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Definição

Curva ABC é uma ferramenta gerencial que auxilia a identificação dos itens
que necessitam de uma “atenção” especial do gestor, seja por algum tipo de
deficiência, seja por lucro, venda ou produtividade com parâmetros que
fogem dos fatores costumeiros permitindo o tratamento adequado quanto à
sua importância relativa.
Também conhecida como curva 80 – 20, esta ferramenta vem
auxiliando a administração de custos com bastante ênfase.
A Forma ABC
Uma análise ABC ou 80 – 20 consiste da divisão dos itens de estoque
por três grupos de acordo com o valor de demanda, em se tratando de
produtos acabados, ou valor de consumo quando se tratarem de produtos
em processo ou matérias-primas e insumos. O valor de consumo ou valor de
demanda é determinado multiplicando-se o preço ou custo unitário de cada
item pelo seu consumo ou sua demanda.
Assim sendo, como resultado de uma típica classificação ABC,
surgirão grupos divididos em três classes, como segue:
• Classe A : Itens que possuem alto valor de demanda ou consumo.
• Classe B : Itens que possuem um valor de demanda ou consumo
intermediário.
• Classe C: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo baixo.

Nesta classificação ABC de itens de estoque tida como típica apresenta


uma configuração na qual 20% dos itens são considerados A e que estes
respondem por 65% do valor de demanda ou consumo.
Os itens B representam 30% do total de número de itens e 25% do valor de
demanda ou consumo.
Tem-se ainda que os restantes 50% dos itens e 10% do valor de
consumo serão considerados de classe C.
É importante observar que o princípio ABC no qual uma pequena
percentagem de itens é responsável por uma grande percentagem do valor
de demanda ou consumo o que normalmente ocorre.
Uma análise ABC deve obrigatoriamente refletir a dificuldade de controle
de um item e o impacto deste item sobre os custos e a rentabilidade, o que
de certa maneira pode variar de empresa para empresa. Deve-se ter em
mente ainda que, apesar da análise ABC ser usualmente ilustrada através do
valor de consumo anual, este é apenas um dos muitos critérios que pode
afetar a classificação de um item.
Classificando os Estoques e Determinando Prioridades
O método de preparo de uma curva ABC depende exclusivamente das
necessidades da empresa em especial, sendo dificilmente aplicada de uma
empresa sobre a outra.
A Curva ABC não esta somente relacionada ao estoque de produtos, ela
pode ser ingressada – sem medo – em uma empresa prestadora de serviços
seja cm intuito de classificar seus serviços, seja com o intuito de classificar
seus clientes.
Independente da aplicação da curva(ambiente em que será introduzida)
seu resultado será sempre o de classificar de maneira fácil os melhores,
intermediários e não tão bem usados meios de produção/execução.A maioria
das empresas tem clientes com perfis diferentes e muitas delas não lidam
corretamente com essa diferença. Definem suas estratégias e operações de
forma geral, tratando todos os clientes da mesma forma. Alguns querem
muita atenção, mas compram pouco; outros compram muito, mas querem
desconto; outros ainda compram de forma esporádica e sem planejamento.
Para piorar, existe uma pressão cada vez maior pela otimização do uso do
tempo em vendas. Isto deixa qualquer vendedor maluco (ou estressado).
Um jeito de solucionar este tipo de problema é aplicar o método ABC,
esse processo pode ser feito de diversas formas: por faturamento, por
comportamento, por características sócio-demográficas (idade, sexo, renda),
por região geográfica etc. Mas uma das formas mais usadas por
profissionais de venda excelentes é a Curva ABC.
A curva ABC é uma importante ferramenta para a administração,
possibilita também informações estratégicas para a realização de compra de
mercadorias, exclusão de itens (redução de estoques, controle sobre o(s)
produto(s) entre outras formas de controles. O ponto-chave da Curva ABC é
ver – constatar – que as maiores parcelas do VALOR (acumulado)
correspondem às menores parcelas da QUANTIDADE. Quanto mais
desuniforme a distribuição, mais se acentua a Curva ABC. Mais interessante
e vantajosa se torna a sua aplicação.

http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/o-uso-da-curva-abc-nas-empresas/26441/

Custo

De maneira geral, a Curva ABC nada mais é do que uma


ferramenta gerencial. Ela classifica as informações ao separar os
itens de maior importância ou impacto. Dessa maneira, a Curva
ABC auxilia na administração de custos.

