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1 Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura. Dr. Fernando Augusto, 119 Bairro Santo Amaro. CEP

Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura.

Dr. Fernando Augusto, 119

Bairro Santo Amaro. CEP 60543.375.

COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA

LEI FEDERAL Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996. Dispõe sobre a arbitragem. Art. 18. O árbitro é juiz de fato e de direito, e a sentença que proferir não fica sujeita a recurso ou a homologação pelo Poder Judiciário. D O U de 24.9.1996 - FORTALEZA – CEARÁ

CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO.

PRT 3.313.197 REGIMENTO

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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https://wwwregimentocjc.blogspot.com

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Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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3 Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura. Dr. Fernando Augusto, 119 – Bairro Santo Amaro.

Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura.

Dr. Fernando Augusto, 119 – Bairro Santo Amaro. CEP 60543.375.

COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA

LEI FEDERAL Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996. Dispõe sobre a arbitragem. Art. 18. O árbitro é juiz de fato e de direito, e a sentença que proferir não fica sujeita a recurso ou a homologação pelo Poder Judiciário. D O U de 24.9.1996 - FORTALEZA – CEARÁ

CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO.

Edital 1/2018, de 28 de setembro de 2018. PRT 1.226.909/2018.

EMENTA: Faz saber que a Comissão de Justiça e Cidadania do INESPEC cadastrar-se- á como unidade de CÂMARA DE DIREITO ARBITRAL, e na oportunidade inicia a divulgação da redação proposta para seu Regimento Geral e dá outras providências.

REPUBLICAÇÃO, por conta de correição textual, com inicio de prazo de validade a contar da data de 16 de novembro de 2018.

Edital 1/2018, de 28 de setembro de 2018, REPUBLICAÇÃO, por conta de correição textual, com inicio de prazo de validade a contar da data de 16 de novembro de 2018. PRT 1.226.909/2018. EMENTA: Faz saber que a Comissão de Justiça e Cidadania do INESPEC cadastrar-se-á como unidade de CÂMARA DE DIREITO ARBITRAL, e na oportunidade inicia a divulgação da redação proposta para seu Regimento Geral e dá outras providências.

O Coordenador da Comissão de Justiça e Cidadania do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, entidade reconhecida de utilidade pública por Lei Municipal em Fortaleza;

CONSIDERANDO a necessidade de organização e uniformização de normas e procedimentos afetos aos serviços de arbitragem, conciliação, mediação e a outros métodos consensuais de solução de conflitos, a serem prestados, de forma facultativa, pela Comissão de Justiça e Cidadania enquanto CÂMARA DE ARBITRAGEM;

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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CONSIDERANDO as disposições do Código de Processo Civil, da Lei Federal 5número. 13.140, de 26 de junho de 2015, as sugestões, a observância às deliberações, decisões e orientações do Conselho Nacional de Justiça;

CONSIDERANDO as disposições do Código de Processo Civil, nos seus termos: “( ) Art. 175. As disposições desta Seção não excluem outras formas de conciliação e mediação extrajudiciais vinculadas a órgãos institucionais ou realizadas por intermédio de profissionais

Cuja seção se firma

independentes, que poderão ser regulamentadas por lei específica” nestas considerações nos termos:

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 13.105, DE 16 DE MARÇO DE 2015.

Código de Processo Civil. CAPÍTULO III

DOS AUXILIARES DA JUSTIÇA.

Art. 149. São auxiliares da Justiça, além de outros cujas atribuições sejam determinadas pelas normas de organização judiciária, o escrivão, o chefe de secretaria, o oficial de justiça, o perito, o depositário, o administrador, o intérprete, o tradutor, o mediador, o conciliador judicial, o partidor, o distribuidor, o contabilista e o regulador de avarias.

Seção V

Dos Conciliadores e Mediadores Judiciais

Art. 165. Os tribunais criarão centros judiciários de solução consensual de conflitos, responsáveis pela realização de sessões e audiências de conciliação e mediação e pelo desenvolvimento de programas destinados a auxiliar, orientar

e estimular a autocomposição.

§ 1o A composição e a organização dos centros serão definidas pelo respectivo tribunal, observadas as normas do Conselho Nacional de Justiça.

§ 2o O conciliador, que atuará preferencialmente nos casos em

que não houver vínculo anterior entre as partes, poderá sugerir soluções para o litígio, sendo vedada a utilização de qualquer tipo de constrangimento ou intimidação para que as partes

conciliem.

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§ 3o O mediador, que atuará preferencialmente nos casos em

que houver vínculo anterior entre as partes, auxiliará aos interessados a compreender as questões e os interesses em conflito, de modo que eles possam, pelo restabelecimento da comunicação, identificar, por si próprios, soluções consensuais que gerem benefícios mútuos.

Art. 166. A conciliação e a mediação são informadas pelos princípios da independência, da imparcialidade, da autonomia da vontade, da confidencialidade, da oralidade, da informalidade e da decisão informada.

§ 1o A confidencialidade estende-se a todas as informações

produzidas no curso do procedimento, cujo teor não poderá ser

utilizado para fim diverso daquele previsto por expressa deliberação das partes.

§ 2o Em razão do dever de sigilo, inerente às suas funções, o conciliador e o mediador, assim como os membros de suas equipes, não poderão divulgar ou depor acerca de fatos ou elementos oriundos da conciliação ou da mediação.

§

objetivo

autocomposição.

3o

Admite-se a

de

aplicação de técnicas negociais, com o

ambiente favorável à

proporcionar

§ 4o A mediação e a conciliação serão regidas conforme a livre autonomia dos interessados, inclusive no que diz respeito à definição das regras procedimentais.

Art. 167. Os conciliadores, os mediadores e as câmaras privadas de conciliação e mediação serão inscritos em cadastro nacional e em cadastro de tribunal de justiça ou de tribunal regional federal, que manterá registro de profissionais habilitados, com indicação de sua área profissional.

§ 1o Preenchendo o requisito da capacitação mínima, por meio

de curso realizado por entidade credenciada, conforme parâmetro curricular definido pelo Conselho Nacional de Justiça em conjunto com o Ministério da Justiça, o conciliador ou o mediador, com o respectivo certificado, poderá requerer sua inscrição no cadastro nacional e no cadastro de tribunal de justiça ou de tribunal regional federal.

§ 2o Efetivado o registro, que poderá ser precedido de concurso público, o tribunal remeterá ao diretor do foro da comarca, seção ou subseção judiciária onde atuará o conciliador ou o mediador os dados necessários para que seu nome passe a

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constar da respectiva lista, a ser observada na distribuição alternada e aleatória, respeitado o princípio da igualdade dentro da mesma área de atuação profissional.

§ 3o Do credenciamento das câmaras e do cadastro de

conciliadores e mediadores constarão todos os dados relevantes para a sua atuação, tais como o número de processos de que participou, o sucesso ou insucesso da atividade, a matéria sobre a qual versou a controvérsia, bem como outros dados que o tribunal julgar relevantes.

§ 4o Os dados colhidos na forma do § 3o serão classificados

sistematicamente pelo tribunal, que os publicará, ao menos anualmente, para conhecimento da população e para fins estatísticos e de avaliação da conciliação, da mediação, das câmaras privadas de conciliação e de mediação, dos conciliadores e dos mediadores.

§ 5o Os conciliadores e mediadores judiciais cadastrados na

forma do caput, se advogados, estarão impedidos de exercer a advocacia nos juízos em que desempenhem suas funções.

§ 6o O tribunal poderá optar pela criação de quadro próprio de conciliadores e mediadores, a ser preenchido por concurso público de provas e títulos, observadas as disposições deste Capítulo.

Art. 168.

As partes podem escolher, de comum acordo, o

conciliador, o mediador ou a câmara privada de conciliação e de mediação.

§ 1o O conciliador ou mediador escolhido pelas partes poderá ou não estar cadastrado no tribunal.

§ 2o Inexistindo acordo quanto à escolha do mediador ou

conciliador, haverá distribuição entre aqueles cadastrados no registro do tribunal, observada a respectiva formação.

§ 3o Sempre que recomendável, haverá a designação de mais

de um mediador ou conciliador.

Art. 169. Ressalvada a hipótese do art. 167, § 6o, o conciliador

e o mediador receberão pelo seu trabalho remuneração

prevista em tabela fixada pelo tribunal, conforme parâmetros

estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça.

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§ 1o A mediação e a conciliação podem ser realizadas como

trabalho voluntário, observada a legislação pertinente e a

regulamentação do tribunal.

§ 2o Os tribunais determinarão o percentual de audiências não

remuneradas que deverão ser suportadas pelas câmaras privadas de conciliação e mediação, com o fim de atender aos

processos em que deferida gratuidade da justiça, como contrapartida de seu credenciamento.

Art. 170. No caso de impedimento, o conciliador ou mediador o comunicará imediatamente, de preferência por meio eletrônico, e devolverá os autos ao juiz do processo ou ao coordenador do centro judiciário de solução de conflitos, devendo este realizar nova distribuição.

Parágrafo único. Se a causa de impedimento for apurada quando já iniciado o procedimento, a atividade será interrompida, lavrando-se ata com relatório do ocorrido e solicitação de distribuição para novo conciliador ou mediador.

Art. 171. No caso de impossibilidade temporária do exercício da função, o conciliador ou mediador informará o fato ao centro, preferencialmente por meio eletrônico, para que, durante o período em que perdurar a impossibilidade, não haja novas distribuições

Art. 172. O conciliador e o mediador ficam impedidos, pelo prazo de 1 (um) ano, contado do término da última audiência em que atuaram, de assessorar, representar ou patrocinar qualquer das partes.

Art. 173. Será excluído do cadastro de conciliadores e mediadores aquele que:

I - agir com dolo ou culpa na condução da conciliação ou da mediação sob sua responsabilidade ou violar qualquer dos deveres decorrentes do art. 166, §§ 1o e 2o;

II - atuar em procedimento de mediação ou conciliação, apesar de impedido ou suspeito.

§

processo administrativo.

1o

Os

casos

previstos

neste

artigo

serão

apurados

em

§ 2o O juiz do processo ou o juiz coordenador do centro de

conciliação e mediação, se houver, verificando atuação inadequada do mediador ou conciliador, poderá afastá-lo de

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suas atividades por até 180 (cento e oitenta) dias, por decisão fundamentada, informando o fato imediatamente ao tribunal para instauração do respectivo processo administrativo.

Art. 174. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios criarão câmaras de mediação e conciliação, com atribuições relacionadas à solução consensual de conflitos no âmbito administrativo, tais como:

I -

administração pública;

dirimir

conflitos

envolvendo

órgãos

e

entidades

da

II - avaliar a admissibilidade dos pedidos de resolução de

conflitos, por meio de conciliação, no âmbito da administração

pública;

III - promover, quando couber, a celebração de termo de ajustamento de conduta.

Art. 175. As disposições desta Seção não excluem outras formas de conciliação e mediação extrajudiciais vinculadas a órgãos institucionais ou realizadas por intermédio de profissionais independentes, que poderão ser regulamentadas por lei específica.

Parágrafo único. Os dispositivos desta Seção aplicam-se, no que couber, às câmaras privadas de conciliação e mediação.

Parágrafo único. Os dispositivos desta Seção aplicam-se, no que couber, às câmaras privadas de conciliação e mediação.

CONSIDERANDO as disposições da Lei Federal número. 13.140, de 26 de junho de 2015 - Dispõe sobre a mediação entre particulares como meio de solução de controvérsias e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública; altera a Lei no

9.469, de 10 de julho de 1997, e o Decreto no 70.235, de 6 de março de 1972; e revoga o § 2o

do art. 6o da Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997 - , nos seus termos: “(

Mediadores - Subseção I - Disposições Comuns -Art. 4o O mediador será designado pelo tribunal ou escolhido pelas partes. § 1o O mediador conduzirá o procedimento de comunicação entre as partes, buscando o entendimento e o consenso e facilitando a resolução do conflito. § 2o Aos necessitados será assegurada a gratuidade da mediação. Art. 5o Aplicam- se ao mediador as mesmas hipóteses legais de impedimento e suspeição do juiz. Parágrafo único. A pessoa designada para atuar como mediador tem o dever de revelar às partes, antes da aceitação da função, qualquer fato ou circunstância que possa suscitar dúvida justificada em relação à sua imparcialidade para mediar o conflito, oportunidade em que poderá ser recusado por qualquer delas. Art. 6o O mediador fica impedido, pelo prazo de um ano, contado do término da última audiência em que atuou, de assessorar, representar ou patrocinar qualquer das partes. Art. 7o O mediador não poderá atuar como árbitro nem funcionar como testemunha em processos judiciais ou arbitrais pertinentes a conflito em que

Seção II - Dos

)

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tenha atuado como mediador. Art. 8o O mediador e todos aqueles que o assessoram no procedimento de mediação, quando no exercício de suas funções ou em razão delas, são equiparados a servidor público, para os efeitos da legislação penal. Subseção II - Dos Mediadores Extrajudiciais - Art. 9o Poderá funcionar como mediador extrajudicial qualquer pessoa capaz que tenha a confiança das partes e seja capacitada para fazer mediação, independentemente de integrar qualquer tipo de conselho, entidade de classe ou associação, ou nele inscrever-se. Art. 10. As partes poderão ser assistidas por advogados ou defensores públicos. Parágrafo único. Comparecendo uma das partes acompanhada de advogado ou defensor público o mediador suspenderá o procedimento até que todas estejam devidamente assistidas.

CONSIDERANDO o precedente existente na Comissão de Justiça e Cidadania que regulou expedientes de mediação sob sua responsabilidade, nos termos:

Terça-feira, 17 de julho de 2018

Edital 6/2018, 11 de julho de 2018. EMENTA: Nos termos do Edital 5/2018, regula no âmbito da Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite a conduta procedimental processual prevista no Art. 22, § 1º da Lei Federal nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015, nos termos

que seguem.

operacionalidade da Fundação José Furtado Leite

Comissão Institucional para avaliar a

https://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/

Edital 6/2018, 11 de julho de 2018.

EMENTA: Nos termos do Edital 5/2018, regula no âmbito da Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite a conduta procedimental processual prevista no Art. 22, § 1º da Lei Federal nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015, nos termos que seguem.

O Presidente da Comissão Institucional para avaliar a

operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, a Fundação, pessoa jurídica de direito privado (Lei Federal nº 10.406/2002,

artigos, Art. 40; Art. 44, III – “as fundações”; Art. 45; Art. 47; Art. 48; Art. 66; Art. 69) inscrita no CADASTRO NACIONAL DE PESSOA JURÍDICA, número 07.322.431.0001.13, estabelecida

na Comarca de Fortaleza, Estado do Ceará, na Rua Soriano

Albuquerque, 581, Sala 03, Joaquim Távora, CEP 60.130.160,

neste ato representado pelo seu Presidente, CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 2881/CE, com endereço

na sede da Fundação, vem pelo presente edital de ciência e

convocação, tornar público que a COMISSÃO faz publicar as regras processuais que devem regular todos os procedimentos

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que de forma direta ou indireta se vincule aos Editais, 1, 2, 3, 4 e 5, com origem nesta Comissão Institucional, nos termos que segue no presente edital, adotando de forma supletiva no que couber os Códigos de Processos Civis e Penais, bem e, Códigos Penal e Civil.

Considerando todos os termos do Edital 5/2018, com origem nesta Comissão Interna da Fundação José Furtado Leite.

Considerando o princípio da legalidade em particular as situações previstas nos seus artigos (Considerando os aspectos jurídicos: Art. 1.201. É de boa-fé a posse, se o possuidor ignora

o vício, ou o obstáculo que impede a aquisição da coisa.

