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SISTEMA DE ENSINO A DISTANCIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS

EDUARDO CHRISTIAN LOPES MACHADO

COMÉRCIO DE ROUPAS E CONFECÇÕES

BREVES/PA
2018
EDUARDO CHRISTIAN LOPES MACHADO

CONTROLADORIA; AUDITORIA
COMÉRCIO DE ROUPAS E PERÍCIA.
E CONFECÇÕES

Trabalho apresentado em requisito a Produção


Textual individual do estagio supervisionado
relativa ao 8º Semestre, para obtenção de nota
parcial para a Graduação em Ciências
Contábeis da Universidade Norte do Paraná -
UNOPAR
Professores: André Juliano Machado

BREVES/PA
2018
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ............................................................ Error! Bookmark not defined.

2. DESENVOLVIMENTO ................................................ Error! Bookmark not defined.


2.1 Direito tributário.............................................................................4
2.2 Planejamento tributário.................................................................4
2.3 Controladoria................................................................................5
2.4 Auditoria e Pericia.........................................................................5

3. CONCLUSÃO ......................................................................................................... 9

REFERÊNCIAS ............................................................... Error! Bookmark not defined.


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1. INTRODUÇÃO

O presente trabalho é de grande importância para a realização


profissional e pessoal, pois, trata-se de uma atividade acadêmica de grande relevância e
que permite ao acadêmico em Ciências Contábeis converter em fatos contábeis os itens
necessários para a criação de uma empresa, atendendo todas as formalidades de uma
instituição com tributação do lucro pelo Lucro Real Trimestral.
As memórias de cálculos aqui desenvolvidas, apresentaram-se como
um exercício de grande valia, levando-se em conta que através destas foram possíveis
descreve através de tabelas variadas a estrutura de capitais da empresa, a descrição de
todos os bens, analisando inclusive os seus fornecedores, identificação, valor, vida útil e
depreciação mensal dos mesmos.
Os cálculos relacionados a estrutura de pessoal permite ao
acadêmico em Ciências Contábeis, aplicar com proficiência a teoria estudada a
gestão da empresa fictícia, pois, tornou-se possível relacionar todos os gastos com
pessoal ( salários e outro proventos, descontos, etc.).
As relações de vendas e compras foram também muito interessantes,
pois foi possível entender como se dá a recuperação e a incidência dos impostos relativos a
tais operações.
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2. DESENVOLVIMENTO

2.2 Apresentação sobre o CPC 00

O Comitê de Pronunciamento Contábil (CPC), foi um avanço


positivo para as organizações, onde ganhamos quanto à transparência nas
demonstrações contábeis. Cada país é composto por seu próprio sistema
contábil e de normas diferentes para a elaboração das demonstrações contábeis.
(DIAS, 2014)
A necessidade da informação contábil leva a diversos
países uma preocupação com as demonstrações e laboradas pelos mesmos, a
linguagem da informação contábil deveria ser igual p ara que todos pudessem
ter uma melhor compreensão. A harmonização contábil é um processo que
tende a reunir diversos países a entenderem e unificar as suas normas e
práticas contábeis, no qual permitem aos usuários uma informação que seja a
realidade d a organização , bem como permite comparações entre períodos e
uma projeção futura das organizações. (DIAS,2014).
O CPC 00 diz respeito à estrutura conceitual para elaboração e
divulgação de relatório Contábil-Financeiro, foi criado no ano de 1989 através
do
IASB e tendo a sua revisão em 02 de dezembro de 2011 , passando a ser
conhecido como CPC 00 (R1), as revisões podem ocorrer com o passar do
tempo, desde que haja a necessidade de aprimorar este pronunciamento. (DIAS,
2014)
As demonstrações contábeis em uma organização sã o
elaboradas com foco para a tomada de decisão dos usuários externos,
podendo ser acionistas, credores, investidores, dentre outros, todos com um
propósito só, a necessidade de informações. As demonstrações contábeis que
são elaboradas dentro do que a borda este pronunciamento conseguem fornecer
informações com mais exatidão e utilidade para o usuário externo, pois é um
pronunciamento sério que requer procedimentos para que sejam realizados nas
demonstrações. (DIAS, 2014).
De acordo com o CPC 00 (R1) a estrutura conceitual
aborda: (a) o objetivo da elaboração e divulgação d e relatório contábil-
financeiro; (b) as características qualitativas da informação contábil-financeira;
(c) a definição, o reconhecimento e a mensuração d os elementos a partir dos
quais as demonstrações contábeis são elaboradas; e (d) os conceitos de capital e
manutenção de capital. Cardoso (2015) explicita que a CPC 0 0 possui
pressupostos básicos como o principio da competência que consiste na
geração de informações sobre o reconhecimento de receita e despesas sem
que necessariamente seja coincidente com recebimentos ou pagamentos de
montante de caixa”
Existe ainda, o principio da continuidade, descrito por
Marion (2009) como sendo toda a operação da entidade por um período de
tempo relativamente longo no futuro e esta premissa somente é abandonada
quando um histórico de prejuízos persistentes e a perda de substância
econômica e de competitividade de mercado e mesmo a fim jurídico da
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sociedade (principalmente no s caso s de entidades com duração determinada)


