Trabalhando pela sua conquista.

ser criadas por lei ordinária ou, no caso dos estados-membros, por decreto do governador do estado, desde que haja lei estadual anterior que assim lho autorize. 39. A respeito dos princípios fundamentais da Constituição Federal, assinale a opção correta. a) O respeito à soberania de cada um dos Estadosmembros que compõem a Federação brasileira é um dos fundamentos do Estado Democrático de direito entre nós. b) Todo o poder, de acordo com a Constituição Federal, emana do povo, mas esse poder somente pode ser exercido por meio dos seus representantes por ele eleitos. c) O princípio da separação dos poderes, consagrado constitucionalmente, não impede que certas funções tipicamente legislativas sejam cometidas pelo constituinte também ao Poder Executivo e ao Poder Judiciário. d) O Brasil, nas suas relações internacionais, regese pelo repúdio ao terrorismo e ao asilo político. e) A Constituição Federal impõe ao Brasil o dever de se integrar aos demais países da América Latina, para formar uma grande federação na região, regida por uma só Constituição, comum a todas as nações latino-americanas. 40. A Constituição Federal assegura a todos, independentemente do pagamento de taxas e da condição financeira do requerente, A) o direito de resposta, proporcional ao agravo. B) o registro civil de nascimento. C) a certidão de óbito. D) o acesso ao Poder Judiciário. E) o direito de petição aos Poderes Públicos.

GABARITO
01- B 11. C 21- A 31. B 02. A 12. A 22- E 32. A 03. C 13. D 23- D 33. E 04. A 14. C 24. C 34. C 05. B 15. E 25. D 35. E 06. D 16. E 26. C 36. C 07. D 17. A 27. A 37. E 08. E 18. E 28. E 38. E 09. A 19. A 29. A 39. C 10. D 20. C 30. C 40. E

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inquérito administrativo, a mais ampla defesa. 25. A acumulação ilegal de cargos públicos acarreta a aplicação da pena de A) multa. D) demissão. B) suspensão. E) repreensão. C) advertência. 26. Um dos deveres do servidor público é A) atender com presteza ao público em geral, prestando as informações requeridas, ainda que protegidas por sigilo. B) atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, em benefício de terceiros. C) levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo. D) cumprir ordens superiores, ainda que manifestamente ilegais. (E) aceitar comissão, emprego ou pensão de estado estrangeiro. 27. Nos casos de improbidade administrativa, será aplicada ao servidor público a pena de (A)) demissão. (B) advertência por escrito. (C) advertência verbal. (D) suspensão. (E) exoneração. 28. Denomina-se direito de petição o direito do servidor de A) afastar-se para desempenho de mandato classista. B) afastar-se para estudo ou missão no exterior. C) atuar, como procurador, junto a repartições públicas, em benefício de terceiros. D) participar de associação profissional ou sindical. E) requerer aos Poderes Públicos, em defesa de interesse legítimo. 29. A Constituição Federal assegura A) a liberdade de manifestação de pensamento, mas não o anonimato. B) o direito à legalidade, mas não o direito à igualdade entre homens e mulheres. C) a liberdade de crença, mas não a liberdade de consciência. D) o direito à intimidade, mas não o direito à honra. E) o direito à inviolabilidade de domicílio, mas não o direito ao sigilo de correspondência. 30. Dentre as penas permitidas pela Constituição Federal encontra-se a de A) extradição de brasileiros natos. B) caráter perpétuo. C))perda de bens. D) banimento. E) trabalhos forçados. 31. Aquele que, por ato ilegal de autoridade pública, encontrar-se impedido de locomover-se em território nacional poderá impetrar, para defesa de seu direito, A) mandado de injunção. B) habeas corpus. C) habeas data. D) ação popular. E) mandado de segurança. 32. Entre os órgãos do Poder Judiciário estão A) os Tribunais Regionais Federais e os Tribunais de Justiça dos Estados. B) os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e as Delegacias do Trabalho. C) o Ministério Público do Trabalho e a Procuradoria da República. D) o Ministério Público do Trabalho e as Varas do Trabalho. E) a Procuradoria da República e os Juizados Especiais Cíveis. Nas questões seguintes responda se certa (C) ou errada (E). No que tange aos direitos e garantias fundamentais, à organização do Estado e aos servidores públicos, julgue os itens a seguir. 33. Com a finalidade de estimular a participação popular na defesa dos interesses coletivos, a Constituição Federal conferiu legitimidade a qualquer cidadão e partido político para impetrar mandado de segurança coletivo na defesa de direitos difusos e coletivos. 34. Ainda que o Ministério Público Federal e o Poder Judiciário constatem que município de determinado estado vem descumprindo lei federal, não poderá ser decretada intervenção da União nesse município. 35. A exigência constitucional de concurso público para acesso aos cargos e empregos públicos tem fundamento no princípio constitucional da moralidade, mas, juridicamente, não tem relação com o princípio da igualdade. No referente às finanças e à administração pública, julgue os seguintes itens. 36. Para que o poder público realize despesas de capital que excedam um exercício financeiro, é necessário que elas estejam previamente contempladas no plano plurianual, não bastando a previsão dessas despesas na lei orçamentária anual. 37. O princípio da publicidade exige que os atos do poder público sejam levados ao conhecimento da sociedade, mas essa necessidade é afastada sempre que o administrador entender que a publicação pode ser prejudicial aos interesses do órgão ou ente público e registrar por escrito suas razões. 38. De acordo com o modelo estabelecido na Constituição da República, as autarquias somente podem

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manifestamente ilegais. 19. Acerca do regime jurídico dos servidores públicos estaduais estabelecido pela Lei Complementar Estadual n° 10.098/94, é correto afirmar que (A) a acumulação remunerada de cargos públicos é vedada, com exceção das hipóteses previstas na Constituição Federal. (B) as gratificações e os adicionais são incorporados aos vencimentos. (C) a ajuda de custo se encontra fixada no montante de 3 (três) salários mínimos. (D) o período de estágio probatório é de 1 (um) ano. (E) as horas de trabalho extraordinárias não são remuneradas 20 - A Constituição da República Federativa do Brasil assegura o direito de greve a) a todos os trabalhadores e aos servidores públicos, civis e militares, através dos respectivos sindicatos b) a todos os trabalhadores e servidores públicos sem condições ou limites c) aos trabalhadores e quanto aos servidores públicos civis nos termos e limites definidos em lei complementar d) somente aos trabalhadores sindicalizados e aos servidores celetistas. 21 - Os direitos e deveres individuais e coletivos se fundamentam na garantia constitucional de igualdade perante a lei e estabelecem aos brasileiros e estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Assinale a alternativa que está em desacordo com o Art. 5º da Constituição. a) Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante, salvo se este procedimento for necessário para salvaguardar a segurança coletiva. b) Os homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. c) É a todos assegurado, independentemente de pagamento de taxas, o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. d) A lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu. 22. Considere as assertivas abaixo. I - Qualquer pessoa natural tem legitimidade para ajuizar a ação popular. II - O mandado de segurança é remédio constitucional para proteção apenas de direito subjetivo individual. III - A ação civil pública é instrumento processual que somente pode ser promovida nas hipóteses expressamente previstas na Constituição Federal. Quais são corretas? (A) Apenas I (B) Apenas II (C) Apenas III (D) Apenas I e II (E) Nenhuma delas

23. Associe os direitos a serem resguardados (coluna da esquerda) a remédios constitucionais oferecidos pela Carta Magna vigente (coluna da direita). 1- Para o cidadão ver assegurado direito seu, líquido e certo, tolhido ( ) Mandado de injunção ( ) Mandado de segurança por ato de autoridade pública. 2- Para o cidadão que sofre coação ou ameaça em sua liberdade de ( ) Habeas data locomoção. 3- Para o trabalhador que não recebe seu salário nem créditos assegurados pela legislação trabalhista. 4- Para o cidadão quando a falta de norma regulamentadora torna inviável o exercício de liberdade constitucional. 5- Para o cidadão obter informações relativas a sua pessoa, constantes de banco de dados governamental. A seqüência numérica correta, de cima para baixo, da coluna da direita, é (A) 1 – 2 – 4 (B) 2 – 1 – 5 (C) 2 – 4 – 3 (D) 4 – 1 – 5 (E) 4 – 2 – 3 24. Assinale a assertiva incorreta. (A) É garantido ao servidor público civil o direito à livre sindicalização. (B) Os servidores públicos serão aposentados compulsoriamente aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. (C) São estáveis após dois anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. (D) O tempo de contribuição previdenciária federal, estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria do servidor público. (E) É assegurada ao servidor público, indicado em

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(E) cumprir as ordens superiores. a pena de demissão.098/94. para Leandro. (D) desempenhar com zelo e presteza os encargos que lhe forem incumbidos. mesmo quando Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 153 . (C) usar os equipamentos de proteção individual que lhe forem confiados. (D) licença para tratar de interesses particulares. é aplicável a pena de repreensão. (B) ser assíduo e pontual ao serviço. (B) prestação de prova em concurso público. 17. 15. (C) 70 anos de idade. Considerados apenas esses dados. (B) os titulares de mandato eletivo. no órgão em que servir. é aplicável a pena de advertência. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço). (E) participação em Júri. (D) As férias somente poderão ser interrompidas por motivos de calamidade pública. (D) os agentes públicos não remunerados. (E) Perderá o direito às férias o servidor que. com acréscimo de 1/3 da remuneração. (C) levar ao conhecimento público as irregularidades de que tiver conhecimento. (D) a ação disciplinar prescreverá sempre em 24 meses. não afeta a pena de demissão imposta administrativamente pela mesma infração. A aposentadoria compulsória do servidor público civil estadual dá-se aos (A) 60 anos de idade. não constitui direito do servidor público (A) o gozo de férias. 14.098/94. a menos que autorizado pelo Poder Judiciário. 11. para Leandro. (B) Durante as férias. 13.° 10. De acordo com o regime jurídico estabelecido pela Lei Complementar Estadual n. dentro de suas atribuições. (D) o recebimento de abono familiar. para Leandro. (C) os sucessores daquele que enriqueceu ilicitamente. até 60 (sessenta) dias. é aplicável a pena de suspensão ou multa. (D) 75 anos de idade. até 30 (trinta) dias.Trabalhando pela sua conquista.098/94. quanto às infrações puníveis com demissão. sob o fundamento de não ter restado provada a existência do fato. 18. independentemente de também constituírem crime. o pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente. Nos termos da Lei Complementar Estadual n° 10. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. serviço militar ou eleitoral ou por superior interesse público. (D) Para Carlos. comoção interna. Não respondem pela prática de ato de improbidade administrativa (A) os titulares de cargo em comissão. por até 8 dias. (E) Para Carlos. não se computam como efetivo exercício os afastamentos do serviço em virtude de (A) férias. é correto afirmar que (A) a absolvição do servidor em processo-crime. (C) Para Carlos. quais são as respectivas penas disciplinares previstas para essas condutas? (A) Para Carlos. o servidor terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo como se estivesse em exercício. Acerca do regime disciplinar dos servidores públicos civis estaduais. (E) colaborar com os colegas. (C) casamento. observando as normas legais e regulamentares e sendo leal às instituições a que servir. (B) o recebimento de gratificação por serviço noturno. a pena de suspensão. (E) não é permitido o afastamento preventivo do servidor. Assinale a alternativa INCORRETA no que diz respeito a férias de servidor público estadual ocupante de cargo de provimento efetivo e regido pelo Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. até 90 (noventa) dias. se isso for necessário para estimular o espírito de cooperação. (D) zelar pela economia de material. para Leandro. tiver mais de 15 (quinze) dias de faltas não justificadas ao serviço. é aplicável a pena de repreensão. a pena de suspensão. já Leandro exerceu advocacia administrativa. (C) Ao servidor que o requerer. eventualmente exercendo atribuições diferentes das definidas em lei ou regulamento como próprias do cargo ou função. À luz da Lei Complementar Estadual nº 10. para Leandro. (B) 65 anos de idade. (C) somente o Governador do Estado é competente para aplicar a pena disciplinar de suspensão. praticadas pela autoridade imediatamente superior. convocação para júri. no ano antecedente àquele em que deveria gozá-las. (C) o recebimento de gratificação por exercício de função de chefia ou de assessoramento. (B) o servidor aposentado não mais se sujeita à imposição de pena disciplinar. (E) os membros do Poder Judiciário. Considere as seguintes hipóteses sobre infrações disciplinares atribuídas a servidores públicos estaduais ocupantes de cargos de provimento efetivo e regidos pelo Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul: Carlos incorreu em falta do cumprimento do dever funcional. NÃO constitui dever do servidor (A) manter espírito de cooperação com os colegas de trabalho. (E) o fundo de garantia do tempo de serviço. a pena de suspensão. (B) Para Carlos. 16. 12. (E) 80 anos de idade. a pena de demissão a bem do serviço público. é aplicável a pena de advertência. além do limite do valor da herança. (A) É facultado o gozo de férias em dois períodos.

(B) A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. ainda que protegidas por sigilo. o território do Estado do Rio Grande do Sul está dividido em a) cartórios e tabelionatos. O Tribunal de Justiça. (A) O servidor acidentado em serviço será licenciado com remuneração proporcional ao tempo de serviço. (C) A função gratificada será percebida pelo exercício de chefia. de acordo com o Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. I). originariamente. processar e julgar. e) a Procuradoria da República e os Juizados Especiais Cíveis. originariamente: nas infrações penais comuns. d) o Ministério Público do Trabalho e as Varas do Trabalho. 09. (E) O servidor que. cabendo-lhe. c)) não admitir que escreventes e demais auxiliares de seus cartórios sejam testemunhas instrumentais dos atos que lavraram. processar e julgar. No Estado do Rio Grande do Sul. 10. 05. processar e julgar. no interesse do serviço.Presidente. cabendo-lhe. por um quinqüênio ininterrupto. a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. b) Compete ao Supremo Tribunal Federal. d) cumprir ordens superiores. c) o Ministério Público do Trabalho e a Procuradoria da República.Trabalhando pela sua conquista. emprego ou pensão de estado estrangeiro. Sobre o Supremo Tribunal Federal. São deveres do servidor público civil do Estado do Rio Grande do Sul (A) promover ou participar de manifestação de apoio aos colegas quando estes forem acusados injustamente da prática de ilegalidade. precipuamente. c) Compete ao Supremo Tribunal Federal. cabendo-lhe. Entre os órgãos do Poder Judiciário estão a)) os Tribunais Regionais Federais e os Tribunais de Justiça dos Estados. seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República. b) varas e ofícios. o Presidente da República. comarcas e comarcas integradas. (B) participar da vida político-partidária. concessões e licenças dos servidores públicos civis. nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade. art. a) b) c) d) A quem compete representar o Poder Judiciário? Ao Governador do Estado Ao Corregedor-Geral da Justiça Ao Conselho da Magistratura Ao Presidente do Tribunal de Justiça 08. com todas as vantagens do cargo. a guarda da Constituição. com mudança de domicílio em caráter permanente. dentre outras. até seu total restabelecimento. a guarda da Constituição. 02. d) Promotores. Para a administração da Justiça Comum. não se houver afastado do exercício de suas funções terá direito à concessão automática de 3 (três) meses de licença-prêmio por assiduidade. e) Presidente do Tribunal de Justiça. os membros do Congresso Nacional. ral serão nomeados pelo Presidente da República. c) Secretários de Estado. em benefício de terceiros. como procurador ou intermediário. 06. 07. municípios. passe a ter exercício em nova sede. dentre outras. prestando as informações requeridas. (D) O pagamento de gratificação por serviço noturno não se aplica quando o serviço noturno corresponder ao horário normal de trabalho. assinale a assertiva incorreta. o Vice-Presidente. podendo concorrer a cargos públicos eletivos. assistência ou assessoramento. originariamente. 03. b) Desembargadores. omissão ou abuso de poder. c) foros e tribunais. ainda que manifestamente ilegais. escolhidos dentre os desembargadores dos Tribunais de Justiça que contem com mais de trinta anos de serviço. e) aceitar comissão. b) Procurador-Geral da Justiça. junto a repartições públicas. é correto afirmar: a) Tem sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território nacional. dentre outras. precipuamente. d) Procurador-Geral do Estado. como se nele estivesse em exercício. 04. O Supremo Tribunal Federal é órgão do Poder Judiciário (CF. c) Compõe-se de onze ministros. d) Compete ao Supremo Tribunal Federal. Um dos deveres do servidor público é a) atender com presteza ao público em geral. b) atuar. composto na forma constitucional. b) Tem sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território do Distrito Federal. a representação do Poder Judiciário compete ao a) Corregedor-Geral da Justiça. precipuamente. cumulativamente ao vencimento do cargo de provimento efetivo. 92. Sobre as vantagens. a guarda da Constituição. d) Tem competência para resolver divergência jurisprudencial entre Tribunais inferiores. b) os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e as Delegacias do Trabalho. 152 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . d) distritos. c) Governador do Estado. os Ministros de Estado. é constituído de a) Procuradores do Estado.

........ II ... O art.... Art. ou com quem conviva ou tenha convivido....programas e campanhas de enfrentamento da violência doméstica e familiar............ regularmente constituída há pelo menos um ano... 43... descendente... II . a pena será aumentada de um terço se o crime for cometido contra pessoa portadora de deficiência.... de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal).......... 46........................Trabalhando pela sua conquista.............689.... 2. o Distrito Federal e os Municípios promoverão a adaptação de seus órgãos e de seus programas às diretrizes e aos princípios desta Lei. III .... 61 do DecretoLei 2.............. A instituição dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher poderá ser acompanhada pela implantação das curadorias necessárias e do serviço de assistência judiciária....... o Distrito Federal... ainda.............. de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal)... de notável saber jurídico e reputação ilibada.detenção. 3..... irmão. em cada exercício financeiro.............. 129 do Decreto-Lei .. o § 11............. o Distrito Federal e os Municípios............ . 45...... o Brasília..... A União.. .... Art...... quanto ao Supremo Tribunal Federal.. O art.099. cônjuge ou companheiro. para garantir a execução das medidas protetivas de urgência..... ............... no limite de suas competências e nos termos das respectivas leis de diretrizes orçamentárias...210..... nos termos da lei específica...... serviços de saúde e centros de perícia médico-legal especializados no atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar...................... ..... ........ o juiz poderá determinar o comparecimento obrigatório do agressor a programas de recuperação e reeducação............. ou.. TÍTULO VII ........DISPOSIÇÕES FINAIS Art. Art. A União.. concorrentemente........... Esta Lei entra em vigor 45 (quarenta e cinco) dias após sua publicação......... ” (NR) Art. a) O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros.. independentemente da pena prevista.......... f) com abuso de autoridade ou prevalecendo-se de relações domésticas...... Art..... para a implementação das medidas estabelecidas nesta Lei..... O art................. de coabitação ou de hospitalidade: Pena .... .... 35. 185 da Independêno cia e 118 da República....... Na hipótese do § 9 deste artigo........ ...848........... núcleos de defensoria pública............. A União. O requisito da pré-constituição poderá ser dispensado pelo juiz quando entender que não há outra entidade com representatividade adequada para o ajuizamento da demanda coletiva....... 7 de agosto de 2006......... 313 do Decreto-Lei ........... As estatísticas sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher serão incluídas nas bases de dados dos órgãos oficiais do Sistema de Justiça e Segurança a fim de subsidiar o sistema nacional de dados e informações relativo às mulheres. passa a vigorar com as seguintes alterações: “Art...... 36...848. Parágrafo único...... de coabitação ou de hospitalidade. Art...... os Estados e os Municípios poderão criar e promover. prevalecendo-se o agente das relações domésticas.. 7...... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.... Art............. 38... 39..... IV ..... ou com violência contra a mulher na forma da lei específica.” (NR) Art.. IV . de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal). 61.” (NR) Art...... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. no limite das respectivas competências: I ..........delegacias. 44...... escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade.......... Art. A defesa dos interesses e direitos transindividuais previstos nesta Lei poderá ser exercida............. 152.” (NR) Art.centros de atendimento integral e multidisciplinar para mulheres e respectivos dependentes em situação de violência doméstica e familiar.. 42.... As Secretarias de Segurança Pública dos Estados e do Distrito Federal poderão remeter suas informações criminais para a base de dados do Ministério da Justiça.... o § 9 Se a lesão for praticada contra ascendente.. de 26 de setembro de 1995. 313...... Parágrafo único........... pelo Ministério Público e por associação de atuação na área.............. não se aplica a Lei 9........ sendo que os Ministros do Supremo Tribunal Fede- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 151 ..........centros de educação e de reabilitação para os agressores............... 152 da Lei ......... Parágrafo único. As obrigações previstas nesta Lei não excluem outras decorrentes dos princípios por ela adotados... A alínea f do inciso II do art................. Aos crimes praticados com violência doméstica e familiar contra a mulher... 40... Art......... poderão estabelecer dotações orçamentárias específicas.. 37.. assinale a alternativa INCORRETA..... os Estados......se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher....... V .... Nos casos de violência doméstica contra a mulher. Conforme a Constituição da República Federativa do Brasil....... 41.. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Dilma Rousseff Coletânea de Provas e Testes 01. 129. .... nos termos da legislação civil.. . 34. de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal)............ os Estados........casas-abrigos para mulheres e respectivos dependentes menores em situação de violência doméstica e familiar.... de 3 (três) meses a 3 (três) anos. passa a vigorar acrescido do seguinte inciso IV: “Art.. ..

em sede policial e judicial. de educação.encaminhar a ofendida e seus dependentes a programa oficial ou comunitário de proteção ou de atendimento. Em todos os atos processuais. mediante laudos ou verbalmente em audiência.determinar a separação de corpos.prestação de caução provisória. Art. entre outros. nas varas criminais.869. a ser integrada por profissionais especializados nas áreas psicossocial. Quando a complexidade do caso exigir avaliação mais aprofundada. O Ministério Público intervirá. o agressor e os familiares. 19 desta Lei. de 11 de janeiro de 1973 (Código de Processo Civil). de imediato. quando necessário: I . 33. entre outras atribuições que lhe forem reservadas pela legislação local. Enquanto não estruturados os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.fiscalizar os estabelecimentos públicos e particulares de atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar. Para a proteção patrimonial dos bens da sociedade conjugal ou daqueles de propriedade particular da mulher. venda e locação de propriedade em comum. na elaboração de sua proposta orçamentária. 25. 150 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . o juiz poderá determinar. conforme o caso. observadas as previsões do Título IV desta Lei. de assistência social e de segurança. ser comunicada ao Ministério Público. prevenção e outras medidas. quando não for parte. 30. jurídica e de saúde. de 22 de dezembro de 2003. poderá o juiz requisitar. 31. TÍTULO VI . Art. liminarmente.DA EQUIPE DE ATENDIMENTO MULTIDISCIPLINAR Art. e desenvolver trabalhos de orientação. quando necessário. corporação ou instituição as medidas protetivas de urgência concedidas e determinará a restrição do porte de armas. e adotar. Os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher que vierem a ser criados poderão contar com uma equipe de atendimento multidisciplinar. sem prejuízo de outras medidas: I . com especial atenção às crianças e aos adolescentes. auxílio da força policial.determinar o afastamento da ofendida do lar. poderá prever recursos para a criação e manutenção da equipe de atendimento multidisciplinar. O Poder Judiciário. nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. as medidas administrativas ou judiciais cabíveis no tocante a quaisquer irregularidades constatadas. II . III . fornecer subsídios por escrito ao juiz. 32. o disposto no caput e nos §§ 5 e 6º do art. voltados para a ofendida.proibição temporária para a celebração de atos e contratos de compra.suspensão das procurações conferidas pela ofendida ao agressor. sem prejuízo dos direitos relativos a bens. mediante atendimento específico e humanizado. subsidiada pela legislação processual pertinente. após afastamento do agressor. II . Poderá o juiz. para o processo e o julgamento das causas referidas no caput. III . o § 2 Na hipótese de aplicação do inciso I. Parágrafo único. Parágrafo único. as varas criminais acumularão as competências cível e criminal para conhecer e julgar as causas decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. mediante a indicação da equipe de atendimento multidisciplinar. nos termos da Lei de Diretrizes Orçamentárias. ao Ministério Público e à Defensoria Pública.determinar a recondução da ofendida e a de seus dependentes ao respectivo domicílio. a mulher em situação de violência doméstica e familiar deverá estar acompanhada de advogado. a qualquer momento. sob pena de incorrer nos crimes de prevaricação ou de desobediência. 29.Trabalhando pela sua conquista. sem prejuízo de outras atribuições. Art. Seção III Das Medidas Protetivas de Urgência à Ofendida Art. Compete à equipe de atendimento multidisciplinar. IV .DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. mediante depósito judicial. Deverá o juiz oficiar ao cartório competente para os fins previstos nos incisos II e III deste artigo. É garantido a toda mulher em situação de violência doméstica e familiar o acesso aos serviços de Defensoria Pública ou de Assistência Judiciária Gratuita. encontrando-se o agressor nas condições mencionadas o no caput e incisos do art. guarda dos filhos e alimentos. Art. o juiz comunicará ao respectivo órgão. Art. Art. IV . 28.restituição de bens indevidamente subtraídos pelo agressor à ofendida. ressalvado o previsto no art. entre outras: I . CAPÍTULO III DA ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art. 23. 26. o juiz poderá determinar a manifestação de profissional especializado. as seguintes medidas. nos termos da lei. nas causas cíveis e criminais decorrentes da violência doméstica e familiar contra a mulher. o § 3 Para garantir a efetividade das medidas protetivas de urgência. CAPÍTULO IV . II . ficando o superior imediato do agressor responsável pelo cumprimento da determinação judicial. 24. Caberá ao Ministério Público. III . TÍTULO V .DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA Art. 27. 6 da Lei 10. o no que couber. encaminhamento.requisitar força policial e serviços públicos de saúde. 461 da Lei 5. cíveis e criminais.826.cadastrar os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. por perdas e danos materiais decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a ofendida. o § 4 Aplica-se às hipóteses previstas neste artigo. Será garantido o direito de preferência. salvo expressa autorização judicial.

Art. 21.do lugar do fato em que se baseou a demanda. domicílio ou local de convivência com a ofendida. de 22 de dezembro de 2003. e pelos Estados. se entender necessário à proteção da ofendida. independentemente de audiência das partes e de manifestação do Ministério Público. sempre que os direitos reconhecidos nesta Lei forem ameaçados ou violados. sem prejuízo da intimação do advogado constituído ou do defensor público. Art. 13.DOS PROCEDIMENTOS CAPÍTULO I . devendo a providência Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 149 . 15. o § 2 A autoridade policial deverá anexar ao docuo mento referido no § 1 o boletim de ocorrência e cópia de todos os documentos disponíveis em posse da ofendida. conforme dispuserem as normas de organização judiciária. Nas ações penais públicas condicionadas à representação da ofendida de que trata esta Lei. bem como a substituição de pena que implique o pagamento isolado de multa. II . o juiz poderá aplicar. no curso do processo. quando for o caso. de penas de cesta básica ou outras de prestação pecuniária. Os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. entre outras: I . Parágrafo único. ao adolescente e ao idoso que não conflitarem com o estabelecido nesta Lei. especialmente dos pertinentes ao ingresso e à saída da prisão. com comunicação ao órgão competente. 14.comunicar ao Ministério Público para que adote as providências cabíveis. em audiência especialmente designada com tal finalidade. Constatada a prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. de ofício.afastamento do lar. ouvido o Ministério Público. o Juizado: I . só será admitida a renúncia à representação perante o juiz. e poderão ser substituídas a qualquer tempo por outras de maior eficácia. o § 3 Serão admitidos como meios de prova os laudos ou prontuários médicos fornecidos por hospitais e postos de saúde. III . as seguintes medidas protetivas de urgência. decretada pelo juiz.DISPOSIÇÕES GERAIS Art. o julgamento e a execução das causas decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. II . ao agressor. de seus familiares e de seu patrimônio. V .proibição de determinadas condutas. Em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal.826. III . devendo este ser prontamente comunicado. se sobrevierem razões que a justifiquem. III . Parágrafo único. fixando o limite mínimo de distância entre estes e o agressor. TÍTULO IV . entre as quais: a) aproximação da ofendida. antes do recebimento da denúncia e ouvido o Ministério Público. ao julgamento e à execução das causas cíveis e criminais decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher aplicar-se-ão as normas dos Códigos de Processo Penal e Processo Civil e da legislação específica relativa à criança. poderão ser criados pela União.determinar o encaminhamento da ofendida ao órgão de assistência judiciária. nos termos da Lei . Art. Art. o § 1 As medidas referidas neste artigo não impedem a aplicação de outras previstas na legislação em vigor. sempre que a segurança da ofendida ou as circunstâncias o exigirem. A ofendida deverá ser notificada dos atos processuais relativos ao agressor. c) freqüentação de determinados lugares a fim de preservar a integridade física e psicológica da ofendida. CAPÍTULO II DAS MEDIDAS PROTETIVAS DE URGÊNCIA Seção I . o § 2 As medidas protetivas de urgência serão aplicadas isolada ou cumulativamente. Art. 16. b) contato com a ofendida. nos termos desta Lei. 22. conceder novas medidas protetivas de urgência ou rever aquelas já concedidas. o § 1 As medidas protetivas de urgência poderão ser concedidas de imediato. caberá ao juiz. As medidas protetivas de urgência poderão ser concedidas pelo juiz. ouvida a equipe de atendimento multidisciplinar ou serviço similar. 19.do domicílio do agressor. A ofendida não poderá entregar intimação ou notificação ao agressor.Disposições Gerais Art. Art. por opção da ofendida. em conjunto ou separadamente.prestação de alimentos provisionais ou provisórios. 10. para o processo. 18. É competente. nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. Seção II Das Medidas Protetivas de Urgência que Obrigam o Agressor Art. 17. 20. É vedada a aplicação.restrição ou suspensão de visitas aos dependentes menores. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas: I . IV . de seus familiares e das testemunhas. O juiz poderá revogar a prisão preventiva se. a requerimento do Ministério Público ou a pedido da ofendida.conhecer do expediente e do pedido e decidir sobre as medidas protetivas de urgência. caberá a prisão preventiva do agressor.Trabalhando pela sua conquista. Art. órgãos da Justiça Ordinária com competência cível e criminal. para os processos cíveis regidos por esta Lei. Parágrafo único. o § 3 Poderá o juiz. no Distrito Federal e nos Territórios. Recebido o expediente com o pedido da ofendida. a requerimento do Ministério Público ou mediante representação da autoridade policial. verificar a falta de motivo para que subsista. Os atos processuais poderão realizar-se em horário noturno. seus familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação. de imediato. bem como de novo decretá-la.suspensão da posse ou restrição do porte de armas. a requerimento do Ministério Público ou a pedido da ofendida. Ao processo.do seu domicílio ou de sua residência. II . vas solicitadas pela ofendida.

a celebração de convênios. para os conteúdos relativos aos direitos humanos.ordenar a identificação do agressor e fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes criminais. no prazo legal.determinar que se proceda ao exame de corpo de delito da ofendida e requisitar outros exames periciais necessários. o § 1 O pedido da ofendida será tomado a termo pela autoridade policial e deverá conter: I . II . IV . sem prejuízo daqueles previstos no Código de Processo Penal: I . acompanhar a ofendida para assegurar a retirada de seus pertences do local da ocorrência ou do domicílio familiar. 12.a implementação de atendimento policial especializado para as mulheres. quando necessário. entre outras normas e políticas públicas de proteção. tendo por objetivo a implementação de programas de erradicação da violência doméstica e familiar contra a mulher. expediente apartado ao juiz com o pedido da ofendida. ajustes. os seguintes procedimentos. de imediato. 11. os autos do inquérito policial ao juiz e ao Ministério Público. deverá a autoridade policial adotar.encaminhar a ofendida ao hospital ou posto de saúde e ao Instituto Médico Legal.DO ATENDIMENTO PELA AUTORIDADE POLICIAL Art. VII . feito o registro da ocorrência. por até seis meses. no Sistema Único de Segurança Pública.colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e de suas circunstâncias. entre outras providências: I . e a difusão desta Lei e dos instrumentos de proteção aos direitos humanos das mulheres. Na hipótese da iminência ou da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. 221 da Constituição Federal. a autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência adotará. II . o o 1 . incluindo os serviços de contracepção de emergência. quando necessário o afastamento do local de trabalho. VI . de forma a coibir os papéis estereotipados que legitimem ou exacerbem a violência doméstica e familiar. à eqüidade de gênero e de raça ou etnia e ao problema da violência doméstica e familiar contra a mulher. por prazo certo. VI . as providências legais cabíveis. indicando a existência de mandado de prisão ou registro de outras ocorrências policiais contra ele. o § 3 A assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar compreenderá o acesso aos benefícios decorrentes do desenvolvimento científico e tecnológico. Em todos os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher.remeter.acesso prioritário à remoção quando servidora pública. V .ouvir o agressor e as testemunhas. a profilaxia das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) e outros procedimentos médicos necessários e cabíveis nos casos de violência sexual. termos ou outros instrumentos de promoção de parceria entre órgãos governamentais ou entre estes e entidades não-governamentais. quando houver risco de vida. o § 1 O juiz determinará.qualificação da ofendida e do agressor.a promoção e a realização de campanhas educativas de prevenção da violência doméstica e familiar contra a mulher. 10. comunicando de imediato ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. do Corpo de Bombeiros e dos profissionais pertencentes aos órgãos e às áreas enunciados no inciso I quanto às questões de gênero e de raça ou etnia. para a concessão de medidas protetivas de urgência. voltadas ao público escolar e à sociedade em geral. 3 e no inciso IV do art.fornecer transporte para a ofendida e seus dependentes para abrigo ou local seguro.informar à ofendida os direitos a ela conferidos nesta Lei e os serviços disponíveis.o destaque. III . da Guarda Municipal. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Art. para preservar sua integridade física e psicológica: I . IV . protocolos.nome e idade dos dependentes. estadual e municipal. e emergencialmente quando for o caso. se apresentada. 9 A assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar será prestada de forma articulada e conforme os princípios e as diretrizes previstos na Lei Orgânica da Assistência Social.descrição sucinta do fato e das medidas proteti- 148 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .ouvir a ofendida. lavrar o boletim de ocorrência e tomar a representação a termo. IX .a capacitação permanente das Polícias Civil e Militar.garantir proteção policial.a promoção de programas educacionais que disseminem valores éticos de irrestrito respeito à dignidade da pessoa humana com a perspectiva de gênero e de raça ou etnia. III .se necessário. o § 2 O juiz assegurará à mulher em situação de violência doméstica e familiar.Trabalhando pela sua conquista.remeter. CAPÍTULO III . no Sistema Único de Saúde. Aplica-se o disposto no caput deste artigo ao descumprimento de medida protetiva de urgência deferida. II . de acordo com o estabelecido no inciso III do art. de imediato. em particular nas Delegacias de Atendimento à Mulher. V . II . a inclusão da mulher em situação de violência doméstica e familiar no cadastro de programas assistenciais do governo federal. III . no inciso IV do art. Parágrafo único. IV . Art. a autoridade policial deverá. No atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar. VIII . integrante da administração direta ou indireta. VII .manutenção do vínculo trabalhista. CAPÍTULO II DA ASSISTÊNCIA À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR o Art. nos currículos escolares de todos os níveis de ensino. V .

II . insulto. às conseqüências e à freqüência da violência doméstica e familiar contra a mulher. instrumentos de trabalho. 4 Na interpretação desta Lei. III . independentemente de coabitação. crueldade e opressão. valores e direitos ou recursos econômicos. CAPÍTULO II .a violência física. ao aborto ou à prostituição. As relações pessoais enunciadas neste artigo independem de orientação sexual. com ou sem vínculo familiar. vigilância constante. 3 Serão asseguradas às mulheres as condições para o exercício efetivo dos direitos à vida. II . mediante coação. à educação. ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos. mediante intimidação. sofrimento físico. humilhação. na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. bens. inclusive as esporadicamente agregadas. à liberdade. destruição parcial ou total de seus objetos. nos meios de comunicação social. educação. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 147 . especialmente.a promoção de estudos e pesquisas.Trabalhando pela sua conquista. IV . violência. nível educacional.o respeito. entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal. e a avaliação periódica dos resultados das medidas adotadas. com a perspectiva de gênero e de raça ou etnia. II . ameaça. dos valores éticos e sociais da pessoa e da família. que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio. entendida como qualquer conduta que configure retenção. a manter ou a participar de relação sexual não desejada. independentemente de classe. entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar. entendida como qualquer conduta que configure calúnia. incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades. à saúde. do Distrito Federal e dos Municípios e de ações não-governamentais. à alimentação. do Ministério Público e da Defensoria Pública com as áreas de segurança pública. à gravidez. o Art. V . à moradia. preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral. lesão. configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte. para a sistematização de dados. sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: I . dos Estados. unidos por laços naturais. tendo por diretrizes: I . intelectual e social. à cidadania. compreendida como a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados. ao lazer. comportamentos. e estabelece medidas de assistência e proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. ao esporte. o Art.no âmbito da família. chantagem. concernentes às causas. etnia. entre outras: I . subtração. mediante ameaça.DA ASSISTÊNCIA À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CAPÍTULO I DAS MEDIDAS INTEGRADAS DE PREVENÇÃO o Art. ridicularização.a violência patrimonial. à cultura.DAS FORMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER o Art. compreendida como o espaço de convívio permanente de pessoas. a sua sexualidade. chantagem. à dignidade. Convenção Interamericana para Prevenir. goza dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana. o Art. estatísticas e outras informações relevantes. orientação sexual. coação ou uso da força. entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações.a violência psicológica. renda. ao trabalho. difamação ou injúria. ao acesso à justiça. de qualquer modo. III . Parágrafo único. perseguição contumaz. TÍTULO III .em qualquer relação íntima de afeto. assistência social. exploração. à sociedade e ao poder público criar as condições necessárias para o efetivo exercício dos direitos enunciados no caput. cultura. 2 Toda mulher. o § 2 Cabe à família.DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS o Art.a integração operacional do Poder Judiciário. o Art.a violência moral. por afinidade ou por vontade expressa. 8 A política pública que visa coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher far-se-á por meio de um conjunto articulado de ações da União. as condições peculiares das mulheres em situação de violência doméstica e familiar. III . serão considerados os fins sociais a que ela se destina e. 5 Para os efeitos desta Lei.no âmbito da unidade doméstica. isolamento. discriminação. suborno ou manipulação. constrangimento. crenças e decisões. trabalho e habitação. à segurança. a serem unificados nacionalmente. que a induza a comercializar ou a utilizar. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher e de outros tratados internacionais ratificados pela República Federativa do Brasil. idade e religião. raça. documentos pessoais. saúde. 7 São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher. manipulação.a violência sexual. exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação. sendo-lhe asseguradas as oportunidades e facilidades para viver sem violência. 6 A violência doméstica e familiar contra a mulher constitui uma das formas de violação dos direitos humanos. o § 1 O poder público desenvolverá políticas que visem garantir os direitos humanos das mulheres no âmbito das relações domésticas e familiares no sentido de resguardá-las de toda forma de negligência. ao respeito e à convivência familiar e comunitária. TÍTULO II .

de forma a não exceder o determinado neste artigo. o juiz presidente.689. será dividido pelo juiz presidente. Compreende-se na proibição deste artigo a leitura de jornais ou qualquer outro escrito. reconhecida como essencial para o julgamento da causa. 481. 226 da Constituição o Art. combinarão entre si a distribuição do tempo. (Incluído pela Lei nº 11. a qualquer momento e por intermédio do juiz presidente. Durante os debates as partes não poderão. sob pena de nulidade. será concedida a palavra ao Ministério Público. o esclarecimento de fato por ele alegado. se for o caso. 29 deste Código. de 2008) o § 2 Se houver dúvida sobre questão de fato.689. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher. fazer referências: (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) Art. de 2008) o § 1 Havendo mais de um acusador ou mais de um defensor. nesta fase do procedimento. (Incluído pela Lei nº 11. nos termos do § 8 do art.689. cujo conteúdo versar sobre a matéria de fato submetida à apreciação e julgamento dos jurados. Se a diligência consistir na produção de prova pericial. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008) Parágrafo único. sustentando. facultando-se. de 2008) II – ao silêncio do acusado ou à ausência de interrogatório por falta de requerimento. (Incluído pela Lei nº 11.689.689. nomeará perito e formulará quesitos. Se a verificação de qualquer fato. croqui ou qualquer outro meio assemelhado. terão acesso aos autos e aos instrumentos do crime se solicitarem ao juiz presidente. (Incluído pela Lei nº 11. 478. 480. bem como a exibição de vídeos. facultando às partes também formulá-los e indicar assistentes técnicos. o presidente indagará dos jurados se estão habilitados a julgar ou se necessitam de outros esclarecimentos.689. 476.689.689. fotografias. de 2008) Art. de 2008) I – à decisão de pronúncia. a defesa e os jurados poderão. de 2008) Art. que. de 2008) o § 3 Finda a acusação. (Redação dada pela Lei nº 11.689. (Redação dada pela Lei nº 11.689. da 146 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . não puder ser realizada imediatamente. aos jurados solicitar-lhe. (Redação dada pela Lei nº 11. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. salvo se este houver retomado a titularidade da ação.689. sendo admitida a reinquirição de testemunha já ouvida em plenário. o Ministério Público.Trabalhando pela sua conquista. de 2008) o § 4 A acusação poderá replicar e a defesa treplicar. O tempo destinado à acusação e à defesa será de uma hora e meia para cada. 226 da Constituição Federal. desde logo. de 2008) o § 1 Concluídos os debates.689.das as Formas de Violência contra a Mulher.689. (Incluído pela Lei nº 11. a existência de circunstância agravante. de 2008) o § 2 Tratando-se de ação penal de iniciativa privada. (Incluído pela Lei nº 11. na falta de acordo. da Convenção sobre a Eliminação de Tovenir a violência doméstica e familiar contra a mu. de 2008) Art. nos termos do § 8 do art.689. de 2008) LEI n° 11. Durante o julgamento não será permitida a leitura de documento ou a exibição de objeto que não tiver sido juntado aos autos com a antecedência mínima de 3 (três) dias úteis. altera o Código de Processo Penal. de 2008) o § 2 Havendo mais de 1 (um) acusado. observado o disposto no § 1 deste artigo. pedir ao orador que indique a folha dos autos onde se encontra a peça por ele lida ou citada. (Incluído pela Lei nº 11. A acusação. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. no prazo de 5 (cinco) dias. e de uma hora para a réplica e outro tanto para a tréplica. em seu prejuízo. 1 Esta Lei cria mecanismos para coibir e pre. de 2008) Art. o juiz presidente dissolverá o Conselho. (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11.689. Encerrada a instrução. de 2008) o § 3 Os jurados. o Código Penal e a Lei de Execução Penal.689. em seguida.689. de 2008) Art. o tempo para a acusação e a defesa será acrescido de 1 (uma) hora e elevado ao dobro o da réplica e da o tréplica. e dá outras providências. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. 477. terá a palavra a defesa. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA sanciono a seguinte Lei: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu o DISPOSIÇÕES PRELIMINARES lher. gravações.340/06 – LEI MARIA DA PENHA Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a o mulher. às decisões posteriores que julgaram admissível a acusação ou à determinação do uso de algemas como argumento de autoridade que beneficiem ou prejudiquem o acusado. falará em primeiro lugar o querelante e. de 2008) o § 1 O assistente falará depois do Ministério Público. ainda.689. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. nos limites da pronúncia ou das decisões posteriores que julgaram admissível a acusação.Federal. o presidente prestará esclarecimentos à vista dos autos. da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir. que fará a acusação. na forma do art. dando-se ciência à outra parte. pelo mesmo meio. de 2008) Parágrafo único.689. quadros.689. laudos. 479. ordenando a realização das diligências entendidas necessárias.

Se.689. (Incluído pela Lei nº 11. com ele. A seguir será o acusado interrogado. reconhecimento de pessoas e coisas e esclarecimento dos peritos. (Redação dada pela Lei nº 11. em caso de coautoria. aplicar-se-á o critério de preferência disposto no art. depois dela. se possível.689. devendo. com as alterações introduzidas nesta Seção. o defensor do acusado formulará as perguntas antes do Ministério Público e do assistente. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. O jurado recusado imotivadamente por qualquer das partes será excluído daquela sessão de instrução e julgamento. (Incluído pela Lei nº 11. fará aos jurados a seguinte exortação: (Redação dada pela Lei nº 11. estenotipia ou técnica similar. órgão do Ministério Público. levantando-se. 474. será julgado em primeiro lugar o acusado a quem foi atribuída a autoria do fato ou. O jurado. de 2008) Art. poderão formular. antecipadas ou não repetíveis. nem manifestar sua opinião sobre o processo. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. incompatibilidade.Da Instrução em Plenário (Incluído pela Lei nº 11. 472. (Redação dada pela Lei nº 11. 475. concito-vos a examinar esta causa com imparcialidade e a proferir a vossa decisão de acordo com a vossa consciência e os ditames da justiça.689. o Ministério Público. (Incluído pela Lei nº 11. entretanto. de 2008) o § 2 Determinada a separação dos julgamentos. na forma estabelecida no Capítulo III do Título VII do Livro I deste Código. o querelante e o defensor. salvo se absolutamente necessário à ordem dos trabalhos. de 2008) o § 3 As partes e os jurados poderão requerer acareações. Os jurados.689. de 2008) Art. de 2008) Art. (Redação dada pela Lei nº 11. e inquirirão as testemunhas arroladas pela acusação. de 2008) Seção XI . em seguida. de 2008) o § 2 A incomunicabilidade será certificada nos autos pelo oficial de justiça. constará dos autos.689. será iniciada a instrução plenária quando o juiz presidente. o assistente. responderão: Assim o prometo. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) Parágrafo único. À medida que as cédulas forem sendo retiradas da urna.689. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) Parágrafo único. 468. receberá cópias da pronúncia ou.Trabalhando pela sua conquista. de 2008) o § 3 Não se permitirá o uso de algemas no acusado durante o período em que permanecer no plenário do júri. sob pena de exclusão do o Conselho e multa. Parágrafo único. car-se entre si e com outrem. sem motivar a recusa. exclusivamente. constar da ata o seu fundamento e a decisão.Dos Debates Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 145 . se estiver presente.689. Prestado o compromisso pelos jurados. (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. o juiz presidente as lerá. 429 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11. eletrônica. (Redação dada pela Lei nº 11.689.689.689. de 2008) Art.689. de 2008) o § 2 Os jurados formularão perguntas por intermédio do juiz presidente. perguntas ao acusado. 469. 464 deste Código. não houver número para a formação do Conselho. de 2008) Art.689. 471.689. bem como a leitura de peças que se refiram. de 2008) Art.689. dispensa ou recusa. após sorteados os suplentes. com observância do disposto no art. na forma do § 2 do art. mantidos no mais a ordem e os critérios estabelecidos neste artigo. o assistente. 470. suspeição. até 3 (três) cada parte.689. o julgamento não será suspenso.689.689. de 2008) Seção XII . (Incluído pela Lei nº 11. 436 deste Código. de 2008) o § 1 O Ministério Público. em conseqüência do impedimento. o querelante e o defensor do acusado tomarão. nominalmente chamados pelo presidente. 473. as recusas poderão ser feitas por um só defensor. de 2008) o § 1 Para a inquirição das testemunhas arroladas pela defesa. prosseguindo-se o sorteio para a composição do Conselho de Sentença com os jurados remanescentes. (Redação dada pela Lei nº 11. diretamente. 467. (Incluído pela Lei nº 11. e. de 2008) Art. destinada a obter maior fidelidade e celeridade na colheita da prova. as declarações do ofendido.689. por intermédio do juiz presidente. após feita a degravação.689. o juiz presidente sorteará 7 (sete) dentre eles para a formação do Conselho de Sentença. O registro dos depoimentos e do interrogatório será feito pelos meios ou recursos de gravação magnética. o presidente.689.689. o Ministério Público poderão recusar os jurados sorteados. (Incluído pela Lei nº 11.689. de 2008) o § 1 A separação dos julgamentos somente ocorrerá se. Desacolhida a argüição de impedimento. sucessiva e diretamente. Formado o Conselho de Sentença. de 2008) o § 2 Os jurados poderão formular perguntas ao ofendido e às testemunhas. de 2008) Art.689. Verificando que se encontram na urna as cédulas relativas aos jurados presentes. se for o caso. todos os presentes. das decisões posteriores que julgaram admissível a acusação e do relatório do processo. de 2008) Em nome da lei. em razão das recusas. Se forem 2 (dois) ou mais os acusados. e a defesa e. de suspeição ou de incompatibilidade contra o juiz presidente do Tribunal do Júri. (Incluído pela Lei nº 11. às provas colhidas por carta precatória e às provas cautelares. jurado ou qualquer funcionário. à segurança das testemunhas ou à garantia da integridade física dos presentes. o julgamento será adiado para o primeiro dia desimpedido. de 2008) Art. não for obtido o número mínimo de 7 (sete) jurados para compor o Conselho de Sentença. A transcrição do registro. nessa ordem.

salvo comprovado motivo de força maior. se assim for certificado por oficial de justiça. de 2008) Art. o julgamento será adiado somente uma vez. 463. (Redação dada pela Lei nº 11. Antes do sorteio dos membros do Conselho de Sentença. Não havendo o número referido no art. as testemunhas serão recolhidas a lugar onde umas não possam ouvir os depoimentos das outras. o fato será imediatamente comunicado ao presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil. de 2008) Art. de 2008) Art. ordenando a sua condução. de 2008) Art. Até o momento de abertura dos trabalhos da sessão. 456. do assistente ou do advogado do querelante. sem justa causa. 435.689. (Incluído pela Lei nº 11.689. de 2008) Art. Se a ausência não for justificada. 455. (Redação dada pela Lei nº 11. o juiz presidente declarará instalados os trabalhos. de 2008) de comparecer. 453. (Incluído pela Lei nº 11. certificando a diligência nos autos. que tiver sido regularmente intimado.689. (Redação dada pela Lei nº 11. 463 deste Código.689. de 2008) Parágrafo único. de 2008) o § 2 Os jurados excluídos por impedimento ou suspeição serão computados para a constituição do número legal.689. 448 e 449 deste Código. Se a falta. de 2008) Art. (Redação dada pela Lei nº 11. a testemunha não comparecer.689.689. O julgamento não será adiado pelo não comparecimento do acusado solto. 465.689. que será adiado para o primeiro dia desimpedido. (Incluído pela Lei nº 11. a suspeição e as incompatibilidades constantes dos arts. 436 deste Código. declarando não prescindir do depoimento e indicando a sua localização. O Tribunal do Júri reunir-se-á para as sessões de instrução e julgamento nos períodos e na forma estabelecida pela lei local de organização judiciária. de 2008) Art. 453 a 481 Seção X . além do dia. 460. de 2008) Art. o fato será imediatamente comunicado ao Procurador-Geral de Justiça com a data designada para a nova sessão. de 2008) o § 1 O juiz presidente também advertirá os jurados de que. 466. (Redação dada pela Lei nº 11. 459. de 2008) o § 2 Se o acusado preso não for conduzido. 434 e 435 deste Código. de 2008) Art. (Redação dada pela Lei nº 11. Se o Ministério Público não comparecer. (Redação dada pela Lei nº 11.689. deixar 144 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Trabalhando pela sua conquista. previamente submetidos à apreciação do juiz presidente do Tribunal do Júri. cientificadas as partes e as testemunhas.689. Aplicar-se-á às testemunhas a serviço do Tribunal do Júri o disposto no art. Art. Realizadas as diligências referidas nos arts. e se outro não for por este constituído.689. proceder-se-á ao sorteio de tantos suplentes quantos necessários. com observância do disposto nos arts. Se a testemunha. de 2008) o § 1 Os pedidos de adiamento e as justificações de não comparecimento deverão ser. 458.689. observado o prazo mínimo de 10 (dez) dias. intimada. uma vez sorteados. O julgamento não será adiado se a testemunha deixar de comparecer. de 2008) Art.689. (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. sem prejuízo da ação penal pela desobediência. Os nomes dos suplentes serão consignados em ata. mandando que o escrivão proceda à chamada deles. (Redação dada pela Lei nº 11.689.689. o juiz presidente esclarecerá sobre os impedimentos. não poderão comuni- arts. salvo se uma das partes tiver requerido a sua intimação por mandado. de 2008) Art. e designar-se-á nova data para a sessão do júri. 461. 422 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11. Comparecendo.689. de 2008) o § 2 O julgamento será realizado mesmo na hipótese de a testemunha não ser encontrada no local indicado. (Redação dada pela Lei nº 11. o juiz presidente verificará se a urna contém as cédulas dos 25 (vinte e cinco) jurados sorteados. (Incluído pela Lei nº 11. o juiz presidente adiará o julgamento para o primeiro dia desimpedido da mesma reunião. o juiz presidente suspenderá os trabalhos e mandará conduzi-la ou adiará o julgamento para o primeiro dia desimpedido. de 2008) Art.Da reunião e das sessões do Tribunal do Júri (Incluído pela Lei nº 11. 441 deste Código. 462. aplicar-lhe-á a mulo ta prevista no § 2 do art. remetendo-se o expediente de convocação. o juiz intimará a Defensoria Pública para o novo julgamento. (Incluído pela Lei nº 11.689.689. 454 a 461 deste Código. o julgamento será adiado para o primeiro dia desimpedido da mesma reunião. Serão afixados na porta do edifício do Tribunal do Júri a relação dos jurados convocados.689. 464. salvo se houver pedido de dispensa de comparecimento subscrito por ele e seu defensor. os nomes do acusado e dos procuradores das partes. de 2008) Art. mandando consignar em ata as deliberações. o juiz presidente decidirá os casos de isenção e dispensa de jurados e o pedido de adiamento de julgamento. de 2008) Art. (Incluído pela Lei nº 11. 454. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) o o § 2 Na hipótese do § 1 deste artigo. o juiz presidente.689. 457. (Incluído pela Lei nº 11. devendo o acusado ser julgado quando chamado novamente. for do advogado do acusado. de 2008) o § 1 Não havendo escusa legítima.689. de 2008) o § 1 O oficial de justiça fará o pregão. Antes de constituído o Conselho de Sentença. anunciando o processo que será submetido a julgamento. de 2008) o § 1 Se. 15 (quinze) jurados. (Redação dada pela Lei nº 11. com a data designada para a nova sessão. pelo menos. (Incluído pela Lei nº 11.689. (Redação dada pela Lei nº 11. na oportunidade de que trata o art. sem escusa legítima. (Incluído pela Lei nº 11. hora e local das sessões de instrução e julgamento.689.689.689.

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te. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 4 O jurado que tiver integrado o Conselho de Sentença nos 12 (doze) meses que antecederem à publicação da lista geral fica dela excluído. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 5 Anualmente, a lista geral de jurados será, obrigatoriamente, completada. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção V - Do Desaforamento (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 427. Se o interesse da ordem pública o reclamar ou houver dúvida sobre a imparcialidade do júri ou a segurança pessoal do acusado, o Tribunal, a requerimento do Ministério Público, do assistente, do querelante ou do acusado ou mediante representação do juiz competente, poderá determinar o desaforamento do julgamento para outra comarca da mesma região, onde não existam aqueles motivos, preferindo-se as mais próximas. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 O pedido de desaforamento será distribuído imediatamente e terá preferência de julgamento na Câmara ou Turma competente. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Sendo relevantes os motivos alegados, o relator poderá determinar, fundamentadamente, a suspensão do julgamento pelo júri. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 Será ouvido o juiz presidente, quando a medida não tiver sido por ele solicitada. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 4 Na pendência de recurso contra a decisão de pronúncia ou quando efetivado o julgamento, não se admitirá o pedido de desaforamento, salvo, nesta última hipótese, quanto a fato ocorrido durante ou após a realização de julgamento anulado. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 428. O desaforamento também poderá ser determinado, em razão do comprovado excesso de serviço, ouvidos o juiz presidente e a parte contrária, se o julgamento não puder ser realizado no prazo de 6 (seis) meses, contado do trânsito em julgado da decisão de pronúncia. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Para a contagem do prazo referido neste artigo, não se computará o tempo de adiamentos, diligências ou incidentes de interesse da defesa. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Não havendo excesso de serviço ou existência de processos aguardando julgamento em quantidade que ultrapasse a possibilidade de apreciação pelo Tribunal do Júri, nas reuniões periódicas previstas para o exercício, o acusado poderá requerer ao Tribunal que determine a imediata realização do julgamento. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção VI - Da Organização da Pauta (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 429. Salvo motivo relevante que autorize alteração na ordem dos julgamentos, terão preferência: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – os acusados presos; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) II – dentre os acusados presos, aqueles que estiverem há mais tempo na prisão; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) III – em igualdade de condições, os precedentemente pronunciados. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Antes do dia designado para o primeiro julgamento da reunião periódica, será afixada na porta do edifício do Tribunal do Júri a lista dos processos a serem julgados, obedecida a ordem prevista no caput deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 O juiz presidente reservará datas na mesma reunião periódica para a inclusão de processo que tiver o julgamento adiado. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 430. O assistente somente será admitido se tiver requerido sua habilitação até 5 (cinco) dias antes da data da sessão na qual pretenda atuar. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 431. Estando o processo em ordem, o juiz presidente mandará intimar as partes, o ofendido, se for possível, as testemunhas e os peritos, quando houver requerimento, para a sessão de instrução e julgamento, observando, no que couber, o disposto no art. 420 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção VII - Do Sorteio e da Convocação dos Jurados (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 432. Em seguida à organização da pauta, o juiz presidente determinará a intimação do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil e da Defensoria Pública para acompanharem, em dia e hora designados, o sorteio dos jurados que atuarão na reunião periódica. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 433. O sorteio, presidido pelo juiz, far-se-á a portas abertas, cabendo-lhe retirar as cédulas até completar o número de 25 (vinte e cinco) jurados, para a reunião periódica ou extraordinária. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o o § 1 O sorteio será realizado entre o 15 (décimo o quinto) e o 10 (décimo) dia útil antecedente à instalação da reunião. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 A audiência de sorteio não será adiada pelo não comparecimento das partes. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 O jurado não sorteado poderá ter o seu nome novamente incluído para as reuniões futuras. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 434. Os jurados sorteados serão convocados pelo correio ou por qualquer outro meio hábil para comparecer no dia e hora designados para a reunião, sob as penas da lei. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. No mesmo expediente de convocação serão transcritos os arts. 436 a 446 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008)

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Art. 417. Se houver indícios de autoria ou de participação de outras pessoas não incluídas na acusação, o juiz, ao pronunciar ou impronunciar o acusado, determinará o retorno dos autos ao Ministério Público, por 15 (quinze) dias, aplicável, no que couber, o art. 80 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 418. O juiz poderá dar ao fato definição jurídica diversa da constante da acusação, embora o acusado fique sujeito a pena mais grave. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 419. Quando o juiz se convencer, em discordância com a acusação, da existência de crime o diverso dos referidos no § 1 do art. 74 deste Código e não for competente para o julgamento, remeterá os autos ao juiz que o seja. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Remetidos os autos do processo a outro juiz, à disposição deste ficará o acusado preso. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 420. A intimação da decisão de pronúncia será feita: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – pessoalmente ao acusado, ao defensor nomeado e ao Ministério Público; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) II – ao defensor constituído, ao querelante e ao assistente do Ministério Público, na forma do disposto o no § 1 do art. 370 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Será intimado por edital o acusado solto que não for encontrado. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 421. Preclusa a decisão de pronúncia, os autos serão encaminhados ao juiz presidente do Tribunal do Júri. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Ainda que preclusa a decisão de pronúncia, havendo circunstância superveniente que altere a classificação do crime, o juiz ordenará a remessa dos autos ao Ministério Público. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Em seguida, os autos serão conclusos ao juiz para decisão. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção III - Da Preparação do Processo para Julgamento em Plenário (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 422. Ao receber os autos, o presidente do Tribunal do Júri determinará a intimação do órgão do Ministério Público ou do querelante, no caso de queixa, e do defensor, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentarem rol de testemunhas que irão depor em plenário, até o máximo de 5 (cinco), oportunidade em que poderão juntar documentos e requerer diligência. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 423. Deliberando sobre os requerimentos de provas a serem produzidas ou exibidas no plenário do júri, e adotadas as providências devidas, o juiz presidente: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – ordenará as diligências necessárias para sanar qualquer nulidade ou esclarecer fato que interesse ao julgamento da causa; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) II – fará relatório sucinto do processo, determinando sua inclusão em pauta da reunião do Tribunal do Júri. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 424. Quando a lei local de organização judiciária não atribuir ao presidente do Tribunal do Júri o preparo para julgamento, o juiz competente remeterlhe-á os autos do processo preparado até 5 (cinco) dias antes do sorteio a que se refere o art. 433 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Deverão ser remetidos, também, os processos preparados até o encerramento da reunião, para a realização de julgamento. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção IV - Do Alistamento dos Jurados (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 425. Anualmente, serão alistados pelo presidente do Tribunal do Júri de 800 (oitocentos) a 1.500 (um mil e quinhentos) jurados nas comarcas de mais de 1.000.000 (um milhão) de habitantes, de 300 (trezentos) a 700 (setecentos) nas comarcas de mais de 100.000 (cem mil) habitantes e de 80 (oitenta) a 400 (quatrocentos) nas comarcas de menor população. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Nas comarcas onde for necessário, poderá ser aumentado o número de jurados e, ainda, organizada lista de suplentes, depositadas as cédulas em urna especial, com as cautelas mencionadas na o parte final do § 3 do art. 426 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 O juiz presidente requisitará às autoridades locais, associações de classe e de bairro, entidades associativas e culturais, instituições de ensino em geral, universidades, sindicatos, repartições públicas e outros núcleos comunitários a indicação de pessoas que reúnam as condições para exercer a função de jurado. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 426. A lista geral dos jurados, com indicação das respectivas profissões, será publicada pela imprensa até o dia 10 de outubro de cada ano e divulgada em editais afixados à porta do Tribunal do Júri. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 A lista poderá ser alterada, de ofício ou mediante reclamação de qualquer do povo ao juiz presidente até o dia 10 de novembro, data de sua publicação definitiva. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Juntamente com a lista, serão transcritos os arts. 436 a 446 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 Os nomes e endereços dos alistados, em cartões iguais, após serem verificados na presença do Ministério Público, de advogado indicado pela Seção local da Ordem dos Advogados do Brasil e de defensor indicado pelas Defensorias Públicas competentes, permanecerão guardados em urna fechada a chave, sob a responsabilidade do juiz presiden-

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oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas, até o máximo de 8 (oito), qualificando-as e requerendo sua intimação, quando necessário. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 407. As exceções serão processadas em apartado, nos termos dos arts. 95 a 112 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 408. Não apresentada a resposta no prazo legal, o juiz nomeará defensor para oferecê-la em até 10 (dez) dias, concedendo-lhe vista dos autos. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 409. Apresentada a defesa, o juiz ouvirá o Ministério Público ou o querelante sobre preliminares e documentos, em 5 (cinco) dias. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 410. O juiz determinará a inquirição das testemunhas e a realização das diligências requeridas pelas partes, no prazo máximo de 10 (dez) dias. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 411. Na audiência de instrução, proceder-se-á à tomada de declarações do ofendido, se possível, à inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa, nesta ordem, bem como aos esclarecimentos dos peritos, às acareações e ao reconhecimento de pessoas e coisas, interrogando-se, em seguida, o acusado e procedendo-se o debate. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Os esclarecimentos dos peritos dependerão de prévio requerimento e de deferimento pelo juiz. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 As provas serão produzidas em uma só audiência, podendo o juiz indeferir as consideradas irrelevantes, impertinentes ou protelatórias. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 Encerrada a instrução probatória, observar-se-á, se for o caso, o disposto no art. 384 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 4 As alegações serão orais, concedendo-se a palavra, respectivamente, à acusação e à defesa, pelo prazo de 20 (vinte) minutos, prorrogáveis por mais 10 (dez). (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 5 Havendo mais de 1 (um) acusado, o tempo previsto para a acusação e a defesa de cada um deles será individual. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 6 Ao assistente do Ministério Público, após a manifestação deste, serão concedidos 10 (dez) minutos, prorrogando-se por igual período o tempo de manifestação da defesa. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 7 Nenhum ato será adiado, salvo quando imprescindível à prova faltante, determinando o juiz a condução coercitiva de quem deva comparecer. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 8 A testemunha que comparecer será inquirida, independentemente da suspensão da audiência, observada em qualquer caso a ordem estabelecida no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 9 Encerrados os debates, o juiz proferirá a sua decisão, ou o fará em 10 (dez) dias, ordenando que os autos para isso lhe sejam conclusos. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 412. O procedimento será concluído no prazo máximo de 90 (noventa) dias. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção II - Da Pronúncia, da Impronúncia e da Absolvição Sumária (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 413. O juiz, fundamentadamente, pronunciará o acusado, se convencido da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 A fundamentação da pronúncia limitar-se-á à indicação da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, devendo o juiz declarar o dispositivo legal em que julgar incurso o acusado e especificar as circunstâncias qualificadoras e as causas de aumento de pena. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Se o crime for afiançável, o juiz arbitrará o valor da fiança para a concessão ou manutenção da liberdade provisória. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 O juiz decidirá, motivadamente, no caso de manutenção, revogação ou substituição da prisão ou medida restritiva de liberdade anteriormente decretada e, tratando-se de acusado solto, sobre a necessidade da decretação da prisão ou imposição de quaisquer das medidas previstas no Título IX do Livro I deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 414. Não se convencendo da materialidade do fato ou da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, o juiz, fundamentadamente, impronunciará o acusado. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Enquanto não ocorrer a extinção da punibilidade, poderá ser formulada nova denúncia ou queixa se houver prova nova. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 415. O juiz, fundamentadamente, absolverá desde logo o acusado, quando: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – provada a inexistência do fato; (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) II – provado não ser ele autor ou partícipe do fato; (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) III – o fato não constituir infração penal; (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) IV – demonstrada causa de isenção de pena ou de exclusão do crime. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Não se aplica o disposto no inciso IV do caput deste artigo ao caso de inimputabilidade o prevista no caput do art. 26 do Decreto-Lei n 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, salvo quando esta for a única tese defensiva. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 416. Contra a sentença de impronúncia ou de absolvição sumária caberá apelação. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008)

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do acusado ou de defensor constituído. Realizada.719. o § 1 Sempre que possível. 401. 405. o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo que interesse a sua defesa. de 2008). Art. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008). de 2008). conceder às partes o prazo de 5 (cinco) dias sucessivamente para a apresentação de memoriais.extinta a punibilidade do agente. ofendido e testemunhas será feito pelos meios ou recursos de gravação magnética. no prazo de 10 (dez) dias. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008).Da Acusação e da Instrução Preliminar Art. devendo o poder público providenciar sua apresentação. o § 3 Na resposta. 140 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .que o fato narrado evidentemente não constitui crime.719. 398. de 2008) o § 1 O prazo previsto no caput deste artigo será contado a partir do efetivo cumprimento do mandado ou do comparecimento. (Redação dada pela Lei nº 11. (Revogado pela Lei nº 11. Produzidas as provas. de. o acusado. de 2008). § 1 Havendo mais de um acusado.Trabalhando pela sua conquista. ao final da audiência. Art. considerada a complexidade do caso ou o número de acusados. após a manifestação desse. de seu defensor. Parágrafo único. bem como aos esclarecimentos dos peritos. contendo breve resumo dos fatos relevantes nela ocorridos. 404. Nesse número não se compreendem as que não prestaram compromisso e as referidas. por memorial. assinado pelo juiz e pelas partes. interrogando-se. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008). III . por escrito. o querelante e o assistente e. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008). de 2008). 209 deste Código. ou (Incluído pela Lei nº 11. 400.719. de 2008). 403.719. digital ou técnica similar.719. Ordenado diligência considerada imprescindível. do Ministério Público e. Na instrução poderão ser inquiridas até 8 (oito) testemunhas arroladas pela acusação e 8 (oito) pela defesa. respectivamente. no caso de citação inválida ou por edital. o § 2 No caso de registro por meio audiovisual. 399. ressalvado o disposto no art. (Incluído pela Lei nº 11. ordenando a intimação do acusado.719.719. (Incluído pela Lei nº 11. sem necessidade de transcrição. de 2008). (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.719. (Incluído pela Lei nº 11.689. de 2008). de 2008). pela acusação e pela defesa. (Incluído pela Lei nº 11. Art. de 2008) DO PROCEDIMENTO RELATIVO AOS PROCESSOS DA COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL DO JÚRI Seção I . de 2008). na denúncia ou na queixa.689. o juiz proferirá a sentença. Recebida a denúncia ou queixa. Art.719. a seguir. (Incluído pela Lei nº 11. o acusado poderão requerer diligências cuja necessidade se origine de circunstâncias ou fatos apurados na instrução. o § 1 Nesse número não se compreendem as que não prestem compromisso e as referidas.689. a seguir.719. prorrogando-se por igual período o tempo de manifestação da defesa.719.719. (Incluído pela Lei nº 11. podendo o juiz indeferir as consideradas irrelevantes. a diligência determinada.719. o Ministério Público. as partes apresentarão.719. Parágrafo único. nesta ordem. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008). Na audiência de instrução e julgamento. sentença. de 2008). ou sendo indeferido. Art. de 2008).719. ordenará a citação do acusado para responder a acusação. o § 1 As provas serão produzidas numa só audiência. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. inclusive audiovisual. de 2008). o registro dos depoimentos do investigado. suas alegações finais. (Redação dada pela Lei nº 11. indiciado. 402. de 2008). (Incluído pela Lei nº 11. ressalvado o disposto no art.719. Nesse caso. em juízo. Do ocorrido em audiência será lavrado termo em livro próprio. Não havendo requerimento de diligências. em seguida. 406. 406 a 435 CAPÍTULO II (Redação dada pela Lei nº 11. o tempo previsto para a defesa de cada um será individual. 222 deste Código. Na instrução do processo serão inquiridas no máximo oito testemunhas de acusação e até oito de defesa. O juiz. de ofício ou a requerimento da parte. o § 2 A parte poderá desistir da inquirição de qualquer das testemunhas arroladas. até o máximo de 8 (oito). de 2008). o Do procedimento relativo aos processos da competência do Tribunal do Júri arts.719. a audiência será concluída sem as alegações finais. a ser realizada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. de 2008) o § 2 A acusação deverá arrolar testemunhas. Art. (Incluído pela Lei nº 11. destinada a obter maior fidelidade das informações.719. serão oferecidas alegações finais orais por 20 (vinte) minutos. terá o prazo de 10 (dez) dias para proferir a sentença. de 2008). no prazo sucessivo de 5 (cinco) dias. se for o caso. prorrogáveis por mais 10 (dez).719.719. o § 2 Os esclarecimentos dos peritos dependerão de prévio requerimento das partes. estenotipia. ao receber a denúncia ou a queixa. em seguida. proceder-se-á à tomada de declarações do ofendido. de 2008). proferindo o juiz. o § 2 O juiz que presidiu a instrução deverá proferir a sentença. à inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa. (Incluído pela Lei nº 11. e. Art. IV . no prazo de 10 (dez) dias. do querelante e do assistente. às acareações e ao reconhecimento de pessoas e coisas. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008). de 2008). será encaminhado às partes cópia do registro original. o § 2 Ao assistente do Ministério Público. serão concedidos 10 (dez) minutos. (Redação dada pela Lei nº 11.719.719. o juiz designará dia e hora para a audiência. Art.719. o § 1 O acusado preso será requisitado para comparecer ao interrogatório. o § 3 O juiz poderá. impertinentes ou protelatórias.

(Incluído pela Lei nº 11.faltar pressuposto processual ou condição para o exercício da ação penal. de 2008).719. (Redação dada pela Lei nº 9. de 2008).ordinário. (Incluído pela Lei nº 11. de 17. de 17. A denúncia ou queixa será rejeitada quando: (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 9. nos termos dos arts.719.719.DOS PROCESSOS EM ESPÉCIE TÍTULO I . de 2008).719. feita pelo escrivão. (Incluído pela Lei nº 11. o procedimento observará as disposições estabelecidas nos arts. o juiz marcará desde logo.1996) CAPÍTULO II . será observado. 406 a 497 deste Código.719.a existência manifesta de causa excludente da ilicitude do fato. (Redação dada pela Lei nº 9. Será admissível a intimação por despacho na petição em que for requerida. de 2008). de 17. 396A. (Incluído pela Lei nº 11. Art. citado.719. o disposto no Capítulo anterior. de 2008). e parágrafos. dispeno sará a aplicação a que alude o § 1 .Trabalhando pela sua conquista. (Revogado). por qualquer motivo. (Incluído pela Lei nº 11. ainda que não regulados neste Código. especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas. II . o § 1 A exceção será processada em apartado.for manifestamente inepta.719. ou se o acusado. dia e hora para seu prosseguimento. 372. o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo o que interesse à sua defesa. 395 a 398 deste Código aplicam-se a todos os procedimentos penais de primeiro grau.4. a instrução criminal. Estando o acusado no estrangeiro. o juiz nomeará defensor para oferecê-la. se não a rejeitar liminarmente. de 2008). No caso de citação por edital. salvo inimputabilida- Do processo comum: arts.271.1996) Art. 95 a 112 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11. ou (Incluído pela Lei nº 11.271. I . no que for aplicável. de 17. de 2008). o § 3 Nos processos de competência do Tribunal do Júri.1996) Art.719. quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada seja inferior a 4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade.DA INSTRUÇÃO CRIMINAL Art.719.719. no caso de mudança de residência. na presença das partes e testemunhas.719. de 2008). II . para as infrações penais de menor Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 139 . (Incluído pela Lei nº 11. 396.719. de 2008).sumaríssimo. 394. de 2008). oferecer documentos e justificações. 368. oferecida a denúncia ou queixa. na forma da lei. de 17. potencial ofensivo. (Redação dada pela Lei nº 9. de 17.4. Parágrafo único.4. (Redação dada pela Lei nº 11. o § 1 O procedimento comum será ordinário. de 2008). (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.a existência manifesta de causa excludente da culpabilidade do agente. de 2008).719. III . sob pena de nulidade. o § 4 As disposições dos arts. Parágrafo único. do que se lavrará termo nos autos. Após o cumprimento do disposto no art. incluindo. o juiz deverá absolver sumariamente o acusado quando verificar: (Redação dada pela Lei nº 11.719. o nome do acusado. As citações que houverem de ser feitas em legações estrangeiras serão efetuadas mediante carta rogatória. será citado mediante carta rogatória.4.719. suspendendo-se o curso do prazo de prescrição até o seu cumprimento. Nos procedimentos ordinário e sumário. o § 2 Aplica-se a todos os processos o procedimento comum. 370. de 17.719. (Incluído pela Lei nº 9. de 2008). 397.719. ou.719. qualificando-as e requerendo sua intimação. por mandado. (Redação dada pela Lei nº 9. recebê-la-á e ordenará a citação do acusado para responder à acusação. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008).1996) Art. de 2008). (Incluído pela Lei nº 11. sumário e sumaríssimo as disposições do procedimento ordinário. Art. de 2008). de 2008).271. III .271.DAS INTIMAÇÕES Art. Na resposta. (Incluído pela Lei nº 11. Art. de 2008).1996) o § 1 A intimação do defensor constituído.4.271.4. concedendo-lhe vista dos autos por 10 (dez) dias. sumário ou sumaríssimo: (Incluído pela Lei nº 11. Nas intimações dos acusados. o juiz. ou por qualquer outro meio idôneo.1996) o § 3 A intimação pessoal. observado o disposto no art. em lugar sabido. 357. salvo disposições em contrário deste Código ou de lei especial. de 17. do advogado do querelante e do assistente far-se-á por publicação no órgão incumbido da publicidade dos atos judiciais da comarca. (Incluído pela Lei nº 11. 394 a 405 LIVRO II . 371. II . não constituir defensor.271. no prazo de 10 (dez) dias. (Incluído pela Lei nº 11. I . 396-A. Art. de 2008). ou via postal com comprovante de recebimento. 369. não comunicar o novo endereço ao juízo. 395. Adiada.1996) o § 2 Caso não haja órgão de publicação dos atos judiciais na comarca. de 2008). deste Código.4. a intimação far-se-á diretamente pelo escrivão.271. quando necessário. o § 2 Não apresentada a resposta no prazo legal.1996) o § 4 A intimação do Ministério Público e do defensor nomeado será pessoal. (Redação dada pela Lei nº 11.sumário. (Incluído pela Lei nº 9. por escrito.719.4.719.DO PROCESSO COMUM CAPÍTULO I . O procedimento será comum ou especial. Art. o § 5 Aplicam-se subsidiariamente aos procedimentos especial. (Redação dada pela Lei nº 9. I . o prazo para a defesa começará a fluir a partir do comparecimento pessoal do acusado ou do defensor constituído.271.719. (Incluído pela Lei nº 11.faltar justa causa para o exercício da ação penal. das testemunhas e demais pessoas que devam tomar conhecimento de qualquer ato. quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada for igual ou superior a 4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade. de 2008).

III . na forma estabeo lecida nos arts. o § 2 Certificado pelo oficial de justiça que o réu se oculta para não ser citado. Se houver urgência. se houver.Trabalhando pela sua conquista. 312. (Redação dada pela Lei nº 11. decretar prisão preventiva. a precatória será imediatamente devolvida. depois de reconhecida a firma do juiz.719. se for desconhecido. 366.a residência do réu. de 2008). Art. o § 3 (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11. ser-lhe-á nomeado defensor dativo. 354.271. Quando o réu estiver fora do território da jurisdição do juiz processante.o juiz deprecado e o juiz deprecante. se constarem do processo. V . de 2008). Art. A precatória será devolvida ao juiz deprecante. bem como sua residência e profissão.719.Código de Processo Penal Das citações e intimações: arts. II . poderá ser expedida por via telegráfica.719. 352. no caso de n II. 138 Tópicos de Legislação . citado por edital. Se o réu não for encontrado. a este remeterá o juiz deprecado os autos para efetivação da diligência. devendo a afixação ser certificada pelo oficial que a tiver feito e a publicação provada por exemplar do jornal ou certidão do escrivão. será citado por edital. Art.DAS CITAÇÕES E INTIMAÇÕES CAPÍTULO I .o juízo do lugar. com o prazo de 15 (quinze) dias. e. (Redação dada pela Lei nº 10. na certidão. 354. O edital de citação indicará: I . 361. II . A citação inicial far-se-á por mandado. será citado mediante precatória. desde que haja tempo para fazer-se a citação. Parágrafo único. nem constituir advogado. II . 394 e seguintes deste Código. de 1º. como acusado.DAS CITAÇÕES Art.Código de Processo Civil. o prazo será de trinta dias. IV .o prazo. o § 1 Não sendo encontrado o acusado. e sua aceitação ou recusa. que conterá em resumo os requisitos enumerados no art. V . o que a estação expedidora mencionará. depois de lançado o "cumpra-se" e de feita a citação por mandado do juiz deprecado. de 2008).o nome do réu. ou.12. será procedida a citação por edital. na qual se mencionarão dia e hora da citação.o nome do juiz que a determinar. se for o caso. (Incluído pela Lei nº 11.719. de 2008). O edital será afixado à porta do edifício onde funcionar o juízo e será publicado pela imprensa.declaração do oficial. Ill . o oficial de justiça certificará a ocorrência e procederá à citação com hora certa. será notificado assim a ele como ao chefe de sua repartição. (Redação dada pela Lei nº 9. I . II . o dia e a hora em que o réu deverá comparecer. ou da sua afixação. com todas as especificações. Se o réu estiver preso. 357. se for conhecida. . (Redação dada pela Lei nº 11. o de acordo com as circunstâncias. 358. 353. 363. 367. A citação do militar far-se-á por intermédio do chefe do respectivo serviço. citado ou intimado pessoalmente para qualquer ato.792. 362.o juízo e o lugar. Art. No caso do artigo anterior. deixar de comparecer sem motivo justificado. a precatória.1996) Art. o dia e a hora em que o réu deverá comparecer. quando o réu estiver no território sujeito à jurisdição do juiz que a houver ordenado. VI . Art. o processo observará o disposto nos arts. 364. 359.a sede da jurisdição de um e de outro. 351. se o acusado não comparecer. O processo terá completada a sua formação quando realizada a citação do acusado. o prazo será fixado pelo juiz entre 15 (quinze) e 90 (noventa) dias. (Incluído pela Lei nº 11. Art. Art. (Incluído pela Lei nº 11.o fim para que é feita a citação. 351 a 372 TÍTULO X . Completada a citação com hora certa. da entrega da contrafé. os seus sinais característicos. o § 4 Comparecendo o acusado citado por edital. a hora e o lugar em que o réu deverá comparecer. 355.o nome do réu. Art. o § 2 (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11.(revogado).719. não comparecer.2003) Art. IV . de 2008). 227 a 229 da Lei n 5. que será contado do dia da publicação do edital na imprensa. da qual conste a página do jornal com a data da publicação. O processo seguirá sem a presença do acusado que. Art. II . VII . onde houver. Art. Art. os seus sinais característicos. Parágrafo único.leitura do mandado ao citando pelo oficial e entrega da contrafé. de 2008). podendo o juiz determinar a produção antecipada das provas consideradas urgentes e. de 2008). para o fim previsto no art. Verificando que o réu se oculta para não ser citado.o fim para que é feita a citação. o Art. São requisitos da citação por mandado: I . A precatória indicará: I . O mandado de citação indicará: I . 356. Art.719.719.719. 362. O dia designado para funcionário público comparecer em juízo. (Redação dada pela Lei nº 11. será pessoalmente citado. III .o nome do querelante nas ações iniciadas por queixa.o fim para que é feita a citação.o nome do juiz. n I. independentemente de traslado.869.(revogado). em qualquer tempo. 365.o juízo e o dia. (Redação dada pela Lei nº 11. nos termos do disposto no art. Art. se não for conhecido. de 11 de janeiro de 1973 . de 17. o § 1 Verificado que o réu se encontra em território sujeito à jurisdição de outro juiz. IV .4. 360. ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescricional. de 2008). de 2008). ou.719.a subscrição do escrivão e a rubrica do juiz. Se o acusado.

12. ainda que fora da função ou antes de assumi-la. 319 .2003) § 1º .detenção. em conseqüência da vantagem ou promessa. de 2000) o § 2 Se da ação ou omissão resulta dano à Administração Pública ou a outrem: (Incluído pela Lei nº 9. de quinze dias a um mês. além da pena correspondente à violência.detenção. quando devido.983. Corrupção passiva Art. (Redação dada pela Lei nº 8. 322 e 323 Violência arbitrária Art. 314 . 322 . o acesso de pessoas não autorizadas a sistemas de informações ou banco de dados da Administração Pública. sociedade de economia mista. ato de ofício. de três meses a um ano. § 2º .137. com infração de dever funcional.763. (Redação dada pela Lei nº 10. se. cedendo a pedido ou influência de outrem: Pena . e multa.983. se o fato não constitui crime mais grave. de 27.reclusão. de 2000) Parágrafo único. As penas são aumentadas de um terço até a metade se da modificação ou alteração resulta dano para a Administração Pública ou para o administrado.Extraviar livro oficial ou qualquer documento. ainda que fora da função ou antes de assumi-la. exerce cargo.983.983.detenção.Retardar ou deixar de praticar. indevidamente. § 1º . de seis meses a dois anos. ou multa. 325 . (Incluído pela Lei nº 9. de 2000) Pena . total ou parcialmente: Pena .Se do fato resulta prejuízo público: Pena . e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública. embora transitoriamente ou sem remuneração. fora dos casos permitidos em lei: Pena . similar. (Incluído pela Lei nº 9. ou facilitarlhe a revelação: Pena . ou.se utiliza. e multa. emprega na cobrança meio vexatório ou gravoso.Considera-se funcionário público. ou praticá-lo contra disposição expressa de lei. e multa. direta ou indiretamente. Deixar o Diretor de Penitenciária e/ou agente público.Abandonar cargo público. e multa. de rádio ou Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 137 .137. de seis meses a três anos. e multa. de cumprir seu dever de vedar ao preso o acesso a aparelho telefônico. para si ou para outrem. vantagem indevida: Pena . § 2º . de 3 (três) meses a 2 (dois) anos.(Incluído pela Lei nº 9. em proveito próprio ou de outrem. de um a quatro anos. de 3 (três) meses a 1 (um) ano. de informações ou programa de informática sem autorização ou solicitação de autoridade competente: (Incluído pela Lei nº 9. de 2000) Pena . de dois a oito anos. 327 .reclusão.Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo. de 2000) Funcionário público Art. Arts. no exercício de função ou a pretexto de exercê-la: Pena . de três a oito anos. e multa. 319 e 320 Prevaricação Art.1990) Pena .permite ou facilita.detenção. de 2000) Extravio.12.reclusão.Revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo. fornecimento e empréstimo de senha ou qualquer outra forma. o funcionário retarda ou deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional.983. para satisfazer interesse ou sentimento pessoal: Pena .reclusão.983. para os efeitos penais. Pena: detenção.detenção. o que recebeu indevidamente para recolher aos cofres públicos: Pena . 316 . de 2007).detenção.A pena será aumentada da terça parte quando os autores dos crimes previstos neste Capítulo forem ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta. quem. emprego ou função pública. emprego ou função em entidade paraestatal. (Incluído pela Lei nº 9.983.Solicitar ou receber.Se o fato ocorre em lugar compreendido na faixa de fronteira: Pena .A pena é aumentada de um terço. de dois a doze anos.detenção.11. (Incluído pela Lei nº 9. mediante atribuição. de 27.detenção. sonegação ou inutilização de livro ou documento Art. ou aceitar promessa de tal vantagem: Pena .reclusão.reclusão.Se o funcionário exige tributo ou contribuição social que sabe ou deveria saber indevido. ou multa. Arts. Art. indevidamente. § 1º . se o fato não constitui crime mais grave. de 12. que permita a comunicação com outros presos ou com o ambiente externo: (Incluído pela Lei nº 11. Excesso de exação § 1º . que a lei não autoriza: (Redação dada pela Lei nº 8.Se o funcionário desvia. deixa de praticar ou retarda ato de ofício.799. direta ou indiretamente. 325 e 327 Violação de sigilo funcional Art. sonegá-lo ou inutilizá-lo. e multa. de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Trabalhando pela sua conquista. do acesso restrito.Se o funcionário pratica. de que tem a guarda em razão do cargo.983. de 2000) I . mas em razão dela. 316 e 317 Concussão Art. de três meses a um ano. 319-A.Praticar violência. 317 . de três meses a um ano.983. mas em razão dela. (Incluído pela Lei nº 6. empresa pública ou fundação instituída pelo poder público. (Incluído pela Lei nº 9. ou multa. de um a três anos. 323 . de 2 (dois) a 12 (doze) anos. vantagem indevida. de 2000) II . e multa. de 2000) § 2º .Exigir. Abandono de função Art. de 1980) Arts. para si ou para outrem.1990) § 2º .466. Arts. e multa. o § 1 Nas mesmas penas deste artigo incorre quem: (Incluído pela Lei nº 9.

