaguardas dos valores de grupos,
instituições e até de regiões desfavorecidas, agora à
mercê deste (suposto) feudalismo informacional
(Miranda, 1996).
Segundo ainda Civille, indivíduos com laços fracos,
carentes de acesso a uma rede mais ampla de
relacionamentos como os fornecidos pela Internet,
podem ser colocados em uma posição desvantajosa.
O fator econômico impede-lhes o acesso, que só é
possível mediante pagamento.
Atualmente, são comuns sistemas de cobrança
eletrônicos automáticos que enviam a taxa cobrada
aos vários proprietários, por cópias de um artigo
capturado a partir de um banco de dados, por
exemplo.
Vários estudiosos ditos pessimistas, Drahos,
inclusive, visualizam a transformação da sociedade
da informação em uma sociedade de pagamento
pela comunicação.

CONCLUSÃO
Temos então duas visões diferentes sobre o futuro
da sociedade da informação. Quem estaria com a
razão? Masuda ou Drahos?
Em um processo de escolha, sob a ótica do ideal
democrático, Masuda aproxima-se mais da opção
que elege o compartilhamento de dados e
informações sem barreiras. É claro que o grupo dos
capitalistas não concordaria. Porém, infelizmente,
Drahos parece o que mais traduz a realidade atual. A
existência de infovias com "pedágio", neste final de
século, está crescendo rapidamente, impedindo aos
menos afortunados o acesso a informações das
quais precisam.
Toro e Werneck são muito felizes ao afirmar que "a
maioria dos problemas aparece quando alguém quer
ser dono, manipular e exercer autoridade sobre os
outros, quando esquecemos o conceito de cidadão e
os princípios da democracia". E aí a solução não é
medir força ou contrapor outra autoridade, mas
ampliar o movimento, abrir mais, dar espaço para
que os conflitos apareçam e sejam negociados.
Cabe a cada um de nós, em um exercício de
cidadania, monitorar a evolução dos acontecimentos,
e não permitir o bloqueio de informações ou a
exploração pelos poderosos.
O acesso à informação poderia ser mais
democratizado com o emprego de uma política de
subsídios para a aquisição de equipamentos e
conexão à Internet por parte de instituições como
bibliotecas, escolas e centros comunitários, que
facilitariam o uso do serviço da Internet àquelas
pessoas que não podem pagar para ter acesso às
informações que julgam importantes para o seu
conhecimento.
A mudança de paradigmas deve ser continuamente
acompanhada para que todos os indivíduos possam
se posicionar e exercer seu poder de cidadania, de
acordo com os princípios éticos e morais. Segundo
Khun, quando mudam os paradigmas, muda com
eles o próprio mundo. Ou seja, quando se é guiado
por um novo paradigma, vêem-se coisas novas e
diferentes olhando os mesmos pontos examinados
anteriormente.
Não resta dúvida quanto à necessidade de
aprimoramento contínuo dos conhecimentos do
indivíduo, indiferentemente da função que ele esteja
exercendo. O mundo exige profissionais cada vez
mais qualificados e com habilidade de bem
relacionarem-se com seus pares e ímpares. Somente
os indivíduos bem preparados, que sabem
transformar dados e informações em conhecimentos
e com formação ética, terão condições de enfrentar
os desafios e ameaças e aproveitar as oportunidades
em benefício da sociedade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. CIVILLE, R. The Internet and the poor, Cambridge,
1995.
2. DRAHOS, Peter. Information Feudalism in the
Information Society. The Information Society, 11(3)
209-222, 1995.
3. FORRESTER, Viviane. O horror
econômico. Tradução de Álvaro Lorencini., São
Paulo: Unesp, 1997, 154 p.
4. KHUN, Thomas S. A estrutura das revoluções
científicas. São Paulo, Ed. Perspectiva, 1994.
5. MASUDA, Yoneji. A sociedade da informação
como sociedade pós-industrial. Tradução de Kival
Chaves Weber e Angela Melim. Rio de Janeiro:
IPEA, Brasília, DF: PNUD, 1996.
6. MIRANDA, Antonio Lisboa Carvalho de.
Globalización y sistemas de información: nuevos
paradigmas y nuevos desafios. Ciência da
Informação/IBICT - Vol 1, n.3, Brasília, 1996.
7. Relatório sobre o desenvolvimento humano no
Brasil - Rio de Janeiro: IPEA; Brasília, DF: PNUD,
1996.
8. TORO, A José Bernardo & Werneck, Nísia Maria
Duarte. Mobilização Social: um modo de construir a
democracia e a participação. Brasília
MMA/Abeas/Unicef, 1996.