justifiquem o fato de a contabilidade (e os contadores e auditores) sinalizarem
(de forma que será mais adiante) para que aquela entidade esteja prestes a
uma descontinuidade.
Os relatórios contábil-financeiros é um tipo de demonstração
que demanda rigor e tem importância para os usuários que deles necessitam.
O CPC 00 (R1) trata dos relatórios como o pilar da estrutura conceitual de uma
organização.

Nesta perspectiva, com CPC 00 (R1), o objetivo do relatório


contábil-financeiro tem como base:
O objetivo do relatório contábil-financeiro de propósito geral
é fornecer informações contábil-financeiras acerca da entidade que reporta
essa informação (reportingentity) que sejam úteis a investidores existentes em
potencial, a credores por em préstimos e a outros credores , quando da
tomada de decisão ligada a o fornecimento de recursos para a entidade.

No tocante as características qualitativas, estas são assim


estabelecidas pela CPC 00:
Relevância – é aquela capaz de fazer diferença nas
decisões que possam ser tomadas pelos usuários ; Materialidade – a
informação é material se a sua omissão ou sua divulgação distorcida
(misstating) puder influenciar decisões que os usuários tomam com base na
informação contábil-financeira acerca da entidade específica que reporta a
informação;
Representação Fidedigna – os relatórios contábil-financeiros
representam um fenômeno econômico em palavras e números.

A qualidade da informação refere-se a um a informação


crucial por parte da CPC 00,cujo teor legal ressalta a necessidade de existir
características evidentes para um eficiente entendimento.

Primazia da Essência sobre a Forma: É necessário que as


transações e eventos sejam contabilizados e apresentados de acordo com a
sua substância e realidade econômica, e não meramente sua forma legal.
Por exemplo, uma entidade pode vender um ativo a um terceiro de
tal maneira que a documentação indique a transferência legal da propriedade a esse
terceiro; entretanto, poderão existir acordos que assegurem que a entidade
continuará a usufruir os futuros benefícios econômicos gerados pelo ativo e o
recomprará depois de certo tempo por um montante que se aproxima do valor
original de venda acrescido de juros de mercado durante esse período. Em
tais circunstâncias, reportar a venda não representaria adequadamente a
transação formalizada.
Neutralidade: A s informações contidas nas demonstrações
contábeis devem ser neutras, imparciais.
Não são neutras se, pela escolha ou apresentação da informação
induzir a tomada de decisão ou um julgamento, visando atingir um resultado ou
desfecho prede terminado.
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Prudência: Consiste no emprego de certo grau de precaução no


exercício dos julgamentos necessários às estimativas em certas condições de
incerteza, no sentido de que ativos ou receitas não sejam superestimados e
que passivos ou despesas não sejam subestimados. Porém, o exercício da
prudência não permite a criação de reservas ocultas o u provisões excessivas, a
subavaliação deliberada de ativos ou receitas, a superavaliação deliberada de
passivos ou despesas, pois assim deixaria de ser neutra e, portanto, não
confiável. Integridade: Para ser confiável, a informação constante das
demonstrações contábeis deve ser completa, dentro dos limites de
materialidade e custo. Uma omissão pode tornar a informação falsa ou distorcida e,
portanto, não confiável e deficiente em termos de sua relevância.

2.3 Abordagens sobre o capitulo IV do CPC 00

Esse capítulo aborda sobre a estrutura Conceitual para


elaboração e apresentação das Demonstrações Contábeis Este capítulo no
CPC 00 (R1) trata-se da estrutura conceitua l para a elaboração das
demonstrações contábeis.
As demonstrações contábeis têm papel importante para o gestor
de uma entidade, pois é através delas que é possível observar as informações
contábeis que o contabilista preparou em seus relatórios.
A premissa subjacente dessa estrutura é o da continuidade, nela
consta que as demonstrações são elaboradas tendo em vista que a entidade irá
manter-se em operação por prazo indeterminado.
Com isso leva a entender que as demonstrações contábeis têm que
ser elaboradas e divulgadas em diversas bases diferentes.
As demonstrações contábeis das empresas são de finalidades
patrimoniais e financeiras. Os elementos que representam essas demonstrações
patrimoniais e financeiras são os ativos, passivos e patrimônio líquido. Já para medir
o desempenho da demonstração dos resultados são as receitas e despesas.