Conhecida também como 80-20, a Curva ABC é baseada em


um teorema do economista Vilfredo Pareto. Esse pesquisador,
em um estudo do século XIX sobre renda e riqueza, observou
que 20% da população detinha 80% da riqueza.

Na classificação estatística de materiais, a Curva ABC considera


sua importância baseada nas quantidades utilizadas e no seu
valor. A Curva ABC também pode ser aplicada para a
classificação de clientes. Nesse caso, a Curva ABC relaciona
seus volumes de compras ou lucratividade proporcionada.
Para as construtoras, por exemplo, a Curva ABC pode ser uma
aliada na administração de estoques. Afinal, por meio dela é
possível acompanhar a necessidade de aquisição de materiais ou
matérias primas. O resultado final desse processo é a redução de
custos.

Com isso, em sua avaliação de resultados, é possível perceber o


giro de itens no estoque, a lucratividade e o faturamento da
empresa.

Parâmetros da Curva ABC

A análise ABC consiste na divisão de itens de estoque de acordo


com três grupos. Eles se organizam de acordo com o valor de
demanda, quando são produtos acabados, e valor de consumo,
quando os produtos fazem parte do processo produtivo. Ou seja,
quando se tratam de matérias primas ou insumos.

Tanto o valor de consumo quanto o de demanda são


determinados a partir da multiplicação do preço ou custo unitário
de cada item pelo seu consumo ou sua demanda.

Como resultado, a Curva ABC será classificada em:

 Classe A: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo alto;


 Classe B: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo intermediário;
 Classe C: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo baixo.

Nesta classificação ABC é possível notar que:

 20% dos itens são considerados A e correspondem a 80% do valor da demanda ou consumo;
 30% dos itens são considerados B e correspondem a 15% do valor da demanda ou consumo;
 50% dos itens são considerados C e correspondem a 5% do valor de demanda ou consumo.

A análise ABC deve refletir a dificuldade de controle de um item


ou o seu impacto sobre os custos e rentabilidade. Os resultados
podem variar de empresa para empresa. E é preciso lembrar que,
apesar da Curva ABC ser usualmente ilustrada por meio do valor
de consumo anual, este é apenas um dos critérios que podem
afetar a classificação de um item.
Benefícios da Curva ABC

Quando a Curva ABC é aplicada na gestão de uma empresa, ela


permite ao gestor se dedicar de forma mais direcionada às suas
atividades. Com isso, a Curva ABC cria a possibilidade de gerar
mais lucratividade, melhorar o relacionamento com clientes e
utilizar de maneira mais consciente o dinheiro da empresa.

Entre as inúmeras vantagens que a Curva ABC oferece para sua


construtura, estão:

 Organização de estoque: com a Curva ABC é possível saber quais materiais ainda estão
disponíveis e quais precisam ser comprados. Isso determina a frequência de consumo e as
quantidades a serem solicitadas junto ao fornecedor;
 Redução de Desperdícios: com o estoque e o planejamento de obras organizado, é possível
verificar a quantidade de materiais ou insumos necessários em cada serviço;
 Investimentos: com todas as informações sobre os gastos de materiais, serviços e insumos
organizados, o gestor tem a possibilidade de utilizar o capital de giro de maneira mais eficiente;
 Lucratividade: com a redução de desperdícios e a organização do planejamento, é possível
afirmar que a Curva ABC pode garantir maior lucratividade para sua construtora.

