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PLANEJAMENTO, CONDUÇÃO E ANÁLISE EM ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS

Epidemiologia: A ciência q estuda fatores q determinam a frequência e a distribuição das


doenças e coletividades humanas.

- As questões de avaliam causa são chamados de critérios de casualidade q são uma serie de
postulados q compravam se um fator tem ou não relação com o surgimento de uma doença.
“Será q fumar leva câncer?” permitindo deselvolver a intervenção

- Reconhecer as características da população e ambiente – ex: estudar comunidades


quilombolas do oeste da bahia, podendo pesquisar qual o ambiente, o cenário, etc...

- Promover o conhecimento sobre a magnitude das doenças nas populações – a doença tem
um alto acometimento em um grupo – ex: população barrerinhas tem um alto predomínio de
esquistossomose

- Base de planejamento de gestão e avaliação dos serviços e insumos da saúde – ex: o quanto
q a doença de chagas é prevalente em barreiras e permite um melhor desenvolvimento de
medidas de prevenção e controle

 Delineamento de estudos epidemiológicos

- Qual a relevância do estudo que quero empreender?

Estudo ecológico: analisa o quantitativo de informação naquele grupo

Tipo operativo:

1 Agregados humanos; uma unidade mais abrangente como um bairro, um município -


Denominações recorrentes: Ecológico (transversal), estudos de tendências ou séries temporais
e ensaios comunitários (longitudinal)

2 Indivíduos membros desses agregados: Um grupo (estudantes, mulheres, homens,


professores, etc) – Denominações recorrentes: Coorte, ensaio clínico (longitudinal), inquéritos
ou serveys (transversal)

O papel do investigador em sua relação com o objeto da investigação:

1. Posição passiva – observacional


2. Posição ativa – experimentação; intervenção.

A temporalidade do desenho do estudo:

1. Instantânea – transversal (medida única por um período)


2. Serial – longitudinal (aplica um questionário e após um período de tempo retorna para
avaliar; acompanhamento)

AULA 02 – EPIDEMIO – 23/05/18

 Processo de amostragem

Amostragem é uma parte do todo que será utilizada para obter resultados que serão
generalizados para uma população.

Para populações de difícil acesso utiliza o método snowball

Inferência é quando tem o resultado da amostra e generaliza para a população.

Validade externa e interna: a externa é possível pegar os resultados e extrapolar para a


população e comparar com outros estudos de outros locais do país. A interna só é válido
apenas para o grupo entrevistado.

Estudo Populacional x Amostral

Os erros não amostrais ocorrem quando:

- Os dados são coletados, registrados ou analisados incorretamente;

- Usa-se um instrumento/equipamento defeituoso na realização de mensurações;

- Questionários ou formulários com questões formuladas de modo tendencioso.

Vantagens da amostragem: menor custo, objetivos mais amplos, dados mais fidedignos
(qualidade) e rapidez nos resultados.

SELEÇÃO DA AMOSTRA: definir a população da amostra > identificar uma lista de todas as
unidades amostrais > decidir o tamanho da amostra > selecionar um procedimento específico
de determinação da amostra > selecionar fisicamente a amostra.

TIPOS DE AMOSTRAGEM:

Probabilística: realizada por sorteio; todos têm a mesma probabilidade de fazer parte da
amostra.

Não-probabilística: por voluntários/acesso mais fácil, prejuízos na validade externa do estudo,


prejuízos na representatividade em relação a população.

1. Amostragem aleatória simples: sorteio de uma lista; com reposição ou sem reposição
2. Amostragem sistemática
3. Amostragem estratificada
4. Amostragem por conglomerados

Inferência causal: Se as variáveis elegidas podem ou não estarem envolvidas na causa de um


determinado problema
AMP BRUTA: modelo univariado que apresenta apenas uma relação entre x e y

TRASIÇÃO DE SAUDE: mudanças ocorridas na área da saúde ao longo dos anos

A transição demográfica começa com a queda das taxas de mortalidade e depois de


um certo tempo prossegue com a queda das taxas de natalidade que é resultadado da queda
da taxa de fecundidade

1960 > 2 bilhões de pessoas e em 2000 era 4,5 bilhões; estima-se que em 2050 tenha um certo
declínio/estabilização com estimativa numérica de 9 bilhões.

Queda da mortalidade infantil; fertilidade; aumento das tecnologias médicas e expectativa de


vida = envelhecimento populacional;

- Fases: 1ª pré-industrial; 2ª e 3ª transicional; 4ª industrial.

Transição epidemiológica: mudanças ocorridas no tempo nos padrões de morte,


morbidade e invalidez q caracterizam uma população especifica e q em geral ocorrem em
conjunto com outras transformações demográficas, sociais, econômicas e nutricionais.

3 mudanças básicas:

- substituição, entre as primeiras causas de morte, das doenças transmissíveis por doenças não
transmissíveis e causas externas;

- deslocamento da maior carga de morbimortalidade dos grupos mais jovens aos grupos mais
idosos;

- transformação de uma situação em q predomina a mortalidade para outra em q a morbidade


é dominante.

ESTÁGIOS

1. Período de pragas e da fome; níveis de mortalidade e fertilidade elevados, predomínio


de doenças infecciosas e parasitarias, desnutrição, problemas de saúde reprodutiva;
2. Período do desaparecimento das pandemias;
3. Períodos das doenças degenerativas e provocadas pelo homem;
4. Período do declínio da mortalidade por doenças cardiovasculares, envelhecimento
populacional, modificações no estilo de vida, doenças emergentes e ressurgimento de
doenças;
5. Período de longevidade paradoxal, emergência de doenças enigmáticas e capacitação
tecnológica para a sobrevivência do inapto.
6. Medicina histórica baseada em evidencias
7. Aportes metodológicos que funcionam como resposta para uma pergunta empirca ou
teórica; décadae 1980: movimento da epidemio clinico anglo-saxônica iniciado na Uni
McMaster no cadana visando melhorar os resultados da pratica clinica e a qualidade
do ensino e na identificação e promoção de prática q funcionem e a eliminação