Segundo o CPC 00 (R1) sobre a posição patrimonial e


financeira apresenta conceitos sobre:
a) Ativo é um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos
passados e do qual se espera que fluam futuros benefícios econômicos
para a entidade;
b) Passivo é uma obrigação presente da entidade, derivada de eventos
passados, cuja liquidação se espera que resulte na saída de recursos
da entidade capazes de gerar benefícios econômicos;
c) Patrimônio líquido é o interesse residual nos ativos da entidade depois
de deduzidos todos os passivos

O ativo em uma entidade é composto pelo caixa ou


equivalente, ou seja, tudo que a empresa tem e m recursos financeiros para
operacionalizar as suas atividades, este ativo também pode ser produtivo,
quando este fizer parte das atividades da entidade.
O passivo está diretamente relacionado a um evento anterior,
ou seja, um evento passado da entidade, como por exemplo: a compra de
matéria prima para produção gera uma conta a pagar e com isso gera uma conta
no passivo. Já o patrimônio líquido vem dar um suporte a entidade logo após
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as deduções do passivo.
De acordo com o CPC 00 (R1) os elementos de receitas e
despesas são definidos como:
a) receitas são aumentos nos benefícios econômicos durante o
período contábil, sob a forma de entrada de recursos ou do aumento de
ativos ou diminuição de passivos, que resultam em aumentos do patrimônio
líquido, e que não estejam relacionados com a contribuição dos detentores
dos instrumentos patrimoniais;
b) despesas são decréscimos nos benefícios econômicos
durante o período contábil, sob a forma da saída de recursos ou da redução
de ativos ou assunção de passivos, que resultam em decréscimo do patrimônio
líquido, e que não estejam relacionados com distribuições aos detentores dos
instrumentos patrimoniais.
No tocante às receitas e despesa s de acordo com o CPC 00 (R1) através
dessas definições é que as receitas aumentam o ativo enquanto as despesas
diminuem. As receitas e despesas podem ser encontradas na demonstração d
o resultado de maneiras distintas, mantendo essas prestações de informações
relevantes para a tomada de decisão
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3. CONSTITUIÇÃO

APÊNDICE A

CONTRATO SOCIAL

EDUARDO CHRISTIAN LOPES MACHADO, brasileiro, casado,


empresário, natural de Portel/PA, nascido aos 21/02/1997, residente e
domiciliado na Rua Magalhães Barata n.º 449 – Bairro Centro, nesta cidade
de Portel/PA, portador RG 4266031 - SSP/PA e CPF 929.212.132-49, e
RAFAELLY DA SILVA GAMA, brasileira, casada , maior, empresária, natural de
Portel/PA, nascida aos 12/08/1998, residente e domiciliado na Rua Magalhães
Barata n.º 449 – Bairro Centro – nesta cidade de Portel/PA, portadora do
RG 7987805 - SSP/PA e CPF 015.875.962-10, têm entre si por justo e
contratado constituir uma sociedade empresária, sob a forma de sociedade
limitada , nos termos dos artigos 1.052 e seguintes do CC/2002 , que se
regerá p elas seguintes cláusulas e condições, que a s partes convencionam,
outorgam e aceitam:

NOME EMPRESARIAL, SEDE E FORO

CLÁUSULA 01 - A sociedade girará sob o nome empresarial “BELLA


ROUPAS E CONFECÇÕES LTDA.”, com sede e foro nesta cidade de
Portel/PA, sito na Rua Magalhães Barata n.º 449 – Centro

NATUREZA JURÍDICA

CLÁUSULA 02 - A sociedade é empresária sob a forma de sociedade


limitada, regida pelo CC/2002, art. 1.052 e seguintes; e, nas omissões, a
regência supletiva se dará pelas normas da sociedade simples.
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OBJETIVO SOCIAL

CLÁUSULA 03 - A sociedade tem por objetivo social o ramo de comércio


varejista de artigos de vestuário e acessórios .

PRAZO DE DURAÇÃO / INÍCIO DE ATIVIDADES

CLÁUSULA 04 - O prazo de duração da sociedade se rá por tempo in


determinado e o início de suas atividades se dará aos 02 de Janeiro de 2.017.