Parágrafo único. O possuidor com justo título tem por si a

presunção de boa-fé, salvo prova em contrário, ou quando a lei expressamente não admite esta presunção. Art. 1.202. A posse

de boa-fé só perde este caráter no caso e desde o momento em

que as circunstâncias façam presumir que o possuidor não ignora que possui indevidamente. Art. 1.203. Salvo prova em contrário, entende-se manter a posse o mesmo caráter com que foi adquirida. CAPÍTULO IV - Da Perda da Posse. Art. 1.223. Perde-se a posse quando cessa, embora contra a vontade do possuidor, o poder sobre o bem, ao qual se refere o art. 1.196. Art. 1.224. Só se considera perdida a posse para quem não presenciou o esbulho, quando, tendo notícia dele, se abstém de retornar a coisa, ou, tentando recuperá-la, é violentamente repelido. Art. 1.243. O possuidor pode, para o fim de contar o tempo exigido pelos artigos antecedentes, acrescentar à sua

posse a dos seus antecessores (art. 1.207), contanto que todas sejam contínuas, pacíficas e, nos casos do art. 1.242, com justo

título

o

e

de

boa-fé.

Art.

1.244.

Estende-se

ao

possuidor

disposto quanto ao devedor acerca das causas que obstam, suspendem ou interrompem a prescrição, as quais também se aplicam à usucapião. CAPÍTULO IV - Da Perda da Propriedade - Art. 1.275. Além das causas consideradas neste Código, perde-

se a propriedade: I - por alienação; II - pela renúncia; III - por

abandono;

IV

-

por

perecimento

da

coisa;

V

-

por

desapropriação (Parágrafo único. Nos casos dos incisos I e II, os efeitos da perda da propriedade imóvel serão subordinados ao

registro

do

título

transmissivo

ou

do

ato

renunciativo

no

Registro

de

Imóveis).

Art.

1.276.

O

imóvel

urbano

que

o

proprietário

abandonar,

com

a

intenção

de

não

mais

o

conservar em seu patrimônio, e que se não encontrar na posse de outrem, poderá ser arrecadado, como bem vago, e passar, três anos depois, à propriedade do Município ou à do Distrito Federal, se achar nas respectivas circunscrições. § 1o O imóvel

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situado na zona rural, abandonado nas mesmas circunstâncias, poderá ser arrecadado, como bem vago, e passar, três anos

depois, à propriedade da União, onde quer que ele se localize. § 2o Presumir-se-á de modo absoluto a intenção a que se refere

este

artigo,

quando,

cessados

os

atos

de

posse,

deixar

o

proprietário de satisfazer os ônus fiscais).

Considerando que a mediação de conflitos ou prevenção destes se estabelece entre os princípios de Segurança Nacional, hoje regulado pelo ordenamento jurídico brasileiro (Lei Federal nº

13.140,

DE

26

DE

JUNHO

DE

2015,

que

“Dispõe

sobre

a

mediação

entre

particulares

como

meio

de

solução

de

controvérsias e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública; altera a Lei no 9.469, de 10 de julho

70.235, de 6 de março de 1972; e

de 1997, e o Decreto no

revoga o § 2o do art. 6o

da Lei no 9.469, de 10 de julho de

1997”,

em

particular

nos

seus

artigos:

Subseção

II

-

Dos

Mediadores

Extrajudiciais:

Art.

9o

Poderá

funcionar

como

mediador extrajudicial qualquer pessoa capaz que tenha a confiança das partes e seja capacitada para fazer mediação, independentemente de integrar qualquer tipo de conselho,

entidade de classe ou associação, ou nele inscrever-se. Art. 10. As partes poderão ser assistidas por advogados ou defensores

Comparecendo uma das partes

públicos. Parágrafo único.

acompanhada de advogado ou defensor público, o mediador

suspenderá

o

procedimento,

até

que

todas

estejam

devidamente

assistidas.

Seção

III

-

Do

Procedimento

de

Mediação - Subseção I - Disposições Comuns

-

Art. 14.

No

início da primeira reunião de mediação, e sempre que julgar necessário, o mediador deverá alertar as partes acerca das

regras de confidencialidade aplicáveis ao procedimento.

Art.

15.

A

requerimento

das

partes

ou

do

mediador,

e

com

anuência daquelas, poderão ser admitidos outros mediadores para funcionarem no mesmo procedimento, quando isso for recomendável em razão da natureza e da complexidade do

conflito. Art. 16.

Ainda que haja processo arbitral ou judicial

em curso, as partes poderão submeter-se à mediação, hipótese

em que requererão ao juiz ou árbitro a suspensão do processo

por prazo suficiente para a solução consensual do litígio.

§ 1o

É irrecorrível a decisão que suspende o processo nos termos

§ 2o A suspensão

requeridos de comum acordo pelas partes.

do processo não obsta a concessão de medidas de urgência

pelo juiz ou pelo árbitro.

Art. 17.

Considera-se instituída a

mediação na data para a qual for marcada a primeira reunião

de

o

mediação.

Parágrafo

único.

Enquanto

transcorrer

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procedimento

de

mediação,

ficará

suspenso

o

prazo

prescricional.

Art.

18.

Iniciada

a

mediação,

as

reuniões

posteriores com a presença das partes somente poderão ser

No desempenho de

marcadas com a sua anuência.

Art. 19.

sua função, o mediador poderá reunir-se com as partes, em

conjunto ou separadamente, bem como solicitar das partes as

informações

que

entender

necessárias

para

facilitar

o

entendimento entre aquelas.

Art. 20.

O procedimento de

mediação será encerrado com a lavratura do seu termo final, quando for celebrado acordo ou quando não se justificarem

novos

esforços

para

a

obtenção

de

consenso,

seja

por

declaração do mediador nesse sentido ou por manifestação de

qualquer das partes.

O termo final de

Parágrafo único.

mediação, na hipótese de celebração de acordo, constitui título executivo extrajudicial e, quando homologado judicialmente, -

título

Mediação

executivo

judicial.

Subseção

II

Da

Extrajudicial - Art. 21. O convite para iniciar o procedimento de mediação extrajudicial poderá ser feito por qualquer meio de comunicação e deverá estipular o escopo proposto para a

negociação, a data e o local da primeira reunião.

Parágrafo

único.

O

convite

formulado

por

uma

parte

à

outra

se

considerará rejeitado se não for respondido em até trinta dias da data de seu recebimento. Art. 22. A previsão contratual de

- prazo mínimo e

mediação deverá conter, no mínimo:

I

máximo para a realização da primeira reunião de mediação,

contado a partir da data de recebimento do convite;

II - local

da primeira reunião de mediação;

III - critérios de escolha do

mediador ou equipe de mediação;

IV - penalidade em caso de

não comparecimento da parte convidada à primeira reunião de

mediação.

a

§

1o

A

previsão

contratual

pode

substituir

especificação dos itens acima enumerados pela indicação de regulamento, publicado por instituição idônea prestadora de

serviços de mediação, no qual constem critérios claros para a

escolha

de

realização

do

mediador

e

da primeira reunião

mediação. § 2o Não havendo previsão contratual completa, deverão ser observados os seguintes critérios para a realização da primeira reunião de mediação: I - prazo mínimo de dez dias úteis e prazo máximo de três meses, contados a partir do recebimento do convite; II - local adequado a uma reunião que possa envolver informações confidenciais; III - lista de cinco nomes, informações de contato e referências profissionais de mediadores capacitados; a parte convidada poderá escolher, expressamente, qualquer um dos cinco mediadores e, caso a parte convidada não se manifeste, considerar-se-á aceito o primeiro nome da lista; IV - o não comparecimento da parte

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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convidada

à

primeira

reunião

de

mediação

acarretará

a

assunção por parte desta de cinquenta por cento das custas e

honorários

em

sucumbências

caso

venha

a

ser

vencedora

procedimento

arbitral

ou

judicial

posterior,

que

envolva

o

escopo da mediação para a qual foi convidada. § 3o Nos litígios decorrentes de contratos comerciais ou societários que não contenham cláusula de mediação, o mediador extrajudicial somente cobrará por seus serviços caso as partes decidam

assinar

o

termo

inicial

de

mediação

e

permanecer,

voluntariamente, no procedimento de mediação. Art. 23.

Se,

em previsão contratual de cláusula de mediação, as partes se

comprometerem

ou

a

não

iniciar

procedimento

arbitral

processo judicial durante certo prazo ou até o implemento de determinada condição, o árbitro ou o juiz suspenderá o curso da arbitragem ou da ação pelo prazo previamente acordado ou até o implemento dessa condição. Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica às medidas de urgência em que o acesso ao Poder Judiciário seja necessário para evitar o perecimento de direito).

Considerando que os atos privados com repercussão pública pela natureza dos agentes envolvidos requerem em certas situações jurídicas, a ampla publicidade dos atos que se vinculem a Comissão e observando a Lei Federal nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015, que dispõe: Seção IV - Da Confidencialidade e suas Exceções (Art. 30. Toda e qualquer informação relativa ao procedimento de mediação será confidencial em relação a terceiros, não podendo ser revelada sequer em processo arbitral ou judicial salvo se as partes expressamente decidirem de forma diversa ou quando sua divulgação for exigida por lei ou necessária para cumprimento de acordo obtido pela mediação. § 1o O dever de confidencialidade aplica-se ao mediador, às partes, a seus prepostos, advogados, assessores técnicos e a outras pessoas de sua confiança que tenham, direta ou indiretamente, participados do procedimento de mediação, alcançando: I - declaração, opinião, sugestão, promessa ou proposta formulada por uma parte à outra na busca de entendimento para o conflito; II - reconhecimento de fato por qualquer das partes no curso do procedimento de mediação; III - manifestação de aceitação de proposta de acordo apresentada pelo mediador; IV - documento preparado unicamente para os fins do procedimento de mediação. § 2o A prova apresentada em desacordo com o disposto neste artigo não será admitida em processo arbitral ou judicial. § 3o Não está abrigada pela

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regra de confidencialidade a informação relativa à ocorrência de crime de ação pública. § 4o A regra da confidencialidade não afasta o dever de as pessoas discriminadas no caput prestarem informações à administração tributária após o termo final da mediação, aplicando-se aos seus servidores a obrigação de manterem sigilo das informações compartilhadas nos termos do art. 198 da Lei no 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional. Art. 31. Será confidencial a informação prestada por uma parte em sessão privada, não podendo o mediador revelá-la às demais, exceto se expressamente autorizado), justifica-se o presente edital com ampla divulgação nas redes sociais.

Considerando que os Procedimentos no âmbito da Comissão serão através de atos virtuais e físicos(Presidente da Comissão poderá a pedido das partes impor a instauração do Processo de

Mediação nos termos do artigo: Art. 46.

A mediação poderá

ser feita pela internet ou por outro meio de comunicação que permita a transação à distância, desde que as partes estejam

de acordo. Parágrafo único. É facultado à parte domiciliada no

regras

exterior

submeter-se

à

mediação

segundo

as

estabelecidas nesta Lei - nos termos da Lei Federal nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 201501).

Considerando que a Fundação no prazo de 180(cento e oitenta) deve demandar as soluções institucionais no que concerne a sua situação institucional, conforme deliberações junto ao Ministério Público Estadual, nos termos do Edital 4/2018, expedido na data de quinta-feira, 24 de maio de 2018, bem como conflitos positivos ou negativos que possam vir a existir nas cidades de SANTANA DO CARIRI-CEARÁ; ARARIPE-CEARÁ; POTENGI-CEARÁ; ALTANEIRA - CEARÁ; NOVA OLINDA- CEARÁ; NOVA RUSSAS - CEARÁ; ITAPAGE-CEARÁ; SANTA QUITÉRIA – CEARÁ, com fins de apurar “in loco” a real situação imobiliária da entidade nos respectivos municípios em referência.

Considerando a necessidade da convocação extrajudicial dos atuais ocupantes regulares ou irregulares de imóveis da Fundação José Furtado Leite, para tomar ciência que a Fundação vai ingressar em juízo, com ação judicial, com fins de retomar suas propriedades.

Considerando a deliberação normativa inserida no Edital 5/2- 18, que determina “Na implementação dos termos e das diligências previstas neste instrumento, Edital 5/2018, a Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da

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Fundação José Furtado Leite, será subsidiada pelas regras definidas no Edital 6/2018, que REGULA no âmbito da Comissão a conduta procedimental processual prevista no Art. 22, § 1º( A previsão contratual pode substituir a especificação dos itens acima enumerados pela indicação de regulamento, publicado por instituição idônea prestadora de serviços de mediação, no qual constem critérios claros para a escolha do mediador e realização da primeira reunião de mediação) da Lei Federal nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015.

Considerando que para cada mediação será instaurado um expediente visando mediação.

Considerando que as regras do presente edital bem como O ATO DE INSTAURAÇÃO DE MEDIAÇÃO no âmbito da Comissão citada neste edital será comunicado ao Ministério Público Estadual, empós, que as partes tenham anuído para tais fins e que o relatório final de cada mediação será enviado ao Ministério Público Estadual.

Resolve,

CAPÍTULO I

INTRODUÇÃO

Artigo 1º. Fica instituído o REGULAMENTO PROCEDIMENTAL da Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, que deve regular a conduta procedimental processual prevista no Art. 22, § 1º da Lei Federal nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015.

Artigo 2º. O objetivo deste regulamento é regular conduta dos agentes envolvidos na previsão editalícia do Edital 5/2018, que com este baixa.

Artigo 3º. A mediação a que se refere o edital citado no artigo anterior será conduzida pela COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA do Instituto INESPEC nos termos dos acordos firmados entre as partes, sendo que pelo presente instrumento as partes a serem envolvidas na mediação consideram desde já o presente como previsão contratual.

Artigo 4º. O presente regulamento deve ser publicado e passa a ser referencia idônea para as regras claras das condutas dentro do processo de mediação, e devem constar critérios claros para a escolha do mediador e realização da primeira reunião de mediação.

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Artigo 5º. Recomenda-se a todas as partes, instituições e entidades, governamentais e privadas, que vão atuar com base neste regulamento (organizadas para o serviço da Mediação), assim como a todos os Mediadores “ad hoc”, que pautem sua atuação pelo presente instrumento regulador da Mediação e posture-se dentro de conduta Ética(Mediadores).

CAPÍTULO II

INÍCIO DO PROCESSO

Art. 6º – Qualquer pessoa jurídica ou física QUE estejam na situação das diretrizes previstas no Edital 5/2018, é capaz e podem requerer a Mediação para solução da controvérsia ou prevenção desta, sendo no caso presente conduzida pelo Mediador ad hoc.

Art. 7º – A solicitação da Mediação, bem como o convite à outra parte para dela participar, deverão, preferencialmente, ser formulados por escrito.

Art. 8º – Quando a outra parte não concordar em participar da Mediação, a primeira será imediatamente comunicada por escrito.

Parágrafo Único. Recomenda-se que o período compreendido entre a procura inicial e a entrevista de Pré-Mediação não ultrapasse 30 (trinta) dias.

CAPÍTULO III

REPRESENTAÇÃO E ASSESSORAMENTO

Art. 9º – As partes deverão participar do Processo pessoalmente. Sendo que na impossibilidade comprovada de fazê-lo, podem se fazer representar por uma outra pessoa com procuração que outorgue poderes de decisão.

Parágrafo Único. As partes podem se fazer acompanhar por advogados e outros assessores técnicos e por pessoas de sua confiança ou escolha, desde que estas presenças sejam convencionadas entre as partes e consideradas pelo Mediador úteis e pertinentes ao necessário equilíbrio do processo.

CAPÍTULO IV

PREPARAÇÃO (Pré-Mediação)

Art. 10 – O Processo iniciará com uma entrevista (Pré- Mediação) que cumprirá os seguintes procedimentos:

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I. As partes deverão descrever a controvérsia e expor as suas expectativas;

II. As partes serão esclarecidas sobre o processo da Mediação,

seus procedimentos e suas técnicas;

III. As partes deliberarão se adotarão ou não a Mediação como

método de resolução de sua controvérsia;

IV. As partes escolherão o Mediador, nos termos do Capítulo IV,

que poderá ser ou não aquele que estiver coordenando os

trabalhos da entrevista.

Parágrafo Único. Recomenda-se que o período compreendido entre a entrevista de Pré-Mediação e aquela que propiciará a negociação de procedimentos e a assinatura do Termo de Mediação não ultrapasse 15 (quinze) dias.

