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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO – UFOP

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E APLICADAS – ICEA


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

FILTROS ATIVOS
Tipos e Topologias

Arthur Bruno Demuner


Grazielle Amanda do Carmo Café
João Carlos Lot Júnior

05 de novembro de 2018
João Monlevade

ELETRÔNICA 2 1
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Sumário
1. Introdução........................................................................................................................................3
2. Referência Bibliográfica...................................................................................................................3
2.1. Filtros .......................................................................................................................................3
2.1.1. Filtros Passivos .................................................................................................................3
2.1.2. Filtros Ativos ....................................................................................................................4
2.2. Definições dos filtros ...............................................................................................................4
2.2.1. Filtro passa baixas............................................................................................................4
2.2.2. Filtro passa-altas ..............................................................................................................4
2.2.3. Filtro passa-faixa..............................................................................................................5
2.2.4. Filtro rejeita-faixa ............................................................................................................6
2.2.5. Filtro passa-todas ............................................................................................................6
2.3. Respostas Aproximadas ..........................................................................................................7
2.3.1. Atenuação ........................................................................................................................7
2.3.2. Ordem do filtro ................................................................................................................7
2.4. Tipos de Filtro ..........................................................................................................................7
2.4.1. Tipo Butterworth .............................................................................................................8
2.4.2. Tipo Chebyshev ................................................................................................................9
2.5. Topologia dos filtros ............................................................................................................. 10
2.5.1. Sallen – Key ................................................................................................................... 10
2.5.2. Multiple Feedback ....................................................................................................... 10
3. Desenvolvimento .......................................................................................................................... 11
3.1. Obtenção dos circuitos – Filter Pro ...................................................................................... 11
3.1.1. Topologia Multiple Feedback – Tipo Butterworth ...................................................... 12
3.1.2. Topologia Multiple Feedback – Tipo Chebyshev ......................................................... 13
3.1.3. Topologia Sallen Key – Tipo Butterworth .................................................................... 14
3.1.4. Topologia Sallen Key – Tipo Chebyshev ....................................................................... 15
4. Simulação do circuito ideal .......................................................................................................... 29
4.1. Multiple Feedback/ Butterworth ......................................................................................... 29
4.2. Multiple Feedback/Chebyshev ............................................................................................ 29
4.3. Sallen Key/ Butterworth....................................................................................................... 29
4.4. Sallen Key / Chebyshev ........................................................................................................ 29
5. Comentários Finais ....................................................................................................................... 29
6. Referências bibliográficas ............................................................................................................ 29

ELETRÔNICA 2 2
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1. Introdução
Os filtros constituem uma das aplicações mais comuns da eletrônica, sendo amplamente
utilizados na aquisição e processamento de sinais de áudio e vídeo, em sistemas de
alimentação, telecomunicações, controle e instrumentação. Possui um vasto e diversificado
repertório de aplicações em praticamente todos os setores da eletrônica.
Os filtros podem ser passivos (elementos passivos – resistores, capacitores e indutores) ou
ativos (elementos ativos – válvulas, transistores e amplificadores operacionais e alguns
elementos passivos como resistores e capacitores).
Um filtro eletrônico pode ser definido como uma malha seletiva de frequência.
Representam uma classe de circuitos cujo ganho depende da frequência do sinal a eles
aplicados. Essa característica permite que eles sejam utilizados para selecionar uma
determinada faixa de frequências, ou para eliminar sinais indesejáveis, tais como ruídos.
O seguinte trabalho será desenvolvido com os conhecimentos aprendidos em sala de aula
e praticados, colocando em questão os pontos dos filtros ativos em essencial. Assim, serão
analisados como são escolhidos os elementos do circuito e como eles são caracterizados. No
instante, identificamos que filtros ativos são úteis abaixo de 1 MHz, têm ganho de potência e
são fáceis de serem sintonizados. Os filtros podem separar os sinais desejados dos
indesejados, bloquear sinais de interferência, melhorar sinais de voz e vídeo e modificar sinais.
A seguir, introduziremos os aspectos necessários para se constituir um circuito de um filtro
completo, para que depois, possamos analisar os dados obtidos utilizando o software
FilterPro.
2. Referência Bibliográfica
2.1. Filtros
Filtros são circuitos eletrônicos projetados para permitir, ou não, a passagem de um sinal,
cuja frequência esteja dentro da banda preestabelecida pelo projeto. A seguir, introduziremos
brevemente o conceito de filtros ativos, utilizado no projeto realizado em sala, para a
apresentação dos filtros definidos pelos seus tipos e topologias.
2.1.1. Filtros Passivos
Quando um filtro é composto apenas por componentes passivos, tais como capacitores,
resistores e indutores, é chamado de filtro passivo. A utilização de tais componentes se torna
necessária devido a necessidade de variação da frequência, esta que pode ser variável através
dos capacitores e indutores.