DENÚNCI A DE FILIAS

CLÁUSULA 05 - A sociedade não possui filiais, sucursais, agências,


depósitos ou escritórios, podendo, entretanto abri-los onde e quando lhe
convier, a critério dos sócios observados as disposições da legislação vigente.

CAPITAL SOCIAL

CLÁUSULA 06 - O capital social da sociedade é de R$ 400.000,00


(trezentos mil reais), dividido em 40.000 ( trinta mil) quotas de R$ 10,00 (dez
reais) cada uma, subscritas e integralizadas pelos sócios em moeda corrente
do país, na data da assinatura deste instrumento, respectivamente nos termos
seguintes:
I - O sócio EDUARDO CHRISTIAN LOPES MACHADO, subscreve e integraliza
20.000 (vinte mil) quotas, no valor de R$ 200.000 ,00 (duzentos mil reais),
correspondente a 50% (cinquenta por cento) do capital total da empresa;
II - A sócia RAFAELLY DA SILVA GAMA, subscreve e integraliza 20.000
(vinte mil) quotas, no valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais),
correspondente a 50% (cinquenta por cento) do capital total da empresa.

CLÁUSULA 07 - Ficam assim distribuídas, as quotas de capital entre os sócios:


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Sócios Quotas Valor Q. Percentual Valor Capital


EDUARDO CHRISTIAN 200.000 R$ 1,00 50% R$ 200.000,00
LOPES MACHADO

RAFAELLY DA SILVA 200.000 R$ 1,00 50% R$ 200.000,00


GAMA
TOTAIS 400.000 R$ 1,00 100% R$ 400.000,00

ADMINISTRAÇÃO E RESPONSABILIDADE

CLÁUSULA 08 - A sociedade será administrada pelos sócios EDUARDO


CHRISTIAN LOPES MACHADO e RAFAELLY DA SILVA GAMA , que farão uso
da razão social e assinarão os atos empresariais, em conjunto e /ou
individualmente, cabendo-lhes a responsabilidade e/ou representação ativa e
passiva da sociedade, judicial e extrajudicialmente; perante quaisquer
repartições públicas: federais, estaduais, municipais e autárquicas; instituições
financeiras, podendo praticar todos os atos compreendidos no objeto social,
sempre no interesse da sociedade.

CLÁUSULA 09 – A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de


suas quotas, mas todos respondem solidariamente pela integralização do
capital social, nos termos do art.1.052 do CC/2002, sendo-lhes vedado, o uso
da razão social em negócios alheios e estranhos aos fins da sociedade, tais
como: avais, endossos, fianças em benefício de terceiros.

CLÁUSULA 10 - Fica estabelecido que a sociedade não terá Conselho


Fiscal. Todavia, para suas deliberações, os administradores adotarão
preferencialmente a forma estabelecida no § 3º do art. 1.072 do CC/2002,
tornando-se, portanto, a reunião ou a assembleia dispensável quando todos os
sócios decidirem, por escrito, sobre a matéria que seria objeto delas.
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PRO LABORE

CLÁUSULA 11 – Os sócios EDUARDO CHRISTIAN LOPES MACHADO e


RAFAELLY DA SILVA GAMA farão uma retirada mensal a título de “pró-labore”,
em detrimento do exercício da administração, cujo valor será livremente
convencionado por consenso entre os mesmos e levado a débito das
despesas operacionais da sociedade.

BALANÇO PATRIMONIAL E RESULTADO ECONÔMICO

CLÁUSULA 12 - O exercício social da sociedade coincidirá com o a no-


calendário civil; portanto, ao seu término, promover-se-á à elaboração do
inventário, do balanço patrimonial e do balanço de resultado econômico
(Demonstração do Resultado do Exercício), cuja apuração d e Lucro ou
Prejuízo, deverá ser distribuído ou retido na proporção do capital subscrito por
cada sócio.

CESSÃO E TRANSFERÊNCIA DE QUOTAS

CLÁUSULA 13 - As quotas da sociedade são indivisíveis e só podem ser


transferidas a terceiros com o consentimento expresso do outro sócio, após o
exercício do direito de preferência em igualdade de condições com terceiros.
Esse direito preferencial deverá ser exercido n o prazo de 30 (trinta) dias,
contados a partir da consulta por escrito do sócio alienante, que de verá
informar o preço e as condições de pagamento. Findado esse prazo, as
quotas poderão ser livremente alienadas a terceiros.