Art. 11 – Reunidas após a escolha do Mediador, e com a sua orientação, as partes devem firmar o contrato (Termo de Mediação) onde fiquem estabelecidos:

I. A agenda de trabalho.

II. Os objetivos da Mediação proposta.

III. As normas e procedimentos, ainda que sujeitos à redefinição

negociada a qualquer momento durante o processo, a saber:

1. – Extensão do sigilo no que diz respeito à instituição, ao

mediador, às partes e demais pessoas que venham a participar

do processo;

2. – Estimativa do seu tempo de duração, freqüência e

duração das reuniões;

3. – Normas relativas às reuniões privadas e conjuntas;

4. – Procedimentos relativos aos documentos aportados à

Mediação e aos apontamentos produzidos pelos mediadores;

IV. As pessoas que as representarão, mediante procuração com

poderes de decisão expressos, ou as acompanharão, se for o

caso.

V. O lugar e o idioma da Mediação, ou, se assim o desejarem,

deixar a critério da instituição ou entidade organizadora do

serviço.

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VI. Os custos e forma de pagamento da Mediação, observado o disposto NESTE REGULAMENTO.

VII. O nome dos mediadores e, se for o caso, da instituição

promotora.

CAPÍTULO V

ESCOLHA DO MEDIADOR

Art. 12 – O Mediador será escolhido livremente pelas partes em

lista de Mediadores oferecida por instituição ou entidade organizadora do serviço ou, se as partes assim o desejarem,

indicado pela referida instituição ou entidade; ou ainda, profissional escolhido pelas partes:

I. O(s) mediador (es) escolhido(s) pelas partes não pertencente(s) à entidade organizadora, estará(ão) sujeito(s) à aprovação da referida entidade;

II. O(s) mediador (es) eleito(s) pelas partes manifestará(ão) sua aceitação e firmará(ão) o Termo de Independência relativo à sua atuação.

Art. 13 – Se, no curso da Mediação, sobrevier algum impedimento ou impossibilidade de participação do mediador, haverá a escolha de novo mediador segundo o critério eleito pelas partes.

Art. 14 – O Mediador único escolhido poderá recomendar a co-

mediação, sempre que julgar benéfica ao propósito da

Mediação.

CAPÍTULO VI

ATUAÇÃO DO MEDIADOR

Art. 15 – As reuniões de Mediação serão realizadas preferencialmente em conjunto com as partes.

Parágrafo Único: havendo necessidade e concordância das partes, o Mediador poderá reunir-se separadamente com cada uma delas, respeitado o disposto no Código de Ética dos Mediadores quanto à igualdade de oportunidades e quanto ao sigilo nessa circunstância.

Art. 16 – O Mediador poderá conduzir os procedimentos da

maneira que considerar apropriada, levando em conta as circunstâncias, o estabelecido na negociação com as partes e a

própria celeridade do processo.

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Art. 17 – O Mediador cuidará para que haja equilíbrio de participação, informação e poder decisório entre as partes.

Art. 18 – Salvo se as partes dispuserem em contrário, ou a lei impedir, o Mediador pode:

I. Aumentar ou diminuir qualquer prazo.

II. Interrogar o que entender necessário para o bom desenvolvimento do Processo.

III. Solicitar às partes que deixem à sua disposição tudo o que

precisar para sua própria inspeção ou de qualquer perito, bem

como a apresentação de documento ou classe de documentos que se encontrem em sua posse, custódia ou poder de disposição, desde que entenda relevante para sua análise, ou por qualquer das partes.

IV. Solicitar às partes que procurem toda informação técnica e

legal necessária para a tomada de decisões.

CAPÍTULO VII

IMPEDIMENTOS E SIGILO

Art. 19 – O Mediador fica impedido de atuar ou estar diretamente envolvido em procedimentos subseqüentes à Mediação, tais como na Arbitragem ou no Processo Judicial quando a Mediação obtiver êxito ou não, a menos que as partes disponham diferentemente.

Art. 20 – As informações da Mediação são confidenciais e privilegiadas. O Mediador, qualquer das partes, ou outra pessoa que atue na Mediação, não poderão revelar a terceiros ou serem chamados ou compelidos, inclusive em posterior Arbitragem ou Processo Judicial, a revelar fatos, propostas e quaisquer outras informações obtidas durante a Mediação.

Art. 21 – Os documentos apresentados durante a Mediação deverão ser devolvidos às partes, após análise. Os demais deverão ser destruídos ou arquivados conforme o

convencionado.

CAPÍTULO VIII

DOS CUSTOS

Art. 22 – Os custos, assim consideradas as despesas administrativas e os honorários do Mediador, serão rateados entre as partes, salvo disposição em contrário. No caso da

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Mediação realizada por instituição ou entidade especializada, estes custos deverão seguir as respectivas tabelas.

Art. 23 – Os honorários do Mediador deverão ser acordados previamente e poderão ser estabelecidos por hora trabalhada ou outro critério definido com as partes. Quando a Mediação for realizada por meio de instituição ou entidade especializada, serão adotadas as respectivas tabelas.

CAPÍTULO IX

RESPONSABILIDADE DO MEDIADOR

Art. 24 – O Mediador não pode ser responsabilizado por qualquer das partes por ato ou omissão relacionada com a Mediação conduzida de acordo com as normas éticas e regras com as partes acordadas.

CAPÍTULO X

DO ACORDO

Art. 25 – Os acordos constituídos na mediação podem ser totais ou parciais.

Caso alguns itens da pauta de mediação não tenham logrado acordo, o mediador poderá atuar na negociação destinada a auxiliar as partes a elegerem outros meios extrajudiciais ou judiciais para a sua resolução.

Art. 26 – Em consonância com o desejo das partes, os acordos obtidos na mediação podem ser informais ou constituírem-se títulos executivos extrajudiciais incorporando a assinatura de duas testemunhas, preferencialmente os advogados das partes ou outra(s) por elas indicadas.

Art. 27 – Se as partes assim o desejarem, os acordos poderão ganhar linguagem jurídica para serem homologados judicialmente. Nestes casos, os mediadores deverão manter-se disponíveis para auxiliar na manutenção da fidelidade ao texto original.

CAPÍTULO X

ENCERRAMENTO

Art. 28 – O Processo de Mediação encerra-se:

I. Com a assinatura do termo de acordo pelas partes;

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II. Por uma declaração escrita do Mediador, no sentido de que não se justifica aplicar mais esforços para buscar a composição;

III. Por

Mediador com o efeito de encerrar a Mediação;

uma

declaração

conjunta

das

partes,

dirigida

ao

IV. Por uma declaração escrita de uma parte para a outra, e para o Mediador, com o efeito de encerrar a Mediação.

CAPÍTULO XI

DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 29 – É recomendável que as partes passem a inserir Cláusula de Mediação nos contratos em geral que venham a firmar, tal como o modelo proposto:

Parágrafo Único. Se uma controvérsia surgir em razão deste contrato ou posteriores adendos, incluindo, sem limitação, o seu descumprimento, término, validade ou invalidade, ou qualquer questão relacionada com o mesmo, às partes convencionam, desde já, que primeiramente irão buscar uma solução por meio da Mediação, fundada no princípio da boa fé, antes de recorrer a outros meios judiciais ou extrajudiciais para resolução de controvérsias.

Art. 30 – Caberá às partes deliberarem sobre lacunas do presente regulamento, podendo delegar essa tarefa à instituição ou entidade especializada a que estiver vinculada a Mediação, se assim o desejarem.

Art. 31 – Aplicar-se-á no que couber as regras instituídas pela

Lei Federal Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre

a mediação entre particulares como meio de solução de

controvérsias e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito

da administração pública; altera a Lei no 9.469, de 10 de julho

de 1997, e o Decreto no 70.235, de 6 de março de 1972; e revoga o § 2o do art. 6o da Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997. Art. 1o Esta Lei dispõe sobre a mediação como meio de solução de controvérsias entre particulares e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública. Parágrafo único. Considera-se mediação a atividade técnica exercida por terceiro imparcial sem poder decisório, que, escolhido ou aceito pelas partes, as auxilia e estimula a identificar ou desenvolver soluções consensuais para a controvérsia. CAPÍTULO I - DA MEDIAÇÃO - Seção I - Disposições Gerais - Art. 2o A mediação será orientada pelos

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seguintes princípios: I - imparcialidade do mediador; II - isonomia entre as partes; III - oralidade; IV - informalidade; V - autonomia da vontade das partes; VI - busca do consenso; VII - confidencialidade; VIII - boa-fé. § 1o Na hipótese de existir previsão contratual de cláusula de mediação, as partes deverão comparecer à primeira reunião de mediação. § 2o Ninguém será obrigado a permanecer em procedimento de mediação. Art. 3o Pode ser objeto de mediação o conflito que verse sobre direitos disponíveis ou sobre direitos indisponíveis que admitam transação. § 1o A mediação pode versar sobre todo o conflito ou parte dele. § 2o O consenso das partes envolvendo direitos indisponíveis, mas transigíveis, deve ser homologado em juízo, exigida a oitiva do Ministério Público. Seção III - Do Procedimento de Mediação - Subseção I - Disposições Comuns - Art. 14. No início da primeira reunião de mediação, e sempre que julgar necessário, o mediador deverá alertar as partes acerca das regras de confidencialidade aplicáveis ao procedimento. Art. 15. A requerimento das partes ou do mediador, e com anuência daquelas, poderão ser admitidos outros mediadores para funcionarem no mesmo procedimento, quando isso for recomendável em razão da natureza e da complexidade do conflito. Art. 16. Ainda que haja processo arbitral ou judicial em curso, as partes poderão submeter-se à mediação, hipótese em que requererão ao juiz ou árbitro a suspensão do processo por prazo suficiente para a solução consensual do litígio. § 1o É irrecorrível a decisão que suspende o processo nos termos requeridos de comum acordo pelas partes. § 2o A suspensão do processo não obsta a concessão de medidas de urgência pelo juiz ou pelo árbitro. Art. 17. Considera-se instituída a mediação na data para a qual for marcada a primeira reunião de mediação. Parágrafo único. Enquanto transcorrer o procedimento de mediação, ficará suspenso o prazo prescricional. Art. 18. Iniciada a mediação, as reuniões posteriores com a presença das partes somente poderão ser marcadas com a sua anuência. Art. 19. No desempenho de sua função, o mediador poderá reunir-se com as partes, em conjunto ou separadamente, bem como solicitar das partes as informações que entender necessárias para facilitar o entendimento entre aquelas. Art. 20. O procedimento de mediação será encerrado com a lavratura do seu termo final, quando for celebrado acordo ou quando não se justificarem novos esforços para a obtenção de consenso, seja por declaração do mediador nesse sentido ou por manifestação de qualquer das partes. Parágrafo único. O termo final de mediação, na hipótese de celebração de acordo, constitui título

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executivo extrajudicial e, quando homologado judicialmente, título executivo judicial. Subseção II - Da Mediação Extrajudicial - Art. 21. O convite para iniciar o procedimento de mediação extrajudicial poderá ser feito por qualquer meio de comunicação e deverá estipular o escopo proposto para a negociação, a data e o local da primeira reunião. Parágrafo único. O convite formulado por uma parte à outra se considerará rejeitado se não for respondido em até trinta dias da data de seu recebimento. Art. 22. A previsão contratual de mediação deverá conter, no mínimo: I - prazo mínimo e máximo para a realização da primeira reunião de mediação, contado a partir da data de recebimento do convite; II - local da primeira reunião de mediação; III - critérios de escolha do mediador ou equipe de mediação; IV - penalidade em caso de não comparecimento da parte convidada à primeira reunião de mediação. § 1o A previsão contratual pode substituir a especificação dos itens acima enumerados pela indicação de regulamento, publicado por instituição idônea prestadora de serviços de mediação, no qual constem critérios claros para a escolha do mediador e realização da primeira reunião de mediação. § 2o Não havendo previsão contratual completa, deverão ser observados os seguintes critérios para a realização da primeira reunião de mediação: I - prazo mínimo de dez dias úteis e prazo máximo de três meses, contados a partir do recebimento do convite; II - local adequado a uma reunião que possa envolver informações confidenciais; III - lista de cinco nomes, informações de contato e referências profissionais de mediadores capacitados; a parte convidada poderá escolher, expressamente, qualquer um dos cinco mediadores e, caso a parte convidada não se manifeste, considerar-se-á aceito o primeiro nome da lista; IV - o não comparecimento da parte convidada à primeira reunião de mediação acarretará a assunção por parte desta de cinquenta por cento das custas e honorários sucumbenciais caso venha a ser vencedora em procedimento arbitral ou judicial posterior, que envolva o escopo da mediação para a qual foi convidada. § 3o Nos litígios decorrentes de contratos comerciais ou societários que não contenham cláusula de mediação, o mediador extrajudicial somente cobrará por seus serviços caso as partes decidam assinar o termo inicial de mediação e permanecer, voluntariamente, no procedimento de mediação. Art. 23. Se, em previsão contratual de cláusula de mediação, as partes se comprometerem a não iniciar procedimento arbitral ou processo judicial durante certo prazo ou até o implemento de determinada condição, o árbitro ou o juiz suspenderá o curso

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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da arbitragem ou da ação pelo prazo previamente acordado ou até o implemento dessa condição. Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica às medidas de urgência em que o acesso ao Poder Judiciário seja necessário para evitar o perecimento de direito. Seção IV - Da Confidencialidade e suas Exceções. Art. 30. Toda e qualquer informação relativa ao procedimento de mediação será confidencial em relação a terceiros, não podendo ser revelada sequer em processo arbitral ou judicial salvo se as partes expressamente decidirem de forma diversa ou quando sua divulgação for exigida por lei ou necessária para cumprimento de acordo obtido pela mediação. § 1o O dever de confidencialidade aplica-se ao mediador, às partes, a seus prepostos, advogados, assessores técnicos e a outras pessoas de sua confiança que tenham, direta ou indiretamente, participados do procedimento de mediação, alcançando: I - declaração, opinião, sugestão, promessa ou proposta formulada por uma parte à outra na busca de entendimento para o conflito; II - reconhecimento de fato por qualquer das partes no curso do procedimento de mediação; III - manifestação de aceitação de proposta de acordo apresentada pelo mediador; IV - documento preparado unicamente para os fins do procedimento de mediação. § 2o A prova apresentada em desacordo com o disposto neste artigo não será admitida em processo arbitral ou judicial. § 3o Não está abrigada pela regra de confidencialidade a informação relativa à ocorrência de crime de ação pública. § 4o A regra da confidencialidade não afasta o dever de as pessoas discriminadas no caput prestarem informações à administração tributária após o termo final da mediação, aplicando-se aos seus servidores a obrigação de manterem sigilo das informações compartilhadas nos termos do art. 198 da Lei no 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional. Art. 31. Será confidencial a informação prestada por uma parte em sessão privada, não podendo o mediador revelá-la às demais, exceto se expressamente autorizado. CAPÍTULO III - DISPOSIÇÕES FINAIS - Art. 42. Aplica-se esta Lei, no que couber, às outras formas consensuais de resolução de conflitos, tais como mediações comunitárias e escolares, e àquelas levadas a efeito nas serventias extrajudiciais, desde que no âmbito de suas competências. Art. 46. A mediação poderá ser feita pela internet ou por outro meio de comunicação que permita a transação à distância, desde que as partes estejam de acordo. Parágrafo único. É facultado à parte domiciliada no exterior submeter-se à mediação segundo as regras estabelecidas nesta Lei.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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Art. 32 – O presente edital de definição de regras será aplicado durante toda a existência da Comissão de que trata o Edital 4/2015, e das Mediações vinculadas aos objetivos da Comissão visando preservar o principio da legalidade.

QUADRO RESUMO - Edital 6/2018, 11 de julho de 2018. EMENTA: Nos termos do Edital 5/2018, regula no âmbito da Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite a conduta procedimental processual prevista no Art. 22, § 1º da Lei Federal nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015, nos termos que seguem.

