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RVCC Escolar: metodologias e instrumentos

Sumário

• Fluxograma

• Condições de Acesso ao Processo de RVCC Escolar

• O que é o Processo de RVCC?

• As Histórias de Vida e a Abordagem (Auto)Biográfica

• Balanço de Competências

• Portefólio

• Os Referenciais de Competências-Chave: níveis básico e secundário

• Formação Complementar

• Exercício Prático
Fluxograma
Níveis de Certificação
1.º ciclo do ensino básico (B1)
Quadro Nacional de Qualificações

1 2.º ciclo do ensino básico 2.º ciclo do ensino básico (B2)

3.º ciclo do ensino básico


2 (incluindo percursos de dupla certificação)
3.º ciclo do ensino básico (B3)

Ensino secundário
3 (prosseguimento de estudos)
Ensino Secundário

Ensino secundário obtido por percursos de


4 dupla certificação ou vocacionado para
prosseguimento de estudos de nível superior acrescido
de estágio profissional de min. 6meses

5 Pós-secundário não superior Os processos de RVCC


(créditos para prosseguimento de estudo)
permitem a obtenção
6 de certificação escolar
Licenciatura
nestes níveis
7 Mestrado

8 Doutoramento
Condições de acesso - RVCC Escolar
Condições de acesso - RVCC Escolar

Experiências
de vida Competências
significativas diversificadas

Domínio da língua
portuguesa

Características base do perfil para


processo de RVCC escolar
Condições de acesso - RVCC Escolar
Conhecimentos Aptidões Atitudes
• Matemáticos • Pensamento • Assertividade
crítico, reflexivo,
• Tecnológicos prospectivo… • Compreender e
conciliar ideias
• Língua • Planificar e
estrangeira definir objetivos • Motivação para
novas aprendizagens
• Generalistas: • Selecionar e
- economia; interpretar • Participação cívica
- sociedade; informação
- ciência
- cultura,… • Demonstrar:
• Relacionar - iniciativa;
diferentes temas - autonomia;
- criatividade;
• Expressar e - responsabilidade…
fundamentar
opiniões… base do perfil para
Características
processo de RVCC escolar
O que é o processo de RVCC?

O Portefólio dá forma a uma tomada de consciência dos adquiridos


Reconhecimento de Competências

Identificação, pelo candidato, dos saberes e competências adquiridos ao


longo da vida, através de um conjunto de atividades, assentes na
metodologia de Balanço de Competências e na utilização de
instrumentos diversificados de avaliação, tais como Abordagem
(Auto)Biográfica e Portefólio, que permitem evidenciar as
aprendizagens previamente adquiridas ao longo da vida (em contextos
formais, informais e não-formais), orientado segundo um Referencial de
Competências-Chave.
Reconhecimento de Competências
Pressupostos

 Em todas as situações de vida aprendemos coisas importantes

 As aprendizagens integram componentes teóricas e práticas

 Não deve existir qualquer obrigatoriedade em reaprender o que já se sabe

 É possível avaliar as aprendizagens não formais e informais

 É possível reconhecer em termos formais essas aprendizagens


Chaput, 2001
Reconhecimento de Competências
Princípios Subjacentes

Qualidade e
Profissionalismo

Respeito e
Confidencialidade Princípios Imparcialidade

Transparência e
Clareza
As Histórias de Vida e a Abordagem (Auto)Biográfica

Tomada de consciência
sobre o valor das
aprendizagens em termos
(Auto)confronto e de futuro
reflexão dos saberes em
ação decorrentes das
experiências

Seleção das experiências de vida mais


significativas que se transformaram
em contextos de aprendizagem
Adaptação dessa
informação ao projeto
pretendido (início da
narrativa autobiográfica)
Recolha de
informação diversa
da sua História de
Vida
As Histórias de Vida e a Abordagem (Auto)Biográfica

• O que aconteceu? • O que aconteceu devido a


essa experiência?
• Como?
• Aprendeu a fazer algo de
• Quando? modo diferente?
Descrição das Identificação
• Quem fez parte? experiências das
mais aprendizagens • Mudou a sua atitude ou
comportamento?
significativas que decorrem
no percurso de dessas
vida experiências

Reflexão de
Planear forma crítica
ações sobre o
• Face à reflexão feita o futuras percurso de
que pensa fazer no vida • O que mais lhe agrada no
futuro? seu percurso de vida?