§ 5º Expirado o prazo sem revogação. de acordo com audiências previamente anunciadas. de um a quatro anos. recebeu por erro de outrem: Pena . no curso do prazo.DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CAPÍTULO I . Nos casos em que esta Lei passa a exigir representação para a propositura da ação penal pública.Se o funcionário concorre culposamente para o crime de outrem: Pena . o processo prosseguirá em seus ulteriores termos. alterar ou excluir indevidamente dados corretos nos sistemas informatizados ou bancos de dados da Administração Pública com o fim de obter vantagem indevida para si ou para outrem ou para causar dano: (Incluído pela Lei nº 9.reclusão.1999) Art.O. 91. e as audiências realizadas fora da sede da Comarca. mensalmente. § 3º A suspensão será revogada se.Trabalhando pela sua conquista. 97. Art.244. Os Estados. As disposições desta Lei não se aplicam no âmbito da Justiça Militar. 95. de 27.Apropriar-se o funcionário público de dinheiro.reclusão. de 2 (dois) a 12 (doze) anos. no exercício do cargo. no que não forem incompatíveis com esta Lei. público ou particular.No caso do parágrafo anterior. sem autorização do Juiz. Esta Lei entra em vigor no prazo de sessenta dias após a sua publicação.Aplica-se a mesma pena.U. § 2º O Juiz poderá especificar outras condições a que fica subordinada a suspensão. § 6º Não correrá a prescrição durante o prazo de suspensão do processo. Art. e multa. ou descumprir qualquer outra condição imposta. a reparação do dano. embora não tendo a posse do dinheiro. 313-A. Jobim Este texto não substitui o publicado no D. em bairros ou cidades a ela pertencentes. 312 . o beneficiário vier a ser processado por outro crime ou não efetuar. ou concorre para que seja subtraído. se o funcionário público. (Artigo incluído pela Lei nº 9.detenção. 94. sob pena de decadência.611. Peculato mediante erro de outrem Art. o funcionário. 174º da Independência e 107º da República. valor ou qualquer outro bem móvel. Inserção de dados falsos em sistema de informações (Incluído pela Lei nº 9. Brasília. por contravenção. § 7º Se o acusado não aceitar a proposta prevista neste artigo. a reparação do dano. sistema 136 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Distrito Federal e Territórios criarão e instalarão os Juizados Especiais no prazo de seis meses. de 2000) Art. 313 . 96. em proveito próprio ou alheio. III – proibição de ausentar-se da comarca onde reside. de 2 de abril de 1965 e a Lei nº 7. Lei Estadual disporá sobre o Sistema de Juizados Especiais Cíveis e Criminais.9. de que tem a posse em razão do cargo. Art. e multa.Apropriar-se de dinheiro ou qualquer utilidade que. Art.983. § 1º .983. reduz de metade a pena imposta.DOS CRIMES PRATICADOS POR FUNCIONÁRIO PÚBLICO CONTRA A ADMINISTRAÇÃO EM GERAL Peculato Art. 92.983.983. no curso do prazo. de três meses a um ano. Art. de 2000) Modificação ou alteração não autorizada de sistema de informações (Incluído pela Lei nº 9.reclusão. I – reparação do dano. sua organização. composição e competência.Código Penal Dos crimes praticados por funcionários públicos contra a administração: arts. ou desviá-lo. sem motivo justificado. 93. de 7 de novembro de 1984.9. salvo impossibilidade de fazê-lo. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Nelson A. a inserção de dados falsos. Capítulo IV Disposições Finais Comuns Art. 90. IV – comparecimento pessoal e obrigatório a juízo. II – proibição de freqüentar determinados lugares. Ficam revogadas a Lei nº 4. Inserir ou facilitar. 90-A. a contar da vigência desta Lei. de 2000) Art. Aplicam-se subsidiariamente as disposições dos Códigos Penal e de Processo Penal. o ofendido ou seu representante legal será intimado para oferecê-la no prazo de trinta dias.719-9) Art. 313-B. As disposições desta Lei não se aplicam aos processos penais cuja instrução já estiver iniciada. o subtrai. (Incluído pela Lei nº 9. o funcionário autorizado. ocupando instalações de prédios públicos. em proveito próprio ou alheio: Pena . Art. se lhe é posterior. desde que adequadas ao fato e à situação pessoal do acusado. de dois a doze anos. de 27. para informar e justificar suas atividades.839. Os serviços de cartório poderão ser prestados. extingue a punibilidade. de 2000)) Pena . e multa. o Juiz declarará extinta a punibilidade. 312 a 314 TÍTULO XI . valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário. Peculato culposo § 2º . Modificar ou alterar. (Vide ADIN nº 1.1995 MATÉRIA CRIMINAL E PROCESSUAL . § 4º A suspensão poderá ser revogada se o acusado vier a ser processado. valor ou bem. se precede à sentença irrecorrível. § 3º . 26 de setembro de 1995.

82. poderá propor a suspensão do processo. Art. Caberão embargos de declaração quando. § 2º O recorrido será intimado para oferecer resposta escrita no prazo de dez dias. 83. serão intimados nos termos do art. Art. houver obscuridade.Disposições Finais Art. será dada a palavra ao defensor para responder à acusação. devendo a ela trazer suas testemunhas ou apresentar requerimento para intimação. § 3º As partes poderão requerer a transcrição da gravação da fita magnética a que alude o § 3º do art. 81. nos termos da lei. poderá suspender o processo. Nos crimes em que a pena mínima cominada for igual ou inferior a um ano. se na fase preliminar não tiver havido possibilidade de tentativa de conciliação e de oferecimento de proposta pelo Ministério Público. Efetuado o pagamento. conforme dispuser lei estadual. se presente. Além das hipóteses do Código Penal e da legislação especial. sob as seguintes condições: Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 135 . Seção VI . o responsável civil e seus advogados. entregando-se cópia ao acusado. será processada perante o órgão competente. quando imprescindível. 78. § 2º Quando opostos contra sentença. 86. impertinentes ou protelatórias. Aberta a audiência. contradição. 74 e 76. a condução coercitiva de quem deva comparecer. Não efetuado o pagamento de multa. § 1º Todas as provas serão produzidas na audiência de instrução e julgamento. será reduzida a termo. que com ela ficará citado e imediatamente cientificado da designação de dia e hora para a audiência de instrução e julgamento. A execução das penas privativas de liberdade e restritivas de direitos. 74 e 75 desta Lei. no prazo de cinco dias. proceder-se-á nos termos dos arts. Art. da qual constarão as razões e o pedido do recorrente. 66 desta Lei. Art. Oferecida a denúncia ou queixa. dependerá de representação a ação penal relativa aos crimes de lesões corporais leves e lesões culposas. 79. determinando o Juiz. Art. Art. no mínimo cinco dias antes de sua realização. 80. será feita a conversão em pena privativa da liberdade. este. Nenhum ato será adiado. ou restritiva de direitos. o Ministério Público. 67 desta Lei. contendo breve resumo dos fatos relevantes ocorridos em audiência e a sentença. § 1º A apelação será interposta no prazo de dez dias. da qual também tomarão ciência o Ministério Público. abrangidas ou não por esta Lei. 84. 77 do Código Penal). Art. 67 desta Lei para comparecerem à audiência de instrução e julgamento. Seção IV . em sentença ou acórdão. 72. contados da ciência da decisão. contados da ciência da sentença pelo Ministério Público. Da decisão de rejeição da denúncia ou queixa e da sentença caberá apelação. as despesas processuais serão reduzidas. a súmula do julgamento servirá de acórdão. 65 desta Lei. § 3º Na ação penal de iniciativa do ofendido poderá ser oferecida queixa oral. será citado na forma dos arts. o Juiz declarará extinta a punibilidade. podendo o Juiz limitar ou excluir as que considerar excessivas.Trabalhando pela sua conquista. § 2º De todo o ocorrido na audiência será lavrado termo. os embargos de declaração suspenderão o prazo para o recurso. § 1º Aceita a proposta pelo acusado e seu defensor. Parágrafo único. 85. seu cumprimento far-se-á mediante pagamento na Secretaria do Juizado. serão ouvidas a vítima e as testemunhas de acusação e defesa. § 4º). interrogando-se a seguir o acusado. § 3º Os erros materiais podem ser corrigidos de ofício. § 3º As testemunhas arroladas serão intimadas na forma prevista no art. exceto para fins de requisição judicial. ao oferecer a denúncia. dispensado o relatório. § 2º Não estando presentes o ofendido e o responsável civil. § 3º A sentença. Art. que poderá ser julgada por turma composta de três Juízes em exercício no primeiro grau de jurisdição. § 5º Se a sentença for confirmada pelos próprios fundamentos. ou não. 73. reunidos na sede do Juizado. mento das peças existentes. Art. mencionará os elementos de convicção do Juiz. pelo réu e seu defensor. por dois a quatro anos. passando-se imediatamente aos debates orais e à prolação da sentença. desde que o acusado não esteja sendo processado ou não tenha sido condenado por outro crime. na forma do parágrafo único do art. Nos casos de homologação do acordo civil e aplicação de pena restritiva de direitos ou multa (arts. ou de multa cumulada com estas. Seção V . por petição escrita. recebendo a denúncia. omissão ou dúvida. 66 e 68 desta Lei e cientificado da data da audiência de instrução e julgamento. 88.Das Despesas Processuais Art.Da Execução Art. havendo recebimento. 87. o ofendido. presentes os demais requisitos que autorizariam a suspensão condicional da pena (art. determinando que a condenação não fique constando dos registros criminais. nos termos previstos em lei. § 1º Se o acusado não estiver presente. Aplicada exclusivamente pena de multa. 89. após o que o Juiz receberá. § 1º Os embargos de declaração serão opostos por escrito ou oralmente. § 4º As partes serão intimadas da data da sessão de julgamento pela imprensa. a denúncia ou queixa. submetendo o acusado a período de prova. 66 desta Lei. assinado pelo Juiz e pelas partes. cabendo ao Juiz verificar se a complexidade e as circunstâncias do caso determinam a adoção das providências previstas no parágrafo único do art. na presença do Juiz. No dia e hora designados para a audiência de instrução e julgamento.

na forma da lei local. à pena privativa de liberdade. Art. Parágrafo único. será submetida à apreciação do Juiz.Trabalhando pela sua conquista. ou pela não ocorrência da hipótese prevista no art.Da Fase Preliminar Art. terá eficácia de título a ser executado no juízo civil competente. Art. Parágrafo único. preferentemente entre bacharéis em Direito. após a lavratura do termo. de imediato. Em caso de violência doméstica. domicílio ou local de convivência com a vítima. a ser especificada na proposta. 76 desta Lei. que poderá ser exercido no prazo previsto em lei. Art. por sentença definitiva. o Juiz poderá reduzi-la até a metade. a Secretaria providenciará sua intimação e. Tratando-se de ação penal de iniciativa privada ou de ação penal pública condicionada à representação. denúncia oral. com a advertência de que. ou ainda por qualquer meio idôneo de comunicação. o responsável civil. Havendo representação ou tratando-se de crime de ação penal pública incondicionada. 68. Art. A conciliação será conduzida pelo Juiz ou por conciliador sob sua orientação. o Juiz esclarecerá sobre a possibilidade da composição dos danos e da aceitação da proposta de aplicação imediata de pena não privativa de liberdade. a do responsável civil. o Ministério Público oferecerá ao Juiz. na forma dos arts. o Ministério Público poderá propor a aplicação imediata de pena restritiva de direitos ou multas. 72. Parágrafo único. § 1º Para o oferecimento da denúncia. 69 desta Lei. Art. 77. § 1º Nas hipóteses de ser a pena de multa a única aplicável. O não oferecimento da representação na audiência preliminar não implica decadência do direito. Art.455. constará a necessidade de seu comparecimento acompanhado de advogado. o juiz poderá determinar. (Redação dada pela Lei nº 10. da qual ambos sairão cientes.Do Procedimento Sumariíssimo Art. nem se exigirá fiança. bem como os motivos e as circunstâncias. e não terá efeitos civis. pela aplicação de pena restritiva ou multa. acompanhados por seus advogados. 70. 73. 76. 69. § 2º Se a complexidade ou circunstâncias do caso não permitirem a formulação da denúncia. homologada pelo Juiz mediante sentença irrecorrível. presente o representante do Ministério Público. se for o caso. como medida de cautela. o acordo homologado acarreta a renúncia ao direito de queixa ou representação. § 5º Da sentença prevista no parágrafo anterior caberá a apelação referida no art. 75. pela ausência do autor do fato. for imediatamente encaminhado ao juizado ou assumir o compromisso de a ele comparecer. Parágrafo único. com dispensa do inquérito policial. Na ação penal de iniciativa pública. que não importará em reincidência. Parágrafo único. Ao autor do fato que. 74. Dos atos praticados em audiência considerar-se-ão desde logo cientes as partes. quando não houver aplicação de pena. pela prática de crime. a conduta social e a personalidade do agente. após a lavratura do termo. sendo registrada apenas para impedir novamente o mesmo benefício no prazo de cinco anos. o Juiz aplicará a pena restritiva de direitos ou multa. § 6º A imposição da sanção de que trata o § 4º deste artigo não constará de certidão de antecedentes criminais. não sendo caso de arquivamento. Comparecendo o autor do fato e a vítima. se possível. salvo para os fins previstos no mesmo dispositivo. Art. seu afastamento do lar. for imediatamente encaminhado ao Juizado ou assumir o compromisso de a ele comparecer. que será elaborada com base no termo de ocorrência referido no art. ser necessária e suficiente a adoção da medida. que será reduzida a termo. Não obtida a composição dos danos civis. Seção III . 67 e 68 desta Lei. A composição dos danos civis será reduzida a escrito e. Na audiência preliminar. ser-lhe-á designado defensor público. II – ter sido o agente beneficiado anteriormente. § 3º Aceita a proposta pelo autor da infração e seu defensor. com o autor do fato e a vítima. Os conciliadores são auxiliares da Justiça. será dada imediatamente ao ofendido a oportunidade de exercer o direito de representação verbal. cabendo aos interessados propor ação cabível no juízo cível. o Ministério Público poderá requerer ao Juiz o encaminha- 134 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . por oficial de justiça. § 4º Acolhendo a proposta do Ministério Público aceita pelo autor da infração. os interessados e defensores. 82 desta Lei. Do ato de intimação do autor do fato e do mandado de citação do acusado. A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado. excluídos os que exerçam funções na administração da Justiça Criminal. de 13.5. prescindir-se-á do exame do corpo de delito quando a materialidade do crime estiver aferida por boletim médico ou prova equivalente. se não houver necessidade de diligências imprescindíveis. Ao autor do fato que. não se imporá prisão em flagrante.2002)) Art. § 2º Não se admitirá a proposta se ficar comprovado: I – ter sido o autor da infração condenado. providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários. será designada data próxima. nem se exigirá fiança. e não sendo possível a realização imediata da audiência preliminar. independentemente de mandado ou carta precatória. recrutados. nos termos deste artigo. Na falta do comparecimento de qualquer dos envolvidos. não se imporá prisão em flagrante. 71. o autor do fato e a vítima e. III – não indicarem os antecedentes. Parágrafo único. na sua falta. no prazo de cinco anos. Seção II.

o pagamento do débito a prazo ou a prestação.313. (Redação dada pela Lei nº 11. valendo a sentença como título executivo judicial. decorrentes da aplicação das regras de conexão e continência. de qualquer natureza ou valor. 61. e eficaz para a solução do litígio. de 2001) Art. 22 e 23 a causas não abrangidas por esta Lei. Na execução não serão contadas custas. de 2006) Parágrafo único. na forma do § 1º do art. Art.259. § 4º Não encontrado o devedor ou inexistindo bens penhoráveis. objetivando. ou julgados improcedentes. atendidos os critérios indicados no art. o recorrente. II – improcedentes os embargos do devedor. Os atos realizados em audiência de instrução e julgamento poderão ser gravados em fita magnética ou equivalente. Art. serão implantadas as curadorias necessárias e o serviço de assistência judiciária. O processo perante o Juizado Especial orientar-se-á pelos critérios da oralidade. salvo quando: I – reconhecida a litigância de má-fé. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 133 .313.Da Competência e dos Atos Processuais Art. O Juizado Especial Criminal. O acordo extrajudicial. observar-se-ão os institutos da transação penal e da composição dos danos civis.Das Despesas Art. Em segundo grau. Os atos processuais serão válidos sempre que preencherem as finalidades para as quais foram realizados. Consideram-se infrações penais de menor potencial ofensivo. tem competência para a conciliação. com aviso de recebimento pessoal ou. sempre que possível. a reparação dos danos sofridos pela vítima e a aplicação de pena não privativa de liberdade. que será obrigatoriamente identificado. Valerá como título extrajudicial o acordo celebrado pelas partes. qualquer das partes poderá requerer ao Juiz a adoção de uma das alternativas do parágrafo anterior.Dos Juizados Especiais Criminais Disposições Gerais Art. do valor corrigido da causa. Art. 57. Seção XVI . as contravenções penais e os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a 2 (dois) anos. As normas de organização judiciária local poderão estender a conciliação prevista nos arts. 66. entre outras medidas cabíveis. 54. Capítulo III . Não se admitirá ação rescisória nas causas sujeitas ao procedimento instituído por esta Lei. para os efeitos desta Lei. O acesso ao Juizado Especial independerá. tratando-se de pessoa jurídica ou firma individual. 56. ou por mandado. Seção I . tem competência para a conciliação. A sentença de primeiro grau não condenará o vencido em custas e honorários de advogado. A competência do Juizado será determinada pelo lugar em que foi praticada a infração penal. conforme dispuserem as normas de organização judiciária. Art. O preparo do recurso. Consideram-se infrações penais de menor potencial ofensivo. ressalvados os casos de litigância de má-fé. (Redação dada pela Lei nº 11. Na reunião de processos. provido por juízes togados ou togados e leigos. de 2006) Art. mediante entrega ao encarregado da recepção. 61. taxas ou despesas. (Incluído pela Lei nº 11. Parágrafo único. de 2006) Art. § 3º Serão objeto de registro escrito exclusivamente os atos havidos por essenciais. Parágrafo único. Os atos processuais serão públicos e poderão realizar-se em horário noturno e em qualquer dia da semana. Art. III – tratar-se de execução de sentença que tenha sido objeto de recurso improvido do devedor.313. sendo necessário. 65. 59. 67. O Juizado Especial Criminal. respeitadas as regras de conexão e continência. § 2º A prática de atos processuais em outras comarcas poderá ser solicitada por qualquer meio hábil de comunicação. o Juiz encaminhará as peças existentes ao Juízo comum para adoção do procedimento previsto em lei. em primeiro grau de jurisdição. 62 desta Lei. § 3º Não apresentados os embargos em audiência. Art. vencido. não havendo condenação. Instituído o Juizado Especial. de 2001) Art. Seção XVII . devolvendo-se os documentos ao autor. (Vide Lei nº 10. 60. 42 desta Lei. informalidade. perante o juízo comum ou o tribunal do júri. A intimação far-se-á por correspondência. cumulada ou não com multa. 63. se possível com dispensa da alienação judicial. pagará as custas e honorários de advogado. 58. 62.Disposições Finais Art. o julgamento e a execução das infrações penais de menor potencial ofensivo. Parágrafo único. (Vide Lei nº 10. economia processual e celeridade.Trabalhando pela sua conquista. por instrumento escrito. 55. no juízo competente. o julgamento e a execução das infrações penais de menor potencial ofensivo. do pagamento de custas. para os efeitos desta Lei. referendado pelo órgão competente do Ministério Público. independentemente de termo. a dação em pagamento ou a imediata adjudicação do bem penhorado.259. excetuados os casos em que a lei preveja procedimento especial. Art. 64. poderá ser homologado. o processo será imediatamente extinto. inclusive aquelas dispensadas em primeiro grau de jurisdição. sempre que possível. provido por Juízes togados ou togados e leigos. 60. compreenderá todas as despesas processuais. ou. Art. que serão fixados entre dez por cento e vinte por cento do valor de condenação ou. as contravenções penais e os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a um ano. § 1º Não se pronunciará qualquer nulidade sem que tenha havido prejuízo. ressalvada a hipótese de assistência judiciária gratuita. devendo o conciliador propor. A citação será pessoal e far-se-á no próprio Juizado. Não encontrado o acusado para ser citado. Parágrafo único.

o Juiz. IX). sob pena de multa diária. c) erro de cálculo. 48. contendo a conversão em Bônus do Tesouro Nacional – BTN ou índice equivalente. a súmula do julgamento servirá de acórdão. Seção XIV . A execução de título executivo extrajudicial. quando evidenciada a malícia do devedor na execução do julgado. fixado o valor que o devedor deve depositar para as despesas. O recurso terá somente efeito devolutivo. IX – o devedor poderá oferecer embargos. Art. será buscado o meio mais rápido 132 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . com as modificações introduzidas por esta Lei. o disposto no Código de Processo Civil. que o Juiz de imediato arbitrará. após a conciliação. de juros e de outras parcelas serão efetuados por servidor judicial. quando comprovar que a ausência decorre de força maior. nos autos da execução.Trabalhando pela sua conquista. na sentença ou acórdão. II – quando inadmissível o procedimento instituído por esta Lei ou seu prosseguimento. 45. 49. fundamentação sucinta e parte dispositiva. § 1º Efetuada a penhora. Seção XV .Da Execução Art. quando se tratar de alienação de bens de pequeno valor. Não cumprida a obrigação. 13 desta Lei. de honorários. do pagamento das custas. Quando interpostos contra sentença. houver obscuridade. no valor de até quarenta salários mínimos. em qualquer hipótese.Dos Embargos de Declaração Art. seguindo-se a execução por quantia certa. no que couber. o Juiz poderá autorizar o devedor. proceder-se-á desde logo à execução. 8º desta Lei. na própria audiência em que for proferida. As partes serão intimadas da data da sessão de julgamento. na sentença ou na fase de execução. a habilitação depender de sentença ou não se der no prazo de trinta dias. 43. VI – na obrigação de fazer. 51. correndo por conta do requerente as despesas respectivas. Parágrafo único. contradição. quando poderá oferecer embargos (art. as partes serão ouvidas. o autor não promover a citação dos sucessores no prazo de trinta dias da ciência do fato. a Secretaria intimará o recorrido para oferecer resposta escrita no prazo de dez dias. o Juiz pode determinar o cumprimento por outrem. IV – quando sobrevier qualquer dos impedimentos previstos no art. aplicando-se. nos casos de alienação de bem móvel. As partes poderão requerer a transcrição da gravação da fita magnética a que alude o § 3º do art. omissão ou dúvida. no prazo de cinco dias. O julgamento em segunda instância constará apenas da ata. e tendo havido solicitação do interessado.Da Extinção do Processo Sem Julgamento do Mérito Art. para evitar dano irreparável para a parte. IV – não cumprida voluntariamente a sentença transitada em julgado. e advertido dos efeitos do seu descumprimento (inciso V). contados da ciência da decisão. Art. Os embargos de declaração serão interpostos por escrito ou oralmente. Extingue-se o processo. III – quando for reconhecida a incompetência territorial. o credor poderá requerer a elevação da multa ou a transformação da condenação em perdas e danos. 47. dispensada nova citação. Sendo o preço inferior ao da avaliação. se ele correu à revelia. d) causa impeditiva. III – a intimação da sentença será feita. obedecerá ao disposto no Código de Processo Civil. § 2º No caso do inciso I deste artigo. o devedor será intimado a comparecer à audiência de conciliação. Art. VI – quando. com a indicação suficiente do processo. § 2º Após o preparo. a parte poderá ser isentada. o credor ou terceira pessoa idônea a tratar da alienação do bem penhorado. Art. Se o pagamento não for à vista. modificativa ou extintiva da obrigação. arbitrada de acordo com as condições econômicas do devedor. Art. falecido o autor. incluída a multa vencida de obrigação de dar. 52. a qual se aperfeiçoará em juízo até a data fixada para a praça ou leilão. VII – na alienação forçada dos bens. versando sobre: a) falta ou nulidade da citação no processo. (VETADO) Seção XIII . interposição. o vencido será instado a cumprir a sentença tão logo ocorra seu trânsito em julgado. Caberão embargos de declaração quando. II – os cálculos de conversão de índices. Art. b) manifesto excesso de execução. Se a sentença for confirmada pelos próprios fundamentos. além dos casos previstos em lei: I – quando o autor deixar de comparecer a qualquer das audiências do processo. por escrito ou verbalmente. de fazer. V – quando. para a hipótese de inadimplemento. será oferecida caução idônea. § 1º A extinção do processo independerá. sempre que possível. ou hipotecado o imóvel. 50. que poderá ser verbal. pelo Juiz. falecido o réu. Os erros materiais podem ser corrigidos de ofício. os embargos de declaração suspenderão o prazo para recurso. podendo o Juiz dar-lhe efeito suspensivo. Nessa intimação. § 2º Na audiência. 46. Art. V – nos casos de obrigação de entregar. de prévia intimação pessoal das partes. sob pena de deserção. com as seguintes alterações: I – as sentenças serão necessariamente líquidas. VIII – é dispensada a publicação de editais em jornais. cominará multa diária. superveniente à sentença. ou de não fazer. 44. A execução da sentença processar-se-á no próprio Juizado. 52. 53. Art.

se assim for requerido. pelo juízo arbitral. Não instituído o juízo arbitral. Seção IX .Da Resposta do Réu Art. comparecerão à audiência de instrução e julgamento levadas pela parte que as tenha arrolado. Ao término da instrução. poderá o Juiz. os informes trazidos nos depoimentos. Não comparecendo o demandado. 32. na contestação. 38. Art. Art. podendo decidir por eqüidade. proferida a sentença. 24. ainda que não requeridas previamente. 36. Art. desde logo. Parágrafo único. É ineficaz a sentença condenatória na parte que exceder a alçada estabelecida nesta Lei. A contestação. 29. desde que não resulte prejuízo para a defesa. de ofício ou a requerimento das partes. § 1º O requerimento para intimação das testemunhas será apresentado à Secretaria no mínimo cinco dias antes da audiência de instrução e julgamento. caberá recurso para o próprio Juizado. Art. 31. a data para a audiência de instrução. 27. em exercício no primeiro grau de jurisdição. A instrução poderá ser dirigida por Juiz leigo. Art. No curso da audiência. exceto argüição de suspeição ou impedimento do Juiz. Todos os meios de prova moralmente legítimos. em seguida. Não se admitirá a reconvenção. Art. conterá toda matéria de defesa. Art. com a escolha do árbitro pelas partes. Não obtida a conciliação. 5º e 6º desta Lei. Obtida a conciliação. por petição escrita. na forma prevista nesta Lei. independentemente de termo de compromisso. da qual constarão as razões e o pedido do recorrente. Art. no essencial. proceder-se-á imediatamente à audiência de instrução e julgamento. Na audiência de instrução e julgamento serão ouvidas as partes. independentemente de intimação. É lícito ao réu. 22. com breve resumo dos fatos relevantes ocorridos em audiência.Da Instrução e Julgamento Art.Da Sentença Art. que se processará na forma da legislação em vigor. Art. permitida às partes a apresentação de parecer técnico. § 1º O preparo será feito. que poderá homologá-la. 41. Todas as provas serão produzidas na audiência de instrução e julgamento. 40. Sobre os documentos apresentados por uma das partes. impertinentes ou protelatórias. 23. será a audiência designada para um dos quinze dias subseqüentes. colhida a prova e. § 2º No recurso. Art. esta será reduzida a escrito e homologada pelo Juiz togado. formular pedido em seu favor. devendo a sentença referir. o árbitro apresentará o laudo ao Juiz togado para homologação por sentença irrecorrível. podendo o Juiz limitar ou excluir as que considerar excessivas. o Juiz poderá determinar sua imediata condução. o Juiz poderá inquirir técnicos de sua confiança. 42. nas quarenta e oito horas seguintes à Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 131 . excetuada a homologatória de conciliação ou laudo arbitral. Se este não estiver presente. que será desde logo fixada. § 2º Não comparecendo a testemunha intimada. na forma dos arts. 25. contados da ciência da sentença. ainda que genérico o pedido. proferir outra em substituição ou. 34. Parágrafo único. as partes serão obrigatoriamente representadas por advogado. 35. O autor poderá responder ao pedido do réu na própria audiência ou requerer a designação da nova data. sem interrupção da audiência. § 1º O recurso será julgado por uma turma composta por três Juízes togados. ou nos cinco dias subseqüentes. § 2º O árbitro será escolhido dentre os juízes leigos. 3º desta Lei. Art. se necessário. de imediato. A conciliação será conduzida pelo Juiz togado ou leigo ou por conciliador sob sua orientação. as partes e testemunhas eventualmente presentes. 37.Trabalhando pela sua conquista. sob a supervisão de Juiz togado. Quando a prova do fato exigir. Art. o Juiz togado proferirá sentença. Seção X . As demais questões serão decididas na sentença. O árbitro conduzirá o processo com os mesmos critérios do Juiz. O Juiz leigo que tiver dirigido a instrução proferirá sua decisão e imediatamente a submeterá ao Juiz togado. antes de se manifestar. Parágrafo único. Seção XI Das Provas Art. Da sentença. Parágrafo único. de comum acordo. Não sendo possível a sua realização imediata. reunidos na sede do Juizado. dispensado o relatório. 30. que será oral ou escrita. realizar inspeção em pessoas ou coisas. § 1º O juízo arbitral considerar-se-á instaurado. determinar a realização de atos probatórios indispensáveis. Seção XII . desde que fundado nos mesmos fatos que constituem objeto da controvérsia. independentemente de intimação. 26. As testemunhas. do concurso da força pública. A prova oral não será reduzida a escrito. nos limites do art. cientes. A sentença mencionará os elementos de convicção do Juiz. 28. Art. O recurso será interposto no prazo de dez dias. até o máximo de três para cada parte. o Juiz convocá-lo-á e designará. Não se admitirá sentença condenatória por quantia ilíquida. que lhe relatará informalmente o verificado. valendo-se. Art. manifestar-se-á imediatamente a parte contrária. Art. as partes poderão optar. ainda que não especificados em lei. cientes todos os presentes. Serão decididos de plano todos os incidentes que possam interferir no regular prosseguimento da audiência. Parágrafo único. 39. Parágrafo único. Art. mediante sentença com eficácia de título executivo. Art. ou determinar que o faça pessoa de sua confiança. ou mediante esta. são hábeis para provar a veracidade dos fatos alegados pelas partes. 33.

Art. de plano. Art. independentemente de distribuição e autuação. nas de valor superior. desde logo. reputando-se eficazes as intimações enviadas ao local anteriormente indicado. poderá ser dispensada a contestação formal e ambos serão apreciados na mesma sentença. Art. especialmente quanto ao disposto no § 3º do art. 14. na forma da lei local. sendo pessoa jurídica ou titular de firma individual. Art. atendidos os critérios indicados no art. na ausência da comunicação. § 2º O maior de dezoito anos poderá ser autor. independentemente de assistência. desde logo. 2º desta Lei. a realizar-se no prazo de quinze dias. Seção VIII .dos atos processuais Art. de forma simples e em linguagem acessível: I – o nome. Comparecendo inicialmente ambas as partes. Seção VI . § 3º O mandato ao advogado poderá ser verbal. considerar-se-ão verdadeiras as alegações iniciais. poderá ser representado por preposto credenciado. a Secretaria do Juizado designará a sessão de conciliação. Aberta a sessão. 21. 19.Da Revelia Art. § 1º Somente as pessoas físicas capazes serão admitidas a propor ação perante o Juizado Especial. § 2º As partes comunicarão ao juízo as mudanças de endereço ocorridas no curso do processo. Os pedidos mencionados no art. inclusive para fins de conciliação. Seção IV . dispensados o registro prévio de pedido e a citação. II – tratando-se de pessoa jurídica ou firma individual. Art. § 1º Sendo facultativa a assistência. § 3º O pedido oral será reduzido a escrito pela Secretaria do Juizado. As intimações serão feitas na forma prevista para citação. de forma sucinta. salvo se o contrário resultar da convicção do Juiz. independentemente de mandado ou carta precatória. podendo ser assistidas por advogado. 20. § 1º Não se pronunciará qualquer nulidade sem que tenha havido prejuízo. ou se o réu for pessoa jurídica ou firma individual. § 2º É lícito formular pedido genérico quando não for possível determinar. mostrando-lhes os riscos e as conseqüências do litígio. União. 18. 9º Nas causas de valor até vinte salários mínimos. a massa falida e o insolvente civil.do pedido Art. taquigrafadas ou estenotipadas. que será inutilizada após o trânsito em julgado da decisão. O processo instaurar-se-á com a apresentação do pedido. escrito ou oral. II – os fatos e os fundamentos. podendo ser utilizado o sistema de fichas ou formulários impressos. Seção V . salvo quanto aos poderes especiais. e será proferido julgamento.Trabalhando pela sua conquista. Seção VII . § 4º As normas locais disporão sobre a conservação das peças do processo e demais documentos que o instruem. III – o objeto e seu valor. § 1º Dos atos praticados na audiência. 11. que será obrigatoriamente identificado. § 4º O réu. Os atos processuais serão válidos sempre que preencherem as finalidades para as quais forem realizados. 13. a qualificação e o endereço das partes. § 2º Não se fará citação por edital. Os demais atos poderão ser gravados em fita magnética ou equivalente. 130 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . o Juiz togado ou leigo esclarecerá as partes presentes sobre as vantagens da conciliação. III – sendo necessário. datilografadas. Art. reputar-se-ão verdadeiros os fatos alegados no pedido inicial. Parágrafo único. Art. excluídos os cessionários de direito de pessoas jurídicas. considerarse-ão desde logo cientes as partes. não comparecendo este. 3º desta Lei. Admitir-se-á o litisconsórcio. a sessão de conciliação. dia e hora para comparecimento do citando e advertência de que. qualquer forma de intervenção de terceiro nem de assistência. 10.Das Citações e Intimações Art. A citação far-se-á: I – por correspondência. a assistência é obrigatória.Da Conciliação e do Juízo Arbitral Art. instaurar-se-á. 15. a extensão da obrigação. nesta última hipótese. § 3º Apenas os atos considerados essenciais serão registrados resumidamente. Não se admitirá. mediante entrega ao encarregado da recepção. Art. assistência judiciária prestada por órgão instituído junto ao Juizado Especial. se quiser. Os atos processuais serão públicos e poderão realizar-se em horário noturno. se uma das partes comparecer assistida por advogado. § 3º O comparecimento espontâneo suprirá a falta ou nulidade da citação. § 2º A prática de atos processuais em outras comarcas poderá ser solicitada por qualquer meio idôneo de comunicação. § 1º A citação conterá cópia do pedido inicial. § 1º Do pedido constarão. quando a causa o recomendar. Havendo pedidos contrapostos. em notas manuscritas. 12. ou por qualquer outro meio idôneo de comunicação. Não comparecendo o demandado à sessão de conciliação ou à audiência de instrução e julgamento. 17. as partes comparecerão pessoalmente. terá a outra parte. 3º desta Lei poderão ser alternativos ou cumulados. com aviso de recebimento em mão própria. por oficial de justiça. à Secretaria do Juizado. O Ministério Público intervirá nos casos previstos em lei. § 2º O Juiz alertará as partes da conveniência do patrocínio por advogado. Registrado o pedido. no processo. conforme dispuserem as normas de organização judiciária. desde que conexos e a soma não ultrapasse o limite fixado naquele dispositivo. 16.

808.Da Competência Art. e pelos Estados. Aos procedimentos cautelares específicos. § 2º Ficam excluídas da competência do Juizado Especial as causas de natureza alimentar. fiscal e de interesse da Fazenda Pública. Se por qualquer motivo cessar a medida. II . para as causas previstas nesta Lei. II . sucursal ou escritório. 812. em qualquer dos casos previstos no art. no procedimento cautelar. não promover a citação do requerido dentro em 5 (cinco) dias. o requerente do procedimento cautelar responde ao requerido pelo prejuízo que Ihe causar a execução da medida: I . 809. 806.se ocorrer a cessação da eficácia da medida. Lei n° 9. 804 deste Código. salvo por novo fundamento. III . preferentemente. O indeferimento da medida não obsta a que a parte intente a ação. os primeiros. 1º Os Juizados Especiais Cíveis e Criminais. as pessoas jurídicas de direito público.Disposições Gerais Art. 275. agência. no procedimento cautelar. inciso II.se o juiz acolher. dos Conciliadores e dos Juízes Leigos Art. A indenização será liquidada nos autos do procedimento cautelar. o Juizado do foro: I – do domicílio do réu ou. obtida liminarmente a medida no caso do art. buscando. no Distrito Federal e nos Territórios. Art. órgãos da Justiça Ordinária.se a sentença no processo principal Ihe for desfavorável. 7º Os conciliadores e Juízes leigos são auxiliares da Justiça. II – dos títulos executivos extrajudiciais. enquanto no desempenho de suas funções. 811. julgamento e execução. as empresas públicas da Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 129 . deste Código. Os autos do procedimento cautelar serão apensados aos do processo principal. Art. Art. com ou sem julgamento do mérito. III . 6º O Juiz adotará em cada caso a decisão que reputar mais justa e equânime. poderá a ação ser proposta no foro previsto no inciso I deste artigo. 4º É competente. 3º O Juizado Especial Cível tem competência para conciliação.se. Art. regulados no Capítulo seguinte. é defeso à parte repetir o pedido. salvo se o juiz. e também as relativas a acidentes de trabalho. do Código de Processo Civil. serão criados pela União. Seção III . para conciliação.se não for executada dentro de 30 (trinta) dias. § 3º A opção pelo procedimento previsto nesta Lei importará em renúncia ao crédito excedente ao limite estabelecido neste artigo. entre os bacharéis em Direito. e os segundos. 2º O processo orientar-se-á pelos critérios da oralidade. Art. excetuada a hipótese de conciliação. acolher a alegação de decadência ou de prescrição do direito do autor. Art. Parágrafo único. III – do domicílio do autor ou do local do ato ou fato. IV – as ações possessórias sobre bens imóveis de valor não excedente ao fixado no inciso I deste artigo. III – a ação de despejo para uso próprio. recrutados. assim consideradas: I – as causas cujo valor não exceda a quarenta vezes o salário mínimo. 810.se a parte não intentar a ação no prazo estabelecido no art. 808. nas ações para reparação de dano de qualquer natureza. aplicam-se as disposições gerais deste Capítulo. Os Juízes leigos ficarão impedidos de exercer a advocacia perante os Juizados Especiais. nas causas de sua competência. ainda que de cunho patrimonial. falimentar. 810). observado o disposto no § 1º do art.Do Juiz. no valor de até quarenta vezes o salário mínimo. Art. processo. processo e julgamento das causas cíveis de menor complexidade.Das Partes Art. simplicidade.Dos Juizados Especiais Cíveis Seção I . IV . § 1º Compete ao Juizado Especial promover a execução: I – dos seus julgados. a conciliação ou a transação. Capítulo II .Trabalhando pela sua conquista. Art.099/95 (Lei dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais) Dispõe sobre os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e dá outras providências. sempre que possível. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I . 8º desta Lei. entre advogados com mais de cinco anos de experiência. II – do lugar onde a obrigação deva ser satisfeita. informalidade. 16. Em qualquer hipótese. a medida cautelar conservará a eficácia durante o período de suspensão do processo. Parágrafo único.se o juiz declarar extinto o processo principal. o incapaz. Parágrafo único. 8º Não poderão ser partes. filial. a resíduos e ao estado e capacidade das pessoas. para apreciá-las e para dar especial valor às regras de experiência comum ou técnica. do local onde aquele exerça atividades profissionais ou econômicas ou mantenha estabelecimento. II – as enumeradas no art. Cessa a eficácia da medida cautelar: I . economia processual e celeridade. o preso. no processo instituído por esta Lei. Parágrafo único. a alegação de decadência ou de prescrição do direito do autor (art. Salvo decisão judicial em contrário. 5º O Juiz dirigirá o processo com liberdade para determinar as provas a serem produzidas. Sem prejuízo do disposto no art. atendendo aos fins sociais da lei e às exigências do bem comum. Art. Seção II . nem influi no julgamento desta. Parágrafo único. a critério do autor.

358. ainda. Conta-se o prazo. 806. Art.10. a profissão e a residência do requerente e do requerido. o juiz determinará os atos executivos e os oficiais de justiça os cumprirão.o nome. II . autorizar ou vedar a prática de determinados atos. Sempre que. A execução fiscal (art. quando houver fundado receio de que uma parte. Art. sendo citado. As medidas cautelares serão requeridas ao juiz da causa.12.925. a obrigação. o juiz designará audiência de instrução e julgamento. O credor ressarcirá ao devedor os danos que este sofreu. Art. o juiz a requisitará. caso em que poderá determinar que o requerente preste caução real ou fidejussória de ressarcir os danos que o requerido possa vir a sofrer. de 1º. qualquer que seja o procedimento cautelar. 807. no prazo de 5 (cinco) dias. Art.952.DAS MEDIDAS CAUTELARES CAPÍTULO I .Trabalhando pela sua conquista. na conformidade do disposto no Livro I. que ocorreu o termo.10. 574. quando esta for concedida em procedimento preparatório. quando preparatórias. no prazo de 30 (trinta) dias.1973) Parágrafo único. e. Art. 797. A medida cautelar poderá ser substituída. no todo ou em parte. (Redação dada pela Lei nº 8. 575. determinará o juiz medidas cautelares sem a audiência das partes. Na execução fiscal. caso em que o juiz decidirá dentro em 5 (cinco) dias. Não se exigirá o requisito do n III senão quando a medida cautelar for requerida em procedimento preparatório. Art. O requerido será citado. A execução. declarar inexistente. Art. for necessário o emprego da força policial. 799. quando a sentença.12. IV . poderá tornála ineficaz. O procedimento cautelar pode ser instaurado antes ou no curso do processo principal e deste é sempre dependente. presumir-seão aceitos pelo requerido. O requerente pleiteará a medida cautelar em petição escrita. Art.10.a lide e seu fundamento. sem ouvir o réu.1994) Art. poderá o juiz.DA COMPETÊNCIA Art. mas podem. 804. a Fazenda Pública poderá escolher o foro de qualquer um dos devedores. ordenar a guarda judicial de pessoas e depósito de bens e impor a prestação de caução. no foro da situação dos bens. Interposto o recurso. 585. ser revogadas ou modificadas. Título IV. cumular várias execuções. no de sua residência ou no do lugar onde for encontrado.as provas que serão produzidas. Art. 573. da juntada aos autos do mandado: I . os fatos alegados pelo requerente (arts. Parágrafo único. 577. ou. V .952. 800. para. quando verificar que este.12. poderá o juiz determinar as medidas provisórias que julgar adequadas. IV .de citação devidamente cumprido. Das medidas cautelares: arts. É lícito ao credor. As medidas cautelares conservam a sua eficácia no prazo do artigo antecedente e na pendência do processo principal. Se o requerido contestar no prazo legal. Art. quando o título executivo for sentença penal condenatória ou sentença arbitral. A execução. 796 a 812 LIVRO III . 802. de 13. de ofício ou a requerimento de qualquer das partes. quando concedida liminarmente ou após justificação prévia.1994) Art.da execução da medida cautelar. expressamente autorizados por lei. (Redação dada pela Lei nº 5. II . sendo o mesmo o devedor. Parágrafo único. Vl) será proposta no foro do domicílio do réu. II . quando a dívida deles se originar. ou o foro de qualquer dos domicílios do réu. a qualquer tempo. Cabe à parte propor a ação. quando houver mais de um. o Parágrafo único. havendo prova a ser nela produzida.2001) Art.DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. III . será processada perante o juízo competente. Além dos procedimentos cautelares específicos. nas causas de sua competência originária. 576. processar-se-á perante: I .1973) Art. a ação poderá ainda ser proposta no foro do lugar em que se praticou o ato ou ocorreu o fato que deu origem à dívida. de 1º. 805.925. se não o tiver. (Redação dada pela Lei nº 10. (Redação dada pela Lei nº 5. sempre que adequada e suficiente para evitar a lesão ou repará-la integralmente. que deu lugar à execução. para efetivar a execução. ainda que fundadas em títulos diferentes. a medida cautelar será requerida diretamente ao tribunal. Não dispondo a lei de modo diverso. de 27. desde que para todas elas seja competente o juiz e idêntica a forma do processo. No caso do artigo anterior.o juízo cível competente. 796. É lícito ao juiz conceder liminarmente ou após justificação prévia a medida cautelar. Não sendo contestado o pedido. Só em casos excepcionais. 801. contestar o pedido. 128 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 578. fundada em título judicial. fundada em título extrajudicial. 803.a exposição sumária do direito ameaçado e o receio da lesão. cause ao direito da outra lesão grave e de difícil reparação. antes do julgamento da lide. Art. ao juiz competente para conhecer da ação principal. 798. (Redação dada pela Lei nº 8. 579.a autoridade judiciária. o estado civil. para evitar o dano. Art. de 13. 285 e 319). que este Código regula no Capítulo II deste Livro.DO PROCESSO CAUTELAR TÍTULO ÚNICO . a que for dirigida. CAPÍTULO II . contados da data da efetivação da medida cautelar. pela prestação de caução ou outra garantia menos gravosa para o requerido.925. embora nele não mais resida o réu. Parágrafo único.1973) Art. indicando as provas que pretende produzir. passada em julgado. (Redação dada pela Lei nº 5.os tribunais superiores. de 1º. Capítulos II e III. como verdadeiros. que indicará: I .o juízo que decidiu a causa no primeiro grau de jurisdição.

o juiz. representado por imóveis. 475-Q. em valor a ser arbitrado de imediato pelo juiz.232. títulos da dívida pública ou aplicações financeiras em banco oficial.12.o novo devedor. de 2005) II – certidão de interposição do recurso não dotado de efeito suspensivo.10. sempre que. este a indicará na petição inicial da execução.925. de 2005) o § 1 Este capital. observar-se-á o seguinte: (Incluído pela Lei nº 8. Podem também promover a execução. de 1º. as normas que regem o processo de execução de título extrajudicial.1973) I .1973) V . Quando a indenização por ato ilícito incluir LIVRO II . São sujeitos passivos na execução:(Redação dada pela Lei nº 5. 567. ou na sentença.12.953. quanto a esta parte. 566.232.o responsável tributário. (Redação dada pela Lei nº 5. (Incluído pela Lei nº 11.o devedor. 571.953. o juiz mandará liberar o capital. com o consentimento do credor. (Incluído pela Lei nº 11. o § 1 Devolver-se-á ao credor a opção. reconhecido como tal no título executivo.232. 569. § 1 : (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Art. guintes peças do processo. cuja renda assegure o pagamento do valor mensal da pensão.232.o espólio.10. O cumprimento da sentença efetuar-se-á perante: (Incluído pela Lei nº 11. Art. o exeqüente poderá optar pelo juízo do local onde se encontram bens sujeitos à expropriação ou pelo do atual domicílio do executado. de 2005) II – o juízo que processou a causa no primeiro grau de jurisdição. III .232. (Incluído pela Lei nº 11. 646 a 735 ção própria.1994) a) serão extintos os embargos que versarem apenas sobre questões processuais. será inalienável e impenhorável enquanto durar a obrigação do devedor. quando se tratar de sentença penal condenatória.1973) II . 566 a 579. O credor tem a faculdade de desistir de toda a execução ou de apenas algumas medidas executivas. de 2005) V – facultativamente. II .1973) Art. de 2005) Art. se for o caso.232. quando a escolha couber ao devedor.DA EXECUÇÃO EM GERAL CAPÍTULO I . 475-P. casos em que a remessa dos autos do processo será solicitada ao juízo de origem. de 2005) o § 2 O juiz poderá substituir a constituição do capital pela inclusão do beneficiário da prestação em folha de pagamento de entidade de direito público ou de empresa de direito privado de notória capacidade econômica. (Incluído pela Lei nº 11. por fiança bancária ou garantia real. 544.o espólio. (Incluído pela Lei nº 11. podendo o advogado vao ler-se do disposto na parte final do art. redução ou aumento da prestação. (Incluído pela Lei nº 11.232. Parágrafo único. por morte deste. (Incluído pela Lei nº 11.1973) IV . a obrigação resultante do título executivo.10. de 1º.925. 572. de 2005) o § 4 Os alimentos podem ser fixados tomando por base o salário-mínimo. 475-R. de 2005) o § 3 Se sobrevier modificação nas condições econômicas. (Incluído pela Lei nº 11. assim definido na legislaprestação de alimentos. Na desistência da execução. Aplicam-se subsidiariamente ao cumprimento da sentença. (Redação dada pela Lei nº 5. de 2005) Art. de 13. o § 2 Se a escolha couber ao credor. de 2005) I – sentença ou acórdão exeqüendo. II .o sub-rogado.232. nos casos prescritos em lei.925. os herdeiros ou os sucessores do credor. (Incluído pela Lei nº 8.o fiador judicial.10.232. (Incluído pela Lei nº 11. de 1º. (Redação dada pela Lei nº 5.12. no que couber.10. (Incluído pela Lei nº 11. Art. no contrato. Ihes for transmitido o direito resultante do título executivo. de 2005) III – procurações outorgadas pelas partes. Podem promover a execução forçada: I .232. a extinção dependerá da concordância do embargante.1973) III .232. nos casos de sub-rogação legal ou convencional. se outro prazo não Ihe foi determinado em lei.953. 568. pagando o credor as custas e os honorários advocatícios. os herdeiros ou os sucessores do devedor.925. outras peças processuais que o exeqüente considere necessárias. de 1º. de 13. de 2005) IV – decisão de habilitação. de sentença arbitral ou de sentença estrangeira. (Incluído pela Lei nº 11.232.232. (Incluído pela Lei nº 8. (Incluído pela Lei nº 11. No caso do inciso II do caput deste artigo.o cessionário.o Ministério Público. quando o direito resultante do título executivo Ihe foi transferido por ato entre vivos. o credor não poderá executar a sentença sem provar que se realizou a condição ou Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 127 . de 2005) Do processo de execução: arts. poderá ordenar ao devedor constituição de capital. de 2005) III – o juízo cível competente. de 2005) Parágrafo único. a requerimento do devedor. (Incluído pela Lei nº 11.232. se o devedor não a exercitou no prazo marcado.232.Trabalhando pela sua conquista.1994) Art. Quando o juiz decidir relação jurídica sujeita a condição ou termo.1994) b) nos demais casos. poderá a parte requerer.232. nas causas de sua competência originária. que assumiu. (Redação dada pela Lei nº 5.925.232. (Redação dada pela Lei nº 5. cessar o desconto em folha ou cancelar as garantias prestadas. (Incluído pela Lei nº 11. de 13. conforme as circunstâncias.DO PROCESSO DE EXECUÇÃO TÍTULO I . este será citado para exercer a opção e realizar a prestação dentro em 10 (dez) dias. de 1º.o credor a quem a lei confere título executivo. de 1º. Nas obrigações alternativas. ou nela prosseguir: I . (Incluído pela Lei nº 11.925.DAS PARTES Art.10. ou. de 2005) o § 5 Cessada a obrigação de prestar alimentos. Art. de 2005) I – os tribunais.232.

cumprir-lhe-á declarar de imediato o valor que entende correto. de 2005) VI – a sentença estrangeira. (Incluído pela Lei nº 11.232.232. até o limite de sessenta vezes o valor do salário-mínimo. 475-O. conforme o caso.232. de 2005) III – penhora incorreta ou avaliação errônea.232. pleiteia quantia superior à resultante da sentença. de 2005) Art. de 2005) I – a sentença proferida no processo civil que reconheça a existência de obrigação de fazer. homologada pelo Superior Tribunal de Justiça. (Incluído pela Lei nº 11. de qualquer natureza. de 2005) Art. A execução provisória da sentença far-seá. compensação. o exeqüente instruirá a petição com cópias autenticadas das se- 126 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . (Incluído pela Lei nº 11. nos casos de crédito de natureza alimentar ou decorrente de ato ilícito. ou fundado em aplicação ou interpretação da lei ou ato normativo tidas pelo Supremo Tribunal Federal como incompatíveis com a Constituição Federal. de 2005) o § 2 Deferido efeito suspensivo. restituindose as partes ao estado anterior e liquidados eventuais prejuízos nos mesmos autos. conta e responsabilidade do exeqüente. em autos apartados. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. do mesmo modo que a definitiva. que se obriga.232. (Incluído pela Lei nº 11.232. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.232. 544). de 2005) II – nos casos de execução provisória em que penda agravo de instrumento junto ao Supremo Tribunal Federal ou ao Superior Tribunal de Justiça (art. de 2005) VII – o formal e a certidão de partilha. de 2005) o § 1 Para efeito do disposto no inciso II do caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. se a sentença for reformada. o juiz mandará arquivar os autos. de 2005) II – inexigibilidade do título. considera-se também inexigível o título judicial fundado em lei ou ato normativo declarados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. de 2005) I – corre por iniciativa. (Incluído pela Lei nº 11.232.232. caso em que caberá apelação. de 2005) III – a sentença homologatória de conciliação ou de transação.232. de 2005) o § 2 Quando o executado alegar que o exeqüente. ainda que inclua matéria não posta em juízo. de 2005) IV – ilegitimidade das partes. é lícito ao exeqüente requerer o prosseguimento da execução.232. (Incluído pela Lei nº 11.232.232.232. de 2005) V – excesso de execução. modificativa ou extintiva da obrigação. A impugnação somente poderá versar sobre: (Incluído pela Lei nº 11. sob pena de rejeição liminar dessa impugnação. de 2005) V – o acordo extrajudicial.232. a multa de dez por cento incidirá sobre o restante. a reparar os danos que o executado haja sofrido. (Incluído pela Lei nº 11. Nos casos dos incisos II. de 2005) o § 2 A caução a que se refere o inciso III do caput deste artigo poderá ser dispensada: (Incluído pela Lei nº 11. desde que superveniente à sentença. IV e VI.232. para liquidação ou execução. no juízo cível. se a sentença provisória for modificada ou anulada apenas em parte. entregar coisa ou pagar quantia. (Incluído pela Lei nº 11. de difícil ou incerta reparação. por arbitramento. de 2005) VI – qualquer causa impeditiva. caso contrário. de 2005) Parágrafo único. (Incluído pela Lei nº 11. em excesso de execução.232. 475-J) incluirá a ordem de citação do devedor. de 2005) I – quando. de 2005) o § 1 No caso do inciso II do caput deste artigo. como pagamento. o mandado inicial (art.232. (Incluído pela Lei nº 11. exclusivamente em relação ao inventariante. (Incluído pela Lei nº 11. arbitrada pelo juiz e prestada nos próprios autos. aos herdeiros e aos sucessores a título singular ou universal.Trabalhando pela sua conquista. se o processo correu à revelia. (Incluído pela Lei nº 11.232. salvo quando importar extinção da execução. de 2005) II – fica sem efeito.232. o exeqüente demonstrar situação de necessidade. transação ou prescrição.232.232. (Incluído pela Lei nº 11. no que couber. de 2005) IV – a sentença arbitral. (Incluído pela Lei nº 11. sem prejuízo de seu desarquivamento a pedido da parte. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. 475-N. de 2005) I – falta ou nulidade da citação. podendo o juiz atribuir-lhe tal efeito desde que relevantes seus fundamentos e o prosseguimento da execução seja manifestamente suscetível de causar ao executado grave dano de difícil ou incerta reparação. 475-L. observadas as seguintes normas: (Incluído pela Lei nº 11. somente nesta ficará sem efeito a execução. arbitrada de plano pelo juiz e prestada nos próprios autos. sobrevindo acórdão que modifique ou anule a sentença objeto da execução. de 2005) o § 3 A decisão que resolver a impugnação é recorrível mediante agravo de instrumento. de 2005) o § 3 Ao requerer a execução provisória. de 2005) Art. novação. a impugnação será instruída e decidida nos próprios autos e. salvo quando da dispensa possa manifestamente resultar risco de grave dano. não fazer. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) o § 1 Ainda que atribuído efeito suspensivo à impugnação. A impugnação não terá efeito suspensivo.232. (Incluído pela Lei nº 11. no caput deste artigo.232. de 2005) II – a sentença penal condenatória transitada em julgado. São títulos executivos judiciais: (Incluído pela Lei nº 11. oferecendo e prestando caução suficiente e idônea. (Incluído pela Lei nº 11.232. (Incluído pela Lei nº 11.232. de 2005) Art. 475-M.232.232. de 2005) o § 5 Não sendo requerida a execução no prazo de seis meses.232. de 2005) III – o levantamento de depósito em dinheiro e a prática de atos que importem alienação de propriedade ou dos quais possa resultar grave dano ao executado dependem de caução suficiente e idônea.232. (Incluído pela Lei nº 11.232. homologado judicialmente.232.

na pessoa de seu advogado. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.DA LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA (Incluído pela Lei nº 11. inciso II.232. de 26. 272). a liquidação desta. por depender de conhecimentos especializados. O cumprimento da sentença far-se-á conforme os arts. Quando a sentença não determinar o valor devido. audiência. de 2005) Art. quando a memória apresentada pelo credor aparentemente exceder os limites da decisão exeqüenda e. nomeará avaliador. na liquidação. cumprindo ao juiz. de 2005) Art.2001) o § 3 Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver fundada em jurisprudência do plenário do Supremo Tribunal Federal ou em súmula deste Tribunal ou do tribunal superior competente. (Incluído pela Lei nº 11.232. Requerida a liquidação por arbitramento. los. mas a penhora terá por base o valor encontrado pelo contador. observar-se-á. o juiz. cumprindo ao liquidante instruir o pedido com cópias das peças processuais pertinentes. de imediato. (Incluído pela Lei nº 11.2001) o § 2 Não se aplica o disposto neste artigo sempre que a condenação. bem como no caso de procedência dos embargos do devedor na execução de dívida ativa do mesmo valor. o valor devido. no juízo de origem. de 2005) Art. É defeso.232. 475-E. fixando prazo de até trinta dias para o cumprimento da diligência. ao credor é lícito promover simultaneamente a execução daquela e. de 2005) II – o exigir a natureza do objeto da liquidação. de 2005) o § 1 Quando a elaboração da memória do cálculo depender de dados existentes em poder do devedor ou de terceiro. de 2005) o § 2 Quando na sentença houver uma parte líquida e outra ilíquida. na forma do art. a seu prudente critério. (Incluído pela Lei nº 11. o juiz proferirá decisão ou designará. 461 e 461-A desta Lei ou. para determinar o valor da condenação.352. Na liquidação por artigos. procede-se à sua liquidação. (Incluído pela Lei nº 11. o juiz. de 26. o seu representante legal.232. podendo oferecer impugnação. por mandado ou pelo correio.232. 475-J. a requerimento do credor. de 2005) o § 2 Caso o oficial de justiça não possa proceder à avaliação. se necessário. 475-C. de 2005) o § 1 Do requerimento de liquidação de sentença será a parte intimada. 475-G. (Incluído pela Lei nº 11. ainda. o juiz nomeará o perito e fixará o prazo para a entrega do laudo. (Incluído pela Lei nº 11.2001) CAPÍTULO IX . Apresentado o laudo.232.12. o montante da condenação será acrescido de multa no percentual de dez por cento e. (Incluído pela Lei nº 10. desta Lei.232. 614. ou. de 2005) o § 3 Nos processos sob procedimento comum sumário. apresentados pelo devedor.232.232. (Incluído pela Lei nº 11. Da decisão de liquidação caberá agravo de instrumento.232.Trabalhando pela sua conquista. de 2005) Art. é defesa a sentença ilíquida.12. querendo. em seu requerimento.12. indicar desde logo os bens a serem penhorados. (Incluído pela Lei nº 11. 362. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.DO CUMPRIMENTO DA SENTENÇA (Incluído pela Lei nº 11. o credor requererá o cumprimento da sentença. injustificadamente. alíneas ‘d’ e ‘e’ desta Lei. (Incluído pela Lei nº 11.232. de 2005) o § 1 Do auto de penhora e de avaliação será de imediato intimado o executado. de 2005) o § 2 A liquidação poderá ser requerida na pendência de recurso. de 2005) Parágrafo único. 475-B.232.232.232. 475-D. nos casos de assistência judiciária.232.232. ou pessoalmente. em autos apartados.232. Far-se-á a liquidação por arbitramento quando: (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 10.232.232. a requerimento do credor e observado o disposto no art. reputar-se-ão corretos os cálculos apresentados pelo credor. de 2005) o § 3 O exeqüente poderá.232. fixar de plano.232. se não o forem pelo terceiro. na pessoa de seu advogado (arts. condenado ao pagamento de quantia certa ou já fixada em liquidação.232. discutir de novo a lide ou modificar a sentença que a julgou. de 2005) o § 3 Poderá o juiz valer-se do contador do juízo. de 2005) CAPÍTULO X . sobre o qual poderão as partes manifestar-se no prazo de dez dias. (Incluído pela Lei nº 11.232. se for o caso. poderá requisitá-los. no prazo de quinze dias. 475-A. Caso o devedor.352. for de valor certo não excedente a 60 (sessenta) salários mínimos. houver necessidade de alegar e provar fato novo. na falta deste. de 2005) o § 4 Se o credor não concordar com os cálculos feitos o nos termos do § 3 deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) I – determinado pela sentença ou convencionado pelas partes. não o efetue no prazo de quinze dias. Far-se-á a liquidação por artigos. 275. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Art. far-se-á a execução pelo valor originariamente pretendido. 475-H. (Incluído pela Lei nº 11.232. de 2005) Art. 475-J desta Lei. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. tratando-se de obrigação por quantia certa. instruindo o pedido com a memória discriminada e atualizada do cálculo. (Incluído pela Lei nº 11. o procedimento comum (art. assinando-lhe breve prazo para a entrega do laudo. (Incluído pela Lei nº 11. de 26. quando. referidos no art. (Incluído pela Lei nº 11. 475-F.352. de 2005) o § 1 É definitiva a execução da sentença transitada em julgado e provisória quando se tratar de sentença impugnada mediante recurso ao qual não foi atribuído efeito suspensivo. de 2005) Art. ou o direito controvertido.232. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Art. de 2005) o § 2 Se os dados não forem. 475-I. (Incluído pela Lei nº 10. de 2005) Art. Quando a determinação do valor da condenação depender apenas de cálculo aritmético. inciso II. expedir-se-á mandado de penhora e avaliação. configurar-se-á a situação prevista no art. por execução. de 2005) o § 4 Efetuado o pagamento parcial no prazo previsto Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 125 . processando-se em autos apartados.232. nos termos dos demais artigos deste Capítulo. 236 e 237). no que couber. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Art. e.232.

É defeso à parte discutir.(Incluído pela Lei nº 10. algum fato constitutivo. nem a oferecer. de 26. deverá o presidente do tribunal avocá- 124 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Se.352.5. a sentença: (Redação dada pela Lei nº 10. modificativo ou extintivo do direito influir no julgamento da lide.proferida contra a União.5. 466.2001) II . depois da propositura da ação. 467. Tratando-se de contrato que tenha por objeto a transferência da propriedade de coisa determinada.2002) o § 3 Aplica-se à ação prevista neste artigo o disposto o o nos §§ 1 a 6 do art. VI). (Incluído pela Lei nº 11. de 7.12. que torna imutável e indiscutível a sentença. 472. 463.por meio de embargos de declaração. a sentença produz coisa julgada em relação a terceiros. Art. Art.5. Faz.12. de ofício ou a requerimento da parte. as questões já decididas. o Estado. Art. decidida incidentemente no processo. Art. de 2005) I . Na ação que tenha por objeto a entrega de coisa. 5 e 325). de 7.444. Art. 461-A. que julgar total ou parcialmente a lide. 469. não o fazendo. de 26. no momento de proferir a sentença. no todo ou em parte.444.925. nos casos e formas legais.2001) I . Denomina-se coisa julgada material a eficácia.232. no prazo fixado pelo juiz. poderá obter uma sentença que produza o mesmo efeito do contrato a ser firmado. (Incluído pela Lei nº 11. todavia. Parágrafo único.1973) Art. (Redação dada pela Lei nº 5. valerá como título constitutivo de hipoteca judiciária. ou de outro direito. tem força de lei nos limites da lide e das questões decididas. Não fazem coisa julgada: I . no curso do processo. e as respectivas autarquias e fundações de direito público.444. o juiz ordenará a remessa dos autos ao tribunal. Art. (Incluído pela Lei nº 10. o Município.444. salvo: I .a apreciação da questão prejudicial. Passada em julgado a sentença de mérito. Nas causas relativas ao estado de pessoa. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição. o juiz for competente em razão da matéria e constituir pressuposto necessário para o julgamento da lide.pendente arresto de bens do devedor. de 2005) Art. remoção de pessoas e coisas. 471. 462. (Incluído pela Lei nº 10. de 26. se a parte o requerer (arts. caso verifique que se tornou insuficiente ou excessiva.2002) Art. A sentença faz coisa julgada às partes entre as quais é dada. não produzindo efeito senão depois de confirmada pelo tribunal.10. produzirá todos os efeitos da declaração não emitida. II . (Redação dada pela Lei nº 10. salvo se ainda não exigível.2002) o § 1 Tratando-se de entrega de coisa determinada pelo gênero e quantidade. A sentença condenatória produz a hipoteca judiciária: I .232. 466-A. de 2005) Art. que a parte poderia opor assim ao acolhimento como à rejeição do pedido. este a entregará individualizada. 466-C. haja ou não apelação. os embargos à execução de dívida ativa da Fazenda Pública (art. 475. o Distrito Federal. Publicada a sentença.352. o credor a individualizará na petição inicial. desfazimento de obras e impedimento de atividade nociva. 585. não mais sujeita a recurso ordinário ou extraordinário. III . 468.para Ihe corrigir. fixará o prazo para o cumprimento da obrigação. se lhe couber a escolha.2002) o § 2 Não cumprida a obrigação no prazo estabelecido.se. Art. de 7. II .ainda quando o credor possa promover a execução provisória da sentença. Art. a ação não será acolhida se a parte que a intentou não cumprir a sua prestação. busca e apreensão. ou Ihe retificar erros de cálculo.444.444.que julgar procedentes. A sentença. (Incluído pela Lei nº 10.nos demais casos prescritos em lei. 473. inexatidões materiais. todos os interessados.2002) o § 6 O juiz poderá.232. tratando-se de relação jurídica continuativa. A sentença que condenar o réu no pagamento de uma prestação. sendo isso possível e não excluído pelo título. modificar o valor ou a periodicidade da multa. coisa julgada a resolução da o questão prejudicial. de ofício ou a requerimento da parte. expedir-se-á em favor do credor mandado de busca e apreensão ou de imissão na posse. Il . de 1º. cabendo ao devedor escolher. III .2001) o § 1 Nos casos previstos neste artigo. o juiz só poderá alterála: (Redação dada pela Lei nº 11. conforme se tratar de coisa móvel ou imóvel.12. uma vez transitada em julgado. estabelecida como fundamento da sentença. em litisconsórcio necessário. de 7. 466-B. ainda que importantes para determinar o alcance da parte dispositiva da sentença.5. 470. (Redação dada pela Lei nº 10.5. (Redação dada pela Lei nº 10. se necessário com requisição de força policial. II . Art. de 7. 461.232. consistente em dinheiro ou em coisa. cuja inscrição será ordenada pelo juiz na forma prescrita na Lei de Registros Públicos. cessárias. Se aquele que se comprometeu a concluir um contrato não cumprir a obrigação. Art.a verdade dos fatos. ao conceder a tutela específica. a cujo respeito se operou a preclusão. reputar-se-ão deduzidas e repelidas todas as alegações e defesas.5. sobreveio modificação no estado de fato ou de direito. se houverem sido citados no processo. Nenhum juiz decidirá novamente as questões já decididas. a outra parte. (Incluído pela Lei nº 11.Da Coisa Julgada Art. nem prejudicando terceiros. Condenado o devedor a emitir declaração de vontade. de ofício.2002) Art.os motivos. relativas à mesma lide. 474. de 2005) Seção II . tais como a imposição de multa por tempo de atraso. caso em que poderá a parte pedir a revisão do que foi estatuído na sentença.Trabalhando pela sua conquista. caberá ao juiz tomá-lo em consideração.embora a condenação seja genérica. (Incluído pela Lei nº 10. de 7. não beneficiando. a sentença.352. o juiz.

por convenção das partes. a critério do juiz.12. por extenso. caso em que o juiz designará dia e hora para o seu oferecimento.o dispositivo. se esta for proferida no ato. 451. se procedente o pedido. de ofício ou a requerimento. as partes. III . (Redação dada pela Lei nº 8. (Incluído pela Lei nº 8. ordenando que sejam encadernadas em volume próprio. 454. É defeso ao juiz proferir sentença. 461. Não sendo possível concluir. Art. determinará providências que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento. de 13.se não puderem comparecer.o perito e os assistentes técnicos responderão aos quesitos de esclarecimentos. bem como ao órgão do Ministério Público. de 13. é vedado ao juiz proferir sentença ilíquida. bem como o registro das principais ocorrências havidas no andamento do processo. que conterá os nomes das partes. pelo prazo de 20 (vinte) minutos para cada um. independentemente de pedido do autor. o debate oral poderá ser substituído por memoriais. se for suficiente ou compatível com a obrigação. o ocorrido na audiência. a favor do autor. Art.1994) o § 3 Sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justificado receio de ineficácia do provimento final.952. § 2 Subscreverão o termo o juiz.1994) Art. Art. Art. fixará os pontos controvertidos sobre que incidirá a prova. o juiz marcará o seu prosseguimento para dia próximo. (Redação dada pela Lei nº 5. a qualquer tempo. CAPÍTULO VIII . O juiz proferirá a sentença. ainda quando decida relação jurídica condicional. em decisão fundamentada. o juiz dará a palavra ao advogado do autor e ao do réu.419. (Incluído pela Lei nº 8. sob ditado do juiz. as testemunhas ou os advogados.1994) o § 5 Para a efetivação da tutela específica ou a obtenção do resultado prático equivalente. termo que conterá.12. aberta a audiência.12. o juiz Ihe rubricará as folhas. determinar as medidas neo Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 123 . Finda a instrução. o juiz. os advogados. o prazo. III .12. (Incluído pela Lei nº 8. Art.1994) o § 2 A indenização por perdas e danos dar-se-á sem prejuízo da multa (art. bem como. o § 3 O escrivão trasladará para os autos cópia autêntica do termo de audiência.o relatório.os fundamentos. Na ação que tenha por objeto o cumprimento de obrigação de fazer ou não fazer. no todo ou em parte. em resumo. requeridos no prazo e na forma do art. (Incluído pela Lei nº 11. 459.1994) o § 1 A obrigação somente se converterá em perdas e danos se o autor o requerer ou se impossível a tutela específica ou a obtenção do resultado prático correspondente. o § 3 Quem der causa ao adiamento responderá pelas despesas acrescidas. citado o réu. sucessivamente. A medida liminar poderá ser revogada ou modificada. Art. O escrivão lavrará. o § 1 Havendo litisconsorte ou terceiro.952. Ao iniciar a instrução.952. 455. (Incluído pela Lei nº 8. o juiz proferirá a sentença desde logo ou no prazo de 10 (dez) dias. 452. São requisitos essenciais da sentença: I . o § 1 Incumbe ao advogado provar o impedimento até a abertura da audiência. 56.Dos Requisitos e dos Efeitos da Sentença Art. de 13. A sentença deve ser certa. é lícito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou mediante justificação prévia. (Incluído pela Lei nº 8. Nos casos de extinção do processo sem julgamento do mérito.Trabalhando pela sua conquista. II . em que o juiz analisará as questões de fato e de direito. Parágrafo único. o debate e o julgamento.952.952. 456. dividir-se-á entre os do mesmo grupo. 460. II . o juiz concederá a tutela específica da obrigação ou. de 13.12. o juiz decidirá em forma concisa. de 2006). o § 3 Quando a causa apresentar questões complexas de fato ou de direito. num só dia. se não convencionarem de modo diverso. o § 2 Pode ser dispensada pelo juiz a produção das provas requeridas pela parte cujo advogado não compareceu à audiência. Art. As provas serão produzidas na audiência nesta ordem: I . serão inquiridas as testemunhas arroladas pelo autor e pelo réu.DA SENTENÇA E DA COISA JULGADA Seção I . a instrução. a suma do pedido e da resposta do réu. caso em que só será admissível uma vez. 287). os despachos e a sentença. A audiência poderá ser adiada: I . o pedido formulado pelo autor.o juiz tomará os depoimentos pessoais.925. Art. prorrogável por 10 (dez). Encerrado o debate ou oferecidos os memoriais.finalmente. mandando apregoar as partes e os seus respectivos advogados. que as partes Ihe submeterem. Encerrado o debate ou oferecidos os memoriais. de 1º.10. cada qual pelo prazo de 20 (vinte) minutos. 457. 453. bem como condenar o réu em quantidade superior ou em objeto diverso do que Ihe foi demandado. não o fazendo.952. que formará com o da prorrogação um só todo. acolhendo ou rejeitando. impor multa diária ao réu. de 13. de 13. Il . A audiência é una e contínua. o juiz procederá à instrução. 169 desta Lei. Parágrafo único. seguindo-se-lhe os opostos. Art. ouvidas as partes. primeiro do autor e depois do réu. observar-seo o á o disposto nos §§ 2 e 3 do art.1994) o § 4 O juiz poderá. de natureza diversa da pedida. na hipótese do parágrafo anterior ou na sentença. fixando-lhe prazo razoável para o cumprimento do preceito. em que o juiz resolverá as questões. por motivo justificado. o juiz proferirá a sentença no prazo de dez (10) dias. o órgão do Ministério Público e o escrivão.1973) Art.12. poderá o juiz. o opoente sustentará as suas razões em primeiro lugar. o § 4 Tratando-se de processo eletrônico. o perito. 456. o § 1 Quando o termo for datilografado. o § 2 No caso previsto no art. 458. 435. Quando o autor tiver formulado pedido certo.

432. bem como do material sujeito a exame. 443.Trabalhando pela sua conquista. poderá requerer ao juiz que a pessoa. O juiz exerce o poder de polícia. O juiz irá ao local. 435. de preferência.proceder direta e pessoalmente à colheita das provas. a quem se atribuir a autoria do documento.358. gráfico ou fotografia. 433. O perito apresentará o laudo em cartório. (Incluído pela Lei nº 10.Da Conciliação Art. onde se encontre a pessoa ou coisa. o juiz poderá ser assistido de um ou mais peritos. Parágrafo único. sem consideráveis despesas ou graves dificuldades. o juiz mandará lavrar auto circunstanciado.requisitar. Seção III . Parágrafo único. Parágrafo único. 444. Quando o litígio versar sobre direitos patrimoniais de caráter privado. o juiz. A segunda perícia não substitui a primeira. a fim de se esclarecer sobre fato. (Redação dada pela Lei nº 8. O juiz não está adstrito ao laudo pericial. prestando esclarecimentos e fazendo observações que reputem de interesse para a causa. Art. de ofício ou a requerimento da parte.12.358. III . (Redação dada pela Lei nº 8. Art. 442.10. 445. Art. 447. II . 436. 431-A. de 13.952. Ao realizar a inspeção direta.12. o juiz mandará tomá-lo por termo. ao diretor do estabelecimento. quando necessário. pelo menos 20 (vinte) dias antes da audiência de instrução e julgamento. mencionando nele tudo quanto for útil ao julgamento da causa. Os assistentes técnicos oferecerão seus pareceres no prazo comum de 10 (dez) dias. O termo de conciliação. o juiz poderá nomear mais de um perito e a parte indicar mais de um assistente técnico. Art. Ill . quando: I . de ofício.12.1973) Parágrafo único.925. 446. (Redação dada pela Lei nº 5. quando intimados 5 (cinco) dias antes da audiência.manter a ordem e o decoro na audiência. pode. sem licença do juiz. por motivo justificado.1992) Parágrafo único. Art. os assistentes técnicos e as testemunhas. o perito será escolhido.1994) Parágrafo único.1973) CAPÍTULO VII . Enquanto depuserem as partes. Concluída a diligência. Quando o exame tiver por objeto a autenticidade da letra e firma. segundo o seu prudente arbítrio. 431-B. Art. podendo formar a sua convicção com outros elementos ou fatos provados nos autos. por cópia. O juiz poderá determinar. de ofício ou a requerimento da parte.8. dizeres diferentes. de 27. em qualquer fase do processo. Quando o exame tiver por objeto a autenticidade ou a falsidade de documento.ordenar que se retirem da sala da audiência os que se comportarem inconvenientemente.925. a força policial. Art. o juiz declarará 122 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .455. de 27. a realização de nova perícia. As partes terão ciência da data e local designados pelo juiz ou indicados pelo perito para ter início a produção da prova. O juiz. outras quaisquer peças. os advogados não podem intervir ou apartear.358. nos casos de que trata o art.2001) Art. Se o perito. Parágrafo único. Seção VIII . o juiz tentará conciliar as partes. entre os técnicos dos estabelecimentos oficiais especializados. de 1º. na falta destes. após intimadas as partes da apresentação do laudo.Da Instrução e Julgamento Art. Chegando a acordo. Seção II . 449. Antes de iniciar a instrução.julgar necessário para a melhor verificação ou interpretação dos fatos que deva observar. não puder apresentar o laudo dentro do prazo. Art. III . Em causas relativas à família.a coisa não puder ser apresentada em juízo. de 1º. prorrogação. assinado pelas partes e homologado pelo juiz. 448. que abranja mais de uma área de conhecimento especializado. o juiz concederlhe-á. requererá ao juiz que mande intimá-lo a comparecer à audiência. ou for de natureza médico-legal. de 24. Tratando-se de perícia complexa. O perito e o assistente técnico só estarão obrigados a prestar os esclarecimentos a que se refere este artigo. formulando desde logo as perguntas. Art. 155.Da Inspeção Judicial Art. A audiência será pública. 450. sob forma de quesitos. 439.exortar os advogados e o órgão do Ministério Público a que discutam a causa com elevação e urbanidade. (Incluído pela Lei nº 10. por uma vez. 440. As partes têm sempre direito a assistir à inspeção.determinar a reconstituição dos fatos. (Redação dada pela Lei nº 5. quando a matéria não Ihe parecer suficientemente esclarecida. que desejar esclarecimento do perito e do assistente técnico. 437. determinará o comparecimento das partes ao início da audiência de instrução e julgamento.2001) Art.DA AUDIÊNCIA Seção I . nos casos e para os fins em que a lei consente a transação. No dia e hora designados. A segunda perícia rege-se pelas disposições estabelecidas para a primeira. Art. para fins de comparação. II . terá valor de sentença. A segunda perícia tem por objeto os mesmos fatos sobre que recaiu a primeira e destina-se a corrigir eventual omissão ou inexatidão dos resultados a que esta conduziu. Art. que interesse à decisão da causa.10. no prazo fixado pelo juiz.dirigir os trabalhos da audiência.(Redação dada pela Lei nº 10. Parágrafo único. Art. o perito poderá requisitar. 438.Das Disposições Gerais Art. para efeito de comparação. realizar-se-á a portas fechadas.2001) Art. Art. O juiz autorizará a remessa dos autos. II . de 27. cabendo ao juiz apreciar livremente o valor de uma e outra. inspecionar pessoas ou coisas. Art. documentos existentes em repartições públicas. 441. A parte. Compete ao juiz em especial: I . O auto poderá ser instruído com desenho. terá lugar igualmente a conciliação.12. ou sob ditado. 434. competindolhe: I . lance em folha de papel. o perito.

Art. Os assistentes técnicos são de confiança da parte. ouvidas as partes. o juiz decidirá de plano. por ocasião da audiência de instrução e julgamento a respeito das coisas que houverem informalmente examinado ou avaliado. 169 desta Lei. de ofício ou a requerimento da parte: I . primeiro à parte. 418. III). de 24.1992) Art. tomará o depoimento. II . obtendo informações. A prova pericial consiste em exame. o § 2 A testemunha pode requerer ao juiz que a escuse de depor.455. divergirem as suas declarações. serão transcritas no termo. Art. de ofício ou a requerimento da parte. de 13.952. na inicial e na contestação. 426. quesitos suplementares. apresentarem sobre as questões de fato pareceres técnicos ou documentos elucidativos que considerar suficientes. § 2º As perguntas. 417. 419. 146). alegando os motivos de que trata o art. ainda.1992) Art. podem o perito e os assistentes técnicos utilizar-se de todos os meios necessários. Art. de 24. capciosas ou vexatórias.1994) o § 1 O depoimento será passado para a versão datilográfica quando houver recurso da sentença ou noutros casos. dentro em 5 (cinco) dias. (Redação dada pela Lei nº 8. III . O perito cumprirá escrupulosamente o encargo que Ihe foi cometido. 427. deixar de cumprir o encargo no prazo que Ihe foi assinado. II . se a parte o requerer.12. observando o disposto no art.for desnecessária em vista de outras provas produzidas.8. durante a diligência. Parágrafo único. e depois à parte contrária.8. 424. fotografias e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 121 . poderá proceder-se à nomeação de perito e indicação de assistentes técnicos no juízo.apresentar quesitos. Compete ao juiz: I . Parágrafo único.1982) Art. O perito pode escusar-se (art. que o juiz indeferir. de 28. que possa influir na decisão da causa. vistoria ou avaliação. independentemente de termo de compromisso. não sujeitos a impedimento ou suspeição.419.a inquirição de testemunhas referidas nas declarações da parte ou das testemunhas. § 4 .8. o § 2 Tratando-se de processo eletrônico. fixada tendo em vista o valor da causa e o possível prejuízo decorrente do atraso no processo. devendo a parte pagá-la logo que arbitrada. não sofre.1992) o § 1 Incumbe às partes.1992) I . bem como instruir o laudo com plantas.455. ao aceitar a escusa ou julgar procedente a impugnação. Seção VII . estenotipia ou outro método idôneo de documentação. O perito pode ser substituído quando: (Redação dada pela Lei nº 8. observaro o se-á o disposto nos §§ 2 e 3 do art. de 24.8.455.a prova do fato não depender do conhecimento especial de técnico. Art. contados da intimação do despacho de nomeação do perito: I . 423.8.indeferir quesitos impertinentes. por comparecer à audiência. (Redação dada pela Lei nº 8. podendo. ouvindo testemunhas. (Redação dada pela Lei nº 8. 416. 420.indicar o assistente técnico. o juiz comunicará a ocorrência à corporação profissional respectiva. (Redação dada pela Lei nº 8. 415.005. Art. O juiz interrogará a testemunha sobre os fatos articulados. de 24. O juiz nomeará o perito. de 24.8. ou depositá-la em cartório dentro de 3 (três) dias. (Incluído pela Lei nº 11. Art.8. 138. O depoimento prestado em juízo é considerado serviço público. O juiz pode ordenar. O juiz indeferirá a perícia quando: I . No caso previsto no inciso II. (Renumerado pela Lei nº 11. quando o juiz o determinar. 422.a acareação de duas ou mais testemunhas ou de alguma delas com a parte. (Redação dada pela Lei nº 8.455. perda de salário nem desconto no tempo de serviço.6.455. formular perguntas tendentes a esclarecer ou completar o depoimento. 421. o § 2 As perguntas que o juiz indeferir serão obrigatoriamente transcritas no termo. (Redação dada pela Lei nº 8. a perícia poderá consistir apenas na inquirição pelo juiz do perito e dos assistentes. impor multa ao perito. datilografado ou registrado por taquigrafia. A testemunha. II . O depoimento. Ao início da inquirição.419. (Redação dada pela Lei nº 7. 428. de 24. será assinado pelo juiz. Quando a prova tiver de realizar-se por carta. (Redação dada pela Lei nº 8. de 24. de 24.1992) Art. 429. 406.1992) Parágrafo único.455. desenhos. de 2006).Da Prova Pericial Art. cala ou oculta a verdade.1992) Art. Da juntada dos quesitos aos autos dará o escrivão ciência à parte contrária. de 2006). II . quando sujeita ao regime da legislação trabalhista.Trabalhando pela sua conquista. ou ser recusado por impedimento ou suspeição (art. a testemunha prestará o compromisso de dizer a verdade do que souber e Ihe for perguntado. 425.8. cabendo. Para o desempenho de sua função. Poderão as partes apresentar. o juiz nomeará novo perito.455. solicitando documentos que estejam em poder de parte ou em repartições públicas.a verificação for impraticável. (Redação dada pela Lei nº 8. o § 2 Quando a natureza do fato o permitir. não Ihes fazendo perguntas ou considerações impertinentes. facultando-se às partes a sua gravação. o § 1 As partes devem tratar as testemunhas com urbanidade. fixando de imediato o prazo para a entrega do laudo. O juiz advertirá à testemunha que incorre em sanção penal quem faz a afirmação falsa. sobre fato determinado.carecer de conhecimento técnico ou científico. o 405. II . ao qual se requisitar a perícia. Art.1992) Art. A testemunha pode requerer ao juiz o pagamento da despesa que efetuou para comparecimento à audiência.formular os que entender necessários ao esclarecimento da causa. que a arrolou. pelo depoente e pelos procuradores. O juiz poderá dispensar prova pericial quando as partes. quando. Art. requerendo-o a parte.sem motivo legítimo.455. Parágrafo único.