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2.1.2. Filtros Ativos


Os filtros ativos são construídos com componentes passivos como resistores, capacitores
e indutores e também de componentes ativos tais como válvulas, transistores e
amplificadores operacionais. A característica que difere estes dos filtros ativos é que estes a
seletividade é maior, devido a facilidade de se implementar filtros de ordem superior apenas
adicionando vários estágios em cascata, já que cada estágio gera mínima influencia sobre os
estágios adjacentes.
2.2. Definições dos filtros
A resposta em frequência de um filtro, é o gráfico do ganho de tensão dele versus a
frequência. Existem cinco definições de filtros: passa-baixas, passa-altas, passa-faixa, rejeita-
faixa e passa-todas (filtro deslocador de fase).
2.2.1. Filtro passa baixas
Um filtro passa-baixas permite a passagem de todas as frequências desde zero até a
frequência de corte e bloqueia todas as frequências acima da frequência de corte. Com um
filtro passa-baixas, as frequências entre zero e a frequência de corte são denominadas banda
de passagem. As frequências acima da frequência de corte são denominadas banda de corte.
A região de decaimento entre a banda de passagem e a banda de corte é denominada
transição.

Figura 01: Resposta de um filtro passa-baixas ideal

2.2.2. Filtro passa-altas


Um filtro passa-altas bloqueia todas as frequências desde zero até a frequência de corte e
permite a passagem de todas as frequências acima da frequência de corte. Com um filtro
passa-altas, as frequências entre zero e a frequência de corte estão na banda de corte. As
frequências acima da frequência de corte estão na banda de passagem.

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Figura 02: Resposta de um filtro passa-altas ideal

2.2.3. Filtro passa-faixa


Um filtro passa-faixa é muito útil em sistemas de comunicação eletrônica, tais como
receptores de AM e FM nos quais somente uma faixa específica de frequências deve passar e
todas as demais devem ser bloqueadas. Ele também é útil em equipamentos de comunicação
telefônica para separação das diferentes conversações telefônicas transmitidas
simultaneamente ao longo do mesmo meio de comunicação.
Esse filtro permite a passagem de todas as frequências entre as frequências de corte
inferior e superior. Ele bloqueia todas as frequências acima da frequência de corte superior.
A largura de banda (BW-bandwidth) de um filtro passa-faixa é a diferença entre as
frequências de 3dB de corte superior e inferior:
𝐵𝑊 = 𝑓2 − 𝑓1

Figura 03: Resposta de um filtro passa-faixa ideal

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2.2.4. Filtro rejeita-faixa


Este tipo de filtro permite a passagem de todas as frequências desde zero até a frequência
de corte inferior. Em seguida, bloqueia todas as frequências entre as frequências de corte
inferior e superior. Finalmente, permite a passagem de todas as frequências acima da
frequência de corte superior.
O filtro rejeita-faixa é algumas vezes denominado filtro notch, porque ele rejeita ou
remove todas as frequências na banda de corte.

Figura 04: Resposta de um filtro rejeita-faixa ideal

2.2.5. Filtro passa-todas


Ele tem uma banda de passagem e nenhuma banda de corte. Por isso, permite a passagem
de todas as frequências de zero até a frequência infinita. Ele não se parece com o que
chamamos de filtro, visto que apresenta atenuação zero para todas as frequências. A razão de
ser denominado filtro é por causa do efeito na fase do sinal que passa por ele. O filtro passa-
todas é útil quando queremos produzir certo deslocamento de fase no sinal filtrado sem
alterar a amplitude dele.