• Que projetos pensa • O que considera de melhor,


em termos de
concretizar? (pessoais, aprendizagem, do seu
sociais, profissionais, percurso de vida ?
formativos)
As Histórias de Vida e a Abordagem (Auto)Biográfica

Fases e Evolução da Narrativa (Auto)Biográfica

Escrita Descritiva Reflexão Reflexão Reflexão


(não reflexiva) Descritiva Dialógica Crítica

Relata
acontecimentos
Baseia-se em
assunções pessoais
Explora diferentes
pontos de vista

Mobiliza um quadro de
referências alargado
Escrita Descritiva

“ (…) Em 1974, tinha eu 4 anos, dá-se o 25 de Abril. Sendo a minha mãe doméstica
e o meu pai operário da lavoura não se aperceberam do sucedido (…) Acho que o
25 de abril foi um dos acontecimentos mais importantes da história de Portugal
(…) Nesse ano, o meu irmão ia para a 1.ª classe e para uma escola que se situava
a cerca de 45 minutos a pé. No entanto, acabou por ficar mais perto de casa
numa das vivendas senhoriais que foram ocupadas para servir de escola primária.
A vida em Sabrosa não era muito fácil, principalmente no inverno em que o
tempo não permitia, muitas vezes, que saíssemos de casa (…)”
Reflexão Descritiva

“(…) Em 1974, tinha eu 4 anos, dá-se o 25 de Abril, também conhecido como a


revolução dos cravos (…) Sendo a minha mãe doméstica e o meu pai operário da
lavoura com poucos estudos, e como não tínhamos radio ou televisão, não se
aperceberam do que realmente aconteceu, nem das mudanças que poderiam daí
advir. Acho que o 25 de abril foi um dos acontecimentos mais importantes da
história de Portugal, uma vez que esta revolução resulta de um movimento social
que permitiu, mais tarde, implementar no nosso país um regime democrático e uma
nova Constituição da República Portuguesa (…) Nesse ano, o meu irmão ia para a
1.ª classe e para uma escola que se situava a cerca de 45 minutos a pé. No entanto,
acabou por ficar mais perto de casa numa das vivendas senhoriais que foram
ocupadas para servirem de escola primária. A vida em Sabrosa não era muito fácil,
principalmente no inverno em que o tempo não permitia, muitas vezes, que
saíssemos de casa, o facto de existir uma escola perto facilitava a vida aos meus pais,
ao meu irmão, e mais tarde a mim uma vez que ainda a cheguei a frequentar. (…)”
Reflexão Dialógica