O juiz solicitará à autoridade que designe dia.os governadores dos Estados. (Redação dada pela Lei nº 5. ou outro motivo relevante. (Redação dada pela Lei nº 5. Subseção II . hora e local a fim de ser inquirida.10.o condenado por crime de falso testemunho.as designadas no artigo seguinte.2001) Parágrafo único.10.925. que o incluiu no rol. (Redação dada pela Lei nº 5. III . Se a testemunha negar os fatos que Ihe são imputados. os juízes dos Tribunais de Alçada. II .o Presidente e o Vice-Presidente da República. presumindo-se. o juiz poderá dispensar as restantes. quando qualquer das partes oferecer mais de três testemunhas para a prova de cada fato. Vlll . É lícito a cada parte oferecer. constando do mandado dia. de 2006). residência e o local de trabalho. do Tribunal Superior Eleitoral. de 1º. de 1º.925.1973) o § 3 A intimação poderá ser feita pelo correio.1973) Art. do Superior Tribunal Militar.declarar-se-á impedido. não for encontrada pelo oficial de justiça. III . IX . Depois de apresentado o rol. perante o juiz da causa. o rol será apresentado até 10 (dez) dias antes da audiência.1973) o § 2 Quando figurar no rol de testemunhas funcionário público ou militar. o § 1 É lícito à parte contraditar a testemunha. por enfermidade.o embaixador de país que. 408. (Redação dada pela Lei nº 10. não estiver em condições de depor.o presidente do Senado e o da Câmara dos Deputados. mandará excluir o seu nome. o impedimento ou a suspeição. ou Ihe 120 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . quando a testemunha tiver residência certa. depositar em cartório o rol de testemunhas.12. respondendo pelas despesas do adiamento. de 1º. Incumbe às partes. dez testemunhas.Da Produção da Prova Testemunhal Art.10.358. 415) e o juiz Ihes atribuirá o valor que possam merecer. profissão. de 24. 409. até três. no prazo que o juiz fixará ao designar a data da audiência.o procurador-geral da República. argüindo-lhe a incapacidade. em linha reta.1973) o § 1 A parte pode comprometer-se a levar à audiência a testemunha. mas os seus depoimentos serão prestados independentemente de compromisso (art. de 27. bem como se tem relações de parentesco com a parte.que. que arrolou como testemunha. IV . de 1º. A testemunha não é obrigada a depor de fatos: I .1973) II .382.10. 406. hora e local.10.os ministros de Estado. de 1º.10.o inimigo capital da parte.925. (Redação dada pela Lei nº 5.10. II . tendo mudado de residência. IV .1973) III . Parágrafo único. do Tribunal Superior do Trabalho e do Tribunal de Contas da União. Art. 336. a testemunha será qualificada. de 1º. independentemente de intimação.925.os ministros do Supremo Tribunal Federal. Art. deva guardar sigilo. Vl . caso não compareça. II . Antes de depor. os juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho e dos Tribunais Regionais Eleitorais e os conselheiros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal.1973) I . A testemunha é intimada a comparecer à audiência. a parte só pode substituir a testemunha: I . havendo transitado em julgado a sentença. o juiz dispensará a testemunha. O juiz inquirirá as testemunhas separada e sucessivamente. (Redação dada pela Lei nº 5. concede idêntica prerrogativa ao agente diplomático do Brasil.1973) IV . Vll . Art. o juiz ouvirá testemunhas impedidas ou suspeitas. sem motivo justificado.925. primeiro as do autor e depois as do réu. III . Sendo provados ou confessados os fatos. remetendo-lhe cópia da petição inicial ou da defesa oferecida pela parte. de 1º. 414.10. Art.os deputados estaduais. de que trata o artigo antecedente.925. no máximo. por doença.que falecer. (Incluído pela Lei nº 8.se nada souber.as que prestam depoimento antecipadamente. de 1º. estão impossibilitadas de comparecer em juízo (art. caso em que será defeso à parte.925. Se a testemunha deixar de comparecer. II . por seus costumes.a cujo respeito. ou na colateral em segundo grau. 410. do Superior Tribunal de Justiça. por lei ou tratado. 407. (Redação dada pela Lei nº 5. se tiver conhecimento de fatos. 411. exceto: I . As testemunhas depõem.o que. sob registro ou com entrega em mão própria. dos Territórios e do Distrito Federal.os desembargadores dos Tribunais de Justiça.710.que. o juiz o requisitará ao chefe da repartição ou ao comando do corpo em que servir. ou interesse no objeto do processo.que Ihe acarretem grave dano. será conduzida. a parte poderá provar a contradita com documentos ou com testemunhas. Quando for arrolado como testemunha o juiz da causa. bem como ao seu cônjuge e aos seus parentes consangüíneos ou afins. omitindo-se o juiz. não for digno de fé. (Redação dada pela Lei nº 11. na audiência de instrução.os senadores e deputados federais. por estado ou profissão. Art.925. precisando-lhes o nome. que desistiu de ouvi-la. São inquiridos em sua residência.10.Trabalhando pela sua conquista.as que são inquiridas por carta. que possam influir na decisão. 412. ou onde exercem a sua função: I .1973) o § 4 Sendo estritamente necessário. a profissão. este: I .o que tiver interesse no litígio.9. desistir de seu depoimento. ou o seu amigo íntimo. apresentada no ato e inquiridas em separado. parágrafo único). (Redação dada pela Lei nº 5. Art. V . bem como os nomes das partes e a natureza da causa.1993) Art. declarando o nome por inteiro. de 1º.as que. a residência e o estado civil. (Redação dada pela Lei nº 5. X . 413. providenciando de modo que uma não ouça o depoimento das outras. II .

925. O juiz indeferirá a inquirição de testemunhas sobre fatos: I . de 1º. II . em petição dirigida ao juiz da causa. depósito necessário ou hospedagem em hotel.925. Seção VI . (Incluído pela Lei nº 5.925. até o terceiro grau.1973) o § 3 São suspeitos: (Redação dada pela Lei nº 5. certificando.10. a responder no prazo de 10 (dez) dias. moral ou materialmente. com os documentos destinados a provar-lhe as alegações. 404. Art. incumbindo à parte. o juiz suspenderá o processo principal. os vícios do consentimento. observando-se o disposto no artigo antecedente.10. 403.Trabalhando pela sua conquista. no tribunal processar-se-á perante o relator. ou as respectivas entidades da administração indireta. salvo se o exigir o interesse público. o Estado. Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 5.1973) I . tratando-se de causa relativa ao estado da pessoa. não está habilitado a transmitir as percepções. de 1º.nos contratos simulados. 396. II . (Renumerado pela Lei nº 11. Art. certidões ou reproduções fotográficas das peças indicadas pelas partes ou de ofício. de 1º. ou. de 1º. em qualquer tempo. 297). juntar aos autos documentos novos. bem como o ascendente e o descendente em qualquer grau.1973) o § 1 São incapazes: (Redação dada pela Lei nº 5. de 2006). se a parte. As normas estabelecidas nos dois artigos antecedentes aplicam-se ao pagamento e à remissão da dívida.o cego e o surdo. acometido por enfermidade.Da Admissibilidade e do Valor da Prova Testemunhal Art. Não se procederá ao exame pericial.o que. no prazo de 5 (cinco) dias. reputando-se tal o documento emanado da parte contra quem se pretende utilizar o documento como prova.1973) II . de 1º. o advogado e outros. Art. de 2006). 397. Sempre que uma das partes requerer a juntada de documento aos autos. (Redação dada pela Lei nº 5. 405.o menor de 16 (dezesseis) anos. findo o prazo. não dispondo a lei de modo diverso.Da Produção da Prova Documental Art. que produziu o documento. contra quem foi produzido o documento. (Incluído pela Lei nº 5. Compete à parte instruir a petição inicial (art. concordar em retirá-lo e a parte contrária não se opuser ao desentranhamento.10.1973) o § 2 São impedidos: (Redação dada pela Lei nº 5. ao tempo em que deve depor. Intimada a parte. É lícito à parte inocente provar com testemunhas: I .419. Logo que for suscitado o incidente de falsidade.10. (Redação dada pela Lei nº 5. Art. o juiz ouvirá. ou para contrapô-los aos que foram produzidos nos autos. ou a resposta (art.os procedimentos administrativos nas causas em que forem interessados a União. que se trata de extrato fiel do que consta em seu banco de dados ou do documento digitalizado. II .o que é parte na causa. pelo mesmo meio. ou colateral. a outra. 398. Art. 391. quando destinados a fazer prova de fatos ocorridos depois dos articulados. o incidente de falsidade correrá em apenso aos autos principais. o representante legal da pessoa jurídica. O juiz requisitará às repartições públicas em qualquer tempo ou grau de jurisdição: I . ou.10. por consangüinidade ou afinidade. de alguma das partes. que assistam ou tenham assistido as partes. Art. expondo os motivos em que funda a sua pretensão e os meios com que provará o alegado. (Incluído pela Lei nº 5. (Redação dada pela Lei nº 5. 401.10. não se puder obter de outro modo a prova.925. quando: I .já provados por documento ou confissão da parte. É lícito às partes. de 1º. 395. Art. 402. 400. Quando o documento for oferecido antes de encerrada a instrução.que só por documento ou por exame pericial puderem ser provados.o interdito por demência. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 119 . a divergência entre a vontade real e a vontade declarada. (Incluído pela Lei nº 5. Art.925. II .419. (Incluído pela Lei nº 11. ou debilidade mental. Subseção III .925. suscitá-lo na contestação ou no prazo de 10 (dez) dias. em casos como o de parentesco. quando a ciência do fato depender dos sentidos que Ihes faltam.1973) I . Art. ao tempo em que ocorreram os fatos. a seu respeito.houver começo de prova por escrito.10.as certidões necessárias à prova das alegações das partes.o cônjuge. A prova testemunhal é sempre admissível.925. Art.Da Prova Testemunhal Subseção I . impedidas ou suspeitas. é admissível a prova testemunhal. obter a prova escrita da obrigação.o credor não pode ou não podia.1973) III . que produziu o documento. 394. declarará a falsidade ou autenticidade do documento. o § 1 Recebidos os autos. como o tutor na causa do menor. o § 2 As repartições públicas poderão fornecer todos os documentos em meio eletrônico conforme disposto em lei. o juiz. a parte o argüirá de falso. 399. A prova exclusivamente testemunhal só se admite nos contratos cujo valor não exceda o décuplo do maior salário mínimo vigente no país.10. Art. no prazo máximo e improrrogável de 30 (trinta) dias.nos contratos em geral.1973) IV .925. A sentença.1973) III . Depois de encerrada a instrução. 393. Art. de 1º.925.10. que o juiz repute necessária ao julgamento do mérito. de 1º. 283). de 1º. o juiz mandará extrair. 392. Podem depor como testemunhas todas as pessoas. quer tempo e grau de jurisdição. não podia discerni-los.10. que resolver o incidente. o Município. devolverá os autos à repartição de origem. Art. contados da intimação da sua juntada aos autos. ao tempo em que foram celebrados. o juiz ordenará o exame pericial. de 1º.925. Qualquer que seja o valor do contrato.o que intervém em nome de uma parte.925. exceto as incapazes.1973) II .

que visa a suprir a falta de título em favor de quem é apontado como credor. esta terá de ser acompanhada do respectivo negativo.em formar documento não verdadeiro. Art. III . declarando-se essa circunstância no original depositado na estação expedidora. V . que pretende utilizar-se dele. Art. for abusivamente preenchido. II . 388.na liquidação de sociedade.10. que preencham os requisitos exigidos por lei.na sucessão por morte de sócio. prova que o seu autor fez a declaração. Dar-se-á abuso quando aquele. II . ordenar à parte a exibição parcial dos livros e documentos. porque.enunciam o recebimento de um crédito. 385. cabendo ao escrivão. Cessa a fé do documento particular quando: I . ainda que não assinada. o § 1 . 382.expressam conhecimento de fatos para os quais não se exija determinada prova. 386. Qualquer reprodução mecânica. O telegrama ou o radiograma presume-se conforme com o original. provam contra quem os escreveu quando: I . 384. com texto não escrito no todo ou em parte. bem como os registros domésticos. Parágrafo único. o documento particular. A nota escrita pelo credor em qualquer parte de documento representativo de obrigação. o juiz ordenará a realização de exame pericial. A escrituração contábil é indivisível: se dos fatos que resultam dos lançamentos. o radiograma ou qualquer outro meio de transmissão tem a mesma força probatória do documento particular. a requerimento da parte. que o credor conservar em seu poder.do ato ou fato que estabeleça. alegar no prazo estabelecido no art. 374. proceder à conferência e certificar a conformidade entre a cópia e o original. A firma do remetente poderá ser reconhecida pelo tabelião. O juiz pode. a eficácia da admissão expressa ou tácita. provando a data de sua expedição e do recebimento pelo destinatário. (Redação dada pela Lei nº 5. valem como certidões. Cessa a fé do documento. não se costuma assinar. 379. Art. todavia. por si ou por meio de outrem.se tratar de falsidade de documento. É lícito ao comerciante. quando em ponto substancial e sem ressalva contiver entrelinha. III . como livros comerciais e assentos domésticos. violando o pacto feito com o signatário. Parágrafo único. Art.Quando se tratar de fotografia. que o tem por verdadeiro.aquele que o fez e o assinou. Art. A falsidade consiste: I . 383.aquele que. por todos os meios permitidos em direito. II . sempre que o escrivão portar por fé a sua conformidade com o original. Art. 375. Parágrafo único. mandando compô-lo. salvo se provar que estes se não verificaram. A cópia de documento particular tem o mesmo valor probante que o original. 377. Art. bem como reproduções autenticadas. sendo-lhe declarada judicialmente a falsidade. qualquer dos signatários. que recebeu documento assinado. com o silêncio. borrão ou cancelamento. 389. 390. como a fotográfica. Aplica-se esta regra tanto para o documento. provam também a favor do seu autor no litígio entre comerciantes. Subseção II .1973) Art. II . presumindo-se.Da Argüição de Falsidade Art. Art. admitido expressa ou tacitamente. contra quem foi produzido documento particular. à parte que produziu o documento. que os lançamentos não correspondem à verdade dos fatos. público ou particular. por conta de quem foi feito. 373. II . Art. Os livros comerciais. exigir-se-ão o original e o negativo. Art. O juiz apreciará livremente a fé que deva merecer o documento. dolo ou coação.da sua apresentação em repartição pública ou em juízo. de cuja autenticidade se não duvida. 387. Art. extraindo-se deles a suma que interessar ao litígio. de modo certo. todavia. à parte que a argüir. Art. se o original constante da estação expedidora foi assinado pelo remetente. uns são favoráveis ao interesse de seu autor e outros Ihe são contrários. Cessa. Art. O juiz pode ordenar. 371. As cartas. Art. se aquele contra quem foi produzida Ihe admitir a conformidade. 381. estando assinado. não o firmou. como para aquele que se achar em poder do devedor. conforme a experiência comum. faz prova dos fatos ou das coisas representadas. se Ihe admite ou não a autenticidade da assinatura e a veracidade do contexto. Parágrafo único. Art. Impugnada a autenticidade da reprodução mecânica. Incumbe o ônus da prova quando: I . Os livros comerciais provam contra o seu autor. emenda. 372. a exibição integral dos livros comerciais e dos documentos do arquivo: I . de 1º. aceitar os fatos que Ihe são favoráveis e recusar os que são contrários ao seu interesse. 390. O documento particular. 376.Trabalhando pela sua conquista. Art. o formar ou o completar. intimadas as partes.quando e como determinar a lei. 378. Reputa-se autor do documento particular: I . O incidente de falsidade tem lugar em qual- 118 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .aquele.em alterar documento verdadeiro. faz prova em benefício do devedor. o § 2 . que Ihe é atribuída. Ressalvado o disposto no parágrafo único do artigo anterior. IV . Compete à parte.se tratar de contestação de assinatura. II . Art.lhe for contestada a assinatura e enquanto não se Ihe comprovar a veracidade. é indivisível. de ofício. se o documento houver sido obtido por erro.assinado em branco. 380. cinematográfica. O telegrama. Art.Se a prova for uma fotografia publicada em jornal. III . sendo defeso à parte. Parágrafo único. Parágrafo único. a anterioridade da formação do documento. demonstrar. ambos serão considerados em conjunto como unidade. dos documentos particulares. fonográfica ou de outra espécie.contêm anotação.925. As reproduções fotográficas ou obtidas por outros processos de repetição. Parágrafo único.

Art. 367.419. (Redação dada pela Lei nº 5. que as informações conferem com o que consta na origem. escrito e assinado.as reproduções digitalizadas de qualquer documento. ou de outro livro a cargo do escrivão. todavia. provar-se-á por todos os meios de direito.925. de 2006). (Redação dada pela Lei nº 5. (Incluído pela Lei nº 11. sob as penas da lei. O documento. ou lhes representar perigo de ação penal. o juiz mandará citá-lo para responder no prazo de 10 (dez) dias.1973) III . II . 357. nem fizer qualquer declaração no prazo do art. pode suprir-lhe a falta.se subsistirem outros motivos graves que. Quando a lei exigir. Mas. pelas procuradorias.10. quando a seu respeito surgir dúvida ou impugnação entre os litigantes.se a exibição acarretar a divulgação de fatos. Art. III . 360. o instrumento público. quando juntados aos autos pelos órgãos da Justiça e seus auxiliares. desde que atestado pelo seu emitente.925. (Redação dada pela Lei nº 5.925. o documento ou a coisa: (Redação dada pela Lei nº 5. a cujo respeito. Art.no dia em que foi registrado. 368. de 1º. quando o tabelião reconhecer a firma do signatário. devam guardar segredo. de 1º.as reproduções dos documentos públicos. deverão ser preservados pelo seu detentor até o final do prazo para interposição de ação rescisória. o juiz expedirá mandado de apreensão. por estado ou profissão. o § 1 Os originais dos documentos digitalizados. requisitando.10. Ao decidir o pedido. em juízo. o juiz admitirá como verdadeiros os fatos que. de 1º. II . desde que autenticadas por oficial público ou conferidas em cartório. A parte e o terceiro se escusam de exibir.1973) IV .os extratos digitais de bancos de dados.419. Art. público ou particular.925.925. de testemunhas.1973) Parágrafo único. como da substância do ato. de 1º. 365.a partir da impossibilidade física. pelas repartições públicas em geral e por advogados públicos ou privados. se não lhes for impugnada a autenticidade. (Incluído pela Lei nº 11. por mais especial que seja. II .10.Da Prova Documental Subseção I .925.Trabalhando pela sua conquista. for comum às partes. (Incluído pela Lei nº 11. considerar-se-á datado o documento particular: I .as certidões textuais de qualquer peça dos autos. por meio do documento ou da coisa.382. Se o terceiro negar a obrigação de exibir. III . o juiz poderá determinar o seu depósito em cartório ou secretaria. força policial. sendo extraídas por ele ou sob sua vigilância e por ele subscritas.os traslados e as certidões extraídas por oficial público. ressalvada a alegação motivada e fundamentada de adulteração antes ou durante o processo de digitalização. que sobreveio a Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 117 . Reputa-se autêntico o documento.se o requerido não efetuar a exibição. ou a posse do documento ou da coisa.1973) II . Art. presumem-se verdadeiras em relação ao signatário. ou somente assinado. tem a mesma eficácia probatória do documento particular.10.Da Força Probante dos Documentos Art. VI . no prazo de 5 (cinco) dias.desde a morte de algum dos signatários. declarando que foi aposta em sua presença.10. III . A data do documento particular. (Incluído pela Lei nº 11.10. públicos e privados. Fazem a mesma prova que os originais: I . de 1º. de 2006). O documento público faz prova não só da sua formação. 370. sem justo motivo. (Redação dada pela Lei nº 5. Se o terceiro. mas não o fato declarado.se a sua apresentação puder violar dever de honra. se necessário. segundo o prudente arbítrio do juiz. (Incluído pela Lei nº 11. o tabelião. pelo Ministério Público e seus auxiliares. 359. I a V disserem respeito só a uma parte do conteúdo do documento. se necessário. de 1º.se a publicidade do documento redundar em desonra à parte ou ao terceiro. Art. se recusar a efetuar a exibição. mas também dos fatos que o escrivão.1973) I . tudo sem prejuízo da responsabilidade por crime de desobediência. de 2006). Art. o documento particular prova a declaração.419. da outra se extrairá uma suma para ser apresentada em juízo. o juiz lhe ordenará que proceda ao respectivo depósito em cartório ou noutro lugar designado. do protocolo das audiências. Parágrafo único. de 1º. feito por oficial público incompetente. por seu conteúdo. 364. (Redação dada pela Lei nº 5.as cópias reprográficas de peças do próprio processo judicial declaradas autênticas pelo próprio advogado sob sua responsabilidade pessoal. o juiz designará audiência especial. (Redação dada pela Lei nº 5. sendo subscrito pelas partes. Quando. tomando-lhe o depoimento. Art. Art. Art. As declarações constantes do documento particular. de 2006).10.1973) V . em seguida proferirá a sentença. relativa a determinado fato. bem como a seus parentes consangüíneos ou afins até o terceiro grau. bem como o das partes e. nenhuma outra prova. se o terceiro descumprir a ordem.1973) Seção V . de instrumentos ou documentos lançados em suas notas.419. 361. o § 2 Tratando-se de cópia digital de título executivo extrajudicial ou outro documento relevante à instrução do processo. 369.se a recusa for havida por ilegítima. Se os motivos de que tratam os ns.se o documento.925. IV . de 2006). justifiquem a recusa da exibição. competindo ao interessado em sua veracidade o ônus de provar o fato. Art. com os respectivos originais. a parte pretendia provar: I . 366. mencionados no inciso VI do caput deste artigo.se concernente a negócios da própria vida da família. 363. ou sem a observância das formalidades legais. impondo ao requerente que o embolse das despesas que tiver. V . 362. ou o funcionário declarar que ocorreram em sua presença. em relação a terceiros. Quando o documento ou a coisa estiver em poder de terceiro. contiver declaração de ciência.

A confissão. caso não compareça ou. suscetíveis de constituir fundamento de defesa de direito material ou de reconvenção. A parte será interrogada na forma prescrita para a inquirição de testemunhas. por qualquer meio. A confissão espontânea pode ser feita pela própria parte.criminosos ou torpes. passa aos seus herdeiros. II . a confissão provocada constará do depoimento pessoal prestado pela parte. 350. o juiz. A confissão judicial pode ser espontânea ou provocada. constando do mandado que se presumirão confessados os fatos contra ela alegados. Art. tendo sido requeridas antes da decisão de saneamento. III . que esteja em seu poder. 358. sem motivo justificado. se houve recusa de depor. 349.comparecer em juízo.por ação anulatória. Quando a parte. Art. aceitá-la no tópico que a beneficiar e rejeitá-la no que Ihe for desfavorável. Art. compete a cada parte requerer o depoimento pessoal da outra.Do Depoimento Pessoal Art. o juiz Ihe aplicará a pena de confissão. Art. II . a fim de interrogá-la na audiência de instrução e julgamento. não prejudicando. Art. desde que objetivem completar esclarecimentos. A confissão judicial faz prova contra o confitente. todavia. ou comparecendo.Da Confissão Art. tanto que requerida pela parte. quando a parte admite a verdade de um fato. Se afirmar que não possui o documento ou a coisa. Art. Art. não podendo a parte. o juiz permitirá que o requerente prove. Parágrafo único. Art. que se ache em seu poder. III . comparecendo. Cindir-se-á. 348. Seção IV . de ofício. o § 2 Se a parte intimada não comparecer. quando o confitente Ihe aduzir fatos novos. 346. de fatos relativos a direitos indisponíveis. todavia. Art. Seção III . quando emanar de erro. respondendo ao que Ihe for interrogado. II .Trabalhando pela sua conquista. O requerido dará a sua resposta nos 5 (cinco) dias subseqüentes à sua intimação. A parte responderá pessoalmente sobre os fatos articulados. Esta disposição não se aplica às ações de filiação. pode ser revogada: I .a individuação. 341. apreciando as demais circunstâncias e elementos de prova. 352. assistir ao interrogatório da outra parte. 347. Art. ou por mandatário com poderes especiais. 342. que for julgada necessária. feita por escrito à parte ou a quem a represente. nos casos de que trata este artigo. A confissão extrajudicial.a cujo respeito. Art. do documento ou da coisa. em relação a qualquer pleito: I . 356. de desquite e de anulação de casamento. os litisconsortes. contrário ao seu interesse e favorável ao adversário. 354. Todavia. 355. não devolvidas dentro do prazo ou concedidas sem efeito suspensivo. Parágrafo único.exibir coisa ou documento. A confissão é judicial ou extrajudicial. que Ihe forem imputados.se o requerido aludiu ao documento ou à coisa. declarará. se recuse a depor. quando feita verbalmente.informar ao juiz os fatos e as circunstâncias. 14. É defeso. o § 1 A parte será intimada pessoalmente.praticar o ato que Ihe for determinado.submeter-se à inspeção judicial. compete à parte: I . em juízo. a confissão de um cônjuge não valerá sem a do outro. 344. tão completa quanto possível. Art. a quem ainda não depôs. se recusar a depor.por ação rescisória. Art. ou empregar evasivas.280. dolo ou coação. Parágrafo único. com o intuito de constituir prova. Art. a consulta a notas breves. A carta precatória e a carta rogatória. O pedido formulado pela parte conterá: I . Parágrafo único.Da Exibição de Documento ou Coisa Art. não podendo servir-se de escritos adrede preparados. Cabe ao confitente o direito de propor a ação. que a declaração não corresponde à verdade. Parágrafo único. Compete ao terceiro. Nas ações que versarem sobre bens imóveis ou direitos sobre imóveis alheios. Há confissão. 353. quando. de que tenha conhecimento. se pendente o processo em que foi feita. II . (Redação dada pela Lei nº 11. Art. será livremente apreciada pelo juiz. mas. de 2006) Parágrafo único. Seção II . O juiz pode ordenar que a parte exiba documento ou coisa. O juiz pode. deva guardar sigilo. O juiz não admitirá a recusa: I . 265 desta Lei. em qualquer estado do processo. 340.a finalidade da prova. uma vez iniciada.se o requerido tiver obrigação legal de exibir. II . que a quiser invocar como prova. todavia. feita a terceiro. poderão ser juntas aos autos até o julgamento final. de regra. a fim de interrogá-las sobre os fatos da causa. A parte não é obrigada a depor de fatos: I . depois de transitada em julgado a sentença. Da confissão espontânea. inciso IV do art.as circunstâncias em que se funda o requerente para afirmar que o documento ou a coisa existe e se acha em poder da parte contrária. Ninguém se exime do dever de colaborar com o Poder Judiciário para o descobrimento da verdade. o juiz Ihe permitirá. 345. 343. II . determinar o comparecimento pessoal das partes. Além dos deveres enumerados no art. da qual constituir o único fundamento. se lavrará o respectivo termo nos autos. A confissão é. a prova nelas solicitada apresentar-se imprescindível. Art. por estado ou profissão. deixar de responder ao que Ihe for perguntado. 357. Não vale como confissão a admissão. só terá eficácia nos casos em que a lei não exija prova literal. Art. na sentença. ou contida em testamento. 116 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Parágrafo único. Quando o juiz não o determinar de ofício. indivisível. tem a mesma eficácia probatória da judicial. no processo. 339. 351. indicando os fatos que se relacionam com o documento ou a coisa.

Contestando o réu o direito que constitui fundamento do pedido. Quando a parte.444.1973) I .5. sendo de direito e de fato.Das Alegações do Réu Art. IV . 327. recebendo-o no estado em que se encontrar. (Redação dada pela Lei nº 10. 326. se necessário.1994) o § 3 Se o direito em litígio não admitir transação. podendo fazer-se representar por procurador ou preposto. mandará que o autor especifique as provas que pretenda produzir na audiência. (Redação dada pela Lei nº 5. estrangeiro ou consuetudinário. conforme as circunstâncias. o juiz designará audiência preliminar.quando a questão de mérito for unicamente de direito. que constam das seções deste Capítulo. II .10. Seção I . o escrivão fará a conclusão dos autos. o juiz fixará os pontos controvertidos.444.925. 324. Art. 337. as providências preliminares. de 2006) Parágrafo único O revel poderá intervir no processo em qualquer fase. ainda que não especificados neste Código. se da declaração da existência ou da inexistência do direito depender. permitindo-lhe a produção de prova documental. o juiz.Das Disposições Gerais Art. (Redação dada pela Lei nº 11. o juiz mandará ouvir o autor no prazo de 10 (dez) dias. Verificando a existência de irregularidades ou de nulidades sanáveis.2002) Art. Art. o juiz poderá. reconhecendo o fato em que se fundou a ação. decidirá as questões processuais pendentes e determinará as provas a serem produzidas.280. modificativo ou extintivo do direito do autor.quando ocorrer a revelia (art.recair sobre direito indisponível da parte. por qualquer motivo. Salvo disposição especial em contrário. O juiz conhecerá diretamente do pedido. o juiz designará. (Incluído pela Lei nº 10. dia. A parte. quanto a esta. ressalvado. (Incluído pela Lei nº 8.Trabalhando pela sua conquista. o juiz aplicará as regras de experiência comum subministradas pela observação do que ordinariamente acontece e ainda as regras da experiência técnica. de 1º.ao réu. outro Ihe opuser impeditivo. o juiz proferirá julgamento conforme o estado do processo. o autor poderá requerer. de 13.tornar excessivamente difícil a uma parte o exercício do direito. 338. 328. 333. não houver necessidade de produzir prova em audiência. nos termos o do § 2 . verificando que não ocorreu o efeito da revelia. (Redação dada pela Lei nº 5. modificativo ou extintivo do direito do autor. Findo o prazo para a resposta do réu. quanto à existência de fato impeditivo.925. o juiz mandará supri-las. no prazo de 10 (dez) dias.Do Julgamento Antecipado da Lide Art. o exame pericial.1973) Seção II . (Incluído pela Lei nº 11. O juiz.5. Parágrafo único. II . como incontroversos. Se não ocorrer qualquer das hipóteses previstas nas seções precedentes. 319). Modificativos ou Extintivos do Pedido Art. conforme o caso.444.em cujo favor milita presunção legal de existência ou de veracidade. Se o réu alegar qualquer das matérias enumeradas no art. O ônus da prova incumbe: I . Art. desde logo. quanto ao fato constitutivo do seu direito. A carta precatória e a carta rogatória suspenderão o processo. em que se funda a ação ou a defesa. para a qual serão as partes intimadas a comparecer. no processo. Parágrafo único. Se o réu.925. de 1º. que sobre ele o juiz profira sentença incidente. Todos os meios legais.1994) o § 2 Se. 329. se assim o determinar o juiz.1973) Seção III .10. mas não de prestar depoimento. (Redação dada pela Lei nº 5.DO JULGAMENTO CONFORME O ESTADO DO PROCESSO Seção I . 323. o juiz declarará extinto o processo. Art. as provas devem ser produzidas em audiência. Art. no prazo de 10 (dez) dias. 267 e 269. será reduzida a termo e homologada por sentença. designando audiência de instrução e julgamento. 334. facultando-lhe o juiz a produção de prova documental.admitidos.925. proferindo sentença: (Redação dada pela Lei nº 5.Da Declaração incidente Art.1973) II . fixando à parte prazo nunca superior a 30 (trinta) dias. II .952. de 2006) CAPÍTULO IV . Art. provar-lhe-á o teor e a vigência. de 13.952. e versar a causa sobre direitos que admitam transação. ou se as circunstâncias da causa evidenciarem ser improvável sua obtenção. 301. ou por outro motivo relevante. com poderes para transigir.10. III .DAS PROVAS Seção I . Seção IV . no todo ou em parte. bem como os moralmente legítimos. não for obtida a conciliação.notórios. (Incluído pela Lei nº 8. de 7. hora e lugar para inquiri-la. CAPÍTULO V . Seção III . ou a testemunha. II a V.afirmados por uma parte e confessados pela parte contrária. Se o réu não contestar a ação. são hábeis para provar a verdade dos fatos. de 1º. 335.12. Cumpridas as providências preliminares.2002) CAPÍTULO VI . sanear o processo e ordenar a produção da prova. Ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nos arts.ao autor.2002) o § 1 Obtida a conciliação. 330.Da Extinção do Processo Art. Art. de 7. a realizar-se no prazo de 30 (trinta) dias. que alegar direito municipal. Não dependem de prova os fatos: I .Da Audiência Preliminar (Redação dada pela Lei nº 10.12. 325. estiver impossibilitada de comparecer à audiência. por enfermidade. observando o que dispõe o capítulo seguinte. 332. 5 ). ou. o o julgamento da lide (art. estadual. 336. este será ouvido no prazo de 10 (dez) dias.DAS PROVIDÊNCIAS PRELIMINARES Art.Dos Fatos Impeditivos. no caso previsto na alínea b do Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 115 . Em falta de normas jurídicas particulares. É nula a convenção que distribui de maneira diversa o ônus da prova quando: I .10. Seção II .Do Efeito da Revelia Art. 331.5. determinará.280. ou não havendo necessidade delas. de 7. de 1º.

correrão os prazos independentemente de intimação. que a lei considere indispensável à prova do ato. algum deles contestar a ação. 112 desta Lei). 321. de 1º. a petição pode ser protocolizada no juízo de domicílio do réu.se a petição inicial não estiver acompanhada do instrumento público.Das Exceções Art. 315. Art. 317.10. reconvir ao autor. Art. dará as suas razões. de 2006) Art. III .12. Art. quando se reproduz ação anteriormente ajuizada. a incompetência (art. O réu pode reconvir ao autor no mesmo processo.10. de 1º. (Redação dada pela Lei nº 5. A parte oferecerá a exceção de impedimento ou de suspeição. Julgar-se-ão na mesma sentença a ação e a reconvenção. Art. contado do fato que ocasionou a incompetência. acompanhadas de documentos e de rol de testemunhas.1973) Art.Da Reconvenção Art. A revelia não induz. Art. para contestá-la no prazo de 15 (quinze) dias. salvo: I .1973) Art. em caso contrário. a quem será assegurado o direito de responder no prazo de 15 (quinze) dias.280. II . reputar-se-ão verdadeiros os fatos afirmados pelo autor. Art. 319. toda vez que a reconvenção seja conexa com a ação principal ou com o fundamento da defesa. 134 e 135).se estiverem em contradição com a defesa. a confissão. de que não caiba recurso. Na exceção de incompetência (art. (§ 1º renumerado pela Lei nº 9. Oferecida a reconvenção.1995) § 2º Não se admitirá reconvenção nas causas de procedimento sumaríssimo. ou a existência de qualquer causa que a extinga. II .925. 135). quanto ao ônus da impugnação especificada dos fatos. A petição.relativas a direito superveniente. Julgada procedente a exceção. O excipiente argüirá a incompetência em petição fundamentada e devidamente instruída. o tribunal determinará o seu arquivamento. Este direito pode ser exercido em qualquer tempo. ou grau de jurisdição. 313. Parágrafo único.12. no prazo de 15 (quinze) dias. III . o processo ficará suspenso (art. Cabe também ao réu manifestar-se precisamente sobre os fatos narrados na petição inicial. a seu respeito.925. 316. Esta regra. 303.10. quando se repete ação que já foi decidida por sentença.por expressa autorização legal. dirigida ao juiz da causa. Contra o revel que não tenha patrono nos autos. a partir da publicação de cada ato decisório. o juiz conhecerá de ofício da matéria enumerada neste artigo. Despachando a petição. (Redação dada pela Lei nº 5. havendo pluralidade de réus. mandando remeter os autos ao seu substituto legal. Não pode o réu. há coisa julgada. CAPÍTULO III . Se o réu não contestar a ação. o efeito mencionado no artigo antecedente: I . a mesma causa de pedir e o mesmo pedido. A desistência da ação. Havendo necessidade de prova testemunhal. especificando o motivo da recusa (arts. 304. de 1º. com requerimento de sua imediata remessa ao juízo que determinou a citação.925.competir ao juiz conhecer delas de ofício. ao curador especial e ao órgão do Ministério Público. só é lícito deduzir novas alegações quando: I . cabendo à parte oferecer exceção. ordenará a remessa dos autos ao seu substituto legal. É lícito a qualquer das partes argüir. 310. 307. 322.10. por meio de exceção.1995) Art.Do Impedimento e da Suspeição Art. que está em curso. de 26. o juiz designará audiência de instrução. quando este demandar em nome de outrem. Presumem-se verdadeiros os fatos não impugnados. o impedimento (art. nem demandar declaração incidente. o autor reconvindo será intimado.Trabalhando pela sua conquista. Conclusos os autos. se houver. Verificando que a exceção não tem fundamento legal. Art. de 1º. Parágrafo único. 318.1973) o § 3 Há litispendência. (Incluído pela Lei nº 11.se o litígio versar sobre direitos indisponíveis. os autos serão remetidos ao juiz competente.1973) Art.1973) o § 4 Com exceção do compromisso arbitral. 312.se a petição inicial não estiver acompanhada do instrumento público que a lei considerar da substância do ato. de 1º. 112). considerada em seu conjunto. Seção III . o juiz.925. (Redação dada pela Lei nº 5. 308. de 1º. 306. 265. 134) ou a suspeição (art. II .10. (Redação dada pela Lei nº 5.se não for admissível. Art. se reconhecer o impedimento ou a suspeição.925. ordenando a remessa dos autos ao tribunal. poderá ser instruída com documentos em que o excipiente fundar a alegação e conterá o rol de testemunhas. Ainda que ocorra revelia. O juiz indeferirá a petição inicial da exceção. decidindo dentro de 10 (dez) dias. III . Subseção I . ouvindo o excepto dentro em 10 (dez) dias e decidindo em igual prazo. na pessoa do seu procurador. o impedimento ou a suspeição. Art. (Revogado pela Lei nº 9. Art.se.245. Art. ou a causa de pedir. 314. quando se repete ação. 309. Depois da contestação. o juiz mandará processar a exceção. salvo promovendo nova citação do réu. (Redação dada pela Lei nº 5. não obsta ao prosseguimento da reconvenção.DA REVELIA Art. Subseção II . no caso contrário condenará o juiz nas custas.925. o autor não poderá alterar o pedido. até que seja definitivamente julgada. Parágrafo único. 302. puderem ser formuladas em qualquer tempo e juízo. quando manifestamente improcedente. indicando o juízo para o qual declina.10. 320. contudo.Da Incompetência Art.245. (Redação dada pela Lei nº 5. III).1973) o § 2 Uma ação é idêntica à outra quando tem as mesmas partes. dentro de 10 (dez) dias. Seção IV . 305. 114 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 311. de 26. não se aplica ao advogado dativo. Recebida a exceção. em seu próprio nome.

10. Indeferida a petição inicial.quando o juiz verificar. 291. A petição inicial será indeferida: (Redação dada pela Lei nº 5. 298. É lícito formular mais de um pedido em ordem sucessiva.925. 297. de 13.1993) Seção III . Art.falta de caução ou de outra prestação. a exceção será processada em apenso aos autos principais. alegar: (Redação dada pela Lei nº 5.718. se o autor empregar o procedimento ordinário. o prazo para responder ser-lhes-á comum.1973) Vlll . de 23. 290.925. (Redação dada pela Lei nº 5.925.1973) I .incompetência absoluta.1973) VII . compreendendo-se.quando o autor carecer de interesse processual.1973) I .925. 295. (Redação dada pela Lei nº 5.10. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 113 . primeira parte.1973) II . correndo à sua conta as custas acrescidas em razão dessa iniciativa.1994) Parágrafo único.10.10.1973) II . 293.Do Indeferimento da Petição Inicial Art. Os pedidos são interpretados restritivamente. do. de 1º.10.10. Art. no principal os juros legais. II .952. (Redação dada pela Lei nº 5. Quando a obrigação consistir em prestações periódicas. enquanto durar a obrigação. entretanto.925.1996) X . (Redação dada pela Lei nº 5. não corresponder à natureza da causa. (Redação dada pela Lei nº 5. corresponder tipo diverso de procedimento.307.contiver pedidos incompatíveis entre si.Ihe faltar pedido ou causa de pedir.12. de 1º. Parágrafo único.10. 294.925.12. Art. o prazo para a resposta correrá da intimação do despacho que deferir a desistência. de 1º. de vários pedidos.10.1973) IV . dirigida ao juiz da causa. exceção e reconvenção.10. facultado ao juiz. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º. (Redação dada pela Lei nº 5. ou ao valor da ação. de 1º.1973) Parágrafo único.1973) V . (Redação dada pela Lei nº 5. antes de discutir o mérito.10.925. Compete ao réu alegar. reformar sua decisão. que a lei exige como preliminar. 299. de 1º.convenção de arbitragem. 39. de 1º. Art.1973) II . de 1º. (Redação dada pela Lei nº 5. expondo as razões de fato e de direito.1973) Xl .925. porém. (Redação dada pela Lei nº 8.10. admitir-se-á a cumulação. desde logo. se o devedor. o § 2 Quando. de 1º.925. III . 300. o autor poderá apelar. considerar-se-ão elas incluídas no pedido.quando for inepta. A contestação e a reconvenção serão oferecidas simultaneamente. num único processo. § 5 ).Das Disposições Gerais Art. se puder adaptar-se ao tipo de procedimento legal.1973) V . (Redação dada pela Lei nº 5.925. Art. em peças autônomas.1973) Vl . (Redação dada pela Lei nº 5. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. para cada pedido. de 1º.925. de 1º. Se o autor desistir da ação quanto a algum réu ainda não citado. deixar de pagálas ou de consigná-las. ainda que o autor não tenha formulado pedido alternativo. a sentença as incluirá na condenação.1973) Vl . caso em que só não será indeferida.10.10.9. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º.1973) III . salvo o disposto no art. em não podendo acolher o anterior. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º.10.Da Contestação Art.925. (Redação dada pela Lei nº 5.quando o tipo de procedimento. de 1º.Trabalhando pela sua conquista.1973) o § 1 Verifica-se a litispendência ou a coisa julgada. parágrafo único. o § 1 São requisitos de admissibilidade da cumulação: I .1973) IV . 301.10.10. deduzidas as despesas na proporção de seu crédito. Compete-lhe.1973) III . Na obrigação indivisível com pluralidade de credores.incapacidade da parte. e 284. (Redação dada pela Lei nº 8. 289. de 1º. Art.925.conexão. os autos serão imediatamente encaminhados ao tribunal competente.da narração dos fatos não decorrer logicamente a conclusão.DA RESPOSTA DO RÉU Seção I .925. 219.10.925.o pedido for juridicamente impossível. É permitida a cumulação.10.925.carência de ação. de 1º.quando a parte for manifestamente ilegítima. 292.10.10.10. 191.952.925. na contestação.1973) III . o autor poderá aditar o pedido. escolhido pelo autor. (Redação dada pela Lei nº 9. de 1º. em petição escrita.925. Antes da citação. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º. toda a matéria de defesa. de 1º.quando não atendidas as prescrições dos arts. (Redação dada pela Lei nº 5. a fim de que o juiz conheça do posterior.10. (Redação dada pela Lei nº 5.que os pedidos sejam compatíveis entre si. (Redação dada pela Lei nº 5. (Redação dada pela Lei nº 5.10. defeito de representação ou falta de autorização.1973) Art. contra o mesmo réu.925.1973) IX .925.perempção. de 1º.inexistência ou nulidade da citação. de 13. Não sendo reformada a decisão.inépcia da petição inicial. de 1º. (Incluído pela Lei nº 5. ainda que entre eles não haja conexão. Considera-se inepta a petição inicial quando: (Redação dada pela Lei nº 5. a decadência o ou a prescrição (art. Art.que seja adequado para todos os pedidos o tipo de procedimento. Quando forem citados para a ação vários réus. de 1º. de 14. de 1º.925.coisa julgada. com que impugna o pedido do autor e especificando as provas que pretende produzir.925.1994) CAPÍTULO II . Seção II . 296. no prazo de 15 (quinze) dias. contestação.1973) IV .litispendência.que seja competente para conhecer deles o mesmo juízo. Art.10. independentemente de declaração expressa do autor.925.1973) I . (Redação dada pela Lei nº 8. no curso do processo. O réu poderá oferecer. Art. aquele que não participou do processo receberá a sua parte.

estenotipia ou outro método hábil de documentação.12.444. 288. o juiz proferirá sentença na própria audiência ou no prazo de dez dias. poderá requerer cominação de pena pecuniária para o caso de descumprimento da sentença ou da decisão antecipao tória de tutela (arts. a que é dirigida. II . § 4 . desde que fundado nos mesmos fatos referidos na inicial. as conseqüências do ato ou do fato ilícito. prestar ato ou entregar coisa.nas ações universais.277. os fatos articulados pelo autor. (Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9. poderá ser dispensada a citação e proferida sentença.1995) Art. 461.10. do qual constará apenas o essencial. estado civil.12. os depoimentos serão reduzidos a termo. 281 . ou a complete. como verdadeiros. 329 e 330.(Incluído pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º.277. Quando a matéria controvertida for unicamente de direito e no juízo já houver sido proferida sentença de total improcedência em outros casos idênticos.925. no prazo de 10 (dez) dias.245. de 26.10. 282 a 475-R TÍTULO VIII . (Redação dada pela Lei nº 9. do mandado constará que. determinando. (Incluído pela Lei nº 11. 285. de 1º. Se o autor pedir que seja imposta ao réu a abstenção da prática de algum ato. Não obtida a conciliação.245. A petição inicial indicará: I .2002) Art. se for o caso.o pedido. Art. podendo indicar assistente técnico. O pedido deve ser certo ou determinado.12.245. de 26. pela natureza da obrigação. formular pedido genérico: (Redação dada pela Lei nº 5. Verificando o juiz que a petição inicial não preenche os requisitos exigidos nos arts. será designada audiência de instrução e julgamento para data próxima.12.10. quando. 282 e 283. resposta escrita ou oral. Se o autor não cumprir a diligência. (Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 5. salvo a assistência. decidirá de plano a impugnação ao valor da causa ou a controvérsia sobre a natureza da demanda.245. acompanhada de documentos e rol de testemunhas e. É lícito. 286.2002) Art. na contestação.1973) II . de 2006) o § 2 Caso seja mantida a sentença. 280. é facultado ao juiz decidir. se não puder o autor individuar na petição os bens demandados. 283. o juiz Ihe assegurará o direito de cumprir a prestação de um ou de outro mo- 112 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . (Redação dada pela Lei nº 9. de 26.12.quando a determinação do valor da condenação depender de ato que deva ser praticado pelo réu. reproduzindo-se o teor da anteriormente prolatada. V . de 1º. (Incluído pela Lei nº 11.(Redação dada pela Lei nº 10.as provas com que o autor pretende demonstrar a verdade dos fatos alegados. I e II. de 1º. ou que apresenta defeitos e irregularidades capazes de dificultar o julgamento de mérito.444.1995) Parágrafo único.12. (Redação dada pela Lei nº 5. a estenotipia ou outro método de documentação. Quando. Estando em termos a petição inicial.5. Parágrafo único.245. (Incluído pela Lei nº 9. prenomes.o juiz ou tribunal.Trabalhando pela sua conquista. no prazo de 5 (cinco) dias. para responder.1995) § 1º É lícito ao réu. o recurso de terceiro prejudicado e a intervenção fundada em contrato de seguro.1995) § 5º A conversão também ocorrerá quando houver necessidade de prova técnica de maior complexidade.245. de 26. 282.5. IV .o requerimento para a citação do réu. fazendo-se a respectiva transcrição se a determinar o juiz.10. e 461-A). Parágrafo único. não excedente de trinta dias.1973) III . Os atos probatórios realizados em audiência poderão ser documentados mediante taquigrafia. 287.10. será ordenada a citação do réu para responder ao recurso. poderes para transigir. A petição inicial será instruída com os documentos indispensáveis à propositura da ação. porém. 278.245.quando não for possível determinar. oferecerá o réu. a conversão do procedimento sumário em ordinário. ordenando a citação do réu. formular pedido em seu favor.925.1995) Art. de 26. III . com as suas especificações. de 2006) Seção II . na própria audiência.1995) § 4º O juiz. Nas comarcas ou varas em que não for possível a taquigrafia. não sendo contestada a ação. o juiz indeferirá a petição inicial. VII .DO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO CAPÍTULO I . 284. determinará que o autor a emende.925.1995) Art. pela lei ou pelo contrato.12.o valor da causa.Do Pedido Art.o fato e os fundamentos jurídicos do pedido. de modo definitivo. ((Incluído pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 10. de 2006) o § 1 Se o autor apelar. na audiência. 285-A. (Incluído pela Lei nº 11.1973) Art.925.Findos a instrução e os debates orais.os nomes.1995) § 2º Havendo necessidade de produção de prova oral e não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nos arts. de 26. 279. (Redação dada pela Lei nº 5. o devedor puder cumprir a prestação de mais de um modo.277. de 26. de 1º. Art. de 7. de 26.12. se requerer perícia.1973) I .925. No procedimento sumário não são admissíveis a ação declaratória incidental e a intervenção de terceiros. a escolha couber ao devedor. O pedido será alternativo. tolerar alguma atividade. Art. VI .12. domicílio e residência do autor e do réu. salvo se houver determinação de perícia. não manter a sentença e determinar o prosseguimento da ação.245.1973) Art. formulará seus quesitos desde logo.DA PETIÇÃO INICIAL Seção I – Dos Requisitos da Petição Inicial Art. de 26. de 7. o juiz a despachará. se presumirão aceitos pelo réu.1995) Do processo ordinário: arts. profissão.245.

2002) CAPÍTULO II . de 13. Art.12.245.haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação.1994) o § 2 Não se concederá a antecipação da tutela quando houver perigo de irreversibilidade do provimento antecipado.925.12.12. os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial.1995) b) de cobrança ao condômino de quaisquer quantias devidas ao condomínio.12.12.12. Na petição inicial.12. podendo fazer-se representar por preposto com Do processo e do procedimento: arts. de 1º. O procedimento ordinário reger-se-á segundo as disposições dos Livros I e II deste Código. subsidiariamente. 271.10.2002) o § 7 Se o autor. de 13. ressalvados os casos de processo de execução. 275.nas causas cujo valor não exceda a 60 (sessenta) vezes o valor do salário mínimo.1995) § 2º Deixando injustificadamente o réu de comparecer à audiência. (Incluído pela Lei nº 8. de execução (Livro II). de 1º.10. 319). quando presentes os respectivos pressupostos.12.12.2002) II . (Redação dada pela Lei nº 9. de 13.5.444. Parágrafo único.122.444. de 26. mostrar-se incontroverso. antecipar.12.952.quando o juiz pronunciar a decadência ou a prescrição.952. salvo disposição em contrário deste Código ou de lei especial. de 2009). total ou parcialmente.fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. (Incluído pela Lei nº 8. (Incluído pela Lei nº 10. (Redação dada pela Lei nº 9. de 13.245.12. de 7. requerer providência de natureza cautelar.1994) o § 1 Na decisão que antecipar a tutela.245. (Incluído pela Lei nº 10. de 26.quando o autor renunciar ao direito sobre que se funda a ação.952. 276.952. de 26. O juiz designará a audiência de conciliação a ser realizada no prazo de trinta dias. podendo indicar assistente técnico.925. ressalvado o disposto em legislação especial. de 26. poderá o juiz. de 26. (Redação dada pela Lei nº 10. Observar-se-á o procedimento sumário: (Redação dada pela Lei nº 9.245. (Redação dada pela Lei nº 9. proferindo o juiz. (Redação dada pela Lei nº 5. (Incluído pela Lei nº 8. de 7. se requerer perícia. qualquer que seja o valor (Redação dada pela Lei nº 9.DO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO Art.1994) o § 6 A tutela antecipada também poderá ser concedida quando um ou mais dos pedidos cumulados.122. de 26. (Redação dada pela Lei nº 9. Art. existindo prova inequívoca. de 13. (Incluído pela Lei nº 8.1995) Art.12. de 13.245. (Redação dada pela Lei nº 9. o juiz indicará.952. (Incluído pela Lei nº 12. ou parcela deles.12. a sentença.12.1995) I . se convença da verossimilhança da alegação e: (Redação dada pela Lei nº 8. 274. Este Código regula o processo de conhecimento (Livro I).1973) CAPÍTULO III .1994) Art.12. IV . relativamente aos danos causados em acidente de veículo. Aplica-se a todas as causas o procedimento comum. e 461-A. Este procedimento não será observado nas ações relativas ao estado e à capacidade das pessoas.DO PROCEDIMENTO SUMÁRIO Art. (Redação dada pela Lei nº 9. desde que.1995) c) de ressarcimento por danos em prédio urbano ou rústico. as disposições gerais do procedimento ordinário.12. a requerimento da parte. de 26. deferir a medida cautelar em caráter incidental do processo ajuizado.1995) § 1º A conciliação será reduzida a termo e homologada por sentença. os prazos contar-se-ão em dobro. de 13. O procedimento especial e o procedimento sumário regem-se pelas disposições que Ihes são próprias.1995) § 3º As partes comparecerão pessoalmente à audiência.444.952.12.245.1995) e) de cobrança de seguro. desde logo. de 26. 272. de 26.12. de 26.245. de 13.1994) II . de 13. prosseguirá o processo até final julgamento.1995) f) de cobrança de honorários dos profissionais liberais. (Incluído pela Lei nº 8.2002) o § 4 A tutela antecipada poderá ser revogada ou modificada a qualquer tempo.1995) d) de ressarcimento por danos causados em acidente de veículo de via terrestre. formulará quesitos.245. (Redação dada pela Lei nº 5. 270. de modo claro e preciso. (Redação dada pela Lei nº 8.1995) g) que versem sobre revogação de doação.245.1994) o § 5 Concedida ou não a antecipação da tutela.5. reputar-se-ão verdadeiros os fatos alegados na petição inicial (art. (Redação dada pela Lei nº 10.444.1994) Parágrafo único. as razões do seu convencimento.1995) a) de arrendamento rural e de parceria agrícola.5.952.952.245.5. 461. §§ 4 e 5 . cautelar (Livro III) e os procedimentos especiais (Livro IV). O juiz poderá.1995) Art.1994) o § 3 A efetivação da tutela antecipada observará.12. podendo o juiz ser auxiliado por conciliador. (Redação dada pela Lei nº 9. 588. de 7.DO PROCESSO E DO PROCEDIMENTO CAPÍTULO I .nas causas.245. ou (Incluído pela Lei nº 8. de 26. Sendo ré a Fazenda Pública.245. (Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 8.Trabalhando pela sua conquista. (Incluído pela Lei nº 9.12.DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.1994) I .245. V . no que couber e conforme sua natureza. O procedimento comum é ordinário ou sumário. 270 a 281 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 111 . de 7. de 26. as normas preo o vistas nos arts.12. citando-se o réu com a antecedência mínima de dez dias e sob advertência prevista no § 2º deste artigo. salvo se o contrário resultar da prova dos autos.952. (Redação dada pela Lei nº 9. determinando o comparecimento das partes. o autor apresentará o rol de testemunhas e. em decisão fundamentada.12. de 2009). h) nos demais casos previstos em lei. aplicando-se-lhes. (Redação dada pela Lei nº 12.1973) TÍTULO VII . a título de antecipação de tutela. 277. de 26.(Incluído pela Lei nº 9. 273.

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tuições permitidas por lei.(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Parágrafo único. A alteração do pedido ou da causa de pedir em nenhuma hipótese será permitida após o saneamento do processo. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) CAPÍTULO II - DA SUSPENSÃO DO PROCESSO Art. 265. Suspende-se o processo: I - pela morte ou perda da capacidade processual de qualquer das partes, de seu representante legal ou de seu procurador; II - pela convenção das partes; (Vide Lei nº 11.481, de 2007) III - quando for oposta exceção de incompetência do juízo, da câmara ou do tribunal, bem como de suspeição ou impedimento do juiz; IV - quando a sentença de mérito: a) depender do julgamento de outra causa, ou da declaração da existência ou inexistência da relação jurídica, que constitua o objeto principal de outro processo pendente; b) não puder ser proferida senão depois de verificado determinado fato, ou de produzida certa prova, requisitada a outro juízo; c) tiver por pressuposto o julgamento de questão de estado, requerido como declaração incidente; V - por motivo de força maior; VI - nos demais casos, que este Código regula. o § 1 No caso de morte ou perda da capacidade processual de qualquer das partes, ou de seu representante legal, provado o falecimento ou a incapacidade, o juiz suspenderá o processo, salvo se já tiver iniciado a audiência de instrução e julgamento; caso em que: a) o advogado continuará no processo até o encerramento da audiência; b) o processo só se suspenderá a partir da publicação da sentença ou do acórdão. o § 2 No caso de morte do procurador de qualquer das partes, ainda que iniciada a audiência de instrução e julgamento, o juiz marcará, a fim de que a parte constitua novo mandatário, o prazo de 20 (vinte) dias, findo o qual extinguirá o processo sem julgamento do mérito, se o autor não nomear novo mandatário, ou mandará prosseguir no processo, à revelia do réu, tendo falecido o advogado deste. o § 3 A suspensão do processo por convenção das o partes, de que trata o n Il, nunca poderá exceder 6 (seis) meses; findo o prazo, o escrivão fará os autos conclusos ao juiz, que ordenará o prosseguimento do processo. o o § 4 No caso do n III, a exceção, em primeiro grau da jurisdição, será processada na forma do disposto neste Livro, Título VIII, Capítulo II, Seção III; e, no tribunal, consoante Ihe estabelecer o regimento interno. o o § 5 Nos casos enumerados nas letras a, b e c do n IV, o período de suspensão nunca poderá exceder 1 (um) ano. Findo este prazo, o juiz mandará prosseguir no processo. Art. 266. Durante a suspensão é defeso praticar qualquer ato processual; poderá o juiz, todavia, determinar a realização de atos urgentes, a fim de evitar dano irreparável. CAPÍTULO III - DA EXTINÇÃO DO PROCESSO Art. 267. Extingue-se o processo, sem resolução de mérito: (Redação dada pela Lei nº 11.232, de 2005) I - quando o juiz indeferir a petição inicial; Il - quando ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das partes; III - quando, por não promover os atos e diligências que Ihe competir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias; IV - quando se verificar a ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo; V - quando o juiz acolher a alegação de perempção, litispendência ou de coisa julgada; Vl - quando não concorrer qualquer das condições da ação, como a possibilidade jurídica, a legitimidade das partes e o interesse processual; Vll - pela convenção de arbitragem; (Redação dada pela Lei nº 9.307, de 23.9.1996) Vlll - quando o autor desistir da ação; IX - quando a ação for considerada intransmissível por disposição legal; X - quando ocorrer confusão entre autor e réu; XI - nos demais casos prescritos neste Código. o § 1 O juiz ordenará, nos casos dos ns. II e Ill, o arquivamento dos autos, declarando a extinção do processo, se a parte, intimada pessoalmente, não suprir a falta em 48 (quarenta e oito) horas. o o § 2 No caso do parágrafo anterior, quanto ao n II, as partes pagarão proporcionalmente as custas e, quanto o ao n III, o autor será condenado ao pagamento das despesas e honorários de advogado (art. 28). o § 3 O juiz conhecerá de ofício, em qualquer tempo e grau de jurisdição, enquanto não proferida a sentença de mérito, da matéria constante dos ns. IV, V e Vl; todavia, o réu que a não alegar, na primeira oportunidade em que Ihe caiba falar nos autos, responderá pelas custas de retardamento. o § 4 Depois de decorrido o prazo para a resposta, o autor não poderá, sem o consentimento do réu, desistir da ação. Art. 268. Salvo o disposto no art. 267, V, a extinção do processo não obsta a que o autor intente de novo a ação. A petição inicial, todavia, não será despachada sem a prova do pagamento ou do depósito das custas e dos honorários de advogado. Parágrafo único. Se o autor der causa, por três vezes, o à extinção do processo pelo fundamento previsto no n III do artigo anterior, não poderá intentar nova ação contra o réu com o mesmo objeto, ficando-lhe ressalvada, entretanto, a possibilidade de alegar em defesa o seu direito. Art. 269. Haverá resolução de mérito: (Redação dada pela Lei nº 11.232, de 2005) I - quando o juiz acolher ou rejeitar o pedido do autor;(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) II - quando o réu reconhecer a procedência do pedido; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) III - quando as partes transigirem; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973)

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ou definitiva. (Incluído pela Lei nº 11.382, de 2006). Art. 239. Far-se-á a intimação por meio de oficial de justiça quando frustrada a realização pelo correio. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Parágrafo único. A certidão de intimação deve conter: (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) I - a indicação do lugar e a descrição da pessoa intimada, mencionando, quando possível, o número de sua carteira de identidade e o órgão que a expediu; II - a declaração de entrega da contrafé; III - a nota de ciente ou certidão de que o interessado não a apôs no mandado. (Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) Art. 240. Salvo disposição em contrário, os prazos para as partes, para a Fazenda Pública e para o Ministério Público contar-se-ão da intimação. Parágrafo único. As intimações consideram-se realizadas no primeiro dia útil seguinte, se tiverem ocorrido em dia em que não tenha havido expediente forense. (Incluído pela Lei nº 8.079, de 13.9.1990) Art. 241. Começa a correr o prazo: (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) I - quando a citação ou intimação for pelo correio, da data de juntada aos autos do aviso de recebimento; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) II - quando a citação ou intimação for por oficial de justiça, da data de juntada aos autos do mandado cumprido; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) III - quando houver vários réus, da data de juntada aos autos do último aviso de recebimento ou mandado citatório cumprido; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) IV - quando o ato se realizar em cumprimento de carta de ordem, precatória ou rogatória, da data de sua juntada aos autos devidamente cumprida; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) V - quando a citação for por edital, finda a dilação assinada pelo juiz. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 242. O prazo para a interposição de recurso contase da data, em que os advogados são intimados da decisão, da sentença ou do acórdão. o § 1 Reputam-se intimados na audiência, quando nesta é publicada a decisão ou a sentença. o § 2 Havendo antecipação da audiência, o juiz, de ofício ou a requerimento da parte, mandará intimar pessoalmente os advogados para ciência da nova o designação . (§ 3 renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) legais. Art. 248. Anulado o ato, reputam-se de nenhum efeito todos os subseqüentes, que dele dependam; todavia, a nulidade de uma parte do ato não prejudicará as outras, que dela sejam independentes. Art. 249. O juiz, ao pronunciar a nulidade, declarará que atos são atingidos, ordenando as providências necessárias, a fim de que sejam repetidos, ou retificados. o § 1 O ato não se repetirá nem se Ihe suprirá a falta quando não prejudicar a parte. o § 2 Quando puder decidir do mérito a favor da parte a quem aproveite a declaração da nulidade, o juiz não a pronunciará nem mandará repetir o ato, ou suprir-lhe a falta. Art. 250. O erro de forma do processo acarreta unicamente a anulação dos atos que não possam ser aproveitados, devendo praticar-se os que forem necessários, a fim de se observarem, quanto possível, as prescrições legais. Parágrafo único. Dar-se-á o aproveitamento dos atos praticados, desde que não resulte prejuízo à defesa.

Das nulidades: arts. 243 a 250
CAPÍTULO V - DAS NULIDADES Art. 243. Quando a lei prescrever determinada forma, sob pena de nulidade, a decretação desta não pode ser requerida pela parte que Ihe deu causa. Art. 244. Quando a lei prescrever determinada forma, sem cominação de nulidade, o juiz considerará válido o ato se, realizado de outro modo, Ihe alcançar a finalidade. Art. 245. A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à parte falar nos autos, sob pena de preclusão. Parágrafo único. Não se aplica esta disposição às nulidades que o juiz deva decretar de ofício, nem prevalece a preclusão, provando a parte legítimo impedimento. Art. 246. É nulo o processo, quando o Ministério Público não for intimado a acompanhar o feito em que deva intervir. Parágrafo único. Se o processo tiver corrido, sem conhecimento do Ministério Público, o juiz o anulará a partir do momento em que o órgão devia ter sido intimado. Art. 247. As citações e as intimações serão nulas, quando feitas sem observância das prescrições

Da formação, da suspensão e da extinção do processo: arts. 262 a 269
TÍTULO VI - DA FORMAÇÃO, DA SUSPENSÃO E DA EXTINÇÃO DO PROCESSO CAPÍTULO I - DA FORMAÇÃO DO PROCESSO Art. 262. O processo civil começa por iniciativa da parte, mas se desenvolve por impulso oficial. Art. 263. Considera-se proposta a ação, tanto que a petição inicial seja despachada pelo juiz, ou simplesmente distribuída, onde houver mais de uma vara. A propositura da ação, todavia, só produz, quanto ao réu, os efeitos mencionados no art. 219 depois que for validamente citado. Art. 264. Feita a citação, é defeso ao autor modificar o pedido ou a causa de pedir, sem o consentimento do réu, mantendo-se as mesmas partes, salvo as substi-

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VII - a assinatura do escrivão e a declaração de que o subscreve por ordem do juiz. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Parágrafo único. O mandado poderá ser em breve relatório, quando o autor entregar em cartório, com a petição inicial, tantas cópias desta quantos forem os réus; caso em que as cópias, depois de conferidas com o original, farão parte integrante do mandado. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Art. 226. Incumbe ao oficial de justiça procurar o réu e, onde o encontrar, citá-lo: I - lendo-lhe o mandado e entregando-lhe a contrafé; II - portando por fé se recebeu ou recusou a contrafé; III - obtendo a nota de ciente, ou certificando que o réu não a apôs no mandado. Art. 227. Quando, por três vezes, o oficial de justiça houver procurado o réu em seu domicílio ou residência, sem o encontrar, deverá, havendo suspeita de ocultação, intimar a qualquer pessoa da família, ou em sua falta a qualquer vizinho, que, no dia imediato, voltará, a fim de efetuar a citação, na hora que designar. Art. 228. No dia e hora designados, o oficial de justiça, independentemente de novo despacho, comparecerá ao domicílio ou residência do citando, a fim de realizar a diligência. o § 1 Se o citando não estiver presente, o oficial de justiça procurará informar-se das razões da ausência, dando por feita a citação, ainda que o citando se tenha ocultado em outra comarca. o § 2 Da certidão da ocorrência, o oficial de justiça deixará contrafé com pessoa da família ou com qualquer vizinho, conforme o caso, declarando-lhe o nome. Art. 229. Feita a citação com hora certa, o escrivão enviará ao réu carta, telegrama ou radiograma, dandolhe de tudo ciência. Art. 230. Nas comarcas contíguas, de fácil comunicação, e nas que se situem na mesma região metropolitana, o oficial de justiça poderá efetuar citações ou intimações em qualquer delas.(Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 231. Far-se-á a citação por edital: I - quando desconhecido ou incerto o réu; II - quando ignorado, incerto ou inacessível o lugar em que se encontrar; III - nos casos expressos em lei. o § 1 Considera-se inacessível, para efeito de citação por edital, o país que recusar o cumprimento de carta rogatória. o § 2 No caso de ser inacessível o lugar em que se encontrar o réu, a notícia de sua citação será divulgada também pelo rádio, se na comarca houver emissora de radiodifusão. Art. 232. São requisitos da citação por edital: (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) I - a afirmação do autor, ou a certidão do oficial, quanto às circunstâncias previstas nos ns. I e II do artigo antecedente; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) II - a afixação do edital, na sede do juízo, certificada pelo escrivão; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) III - a publicação do edital no prazo máximo de 15 (quinze) dias, uma vez no órgão oficial e pelo menos duas vezes em jornal local, onde houver; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) IV - a determinação, pelo juiz, do prazo, que variará entre 20 (vinte) e 60 (sessenta) dias, correndo da data da primeira publicação; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) V - a advertência a que se refere o art. 285, segunda parte, se o litígio versar sobre direitos disponíveis.(Incluído pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) o § 1 Juntar-se-á aos autos um exemplar de cada puo blicação, bem como do anúncio, de que trata o n II deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973 e parágrafo único renumerado pela Lei nº 7.359, de 10.9.1985) o § 2 A publicação do edital será feita apenas no órgão oficial quando a parte for beneficiária da Assistência Judiciária. (Incluído pela Lei nº 7.359, de 10.9.1985) Art. 233. A parte que requerer a citação por edital, alegando dolosamente os requisitos do art. 231, I e II, incorrerá em multa de 5 (cinco) vezes o salário mínimo vigente na sede do juízo. Parágrafo único. A multa reverterá em benefício do citando. Seção IV - Das Intimações Art. 234. Intimação é o ato pelo qual se dá ciência a alguém dos atos e termos do processo, para que faça ou deixe de fazer alguma coisa. Art. 235. As intimações efetuam-se de ofício, em processos pendentes, salvo disposição em contrário. Art. 236. No Distrito Federal e nas Capitais dos Estados e dos Territórios, consideram-se feitas as intimações pela só publicação dos atos no órgão oficial. o § 1 É indispensável, sob pena de nulidade, que da publicação constem os nomes das partes e de seus advogados, suficientes para sua identificação. o § 2 A intimação do Ministério Público, em qualquer caso será feita pessoalmente. Art. 237. Nas demais comarcas aplicar-se-á o disposto no artigo antecedente, se houver órgão de publicação dos atos oficiais; não o havendo, competirá ao escrivão intimar, de todos os atos do processo, os advogados das partes: I - pessoalmente, tendo domicílio na sede do juízo; II - por carta registrada, com aviso de recebimento quando domiciliado fora do juízo. Parágrafo único. As intimações podem ser feitas de forma eletrônica, conforme regulado em lei própria. (Incluído pela Lei nº 11.419, de 2006). Art. 238. Não dispondo a lei de outro modo, as intimações serão feitas às partes, aos seus representantes legais e aos advogados pelo correio ou, se presentes em cartório, diretamente pelo escrivão ou chefe de secretaria.(Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Parágrafo único. Presumem-se válidas as comunicações e intimações dirigidas ao endereço residencial ou profissional declinado na inicial, contestação ou embargos, cumprindo às partes atualizar o respectivo endereço sempre que houver modificação temporária

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dor do imóvel encarregado do recebimento dos aluguéis. Art. 216 A citação efetuar-se-á em qualquer lugar em que se encontre o réu. Parágrafo único. O militar, em serviço ativo, será citado na unidade em que estiver servindo se não for conhecida a sua residência ou nela não for encontrado. Art. 217. Não se fará, porém, a citação, salvo para evitar o perecimento do direito: I - a quem estiver assistindo a qualquer ato de culto religioso; (Inciso II renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) II - ao cônjuge ou a qualquer parente do morto, consangüíneo ou afim, em linha reta, ou na linha colateral em segundo grau, no dia do falecimento e nos 7 (sete) dias seguintes; (Inciso III renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994 III - aos noivos, nos 3 (três) primeiros dias de bodas; (Inciso IV renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994 IV - aos doentes, enquanto grave o seu estado. (Inciso V renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994 Art. 218. Também não se fará citação, quando se verificar que o réu é demente ou está impossibilitado de recebê-la. o § 1 O oficial de justiça passará certidão, descrevendo minuciosamente a ocorrência. O juiz nomeará um médico, a fim de examinar o citando. O laudo será apresentado em 5 (cinco) dias. o § 2 Reconhecida a impossibilidade, o juiz dará ao citando um curador, observando, quanto à sua escolha, a preferência estabelecida na lei civil. A nomeação é restrita à causa. o § 3 A citação será feita na pessoa do curador, a quem incumbirá a defesa do réu. Art. 219. A citação válida torna prevento o juízo, induz litispendência e faz litigiosa a coisa; e, ainda quando ordenada por juiz incompetente, constitui em mora o devedor e interrompe a prescrição. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) o § 1 A interrupção da prescrição retroagirá à data da propositura da ação.(Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) o § 2 Incumbe à parte promover a citação do réu nos 10 (dez) dias subseqüentes ao despacho que a ordenar, não ficando prejudicada pela demora imputável exclusivamente ao serviço judiciário. (Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) o § 3 Não sendo citado o réu, o juiz prorrogará o prazo até o máximo de 90 (noventa) dias.(Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) o § 4 Não se efetuando a citação nos prazos mencionados nos parágrafos antecedentes, haver-se-á por não interrompida a prescrição. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) o § 5 O juiz pronunciará, de ofício, a prescrição. (Redação dada pela Lei nº 11.280, de 2006) o § 6 Passada em julgado a sentença, a que se refere o parágrafo anterior, o escrivão comunicará ao réu o resultado do julgamento. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Art. 220. O disposto no artigo anterior aplica-se a todos os prazos extintivos previstos na lei. Art. 221. A citação far-se-á: I - pelo correio; II - por oficial de justiça; III - por edital. IV - por meio eletrônico, conforme regulado em lei própria. (Incluído pela Lei nº 11.419, de 2006). Art. 222. A citação será feita pelo correio, para qualquer comarca do País, exceto: (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) a) nas ações de estado; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) b) quando for ré pessoa incapaz; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) c) quando for ré pessoa de direito público; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) d) nos processos de execução; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) e) quando o réu residir em local não atendido pela entrega domiciliar de correspondência; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) f) quando o autor a requerer de outra forma. (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 223. Deferida a citação pelo correio, o escrivão ou chefe da secretaria remeterá ao citando cópias da petição inicial e do despacho do juiz, expressamente consignada em seu inteiro teor a advertência a que se refere o art. 285, segunda parte, comunicando, ainda, o prazo para a resposta e o juízo e cartório, com o respectivo endereço. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Parágrafo único. A carta será registrada para entrega ao citando, exigindo-lhe o carteiro, ao fazer a entrega, que assine o recibo. Sendo o réu pessoa jurídica, será válida a entrega a pessoa com poderes de gerência geral ou de administração. (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 224. Far-se-á a citação por meio de oficial de justiça nos casos ressalvados no art. 222, ou quando frustrada a citação pelo correio. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 225. O mandado, que o oficial de justiça tiver de cumprir, deverá conter: (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) I - os nomes do autor e do réu, bem como os respectivos domicílios ou residências;(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) II - o fim da citação, com todas as especificações constantes da petição inicial, bem como a advertência a que se refere o art. 285, segunda parte, se o litígio versar sobre direitos disponíveis;(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) III - a cominação, se houver; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) IV - o dia, hora e lugar do comparecimento; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) V - a cópia do despacho; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) VI - o prazo para defesa; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973)

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quaisquer outras peças. depois de traduzida para a língua do país em que há de praticar-se o ato. 212. Os atos processuais serão cumpridos por ordem judicial ou requisitados por carta. Quando a lei não marcar outro prazo. de ofício. São requisitos essenciais da carta de ordem. situação em que a assinatura do juiz deverá ser eletrônica.1973) o § 1 O comparecimento espontâneo do réu supre. Art. O juiz recusará cumprimento à carta precatória.o encerramento com a assinatura do juiz. os atos requisitados por telegrama.925. de 1º.quando tiver dúvida acerca de sua autenticidade. por via diplomática. Art. 202. a citação far-se-á na pessoa de seu mandatário. Art. Art. a carta de ordem. a fim de se praticar o ato. por intermédio do escrivão do primeiro ofício da primeira vara. O secretário do tribunal ou o escrivão do juízo deprecante transmitirá. III . devolvendo-a com despacho motivado: I . e carta precatória nos demais casos. as CAPÍTULO IV . 204. Seção III . III . entretanto. o escrivão submeterá a carta a despacho. Das comunicações dos atos: arts. (Incluído pela Lei nº 11. Para a validade do processo é indispensável a citação inicial do réu. 210. 206. IV . 205. quando dirigida à autoridade judiciária estrangeira. de modo geral.a menção do ato processual.1973) Art. no mesmo dia ou no dia útil imediato. antes ou depois de Ihe ser ordenado o cumprimento. o § 1 Estando o réu ausente. será remetida à autoridade judiciária estrangeira. desenho ou gráfico.quando não estiver revestida dos requisitos legais. de 1º. para falar nos autos. atendendo à facilidade das comunicações e à natureza da diligência. lendo-lhe os termos da carta e solicitando-lhe que Iha confirme. o § 1 O escrivão. Art. poderá ser apresentada a juízo diverso do que dela consta. do despacho judicial e do instrumento do mandato conferido ao advogado. 202. peritos ou testemunhas. pelas partes. (Redação dada pela Lei nº 5. 209. conterão.o inteiro teor da petição. considerar-se-á feita a citação na data em que ele ou seu advogado for intimado da decisão. bem como instruí-la com mapa.1973) Art. (Redação dada pela Lei nº 5. Em todas as cartas declarará o juiz o prazo dentro do qual deverão ser cumpridas. por telefone. será citado na pessoa do administra- 106 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . o § 2 Quando o objeto da carta for exame pericial sobre documento. os requisitos mencionados no art. Art. a importância correspondente às despesas que serão feitas no juízo em que houver de praticar-se o ato. Art.10.1973) o § 2 Comparecendo o réu apenas para argüir a nulidade e sendo esta decretada. observando. bem como a declaração. II .925.419. conforme hajam de realizar-se dentro ou fora dos limites territoriais da comarca.Das Disposições Gerais Art. o § 2 O locador que se ausentar do Brasil sem cientificar o locatário de que deixou na localidade. 214. que Ihe constitui o objeto. pela agência expedidora. quanto aos requisitos. o disposto no artigo antecedente. Havendo urgência. de 2006). 215 Far-se-á a citação pessoalmente ao réu. da carta precatória e da carta rogatória: I . Executar-se-ão. ao disposto na convenção internacional. feitor ou gerente. à falta desta.Das Cartas Art. A carta de ordem e a carta precatória. o § 2 Sendo confirmada. Art. Art. na carta. 203. transmitir-se-ão a carta de ordem e a carta precatória por telegrama.DAS COMUNICAÇÕES DOS ATOS Seção I . procurador com poderes para receber citação.a indicação dos juízes de origem e de cumprimento do ato. em que houver de cumprir-se o ato. pagas as custas pela parte. A carta rogatória obedecerá. radiograma ou telefone.10. Art. independentemente de traslado. será devolvida ao juízo de origem. sempre que estes documentos devam ser examinados. Seção II .10. contudo. na secretaria do tribunal ou no cartório do juízo deprecante. este será remetido em original. ao seu representante legal ou ao procurador legalmente autorizado. radiograma ou telefone.925. na diligência. (Redação dada pela Lei nº 5. A parte depositará. II . 192.quando carecer de competência em razão da matéria ou da hierarquia. carta rogatória. intimações somente obrigarão a comparecimento depois de decorridas 24 (vinte e quatro) horas.925. 208. para recorrer e. zos para contestar. 211. por telegrama ou radiograma.10. Cumprida a carta.Trabalhando pela sua conquista. de estar reconhecida a assinatura do juiz. a falta de citação. A concessão de exeqüibilidade às cartas rogatórias das justiças estrangeiras obedecerá ao disposto no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. de 1º. ou a carta precatória ao juízo. 200. onde estiver situado o imóvel. o § 1 O juiz mandará trasladar. Art. 200 a 242 telefonará ao secretário do tribunal ou ao escrivão do juízo deprecante. quando a ação se originar de atos por eles praticados. carta precatória ou carta rogatória pode ser expedida por meio eletrônico. (Redação dada pela Lei nº 5. Art. no prazo de 10 (dez) dias. na forma da lei. Expedir-se-á carta de ordem se o juiz for subordinado ao tribunal de que ela emanar. A carta tem caráter itinerante. de 1º.Das Citações Art. Citação é o ato pelo qual se chama a juízo o réu ou o interessado a fim de se defender. quanto à sua admissibilidade e modo de seu cumprimento. 201. 207. ficando nos autos reprodução fotográfica. administrador. 213. se houver na comarca mais de um ofício ou de uma vara. em resumo substancial. o § 3 A carta de ordem.

952.1994) Art. Ao receber os autos. quando determinada pelo juiz. Em qualquer grau de jurisdição. II . os embargos de terceiro. Art.o expediente forense for encerrado antes da hora normal. o seqüestro.da data em que tiver ciência da ordem.DOS PRAZOS Seção I . em razão de deferência. 177 a 192 Art. o direito de praticar o ato.os despachos de expediente. a arrecadação. por igual tempo.1990) Art. será de 5 (cinco) dias o prazo para a prática de ato processual a cargo da parte. 275. referida no n Il. o juiz determinará os prazos.10. Podem as partes. Art. para efeito forense. II .Trabalhando pela sua conquista. só tem eficácia se. Dos prazos processuais: arts. não se interrompendo nos feriados. São feriados. O prazo. 182. Processam-se durante as férias e não se suspendem pela superveniência delas: I . É defeso às partes. ainda que todas estejam de acordo. II . e que a impediu de praticar o ato por si ou por mandatário. à parte provar que o não realizou por justa causa.10. 183. nas comarcas onde for difícil o transporte.Do Lugar Art. Art. 178. Art. o depósito. dentro do horário de expediente. 187. 181. 173. (Redação dada pela Lei nº 8. alheio à vontade da parte. de 13. de comum acordo. 190. Podem. 174.os atos de jurisdição voluntária bem como os necessários à conservação de direitos.da data em que houver concluído o ato processual anterior. quando possam ser prejudicados pelo adiamento. A superveniência de férias suspenderá o curso do prazo. (Redação dada pela Lei nº 5. 175.Das Disposições Gerais Art. independentemente de declaração judicial. de 1º. ser-lhes-ão contados em dobro os pra- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 105 . a fim de evitar o perecimento de direito. prorrogar quaisquer prazos. II . II . computar-seão os prazos. 186. Art.as decisões. 185. Art. o § 2 As custas acrescidas ficarão a cargo da parte em favor de quem foi concedida a prorrogação.079. Art. 265. Em caso de calamidade pública. de dação ou remoção de tutores e curadores. a separação de corpos. Parágrafo único. Art.1973) I . nos termos da lei de organização judiciária local. Art.a citação. no prazo de 10 (dez) dias. Suspende-se também o curso do prazo por obstáculo criado pela parte ou ocorrendo qualquer das hipóteses do art. mas nunca por mais de 60 (sessenta) dias. excluindo o dia do começo e incluindo o do vencimento. Art. certificará o serventuário o dia e a hora em que ficou ciente da o ordem. Salvo disposição em contrário. O prazo para a resposta do réu só começará a correr no primeiro dia útil seguinte ao feriado ou às férias. bem como as mencionadas no art. esta deverá ser apresentada no protocolo.12. e bem assim o arresto. Não havendo preceito legal nem assinação pelo juiz. o § 2 Verificada a justa causa o juiz permitirá à parte a prática do ato no prazo que Ihe assinar. ou de obstáculo argüido pelo interessado e acolhido pelo juiz.as causas de alimentos provisionais. 240 e parágrafo único). pode o juiz exceder. se fundar em motivo legítimo. o § 2 Os prazos somente começam a correr do primeiro dia útil após a intimação (art. Computar-se-á em quádruplo o prazo para contestar e em dobro para recorrer quando a parte for a Fazenda Pública ou o Ministério Público. 188. Durante as férias e nos feriados não se praticarão atos processuais. Os atos processuais realizam-se de ordinário na sede do juízo. contados: I . Seção II . efetuar-se em outro lugar.1973) o § 1 Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil se o vencimento cair em feriado ou em dia em que: (Redação dada pela Lei nº 5. no prazo de 2 (dois) dias. 179. todavia. os prazos que este Código Ihe assina. de 13. (Incluído pela Lei nº 8. ficando salvo. estabelecido pela lei ou pelo juiz. de 13. 184. porém. por meio de petição. a prisão. reduzir ou prorrogar o prazo dilatório. Parágrafo único. havendo motivo justificado. Art.for determinado o fechamento do fórum. o § 1 Reputa-se justa causa o evento imprevisto.925. poderá ser excedido o limite previsto neste artigo para a prorrogação de prazos. Parágrafo único. a abertura de testamento.todas as causas que a lei federal determinar. o § 1 O juiz fixará o dia do vencimento do prazo da prorrogação. Art.12. Art. Art. porém. 189. a penhora. Incumbirá ao serventuário remeter os autos conclusos no prazo de 24 (vinte e quatro) horas e executar os atos processuais no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. O juiz poderá. I e III.925. a busca e apreensão. de 1º.a produção antecipada de provas (art. 846). os domingos e os dias declarados por lei. a nunciação de obra nova e outros atos análogos. O juiz proferirá: I . casos em que o prazo será restituído por tempo igual ao que faltava para a sua complementação.1994) o § 3 Quando o ato tiver que ser praticado em determinado prazo. Decorrido o prazo. Quando os litisconsortes tiverem diferentes procuradores. extingue-se. o que Ihe sobejar recomeçará a correr do primeiro dia útil seguinte ao termo das férias. A parte poderá renunciar ao prazo estabelecido exclusivamente em seu favor. 177. Quando esta for omissa. Excetuam-se: I . é contínuo. reduzir ou prorrogar os prazos peremptórios. 191. CAPÍTULO III . requerida antes do vencimento do prazo. de interesse da justiça. a convenção. tendo em conta a complexidade da causa.9. III . se Ihe foi imposto pela lei. 180. 176. Os atos processuais realizar-se-ão nos prazos prescritos em lei. (Redação dada pela Lei nº 8.952.

consistentes em declarações unilaterais ou bilaterais de vontade. as demais decisões serão fundamentadas. 168. (Redação dada pela Lei nº 8. o escrivão certificará. 164. Quando forem proferidos. de ofício ou a requerimento da parte. independem de despacho. decisões. 162. e procederá do mesmo modo quanto aos volumes que se forem formando. (Incluído pela Lei nº 8. datados e assinados pelos juízes. o § 1 Sentença é o ato do juiz que implica alguma das situações previstas nos arts. devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessários. 172. impondo a quem as escrever multa correspondente à metade do salário mínimo vigente na sede do juízo. inciso Xl. na falta dos autos originais. o escrivão a autuará. em todos os graus de jurisdição. nos atos e termos. como a juntada e a vista obrigatória.419. 165. 169.Trabalhando pela sua conquista. pode ser feita eletronicamente. Os atos das partes. ainda que de modo conciso.12. todavia.Dos Atos da Parte Art.1994) o § 1 Serão. ou de outro método idôneo. (Incluído pela Lei nº 11. o o § 3 No caso do § 2 deste artigo. tado. e mediante autorização expressa do juiz. de 13.DO TEMPO E DO LUGAR DOS ATOS PROCESSUAIS Seção I .1994) o § 2 A citação e a penhora poderão.232. (Redação dada pelo Lei nº 11. a cujo respeito a lei não estabelece outra forma. Poderão as partes exigir recibo de petições. fora do horário estabelecido neste artigo. a modificação ou a extinção de direitos processuais. Os termos de juntada. emendas ou rasuras. 161. sob pena de preclusão. Art. É lícito o uso da taquigrafia em qualquer juízo ou tribunal.952. a natureza do feito. a ocorrência. vista. 166. concluídos depois das 20 (vinte) horas os atos iniciados antes.419. 170. Art. das 6 (seis) às 20 (vinte) horas. Os atos do juiz consistirão em sentenças. de 13. Art. Quando estas não puderem ou não quiserem firmá-los.(Incluído pela Lei nº 11. 158. (Incluído pela Lei nº 11. quando o adiamento prejudicar a diligência ou causar grave dano. submetendo-os aos juízes para revisão e assinatura. Seção III . 170. bem como pelos advogados das partes. devendo o juiz decidir de plano. Não se admitem. É vedado usar abreviaturas. o taquígrafo ou o datilógrafo os registrará. da Constituição Federal. (Redação dada pela Lei nº 8. verbalmente.1994) Art. Parágrafo único. de 2006). nos autos. 167. Art.Dos Atos do Juiz Art.12. mediante registro em termo que será assinado digitalmente pelo juiz e pelo escrivão ou chefe de secretaria. Ao receber a petição inicial de qualquer processo. de 13. o escrivão ou chefe da secretaria irá formando autos suplementares. Art. aos peritos e às testemunhas é facultado rubricar as folhas correspondentes aos atos em que intervieram.1994) Art. sentenças e acórdãos serão redigidos. de 2006). Art. espaços em branco. o § 2 Os autos suplementares só sairão de cartório para conclusão ao juiz. É defeso lançar. o § 4 Os atos meramente ordinatórios. Parágrafo único.Dos Atos do Escrivão ou do Chefe de Secretaria Art. o § 1 É vedado usar abreviaturas.419. Seção II . decisões interlocutórias e despachos. O escrivão numerará e rubricará todas as folhas dos autos. Art. Os atos processuais realizar-se-ão em dias úteis. Parágrafo único. serão sempre acompanhados de cópia. 104 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . em qualquer juízo ou tribunal. 458. eventuais contradições na transcrição deverão ser suscitadas oralmente no momento da realização do ato. de 2005) o § 2 Decisão interlocutória é o ato pelo qual o juiz. o § 3 São despachos todos os demais atos do juiz praticados no processo. A desistência da ação só produzirá efeito depois de homologada por sentença.Do Tempo Art. mencionando o juízo. aos advogados. 5 . (Redação dada pela Lei nº 8. Parágrafo único. o § 1 Depois de conferir a cópia. os nomes das partes e a data do seu início.12. registrando-se a alegação e a decisão no termo. Os atos e termos do processo serão datilografados ou escritos com tinta escura e indelével. 163. Os despachos.419. dos quais constará a reprodução de todos os atos e termos do processo original. (Incluído pela Lei nº 11. realizar-se em domingos e feriados.952. os atos processuais praticados na presença do juiz poderão ser produzidos e armazenados de modo integralmente digital em arquivo eletrônico inviolável. 159. salvo se aqueles forem inutilizados e estas expressamente ressalvadas. na forma da lei.952. É lícito o uso da taquigrafia. em casos excepcionais. da estenotipia. o § 2 Quando se tratar de processo total ou parcialmente eletrônico. aos órgãos do Ministério Público. Recebe a denominação de acórdão o julgamento proferido pelos tribunais. CAPÍTULO II . Art.952. datada e assinada por quem os oferecer. papéis e documentos que entregarem em cartório. cotas marginais ou interlineares. produzem imediatamente a constituição. Às partes. procedendo da mesma forma quanto aos suplementares. 171. 160. Art. na forma da lei. o juiz mandará riscá-las. o número de seu registro. arrazoados. resolve questão incidente. observado o o disposto no art. conclusão e outros semelhantes constarão de notas datadas e rubricadas pelo escrivão. A assinatura dos juízes. Art. no curso do processo. todas as petições e documentos que instruírem o processo. As sentenças e acórdãos serão proferidos com observância do disposto no art. de 13. de 2006). Seção IV . de 2006). Salvo no Distrito Federal e nas Capitais dos Estados. assinando-os as pessoas que neles intervieram. nos autos. 267 e 269 desta Lei. não constantes de registro público.12. bem como entrelinhas. ou nos dias úteis.