Figura 05: Resposta de um filtro passa-todas ideal

A resposta de fase de um filtro é definida como gráfico de deslocamento de fase versus


a frequência.

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2.3. Respostas Aproximadas


As respostas ideais discutidas acima são impossíveis de serem realizadas com circuitos
práticos, mas existem aproximações padrões usadas como aproximações para respostas
ideais. Cada uma das aproximações depende do que é aceitável para a aplicação.
Alguns conceitos são antes necessários para a melhor compreensão das aproximações:
2.3.1. Atenuação
Atenuação refere-se a uma perda de sinal. Com uma tensão de entrada constante, a
atenuação é definida como a tensão de saída para qualquer frequência dividida pela tensão
de saída na banda média.
𝑣𝑜𝑢𝑡
𝑎𝑡𝑒𝑛𝑢𝑎çã𝑜 =
𝑣𝑜𝑢𝑡(𝑚é𝑑)

A atenuação normalmente é expressa em decibéis usando essa equação:


𝑎𝑡𝑒𝑛𝑢𝑎çã𝑜 𝑒𝑚 𝑑𝑒𝑐𝑖𝑏𝑒𝑙 = 20 log 𝑎𝑡𝑒𝑛𝑢𝑎çã𝑜
2.3.2. Ordem do filtro
A ordem de um filtro passivo (simbolizada por n) é igual ao número de indutores e capacitores
no filtro. Se um filtro passivo tem dois indutores e dois capacitores, n=4. Portanto, a ordem
nos informa a complexidade do filtro. Quanto maior a ordem, mais complexo é o filtro.
A ordem de um filtro ativo depende do número de circuitos RC (denominados polos)
que ele contém. Se um filtro ativo contém oito circuitos RC, n=8. Constar os circuitos RC
individuais em um filtro ativo é geralmente difícil. Portanto, usaremos um método simples
para determinar a ordem de um filtro ativo:
𝑛 ≅ 𝑛º 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑝𝑎𝑐𝑖𝑡𝑜𝑟𝑒𝑠
2.4. Tipos de Filtro
A resposta ideal de um filtro no domínio da frequência seria uma queda instantânea do
valor nominal do sinal para a completa atenuação do mesmo, na sua frequência de corte
definida, ou o oposto, onde o sinal estaria completamente atenuado e instantaneamente, a
partir da frequência de corte, alcançaria sua amplitude normal. Os filtros reais não possuem
tal resposta descrita, devido à complexidade da implementação de filtros com esta
capacidade, pois tal característica só é atingida por sistemas com número relativamente
grande de pólos em sua função de transferência, o que implicaria também em um número
proporcionalmente grande de componentes como os amplificadores operacionais.

A escolha do tipo do filtro depende de como ele será aplicado e qual a sua utilização. Dentre
os vários tipos definidos para os filtros, três deles podem ser abordados como os mais
utilizados, são eles: Bessel, Butterworth e Chebyshev, ilustradas na figura a seguir.

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Figura 06:Resposta em frequência e fase de filtros Bessel, Butterworth e Chebyshev. Fonte: Adaptado de
(NORRIS, 2005)

No trabalho realizado nas aulas práticas, foram utilizados os tipos Butterworth e Chebyshev,
por isso daremos uma maior ênfase às suas características.