“(…) Em 1974, tinha eu 4 anos, dá-se o 25 de Abril, também conhecido como a revolução dos
cravos, considerada, para uns, uma das melhores e mais importantes etapas da nossa história e,
para outros, o pior que poderia ter acontecido ao nosso povo. Sendo a minha mãe doméstica e o
meu pai operário da lavoura com poucos estudos, e como não tínhamos radio ou televisão, não
se aperceberam do que realmente aconteceu, nem das mudanças que poderiam daí advir. Aliás,
era como se fosse um tema tabu, pois toda a minha família, e mesmo os vizinhos, viam no regime
de Salazar a salvação que nos livrava da fome e da guerra.
Acho que o 25 de abril foi um dos acontecimentos mais importantes da história de Portugal, uma
vez que esta revolução resulta de um movimento social que permitiu, mais tarde, implementar
no nosso país um regime democrático e uma nova Constituição da República Portuguesa,
aprovada em 1976 e que se mantém até hoje, tendo sido revista pela última vez em 2005. (…)
Nesse ano, o meu irmão ia para a 1º classe e para uma escola que se situava a cerca de 45
minutos a pé. No entanto, acabou por ficar mais perto de casa numa das vivendas senhoriais que
foram ocupadas para servirem de escola primária. A vida em Sabrosa não era muito fácil,
principalmente no inverno em que o tempo não permitia, muitas vezes, que saíssemos de casa, o
facto de existir uma escola perto facilitava a vida aos meus pais, ao meu irmão, e mais tarde a
mim uma vez que ainda a cheguei a frequentar. Pelo que eu agora me apercebo, esta prática foi
muito comum na altura, essencialmente na ocupação de casas que se encontravam
temporariamente desocupadas (pois as famílias só as utilizavam para férias) e até terrenos
agrícolas.
Reflexão Crítica
“(…) Acho que o 25 de Abril foi um dos acontecimentos mais importantes da história de Portugal (…)
uma vez que esta revolução resulta de um movimento social que permitiu, mais tarde, implementar
no nosso país um regime democrático e uma nova Constituição da República Portuguesa, aprovada
em 1976 e que se mantém até hoje, tendo sido revista pela última vez em 2005. Desde essa altura
que a Constituição não é revista, apesar de em 2010 todos os partidos apresentarem propostas de
revisão constitucional, todo este processo foi interrompido pelas eleições antecipadas, isto é, o
contexto político na altura não era o mais favorável bem como o económico (coincidiu com início da
preparação da entrada da “Troika” no nosso país). Penso que, passado tanto tempo, e com as
mudanças que entretanto aconteceram no nosso pais, sendo muitas delas condicionadas pela
globalização, já se justifica uma atualização (…) Nesse ano, o meu irmão ia para a 1.ª classe e para
uma escola que se situava a cerca de 45 minutos a pé. No entanto, acabou por ficar mais perto de
casa numa das vivendas senhoriais que foram ocupadas para servirem de escola primária. (…) Pelo
que eu agora me apercebo, esta prática foi muito comum na altura, essencialmente na ocupação
de casas que se encontravam temporariamente desocupadas (pois as famílias só as utilizavam para
férias) e até terrenos agrícolas. Como referiu um dia Helena Roseta “Vivia-se um clima de subversão
geral, que sustentava um movimento fortíssimo pelo direito à habitação". Mas esta prática
mantém-se viva ainda hoje, pois mais de quatro décadas depois, ainda há quem viva nas casas
ocupadas nos primeiros anos de liberdade. Ora isto colocou, e ainda coloca, em causa o direito à
propriedade, algo que nos pode e deve envergonhar (…)”
Balanço de Competências
Balanço de Competências

Competência
Capacidade reconhecida de mobilizar os conhecimentos, as aptidões e as atitudes em
contexto de trabalho, desenvolvimento profissional, educação e desenvolvimento
pessoal
[alínea b) do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de dezembro, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 14/2017, de 26 de
janeiro].

Características
 Está sempre ligada à pessoa…
 Articula-se sempre com a ação…
 Desenvolve-se num contexto concreto e datado de uma prática profissional,
social, familiar…
 É passível de ser identificada a partir da situação em que foi experienciada e é
transferível para novas situações…
Balanço de Competências

Informação
recolhida no Identificar as
Diagnóstico e
Acompanhamento e Monitorização

Orientação competências detidas

Cruzamento
Instrumentos entre
de mediação Narrativa e
Referencial

Definir em que
competências é necessário
formação complementar
Provas do Situações-
percurso de problema
vida (Simulações)
Portefólio
Portefólio

Documentos pessoais que revelem atividades, práticas e testemunhos

• Trabalhos elaborados, fotografias, cartas de recomendação, reclamações,


respostas a questionários e entrevistas, textos, certificados, Curriculum Vitae

Atividades desenvolvidas durante o processo de RVCC

• Narrativa (auto)biográfica/histórias de vida, instrumentos de mediação,


atividades de demonstração de competências, resultados da formação
complementar

Registo do acompanhamento por parte da equipa

• Relatórios, pareceres, orientações, grelhas de análise, grelhas de validação


Portefólio

 Retrata o percurso de aquisição de competências a partir de situações


significativas de aprendizagem.