Art. posto no art. promovendo citações e intimações. alimentos e guarda de menores. modificando-se a competência. de natureza antecipatória ou final. filiação. Il . conversão desta em divórcio. o juiz convocarlhe-á o substituto.executar as ordens do juiz a que estiver subordinado. não permitindo que saiam de cartório. É defeso às partes e seus advogados empregar expressões injuriosas nos escritos apresentados no processo. dentro do prazo.dar. Em cada juízo haverá um ou mais oficiais de justiça. atendidos os requisitos de autenticidade. Ihes comete.que dizem respeito a casamento. firmada por tradutor juramen- Do serventuário e do oficial de justiça: arts. mandados. de preferência datilógrafo ou taquígrafo. V . 155. designar para substituí-lo escrevente juramentado. Incumbe ao oficial de justiça: I . o mandado.2001) Parágrafo único.12. reputando-se válidos os que. ou os que o juiz. IV . 154. o juiz advertirá o advogado que não as use. de 2006) o § 2 Todos os atos e termos do processo podem ser produzidos.em que o exigir o interesse público.Trabalhando pela sua conquista. os atos que Ihes impõe a lei. Os tribunais. II . com menção de lugar. (Incluído pela Lei nº 11. certidão de qualquer ato ou termo do processo. aplicar ao responsável multa em montante a ser fixado de acordo com a gravidade da Art. II .Dos Atos em Geral Art. 15. armazenados e assinados por meio eletrônico. Ihe preencham a finalidade essencial. de 27.12. Incumbe ao escrivão: I . sob sua guarda e responsabilidade. Quando as expressões injuriosas forem proferidas em defesa oral. arrestos e mais diligências próprias do seu ofício.358. II . Art. tes de que são destituídas de fundamento.efetuar avaliações. ou. sob pena de Ihe ser cassada a palavra. cabendo ao juiz.ICP . separação dos cônjuges.entregar.cumprir com exatidão os provimentos mandamentais e não criar embaraços à efetivação de provimentos judiciais. ao Ministério Público ou à Fazenda Pública. penhoras. IV . de 26. validade jurídica e interoperabilidade da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira .comparecer às audiências. V . sempre que possível.DOS ATOS PROCESSUAIS CAPÍTULO I . Parágrafo único. Os atos processuais são públicos.419. realizados de outro modo. bem como praticando todos os demais atos.Brasil. forem transferidos a outro juízo.estar presente às audiências e coadjuvar o juiz na manutenção da ordem. O direito de consultar os autos e de pedir certidões de seus atos é restrito às partes e a seus procuradores.executar as ordens judiciais. independentemente de despacho.12. civis e processuais cabíveis. 155. podendo o juiz.515. prisões. Art.(Incluído pela Lei nº 10.358. 143. cujas atribuições são determinadas pelas normas de organização judiciária. d) quando. de 2006). A diligência. mandar riscá-las.280. b) com vista aos procuradores. Correm. pode requerer ao juiz certidão do dispositivo da sentença. observado o disTÍTULO V . não sendo paga no prazo estabelecido. transmitidos. logo depois de cumprido. 156. a violação do disposto no inciso V deste artigo constitui ato atentatório ao exercício da jurisdição. Art.1977) Parágrafo único. (Incluído pela Lei nº 11. V . 154 a 176 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 103 . exceto: a) quando tenham de subir à conclusão do juiz. sem prejuízo das sanções criminais.ter. 140 a 144 Dos atos processuais: arts. c) quando devam ser remetidos ao contador ou ao partidor. Em todos os atos e termos do processo é obrigatório o uso do vernáculo. O terceiro. que Ihe forem atribuídos pelas normas de organização judiciária. certificando no mandado o ocorrido. 141. 140. na forma da lei. nomeará pessoa idônea para o ato. em segredo de justiça os processos: I . não o havendo. No impedimento do escrivão. os ofícios. de ofício ou a requerimento do ofendido. nº 11. os autos. a que estão subordinados. a multa será inscrita sempre como dívida ativa da União ou do Estado. no âmbito da respectiva jurisdição. quando acompanhado de versão em vernáculo. Art.quando. sem justo motivo. III . 157. (Incluído pela Lei conduta e não superior a vinte por cento do valor da causa. e.DA FORMA DOS ATOS PROCESSUAIS Seção I . Só poderá ser junto aos autos documento redigido em língua estrangeira. (Incluído pela Lei nº 10. que demonstrar interesse jurídico.382. dia e hora. (Redação dada pela Lei nº 6. se recusarem a cumprir. Parágrafo único. não podendo fazêlo. poderão disciplinar a prática e a comunicação oficial dos atos processuais por meios eletrônicos. todavia. bem como de inventário e partilha resultante do desquite. 144. Art.não produzir provas. de 27. realizarse-á na presença de duas testemunhas. IV . em forma legal.fazer pessoalmente as citações. O escrivão e o oficial de justiça são civilmente responsáveis: I . integridade.redigir. nem praticar atos inúteis ou desnecessários à declaração ou defesa do direito. Ressalvados os advogados que se sujeitam exclusivamente aos estatutos da OAB. Art. em cartório.quando praticarem ato nulo com dolo ou culpa. contado do trânsito em julgado da decisão final da causa. III . cartas precatórias e mais atos que pertencem ao seu ofício. 142. de 2006). Os atos e termos processuais não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir.2001) Art.

III .da autenticidade ou falsidade de documento. Código de Processo Civil Da ação: arts. (Redação dada pela Lei nº 8. parágrafo único). 8 Os incapazes serão representados ou assistidos por seus pais.as sociedades sem personalidade jurídica.o Município. nem alegar defesa. de 1. o Art. pela pessoa jurídica estrangeira. o juiz. qualquer das partes poderá requerer que o juiz a declare por sentença. ou se os interesses deste colidirem com os daquele.12. São deveres das partes e de todos aqueles que de qualquer forma participam do processo: (Redação dada pela Lei nº 10. no curso do processo.que versem sobre direitos reais imobiliários. em nome próprio. será excluído do processo. Verificando a incapacidade processual ou a irregularidade da representação das partes. VII . CAPÍTULO II . o Distrito Federal e os Territórios.952. 7 Toda pessoa que se acha no exercício dos seus direitos tem capacidade para estar em juízo. marcará prazo razoável para ser sanado o defeito. 11.1994) II .2001) I . II . A falta.fundadas em dívidas contraídas pelo marido a bem da família.12. (Redação dada pela Lei nº 8. de 13. os Estados. IV . salvo quando autorizado por lei. a este competirá a função de curador especial. suspendendo o processo. cien- 102 Tópicos de Legislação .o espólio.DOS DEVERES DAS PARTES E DOS SEUS PROCURADORES Seção I . 6 Ninguém poderá pleitear. II . bem como ao revel citado por edital ou com hora certa.925. III .925. 5 Se. 88.as pessoas jurídicas. ou. de 13. invalida o processo.a herança jacente ou vacante.não formular pretensões. direito alheio. representante ou administrador de sua filial.952. Parágrafo único.As sociedades sem personalidade jurídica.DAS PARTES E DOS PROCURADORES CAPÍTULO I . quando um cônjuge a recuse ao outro sem justo motivo.952. II .ao incapaz. pelo síndico. Não sendo cumprido o despacho dentro do prazo.que tenham por objeto o reconhecimento. o § 3 O gerente da filial ou agência presume-se autorizado. 3º e 6º CAPÍTULO II . pelo inventariante. É admissível a ação declaratória. IX . Das partes e dos procuradores: arts. quando necessária. por quem os respectivos estatutos designarem.925. o § 2 . 10. agência ou sucursal aberta ou instalada no Brasil (art.expor os fatos em juízo conforme a verdade. por seus procuradores. não os designando. de 27.DA AÇÃO o Art.(Redação dada pela Lei nº 5. III .1973) o § 2 Nas ações possessórias. de 13. a constituição ou a extinção de ônus sobre imóveis de um ou de ambos os cônjuges. 3 Para propor ou contestar ação é necessário ter interesse e legitimidade. 4 O interesse do autor pode limitar-se à declaração: I . cautelar e especial.1973) IV .12.Trabalhando pela sua conquista.o condomínio. de 13. A autorização do marido e a outorga da mulher podem suprir-se judicialmente.Dos Deveres Art. Art.ao terceiro. pelo gerente.a União. (Redação dada pela Lei nº 5.a massa falida. não poderão opor a irregularidade de sua constituição. de 1. 7º a 15 Art.925. 13.resultantes de fatos que digam respeito a ambos os cônjuges ou de atos praticados por eles.952. reputar-se-á revel.ao réu preso. VIII .(Incluído pela Lei nº 8. por seus diretores.a pessoa jurídica estrangeira.1973) III . ainda que tenha ocorrido a violação do direito. II .1994) I . ou lhe seja impossível dá-la. (Redação dada pela Lei nº 5.da existência ou da inexistência de relação jurídica. VI .ao réu. o Art. mas cuja execução tenha de recair sobre o produto do trabalho da mulher ou os seus bens reservados. de execução. o § 1 Quando o inventariante for dativo. 12. não suprida pelo juiz.10. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1. pela pessoa a quem couber a administração dos seus bens. Parágrafo único. o Art. Nas comarcas onde houver representante judicial de incapazes ou de ausentes.ao autor. se tornar litigiosa relação jurídica de cuja existência ou inexistência depender o julgamento da lide. a receber citação inicial para o processo de conhecimento. o Art.12. Serão representados em juízo. 9 O juiz dará curador especial: I . pelo administrador ou pelo síndico. a participação do cônjuge do autor ou do réu somente é indispensável nos casos de composse ou de ato por ambos praticados. se não tiver representante legal. de 1973) o Art.10. tutores ou curadores.358. TÍTULO II . II .proceder com lealdade e boa-fé. quando demandadas.DA CAPACIDADE PROCESSUAL o Art.12. todos os herdeiros e sucessores do falecido serão autores ou réus nas ações em que o espólio for parte. 14. O cônjuge somente necessitará do consentimento do outro para propor ações que versem sobre direitos reais imobiliários. V . o juiz decretará a nulidade do processo. na forma da lei civil. da autorização ou da outorga. se a providência couber: I . por seu curador.10.1994) Art. Parágrafo único. por seu Prefeito ou procurador. Art. ativa e passivamente: I .1994) o § 1 Ambos os cônjuges serão necessariamente citados para as ações: (Parágrafo único renumerado pela Lei nº 8.

223. 228. III . nos casos em que a lei ou as circunstâncias condicionarem o exercício do direito à sua exibição. Para a prova de fatos que só elas conheçam. forem confirmados por outros subsídios. 216. Parágrafo único. não o havendo na localidade. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 101 . por estado ou profissão. III . com as disposições principais ou com a legitimidade das partes. ou somente assinado por quem esteja na livre disposição e administração de seus bens. O telegrama. ou de dano patrimonial imediato. ou. do protocolo das audiências. e constará. o amigo íntimo ou o inimigo capital das partes. A cópia fotográfica de documento. e. As declarações constantes de documentos assinados presumem-se verdadeiras em relação aos signatários.o interessado no litígio. ou às pessoas referidas no inciso antecedente. Parágrafo único. Art. de seu cônjuge. o § 5 Se algum dos comparecentes não for conhecido do tabelião. a perigo de vida. porém. Os livros e fichas dos empresários e sociedades provam contra as pessoas a que pertencem. V . que não as legais. A prova não supre a ausência do título de crédito. Parágrafo único. 232. do próprio instrumento. nem puder identificar-se por documento. quando. se a parte. A anuência ou a autorização de outrem. Art. quando lhe for contestada a autenticidade. Art. a respeito de terceiros. O instrumento particular. Terão a mesma força probante os traslados e as certidões.a que não possa responder sem desonra própria. feito e assinado.a cujo respeito. e pode ser ilidida pela comprovação da falsidade ou inexatidão dos lançamentos.Trabalhando pela sua conquista. até o terceiro grau de alguma das partes. impugnada sua autenticidade. Art. Art. Art. em geral. deverá ser exibido o original. Art. As presunções. 220. cinematográficas. Art. ou do original. os registros fonográficos e. os ascendentes. necessária à validade de um ato. 224. bem como os da cessão. Parágrafo único. mas. a prova testemunhal é admissível como subsidiária ou complementar da prova por escrito. deverá comparecer tradutor público para servir de intérprete. Art. IV . Ninguém pode ser obrigado a depor sobre fato: I . se os originais se houverem produzido em juízo como prova de algum ato. as declarações enunciativas não eximem os interessados em sua veracidade do ônus de prová-las. ou escrito particular revestido de requisitos especiais. ou de outro qualquer livro a cargo do escrivão. A prova do instrumento particular pode suprir-se pelas outras de caráter legal. Aquele que se nega a submeter-se a exame médico necessário não poderá aproveitar-se de sua recusa. antes de registrado no registro público. mas os seus efeitos. Art.os cônjuges. quando por outro escrivão consertados. 227. língua nacional e o tabelião não entender o idioma em que se expressa.aqueles que. assim como os traslados de autos. 225. pode o juiz admitir o depoimento das pessoas a que se refere este artigo. deva guardar segredo. 226. II . não tiverem discernimento para a prática dos atos da vida civil. 222. de instrumentos ou documentos lançados em suas notas. Qualquer que seja o valor do negócio jurídico. Art. a prova exclusivamente testemunhal só se admite nos negócios jurídicos cujo valor não ultrapasse o décuplo do maior salário mínimo vigente no País ao tempo em que foram celebrados. ou amigo íntimo. A recusa à perícia médica ordenada pelo juiz poderá suprir a prova que se pretendia obter com o exame. não se operam. Parágrafo único. As reproduções fotográficas. Não podem ser admitidos como testemunhas: I . a juízo do tabelião.que o exponha. ou sob a sua vigilância. A prova resultante dos livros e fichas não é bastante nos casos em que a lei exige escritura pública. por consangüinidade. não se admitem nos casos em que a lei exclui a prova testemunhal. II . 230. escriturados sem vício extrínseco ou intrínseco. 219. outra pessoa capaz que. os descendentes e os colaterais. Os traslados e as certidões considerar-seão instrumentos públicos. 217. Art. não lhes impugnar a exatidão. Art. valerá como prova de declaração da vontade. Art.os cegos e surdos. parente em grau sucessível. provar-se-á do mesmo modo que este. 231. 221. de demanda. Não tendo relação direta.os menores de dezesseis anos. Art. Os documentos redigidos em língua estrangeira serão traduzidos para o português para ter efeitos legais no País. 218. Art. prova as obrigações convencionais de qualquer valor. Art. quaisquer outras reproduções mecânicas ou eletrônicas de fatos ou de coisas fazem prova plena destes. e por ele subscritas. sempre que se possa. tenha idoneidade e conhecimento bastantes. conferida por tabelião de notas. 229. deverão participar do ato pelo menos duas testemunhas que o conheçam e atestem sua identidade. em seu favor. sendo extraídas por ele. extraídos por tabelião ou oficial de registro. quando a ciência do fato que se quer provar dependa dos sentidos que lhes faltam. ou afinidade. por enfermidade ou retardamento mental. contra quem forem exibidos. Parágrafo único. faz prova mediante conferência com o original assinado. Farão a mesma prova que os originais as certidões textuais de qualquer peça judicial. Salvo os casos expressos.

II . III .a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos. o § 3 Em três anos: I . com a indicação. A confissão é irrevogável. VI .a pretensão contra os peritos. curadores e professores pelos seus honorários. Se feita a confissão por um representante.a pretensão para haver juros.manifestação clara da vontade das partes e dos intervenientes. ressalvadas as disposições de lei especial.referência ao cumprimento das exigências legais e fiscais inerentes à legitimidade do ato. procuradores judiciais. IV . contado o prazo da conclusão dos serviços.a pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes. Art. a contar do vencimento. inciso I. quando estabelecida por lei. bem como a do tabelião ou seu substituto legal.a pretensão de reparação civil. VIII . ou de que todos a leram. outra pessoa capaz assinará por ele. é documento dotado de fé pública. mas pode ser anulada se decorreu de erro de fato ou de coação. contado o prazo: a) para os fundadores.a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular. domicílio e residência das partes e demais comparecentes. de ofício. III . ou fiscais. da cessação dos respectivos contratos ou mandato. III . o § 4 Se qualquer dos comparecentes não souber a 100 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . como representantes.a pretensão para receber prestações vencidas de rendas temporárias ou vitalícias. o § 1 Salvo quando exigidos por lei outros requisitos. a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau de jurisdição.a pretensão dos tabeliães. CAPÍTULO II .confissão. suspendem ou interrompem a prescrição. b) para os administradores. por si. aos sócios. correndo o prazo da data em que foi deliberada a distribuição. somente é eficaz nos limites em que este pode vincular o representado. 213. a pretensão relativa à tutela. 195 e 198.assinatura das partes e dos demais comparecentes. Art. 211. 207. a contar da data da aprovação das contas. Art. árbitros e peritos. pagáveis. VI . 212 a 232 TÍTULO V . 210. Deve o juiz. o fato jurídico pode ser provado mediante: I .testemunha. III . Se a decadência for convencional. a partir da data em que se vencerem. auxiliares da justiça.nome. da ciência do fato gerador da pretensão. III . Salvo o negócio a que se impõe forma especial. o § 4 Em quatro anos. Art. não se aplicam à decadência as normas que impedem. IV . do regime de bens do casamento. 212.Trabalhando pela sua conquista. VII . 215. b) quanto aos demais seguros. IV . do balanço referente ao exercício em que a violação tenha sido praticada. da apresentação. 208. V . serventuários judiciais. VII . o § 2 Se algum comparecente não puder ou não souber escrever.Da Decadência Art. II .a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo. com capitalização ou sem ela. Da prova: arts. fazendo prova plena. V . Salvo disposição legal em contrário. A escritura pública. 209. estado civil. o § 2 Em dois anos. IX . II . V . Parágrafo único.data e local de sua realização. Aplica-se à decadência o disposto nos arts. o § 5 Em cinco anos: I . Art. nacionalidade. a pretensão para haver prestações alimentares. 214. a seu rogo.documento. IV .reconhecimento da identidade e capacidade das partes e de quantos hajam comparecido ao ato. II . quando necessário.a pretensão para haver o pagamento de título de crédito. contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade. profissão. Não tem eficácia a confissão se provém de quem não é capaz de dispor do direito a que se referem os fatos confessados. nome do outro cônjuge e filiação. em períodos não maiores de um ano. Art. intervenientes ou testemunhas.a pretensão contra as pessoas em seguida indicadas por violação da lei ou do estatuto. ou da data que a este indeniza. custas e honorários. c) para os liquidantes. lavrada em notas de tabelião. encerrando o ato. da primeira assembléia semestral posterior à violação.presunção. mas o juiz não pode suprir a alegação.declaração de ter sido lida na presença das partes e demais comparecentes. ação de indenização proposta pelo terceiro prejudicado.a pretensão dos profissionais liberais em geral. conhecer da decadência. dividendos ou quaisquer prestações acessórias. com a anuência do segurador. e a do terceiro prejudicado. o § 3 A escritura será redigida na língua nacional. a escritura pública deve conter: I .a pretensão de restituição dos lucros ou dividendos recebidos de má-fé. Art.a pretensão de ressarcimento de enriquecimento sem causa. pela percepção de emolumentos.perícia. no caso de seguro de responsabilidade civil obrigatório. V . da publicação dos atos constitutivos da sociedade anônima. contado da publicação da ata da assembléia que aprovar o laudo. É nula a renúncia à decadência fixada em lei. ou da reunião ou assembléia geral que dela deva tomar conhecimento.a pretensão do beneficiário contra o segurador.Da Prova Art. pela avaliação dos bens que entraram para a formação do capital de sociedade anônima.

ou a deste contra aquele.por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor.pela apresentação do título de crédito em juízo de inventário ou em concurso de credores. Também comete ato ilícito o titular de um direito que. Art.os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido. Art. para o pagamento da hospedagem ou dos alimentos. aplicam-se. senão quando se trate de obrigações e direitos indivisíveis. assim como a interrupção efetuada contra o devedor solidário envolve os demais e seus herdeiros. ou a lesão a pessoa. em tempo de guerra. depois que a prescrição se consumar. pela parte a quem aproveita. 196.por protesto. o § 1 A interrupção por um dos credores solidários aproveita aos outros. comete ato ilícito. ao exercê-lo. Os relativamente incapazes e as pessoas jurídicas têm ação contra os seus assistentes ou representantes legais. Não corre igualmente a prescrição: I . sendo feita. não excedendo os limites do indispensável para a remoção do perigo. Aquele que.por despacho do juiz. sem prejuízo de terceiro. Art. Parágrafo único. A interrupção da prescrição. as disposições do Título anterior. TÍTULO III . não prejudica aos demais coobrigados. A renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita. Não corre a prescrição: I . 186. Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários.entre ascendentes e descendentes. A interrupção da prescrição por um credor não aproveita aos outros. a fim de remover perigo iminente.contra os que se acharem servindo nas Forças Armadas. incompatíveis com a prescrição. Parágrafo único. União. A prescrição pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição. A prescrição ocorre em dez anos. o ato será legítimo somente quando as circunstâncias o tornarem absolutamente necessário. No caso do inciso II. Seção III . Os prazos de prescrição não podem ser alterados por acordo das partes. que somente poderá ocorrer uma vez.Da Prescrição e da Decadência CAPÍTULO I . semelhantemente. Violado o direito. no caso de seguro de responsabilidade civil. V .contra os ausentes do País em serviço público da Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 99 . 191.Trabalhando pela sua conquista. A prescrição interrompida recomeça a correr da data do ato que a interrompeu. Art. que derem causa à prescrição. III . III . 204.Dos Prazos da Prescrição Art. Quando a ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal.entre os cônjuges. Art. não correrá a prescrição antes da respectiva sentença definitiva. só aproveitam os outros se a obrigação for indivisível. Art. Art. II .por protesto cambial. dar-se-á: I . durante a tutela ou curatela. ainda que exclusivamente moral. de ofício. 193. 189 a 211 TÍTULO IV . 194.por qualquer ato inequívoco. Art. 205. que ordenar a citação. se o interessado a promover no prazo e na forma da lei processual. 190.entre tutelados ou curatelados e seus tutores ou curadores. Seção II . no que couber. Art. II . O juiz não pode suprir.Disposições Gerais Art.contra os incapazes de que trata o art. pela boa-fé ou pelos bons costumes. ou não a alegarem oportunamente. IV . nas condições do inciso antecedente. II . 203.a pretensão dos hospedeiros ou fornecedores de víveres destinados a consumo no próprio estabelecimento. contado o prazo: a) para o segurado. excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social. 197. violar direito e causar dano a outrem. pela prescrição. III . 198.Das Causas que Interrompem a Prescrição Art. 205 e 206. Prescreve: o § 1 Em um ano: I .Da Prescrição Seção I . quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. dos Estados ou dos Municípios.não estando vencido o prazo.280. negligência ou imprudência.Das Causas que Impedem ou Suspendem a Prescrição Art. ou seu herdeiro. Art. a alegação de prescrição. 201. nos prazos a que aludem os arts. A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor. 3 . 206. III . 202.Dos Atos Ilícitos Art. a qual se extingue. 199. nasce para o titular a pretensão. 195. por ação ou omissão voluntária. Seção IV .pendendo ação de evicção. II . Não constituem atos ilícitos: I .a deterioração ou destruição da coisa alheia. 192. durante o poder familiar. Art. Art. (Revogado pela Lei nº 11. 200. Art. da data em que é citado para responder à Da prescrição e decadência: arts. II . na constância da sociedade conjugal. mesmo incompetente. A prescrição pode ser interrompida por qualquer interessado. A exceção prescreve no mesmo prazo em que a pretensão. a interrupção operada contra o co-devedor. Art.pendendo condição suspensiva. 189. salvo se favorecer a absolutamente incapaz. 187. e só valerá. ainda que extrajudicial. o § 2 A interrupção operada contra um dos herdeiros do devedor solidário não prejudica os outros herdeiros ou devedores. que importe reconhecimento do direito pelo devedor. 188.a pretensão do segurado contra o segurador. Também não corre a prescrição: o I . VI . negócios jurídicos. ou do último ato do processo para a interromper. Art. II . de 2006) Art. tácita é a renúncia quando se presume de fatos do interessado. o § 3 A interrupção produzida contra o principal devedor prejudica o fiador.

qualidade e quantidade. dotadas de valor econômico.as edificações que.os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações. Seção V . todos os outros são particulares. 82. Os bens públicos de uso comum do povo e os de uso especial são inalienáveis. Principal é o bem que existe sobre si. 90. 89.o direito à sucessão aberta. 94. II . não constituindo partes integrantes. úteis ou necessárias.Dos Bens Divisíveis Art. Art. 95. pertinentes à mesma pessoa. 88. tais como rios. 91. Art. Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião. salvo se o contrário resultar da lei. Os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem as pertenças. O uso comum dos bens públicos pode ser gratuito ou retribuído. Não se consideram benfeitorias os melhoramentos ou acréscimos sobrevindos ao bem sem a intervenção do proprietário. 185 a 188 TÍTULO II . 93. Parágrafo único. Seção IV .os direitos reais sobre imóveis e as ações que os asseguram. Art. aquele cuja existência supõe a do principal. 81. Parágrafo único. Art. Art. III . Constitui universalidade de fato a pluralidade de bens singulares que. da manifestação de vontade. Art. de cada uma dessas entidades. o § 2 São úteis as que aumentam ou facilitam o uso do bem. o § 3 São necessárias as que têm por fim conservar o bem ou evitar que se deteriore. Consideram-se móveis para os efeitos legais: I . consideram-se dominicais os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado. São móveis os bens suscetíveis de movimento próprio. na forma que a lei determinar. ao serviço ou ao aformoseamento de outro. Constitui universalidade de direito o complexo de relações jurídicas. mares. enquanto não forem empregados. Dos atos lícitos e ilícitos: arts. lhe incorporar natural ou artificialmente. CAPÍTULO II . ou real. ainda que o tornem mais agradável ou sejam de elevado valor.os dominicais. ao uso. de modo duradouro. Art. enquanto conservarem a sua qualificação. Art. Os materiais destinados a alguma construção.as energias que tenham valor econômico. 86. ou prejuízo do uso a que se destinam. acessório. 102. 98. 87. se destinam. 101. 92. 103. Art. II . São públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno. Art. 85. Seção III . 80. Consideram-se imóveis para os efeitos legais: I . 84. Aos atos jurídicos lícitos. que não aumentam o uso habitual do bem. forem removidas para outro local. seja qual for a pessoa a que pertencerem. para nele se reempregarem.Dos Bens Móveis Art. conservam sua qualidade de móveis. Bens divisíveis são os que se podem fracionar sem alteração na sua substância.Dos Bens Singulares e Coletivos Art. abstrata ou concretamente. 97. Art. o § 1 São voluptuárias as de mero deleite ou recreio. Art. territorial ou municipal. readquirem essa qualidade os provenientes da demolição de algum prédio. São bens públicos: I . Art.Dos Bens Públicos Art. 99. estadual. CAPÍTULO III . Art. São singulares os bens que. II . 100. São fungíveis os móveis que podem substituir-se por outros da mesma espécie. Seção II . como objeto de direito pessoal. os frutos e produtos podem ser objeto de negócio jurídico.Dos Bens Reciprocamente Considerados Art. Art. possuidor ou detentor. mas conservando a sua unidade. ruas e praças. 83. Art. tenham destinação unitária. de uma pessoa. 185.os de uso especial.os direitos reais sobre objetos móveis e as ações correspondentes. São consumíveis os bens móveis cujo uso importa destruição imediata da própria substância. Art.Dos Bens Fungíveis e Consumíveis Art. diminuição considerável de valor. Art. independentemente dos demais. inclusive os de suas autarquias. separadas do solo. III . tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal. Os bens naturalmente divisíveis podem tornar-se indivisíveis por determinação da lei ou por vontade das partes. conforme for estabelecido legalmente pela entidade a cuja administração pertencerem. Não dispondo a lei em contrário. Os bens que formam essa universalidade podem ser objeto de relações jurídicas próprias.os de uso comum do povo. Os bens públicos dominicais podem ser alienados. estradas. ou de remoção por força alheia. que não sejam 98 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . se consideram de per si. sendo também considerados tais os destinados à alienação. ou das circunstâncias do caso. II .os materiais provisoriamente separados de um prédio.Trabalhando pela sua conquista. observadas as exigências da lei. 96. embora reunidos. que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público. Apesar de ainda não separados do bem principal.Dos Atos Jurídicos Lícitos Art. São pertenças os bens que. Não perdem o caráter de imóveis: I . As benfeitorias podem ser voluptuárias. sem alteração da substância ou da destinação econômico-social.

Das Diferentes Classes de Bens CAPÍTULO I . 77. sobre os bens dotados. o lugar do estabelecimento. o lugar onde esta é exercida. Art. Art. de bens livres. Se. considerar- Dos bens: arts. o lugar onde funcionarem as respectivas diretorias e administrações. Art. se não o fizer. 70. impossível ou inútil a finalidade a que visa a fundação. Art. que se proponha a fim igual ou semelhante. São bens imóveis o solo e tudo quanto se Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 97 . no país. o § 1 Tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes. com as circunstâncias que a acompanharem.Trabalhando pela sua conquista. que deixa. O domicílio do incapaz é o do seu representante ou assistente. Art. onde servir. Parágrafo único. 66.dos Estados e Territórios. onde. se tais declarações não fizer. onde o navio estiver matriculado. incorporando-se o seu patrimônio. Tornando-se ilícita. culturais ou de assistência. cada um deles será considerado domicílio para os atos nele praticados. o militar. 70 a 78 TÍTULO III . 65. Art. poderá ser demandado no Distrito Federal ou no último ponto do território brasileiro onde o teve. Art. ou diretoria. 75. no tocante às obrigações contraídas por cada uma das suas agências. e. 73.não contrarie ou desvirtue o fim desta. e. ou no estatuto. ou qualquer interessado. Art.Dos Bens Considerados em Si Mesmos Seção I . o estatuto da fundação projetada. Art. formularão logo. a requerimento do interessado. caberá o encargo. com a intenção manifesta de o mudar. Art. 79. poderão os contratantes especificar domicílio onde se exercitem e cumpram os direitos e obrigações deles resultantes. Aqueles a quem o instituidor cometer a aplicação do patrimônio. Se o estatuto não for elaborado no prazo assinado pelo instituidor. Art. porém. a que ela corresponder. III . A fundação somente poderá constituir-se para fins religiosos. em dez dias. em seguida. 67. II . o Distrito Federal. III .Dos Bens Imóveis Art. a sede do comando a que se encontrar imediatamente subordinado. a pessoa natural tiver diversas residências. sito no Brasil. Parágrafo único. Parágrafo único. em cada um deles. alegar extraterritorialidade sem designar onde tem. se quiser. haver-se-á por domicílio da pessoa jurídica. o do militar. a incumbência caberá ao Ministério Público. o lugar em que cumprir a sentença. de acordo com as suas bases (art. o marítimo e o preso. tiver a sede no estrangeiro. Art. O agente diplomático do Brasil. 76. designada pelo juiz. 64. Parágrafo único. serão registrados. que não tenha residência habitual. A prova da intenção resultará do que declarar a pessoa às municipalidades dos lugares. o servidor público. à aprovação da autoridade competente. ao submeterem o estatuto ao órgão do Ministério Público. e para onde vai.seja aprovada pelo órgão do Ministério Público. 79 a 103 LIVRO II . se quiser. É também domicílio da pessoa natural. caberá o encargo ao Ministério Público Federal. Para que se possa alterar o estatuto da fundação é mister que a reforma: I . alternadamente. transferindo a residência. (Vide ADIN nº 2. lhe promoverá a extinção. cada um deles constituirá domicílio para as relações que lhe corresponderem. 74.seja deliberada por dois terços dos competentes para gerir e representar a fundação. Art. ou outro direito real. em nome dela. 69. Quando insuficientes para constituir a fundação. ou. que. se-á domicílio seu qualquer delas. em cento e oitenta dias. salvo disposição em contrário no ato constitutivo.DOS BENS TÍTULO ÚNICO . Ter-se-á por domicílio da pessoa natural.Do Domicílio Art. Nos contratos escritos. o § 2 Se a administração. se de outro modo não dispuser o instituidor. o instituidor é obrigado a transferir-lhe a propriedade. Art. em tendo ciência do encargo.794-8) o § 2 Se estenderem a atividade por mais de um Estado. o do servidor público. ou em Território. 63. 62). o do marítimo. Parágrafo único. submetendo-o. 68. Quanto às pessoas jurídicas. Se a pessoa exercitar profissão em lugares diversos. as respectivas capitais. IV . e declarando. Têm domicílio necessário o incapaz.do Município. requererão que se dê ciência à minoria vencida para impugná-la. por mandado judicial. especificando o fim a que se destina. Constituída a fundação por negócio jurídico entre vivos. II . Art. da própria mudança. 71. ou. 72. e o do preso. o lugar onde for encontrada. sendo da Marinha ou da Aeronáutica. viva. citado no estrangeiro. incorporados em outra fundação que se proponha a fim igual ou semelhante. Quando a alteração não houver sido aprovada por votação unânime. ou vencido o prazo de sua existência. o lugar em que exercer permanentemente suas funções. em outra fundação. ou onde elegerem domicílio especial no seu estatuto ou atos constitutivos. poderá o juiz supri-la. ao respectivo Ministério Público. Muda-se o domicílio. os bens a ela destinados serão. com recurso ao juiz. morais. o órgão do Ministério Público.da União. quanto às relações concernentes à profissão. não havendo prazo. e.das demais pessoas jurídicas. o § 1 Se funcionarem no Distrito Federal. Velará pelas fundações o Ministério Público do Estado onde situadas. O domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece a sua residência com ânimo definitivo. os administradores da fundação. o lugar onde funcione a administração municipal. 78. a maneira de administrá-la. o seu domicílio. o domicílio é: I . caso este a denegue. Do domicílio: arts.

Não há. receber em restituição. Dissolvida a associação. Obrigam a pessoa jurídica os atos dos administradores. do Distrito Federal ou da União. no que couber. o remanescente do seu patrimônio líquido. à instituição municipal. Parágrafo único. às demais pessoas jurídicas de direito privado. Art. pode o juiz decidir. em que a associação tiver sede. Art. no Distrito Federal ou no Território. quando violarem a lei ou estatuto. ativa e passivamente. Nenhum associado poderá ser impedido de exercer direito ou função que lhe tenha sido legitimamente conferido. assim reconhecida em procedimento que assegure direito de defesa e de recurso. Parágrafo único. caracterizado pelo desvio de finalidade.a denominação. (Redação dada pela Lei nº 11. as decisões se tomarão pela maioria de votos dos presentes. direitos e obrigações recíprocos. Para criar uma fundação. se for o caso. omisso este. o § 1 Far-se-á. as quotas ou frações ideais referidas no parágrafo único do art.127.o nome e a individualização dos fundadores ou instituidores. de 2005) VI . na atribuição da qualidade de associado ao adquirente ou ao herdeiro.os requisitos para a admissão. no seu silêncio. pelas obrigações sociais. por escritura pública ou testamento. nesse caso. o § 3 Encerrada a liquidação. por deliberação dos associados. o estatuto das associações conterá: I . ou pela confusão patrimonial. (Redação dada pela Lei nº 11. estadual ou federal. a não ser nos casos e pela forma previstos na lei ou no estatuto. CAPÍTULO II . VI . III . de fins idênticos ou semelhantes. A exclusão do associado só é admissível havendo justa causa. Art. 61. e dos diretores. salvo se o ato constitutivo dispuser de modo diverso. Art. Decai em três anos o direito de anular as decisões a que se refere este artigo. garantido a 1/5 (um quinto) dos associados o direito de promovê-la.127.DAS FUNDAÇÕES Art. o que remanescer do seu patrimônio se devolverá à Fazenda do Estado. 59. Os associados devem ter iguais direitos. por deliberação dos associados. Art. de per si. instituição nas condições indicadas neste artigo. 48. Aplica-se às pessoas jurídicas. de 2005) II – alterar o estatuto. será destinado à entidade de fins não econômicos designada no estatuto. ou. judicial e extrajudicialmente. e de que modo. 52. no registro onde a pessoa jurídica estiver inscrita. até que esta se conclua. III . 55. os fins e a sede da associação. (Redação dada pela Lei nº 11. o § 2 Não existindo no Município. 62.se os membros respondem. a averbação de sua dissolução. ela subsistirá para os fins de liquidação. 49. a requerimento de qualquer interessado. depois de deduzidas.se o ato constitutivo é reformável no tocante à administração. de 2005) Art. ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo. no Estado. que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. Nos casos de dissolução da pessoa jurídica ou cassada a autorização para seu funcionamento.as condições para a alteração das disposições estatutárias e para a dissolução. antes da destinação do remanescente referida neste artigo. de 2005) Art. o § 2 As disposições para a liquidação das sociedades aplicam-se. V . o juiz. promover-se-á o cancelamento da inscrição da pessoa jurídica. Art. 57. subsidiariamente. ou forem eivadas de erro.127.Trabalhando pela sua conquista. entre os associados.127. nos termos previstos no estatuto. a proteção dos direitos da personalidade. podem estes. 58. IV . Se o associado for titular de quota ou fração ideal do patrimônio da associação.127. de 2005) Parágrafo único. simulação ou fraude. 56. cujo quorum será o estabelecido no estatuto. 47.o modo por que se administra e representa. demissão e exclusão dos associados. atualizado o respectivo valor. (Redação dada pela Lei nº 11. A convocação dos órgãos deliberativos far-seá na forma do estatuto. II . 53. Art.as fontes de recursos para sua manutenção. II .127. mas o estatuto poderá instituir categorias com vantagens especiais. dolo. Compete privativamente à assembléia geral: (Redação dada pela Lei nº 11. 51. Sob pena de nulidade. o seu instituidor fará. Art. as contribuições que tiverem prestado ao patrimônio da associação. de 2005) I – destituir os administradores. a requerimento da parte. exercidos nos limites de seus poderes definidos no ato constitutivo. Para as deliberações a que se referem os incisos I e II deste artigo é exigido deliberação da assembléia especialmente convocada para esse fim.127. nomear-lhe-á administrador provisório. Em caso de abuso da personalidade jurídica. A qualidade de associado é intransmissível.127. VII – a forma de gestão administrativa e de aprovação das respectivas contas. 60. IV . 54. ou não. Se a administração da pessoa jurídica vier a faltar. a transferência daquela não importará. Art. se o estatuto não dispuser o contrário. (Redação dada pela Lei nº 11.as condições de extinção da pessoa jurídica e o destino do seu patrimônio. Art. Se a pessoa jurídica tiver administração coletiva. no que couber. CAPÍTULO III . bem como os critérios de eleição dos administradores. dotação especial 96 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .os direitos e deveres dos associados. Parágrafo único. Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos. de 2005) Art. 50. de 2005) Art. salvo disposição diversa do estatuto. o § 1 Por cláusula do estatuto ou. 56. V – o modo de constituição e de funcionamento dos órgãos deliberativos. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11.DAS ASSOCIAÇÕES Art.

pelas normas deste Código. Parágrafo único. são partes legítimas para requerer essa proteção o cônjuge. ou contrariar os bons costumes.010.12. o Distrito Federal e os Territórios. 11. (Incluído pela Lei nº 10. de 2009) Vigência CAPÍTULO II . o divórcio. Parágrafo único. 19.825. Art.2003) o § 1 São livres a criação. Das pessoas jurídicas: arts. Com exceção dos casos previstos em lei. para depois da morte. ou altruístico.a União. Em se tratando de morto ou de ausente.825. 42. Art.DOS DIREITOS DA PERSONALIDADE Art. regem-se. As pessoas jurídicas são de direito público. O ato de disposição pode ser livremente revogado a qualquer tempo. São pessoas jurídicas de direito público externo os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público. de 22. Art.as organizações religiosas. Art. 20. de 22. ou se necessárias à administração da justiça ou à manutenção da ordem pública. ou colateral até o quarto grau. III . a requerimento do interessado.Trabalhando pela sua conquista. no todo ou em parte. 18. a separação judicial e o restabelecimento da sociedade conjugal. III .12. 41. 46. adotará as providências necessárias para impedir ou fazer cessar ato contrário a esta norma. (Incluído pela Lei nº 10. 40. os fins. a transmissão da palavra. O ato previsto neste artigo será admitido para fins de transplante. a sede. (Incluído pela Lei nº 10. (Incluído pela Lei nº 10. por defeito do ato respectivo. 43. O pseudônimo adotado para atividades lícitas goza da proteção que se dá ao nome. Parágrafo único. ou a publicação.DISPOSIÇÕES GERAIS Art. a divulgação de escritos.825.2003) Art. Pode-se exigir que cesse a ameaça. a disposição gratuita do próprio corpo. quando houver. na forma estabelecida em lei especial. 15. É válida. II . Parágrafo único.825. de 22.2003) o § 2 As disposições concernentes às associações aplicam-se subsidiariamente às sociedades que são objeto do Livro II da Parte Especial deste Código. Parágrafo único. Começa a existência legal das pessoas jurídicas de direito privado com a inscrição do ato constitutivo no respectivo registro.DAS PESSOAS JURÍDICAS CAPÍTULO I . se houver. Art. Art.dos atos judiciais ou extrajudiciais que declararem ou reconhecerem a filiação. e o juiz. Parágrafo único. 13. IV . Salvo por exigência médica.as autarquias. 14. não podendo o seu exercício sofrer limitação voluntária. II . ainda quando não haja intenção difamatória. o tempo de duração e o fundo social. quando importar diminuição permanente da integridade física.os Municípios. de 22. interno ou externo. Art. Toda pessoa tem direito ao nome.2003) V .dos atos judiciais ou extrajudiciais de adoção. a boa fama ou a respeitabilidade.2003) o § 3 Os partidos políticos serão organizados e funcionarão conforme o disposto em lei específica. Art. de 22. 21. 45.as demais entidades de caráter público criadas por lei. 40 a 69 TÍTULO II .as associações. a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber. ou se destinarem a fins comerciais. 44. inclusive as associações públicas. de 2005) V . a direito da personalidade. Salvo se autorizadas. Art. os ascendentes ou os descendentes. culpa ou dolo. Art. no que couber. 16.os Estados. Art.a denominação.as sociedades. contado o prazo da publicação de sua inscrição no registro. Art. São pessoas jurídicas de direito privado: I . nele compreendidos o prenome e o sobrenome. Decai em três anos o direito de anular a constituição das pessoas jurídicas de direito privado. ressalvado direito regressivo contra os causadores do dano. se lhe atingirem a honra. por parte destes. a organização. terá legitimação para requerer a medida prevista neste artigo o cônjuge sobrevivente.das sentenças que decretarem a nulidade ou anulação do casamento.12. O nome da pessoa não pode ser empregado por outrem em publicações ou representações que a exponham ao desprezo público. Ninguém pode ser constrangido a submeterse.107. não se pode usar o nome alheio em propaganda comercial. III . a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas. Salvo disposição em contrário. as pessoas jurídicas de direito público. São pessoas jurídicas de direito público interno: I .12. Sem autorização. é defeso o ato de disposição do próprio corpo. (Incluído pela Lei nº 10.as fundações. a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas. sem prejuízo de outras sanções previstas em lei. 17. precedida. quanto ao seu funcionamento. Art. a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica. IV . e de direito privado. averbando-se no registro todas as alterações por que passar o ato constitutivo. As pessoas jurídicas de direito público interno são civilmente responsáveis por atos dos seus agentes que nessa qualidade causem danos a terceiros. ou qualquer parente em linha reta. A vida privada da pessoa natural é inviolável. Art.os partidos políticos. com objetivo científico. Em se tratando de morto. a que se tenha dado estrutura de direito privado. O registro declarará: I .825. com risco de vida. e reclamar perdas e danos. os direitos da personalidade são intransmissíveis e irrenunciáveis. 12. II . (Redação dada pela Lei nº 11. Art. de autorização ou aprovação do Poder Executivo. ou a lesão. sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento. I . Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 95 .12. (Vide Lei nº 12. quando necessário.

5 A menoridade cessa aos dezoito anos completos.a sentença declaratória de ausência e de morte presumida. II . desde que. 123 .prover os cargos iniciais da carreira e dos serviços auxiliares. a incapacidade: I . III . 3 São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil: I . de 24/08/05. cabendo-lhe. ou por sentença do juiz. ♦ § 1º . previstos em lei. organizados em quadros próprios. desde a concepção. IV . por deficiência mental. independentemente de homologação judicial. presume-se esta. a carreira de seus membros. por enfermidade ou deficiência mental. o Art. ou de um deles na falta do outro. ♦ § 3º .a emancipação por outorga dos pais ou por sentença do juiz. e a LEC nº 13. ou à maneira de os exercer: I . ● Vide a LEC nº 9. não for encontrado até dois anos após o término da guerra.os nascimentos. quando a pessoa fica habilitada à prática de todos os atos da vida civil. mesmo por causa transitória. ♦ III . desaparecido em campanha ou feito prisioneiro.pelo estabelecimento civil ou comercial. o menor com dezesseis anos completos tenha economia própria.se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida.praticar atos e decidir sobre a situação funcional do pessoal de carreira e dos serviços auxiliares.A Defensoria Pública elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites da Lei de Diretrizes Orçamentárias. III . IV .os ébrios habituais. não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos. 9 Serão registrados em registro público: I . a aposentadoria e a concessão das vantagens inerentes aos cargos da carreira e dos serviços auxiliares. observando as normas previstas na legislação federal e nesta Constituição. ♦ V . ♦ IV . 1º a 21 TÍTULO I . II . mas a lei põe a salvo. de 22/05/02. quanto aos ausentes.os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos.230. para os menores. V .organizar suas secretarias. ouvido o tutor. os direitos do nascituro. 135 da Constituição Federal. ♦ Acrescentados pela Emenda Constitucional nº 50.se alguém.À Defensoria Pública é assegurada autonomia funcional. mediante instrumento público. o Art. Art. casamentos e óbitos. Far-se-á averbação em registro público: 94 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . de 06/02/91. Parágrafo único. nesses casos. MATÉRIA CÍVEL E PROCESSUAL Código Civil Brasileiro Das pessoas naturais: arts. 10. devendo a sentença fixar a data provável do falecimento. em função deles. dar-se-ão p or ato do Defensor Público-Geral do Estado. não se podendo averiguar se algum dos comorientes precedeu aos outros. II . a LEC nº 11.pela concessão dos pais.pela colação de grau em curso de ensino superior. II . de 04/12/08. ♦ § 2º .DA PERSONALIDADE E DA CAPACIDADE o Art. Cessará.propor à Assembléia Legislativa a criação e a extinção de seus cargos e serviços auxiliares. Parágrafo único. o Art. Art.pelo casamento. bem como a fixação dos vencimentos de seus membros e servidores. II .os pródigos.os excepcionais.os que.087. 6 A existência da pessoa natural termina com a morte. núcleos e coordenadorias e os serviços auxiliares das Defensorias Públicas. 122 . e os que. o Art.DAS PESSOAS NATURAIS CAPÍTULO I .os que. Parágrafo único. administrativa e orçamentária. A capacidade dos índios será regulada por legislação especial.Trabalhando pela sua conquista.praticar atos próprios de gestão. somente poderá ser requerida depois de esgotadas as buscas e averiguações. ou pela existência de relação de emprego. 7 Pode ser declarada a morte presumida. 8 Se dois ou mais indivíduos falecerem na mesma ocasião.a interdição por incapacidade absoluta ou relativa. o Art. IV .Os serviços da Defensoria Pública estender-se-ão por todas as Comarcas do Estado. o Art. o Art. os viciados em tóxicos. remoção e demais formas de provimento derivado. Art. 4 São incapazes.os menores de dezesseis anos. bem como nos casos de promoção. ♦ II . sem desenvolvimento mental completo.pelo exercício de emprego público efetivo. presumir-se-ão simultaneamente mortos. o Art.795. relativamente a certos atos. sem decretação de ausência: I . se o menor tiver dezesseis anos completos. III . tenham o discernimento reduzido. III .O provimento.Os membros das carreiras disciplinadas neste Título terão seus vencimentos e vantagens fixados e pagos segundo o disposto no art. 1 Toda pessoa é capaz de direitos e deveres na ordem civil. não puderem exprimir sua vontade. A declaração da morte presumida. nos casos em que a lei autoriza a abertura de sucessão definitiva. de acordo com as necessidades e a forma prescrita na lei complementar. 2 A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida. na forma de lei complementar: ♦ I .

goza das prerrogativas inerentes à atividade de advocacia. bem como sobre Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 93 . dos necessitados. LXXIV.propor orientação jurídico-normativa para a administração pública. a qualquer título e sob qualquer pretexto.exercer. II . estendendo-se os seus serviços por todas as comarcas do Estado. em todos os graus. II . ♦ § 3º . alternadamente. Art. ● Art. será investido no cargo o integrante da lista tríplice mais votado. sujeito ao regime estatutário e recrutado exclusivamente por concurso público de provas ou de provas e títulos. IV . com prerrogativas de Secretário de Estado.estabilidade após dois anos no exercício do cargo. Parágrafo único .irredutibilidade de vencimentos. por voto obrigatório e secreto. II . por antigüidade e merecimento. sujeitos. III . ainda que em disponibilidade. emitindo pareceres nos que forem encaminhados à decisão final do Governador. O parágrafo único passa a ser o quinto. da Constituição Federal. nomeado pelo Governador do Estado dentre os integrantes das classes especial e final da carreira de Defensor Público. ● Art. observados ainda os seguintes princípios: I . as atividades e necessidades da Defensoria Pública. Geral do Estado.A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado. IV . 121 .ingresso na carreira.receber. percentagens ou custas processuais.O Estado será citado na pessoa de seu Procurador-Geral.progressão na carreira de classe a classe. esclarecimentos e diligências que entender necessários ao fiel cumprimento de suas funções. III . 132 e 135 da Constituição Federal.exercer a advocacia fora das atribuições institucionais.O Defensor Público-Geral do Estado comparecerá. a indivisibilidade e a independência funcional. Parágrafo único . de 24/08/05.prestar assistência jurídica e administrativa aos Municípios. pelo Governador. ♦ § 4º . ♦ Acrescentados pela Emenda Constitucional nº 50.São princípios institucionais da Defensoria Pública a unidade. 119 . mediante concurso público de provas e de títulos. vinculada diretamente ao Governador do Estado e integrante de seu Gabinete. 115 .A Procuradoria-Geral do Estado será chefiada pelo Procurador-Geral do Estado. pela classe inicial. e a Lei nº 11.Da Defensoria Pública ♦ Art.A Defensoria Pública tem como chefe o Defensor Público-Geral. nos casos e na forma de lei complementar estadual. a título complementar ou supletivo. ♦ Renumerado pela Emenda Constitucional nº 50. III . de 24/08/05. além de outras atribuições que lhe forem cometidas por lei.representar os interesses da administração pública estadual perante os Tribunais de Contas do Estado e da União. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil. ♦ § 2º . à Assembléia Legislativa para relatar. sendo exigido em cada uma o interstício de dois anos de efetivo exercício. e a Lei nº 11. VI .Decorrido o prazo de 15 (quinze) dias do envio da lista tríplice ao Governador do Estado sem a nomeação do Defensor Público-Geral. devendo a escolha recair em membro da carreira. ♦ § 5° . 120 . salvo se não houver candidato com os requisitos necessários. correspondentes aos graus da carreira da Magistratura estadual.742.766/02. indicados em lista tríplice.pronunciar-se sobre a legalidade dos atos da administração estadual. com quadro próprio.Lei complementar organizará a Defensoria Pública no Estado.742. inclusive os de renda e extraordinários. qualquer outra função pública. de 24/08/05. honorários. organizado e realizado pela Procuradoria-Geral do Estado. em sessão pública. ● Vide a LEC nº 11. direta e indireta. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50. Art. ♦ § 1° .Aplicam-se aos Procuradores do Estado as seguintes vedações: I . observado o regime jurídico decorrente dos arts. anualmente.O pessoal dos serviços auxiliares da Procuradoria-Geral do Estado será organizado em carreira. § 2º . dispondo sobre sua competência. informações.promover a unificação da jurisprudência administrativa do Estado.Competem à Procuradoria-Geral do Estado a representação judicial e a consultoria jurídica do Estado. permitida uma recondução por igual período. para mandato de dois anos. de 17/01/02. Art. a indivisibilidade e a independência funcional. de acordo com as necessidades e a forma prescrita em lei complementar estadual. de 17/01/02. aos impostos gerais.São princípios institucionais da Defensoria Pública a unidade. na forma do art. na forma da lei. Seção III . e o cargo será provido em comissão. 117 . V . incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa.Lei complementar disporá sobre o estatuto dos Procuradores do Estado.O Defensor Público-Geral poderá ser destituído por deliberação da maioria absoluta da Assembléia Legislativa.Trabalhando pela sua conquista. entretanto. cabendo-lhe requisitar. ● Vide a LEC nº 11. 5º. de qualquer autoridade ou órgão da administração estadual.realizar processos administrativos disciplinares nos casos previstos em lei. 116 . 118 . IV .O Procurador do Estado. mediante eleição de todos os membros da carreira da Defensoria Pública.As atribuições da Procuradoria-Geral do Estado serão exercidas pelos Procuradores do Estado. Art. no exercício do cargo. especialmente: I . estrutura e funcionamento. salvo uma de magistério. § 1º . organizados em carreira e regidos por estatuto.766/02.participar de sociedade comercial.

nesta Constituição e nas leis. bem como nos casos de promoção. reclamações e representações de qualquer pessoa por desrespeito aos direitos assegurados na Constituição Federal. II .progressão na carreira de entrância a entrância. 111 . § 1º . III . organizados em quadros próprios.A lei complementar a que se refere este artigo. 37. 153. § 2º . remoção e demais formas de provimento derivado. 109 . I. 150. bem como o disposto nos arts. II . Art.O Procurador-Geral de Justiça poderá ser destituído por deliberação da maioria absoluta da Assembléia Legislativa.prover os cargos iniciais da carreira e dos serviços auxiliares. salvo por motivo de interesse público.praticar atos próprios de gestão. § 2º.exercer a fiscalização dos estabelecimentos que abrigam idosos. de iniciativa facultada ao Procurador-Geral. perícias e documentos de autoridades municipais. ● IV . observado o limite máximo e a relação de valores entre a maior e a menor remuneração. alternadamente. acompanhar esta e produzir provas. o órgão do Ministério Público poderá: a) instaurar procedimentos administrativos e.propor à Assembléia Legislativa a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares.receber petições. a qualquer título e sob qualquer pretexto. menores.Da Advocacia-Geral do Estado ● Art. incumbe ainda ao Ministério Público. mediante lei complementar.aproveitamento em cursos oficiais de preparação para ingresso ou promoção na carreira. supervisionando-lhes a assistência.assistir as famílias atingidas pelo crime e defender-lhes os interesses. percentagens ou custas processuais. assegurada ampla defesa. será investido no cargo o integrante da lista tríplice mais votado.Trabalhando pela sua conquista.exercer o controle externo da atividade policial. § 3º . expedir notificações para colher depoimentos ou esclarecimentos. na forma de sua lei complementar: I . e 153. de 05/01/01. por voto de dois terços de seus membros. da administração direta e indireta. salvo uma de magistério. os seguintes princípios: I . Seção II . nos termos de sua lei complementar. anualmente. a aposentadoria e a concessão das vantagens inerentes aos cargos da carreira e dos serviços auxiliares. observados.residência do membro do Ministério Público na Comarca de sua classificação. b) inamovibilidade. dar-se-ão por ato do Procurador-Geral.No exercício de suas funções. 112 . sob a forma de sistema. além de outros. por antigüidade e merecimento.A Advocacia do Estado é atividade inerente ao regime de legalidade na administração pública e será organizada. III .O provimento.Ao Ministério Público é assegurada autonomia administrativa e funcional. e) exercer atividade político-partidária. mediante decisão do órgão colegiado competente do Ministério Público. bem como promover inspeções e diligências investigatórias. sendo exigido em cada uma o interstício de dois anos de efetivo exercício. c) participar de sociedade comercial. II . V . à Assembléia Legislativa para relatar. as atividades e necessidades do Ministério Público.578. c) requisitar informações e documentos de entidades privadas para instruir procedimento e processo em que oficie. Art.O Procurador-Geral de Justiça comparecerá. estabelecerá a organização. permitida uma recondução por igual período.organizar suas secretarias e os serviços auxiliares das Promotorias de Justiça. III . salvo se não houver candidato com os requisitos necessários.O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites da lei de diretrizes orçamentárias. V . incapazes e pessoas portadoras de deficiências. requisitar informações. d) exercer. inválidos. estaduais e federais. a ordem de classificação. Parágrafo único . qualquer outro cargo ou função pública. assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua realização e observada.ingresso na carreira mediante concurso público de provas e títulos. b) requisitar à autoridade competente a instauração de sindicância. exames. II. na forma da lei complementar. to de dois anos. Art.As funções do Ministério Público junto ao Tribunal Militar serão exercidas por membros do Ministério Público estadual. cabendo-lhe.as seguintes garantias: a) vitaliciedade após dois anos de exercício. III. Art.as seguintes vedações: a) receber. IV . não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado. 113 . § 4º . 114 .exercer o controle externo das atividades desenvolvidas nos estabelecimentos prisionais.Além das funções previstas na Constituição Federal e nas leis. honorários.Aos membros do Ministério Público são estabelecidas: I . salvo exceções previstas em lei. II . as atribuições e o estatuto do Ministério Público. ● Vide a LEC nº 11. IV . c) irredutibilidade de vencimentos. previstos em lei. em regime jurídico especial. bem como a fixação dos vencimentos de seus membros e servidores. nos termos de sua lei complementar: I . correspondentes aos graus da carreira da Magistratura estadual. nos casos e na forma da lei complementar estadual. Art. XI. tendo como órgão central a Procuradoria- 92 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Decorrido o prazo previsto em lei sem nomeação do Procurador-Geral de Justiça.praticar atos e decidir sobre a situação funcional do pessoal da carreira e dos serviços auxiliares. da Constituição Federal. em sessão pública. Parágrafo único . nas nomeações. a fim de instruí-los. b) exercer a advocacia. na forma da lei. 110 . ainda que em disponibilidade.

Art.decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças. Art. de 11/12/97.Os Juizados Especiais terão composição e competência definidos em lei. na forma da lei. para manda- Das funções essenciais à Justiça: arts.o número de eleitores. § § 3º . o Tribunal de Justiça verificará a existência dos requisitos mínimos para a criação de novas Comarcas ou Varas e proporá as alterações que se fizerem necessárias. poderão ser criadas Comarcas Regionais.A lei definirá os órgãos competentes para julgar os recursos. 98 . § 2º . além das matérias definidas nesta Constituição. III .A Justiça Militar.A escolha dos Juízes militares será feita dentre coronéis da ativa. § 1º .A lei disporá sobre a criação de Juizados de Paz. 106 .O Tribunal de Justiça expedirá Resolução regulamentando a organização dos órgãos a que se refere este artigo.a receita tributária. Art.Os Juízes civis serão escolhidos dentre membros do Ministério Público. 107 .J. § 2º . Art. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22.. 105 .Da Justiça Militar Art. com a organização e as atribuições estabelecidas em lei.O Ministério Público é instituição permanente.442. II . extinção e classificação de Comarcas.A estrutura dos órgãos da Justiça Militar.DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA Seção I .446/91.Trabalhando pela sua conquista.O Ministério Público tem por chefe o Procurador-Geral de Justiça.prover. uma vaga. Art. prerrogativas e impedimentos iguais aos Desembargadores do Tribunal de Justiça. § 2º .Os Juízes do Tribunal Militar do Estado terão vencimento. essencial à função jurisdicional do Estado. e 9. ♦ Revogados pela Emenda Constitucional nº 22. depois de aprovada a escolha pela Assembléia Legislativa.Na região metropolitana. 04/09/98. e dentre Juízes-Auditores.U. por ato do Presidente. do regiexercício de atribuições conciliatórias. julgar os recursos dos Conselhos de Justiça Militar e ainda: I . Art. D. 04/09/98.Compete ao Tribunal Militar do Estado. de 11/12/97. § 1º . ♦ Art. § § 1º .Anualmente. mediante eleição. remunerado na forma da lei. § 4º . 101 . definindo-lhes o Tribunal de Justiça a sede respectiva.As Comarcas poderão ser constituídas de um ou mais Municípios. § Declarada a inconstitucionalidade do dispositivo na ADI nº 725-4.A lei de organização judiciária discriminará a competência territorial e material dos Juízes de primeiro grau. direitos. nomeado pelo Governador do Estado dentre integrantes da carreira. os cargos de Juiz-Auditor e os dos servidores vinculados à Justiça Militar. sem caráter jurisdicional. garantias. designando-lhes o Tribunal de Justiça a respectiva sede. nomeados pelo Governador do Estado. as atribuições de seus membros e a carreira de JuizAuditor serão estabelecidas na Lei de Organização Judiciária. D. 107 a 123 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 91 . Seção V . na forma da lei. 102 . II . me democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. vantagens.Dos Juízes de Primeiro Grau Art. a falências.Na sede de cada Município que dispuser de serviços judiciários.o número de habitantes. § 3º .o movimento forense. alterada pela Emenda Constitucional nº 24.exercer outras atribuições definidas em lei. sendo quatro militares e três civis. 103 . obrigatoriamente. de iniciativa do Tribunal de Justiça. poderão ser atribuídas ao Juiz de Paz.U. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. contra os costumes. 104 .A lei disporá sobre a forma de eleição e de investidura dos juízes leigos. incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica. § Declarada a inconstitucionalidade do dispositivo na ADI nº 725-4.. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22. organizada com observância dos preceitos da Constituição Federal. ainda que todos os Municípios integrantes sejam dotados de serviços judiciários instalados.O Juiz de Paz e seu suplente serão escolhidos mediante eleição. § 2º . Art.A lei disporá sobre os requisitos para a criação. da Brigada Militar.Do Ministério Público Art.a extensão territorial. § 1º . segundo um sistema de Comarcas e Varas que garanta eficiência na prestação jurisdicional. 100 . terá como órgãos de primeiro grau os Conselhos de Justiça e como órgão de segundo grau o Tribunal Militar do Estado. advogados de notório saber jurídico e ilibada conduta. 99 . pertencentes ao Quadro de Oficiais de Polícia Militar. indicados em lista tríplice. Seção IV . Vide as Leis nºs 9. de 11/12/97. estabelecendo critérios uniformes. todos de investidura vitalícia. podendo atribuí-los a turma de juízes de primeiro grau. de 08/12/98. assegurada a estes. III .O Tribunal Militar do Estado compor-se-á de sete Juízes.Outras funções. levando em conta: I . V . ♦ § 5º . nas aglomerações urbanas e microrregiões.Compete à Justiça Militar Estadual processar e julgar os servidores militares estaduais nos crimes militares definidos em lei. e o titular. IV . de 03/12/91. 108 . haverá um ou mais Tribunais do Júri.J. ção dos crimes e contravenções relativos a entorpecentes e drogas afins. para a celebração de casamentos e para o CAPÍTULO IV . os dolosos contra a vida e os de responsabilidade dos servidores públicos estaduais.

Trabalhando pela sua conquista.
ou autoridade cujos atos estejam diretamente submetidos à jurisdição do Tribunal de Justiça, quando se tratar de crime sujeito a esta mesma jurisdição em única instância, ou quando houver perigo de se consumar a violência antes que outro Juiz ou Tribunal possa conhecer do pedido; b) os mandados de segurança, os habeas data e os mandados de injunção contra atos ou omissões do Governador do Estado, da Assembléia Legislativa e seus órgãos, dos Secretários de Estado, do Tribunal de Contas do Estado e seus órgãos, dos Juízes de primeira instância, dos membros do Ministério Público e do Procurador-Geral do Estado; c) a representação oferecida pelo Procurador-Geral de Justiça para assegurar a observância dos princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, ordem ou decisão judicial, para fins de intervenção do Estado nos Municípios; § d) a ação direta da inconstitucionalidade de lei ou ato normativo estadual perante esta Constituição, e de municipal perante esta e a Constituição Federal, inclusive por omissão; § Declarada a inconstitucionalidade do trecho tachado na ADI nº 409-3. D.J.U., 26/04/02. e) os mandados de injunção contra atos ou omissões dos Prefeitos Municipais e das Câmaras de Vereadores; XIII - julgar, em grau de recurso, matéria cível e penal não atribuída ao Tribunal de Alçada; ♦ XIII - julgar, em grau de recurso, matéria cível e penal de sua competência. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. ♦ XIV - prestar, por escrito, através de seu presidente, no prazo máximo de trinta dias, todas as informações que a Assembléia Legislativa solicitar a respeito da administração dos Tribunais. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 13, de 14/12/95. § 1º - Podem propor a ação de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo estadual, ou por omissão: I - o Governador do Estado; II - a Mesa da Assembléia Legislativa; III - o Procurador-Geral de Justiça; IV - o Titular da Defensoria Pública; ♦ IV - o Defensor Público-Geral do Estado; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 24/08/05. V - o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil; VI - partido político com representação na Assembléia Legislativa; VII - entidade sindical ou de classe de âmbito nacional ou estadual; VIII - as entidades de defesa do meio ambiente, dos direitos humanos e dos consumidores, de âmbito nacional ou estadual, legalmente constituídas; IX - o Prefeito Municipal; X - a Mesa da Câmara Municipal. § 2º - Podem propor a ação de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo municipal, ou por omissão: I - o Governador do Estado; II - o Procurador-Geral de Justiça; III - o Prefeito Municipal; IV - a Mesa da Câmara Municipal; V - partido político com representação na Câmara de Vereadores; VI - entidade sindical; VII - o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil; VIII - o Titular da Defensoria Pública; ♦ VIII - o Defensor Público-Geral do Estado; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 24/08/05. IX - as entidades de defesa do meio ambiente, dos direitos humanos e dos consumidores legalmente constituídas; X - associações de bairro e entidades de defesa dos interesses comunitários legalmente constituídas há mais de um ano. § 3º - O Procurador-Geral de Justiça deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade. § 4º - Quando o Tribunal de Justiça apreciar a inconstitucionalidade, em tese, de norma legal ou de ato normativo, citará previamente o ProcuradorGeral do Estado, que defenderá o ato ou texto impugnado. ♦ Seção III - Do Tribunal de Alçada ♦ Suprimida pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97, alterada pela Emenda Constitucional nº 24, de 08/12/98. ♦ Art. 96 - O Tribunal de Alçada é constituído de Juízes, cujo número será definido em lei, escolhidos nos termos da Constituição Federal. ♦ Art. 97 - Compete ao Tribunal de Alçada, além do que lhe atribuem esta Constituição e a lei, julgar em grau de recurso: ♦ I - as ações de procedimento sumaríssimo em razão da matéria; ♦ II - as ações possessórias, de nunciação de obra nova e de usucapião; ♦ III - as ações relativas à compra-e-venda com reserva de domínio, à promessa de compra-evenda, a consórcio de veículos, a locação, inclusive arrendamento mercantil, e a alienação fiduciária; ♦ IV - as ações de acidente do trabalho, qualquer que seja seu fundamento; ♦ V - as ações de execução e as relativas à existência, validade e eficácia de título executivo extrajudicial, exceto as pertinentes a matéria fiscal de competência do Estado; ♦ VI - as ações relativas à competência fiscal dos Municípios; ♦ VII - os processos cautelares, os embargos de terceiros e as suspeições e impedimentos de Juízes, nos feitos de sua competência; ♦ VIII - os crimes contra o patrimônio, seja qual for a natureza da pena cominada, excluído o de roubo qualificado por lesão corporal grave ou morte; ♦ IX - as demais infrações a que não seja cominada pena de reclusão superior a quatro anos, com exce-

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Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos

Trabalhando pela sua conquista.
b) os embargos de declaração apresentados a suas decisões; c) os mandados de segurança, mandados de injunção e habeas data contra atos do próprio Tribunal, de seu Presidente e de suas Câmaras ou Juízes; d) os embargos infringentes de seus julgados e os opostos na execução de seus acórdãos; e) as ações rescisórias de seus acórdãos e as respectivas execuções; f) a restauração de autos extraviados ou destruídos, de sua competência; g) os pedidos de revisão e reabilitação relativos às condenações que houverem proferido; h) as medidas cautelares, nos feitos de sua competência originária; i) a uniformização de jurisprudência; j) os conflitos de jurisdição entre Câmaras do Tribunal; l) a suspeição ou o impedimento, nos casos de sua competência; VI - impor penas disciplinares; ♦ VII - representar, quando for o caso, aos Conselhos da Magistratura, do Ministério Público e da Defensoria Pública do Estado, à Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil e à ProcuradoriaGeral do Estado; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 24/08/05. VIII - processar e julgar, nos feitos de sua competência recursal: a) os habeas corpus e os mandados de segurança contra os atos dos juízes de primeira instância; b) os conflitos de competência entre os Juízes de primeira instância; c) a restauração de autos extraviados ou destruídos; d) as ações rescisórias de sentença de primeira instância; e) os pedidos de correição parcial; f) a suspeição de Juízes por estes não reconhecida; IX - declarar a inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo, pela maioria absoluta de seus membros ou do respectivo órgão especial. Seção II - Do Tribunal de Justiça Art. 94 - O Tribunal de Justiça é composto na forma estabelecida na Constituição Federal e constituído de Desembargadores, cujo número será definido em lei. Art. 95 - Ao Tribunal de Justiça, além do que lhe for atribuído nesta Constituição e na lei, compete: I - organizar os serviços auxiliares dos juízos da justiça comum de primeira instância, zelando pelo exercício da atividade correicional respectiva; II - conceder licença, férias e outros afastamentos aos juízes e servidores que lhe forem imediatamente vinculados; III - prover os cargos de Juiz de carreira da Magistratura estadual sob sua jurisdição; IV - prover, por concurso público de provas ou de provas e títulos, exceto os de confiança, assim definidos em lei, os cargos necessários à administração da justiça comum, inclusive os de serventias judiciais, atendido o disposto no art. 154, X, desta Constituição; V - propor à Assembléia Legislativa, observados os parâmetros constitucionais e legais, bem como as diretrizes orçamentárias: ♦ a) a alteração do número de seus membros e do Tribunal Militar; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. b) a criação e a extinção de cargos nos órgãos do Poder Judiciário estadual e a fixação dos vencimentos de seus membros; c) a criação e a extinção de cargos nos serviços auxiliares da Justiça Estadual e a fixação dos vencimentos dos seus servidores; d) a criação e a extinção de Tribunais inferiores; e) a organização e divisão judiciárias; f) projeto de lei complementar dispondo sobre o Estatuto da Magistratura Estadual; g) normas de processo e de procedimento, civil e penal, de competência legislativa concorrente do Estado, em especial as aplicáveis aos Juizados Especiais e de Pequenas Causas; ♦ g) normas de processo e de procedimento, cível e penal, de competência legislativa concorrente do Estado, em especial as aplicáveis aos Juizados Especiais. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. VI - estabelecer o sistema de controle orçamentário interno do Poder Judiciário, para os fins previstos no Art. 74 da Constituição Federal. ♦ VII - elaborar e encaminhar, depois de ouvir o Tribunal Militar do Estado, as propostas orçamentárias do Poder Judiciário, dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes, na lei de diretrizes orçamentárias. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. VIII - eleger dois Desembargadores e dois Juízes de Direito e elaborar a lista sêxtupla para o preenchimento da vaga destinada aos advogados, a ser enviada ao Presidente da República, para integrarem o Tribunal Regional Eleitoral, observando o mesmo processo para os respectivos substitutos; IX - solicitar a intervenção no Estado, por intermédio do Supremo Tribunal Federal, nos casos previstos na Constituição Federal; X - processar e julgar o Vice-Governador nas infrações penais comuns; XI - processar e julgar, nas infrações penais comuns, inclusive nas dolosas contra a vida, e nos crimes de responsabilidade, os Deputados Estaduais, os Juízes estaduais, os membros do Ministério Público estadual, os Prefeitos Municipais, o Procurador-Geral do Estado e os Secretários de Estado, ressalvado, quanto aos dois últimos, o disposto nos incisos VI e VII do art. 53; XII - processar e julgar: a) os habeas corpus, quando o coator ou o paciente for membro do Poder Legislativo estadual, servidor

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mento ou a aposentadoria, na forma da lei. § 4º - O valor da pensão por morte será rateado, na forma da lei, entre os dependentes do servidor falecido e, extinguindo-se o direito de um deles, a quota correspondente será acrescida às demais, procedendo-se a novo rateio entre os pensionistas remanescentes. ● ♦ Art. 41 - O Estado manterá órgão ou entidade de previdência e assistência à saúde para seus servidores e dependentes, mediante contribuição, na forma da lei previdenciária própria. ● Vide as LECs nºs 12.065, de 29/03/04, e 12.066/04, alterada pela LEC nº 12.134/04. ♦ § 1º - A direção do órgão ou entidade a que se refere o caput será composta paritariamente por representantes dos segurados e do Estado, na forma da lei a que se refere este artigo. ♦ § 2º - Os recursos devidos ao órgão ou entidade da previdência deverão ser repassados: ♦ I - no mesmo dia e mês do pagamento, de forma automática, quando se tratar da contribuição dos servidores, descontada em folha de pagamento; ♦ II - até o dia quinze do mês seguinte ao de competência, quando se tratar de parcela devida pelo Estado e pelas entidades conveniadas. ● ♦ § 3º - O benefício da pensão por morte corresponderá a totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido, até o limite estabelecido em lei previdenciária própria, observadas as disposições do parágrafo 3º do artigo 38 desta Constituição e do inciso XI do artigo 37 da Constituição Federal. ● Vide a Lei nº 9.127, de 07/08/90. ♦ § 4º - O valor da pensão por morte será rateado, na forma de lei previdenciária própria, entre os dependentes do servidor falecido, extinguindo-se a cota individual de pensão com a perda da qualidade de pensionista. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 16, de 21/05/97. § 5º - O órgão ou entidade a que se refere o caput não poderá retardar o início do pagamento de benefícios por mais de quarenta dias após o protocolo de requerimento, comprovada a evidência do fato gerador. § 6º - O benefício da pensão por morte de segurado do Estado não será retirado de seu cônjuge ou companheiro em função de nova união ou casamento destes. ♦ § 6º - O benefício da pensão por morte de segurado do Estado não será retirado de seu cônjuge ou companheiro em função de nova união ou casamento destes, vedada a acumulação de percepção do benefício, mas facultada a opção pela pensão mais conveniente, no caso de ter direito a mais de uma. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 16, de 21/05/97. Art. 42 - Ao servidor público, quando adotante, ficam estendidos os direitos que assistem ao pai e à mãe naturais, na forma a ser regulada por lei. Art. 43 - É assegurado aos servidores da administração direta e indireta o atendimento gratuito de seus filhos e dependentes de zero a seis anos em creches e pré-escolas, na forma da lei. Art. 44 - Nenhum servidor poderá ser diretor ou integrar conselho de empresas fornecedoras ou prestadoras de serviços ou que realizem qualquer modalidade de contrato com o Estado, sob pena de demissão do serviço público. Art. 45 - O servidor público processado, civil ou criminalmente, em razão de ato praticado no exercício regular de suas funções terá direito a assistência judiciária pelo Estado. dirigentes do Tribunal. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. Parágrafo único - As decisões administrativas, bem como as de concurso em fase recursal para ingresso na magistratura de carreira, serão públicas e motivadas, sendo as disciplinares tomadas pela maioria absoluta dos membros dos órgãos especiais referidos no caput. Art. 93 - Compete aos Tribunais de segunda instância, além do que lhes for conferido em lei: I - eleger, em sessão do Tribunal Pleno, seu Presidente e demais órgãos diretivos; II - elaborar seu Regimento, dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos; III - organizar sua secretaria e serviços auxiliares, provendo-lhes os cargos na forma da lei; IV - conceder licença, férias e outros afastamentos a seus membros e servidores de sua secretaria; V - processar e julgar: a) as habilitações incidentes nas causas sujeitas a seu conhecimento;

Do Poder Judiciário: arts. 91 a 106
CAPÍTULO III - Do Poder Judiciário Seção I - Disposições Gerais ♦ Art. 91 - São órgãos do Poder Judiciário do Estado: ♦ I - o Tribunal de Justiça; ♦ II - o Tribunal Militar do Estado; ♦ III - os Juízes de Direito; ♦ IV - os Tribunais do Júri; ♦ V - os Conselhos de Justiça Militar; ♦ VI - os Juizados Especiais e de Pequenas Causas; ♦ VII - os Juízes Togados com Jurisdição limitada. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. Parágrafo único - Os Tribunais de segunda instância têm sede na Capital do Estado e jurisdição em todo o território estadual. ♦ Art. 92 - No Tribunal de Justiça será constituído órgão especial, com no mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros, para exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais de competência do Tribunal Pleno, exceto a eleição dos órgãos

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e da servidora aos trinta. III . no caso de exercício de atividades consideradas penosas.588. na forma da lei complementar. respectivamente. a pedido. sendo revisto. e proporcionais nos demais casos. § 2º . se mulher. e aos sessenta. § Declarada a inconstitucionalidade do dispositivo na ADI nº 178-7. e aos vinte e cinco. respectivamente. inclusive fundações públicas.A gratificação concedida ao servidor público estadual designado exclusivamente para exercer atividades no atendimento a deficientes. e eventualmente pelos Municípios. deverão ser repassadas até o dia quinze do mês seguinte ao da competência. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. § 1º . dual e municipal prestado à administração pública direta e indireta. ♦ § 6º .As aposentadorias dos servidores públicos estaduais. ♦ § 8º .J. do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado serão custeados com recursos provenientes do Tesouro do Estado e das contribuições dos servidores. sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço.Os recursos provenientes das contribuições de que tratam os parágrafos anteriores serão destinados exclusivamente a integralizar os proventos de aposentadoria. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria.O benefício da pensão por morte corresponderá à totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu o faleci- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 87 . ● Vide a LEC nº 10. 41 . odontológica e hospitalar para seus servidores e dependentes. e vinte e cinco. de efetivo exercício em regência de classe.O tempo em que o servidor houver exercido atividade em serviços transferidos para o Estado será computado como de serviço público estadual. 39 . se homem. de 12/07/95.Na contagem do tempo para a aposentadoria do servidor aos trinta e cinco anos de serviço. com proventos integrais. as quais serão consideradas como de efetiva regência. insalubres ou perigosas. especificadas em lei. se mulher. o servidor terá direito à totalidade da remuneração.A direção da entidade previdenciária dos servidores públicos estaduais será composta paritariamente por representantes dos segurados e do Estado. D. moléstia profissional ou doença grave. § 2º .Decorridos trinta dias da data em que tiver sido protocolado o requerimento da aposentadoria.compulsoriamente. com proventos integrais. se mulher. II . computando-se o tempo como de efetivo exercício para todos os efeitos legais. § 1º .. Parágrafo único . sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade. ♦ Acrescentados pela Emenda Constitucional nº 9. com proventos proporcionais a esse tempo. bem como a parcela devida pelo Estado. na forma da lei complementar. c) aos trinta anos de serviço. Parágrafo único . ou esta seja insuficiente. inclusive membros do Poder Judiciário. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. tendo o acompanhamento e a fiscalização dos servidores na sua aplicação. o período de exercício de atividades que assegurem direito a aposentadoria especial será acrescido de um sexto e de um quinto.O Estado manterá órgão ou entidade de previdência e assistência médica.Lei complementar poderá estabelecer exceções ao disposto no inciso III. ● Vide a Lei nº 9. até o limite estabelecido em lei. ♦ § 7º . nos termos da lei. salvo se antes tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. Parágrafo único . sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. completar seu tempo de serviço em outras atividades pedagógicas no ensino público estadual.Na hipótese do parágrafo anterior. será computado integralmente para fins de gratificações e adicionais por tempo de serviço. na mesma proporção e na mesma data. o servidor público será considerado em licença especial. podendo afastar-se do serviço. Art.Os proventos da aposentadoria serão revistos. ao órgão ou entidade de previdência. e aos trinta. § 3º . na forma da lei. ● ♦ § 5º . na forma da lei complementar. de 16/03/93. superdotados ou talentosos será incorporada ao vencimento após percebida por cinco anos consecutivos ou dez intercalados.A contribuição dos servidores. 38 . alíneas a e c. se homem. § § 4º .As aposentadorias dos servidores das autarquias estaduais e das fundações públicas serão custeadas com recursos provenientes da instituição correspondente e das contribuições de seus servidores. se homem. 40 . na forma da lei complementar.No período da licença de que trata este artigo. Art. após vinte e cinco anos ou vinte anos.Trabalhando pela sua conquista. sempre que ocorrerem modificações nos vencimentos dos servidores em atividade.A lei disporá sobre a aposentadoria em cargos ou empregos temporários.O professor ou professora que trabalhe no atendimento de excepcionais poderá. se professor. aos setenta anos de idade. d) aos sessenta e cinco anos de idade. contagiosa ou incurável. descontada em folha de pagamento. 01/03/96. ● b) aos trinta anos de efetivo exercício em funções de magistério. § 3º .841. Art. mediante contribuição. aposentadoria e disponibilidade. Art.O servidor público será aposentado: I . na mesma proporção e na mesma data.voluntariamente: a) aos trinta e cinco anos de serviço.por invalidez permanente.U. os recursos necessários serão comp1ementados pelo Tesouro do Estado. caso a entidade não possua fonte própria de receita. se professora. de 28/11/95.

estabelecidos conforme o § 4° do art. Art.Os cargos em comissão. Parágrafo único . observada a iniciativa privativa em cada caso. 33 . 35 . assistência ou assessoramento. observados os requisitos gerais de provimento em cargos estaduais.A revisão geral da remuneração dos servidores públicos. do Ministério Público e do Tribunal de Contas. § 1º . dos detentores de mandato eletivo e dos Secretários de Estado. 37 . 32 . que pode ser convertida em tempo dobrado de serviço. for reconduzido a cargo de provimento em comissão não terá direito ao benefício. 39 da Constituição Federal. desde que não titulem outro cargo ou função pública.Para fins do disposto no art.Os cargos em comissão não serão organizados em carreira. também denominada décimo terceiro salário.. ● ♦ Art. § ♦ § 5º -O servidor público que se beneficiar das vantagens do § 3º deste artigo e. são de livre nomeação e exoneração. da Constituição Federal. chefia ou assessoramento. para os efeitos nela previstos. criados por lei em número e com remuneração certos e com atribuições definidas de direção. fica fixado como limite único. e dos pensionistas far-se-á sempre na mesma data e nos mesmos índices. Art. ♦ § 1º .Os servidores estaduais somente serão indicados para participar em cursos de especialização ou capacitação técnica profissional no Estado. 36 .Fica vedado atribuir aos servidores da administração pública qualquer gratificação de equivalência superior à remuneração fixada para os cargos ou funções de confiança criados em lei. requisitos específicos de escolaridade. do Tribunal de Contas. habilitação profissional. no âmbito de qualquer dos Poderes.U. a par dos gerais. ♦ § 7º . de 14/12/95. Art. 34 . inclusive da dívida ativa. Vide a Lei nº 9.A lei assegurará ao servidor que.J. sendo assegurada através de lei de iniciativa do Poder Executivo a revisão geral anual da remuneração de todos os agentes públicos. será efetuado até o dia 20 de dezembro.As obrigações pecuniárias dos órgãos da administração direta e indireta para com os seus servidores ativos e inativos ou pensionistas não cumpridas até o último dia do mês da aquisição do direito deverão ser liquidadas com valores atualizados pelos índices aplicados para a revisão geral da remuneração dos servidores públicos do Estado. 05/12/97.As gratificações e adicionais por tempo de serviço serão assegurados a todos os servidores estaduais e reger-se-ão por critérios uniformes quanto à incidência. somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica.O índice de reajuste dos vencimentos dos servidores não poderá ser inferior ao necessário para repor seu poder aquisitivo. inativos e pensionistas.Aos ocupantes de cargos de que trata este artigo será assegurado.A remuneração dos servidores públicos do Estado e os subsídios dos membros de qualquer dos Poderes. 32 .Aos cargos isolados aplicar-se-á o disposto no caput. § 3º . ativos. de 21/05/08. por um qüinqüênio completo.É vedada a participação dos servidores públicos no produto da arrecadação de multas. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 57. Presidentes. observados os requisitos gerais de provimento em cargos estaduais. do Ministério Público. não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais. § 1º .A lei poderá estabelecer. Art. o direito a um vencimento integral por ano continuado na função. saúde e outros para investidura em cargos em comissão. quando exonerados. criados por lei em número e com remuneração certos e com atribuições definidas de chefia. de 21/05/08. § Declarada a inconstitucionalidade dos dispositivos na ADI nº 182-5. em espécie.868/93. quando houver correlação entre o conteúdo programático de tais cursos e as atribuições do cargo ou função exercidos. o subsídio mensal. não houver interrompido a prestação de serviço ao Estado e revelar assiduidade. dos Procuradores. de 22/05/90. Art. civis e militares. Parágrafo único . esta- 86 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 12. ● Regulamentado pela Lei nº 9. § 5º .Não terão direito às vantagens do parágrafo anterior os Secretários de Estado.075. de 14/12/95.Trabalhando pela sua conquista. ♦ Revogados pela Emenda Constitucional nº 12. no País ou no exterior. § 12.O pagamento da gratificação natalina. § 5º .Os cargos em comissão.Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. ● § 4º . § ♦ § 4º . § 2º . de 30/07/96. § 6º . § ♦ § 3º . dos Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. dos Defensores Públicos. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 57. licença-prêmio de três meses. num prazo inferior a dois anos.O tempo de serviço público federal. com custos para o Poder Público. § 2º . Art.842. ao número e às condições de aquisição. autárquica e de fundações públicas.O pagamento da remuneração mensal dos servidores públicos do Estado e das autarquias será realizado até o último dia útil do mês do trabalho prestado. civis e militares. 37. sempre na mesma data e sem distinção de índices. Diretores e Superintendentes da administração direta. D. na forma da lei. ● Vide a LEC nº 10.Não constituirá critério de evolução na carreira a realização de curso que não guarde correlação direta e imediata com as atribuições do cargo exercido. ativos e inativos. são de livre nomeação e exoneração.