CAPÍTULO I - INTRODUÇÃO

 

Artigo

a

Artigo 5º.

CAPÍTULO II - INÍCIO DO PROCESSO

 

Art.

a

Art. 8º.

 

CAPÍTULO III - REPRESENTAÇÃO E ASSESSORAMENTO

 

Art. 9º.

 

CAPÍTULO IV - PREPARAÇÃO (Pré-Mediação)

 

Art.

10

a

Art.11.

 

CAPÍTULO V - ESCOLHA DO MEDIADOR

 

Art.

12

a

Art. 14

 

CAPÍTULO VI - ATUAÇÃO DO MEDIADOR

 

Art.

15

a

Art. 18.

 

CAPÍTULO VII - IMPEDIMENTOS E SIGILO

 

Art. 19

 

a

Art. 21.

 

CAPÍTULO VIII - DOS CUSTOS

 

Art.

22

a

Art. 23.

 

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

26

CAPÍTULO IX - RESPONSABILIDADE DO MEDIADOR

 

Art.

24

a

Art. 27.

CAPÍTULO X - ENCERRAMENTO

 

Art. 28.

CAPÍTULO XI - DISPOSIÇÕES FINAIS

 

Art.

29

a

Art. 32.

Para constar, eu CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 - professor e assessor, indicado para Presidir a Comissão a que se refere o presente edital, de ordem da Presidência digitei, e que pelo Presidente vai assinado e pelos demais vão os cientes. Presidente - Passado em Fortaleza, aos onze dias do mês julho do ano de dois mil e dezoito. Presidente. Publicado no sitio: edital1fundacaojfl2018.blogspot.com . Pelo Presidente Antonio César Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai assinado. CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 – Antonio César Evangelista Tavares - CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124349. Pelo Presidente Antonio César Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai assinado.

CONSIDERANDO que a Comissão de Justiça e Cidadania funciona desde 1º de

janeiro de 2007(

);

CONSIDERANDO a legislação federal pertinente a arbitragem nos termos em que LEI Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996. Dispõe sobre a arbitragem. Capítulo I -

define

Disposições Gerais. Art. 1º As pessoas capazes de contratar poderão valer-se da arbitragem para dirimir litígios relativos a direitos patrimoniais disponíveis. § 1o A administração pública direta e indireta poderá utilizar-se da arbitragem para dirimir conflitos relativos a direitos patrimoniais disponíveis. (Incluído pela Lei nº 13.129, de 2015). § 2o A autoridade ou o órgão competente da administração pública direta para a celebração de convenção de arbitragem é a mesma para a realização de acordos ou transações. (Incluído pela Lei nº 13.129, de 2015). Art. 2º A arbitragem poderá ser de direito ou de eqüidade, a critério das partes. § 1º Poderão as partes escolher, livremente, as regras de direito que serão aplicadas na arbitragem, desde que não haja violação aos bons costumes e à ordem pública. § 2º Poderão, também, as partes convencionar que a arbitragem se realize com base nos princípios gerais de direito, nos usos e costumes e nas regras internacionais de comércio. § 3o A arbitragem que envolva a administração pública será sempre de direito e respeitará o princípio da publicidade. LEI FEDERAL Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996”;

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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“Capítulo III - Dos Árbitros - Art. 13”. Pode ser árbitro

qualquer pessoa capaz e que tenha a confiança das partes. § 1º As partes nomearão um ou mais árbitros, sempre em número ímpar, podendo nomear, também, os respectivos suplentes. § 2º Quando as partes nomearem árbitros em número par, estes estão autorizados, desde logo, a nomear mais um árbitro. Não havendo acordo, requererão as partes ao órgão do Poder Judiciário a que tocaria, originariamente, o julgamento da causa à nomeação do árbitro, aplicável, no que couber, o procedimento previsto no art. 7º desta Lei. § 3º As partes poderão, de comum acordo, estabelecer o processo de escolha dos árbitros, ou adotar as regras de um órgão arbitral institucional ou entidade especializada. § 4º Sendo nomeados vários árbitros, estes, por maioria, elegerão o presidente do tribunal arbitral. Não havendo consenso, será designado presidente o mais idoso. § 4 o As partes, de comum acordo, poderão afastar a aplicação de dispositivo do regulamento do órgão arbitral institucional ou entidade especializada que limite a escolha do árbitro único, coárbitro ou presidente do tribunal à respectiva lista de árbitros, autorizado o controle da escolha pelos órgãos competentes da instituição, sendo que, nos casos de impasse e arbitragem multiparte, deverá ser observado o que dispuser o regulamento aplicável. (Redação dada pela Lei nº 13.129, de 2015) § 5º O árbitro ou o presidente do tribunal designará, se julgar conveniente, um secretário, que poderá ser um dos árbitros. § 6º No desempenho de sua função, o árbitro deverá proceder com imparcialidade, independência, competência, diligência e discrição. § 7º Poderá o árbitro ou o tribunal arbitral determinar às partes o adiantamento de verbas para despesas e diligências que julgar necessárias. Art. 14. Estão impedidos de funcionar como árbitros as pessoas que tenham, com as partes ou com o litígio que lhes for submetido, algumas das relações que caracterizam os casos de impedimento ou suspeição de juízes, aplicando-se-lhes, no que couberem, os mesmos deveres e responsabilidades, conforme previsto no Código de Processo Civil. § 1º As pessoas indicadas para funcionar como árbitro tem o dever de revelar, antes da aceitação da função, qualquer fato que denote dúvida justificada quanto à sua imparcialidade e independência. § 2º O árbitro somente poderá ser recusado por motivo ocorrido após sua nomeação. Poderá, entretanto, ser recusado por motivo anterior à sua nomeação, quando: a) não for nomeado, diretamente, pela parte; ou b) o motivo para a recusa do árbitro for conhecido posteriormente à sua nomeação. Art. 15. A parte interessada em argüir a recusa do árbitro apresentará, nos termos do art. 20, a respectiva exceção, diretamente ao árbitro ou ao presidente do tribunal arbitral, deduzindo suas razões e apresentando as provas pertinentes. Parágrafo único. Acolhida a exceção, será afastado o árbitro suspeito ou impedido, que será substituído, na forma do art. 16 desta Lei. Art. 16. Se o árbitro escusar-se antes da aceitação da nomeação, ou, após a aceitação, vier a falecer, tornar- se impossibilitado para o exercício da função, ou for recusado, assumirá seu lugar o substituto indicado no compromisso, se houver. § 1º Não havendo substituto indicado para o árbitro, aplicar-se-ão as regras do órgão arbitral institucional ou entidade especializada, se as partes as tiverem invocado na convenção de arbitragem. § 2º Nada dispondo a convenção de arbitragem e não chegando as partes a um acordo sobre a nomeação do árbitro a ser substituído, procederá à parte interessada da forma prevista no art. 7º desta Lei, a menos que as partes tenham declarado, expressamente, na convenção de arbitragem, não aceitar substituto. Art. 17. Os árbitros, quando no exercício de suas funções ou em razão delas, ficam equiparados aos funcionários públicos, para os efeitos da legislação penal. Art. 18. O árbitro é

CONSIDERANDO (

)

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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juiz

de fato

e

de direito, e a sentença que proferir não

homologação pelo Poder Judiciário;

fica sujeita a recurso ou a

“(Art. 17) Os árbitros, quando no exercício de suas

funções ou em razão delas, ficam equiparados aos funcionários públicos, para os efeitos da legislação penal. LEI FEDERAL Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996”;

CONSIDERANDO que o (

)

“(Art. 18) O árbitro é juiz de fato e de direito, e a

sentença que proferir não fica sujeita a recurso ou a homologação pelo Poder Judiciário. LEI

FEDERAL Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996”;

CONSIDERANDO que o (

)

CONSIDERANDO que a LEI FEDERAL Nº 13.129, DE 26 DE MAIO DE 2015, que dispõe sobre “a alteração da Lei Federal no 9.307, de 23 de setembro de 1996, e a Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, para ampliar o âmbito de aplicação da arbitragem e dispor

sobre a escolha dos árbitros quando as partes recorrem a órgão arbitral, a interrupção da prescrição pela instituição da arbitragem, a concessão de tutelas cautelares e de urgência nos casos de arbitragem, a carta arbitral e a sentença arbitral, e revoga dispositivos da Lei no

9.307, de 23 de setembro de 1996”

“CAPÍTULO IV-A - DAS TUTELAS CAUTELARES E DE URGÊNCIA - Art. 22-A. Antes de instituída a

arbitragem, as partes poderão recorrer ao Poder Judiciário para a concessão de medida cautelar ou de urgência. Parágrafo único. Cessa a eficácia da medida cautelar ou de urgência se a parte interessada não requerer a instituição da arbitragem no prazo de 30 (trinta) dias, contado da data de efetivação da respectiva decisão. Art. 22-B. Instituída a arbitragem, caberá aos árbitros manter, modificar ou revogar a medida cautelar ou de urgência concedida pelo Poder Judiciário. Parágrafo único. Estando já instituída a arbitragem, a

CAPÍTULO IV-B

medida cautelar ou de urgência será requerida diretamente aos árbitros

(

)

Ampliou os poderes do árbitro implementando:

DA CARTA ARBITRAL - Art. 22-C. O árbitro ou o tribunal arbitral poderá expedir carta arbitral para que o órgão jurisdicional nacional pratique ou determine o cumprimento, na área de sua competência territorial, de ato solicitado pelo árbitro. Parágrafo único. No cumprimento

da

a

carta

arbitral

será

observado

o

segredo

de

justiça,

desde

que

comprovada

confidencialidade estipulada na arbitragem

Art. 3o A Lei no 6.404, de 15 de dezembro de

1976, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 136-A na Subseção “Direito de Retirada” da Seção III do Capítulo XI: Art. 136-A. A aprovação da inserção de convenção de arbitragem no estatuto social, observado o quorum do art. 136, obriga a todos os acionistas, assegurado ao acionista dissidente o direito de retirar-se da companhia mediante o reembolso do valor de suas ações, nos termos do art. 45. § 1o A convenção somente terá eficácia após o decurso do prazo de 30 (trinta) dias, contado da publicação da ata da assembleia geral que a aprovou. § 2o O direito de retirada previsto no caput não será aplicável: I - caso a inclusão da convenção de arbitragem no estatuto social represente condição para que os valores mobiliários de emissão da companhia sejam admitidos à negociação em segmento de listagem de bolsa de valores ou de mercado de balcão organizado que exija dispersão acionária mínima de 25% (vinte e cinco por cento) das ações de cada espécie ou classe; II - caso a inclusão da convenção de arbitragem seja efetuada no estatuto social de companhia aberta cujas ações sejam dotadas de liquidez e dispersão no mercado, nos termos das alíneas “a” e “b” do inciso II do art. 137 desta Lei. Art. 4o Revogam-se o § 4o do art. 22, o art. 25 e o inciso V do art. 32 da Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996. Art. 5o Esta Lei entra em vigor após decorridos

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

29

60

(sessenta)

dias

de

sua

publicação

oficial.

Brasília,

26

de

maio

de

2015; 194o

da

Independência e 127o da República. LEI FEDERAL Nº 13.129, DE 26 DE MAIO DE 2015”;

CONSIDERANDO a efetividade da conciliação e da mediação como instrumentos de pacificação social, solução e prevenção de litígios;

CONSIDERANDO que desde 2015 o CNJ tem buscado fixar diretrizes para a nova era da arbitragem enquanto Câmara de conciliação privada;

CONSIDERANDO que A arbitragem está disciplinada pela Lei Federal número 9.307/1996 que faculta às pessoas capazes de se valerem dela para solucionar litígios relativos a direitos patrimoniais disponíveis;

CONSIDERANDO que a lei instituiu meio alternativo de solução de conflitos e atribui eficácia à sentença arbitral, garantindo-lhe os mesmos efeitos da sentença judicial e força de título executivo;

CONSIDERANDO que o CNJ deu novas diretrizes à conciliação e a mediação no Brasil, quando se deu entrada no Senado, o Projeto de Lei nº 166/2010 tratando do Novo Código de Processo Civil, que mais tarde foi transformado no Projeto Substitutivo nº 8.046/2010, na Câmara dos Deputados, e que em 17 de dezembro de 2014, após retornar ao Senado, foi finalmente aprovado pelo Poder Legislativo;

CONSIDERANDO que há tempos, nos grandes centros urbanos e metrópoles já existem as Câmaras de Arbitragem como apoio àqueles que necessitam de celeridade procedimental para resolução de conflitos, porém nos interior onde foram instituídas pequeninas cidades o feito é praticamente desconhecido e as maiorias dos litígios batem à porta do Poder Judiciário causando morosidade no sistema;

CONSIDERANDO que o Direito Arbitral, ou a arbitragem, é hoje consagrada, como um instituto explícito no NCPC, trazendo à tona aos olhos de todo o mundo jurídico, e por consequência estamos prestes a sofrer uma metamorfose cultural em nosso meio em vias de fato;

CONSIDERANDO que o chamado “Novo Código de Processo Civil” sancionado entrou em vigência em março/2016 e tendo recepcionado os anseios do CNJ de modo a estimular o que este chamou de "Cultura da Paz", trazendo o texto aprovado grande destaque para a Mediação e Conciliação;

CONSIDERANDO que a lei processual vem em seu texto afirmando que “Os conciliadores, os mediadores e as câmaras privadas de conciliação e mediação serão inscritos em cadastro nacional e em cadastro de tribunal de justiça ou de tribunal regional federal, que manterá registro de profissionais habilitados, com indicação de sua área profissional (Artigo 168 - Seção VI - NCPC);

CONSIDERANDO que o respeito à arbitragem deve partir de seus interlocutores e necessário se faz regra condutas mínimas;

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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CONSIDERANDO que neste desiderato a firmação de instrumentos de solução de conflitos de forma rápida e eficiente, por certo, exigirá mudança cultural de postura e ações efetivas para dar o mínimo de suporte material, estímulo, treinamento, inclusive com a previsão de remuneração dos mediadores e conciliadores, sob pena de perecer todo o esforço legislativo até então empreendido;

CONSIDERANDO que o Novo Código de Processo Civil, positiva de forma muito objetiva onde e quando será aplicada, cabendo aos operadores do direito, se adaptarem aos novos tempos, e participarem de forma efetiva na busca da pacificação social, única forma de obtermos a melhor atuação do Poder Judiciário, e a prestação jurisdicional mais efetiva;

CONSIDERANDO que a Comissão de Justiça e Cidadania – CJC-INESPEC decidiu apoiar integralmente as providenciam adotadas no Processo: 0006866-39.2009.2.00.0000 - Requerente: Ordem dos Advogados do Brasil – Conselho Federal, Requerido: Conselho Nacional de Justiça, no que concerne em âmbito, CJC-INESPEC, fortalecimento das instituições que atuam de forma séria e ética no campo da arbitragem;

CONSIDERANDO que a Comissão de Justiça e Cidadania – CJC-INESPEC deve adotar um REGIMENTO GERAL para que na prática de suas ações institucionais adote medidas que evitem induzir cidadãos interessados na arbitragem, a erro, e assegure uma boa aplicação do instituto da arbitragem, da mediação e da conciliação

CONSIDERANDO os termos da(

)

INSTRUÇÃO NORMATIVA INTERNA – CJC INESPEC INI-CJC 1/2018-PRT No. 1.715.669 de, 25 de outubro

de 2018.

EMENTA: Disciplina as regras pro temporal dos Procedimentos de MEDIAÇÃO em face das disposições

da Lei Federal Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre

a mediação entre particulares como meio de solução de controvérsias e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública; altera a Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997, e o Decreto no 70.235, de 6 de março de 1972; e revoga o § 2o do art. 6o da Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997 e dá outras providencias.

O Sr César Augusto Venâncio da Silva, no exercício das funções de Coordenador da Comissão de Justiça e Cidadania, com base na legislação federal vigente que dispõe sobre a instauração e convocação de atos para mediação, em particular a lei federal – LEI FEDERAL Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a

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mediação entre particulares como meio de solução de controvérsias e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública; altera a Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997, e o Decreto no 70.235, de 6 de março de 1972; e revoga o § 2o do art. 6o da Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997.