 Integra/expõe contextos reais, de modo a que se possam formular juízos sobre o


que sabem e podem fazer em situações concretas.

 Revela o que de mais significativo foi possível obter com as experiências


referenciadas (conhecimentos e práticas).

 Estabelece, aquando da explicitação das competências, articulações, o que


implica autorreflexão e (re)construção dos “processos de vida”.

Documento de avaliação onde se explicitam e organizam as


evidências das competências adquiridas ao longo da vida,
de modo a permitir a validação das mesmas, face aos
Referenciais de Competências-Chave.
Os Referenciais de Competências-Chave:
estrutura e organização

 Instrumento orientador dos processos de reconhecimento de competências adquiridas


em contextos formais, não formais ou informais.
 Flexível: permite uma pluralidade de combinações de certificações de competências.

Referencial de Competências-Chave para a Educação e Formação de Adultos


de Nível Básico: RCC-NB
Referencial de Competências-Chave:
nível básico

Nível
B1 B2 B3
LC 1A LC 2A LC 3A
Linguagem e
LC 1B LC 2B LC 3B
Comunicação

Áreas de Competências-Chave (ACC)


LC 1C LC 2C LC 3C
(LC)
LC 1D LC 2D LC 3D

Tecnologias da TIC 1A TIC 2A TIC 3A


Informação e TIC 1B TIC 2B TIC 3B
Comunicação TIC 1C TIC 2C TIC 3C
(TIC) TIC 1D TIC 2D TIC 3D
MV 1A MV 2A MV 3A
Matemática para
a Vida MV 1B MV 2B MV 3B
Existem duas UC na MV 1C MV 2C MV 3C
(MV)
ACC de LC no nível MV 1D MV 2D MV 3D
B2 e B3 que não são
obrigatórias: LE_A e Cidadania e
CE 1A CE 2A CE 3A
LE_B Empregabilidade CE 1B CE 2B CE 3B
(CE) CE 1C CE 2C CE 3C
CE 1D CE 2D CE 3D
Total 16 16 16
Referencial de Competências-Chave:
nível básico

Área de Competências-Chave Unidades de Competência Critérios de Evidência

LC_A Interpretar e produzir 1 -Identificar as intenções e características


genéricas de um enunciado oral com vista a
enunciados orais adequados a uma retroação adequada.
diferentes contextos, fundamentando 2 (…)
3 (…)
opiniões
Linguagem e 4 (…)
5 (…)

Comunicação (LC) LC_B Interpretar textos de caráter 1 -Relacionar os elementos construtores de


sentido num texto.
informativo - reflexivo, 2 (…)
argumentativo e literário 3 (…)
4 (…)
Nível B3 5 -Interpretar linguagem metafórica
6 (…)

LC_C Produzir textos informativos, 1 -Organizar um texto de acordo com as


ideias principais e acessórias do mesmo.
reflexivos e persuasivos 2 (…)
3 -Sintetizar informação
4 (…)
5 (…)
6 (…)

LC_D Interpretar e produzir 1 Adequar o uso de linguagens não verbais


diversas a contextos formais e informais
linguagem não verbal adequada a 2 (…)
contextos diversificados, de caráter 3 (…)
restrito ou universal
Referencial de Competências-Chave:
nível básico

 instrumento que identifica os


princípios operativos e metodológicos
que importa ter em conta no acesso
de pessoas com deficiências e
incapacidades a um processo RVCC
escolar de nível Básico
Os Referenciais de Competências-Chave:
estrutura e organização