Parágrafo único. com a duração de cento e vinte dias. de 1998) Seção III .Lei complementar estabelecerá os critérios objetivos de classificação dos cargos públicos de todos os Poderes. XI. além de outros previstos na Constituição Federal.décimo terceiro salário ou vencimento igual à remuneração integral ou no valor dos proventos de aposentadoria. 29 a 45 Seção II .124/98. de 2004) Art.933. higiene e segurança. por meio de normas de saúde. correspondente à necessidade de deslocamento do servidor em atividade para seu local de trabalho.adicional de remuneração para as atividades penosas. à do normal. cor ou estado civil. mediante avaliação de desempenho perante os órgãos próprios. XV . assegurada a seus integrantes a garantia da inamovibilidade e vedado o exercício da advocacia fora das atribuições institucionais. ● Art.remuneração do serviço extraordinário. um terço a mais do que a remuneração normal. ● Vide as LECs nºs 10.duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta semanais. dos necessitados. VI .licença-paternidade. XIV . observados os princípios e as normas da Constituição Federal e desta Constituição.O adicional de remuneração de que trata o inciso XIII deverá ser calculado exclusivamente com base nas características do trabalho e na área e grau de exposição ao risco. 10. de 04/02/91. Aos procuradores referidos neste artigo é assegurada estabilidade após três anos de efetivo exercício. obedecerão aos critérios de merecimento e antigüidade. facultada a compensação de horários e a redução da jornada conforme o estabelecido em lei. O advogado é indispensável à administração da justiça.098. incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa. providos. e pagamento antecipado. ● Art. 12. 99.Trabalhando pela sua conquista. nesta Constituição e nas leis: I . de exercício de funções e de critério de admissão. não comportar a organização em carreira. Os servidores integrantes das carreiras disciplinadas nas Seções II e III deste Capítulo serão remunerados na forma do art. sem prejuízo do emprego e da remuneração.redução dos riscos inerentes ao trabalho. 29 . mediante concurso público de provas e títulos. alternadamente.) § 1º Lei complementar organizará a Defensoria Pública da União e do Distrito Federal e dos Territórios e prescreverá normas gerais para sua organização nos Estados. ● Vide a Lei nº 9.salário-família ou abono familiar para seus dependentes. de 03/02/94. (Renumerado pela Emenda Constitucional nº 45. § 4º. de 15/01/97. através de lei complementar. 30 .As carreiras. de 1998) Constituição Estadual Dos servidores públicos civis: arts. IV . Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 85 . A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 133. na classe inicial. pelo menos.561/06. após relatório circunstanciado das corregedorias.DA ADVOCACIA E DA DEFENSORIA PÚBLICA Art. III . ● XI .remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. II . III . e a lei estabelecerá normas que assegurem critérios objetivos na avaliação do merecimento.auxílio-transporte.Os planos de carreira preverão também: I . das autarquias e fundações públicas será único e estabelecido em estatuto. em qualquer dos Poderes. idade. e 11. de 2004) § 2º Às Defensorias Públicas Estaduais são asseguradas autonomia funcional e administrativa e a iniciativa de sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias e subordinação ao disposto no art.842/96. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. Parágrafo único . 31 . nos termos fixados em lei. 37.229. VIII . nos limites da lei. por motivo de sexo.gozo de férias anuais remuneradas com.os limites máximo e mínimo de remuneração e a relação entre esses limites. § 3º . na forma do art.Dos Servidores Públicos Civis Art. sendo aquele o valor estabelecido de acordo com o art. § 2º. e 12.repouso semanal remunerado. serão organizadas de modo a favorecer o acesso generalizado aos cargos públicos. no respectivo quadro. nos termos da legislação federal. 134. 39. em todos os graus. preferencialmente aos domingos. sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão.vencimento básico ou salário básico nunca inferior ao salário mínimo fixado pela União para os trabalhadores urbanos e rurais.São direitos dos servidores públicos civis do Estado. nos cargos organizados em carreiras.as vantagens relativas à natureza e ao local de trabalho.860/07. Art. na forma da lei. no mínimo em cinqüenta por cento.as vantagens de caráter individual. de modo a garantir isonomia de vencimentos. ● Vide as LECs nºs 10. na forma da lei.A lei poderá criar cargo de provimento efetivo isolado quando o número. em cargos de carreira. § 2º . XIII .O regime jurídico dos servidores públicos civis do Estado. IX . VII .As promoções de grau a grau. XII . § 4º . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. LXXIV.licença à gestante. 135. superior. § 1º . V .proibição de diferenças de remuneração. II .irredutibilidade de vencimentos ou salários. insalubres ou perigosas. 5º. da Constituição Federal. ● X .

dentre os membros do Ministério Público que o integram. de qualquer interessado. representando diretamente ao Conselho Nacional do Ministério Público. 84. 130. as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo.O ingresso nas classes iniciais das carreiras da instituição de que trata este artigo far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. VI dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada. que o preside. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases. § 2º Compete ao Conselho Nacional do Ministério Público o controle da atuação administrativa e financeira do Ministério Público e do cumprimento dos deveres funcionais de seus membros. exigindo-se do bacharel em direito. Art. IV rever. organizados em carreira. de 1998) 84 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.DA ADVOCACIA PÚBLICA (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. assegurada ampla defesa. 132. nas nomeações. de 2004) § 5º A distribuição de processos no Ministério Público será imediata. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. de notável saber jurídico e reputação ilibada. em votação secreta. no mínimo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. de 1998) Art. nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento. no âmbito de sua competência. O Conselho Nacional do Ministério Público compõe-se de quatorze membros nomeados pelo Presidente da República. na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos. assegurada a representação de cada uma de suas carreiras. Seção II .A Advocacia-Geral da União tem por chefe o Advogado-Geral da União. três anos de atividade jurídica e observando-se. admitida uma recondução. cabendo-lhe. exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. a ordem de classificação. § 2º . 93. XI. as seguintes: I receber reclamações e denúncias. § 4º O Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil oficiará junto ao Conselho. a representação da União cabe à ProcuradoriaGeral da Fazenda Nacional. 130-A. observado o disposto em lei. além das atribuições que lhe forem conferidas pela lei. § 1º . o disposto no art. relativas aos membros do Ministério Público e dos seus serviços auxiliares. vedações e forma de investidura. sendo: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. no que couber. § 3º O Conselho escolherá. indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. na forma da lei. indicados um pelo Supremo Tribunal Federal e outro pelo Superior Tribunal de Justiça. 131. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas. de 2004) § 4º Aplica-se ao Ministério Público. III três membros do Ministério Público dos Estados. o qual deve integrar a mensagem prevista no art. delegando-lhes atribuições. e requisitar servidores de órgãos do Ministério Público. de 2004) I o Procurador-Geral da República. sem prejuízo da competência dos Tribunais de Contas. judicial e extrajudicialmente. podendo avocar processos disciplinares em curso. de ofício ou mediante provocação. ou recomendar providências. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Ministério Público da União e dos Estados. competindo-lhe.Na execução da dívida ativa de natureza tributária.Trabalhando pela sua conquista. § 5º Leis da União e dos Estados criarão ouvidorias do Ministério Público. inclusive contra seus serviços auxiliares. diretamente ou através de órgão vinculado. cabendolhe: I zelar pela autonomia funcional e administrativa do Ministério Público. se-á mediante concurso público de provas e títulos. III receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Ministério Público da União ou dos Estados. propondo as providências que julgar necessárias sobre a situação do Ministério Público no País e as atividades do Conselho. um Corregedor nacional. V elaborar relatório anual. podendo expedir atos regulamentares. IV dois juízes. II quatro membros do Ministério Público da União. podendo desconstituí-los. de 2004) Art. determinar a remoção. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. de livre nomeação pelo Presidente da República dentre cidadãos maiores de trinta e cinco anos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 37 e apreciar. II exercer funções executivas do Conselho. sem prejuízo da competência disciplinar e correicional da instituição. Art. Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos. § 3º . representa a União. de ofício ou mediante provocação. V dois advogados. inclusive contra seus serviços auxiliares. A Advocacia-Geral da União é a instituição que. assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua realização. para um mandato de dois anos. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Ministério Público. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. os processos disciplinares de membros do Ministério Público da União ou dos Estados julgados há menos de um ano. § 1º Os membros do Conselho oriundos do Ministério Público serão indicados pelos respectivos Ministérios Públicos. de inspeção e correição geral. vedada a recondução. II zelar pela observância do art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. III requisitar e designar membros do Ministério Público.

IV . de 1998) II . na forma da lei complementar mencionada no artigo anterior. de 2004) § 5º Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3º. 153. III . ainda que em disponibilidade.o Ministério Público da União. a qualquer título ou pretexto. estabelecerão a organização. para mandato de dois anos.promover. exceto se previamente autorizadas. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. § 1º . § 2º . São funções institucionais do Ministério Público: I . pelo voto da maioria absoluta de seus membros. II. fixado na forma do art. e) exercer atividade político-partidária.zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição. § 4º .A destituição do Procurador-Geral da República. II . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. cuja iniciativa é facultada aos respectivos Procuradores-Gerais. § 2º As funções do Ministério Público só podem ser exercidas por integrantes da carreira. VII . I. a qualquer título e sob qualquer pretexto. III. do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos. nas mesmas hipóteses. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. assegurada ampla defesa. do na lei de diretrizes orçamentárias.promover a ação de inconstitucionalidade ou representação para fins de intervenção da União e dos Estados. IX . honorários. b) o Ministério Público do Trabalho. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. privativamente. § 1º . qualquer outra função pública. d) o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.expedir notificações nos procedimentos administrativos de sua competência. V. os valores aprovados na lei orçamentária vigente. maiores de trinta e cinco anos. § 4º. de 2004) f) receber. nos casos previstos nesta Constituição.as seguintes garantias: a) vitaliciedade. entidades públicas ou privadas. promovendo as medidas necessárias a sua garantia. desde que compatíveis com sua finalidade. salvo autorização do chefe da instituição. relativamente a seus membros: I . O Ministério Público abrange: I . não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira.exercer o controle externo da atividade policial. parágrafo único. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. de 2004) Art. após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal. 39.os Ministérios Públicos dos Estados. que deverão residir na comarca da respectiva lotação. de 2004) § 3º O ingresso na carreira do Ministério Público far- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 83 .Os Ministérios Públicos dos Estados e o do Distrito Federal e Territórios formarão lista tríplice dentre integrantes da carreira.Leis complementares da União e dos Estados.A legitimação do Ministério Público para as ações civis previstas neste artigo não impede a de terceiros. que compreende: a) o Ministério Público Federal. § 3º . deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal. § 5º . salvo uma de magistério. 129. de 2004) § 6º Durante a execução orçamentária do exercício. por iniciativa do Presidente da República. § 2º. 95. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 150. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. 37. indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais. permitida a recondução. de 2004) § 6º Aplica-se aos membros do Ministério Público o disposto no art. para mandato de dois anos. após dois anos de exercício. percentagens ou custas processuais.exercer outras funções que lhe forem conferidas. não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado. c) o Ministério Público Militar. e ressalvado o disposto nos arts. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. 128. de 2004) c) irredutibilidade de subsídio. b) inamovibilidade. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45.defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas.Trabalhando pela sua conquista.requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial. na forma da lei complementar respectiva. na forma da lei complementar respectiva. as atribuições e o estatuto de cada Ministério Público. X e XI. segundo o disposto nesta Constituição e na lei. d) exercer. c) participar de sociedade comercial. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 3º. requisitando informações e documentos para instruí-los. na forma da lei. o Poder Executivo considerará.Os Procuradores-Gerais nos Estados e no Distrito Federal e Territórios poderão ser destituídos por deliberação da maioria absoluta do Poder Legislativo. mediante decisão do órgão colegiado competente do Ministério Público.O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República. de 2004) Art. que será nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. VI . sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas.as seguintes vedações: a) receber. 153. V . salvo por motivo de interesse público. a ação penal pública. II . VIII . permitida uma recondução. na forma da lei. para escolha de seu Procurador-Geral. b) exercer a advocacia.promover o inquérito civil e a ação civil pública. observadas. para a proteção do patrimônio público e social. na forma da lei respectiva. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. ressalvadas as exceções previstas em lei.

aos juízes de direito do juízo militar caberá processar e julgar. e no que lhes for aplicável. no exercício de suas funções. 125.Art. a política remuneratória e os planos de carreira.ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais Tribunais Eleitorais. cabendo ao Conselho de Justiça. § 4º Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados.DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA Seção I .DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art. habeas data ou mandado de injunção. O Ministério Público é instituição permanente. § 1º . cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças. cujos cargos serão preenchidos de acordo com critérios traçados pelos Tribunais de Justiça. a indivisibilidade e a independência funcional. o juiz far-se-á presente no local do litígio. § 3º . § 3º A lei estadual poderá criar.JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL . a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. V . sob a presidência de juiz de direito. singularmente.Art.Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente caberá recurso quando: I . mediante proposta do Tribunal de Justiça. § 6º O Tribunal de Justiça poderá funcionar descentralizadamente. vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão. Parágrafo único .Os Estados organizarão sua Justiça. singularmente. constituída. o Tribunal de Justiça proporá a criação de varas especializadas. além dos Conselhos de Justiça. sob a presidência de juiz de direito. em segundo grau. INSTALAÇÃO DAS VARAS ESPECIALIZADAS EM QUESTÕES AGRÁRIAS .A competência dos tribunais será definida na Constituição do Estado. essencial à função jurisdicional do Estado. sendo a lei de organização judiciária de iniciativa do Tribunal de Justiça. § 1º . incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica.Trabalhando pela sua conquista.Art. pelos juízes de direito e pelos Conselhos de Justiça e. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. a lei disporá sobre sua organização e funcionamento. 82 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . nos limites territoriais da respectiva jurisdição.forem proferidas contra disposição expressa desta Constituição ou de lei. § 4º . Para dirimir conflitos fundiários.anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais. cabendo ao Conselho de Justiça. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. Art. no mínimo. . a Justiça Militar estadual. constituindo Câmaras regionais. nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. 169. com competência exclusiva para questões agrárias. do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.denegarem habeas corpus. de 1998) § 3º . IV . com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional.Sempre que necessário à eficiente prestação jurisdicional.a lei não poderá atribuir à Justiça Militar Estadual a competência reservada ao Júri quando a vítima for civil. processar e julgar os demais crimes militares. em número igual para cada categoria. . os crimes militares cometidos contra civis e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. § 4º Se o Ministério Público não encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabeleci- Das funções essenciais à Justiça: arts. § 5º Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar. por juízes de direito. Dos Tribunais e Juízes dos Estados Art. 127. § 5º .São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral. os crimes militares cometidos contra civil e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. podendo. 126 – Deverão ser criadas nos Estados para dirimir conflitos fundiários § 2º Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e administrativa. § 7º O Tribunal de Justiça instalará a justiça itinerante. 126. em primeiro grau.Art. e nunca por mais de dois biênios consecutivos. . processar e julgar os demais crimes militares. pelo próprio Tribunal de Justiça. gozarão de plenas garantias e serão inamovíveis. § 4º . servirão por dois anos. observados os princípios estabelecidos nesta Constituição. salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança.Os juízes dos Tribunais Eleitorais. 125. 125 . 125. III .a Justiça militar estadual passa a ser integrada. II . § 3º . os integrantes das Juntas Eleitorais. propor ao Poder Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares.versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais. mandado de segurança.Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual. 127 a 135 CAPÍTULO IV . salvo motivo justificado. observado o disposto no art. ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil. ou por Tribunal de Justiça Militar nos Estados em que o efetivo militar seja superior a vinte mil integrantes. sendo os substitutos escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo.O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias.São princípios institucionais do Ministério Público a unidade. § 2º . provendo-os por concurso público de provas ou de provas e títulos. § 2º .

117 .Trabalhando pela sua conquista. de sete membros. dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral.1999) Art. § 1º . de comum acordo. pelo voto secreto: a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. 113 .as ações sobre representação sindical.12. escolhido. dos Estados. não havendo. de ofício. § 2º Os Tribunais Regionais do Trabalho poderão funcionar descentralizadamente. do Distrito Federal e dos Municípios.os mandados de segurança. de 08. observado o disposto no art. e seus acréscimos legais. e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos.os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista. Art. bem como as convencionadas anteriormente. dentre juízes de direito.as Juntas Eleitorais. de juiz federal. ou. IX.o Tribunal Superior Eleitoral. podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito. III . das contribuições sociais previstas no art. decorrentes das sentenças que proferir.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 24. decorrentes da relação de trabalho. VI . 118 . I. II . Art. de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. os juízes de direito e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 81 . § 3º Em caso de greve em atividade essencial. abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União.as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho. Incisos de I a IX acrescentados pela Emenda Constitucional nº 45.mediante eleição. e II. pelo Presidente da República. 120 . VII . quando possível. III .12.os Tribunais Regionais Eleitorais. V. a jurisdição será . dos juízes de direito e das Juntas Eleitorais. o.Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: I .12. Art. § 2º Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 24. escolhidos: I . competência. e entre sindicatos e empregadores. alternadamente. ressalvado o disposto no art.os demais. sete juízes. entre sindicatos e trabalhadores.Frustrada a negociação coletiva. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários.O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. II . 115. VIII. I. 114. entre sindicatos. na forma da lei. investidura.1999. Art.12.por nomeação.04 § 1º . no mínimo. II . de 09.A lei disporá sobre a constituição. 102. ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica.as ações oriundas da relação de trabalho. b) de dois juízes. o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo. 195.a execução. § 1º Os Tribunais Regionais do Trabalho instalarão a justiça itinerante. habeas corpus e habeas data.O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á.Lei complementar disporá sobre a organização e competência dos Tribunais. III. é facultado às mesmas. 121 .1999). 94. Art. II. com a realização de audiências e demais funções de atividade jurisdicional. garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho. constituindo Câmaras regionais.um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. IV . e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. IV. 116 . nos limites territoriais da respectiva jurisdição. indicados pelo Tribunal de Justiça. no mínimo. a. II . recrutados. respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho. indicados pelo Supremo Tribunal Federal.outras controvérsias decorrentes da relação de trabalho.Nas Varas do Trabalho.mediante eleição. Dos Tribunais e Juízes Eleitorais Art. em qualquer caso.os Juízes Eleitorais. Os Tribunais Regionais do Trabalho compõem-se de. de 09. pelo Tribunal Regional Federal respectivo.Os membros dos Tribunais. pelo voto secreto: a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça. Art. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito. Parágrafo único .de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na capital do Estado ou no Distrito Federal.por nomeação do Presidente da República. jurisdição.Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na capital de cada Estado e no Distrito Federal. Parágrafo único . com possibilidade de lesão do interesse público. exercida por um juiz singular Parágrafo único . b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. sendo: I .as ações que envolvam exercício do direito de greve.O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os desembargadores. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: I . escolhidos pelo Tribunal de Justiça. quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição. § 1º . 119 . na respectiva região.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 24. Art. mediante promoção de juízes do trabalho por antigüidade e merecimento. as partes poderão eleger árbitros.São órgãos da Justiça Eleitoral: I . de 09.as ações de indenização por dano moral ou patrimonial. § 2º .

a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho. quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição. de 08/12/04) § 3º . I. abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União. a de realizar a supervisão administrativa. IX. de 08/12/04) Art. atribuí-la aos juízes de direito. a. atos decorrentes da greve. 111-A.o Tribunal Superior do Trabalho. 195. regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. 1 Art. e entre sindicatos e empregadores. financeira e patrimonial da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus. III . observado o disposto no art.os Tribunais Regionais do Trabalho. As partes poderão ajuizar dissídios coletivos na Justiça do Trabalho. O presidente e o vice-presidente do TST são membros natos do Conselho. mais três ministros e cinco juízes de TRTs. das contribuições sociais previstas no art.São órgãos da Justiça do Trabalho: I . orçamentária. caberá a ela regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. § 2º Funcionarão junto ao Tribunal Superior do Trabalho: I . A Justiça do Trabalho também passou a contar com um Conselho Superior da Justiça do Trabalho. A lei criará varas da Justiça do Trabalho. o.os mandados de segurança. cabendo-lhe.12. nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do 1 Senado Federal. A Justiça Trabalhista passou a julgar ainda mandados de segurança. § 1º A lei disporá sobre a competência do Tribunal Superior do Trabalho. de comum acordo. escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. decorrentes da relação de trabalho. nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição. habeas corpus e habeas data. § 1º .04 80 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . O conselho fará a integração da Justiça do Trabalho. Ela será um importante instrumento para ajudar o Judiciário trabalhista a enfrentar as novas competências processuais. e seus acréscimos legais. com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho.os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista. quando uma delas se recusar à negociação coletiva ou à arbitragem. e II. as contribuições sociais (devidas por empregadores e empregados). I. indicados pelo próprio Tribunal Superior. VII . 111-A acrescentado pela Emenda Constitucional nº 45.Trabalhando pela sua conquista. ressalvado o disposto no art. financeira e patrimonial de toda a Justiça trabalhista de primeiro e segundo graus.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. sendo: I . podendo. Dentre outras funções. cujas decisões terão efeito vinculante. II. habeas corpus e habeas data. quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição. A EC 45/04 criou ainda a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho. indenização por dano moral ou patrimonial resultantes da relação de trabalho e os processos relativos às penalidades administrativas impostas aos empregadores por fiscais do trabalho. de ofício. do Distrito Federal e dos Municípios. e seus acréscimos legais decorrentes das sentenças que proferir. O Tribunal Superior do Trabalho comporse-á de vinte e sete Ministros. Art.o Conselho Superior da Justiça do Trabalho. O novo texto constitucional prevê ainda que o ajuizamento do dissídio coletivo de natureza econômica é facultado às partes. entre sindicatos.os demais dentre juizes dos Tribunais Regionais do Trabalho. das pela Consolidação das Leis do Trabalho. instalado dia 15 de junho de 2005. bem como o corregedor-geral da Justiça do Trabalho. entre sindicatos e trabalhadores.Juízes do Trabalho. dos Estados. cujas decisões terão efeito vinculante. 111 . 94. entre outras atribuições. II . tais como o julgamento de ações sobre representação sindical.as ações sobre representação sindical.as ações de indenização por dano moral ou patrimonial. IV. 102. II . representando as cinco regiões do País. Foi mantida a competência para executar. a supervisão administrativa.outras controvérsias decorrentes da relação de trabalho. decorrentes das sentenças que proferir. A Escola dará ênfase ao conhecimento da realidade brasileira.um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. "Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: I . Art.as ações oriundas da relação de trabalho. VI .a execução. que vai tratar do sistema de seleção e formação dos juízes do trabalho. dentre outras funções. na forma da lei. orçamentária. VIII.as ações que envolvam exercício do direito de greve. 112. II . O órgão é integrado pelo presidente e vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho. de 08.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. de ofício. de 08/12/04) § 2º . cabendo-lhe exercer.as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho. na forma da lei. O artigo 114 manteve o poder normativo da Justiça do Trabalho e estabeleceu novas atribuições.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. pelo corregedor-geral da Justiça do Trabalho. Ele terá. como órgão central do sistema. V. oriundos da magistratura da carreira. III. Será um órgão central.

Serão processadas e julgadas na justiça estadual. entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras. § 4º . constituirá uma seção judiciária. a lei pode atribuir a jurisdição trabalhista ao juiz de direito. Em comarcas onde não exista Vara do Trabalho. Segunda instância . a jurisdição e as atribuições cometidas aos juízes federais caberão aos juízes da justiça local. com sede em Brasília-DF e jurisdição em todo o território nacional tem por principal função uniformizar a jurisprudência trabalhista.em caso de grave violação de direitos humanos. poderá suscitar. segundo a nova redação do artigo 112 da Constituição Federal. pessoa física). no Congresso Nacional. A jurisdição da Vara é local. naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem à demanda ou onde esteja situada a coisa. que são controvérsias surgidas nas relações de trabalho entre o empregador (pessoa física ou jurídica) e o empregado (este sempre como indivíduo. Art. Compõe-se de 27 ministros. assistentes ou oponentes. escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. abrangendo geralmente um ou alguns municípios. as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho. ações originárias (dissídios coletivos de categorias de sua área de jurisdição sindicatos patronais ou de trabalhadores organizados em nível regional).Trabalhando pela sua conquista. podendo. perante o Superior Tribunal de Justiça. ainda que tenha sido contratado em outro local ou no estrangeiro. prestar serviços ao empregador. e varas localizadas segundo o estabelecido em lei. exceto as de falência.Tribunal Superior do Trabalho (TST) O TST. que terá por sede a respectiva capital. "A lei criará varas da Justiça do Trabalho.Varas do Trabalho (designação dada pela Emenda Constitucional nº 24/99 às antigas Juntas de Conciliação e Julgamento) Julgam apenas dissídios individuais. em qualquer fase do inquérito ou processo. Parágrafo único .Na hipótese do parágrafo anterior . 109 da Constituição Federal. a Justiça do Trabalho está estruturada em três graus de jurisdição: Primeira instância . o Procurador-Geral da República poderá suscitar. FUNCIONAMENTO A Justiça do Trabalho teve sua competência alterada no Artigo 114 da Constituição Federal de 1988. perante o Superior Tribunal de Justiça. nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição. Sua competência é determinada pela localidade onde o empregado. 109 § 5º . com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte. além de mandados de segurança. na forma da lei. Têm por competência o processo e o julgamento das causas em que a União. Terceira instância . A Justiça do Trabalho conta com 24 TRTs. embargos opostos a suas decisões e ações rescisórias. FEDERALIZAÇÃO DOS CRIMES CONTRA OS DIREITOS HUMANOS Art. sempre que a comarca não seja sede de vara do juízo federal. nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal – respeitado o quinto constitucional para advogados e integrantes do Ministério Público do Trabalho.Cada Estado. incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. em 8 de dezembro de 2004.Nos Territórios Federais. A Vara compõe-se de um juiz do trabalho titular e um juiz do trabalho substituto. além das demais matérias enunciadas no art. O Juízes Federais funcionam como juízo de primeira instância da Justiça Federal comum. § 5º Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos. reclamante ou reclamado. ações rescisórias de decisões suas ou das Varas e os mandados de segurança contra atos de seus juízes. rés. com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho". inclusive as causas relativas a direitos humanos Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos. e. a lei poderá permitir que outras causas sejam também processadas e julgadas pela justiça estadual. 110 . e não somente as de relação de emprego regi- Dos Tribunais e Juízes do Trabalho De acordo com o artigo 111 da Constituição da República. recursos ordinários e agravos de instrumento contra decisões de TRTs e dissídios coletivos de categorias organizadas em nível nacional. Esse conflito chega à Vara na forma de reclamação trabalhista. com a promulgação da Emenda Constitucional 45 (EC 45/04). o Procurador-Geral da República. no Distrito Federal. e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 79 . as causas em que forem parte instituição de previdência social e segurado. ou ainda. A Justiça Trabalhista teve sua competência ampliada para julgar as ações de relação de trabalho. perante o Superior Tribunal de Justiça incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. ser aforadas na seção judiciária em que for domiciliado o autor. atribuí-las aos juízes de direito. se verificada essa condição. poderá suscitar. o recurso cabível será sempre para o Tribunal Regional Federal na área de jurisdição do juiz de primeiro grau. o Procurador-Geral da República. bem como o Distrito Federal. no foro do domicílio dos segurados ou beneficiários. incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. em qualquer fase do inquérito ou processo. com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte. Julga recursos de revista. (que foi acrescentado pela EC 45/2004).Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) Julgam recursos ordinários contra decisões de Varas do Trabalho. § 3º .

São órgãos da Justiça Federal: I .as causas em que a União. § 3º Os Tribunais Regionais Federais poderão funcionar descentralizadamente. as causas referentes à nacionalidade. na respectiva região e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos. recrutados. Dos Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais Art. 107 .os demais. quando possível. 106 . as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho. sendo: I . ressalvada a competência da Justiça Militar. rés. . em grau de recurso. 125. II . recrutados. as causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. iniciada a execução no País.a disputa sobre direitos indígenas. assistentes ou oponentes. Art. e de sentença estrangeira.CÂMARAS REGIONAIS DOS TRF´s. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo.processar e julgar. § 7º) – tais tribunais instalarão a justiça itinerante. a execução de carta rogatória. V-A . § 2º e Art.os Juízes Federais.as causas fundadas em tratado ou contrato da União com Estado estrangeiro ou organismo internacional.julgar. . II . excetuados os casos de competência dos tribunais federais. TRT´s e TJ´s (Art. III .As causas intentadas contra a União poderão TRF´s Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais Funcionam como instância recursal às decisões proferidas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. quando.Aos juízes federais compete processar e julgar: I . entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras. e os membros do Ministério Público da União. d) os habeas corpus. 7 juízes.A lei disciplinará a remoção ou a permuta de juízes dos Tribunais Regionais Federais e determinará sua jurisdição e sede. alternadamente. § 1º .Compete aos Tribunais Regionais Federais: I . V . ressalvada a 78 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público Federal com mais de dez anos de carreira. após o exequatur.JUSTIÇA ITINERANTE NOS TRF´s. IX . servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. § 1º e Art. § 1º . no mínimo. 107 caput – Passam a ser denominados desembargadores. a fim de assegurar ao jurisdicionado o pleno acesso ao processo em todas suas fases. após a homologação. no mínimo. § 2º . em matéria criminal de sua competência ou quando o constrangimento provier de autoridade cujos atos não estejam diretamente sujeitos a outra jurisdição. Os Tribunais Regionais Federais compõem-se de. na respectiva região e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de 30 e menos de 65 anos. constituindo Câmaras regionais. b) as revisões criminais e as ações rescisórias de julgados seus ou dos juízes federais da região.as causas entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município ou pessoa domiciliada ou residente no País. 125. 108 . por antiguidade e merecimento. e à naturalização. nos casos determinados por lei. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. 113. XI . serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas. Art. II . Art. IV . exceto as de falência. VIII . VII . contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira. c) os mandados de segurança e os habeas data contra ato do próprio Tribunal ou de juiz federal. II .os crimes previstos em tratado ou convenção internacional.NOMENCLATURA DOS INTEGRANTES DOS TRF´s – Art.os mandados de segurança e os habeas data contra ato de autoridade federal. nos crimes comuns e de responsabilidade. o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro.Os Tribunais Regionais Federais compõemse de. excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral. 113. 107. e) os conflitos de competência entre juízes federais vinculados ao Tribunal. 107 § 2º. competência da Justiça Eleitoral. X .Trabalhando pela sua conquista.os habeas corpus. . 109 . sete juízes. § 2º Os Tribunais Regionais Federais instalarão a justiça itinerante. TRT´s e TJ´s (Art.os Tribunais Regionais Federais. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários.As causas em que a União for autora serão aforadas na seção judiciária onde tiver domicílio a outra parte. quando possível. originariamente: a) os juízes federais da área de sua jurisdição.os crimes contra a organização do trabalho e. mediante promoção de juízes federais com mais de cinco anos de exercício. inclusive a respectiva opção. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. VI .os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens. § 3º. incluídos os da Justiça Militar e da Justiça do Trabalho.os crimes de ingresso ou permanência irregular de estrangeiro. § 6º) – possibilita que tais tribunais funcionem descentralizadamente. ou reciprocamente. Art.os crimes cometidos a bordo de navios ou aeronaves. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. quando a autoridade coatora for juiz federal. Art.as causas relativas a direitos humanos a que se refere o § 5º deste artigo.

Parágrafo único.julgar. Ministro de Estado ou Comandante da Marinha. b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado. I. 105. .ESCOLA NACIONAL DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DOS MAGISTRADOS (105. bem como entre tribunal e juízes a ele não vinculados e entre juízes vinculados a tribunais diversos. entidade ou autoridade federal. do Distrito Federal e Territórios. do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal. ou entre autoridades judiciárias de um Estado e administrativas de outro ou do Distrito Federal. 105 da Constituição Federal. ou negar-lhes vigência. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 77 . II) – o Conselho da Justiça Federal passa a ter poderes correicionais e decisões com caráter vinculante. quando a decisão for denegatória. dentre outras funções. § 1º. nos mesmos moldes é criado Conselho da Justiça do Trabalho. no mínimo. dentre outras funções. excetuados os casos de competência do Supremo Tribunal Federal e dos órgãos da Justiça Militar. os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. c) os habeas corpus. os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. 112. §2º. b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal.processar e julgar. e. os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais. da Justiça do Trabalho e da Justiça Federal. originariamente: a) nos crimes comuns. § único II) e CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO (Art. de um lado. 104. Compõem-se de. do Exército ou da Aeronáutica. e) as revisões criminais e as ações rescisórias de seus julgados. quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal. STJ (Superior Tribunal de Justiça) O Superior Tribunal da Justiça tem sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território nacional. cabendo-lhe exercer. 102. Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça: I . h) o mandado de injunção. quando o coator ou paciente for qualquer das pessoas mencionadas na alínea a. ou quando o coator for tribunal sujeito à sua jurisdição. quando denegatória a decisão. Município ou pessoa residente ou domiciliada no País. dos Comandantes da Marinha. em recurso ordinário: a) os habeas corpus decididos em única ou última instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. nestes e nos de responsabilidade. I) – funcionarão. do Distrito Federal e Territórios.a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. cujas decisões terão caráter vinculante. dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho. como órgão central do sistema e com poderes correicionais. cabendo-lhe. É dotado de competências privativas.julgar. enumeradas de forma exaustiva no art. da administração direta ou indireta.Trabalhando pela sua conquista. respectivamente. e. 33 Ministros. II . em recurso especial. III . pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. dentre brasileiros. nomeados pelo Presidente da República. da Justiça Eleitoral. d) os conflitos de competência entre quaisquer tribunais. os Governadores dos Estados e do Distrito Federal. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. g) os conflitos de atribuições entre autoridades administrativas e judiciárias da União. Art. junto ao STJ e TST e serão incumbidas. o. § 2º. f) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. I) e ESCOLA NACIONAL DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DOS MAGISTRADOS DO TRABALHO (art. Parágrafo único) – deve ser precedida de aprovação da maioria absoluta do Senado. . do Distrito Federal e Territórios. com mais de 35 e menos de 60 anos de idade. em única ou última instância.o Conselho da Justiça Federal. 105 . ressalvado o disposto no art. 112. c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. na forma da lei. a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. as causas decididas.NOMEAÇÃO DOS MINISTROS DO STJ (art. II . regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. algumas retiradas do Supremo Tribunal Federal e outras do extinto Tribunal Federal de Recursos.Compete ao Superior Tribunal de Justiça: I . do outro. ou entre as deste e da União. . os dos Tribunais Regionais Federais. c) as causas em que forem partes Estado estrangeiro ou organismo internacional.CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL (art. de regular os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. i) a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição de órgão. b) os mandados de segurança decididos em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados.

receber as reclamações e denúncias.um terço. em partes iguais.elaborar semestralmente relatório estatístico sobre processos e sentenças prolatadas.exercer funções executivas do Conselho. Parágrafo único. nos diferentes órgãos do Poder Judiciário.representar ao Ministério Público. do Distrito Federal e dos Territórios. indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho. XIII .Trabalhando pela sua conquista. III . financeira e correicional dos Tribunais. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário. no prazo legal. 76 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . podendo avocar processos disciplinares em curso e determinar a remoção. indicado pelo Procurador-Geral da República. podendo desconstituí-los. sobre a situação do Poder Judiciário no País e as atividades do Conselho. criará ouvidorias de justiça. por ocasião da abertura da sessão legislativa. indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. além das atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura. inclusive contra seus serviços auxiliares. 103 – B Mantida a composição heterogênea do Conselho bem como as atribuições de fiscalizar a gestão administrativa.um membro do Ministério Público estadual. propondo as providências que julgar necessárias. ou contra seus serviços auxiliares. e requisitar servidores de juízos ou tribunais. escolhido pelo Procurador-Geral da República dentre os nomes indicados pelo órgão competente de cada instituição estadual. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República. indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio Tribunal. inclusive no Distrito Federal e nos Territórios. sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União. X . Do Superior Tribunal de Justiça Art.um juiz de Tribunal Regional do Trabalho. IX .dois advogados. além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: I . no caso de crime contra a administração pública ou de abuso de autoridade.CRIAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA – Art. Estadual. dentre advogados e membros do Ministério Público Federal.um juiz do trabalho. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. de ofício ou mediante provocação.um terço dentre juízes dos Tribunais Regionais Federais e um terço dentre desembargadores dos Tribunais de Justiça.dois cidadãos. VI .um membro do Ministério Público da União. 104 . V . que votará em caso de empate. no âmbito de sua competência. § 6º Junto ao Conselho oficiarão o Procurador-Geral da República e o Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. § 5º O Ministro do Superior Tribunal de Justiça exercerá a função de Ministro-Corregedor e ficará excluído da distribuição de processos no Tribunal. Distrito Federal e Territórios. ficando excluído da distribuição de processos naquele tribunal.rever. trinta e três Ministros. ressalvada a possibilidade de decretação da perda do cargo que foi afastada na CCJ. de notável saber jurídico e reputação ilibada. sendo: I . delegando-lhes atribuições. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. cabendo-lhe. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas. § 4º Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes. de notável saber jurídico e reputação ilibada. III .receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Poder Judiciário. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Poder Judiciário. caberá a escolha ao Supremo Tribunal Federal. . § 7º A União. as indicações previstas neste artigo.elaborar relatório anual. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.requisitar e designar magistrados. II . assegurada ampla defesa. de qualquer interessado. IV . XII . indicados na forma do art.O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de. por unidade da Federação. VIII . podendo expedir atos regulamentares. no mínimo. relativas aos magistrados e aos serviços judiciários. § 3º Não efetuadas. § 2º Os membros do Conselho serão nomeados pelo Presidente da República. representando diretamente ao Conselho Nacional de Justiça. XI . inclusive nos Estados. o qual deve integrar mensagem do Presidente do Supremo Tribunal Federal a ser remetida ao Congresso Nacional. dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. § 1º O Conselho será presidido pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal. alternadamente. as seguintes: I . indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. VII . sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais.zelar pela observância do art. ou recomendar providências. 94. II . competindo-lhe. II . de inspeção e de correição geral. serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados. os processos disciplinares de juízes e membros de tribunais julgados há menos de um ano.zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura. 37 e apreciar. de ofício ou mediante provocação.

acerca das quais haja controvérsia atual entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre questão idêntica. proferidas nas ações declaratórias de constitucionalidade e nas ações diretas de inconstitucionalidade. em tese. revisão ou cancelamento de súmula poderá ser provocada por aqueles que podem propor a ação direta de inconstitucionalidade. O art. conferirão à súmula o efeito vinculante descrito. III .Trabalhando pela sua conquista. IV . nas esferas federal.Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional. indicado pelo Supremo Tribunal Federal. caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que. previamente. validade e eficácia de normas específicas e pode ser revista ou cancelada pelo próprio STF. citará. acerca das quais haja controvérsia entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre questão idêntica. indicado pelo respectivo tribunal. O aspecto mais importante da Reforma do Judiciário é. § 3º .um juiz federal. § 3º Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar. se atendidos. estadual e municipal. VI . conforme o caso. admitida uma recondução Agora é norma constitucional: com o advento da Emenda Constitucional nº 45. nas esferas federal. A partir de agora.Quando o Supremo Tribunal Federal apreciar a inconstitucionalidade. incluído pela Emenda Constitucional nº 45/2004 ou do art. que atenderem aos requisitos do art. de 8 de dezembro de 2004. acresceu o art.um Ministro do Supremo Tribunal Federal. de 08/12/04) relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. o Supremo Tribunal Federal poderá aprovar súmula com efeito vinculante em Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 75 . indicado pelo respectivo tribunal.um juiz de Tribunal Regional Federal. caput – os legitimados passam a ser os mesmos da ADIN. com mandato de dois anos. para fazê-lo em trinta dias. na forma estabelecida em lei. julgando-a procedente. anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada. estadual e municipal.O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal. IV e V. e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula. A súmula terá por objeto a interpretação.um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho. a interpretação e a eficácia de normas determinadas. isto é. indicado pelo Superior Tribunal de Justiça. será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e. Art. indicado pelo respectivo tribunal. indicado pelo Superior Tribunal de Justiça. após reiteradas decisões sobre matéria constitucional. Qual o alcance desses efeitos? O efeito mais óbvio é a impossibilidade jurídica e a conseqüência invalidade de uma decisão judicial que contrariar a súmula vinculante. o Advogado-Geral da União. com mandato de dois anos. 103-A ao texto constitucional. está a Administração Pública direta e indireta. a aprovação. também passam a ter efeito vinculante. 8º dessa mesma Emenda. certamente.um Ministro do Superior Tribunal de Justiça. após reiteradas decisões sobre matéria constitucional. O Supremo Tribunal Federal poderá. de ofício ou por provocação. 2º da Emenda Constitucional nº 45. de norma legal ou ato normativo. admitida uma recondução. § 4º ." Do Conselho Nacional de Justiça O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de quinze membros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e seis anos de idade. em se tratando de órgão administrativo. 103. vinculadas às súmulas do STF que gozarem do atributo da vinculação. aprovar súmula que terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública e terá por objetivo a validade. A norma constitucional estabelece determinados requisitos que. aprovar súmula que. § 2º . EXTENSÃO DA LEGITIMAÇÃO DA ADIN E ADECON para as Mesas da Câmara Legislativa Distrital e Governador do DF – 103. estabelecendo que o Supremo Tribunal Federal poderá. O Conselho Nacional de Justiça compõese de quinze membros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e seis anos de idade. § 2º Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. sendo: I . 103-A – o STF passa a ter a possibilidade de editar súmula com efeito vinculante para todos os órgãos do Judiciário e da Administração Pública em geral. indicado pelo Supremo Tribunal Federal. AMPLIAÇÃO DA LEGITIMAÇÃO PARA PROPOSITURA DA ADECON – Art. § 1º A súmula terá por objetivo a validade. bem como proceder à sua revisão ou cancelamento. a aprovação da súmula vinculante para a Administração Pública. VII . que defenderá o ato ou texto impugnado. II . . 103-B. As decisões definitivas de mérito. a partir de sua publicação na imprensa oficial.um desembargador de Tribunal de Justiça. 103-A da Constituição Federal. mediante decisão de dois terços dos seus membros. V . § 1º . 103-A. dos três níveis de governo. a interpretação e a eficácia de normas determinadas. Art. Da decisão que aplicar indevidamente a súmula caberá reclamação direta para o STF.um juiz estadual. terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta.SÚMULA VINCULANTE – Art.

nomeados pelo Presidente da República. decorrente desta Constituição.julgar. 103. 102. 45/2004. n) a ação em que todos os membros da magistratura sejam direta ou indiretamente interessados.a Mesa do Senado Federal.o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. VII . ou do próprio Supremo Tribunal Federal. em grau de recurso ordinário e em grau de recurso extraordinário. STF Supremo Tribunal Federal É o órgão máximo do Poder Judiciário. 102. IV . direta ou indireta em todas as esferas. inclusive. Sua competência vem regulada no art. nas esferas federal. Art. com sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território. mediante recurso extraordinário. I) o habeas corpus. 105. do Congresso Nacional. do Tribunal de Contas da União. A sua principal missão. as causas decididas em única ou última instância. l) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso. ou se trate de crime sujeito à mesma jurisdição em uma única instância. c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. . r) as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público. nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade produzirão eficácia contra todos e efeito vinculante. . e Art.partido político com representação no Congresso Nacional.102. b) o crime político. no entanto. ou entre estes e qualquer outro tribunal. h – deslocada para o STJ a competência para homologação de sentença estrangeira e concessão do exequatur às cartas rogatórias. quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição. III . do Senado Federal. tais como: . de notável saber jurídico e reputação ilibada. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Presidente da República. § 2º) – o dispositivo vem explicitar o efeito e endereçá-lo à administração pública. § 1º . Compõe-se de 11 Ministros. em recurso ordinário: a) o habeas corpus. e aquela em que mais da metade dos membros do tribunal de origem estejam impedidos ou sejam direta ou indiretamente interessados.102. VIII . § 3º No recurso extraordinário o recorrente deverá demonstrar a repercussão geral das questões constitucionais discutidas no caso. estadual e municipal. q) o mandado de injunção. I. § 2º As decisões definitivas de mérito. de um dos Tribunais Superiores. d. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade: I .o Procurador-Geral da República.o Presidente da República. somente podendo recusá-lo pela manifestação de dois terços de seus membros. consiste na guarda da Constituição. na forma da lei. o habeas data e o mandado de injunção decididos em única instância pelos Tribunais Superiores. III .Trabalhando pela sua conquista. nos termos da lei. j) a revisão criminal e a ação rescisória de seus julgados.a Mesa da Câmara dos Deputados. o mandado de segurança. da Câmara dos Deputados. II . VI . o) os conflitos de competência entre o Superior Tribunal de Justiça e quaisquer tribunais. facultada a delegação de atribuições para a prática de atos processuais. IX . apresentou mudanças em cua competência. III. consistente na repercussão geral da questão. V. será apreciada pelo Supremo Tribunal Federal. sob tríplice aspecto: originária. .a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal. 102 da Constituição.confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta.o Governador de Estado ou do Distrito Federal. II . quando o coator for Tribunal Superior ou quando o coator ou o paciente for autoridade ou funcionário cujos atos estejam sujeitos diretamente à jurisdição do Supremo Tribunal Federal. § 3º) – Ao recurso extraordinário é acrescido requisito de admissibilidade. proferidas pelo Supremo Tribunal Federal. r – o STF passa a ser competente para julgar ações contra o CNJ e o CNMP.A argüição de descumprimento de preceito fundamental. entre Tribunais Superiores. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. .julgar. se denegatória a decisão. das Mesas de uma dessas Casas Legislativas. p) o pedido de medida cautelar das ações diretas de inconstitucionalidade. Essa competência é suprimida do STJ. 74 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal. m) a execução de sentença nas causas de sua competência originária. escolhidos dentre cidadãos com mais de 35 e menos de 65 anos de idade. A Emenda Constitucional n. d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal.102. b – o STF passa a ser competente para julgar mediante recurso extraordinário as ações que julguem válida a lei local em face da lei federal.REPERCUSSÃO GERAL (art. III. I.ATRIBUIÇÃO DO EFEITO VINCULANTE ÀS ADIN´s (art.

§ 4º . § 3° . Art. 99 § 5º e 127.O disposto no caput deste artigo. g) a extradição solicitada por Estado estrangeiro. e) o litígio entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e a União. os do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática de caráter permanente. cabendolhe: I . os pagamentos devidos pela Fazenda Federal. I. de 08/12/04) Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 73 .A Os débitos de natureza alimentícia compreendem aqueles decorrentes de salários. pensões e suas complementações.As custas e emolumentos deverão ser destinados exclusivamente ao custeio dos serviços afetos às atividades específicas da Justiça. do Procurador-Geral da República e do próprio Supremo Tribunal Federal.as despesas e obrigações assumidas na execução orçamentária não poderão extrapolar os limites da LDO. § 3º e 127. 98.As dotações orçamentárias e os créditos abertos serão consignados diretamente ao Poder Judiciário. os membros do Congresso Nacional. na forma estabelecida no § 3º deste artigo e. vencimentos. por ato comissivo ou omissivo. § 5º . o Distrito Federal ou o Território. . 52. fazendo-se o pagamento até o final do exercício seguinte. 101 . Art. § 5º .se a proposta encaminhada desatender os limites estabelecidos na LDO os Poder Executivo efetuará os ajustes necessários. d) o habeas corpus. constantes de precatórios judiciários. o mandado de segurança e o habeas data contra atos do Presidente da República. de notável saber jurídico e reputação ilibada. em virtude de sentença transitada em julgado. Art. precipuamente. salvo mediante prévia abertura de crédito suplementar ou especial Art.Art. § 6º . retardar ou tentar frustrar a liquidação regular de precatório incorrerá em crime de responsabilidade. o Estado. § 6º . inclusive as respectivas entidades da administração indireta. em parte. DESTINAÇÃO DAS CUSTAS JUDICIAIS – Art.se não houver encaminhamento da proposta orçamentária no prazo legal. relativamente à expedição de precatórios. ORÇAMENTO DOS TRIBUNAIS E DO MINISTÉRIO PÚBLICO . a fim de que seu pagamento não se faça. e autorizar. o seqüestro da quantia necessária à satisfação do débito. quando terão seus valores atualizados monetariamente. §2º. Estadual. prevalecerão os valores aprovados para o orçamento vigente. § 4º e 127. apresentados até 1º de julho. cabendo ao Presidente do Tribunal que proferir a decisão exeqüenda determinar o pagamento segundo as possibilidades do depósito. 100 .À exceção dos créditos de natureza alimentícia. do Tribunal de Contas da União.Trabalhando pela sua conquista. das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. segundo as diferentes capacidades das entidades de direito público. a guarda da Constituição. e exclusivamente para o caso de preterimento de seu direito de precedência. em parte. seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República. repartição ou quebra do valor da execução. o Vice-Presidente. benefícios previdenciários e indenizações por morte ou invalidez. do Exército e da Aeronáutica. os membros dos Tribunais Superiores. originariamente: a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal.O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros. b) nas infrações penais comuns. § 1º .Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República. ressalvado o disposto no art.São vedados a expedição de precatório complementar ou suplementar de valor pago. Parágrafo único .Art. o Presidente da República. § 2º . fundadas na responsabilidade civil. c) nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade. O Supremo Tribunal Federal A função do Supremo Tribunal Federal é guardar a Carta da República. § 1º. os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha. f) as causas e os conflitos entre a União e os Estados.A lei poderá fixar valores distintos para o fim previsto no § 3º deste artigo.Compete ao Supremo Tribunal Federal.processar e julgar. sendo paciente qualquer das pessoas referidas nas alíneas anteriores. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. § 4º . proventos. bem como fracionamento. escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. ou entre uns e outros.É obrigatória a inclusão. 99. 102 . no orçamento das entidades de direito público. 99.O Presidente do Tribunal competente que. Estadual ou Municipal. a União e o Distrito Federal. mediante expedição de precatório. a requerimento do credor. de verba necessária ao pagamento de seus débitos oriundos de sentenças transitadas em julgado. far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos. h) (Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. proibida a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este fim. Distrital ou Municipal deva fazer em virtude de sentença judicial transitada em julgado. em virtude de sentença judiciária. não se aplica aos pagamentos de obrigações definidas em lei como de pequeno valor que a Fazenda Federal.

a transação e o julgamento de recursos por turmas de juízes de primeiro grau. inclusive dos tribunais inferiores. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. c) a criação ou extinção dos tribunais inferiores. II .no âmbito da União. b) a criação e a extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos que lhes forem vinculados.INSTITUIÇÃO DE QUARENTENA DE SAÍDA PARA MEMBROS DA MAGISTRATURA . 169. 95 § 1º. § 2º As custas e emolumentos serão destinados exclusivamente ao custeio dos serviços afetos às atividades específicas da Justiça. remunerada. bem como os membros do Ministério Público.no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios. II . 98 . com a aprovação dos respectivos tribunais.Compete privativamente: I . Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. antes 72 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Art. a qualquer título ou pretexto.O encaminhamento da proposta.Lei federal disporá sobre a criação de juizados especiais no âmbito da Justiça Federal. . § 1º . parágrafo único. dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos. exceto se previamente autorizadas. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. f) conceder licença. ressalvadas as exceções previstas em lei.juizados especiais. d) a alteração da organização e da divisão judiciárias. b) organizar suas secretarias e serviços auxiliares e os dos juízos que lhes forem vinculados. entidades públicas ou privadas. 99 . verificar. universal e secreto.Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. de ofício ou em face de impugnação apresentada. e) prover.aos tribunais: a) eleger seus órgãos diretivos e elaborar seus regimentos internos. não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. de 2004) V . com a aprovação dos respectivos tribunais. § 2º . além de outras previstas na legislação. Art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. velando pelo exercício da atividade correicional respectiva. aos Tribunais Superiores e aos Tribunais de Justiça propor ao Poder Legislativo respectivo. ressalvadas as exceções previstas em lei. 95. a qualquer título ou pretexto.Trabalhando pela sua conquista. com mandato de quatro anos e competência para. obedecido o disposto no art. entidades públicas ou privadas. sem caráter jurisdicional. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. observado o disposto no art. § 1º V . § 1º . férias e outros afastamentos a seus membros e aos juízes e servidores que lhes forem imediatamente vinculados. 169: a) a alteração do número de membros dos tribunais inferiores. § 3º Se os órgãos referidos no § 2º não encaminharem as respectivas propostas orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias.Art.justiça de paz. ou togados e leigos. nos crimes comuns e de responsabilidade.Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias. nas hipóteses previstas em lei. por concurso público de provas. de 2004) Art. no Distrito Federal e nos Territórios. Art. o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.receber. aos Presidentes dos Tribunais de Justiça. § 5º Durante a execução orçamentária do exercício. § 4º Se as propostas orçamentárias de que trata este artigo forem encaminhadas em desacordo com os limites estipulados na forma do § 1º. onde houver. com observância das normas de processo e das garantias processuais das partes. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. ouvidos os outros tribunais interessados. bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juízes. os cargos de juiz de carreira da respectiva jurisdição. o processo de habilitação e exercer atribuições conciliatórias. compete: I . os cargos necessários à administração da Justiça. e os Estados criarão: I . providos por juízes togados. d) propor a criação de novas varas judiciárias. na forma da lei. 96 .ao magistrado será vedado exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou. o Poder Executivo considerará. antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo. exceto os de confiança assim definidos em lei.aos Tribunais de Justiça julgar os juízes estaduais e do Distrito Federal e Territórios. celebrar casamentos.A União. II . ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 1º deste artigo. III . composta de cidadãos eleitos pelo voto direto.Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público. permitidos.exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou. 97 . na forma prevista nesta Constituição. ou de provas e títulos. IV . os valores aprovados na lei orçamentária vigente. mediante os procedimentos oral e sumaríssimo. Quanto à VEDAÇÃO DO RECEBIMENTO DE AUXÍLIO OU CONTRIBUIÇÃO POR MAGISTRADO trata o Art.ao Supremo Tribunal Federal. competentes para a conciliação. c) prover. IV – o magistrado não poderá receber.

de 2004) VIIIA a remoção a pedido ou a permuta de magistrados de comarca de igual entrância atenderá. sendo as disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros. outro cargo ou função. de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado. § 4º. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. 150. 40. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. nesse período. III . disponibilidade e aposentadoria do magistrado. c e e do inciso II. por interesse público. III . de 2004) X as decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública. de 2004) e) não será promovido o juiz que. alternadamente. funcionando. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. de 2004) XIV os servidores receberão delegação para a prática de atos de administração e atos de mero expediente sem caráter decisório. III. o disposto nos arts. de sentença judicial transitada em julgado. de 2004) III o acesso aos tribunais de segundo grau far-se-á por antigüidade e merecimento. nos vinte dias subseqüentes. que. de 2004) XV a distribuição de processos será imediata. Os juízes gozam das seguintes garantias: I . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. a qualquer título ou pretexto.irredutibilidade de subsídio. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. de 1998) VII o juiz titular residirá na respectiva comarca. Parágrafo único. e.inamovibilidade. dos Tribunais dos Estados. de 2004) IV previsão de cursos oficiais de preparação. X e XI. II . juízes em plantão permanente. e assegurada ampla defesa. com o mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros. do Ministério Público. e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada. e 153. salvo autorização do tribunal. provendo-se metade das vagas por antigüidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno. de 2004) IX todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos. Aos juízes é vedado: I . ao disposto nas alíneas a . custas ou participação em processo.exercer. repetindo-se a votação até fixar-se a indicação. 39. b . II.dedicar-se à atividade político-partidária. 37. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45.a aposentadoria dos magistrados e a pensão de seus dependentes observarão o disposto no art. Recebidas as indicações. podendo a lei limitar a presença. não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão. dependendo a perda do cargo. com mais de dez anos de carreira. nos dias em que não houver expediente forense normal. 94. fundar-se-á em decisão por voto da maioria absoluta do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de Justiça. escolherá um de seus integrantes para nomeação. indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes. Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais. às próprias partes e a seus advogados. no que couber. XI. e 39. § 4º. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. ressalvado o disposto nos arts. salvo uma de magistério. I. salvo por motivo de interesse público. na forma do art.Trabalhando pela sua conquista. só será adquirida após dois anos de exercício.vitaliciedade. ou somente a estes. conforme procedimento próprio. sendo vedado férias coletivas nos juízos e tribunais de segundo grau. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. para o exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno. o tribunal formará lista tríplice. de 1998) VI . enviando-a ao Poder Executivo. de 2004) XI nos tribunais com número superior a vinte e cinco julgadores. em nível federal e estadual. 153. no primeiro grau. 95. assegurada ampla defesa. VIII. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. nem exceder a noventa e cinco por cento do subsídio mensal dos Ministros dos Tribunais Superiores. de 2004) XIII o número de juízes na unidade jurisdicional será proporcional à efetiva demanda judicial e à respectiva população. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.o subsídio dos Ministros dos Tribunais Superiores corresponderá a noventa e cinco por cento do subsídio mensal fixado para os Ministros do Supremo Tribunal Federal e os subsídios dos demais magistrados serão fixados em lei e escalonados. II . poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros. em qualquer caso. de 2004) Art. poderá ser constituído órgão especial. de 2004) V . retiver autos em seu poder além do prazo legal.receber. § 2º. constituindo etapa obrigatória do processo de vitaliciamento a participação em curso oficial ou reconhecido por escola nacional de formação e aperfeiçoamento de magistrados. nos demais casos. aperfeiçoamento e promoção de magistrados. apurados na última ou única entrância. 37. em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação. de 2004) XII a atividade jurisdicional será ininterrupta. e fundamentadas todas as decisões. sob pena de nulidade. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros. em todos os graus de jurisdição. Art. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 71 . de 2004) VIII o ato de remoção. 93. que. ainda que em disponibilidade. de 1998) Parágrafo único. conforme as respectivas categorias da estrutura judiciária nacional. obedecido.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. injustificadamente. em determinados atos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. não podendo a diferença entre uma e outra ser superior a dez por cento ou inferior a cinco por cento.

2003) § 18. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. 19. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. § 17. I-A o Conselho Nacional de Justiça.2003) § 19.DO PODER JUDICIÁRIO Seção I . mediante concurso público de provas e títulos. à ordem de classificação.12. até seu adequado aproveitamento em outro cargo.2003) § 21. 93. de 2004) Art.os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. e que opte por permanecer em atividade fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no § 1º.2003) § 20. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. três anos de atividade jurídica e obedecendo-se. São órgãos do Poder Judiciário: I . com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases. de 1998) Do Poder Judiciário: arts. ressalvado o disposto no art. for portador de doença incapacitante. assegurada ampla defesa. II. salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago. observados os seguintes princípios: I . o Conselho Nacional de Justiça e os Tribunais Superiores têm sede na Capital Federal.promoção de entrância para entrância. III.mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho. VII . 92. de 2004) II . V . de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. o servidor estável ficará em disponibilidade. aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. exigindo-se do bacharel em direito. VI . c) aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento.o Supremo Tribunal Federal. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. Todos os valores de remuneração considerados para o cálculo do benefício previsto no § 3° serão devidamente atualizados.o Superior Tribunal de Justiça. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. disporá sobre o Estatuto da Magistratura. 201. se estável. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.Trabalhando pela sua conquista. na forma de lei complementar. Lei complementar. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. alternadamente. nas nomeações. III . com remuneração proporcional ao tempo de serviço. e de mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal. X.12. será ele reintegrado. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. sem direito a indenização. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) § 2º Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) § 4º Como condição para a aquisição da estabilidade. é obrigatória a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. § 3º. de 1998) III . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45.os Tribunais e Juízes Militares. de 2004) d) na apuração de antigüidade. o tribunal somente 70 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 19. Incidirá contribuição sobre os proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo regime de que trata este artigo que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. de 2004) II . 41. A contribuição prevista no § 18 deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. Fica vedada a existência de mais de um regime próprio de previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos. 201 desta Constituição. cujo cargo inicial será o de juiz substituto. reconduzido ao cargo de origem. por antigüidade e merecimento.em virtude de sentença judicial transitada em julgado.os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais. a. 19.os Tribunais e Juízes do Trabalho. na forma da lei. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41.12. O servidor de que trata este artigo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no § 1º. IV . 92 a 126 CAPÍTULO III .ingresso na carreira. atendidas as seguintes normas: a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) § 3º Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade. 19. na forma da lei. de 1998) II . de 1998) § 1º O servidor público estável só perderá o cargo: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. de 2005) Art.DISPOSIÇÕES GERAIS Art. § 1º O Supremo Tribunal Federal.os Tribunais e Juízes Eleitorais. b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antigüidade desta. no mínimo.12. de 1998) I . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. de 2004) § 2º O Supremo Tribunal Federal e os Tribunais Superiores têm jurisdição em todo o território nacional. e o eventual ocupante da vaga. quando o beneficiário. 142.

37.º As aposentadorias e pensões dos servidores públicos federais serão custeadas com recursos provenientes da União e das contribuições dos servidores. de 2005) I portadores de deficiência.2003) § 8º É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes.2003) II . os casos de servidores: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 47.Os proventos de aposentadoria. ressalvados. o disposto nos §§ 14 e 15 poderá ser aplicado ao servidor que tiver ingressado no serviço público até a data da publicação do ato de instituição do correspondente regime de previdência complementar.12. aplica-se o regime geral de previdência social.ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento. de 15/12/98) § 11 . O regime de previdência complementar de que trata o § 14 será instituído por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo. 201. no que couber. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade. os requisitos e critérios fixados para o regime geral de previdência social. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. de 2005) § 5º . de 15/12/98) § 3º Para o cálculo dos proventos de aposentadoria. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. 19.A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício. o Distrito Federal e os Municípios. conforme critérios estabelecidos em lei. serão calculados com base na remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria e. poderão fixar.A União. III. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. o valor real.12. bem como de outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social. o regime de previdência dos servidores públicos titulares de cargo efetivo observará. em relação ao disposto no § 1º. serão consideradas as remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que tratam este artigo e o art. observado o disposto no art. e de cargo eletivo. inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos.12.Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição. 19. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. por ocasião da sua concessão. de 2005) II que exerçam atividades de risco. na forma da lei. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. em caráter permanente. de 1993) § 6º . 19. 201. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 3. por ocasião da sua concessão. de natureza pública. é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência previsto neste artigo. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. 19.Trabalhando pela sua conquista. que será igual: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41.Aplica-se o limite fixado no art. à soma total dos proventos de inatividade. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. 201. de 15/12/98) § 6.12. caso em atividade na data do óbito. exclusivamente. de 15/12/98) § 7º Lei disporá sobre a concessão do benefício de pensão por morte.2003) § 16 .12. 19. os Estados. por intermédio de entidades fechadas de previdência complementar. de 15/12/98) § 15. 201.2003) § 9º . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. de 15/12/98) § 10 .O tempo de contribuição federal. na forma da lei.ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. 202 e seus parágrafos. XI. nos termos definidos em leis complementares. de 15/12/98) § 13 . para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. de 2005) III cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. de 15/12/98) § 14 .Além do disposto neste artigo. o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. corresponderão à totalidade da remuneração.Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos.12. caso aposentado à data do óbito. de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público.Ao servidor ocupante. desde que instituam regime de previdência complementar para os seus respectivos servidores titulares de cargo efetivo. § 3º . "a". no que couber.Somente mediante sua prévia e expressa opção. e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma desta Constituição. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. na forma da lei. que oferecerão aos respectivos participantes planos de benefícios somente na modalidade de contribuição definida.2003) I . ou (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. para o valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime de que trata este artigo. de 15/12/98) § 12 .2003) § 4º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. de 15/12/98) Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 69 . 19. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20.

de 1998) § 3º Aplica-se aos servidores ocupantes de cargo público o disposto no art. XIX. do Distrito Federal e dos Municípios. XI. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. de 15/12/98) a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. do Distrito Federal e dos Municípios poderá estabelecer a relação entre a maior e a menor remuneração dos servidores públicos. XVIII. regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta. de 15/12/98) III . de 1998) I . sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição.12. observadas as seguintes condições: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. obedecido. o detentor de mandato eletivo. XV.Trabalhando pela sua conquista. 40. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. dos Estados. 19. XII.os requisitos para a investidura. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.12. Legislativo e Judiciário publicarão anualmente os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos. X e XI. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. de 1998) § 5º Lei da União. das autarquias e das fundações públicas. é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário. A União. de 1998) Art. em qualquer caso. mediante emenda às respectivas Constituições e Lei Or gânica. a celebração de convênios ou contratos entre os entes federados.as peculiaridades dos cargos. por ocasião de sua concessão. podendo a lei estabelecer requisitos diferenciados de admissão quando a natureza do cargo o exigir. para aplicação no desenvolvimento de programas de qualidade e produtividade.a natureza. obedecido. se homem. de 1998) II . mediante contribuição do respectivo ente público. o Distrito Federal e os Municípios instituirão. moléstia profissional ou doença grave. para isso. inclusive sob a forma de adicional ou prêmio de produtividade. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. contagiosa ou incurável. e sessenta anos de idade. dos Estados. modernização. o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira.12. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. exceto se decorrente de acidente em serviço. em qualquer caso. no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. se mulher. não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor.por invalidez permanente. e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição. de 1998) § 4º O membro de Poder. não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores. XX. como limite único. dos Estados. dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas. adicional.2003) II . constituindo-se a participação nos cursos um dos requisitos para a promoção na carreira. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.DOS SERVIDORES PÚBLICOS (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 18. os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única. de 15/12/98) b) sessenta e cinco anos de idade. incluídas suas autarquias e fundações. 37. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União. autarquia e fundação.135-4) § 1º A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) § 7º Lei da União. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. o disposto no art.Os proventos de aposentadoria e as pensões. de 1998) Art. se mulher.2003) I . aos setenta anos de idade. o subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça. de 2005) Seção II . se homem. VII. vedado o acréscimo de qualquer gratificação.compulsoriamente. prêmio. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 37. deste artigo. na forma da lei. de 1998) § 2º A União. IX. 19. facultada. os Estados. XXII e XXX. IV. XVI. fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar.2003) § 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.voluntariamente. de 15/12/98) 68 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria. de 1998) § 8º A remuneração dos servidores públicos organizados em carreira poderá ser fixada nos termos do § 4º. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. de 1998) § 6º Os Poderes Executivo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. XIII. treinamento e desenvolvimento. reaparelhamento e racionalização do serviço público. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. VIII. XVII. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. no âmbito de sua competência. de 1998) III . de 15/12/98) § 2º . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3º e 17: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. em seu âmbito. 19. (Vide ADIN nº 2. abono. verba de representação ou outra espécie remuneratória. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. 7º. os Estados e o Distrito Federal manterão escolas de governo para a formação e o aperfeiçoamento dos servidores públicos. o disposto no art. do Distrito Federal e dos Municípios disciplinará a aplicação de recursos orçamentários provenientes da economia com despesas correntes em cada órgão. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 39.

o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações.as administrações tributárias da União. definir as áreas de sua atuação. externa e interna. com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento.ressalvados os casos especificados na legislação. a ser firmado entre seus administradores e o poder público. serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo. Não serão computadas. atividades essenciais ao funcionamento do Estado. fundações. § 9º O disposto no inciso XI aplica-se às empresas públicas e às sociedades de economia mista. de 1998) II . sionais de saúde. programas. § 2º . emprego ou função na administração pública. causarem a terceiros. de 1998) § 11. de 1998) III . os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração. que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou entidade. (Regulamento) XXII . de 2001) XVII .a proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias. servidor ou não. de 19. informativo ou de orientação social. § 7º A lei disporá sobre os requisitos e as restrições ao ocupante de cargo ou emprego da administração direta e indireta que possibilite o acesso a informações privilegiadas. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. III . empresas públicas. de 2005) § 12. ressalvados os cargos acumuláveis na forma desta Constituição. sem prejuízo da ação penal cabível.2003) § 1º . XIX .os controles e critérios de avaliação de desempenho.Trabalhando pela sua conquista. na forma da lei. § 6º . que causem prejuízos ao erário. de 1998) § 8º A autonomia gerencial.A publicidade dos atos. de 1998) I . regulando especialmente: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. serviços. de 1998) I .A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável. inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais. do Distrito Federal e dos Municípios. na forma e gradação previstas em lei. mantidas as condições efetivas da proposta. do Distrito Federal ou dos Municípios para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral. nos termos da lei. XXI . cabendo à lei complementar. da qualidade dos serviços. X e XXXIII. dos Estados.a administração fazendária e seus servidores fiscais terão. sociedades de economia mista. de 1998) XX .depende de autorização legislativa. de 1998) § 10. obras. obrigações e responsabilidade dos dirigentes. compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes. 5º. e suas subsidiárias. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. nos termos da lei.o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre atos de governo. suas subsidiárias. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 34. observado o disposto no art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42. emprego ou função pública. ressalvadas as respectivas ações de ressarcimento. 42 e 142 com a remuneração de cargo. as obras. orçamentária e financeira dos órgãos e entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato. direitos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.a remuneração do pessoal. § 5º . É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrentes do art. dela não podendo constar nomes. cabendo à lei dispor sobre: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19.(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19.as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral. direta ou indiretamente. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. e sociedades controladas. II . assim como a participação de qualquer delas em empresa privada. de 1998) § 4º . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. em cada caso. de 1998) XVIII . símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. neste último caso.A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos praticados por qualquer agente. asseguradas a manutenção de serviços de atendimento ao usuário e a avaliação periódica.As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. § 3º A lei disciplinará as formas de participação do usuário na administração pública direta e indireta.a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo. pelo poder público. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. com profissões regulamentadas. dentro de suas áreas de competência e jurisdição.12. nessa qualidade.o prazo de duração do contrato. exercidas por servidores de carreiras específicas. a criação de subsidiárias das entidades mencionadas no inciso anterior. Para os fins do disposto no inciso XI do caput Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 67 .somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública.Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos. na forma da lei ou convênio. a perda da função pública. dos Estados. de sociedade de economia mista e de fundação. precedência sobre os demais setores administrativos. as parcelas de caráter indenizatório previstas em lei. que receberem recursos da União. a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. 40 ou dos arts. para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput deste artigo.

XIII . de 1998) II . dos Ministros do Supremo Tri-bunal Federal. de 1998) VI . dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. no âmbito do Poder Judiciário. condições e percentuais mínimos previstos em lei. 150. de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego.é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical. em espécie. por três quintos dos votos dos respectivos membros.o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica. empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei. Art. moralidade. 19. dos membros de qualquer dos Poderes da União. IX . não poderão exceder o subsídio mensal. aplicável este limite aos membros do Ministério Público. na forma da lei. na carreira. o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o sub-sídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça.a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos. III.a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público.durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação. de 1998) b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico.o subsídio e os vencimentos dos ocupantes de cargos e empregos públicos são irredutíveis. dos Estados. I. ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. de 1998) I .é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 19. V .a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4º do art. percebidos cumulativamente ou não. de 1998) XVI . de 1998) c) a de dois cargos ou empregos privativos de profis- 66 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . também.2003) XII . 153. à soberania e à cidadania.12. em espécie. ressalvado o disposto nos incisos XI e XIV deste artigo e nos arts. aplicando-se como li-mite. exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo. assegurada revisão geral anual. em dois turnos. observada a iniciativa privativa em cada caso. 37.os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público não serão computados nem acumulados para fins de concessão de acréscimos ulteriores.a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão. de 1998) VIII . e 153. dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos. o subsídio do Prefeito. pensões ou outra espécie remuneratória. nos Municípios. na forma prevista em lei. impessoalidade. de 1998) (Regulamento) (E) conceder-se-á habeas data sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade. (D) a associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos seis meses poderá impetrar mandado de segurança coletivo. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 19.o prazo de validade do concurso público será de até dois anos. prorrogável uma vez. de 1998) a) a de dois cargos de professor. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.os cargos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) III . a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos. cada Casa do Congresso Nacional. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 39.Trabalhando pela sua conquista. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. RESPOSTA: 1. publicidade e eficiência e. assim como aos estrangeiros. aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego. em defesa dos interesses de seus associados. por igual período. de 1998) XV . IV . 37 e 39 a 41 XI . II. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. exceto. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. observado em qualquer caso o disposto no inciso XI. dos Estados. 39 somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. § 2º.as funções de confiança. o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo. aos Procuradores e aos Defensores Públicos. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal.os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. X . chefia e assessoramento. quando houver compatibilidade de horários.a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. funções e empregos públicos da administração direta. de 1998) XIV . e nos Estados e no Distrito Federal. sempre na mesma data e sem distinção de índices. incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. serão equivalentes às emendas constitucionais. destinam-se apenas às atribuições de direção. VII . ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade. C Da administração pública: arts.é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. do Distrito Federal e dos Municípios. e os cargos em comissão. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União. autárquica e fundacional. § 4º.

ressalvado o registro no órgão competente. aos domingos.A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade.gozo de férias anuais remuneradas com. § 2º .redução dos riscos inerentes ao trabalho. 9º É assegurado o direito de greve. competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender. XIX. XXXI . VI. é assegurada a eleição de um representante destes com a finalidade exclusiva de promover-lhes o entendimento direto com os empregadores. em qualquer grau. nos termos fixados em lei.é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho. independentemente da contribuição prevista em lei. V .a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato. XVI . II .licença à gestante. XXI e XXIV. salvo na condição de aprendiz. VI . de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo. 10.reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho.igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. VIII. para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. em cinqüenta por cento à do normal. que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados. sendo no mínimo de trinta dias.assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 5 (cinco) anos de idade em creches e pré-escolas. 11. cor ou estado civil. nos termos da lei. de 2006) XXVI .a assembléia geral fixará a contribuição que. higiene e segurança. art. na mesma base territorial. no mínimo. será descontada em folha. XXII . XXXII . de 25/05/2000) XXX . atendidas as condições que a lei estabelecer.ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria. vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical.proibição de diferença de salários. técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos. na forma da lei. 59 § 1º) XVII . XXIV . XV. é certo que (A) a obtenção de certidões em repartições públicas para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal está assegurada. com a duração de cento e vinte dias. Parágrafo único.proteção em face da automação.ação. XXIII . XXV . VIII . bem como a sua integração à previdência social. *******QUESTÃO DE CONCURSO******* 1. mas depende de autorização da autoridade competente. se eleito. com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais. mediante incentivos específicos. Art. XXVIII . perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos. nos termos da lei.proibição de distinção entre trabalho manual.é vedada a criação de mais de uma organização sindical. quando incorrer em dolo ou culpa. não podendo ser inferior à área de um Município. XIX . sem excluir a indenização a que este está obrigado. XXXIII . sem prejuízo do emprego e do salário. As disposições deste artigo aplicamse à organização de sindicatos rurais e de colônias de pescadores.proibição de trabalho noturno. ainda que suplente. III .seguro contra acidentes de trabalho. em se tratando de categoria profissional. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. na forma da lei. até um ano após o final do mandato. salvo se cometer falta grave nos termos da lei. Art.452. XVIII. quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho. XXI . No que concerne aos direitos e deveres individuais e coletivos.Trabalhando pela sua conquista.aposentadoria. a partir de quatorze anos.ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato. pelo menos. a cargo do empregador. insalubres ou perigosas. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53. Art.proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência. um terço a mais do que o salário normal. XVIII . mediante o pagamento das taxas estipuladas pelo Poder Público. idade. VII . por meio de normas de saúde. em Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 65 . Nas empresas de mais de duzentos empregados. (B) a reunião pacífica em local público é assegurada a todos. É assegurada a participação dos trabalhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação. XX . observado o seguinte: I .aviso prévio proporcional ao tempo de serviço. de 1998) XXXIV .(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 28. representativa de categoria profissional ou econômica. (Vide Del 5.remuneração do serviço extraordinário superior.adicional de remuneração para as atividades penosas. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV. Art. XVII.licença-paternidade. XXIX .o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas organizações sindicais. § 1º . inclusive em questões judiciais ou administrativas.Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei. XXVII .é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e. 8º É livre a associação profissional ou sindical. IV . até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho. (C) os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados. Parágrafo único.proteção do mercado de trabalho da mulher.

CAPÍTULO II . II . alimentação. a alimentação. fixado em lei.jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento. XII . de 2010) Art.garantia de salário. a assistência aos desamparados. dentre outros direitos. no âmbito judicial e administrativo.04. em cada Casa do Congresso Nacional. conforme definido em lei. § 1º . para os que percebem remuneração variável. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: I . assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença. ou resultados. capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia.DOS DIREITOS SOCIAIS Art. preferencialmente 64 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. 6º São direitos sociais a educação.relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. por três quintos dos votos dos respectivos membros.o Estado indenizará o condenado por erro judiciário. os atos necessários ao exercício da cidadania. constituindo crime sua retenção dolosa. excepcionalmente. o lazer. que preverá indenização compensatória. e. em dois turnos. o trabalho. Inciso LXXVIII e parágrafos acrescentados pela Emenda Constitucional nº 45. § 2º . por ilegalidade ou abuso de poder. quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público. saúde.são gratuitas as ações de habeas corpus e habeas data. isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo.12.As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. b) a certidão de óbito. LXXV . entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano.conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade. salvo comprovada má-fé.duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais. XI . e. IX .o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por: a) partido político com representação no Congresso Nacional. IV . a segurança. em caso de desemprego involuntário.salário mínimo . de 1998) XIII . (vide Decreto-Lei nº 5.remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. LXIX . a saúde.qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. salvo negociação coletiva.fundo de garantia do tempo de serviço. serão equivalentes às emendas constitucionais. LXXIV . lazer. facultada a compensação de horários e a redução da jornada.conceder-se-á habeas data: a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante.conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo. a moradia.participação nos lucros. não amparado por habeas corpus ou habeas data. constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público. a proteção à maternidade e à infância. transporte e previdência social.o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos. desvinculada da remuneração. à moralidade administrativa. de 1943) XIV . LXXVII . III . LXXII . ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte. LXXI .Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados. violência ou coação em sua liberdade de locomoção. ficando o autor. § 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados. LXXIII . educação.452. na forma da lei: a) o registro civil de nascimento.piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho.a todos. a previdência social. b) para a retificação de dados. vestuário.décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria. nacionalmente unificado. de 08. LXXVIII . quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso. XV . à soberania e à cidadania. na forma da lei. § 4º O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão.seguro-desemprego. na forma desta Constituição. sendo vedada sua vinculação para qualquer fim. LXXVI . com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 64. nunca inferior ao mínimo. X . são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação.Trabalhando pela sua conquista. higiene. judicial ou administrativo. em defesa dos interesses de seus membros ou associados.são gratuitos para os reconhecidamente pobres. participação na gestão da empresa.salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei.irredutibilidade do salário. LXX . VI . VIII . VII .repouso semanal remunerado. b) organização sindical. nos termos de lei complementar. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural.proteção do salário na forma da lei. V .

até o limite do valor do patrimônio transferido. XL .nenhuma pena passará da pessoa do condenado. na forma da lei.às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação. civis ou militares. podendo evitá-los. LI .conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 63 . LIII .05. as seguintes: a) privação ou restrição da liberdade.aos litigantes.a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada. LVII . Regulamentado pela Lei nº 11. e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa.nenhum brasileiro será extraditado. salvo para beneficiar o réu.a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem. se esta não for intentada no prazo legal. em caso de crime comum. as provas obtidas por meios ilícitos. sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado.a lei penal não retroagirá.não haverá prisão civil por dívida. LXVIII . LXIV . LXV . assegurados: a) a plenitude de defesa. nem pena sem prévia cominação legal. LX . o terrorismo e os definidos como crimes hediondos. salvo o naturalizado. em processo judicial ou administrativo. os executores e os que. podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser.a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível. b) perda de bens. LVIII . para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. de 05.ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal. independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direito ou contra ilegalidade ou abuso de poder. LXVI . salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel.a pena será cumprida em estabelecimentos distintos. b) de caráter perpétuo. XLVII . quando a lei admitir a liberdade provisória. ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado. definidos em lei. ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. b) o sigilo das votações. entre os quais o de permanecer calado. XLIX . XXXIV são a todos assegurados.a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária. c) a soberania dos veredictos.ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente.será admitida ação privada nos crimes de ação pública. nos termos do art.05. L .não haverá penas: a) de morte. XIX. no processo.a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais. XLII . entre outras.não há crime sem lei anterior que o defina.são inadmissíveis. LXI .não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião. XLVIII . praticado antes da naturalização. XXXVIII . sujeito à pena de reclusão. e) suspensão ou interdição de direitos.a lei regulará a individualização da pena e adotará. nos termos da lei.o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal. LIV . XLV . c) multa. XLIII .Trabalhando pela sua conquista.o preso será informado de seus direitos.111. com ou sem fiança. e) cruéis. XXXIX . com a organização que lhe der a lei. LII . LVI . d) de banimento.a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito. com os meios e recursos a ela inerentes. a idade e o sexo do apenado. se omitirem. d) prestação social alternativa.ninguém será levado à prisão ou nela mantido. XLIV . de acordo com a natureza do delito. LIX .ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória.o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial.é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral. 84.constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados. salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada. salvo nas hipóteses previstas em lei. nos termos da lei.é reconhecida a instituição do júri. b) a obtenção de certidões em repartições públicas. por eles respondendo os mandantes. XXXV . contra a ordem constitucional e o Estado democrático. d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. XXXVII .não haverá juízo ou tribunal de exceção. c) de trabalhos forçados. LXII . estendidas aos sucessores e contra eles executadas. XLVI . LXIII . LXVII . salvo em caso de guerra declarada.ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente.a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura. o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. XLI . LV . XXXVI .a lei não prejudicará o direito adquirido.