A Importância da Curva ABC na Construção

É muito comum entre as construtoras notar que a maior parte


delas tem problemas com os controles de gastos, rendimentos e
gestão de custos. Mas, utilizando a Curva ABC é possível
obter um resultado positivo no planejamento da obra.

Para começar a excelência no planejamento, você precisa:

 Identificar os insumos mais utilizados: ordenar os materiais por sua importância. Ou seja, do
maior para o menor custo. Isso permite visualizar os que ocupam mais espaço no seu orçamento;
 Priorizar a redução de custos: nos casos de negociação de materiais ou serviços, deve-se
priorizar os da Classe A. Desta maneira é possível ter uma economia mais significativa mexendo
em menos itens;
 Avaliar impactos: a Curva ABC ajuda a mensurar impactos na variação de preços de materiais.
Por exemplo, em casos de inflação mais alta. Nessa situação, não deixe de identificar o quanto a
variação de preços vai afetar o seu orçamento. Isso pode facilitar a tomada de decisão, o modo
de agir e uma negociação;
 Controle seu orçamento: normalmente o gerente de obra é responsável pela gestão de custos.
Por isso, é extremamente importante que ele saiba delegar pessoas para negociações e avaliações
de preços. Com isso fica mais fácil obter redução de custos.
Dando início a esses passos é possível começar o planejamento
de obras de maneira segura. Sempre com o auxílio da Curva
ABC.

Saiba como calcular a sua Curva ABC

A Curva ABC pode ser feita em uma planilha do Excel ou por


meio de um software de gestão. Independente dessas
escolhas, as planilhas devem ser formatadas com os itens
abaixo:

 Descrição: refere-se ao insumo ou material utilizado na obra. Este item precisa ser bem
detalhado para que o resultado seja positivo;
 Unidade: indica a medida utilizada;
 Quantidade: quantos materiais serão utilizados. Este item deve ser expressado por meio de
numerais;
 Preço (unitário e total): os valores dos materiais ou insumos devem ser inseridos em ordem
decrescente, do mais caro para o mais barato;
 Participação (%): estabelecer o grau de importância do material ou insumo em ordem
decrescente. Com este item é possível identificar a porcentagem do custo no orçamento geral da
obra;
 Participação acumulada: refere-se a soma das porcentagens de participação até a linha
indicada.

CONTEÚDO ESCOLHIDO A DEDO PARA VOCÊ:


» Como calcular a Curva ABC

Sua planilha deve ficar conforme este exemplo:


Conforme as cores destacadas:

 A Classe A representa a cor vermelha. Isso significa que são os itens mais caros da obra. No
total, representam 50% dos custos;
 A Classe B representa a cor amarela. Isso significa que são os itens com custos intermediários
da obra, caracterizando 30%;
 A Classe C representa a cor verde. Isso significa que são os itens mais baratos da obra,
representando 20%.

Conclusão

Inicialmente a Curva ABC pode parecer um bicho de sete


cabeças. Na prática, entretanto, é muito fácil aplicá-la em sua
construtora. Além disso, os seus benefícios podem ajudar não
apenas na redução de custos. Outros efeitos de utilizar a Curva
ABC são a utilização do valor que foi poupado em investimentos
e no desenvolvimento mais organizado do seus serviços.

E não se esqueça! Uma construtora que investe no planejamento


de obras não tem atrasos na entrega e desperdícios de materiais
ou insumos. Pelo contrário, experimenta redução de custos,
maior produtividade e fidelização de clientes.