Referencial de Competências-Chave para a Educação e Formação de Adultos


de Nível Secundário: RCC-NS
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário

NG da ACC de CP NG da ACC de CLC e STC


áreas gémeas
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário

Exemplo de STC

Domínios de Referência
para a Ação
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário

Área de Competências-Chave
Cultura, Língua e Comunicação
(CLC)
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário

FICHA-EXEMPLO

Área de Competências-Chave
Cultura, Língua e Comunicação

TIC – DR1
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário - CLC

Núcleo Gerador: Saúde (S) - CLC


Competências Critérios de Evidência Dimensões
DR1 - Interpretar e 1 -Atuar no quotidiano tendo em
comunicar conteúdos conta que as atividades de lazer (…) Cultural
com objetivos de
prevenção na adoção
de cuidados básicos de 2 -Atuar em situações de foro
saúde, em contexto privado, compreendendo a
doméstico importância da língua portuguesa Linguística
e/ou língua estrangeira como meio
de comunicação (…)

3 -Atuar em contexto privado, tendo


em conta as informações
transmitidas pelos mass media sobre Comunicacional
cuidados básicos de saúde (…)
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário - CLC

Núcleo Gerador: Saúde (S) - CLC


Competências Critérios de Evidência Dimensões Elementos de Complexidade
DR1 - Interpretar e 1 -Atuar no quotidiano tendo em I – Identificação
comunicar conta que as atividades de lazer (…) Cultural II – Compreensão
conteúdos com III - Intervenção
objetivos de
prevenção na 2 -Atuar em situações de foro
adoção de cuidados privado, compreendendo a I – Identificação
básicos de saúde, importância da língua portuguesa Linguística II – Compreensão
em contexto e/ou língua estrangeira como meio III - Intervenção
doméstico de comunicação (…)

3 -Atuar em contexto privado, tendo


I – Identificação
em conta as informações
Comunicacional II – Compreensão
transmitidas pelos mass media sobre
III – Intervenção
cuidados básicos de saúde (…)
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário - STC

Núcleo Gerador: Gestão e Economia (GE) - STC


Competências Critérios de Evidência Dimensões
DR1 – Organizar 1 -Atuar na elaboração de
orçamentos familiares orçamentos familiares de acordo Social
tendo em conta a com as características (…)
influência dos impostos e
os produtos e serviços 2 -Atuar na gestão dos bens
financeiros disponíveis. familiares recorrendo
Tecnológica
ponderadamente a meios técnicos e
a produtos financeiros (…)

3 -Atuar em situações de gestão do


orçamento familiar usando Científica
conhecimentos (…)
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário - STC

Núcleo Gerador: Gestão e Economia (GE) - STC


Competências Critérios de Evidência Dimensões Elementos de Complexidade
DR1 - Organizar 1 -Atuar na elaboração de I – Identificação
orçamentos orçamentos familiares de acordo Social II – Compreensão
familiares tendo em com as características (…) III - Intervenção
conta a influência
dos impostos e os 2 -Atuar na gestão dos bens
I – Identificação
produtos e serviços familiares recorrendo Tecnológica II – Compreensão
financeiros ponderadamente a meios técnicos e
III - Intervenção
disponíveis a produtos financeiros (…)

3 -Atuar em situações de gestão do I – Identificação


orçamento familiar usando Científica II – Compreensão
conhecimentos (…) III – Intervenção
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário - CP

Cidadania e Profissionalidade (CP)


Núcleos Geradores Dimensões

Direitos e Deveres

Complexidade e Mudança Cognitiva

Reflexividade e Pensamento Crítico

Identidade e Alteridade

Convicção e Firmeza Ética Ética

Abertura Moral

Argumentação e Assertividade
Social
Programação
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário - CP

Núcleo Gerador: Direitos e Deveres (DD) - CP

Competências Critérios de Evidência Elementos de Complexidade

DR1 – Reconhecer 1 -Identificar situações de autonomia e


constrangimentos e responsabilidades partilhadas. I – Identificação
espaços de liberdade
pessoal
2 -Compreender as dimensões
inerentes à construção e manutenção II – Compreensão
do Bem Comum (…).