é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte. que serão prestadas no prazo da lei. transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar. nos termos da lei: a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas. ou por interesse social. assim definida em lei. quando necessário ao exercício profissional. instrumentos.no caso de iminente perigo público. têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente.ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política. XIV . XVI .é assegurada.é plena a liberdade de associação para fins lícitos. XXIV . XXII . inclusive nas atividades desportivas. a de cooperativas independem de autorização.a propriedade atenderá a sua função social. sendo vedado o anonimato. IX . fixada em lei.a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública. X . o trânsito em julgado. além da indenização por dano material.a criação de associações e. atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. sem armas.é garantido o direito de propriedade. ressalvados os casos previstos nesta Constituição. procedimentos e instituições.é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz. XXXII . I . nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. na forma da lei. sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida. sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente. meios. XXVII . a efetividade do gozo e a exigibilidade dos direitos individuais. IV . quando expressamente autorizadas. XXIX . na forma da lei.a lei assegurará aos autores de inventos industriais privilégio temporário para sua utilização. XXXIII .são assegurados. se houver dano. não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva.é garantido o direito de herança. XXI – as entidades associativas. salvo em caso de flagrante delito ou desastre. XXXI . XXVI . científica e de comunicação. 5º. a honra e a imagem das pessoas.ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado. independentemente de autorização. permanecer ou dele sair com seus bens.o Estado promoverá.é inviolável a liberdade de consciência e de crença. sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento. XXVIII .Trabalhando pela sua conquista. XX . XXX . XIX as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial. à propriedade das marcas. os quais se encontram ligados a estes entre os incisos do art.é livre a expressão da atividade intelectual. assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. moral ou à imagem.a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros. III . XII . publicação ou reprodução de suas obras. VI . XVII . independentemente de censura ou licença.homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. em locais abertos ao público.são invioláveis a intimidade. ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador. vedada a de caráter paramilitar. na forma da lei. proporcional ao agravo.ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. XXIII . a autoridade competente poderá usar de propriedade particular. XV . assegurada ao proprietário indenização ulterior. XIII . bem como proteção às criações industriais.a casa é asilo inviolável do indivíduo. exigindo-se.ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante.a pequena propriedade rural. ou de interesse coletivo ou geral. podendo qualquer pessoa. ofício ou profissão. VIII . VII . desde que trabalhada pela família.aos autores pertence o direito exclusivo de utilização. nele entrar.todos podem reunir-se pacificamente. II . V . sob pena de responsabilidade. por determinação judicial. a vida privada. a defesa do consumidor. salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa. XXV . aos nomes de empresas e a outros signos distintivos. XVIII . durante o dia. artística. dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento.é livre a manifestação do pensamento. a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. destinados a assegurar o respeito. no primeiro caso. por ordem judicial. salvo. a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva.é assegurado o direito de resposta. desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local. 62 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas. ou. no último caso. sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus.é livre o exercício de qualquer trabalho.todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular. XI . nos termos da lei. ou para prestar socorro. mediante justa e prévia indenização em dinheiro. tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País. nos termos desta Constituição. aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas. nos termos da lei. de dados e das comunicações telefônicas. b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores.

defesa e debate) deverão ser objeto de sucinto registro. para prevenir eventual desclassificação para lesões corporais leves. § 2º – Quando a transação tiver por objeto prestação social alternativa (cestas básicas.Trabalhando pela sua conquista. Art. com eventual remanejo desta. com a anuência do Ministério Público. ranchos. quer a título explicativo ou para a colheita da eventual representação. 25.394. Corregedoria-Geral da Justiça . Art. nem mesmo com a reunião de uma das partes envolvidas. ser efetuado pelo próprio Escrivão. Art.Consolidação Normativa Judicial 226 Parágrafo único – Em se tratando de réu estrangeiro. nos termos seguintes: Garantias Constitucionais individuais são os Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 61 . de acordo com o prudente critério do magistrado. 921 – As sentenças homologatórias de composição civil e de transação não serão computadas no total de sentenças de mérito. será anotada nova sentença EXTINTA PUNIBILIDADE – TRANSAÇÃO CUMPRIDA. o CGC do Estado do Rio Grande do Sul (87934675/0001-96). recebendo. 919 – O recolhimento das multas. Aceitando o autor do fato a proposta. 5º . o juízo deprecado providenciará no recolhimento da multa. na Constituição.). convém. 24. a critério do Juiz. com destaque no respectivo mapa. deverá ser efetuado utilizando-se. ficando ao encargo do juízo deprecante a homologação da transação. 918 – A TRANSAÇÃO REALIZADA deverá ser registrada. a critério do magistrado. garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida. deverá ser usado o CGC do Ministério das Relações Exteriores (00. • Provimento nº 18/03-CGJ. dispensada transcrição literal. Art. 922 – A denúncia oral. colher. caso em que deverá se fazer consignar na precatória o valor da multa. § 1º – Em sendo aplicada pena restritiva de direitos. art. Art. o que também deve ser observado nos casos de suspensão condicional do processo. 924 – Nos casos de processos de júri por tentativa de homicídio. • Ofício-Circular nº 54/97-CGJ. qualquer que seja o objeto. desde logo. uma relação jurídica entre governado e o Estado e suas autoridades. podendo o cálculo respectivo. no sistema THEMIS1G na data da audiência em que foi celebrada. por sua singeleza. bem como a realização de audiências coletivas ou audiências simultâneas. • Provimento nº 23/02-CGJ. 72) para o mesmo horário. • Provimento nº 32/09-CGJ. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: LEGISLAÇÃO APLICADA À ATIVIDADE MATÉRIA CONSTITUCIONAL Constituição Federal Dos direitos e deveres individuais e coletivos e dos direitos sociais: arts. deverão ser priorizados na pauta.Todos são iguais perante a lei. Parágrafo único – É vedada a designação de mais de duas audiências preliminares (art. e não em pagamento de numerário em juízo. 917 – Os feitos em andamento. seu cumprimento farse-á perante a Vara das Execuções Criminais. poderá ser expedida precatória para efeito de submeter a ele a proposta de transação formulada pelo Ministério Público. na hipótese de o réu não possuir CPF. somente deverá ser admitida quando formalmente instalado na Comarca o Juizado Especial Criminal. evitando-se a remessa dos autos ao Contador. devida valoração na apuração da judicância. o que significará desafogo na jurisdição criminal em curto prazo. 923 – As manifestações das partes em audiência (eventual denúncia oral. Parágrafo único – Nada impede que seja desde logo implementada. no preenchimento do Documento de Arrecadação de Receita Estadual. § 3º – Na hipótese do autor do fato residir em outra Comarca. CAPÍTULO I . à igualdade. Art.536/0001-39). à segurança e à propriedade. Essa consagração jurídico-positiva dos direitos do homem é uma garantia de que se reconhece. mas de modo a permitir o exame da aptidão da acusação e da eficácia da defesa.DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. • Ofício-Circular nº 96/95-CGJ. por se tratar de sentença que extinguirá o processo. • Provimento nº 27/2002-CGJ. etc. Art. a manifestação desta quanto ao interesse em representar. Provimento nº 42/08CGJ. porém. cumulada ou não com multa. • Ofício-Circular nº 71/97-CGJ. Art. art. • Ofício-Circular nº 09/97-CGJ. sem distinção de qualquer natureza. a obrigação deve ser prestada in natura. A deprecação não se revela conveniente quando for obrigatória a composição civil no juízo de origem. • Provimento nº 32/09-CGJ. como sentença. § 4º – Em havendo transação penal. ao ouvir a vítima. à liberdade. 916 – O pagamento da multa e recolhimento de custas dar-se-á diretamente no Cartório da Vara. • Provimento nº 11/06-CGJ. alcançados pela nova lei. 5º a 11 A posição dos direitos individuais constitui elemento fundamental para a sua obrigatoriedade e imperatividade. 920 – REVOGADO. Cumprida a obrigação e extinta a punibilidade. • Ofício-Circular nº 87/95-CGJ. Art. a respectiva execução será feita no próprio JECRIM. em princípio.

A data de apresentação dos envolvidos será designada oportunamente pelo magistrado. de execução criminal. os autos deverão permanecer ativos na vara. 88) e da suspensão condicional do processo (art.DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS (LEI Nº 9. § 3º . respeitado o entendimento jurisdicional do magistrado. § 4º . 911 – Sem a manifestação da vítima ou do seu representante. considerando inocorrer. • Provimento nº 36/96-CGJ e Ofício-Circular nº 118/01-CGJ. Art. • Ofícios-circulares nºs 32/96-CGJ e 39/98-CGJ. sejam cumpridos pela parte diretamente na conta bancária do beneficiado. que só alcançarão eficácia plena com o advento da lei estadual e a conseqüente instalação do Juizado na Comarca. 909 – A normatização introdutora da conciliação. Provimento nº 44/2009-CGJ. porém esta providência deverá ser precedida de publicação de edital no Diário da Justiça. 910 – Havendo necessidade de manifestação da vítima. • ofícios-circulares nºs 23/96-CGJ e 39/98-CGJ. 914 – Os termos circunstanciados a que se refere o art. reconhecimento de culpa nem condenação. devidamente homologados. Neste caso deverá ser expedido ofício com prazo para cumprimento.O escrivão manterá o controle das apresentações utilizando-se dos relatórios disponíveis no sistema informatizado. 23. 913 – Na hipótese de flagrante. 912 – Enquanto não instalado o Juizado Especial Criminal. sob pena de decadência. 69 deverão ser distribuídos como processos no sistema informatizado. ser encaminhados à Turma Recursal. Provimento nº 44/2009-CGJ. § 6º. 902 – É recomendável que os acordos com pagamentos parcelados. art. Art. deverão ser incinerados. § 5º – Residindo o réu em outra comarca. cujo acompanhamento será realizado pelo juízo processante. da transação(art. 915 – No caso de suspensão condicional do processo (art. dispensada a lavratura do auto. • Ofício-Circular nº 84/97-CGJ. oportunizar o exercício do direito de representação verbal (art. que estabelece o prazo de 30 dias para o exercício da representação. audiência. 1º (revoga o § 3º). Art. Provimento nº 32/09-CGJ § 1º – Na suspensão condicional do processo devem ser evitadas as condições tidas como penas pelo ordenamento jurídico (prestação de serviços à comunidade. Inexitosa esta. para o prosseguimento de um processo criminal já instaurado (arts. Em ocorrendo depósitos judiciais. A carta precatória deverá ser regularmente distribuída entre as varas criminais. com a indispensável estrutura organizacional. Art. 903 – Os Juizados Especiais Cíveis e Adjuntos. desde que esse tenha procuração com poderes especiais para este fim. caput. mesmo antes da instalação do Juizado Especial Criminal. 23. 60 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . ou ao Juizado Especial Criminal (quando se tratar de feito da competência deste e já houver Juizado Criminal instalado na comarca). Art. Art. Art. torna-se imperioso realçar os institutos de natureza ou com efeitos penais mais benéficos. no caso. • Resolução nº 165/95-CM. a observação do § 1º. art. 129. 904 – Os recursos dos feitos definidos como da competência cível do Juizado Especial. § 4º – REVOGADO . interdição temporária de direitos. por não se tratar. ou ainda de seu advogado. os mesmos deverão ser em conta bancária judicial. se já não existir manifestação inequívoca anterior. com levantamento dos valores exclusivamente através de alvará judicial ao beneficiado ou ao seu advogado. 89) enseja aplicação imediata e com efeito retroativo.099/95) Art. os processos em andamento. 19/99-CGJ e 79/99-CGJ. da representação como condição de procedibilidade (art.).Os processos extintos em que não constar. e encaminhará o termo circunstanciado de ocorrência para a distribuição regular. interpostos na vigência da Lei nº 9. a conciliação. art. para tanto. tanto quanto possível. Art. ou de quem a represente. e 129. poderá ser expedida precatória para acompanhamento das condições da suspensão depois de cumprida a providência do § 2º deste artigo. de aplicação imediata e retroativa.A suspensão do processo será anotada no sistema informatizado observando-se que a data do início deve coincidir com a data da decisão da concessão do benefício. poderão. Provimento nº 32/09-CGJ.Trabalhando pela sua conquista. • Ofício-Circular nº 40/98-CGJ. parágrafo único. Art. a contar da intimação. a autoridade policial colherá o compromisso a que alude o art.099/95). evitando-se. Parágrafo único – É vedada a baixa do termo circunstanciado à autoridade policial em diligência. 69. 89 da Lei nº 9. • Ofícios-Circulares nºs 40/98-CGJ.099/95. limitação de final de semana. alcançando. não se cogitando de remessa para a Vara de Execução Criminal. bem como as Turmas Recursais passam a exercer a competência cível que lhes é atribuída pela Lei nº 9. 76). 72-74). Parágrafo único – Atentar. 75). art.Serão anotadas no sistema informatizado todas as apresentações realizadas pelo beneficiado. assim.099/95. para a nova regra do art. § 2º . Em nenhuma hipótese cogitar-se-á de remessa da precatória à Vara das Execuções Criminais. etc. os processos por crimes de lesões corporais leves ou lesões culposas não poderão prosseguir. ambos do CP) convém ensejar. prioritariamente. 1º (revoga o § 4º). designando. visando a composição dos danos civis (arts. na sua residência ou escritório. SEÇÃO II . ainda. Provimento nº 32/09-CGJ. o Cartório Judicial. distinguindo-os das normas exclusivamente processuais ou procedimentais. nesta hipótese. 91. à evidência.

§ 1º – REVOGADO . Carta precatória interrogatório: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. comportando exceções. Carta precatória de intimação do réu: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. • Provimento nº 13/04-CGJ. Provimento nº 44/2009CGJ. os documentos originais juntados ao processo. com certidão do trânsito em julgado. Dos Juizados Especiais: arts. 19/99-CGJ e 79/99-CGJ. Provimento nº 32/09CGJ. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 59 . 777 – As cartas precatórias expedidas para a Justiça do Estado de São Paulo serão acompanhadas do valor das despesas de condução do Oficial de Justiça. • Provimento nº 10/07-CGJ.Por ocasião da distribuição do pedido já fazer constar que. inclusive a verba honorária fixada e o valor das custas da expedição da própria carta. devendo os atos processuais ser necessariamente cotados. permanecerá arquivado em Cartório apenas a sentença e o acórdão. No caso de precatória de citação criminal. a fim de evitar duplicidade de distribuição.Quando o ato deprecado se destinar a réu preso deve ser previamente verificado junto a SUSEPE se o réu permanece preso na comarca deprecada. § 3º – REVOGADO . • Ofício-Circular nº 108/97-CGJ. Art. de notificação. 780 –Retornando a carta sem cumprimento. Carta precatória para oitiva de perito para esclarecer laudo ou responder a quesitos suplementares: observar as orientações do Ofício-Circular nº 159/2004. • Ofício-Circular nº 69/95-CGJ. Art. citação. foi solto ou está foragido. permanecendo apenas aqueles em que haja restrição de veículos. inc. além de outros documentos que sejam necessários à elucidação da causa e que devam ser objeto do interrogatório.DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS Art. Carta precatória de intimação do réu da sentença condenatória: deve ser instruída com cópia da sentença assinada pelo magistrado e com termo de apelação. art. • Provimento nº 10/07-CGJ. quando for o caso. A critério do juízo deprecante a carta precatoria de oitiva do perito pode ser substituída por expedição de ofício ao departamento a que pertence o servidor assinalando prazo para resposta esclarecimentos ou resposta a quesitos suplementares. art. previstas na legislação especial. o título extrajudicial. § 2º – REVOGADO (Provimento nº 18/06-CGJ). § 1º – As capas e demais peças devem ser eliminadas de pronto. art. e no original. 779 . 901 a 904.DOS JUIZADOS ESPECIAIS SEÇÃO I . após a extinção. art. ainda. devidamente assinados pelo promotor de justiça. juntar.). 1º (revoga o § 2º). se houver. inclusive o respectivo código de endereçamento postal – CEP. Provimento nº 44/2009-CGJ. • Provimento nº 10/07-CGJ. intimando-se a parte que arrolou a testemunha ou requereu a diligência para se manifestar em 05 (cinco) dias. etc. 909 a 924 TÍTULO III . Após. após trânsito em julgado da sentença e/ou acórdão. nota de expediente. Art. 1º (revoga o § 1º). • Ofício-Circular nº 59/94-CGJ. • Provimento nº 10/07-CGJ. d) eventuais novos documentos e petições que os acompanharem. visando a agilização de sua devolução. bem como encaminhá-la com tempo hábil para cumprimento. 22. juntar aos autos do processo somente as peças indispensáveis. Carta precatória de intimação do réu para audiência: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. § 1º . 780A . 22. • Provimento nº 10/07-CGJ (revoga o § 2º). será juntada. os autos serão incinerados/eliminados. incluindo-se também os processos de execução. XII). b) os documentos comprobatórios de seu cumprimento (termo de audiência de inquirição ou mandado de citação. de intimação. independentemente de novo aviso. 776 – No corpo das cartas precatórias expedidas para fora do Estado deverá constar corretamente o endereço do Foro da Comarca deprecante.Trabalhando pela sua conquista.Das precatórias que retornarem cumpridas. cópia do depoimento do réu na fase policial do depoimento das testemunhas em juízo. Provimento nº 32/09CGJ.Todas as precatórias remetidas por fax devem conter esta informação no corpo da precatória original. Art.DA NORMATIZAÇÃO ESPARSA CAPÍTULO I . • Provimento nº 10/07-CGJ. 901 – O acesso gratuito ao Juizado Especial não significa isenção ao pagamento das despesas e custas processuais.Decorrido o prazo acima estipulado sem manifestação das partes. juntar cópia da denúncia e seus aditamentos. • Ofícios-Circulares nºs 40/98-CGJ. correspondente a 07 (sete) UFIRs à data do efetivo depósito. serão os processos incinerados. se houver. Art. Nos demais casos.Nos processos baixados pela ausência do(a) autor(a) a(s) parte(s) terá(ão) o mesmo prazo para a providência do parágrafo anterior. no Cartório do Juizado correspondente. intimar o Ministério Público (Provimento 23/2006. c) conta de custas. § 2º – REVOGADO . 778 – Nas precatórias executórias deverá constar a conta atualizada do débito. quais sejam: a) a carta propriamente dita. e todo documento público da parte que constar no original. Art. • Provimento nº 10/07-CGJ. terão as partes o prazo de dois anos para retirarem.

juntar cópia da denúncia e seus aditamentos. Art. instrumento de mandato do defensor ou referência sobre sua designação judicial. • Provimento nº 15/97-CGJ. ressalvados os casos de assistência judiciária. 768 – Na precatória de intimação para audiência. a causa da prisão (flagrante. resposta do réu. alegações do réu no seu interrogatório ou menção sobre a revelia. devidamente assinados pelo promotor de justiça. após despacho. cópias de elementos constantes dos autos como peças do inquérito policial tais como: depoimento das testemunhas na fase policial. neste caso. Art. etc. de 11 de janeiro de 1973 . se houver. Provimento nº 42/08CGJ. quando da expedição de carta precatória criminal: Carta precatória de citação: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. • Provimento nº 23/06-CGJ. Art. o Oficial de Justiça poderá efetuar citação ou intimações em qualquer delas. 767 – O Escrivão adotará. o cálculo do valor deve seguir a regra geral. Corregedoria-Geral da Justiça .. enfim tudo o que for necessário à elucidação da causa e que deva ser objeto do depoimento. 775 – Independentemente da finalidade da Carta Precatória. parecer do Ministério Público. § 1º – Nas Comarcas contíguas. quesitos solicitados pelas partes. 769 – Independem de preparo as precatórias de cobrança de autos e que tenham por objeto intimação da parte para dar andamento ao feito por determinação do Juiz ou as requeridas pelo Ministério Público ou pela Fazenda Pública. • Provimento nº 10/07-CGJ. 222 do CPP). Provimento nº 06/06-CGJ. que corresponda à efetiva urgência. Art. cabe ao juízo deprecado informar sobre cumprimento ao juízo deprecante.DAS PRECATÓRIAS EXPEDIDAS Art.Código de Processo Civil. cópia de peças dos autos (depoimentos. • Ofícios-Circulares nºs 50/93-CGJ e 12/96-CGJ. de mandado. na forma estabelecida nos arts. sempre que possível. 773 – As precatórias cíveis. bem como informará o número da OAB do procurador ou defensor das partes. quesitos solicitados pelas partes à elucidação da causa. o Juízo deprecante cuidará para que seja instruída com as seguintes peças: I – no cível: cópia da inicial.O juízo deprecante observará o que segue.869. Art. a fim de viabilizar o cadastramento do advogado pelo sistema de computação. o Juízo deprecante assinará prazo ao seu cumprimento. documentos. para atendimento das despesas de condução dos Oficiais de Justiça. item “2”). as providências para o cumprimento da carta. com o objetivo de sua pronta devolução. SEÇÃO II . nas cartas precatórias cíveis.Trabalhando pela sua conquista. a autuação. Provimento nº 06/06CGJ. e nas que se situem na mesma região metropolitana. ainda. II) no crime: cópia da denúncia. • Provimento nº 45/94-CGJ. inaplicável a limitação imposta ao Escrivão Judicial (Tabela “I”. verificando que o réu se oculta para não ser citado.). o valor das custas do Distribuidor e Contador deve seguir a regra geral (Tabela “J”). manifestação de 3º interessado. a citação do executado. em caso de réu preso. se não possível a devolução com antecedência à solenidade. dispensada. de modo a possibilitar a realização do ato. 775A .Recebido o e-mail no juízo deprecante será impresso e imediatamente juntado aos autos a fim de iniciar-se a contagem do prazo para oferecimento de embargos (738. § 1º – Nas cartas precatórias. o juízo deprecado comunicará ao juízo deprecante. • Provimento nº 25/93-CGJ. pelo e-mail setorial do cartório. § 1º . § 2º do CPC). Art. Art. 774 – Na precatória inquiritória. Deverá. no juízo deprecante. Provimento nº 10/07-CGJ (inclui § 2º). Art. quando necessário. • Ofício-Circular nº 50/94-CGJ. será efetivada por nota de expediente a cargo do juízo deprecado. preventiva. solicitando à remessa das mesmas. Desacompanhada de peças necessárias. constar certidão acerca da intimação das partes da expedição da carta (art. de fácil comunicação. será oficiado ao juízo deprecante. quando possível. cabendo ao respectivo Escrivão prestar as informações ou providenciar na devolução da carta. 58 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Que o oficial de justiça. 772 – As informações solicitadas pelo juízo deprecante ao juízo deprecado acerca do andamento da precatória ou sua devolução deverão ser encaminhadas por e-mail setorial. a pauta ordinária. certificará a ocorrência e procederá à citação com hora certa. 771 – A intimação das partes. deverão estar acompanhadas da importância correspondente a 03 (três) URCs. 770 – Tratando-se de carta precatória de execução. quando indispensável à eficaz coleta da prova oral requisitada. § 2º – Fica autorizada a expedição de carta precatória de fiscalização de suspensão condicional do processo no âmbito da Comarca de Porto Alegre. ou se esta aguarda apenas o cumprimento da precatória. documentos.Consolidação Normativa Judicial 175 § 2º – Nas cartas precatórias. perícias. mento da carta precatória. perícias. para o prosseguimento da instrução. • Ofício-Circular nº 63/95-CGJ. • Provimento nº 42/07-CGJ. 227 a 229 da Lei nº 5. Igualmente indicará a data prevista. Provimento nº 13/07CGJ. devendo ter por base o valor da causa atualizado. independentemente de expedição de carta precatória. cópia dos instrumentos de mandato ou referência quanto a eventual nomeação de assistente judiciário ou constituição de advogados para acompanhar o cumprimento da carta. Parágrafo único – A própria carta servirá.).. Art. assinalando. abreviando.

a) as precatórias citatórias e intimatórias poderão servir como mandados e serão cumpridas independentemente de despacho do juízo deprecado. apreensão. d) durante o dia (art. inc.Durante o expediente forense. reservando-se o canto direito superior para a numeração dos autos no juízo deprecante (Provimento 23/2006 – inc. Art. deverá comunicar. para atender os pedidos referidos no artigo anterior. 6º) SUBSEÇÃO II – DO EXPEDIENTE Corregedoria-Geral da Justiça . 5º. com o prazo de eficácia. Art. Art. no interior da casa. 747 – Nas Comarcas do interior. 741 – A apreensão. onde for possível. no horário das 11h30min às 13h30min. inc. Art. cumpre a este atender os pedidos a qualquer hora. na hipótese do art. do CPP. no mínimo.DA BUSCA E APREENSÃO SUBSEÇÃO I – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.Trabalhando pela sua conquista. b) desastre. 745 – Nos dias úteis. os pedidos serão encaminhados ao Cartório de plantão designado previamente pelo Diretor do Foro. as matérias relacionadas nos incisos I a V serão apreciadas pelo Serviço de Plantão quando certificado o impedimento eventual do titular da vara e seu primeiro substituto. deve ser procedido o encaminhamento ao Departamento de Informática Policial. e fora do expediente normal. • Provimento nº 42/07-CGJ. • Provimento nº 10/07-CGJ. 44. 93.DAS PRECATÓRIAS EM GERAL SEÇÃO I . art. na mesma forma disposta neste item. deixar de lavrar o auto de prisão em flagrante. 740 – A casa é asilo inviolável do indivíduo. caso fosse lavrado o auto. 378. réu oculto em sua casa será levado à presença da autoridade. Provimento nº 35/09CGJ. c) para prestar socorro. onde houver um único Juiz. 743 – Os pedidos serão registrados no sistema THEMIS1G e distribuídos às Varas Criminais. à(s) autoridade(s) policial(is). efetuará comunicação fundamentada à autoridade judiciária competente. através de ofício. 749 – A Corregedoria-Geral da Justiça poderá disciplinar diretamente a organização das diferentes escalas de atendimento. V. 765 – O Distribuidor da Comarca deprecada. b) as folhas das precatórias autuadas devem ser numeradas no canto direito inferior. por motivo de férias ou licenças. mas o ingresso em qualquer casa dependerá de mandado judicial (art. inc. de acordo com os respectivos regulamentos. Devem ser comunicadas ao mesmo Departamento as revogações dos mandados. com a competente baixa. 748 – Cópias dessas escalas deverão ser enviadas. registro e autuação de precatórias recebidas para cumprimento independerá de despacho. dispor sobre suas alterações e substituições. fora do expediente forense. devolver independentemente de despacho. continua sendo determinada pela autoridade policial. no horário ali mencionado. para que se proceda contra ele como for de direito. XI. ou quem suas vezes fizer. § 1º – Devem ser observadas as normas cogentes referentes à obrigatoriedade da permanência do Juiz na Comarca (art. Parágrafo único . quando determinada a remessa de mandado a órgão de registro . da CF. com a devida antecipação. nestes casos a qualquer tempo. O mandado deverá conter. § 3º – Nas Comarcas dotadas de mais de uma Vara. XI. em lhe sendo conduzido o preso. Art. 766 – O magistrado dará prioridade ao cumpri- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 57 . destinatária da decisão do flagrante. ninguém nela podendo entrar sem consentimento do morador. Art. com remessa de cópia à Chefia de Polícia. salvo: a) em caso de flagrante delito. Art. 7º. Art. 5º.Em se tratando de busca e apreensão de veículo.DAS PRECATÓRIAS RECEBIDAS Art. SEÇÃO IX . Art. 742 – Cumpre à autoridade policial requerer ao juízo competente mandado para proceder busca. da CF. por determinação judicial fundamentada. art. em estabelecimentos militares.Consolidação Normativa Judicial 171 Art. do COJE). 746 – Caberá à Direção do Foro organizar escala dos Juízes. à Corregedoria-Geral da Justiça. • Provimento nº 32/94-CGJ. em o prazo de 15 (quinze) dias. e. 738 – Os inferiores e praças de pré. revista e outras hipóteses. 6º. 744 – Incumbe ao Serviço de Plantão do Foro Central receber e ao Juiz Plantonista decidir os pedidos referentes às matérias elencadas nos incisos I a V do § 3º do art. II. sem prejuízo de outros que reclamem urgência. § 2º – No caso de eventual afastamento do Juiz da Comarca. 764 a 780-A CAPÍTULO IX .e desde que se trate de veículo registrado no Estado -. (Resolução 698/2008-COMAG). Art. serão recolhidos à prisão. cumprirá ao Juiz substituto de tabela ou da Comarca mais próxima o atendimento desses pedidos. • Provimento nº 06/08-CGJ. SEÇÃO VIII . ouvidos os demais Juízes. o número da placa ou do chassi do veículo. 764 – A distribuição.DA NÃO-LAVRATURA DO AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE Art. art. • Provimento nº 35/09-CGJ. inclusive suas alterações e designações de substitutos. § 4º – A escala referente aos ofícios será encaminhada. XLVIII) c) cumpridas positivamente. Parágrafo Único . Das precatórias – arts. ao juízo deprecante a data da distribuição e a Vara para a qual foi distribuída. inc. da CF). inclusive através de arrombamento. incumbirá ao Diretor do Foro elaborar escala de atendimento. Art. inc VII. 739 – Sempre que a autoridade policial.

sendo dia. VIII – os ministros de confissão religiosa. 734 – Entender-se-á que o executor vai em perseguição do réu. • Provimento nº 02/2006-CGJ. a quem será entregue cópia assinada pelo executor ou apresentada a guia expedida pela autoridade competente. Parágrafo único – nos mandados de prisão envolvendo funcionário da administração da justiça criminal (servidores do poder judiciário. d) declarará o valor da fiança arbitrada. seu nome. a mais completa possível. arrombando as portas. Se não for obedecido imediatamente. ainda que por parte de terceiros. passar ao território de outro município ou Comarca. em tal caso. à vista da ordem de prisão. Parágrafo único – Se o réu. o executor e as pessoas que o auxiliarem poderão usar dos meios necessários para defender-se ou para vencer a resistência. o auto de flagrante. XI – os Delegados de Polícia e os guardas-civis dos Estados e Territórios. Art. 733 – O recibo poderá ser passado no próprio exemplar do mandado. § 2º. o executor convocará duas testemunhas e. Art. II – os Governadores ou interventores de Estados ou Territórios. lhe apresente o mandado e o intime a acompanhá-lo. se for o caso. § 2º – Prevalece o direito do funcionário da administração da Justiça Criminal. e 106. o morador será intimado a entregá-lo. devendo ser passado recibo da entrega do preso com declaração de dia e hora. que o réu entrou ou se encontra em alguma casa. III – os membros do Parlamento Nacional. os Vereadores e os Chefes de Polícia. 730 – O mandado será passado em duplicata. do que tudo se lavrará auto subscrito também por duas testemunhas. o executor. fará guardar todas as saídas. apelidos. o fato será mencionado em declaração assinada por duas testemunhas. alterado pela Lei nº 10. do Distrito Federal e dos Territórios. 736 – Se o executor do mandado verificar. filiação. profissão. à disposição da autoridade competente. Art. § 1º – Serão recolhidos a quartéis ou à prisão especial.Os mandados e cartas precatórias de prisão devem conter toda identificação do indivíduo a ser preso. hora e lugar da diligência. por indícios ou informações fidedignas. arrombará as portas e efetuará a prisão. o Prefeito do Distrito Federal. logo que amanheça. A guia de recolhimento deve ressalvar expressamente esta circunstância. o executor poderá efetuar-lhe a prisão no lugar onde o alcançar. EM DESTAQUE. for perseguindo-o sem interrupção. Provimento nº 21/2009-CGJ. • Ofício-Circular nº 72/92-CGJ e Lei Federal nº 7. f) constará. b) sabendo. tendo em conta o lapso prescricional da pena. Art. com nome. e o preso.210/84. que o réu tenha passado. 731 – Se a infração for inafiançável. imediatamente. 735 – Se houver. V – os Oficiais das Forças Armadas e os militares dos Estados. a falta de exibição do mandado não obstará à prisão. 737 – O morador que se recusar a entregar o 56 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . aí incluído o agente policial. 729 . depois da intimação ao morador. tornando a casa incomunicável. repassar ao Departamento de Informática Policial toda informação ou comunicação referente a mandado de prisão. Parágrafo único – A prisão em virtude de mandado entender-se-á feita desde que o executor. alcunha ou sinais característicos. um dos exemplares com a declaração do dia. IX – os Ministros do Tribunal de Contas. e o executor entregará ao preso. (CPP. providenciará na remoção do preso. sendo perseguido. embora depois o tenha perdido de vista. fazendose conhecer do réu. policiais civis e militares) deverá constar esta observação em destaque. se não for atendido. bem como sinais característicos. e. quando: a) tendo-o avistado. IV – os cidadãos inscritos no “Livro de Mérito”. 732 – Ninguém será recolhido à prisão sem que seja exibido o mandado ao respectivo diretor ou carcereiro. não souber ou não puder escrever. a data do prazo de sua validade. ativos e inativos. entrará à força na casa. os Prefeitos Municipais.258/01) VI – os magistrados. há pouco tempo. Art. do Conselho de Economia Nacional e das Assembléias Legislativas dos Estados. pelo lugar em que o procure. apresentando-o imediatamente à autoridade local que. Parágrafo único – É dever do Escrivão. • Ofício-Circular nº 102/97-CGJ.Trabalhando pela sua conquista. se preciso. se recusar. logo depois da prisão. salvo quando excluídos da lista por motivo de incapacidade para o exercício daquela função. Art. e) será dirigido a quem tiver qualidade para dar-lhe execução. VII – os diplomados por qualquer das faculdades superiores da República. quando sujeitos à prisão antes de condenação definitiva: I – os Ministros de Estado. Art. no corpo. • Provimento nº 06/92-CGJ. arts. será imediatamente apresentado ao Juiz que tiver expedido o mandado. Art. inclusive quando ocorrer revogação ou for declarada prescrita a pena. X – os cidadãos que já tiverem exercido efetivamente a função de jurado. à prisão em dependência separada dos demais presos no estabelecimento penitenciário. agentes penitenciários. 84. Da entrega deverá o preso passar recibo no outro exemplar. seus respectivos Secretários. resistência à prisão em flagrante ou à determinada por autoridade competente. quando afiançável a infração. indicado na sentença. com segurança. Art. for no seu encalço. § 3º. c) mencionará a infração penal que motivar a prisão. número de um documento de identidade e do CPF. data do nascimento. se este for o documento exibido. em tal ou qual direção. sendo noite. depois de lavrado.

Igual decisão proferirá em todas as demais hipóteses e situações de não-cabimento da prisão preventiva. assim como possibilitar o apoio da família do preso (art. 722 – A prisão só poderá ocorrer: a) em flagrante delito. 307 e 308. 21. Corregedoria-Geral da Justiça . • Ofício-Circular nº 07/93-CGJ. através de Portaria. compreendida e aplicada como a ordem escrita e fundamentada.Consolidação Normativa Judicial 168 Art. SEÇÃO VII . LXI. através da autoridade policial (art. se o preso livrar-se solto. pagamento das despesas efetuar a postagem da correspondência. constarão no mandado os fundamentos legais de direito material e processual determinantes da constrição. anteriormente à própria lavratura do auto. proceder à lavratura do auto de prisão em flagrante. liberdade provisória (art. 721 – Inviabilizado o ato processual ou determinada a comunicação pessoal. Art. inc. 725 – O magistrado manterá rigoroso controle das prisões provisórias. Art. extrair-se-á o mandado para cumprimento por Oficial de Justiça com o recolhimento das custas e despesas correspondentes. § 2º – O Juiz de Direito Diretor do Foro. LXIII. fiança. IX – se chegar comunicação à autoridade responsável pela prisão. a soltura do réu. LXVI. inclusive sobrestála (art. LXV. quando for o caso. VI – ao receber a comunicação prevista no inc. a prisão em flagrante bem como a decretação da prisão preventiva e. se for o caso (art. o preso será liberado desde logo. emanada da autoridade judiciária competente (art. inclusive o de permanecer calado (art. § 2º – Cumprido o mandado. Deverão ser informadas. do CPP. VI supra. I. cumpre ao Juiz proceder ao controle da legalidade da prisão. o Juiz o homologará. da CF). Art. 5º. ficando vedado aos Escrivães e aos demais servidores lotados nos Cartórios judiciais estatizados e/ou privatizados assinarem mandados de prisão. Art. 727 – Não será permitido o emprego de força. • Ofício-Circular nº 43/93-CGJ. inc. respeitadas as restrições relativas à inviolabilidade do domicílio. Corregedoria-Geral da Justiça . Parágrafo único . inc. Parágrafo único – Quando o Juiz entender conveniente.DA EXECUÇÃO DA PRISÃO Art. no prazo fixado. Art. 304. 723 – Decorrendo a prisão de flagrante. salvo a indispensável no caso de resistência ou de tentativa de fuga do preso. II – informar ao preso quem o prendeu e quais os seus direitos. LXII. ou não. IV – incontinenti. esta comunicará imediatamente ao juízo a efetivação da prisão e o local do recolhimento. constatando ausência de alguma das garantias procedimentais. III. a postagem da correspondência será efetuada através da Direção do Foro. da CF). III – assegurar a assistência de advogado. 5º. relaxá-la. caso não tenha defensor constituído. será posto em liberdade. deverá a parte apresentar. 5º. em sendo afiançável o delito. § 1º – Na expedição do mandado de prisão. 13. 310 e parágrafo único. ainda. Prestada a fiança. relaxando a prisão (art. a autoridade. os selos necessários à postagem da carta. ou. inc. 726 – A prisão poderá ser efetuada em qualquer dia e a qualquer hora. deverá a autoridade judiciária signatária do mesmo restar identificada . inc. 309 e 321. cumpre à autoridade identificada em os arts. da CF). utilizando-se para tanto dos relatórios disponíveis no sistema informatizado (Resolução nº 66/2009 do Conselho Nacional de Justiça). inc. modelo de Mandado de Prisão – PJ392. deixando-se de realizar o auto de prisão em flagrante. 720 – No caso de processos criminais ou de assistência judiciária gratuita. § 1º – Os casos omissos e as dúvidas serão resolvidos pelo Corregedor-Geral da Justiça. art. do CPP). b) por decisão judicial. 5º. Art. da CF). 5º. § 1º. concederá.Ao escrivão incumbe manter atualizado os dados relativos à prisão do réu no sistema informatizado. sob pena de aplicação das penalidades previstas. inc. a autoridade judicial deixará de homologá-lo. no âmbito de sua competência e na forma da lei. noticiando quem a realizou e o local onde se encontra o detido (art.DA PRISÃO • Provimento nº 32/88-CGJ. 724 – Decorrendo a prisão de decisão judicial. em havendo condições. SEÇÃO VI . concederá a fiança. 5º. regulamentará a forma de recolhimento das correspondências nos Cartórios e sua remessa à EBCT. 5º. da CF). b) designará a pessoa. VII – uma vez recebido auto de prisão em flagrante. LXV. o detido será liberado (art. que tiver de ser presa. assim como informação ao preso de que poderá indicar familiar ou outra pessoa a quem o juízo comunicará sua prisão e local onde se encontrar recolhido. por Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 55 . Provimento nº 39/96CGJ. 350 do CPP). logo após lavratura do auto de prisão em flagrante (arts. da CF). Se o réu se livrar solto.Trabalhando pela sua conquista. LXII. I – imediata comunicação ao Juiz competente. mandará pô-lo em liberdade. à família do preso ou à pessoa por ele indicada. da CF). VIII – em não sendo caso de desconstituição do auto de prisão em flagrante.Consolidação Normativa Judicial 169 a) será lavrado pelo Escrivão e assinado pela autoridade. 728 – O mandado de prisão: • Em anexo. Art. inc. a respeito do relaxamento decretado na forma do inc. do CPP). Provimento nº 32/09CGJ. V – lavrado o flagrante. 304. do CPP).

II – o nome do querelante. Art. Parágrafo único – As atribuições decorrentes de requisição judicial. Art. Corregedoria-Geral da Justiça . sendo indispensável. 711 – A citação do militar far-se-á por intermédio do chefe do respectivo serviço. o dia e a hora em que o réu deverá comparecer. • Provimento nº 04/97-CGJ. se for conhecida.Verificando que o réu se oculta para não ser citado. após consulta. § 1º – Considerando que o acusado se defende do fato narrado na prefacial. 710 – São requisitos da citação por mandado: I – Leitura do mandado ao citando pelo Oficial e entrega da contrafé. certificando-as nos autos. que da publicação constem os nomes das partes e de seus advogados. § 5º – Ao Juiz deprecado cumprirá a intimação do interrogando. • Lei Federal nº 8. para apresentação de defesa prévia.710/93. esclarecendo-lhe que o prazo para tanto começará a fluir no juízo do processo. Parágrafo único – Os mandados de intimação de partes e testemunhas poderão ser firmados pelo Escrivão. V – o fim para que é feita a citação. quando o réu estiver no território sujeito à jurisdição do Juiz que a houver ordenado. de 11 de janeiro de 1973 . 712 – O dia designado para o funcionário público comparecer em juízo como réu será notificado a ele e ao chefe de sua repartição. na forma estabelecida nos arts. propiciando ao réu pleno conhecimento das provas contra si apuradas. § 2º . se o réu irá constituir.Trabalhando pela sua conquista. 714 – Nas intimações dos réus. independentemente de nova intimação. II – Declaração do Oficial. ao DEPARTAMENTO DE POLÍCIA METROPOLITANA – DIVISÃO DE INVESTIGAÇÕES. III – o nome do réu ou.DA COMUNICAÇÃO VIA POSTAL DOS ATOS PROCESSUAIS • Resoluções nºs 78/93-CM e 102/93-CM e Lei nº 8. 19. VII – a subscrição do Escrivão e a rubrica do Juiz. nas ações iniciadas por queixa. Parágrafo único – A citação do acusado será sempre feita por mandado cumprido por Oficial de Justiça. IV – a residência do réu. Art. desde que devidamente instruída.DAS INTIMAÇÕES CRIMINAIS Art. condicionada à conveniência do juiz processante. Art. § 1º – Fica autorizado o interrogatório do réu por carta precatória. mediante expedição de Ordem de Serviço pelo Juiz da Vara. será observado. o disposto na Subseção II deste Capítulo. 713 – Quando o réu estiver fora do território da jurisdição do juiz processante. 715 – O Escrivão poderá fazer as intimações. SEÇÃO V . cópia da peça acusatória deverá acompanhar o mandado citatório. através de correspondência com aviso de recebimento (AR). 708 – A citação far-se-á por mandado. sob pena de nulidade. 709 – O mandado de citação indicará: I – o nome do Juiz. ou se deseja a nomeação de defensor público para acompanhar sua defesa. • Provimento nº 14/04-CGJ. • Ofício-Circular nº 30/97-CGJ. no que for aplicável. I a V do art.869. • Provimento nº 03/05-CGJ. da entrega da contrafé e sua aceitação ou recusa. 716 – No crime. 599. na certidão.Consolidação Normativa Judicial 167 § 3º – Caso ainda não citado o réu. § 1º .DAS CITAÇÕES CRIMINAIS • CPP. 718 – O disposto nesta Subseção se aplica também para a correspondência enviada a outras Comarcas. os seus sinais característicos. não sendo caso de publicação de nota de expediente no Diário da Justiça e tendo o destinatário endereço certo. Art. em razão de notificação ou intimação de funcionário policial. Art.701/93.Código de Processo Civil. se for desconhecido. Art. inclusive com indicação de quesitos que o juízo deprecante julgar indispensáveis à elucidação dos fatos. Art. no âmbito da grande Porto Alegre. “Das Citações Criminais” e na Subseção “Da Comunicação dos Atos Processuais Via Postal”. § 4º – A precatória para interrogatório deverá estar acompanhada de cópia da denúncia e elementos do inquérito policial. Provimento nº 32/09CGJ. Provimento nº 32/09CGJ. Art. 719 – Incumbirá à parte a quem a lei atribuir o 54 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . declarando que o faz por ordem judicial. SEÇÃO III . arts. das testemunhas e demais pessoas que devam tomar conhecimento de qualquer ato. 717 – Os atos de comunicação serão cumpridos por Oficial de Justiça nos mesmos casos indicados nos incs. suficientes para a sua identificação. a partir do dia da juntada da carta precatória aos autos. • Ofício-Circular nº 38/96-CGJ.Incumbe ao Oficial de Justiça certificar no mandado de citação. pertencem. Parágrafo único – Consideram-se feitas as intimações pela simples publicação dos atos no Órgão Oficial. o Oficial de Justiça certificará a ocorrência e procederá à citação com hora certa. baseado na busca da verdade real e presunção da amplitude defensiva. Art. na qual se mencionarão o dia e a hora da citação. art. a precatória para tal fim também poderá ser destinada ao interrogatório. VI – o Juízo e o lugar. no termo de audiência. será citado por precatória. Resolução nº 58/92-CM e Ofício-Circular nº 31/93-CGJ. § 2º – REVOGADO. 351 e ss. SEÇÃO IV . 20. Art. 227 a 229 da Lei nº 5. os atos de comunicação serão também feitos por via postal. art. por força de competência regimental. § 2º – No texto do mandado deverá constar a obrigatoriedade da entrega da peça acusatória ao citando..

• Provimentos nº 43/97-CGJ e 18/03-CGJ. Art. 698 – Sempre que houver condenação criminal de advogado. • Provimento nº 06/92-CGJ. • Ofício-Circular nº 114/96-CGJ e Provimento nº 33/96-CGJ. estando a primeira já cumprida e restando apenas o cumprimento da pena de multa. 706 – Nos processos em que houve cumulação de pena privativa de liberdade e pena de multa. 255 – Porto Alegre – RS – CEP 90160 000. 699 – Nenhum feito criminal de ação pública poderá ficar sem movimentação. I – alterar o tipo de pena para multa. com estorno da primeira condenação (já cumprida). com encaminhamento à Fazenda Pública Estadual. Art. deve ser adotado o seguinte procedimento: • Provimento nº 02/97-CGJ. f) data do trânsito em julgado da condenação. Art. Art. 702 – Com o trânsito em julgado da sentença penal condenatória ou de imposição de medida de segurança. deverá ser elaborado o cálculo da multa e custas. cadastrando a nova condenação. os Cartórios das Varas de Execuções Criminais deverão: I – baixar a pena privativa de liberdade já cumprida. seja feita comunicação à Ordem dos Advogados do Brasil – Secção do Rio Grande do Sul. • Ofício-Circular nº 03/89-CGJ.268/96. restando o pagamento de multa. k) identificação da vara. Corregedoria-Geral da Justiça . 5º. Azenha. haverá comunicação ao Tribunal Regional Eleitoral dos seguintes dados: a) qualificação dos réus condenados tão completa quanto possível.Consolidação Normativa Judicial 166 II – expedir mandado para o apenado pagar a multa. i) sendo o delito contra o patrimônio. observar-se-á para a execução da multa o rito procedimental previsto no art. no prazo legal.268/96. a sentença deverá conter disposição expressa no sentido de que. incluindo a nova condenação. III – lançar histórico de multa. 51 do CP. devidamente identificado o servidor que firmar. competirá ao titular haver o pagamento das custas. II – lançar histórico de reinicialização de pena. 700 – Os mandados de prisão expedidos em razão de representações por prisões preventivas oriundas das Delegacias Distritais de Porto Alegre serão encaminhados ao Departamento de Informática Policial. inclusive quando ocorrer revogação ou for declarada prescrita a pena. 704 – Descabe determinar a servidores da Justiça acompanhar diligências policiais. • Provimentos nº 43/97-CGJ e 18/03-CGJ. com obediência ao prazo prescricional. art. Art.Não ocorrendo pagamento. 701 – É dever do Escrivão. 164 e 55. h) se houve substituição da pena. ficando dispensada a expedição de PEC. c) número do processo. § 2º – Tratando-se de Cartório Estatizado. não havendo pagamento de custas. repassar ao Departamento de Informática Policial toda informação ou comunicação referente a mandado de prisão. Art. § 1º . 705 – Nos processos onde foi aplicada a pena de multa. para remessa aos Órgãos com atribuição de executá-los. Art. Av. quando a pena pecuniária for a única aplicada. • Provimento nº 10/00-CGJ e Provimento nº 03/06CGJ. alterando o tipo de pena para multa. d) pena ou medida de segurança aplicada. com recebimento de nova pena privativa de liberdade. • Provimento nº 12/96-CGJ e Ofício-Circular nº 33/96-CGJ. com o trânsito em julgado.Trabalhando pela sua conquista. A legitimidade ativa para a execução da pena de multa é do Estado. na forma do artigo anterior. Provimento nº 29/06-CGJ. Provimento nº 10/80-CGJ. fora das hipóteses ou prazos expressamente previstos em lei ou determinação do Juiz. sob pena de responsabilidade de quem estiver no exercício da escrivania. 809 do Código de Processo Penal.O procedimento deverá ser o da Lei de Execuções Penais. imediatamente.DI/IGP/SJS. na Vara da condenação. intimando-se o réu. Provimento nº 02/2006CGJ. Art. Parágrafo único – Todos os mandados de prisão devem conter prazo de validade. 707 – Na hipótese da pena privativa de liberdade ter sido cumprida. • Provimento nº 27/96-CGJ. regime. decorrente de condenação anterior ao advento da Lei nº 9. § 3º – Nos Cartórios Privatizados. com a redação que lhe foi dada pela Lei nº 9. deverá ser procedida a remessa da terceira parte do Boletim Individual ao Departamento de Identificação do Instituto-Geral de Perícias . Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 53 . para pagamento. g) se foi concedido sursis e o prazo. o que será objeto apenas de comunicação à SUSEPE. através de seus procuradores. • Ofícios-Circulares nºs 04/89-CGJ e 14/86-CGJ. e) tipicidade da conduta apenada. A competência para a execução das penas de multa é das Varas Criminais. l) nome e assinatura da autoridade judicial competente. pessoalmente. • Ofícios-Circulares nºs 44/93-CGJ e 89/97-CGJ. b) número do título eleitoral. da Constituição Federal). em cumprimento de mandados ou autorização de busca e/ou apreensão domiciliar expedidos em respeito a dispositivo constitucional (art. 703 – Transitada em julgado a decisão que implique extinção do feito criminal. preenchido em todos os seus campos conforme aplicável no caso concreto e de acordo com o que preceitua o art. § 4º . identificar se público ou privado. j) o nome da vítima. será extraída certidão. Art. XI. Art. a fim de ser retificada a GUIA DE RECOLHIMENTO.

674 a 676 do CPP). o Ministério Público e a defesa do réu. _ Crimes contra a propriedade: 08 – art. Art. bem como o acusado (para ser interrogado). pelos Oficiais de Justiça. estando o réu preso e transitada em julgamento a sentença condenatória. quando. 2º. • Ofício-Circular nº 61/96-CGJ. § 1º . art. Art. 405 do CPP). a intimação deverá ser pessoal. _ Abuso de autoridade: 03 – art. 695 – O recurso interposto pelo réu deverá ser reduzido a termo. Os escaninhos do Cartório deverão ser padronizados e numerados conforme as diversas fases do andamento do processo. intimando-se os interessados. _ Tóxico: 05 – art. independentemente de prévio despacho. folhas de antecedentes. Art. 532 do CPP. 401 do CPP. de acordo com o art. _ Responsabilidade de funcionários públicos: 08 – art. § 3º . Parágrafo único – Nas situações em que a manifestação das partes e interessados for imposição legal. bem como por meio da aposição de um carimbo como a palavra “PROTEGE”. convencionadas em ficha – 2º modelo anexo. do CPP.Trabalhando pela sua conquista. Art. _ Economia popular: 05 – art. • Lei Federal nº 7. 1º. as testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa. 370. art. Art. Art. 578 e parágrafos.Número de testemunhas nos procedimentos. proceder à intimação para contra-arrazoar independentemente de despacho. 17. conclusos os autos após. do CPP). 697 – Não se entregará alvará de soltura a advogado ou a familiares do preso. da Lei nº 11. _ Procedimento comum . estando devidamente acompanhados do instrumento de procuração. Art. § 2º .871/89. 687 – Os incidentes. intimar o Ministério Público. que também corresponderá ao escaninho. § 4º – Não deverá ser expedido alvará para troca de 52 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . § 3º – Fica vedada a expedição de alvará de soltura coletivo. desde que não haja ressalva de RESERVA. parágrafo único. _ Responsabilidade de prefeitos e vereadores: 08 – art. • Provimento nº 32/09-CGJ. manifestar este vontade de recorrer. quando necessário (art. 524 do CPP. inclusive de sentença -. 10 da Lei nº 1. Provimento nº 32/09-CGJ. será anotado na ficha o número respectivamente convencionado. • Provimento nº 12/06-CGJ. data da apresentação. parágrafo único. da Lei nº 4. juntá-lo e intimar a parte que requereu a diligência. Art.As intimações de réus presos . nas hipóteses de compromisso. precatórias e documentos avulsos. Em todos os alvarás de soltura será consignada a cláusula “se por al não estiver preso”. bem como a entrega do libelo. 688A – Designada audiência de instrução e julgamento serão intimados: o ofendido.521/51. decisões e o andamento do processo serão registrados em ficha (PJ-418). • Provimento nº 17/04-CGJ. acompanhamento por escolta. sem interrupção. para se manifestar em 03 (três) dias (art. Art. fazendo-se os autos com vista para o Ministério Público ou querelante para manifestação sobre preliminares e documentos. contando-se-lhe em dobro todos os prazos processuais. e Ofício-Circular nº 42/93. 693 – As requisições de antecedentes devem ser atendidas independentemente de despacho. serão juntados aos autos. salvo se entre a entrega do mandado e a audiência não houver mais prazo para renovar a diligência. • Provimento nº 12/06-CGJ. 518 do CPP. em cinco dias. § 1º – Em se tratando de defensor público. 690 – Frustrando-se total ou parcialmente o cumprimento do mandado. ou equivalente. • Provimento nº 12/06-CGJ.que devem tomar conhecimento de qualquer ato do processo. independentemente de despacho. _ Lei de Falências e Concordatas: 05. No caso do mandado de citação. devem ser juntados e intimado o Ministério Público para se manifestar.343/06. § 1º – No alvará de soltura deverá constar a observação da necessidade ou não de apresentação do preso em juízo para prestação de compromisso. Art. § 6º. 694 – Apresentadas razões. independente de despacho. nos próprios estabelecimentos onde se encontrem aqueles recolhidos. independente do defensor. serão feitas pessoalmente. Art. dar vista ou intimá-los no momento próprio. § 2º – Uma cópia do alvará deverá ser destinada ao preso. por parte e por fato imputado: _ Procedimento comum – ordinário: 08 – art. a exigência ou não de apresentação imediata. sendo restringidas ao seu uso interno. 692 – As petições.sumário: 05 – art. art. § 2º . ser for o caso. 688 – A resposta do réu será juntada independentemente de despacho. 691 – O Escrivão ou funcionário encarregado abrirá a correspondência dirigida ao Juízo. 689 – Os pedidos de admissão de assistência de acusação. certificar e expedir guia de recolhimento (arts.Os processos em que haja testemunha sob proteção deverão ser identificados através de uma fita adesiva colorida que envolva a parte frontal e posterior da autuação.O Oficial de Justiça levará impresso o termo de recurso ao réu preso e o consultará sobre a intenção de recorrer. 18.898/65. intimado da sentença. preencherá por completo o termo correspondente. 22. Na seqüência. tão logo recebidos em Cartório. 2º do Decreto-Lei nº 201/67. 696 – No Cartório com atribuições para as Execuções Criminais. colhendo a assinatura no espaço próprio. após liberação. A cada movimentação do processo.

• Provimento nº 10/96-CGJ. art. 366 do CPP e art. a decisão tomada ao Departamento Médico Legal. b) pedido de diligência. Todas as folhas serão rubricadas. de vez que não há coluna própria. 686 – Após o registro e autuação. sinalizando réu preso. deve ser providenciada comunicação do fato à Corregedoria dos Serviços Policiais. aguardando os autos do inquérito em Cartório.099/95. abandonada a numeração do inquérito policial. 682 – Quando se tratar de requisição de laudos psiquiátricos ao Instituto Psiquiátrico Forense. 89 da Lei 9099/95). • Ofício-Circular nº 23/96-CGJ. a baixa de autos de inquérito convém seja feita sempre através da Corregedoria dos Serviços Policiais. c) a decretação e a prisão do réu. Corregedoria-Geral da Justiça . § 1º – Serão feitas tantas fichas quantas forem as partes no processo. por ocasião da conclusão do inquérito/processo. § 4º . Art. b) alterações posteriores do enquadramento legal. art. Art. o servidor preencherá o Boletim Informativo. § 1º – Apresentando-se outras situações.Serão registrados no sistema informatizado de 1º grau os seguintes dados: a) o juízo. § 3º . o inquérito policial não deverá ser autuado. comunicando-se. 16. anotar a data da remessa no “Livro-Tombo de Inquéritos Policiais”. Após. • Ofício-Circular nº 27/96-CGJ. os nomes completos das partes e seus advogados e a data do recebimento da denúncia. serão elaboradas fichas (PJ-36) com as características do processo e nome completo das partes. comunicando-se à Delegacia de Polícia de origem. com menção de dados permissíveis de identificação e indicação do prazo fixado. § 2º . o número no tombo. com a utilização da capa PJ-692 (rosa). da real necessidade de perícia requisitada pela autoridade policial. 683 – Determinado cumprimento de pedido de diligência pelo Juiz. data da próxima audiência e data da prescrição também serão anotadas na capa do processo. 15. a suspensão do processo (art. será procedido o registro e a atualização dos enquadramentos legais no sistema informatizado bem como a autuação do processo com a aposição das etiquetas na capa.Trabalhando pela sua conquista. c) oferecimento de denúncia. das partes e seus advogados. recursos e precatórias.Consolidação Normativa Judicial 162 Art. § 2º – Para melhor rendimento e organização do trabalho cartorário. 678 – REVOGADO. O arquivamento de tais fichas ocorrerá em rigorosa ordem alfabética pelo sobrenome do réu no fichário geral. respectivos incidentes.A remessa deverá ser precedida de baixa no sistema informatizado. 15. após o que deverá ocorrer imediata conclusão. já que é esta a identificação registrada no referido Instituto. com base na Lei nº 9. devem ser indicados no ofício o número do inquérito e o nome dos indiciados. arquivando o inquérito policial. de maneira clara e legível. art. § 2º – Quando forem solicitadas informações ao Instituto de Criminalística. na mesma ocasião. para os fins de direito. § 1º – Também será objeto de registro a denuncia recebida nos termos circunstanciados. a requisição também deve ser encaminhada ao Superintendente da SUSEPE. Ao ser o inquérito policial devolvido ao Cartório pelo Ministério Público. a quem cabe controlar o prazo de cumprimento do trabalho. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 51 . deve haver verificação jurisdicional. Art. 685 – A numeração das folhas do processo deverá ser feita a partir da autuação. • Provimento nº 32/09-CGJ. remetendo-o ao Departamento de Estatística. § 2º – Deferido pedido de arquivamento pelo Juiz. • Provimento nº 32/09-CGJ. a fim de serem reclamadas após o prazo concedido. • Provimento nº 32/09-CGJ. 684 – Recebida a denúncia ou a queixa-crime. • Ofício-Circular nº 43/97-CGJ. Art. dando-se baixa na distribuição.O recebimento de denúncia formulada contra servidor policial ou penitenciário por prática de infração funcional que constitua crime ensejará a remessa de cópia da peça acusatória e da respectiva sentença ao Departamento de Organização e Correição da Polícia Civil ou à Susepe. as seguintes situações poderão apresentar-se: a) pedido de arquivamento. 681 – Na requisição de laudos ao DML deve ser identificado o nome das vítimas. 679 – Antes do oferecimento da denúncia. fazer anotação a lápis no “Tombo de Inquéritos Policiais”. para os processos criminais. será feita anotação no “Livro de Inquéritos Policiais”. 677 – REVOGADO. • Provimento nº 32/09-CGJ. preferentemente será oficiado à Delegacia de Polícia de origem. Art. SEÇÃO II . d) a data da prescrição e data da próxima audiência. Art. • Ofício-Circular nº 66/97-CGJ e 79/97-CGJ. § 1º – Quando indispensável a baixa dos autos do inquérito. de imediato. o mesmo servidor que efetuar o registro do processo fará. A localização do inquérito policial no arquivo judicial será feita através da ficha respectiva.DO PROCESSO CRIMINAL Art. conforme o caso. Art. o(s) artigo(s) de lei em que incurso(s) o(s) réu(s). art. Provimento nº 32/09. Art. 676 – REVOGADO. art 13 (altera a redação do parágrafo único). § 5º – A autuação será padronizada. a autuação e ficha ou fichas respectivas. na coluna própria e com a data respectiva. Art. Havendo baixa de inquéritos policiais à Delegacia de Polícia. 14. a fim de facilitar a localização de dados. Na Comarca da Capital. 680 – Para evitar a realização de diligências inúteis. Parágrafo único .Circunstâncias especiais tais como grade ou tarja vermelha.

§ 1º .para evitar a realização de diligências inúteis. se os autos do inquérito tiverem que. Na comarca da Capital. • Provimento nº 10/96-CGJ e Provimento nº 23/05CGJ. • Provimento nº 23/05-CGJ.). do CPP). IV – os requerimentos de devolução dos autos do inquérito policial para realização de ulteriores diligências (art. IV . devem ser indicados no ofício o número do inquérito e o nome dos indiciados. 129. § 3º . 50 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . a quem cabe controlar o prazo de cumprimento do trabalho. remetendo-o ao departamento de estatística e anotando a baixa e arquivamento no sistema informatizado. e comunicará o fato ao Ministério Público para os fins do art. a pedido da Polícia Judiciária (art. o escrivão anotará a data da remessa no sistema informatizado. Art. de realização de perícias e de devolução de fiança. Art. § 2º . salvo as referidas no caput. dependam de intervenção da vítima ou de seu representante legal (ação penal pública condicionada e ação penal privada). já que é esta a identificação registrada no referido Instituto. de imediato. V – quando se tratar de requisição de laudos psiquiátricos ao Instituto Psiquiátrico Forense. III . o escrivão levará o fato ao conhecimento do magistrado. 10. a baixa de autos de inquérito convém seja feita sempre através da Corregedoria dos Serviços Policiais. ou as autoridades públicas ou entidades privadas não houverem atendido as suas diligências.Havendo baixa de inquéritos policiais à Delegacia de Polícia. • Provimento nº 08/94-CGJ e Provimento nº 23/05CGJ. Art. ou. da real necessidade de perícia requisitada pela autoridade policial. § 1º . ainda. a remessa a outro Juízo somente se procederá mediante decisão judicial.as ações cautelares penais preparatórias ao ajuizamento da queixa-crime. II . § 3º do CPP). e fará conclusão ao magistrado tãologo fluir o prazo prescricional ou decadencial. V – os inquéritos que. de exumação para exame cadavérico. III – as representações criminais (art. mesmo as imprescindíveis ao oferecimento da denúncia estão ao encargo do Ministério Público. de pedidos de restituição de coisas apreendidas. de especialização de hipoteca. 673 – Serão encaminhados diretamente aos magistrados: I – os inquéritos policiais em que haja indiciado preso. • Provimento nº 23/05-CGJ. 16 do CPP). VI – os pedidos de habeas-corpus. de avaliação de insanidade mental do indiciado. 672 – Quando houver afirmação do promotor de justiça de que o pedido trata de restrição a direito fundamental. do CPP). pedidos de prisões. deve haver verificação jurisdicional. dido de restrição a direito fundamental (busca e apreensão. para o ajuizamento da ação penal. encontrarse preso e não for oferecida a denúncia no prazo de lei. VII – os pedidos de retratação. 674 – Se os magistrados entenderem de deferir os requerimentos de diligências requeridas pelos promotores de justiça. interceptação telefônica. a decisão tomada ao Departamento Médico Legal. de seqüestro dos bens imóveis. para exercer o direito constitucional da ação privada subsidiária da pública (art. o servidor preencherá o boletim informativo. quebra do sigilo fiscal e bancário. comunicando-se. a fim de serem reclamados após o prazo concedido.O escrivão zelará pelos prazos dos feitos que dependam de intervenção da vítima ou seu representante legal. por ocasião da conclusão do inquérito/processo.na requisição de laudos ao DML deve ser identificado o nome das vítimas. necessariamente.Se o indiciado. VII. deve ser providenciada comunicação do fato à Corregedoria dos Serviços Policiais. §. § 4º . 675 – Após recebidos os autos de inquérito. de maneira clara e legível. deverão atentar para as seguintes situações peculiares: I .Trabalhando pela sua conquista.preferentemente será oficiado à delegacia de polícia de origem.As diligências preparatórias. X – os pedidos de reclamações da vítima ou de seu representante legal contra o Ministério Público. Art. ficando vedado aos servidores do Poder Judiciário receber os ofícios dirigidos ao Ministério Público. da CF). a requisição também deve ser encaminhada ao Superintendente da SUSEPE. 79/97-CGJ e Provimento nº 23/05-CGJ…. IX . 39.Deferido o pedido de arquivamento pelo juiz. bem como nos casos de alegação de exceção de incompetência. o escrivão levará os autos à conclusão do magistrado. etc. Parágrafo único . quando a ação penal pública não foi intentada dentro do prazo legal. ser devolvidos à autoridade policial (art. com menção de dados permissíveis de identificação e indicação do prazo fixado.Quando for indispensável a baixa dos autos do inquérito. 10. por qualquer título. VIII – os pedidos de explicações em juízo.Na hipótese do parágrafo anterior. § 2º . • Ofício-circular nº 66/97-CGJ. 5º lII. da CF. e §§. • Ofício-circular nº 27/96-CGJ e Provimento nº 23/05-CGJ. os autos do inquérito serão imediatamente submetidos à apreciação judicial. Ofício-circular nº 43/97-CGJ. a fim de facilitar a localização de dados. II – os requerimentos ou representações pela prisão preventiva e temporária. 3º. deverá ser consignado nos ofícios que as respostas serão endereçadas à sede onde trabalha o promotor de justiça que requereu a medida.quando forem solicitadas informações ao Instituto de Criminalística.

que envolva a parte frontal e posterior da autuação. com a seguinte redação: “Nos termos da Lei nº 10. • Provimento nº 013/2009-CGJ (acrescenta art.382/06). III . deverá o Distribuidor lançar no sistema informatizado THEMIS1G a informação de que se trata de processo preferencial.” • Provimento nº 26/04-CG. é assegurado o atendimento preferencial imediato às pessoas que possuam idade igual ou superior a sessenta anos”. 662 – Os processos judiciais ou administrativos em que figure como parte ou interveniente pessoa com idade igual ou superior a sessenta anos terão prioridade na tramitação em todas as diligências e atos a eles pertinentes. Art. exemplificativamente. § 2º . bem como através da aposição de um carimbo com os dizeres ‘TRAMITAÇÃO PREFERENCIAL – IDOSO” ou “CRIANÇA E ADOLESCENTE – URGENTE”. Corregedoria-Geral da Justiça . § 2º . do recebimento dos objetos. especialmente nos procedimentos com crianças e adolescentes abrigados (suspensão ou destituição do pátrio-poder. Provimento nº 12/05-CGJ. serventia. carteira profissional. de casamento.Consolidação Normativa Judicial 152 Art.a descrição do imóvel. de 1º de outubro de 2003. certidão de nascimento. 662 a 666-A SEÇÃO XIV . Art. 647 – A carta de arrematação conterá: I .Recebidos os inquéritos em cartório.) ou adolescentes internados. qualificação e endereço do arrematante. 663 – O interessado na obtenção desse benefício deverá requerê-lo ao Juiz que presidir o processo. os escrivães deverão encaminhá-los às promotorias de justiça com atribuição para atuar nos feitos. § 2º . § 1º . II . com anotação. discriminando qual a espécie. no âmbito da Dos Cartórios Criminais – arts. 666 – Os processos de que trata esta seção deverão ser identificados através da aposição de uma tarja adesiva colorida.DO INQUÉRITO POLICIAL Art. os quais não serão autuados. de oferecimento de denúncia e quando houver pe- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 49 . depois de distribuídos e tombados serão encaminhados ao cartório. Assim. dentre outros). Art. 665 – Também na tramitação dos processos da Infância e Juventude. no inquérito.O mandado conterá o nome completo. da sentença e do trânsito em julgado. ou no sistema informatizado. Dos processos com tramitação preferencial: arts. efetuando o lançamento no “livro de registro de coisas apreendidas“. CRIANÇAS E ADOLESCENTES • Provimentos nºs 13/01-CGJ e 05/02-CGJ. Art. na medida em que forem movimentados. etc. Parágrafo único – Deverá ser afixado cartaz visível ao público com caracteres legíveis. Provimento nº 30/04CGJ.DOS PROCESSOS ENVOLVENDO IDOSOS. Art. 671 – Nos casos de pedidos de arquivamento. Parágrafo único – A prova da idade deverá ser feita através de qualquer documento hábil (carteira de identidade. bem como procederá aos registros no sistema informatizado. Provimento nº 30/04CGJ. além da completa descrição do veículo. 670 a 749 CAPÍTULO VIII . 647 e §§).No momento da distribuição. armas e/ou objetos apreendidos. processos comuns ordinários envolvendo idosos terão tramitação preferencial em relação a outros processos comuns ordinários.Em relação aos feitos já distribuídos. Art. sem interrupção. mas não em relação a processos cautelares e mandados de segurança. § 1º . o juiz da execução poderá expedir mandado de registro de transferência de veículo à autoridade de trânsito competente. especialmente internados provisoriamente.Trabalhando pela sua conquista. já certificados os antecedentes pelo distribuidor independentemente de despacho judicial. § 1º . Provimento nº 14/08CGJ. com remissão à sua matrícula e registros. • Ofício-Circular nº 36/97-CGJ.O mandado deverá determinar expressamente o cancelamento da penhora que originou aquela execução. incluindo-se os adjuntos e da Distribuição e Contadoria. adoção.a cópia do auto de arrematação.a prova de quitação do imposto de transmissão (atualizado pelas disposições da Lei nº 11. anotando no sistema informatizado a data da vista. 647A – Ultimada a alienação judicial de veículo.DOS CARTÓRIOS CRIMINAIS SEÇÃO I . • Provimento nº 26/04-CGJ.” • Provimento nº 23/05-CGJ. deverá ser garantida prioridade absoluta. 664 – A prioridade na tramitação dos feitos de que tratam os artigos antecedentes será observada dentro da mesma classe de processos em que os mesmos se insiram. cuja cópia deverá ser juntada aos autos. não se sobrepondo a outras prioridades previstas em lei. Art. fará a conferência da numeração das folhas. a data do crime. • Artigo criado pelo Provimento nº 26/04-CGJ. se positivos. § 3º . Art. CTPS. fazendo-se constar. 670 – O Distribuidor ao receber os autos do inquérito policial ou os expedientes de investigação criminal oriundos da Polícia Judiciária ou do Ministério Público. deverá o Escrivão emitir relatório buscando identificar e dar pronto atendimento aos feitos indevidamente paralisados. carteira de habilitação. a pedido da parte arrematante.Os inquéritos policiais e os expedientes de investigação iniciados pela autoridade policial ou pelo Ministério Público. deverão ser incluídos no sistema na forma disposta no § 1º supra.741. 664a – É assegurado às pessoas com idade igual ou superior a sessenta anos o atendimento preferencial imediato no âmbito dos Cartórios Judiciais.Bimensalmente.

COM SURSIS POR 02 ANOS. II.• Provimento nº 14/08-CGJ (altera o § 2º). Art. 155. E SIM NA LINHA SEGUINTE. PARA APELAR. Art. Nº 2320/90. Provitro de Imóveis (atualizado pelas disposições da lei mento nº 013/2009-CGJ (art. 48 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . PRAZO DO EDITAL: 60 DIAS.2. 646 . PRAZO: 05 DIAS. de imóvel. 641 a 647-A mos da lei processual (art. 383.registro geral de identidade e da inscrição no cadasto do produto.124/92. 329. ESCRIVÃO. ônus. PRAZO DO EDITAL. E NÃO UTILIZAR A EXPRESSÃO “RÉU(S)” OU EQUIVALENTE. D da CNJ (alterado em face do disposto no art. 637 – O Escrivão. OBJETO: CIENTIFICAR O RÉU DE QUE FOI CONDENADO A UMA PENA DE 02 ANOS E 03 MESES DE RECLUSÃO. O GABARITO A SER ENVIADO PARA PUBLICAÇÃO NÃO PRECISA SER ASSINADO. DO CPP). PINTOR. SERVIDOR: ANDRÉ ALVES. • Provimento nº 14/08-CGJ. RÍSTICOS QUE CONSTEM DOS PROCESSOS (ART. em cada Cartório. 645 – Ultimada a alienação judicial.382/06). 2.Nas cartas de adjudicação. alienação e nº 11. V. ou quem suas vezes fizer. verificará quanto à existência de outras § 1º – A carta deverá determinar expressamente o penhoras. 642 . AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA. isentando o réu do pagamento das custas). PARA APELAR. a perfeita identificação destes. SEM DIREITO DE RECORRER EM LIBERDADE. conforme te tenha tido a oportunidade para se habilitar na estatuído nos arts. PRAZO: 05 DIAS. após a certeza de que o credor concorren. do sistema de publicação objeto deste ato normativo. de ofício ou provocado. 2. REGIME ABERTO. impondo ao réu o pagamento das custas). EDITAL DE INTIMAÇÃO DE SENTENÇA DE: MIGUEL SILVA COMARCA/VARA: 1ª CRIMINAL DE CAXIAS DO SUL/RS. AÇÃO. 365. AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA. ETC. ASSIM. o juiz da E DO CANCELAMENTO DA PENHORA Art.Consolidação Normativa Judicial 150 VARA/COMARCA: 1ª CRIMINAL DE NOVO HAMBURGO/RS. o cução. atentando às preleções de direito Normativa Notarial e Registral desta Corregedoria (justificativa: atualizado pelas disposições da Lei nº material e de direito processual. POR INCURSO NAS SANÇÕES DO ART.tro de contribuintes da Receita Federal dos interesgistrada.” a certidão positiva ou negativa expedida pelo Regis. REGIME SEMI-ABERTO. que deverá ser verificado através de certidões ex. RÉU: ACIMA NOMINADO. 642 – Art. SE UTILIZADA MÁQUINA ELÉTRICA). APÓS O TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL. JUÍZA DE DIREITO. ESCRIVÃO. SUBSEÇÃO II – DA CARTA DE ARREMATAÇÃO Art. CLÁUDIO BELTRANI. EDITAL DE INTIMAÇÃO DE SENTENÇA DE: JOÃO TAVARES Corregedoria-Geral da Justiça . PRAZO DO EDITAL: 90 DIAS. • Provimento nº 32/09-CGJ. COMPOSTO DO TÍTULO (EX.sados.Trabalhando pela sua conquista. COMARCA/VARA. JOSÉ DA SILVA E S/M ANA DA SILVA). AÇÃO: PENAL PÚBLICA. CAPUT. OPERÁRIO. OBJETO: CIENTIFICAR O RÉU DE QUE FOI CONDENADO A UMA PENA DE 01 ANO E 06 MESES DE DETENÇÃO. CARMEM DE ASSIS. 686. DO CP. AÇÃO: PENAL PÚBLICA. NO VALOR UNITÁRIO DE 1/30 DO SM VIGENTE AO TEMPO DO FATO. MAIS 30 DIAS-MULTA. com a orientação e supervisão do respectivo Juiz. ressalvado o disposto no § 3º do artigo 455pedidas pelo Registro de Imóveis competente. E CUSTAS. antes de proceder à venda judicial execução fará expedir a respectiva carta. APÓS O TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL. BEM COMO OS ITENS DO CORPO DO EDITAL (EX. com sursis.§ 2º – O cancelamento dar-se-á em forma de averbação. além do número do • Provimento nº 14/08-CGJ. arrematação deverá constar. RÉU: ACIMA NOMINADO. 644 – Havendo mais de um credor concorrendo 11382/06 e CNNR-CGJ). recurso ou caso pendente sobre os cancelamento da penhora que originou aquela exebens a serem arrematados (art. Art. Edital de Intimação de Sentença (Pena privativa de liberdade inferior a 01 ano. na disputa do preço. 643 – O Juiz somente autorizará o levantamen. SEPARAR O CABEÇALHO DO CORPO DO EDITAL COM ESPAÇO DUPLO. 711 do CPC). DO CP. SERÃO GRAFADOS EM LETRAS MAIÚSCULAS (TAMBÉM EM NEGRITO. 645 e §§). SERVIDOR: LEONARDO PASTRO. o Juiz. Art. JUIZ DE DIREITO: DR.Nas cartas de adjudicação. CAPUT. 7º alienação e arrematação se transcreverá na íntegra do Provimento nº 38/07-CGJ). AINDA NO CABEÇALHO. no caso de existir outra penhora re. deverá instaurar concurso de preferência nos terDas alienações judiciais: arts.). Art. Edital de Intimação de Sentença (Pena Privativa de Liberdade por tempo igual ou superior a 01 ano. DRA. POR INCURSO NAS SANÇÕES DO ART. Nº 1.3. EM LUGAR NÃO SABIDO. EDITAL DE CITAÇÃO DE:) E DO NOME DAS PESSOAS A SEREM CITADAS OU INTIMADAS (EX. OBSERVAÇÕES GERAIS: SEGUIR A DISPOSIÇÃO GRÁFICA DOS MODELOS. do CPC). fará a implantação. NÃO DATILOGRAFAR O NOME DAS PESSOAS A SEREM CITADAS OU INTIMADAS NA MESMA LINHA DO TÍTULO. O CABEÇALHO. 641 – O Juiz. 384 e 385 da Consolidação disputa do preço. EM LUGAR NÃO SABIDO.

1. SERVIDOR: ARLINDO FRAGA. 361 do CPP). CONTADOS DO COMPARECIMENTO. MATRÍCULA Nº 33. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. 01 TERRENO URBANO. JUIZ DE DIREITO: DR. EDITAIS CRIMINAIS 2. LOTE Nº 26. DA LEI N° 11343 DE 2006 E ART. ARISTÓTELES VIEIRA. Q. PROCESSO Nº 00000000.9. JUIZ DE DIREITO: DR. USADO. PRAZO: 15 DIAS. 01 TERRENO URBANO. SERVIDOR: PAULO TARSO. 232. NO PRAZO DE 10 (DEZ) DIAS.862. 20. MATRÍCULA Nº 33.600/92. MATRÍCULA Nº 33. Nº 2. PINTOR.862. A REDAÇÃO DO OBJETO DO EDITAL PODERÁ SER A SEGUINTE: VENDA.000. ÀS 10H. EM JUÍZO. ÀS 10H. SERVIDOR: ARLINDO AMARAL. EDITAL DE CITAÇÃO DE: JOÃO TAVARES VARA/COMARCA: 1ª CRIMINAL DE NOVO HAMBURGO. LOTE Nº 25. RESPECTIVAMENTE. 20. AVALIADOS. PRAZO DO EDITAL: 15 DIAS.864. AUTOR: JOÃO DA SILVA. 155 DO DECRETO LEI N° 2848 DE 1940. RESIDENCIAL. PARA CONTESTAR. ATUALMENTE EM LUGAR INCERTO E NÃO SABIDO. Nº 2. de 20 dias. COMUNICAÇÃO: SE NÃO HOUVER LANÇO SUPERIOR AO VALOR DA AVALIAÇÃO. PRAZO: 15 DIAS. FICA POR ESTE INTIMADO.000.000.000. 140. EDITAL DE 1º E 2º LEILÃO E INTIMAÇÃO DE: ANTONIO AZEVEDO VARA/COMARCA: TAPERA – VARA ÚNICA. 20. TURUBI E ARLINDO MONTE. NESTA CIDADE. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. Nº 3451. OBJETO: DECRETAÇÃO DA SEPARAÇÃO DO CASAL. INADMITIDO PREÇO VIL. 1. EDITAL DE CITAÇÃO DE: AMÉLIA DA SILVA VARA/COMARCA: SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ – 1ª VARA. CÍCERO COSTA. 232. com prazo (fixado pelo Juiz). 01 TERRENO URBANO. Q.8. DEVERÃO SER INDICADOS OS SEUS SINAIS CARACTE- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 47 .866. E UM APARELHO DE SOM 3X1. 01 TERRENO URBANO. DOS SEGUINTES BENS: DIREITOS E AÇÕES SOBRE O TERMINAL TELEFÔNICO LOCAL Nº 488-1326. BEM COMO ACOMPANHAR TODOS OS TERMOS DO PROCESSO ACIMA REFERIDO. 20. EM PRAÇA ÚNICA. LOTE Nº 22. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. EM CR$ 6. 01 TERRENO URBANO. AÇÃO: SEPARAÇÃO LITIGIOSA. Edital de Citação em Separação Litigiosa. Q.320/91. NA RUA FLORES DA CUNHA. INCURSO NAS SANÇÕES DO(S) ART. DO ACUSADO OU DE DEFENSOR CONSTITUÍDO. NO DIA 26-11-92. OS BENS SERÃO LEVADOS A 2º LEILÃO EM 31-11-92. AÇÃO: DIVÓRCIO LITIGIOSO. RICHARD STRAUSS. EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO. LOTE Nº 20. 1. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART.50M2 CADA UM. RÉ: ACIMA NOMINADA. de 20 dias. 2. OBJETO: VENDA. NO EDIFÍCIO DO FÓRUM. 7 DE MAIO DE 2009. A SEREM ATUALIZADOS QUANDO DA HASTA PÚBLICA.7. MATRÍCULA Nº 33. AÇÃO: EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. POR ESCRITO. COM A ÁREA DE 300. PARA CONTESTAR. ÀS 14H. NOVO HAMBURGO.860. DO CPC).00. Q. A QUEM MAIS DER. OBJETO: CITAÇÃO DO(A)(S) RÉU(RÉ)(S) LEODIR RODRIGUES DA COSTA. LOTE Nº 18. “PHILCO”. AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA.864. MAURO PRESTES JÚNIOR.865. AUTOR: ANTONIO DA SILVA. MATRÍCULA Nº 33. ÔNUS: NADA CONSTA. SITUADOS NA PRAIA TUPINAMBÁ. NESTE MUNICÍPIO. OBJETO: DECRETAÇÃO DO DIVÓRCIO DO CASAL. IV. LOTE Nº 24.861. NATUREZA DA AÇÃO: CRIMES DE FURTO. O QUAL SE ENCONTRA NA RESIDÊNCIA DE JOÃO AIRES.1. JUIZ DE DIREITO: DR. NOTA: NÃO SENDO O RÉU CONHECIDO. MATRÍCULA Nº 33. MATRÍCULA Nº 33.Trabalhando pela sua conquista. 20. 69 DO DECRETO LEI N° 2848 DE 1940. Q.00 E 2. LOTE Nº 21. PARA RESPONDER A ACUSAÇÃO. OFICIAL AJUDANTE. INTIMAÇÃO: O DEVEDOR. MATRÍCULA Nº 33. com prazo (fixado pelo Juiz). 01 TERRENO URBANO. Q. ESCRIVÃO. RÉU:JOÃO TAVARES. EM LUGAR NÃO SABIDO. Edital de Citação em Ação de Divórcio. ARISTÓTELES NOGUEIRA. 20. 20. JUIZ DE DIREITO: DR. NOTA: SENDO VÁRIOS OS IMÓVEIS A SEREM PRACEADOS. Q. LOTE Nº 19. EM LUGAR NÃO SABIDO. DO CPC). RÉU: ACIMA INDICADO. RÉ: ACIMA NOMINADA. EM 1º LEILÃO. ESCRIVÃO. QUARTEIRÃO FORMADOS PELA RUAS SOUZA LOBO. Edital de Citação Criminal (réu não-encontrado – art. Q. Q. ASSIM INDIVIDUADOS: 01 TERRENO URBANO. 20. MATRÍCULA Nº 33. SERVIDOR: ERNESTO DE PAULA. EDITAL DE CITAÇÃO DE: ANA DA SILVA VARA/COMARCA: TAPERA – VARA ÚNICA. 01 TERRENO URBANO. EM LUGAR NÃO SABIDO.863. IV. 01 TERRENO URBANO. NO DIA 16-11-92. DE 08 TERRENOS. Edital de Leilão em Processo de Execução. LOTE Nº 23. 20. AUTOR: JOÃO DA SILVA. CASO NÃO ENCONTRADO PELO OFICIAL DE JUSTIÇA PARA CIENTIFICAÇÃO PESSOAL.