Nos conte o que achou do post. E caso ele tenha ajudado você
na implantação da Curva ABC na sua construtora, melhorando
sua gestão de custos, não deixe de curtir e compartilhar!

https://www.sienge.com.br/blog/saiba-como-a-curva-abc-pode-ser-sua-aliada-no-
planejamento-da-obra/

compõe

Parâmetros de observação da curva ABC[editar | editar código-fonte]

Curva ABC

A curva ABC, no caso de administração de estoques, apresenta resultados da demanda


de cada item nas seguintes áreas:

 giro no estoque;
 proporção sobre o faturamento no período;
 margem de lucro obtida.
Os itens são classificados como (Carvalho, 2002, p. 227):

 de Classe A: de maior importância, valor ou quantidade, correspondendo a 20% do


total (podem ser itens do estoque com uma demanda de 65% num dado período);
 de Classe B: com importância, quantidade ou valor intermediário, correspondendo
a 30% do total (podem ser itens do estoque com uma demanda de 25% num dado
período);
 de Classe C: de menor importância, valor ou quantidade, correspondendo a 50% do
total (podem ser itens do estoque com uma demanda de 10% num dado período).
Os parâmetros acima não são uma regra matematicamente fixa, pois podem variar de
organização para organização nos percentuais descritos.A definição das classes A, B e C
obedece apenas a critérios de bom senso e conveniência dos controles a serem
estabelecidos e é definida pelo gestor.
O que importa é que a análise destes parâmetros propicia o trabalho de controle de
estoque do analista cuja decisão de compra pode se basear nos resultados obtidos pela
curva ABC. Os itens considerados de Classe A merecerão um tratamento preferencial.
Assim, a conseqüência da utilidade desta técnica é a otimização da aplicação dos recursos
financeiros ou materiais, evitando desperdícios ou aquisições indevidas e favorecendo o
aumento da lucratividade.

Referências[editar | editar código-fonte]

 CARVALHO, José Mexia Crespo de - Logística. 3ª ed. Lisboa: Edições Silabo,


2002. ISBN 978-972-618-279-5
 PINTO, Carlos Varela - Organização e gestão da manutenção. 2ª ed. Lisboa: Edições
Monitor, 2002. ISBN 978-972-9413-39-1

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

 PEREIRA, Moacir - O uso da curva ABC nas empresas. Último acesso em 13 de agosto de 2006.
 FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda - Novo dicionário Aurélio da língua
portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. ISBN 978-85-209-0411-4.
1838 p.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Curva_ABC

Como utilizar a curva ABC para gestão de estoque

Os estoques podem ser uma dor de cabeça ou uma alegria para os empreendedores, tudo
depende da sua organização. Entenda como a curva ABC pode te ajudar com isso.

Para se administrar uma empresa, existe um ponto crucial que separam os “bons
empreendedores” de “aventureiros”: ter excelência na gestão do controle do fluxo de caixa.
Ou seja, gerar caixa positivo no final do mês, em vez de ficar no vermelho.

A receita é simples: obter o maior prazo de pagamento possível com seus fornecedores;
receber o quanto antes do seu cliente, de preferência antecipado ou com um prazo menor
com o qual você paga para o seu fornecedor; e principalmente empregar o menor capital
possível em estoque (matéria prima + produto acabado) com um bom nível de serviço
prestado ao seu cliente.

Para se obter um bom resultado dessa receita, é preciso conhecer algumas ferramentas que
podem auxiliar o empreendedor a fechar essa conta no positivo, principalmente quando se
trata de gestão de estoque.

A meta é investir estritamente o necessário em estoque.


Muito estoque pode fazer com que o seu dinheiro fique parado quando você poderia estar
investindo em um banco. Já pouco estoque pode acarretar em uma perda de venda, gerando
menos receita por falta de estoque, além de abrir uma oportunidade de entrada para a sua
concorrência no mercado. Para evitar isso, o seu administrador pode utilizar o conceito de
curva ABC para gestão do estoque de produto acabado e de matéria prima.

A curva ABC é um método de classificação de informações para que se separem os itens de


maior importância ou impacto, os quais são normalmente em menor número. (Carvalho, 2002,
p. 226). Os itens são classificados como (Carvalho, 2002, p. 227):

de Classe A: de maior importância, valor ou quantidade, correspondendo a 20% do total –


podem ser itens do estoque com uma demanda de 65% num dado período;

de Classe B: com importância, quantidade ou valor intermediário, correspondendo a 30% do


total – podem ser itens do estoque com uma demanda de 25% num dado período;

de Classe C: de menor importância, valor ou quantidade, correspondendo a 50% do total –


podem ser itens do estoque com uma demanda de 10% num dado período.