AFASTAMENTO DE SÓCIO

CLÁUSULA 14 - Na hipótese de demissão espontânea de um dos sócios, o


outro deverá promover a elaboração do inventário, do balanço patrimonial e do
balanço de resultado econômico (Demonstração do Resultado do Exercício), no
prazo de 30 (trinta) dias, contados da ocorrência da demissão .
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I - Sendo o resultado positivo, isto é, apurando-se HAVERES ou LUCRO,


esses serão pagos na forma que dispuser este contrato.
II - Sendo o resultado negativo, isto é, apurando-se DÉBITOS o u PREJUÍZO,
esses serão pagos pelo sócio retirante, à sociedade também na forma e
prazo que dispuser o presente contrato .

CLÁUSULA 15 - No caso de falecimento de um dos sócios, não implicará de


imediato na dissolução da sociedade, podendo os herdeiros ou sucessores
maiores e capazes, assumir seus direito s e deveres dentro da sociedade.

CLÁUSULA 16 - Na hipótese de não haver herdeiros susceptíveis de


assumir na sociedade os direitos e deveres do “de cujus” ou, se os interesses
destes colidirem com o do sócio remanescente , proceder-se-á a um
levantamento nos termos da Cláusula 14 (catorze), cujo resultado se positivo, será
pago pela sociedade, na forma e prazo que dispõe o presente contrato e, se
negativo, pelos herdeiros ou sucessores do “de cujus” à sociedade igualmente
na forma e prazo que dispõe este contrato.

FORMAS E PRAZOS DE INDENIZAÇÕES

CLÁUSULA 17 - A forma e prazos de indenização observar-se-á o seguinte:


I - Levantamento nos termos da cláusula 14 (catorze);
II - Do resultado apurado, a importância deverá se r paga ao credor: 20%
(vinte por cento) no ato do encerramento do Balanço de Resultado
Econômico e Patrimonial; o restante, em 10 (dez) parcelas de igual valor, de
30/30 (trinta em trinta) dias, contra aceite de Notas Promissórias ou e missão
de cheques nominais ao(s) beneficiário(s).

DECLARAÇÃO DE DESIMPEDIMENTO

CLÁUSULA 18 - Os sócios EDUARDO CHRISTIAN LOPES MACHADO e


RAFAELLY DA SILVA GAMA declaram não estarem impedidos de exercerem o
comércio ou administração de sociedade mercantil, por decorrência de lei
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especial e em virtude de condenação criminal, nas hipóteses do art. 1.011, § 1º,


do CC/2002.

ALTERAÇÕES CONTRATUAIS

CLÁUSULA 19 – As modificações do contrato social, que tenham por objeto


matérias, tais como: denominação, sede, objeto, administração, aumento de
capital social, admissão de n ovos sócios, destinação de lucros, som ente
poderão ser processadas por deliberação unânime dos sócios, tornando-se
dispensáveis, reunião ou assembleia quando os sócios decidirem, por escrito
(cláusula 10).

CASOS OMISSOS

CLÁUSULA 20 – Os casos omissos neste contrato serão resolvidos com


observância dos preceitos do CC/2002, e outros dispositivos legais aplicáveis.

FORO

CLÁUSULA 21 – Fica e leito o FORO da comarca de Diamantina/MG, para


dirimir qualquer ação fundada neste contrato, com exclusão expressa de
qualquer outro, por mais privilegiado que seja.
E, por estarem assim justos e contratados, lavram este
instrumento, em três vias de igual teor e forma, que serão assinado s pelos
sócios, p ara que produza seus efeitos legais.

Portel/PA, 02 de Janeiro de 2018.


Eduardo Christian L. Machado
EDUARDO CHRISTIAN LOPES MACHADO

Rafaelly Da Silva Gama


Sócio – RAFAELLY DA SILVA GAMA
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APÊNDICE B – LIVRO DIÁRIO

I Termo de Abertura.

LIVRO DIÁRION°1 (UM)


FOLHAN°1
Contém este livro 30 (trinta) folha s/ páginas/ fotogramas
/registros numeradas tipograficamente de (um ) a (trinta) ,e servirá de (livro
diário) nº(um) da empresa abaixo descrita: “BELLA ROUPAS E CONFECÇÕES
LTDA.”, com sede e foro nesta cidade de Portel/PA, sito na Rua das Magalhães
Barata nº449 – Centro.

Portel/PA, 02 de Janeiro de 2018.

Eduardo Christian Lopes Machado


Proprietário
Alexandre dos Santos Braga
Contador – CRC 555666777

2 REFERÊNCIAS
http://www.cpc.org.br/pdf/CPC00_R1.pdf