Edital de Citação em Processo de Execução de título extrajudicial com prazo (fixado pelo Juiz) de 30 dias. de 20 dias. IMÓVEL: UM APTO. SITUADO À RUA JOAQUIM NABUCO. PROCESSO Nº 00000000 . QUE DEVERÁ SER DEVIDAMENTE ATUALIZADO. AUTOR: ATAÍDE MEDEIROS. EDITAL DE INTIMAÇÃO DE PENHORA DE: ROBERTO SILVA e s/m ANA DA SILVA VARA/COMARCA: 2ª CÍVEL – REGIONAL DA TRISTEZA – PORTO ALEGRE. PENA DE SE PRESUMIREM VERDADEIROS OS FATOS ALEGADOS PELO AUTOR. INCLUSIVE AS CUSTAS JUDICIAIS E A VERBA HONORÁRIA ESTIPULADA. EM NÃO O FAZENDO.000. FICAM POR ESTE INTIMADOS.74 M2. OFICIAL AJUDANTE. COM A ÁREA DE 500M2. CIENTE DE QUE NO PRAZO DE EMBARGOS. • Provimento nº 32/09-CGJ. PRAZO DO EDITAL: 30 DIAS. DE IMÓVEIS DA 3ª ZONA DA CAPITAL. EM PRAÇA ÚNICA. ESCRIVÃO. RÉUS: ACIMA NOMINADOS OBJETO: VENDA. BAIRRO CRISTAL. EXECUTADO: PAULO DE PAULO.700. PODERÁ OFERECER EMBARGOS À EXECUÇÃO. (AS) ESCRIVÃO (NOME)E JUIZ DE DIREITO (NOME). AVALIADO EM CR$ 500. SERÃO REDUZIDOS PELA METADE. 232. PARA CONTESTAR. A PARTIR DA EXPIRAÇÃO DO PRAZO DO EDITAL (ART. Nº 01189610411. COM ÁREA TOTAL DE 73. CIC Nº 000000000 E RG Nº 00000000(SE HOUVER). AÇÃO: EXECUÇÃO FISCAL. 1.5. NO MÍNIMO. E DEMAIS COMINAÇÕES LEGAIS.400. BL. OBJETO: A CITAÇÃO DO EXECUTADO ACIMA REFERIDO. HÉLIO CARVALHO. JUIZ DE DIREITO: DR. com prazo (fixado pelo Juiz). 30% DO VALOR EXEQÜENDO. RECONHECENDO O CITANDO O CRÉDITO DO EXEQÜENTE E COMPROVANDO O DEPÓSITO DE. ANTONIO KRAUSS. MASSOT Nº 400. MATRÍCULA Nº 4. BAIRRO SANTA FÉ. OBJETO: INTIMAÇÃO DA PENHORA SOBRE O IMÓVEL A SEGUIR DESCRITO BEM COMO DA CONDIÇÃO DE FIEL DEPOSITÁRIO E DE QUE NÃO PODERÁ DESFAZER-SE DO MESMO SEM ORDENS EXPRESSAS DO JUÍZO. NESTA CIDADE. ACRESCIDAS DE CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS LEGAIS DE 1% AO MÊS. SOB AS PENAS DO § 3º DO ARTIGO 666 DO CPC. PARA EMBARGAR A EXECUÇÃO. PRAZO DO EDITAL: PRAZO DE TRINTA DIAS. AS.4. DO OFÍCIO DOS REGISTROS PÚBLICOS LOCAL. DO IMÓVEL PENHORADO. SITUADO À RUA CEL. DO REG. MARCOS COIMBRA. FICANDO INFORMADO DE QUE HAVENDO O PAGAMENTO INTEGRAL NO TRÍDUO. EFETUE O PAGAMENTO DO DÉBITO NO VALOR DE R$ 50.EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. NO ÁTRIO DO FÓRUM LOCAL.Trabalhando pela sua conquista. IV. ÔNUS: NADA CONSTA. PRAZO: 10 DIAS. 1. E INTIMAÇÃO DE: JOÃO DA SILVA e s/m ANA DA SILVA VARA/COMARCA: 1ª VARA DA COMARCA DE CACHOEIRINHA/RS. EDITAL DE CITAÇÃO DE: JOSÉ DA SILVA VARA/COMARCA: 3ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE PORTO ALEGRE-RS. PARA QUE NO PRAZO LEGAL DE TRÊS DIAS. CASO NÃO ENCONTRADOS PELO SR. PODERÁ O EXECUTADO REQUERER SEJA ADMITIDO A PAGAR O SALDO RESTANTE EM ATÉ SEIS PARCELAS MENSAIS. CONTADOS A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL. JUIZ DE DIREITO: DR. PENA DE ESTA PROSSEGUIR A REVELIA DA PARTE DEVEDORA. ESCRIVÃO. ÀS 14 H. QUERENDO.00. NO PRAZO LEGAL DE QUINZE DIAS. MATRÍCULA Nº 13. INTIMAÇÃO: OS DEVEDORES. SERVIDOR: HÉLIO CRUZ. OFICIAL DE JUSTIÇA PARA CIENTIFICAÇÃO PESSOAL. SOB PENA. AÇÃO: EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. EM LUGAR NÃO SABIDO. EDITAL DE PRAÇA ÚNICA. RÉUS: ACIMA NOMINADOS. SERVIDOR: JOÃO CUNHA. Edital de Intimação de Penhora. DO CPC). NO DIA 16-11-92. COM ATUALIZAÇÃO POR OCASIÃO DA PRAÇA. PORTO ALEGRE. EXEQÜENTE: ANTONIO DA SILVA. INDEPENDENTEMENTE DE SEGURO O JUÍZO PELA PENHORA.009.00. B. IMÓVEL: UM TERRENO URBANO. SERVIDOR: CARLOS PRADO. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. JUIZ DE DIREITO: DR. Edital de Praça Única e Intimação em Execução Fiscal.000. AUTOR: ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.6. 1. 46 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 03 DE SETEMBRO DE 2. FICA AINDA. SEREM-LHES PENHORADOS TANTOS BENS QUANTOS BASTEM PARA GARANTIR A EXECUÇÃO. OS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS FIXADOS EM 20% DO VALOR EXEQÜENDO. DE FRENTE PARA O PRÉDIO Nº 59. EM DATA DE 01/1/2008. • Provimento nº 32/09-CGJ. DA MESMA RUA CITADA. Nº 5360/90.

PENA DE SE PRESUMIREM VERDADEIROS OS FATOS ALEGADOS PELO AUTOR. AO LESTE. OBJETO: ASSINAR A ESCRITURA DE UM TERRENO MEDINDO 11M DE FRENTE POR 99M DE FRENTE AO FUNDO. QUARTEIRÃO FORMADO PELAS RUAS GETÚLIO VARGAS. ONDE MEDE 15M COM O LOTE Nº 03. SERVIDOR: LUIZ ALMEIDA. ONDE MEDE 10M COM LOTE Nº 05. ONDE FAZ FRENTE E MEDE 10M. RÉU: ACIMA NOMINADO. PENA DE ADJUDICAÇÃO COMPULSÓRIA. FINALIDADE: CITAÇÃO DOS TERCEIROS INTERESSADOS AUSENTES. AUTOR: JOÃO DA SILVA E S/M NOEMIA DA SILVA. AMBOS EM LUGAR NÃO SABIDO. Nº 011911124328. PROF. com prazo (fixado pelo Juiz) de 20 dias. PARA CONTESTAR. AUTOR: JOÃO DA SILVA. 1. EDITAL DE CITAÇÃO DE: EDIVALDO DA CUNHA e s/m EVA DA CUNHA VARA/COMARCA: 3ª VARA CÍVEL DE PORTO ALEGRE – RS.3. PRAZO: 15 (QUINZE) DIAS. Edital de Citação em Ação Revisional de Aluguel. SERVIDOR: EVA ALVES. PRAZO: QUINZE DIAS. SITUADO NA AV. EM LUGAR NÃO SABIDO. OBJETO: DECLARAÇÃO DE DOMÍNIO SOBRE O IMÓVEL A SEGUIR DESCRITO. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. QUERENDO. AO SUL. OBJETO: ELEVAÇÃO DO LOCATIVO MENSAL. EDITAL DE CITAÇÃO DE: INTERESSADOS AUSENTES. AUTOR: JOÃO SILVA. Nº 19400223. DO CPC).00. RÉUS: ACIMA NOMINADOS. EDITAIS CÍVEIS 1.Trabalhando pela sua conquista. NOTA 1: SE HOUVER RÉUS CERTOS (CONFRONTANTES OU PESSOA EM CUJO NOME ESTÁ TRANSCRITO O IMÓVEL). ARTUR PEREIRA. PARA CONTESTAR. PARA CR$ 2. ANITA GARIBALDI. fixado pelo Juiz. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. 232. DEVEM SER INCLUÍDOS NO MESMO EDITAL. A OESTE. de 20 dias. MODELO ÚNICO DE EDITAL 1. 1.100 DO REGISTRO DE IMÓVEIS DA 2ª ZONA DA CAPITAL. Provimento nº 32/09-CGJ. VARA/COMARCA: 2ª VARA CÍVEL DE NOVO HAMBURGO/RS. PRAZO: 15 DI- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 45 . IV. AÇÃO: USUCAPIÃO. NESTA CIDADE. DE 150M2. DE TADEU ARRUDA E. Edital de Citação em Ação de Usucapião. AMBOS EM LUGAR NÃO SABIDO.000. DE ANTONIO MARQUES.000. OSCAR PEREIRA Nº 180. E QUE. ONDE MEDE 15M COM LOTE Nº 08. DE JOÃO DE BARROS. IV. REDIGIR DA SEGUINTE FORMA O ITEM “RÉUS”: TEODORO CASTRO E S/M OMILDA DE CASTRO. EDITAL DE CITAÇÃO DE: ANTONIO SOUZA. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. OFICIAL AJUDANTE. COM AS SEGUINTES MEDIDAS E CONFRONTAÇÕES: AO NORTE. E INTERESSADOS AUSENTES. com prazo.2. JUIZ DE DIREITO: DR. AFONSO PENA E JÚLIO DE CASTILHOS. AÇÃO: ADJUDICAÇÃO. DO CPC). SOB PENA DE SEREM ACEITOS COMO VERDADEIROS OS FATOS ALEGADOS NA INICIAL (ARTIGO 285 IN FINE DO CPC). SITUADO NO BAIRRO RUBEM BERTA. EM LUGAR NÃO SABIDO. EM 30 DIAS. AÇÃO: REVISÃO DE ALUGUEL. JUIZ DE DIREITO: ALEXANDRE VIEIRA. Edital de Citação em Ação de Adjudicação. 232. ESCRIVÃO. RÉUS: ACIMA NOMINADOS. Nº 4312/90. COM A RUA GETÚLIO VARGAS. INCERTOS E DESCONHECIDOS. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS.1. MATRÍCULA Nº 18. INCERTOS E DESCONHECIDOS VARA/COMARCA: 3ª VARA CÍVEL DE NOVO HAMBURGO/RS. INCERTOS E DESCONHECIDOS DOS TERMOS DA PRESENTE AÇÃO. PORTANTO. (réus ausentes incertos e desconhecidos). IMÓVEL: UM TERRENO URBANO. com prazo (fixado pelo Juiz) de 20 dias.

o edital de citação deverá indicar o nome do juiz que a determinar. 396 do CPP). 793-B desta Consolidação. o Oficial de Justiça o penhorará. deverá constar ainda a sua motivação (art. na forma do art. se bem 44 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . réu. restringe-se a dar conhecimento a terceiros da praça e leilão.Não requerida a adjudicação e não realizada a alienação particular do bem penhorado. se bem móvel. incluindo os benefícios da assistência judiciária gratuita. § 1º – Não será reconhecida a nulidade do edital de praça e leilão elaborado e feito publicar pelo leiloeiro (art.Em caso de Assistência Judiciária o edital será publicado somente uma vez no Diário da Justiça. Nesse caso. 232/05). recurso ou causa pendente sobre os bens a serem arrematados. 232. esteja ou não em poder do devedor. do CPC. nota promissória. o prazo para resposta e eventual cominação (ações cominatórias). 285. daquela será intimado o marido. Enquanto não ocorrer a hipótese prevista no item seguinte.Quando o valor dos bens penhorados não exceder 60 (sessenta) vezes o valor do salário mínimo vigente na data da avaliação. Parágrafo único – a imposição de penhora ou qualquer outro ônus sobre os créditos constantes de requisição de pagamento-precatório deverá ser comunicada ao Serviço de Processamento de Precatórios do TJRS. Art. tratando-se de imóvel. destacando-se o benefício da gratuidade do mesmo. V . § 3º . IV. submeterá o edital ao juiz para apreciação e posterior remessa ao Departamento de Artes Gráficas para publicação. a finalidade da citação. 631 a 637 SEÇÃO VIII . o preço da arrematação não será inferior ao da avaliação (parágrafo incluído pelas disposições da Lei nº 11. bem como sua residência e profissão. cuja eficácia. § 2º – Em caso de citação. 632 – Na área cível. 686 do CPC. envolvendo o cível e o crime. Provimento nº 30/92 e Ofício-Circular nº 79/92. seguirse-á.O lugar onde estiverem os móveis. o Juiz de Direito e demais dados fundamentais que permitam noticiar aos interessados a finalidade da publicação. imóvel. 692). VI . § 4º . 686 do CPC o que segue: I .DOS EDITAIS • Resolução nº 57/92-CGJ. e. indicando. considerar-se-á feita a penhora pela intimação: I – ao terceiro devedor. segunda parte. os autos do processo em que foram penhorados. que. a situação e divisas. Art.Menção da existência de ônus. sempre que possível. seu objeto. • Provimento nº 14/09-CGJ (acrescenta parágrafo único). I. com suas características e. § 3º . Provimento nº 32/09CGJ. sem prejuízo de supressão ou acréscimo necessários à adaptação ao caso concreto. III . conforme modelos a seguir: Dos editais: arts. II – ao credor do terceiro para que não pratique ato de disposição do crédito. ou. • Provimento nº 14/08-CGJ (altera o § 3º). duplicata. 633 – No crime. Art. veículos e semoventes. será dispensada a publicação de editais. a fim de se efetivar nos bens que forem adjudicados ou vierem a caber ao devedor. 705 do CPC). 232. com as adaptações (inclusive nos itens) que cada caso exigir para atender aos requisitos legais. com remissão à matrícula e aos registros. § 1º – O edital deverá conter sua denominação. cheque ou outros títulos far-se-á pela apreensão do documento. a sua alienação pelo maior lanço (art. adotarão o modelo único. 365 e art. Art. do mesmo Código. abrangerá os atos de citação. se constarem do processo. 631 – Fica instituído o “modelo único” de edital para a publicação dos atos judiciais do Poder Judiciário Estadual. com a observância dos requisitos previstos no art. nesse caso.O dia e a hora de realização da praça. nos termos do art. Art. se não for conhecido. II . bem como advertência do art.O valor do bem. intimação e hasta pública. autor. em dia e hora que forem desde logo designados entre os dez e os vinte dias seguintes. ou o local.Trabalhando pela sua conquista. para que não pague ao seu credor. § 2º – Quando a penhora recair em crédito do devedor. Art. § 2º – Para que o edital de praça ou leilão tenha eficácia intimatória do devedor – na hipótese de não ser este localizado para intimação pessoal –. se o bem não alcançar lanço superior à importância da avaliação. Art. nessa hipótese. 635 – Todo edital será elaborado no cartório respectivo em meio eletrônico e encaminhado ao Departamento de Artes Gráficas na forma estabelecida no art. averbar-se-á no rosto dos autos a penhora que recair nele e na ação que lhe corresponder. Art. é mister que seja consignado esta circunstância no corpo do edital.A comunicação de que. do CPC). o tipo de ação. que poderá envolver vários bens. 634 – Os editais. o juízo e o prazo para responder a acusação. o nome do réu. será expedido o edital de hasta pública. podendo sua elaboração dar-se a cargo do leiloeiro. V. identificação da Vara e Comarca. dia e hora de realização do leilão. 636 – Os editais não modelados especificamente seguirão o modelo único. • Provimento nº 14/08-CGJ. sendo direito e ação. § 1º – Quando a penhora recair em bens reservados da mulher. • Provimento nº 32/09-CGJ. bem assim o prazo do edital (art. os seus sinais característicos. 616 – A penhora de crédito representado por letra de câmbio. 617 – Quando o direito estiver sendo pleiteado em juízo. • Provimento nº 04/02-CGJ.A descrição do bem penhorado.

independentemente de onde se localizem. a fim de obstar a penhora dos bens. a fim de auxiliar os Oficiais de Justiça na penhora dos bens e na prisão de quem resistir à ordem. o Oficial de Justiça penhorar-lhe-á tantos bens quantos bastem para o pagamento do principal. Parágrafo único – Considerar-se-á feita a penhora mediante a apreensão e o depósito dos bens lavrando-se um só auto. • Provimento nº 14/08-CGJ. custas e honorários advocatícios e procederá. III – a descrição dos bens penhorados. Art. providenciar. Art. a ordem do art. Art. a quem entregarão o preso. o Juiz requisitará força policial. móveis e gavetas.232/05).232/05). 655 do CPC I – dinheiro: (parágrafo renumerado e atualizado pelas disposições da Lei nº 11.Trabalhando pela sua conquista. se as diligências forem concluídas no mesmo dia. Art. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 43 . ano e lugar em que foi feita. presentes à diligência. o Oficial de Justiça comunicará o fato ao Juiz. quando evidente que o produto da execução dos bens encontrados será totalmente absorvido pelo pagamento das custas da execução. Provimento nº 14/08CGJ). mediante a apresentação de certidão de inteiro teor do ato. o auto de resistência. II – os nomes do credor e do devedor. preferencialmente por meio eletrônico. 611 – Do auto de resistência constará o rol de testemunhas com a sua qualificação. descrevendo a origem da dívida. a penhora. entregando uma via ao Escrivão do processo para ser juntada aos autos e a outra à autoridade policial. independentemente de mandado judicial. 608 – Deferido o pedido mencionado no item antecedente. a respectiva averbação no ofício imobiliário. § 2º . informações sobre a existência de ativos em nome do executado. Parágrafo único – Compete ao credor. à avaliação. indicar-lhes as transcrições aquisitivas. a penhora de imóveis. identificar o devedor e qualificá-lo. podendo no mesmo ato determinar sua indisponibilidade. com os seus característicos. • Provimento nº 14/08-CGJ. 610 – Os Oficiais de Justiça lavrarão. particularizar-lhes o estado e o lugar em que se encontram. indicando o número de cabeças e o imóvel em que se acham. caso em que a precederá requisição do Juiz ao respectivo chefe. o Oficial descreverá na certidão os que guarnecem a residência ou o estabelecimento do devedor. cabendo ao exeqüente. para presunção absoluta de conhecimento por terceiros. solicitando-lhe ordem de arrombamento. do que será intimado o executado. será também intimado o cônjuge do devedor. situá-los e mencionar as divisas e confrontações. convertendo-se o arresto em penhora em caso de não-pagamento. Na descrição dos bens penhorados. preferencialmente. especificá-los. pessoalmente ou na pessoa de seu advogado.Para possibilitar a penhora de dinheiro em depósito ou aplicação financeira. 612 – Havendo mais de uma penhora. • Provimento nº 14/08-CGJ. requisitará à autoridade supervisora do sistema bancário. 232/05). lavrando o respectivo auto e oferecendo. 614 – REVOGADO. Findo o prazo do edital. De tais atos intimará.A penhora de bens imóveis realizar-se-á mediante auto ou termo de penhora. § 1º – Na execução de crédito pignoratício ou hipotecário. 607 – Se o devedor fechar as portas da casa. 02 (dois) Oficiais de Justiça cumprirão o mandado. o Juiz. 615 – Recaindo a penhora em bens imóveis. Art. ao efetuar a penhora. do. • Provimento nº 14/08-CGJ (parágrafo acrescentado para atualização de procedimento às disposições normativas previstas na Lei nº 11. III – quanto aos semoventes. IV – quanto aos créditos. Art. o título que a representa e a data do vencimento. a requerimento do exeqüente. Art. onde presumirem que se achem os bens e lavrando de tudo auto circunstanciado que será assinado por 02 (duas) testemunhas. lavrar-seá para cada qual um auto. § 1º – Incumbe ao Oficial de Justiça.232/05). estimativa do valor aos bens penhorados. § 3º – No caso do parágrafo anterior e quando não encontrar quaisquer bens penhoráveis.232/05). terá o devedor o prazo a que se refere o art. Art. § 2º – Feita a penhora. 601.Nos casos em que apresentada certidão da respectiva matrícula. cumpre ao Oficial de Justiça: I – quanto aos bens imóveis. independentemente de nomeação. ainda que em repartição pública. de imediato. IV – a nomeação do depositário dos bens. em duplicata. dentro de 10 (dez) dias. 606 – Se o executado não pagar no prazo de 03 (três) dias. • Ofício-Circular nº 66/92-CGJ. § 2º – Não se levará a efeito a penhora. § 1º – Efetuar-se-á a penhora onde quer que se encontrem os bens. requerer a citação por edital do devedor. o Oficial de Justiça intimará o devedor para embargar a execução no prazo de 10 (dez) dias. Art. Art. contados da data em que foi intimado do arresto. desde logo. § 4º . § 5º . e por este ato constituído depositário (parágrafos atualizados e criados pelas disposições da Lei nº 11. 609 – Sempre que necessário. certificará o ocorrido. sem prejuízo da imediata intimação do executado. • Provimento nº 14/08-CGJ. será realizada por termo nos autos. na mesma oportunidade. 613 – O auto de penhora conterá: I – a indicação do dia. observar. até o valor indicado na execução (parágrafo acrescentado para atualização de procedimento às disposições normativas previstas na Lei nº 11. arrombando portas. II – quanto aos móveis. o executado (atualizado pelas disposições da Lei nº 11. juros. mês. recairá sobre a coisa dada em garantia.

• Provimento nº 14/08-CGJ.232/05). 226. II – portando por fé se recebeu ou recusou a contrafé. Art. datando e assinando a certidão. a indicação dos bens a serem penhorados. não encontrando o devedor. 600 – Os atos de comunicação serão cumpridos por Oficial de Justiça quando: I – o Juiz determinar de ofício ou a requerimento da parte interessada. 591 – Incumbe ao Oficial de Justiça procurar o réu e. 596 – Não dispondo a lei de outro modo. ao fazer a entrega. nas ações de alimentos. 227 e 228. arrestar-lhe-á tantos bens quantos bastem para garantir a execução. § 1º – A intimação será feita pelo correio na forma dos arts. 604 – O Oficial de Justiça. Art. o Oficial de Justiça. SEÇÃO III . 603 – REVOGADO. a qualquer vizinho. Parágrafo único – O mandado poderá ser em breve relatório. • CPC. nos seguintes casos: I – nas ações de estado. diretamente pelo Escrivão ou chefe de secretaria. arts. • Provimento nº 14/08-CGJ. § 1º – Se o citando não estiver presente. bem como. SEÇÃO IV . § 2º – Da certidão da ocorrência. o Oficial de Justiça procurará informar-se sobre as razões da ausência. III – obtendo a nota de ciente. que intimou a pessoa.Consolidação Normativa Judicial 140 I – lendo-lhe o mandado e entregando-lhe a contrafé. o Oficial de Justiça poderá efetuar citações ou intimações em qualquer delas. § 2º – Nas Comarcas contíguas. aos seus representantes legais e aos advogados pelo correio. 239. 592 – Quando. na forma do art. independentemente de novo despacho. no prazo de 03 (três) dias. a fim de realizar a diligência. as intimações serão feitas às partes. farão parte integrante do mandado. o Oficial de Justiça deixará contrafé com pessoa da família ou com qualquer vizinho. Parágrafo único – A carta será registrada para entrega ao destinatário. Corregedoria-Geral da Justiça . V – a citação for anulada. dando-lhe de tudo ciência. Se não localizar o devedor. de fácil comunicação. parágrafo único. ou. do CPC). e nas que se situem na mesma região metropolitana. o Oficial certificará cumpridamente as diligências realizadas para encontrá-lo. da Lei nº 5. no mandado ou na petição.DAS INTIMAÇÕES CÍVEIS Art. quando for o caso. 602 – REVOGADO. intimar a qualquer pessoa da família ou. Parágrafo único – As citações. 595 – Os endereços das partes a serem citadas ou intimadas deverão constar da forma mais completa possível. no dia imediato. não sendo o caso de devolução apenas do prazo para resposta. tantas cópias desta quantos forem os réus. Sendo o réu pessoa jurídica. 594 – Feita a citação com hora certa. através de mandado. 227 e 228. não o encontran- 42 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . em sua falta. Art. 229. depois de conferidas com o original. • Ofício-Circular nº 118/97-CGJ. III – quando for ré pessoa de direito público. • CPC. Art. Art. Art. Art. efetuar o pagamento da dívida (atualizado pelas disposições da Lei nº 11. comparecerá ao domicílio ou residência do citando. voltará. SEÇÃO V . será válida a entrega a pessoa com poderes de gerência geral ou de administração (art. Art. Art. Art. IV – a testemunha não comparecer ao ato para o qual foi intimada.DA COMUNICAÇÃO VIA POSTAL Art. citá-lo: • CPC. 597 – O Escrivão ou o Oficial de Justiça portará por fé. 223.DA PENHORA • CPC. havendo suspeita de ocultação. 5º. 593 – No dia e hora designados. 605 – Nos 10 (dez) dias seguintes à efetivação do arresto. II – quando for ré pessoa incapaz. que assine o recibo. conforme o caso. 598 – Os atos de comunicação processual serão feitos pelo correio. que o subscreve por ordem do Juiz. o Escrivão enviará ao réu carta. 601 – O executado será citado para.478/68. com a petição inicial. 598 e seguintes. deverá. O Oficial de Justiça certificará no mandado a hora da citação. • CPC. • CPC. isentas de taxas. caso em que as cópias. o Oficial de Justiça procurará o devedor 03 (três) vezes em dias distintos. Art. Art. declarando-lhe o nome. • Ofícios-Circulares nºs 71/92-CGJ e 115/97-CGJ. dando por feita a citação. art. • Provimento nº 14/08-CGJ. arts. telegrama ou radiograma. art. II – o destinatário não tiver endereço certo ou seu domicílio não seja atendido por serviço postal. art. arts. ou certificando que o réu não a apôs no mandado. 599 – A citação será feita por Oficial de Justiça. § 3º – A comunicação de atos processuais entre Comarcas integradas não autoriza a condução coercitiva de testemunha que eventualmente desatenda ao chamamento judicial. III – a correspondência for devolvida por impossibilidade de entrega ao destinatário. V – tratar-se de carta de ordem ou de carta precatória. exigindo-lhe o carteiro. Art. onde o encontrar. continuarão a ser feitas via postal. se presente em Cartório. 652 e ss. § 2º. ainda que o réu se tenha ocultado em outra Comarca. nos autos. IV – nos processos de execução. desde que seu destinatário tenha endereço certo e sua residência seja atendida por serviço de entrega domiciliar da EBCT. a fim de efetuar a citação na hora que designar. por três vezes o Oficial de Justiça houver procurado o réu em seu domicílio ou residência sem o encontrar. dando-lhes ciência de que.Trabalhando pela sua conquista. quando o autor entregar em Cartório.

quando se verificar que o réu é demente ou está impossibilitado de recebê-la. Art. hora e lugar de comparecimento. restringindo-as. III – a cominação. • CPC. 577 – Fica autorizado o fornecimento de informações aos jornais quanto aos processos de falência ou concordata. Art. • CPC. consangüíneo ou afim. aos casos em que já decretada a falência ou deferido o processamento da concordata. III – aos noivos. SEÇÃO II . de partilha. bem como os respectivos domicílios ou residências. nomeado ad hoc ou com designação de função gratificada – e ao leiloeiro. Art. § 2º. § 5º – Homologada a escritura pública de partilha. 581 – Para o avaliador será expedido e carregado mandado de avaliação. procurador com poderes para receber a citação será citado na pessoa do administrador do imóvel encarregado do recebimento dos aluguéis. 590 – O mandado que o Oficial de Justiça tiver de cumprir deverá conter: • CPC. IV – o dia. que seguirá o disposto nos arts. V – a cópia do despacho. nos casos de avaliação ou de leilão ou praça. Art. 574 – Havendo testamento. feitor ou gerente. insolvência civil e liquidação extrajudicial. porém. Art. art. Estadual e Municipal deverão também constar da escritura pública. 172. art. VI – o prazo para defesa. Art. II – o fim da citação. enquanto grave o seu estado. do CPC. Art. se houver. 588 – Não se fará.Trabalhando pela sua conquista. da Constituição Federal (art. salvo para evitar o perecimento do direito: • CPC. a citação. § 3º – O pedido de homologação judicial da escritura pública de partilha. intimar-se-á parte interessada ou o Ministério Público. se o imposto de transmissão tiver sido realizado com base em avaliação prévia. 225. será acompanhado apenas de certidão de óbito do inventariado. Art. no dia do falecimento e nos 07 (sete) dias seguintes. 576 – Se ocorrer erro em nota de expediente. 575 – Resultando negativa a diligência do Oficial de Justiça. 578 – Nos casos de decretação de falência. observado o disposto no art. • Ofício-Circular nº 51/95-CGJ. aplica-se o procedimento previsto nos parágrafos anteriores. II – ao cônjuge ou a qualquer parente do morto. I – a quem estiver assistindo a qualquer ato de culto religioso. 587 – A citação efetuar-se-á em qualquer lugar em que se encontre o réu. Parágrafo único – O militar em serviço ativo será citado na unidade em que estiver servindo. 215. art. mediante expressa determinação judicial nos autos. expedindo-se apenas certidão da decisão judicial.952/94).Consolidação Normativa Judicial 139 Art. ou nos dias úteis. 580 – A carga dos autos ao avaliador ou leiloeiro somente será admitida em casos excepcionais. fora do horário estabelecido na lei processual civil. Art. se não for conhecida a sua residência ou nela não for encontrado. IV – aos doentes. 216. ou na linha colateral em 2º grau. 586 – A citação pelo correio obedecerá ao disposto nesta Consolidação. 582 – Far-se-á a citação pessoalmente ao réu. § 6º – Cada herdeiro. quando a ação se originar de atos por eles praticados. 583 – A citação e a penhora poderão.DAS CITAÇÕES CÍVEIS Art. a citação far-se-á na pessoa de seu mandatário. bem como a advertência a que se refere o art. por ofício. se por este requerida. Corregedoria-Geral da Justiça . 993 do CPC. segunda parte. I – os nomes do autor e do réu. na localidade onde estiver situado o imóvel. Art. 1. 285. § 2º – Nomeado curador. apresentando o traslado da escritura pública de partilha acompanhado da certidão da homologação judicial. acompanhado da descrição do bem constante dos autos. 218. porém. Art. realizar-se em domingos e feriados. 584 – Estando o réu ausente. poderá requerer o seu registro imobiliário. 589 – Também não se fará citação. 217. em casos excepcionais e mediante autorização expressa do Juiz. Art. ficam dispensados os respectivos formais. XI. • Ofício-Circular nº 62/92-CGJ. • CPC. descrevendo minuciosamente a ocorrência . 5º. administrador. ao seu representante legal ou ao procurador legalmente autorizado. proceder-se-á imediatamente à nova publicação. 579 – É vedada a carga dos autos ao avaliador – seja o judicial. será antecedido do pagamento do tributo correspondente e deverá conter os requisitos do art. Art. § 4º – Os autos não serão remetidos à Fazenda Pública. e efetuado o registro. 585 – O locador que se ausentar do Brasil sem cientificar o locatário de que deixou.031 e seguintes do CPC. concordata. • Provimento nº 21/96-CGJ. para falar em 05 (cinco) dias. independente do despacho. consignando tratar-se de republicação. nos 03 (três) primeiros dias de bodas. tal circunstância aos órgãos da Fazenda Pública Federal. Estadual e Municipal. § 2º – As certidões negativas da Fazenda Pública Federal. art. redação da Lei nº 8. § 1º – O Oficial de Justiça passará certidão. a citação será feita na sua pessoa. art. • Provimento nº 45/95-CGJ. Art. • Provimento nº 09/07-CGJ. em linha reta. o Juiz adotará a providência de comunicar. do CPC. VII – a assinatura do Escrivão e a declaração de Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 41 . se o litígio versar sobre direitos disponíveis. Art. respectivamente.

adequando-o ao novo valor atribuído pelo exeqüente (Justificativa: Atualização e padronização de procedimentos em face da disciplina normativa da Lei 11. 826 da CNJ-CGJ. que. • Provimento nº 41/08-CGJ. do Regimento de Custas. a fase de cumprimento de sentença (PROCESSOS – CUMPRIMENTO DE SENTENÇA). numerar as folhas no canto direito inferior. letras A. mediante substituição por cópia simples e certidão nos autos. observando as orientações do Ofício-Circular 31/2001. informando. haverá incidência de custas nos termos da Tabela I. quando o fato puder influir na contagem de prazo processual.210 do CPC). 568 – Em quaisquer processos onde a manifestação do Ministério Público for imposição legal.Intimação de advogado ou interessado para restituir. LVII . 569 – As petições e expedientes avulsos.237.Desentranhamento de documentos requerido pela própria parte que os juntou. darse-lhe-á vista independente de despacho. B e C. de 30-09-91. serão juntados aos autos. na impossibilidade física a tanto. devolvendo-os independentemente de despacho do Magistrado. colhendo o serventuário a sua assinatura no termo de intimação. Art. 571 – Determinado judicialmente o prosseguimento do feito monitório como cumprimento de sentença.765/07). deverá o Cartório proceder à juntada da petição aos autos ou.Certificar nos autos a ocorrência de feriado local e qualquer suspensão do expediente. Parágrafo único . abrirse-á vista ao Ministério Público logo após a autuação do processo.765/07). quando possível.O Juiz poderá restringir ou ampliar. LVI . LX . As custas processuais e a taxa judiciária somente serão exigidas para os pedidos protocolados ou ajuizados a contar de 01 de janeiro de 2. 830 e seguintes da CNJ-CGJ. LIX . a enumeração dos atos que possam ser realizados independentemente de despacho. §2º . contudo. através de escritura pública 40 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . fazendo constar no documento que o alimentante deve ser solto se por outro motivo não estiver preso.Intimar o procurador constituído quando este tiver vista do processo em cartório. comunicando-lhe tal fato. alteração do número originário e nome das partes. LXV. Havendo recusa. via ordem de serviço. em 24 (vinte e quatro) horas. • Provimento nº 20/97-CGJ. Art. via ordem de serviço. • Provimento nº 42/07-CGJ (altera o caput e incisos do art. o Cartório remeterá os autos à Contadoria para o cálculo das custas processuais e taxa judiciária na forma da Lei Estadual nº 12. (Justificativa: Atualização e padronização de procedimentos em face da disciplina normativa da Lei Estadual nº 12. sem. sem nova distribuição. independente de prévio despacho. conforme prevê a Lei nº 8. LXIII e LXIV). bem como para alteração do valor da causa.O Juiz poderá determinar. LXII – Cumprida esta diligência. reservando-se o canto direito superior para a numeração dos autos no juízo deprecante. certificar nos autos que o procurador foi intimado. em sendo o caso. 572 – O procedimento traçado no artigo anterior também se aplica quando da rejeição dos embargos (art. sendo caso de intervenção. 573 – Nos procedimentos especiais de jurisdição voluntária (arts. seja na atividade ou inatividade. a Assessoria do Gabinete lance tal observação nos autos. Sendo hipótese de cumprimento de sentença. observada a orientação do parágrafo único do art. no sistema Themis-1G.103 a 1. devolver os autos em 24 horas. tal pedido processar-se-á em autos apartados e mediante o cadastramento do incidente. LXII.008 – Provimento nº 34/2007-CGJ (Justificativa: Atualização e padronização de procedimentos em face da disciplina normativa da Lei Estadual nº 12. 1. fazendo conclusão desnecessária dos autos. LXIV – Se antes da fase de cumprimento da sentença houver pedido de liquidação de sentença. processo não devolvido no prazo assinado pelo juiz ou fixado na lei. sem prejuízo da cobrança ordinária estabelecida no art. A mesma observação deverá ser lançada quando o processo for concluso antes do cumprimento de despacho já posto nos autos.232/05). Art. • Provimento nº 15/09-CGJ (acrescenta inciso o LXV).Trabalhando pela sua conquista. do CPC).A transação mencionada compreenderá a saída do processo da classe "Procedimentos Especiais de Jurisdição Contenciosa" e a inclusão na classe "Processos de Fase de Cumprimento de Sentença". caput parte final e § 3º do CPC. a ação monitória será convertida em fase de cumprimento de sentença mediante reclassificação operada pelo escrivão. § 3º. o Cartório fará remessa dos autos à Distribuição para a inversão e/ou inclusão de partes. Provimento nº 22/08-CGJ (acrescenta os incisos LXI. 1.Nas cartas precatórias. § 1º – O arrolamento. §1º . nos moldes do art. Art. 567) LXI – Recebida petição requerendo qualquer providência que implique cumprimento de sentença com o trânsito em julgado ou não sujeita a recurso suspensivo. 1.Findo o prazo da prisão civil expedir alvará de soltura (assinado pelo juiz) e encaminhar a autoridade policial responsável.102C. Art. Provimento nº 23/06CGJ. nº 07. Art.102c. tão logo recebidos em Cartório. na hipótese de o Cartório deixar de observar a prática de ato ordinatório. deverão ser excluídas pelo próprio Cartório. 570 – As pensões concedidas em relação aos militares devem tomar por base a estrutura remuneratória dos mesmos. Neste caso. e o Ofício-Circular nº 13/94-CGJ. LVIII . quando findo o processo. LXIII – As partes que não integrarem os pólos ativo e/ou passivo na fase de cumprimento da sentença. encaminhá-la ao juiz.765/2007. • Provimento nº 18/05-CGJ. na hipótese de estar vencido o prazo fixado pelo juiz.

XLII . de petições. lavrar termo de penhora nos autos e intimar o executado.Intimar as partes da avaliação dos bens penhorados. ao juízo respectivo. XL . XLI . especificadamente.Intimação do Oficial de Justiça ou do avaliador para devolver.Remessa de petições protocoladas na vara cujos autos se encontrem no tribunal de justiça. os terceiros com garantia real ou com penhora registrada e os condôminos.Expedir e-mail setorial solicitando informação sobre a devolução de carta precatória devidamente cumprida. nada sendo requerido. após verificação no sistema Themis de eventual excesso de prazo para o seu cumprimento.Remessa para o destino de carta precatória cujo cumprimento deva dar-se em comarca diversa. o procurador do devedor por nota de expediente para que providencie o comparecimento do executado em cartório para firmar o termo em 05 (cinco) dias. o terceiro com garantia real ou com penhora registrada e os condôminos. intimação para dar prosseguimento ao feito. no prazo de 5 (cinco) dias.Remessa. nos termos do art. com a observação de que ele foi constituído depositário do juízo. salvo nos casos em que seja necessário despacho com conteúdo decisório.Reiterar e-mails não respondidos.Requisitar o desarquivamento de processos do arquivo judicial centralizado. intimar o executado. precatórias.Arquivamento de processos.Intimar do requerimento de adjudicação. decorridos 10 (dez) dias da expedição. sobre os mesmos. por e-mail setorial. XXVIII . a fim de que a penhora recaia. LV . XXXII . sem prejuízo da cobrança ordinária estabelecida no § 3º do art. ou sendo estes recebidos sem efeito suspensivo. com ciência ao juízo deprecante por e-mail setorial.Quando for deferida penhora sobre veículo. preferencialmente. quando houver depósito para pagamento do débito e quando não houver oposição de embargos pelo devedor. do CPC.Reiterar ofícios não respondidos. XXVII . intimá-la para juntar certidão atualizada do DETRAN. sempre que solicitadas informações acerca do andamento da carta precatória. XXIX . in fine.Decorrido o prazo de suspensão sem manifestação da parte interessada. XXXIX . promover a reativação da movimentação processual. o senhorio. XXX . LII . XXXVII . além da publicação de edital. XXXIV . intimação da parte interessada para que se manifeste sobre o depósito e acerca da satisfação do crédito. oficiar ao DETRAN para averbação da constrição. vista à parte contrária para se manifestar. devolvê-los ao arquivo. XLVII . XXXV . 337 da CNJ-CGJ. LIV . débito. no prazo de 5 (cinco) dias.Trabalhando pela sua conquista. bem como o terceiro garantidor. caso não tenha procurador constituído nos autos.Quando os bens penhorados forem levados à hasta pública. XXVI . se for o caso.Responder ao juízo deprecante. dos honorários e das custas. XXXVIII .Apresentada a matrícula de imóvel. ofícios e outros documentos protocolados por engano na vara.Abrir vista ao exeqüente quando o executado nomear bens à penhora. manifestar-se sobre o prosseguimento da execução. decorridos 30 (trinta) dias da expedição. remetendo-os à análise do juízo. quando houver.Efetuado depósito nos autos referente a precatório. LI . na pessoa de seu advogado. XLV . ambos do CPC. mandado cujo prazo de entrega tenha decorrido. XLIX .Quando o credor indicar bens a serem penhorados. XLVIII . na pessoa do seu advogado ou pessoalmente. Com a chegada dos autos em cartório. XXXI . nos termos dos artigos 685 “a” e 685 “c”.Quando a parte exeqüente indicar à penhora veículo. para. nos termos do art. em 5 (cinco) dias.Se o bem penhorado for de terceiro garantidor intimar também este da penhora. desde que elas estejam representadas nos autos por advogado. § 1º. a referida indicação deverá acompanhar o mandado extraído ao oficial de justiça.Intimar o credor. quando a hasta pública for negativa. para se manifestarem em 05 (cinco) dias. através de ofício endereçado ao secretário da câmara ou grupo.Intimação do perito para apresentar o laudo e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 39 . L .Importando o pedido de desarquivamento dos autos em prosseguimento do feito. no prazo de 5 (cinco) dias. inclusive quanto ao interesse na adjudicação do bem ou em promover a alienação por iniciativa privada.Oferecida impugnação à avaliação. no prazo de 5 (cinco) dias.Decididos os embargos à execução e/ou impugnações. intimá-la para juntar matrícula atualizada do registro de imóveis. intimar o exeqüente para se manifestar quanto ao interesse na adjudicação dos bens penhorados ou em promover a alienação por iniciativa particular. XLIII . 655. XXXVI . após efetuado o pagamento das custas pertinentes pelo interessado. XXXIII . intimar também o cônjuge do executado. mencionando o número do processo no primeiro grau e número do recurso no segundo grau.Quando for deferida a penhora sobre bem imóvel. em 5 (cinco) dias. verbas de sucumbência ou condenação judicial. do CPC. intimando-se. 698. expedir nota intimando a parte que requereu o desarquivamento de que os mesmos estão à disposição pelo prazo de 5 (cinco) dias. XLIV .Lavrada a penhora sobre imóvel expedir certidão e intimar o credor para comprovar o registro da mesma.Lavrar termo de penhora e depósito quando o bem oferecido pelo devedor for aceito pelo exeqüente. XLVI . LIII .Quando qualquer das partes indicar à penhora imóvel. ou pessoalmente se não tiver procurador nos autos.

• Ofício-Circular nº 48/95-CGJ. lhes é facultado: a) ter vista ou retirar. 529. os autos dos processos judiciais ou administrativos. X .intimação das partes para se manifestarem quanto a respostas a ofícios relativos a diligências determinadas pelo juízo. "ausente". 528. regularmente inscrito na OAB. tem os mesmos direitos reconhecidos aos bacharéis inscritos como advogados. XIV . Art. Art. para cálculo das custas pendentes.Certificar. salvo quando se tratar de prazo comum. 554 da CNJ). 670. IX . devendo ser realizados de ofício pelo Escrivão ou pelos demais servidores autorizados: I .Trabalhando pela sua conquista. XXIV . inclusive as remanescentes. nas ações cautelares. no prazo de 5 (cinco) dias. 693.Expedição de mandado ou carta precatória. VI . 690. observando o contido nos arts. "inexiste número" e "outras". fazer conclusão para sentença.Intimação da parte autora para esclarecer divergência entre a qualificação constante da petição inicial e os documentos que a instruem. que poderá se dar por ofício de apresentação ou mera exibição de carteira funcional. é necessária a procuração. na hipótese de mudança de endereço da testemunha.Reiteração de intimação. Os atos processuais a seguir relacionados.Intimação das partes para se manifestarem sobre o laudo do perito. Após. XVIII .Remessa dos autos à Contadoria. "endereço insuficiente". Art. IV . nos termos do artigo 398 do CPC. XXIII . bem como aqueles relacionados nos arts. Assim. 772 e 780 da CNJ-CGJ independem de despacho judicial. em 5 (cinco) dias. discriminando na nota de expediente o valor do 38 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . intimação para apresentação de contra-razões.Abrir vista ao ministério público nas hipóteses de intervenção ministerial (art. III .Intimação da parte para apresentar cálculo. intimar as partes que não sejam beneficiárias da gratuidade judiciária para pagamento das custas. quando a divergência entre o nome da parte contido na petição inicial e o contido no termo de autuação decorrer de equívoco do servidor responsável pela distribuição. quando indicado novo endereço. intimação das partes para se manifestarem. 566 – A representação do Estado.Retornada precatória não cumprida. após a juntada das informações da autoridade impetrada. • Ofício-Circular nº 11/94-CGJ.Recebida a apelação. 559 da CNJ. para manifestação em 5 (cinco) dias. por mandado ou carta.Intimação da parte autora para fornecer cópias da inicial em número suficiente para a citação do(s) réu(s). II – Juntada de procuração ou de substabelecimento e atualização dos dados e endereços dos procuradores e das partes no sistema informatizado. sempre que forem juntados novos documentos. quando for o caso. 770. remeter os autos à contadoria. XVI . quando for o caso.intimação da parte contrária para manifestarse em 5 (cinco) dias. por mandado ou carta. 688. vista ao ministério público.Quando o cálculo for elaborado pela contadoria. XV .Intimação de testemunhas pelo correio. promovendo-se desde logo a expedição do mandado nas hipóteses em que não seja viável o uso do correio ou quando o ar retornar negativo. se foi ou não proposta a ação principal.Intimação do signatário de petição não assinada para firmá-la. V . após decorridos 30 (trinta) dias da efetivação da medida. ou para se manifestar acerca do cálculo apresentado pela parte contrária.Intimar as partes através de carta postal remetida ao endereço informado por elas nos autos. sob pena de inscrição em dívida ativa. em 5 (cinco) dias. XI . "endereço inexistente". 692. 569. XXV . 565 – O estagiário. 764. 689.Nas ações de mandado de segurança. sempre que apresentado tempestivamente o rol e não haja a parte assumido o compromisso de trazê-las independentemente de intimação. quando possível. em 5 (cinco) dias. 573.Intimação da parte autora para manifestação em 5 (cinco) dias quando a carta postal de citação retornar com a observação "mudou-se". abrir vista ao ministério público e. descabendo ao juízo outras exigências afora a simples identificação do procurador.Retornando os autos da instância superior. 575. nas hipóteses previstas em lei e no momento oportuno. exceto quanto aos atos privativos a estes. 568. 567 – Independem de determinação judicial as providências meramente impulsionadoras do feito e as intimações às partes e interessados dos atos de que devam tomar conhecimento. XII . fazendo os autos conclusos ao juiz no caso negativo (art. 576. exceto quando o local não for atendido pelo correio. abrir vista à parte que requereu sua expedição. com o parecer deste. Parágrafo único – A divisão de atribuições é matéria de organização administrativa da Procuradoria.Intimação da parte autora para manifestar-se sobre certidão negativa do oficial de justiça.Remessa do processo à distribuição para retificação dos dados das partes e etiquetas de autuação. no prazo de 5 (cinco) dias. por disposição constitucional. VIII . compete à Procuradoria-Geral do Estado.Intimação da parte para recolher custas judiciais. XXI . VII . XIX . 524 e 525 da CNJ-CGJ. observada a orientação do art. 568 da CNJ-CGJ). quando indicado novo endereço. XVII . XIII .Reiteração de citação. e envio dos autos ao órgão recursal competente. ou "não atendido". 694. b) tratando-se de ação sob o amparo de segredo de justiça. para os prazos legais. XXII . "desconhecido". na hipótese de a carta postal de citação ou intimação ter retornado com a observação "recusado". XX . no prazo de 5 (cinco) dias. 523. quando poderá ter vista em Cartório.

ANEXO II – Provimento 12/2008 – CGJ PLANILHA DE CONTROLE DE AUTOS ENTREGUES PARA EXTRAÇÃO DE CÓPIAS: DATA: _____/____/_____ . Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 37 .CGJ. ANEXO I – Provimento 12/2008 .Trabalhando pela sua conquista.

separação de peça juntada. • Provimento nº 12/08-CGJ (insere o art. mesmo sem procuração. § 1º . 564-A e §§). poderá o volume exceder ou não alcançar o número de folhas referido neste artigo. sendo que.Trabalhando pela sua conquista. mediante retenção do documento de identidade do solicitante.Terceira pessoa com autorização expressa do procurador habilitado. sendo responsabilidade do requerente a seleção das peças a serem copiadas. 564-A. nas situações em que existam nos autos documentos de difícil restauração. • Provimento nº 12/08-CGJ (insere o art. sob pena de falta ou perda de controle e organização do responsável pela serventia judicial. 564-B – Os autos retirados para extração de cópias.Os autos de inquéritos policiais. conforme o modelo do Anexo II deste Provimento. • Provimento nº 07/79. 564-B e parágrafo único). a entrega de autos para extração de cópia a partes. mediante recolhimento prévio das despesas correspondentes. o Escrivão comunicará o fato ao Juiz de Direito que determinará a imediata busca e apreensão dos mesmos.906/94. Art. § 2º – O livre acesso de advogados nas serventias judiciais não implica. 36 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . que se responsabilize sob fé de seu grau.no sistema THEMIS1G. retendo-se o documento de identidade. desde que o feito não tramite em segredo de justiça ou contenha informação protegida por sigilo fiscal ou bancário (Art. Parágrafo único – A entrega de autos para extração de cópia a terceira pessoa autorizada pelo procurador habilitado observará o disposto no § 1º do art. § 1º – Ao advogado é assegurado o direito de examinar autos de processo findos ou em andamento. • Provimento nº 12/08-CGJ (insere o art. etc. 563 – Vedado o uso de termos (recebimento. e OfícioCircular nº 93/94-CGJ.A autorização referida no inciso III deverá seguir o modelo do Anexo I deste Provimento e será acompanhada de cópia da carteira da OAB do advogado que autoriza e informação atualizada do processo. independente de petição fundamentada ao Juiz. informação protegida por sigilo fiscal ou bancário. 564-C e parágrafo único). Poderão retirar os autos de cartório para extração de cópia: I . 564 – Eventuais exames pretendidos por terceiros nos livros e documentos pertencentes ao Cartório somente ocorrerão com autorização do Juiz da Vara ou da Direção do Foro.As próprias partes litigantes. Art. Art. 816 da CNJ-CGJ). o cartório providenciará as cópias solicitadas no prazo máximo de 48 horas. 562 – Quaisquer documentos e/ou papéis entregues em Cartório receberão data da entrega ou registro no Protocolo Geral. conclusão. III . termos circunstanciados. 7º. IV . nas condições em que foram recebidos. livros e documentos que lhes tenham sido regularmente entregues. ou equivalente. XIII.Advogados e Estagiários regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil. Parágrafo único – Não ocorrendo a devolução. desde que não haja ressalva de RESERVA. 816 da CNJ-CGJ). advogados e estagiários regularmente inscritos na OAB será anotada em planilha própria. devidamente constituídos no processo. 564-C – Até implementação da funcionalidade – carga para xérox .Advogados e Estagiários regularmente inscritos na Ordem do Advogados do Brasil. mesmo quando houver fluência de prazo comum às partes. • Lei Federal nº 8. Somente poderão examinar livremente os processos. Parágrafo único – O Escrivão ou funcionário encarregado abrirá a correspondência dirigida ao juízo. processos da área infracional da Infância e Juventude e VEC somente poderão ser retirados para extração de cópia por advogado e estagiário inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil e regularmente constituídos. mesmo sem procuração. a parte deverá ser acompanhada por servidor ou estagiário do cartório. necessariamente. • Ofício-Circular nº 08/95-CGJ. no livre trânsito em áreas reservadas a magistrados e servidores. Art. § 2º . 7º da Lei 8906 de 1994) e não contenha informação protegida por sigilo fiscal ou bancário (Art. A autorização será devolvida ao requerente no momento da devolução dos autos ao cartório. II . desde que o feito não tramite em segredo de justiça (inciso XIII do Art. 564-A . ou título executivo extrajudicial. art.Os autos de processos CÍVEIS e JECCÍVEL poderão ser retirados do Cartório para extração de cópias. Art.) no verso de documentos juntados nos autos. Caso a parte não possua advogado. podendo copiar peças e tomar apontamentos. bem como a devolução. deverão ser restituídos a cartório no prazo máximo de duas horas. quando os respectivos feitos não estejam em regime de segredo de justiça. Art. processos criminais. juntada.

Art. Parágrafo único – A averbação não prejudicará posterior registro do documento judicial. por falta de requisitos no título apresentado exigidos pela legislação em vigor. 559 – Antes da remessa dos autos ao Tribunal de Justiça. se possível. devidamente corrigido. e assim sucessivamente. Em se tratando de embargos de terceiro ou embargos à execução. devolvendo-a ao juízo de origem com baixa nos registros. o Escrivão providenciará a imediata expedição do ofício ao Distribuidor. • Ofício-Circular nº 38/97-CGJ. este procederá a juntada da petição aos autos da carta. • Ofício-Circular nº 52/95-CGJ. • Provimento nº 28/01-CGJ . será novamente remetida ao juízo deprecado para os atos executórios. nas medidas cautelares. com certidão ou termo respectivo. deverá o registrador noticiar a existência da penhora através de averbação. 556 – Os processos com despachos pendentes de cumprimento pelo Cartório. a carta precatória. nisso providenciando de ofício. Art. adjudicação e remissão. decorridos os 30 (trinta) dias contados da efetivação da liminar. quando decorrente de ato processual. assim como nos formais de partilha. • Ofício-Circular nº 24/96-CGJ. item 5. deverão os mesmos permanecer arquivados no juízo onde foi prolatada a decisão recorrida. permanecerão em local definido com a anotação de “aguardando cumprimento de despacho”. a não-propositura da ação principal. dando. Nas cartas de arrematação. verificará se foram juntadas cópias da petição inicial e do respectivo título executivo. visando evitar Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 35 . em razão de recurso. renovada a cada ano. Parágrafo único – O juízo deprecado reativará a carta precatória. 557 – Todos os ofícios expedidos obedecerão à numeração cronológica. deverão constar. 554 – A escrivania deverá certificar. II. para fins de registro. 558 – As certidões expedidas pelo Cartório conterão a fé pública do Escrivão ou do substituto que a detém sobre o que constar nos livros. inc. Corregedoria-Geral da Justiça . referindo número e a página do livro ou processo dos quais foram extraídas. equivalerão a 01 (uma) URE. 561 – Quando o primeiro volume dos autos atingir 200 (duzentas) folhas. Art. desentranhando a petição de embargos. referido nos arts. antes da designação da data para a arrematação. 547 – Igual procedimento poderá ser adotado em caso de arresto e seqüestro. autuação e processamento na forma da lei. 555 – Após o cumprimento de cada despacho. zelando pela sua boa ordem e para que todas as peças estejam devidamente numeradas e rubricadas. Art. Art. 167. e inscrição no respectivo registro. • Provimento nº 08/06-CGJ . promovendo a conclusão. Recebida a resposta. 552 – Ajuizados embargos à execução no juízo deprecado.-lhe cumprimento. Art. 545 e 546. os números do Registro Geral de Identidade e da Inscrição no Cadastro de Contribuintes da Receita Federal dos interessados. com o valor da dívida atualizado e o traslado da parte dispositiva da sentença. autos e papéis a seu cargo.Trabalhando pela sua conquista. Art. promoverá sua juntada aos autos da execução. § 1º – Quanto aos veículos. recebendo a carta precatória. será iniciado o segundo. será juntada aos autos com oportuna conclusão. cuidar-se-á para a exibição de certidão atualizada no registro imobiliário. • Provimento nº 18/06-CGJ . será exigido do arrematante apenas a comprovação do pagamento do imposto de transmissão. Art. nos termos do art. anotandose na ficha controle ou informando o computador. antes do leilão será o fato comunicado à repartição de trânsito competente. Art.Consolidação Normativa Judicial 130 Art. com uma cópia arquivada na pasta-arquivo de correspondência expedida e outra juntada aos autos.015/73. comunicando a ocorrência e solicitando informes a respeito das ações e execuções em andamento contra o insolvente. Art. se for o caso. 546 – Na impossibilidade de se proceder a registro de penhora. 549 – Nas arrematações de conveniência não se libera o valor apurado antes da entrega dos bens ao arrematante. ao receber os autos com a decisão declaratória. Parágrafo único – Excepcionalmente. 544 – REVOGADO. Parágrafo único – Para a expedição de carta de arrematação. Art. 560 – Quando da remessa dos autos do Agravo de Instrumento interposto perante o 2º grau. • Provimento nº 23/06-CGJ. Parágrafo único – O juízo de origem. • Provimento nº 18/96-CGJ. 551 – Na execução contra devedor insolvente. Art. 545 – Quando não efetuado o registro da penhora do imóvel. da Lei nº 6. 550). Parágrafo único – Desnecessário o arquivamento de cópia de ofício expedido pelo sistema informatizado THEMIS1G. Provimento nº 14/08CGJ (revoga o art. Art. 548 – Os emolumentos do ato de averbação. o processo será colocado em escaninho próprio que indicará a posição processual respectiva. se o Juiz não dispuser de outro modo. Art. Art. Art. 553 – Julgados improcedentes os embargos ou parcialmente procedentes. o Escrivão fará sua minuciosa revisão. 550 – REVOGADO. § 2º – A penhora de bens imóveis realizar-se-á mediante auto ou termo de penhora. Art. Parágrafo único – Também deverá ser providenciada a juntada de relatório das movimentações registradas no Sistema THEMIS1G (Intranet local _ consultas _ acompanhamento processual _ “comarca” + número do processo _ pesquisar _ todas as movimentações _ versão para impressão).

expedir-se-á mandado que. em sendo caso de sua intervenção. comunicando-lhe a concessão do benefício. assistência ou litisconsórcio. Em seu lugar. §4º. 535 – Cumpridas as diligências ordenadas no despacho. salvo se. Art. incumbe ao Cartório providenciar imediatamente na baixa no sistema informatizado ou no livro carga. 538 – As peças desentranhadas. 533 – Em sendo concedido o benefício da gratuidade à parte não representada pela Defensoria Pública. Parágrafo único – Não se admitem. 541 – Nenhum processo ficará paralisado em Cartório por mais de 30 dias. fazendo-o concluso. Vencido esse prazo. 543 e §§). 539 – Visando à desavolumação de autos. todos os interessados tiverem se pronunciado. § 2º – Diariamente serão vistoriados os feitos referidos no parágrafo anterior para controle dos prazos. I. a realização de audiência. será entregue ao Oficial de Justiça ou à Central de Mandados. no ato de entrega. informando a data das solenidades. no escaninho próprio. o Cartório certificará. o número e a natureza do processo de onde foram retiradas. deve ser evitado o apensamento de autos julgados. Art. expedir-se-ão os mandados e ofícios necessários. 34 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 540 – Sempre que juntada aos autos cópia integral do documento emitido pelo Cartório. no processo em andamento. § 1º – A reconvenção. 536 – Diariamente serão baixados no livro próprio os mandados devolvidos e juntados aos autos respectivos. Art. § 2º – O Cartório providenciará em anotar na Distribuição a reconvenção. procedendo a novo registro no Livro-Tombo e indicando o novo número na capa do processo principal. a não-devolução de autos dentro do prazo e a sua cobrança automática. ficará. § 2º – Com antecedência mínima de 24 horas. redigindo. o Cartório diligenciará na anotação pela distribuição. como providência acautelatória. com a cópia da sentença e do acórdão. 229. bem como examiná-los atentamente. a pauta deverá ser afixada do lado de fora da sala de audiências. expressamente ressalvadas. Art. na presença do interessado. § 3º – No curso de prazo comum às partes. Parágrafo 3º . Art. cabe ao Cartório examiná-los atentamente. observando-se a ordem cronológica de recebimento em juízo. o mês e o ano de sua entrega. em lugar visível e sem prejudicar a leitura do seu conteúdo. redigindo. no primeiro momento intimar-se-á o Ministério Público. • Provimento nº 18/06-CGJ. o respectivo termo quando constatadas irregularidades. Art. 537 – Admitidas reconvenção. o processo será colocado em escaninho para fins de “decurso do prazo” ou “decorrendo prazo”. 543 – Devem os Escrivães comunicar ao Juiz. além de determinar a citação. Parágrafo 2º . intervenção de terceiros. certificando-se o decurso e fazendo-se os autos conclusos. 534 – Se o despacho. fica dispensada a certificação do cumprimento respectivo. efetuando o réu imediatamente o preparo. a hora. deverão ser exibidas juntamente com os originais. • Provimento nº 03/94-CGJ.Os recibos poderão ser dados em livros próprios. vedando-se grampeá-las nas capas dos processos. será colocada uma folha anotando o desentranhamento. mensalmente. o processo aguardará. espécie de processo e nome das partes. apresentados pelos interessados. A seguir. 542 – Sempre que possível. o respectivo termo quando constatadas irregularidades. Parágrafo único – Na devolução. As audiências em segredo de justiça serão indicadas apenas pelo número do processo. o Escrivão assim certificará. determinando a citação. na presença do interessado. • Provimento nº 02/80-CGJ. o dia. sua hora. quando não recebidas imediatamente pelas partes. serão guardadas em pasta própria. fazendo constar. • Provimento nº 07/97-CGJ. em atendimento a decisão judicial. mencionando-se a pendência ou não de recurso bem como o valor das custas pagas e o nome de quem as preparou. Parágrafo 1º – Por ocasião da devolução dos autos. Parágrafo único – Nas peças desentranhadas. Art.Trabalhando pela sua conquista. salvo os casos de suspensão ou de maior tempo concedido ou determinado pelo Juiz. 532 – Proferido o despacho inicial. será normalmente inserida no processo principal. nos atos e termos. Provimento nº 23/07CGJ (art. cadas.O cartório ou o Protocolo Judiciário fornecerá aos interessados comprovantes da devolução dos autos. Art. § 1º – Os processos que se encontram com audiência designada serão revisados até 05 (cinco) dias antes da solenidade encaminhados à exame pelo Juiz/Pretor com antecedência de 24 horas. apresentada juntamente com a contestação. desnecessária a escrituração do termo de juntada das petições em geral desde que informada a juntada no sistema informatizado. registrado no livro próprio. designar audiência. certidão detalhada a respeito. os autos somente serão conclusos após decorrido tal prazo. Parágrafo único – Os autos aguardarão o cumprimento e devolução do mandado em escaninho próprio. será expedida correspondência simples diretamente à parte. • Ofício-Circular nº 97/96-CGJ. ou nas cópias de petições entregues juntamente com os autos dos processos que. emendas ou rasuras. Art. espaços em branco nem entrelinhas. salvo se aqueles forem inutilizados e estas. Art.fazendo referência à decisão que o determinou. antes do exaurimento. obrigatoriamente. Art. § 1º – Em se tratando de mandado cuja natureza implica fluência de prazo. observada a regra do art. anotando-se na ficha de controle ou informando-se ao computador. Art. evitando-se renumeração.

166 do CPC). Art. 528 – Imediatamente ao ingresso da petição inicial. 531 – Todas as folhas serão numeradas e rubri- Dos Cartórios Cíveis: arts. reconvenção. etc. com o devido preparo. Art. SEÇÃO V . litisconsórcio.. antes de submeter o processo ao Juiz. desistência ou extinção do processo quanto a alguma das partes. II – alterações subjetivas. Art. art. serão apostas etiquetas de identificação do processo no pedido inicial. sempre que possível.estabelecido o contraditório. 530 – Na autuação.não localizado o devedor e houver necessidade de carga para o procurador do credor. o fato será informado nos autos. Art. nome das partes e data. § 1º. benefício da assistência judiciária. VI – parte menor ou incapaz. § 1º – A autuação será padronizada.652.DOS CARTÓRIOS CÍVEIS SEÇÃO I . Quando dispensada a capa. numerando-se os mesmos. • Provimento nº 19/05-CGJ. anotando-se o respectivo número do registro da distribuição em local visível junto ao pedido inicial ou na certidão de dívida ativa. número do registro.As capas de cartas precatórias serão removidas antes da juntada das respectivas peças aos autos e. § 3º – Não havendo comprovação do preparo. 75.Consolidação Normativa Judicial 128 b . Desatendida a providência. na mesma circunscrição judiciária. não havendo tal comprovação em 48 horas. observado o seguinte: a . houver mais de um Juiz igualmente competente. Art. • Provimento nº 19/05-CGJ. o Escrivão. assistência. do Ministério Público ou de Curador Especial.As capas de processos de execução fiscal findos em razão do pagamento da dívida ativa e com trânsito em julgado serão reutilizadas. ou se é caso de isenção legal. referentes a indiciado que anteriormente haja sido condenado. • Provimento nº 07/09-CGJ. III – alterações objetivas.. procedimento. ou esteja sendo processado ou indiciado em outro inquérito. • CPP. 527 a 617 CAPÍTULO VII . procedendo-se do mesmo modo quanto aos volumes que se forem formando (art.Nas execuções fiscais. caberá por dependência à Vara onde houver tramitado o primeiro feito. ou . serão os autos conclusos. • Provimento nº 19/05-CGJ. Tratando-se de medidas urgentes. intervenção de terceiro. proibição de retirada dos autos. § 2 – as petições iniciais e quaisquer documentos protocolizados no decorrer do processo deverão ser previamente perfurados. 443 – Sempre que for denunciada pessoa não indiciada no inquérito policial ou houver aditamento da denúncia para o mesmo efeito. Corregedoria-Geral da Justiça . o Escrivão fará breve conferência dos documentos que a acompanham e nela referidos. será levada à conclusão. termos circunstanciados e queixas-crimes. • COJE. com conclusão. apensamento ou desapensamento de autos. ficando preventa a jurisdição da Vara a que tocarem. . lei nº. natureza do feito. mencionar: I – juízo. tais como interposição de embargos. Provimento nº 18/08-CGJ. ou na própria certidão da dívida ativa. 440 – Os autos de prisão em flagrante ou de indagações preliminares com vista a pedido de prisão preventiva. Provimento nº 40/07CGJ. § 2º. 1. Art. 442 – A precedência da distribuição fixará a competência quando.830/80. inclusive com condenação baixada. será registrada e autuada independente de despacho judicial. tais como substituição de partes. Em seguida.DA DISTRIBUIÇÃO CRIMINAL Art.DOS PROCEDIMENTOS EM GERAL Art. obedecendo ao padrão universal de dois furos e observando a necessidade de centralização dos mesmos (exigida a partir de 1º de outubro de 2005). 529 – A petição inicial. • COJE. 164. c . 527 – Como rotina para fluxo do serviço cartorário. Art. reaproveitadas na atuação de outros feitos. 444 – Na distribuição de precatórias criminais originárias do outros estados e do Poder Judiciário Federal ou Militar o Distribuidor certificará os antecedentes do(s) réu(s). recomendam-se os procedimentos enunciados nos artigos a seguir. etc. com a utilização da capa PJ – 691.a partir da fase de venda judicial dos bens penhorados. 6. 441 – Somente mediante determinação judicial se procederá ao arquivamento de inquérito policial ou ação penal. conversão de ação ou de procedimento. observando se houve recolhimento de custas e taxa judiciária. a qual somente será necessária quando: . • Ofício-Circular nº 34/84-CGJ e Provimento nº 45/94-CGJ. o levará ao Distribuidor para que proceda à respectiva averbação. ajuizadas com base na Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 33 . 439 – A distribuição de inquéritos policiais. com a oportuna compensação. • Circular nº 25/62-CGJ. art. se não amparada a parte autora com o benefício da assistência judiciária. intimar a parte autora a fornecê-los no prazo de 05 (cinco) dias. Parágrafo único – Faltando algum documento que deva acompanhar a inicial ou cópias desta. com oposição de embargos. já com as folhas dos autos numeradas e rubricadas. com imediata conclusão. idêntica informação será lançada no feito.Trabalhando pela sua conquista. art. Art. IV – data da prescrição no inquérito judicial falimentar. reunião de processo. Art. deve ser procedida a autuação sem a utilização de capa. Provimento nº 42/08-CGJ. V – penhora no rosto dos autos. serão distribuídos como se inquéritos policiais fossem.

ter-se-á em conta apenas a classe a que pertencer o feito. o cadastramento do Banco deverá ser como BANRISUL. com a respectiva baixa na distribuição. por ocasião de consulta ao banco de dados informatizado.DA DISTRIBUIÇÃO CÍVEL Art. • Ordem de Serviço nº 10/86-DF Capital. 437 – Serão considerados como findos. • CPC. onde criado “Cartório da Direção do Foro”. serão distribuídas. serão designados por ordem numérica. Provimento nº 15/04-CGJ. Art.Trabalhando pela sua conquista. Art. • COJE. • Provimento nº 15/04-CGJ. 430 – Será cancelada a distribuição do feito que. § 2º – Excepcionalmente. na forma da lei processual. art. art. • COJE. para efeito de distribuição. SEÇÃO IV . os processos cíveis arquivados administrativamente. 253. protestos. o processo no sistema informatizado. • Resolução nº 10/83-CM. § 2º – Havendo requerimento de reativação. haverá dois livros para a finalidade: um destinado aos feitos cíveis e outro. • CPC. as ações em que são partes o ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL e o BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. procedendo-se as devidas compensações. em qualquer fase do processo. notificações e interpelações. 57. 168. à mesma Vara. 431 – Havendo reconvenção ou intervenção de terceiros. b) ações de despejo e de consignação em pagamento. não identificadas foneticamente.131/86. 432 – Serão averbados na Distribuição todos os casos de extinção do processo. • Provimento nº 13/79-CGJ. serão distribuídos privativamente a ele os procedimentos de jurisdição voluntária relativos a registros públicos. 410 – Na Comarca de Porto Alegre. • COJE. lançados e visados os termos de abertura e encerramento. o Juiz. no casos dos processos mais complexos. o Juiz de Direito Diretor do Foro. Art. art. não for preparado no Cartório em que deu entrada. então. • Provimento nº 15/79-CGJ. Parágrafo único – Os Oficiais de Justiça e os Avaliadores. poderá determinar a continuidade da distribuição manual. para a Vara a qual caberia o feito. • COJE. quando a concordata se transformar em falência. 257. art. 438 – Presente a necessidade de se distinguir. processadas entre as mesmas partes e que tenham caráter de urgência. c) demais ações. ou quando. 434 – A oposição será sempre distribuída por dependência. 435 – Os incidentes que. devam ser autuados em apenso. Na distribuição para os avaliadores. podendo a petição ser entregue diretamente ao Cartório onde tramita o processo. a partir da data da informatização. arquivadas há mais de 60 (sessenta) dias. 414 – A distribuição dos processos novos nas Comarcas servidas pelo sistema JUSMICRO. será a ação distribuída independente de despacho concessivo do benefício. I. § 1º . • Provimento nº 01/87-DF Capital. 32 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 4º. de abertura e registro de testamentos e processamento das precatórias de citação e intimação cíveis e criminais. § 1º – Os livros manuais serão encerrados com visto do Juiz de Direito Diretor do Foro. as cartas rogatórias. ressalvado o caso de competência absoluta de outro juízo e operando-se a devida compensação. ainda que não ocorra julgamento de mérito. a averbação na Distribuição se processará nos termos do artigo 432. Art. art. • Provimento nº 01/62-CGJ. quando no curso do inventário se abrir a sucessão do cônjuge sobrevivente ou de herdeiros. independentemente de despacho. 433 – O Escrivão levará o processo ao Distribuidor para averbação. cabendo ao Juiz Diretor do Foro deles conhecer e decidir. Art.Consolidação Normativa Judicial 113 Art. • Lei Estadual nº 8. o processo será distribuído ao juízo onde tramitou. será feita “zerandose” os pesos de todas as classes e séries. a averbação será processada direta e unicamente pelo Cartório da Vara onde tramitou o processo. independentemente de compensação e preparo. Art. precatórias ou de ordem para citação. 436 – As ações cíveis e de família com pedido de liminar. surgir litisconsórcio de qualquer natureza não previsto ao tempo da distribuição. 166. salvo quanto a valor pendente quando da baixa. • Ofício-Circular nº 124/97-CGJ. não serão distribuídos.Satisfeitos os requisitos deste artigo. 84. de justificações. Art. arquivadas há mais de um ano. em trinta dias. Art. • Provimentos nºs 03/62-CGJ e 01/73-CGJ. letras b e c. Art. o livro do registro de distribuição será encadernado quando contiver 200 (duzentas) folhas. art. 411 – Nas Comarcas dotadas de 06 (seis) ou mais Varas. mandará proceder à respectiva anotação pelo Distribuidor. Art. de ofício. notificação e intimação e para inquirição das pessoas às quais a lei confere o privilégio de indicar local e hora para serem ouvidas serão distribuídas ao Juiz Diretor do Foro e respectivo Cartório. provocado ou de ofício. 412 – Em cada Comarca onde se impuser a distribuição. No sistema informatizado. 408 – Formulado pedido de assistência judiciária na inicial. competindo ao Juiz do feito decidir. aos criminais. Art. direcionado. art. Art. Corregedoria-Geral da Justiça . Art. Art. 409 – Os pedidos de assistência judiciária formulados antes de proposta a ação independem de distribuição. 413 – Onde o serviço de distribuição não é informatizado. • Provimento nº 03/73-CGJ. desde que atendam aos seguintes requisitos: a) processos de execução por título extrajudicial arquivados há mais de três anos. • Provimento nº 42/94-CGJ. parágrafo único.

Art. Art. art.DA DISTRIBUIÇÃO EM GERAL Art. 110. 184. Art. Oficiais de Justiça e.Trabalhando pela sua conquista. tomar todas as medidas necessárias à manutenção da ordem e segurança. arts. entre Juízes. 181 e 182. 161 e Provimento nº 01/62-CGJ. 400 – A distribuição será obrigatória. • COJE. por motivo de força maior. 395 – Na distribuição. 162. Art. arts. art. 406 – Registrada a distribuição. ressalvadas as hipóteses do art. bem como para o registro cronológico e sistemático de todos os feitos ingressados no Foro. no exercício dessa atribuição. testemunhas ou advogados. conforme o valor. ordenará o Juiz a prisão e a autuação do infrator. inclusive requisitar força armada. • COJE. desacato ou outro fato delituoso. III – os livros dos Distribuidores obedecerão aos modelos estabelecidos pela Corregedoria-Geral da Justiça. 163 e 164. determinará a compensação dentro da classe atribuída ao feito. • COJE. Art. bem como nas Comarcas do interior de maior movimento forense. I – cada feito será lançado na ordem rigorosa de sua apresentação. b) expulsão do recinto.Consolidação Normativa Judicial 109 Art. com relação à natureza. 396 – No Foro Centralizado e nos Foros Regionais da Comarca de Porto Alegre. 404 – Não será objeto de compensação a redistribuição ocorrida dentro da mesma Vara. § 3º. corrigirá o erro ou a falta de distribuição. 405 – Em casos de urgência. far-se-á competente registro no termo. interessados. não podendo ser revelado a quem caberá a distribuição. a distribuição poderá ser feita a qualquer hora. arts. § 2º – Se a infração for agravada por desobediência. no caso de dúvida. • COJE. 393 – O Juiz pode ordenar a efetiva prova de habilitação profissional de advogados e estagiários atuantes na audiência. II – além do registro dos feitos no livro respectivo. alternada e rigorosamente igual. 399 – Para efeito de distribuição. 398 – A classificação dos feitos cíveis e criminais. 430 a 444 CAPÍTULO VI . Art. § 1º – Registrar-se-á como não-realizada. no segundo caso. a distribuição será efetuada somente em relação a este. servidores de ofícios da mesma natureza. art. será utilizado na distribuição o serviço de computação. 403 – O Juiz. quando a frustração da solenidade for motivada por impedimento pessoal do Juiz/Pretor. 39 do COJE. • CPC. 162. • Ofício-Circular nº 82/97-CGJ. 401 – O despacho ordinatório da distribuição poderá ser proferido por qualquer Juiz competente para conhecer da causa. § 1º – Os Juízes poderão aplicar aos infratores as seguintes penas: • COJE. Art. arts. 181 e 182. necessário à administração da Justiça. Parágrafo único – A distribuição poderá ser fiscalizada pela parte ou seu procurador. manter-se-á o sistema atual de distribuição. 402 – A distribuição por dependência. a) advertência e chamamento nominal à ordem. mediante recibo. 395 a 414. ou por falha atribuível aos servidores no cumprimento dos atos indispensáveis ao devido chamamento das partes. serão observadas as seguintes normas: • COJE. operando-se oportunamente a compensação. os papéis serão entregues ao Escrivão contemplado com o feito. Da distribuição: arts. arts. arts. • COJE. § 2º – A distribuição por dependência deverá ser registrada na etiqueta fornecida pelo computador ou registrada na capa do processo. entre avaliadores. art. quando for o caso. submeterá o pedido à apreciação judicial. Parágrafo único – Enquanto não uniformizados os critérios entre Comarcas informatizadas e não. • Circular nº 49/74-CGJ. de ofício ou a requerimento do interessado. • COJE. • COJE. 407 – A distribuição só será objeto de baixa ou alteração por determinação judicial.DAS ROTINAS E PROCEDIMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO E CONTADORIA SEÇÃO I . Agentes do Ministério Público. presidindo o ato de abertura. os processos serão divididos em classes. § 2º – Nas duas primeiras hipóteses do parágrafo anterior. e em séries. a fim de ser processado. fichário e facultado o uso de fichário ou computador. art. obedecerá a normas e critérios constantes desta Consolidação. Art. § 1º – O Distribuidor. a circunstância deverá ser certificada nos autos. havendo mais de um Oficial de Justiça. 397 – Todos os processos estão sujeitos à dis- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 31 . Art. nos termos da lei processual. 394 – Considera-se realizada a audiência que contar com a presença física do Juiz/Pretor. • Provimento nº 41/88 e Ofício-Circular nº 73/92CGJ. • COJE. 163. arts. Art. 181 e 182. compensando-a. Art. 109. arts. • CPC. • COJE. Art. 162. Corregedoria-Geral da Justiça . Art. 163 e 164. para fins de distribuição. tribuição para a igualdade do serviço forense entre os Juízes e entre os servidores. art. 163 e 164. 165. serão organizados índices alfabéticos. • COJE. 255 e 256. Art. Parágrafo único – Nas Comarcas onde há um só Juiz e um só Escrivão. 255 e 256. 392 – Compete aos Juízes a polícia das audiências ou sessões e. independentemente de expedição de guias.

será encaminhada às partes. na pasta de trabalho do processo. em envelope contendo a identificação do processo. § 1º . • COJE. testemunhas e demais interessados sobre a dispensa de seu comparecimento ao ato. • Ofício-Circular nº 03/93-CGJ. que o método de coleta de provas será por registro fonográfico. Art. Art. por meio de gravação em Disco Compacto (CD) não regravável. art. Art. 385-C .Haverá degravação dos depoimentos por determinação do juízo recursal. Art. Art.Até 24 horas após o término da audiência. se necessário. 417. 175 a 178. sem necessidade de degravação. arts. Art. advogados e demais pessoas cujo comparecimento seja obrigatório. 385 –B . salvo quanto aos Juizados Especiais. a presença de escolta na sala e o uso de algemas dependerão de decisão do Juiz. que será assinado pelo Juiz. devendo os Escrivães. as partes. • Provimento nº 37/08-CGJ (insere os arts. que obedecerão às regras de simplicidade que lhes são peculiares.Fica autorizado o registro fonográfico. bem como para que as já inquiridas da mesma forma não procedam. • COJE. devendo levantar-se sempre que o Juiz o fizer em ato de ofício. o juiz noticiará às partes. • Circular nº 10/83-CGJ. consignando as presenças pela função e nominalmente. reflexo negativo à imagem do Poder. COJE. § 3º . partes. mantendo-se todos sempre descobertos e em silêncio. rogatórias. o qual terá lugar destacado dos demais. • Lei Estadual nº 7. 387 – As correições e inspeções não interrompem as audiências. Art. 2º e 37. arts. ficando a testemunha à frente do Juiz. mantida em cartório. mediante taquigrafia ou estenotipia. pelo(s) depoente(s) e pelos procuradores das partes. Art. observando-se as orientações do Ofício-Circular n° 70/2008CGJ. § 2º . 180. haverá lugares especiais destinados a servidores. recomendandose a degravação nesses casos. § 2º – O Juiz/Pretor deverá adotar providências no sentido de não designar audiências em períodos nos quais esteja em gozo de férias. 391 – Durante as audiências ou sessões. § 1º – Durante audiência com participação de preso como parte ou testemunha. manter-se-ão de pé enquanto falarem ou procederem a alguma leitura. licença ou por qualquer outro motivo venha estar afastado da jurisdição. parágrafo único. precedendo autorização da Corregedoria-Geral da Justiça. o disco com o registro original dos depoimentos será juntado aos autos. Parágrafo único – Os Oficiais de Justiça manterão vigilância durante as audiências. manterá prévio ajuste com o Juiz Substituto de Tabela para adequação da pauta. quando o juiz da causa o determinar de ofício ou a requerimento da parte (CPC art. deverá ser dada ciência às partes.O registro do termo de audiência cível será feito diretamente no sistema informatizado THEMIS1G. importando falta grave o registro falso. 174. inclusive as sentenças prolatadas. o patrono do réu e este. para posterior transcrição. Art. Parágrafo único – Durante as audiências. 390 – Salvo o caso de inquirição de testemunhas ou permissão do Juiz. evitando qualquer procedimento que possa perturbar a serenidade e faltar ao respeito 30 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . excetuados o agente do Ministério Público e os advogados. • COJE. 386 – A ata deve ser o registro fiel do ocorrido em audiência. para coleta de prova oral em audiência de instrução realizada em processo cível. sem necessidade de transcrição. à esquerda. 385-A . art.O registro fonográfico de audiências poderá ser empregado para o cumprimento de cartas precatórias. § 4º . Art. • COJE. quando registrado por meio audiovisual. os servidores.Ao término da audiência.Trabalhando pela sua conquista. para lançamento posterior nos livros competentes.244. • Provimento nº 05/98-CGJ.Antes de iniciados os trabalhos. de ordem ou solicitação de cooperação judiciária internacional. sendo facultada a realização de cópia aos interessados no processo desde que disponibilizem material para tanto. 175 a 178. § 2º – Os presos deverão ser requisitados para as audiências com antecedência mínima de 15 (quinze) dias. § 1º). 388 – O início e o fim das audiências bem como o pregão das partes serão anunciados em voz alta pelo Oficial de Justiça ou por quem o Juiz determinar. 175 a 178. os espectadores poderão permanecer sentados. poderão ser registrados em aparelhos de gravação. ou quaisquer outras pessoas. • Ofício-Circular nº 10/88-CGJ. 385 – Os atos ocorridos nas audiências. praticar os atos ou termos em livro especial formalizado. 405 do CPP. e fará constar no termo de audiência. anexando-se aos autos o original. 385-D – Cópia do registro original do depoimento colhido em audiência criminal nos termos da atual redação do art. Parágrafo único – Nos processos em que as audiências forem registradas pelo método da estenotipia. arts. 385-A ao 385-D). § 3º – Caso não seja possível esta providência. para evitar contato das partes com as testemunhas que aguardam inquirição. será efetuada uma cópia de segurança dos depoimentos em “CD”. salvo casos de urgência que não permitam a providência. o agente do Ministério Público sentará à direita do Juiz. deverá ser certificado nos autos a data do decurso do prazo para impugnação da transcrição. Art. o mesmo fazendo o advogado do autor e este. 389 – Nas salas de audiências. tomarão assento o Escrivão. quanto à gravação. Subsistindo a impossibilidade. arts.

art. • COJE. arts. devidamente circunstanciada. Art. permanecendo a chave sob custódia permanente do Juiz. para o efeito do art. 171. 172 a 174. art. IV. • Resolução 698/2008-COMAG. IV. interessados. ou como dispuser a decisão judicial proferida. à autoridade requerente –. em local chaveado. evitando a tramitação cartorária. 384 – Deverá o Juiz/Pretor evitar designação de audiências em horários coincidentes. 383 – As audiências realizar-se-ão em todos os dias úteis. o Serviço de Plantão manterá registro próprio de todas as ocorrências e diligências havidas com relação aos fatos apreciados. § 8º . 5º. 4º (altera a redação do art. § 1º. II. Cópia da decisão.Relativamente às hipóteses previstas no inciso V deste artigo.Trabalhando pela sua conquista. determinações e providências adotadas. art. 380 – As audiências e sessões serão públicas. 6º. 378D – Ressalvada a hipótese prevista no § 2º do art. 4º. § 10º . e 378. • COJE. 380 a 394 CAPÍTULO V – DAS AUDIÊNCIAS Art. as matérias relacionadas nos incisos I. • Resolução 698/2008-COMAG. Provimento nº 35/09CGJ. 172 a 174. III. 378A .Durante o expediente forense. alvarás. 379 – Não serão admitidas. § 7º . sempre que o exigir o serviço. art. de inquérito já aberto ou processo em andamento.É obrigatória a permanência do Juiz plantonista no foro. salvo nos casos previstos em lei ou quando o interesse da Justiça determinar o contrário. ser mantida junto ao gabinete do magistrado. ofícios.art. Art. deverá. a critério do juiz. 172 a 174.Caberá à Corregedoria-Geral da Justiça: A) organizar a escala com Juízes de Direito Substitutos de entrância final. ou à apreciação de pedido de prorrogação de autorização judicial para escuta telefônica. § 1º – O rigoroso cumprimento dos horários designados e o devido espaçamento entre as audiências revelam respeito às partes. mantida lacrada a documentação e entregue pessoalmente pelo distribuidor ao magistrado da vara. nos prédios dos Foros ou em locais onde se realizem sessões ou audiências. • Resolução 698/2008-COMAG – art. 378B – As medidas de comprovada urgência que tenham por objeto o depósito de importância em dinheiro ou valores só poderão ser ordenadas por escrito pela autoridade judiciária competente. Art. § 6º . III e V serão apreciadas pelo Serviço de Plantão quando certificado o impedimento eventual do titular da vara e seu primeiro substituto.art.Consolidação Normativa Judicial 106 Art. 2º. mandados. • COJE. nem à sua reconsideração ou reexame.A Direção do Foro da capital proverá a respeito do serviço cartorial voltado ao atendimento da matéria decorrente da implantação do sistema e sobre o acesso desse serviço ao banco de dados dos computadores. art. por motivo justificado. testemunhas e advogados. será entregue diretamente ao portador do requerimento. arquivando cópia das decisões. 181. A distribuição será procedida por sorteio aos Juízes de Direito das Varas Criminais e Foros Regionais. nem liberação de bens apreendidos. propondo a designação ao Presidente do Tribunal de Justiça. • Resolução 698/2008-COMAG. quando sua designação for exclusiva. “D”. sem outra interrupção que não a resultante das férias forenses. ressalvada decisão judicial fundamentada por medidas previstas nos arts. após exame. • Provimento nº 25/09-CGJ (acrescenta os arts. • COJE. com o indicativo “sigiloso – Lei nº 9. salvo deliberação em contrário do Juiz competente. 3º. 378-B. Corregedoria-Geral da Justiça . Art. § 4º . 7º. art. 378 e §§). além dos casos previstos em lei. supra. art. Art. • Resolução 698/2008-COMAG. Art. férias ou licença pelos que lhe seguirem na escala. arts. evitando injustificada espera e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 29 . 2º. Das audiências: arts. pessoas trajadas de modo inconveniente. Art. caput. 2º. arts. 378 desta CNJ e dos pedidos e comunicações que sejam distribuídos no início do primeiro dia útil imediato ao encerramento do plantão. Parágrafo único – Somente poderão ingressar com armas nos prédios dos Foros servidores da Justiça a tanto autorizados pelo Juiz e policiais civis e militares e agentes penitenciários que se encontrem à sua disposição. § 2º. 378C e 378D). • Provimento nº 41/88-CGJ.034/95”. § 5º A decisão do Juiz. 378C – Durante o plantão judiciário não serão apreciados pedidos de levantamento de importância em dinheiro ou valores. deverão os requerimentos ser apresentados à distribuição pela autoridade policial ou pelo agente do Ministério Público em envelope lacrado. • Resolução 698/2008-COMAG. B) dispor sobre a distribuição dos turnos e processos das varas e comarcas em regime de exceção. inc. cabendo a comprovação de sua realização material no primeiro dia útil seguinte. 377. • Resolução 698/2008-COMAG. § 9º – O Juiz plantonista será substituído em caso de impedimento. Art. art. art. 378A – O plantão judiciário não se destina à reiteração de pedido já apreciado no órgão judicial de origem ou em plantão anterior. juntamente com outras peças ou documentos que porventura tenham instruído o pedido – se não for o caso de sua devolução. • Resolução 698/2008-COMAG. Provimento nº 35/09-CGJ. • COJE. 5º. V. 381 – Nenhum adolescente ou criança de 18 (dezoito) anos poderá assistir audiências ou sessões sem permissão do Juiz que a presidir. inc. desta CNJ. 382 – As audiências e sessões realizar-se-ão nos edifícios ou locais para este fim destinados. 3º.