2.4.1. Tipo Butterworth


A aproximação Butterworth é algumas vezes chamada de aproximação maximamente plana
porque a atenuação na banda de passagem é zero na maior parte da banda de passagem e
diminui gradualmente para 𝐴𝑝 na borda da banda de passagem. Bem acima da frequência de
borda, a resposta decai a uma taxa de aproximadamente 20n dB por década, onde n é a ordem
do filtro: 𝐷𝑒𝑐𝑎𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 = 20𝑛 𝑑𝐵/𝑑é𝑐𝑎𝑑𝑎

Figura 07: Resposta de um filtro passa-baixas Butterworth

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A resposta obtida é plana na banda de passagem. A principal vantagem de um filtro


Butterworth é a resposta plana na banda de passagem. A principal desvantagem é o
decaimento relativamente lento comparado com as outras aproximações.
2.4.2. Tipo Chebyshev
Em algumas aplicações, uma resposta plana na banda de passagem não é importante.
Nesse caso, uma aproximação Chebyshev pode ser escolhida porque o seu decaimento é mais
rápido na região de transição que o do filtro Butterworth. O preço pago por esse decaimento
mais rápido é uma ondulação (ripple) que aparece na banda de passagem visualizada na
resposta em frequência.
O número de ondulações na banda de passagem de um filtro passa-baixas Chebyshev é
igual à metade da ordem do filtro:
𝑛
𝑛º 𝑑𝑒 𝑜𝑛𝑑𝑢𝑙𝑎çõ𝑒𝑠:
2

Figura 08: Resposta de um filtro passa-baixas Chebyshev

Figura 09: Vista ampliada das ondulações na banda de passagem

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2.5. Topologia dos filtros


Além da classificação referente ao tipo de resposta, os filtros podem ser classificados também
quanto à topologia da implementação física. As duas topologias mais utilizadas são Sallen-Key
e Multiple Feedback, onde ambos implementam filtros de segunda ordem, ou múltiplos pares
quando dispostos em cascata. Apesar de semelhantes na montagem, cada um possui
características particulares.
2.5.1. Sallen – Key
A topologia Sallen-Key possui de forma separada no circuito o controle de ganho e o controle
da frequência do filtro, esta configuração faz com que o limite de frequência da banda de
passagem do filtro seja limitado apenas pela banda de passagem do amplificador operacional
utilizado. Esta topologia possui uma resposta de fase satisfatória, porém a resposta em
frequência pode sofrer grande influência das impedâncias do circuito ao qual está conectado.
Os filtros Sallen-Key apresentam
ganho não invertido, como demonstrado na figura (10).

Figura 10 – Topologia Sallen – Key

2.5.2. Multiple Feedback


Diferentemente do anterior, a topologia Multiple Feedback possui o ganho invertido, e não
possui o circuito relacionado ao controle do ganho independente do circuito responsável por
definir a frequência de corte, como na topologia Sallen-Key, pois é implementado utilizando-
se uma configuração semelhante à de amplificadores operacionais integradores, como pode-
se perceber pela figura (11). Apesar da resposta de fase deste filtro poder ser considerada
inferior à de outra topologia, esta configuração está menos passível a sofrer interferência
devido a outros valores de impedância do circuito ou ruídos.

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Figura 11 – Topologia Multiple Feedback

3. Desenvolvimento
A partir das descrições acima, será utilizado o software FilterPro que tem como objetivo gerar
os circuitos dos filtros ativos a partir das características escolhidas. Ao se obter os filtros com
as descrições necessárias, será implementado o circuito no software Altium e será comparado
com as respostas obtidas dos filtros reais, ou seja, com os filtros montados nas aulas práticas
da disciplina de Eletrônica 2.
As características do trabalho será relizado através dos seguintes tipos e topologias
apresentado abaixo:

• Topologias: Multiple Feedback e Sallen Key


• Tipos: Butterworth e Chebyshev
Assim, serão resultados quatro tipos diferentes de circuitos.
3.1. Obtenção dos circuitos – Filter Pro
Obtemos os circuitos com as seguintes características:
• Ganho: 100
• Tensão de entrada: 100mV
• Filtro passa-baixa
• Frequência de corte: 1000Hz
• Ordem: 4

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3.1.1. Topologia Multiple Feedback – Tipo Butterworth

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3.1.2. Topologia Multiple Feedback – Tipo Chebyshev

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3.1.3. Topologia Sallen Key – Tipo Butterworth

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3.1.4. Topologia Sallen Key – Tipo Chebyshev