CONSIDERANDO que na data de 24 dias do mês de outubro do ano de 2018, na sede da Comissão de Justiça e Cidadania, compareceram os RECLAMANTES: Sra. RENATA CÉLIA SAMPAIO OLIVEIRA VALENTE e Sr. ROGÉRIO RIBEIRO NASCIMENTO, comunicando que se estabeleceu um conflito entre os reclamantes e as RECLAMADAS: Sra. MARIA JANE SOARES TARGINO CAVALCANTE – ESTADO DA PARAÍBA – CIDADE CONDADO – PB. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS CIGANOS DE CONDADO – PB. PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO. ASSOCIAÇÃO DE PRESERVAÇÃO DA CULTURA CIGANA DE CAUCAIA – ESTADO DO CEARÁ. CIDADE CAUCAIA – CE – PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO, e que tal conflito levou os reclamantes a se determinar a promover um pedido de abertura de Inquérito Policial junto a SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA – POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DO CEARÁ, para apurar suposto crime contra a honra dos reclamados, e posteriormente interpor AÇÃO PENAL contra a pessoa física da primeira reclamada. Considerando que com a Nova Legislação PROCESSUAL vigente, a Justiça busca uma previa audiência de mediação com as partes, e que em tese o que os reclamados buscam é a paz social.

CONSIDERANDO que empós ouvir os reclamantes e orientados sobre os atuais procedimentos judiciais vigentes, em que qualquer ação processual na Justiça requer para o bem social, uma prévia conciliação e que poderá dependendo da natureza da ação ser homologada pelo Ministério Público ou Poder Judiciário.

CONSIDERANDO que os reclamantes decidem junto a UNIDADE CONDUTORA DA MEDIAÇÃO COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA instaurar um “PROCEDIMENTO INTERINSTITUCIONAL – OS RECLAMANTES DESEJAM NOTIFICAÇÃO EXTRAJUDICIAL COM INTERPELAÇÃO EXTRAJUDICIAL VIA MEDIAÇÃO COM PREPARATÓRIA PARA REPRESENTAÇÃO CRIMINAL (FUTURA EM CASO DE

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OCORRÊNCIA DE FATO ONDE EM TESE JÁ SE ESTABELECEU) POR CRIME CONTRA A HONRA DOS RECLAMADOS.

CONSIDERANDO que a legislação permite que a Comissão de Justiça e Cidadania possa proceder da forma como está procedendo, observando os princípios da legalidade.

CONSIDERANDO o que dispõe a LEI FEDERAL Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a mediação no seu CAPÍTULO I - DA MEDIAÇÃO - Seção I - Disposições Gerais - Art. 2o A mediação será orientada pelos seguintes princípios: I - imparcialidade do mediador; II - isonomia entre as partes; III - oralidade; IV - informalidade; V - autonomia da vontade das partes; VI - busca do consenso; VII - confidencialidade; VIII - boa-fé. § 1o Na hipótese de existir previsão contratual de cláusula de mediação, as partes deverão comparecer à primeira reunião de mediação. § 2o Ninguém será obrigado a permanecer em procedimento de mediação. Art. 3o Pode ser objeto de mediação o conflito que verse sobre direitos disponíveis ou sobre direitos indisponíveis que admitam transação. § 1o A mediação pode versar sobre todo o conflito ou parte dele. § 2o O consenso das partes envolvendo direitos indisponíveis, mas transigíveis, deve ser homologado em juízo, exigida a oitiva do Ministério Público.

CONSIDERANDO o que dispõe a LEI FEDERAL Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a mediação no seu CAPÍTULO I - -

Subseção

Poderá

II

-

Dos

Mediadores

Extrajudiciais

Art.

9o

funcionar como mediador extrajudicial qualquer pessoa capaz que tenha a confiança das partes e seja capacitada para fazer mediação,

conselho,

independentemente

de

integrar

qualquer

tipo

de

As

partes poderão ser assistidas por advogados ou defensores públicos. Parágrafo único. Comparecendo uma das partes acompanhada de advogado ou defensor público, o mediador suspenderá o procedimento, até que todas estejam devidamente assistidas.

entidade de classe ou associação, ou nele inscrever-se. Art. 10.

CONSIDERANDO o que dispõe a LEI FEDERAL Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a mediação no seu CAPÍTULO I -

O convite para

Subseção II - Da Mediação Extrajudicial. Art. 21.

iniciar o procedimento de mediação extrajudicial poderá ser feito por

qualquer meio de comunicação e deverá estipular o escopo proposto

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para a negociação, a data e o local da primeira reunião. Parágrafo único. O convite formulado por uma parte à outra considerar-se-á rejeitado se não for respondido em até trinta dias da data de seu recebimento. Art. 22. A previsão contratual de mediação deverá conter, no mínimo: I - prazo mínimo e máximo para a realização da primeira reunião de mediação, contado a partir da data de recebimento do convite; II - local da primeira reunião de mediação; III - critérios de escolha do mediador ou equipe de mediação; IV - penalidade em caso de não comparecimento da parte convidada à primeira reunião de mediação. § 1o A previsão contratual pode substituir a especificação dos itens acima enumerados pela indicação de regulamento, publicado por instituição idônea prestadora de serviços de mediação, no qual constem critérios claros para a escolha do mediador e realização da primeira reunião de mediação. § 2o Não havendo previsão contratual completa, deverão ser observados os seguintes critérios para a realização da primeira reunião de mediação: I - prazo mínimo de dez dias úteis e prazo máximo de três meses, contados a partir do recebimento do convite; II - local adequado a uma reunião que possa envolver informações confidenciais; III - lista de cinco nomes, informações de contato e referências profissionais de mediadores capacitados; a parte convidada poderá escolher, expressamente, qualquer um dos cinco mediadores e, caso a parte convidada não se manifeste, considerar- se-á aceito o primeiro nome da lista; IV - o não comparecimento da parte convidada à primeira reunião de mediação acarretará a assunção por parte desta de cinquenta por cento das custas e honorários sucumbenciais caso venha a ser vencedora em procedimento arbitral ou judicial posterior, que envolva o escopo da mediação para a qual foi convidada. § 3o Nos litígios decorrentes de contratos comerciais ou societários que não contenham cláusula de mediação, o mediador extrajudicial somente cobrará por seus serviços caso as partes decidam assinar o termo inicial de mediação e permanecer, voluntariamente, no procedimento de mediação. Art.

23. Se, em previsão contratual de cláusula de mediação, as partes se

comprometerem a não iniciar procedimento arbitral ou processo judicial durante certo prazo ou até o implemento de determinada condição, o árbitro ou o juiz suspenderá o curso da arbitragem ou da ação pelo prazo previamente acordado ou até o implemento dessa

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condição. Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica às medidas de urgência em que o acesso ao Poder Judiciário seja necessário para evitar o perecimento de direito. Diante da faculdade permitida em lei, visando uma paz social, autua-se o presente expediente nesta data, e para tanto autuamos as peças que adiante seguem., na Cidade de Fortaleza

CONSIDERANDO o que dispõe a LEI FEDERAL Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a mediação no que se refere à CONFIDENCIALIDADE - Seção IV - Da Confidencialidade e suas Exceções. Art. 30. Toda e qualquer informação relativa ao procedimento de mediação será confidencial em relação a terceiros, não podendo ser revelada sequer em processo arbitral ou judicial salvo se as partes expressamente decidirem de forma diversa ou quando sua divulgação for exigida por lei ou necessária para cumprimento de acordo obtido pela mediação. § 1o O dever de confidencialidade aplica-se ao mediador, às partes, a seus prepostos, advogados, assessores técnicos e a outras pessoas de sua confiança que tenham, direta ou indiretamente, participados do procedimento de mediação, alcançando: I - declaração, opinião, sugestão, promessa ou proposta formulada por uma parte à outra na busca de entendimento para o conflito; II - reconhecimento de fato por qualquer das partes no curso do procedimento de mediação; III - manifestação de aceitação de proposta de acordo apresentada pelo mediador; IV - documento preparado unicamente para os fins do procedimento de mediação. § 2o A prova apresentada em desacordo com o disposto neste artigo não será admitida em processo arbitral ou judicial. § 3o Não está abrigada pela regra de confidencialidade a informação relativa à ocorrência de crime de ação pública. § 4o A regra da confidencialidade não afasta o dever de as pessoas discriminadas no caput prestarem informações à administração tributária após o termo final da mediação, aplicando-se aos seus servidores a obrigação de manterem sigilo das informações compartilhadas nos termos do art. 198 da Lei no 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional.

CONSIDERANDO o que dispõe a LEI FEDERAL Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a mediação no que se referem à CONFIDENCIALIDADE AS PARTES RECLAMANTES DECIDEM QUE ESTE

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PROCESSO NÃO DEVE CORRER EM SEGREDO DE JUSTIÇA, porém após

a manifestação das partes reclamadas o mediador ouvindo as

reclamantes poderá decidir pela CONFIDENCIALIDADE – OU SEGREDO

DE JUSTIÇA.

CONSIDERANDO o que dispõe a LEI FEDERAL Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a mediação no que se referem à CONFIDENCIALIDADE as partes reclamantes nos termos do Art. 31( Será confidencial a informação prestada por uma parte em sessão privada, não podendo o mediador revelá-la às demais, exceto se expressamente autorizado)autoriza o mediador a publicar no sitio oficial da entidade e do processo.

CONSIDERANDO que o Regimento Geral da Comissão de Justiça e Cidadania encontra-se em discussão para aprovação, prazo este que termina em 1 de janeiro de 2019, podendo ser visto no endereço:

http://wwwregimentocjc.blogspot.com/

Faz saber que nesta data fica instituído o REGIMENTO TEMPORÁRIO PARA REGULAMENTAR A MEDIAÇÃO NO ÂMBITO DA COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA, que deve vigir até a data de aprovação do REGIMENTO GERAL DA COMISSÃO.

O Regulamento fica aprovado nos termos que segue.

Instrução Normativa Interna CJC-INESPEC 1/2018

Anexo I

EDITAL 1/2018

USO ESPECÍFICO NESTE EXPEDIENTE

Regulamento pro-tempore

Mediação Pós Conflito visando evitar a propositura de Ação Penal

Reclamantes: Sra. RENATA CÉLIA SAMPAIO OLIVEIRA VALENTE e Sr. ROGÉRIO RIBEIRO NASCIMENTO.

Reclamado(s): Sra. MARIA JANE SOARES TARGINO CAVALCANTE – ESTADO DA PARAÍBA – CIDADE CONDADO – PB. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS CIGANOS DE CONDADO – PB. PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO. ASSOCIAÇÃO DE PRESERVAÇÃO DA CULTURA

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

36

CIGANA DE CAUCAIA – ESTADO DO CEARÁ. CIDADE CAUCAIA – CE – PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO

PAUTA: PROCEDIMENTO INTERINSTITUCIONAL – OS RECLAMANTES DESEJAM NOTIFICAÇÃO EXTRAJUDICIAL COM INTERPELAÇÃO EXTRAJUDICIAL VIA MEDIAÇÃO COM PREPARATÓRIA PARA REPRESENTAÇÃO CRIMINAL (FUTURA EM CASO DE OCORRÊNCIA DE FATO ONDE EM TESE JÁ SE ESTABELECEU)POR CRIME CONTRA A HONRA DOS RECLAMADOS.

Capítulo I

Procedimentos da Mediação

Início do Processo

Art. 1°. Qualquer pessoa jurídica ou física, que possa representar seus interesses disponíveis poderá solicitar a Comissão de Justiça e Cidadania a mediação para solução de controvérsias oriundas de interesses, posições ou direitos entre terceiros que também possa representar seus direitos em observância a lei civil.

Art. 2°. A solicitação da Mediação, bem como o convite à outra parte para dela participar, deverão, preferencialmente, ser formulados por escrito.

Art. 3°. Quando devidamente convidada para a mediação a parte reclamada não concordar em participar da Mediação, a parte reclamante será imediatamente de ofício cientificada.

Parágrafo único. O período compreendido entre a apresentação da petição inicial e a entrevista de pré-mediação não pode ultrapassar 30 (trinta) dias, salvo se previamente justificada pelo Mediador, com ato publicado no sitio da Comissão de Justiça e Cidadania, e neste caso o prazo máximo é de 90(noventa) dias.

Capítulo II

Representação e Assessoramento

Art. 4°. A mediação poderá ser feita pela internet ou por outro meio de comunicação que permita a transação à distância, desde que as partes estejam de acordo.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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§ 1o

mediação segundo as regras estabelecidas nesta Lei.

É facultado à parte domiciliada no exterior submeter-se à

§ 2o As partes deverão participar do processo pessoalmente em

caso que não se aplique as disposições do parágrafo anterior, admitindo-se que na impossibilidade comprovada de fazê-lo, podem se fazer representar por uma outra pessoa, com procuração que outorgue poderes necessários.

§ 3o As partes podem se fazer acompanhar por advogados e outros

assessores técnicos, e pessoas de sua confiança ou escolha, desde que estas presenças sejam convencionadas entre as partes e consideradas pelo mediador úteis e pertinentes ao necessário equilíbrio do processo.

Capítulo III

Pré-Mediação

Art. 5°.

seguintes procedimentos:

O processo iniciará com uma entrevista que cumprirá os

I. As partes deverão descrever a controvérsia e expor as suas

expectativas.

II. As partes serão esclarecidas sobre o processo da mediação,

seus procedimentos e suas técnicas.

III. Se durante a entrevista houver condições jurídicas

debatidas entre as partes ou ambas deliberarem por não adotar a mediação será adotada a arbitragem devendo se observar integralmente as Leis Federais:

a) LEI FEDERAL Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996.

Dispõe sobre a arbitragem.

a) LEI FEDERAL Nº 13.129, DE 26 DE MAIO DE 2015.

Altera a Lei no 9.307, de 23 de setembro de 1996, e a Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, para ampliar o âmbito de aplicação da

arbitragem e dispor sobre a escolha dos árbitros quando as partes recorrem a órgão arbitral, a interrupção da prescrição pela instituição da arbitragem, a concessão de tutelas cautelares e de urgência nos casos de arbitragem, a carta arbitral e a sentença

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

38

arbitral, e revoga dispositivos da Lei no 9.307, de 23 de setembro de

1996.

IV.

As partes escolherão o Mediador, nos termos Deste

Regulamento Pro Tempore, que poderá a nomeação recair em que

se encontra coordenando os trabalhos da entrevista.

Parágrafo único. O período compreendido entre a entrevista de

preparação e aquela que propiciará a negociação de procedimentos

e a assinatura do Termo de Mediação, não deverá ultrapassar 60(sessenta) dias.

Art. 6°. Reunidas após a escolha do Mediador, e com a sua orientação, as partes devem firmar o Termo de Mediação, no qual serão estabelecidos:

I. A agenda de trabalho;

II. Os objetivos da Mediação proposta;

III. As normas e procedimentos, ainda que sujeitos à

redefinição negociada a qualquer momento durante o processo, a saber:

a) Extensão do sigilo no que diz respeito à instituição, ao

mediador, às partes e demais pessoas que venham a participar do processo;

b) Estimativa do seu tempo de duração, freqüência e duração

das reuniões;

c) Normas relativas às reuniões privadas e conjuntas;

d) Procedimentos

Mediação e aos apontamentos produzidos pelos mediadores;

relativos

aos

documentos

aportados

à

IV. As pessoas que as representarão, mediante procuração

com poderes de decisão expressos, ou as acompanharão, se for o caso

V. local da Mediação.

Capítulo IV

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Escolha do Mediador, Procedimento Inicial

Art. 7°. Os Mediadores serão escolhidos livremente pela COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA, observando as regras de seu Regimento Geral.

federal

do

mediador, apresentando petição apartada que será autuada em apenso.