Os números citados acima podem variar de negócio para negócio, portanto não é uma regra
fixa e sim um parâmetro para nortear o seu trabalho.

Existem outros nomes para curva ABC como 80-20, uma das teorias econômicas escritas por
Vilfredo Pareto que classifica o estoque em forma de Pareto , ou seja, de maior importância
econômica para a menor, onde 80% do capital empregado em estoque está em 20% dos itens.

Essa conta matemática tende a ser mais precisa quando levamos a análise um pouco mais no
detalhe. Além do fator econômico e sua correlação com a quantidade de itens, posso citar
outros dois fatores que impactam diretamente na sua estratégia de investir o estritamente o
necessário em estoque: Giro/Frequência de consumo desse item em estoque e a exposição ao
risco, atrelado a concentração do faturamento do item em poucos clientes ou a dependência
de fornecedores.

Para não gerarmos dúvida no entendimento do conceito, vou exemplificar um estudo de caso
“Fictício” de análise da curva ABC, voltada à redução de estoque:

Imaginem que a empresa “TURCI” possui em seu estoque 30 itens que são utilizados para
realizações de serviços. Classificamos esses itens de acordo com a curva ABC utilizando 3
vetores:
Capital Empregado:

X = 0 a 70% docusto do capital investido

Y = 70% a 90% do custo capital investido

Z = 90% a 100 do custo do capital investido

Frequência de utilização:

P = Utilização em 12 meses

Q = Utilização de 6 a 11 meses

R = Utilização em até 5 meses

Exposição ao Risco:

1 = Umúnico fornecedor representa no máx. 25% da compra

2 = Um único fornecedor representa de 25% a 50% da compra

3 = Um único fornecedor representa 50% ou mais da compra

Uma vez que as variáveis consideradas são entendidas, é hora de coloca-las em forma de
matriz e classifica-las de acordo com o CAPITAL EMPREGADO (XYZ), FRÊQUENCIA ANUAL (PQR)
e RISCO (123).
Depois de concluída a matriz de correlação, devemos adequa-la à curva ABC e organiza-la em
blocos, conforme tabela abaixo:

Somando os itens A e B, o volume de capital empregado de 83% do total ficam concentrados


em apenas 10 peças. Ou seja, 33% do total de itens em estoque. Já no caso dos itens
classificados como C, se expurgarmos da conta a peça (q) e (r) – itens com baixíssima
frequência, 1 em 12 meses – temos um montante de 10% do capital empregado concentrado
em 66% dos itens.

Para aprofundarmos a análise e definirmos a melhor estratégia com relação aos fornecedores
e a formação de estoque, montaremos a Curva ABC por “Exposição ao Risco”:

Exposição ao Risco 1 : Baixo Risco (único fornecedor representa no máximo 25%)


Estratégia Sugerida:

Fornecedores: Itens C – Restringir para menos de 3 fornecedores e barganhar preço com


aumento do lote de compra.

Itens A e B estudar estratégia de parceria e relacionamento a longo prazo com fornecedores.


Restringir o número de fornecedores para no máximo 2 com garantia de volume mensal;
estabelecer em contrato metas agressivas de nível de serviço de entrega por parte dos
mesmos, além de dividir os possíveis ganhos na cadeia (cultura do ganha-ganha).

Estoque: Itens C – Trabalhar com um estoque de segurança mais elevado, negociando lotes
maiores de compra no intuito de reduzir preço. Não correr risco com itens que impactam
pouco o capital empregado e são de altíssima frequência como as peças (c), (n) e (c1). Calcular
o trade-off entre capital empregado com aumento do estoque x ganho na redução de preço x
risco de não atender o seu cliente por falta deste estoque.