3 -Explicitar situações de liberdade e


responsabilidade pessoal. III – Intervenção
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário – LE em CLC

Língua Estrangeira

 Onde se lê “e/ou” deve ler-se “e”


 Faz parte da ACC de CLC
 Incontornável nos NG de EST; S e SF
 Têm de existir evidências das
competências orais e/ou escritas de
uma língua estrangeira no portefólio
Referencial de Competências-Chave:
nível secundário

TABELA SÍNTESE
Áreas
Elementos
CP STC CLC
Núcleos Geradores 8 7 7
(NG) [específicos de CP] [iguais à ACC de CLC] [iguais à ACC de STC]
Domínios de
Referência (DR) 4 4 4

•Cognitiva • Social • Cultural


Dimensões de
• Ética • Tecnológica • Linguística
Competências
• Social • Científica • Comunicacional
3 3 3
Critérios de Evidência
[por DR] [por DR] [por DR]
3 3 3
Elementos de • Identificação • Identificação • Identificação
Complexidade • Compreensão • Compreensão • Compreensão
• Intervenção • Intervenção • Intervenção
Formação Complementar
Formação Complementar

Todos os candidatos que desenvolvam processo de RVCC


Mínimo de 50 horas

 (Re)aproximar ao contexto de aprendizagem formal (ALV)

 Poderá ocorrer na fase inicial ou durante o reconhecimento

 Potenciar a possibilidade de obtenção de certificação total


Formação Complementar
Formação Complementar Interna

 Organizada e promovida  Promovida por entidades


pelo Centro formadoras do SNQ

Formação Complementar Externa


 Desenvolvida pelos  Concomitantemente com
formadores o processo
 Pode incidir em alguns  UFCD integradas em
conteúdos de uma ou + UC referenciais de formação
(base + tecnológica)
!
Formação Complementar Externa

Frequentar UFCD correspondente(s) à(s) UC em avaliação

Nível de  Organizada e promovida pelo Centro


Certificação Duração máxima
 Desenvolvida pelos formadores
N.º de UFCD
B1  Pode incidir em alguns
100h conteúdos de uma 4
ou + UC
B2 100h 4
B3 200h 4
Secundário 300h + 100h (em UFCD de língua estrangeira) 6+2
Formação Complementar

Disponibilidade Autonomia
para aprender Orientação
para a
aprendizagem

Indicadores de
diferenciação face aos
processos de
aprendizagem

Importância
Motivação da experiência
para aprender
Aplicabilidade
imediata
Formação Complementar
Métodos e Técnicas Ativos

 Role Playing

 Análise e discussão de casos

 Debates

 Brainstorming

 Trabalho de grupo

 Técnica da autoscopia

 Aprendizagem colaborativa
Componente Prospetiva

Processo interpretativo que se inicia com uma visão


retrospetiva sobre o conhecimento de si próprio (a partir das
experiências alcançadas, das histórias vividas e das heranças sociais e
culturais) e que culmina com uma visão prospetiva (implicação
das aprendizagens desenvolvidas ao nível do planeamento de ações
futuras).
Componente Prospetiva

- O que é que eu sei hoje, como resultado da minha


participação neste processo, que não sabia antes?

- O que é que eu sou capaz de fazer hoje, como resultado da


minha participação neste processo, e que anteriormente não
era capaz?

- O que é que eu conseguirei fazer de forma diferente no meu


contexto familiar, profissional ou social, na sequência deste
processo de aprendizagem?

- Que outras competências necessito desenvolver?


Obrigada pela atenção.