§ 1º.

pertinente

As

partes

e

ao

poderão

Código

de

em

observância

Civil

a

legislação

Processo

arguir

suspeição

§ 2º.

DE JUSTIÇA E CIDADANIA, e manifestarão sua aceitação e firmarão o

termo específico relativo à sua atuação nos autos do Procedimento Administrativo de Mediação.

Os Mediadores serão escolhidos livremente pela COMISSÃO

Art. 8°. Escolhido o mediador no início da primeira reunião de mediação, e sempre que julgar necessário, o mediador deverá alertar as partes acerca das regras de confidencialidade aplicáveis ao procedimento.

Art. 9°. A requerimento das partes ou do mediador, e com anuência daquelas, poderão ser admitidos outros mediadores para funcionarem no mesmo procedimento, quando isso for recomendável em razão da natureza e da complexidade do conflito.

Art. 10. Ainda que haja processo arbitral ou judicial em curso, as partes poderão submeter-se à mediação, hipótese em que requererão ao juiz ou árbitro a suspensão do processo por prazo suficiente para a solução consensual do litígio.

§ 1o É irrecorrível a decisão que suspende o processo nos termos requeridos de comum acordo pelas partes.

§ 2o A suspensão do processo não obsta a concessão de medidas de urgência pelo juiz ou pelo árbitro.

Art. 11. Considera-se instituída a mediação na data para a qual for marcada a primeira reunião de mediação.

Parágrafo único. Enquanto transcorrer o procedimento de mediação, ficará suspenso o prazo prescricional.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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Art. 12. Iniciada a mediação, as reuniões posteriores com a presença das partes somente poderão ser marcadas com a sua anuência.

Art. 13. No desempenho de sua função, o mediador poderá reunir-se com as partes, em conjunto ou separadamente, bem como solicitar das partes as informações que entender necessárias para facilitar o entendimento entre aquelas.

Art. 14. O procedimento de mediação será encerrado com a lavratura do seu termo final, quando for celebrado acordo ou quando não se justificarem novos esforços para a obtenção de consenso, seja por declaração do mediador nesse sentido ou por manifestação de qualquer das partes.

Parágrafo único. O termo final de mediação, na hipótese de celebração de acordo, constitui título executivo extrajudicial e, quando homologado judicialmente, título executivo judicial.

Capítulo V

Procedimento Da Mediação Extrajudicial

Art. 15. O convite para iniciar o procedimento de mediação extrajudicial poderá ser feito por qualquer meio de comunicação e deverá estipular o escopo proposto para a negociação, a data e o local da primeira reunião.

Parágrafo único. O convite formulado por uma parte à outra considerar-se-á rejeitado se não for respondido em até trinta dias da data de seu recebimento.

Art. 16.

A previsão contratual de mediação deverá conter, no

mínimo:

- prazo mínimo e máximo para a realização da primeira reunião de mediação, contado a partir da data de recebimento do convite;

I

II - local da primeira reunião de mediação;

III - critérios de escolha do mediador ou equipe de mediação;

IV - penalidade em caso de não comparecimento da parte convidada

à primeira reunião de mediação.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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§ 1o A previsão contratual pode substituir a especificação dos itens

acima enumerados pela indicação de regulamento, publicado por instituição idônea prestadora de serviços de mediação, no qual constem critérios claros para a escolha do mediador e realização da primeira reunião de mediação.

ser

observados os seguintes critérios para a realização da primeira reunião de mediação:

§ 2o

Não

havendo

previsão

contratual

completa,

deverão

I - prazo mínimo de dez dias úteis e prazo máximo de três meses, contados a partir do recebimento do convite;

II - local adequado a uma reunião que possa envolver informações

confidenciais;

III - lista de cinco nomes, informações de contato e referências

profissionais de mediadores capacitados; a parte convidada poderá escolher, expressamente, qualquer um dos cinco mediadores e, caso

a parte convidada não se manifeste, considerar-se-á aceito o primeiro nome da lista;

IV - o não comparecimento da parte convidada à primeira reunião de

mediação acarretará a assunção por parte desta de cinquenta por

cento das custas e honorários sucumbenciais caso venha a ser vencedora em procedimento arbitral ou judicial posterior, que envolva o escopo da mediação para a qual foi convidada.

§ 3o Nos litígios decorrentes de contratos comerciais ou societários que não contenham cláusula de mediação, o mediador extrajudicial somente cobrará por seus serviços caso as partes decidam assinar o termo inicial de mediação e permanecer, voluntariamente, no procedimento de mediação.

Art. 17. Se, em previsão contratual de cláusula de mediação, as partes se comprometerem a não iniciar procedimento arbitral ou processo judicial durante certo prazo ou até o implemento de determinada condição, o árbitro ou o juiz suspenderá o curso da arbitragem ou da ação pelo prazo previamente acordado ou até o implemento dessa condição.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica às medidas de urgência em que o acesso ao Poder Judiciário seja necessário para evitar o perecimento de direito.

Capítulo VI

Atuação do Mediador

Art. 18. As reuniões de Mediação serão realizadas preferencialmente em conjunto com as partes, quando realizada pela via virtual Internet pode observar as regras previstas no Regimento Geral da Comissão de Justiça e Cidadania.

Art. 19. As reuniões de Mediação realizadas pela via virtual Internet deve ter ampla divulgação.

Art. 20. As reuniões de Mediação realizadas pela via virtual Internet deve manter o sigilo dos atos somente nas pautas autorizadas pelo Mediador, a pedido das partes reclamantes e comum acordo das partes reclamadas.

Art. 21. A imposição do sigilo será realizada através de ato interlocutório do mediador mediante provocação das partes, e no silencio, todos os atos terão publicidades amplas.

Art. 22. Havendo necessidade e concordância das partes, o Mediador poderá reunir-se separadamente com cada uma delas, respeitada a igualdade de oportunidades e o sigilo nessa circunstância.

Art. 23. Havendo necessidade e concordância das partes, o Mediador poderá reunir-se separadamente com cada uma delas, respeitada a igualdade de oportunidades e o sigilo nessa circunstância.

Art. 24. O Mediador ao conduzir os procedimentos e estabelecendo contatos com as partes não estar obrigado a relatar a conversa entre eles, porém deve ter cautela, de por a termo todos os encontros com as partes, lavrando relatório, com fins de garantir a credibilidade de seus atos, e garantir também a própria celeridade do processo.

Art. 25. O Mediador cuidará para que haja equilíbrio de participação, informação e poder decisório entre as partes.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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Art. 26. Salvo se as partes dispuserem em contrário, o Mediador pode:

I. Aumentar ou diminuir qualquer prazo;

II.

desenvolvimento do

Interrogar

Processo;

o

que

entender

necessário

para

o

bom

III. Solicitar às partes que deixe à sua disposição tudo o que

precisar para sua própria inspeção; bem como a apresentação de documento ou classe de documentos que se encontrem em sua posse, custódia ou poder de disposição, desde que entenda relevante para sua análise, ou por qualquer das partes;

IV. Solicitar às partes que procurem toda informação técnica e

legal necessária para a tomada de decisões.

Capítulo VII

Impedimentos e Sigilo junto ao Mediador

Art. 27. O Mediador fica impedido de atuar ou estar diretamente envolvido em procedimentos subseqüentes à Mediação, tais como na Arbitragem ou no Processo Judicial quando a Mediação obtiver êxito ou não, a menos que as partes disponham diferentemente.

Art. 28. As informações da Mediação são públicas, porém as partes podem requerer ao Mediador que por despacho nos autos sejam declaradas confidenciais e privilegiadas e o Mediador, qualquer das partes, ou outra pessoa que atue na Mediação, não poderá revelar a terceiros ou serem chamados ou compelidos, inclusive em posterior Arbitragem ou Processo Judicial, a revelar fatos, propostas e quaisquer outras informações obtidas durante a Mediação.

Art. 29. Os documentos originais apresentados durante a Mediação deverão ser devolvidos às partes, após análise; ou destruídos, e em cópias os documentos serão arquivados, o que desde o nascedouro do processo já fica convencionado.

Art. 30. As informações da Mediação são públicas, as partes podem requerer ao Mediador que por despacho nos autos sejam declaradas

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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confidenciais e privilegiadas as informações argüindo a fundamentação dos parágrafos deste artigo.

§ 1o Toda e qualquer informação relativa ao procedimento de

mediação será confidencial em relação a terceiros, não podendo ser revelada sequer em processo arbitral ou judicial salvo se as partes expressamente decidirem de forma diversa ou quando sua

divulgação for exigida por lei ou necessária para cumprimento de acordo obtido pela mediação.

§ 2o O dever de confidencialidade aplica-se ao mediador, às partes, a

seus prepostos, advogados, assessores técnicos e a outras pessoas de sua confiança que tenham, direta ou indiretamente, participados do procedimento de mediação, alcançando:

I - declaração, opinião, sugestão, promessa ou proposta formulada por uma parte à outra na busca de entendimento para o conflito;

II - reconhecimento de fato por qualquer das partes no curso do procedimento de mediação;

III - manifestação de aceitação de proposta de acordo apresentada

pelo mediador;

IV - documento preparado unicamente para os fins do procedimento

de mediação.

§ 3o A prova apresentada em desacordo com o disposto neste artigo não será admitida em processo arbitral ou judicial.

§ 4o Não está abrigada pela regra de confidencialidade a informação relativa à ocorrência de crime de ação pública.

§ 5o A regra da confidencialidade não afasta o dever de as pessoas discriminadas no caput prestarem informações à administração tributária após o termo final da mediação, aplicando-se aos seus servidores a obrigação de manterem sigilo das informações compartilhadas nos termos do art. 198 da Lei no 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional.

§ 6o Será confidencial a informação prestada por uma parte em

sessão privada, não podendo o mediador revelá-la às demais, exceto

se expressamente autorizado.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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Capítulo VII

Impedimentos e Sigilo junto ao Mediador

Art. 27. O Mediador fica impedido de atuar ou estar diretamente envolvido em procedimentos subseqüentes à Mediação, tais como na Arbitragem ou no Processo Judicial quando a Mediação obtiver êxito ou não, a menos que as partes disponham diferentemente.

Art. 28. As informações da Mediação são públicas, porém as partes podem requerer ao Mediador que por despacho nos autos sejam declaradas confidenciais e privilegiadas e o Mediador, qualquer das partes, ou outra pessoa que atue na Mediação, não poderá revelar a terceiros ou serem chamados ou compelidos, inclusive em posterior Arbitragem ou Processo Judicial, a revelar fatos, propostas e quaisquer outras informações obtidas durante a Mediação.

Art. 29. Os documentos originais apresentados durante a Mediação deverão ser devolvidos às partes, após análise; ou destruídos, e em cópias os documentos serão arquivados, o que desde o nascedouro do processo já fica convencionado.

Art. 30. As informações da Mediação são públicas, as partes podem requerer ao Mediador que por despacho nos autos sejam declaradas confidenciais e privilegiadas as informações argüindo a fundamentação dos parágrafos deste artigo.

§ 1o Toda e qualquer informação relativa ao procedimento de mediação será confidencial em relação a terceiros, não podendo ser revelada sequer em processo arbitral ou judicial salvo se as partes expressamente decidirem de forma diversa ou quando sua divulgação for exigida por lei ou necessária para cumprimento de acordo obtido pela mediação.

§ 2o O dever de confidencialidade aplica-se ao mediador, às partes, a

seus prepostos, advogados, assessores técnicos e a outras pessoas de

sua confiança que tenham, direta ou indiretamente, participados do procedimento de mediação, alcançando:

I - declaração, opinião, sugestão, promessa ou proposta formulada por uma parte à outra na busca de entendimento para o conflito;

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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II - reconhecimento de fato por qualquer das partes no curso do procedimento de mediação;

III - manifestação de aceitação de proposta de acordo apresentada

pelo mediador;

IV - documento preparado unicamente para os fins do procedimento

de mediação.

§ 3o A prova apresentada em desacordo com o disposto neste artigo não será admitida em processo arbitral ou judicial.

§ 4o Não está abrigada pela regra de confidencialidade a informação relativa à ocorrência de crime de ação pública.

§ 5o A regra da confidencialidade não afasta o dever de as pessoas

discriminadas no caput prestarem informações à administração tributária após o termo final da mediação, aplicando-se aos seus servidores a obrigação de manterem sigilo das informações

compartilhadas nos termos do art. 198 da Lei no 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional.

§ 6o Será confidencial a informação prestada por uma parte em

sessão privada, não podendo o mediador revelá-la às demais, exceto

se expressamente autorizado.

Capítulo VIII

Das Custas Processuais

Art. 31. Os custos, assim consideradas as despesas administrativas e demais relativas ao Mediador e ao Processo de Mediação serão suportadas pelos reclamantes deste Processo: MEDIAÇÃO – NOTIFICAÇÃO E INTERPELAÇÃO EXTRAJUDICIAL

No. 2018.1.715.661.

Capítulo IX

Do Acordo

Art. 31. Os acordos constituídos na mediação podem ser totais ou parciais.

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Parágrafo único. Caso alguns itens da pauta de mediação não tenham logrado acordo, o mediador poderá atuar na negociação destinada a auxiliar as partes a elegerem outros meios extrajudiciais ou judiciais para a sua resolução.

Art. 32. Em consonância com o desejo das partes, os acordos obtidos na mediação podem ser informais ou constituírem-se instrumentos executivos extrajudiciais incorporando a assinatura de duas testemunhas, preferencialmente os advogados das partes ou outra(s) por elas indicadas.

Capítulo X

Encerramento

Art. 33. O Processo de Mediação encerra-se:

I. Com a assinatura do termo de acordo pelas partes;

II. Por uma declaração escrita do Mediador, no sentido de que

não se justifica aplicar mais esforços para buscar a composição;

III.

Mediador com o efeito de encerrar a Mediação;

Por

uma

declaração

conjunta

das

partes,

dirigida

ao

IV. Por uma declaração escrita de uma parte para a outra, e

para o Mediador, com o efeito de encerrar a Mediação.

Capítulo XI

Disposições Finais

Art. 34. É recomendável que as partes passem a inserir Cláusula de Mediação ou Arbitragem nos contratos em geral que venham a

firmar.

Art. 35. Se uma controvérsia surgir em razão deste contrato ou posteriores adendos, incluindo, sem limitação, o seu descumprimento, término, validade ou invalidade, ou qualquer questão relacionada com o mesmo, às partes convencionam desde já que primeiramente irão buscar uma solução por meio da Mediação, fundadas no princípio da boa fé, antes de recorrer a outros meios judiciais ou extrajudiciais para resolução de controvérsias.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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Art. 36. Caberá ao mediador mediante despacho deliberar sobre lacunas do presente regulamento, podendo delegar essa tarefa aos membros da Comissão de Justiça e Cidadania, se assim o desejarem.

Art. 37. Havendo omissão no corpo textual deste regulamento deve

subsidiariamente a Lei Federal que regula mediação na

ser aplicada

República Federativa

Art. 38. Esta Instrução Normativa Interna entra em vigor depois de decorridos vinte e quatro horas de sua publicação oficial no sitio da Comissão de Justiça e Cidadania.

Art. 39. Esta Instrução Normativa Interna revoga-se as disposições

em contrário. Fortaleza, 25 de outubro de 2018. As 20:01:40. César

Augusto Venâncio da Silva - Árbitro em Direito/Mediador - CPF

1655412449.

Faz saber que a(

):

I. Comissão de Justiça e Cidadania tornar-se-á uma Câmara de Direito Arbitral Civil, Comercial e Trabalhista, que atuará em Arbitragem, Mediação e Conciliação.

II. Por este edital apresenta a PROPOSTA DE REGIMENTO GERAL que está aberta a recepção de emenda e texto redacional.

III. Podem enviar EMENDA/REDAÇÃO/SUBSTITUIÇÃO E EMENDAS MODIFICATIVAS todos os árbitros cadastrados na entidade e que já julgaram processos na Comissão DE Justiça e Cidadania na qualidade de árbitro, nos termos do artigo 18 da lei da arbitragem.