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3.2. Montagem dos circuitos


Foi realizado nas aulas práticas da disciplina, a montagem dos circuitos obtidos através do
software FilterPro. A seguir, iremos analisar e plotar no software Matlab as respostas obtidas
de tensão x frequência e fase x frequência (gráfico de lissajous).
3.2.1. Multiple Feedback / Butterworth

Figura 12 – Montagem do circuito Multiple Feedback – Butterworth

Aplicando uma entrada de 100mV e alternando a frequência entre 10Hz, 100Hz, 1.000Hz,
10.000Hz, obtemos os seguintes gráficos de obtenção de entrada e saída do circuito:
Obs.1: Canal 1 (amarelo) entrada – Canal 2 (azul) saída
Obs.2: Não conseguimos pegar o sinal correto da entrada, refizemos o circuito, trocamos os
cabos mas o sinal continuou apresentando ruído.

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Figura 13: FFT da entrada do circuito

Figura 14: FFT da saída do circuito

Figura 15: Entrada e saída do circuito para 10 Hz

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Figura 16: Entrada e saída do circuito para 100Hz

Figura 17: Entrada e saída do circuito para 588.2Hz

Figura 18: Entrada e saída do circuito para 1978Hz

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Figura 19: Entrada e saída do circuito para 10.160Hz

Frequência Tensão de entrada Tensão de saída Fase


10Hz 10.4mV 2.96V ?
100Hz 16mV 4.32V 94.3º
1.000Hz 32.8mV 3.20V -41.5º
10.000Hz 54.4mV 160mV -51.3º

• Gráfico de Lissajous

Figura 20: Para 1 Hz Figura 21: Para 10Hz

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Figura 22: Para 100Hz Figura 23: Para 1.000Hz

Figura 24: Para 10.000Hz

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• Simulação Matlab:
Gráfico Tensão X Frequência

Figura 25: Gráfico Tensão x Frequência

• Gráfico Fase x Frequência

Figura 26: Gráfico Fase x Frequência

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3.2.2. Multiple Feedback / Chebyshev

Figura 27 – Montagem do circuito Multiple Feedback – Chebyshev

Fi

Figura 28 – FFT da entrada do circuito

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Figura 29 – FFT da saída do circuito

Figura 30 – Entrada e saída do circuito para 10Hz

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Figura 31 – Entrada e saída do circuito para 100Hz

Figura 32 – Entrada e saída do circuito para 1.000Hz

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Figura 33 – Entrada e saída do circuito para 10.000Hz


Assim, podemos obter a seguinte tabela com os dados obtidos para melhor comparação:
Frequência Tensão de entrada Tensão de saída Fase
10Hz 52mV 4.40V 5.87º
100Hz 51.2mV 4.40V 19º
1.000Hz 52mV 2.96V -174º
10.000Hz 54.4mV 160mV -51.3º

• Gráfico de Lissajous

Figura 34: Para 1 Hz Figura 35: Para 10 Hz

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Figura 36: Para 100 Hz Figura 37: Para 1.000Hz

Figura 38: Para 10.000Hz

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• Simulação Matlab:
Gráfico Tensão X Frequência

Figura 39: Gráfico tensao x frequência (circuito real)

Gráfico Fase x Frequência

Figura 40: Gráfico tensao x frequência (circuito real)

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3.2.3. Sallen – Key / Butterworth

Figura 41 – Montagem do circuito Sallen- Key/ Butterworth

3.2.4. Sallen – Key / Chebyshev

Figura 42 – Montagem do circuito Sallen Key – Chebyshev

Obs.3: Para os circuitos da topologia Sallen-Key não conseguimos obter as respostas


esperadas na prática. Com isso, iremos analisar apenas a parte ideal (simulada no software
Altium) para comparação.

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4. Simulação do circuito ideal


4.1. Multiple Feedback/ Butterworth

4.2. Multiple Feedback/Chebyshev

4.3. Sallen Key/ Butterworth

4.4. Sallen Key / Chebyshev

5. Comentários Finais
(FAZER A COMPARAÇAO)

6. Referências bibliográficas
[1]
[2]
http://www.joinville.udesc.br/portal/professores/leonardo/materiais/Lab_7_Filtros_ativos.pdf
[3]

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