Itens A e B – Reduzir o estoque de segurança para o mínimo possível, se eventualmente tiver


sucesso com a estratégia de parceria com os fornecedores (no máximo 2) e os mesmos
apresentarem resultados sustentáveis nas entregas acordadas. Neste caso você precisa ser a
prioridade do fornecedor, aconteça o que acontecer.
Exposição ao Risco 2 : Risco Médio (único fornecedor representa de 25% até 50%)

Estratégia Sugerida:

Fornecedores: Itens C – Para itens com baixíssima probabilidade de uso, como no caso das
peças (q) e (r) que tiveram uma saída em doze meses não desenvolver fornecedor. Já as 6
peças de altíssima frequência classificadas no quadrante ZP2 e ZQ2 a estratégia de barganhar
preço com o aumento do lote de compra é uma boa alternativa.

Itens A e B sugiro manter a mesma estratégia de parceria e relacionamento a longo prazo com
fornecedores citado anteriormente.

Estoque: Itens C – Os itens classificados como YR2, apesar de ter representatividade em


capital empregado, não são aconselháveis investir em estoque devido a baixíssima frequência.
Ou seja, somente comprar estes itens sob demanda. As peças do quadrante ZR2 (2 itens
representam R$ 750) também podem comprados sob demanda devido a utilização menor que
5 meses em 12.

Investir em um estoque de segurança mais elevado seria uma boa estratégia para itens de alta
frequência e baixo capital empregado como ZP2 e ZQ2. Negociar lotes maiores de compra no
intuito de reduzir preço. É aconselhável não correr riscos com itens que impactam pouco o
capital empregado e são de altíssima frequência.

Itens A e B – Reduzir o estoque de segurança para o mínimo possível, se eventualmente tiver


sucesso com a estratégia de parceria com os fornecedores.

Exposição ao Risco 3 : Alto Risco (único fornecedor representa de mais de 50%


Estratégia Sugerida:

Fornecedores: Itens C – Para itens com baixíssima probabilidade de uso (YR3), como no caso
da peça (s) que tiveram 3 saídas em doze meses não desenvolver fornecedor se constatar que
foi um projeto spot e não uma demanda sazonal.

Já as 4 peças de altíssima frequência classificadas no quadrante ZP3 e ZQ3 a estratégia de


barganhar preço com o aumento do lote de compra é uma boa alternativa.

Itens A e B a sugestão é diluir o risco e não concentrar em um único fornecedor 100% da sua
compra mesmo adotando a estratégia de parceria e relacionamento a longo prazo com
fornecedores citado anteriormente.

Estoque: Itens C – Os itens classificados como YR3, apesar de ter representatividade em capital
empregado, não são aconselháveis investir em estoque devido a baixíssima frequência. Neste
caso somente investiria em estoque se for uma demanda sazonal durante 3 meses ao ano,
além de forma-lo próximo do evento.

A peça do quadrante ZR3 (1 item representa R$ 75) pode ser comprada sob demanda devido à
baixa utilização.

Itens de alta frequência e baixo capital empregado como ZP3 e ZQ3 investir em um estoque de
segurança mais elevado seria uma boa estratégia, pois correr riscos com itens que impactam
pouco o capital empregado e são de altíssima frequência não é aconselhável. Em um caso
como esse imagine perder uma venda e abrir espaço para a concorrência por não ter este
produto em estoque? Além de poder negociar lotes maiores de compra no intuito de reduzir
preço.

Itens A e B – Reduzir o estoque de segurança para o mínimo possível, se eventualmente


aumentar o número de fornecedores para diluir o risco e tiver sucesso com a estratégia de
parceria.
Além da Curva ABC proporcionar uma boa gestão de estoque, obter ganhos de redução do
capital empregado e visibilidade para o gestor focar no que realmente é importante, a
ferramenta ainda pode auxiliar em diferentes estratégias e trade-off que dependem
estritamente do apetite do empreendedor a correr determinados risco.

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