IV. Podem enviar EMENDA/REDAÇÃO/SUBSTITUIÇÃO E EMENDAS MODIFICATIVAS todos os mediadores e conciliadores cadastrados na entidade mesmo não tendo atuado em processos na Comissão de Justiça e Cidadania.

V. As EMENDA/REDAÇÃO/SUBSTITUIÇÃO E EMENDAS MODIFICATIVAS deverão ser protocoladas até o dia 31 de dezembro de 2018, prazo final para a publicação do relatório final de conclusão do ANTEPROJETO DE REGIMENTO GERAL.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

49

VI. A proposta inicial apresentada nesta data é a que segue no ANEXO I

Fortaleza, 15 de novembro de 2018. As 20:01:40.

no ANEXO I Fortaleza, 15 de novembro de 2018. As 20:01:40. César Augusto Venâncio da Silva

César Augusto Venâncio da Silva - Árbitro em Direito/Mediador

CPF 1655412449

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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ANEXO A RESOLUÇÃO

REGIMENTO GERAL

Resolução

de

Instrução

Normativa

1/PRT

1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018.

EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE

ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no

âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania,

órgão da estrutura administrativa do Instituto de

Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui

seu Regimento Geral e da outras providencias.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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Título I Da Comissão de Justiça e Cidadania do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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Art. 1º – Fica instituída a Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura.

Art. 2º – São princípios da Comissão de Justiça e Cidadania a defesa e o respeito transnacional dos Direitos humanos, na visão de são os todos direitos relacionados à garantia de uma vida digna a todas as pessoas.

Parágrafo Único. Na defesa dos direitos civis, os direitos humanos são direitos que são garantidos à pessoa pelo simples fato de ser humana. Assim, os direitos humanos são todos direitos e liberdades básicas, considerados fundamentais para dignidade.

Art. 3º – A Comissão de Justiça e Cidadania deve manter parcerias e protocolos de intenções com organizações e movimentos que têm como objetivo defender os direitos humanos, entre elas:

I. Anistia Internacional,

II. Serviço Paz e Justiça na América Latina;

III. Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos;

IV. Human Rights Watch;

V. Gabinete de Instituições Democráticas e Direitos Humanos da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;

VI. Associações de APAES no Brasil e no Exterior.

Art. 4º – A Comissão de Justiça e Cidadania deve manter parcerias e protocolos de intenções com fins de propalar os direitos humanos, visando fortalecer as principais características dos direitos humanos, nos termos:

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I - Principal função - garantir a dignidade de todas as pessoas;

II – Universais: são válidos para todas as pessoas, sem qualquer tipo de discriminação ou diferenciação;

III – São relacionados entre si: todos os direitos humanos devem ser aplicados

igualmente, a falta de um direito pode afetar os outros;

IV - São indisponíveis: significa que uma pessoa não pode abrir mão dos seus

direitos;

V – São imprescritíveis: significa que os direitos humanos não têm prazo e não

perdem a validade.

Art. 5º – A Comissão de Justiça e Cidadania na defesa dos direitos humanos deve se assegurar dos cumprimentos das Leis nacional e Tratados Internacional de Direito Público, com fins de propalar os direitos e fortalecer a dignidade das pessoas.

Parágrafo Único. Na defesa dos direitos civis, deve a Comissão propalar e denunciar as violações nos termos:

I - Leis sobre os direitos humanos - Os direitos humanos são tratados em várias leis, convenções, acordos e tratados internacionais.

II Além da existência de leis sobre o assunto, é dever de cada Estado ter as

suas próprias leis que garantam que os direitos humanos serão respeitados e colocados em prática.

III – Das Leis que tratam dos direitos humanos:

a. Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948);

b. Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (1966);

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c. Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais

(1966).

III – Da Constituição Federal de 1988, no artigo 5º, os direitos e garantias fundamentais dos cidadãos:

a. Proibição de tortura e tratamento desumano;

b. Igualdade de direitos e deveres entre mulheres e homens;

c. Liberdade de pensamento, de crença e de religião;

d. Proibição de censura;

e. Proteção da intimidade, vida privada, honra e imagem;

f. Sigilo telefônico e de correspondências;

g. Liberdade de escolha de profissão;

h. Liberdade de locomoção dentro do país;

i. Direito de propriedade e de herança;

j. Acesso garantido à justiça;

k. Racismo, tortura e tráfico de drogas são crimes inafiançáveis;

l. Proibição de pena de morte;

m. Nenhum brasileiro pode ser extraditado.

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Art. 6º – A Comissão de Justiça e Cidadania deve desenvolver, desde sempre,

a defesa da Cidadania.

§ 1. Entendem-se como direitos humanos, cidadania e democracia: O exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais que estão previstos na Constituição.

§ 2. Constitui-se em direitos civis fundamentais para fins de ativismo no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania:

a. Exercer a cidadania é ter consciência de seus direitos e de suas obrigações para poder lutar e cobrar para que eles sejam colocados em prática e garantidos pelo Estado.

b. Para exercer a cidadania plenamente os membros de uma sociedade devem usufruir dos direitos humanos e dos direitos fundamentais, tanto no âmbito individual quanto no coletivo.

c. Ter plena cidadania e igualdade entre os cidadãos faz parte do conceito de democracia, que prevê a participação de todos na sociedade em condições de igualdade.

d. Assim, a igualdade, a preservação dos direitos humanos, a dignidade e a cidadania são fundamentais para garantir a democracia em qualquer nação.

Art. 7º – A Comissão de Justiça e Cidadania deve desenvolver, desde sempre,

a defesa da Dignidade da pessoa humana:

a. Dignidade da pessoa humana é um conjunto de princípios e valores que tem a função de garantir que cada cidadão tenha seus direitos respeitados pelo Estado. O principal objetivo é garantir o bem estar de todos os cidadãos.

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b. A dignidade da pessoa humana é um princípio fundamental do Brasil. Significa que é um objetivo que o Estado deve cumprir, através da ação dos seus governos.

c. A dignidade da pessoa humana é ligada aos direitos e deveres do cidadão. Envolve as condições que são necessárias para que uma pessoa tenha uma vida digna, com respeito aos seus direitos e deveres.

d. Também se relaciona com os valores morais, porque é a união de direitos e deveres para garantir que o cidadão seja respeitado em suas questões e valores pessoais.

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Capítulo I Instituição, Sede, Objetivos da CJC-INESPEC

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Art. 8º – A institucionalização da Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação e Comissão de Justiça e Cidadania, estão dentro dos objetivos específicos do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, que no seu estatuto prevê que o objetivo específico do INESPEC é ser mantenedor de unidades e projetos sociais difusos nos seguimentos:

I – Assistência Social;

II - Saúde;

III – Trabalho;

IV - Educação;

V -

Cultura;

VI - Direitos da Cidadania;

VII – Gestão Ambiental;

VIII – Comunicações;

IX -

Desporto e Lazer.

§ 1. Os eixos dos projetos no âmbito do INESPEC

seguem às seguintes diretrizes:

I – Assistência Social.

1 – Assistência ao Idoso.

2 – Assistência aos Portadores de deficiência:

a) Mental;

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b) Física;

c) Intelectual.

3 – Assistência a Criança e ao Adolescente.

II - Saúde.

1 – Atenção Médica Social primária.

2 – Assistência Médica Ambulatorial não

emergencial

nem

de

caráter

de urgência

complexa.

3 – Educação em medicina social preventiva.

4 – Educação fitoterápica não invasiva.

5 –

preventiva.

Prevenção e atenção a saúde primária

6 – Projeto de Clínica de Psicopedagogia voltada para a cooperação de recuperação de dependentes químicos.

7 – Projeto de Clínica de Psicopedagogia voltada para a cooperação de intervenção em distúrbios e transtornos educacionais com comprometimento neuropediátrico.

III – Trabalho.

1 – Formação profissional para o trabalho.

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2

continuada.

Formação

profissional

especializada

3 – Qualificação para o trabalho.

IV - Educação.

1 – Ensino:

a) Fundamental;

b) Médio;

c) Profissional;

d) Superior;

e) Infantil;

f) Educação Especial voltada para o atendimento

educacional especializado via CAEE INESPEC;

g) Educação Básica para contribuição da erradicação do analfabetismo na sua área territorial de atuação, enquanto projeto.

V -

Cultura.

1 – Difusão da Cultura Musical diversificada.

2 – Difusão da Cultura Artística Popular.

3 –

áudio visual.

Difusão da Cultura Musical, Artística em

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VI - Direitos da Cidadania.

Justiça Arbitral(Art 18 da Lei Federal Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996. Dispõe sobre a arbitragem).

1

2 –

cidadania plena.

Educação e civismo para o exercício da

3 – Cultura de Paz.

VII – Gestão Ambiental.

1 – Educação ambiental em formação continuada.

2

– Práticas para o exercício da conscientização

da

preservação global do ecossistema.

VIII – Comunicações.

1

– Rádio Comunitária Internacional via WEB.

2

– Rádio Comunitária FM.

3

– Televisão Virtual via WEB.

4

– Televisão Educativa Aberta – VHS/UHF.

IX

-

Desporto e Lazer.

1

– Grupo de apoio a educação esportiva com

envolvimento de crianças e adolescente em risco de segurança social.

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Formação de movimentos de escoteiros

com visão de integração social de crianças e adolescentes em risco de segurança social.

2 –

§ 1. Os projetos previstos nos eixos podem ser desenvolvidos unitariamente pelo INESPEC, ou em consórcio, dependendo de prévia autorização da Presidência do INESPEC em processo específico para estes fins.

§ 2. Os projetos previstos nos eixos não são auto executáveis estando sujeitos a liberação de dotação orçamentária especifica, e existindo deve-se ter a autorização da Presidência do INESPEC em processo específico para estes fins.

§ 3. Comissão de Justiça e Cidadania enquanto Câmara de Arbitragem,

Mediação e Conciliação desenvolverá os objetivos específicos do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, no eixo: VI - Direitos da Cidadania - 1 –

§ 4. A Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação desenvolverá ações

dentro do “PROJETO NACIONAL EM TORNO DA IMPLEMENTAÇÃO DA JUSTIÇA ARBITRAL”, com base na legislação, Lei Federal Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996. Dispõe sobre a arbitragem.

§ 5. A administração e as decisões da Comissão de Justiça e Cidadania,

através de seu coordenador geral serão tomadas de forma monocrática, salvo delegação de competência exclusiva a membros da Coordenação.

§ 6. Nos casos de dissolução da unidade CJC-INESPEC, ela subsistirá para os fins de liquidação, até que esta se conclua.

§ 7. Aplica-se à CJC-INESPEC, no que couber, a proteção dos direitos da personalidade.

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§ 8. A Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação desenvolverá ações

dentro do “PROJETO NACIONAL EM TORNO DA IMPLEMENTAÇÃO DA MEDIAÇÃO EXTRAJUDICIAL” com base na legislação, LEI FEDERAL Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a mediação entre particulares como meio de solução de controvérsias e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública; altera a Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997, e o Decreto no 70.235, de 6 de março de 1972; e revoga o § 2o do art. 6o da Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997, em particular nos artigos:

CAPÍTULO I - DA MEDIAÇÃO - Seção I - Disposições Gerais - Art. 2º, I -, II -, III

-, IV -, V -, VI -, VII -, VIII -. § 1º, § 2º, Art. 3º, § 1º, § 2º. Subseção II -, Dos Mediadores Extrajudiciais - Art. 9º, Art. 10. Subseção II - Da Mediação

Extrajudicial. Art. 21, Parágrafo único. Art. 22, I -, II -, III -, IV -. § 1º, § 2º, I -, II -,

III -, IV -, § 3º, Art. 23, Parágrafo único.

Art. 9º – O Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura a entidade juridicamente constituída, que mantém em sua estrutura uma unidade denominada Comissão de Justiça e Cidadania com a sigla CJC-INESPEC.

Art.10. – Comissão de Justiça e Cidadania com a sigla CJC-INESPEC não é dotada de personalidade jurídica dependendo da personalidade jurídica do INESPEC para implementar suas ações no mundo jurídico.

Art.11 – O Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura através da unidade denominada Comissão de Justiça e Cidadania, CJC-INESPEC, será a mantenedora da Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação.

Art.12. – O Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura é uma entidade de direito privado, de caráter cultura, social, recreativo e associativo, sem fins lucrativos, considerado uma organização social, cujas atividades são dirigidas ao ensino, à extensão da propagação prática das ações de conhecimento técnico cientifico e social, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, educação, saúde, cultura, trabalho, lazer, desportos, proteção e preservação do meio ambiente, atendendo a sociedade civil através de ações de prestação de serviço público delegado, nos termos da legislação vigente.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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§ 1. A unidade Comissão de Justiça e Cidadania adota em seus atos a sigla CJC-INESPEC podendo fazer referência ao CNPJ da entidade Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura.

§ 2. A Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação no âmbito da Comissão

de Justiça e Cidadania do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura

terá duração de existência jurídica e de fato por tempo indeterminado.

§ 3. A sede principal da Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação

INESPEC é na cidade de Fortaleza, Estado do Ceará, podendo ter unidades representativas em todo território nacional.

§ 4. A nomeação de representantes para a Câmara de Arbitragem, Mediação e

Conciliação em qualquer instância da administração, no país Brasil, ou no exterior, depende de prévia autorização de competência originária da Presidência do INESPEC, após processo administrativo interno de nomeação.

§ 5. O presente Regimento Geral da Comissão de Justiça e Cidadania disciplina os procedimentos administrativos e funcionais da unidade bem como da Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação.

§ 6. O nome da pessoa jurídica INESPEC - Instituto de Ensino, Pesquisa,

Extensão e Cultura pode ser empregado e utilizado pela unidade denominada Comissão de Justiça e Cidadania, CJC-INESPEC, bem como pela Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação.

§ 7. O nome da pessoa jurídica INESPEC - Instituto de Ensino, Pesquisa,

Extensão e Cultura incluindo Comissão de Justiça e Cidadania, CJC-INESPEC,

e Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação não serão expostas (a) ou

divulgadas em propaganda comercial, por outrem, incluindo em publicações ou representações que a exponham ao desprezo público, ainda quando não haja intenção difamatória, e para quaisquer fins deve ter autorização por escrita da

Presidência do instituto (Lei Federal No 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002, artigos 17 e 18).

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§ 8. O INESPEC - Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura(e a unidade denominada Comissão de Justiça e Cidadania, CJC-INESPEC, bem como a Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação)é uma pessoa jurídica de direito privado, nos termos da (Lei Federal No 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002, artigo Art. 44, I).

§ 9. Aplicam-se ao INESPEC e a unidade denominada Comissão de Justiça e Cidadania, CJC-INESPEC, bem como a Câmara de Arbitragem, Mediação e

Conciliação as disposições do Livro II da Parte Especial da Lei Federal No 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002, c/c Lei Federal nº 10.825, de

22.12.2003.

Art. 13. O Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura através da unidade denominada Comissão de Justiça e Cidadania, CJC-INESPEC, será a mantenedora da Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação, poderão, a fim de fazer cumprir seus objetivos organizar-se em quantas Sub-Câmaras se façam necessários para sua institucionalização, os quais se regerão pelo seu REGIMENTO GERAL.

Art. 14. O Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura através da unidade denominada Comissão de Justiça e Cidadania, CJC-INESPEC, é a mantenedora da Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação, gozarão de autonomia didático-científica, disciplinar, administrativa e financeira, que será exercida na forma da legislação em vigor, do estatuto, do Regimento Geral do INESPEC e do seu Regimento geral.

Art. 15. Nomeação de Diretores, Vice-Diretores e Secretários das unidades, Comissão de Justiça e Cidadania, CJC-INESPEC, e a Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação será feitas pela Presidente do INESPEC, dentro dos autos de procedimento administrativo interno, a nomeação não será válida sem

o prévio processo legal.

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Art. 16. A nomeação de membros da Comissão de Justiça e Cidadania, CJC- INESPEC, e a Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação, poderá ser acumulada com outras atividades, e as atividades serão exercidas em carga mínima de 100 horas mês, e no máximo de 300 horas mês, desde que não seja incompatível com outras atividades internas da organização, e que conste no orçamento o pagamento de vantagens pecuniárias.

Art. 17. A presidência do INESPEC pode delegar competência para a nomeação de que trata o artigo anterior, dentro dos autos de procedimento administrativo interno, a nomeação não será válida sem o prévio processo legal.

Parágrafo Único. A destituição ou exoneração de membros em diversos níveis de gestão de unidades, Comissão de Justiça e Cidadania, CJC-INESPEC, e a Câmara de Arbitragem, Mediação e Conciliação, serão feitas pela Presidente do INESPEC, dentro dos autos de procedimento administrativo interno, a destituição ou exoneração não será válida sem o prévio processo legal com a ampla defesa se for o caso.

Art. 18 – A Comissão de Justiça e Cidadania é uma unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC,entidade de direito privado, de caráter cultura, social, recreativo e associativo, sem fins lucrativos, considerado uma organização social, cujas atividades são dirigidas ao ensino, à extensão da propagação prática das ações de conhecimento técnico cientifico e social, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, educação, saúde, cultura, trabalho, lazer, desportos, proteção e preservação do meio ambiente, atendendo a sociedade civil através de ações de prestação de serviço público delegado, nos termos da legislação vigente.

§ 1. – A Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC, será também designada pela sigla CJC-INESPEC, CJC-ARBITRAGEM-INESPEC, CJC-MEDIAÇÃO- INESPEC ou e CJC-CONCILIAÇÃO-INESPEC que representa integralmente a denominação: COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA.

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§ 2. A Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de

Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC, terá duração de existência de fato por tempo indeterminado.

§ 3. A Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC, não detém personalidade jurídica própria, sendo esta, do INESPEC enquanto: do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura.

§ 4. A sede principal da Comissão de Justiça e Cidadania, CJC-INESPEC, é na

cidade de Fortaleza, Estado do Ceará, podendo ter unidades representativas

em todo território nacional.

§ 5. É competência da Presidência do INESPEC nomear o Coordenador Geral da Comissão de Justiça e Cidadania.

§ 6. A Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de

Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC, deve observar às regras da Agência Brasileira de Cooperação para a formulação internacional de Projetos de Cooperação Técnica entre a CJC-INESPEC.

§ 7. A Comissão de Justiça e Cidadania, INESPEC, deve observar o Projeto de Cooperação Técnica (PCT), como instrumento básico para formulação de um pedido de cooperação técnica entre o CJC-ARBITRAGEM-INESPEC, e Camarás Internacionais de Arbitragem.

§ 8. O instrumento básico para formulação de cooperação técnica entre o CJC- ARBITRAGEM-INESPEC e as Camarás Internacionais de Arbitragem, DEVEM se apresentar a AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO TÉCNICA para o seu enquadramento inicial enquanto projeto, bem como para o seu posterior monitoramento e avaliação.

§ 9. O PCT deverá conter todas as informações necessárias sobre o escopo do

trabalho que se pretende desenvolver, iniciando-se pela correta identificação

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do problema que motivou sua concepção, além das estratégias, objetivos e resultados que delimitarão sua futura execução.

§ 10. Não havendo impedimento legal o INESPEC deve prioritariamente cadastra-se na AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO – ABC.

§ 11. Não havendo impedimento legal o INESPEC desenvolverá diretamente as parcerias internacionais, com ou sem anuência da AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO – ABC.

Art.19 – A Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC, terá sede institucional, oficial para fins de gestão e comando central, na cidade Fortaleza, Estado do Ceará, no seguinte endereço:

I – Administração, Coordenação e realização de audiências de mediação, conciliação e arbitragem, na Rua Doutor Fernando Augusto, 119 - Alto, Bairro Santo Amaro, cidade Fortaleza, Estado Ceará. CEP 60543.375.

Parágrafo Único. A Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC, tem autonomia administrativa, de gestão e financeira para a realização de seus fins institucionais.

Art.20 – A Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC, terá um Regimento Geral, aprovado por Resolução da PRESIDÊNCIA do INESPEC, que disciplinará a estrutura e o funcionamento da organização.

Parágrafo Único. O Regimento Geral será designado pela expressão “Lei orgânica da Comissão de Justiça e Cidadania”.

Art.21 – A fim de fazer cumprir seus objetivos a Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão

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e Cultura, o INESPEC, poderá se organizar em quantas subunidades se façam necessários para sua institucionalização, os quais se regerão pelo seu REGIMENTO GERAL e pelo ESTATUTO E REGIMENTO GERAL DO INESPEC.

Art. 22 - A Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC, goza de autonomia didático-científica, disciplinar, administrativa e financeira, que será exercida na forma da legislação em vigor, do presente Regimento Geral CJC- INESPEC e dos seus Regimentos Setoriais.

Art. 23 - A Nomeação para exercer cargos e funções no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC, serão feitas pela Presidência do INESPEC, dentro dos autos de procedimento administrativo interno, a nomeação não será válida sem o prévio processo legal.

Art. 24 - Pode haver acumulações de cargos e funções no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, desde que não seja incompatível com outras atividades internas da organização, e que conste no orçamento o pagamento de vantagens pecuniárias.

Art. 25 - Os membros da Comissão de Justiça e Cidadania deve ser portador de conduta ilibada, não podendo está respondendo a procedimentos que os desrecomendem para a representatividade jurídica, política e social da instituição.

Resolução de Instrução Normativa 1/PRT 1.519.667-2018, de 14 de outubro de 2018. EMENTA: Dispõe sobre a criação da CÂMARA DE ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania, órgão da estrutura administrativa do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura e institui seu Regimento Geral e da outras providencias.

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Seção I

Dos Objetivos

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Art. 26 - O objetivo específico da Comissão de Justiça e Cidadania como unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC, é ser mantenedor de projetos sociais difusos nos seguimentos:

I – Direitos da Cidadania.

§ 1º - Os eixos dos projetos no âmbito da Comissão de Justiça e Cidadania seguem às seguintes diretrizes:

I - Direitos da Cidadania.

1 – Justiça Arbitral(Art. 18 da Lei Federal Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996. Dispõe sobre a arbitragem).

2 – Educação e civismo para o exercício da cidadania plena.

3 – Cultura de Paz.

§ 2º - Os projetos previstos no eixo podem ser desenvolvidos unitariamente pelo CJC-INESPEC, ou em consórcio, dependendo de prévia autorização da Presidência do INESPEC em processo específico para estes fins.

§ 3º - Os projetos previstos no eixo não são auto-executáreis, estando sujeitos à liberação de dotação orçamentária especifica, e existindo deve-se ter a autorização da Presidência do INESPEC em processo específico para estes fins.

Art. 27 – É objetivo da Comissão de Justiça, unidade orgânica do Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, o INESPEC:

I - Instituir uma Câmara de Direito Processual Arbitral nos formatos e objetivos instituídos pelas leis federais:

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a) Lei Federal nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996, que “Dispõe

sobre a arbitragem”;

b) Lei Federal Nº 13.129, DE 26 DE MAIO DE 2015, que “Altera a Lei no

9.307, de 23 de setembro de 1996, e a Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, para ampliar o âmbito de aplicação da arbitragem e dispor sobre a

escolha dos árbitros quando as partes recorrem a órgão arbitral, a interrupção

da prescrição pela instituição da arbitragem, a concessão de tutelas cautelares

e de urgência nos casos de arbitragem, a carta arbitral e a sentença arbitral, e revoga dispositivos da Lei no 9.307, de 23 de setembro de 1996.

II – Instituir, autuar, administrar procedimentos de arbitragem, enquanto

colegiado ou monocraticamente, nos termos das leis federais referenciadas no

item I.

III – Instituir, autuar, administrar procedimentos de conciliação quando for

solicitado por uma parte e convidando a outra, esta venha a aceitar de “livre e espontânea vontade”, ou venha aquiescer sem manifestação de inaceitabilidade, gerando um “direito consuetudinário”, nos termos das leis, dos bons costumes e em nome da paz social.

IV – Instituir, autuar, administrar procedimentos de mediação quando for

solicitado por uma parte e convidando a outra, esta venha a aceitar de “livre e espontânea vontade”, ou venha aquiescer sem manifestação de inaceitabilidade, gerando um “direito consuetudinário”, nos termos das leis, dos bons costumes e em nome da paz social.

V – Instituir, autuar, administrar procedimentos de mediação quando for

solicitado por uma parte e convidando a outra, esta venha a aceitar de “livre e espontânea vontade”, ou venha aquiescer sem manifestação de inaceitabilidade, gerando um “direito consuetudinário”, nos termos das leis, dos bons costumes e em nome da paz social.

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Art. 28 – A Comissão de Justiça e Cidadania do INESPEC manterá uma Sub Comissão de Defesa das Pessoas Portadoras de Deficiência que tem por fim desenvolver esforços para assegurar aos deficientes, crianças, jovens e adultos, desenvolvimento de sua formação cidadã, assegurando-lhe a

formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecendo-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores, tendo por

princípios:

I - Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

II -

pensamento, a arte e o saber;

Liberdade

de

aprender,

ensinar,

pesquisar

e

divulgar

a

cultura,

o

III - Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas;

IV - Respeito à liberdade e apreço à tolerância;

V - Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;

VI - Garantia de padrão de qualidade;

VII - Valorização da experiência extraescolar;

VIII - Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais;

IX - Elaborar e executar sua proposta pedagógica;

X - Administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros;

XI - Assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aulas estabelecidas;

XII - Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;

XIII - Prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento;

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XIV - Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de

integração da sociedade com a escola;

XV- Informar os pais e responsáveis sobre a frequência e o rendimento dos

alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica.

Art. 29 – A Comissão de Justiça e Cidadania do INESPEC através da Sub Comissão de Defesa das Pessoas Portadoras de Deficiência deve se articular com a Procuradoria Geral de Justiça, Ministério Público Estadual no Estado onde estiver atuando, bem como Procuradoria Geral da República, Ministério Público Federal, no Estado onde estiver atuando, para assegurar a aplicabilidade dos direitos dos deficientes, crianças, jovens e adultos, fulcrado principalmente na legislação federal, Lei Federal nº 13.146, de 6 de julho de 2015(Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).

Art. 30 – A Lei que trata “de Inclusão da Pessoa com Deficiência” (Estatuto da Pessoa com Deficiência), é destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.

Art. 31 – A Comissão de Justiça e Cidadania através da através da Sub Comissão de Defesa das Pessoas Portadoras de Deficiência deve com apoio técnico e ideológico através da Rede de Rádio e Televisão Virtual INESPEC difundir, defender e conscientizar o cidadão em geral, da existência da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, ratificados pelo Congresso Nacional por meio do Decreto Legislativo Federal no 186, de 9 de julho de 2008, em conformidade com o procedimento previsto no § 3o do art. 5o da Constituição da República Federativa do Brasil, em vigor para o Brasil, no plano jurídico externo, desde 31 de agosto de 2008, e promulgados pelo Decreto Federal no 6.949, de 25 de agosto de 2009, data de início de sua vigência no plano interno.

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Art. 32 – A Comissão de Justiça e Cidadania - INESPEC se fundamenta nas normas vigentes na República Federativa do Brasil, e segue como princípios:

a) O Brasil é um Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I

- A soberania;

 

II

- A cidadania;

III

- A dignidade da pessoa humana;

 

IV

- Os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

 

V

-

O

pluralismo

político,

educacional,

cultural

e

de

diversidade

socioeconômico.

b) Constituem objetivos fundamentais:

I - Construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II - Garantir o desenvolvimento nacional;

III – Contribuir com ações visando erradicar a pobreza e a marginalização e

reduzir as desigualdades sociais e regionais;

IV - Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

c) Nas suas relações a entidade escolar deve rege-se nas suas relações pelos

seguintes princípios:

I - Independência nacional;

II - Prevalência dos direitos humanos;

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III - autodeterminação dos povos;

IV – não intervenção nas autonomias de seu corpo institucional, salvo para a manutenção da legalidade;

V - defesa da paz;

VI - solução pacífica dos conflitos;

VII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

d) Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos membros da entidade o direito à liberdade, à igualdade e à segurança jurídica dos atos promovidos pela entidade escolar.

Art. 33 – A Comissão de Justiça e Cidadania através da através da Sub Comissão de Defesa das Pessoas Portadoras de Deficiência deve articular-se com as entidades denominadas Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e os respectivos sistemas de ensino e constituir uma interface junto ao responsável pela educação especial, ou educação para deficientes, para se articular na busca de recursos humanos, materiais e financeiros que viabilizem e deem sustentação ao processo de construção da educação inclusiva dentro e fora do Sistema Regular de Ensino.

§ 1º - Entende-se como Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais

(APAE) associação em que, além de pais e amigos dos excepcionais, toda a

comunidade se une para prevenir e tratar a deficiência e promover o bem estar

e desenvolvimento da pessoa com deficiência.

§ 2º - Entende-se como Sistema de Educação a que se refere o presente

REGIMENTO GERAL, o da “Educação Especial” que objetiva o atendimento para educação de pessoas com deficiência, preferencialmente em escolas

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regulares, ou em ambientes especializados, tendo como exemplos, escolas para surdos, escolas para cegos ou escolas para atender pessoas com deficiência intelectual.

Art. 34 – A Comissão de Justiça e Cidadania através da através da Sub Comissão de Defesa das Pessoas Portadoras de Deficiência defende a educação para deficientes dentro e fora do sistema regular de ensino.

Art. 35 – A Comissão de Justiça e Cidadania através da através da Sub Comissão de Defesa das Pessoas Portadoras de Deficiência defende a expansão e melhoria de qualidade da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) que deve incluir outros tipos de discentes, além dos que apresentam deficiências.

Art. 36 – A Comissão de Justiça e Cidadania através da através da Sub Comissão de Defesa das Pessoas Portadoras de Deficiência defende educação especial que deve ser organizada para atender especifica e exclusivamente alunos com determinadas necessidades especiais.

Art. 37 – A Comissão de Justiça e Cidadania através da através da Sub Comissão de Defesa das Pessoas Portadoras de Deficiência defende ensino especial, para deficientes deve promover o convívio entre as crianças deficientes e, não portadoras de deficiências.

Art. 38 – O Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, enquanto associação pode, concomitantemente na qualidade de mantenedor da Comissão de Justiça e Cidadania, nos termos do art. 5o da Lei Federal 7.347, DE 24 DE JULHO DE 1985, combinado com .a Lei Federal nº 11.448, de 2007, propor a Ação Civil Pública principal e a ação cautelar em Ação Civil Pública.

Art. 39 – O Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, com orientação administrativa da Comissão de Justiça e Cidadania, empós levantamento de dados e segurança jurídica, e nos termos do art. 5o da Lei Federal 7.347, DE 24 DE JULHO DE 1985, combinado com a Lei Federal nº 11.448, de 2007, Lei

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Federal nº 8.078 de 1990, Lei Federal nº 13.004, de 2014, Lei Federal nº 12.966, de 2014 e Lei Federal nº 12.529, de 2011, propor Ação Civil Pública principal e a ação cautelar em Ação Civil Pública, nos seguintes setores da vida social:

a) Ao meio-ambiente;

b) Ao consumidor;

c) A bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico;

d) A qualquer outro interesse difuso ou coletivo;

e) À honra e à dignidade de grupos raciais, étnicos ou religiosos;

f) A patrimônio público e social.

Art. 40 – O Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura, é uma entidade de direito privado, de caráter cultura, social, recreativo e associativo, sem fins lucrativos, considerado uma organização social, cujas atividades são dirigidas ao ensino, à extensão da propagação prática das ações de conhecimento técnico cientifico e social, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, educação, saúde, cultura, trabalho, lazer, desportos, proteção e preservação do meio ambiente, atendendo a sociedade civil através de ações de prestação de serviço público delegado, nos termos da legislação vigente.

§ 1. A instituição será também designada pela sigla INESPEC que representa integralmente a denominação: Instituto de Ensino, Pes