salvo existência de inquérito distribuído ou processo em andamento. Corregedoria-Geral da Justiça .art. através da senha obtida junto ao Departamento de Informática. revista e reconhecimento. liminares em mandado de segurança e ações possessórias. 2º. sempre que for possível. dirigir-se ao Plantão da Comarca mais próxima (Resolução 54/1992-COMAG). inc. V serão distribuídos às Varas Criminais. § 2º . quando esta ocorrer (Resolução 756/2009-COMAG). art. compete aos Juízes de Direito das Varas Criminais do Foro Central e dos Foros Regionais.§ 2º do art. mediante critérios de revezamento. respeitando-se a impessoalidade dos atos. art. 1º.A partir da vigência da Resolução 698/2008 (21/08/2008).Será divulgado no site no Tribunal de Justiça e afixado no átrio do fórum apenas o número do telefone celular disponibilizado pelo Poder Judiciário para o contato com o servidor plantonista. não possam aguardar a retomada do expediente.Incumbe ao servidor plantonista auxiliar o magistrado de plantão. sem manifesto prejuízo à parte interessada. salvo quando da existência 28 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . quando o fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação reclame medida urgente. V. quebra de sigilo telefônico. 2º. IV. caput. com a redação dada pela Lei nº 10. I ) quanto os pedidos do inc. e sejam apresentadas fora do expediente forense. revista e reconhecimento pela autoridade policial. • Resolução 698/2008-COMAG.Consolidação Normativa Judicial 105 V – Os pedidos a que se referem os incisos IV e V do art. • Resolução Nº 747/2009-COMAG. inc. III . d) medidas cautelares preparatórias. I. fora do expediente forense. II. pedido de prisão temporária e prorrogação de prisão temporária. tutelas antecipadas. sem manifesto prejuízo à parte interessada (Resolução 601/2007-COMAG). 1º. inc. parágrafo único). 4º. desde que se revistam de caráter de urgência ante prejuízo irreparável. defluentes da jurisdição de família e da infância e juventude. aos juízos criminais. Corregedoria-Geral da Justiça . liminares em mandado de segurança e providências em geral. art. serão distribuídos. será competente o primeiro magistrado com atuação na Comarca. segundo prudente arbítrio. 2º. § 1º . IV – O Juiz plantonista atenderá fora do expediente forense e aos fins de semana: a) pedidos de autorização para ingresso em casas com fins de busca. ção não farão parte do plantão quando já estiverem escalados em suas Comarcas de origem e nas Comarcas substituídas houver Juiz desimpedido (Resolução 54/1992-COMAG – art. I. durante o horário de expediente. Art. • Resolução 698/2008-COMAG. a ser usufruída a critério da Direção do Foro (Resolução 747/2009-COMAG). c) matérias relacionadas com prisões em flagrante. O termo de compromisso deverá ser encaminhado à Vara de Execução Criminal da Comarca. e) outros casos que. aplicação provisória de medidas de segurança. • Resolução 698/2008-COMAG.matéria relacionada com: prisões em flagrante e preventiva. • Resolução Nº 747/2009-COMAG. colher o compromisso e o endereço atualizado do apenado que residam no interior do Estado. IV – Julgamento de processos que lhe forem cometidos em varas e comarcas postas em regime de exceção. VIII – Cada semana de atuação do servidor no plantão. 2º da Lei nº 9. bem como dos pedidos referidos no inc. despachos ordenatórios de citação no cível para impedir prescrição. 3º. art. VII . providências em geral a respeito de menores. receber as apresentações. inc.Tanto as medidas de urgência (inc. Será enviada à Corregedoria-Geral da Justiça somente a informação de alteração do número do telefone de atendimento do plantão da Comarca. por escala. VI – Os Juízes Diretores do Foro designarão.217/01. para juntada ao PEC ou para remessa à VEC competente (Resolução 747/2009-COMAG). os servidores que atuarão no plantão. • Provimento nº 11/07-CGJ. não possa aguardar a retomada do expediente.O Serviço de Plantão da Comarca de Porto Alegre terá funcionamento autônomo em relação às unidades jurisdicionais e ficará situado junto ao Foro Central. que for localizado pelo interessado. segundo o seu prudente arbítrio. medidas cautelares. para atualização na página do Tribunal de Justiça. o qual poderá. bem como receber as apresentações e colher o compromisso e o endereço atualizado dos apenados que residam em outras comarcas. 1º. X – O servidor e o magistrado plantonista deverá acessar diariamente a caixa de correio setorial do Serviço de Plantão. exarada certidão a respeito pelo servidor de plantão.034/95. § 3º – A jurisdição do Serviço de Plantão compreenderá: I – autorização para ingresso em propriedades públicas ou particulares para fins de busca. em caso de demora. liberados em livramento condicional. fora do expediente forense. será compensada pela posterior dispensa de meio expediente. no primeiro dia útil. devendo constar no site do Tribunal de Justiça o endereço para o acesso e o telefone para contato. por sorteio. alternativamente.Trabalhando pela sua conquista. II – decisão dos pedidos de habeas corpus de que tomar conhecimento. • Resolução Nº 747/2009-COMAG. • Resolução 747/2009-COMAG. IX . conhecer das medidas de urgência de que trata o § 3º. outros casos que. 378 .Consolidação Normativa Judicial 104 V – Não tendo sido localizado o Juiz plantonista. b) hábeas-córpus. provisórias e preventivas. Provimento nº 35/09CGJ. liberados em livramento condicional. inclusive em regime de substituição.§ 1º do art. bem como autorização de escuta telefônica.

art. do art. sujeitando-se os infratores a responsabilidade disciplinar. § 1º – Os Juízes Diretores dos Foros do interior comunicarão à Corregedoria-Geral da Justiça os feriados religiosos declarados por lei do Município da sede da Comarca. • COJE. § 2º – Os pontos facultativos decretados pela União. § 1º. § 4º. Parágrafo único – Ao assumir o exercício de suas funções em Comarca ou Vara. remetendo cópia à Corregedoria. • COJE. O substituto receberá a gratificação paga pelo Estado. caput. é o seguinte: • COJE. designando horário para atendimento das partes. Corregedoria-Geral da Justiça . será obrigatório o uso de crachá pelos servidores e estagiários. 159. § 2º. o horário de funcionamento. e 160. 159. Estado ou Município não prejudicarão quaisquer atos da vida forense. • COJE. ainda que não no prédio do Foro. que devem permanecer abertos durante os horários que lhes são prescritos. arts. Distribuição e Contadoria um quadro contendo os nomes. e comunicando qualquer alteração posterior. no prazo máximo de 15 dias. e Ofício-Circular nº 07/84CGJ. Art. não podem os servidores da Justiça. preservados os limites fixados em lei e provimento administrativo. 12. em cinco dias (Resolução 54/1992-COMAG – art.124/66. procedendo da mesma forma. § 1º – O Juiz pode determinar a prorrogação do expediente de qualquer Cartório ou Ofício. justificando a necessidade perante a Corregedoria-Geral da Justiça e assegurando restituição dos prazos aos interessados atingidos. 183 e 184. 373 – São considerados feriados para os serviços judiciários de 1º grau os civis declarados em lei federal (1º de janeiro. com antecedência de 30 (trinta) dias. 1º): I – Em Comarcas com duas Varas ou mais. os religiosos declarados em lei municipal. – tarde: das 13h30min às 18h30min. art. § 2º. 160 e Lei Estadual nº 8.Consolidação Normativa Judicial 103 • Consolidação Normativa Notarial e Registral. estendendo-se até às 18h da sexta-feira seguinte (Resolução 54/1992-COMAG – art. 1º de maio.158. em todas as Comarcas do Estado. pelo menos durante um dos turnos. 172. e Ofício-Circular nº 25/88-P. art. § 2º. atendidas as peculiaridades da Comarca e respeitado o horário mínimo entre todos os serviços. § 5º – Para os Serviços Notariais e de Registros. cível ou criminal (Resolução 54/1992-COMAG – art.Trabalhando pela sua conquista. com Vara Única. custas. o Juiz Diretor do Foro elaborará escala trimestral. 158. A determinação de horário exclusivo para serviços internos dependerá de autorização do Conselho da Magistratura. por edital. o Juiz de Direito Diretor do Foro poderá regulamentar. Resolução nº 11/87-CM e Ofício-Circular nº 07/84-CGJ. sexta-feira da paixão e 08 de dezembro). CPP. Art. 159. domingos e feriados. 20 do Provimento nº 08/95-CG. 374 – Os Juízes são obrigados a cumprir expediente diário no Foro. 377 – O Serviço de Plantão em Comarcas do Interior. art. § 2º – Excepcionalmente. comunicando. § 1º. Juízes e servidores são obrigados a atender as partes a qualquer hora. Art. art. II – serviços notariais e de registros: – manhã: das 08h30min às 11h30min. em ambos os casos. ao Corregedor-Geral da Justiça. que se destina a prestar jurisdição de caráter urgente. • COJE. entre 10 e 17 horas. 376 – Em se tratando de casos de urgência. • COJE. a hora de seu expediente. Provimento nº 08/05-CGJ. Art. art. 12 de outubro. quando a necessidade do serviço assim o exigir. 2º). 159. 07 de setembro. será exercido pelo Juiz que a estiver jurisdicionando e começará às 18h da sexta-feira. funções e horários dos servidores e estagiários ali lotados. com prévia e ampla divulgação. sempre que entender alterá-la. 15 de novembro e 25 de dezembro). art. • Ofício-Circular nº 04/94-CGJ. 372 – Não haverá expediente forense aos sábados. e os declarados em Ato do Tribunal de Justiça. – tarde: das 13h30min às 18h. caput. bem como o regime de plantão do Registro Civil das Pessoas Naturais. e os forenses declarados na Lei nº 1. • COJE. afastar-se dos respectivos Cartórios ou Ofícios. 159. III – Os Juízes em regime de exceção ou substitui- Do expediente: arts. 371 a 379 CAPÍTULO IV . art.DO EXPEDIENTE Art. 3º). ficando a outra metade para o titular. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 27 . Parágrafo único – Caso o substituto seja funcionário estatizado. • CPC. através de portaria. I – foro judicial: – manhã: das 08h30min às 11h30min. exceto os Pretores. independentemente da natureza de sua jurisdição. que obedecerão também a horário noturno. o Juiz poderá determinar o fechamento extraordinário do Foro. por motivo de ordem pública. • COJE. Art. em número não superior a quatro. Art. 158. sendo a outra metade recolhida ao Estado. ficando à opção do titular a adoção de horário ininterrupto. § 4º – Será afixado em cada Cartório. arts. § 3º – A partir do fornecimento pela Diretoria de Recursos Humanos. dependentes de autorização judicial. salvo quanto aos Juizados Especiais. 797 e COJE. deverão ser incluídos na escala referida no item anterior. II – Todos os Juízes com atuação na Comarca. 21 de abril. exceto para a prática de atos indispensáveis à ressalva de direitos. parágrafo único. art. ouvido(s) o(s) outro(s) colega(s). o titular ficará com metade das custas. o Juiz anunciará. salvo para cumprir diligências. diferentemente do previsto no caput. • CPC. § 4º. 371 – O expediente forense.408 (terça-feira de carnaval. 375 – No decurso do expediente do Foro. art. art.

caso o substituto seja também regido de juntada de mandados e ou cartas precatórias pelo mesmo sistema. CGJ (renumera este parágrafo). § 3º . notificação.A incumbência determinada no inciso II. as cartas rogatórias. • Provimento nº 18/06-CGJ. tais como: de ção. data.g. exceto se. Cota: Nihil – Provimento 07/08 – CGJ. 230 – Quando não puder realizar intimação fora § 6º . atendendo ao pedido verbal da parte interessada. v. serão atendiATOS EXECUTIVOS (PENHORA) e MANDADOS dos na Comarca de Porto Alegre pelo Escrivão da DE INTIMAÇÃO ESPECÍFICOS e com prazo para Vara da Direção do Foro e. 231 – O expediente administrativo do Diretor do I – a JUNTADA para aqueles atos que tenham a ele Foro. consideradas eventuais peculiarié que fluirão os prazos contestacionais.Também não será cobrada do procurador a certidão de carga de autos quando estes foram entregues indevidamente a outra parte (v. bem como a RIAS DE CITAÇÃO e CARTAS PRECATÓRIAS DE expedição de alvará de folha-corrida.a REMESSA apenas para os casos de remessa de trabalho adotada no Juizado. e. dades do ofício judicial ou da própria metodologia II . as precatórias para citavinculada a contagem de prazo. arresto. solicitou vista/carga do processo acima mencionado não lhe sendo franqueado o acesso aos autos em face da sua não-localização na serventia. de busca e apreenrão dispor de Escrevente qualificado para atuar nas são. • Provimento nº 12/98-CGJ. Comarca. Provimento nº 07/08III – o RECEBIMENTO nas petições e ofícios entreCGJ (renumera este parágrafo). Nos demais casos o recebimento relação à escrituração dos termos de juntada. CARTA AR DE CITApessoas a quem a lei confere o privilégio de indicar ÇÃO.Os titulares de serventias privatizadas. ao DMJ e administrativo. expedidos nos feitos em que houve a concessão de § 4º . CARTAS PRECATÓlocal e hora para serem inquiridas. remessa e recebimento deverá ser substituçamento da movimentação “AUTOS RETORNAída pela movimentação correspondente disponível DOS A CARTÓRIO”. nesta data. Art. que. Art. DOU FÉ. autorizado pelo Juiz. para fins de direito. gues em juízo e nos feitos sentenciados com sen§ 5º . na fluência de prazo comum. etc. o magistrado exde autos para fora do Foro da Comarca de origem. revendo em meu Cartório e as informações que constam no sistema informatizado Themis1G. Juízes. Art. informatizado.Trabalhando pela sua conquista. do(a) intimando(a) ser contado da data da juntada.Excetuam-se da regra do parágrafo anterior do Cartório. pelo Escrivão designado. • Provimento nº 07/08-CGJ. seaudiências e para datilografar ou digitar as sentenqüestro. COMARCA VARA ENDEREÇO _____________________________________________________________________ Processo nº: Natureza: Valor da Ação: Autor: Réu: C E R T I D Ã O: (PROCESSO EM CARGA) CERTIFICO. nas do interior do Estacumprimento ou tomada de providência por parte do.. em tença de revelia. reintegração de posse. haja vista que da juntada de ças e demais decisões lançadas pelos respectivos tais mandados/precatórias devidamente cumpridos. disponibilizada no sistema no sistema informatizado THEMIS1G. procurador(a) da parte ___________________ desde a data de __________________. CERTIFICO. condos autos em cartório deve ser indicado pelo lanclusão. este receberá a metade das 26 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . intimação e para inquirição das MANDADO DE CITAÇÃO. AUTO DE PENHORA. 232 – Nas férias do Escrivão titular de Cartório Também deve ser mantida a escrituração do termo Privatizado. develiminar seguida de citação. na fluência do prazo da parte contrária). pressar diversa orientação através de provimento como é o caso de remessa aos Tribunais. verifiquei que o processo acima mencionado foi entregue indevidamente em carga para o(a) Dr(a) __________________________. usando a faculdade que me confere a lei e por haver sido pedido pela parte interessada. imissão de posse.g. Provimento nº 07/08• Provimento nº 18/06-CGJ. que o Dr(a) ________________________ procurador (a) da parte ________ compareceu em cartório. fo). o Escrivão. etc. extraias seguintes hipóteses: rá mandado para que a diligência seja efetuada por • Provimento nº 07/08-CGJ (renumera este parágraOficial de Justiça.. Escrivão(ã)/ Oficial Ajudante Cota: Nihil – Provimento 000/08 – CGJ.

do seu Cartório. registro de veículos ou registro de outros bens sujeiapresentação em Cartório. XIII – fornecer certidão. autenticar. art. • Provimento nº 08/05-CGJ.Resolução nº 51/92-CM. sobre o estado e andamento dos feitos.tos à penhora ou arresto. dos. • Provimento nº 18/09-CGJ (cria o inciso XXVII). XXI – prestar informações verbais. XI – remeter à Corregedoria-Geral da Justiça. as funções e os a) de interdição. conferir e consertar trasla.Trabalhando pela sua conquista. independentemente do pa• Provimento nº 18/06-CGJ. XII – devolver à distribuição ou depósito os objetos • Provimento nº 16/08-CGJ. independentemente de des. batório dos servidores do seu Cartório. ao sistema. c) formado em segredo de justiça (CPC.nando o valor nominal da causa e a data da distributema informatizado oficial. através da senha obtida junto ao Departamento Adolescente.da mediante petição deferida pelo juiz competente. evitando a saída se referir dos autos do Cartório. e) especial. fornecer certidão comprobatória da tramitação de execução de documentos de processos. XVII – certificar. telefone. COMARCA VARA ENDEREÇO _____________________________________________________________________ Processo nº: Natureza: Valor da Ação: Autor: Réu: C E R T I D Â O: (NÃO-LOCALIZAÇÃO DE AUTOS EM CARTÓRIO) Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 25 . • Provimento nº 05/04-CGJ. encaminhados em razão de audiência. a certidão referente à fase dos pelas leis processuais. por este Código e em de cumprimento de sentença somente será forneciresoluções do Conselho da Magistratura e da Cor. bem como no banco de dados do sis. • Provimento nº 27/06-CGJ. cujas informações apenas serão dadas às partes e aos rios. regedoria-Geral da Justiça. XVI – manter e escriturar o livro protocolo-geral e os título extrajudicial ou de fase de cumprimento de sentença. assim como remeter os autos ao Distri. o dia e a hora de sua sa. gamento de custas. objetivando instrumentalizar o Contador para a feitura do cálculo. deverá entregar-lhe certidão comprovando o possam ser lançados pelo cartório. horários de trabalho dos servidores e estagiários b) de arresto ou seqüestro. XX – promover e fiscalizar a alimentação de dados • Provimento nº 18/09-CGJ (altera o § 1º). a processo: • Provimento nº 07/08-CGJ. ao fim Registro Civil da sede da Comarca. do Cartório. protocolando-a sitário ou distribuidor. zando e conservando atualizados índices e fichá. independentemente de despacho. antes de realizado.§ 2º . xiii caberá recurso ao corregedor geral. XXII – REVOGADO – encaminhar ao Serviço de advogado autos conclusos ou com vista. XXIV – receber a petição de recurso.§ 1º – Do indeferimento das certidões referidas nas cia dos horários com relação aos demais servidores alíneas do inc. livros e papéis de via da petição recursal ao recorrente. XXV – fiscalizar a utilização dos crachás e elaborar e afixar quadro contendo os nomes. XV – autenticar reproduções de quaisquer peças ou XXVII . antes da pronúncia ou sentença definitiva. a pedido da parte ou procurador. na forma da caso em que esta deverá ser comunicada ao depo. os mandados de inscrição de divórcio ou separação judicial. com descrição das partes e valor da caudemais livros de uso obrigatório. nela consigseu Cartório. fato. de caráter reservado.Quando solicitada vista/carga de autos que buidor. conforme modelo. acompanhada de preparo. XVIII – realizar todos os atos que lhes forem atribuí. Promotor ou seus procuradores. para inscrição de cada mês. para in. a Juiz. salvo se XXIII – prestar as informações sobre o estágio proordenada pelo Juiz sua entrega ao interessado.no ato.estejam em cartório e não sendo estes localizados clusão dos dados qualificativos das partes que não de pronto. XIV – extrair. X – entregar. d) penal. inclusive por • Provimento nº 07/08-CGJ. mediante carga. salvo quando a certidão ição da demanda. antes de publicada a sentença. XIX – fiscalizar e zelar pela freqüência e observân. do que constar nos autos. regulado pelo Estatuto da Criança e do XXVI – Acessar diariamente a caixa de correio setorial.salvo quanto aos referidos no inciso XIII. ou entregar a 2ª pacho. 155). o Escrivão.mais de um servidor a seu critério. de Informática que deverá ser compartilhada por f) administrativo.Por solicitação do exeqüente. demonstrativo do movimento forense no Livro “E”. nas petições. para fins de averbação no registro de imóveis. lotados no Cartório.

por intermédio de portaria do Juiz Diretor do Foro.Não haverá designação para substituição de Escrivão. conforme previsto no art. desde que um destes esteja afastado ou impedido. todos os termos dos processos e demais atos praticados no juízo em que servirem. 222). Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. 221) Art. mas o seu titular acumula as atribuições próprias com as do Escrivão. VII – ter em boa guarda os autos.Os Oficiais Ajudantes podem substituir o Escrivão. custas e demais exigências fiscais e outros quaisquer valores devidos pelas partes. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. desde que justificadas na portaria pela Direção do Foro. Art. 223-B .O Oficial Ajudante. em estabelecimento autorizado. em substituição. 223-D . Art. Das funções e atribuições dos servidores: arts.Excetuam-se as designações por licençasaúde e licença por motivo de doença familiar. 127 da Lei nº 10098/94. quando necessário o imediato provimento do cargo. IX – manter classificados e em ordem cronológica todos os autos. • Resolução nº 603/07-COMAG. Oficial Ajudante. nas comarcas consideradas como de reduzido movimento. Art. 223-C . no caso de vaga. 223-B). mediante proposta do Juiz Diretor do Foro e aprovação da CorregedoriaGeral da Justiça. concomitantemente os cargos de Oficial Ajudante e de Escrivão. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art.O Escrivão e o Oficial Ajudante da mesma vara não podem gozar férias no mesmo período. Provimento nº 01/09-CGJ (altera o art. apenas o titular da função ou do cargo comissionado receberá a gratificação respectiva. 223 – Fica vedada a designação de Oficial Escrevente para substituir Oficial Ajudante quando provido este último cargo. privativos ou não. 223-C). 235 a 242 TÍTULO III .DAS FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES CAPÍTULO I . Parágrafo único . Art. livros e papéis de seu Cartório. elencadas em provimento. • Resolução nº 603/2007-COMAG. desde que não haja Oficial Ajudante ou este esteja impedido. Parágrafo único . 229 a 232. o expediente do Juiz. incumbe: • COJE. mesmo estando o Escrivão na chefia do cartório. 223-D). certificando nos autos do processo.305/79. • Resolução nº 603/2007-COMAG. I – chefiar. 223-A . Provimento nº 01/09-CGJ (altera o art. livros e papéis a seu cargo. II – escrever. diretamente pela parte ou seu procurador. Inciso I com redação dada pela Resolução nº 667/2008-COMAG. • Resolução nº 658/08-COMAG § 3º . • Resolução nº 603/2007-COMAG. V – zelar pela arrecadação da taxa judiciária. • Ofício-Circular nº 79/95-CGJ. os autos. II . DistribuidorContador e Oficial de Justiça. • Resolução nº 603/2007-COMAG.Quando vagos. b) Em caso de vacância. 223-A). 106 a 108.Os ocupantes de funções gratificadas ou cargos em comissão no Primeiro Grau não terão substitutos nos seus afastamentos. Provimento nº 33/07CGJ. apenas para este deverá ser designado substituto. Art.DOS ESCRIVÃES Art. Art. quando ocorrer afastamento ou impedimento em razão do gozo de licença lactante ou em função de filho portador de necessidades especiais. o substituto perceberá mais de duas gratificações de substituição (Lei nº 10579/95). organi- 24 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . o cargo de DistribuidorContador que não estiver provido. depois de vistos em correição.Em nenhum caso. ambas previstas nos arts. • Provimento nº 09/07-CGJ. 222 – A designação de servidor para substituir outro se dará: a) Por afastamento ou impedimento eventual do titular do cargo por prazo igual ou superior a 10 (dez) dias consecutivos e sempre que houver necessidade de sua ocupação para a boa e regular continuidade do serviço. Ofício-Circular nº 42/97-CGJ. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. § 1º . bem como inserir no sistema a data da disponibilização no diário da justiça eletrônico. arts. se o cargo estiver vago ou o titular licenciado ou impedido por prazo igual ou superior a 10 dias. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. ser exercido pelo servidor. salvo decisão fundamentada do Diretor do Foro. bem como situações excepcionais que não possam ser debitadas ao servidor. o Distribuidor e o Contador Judiciário. livros e papéis findos. 229 – Aos Escrivães. anexo à Lei Estadual nº 7. 738 e 739 do Estatuto dos Servidores da Justiça – Lei nº 5256/66. o Cartório em que estiver lotado. IV – Elaborar e encerrar diariamente a nota de expediente no sistema informatizado themis1g. III – atender às audiências marcadas pelo Juiz e acompanhá-lo nas diligências.O Escrivão exercerá. as funções do titular do cartório em suas faltas e impedimentos ou. expedindo as guias para o respectivo depósito.Incumbe aos Oficiais Ajudantes exercer. sob a supervisão e direção do Juiz. • Resolução nº 603/07-COMAG. VIII – recolher ao Arquivo Público. VI – preparar. até o provimento do cargo.O Oficial Escrevente poderá substituir: I – O Escrivão ou o Distribuidor-Contador.Trabalhando pela sua conquista. sem ônus ao Estado. • Resolução nº 658/2008 –COMAG. Na hipótese excepcional de nomeação de outro servidor como substituto. diariamente. 223-E . 223-E). observada a forma prescrita. § 2º .

§ 1º. “e”). c) no momento da viabilização da permuta. c) inexistência da vedação do art. ou pertençam a entrâncias distintas. 13. b) desconsiderá-la em função da justificativa do servidor. mesmo que um dos servidores ou os dois não tenham preenchido o requisito temporal estabelecido na alínea “b” deste parágrafo. se sujeitando a qualquer interstício temporal. independentemente do fato de ter sido indicado. 205 – A remoção por permuta. Art. Art. que deverá ser expedida antes do período a Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 23 . 682 da Lei nº 5. independentemente de qualquer indenização. § 1º – O período de trânsito é considerado como de efetivo exercício. sob pena de a remoção ficar sem efeito. d) não será admitida nova movimentação do servidor antes de cumprir o prazo previsto no art. com recurso ao Conselho da Magistratura nos mesmos moldes dos pedidos de remoção e aproveitamento. ou quando o exame médico revelar que qualquer dos requerentes não está apto a continuar no exercício do cargo ou função pública. • Resolução nº 155/95-CM. Parágrafo único – Os requisitos para a remoção por permuta deverão ser: a) REVOGADA. por ato do Conselho da Magistratura. independente de pedido do servidor.256/66. da Lei nº 5. b) cumprimento de dois anos de efetivo exercício no cargo para o qual foi nomeado. sendo obrigatória a inscrição do interessado na bolsa de permutas. mediante tombamento. será concedida a remoção-permuta. letra “b” . • Provimento nº 07/03-CGJ. • Resolução nº 207/97-CM. que é relevante à Administração para o caso de reiteração de pedido da mesma espécie. de modo que nenhum Cartório fique com deficiência de servidor. e um ano nas movimentações seguintes (Lei nº 7.A substituição que prevê a Lei Estadual nº 10579. através da Direção do Foro. Da substituição de servidores: arts. a critério do Presidente do Tribunal de Justiça. dependerá de designação formal. 203 – A competência para decidir pedidos de remoção-promoção e aproveitamento é delegada à Presidência do Tribunal de Justiça. 684 e 685.305/79 – art. 201 – A desistência extemporânea do pedido de remoção de servidor será anotada na ficha funcional deste. 19 da CNJCGJ. de 17-11-1995.Trabalhando pela sua conquista. parágrafo único. § 2º – O registro será cancelado após o decurso do prazo de 01 (um) ano. a Presidência do Tribunal de Justiça poderá adotar esta circunstância para: a) preterir este servidor em favor de outro mais moderno. 221 a 223-E SEÇÃO IX . também admissível entre serventuários e funcionários da Justiça da mesma classe e entrância (ressalvada a excepcionalidade prevista no art. arts. Resolução nº 155/95-CM. de 02-08-66. em face da ausência ou inconsistência dos motivos da desistência. cujo termo constará de três vias datilografadas.256/66. 204 – A publicação dos editais para provimento de cargos será automática. dada a abertura da vacância. Provimento nº 30/08-CGJ. Provimento nº 30/08CGJ. o Serviço de Concursos submeterá os pedidos ao Corregedor-Geral. • Provimento nº 30/08-CGJ. e) excepcionalmente. • Lei Estadual nº 5. d) o parecer referente à permuta irá ao Presidente do Tribunal de Justiça. ficando cadastrado na bolsa de permuta. tomando-se em conta sempre a ficha funcional do servidor. Art. Art. 206. visadas pelo Juiz de Direito Diretor do Foro. no caso de ser esta a primeira movimentação do servidor. aos interessados. Parágrafo Único – A anotação será feita sempre que o servidor desistir do pedido de remoção após o prazo do edital.nova redação introduzida pela Lei nº 9.256. § 1º – Nesse caso. 206 – Fica criada bolsa de permuta entre os servidores do 1º grau. • Resolução nº 155/95-CM. 202 – O registro não tem natureza disciplinar e visa preservar a informação. atendendo a critérios de conveniência e interesse exclusivos e primordiais da Administração. de 02-08-66. 221 . § 4º. 685. • Ofício-Circular nº 68/95-CGJ. dirigidas uma ao arquivo do Cartório da Direção do Foro e as outras. • Provimento nº 30/08-CGJ. • Ofício-Circular nº 49/94-CGJ. para assumir o novo serviço. 207 – O servidor da Justiça terá quinze dias de trânsito. em editais mensais. Art. Art. § 2º – A remoção será feita às expensas do servidor que receberá os livros e arquivos do Cartório. 686 e 687.426/91). Provimento nº 28/08CGJ. Art. arts. ou após a denegação de um pedido fundado exclusivamente nesta circunstância. • Provimento nº 16/05-CGJ.256. dependerá de parecer prévio da CorregedoriaGeral da Justiça. com prorrogação por mais quinze. ressalvada situação emergencial e o disposto no inciso XV do art. funcionando da seguinte maneira: a) o servidor interessado no deslocamento para outra Comarca informará ao Serviço de Concursos da Corregedoria-Geral da Justiça. • Lei Estadual nº 5. Parágrafo único – Não será admitida a permuta quando a um dos interessados faltar menos de 05 (cinco) anos para tempo necessário à aposentadoria voluntária ou compulsória.DA SUBSTITUIÇÃO Art. b) o Serviço de Concursos controlará a possibilidade de permuta. a ser controlada pela CorregedoriaGeral da Justiça.

§ 1º – Os pedidos de remoção terão preferência em relação aos de aproveitamento. uma vez comprovadas as quitações dos respectivos contratos de trabalho e de suas obrigações previdenciárias. não Da remoção de servidores: arts. § 2º – As incompatibilidades previstas neste artigo não se observam entre os servidores da Justiça e seus auxiliares. tomar-se-á em conta sempre a ficha funcional do servidor. 198 – Quando da vacância dos Cartórios Judiciais. § 4º – É permitida a permuta entre auxiliares de ofícios da mesma natureza e entrância. 220. b.256/66. III – se igual o tempo. 682. 682. § 2º – No caso de criação de serviço da Justiça. art. art.305/79. § 3º – Não se admitirá remoção sempre que o Ajudante Substituto estável requerer. art. 194 – Os servidores de entrâncias inicial e intermediária. 199 – Verificada a vaga. • Lei Estadual nº 5. salvo preferência de servidor de maior mérito ou manifestação contrária da maioria absoluta do Conselho da Magistratura. 13. terá preferência em relação aos demais: I – o vitalício. Parágrafo único – Os Oficiais Escreventes e Oficiais de Justiça.256/66. 682. na mesma relação de parentesco por consangüinidade ou afinidade.256/66. II e III não aproveitará aquele que tiver dado causa à incompatibilidade. Art. da alínea b. Art. feito. a pedido. • Lei Estadual nº 5. § 2º. 200 – A remoção será assegurada ao servidor mais antigo da classe. solicitarão remoção ao Presidente do Tribunal de Justiça. dentro do prazo de dez dias. • Resolução nº 110/94-CM. inciso I. entendemse os desempenhados pelos servidores de uma mesma classe funcional. • Lei Estadual nº 5. § 2º. • COJE. 192 a 207 SEÇÃO III . • Lei Estadual nº 9. ao serventuário com mais de 01 (um) ano de exercício no cargo ou função de que for titular. da Lei 11340/2006. • COJE. o que tiver mais tempo de serviço na Comarca ou distrito.426/91 art. a critério da Presidência do Tribunal de Justiça. antes de completados 02 (dois) anos de efetivo exercício no cargo para o qual foi nomeado. a critério do Conselho da Magistratura. Parágrafo único – A preferência estabelecida nos incs. Art. exclusivamente. § 1º – Para aferição do mérito. § 2º – A remoção dentro da mesma entrância preferirá à remoção-promoção.DA REMOÇÃO Art.256/66. • Ofício-Circular nº 80/92-CGJ. § 4º. com anuência dos respectivos titulares. Art. 684 e 685. 224. • Lei Estadual nº 5. 196 – É defeso conceder remoção ou cedência aos servidores nomeados em razão de concurso local ou regional.256/66. • Lei Estadual nº 5. • Lei Estadual nº 9. no prazo de dez dias. • Lei Estadual nº 5. nos termos do art. deferida judicialmente. aos titulares das extintas serventias do cível e crime. 220 e seu § 1º do COJE serão apreciados pela Pre- 22 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 9º. • COJE. 192 – A remoção nos serviços da Justiça é possibilitada. 682. 683. tudo com base em decisão fundamentada em critérios objetivos. § 1º – Por serviços da mesma natureza. contados da data em que for publicado no Diário Oficial da Justiça o ato declaratório da vacância. 200-A – A remoção de servidora vítima de violência doméstica e familiar. 133. art. art. § 1º. pressupõe a existência de vaga e prefere a todas as demais espécies de remoção.256/66. II – se ambos vitalícios. poderão ser removidos. Art. poderão ser removidos. Art. 193 – Os pedidos de remoção ou permuta e de aposentadoria dos titulares de Cartórios judiciais que mantenham empregados somente serão deferidos. Art. os servidores da mesma classe e entrância. com arrimo no art. • Lei Estadual nº 5. art. sidência do Tribunal de Justiça por força do Ato de Delegação do Conselho da Magistratura contido na Resoluçãonº 155/95-CM. a pedido. fica ressalvado. Lei nº 9. 116 – Verificada a coexistência de servidores da Justiça na situação prevista neste capítulo. com 05 (cinco) ou mais anos de serviço no mesmo Cartório. além das normas estabelecidas pelo Conselho da Magistratura. por motivo de aumento de número de vagas. Art.880/93. a abertura de concurso. houverem sido instalados Cartórios privativos. Art. é admitida a reversão do respectivo sistema de custas. 195 – Os pedidos de remoção aludidos no art. em definitivo.880/93.Trabalhando pela sua conquista. desta Consolidação. o direito de remoção para os novos Cartórios. • Lei Estadual nº 7. 220 e Resolução nº 155/95-CM. por conveniência da Administração.256/66. Parágrafo único – Ao Escrivão que optar pelo regime privatizado é vedado o retorno ao sistema oficializado de remuneração. 682. Provimento nº 40/96-CGJ. 197 – Nas Comarcas em que. o mais antigo no serviço público. art. para igual cargo na entrância imediatamente superior. para igual serventia de Comarca de entrância imediatamente superior. o prazo previsto neste artigo começará a fluir da data da publicação do respectivo ato. Art. art. art. arts. Provimento nº 40/96-CGJ. § 2º – Os pedidos de desistência de remoção formulados após o final do prazo para a remoção serão anotados no Serviço de Cadastro da CorregedoriaGeral da Justiça e serão levados à consideração do Conselho da Magistratura em eventual futura postulação. com 05 (cinco) ou mais anos de serviço numa mesma entrância.

consangüíneo ou afim. à CorregedoriaGeral. instrução. na Corregedoria-Geral da Justiça. para com o Escrivão do Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 21 . b) disciplina. 103 – Os servidores da Justiça. § 12 – Se a decisão do Presidente for contrária à confirmação.DO ESTÁGIO PROBATÓRIO Art. com o auxílio de Coordenadores de Correição. na Comarca em que irá atuar. até o 3º grau: I – no mesmo feito ou ato judicial. são considerados estáveis após 03 (três) anos de efetivo exercício.Trabalhando pela sua conquista. e) eficiência. salvo quando se tratar de remoção ou aproveitamento de servidor em disponibilidade. o responsável pelo Cartório remeterá à Corregedoria relatório sobre a execução do programa. se possível e conveniente. 35 e Resolução nº 51/92-CM. o expediente será submetido à apreciação do Presidente do Tribunal de Justiça. Parecer nº 10/99-DOC e Emenda Constitucional nº 19. durante o qual será apurada a conveniência ou não de sua confirmação. § 1º – O estágio probatório dos servidores judiciais é o período de 02 (dois) anos de exercício.256/66. pelo Juiz Diretor do Foro. atribuindo um conceito à atividade do participante. ao qual se juntarão os dados sobre o estágio de preparação ao exercício das funções do cargo e demais anotações funcionais relevantes. art. que será executado pelo titular do Cartório em que o estágio for efetuado. emitirá parecer motivado. § 2º – Na contagem não será levado em conta o tempo de serviço prestado em outro cargo. • Resolução nº 52/92-CM. § 10 – Se o parecer for contrário à confirmação. art. com o visto do Juiz Diretor do Foro. junto a um Cartório previamente indicado pela Corregedoria-Geral da Justiça. § 1º – Durante o estágio acima aludido. será obedecido programa previamente elaborado pela Corregedoria-Geral da Justiça. será submetido a estágio preparatório obrigatório. o responsável pelo seu acompanhamento enviará relatório geral sobre o desempenho do servidor. para o exercício de sua defesa e juntada das provas de que dispuser.305/79. serão coordenados por um Juiz-Corregedor. opinando sobre a conveniência ou não da confirmação. § 4º – Na Corregedoria-Geral da Justiça será centralizado o serviço relativo ao estágio probatório dos servidores. expedir-se-á o ato de exoneração. fiscalização e controle da atividade dos estágios. Dos impedimentos e incompatibilidades: arts. art. II – na mesma Comarca ou distrito. se não for ele o Relator. com a colaboração de um Coordenador de Correição. em linha reta ou colateral. quando entre as funções dos respectivos cargos existir dependência hierárquica. • Lei Estadual nº 5. d) contração ao trabalho. dentre os seguintes: excelente. a confirmação não dependerá de ato algum. no prazo de 30 (trinta) dias. • Provimento nº 26/05-CGJ. § 7º – Os relatórios serão reunidos em expediente. c) assiduidade. bom. individual ou em grupos pelo prazo mínimo de 07 (sete) dias. Art. § 6º – Os responsáveis pelo acompanhamento do estágio enviarão quadrimestralmente. g) fidelidade. CAPÍTULO II . § 5º – Os Coordenadores de Correição prestarão serviços de apoio. dele será dada vista ao estagiário pelo prazo de 15 (quinze) dias. o Serviço de Cadastro dos Servidores Judiciários encaminhará ao Corregedor-Geral a nominata dos servidores nomeados. § 3º – Caso o participante receba o conceito insuficiente. mesmo se nele o servidor houver adquirido estabilidade. se não for ele o Relator.305/79. § 2º – Findo o estágio. sob a coordenação dos JuízesCorregedores de cada região. § 13 – Se o Presidente decidir pela permanência do servidor. § 11 – Imediatamente. dos demais. 657. referente aos requisitos do § 1º deste artigo. • Lei Estadual nº 7. parágrafo único. • Lei Estadual nº 7. concluindo pela permanência ou não do servidor. f) discrição. terá que submeter-se a novo estágio em outro Cartório. com a data da publicação do ato. § 4º – Os dados relativos ao estágio serão incluídos no processo sobre a efetivação do servidor. 104 – Todo servidor judicial. § 8º – 180 (cento e oitenta) dias antes do término do prazo do estágio. 115 e 116 Dos impedimentos e incompatibilidades: Art. com o visto do Juiz Diretor do Foro. orientação. relatório circunstanciado sobre o desempenho funcional do estagiário. não podendo ser demitidos senão através de processo administrativo ou judicial. a) idoneidade. § 6º – Os serviços relativos ao estágio. mediante a verificação dos seguintes requisitos: • Provimento nº 11/08-CGJ. regular e insuficiente. sob a supervisão do Juiz Diretor do Foro respectivo. ou em Comarca próxima e assemelhada a sua. § 9º – A Corregedoria-Geral. admitidos mediante concurso. § 1º – Igual impedimento verificar-se-á quando o procurador de alguma das partes ou o agente do Ministério Público estiver. § 5º – Para o fim da instauração do estágio preparatório. § 3º – O acompanhamento direto do estágio dos servidores subordinados a Escrivão Judicial será feito por este. logo após tomar posse e entrar em exercício nas funções do seu cargo. 6º. 115 – Nenhum servidor da Justiça poderá funcionar juntamente com o cônjuge ou parente. com aprovação do Diretor do Foro.

se a decisão for mantida. 95 – O recurso da decisão impositiva de pena disciplinar é privativo do servidor punido. • Provimento nº 33/03-CGJ. 762. Art. • Lei Estadual nº 5. 792. advertência. quanto às infrações puníveis com cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 792. podendo a autoridade. salvo adicionais de insalubridade. 1º. § 3º – No caso de suspensão preventiva de serventuário submetido ao sistema privativo de custas em que a designação para substituição recaia sobre outro serventuário submetido ao mesmo sistema.DO CANCELAMENTO DAS PENALIDADES Art. • Lei Estadual nº 5. depois de transitada em julgado a decisão administrativa.928/03 e Provimento nº 13/05-CGJ.256/66. contados do trânsito em julgado. • Ofício-Circular nº 44/92-CGJ. rar as faltas disciplinares. art. Art. crime ou contravenção. o recurso será encaminhado à autoridade competente no prazo de 05 (cinco) dias. 190. Lei Complementar Estadual nº 10. SEÇÃO VI . 99 – A ação disciplinar prescreverá em: I – 06 (seis) meses.098/94.256/66. Art. 90 – Das decisões disciplinares do CorregedorGeral e dos Juízes-Corregedores caberá recurso para o Conselho da Magistratura. • Lei Estadual nº 5. art.879/80. 100 – Quando as faltas constituírem. se o servidor não tiver praticado outra nova infração disciplinar ou penal. II – a contar da emissão do relatório de sindicância. colher as provas e aplicar as penalidades. e após o seu trânsito em julgado. • Provimento nº 16/07-CGJ. 96 – Em juízo de retratação. em casos especiais. § 2º – A prescrição interrompe-se pela instauração da sindicância ou do processo administrativo disciplinar.256/66. art. 94 – Os recursos terão efeito suspensivo. • Lei Estadual nº 5. IV – 24 (vinte e quatro) meses. art. com alteração da Lei Estadual nº 8. § 4º – Uma vez aplicada a pena em definitivo. 92 – O prazo para recorrer é de 05 (cinco) dias contados da data em que o servidor tiver conhecimento da decisão. quando este recomendar aplicação de penalidade.256/66. se a permanência no exercício da função possa prejudicar as investigações. de periculosidade. 98 – O cancelamento da penalidade não gera efeitos retroativos. 792. Lei Complementar Estadual nº 10. a Direção do Foro também comunicará ao Departamento de Recursos Humanos e à Corregedoria o número de dias de suspensão. art. • Lei Complementar Estadual nº 11. a pedido do Juiz processante ou de ofício. 93 – O recurso será interposto mediante petição fundamentada à autoridade julgadora.256/66.256/66. do auxilio condução e da verba pela função gratificada. 103 e 104 20 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .098/94).256/66. das decisões disciplinares dos Juízes de 1ª instância. 91 – O Corregedor-Geral ou os JuízesCorregedores conhecerão. pela autoridade processante. 790. 1º. 89 – A suspensão poderá ser prorrogada. 790. • Lei Estadual nº 5. aplicadas aos servidores da Justiça. Art. censura e suspensão. III – 18 (dezoito) meses nos casos de abandono de cargo ou faltas sucessivas ao serviço. e parágrafos. • Lei Estadual nº 5. Art. art. questão prejudicial da qual decorra o reconhecimento de relação jurídica.DA PRESCRIÇÃO Art. § 2º – A suspensão preventiva não implicará desconto dos vencimentos. • Provimento nº 13/05-CGJ. § 3º. se competente. cada um terá direito à metade da receita líquida auferida pela serventia.DA SUSPENSÃO PREVENTIVA Art. • Lei Estadual nº 5. Art. 762. III – a contar da emissão do relatório. submetido o ato à decisão definitiva do Corregedor-Geral. em outro processo de qualquer natureza.256/66. 792. 88 – O Corregedor-Geral da Justiça. § 4º . § 1º – O prazo de prescrição começa a fluir a partir da data do conhecimento do ato por superior hierárquico. regular-se-á pela sanção aplicada e verificar-se-á de acordo com os prazos fixados no caput. considerando-se o registro da Portaria. Art. SEÇÃO VIII . • Provimento nº 16/07-CGJ.844/89.098/94. serão automaticamente canceladas após 10 (dez) anos. Art. SEÇÃO VII . justificando à instância superior as razões da exceção.Trabalhando pela sua conquista.844/89. até a decisão final da autoridade competente. II – 12 (doze) meses no caso de suspensão ou multa. Do estágio probatório: arts.879/80. art. • Provimento nº 13/05-CGJ. art. § 1º – Igual competência é conferida aos JuízesCorregedores. SEÇÃO IX . com alteração da Lei Estadual nº 8. Provimento nº 13/97-CGJ. até a decisão final da autoridade competente. e demissão. os quais corresponderão aos primeiros da suspensão preventiva. art. • Lei Federal nº 6. 97 – As penas de multa. poderá ordenar a suspensão preventiva do servidor indiciado. art. Esta última será devolvida quando do processo não resultar punição. art. Provimento nº 13/97-CGJ. em grau de recurso. 190.DOS RECURSOS Art. até 90 (noventa) dias. também. • Lei Estadual nº 5. recebê-lo com efeito meramente devolutivo. § 3º – Fica suspenso o curso da prescrição: I – enquanto não resolvida. da materialidade de fato ou de sua autoria. quanto à advertência ou censura.A prescrição. • Lei Federal nº 6. a prescrição será regulada pela lei penal (Lei nº 10. art. Art. e parágrafos.

arts. bem como o dia e hora da audiência de interrogatório. facultando as contraprovas de defesa. 85 – A instauração do processo administrativo compete ao Conselho da Magistratura. se presente.256/66.844/89 e Provimento nº 29/90CGJ. para fins de defesa preliminar. terá o indiciado o prazo de 02 (dois) dias para requerer diligências. e 44. parágrafo único. Parágrafo único . 38. 704. facultado distribuir entre esses Juízes. Art. a pedido. Art. • Lei Estadual nº 5. Provimento nº 29/89-CGJ. VII – não comparecendo o indiciado. ao tomar conhecimento de argüições novas contra o indiciado. Provimento nº 16/07CGJ. ao Corregedor-Geral da Justiça e aos Juízes-Corregedores. Art. decidirá as hipóteses de sua competência com cópia da decisão à Corregedoria. a citação far-se-á por edital com prazo de 10 (dez) dias. • Resolução nº 09/89-CM. os serviços sobre os quais desempenharão tais atividades. art. 770 e 771. arts. Se não for o caso de absolvição ou de confissão da culpa. colherá as provas. Art. 81 – O Corregedor-Geral da Justiça poderá delegar aos Juízes titulares de Comarcas com duas ou mais Varas. preferentemente por JuizCorregedor e. SEÇÃO V . VIII – interrogado. II – facultativamente. será citado via postal com aviso de recebimento. 83 – O processo administrativo será instaurado: I – obrigatoriamente. 776 a 789 da Lei Estadual nº 5. por 03 (três) dias. • COJE. Se instaurado o procedimento de ofício. Art. Art. IV – expedirá mandado de citação do indiciado. enquanto não reconhecida a inocência do servidor ou não cumprida a pena que não importe em demissão. • Resolução nº 09/89-CM. quando for o caso de imposição de pena de suspensão até 60 dias. remetendo os autos à Corregedoria. aplicam-se as normas do Processo Administrativo (arts. o Juiz processante designará servidor para exercer as funções de secretário. interrogando-se este a seguir. Art.REVOGADO. o sindicante fará à autoridade que o nomeou relatório circunstanciado com possível solução. o procedimento seguirá com a oitiva das testemunhas arroladas na portaria e as testemunhas arroladas pelo sindicado. • Provimento nº 23/08-CGJ. o processo seguirá à revelia com defensor nomeado pelo Juiz processante. • Lei Estadual nº 5. V – não sendo encontrado o indiciado ou ignorandose o seu paradeiro. 87 – O Corregedor-Geral da Justiça poderá avocar as sindicâncias ou processos administrativos. de preferência anualmente. juntando-se aos autos o comprovante. IX – o Juiz processante dará defensor habilitado ao indiciado que não o constituir. X – o Juiz processante. CNJ).Trabalhando pela sua conquista. produzir prova documental e arrolar testemunhas. a atribuição de realizar sindicâncias relativamente aos servidores competirá também aos Juízes com jurisdição nas Varas correspondentes. passando-se imediatamente a palavra ao indiciado ou ao advogado por 10 (dez) minutos para alegações finais e encaminhamento à prolação da decisão. termos e prazos dos arts. Provimento nº 29/89-CGJ. em resumo: I – a portaria iniciadora do processo descreverá os fatos e designará o Juiz processante. fazendo constar o resumo do fato a apurar. Art. Parágrafo único – A instauração do processo administrativo ou judicial impede a exoneração. VII. 766. o direito de constituir defensor e de arrolar testemunhas em número não superior a cinco. 80 – Nas Comarcas dotadas de duas ou mais Varas. observando-se sempre o contraditório e o exercício de ampla defesa. inclusive pericial. §2º . 84 – O processo administrativo será realizado. 766 com alteração da Lei Estadual nº 8. XI – encerrada a instrução. o Juiz apresentará o relatório circunstanciado e parecer no prazo de 05 (cinco) dias. quando a falta possa determinar a aplicação das penas de demissão. designando Juiz processante para apu- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 19 . 83 a 87. a pedido ou de ofício. o indiciado terá vista dos autos em mãos do secretário. Art. XVII. se vislumbrar incidência de penalidade mais elevada. 78 – Nos casos omissos. II – recebidos os autos.Ao sindicado é facultado provar suas alegações por todos os meios de prova. 38. podendo arrolar no máximo 3 (três) testemunhas até 5 (cinco) dias antes da audiência de instrução e julgamento. indiciado ou ao defensor técnico (advogado).256/66. • Lei Estadual nº 5. ou a submeterá à apreciação superior. b. III – designará dia e hora para a audiência inicial onde procederá ao interrogatório do indiciado. XVII. com primazia ao que estiver em exercício na Direção do Foro. parágrafo único.DO PROCESSO ADMINISTRATIVO Art. para apresentação de razões.256/66. VII. • Provimento nº 29/90-CGJ. b. inserto duas vezes no Diário Oficial. quando houver. na Comarca da Capital.256/66. • Provimento nº 23/08-CGJ. XIV – o Juiz processante poderá determinar a produção de provas que entender necessárias. • COJE. art. 82 – Concluída a sindicância.256/66. XIII – a ficha funcional do indiciado constará dos autos. 86 – O processo administrativo seguirá os atos. a atribuição de realizar sindicâncias em serventias Notariais e de Registros. em qualquer fase de processamento. pelo Juiz que for designado. 79 – A sindicância poderá ser feita por Juiz de Direito ou Pretor. nas Comarcas do interior. • Lei Estadual nº 5. XII – findo o prazo. e 44. VI – achando-se o indiciado ausente do lugar em que corre o processo. art. arts.

. Art. indicando-se a autoridade que proferiu a última decisão administrativa. nos casos de demissão. com as provas documentais cabíveis. ficando apenas a informação na ficha completa. autoridade que a assina e período de suspensão. exceto a pena de suspensão. dando ciência da imputação mediante cópia da portaria e do direito de constituir defensor. para o desconto devido. ou em virtude de sentença judicial transitada em julgado. improcedente. § 1º – A comunicação da imposição de penalidade só será encaminhada após o trânsito em julgado da decisão. conforme dados a seguir: a) número do registro: b) nome do servidor: c) data da instauração: d) natureza do procedimento disciplinar (processo administrativo.256/66. enquadramento legal. nos casos de advertência. Juiz de Direito § 2º – A instauração de sindicância ou de processo administrativo. • Lei Estadual nº 5. Provimento nº 16/07CGJ. multa.844/89. 759 com alteração da Lei Estadual nº 8. Art.DA SINDICÂNCIA Art. 74. § 3º – A pena de multa deverá ser cumprida mediante comunicação do Juiz de Direito à Presidência. Ofícios-Circulares nºs 38/74 e 27/88-CGJ. II – como condição para imposição das penas de advertência.. II – O Corregedor-Geral. prescrição. na seção do Manual do Procedimento Administrativo Disciplinar. iniciando-se daí o seu cumprimento. a data do início do cumprimento da pena de suspensão. e estar instruída. perda de vencimentos e tempo de serviço e de suspensão. quando aplicada: Cordiais saudações. o Diretor do Foro expedirá portaria para fins de desconto de metade dos vencimentos e perda de efetividade. 77 – Aberta a audiência. Provimento nº 16/07CGJ. • Ordem de Serviço nº 03/93-CGJ.Trabalhando pela sua conquista. • Provimento nº 29/90-CGJ. XXX. com arquivamento do expediente. III – para apuração e esclarecimento de fatos noticiados à autoridade judiciária ou por conhecimento de ofício que denotem ilícito funcional com ou sem autoria conhecida. OfícioCircular nº 38/74-CGJ. o Diretor do Foro ou seu substituto legal. art. comunico a Vossa Exce-lência o julgamento do procedimento disciplinar instaurado nesta Vara/Comarca. 762 com alteração da Lei Estadual nº 8. dar-se-á ciência da mesma ao servidor punido. bem como arrolar as demais provas a serem produzidas. Provimento nº 16/07-CGJ. SEÇÃO IV .): e) breve descrição do fato investigado: f) decisão (procedente. deve ser instaurada mediante portaria. será completada a anotação. • Lei Estadual nº 5. conforme modelo localizado na INTRANET. Art. a anotação inicial será cancelada. Lei Estadual nº 5. multa.. § 4º – Os dias de suspensão preventiva. 72 – São competentes para a aplicação das penas: I – O Conselho da Magistratura. será dada a palavra ao 18 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . sindicância. bem como a suspensão preventiva do servidor serão anotadas na ficha funcional com indicação do número do processo. III – O titular da Vara ou seu substituto legal. nos casos previstos no inciso anterior. a pena. art. mencionando o período da suspensão no mapa de freqüência a ser enviado ao Departamento de Recursos Humanos. • Provimento nº 29/90-CGJ. debates e julgamento e ordenará a citação do indiciado.. nos casos de demissão. • COJE. serão considerados na execução da pena. através do Departamento de Recursos Humanos – Folha de Pagamento. censura. • Circular nº 25/68-CGJ. de uso interno. 73 – Toda pena imposta a servidor será comunicada à Corregedoria-Geral da Justiça para anotação na ficha funcional. assegurados o contraditório e a ampla defesa. Com o trânsito em julgado da decisão que aplica a punição. O Serviço de Cadastro também será informado do período de cumprimento da suspensão. com cópia da portaria instauradora do procedimento disciplinar. arquivamento. 760. 2º. Art. narrativa sucinta dos fatos ou faltas funcionais imputadas ao servidor. para efeitos de desconto de vencimentos e detração. como condição de sanção disciplinar administrativa. Circulares nºs 25/68 e 15/73-CGJ. Art.256/66. número e data da portaria. censura. 74 – Cabe sindicância: I – como preliminar do processo administrativo. desde logo. Art. o fundamento legal e a data do trânsito. art. MODELO DE OFÍCIO SUGERIDO AOS JUÍZES DE DIREITO CONCLUSÃO DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR Senhor Corregedor-Geral: Pelo presente. se for o caso. certidão do trânsito em julgado e.256/66. quando a falta não se revelar evidente.844/89. 75 – A sindicância. juntando cópia da decisão final. Se a decisão definitiva for de improcedência ou reconhecer a prescrição. § 3º – Na execução da pena de suspensão. Provimento nº 11/93-CGJ. contendo a qualificação do imputado. averiguação. os Juízes-Corregedores. 71 – A pena de demissão somente será imposta com fundamento em processo administrativo. art. a exposição dos fatos que fundamentam o libelo acusatório e o pedido de aplicação de pena disciplinar certa e determinada. nos termos da lei processual.): g) penalidade imposta e fundamentação legal: h) data do trânsito em julgado da decisão e do início do cumprimento da pena de suspensão. 76 – O magistrado designará dia e hora da audiência de instrução. art. perda de vencimentos e tempo de serviço e de suspensão.

o contraditório. VII – de demissão a bem do serviço público. sem licença da autoridade competente. em virtude de ato reiterado de negligência ou de procedimento público incorreto ou indecoroso. 761. § 1º – A suspensão preventiva não implicará nenhum desconto a título de vantagem pecuniária. Deverá ser enviada cópia da portaria. remoção ou aposentadoria voluntária incidirá em falta grave. nos seguintes casos: a) abandono de cargo ou ausência de serviço. por escrito. 69 – Será aplicada pena: • Lei Estadual nº 5. MODELO DE OFÍCIO SUGERIDO AOS JUÍZES DE DIREITO INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO DISCIPLINAR Senhor Corregedor-Geral: Pelo presente.256/66. Art. b) incontinência pública escandalosa. IV – perda de vencimentos e tempo de serviço. quando a falta for intencional ou de natureza grave. c) indisciplina ou insubordinação reiteradas. inclusive prazos e resultado final. V. 756. IV – de perda de vencimentos e de tempo de serviço. Juiz de Direito § 3º – O Serviço de Cadastro da Corregedoria-Geral da Justiça manterá um sistema computadorizado de registro e controle dos processos administrativos. do Estatuto dos Servidores da Justiça e demais normas de disciplina e organização judiciária. nos casos previstos no Estatuto dos Servidores da Justiça e nas leis processuais.256/66. 758 e Lei Estadual nº 8. § 2º – A Corregedoria-Geral da Justiça deverá ser informada de todo procedimento administrativo disciplinar. 757. o princípio da fundamentação. V – de suspensão.256/66. c) condenação à pena privativa de liberdade por crime cometido com abuso de poder ou violação de dever inerente à função pública.256/66. 642 e 799 do CPP. • Ordem de Serviço nº 03/93-CGJ. e) aplicação de mais de duas suspensões transitadas em julgado no decurso de doze meses. 68 – Os servidores da Justiça estão sujeitos às seguintes penas disciplinares: I – advertência. e o princípio do non bis in idem. I – de advertência. 757. a presunção de inocência. sindicância. conforme dados a seguir: a) número do registro: b) nome do servidor: c) data da instauração da ação disciplinar: d) natureza do procedimento (processo administrativo.. na falta de cumprimento dos deveres funcionais. deixar de cumprir os prazos e formalidades legais ficará sujeito às penas de advertência. art. VI – de demissão. • Provimento nº 16/07-CGJ. d) condenação. f) violação de segredo de justiça.638/88.. art. III – de multa. nos feitos em que funcionarem. prevista no art. II – censura. aplicar-se-á a pena de perda de vencimentos e tempo de serviço.): e) breve descrição do fato investigado: Cordiais saudações. conforme modelo publicado na INTRANET. bem como os direitos e garantias do sistema processual penal. VI – demissão. d) referência injuriosa. respectivamente. § 2º – O servidor que descumprir as obrigações trabalhistas e previdenciárias de seus empregados por ocasião da permuta. no caso de reincidência. VII – demissão a bem do serviço público. nos casos de negligência. 14. art. • Lei Estadual nº 5. II – de censura. art. Provimento nº 16/07-CGJ. vício de jogos proibidos ou embriaguez habitual. § 2º – Transitada em julgada a pena de suspensão. Art. sindicâncias e demais procedimentos disciplinares instaurados. desde que a infração não seja punida com pena mais grave.256/66. durante o período de execução. • Lei Estadual nº 5. o direito ao silêncio. pelo reiterado retardamento dos feitos e correspondente aos dias excedidos. art. art. nomeadamente o devido processo legal. da Lei nº 5. com alteração da Lei Estadual nº 8. § 1º – O servidor que. conforme a gravidade do prejuízo causado à Justiça. bem como nos casos de reincidência em falta já punida com censura e ainda nas hipóteses previstas nos arts. 753. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 17 . § 1º – Aplicam-se ao regime disciplinar administrativo a técnica e os princípios da penalística. geral e. V – suspensão até sessenta dias. art. por outro crime. • Resolução nº 110/94-CM. nos casos de: a) procedimento irregular. entre outros. censura ou multa. sem causa justa. III – multa. às partes ou a seus advogados. a ampla defesa. o in dubio pro acusado.Trabalhando pela sua conquista. comunico a Vossa Excelência a instauração de procedimento disciplinar em tramitação nesta Vara/Comarca. caluniosa ou difamatória à Justiça. além daquelas que lhes sejam devidas pelas partes. os direitos e vantagens decorrentes do exercício do cargo exceto metade de seus vencimentos. em especial. b) recebimento de quaisquer vantagens em dinheiro ou não. às autoridades públicas. • Lei Estadual nº 5. • Provimento nº 16/07-CGJ. • Lei Estadual nº 5.256/66. Art. à pena de reclusão por mais de dois anos ou de detenção por mais de quatro.844/89. falta grave ou defeito moral que incompatibilize o servidor para o desempenho do cargo. 2º. por ano. averiguação. 70 – O servidor punido com pena de suspensão perderá. por mais de trinta dias consecutivos ou de sessenta alternados.

• Lei Estadual nº 5. § 2º. §§ 1º e 3º.256/66. 61 – Os servidores devem atender à prorrogação do expediente de qualquer Cartório ou ofício quando determinado pelo Juiz. § 1º – O recibo incluirá as despesas de condução. a quantia recebida. arts. • Lei Estadual nº 5. 747 a 751. intermediar. art. recibo discriminado de custas e cotar. 56 – É dever do servidor manter discrição sobre os serviços a seu cargo. com relação aos serviços da Justiça. arts. arts. nos casos de pedido de remoção ou permuta e de aposentadoria. esclarecendo-as sobre o andamento dos feitos.DA RESPONSABILIDADE FUNCIONAL Art. comprovar a quitação do contrato de trabalho de seus empregados e a regularidade das obrigações previdenciárias.256/66. Art.DOS DEVERES Art. 158. só podendo afastar-se do cargo em gozo de licença ou férias ou para exercer tarefa de interesse público relevante. quando devidas. • Provimento nº 06/78-CGJ. SEÇÃO III . auxiliar o Juiz no desempenho de sua missão. salvo para requerimento administrativo de direito funcional assegurado em lei. § 2º. Art. § 2º – Os talonários utilizados serão arquivados no Cartório ou Ofício da Justiça durante 05 (cinco) anos. Art. 64 – É vedado usar impressos do Poder Judiciário para fins pessoais. 65 – O servidor é obrigado a entregar à parte. ressalvadas as hipóteses do art.DAS PENAS E SUA APLICAÇÃO Art. Art. 743 e 744. agentes do Ministério Público. • COJE. • Lei Estadual nº 5. por qualquer forma. independente de pedido. § 2º. 53 a 100 CAPÍTULO II .121/85 Regimento de Custas. com especificação dos quilômetros rodados. 62 – Além dos deveres comuns a todos os funcionários do Estado. • COJE.Trabalhando pela sua conquista. arts.121/85 Regimento de Custas. • Lei Estadual nº 8.DA AÇÃO DISCIPLINAR SEÇÃO I . Art. correspondente a cada ato realizado. e 159. e 159. cumprindo a lei e observando fielmente o regimento e instruções sobre custas. obedecendo as ordens de seus superiores hierárquicos. nos autos do processo. IV – não admitir que escreventes e demais auxiliares de seus Cartórios sejam testemunhas instrumentais dos atos que lavrarem. 118.256/66. ainda que esta não o solicite. 66 – É dever do Escrivão regido pelo sistema privatizado de custas. II – exercer pessoalmente suas funções. § 1º. arts. §§ 1º e 2º. servidores. arts. Município ou Distrito designado no título de nomeação. insinuar ou indicar patronos às partes que os devam constituir. atender com urbanidade os advogados e membros do Ministério Público.256/66. 57 – Constitui obrigação do servidor tratar com atenção as partes. nos livros ou papéis que fornecer. 747 a 751. 59 – Em casos de urgência. • COJE. • Lei Estadual nº 5. Consolidação Normativa Judicial Da ação disciplinar: arts. bem como praticar aos sábados. 158. 58 – É defeso ao servidor. exercer política partidária. sujeitos os infratores às penalidades previstas em lei. §§ 1º e 3º. afastar-se dos respectivos Cartórios ou ofícios que devem permanecer abertos durante os horários prescritos. 55 – O servidor deverá residir na Comarca onde for classificado e dela não poderá se ausentar sem ser substituído e sem licença do Diretor do Foro. 17. arts. Art. recibo discriminado das custas. parágrafo único. tratar e se fazer tratar com respeito. §§ 1º e 2º. Art. • Lei Estadual nº 5. salvo para cumprir diligências. os atos indispensáveis à ressalva de direitos. abstendo-se de comentar a matéria constante dos processos e papéis forenses bem como o comportamento dos Juízes. 158. e 159. 331 do CPP e do art. §§ 1º e 2º. arts. arts. partes ou seus procuradores. os respectivos auxiliares pelos atos praticados nos serviços de seu cargo ou função. do COJE. Art. solidariamente. parcela por parcela. V – dar às partes.256/66. Art. 747 a 751. SEÇÃO II . 60 – No decurso do expediente do Foro. zelando pelo prestígio do cargo da Justiça. • Lei Estadual nº 8. 17. Art. ainda que fora dos auditórios e Cartórios. arts. 53 – O servidor da Justiça será responsável pela ação ou omissão que praticar e. art. arts. bem como. • Circular nº 04/88-CGJ. 745 e 746. 54 – Nenhum servidor poderá exercer suas funções fora da Comarca.256/66. • Lei Estadual nº 5.256/66. III – facilitar às autoridades competentes a inspeção em seu ofício.256/66. 747 a 751. cumpre: I – permanecer em seu local de trabalho todos os dias úteis durante as horas de expediente. • Resolução nº 110/94-CM. os servidores não podem. • Lei Estadual nº 5. § 3º – É vedado a qualquer servidor judicial o recebimento ou manipulação de dinheiro ou valores das partes ou interessados nos processos. embora não haja expediente. 63 – Ao servidor. Art. durante as horas de expediente e nos locais de trabalho. Art. os servidores da Justiça têm o dever especial de exercer com zelo e dignidade as funções que lhes são atribuídas em lei. 67 – A ação disciplinar visa ao regular funcionamento da Justiça mediante aplicação da lei em 16 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . • Lei Estadual nº 5. 743 e 744. os servidores são obrigados a atender às partes a qualquer hora. 747 a 751.

determinar as providências necessárias para a realização de concurso. para as substituições necessárias. no cumprimento dos seus deveres. 245. 242. nos casos previstos em lei ou no Regimento Interno. IX .requisitar força policial para garantia dos trabalhos do Tribunal ou dos seus Juízes.conceder a palavra ao Procurador de Justiça e. a fim de ser apresentado à autoridade militar competente. do Código de Processo Penal Militar). XXIII . SEÇÃO II .atestar a efetividade e despachar os atos administrativos referentes ao Presidente. em sessão secreta ou não. nomeando os examinadores. exceto em recurso de decisão sua. secreta ou não. cujo provimento pertencer ao Tribunal. expedindo as portarias. ouvido o órgão do Ministério Público (art. 470. podendo. em caso de habeas-corpus preventivo concedido. no caso de deferimento. nas questões administrativas.convocar. durante as férias deste. XII . quando este estiver no Tribunal.assinar os atos de nomeação dos cargos. O Vice-Presidente poderá ser eleito para o período seguinte. XIII . depois de aprovadas. XXVII . além das funções de correição permanente dos serviços judiciários e administrativos das Auditorias. de acordo com as instruções expedidas pelo Tribunal. reconsiderá-las. XXIV .determinar sindicância ou instauração de inquérito administrativo. ou submetê-las ao Tribunal. XXV . Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 15 . SEÇÃO III .conhecer e decidir ad referendum do Tribunal. pedido de habeascorpus. no caso de emprego de linguagem desrespeitosa ao Tribunal. quando não interpostos no prazo legal. ou para preservação da liberdade.377/05. na forma estabelecida no Regimento Interno.DA CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA MILITAR Art. • Inciso II revogado pela Lei n° 12.providenciar no cumprimento dos julgados do Tribunal por autoridade judiciária ou administrativa a que incumba fazê-lo. nos processos de competência originária do Tribunal. que entender necessárias. XVIII . Compete ao Vice-Presidente: I . com o Secretário. do Tribunal.suspender a sessão. As atribuições previstas no "caput" deste artigo serão da competência do Juiz eleito como Corregedor-Geral da Justiça Militar do Estado.assinar. Parágrafo único acrescentado pela Lei n° 12. se assim entender necessário. X . XI . XVII . e substituí-lo nos casos de licença ou impedimentos temporários. II – Revogado.zelar pelo funcionamento regular da Justiça Militar e perfeita exação das autoridades judiciárias e funcionários. no caso de sucessão do Presidente por prazo inferior a um ano. XV . VIII . a advogado que funcione no feito. com jurisdição em todo o território do Estado. após o julgamento.suceder o Presidente nos casos de vaga. XXVI . os recursos de pena disciplinar que aplicar. Art. relativamente a atendimento por funcionário do Tribunal. após advertência. com os Juízes. 244. pelo tempo permitido no Regimento Interno. quando julgar necessário.conhecer de reclamação escrita de interessado. XVI . XXII . III . quando entender necessário. as atas das suas sessões. em serviço que lhe couber pela natureza do cargo.aplicar penas disciplinares da sua competência. O exercício do cargo de Vice-Presidente não impede que o seu titular seja contemplado na distribuição de processos e funcione como Juiz. cassar-lhes a palavra. tendo em atenção o seu posto.fazer comunicações ao Tribunal. com caráter de qualidade no caso de empate. XIX . pelo Procurador de Justiça ou por advogado.decidir questões de ordem suscitadas por Juiz.requisitar oficial para acompanhar oficial condenado. XXIV .proferir voto. bem como para garantia do exercício da Justiça Militar. Oficiais e JuízesAuditores de acordo com a lei. órgão de fiscalização e orientação.377/05.julgar desertos e renunciados. terá as atribuições previstas no Código de Processo Penal Militar (art. XX . nos termos da lei. por simples despacho. para ordem nas discussões e resguardo da sua autoridade. XXI . XIV . à autoridade judiciária ou administrativa. se a este couber a decisão. mandar encaminhá-lo ao Supremo Tribunal Federal. XXVIII . os acórdãos do Tribunal e.decidir sobre o cabimento de recurso extraordinário e. relevá-las ou revê-las. recomendações e provimentos que entender convenientes. 243. Art.providenciar na execução da sentença.convocar sessão extraordinária. 498). mediante autorização do Tribunal.DA VICE-PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL Art.expedir salvo-conduto a paciente. Parágrafo único. § 2°. voto de desempate nos demais julgamentos. A Corregedoria-Geral da Justiça Militar. regulada no Regimento Interno do Tribunal Militar.Trabalhando pela sua conquista. em caso que especificar. ou convertê-la em secreta.

74). Em caso de afastamento. ou durante o julgamento de recurso em decisão sua ou por intermédio do Relator. no interesse da Justiça Militar. inclusive os relativos a vencimentos. como os que pôs em mesa para julgamento. da Lei n° 6. reclamem solução urgente. (b) pela nomeação. de 12. III . em processo originário. XIX . mandando retirar da sala das sessões as pessoas que perturbarem a ordem e autuá-las no caso de desacato ao Juiz.decretar a prisão preventiva. a órgão do Ministério Público. suspeição ou impedimento eventual. Em caso de vaga. 237. gratificações.presidir às sessões do Tribunal. anual e plurianual. Parágrafo único. a qualquer título. XXIV .decidir. da Lei n° 6. os feitos em seu poder e aqueles em que tenha lançado relatório. consoante fundada alegação do interessado.manter a regularidade dos trabalhos no Tribunal.determinar.representar o Tribunal nas solenidades e atos oficiais. 238. XVIII . os habeas-corpus.DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL MILITAR Art. a fim de ser feita a nomeação ou a promoção pelo Governador do Estado. Assistente Judiciário ou funcionário do Tribunal. e (c) pela idade. não consentindo interrupções nem uso da palavra a quem não houver sido concedida. VI . 239.Trabalhando pela sua conquista.aplicar medida provisória de segurança. 1°. Conselho de Justiça. CAPÍTULO III . a substituição nos casos de ausência ou impedimento eventual e a convocação para completar o quorum de julgamento não autorizam a concessão de qualquer vantagem. 1°. Art. não se computará.proferir voto em matéria administrativa e nas questões de inconstitucionalidade. em qualquer deles. Serão redistribuídos. salvo diárias e transportes. em que se apure crime de indiciado sujeito a seu julgamento. A antigüidade do Juiz. vantagens. em objeto de serviço ou de representação.autorizar o afastamento.DA SUBSTITUIÇÃO NO TRIBUNAL Art. VII . por decisão sua ou do Relator. inclusive baixar atos administrativos relativamente aos seus magistrados e servidores.74). nos casos de ausência. será dado substituto ao ausente. com a determinação das providências que se tornarem necessárias. Art.elaborar e aprovar as propostas orçamentárias. XVI . por decisão sua.autorizar a expedição de todos os atos administrativos que acarretem aplicação de dotações orçamentárias. O Presidente do Tribunal será substituído nas suas licenças. do Presidente. por força de lei ou do Regimento Interno do Tribunal. XVII . e.dar posse e deferir o compromisso legal a JuizAuditor e ao Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal. cópia de peças ou documentos constantes de processo sob seu julgamento. ou de qualquer membro do Tribunal. quando julgar necessário. apurando o vencido. Compete ao Presidente do Tribunal Militar: I .6. XXV . em sessão secreta. computando-se os votos já proferidos. XII . V . § 1° O julgamento que tiver sido iniciado prosseguirá.717. Art. XXII . pelo Vice-Presidente e. pelos demais membros. de 12. ressalvados os processos referidos no artigo anterior.DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO TRIBUNAL MILITAR SEÇÃO I .praticar todos os demais atos da sua competência. a classificação ou promoção de Juiz-Auditor.apreciar representação que lhe seja feita pelo órgão do Ministério Público. em processo originário. XX .6. os demais serão atribuídos ao nomeado para preenchê-la. os mandados de segurança e os feitos que. alterar e modificar o Regulamento dos Serviços Auxiliares da Justiça Militar do Estado. em processo originário. IV . XIV . regula-se: (a) pela posse.determinar a instauração de sindicância ou inquérito administrativo. 236. “a”. mediante oportuna compensação. ou por intermédio do Relator.determinar as medidas preventivas e assecuratórias previstas na lei processual militar. cujo voto então. este. 240. A redistribuição de feitos. quando. diárias e passagens (art.corresponder-se com as autoridades públicas sobre todos os assuntos que se relacionem com a administração da Justiça Militar. XV . § 2° Somente quando indispensável para decidir nova questão surgida no julgamento. SEÇÃO III . para fora do território do Estado. ou mediante representação de encarregado de inquérito policial militar.elaborar. ainda que o magistrado afastado seja o Relator. de Juiz. serão redistribuídos aos demais membros do Tribunal. se for o caso. tendo somente 14 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . por período superior a trinta (30) dias. 235. bem assim.remeter ao Procurador-Geral de Justiça ou à autoridade competente. verificar a existência de crime que deva ser apurado. XXIII . sempre que o afastamento do Juiz for por período igual ou superior a três (3) dias.717. sempre que julgar necessário. da Justiça Militar. “b”. Para compor o quorum de julgamento. Art. no Tribunal. o Juiz. nos termos da lei processual militar. Art. mediante oportuna compensação. e todas as alterações que se fizerem necessárias durante a sua execução (art. ou Juiz-Auditor. em processo originário. revogá-la ou estabelecê-la. XXI . XIII . correição geral ou especial em Auditoria ou cartório judicial. será substituído na forma prevista no Regimento Interno. faltas ou impedimentos. II .atestar a efetividade dos Juízes e dos JuízesAuditores. para o procedimento legal cabível.conceder ou revogar menagem ou liberdade provisória por decisão sua ou do Relator em processo originário. 241. na ordem decrescente de antigüidade. prejudicial surgida no curso do processo submetido ao seu julgamento.determinar a restauração de autos extraviados ou destruídos. XXVI .

§ 2° A 1ª e a 2ª Auditorias. h) a reclamação. § 3° No Tribunal Militar. IV . serão sempre dadas em sessão plena. mediante avocatória. sendo quatro (4) militares e três (3) civis. IV . quer judiciais. 232. d) os recursos de penas disciplinares aplicadas pelo próprio Tribunal.julgar: a) os embargos às suas decisões. II . relacionados em quadro especial. pessoal do Tribunal ou do juízo. a perda do cargo e decretar a remoção ou a disponibilidade do Juiz-Auditor. darlhes posse e. após nomeados. são classificadas em 2ª entrância. questão Da Justiça Militar: arts. com sede respectivamente em Passo Fundo e em Santa Maria. deferirlhes o compromisso legal. Art. § 4° Revogado (Lei n° 7.. § 1° A nomeação de Juiz Militar será feita dentre Coronéis da ativa. SEÇÃO II . por decisão sua ou despacho do Relator.. b) Revogado (Lei n° 8.377/05.eleger o seu Presidente e Vice-Presidente. eleitos dentre seus membros efetivos. IX . VIII . com mais de trinta e cinco (35) .elaborar o seu Regimento Interno. com sede na Capital e jurisdição no território do Estado. quer administrativas. escolhido dentre os Juízes-Auditores. 230. . XI . nos casos previstos em lei. todas com o território de jurisdição fixado em lei (Quadro Anexo). militares.conceder desaforamento de processo.os Juízes-Auditores. anos de idade. assegurando-lhe defesa. são de 1ª entrância. escrutínio secreto. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 13 . um dos Juízes será.conceder licenças e férias.O Tribunal Militar. e proceder da mesma forma quanto à disponibilidade de qualquer de seus membros. seu Presidente ou Juiz-Auditor.. f) os pedidos de correição parcial. São Órgãos da Justiça Militar do Estado: I . V .. Compete ao Tribunal Militar do Estado: I .DA COMPOSIÇÃO E COMPETÊNCIA DOS ÓRGÃOS JUDICIÁRIOS MILITARES SEÇÃO I . divide-se em três circunscrições judiciárias. VI .DA COMPOSIÇÃO DO TRIBUNAL MILITAR Art. b) as apelações e os recursos de decisões ou despachos de Juízes inferiores. bem como propor a criação ou a extinção de cargos e a fixação dos respectivos vencimentos. membros do Ministério Público e advogados de notório saber jurídico e ilibada reputação. . Compete aos Juízes a polícia das audiências ou sessões e. II .. nos casos previstos em lei. vedada a reeleição. pelo voto de dois terços dos seus membros efetivos. (Vetado). ou entre estes e aqueles. ressalvados os casos de quorum especial. um VicePresidente e um Corregedor-Geral da Justiça Militar do Estado. c) os incidentes processuais.os Juízes-Auditores Substitutos.DA COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL Art.processar e julgar originariamente: a) os mandados de segurança contra atos administrativos do próprio Tribunal ou de seu Presidente. obrigatoriamente. TÍTULO II . O Tribunal Militar. compõe-se de sete (7) Juízes. tomar todas as medidas necessárias à manutenção da ordem e segurança no serviço da Justiça. Art. bem como aos seus membros. pertencentes ao Quadro de Oficiais Combatentes da Brigada Militar e. para preservar a integridade de competência ou assegurar a autoridade do seu julgado. organizar os seus Serviços Auxiliares e prover-lhes os cargos na forma da lei.DOS ÓRGÃOS JUDICIÁRIOS Art. nos casos previstos em lei. 184.660/82). § 6º O Tribunal terá um Presidente.. 230 a 245 TÍTULO I .propor. III .restabelecer. § 1° Cada circunscrição judiciária terá uma Auditoria. a sua competência quando invadida por Juiz inferior. CAPÍTULO II .resolver. nos termos da lei processual militar.os Conselhos de Justiça. 234. previstos na lei processual militar ou no Regimento Interno. nos casos previstos em lei.DA DIVISÃO JUDICIÁRIA Art. g) os procedimentos para decretação da perda de cargo ou disponibilidade de seus membros e demais magistrados da Justiça Militar do Estado (arts. modificá-lo ou reformá-lo.. nos termos da lei e do Regimento Interno. O território do Estado do Rio Grande do Sul. a 3ª e a 4ª Auditorias. para efeito da administração da Justiça Militar..Trabalhando pela sua conquista.DA ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA CAPÍTULO I . aos seus membros e demais Juízes. d) a revisão de seus julgados e dos de 1ª instância.763/88. no exercício dessa atribuição. As decisões do Tribunal Militar. por indignidade ou incompatibilidade para o oficialato. § 2° A nomeação dos Juízes civis será feita dentre Juízes-Auditores. todos de investidura vitalícia. exceto a 1ª. por dois anos. 26 e 27 da Lei Complementar n° 35/79). 231. • Artigo com redação dada pela Lei nº 7. X . (Vetado). III . por maioria de votos. bem como expedir atos administrativos aos servidores que lhes forem subordinados.decidir os conflitos de competência de Conselhos de Justiça e de Juízes-Auditores entre si. com sede em Porto Alegre. 3°). (Vetado). que terá duas (2).706/82. • § 6° com redação dada pela Lei n° 12. 233. bem como os de atribuições entre autoridades administrativas e judiciária. § 5° O número de membros do Tribunal Militar só poderá ser alterado por proposta do Tribunal de Justiça. nomeados pelo Governador do Estado.baixar instruções para realização de concurso de Juiz-Auditor e servidores da Justiça Militar. nos termos da lei processual militar. c) o habeas-corpus. e) os recursos de despacho do Relator. inclusive requisitar força armada. VII . e) os Oficiais da Brigada Militar para decretação da perda de posto e da patente. art.

Parágrafo único. 177. sempre que o exi- 12 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Durante as audiências. consangüíneo ou afim. o iniba de julgar. Parágrafo único. 154. As sessões. 175. o Juiz deverá dar-se por suspeito ou impedido e. II . 176. à esquerda. quando entre as funções dos respectivos cargos existir dependência hierárquica. As pessoas presentes às audiências e sessões deverão. 156. 171. manter-se-ão de pé enquanto falarem ou procederem à alguma leitura. CAPÍTULO I .A preferência estabelecida nos casos dos incs. 172. os espectadores e as pessoas enumeradas no artigo anterior devem apresentar-se convenientemente trajadas (redação dada pela Lei n° 11. os Juízes. Art. ou quaisquer outras pessoas. Art. No recinto do Tribunal e nas salas de audiências.133/98). por motivo de incompatibilidade. terá preferência em relação aos demais. os Oficiais de Justiça devem conservar-se de pé. Art. Em todos os casos previstos neste capítulo e nos códigos de processo. b) expulsão do auditório ou recinto do Tribunal. Art. serão anunciados em voz alta pelo Oficial de Justiça ou por quem o Juiz determinar. para lançamento posterior nos livros competentes.DAS AUDIÊNCIAS Art. III .no mesmo feito ou ato judicial.Trabalhando pela sua conquista. as audiências e o expediente do Tribunal de Justiça regular-se-ão pelo Regimento Interno (redação dada pela Lei n° 11. Art. inclusive as sentenças prolatadas. for privado do exercício de suas funções terá sua situação regulada no Estatuto dos Servidores da Justiça. 157. As correições e inspeções não interrompem as audiências. devendo os escrivães. o mais antigo no serviço público. partes. para executar suas ordens. 170. evitando qualquer procedimento que possa perturbar a serenidade e faltar ao respeito necessário à administração da Justiça. 155. se necessário. Parágrafo único . desacato ou outro fato delituoso. na mesma relação de parentesco.053/97). 182. As audiências e sessões realizar-se-ão nos edifícios ou locais para este fim destinados. Art. Os espectadores poderão permanecer sentados. 183. Art. o lugar do Juiz será destacado dos demais. A preferência estabelecida nos incs. o mesmo fazendo o patrono do autor e este. Parágrafo único. Os atos ocorridos nas audiências. ficando a testemunha à frente do Juiz. salvo nos casos previstos em lei ou quando o interesse da Justiça determinar o contrário. Art. Durante a audiência ou sessão. 153. poderão ser registrados em aparelhos de gravação ou mediante taquigrafia ou estenotipia. Nas audiências ou sessões do Tribunal. à disposição do Juiz. 178. sem outra interrupção que a resultante das férias forenses. Na mesa. Art. As audiências e sessões dos Juízes de primeira instância serão públicas. Nenhum servidor da Justiça poderá funcionar juntamente com o cônjuge ou parente. § 1° Igual impedimento verificar-se-á quando o procurador de alguma das partes ou o agente do Ministério Público estiver. Verificada a coexistência de servidores da Justiça na situação prevista neste capítulo.133/98). Parágrafo único. em conseqüência. em linha reta ou colateral até o terceiro grau: I . por motivo justificado. Salvo o caso de inquirição de testemunhas ou permissão do Juiz. Nenhum menor de dezoito (18) anos poderá assistir à audiência ou sessão de Juiz ou Tribunal sem permissão do magistrado que a presidir. excetuados o agente do Ministério Público e os advogados. Art. o patrono do réu e este. O servidor da Justiça vitalício ou estável que. II . para posterior transcrição. § 2° Se a infração for agravada por desobediência. tomarão assento o Escrivão.133/98).QUANTO AOS SERVIDORES Art. § 1° Os Juízes poderão aplicar aos infratores as seguintes penas: a) advertência e chamamento nominal à ordem. se não o fizer.se ambos vitalícios. Art. Art. bem como o pregão das partes. salvo deliberação em contrário. devendo levantar-se sempre que o Juiz o fizer em ato de ofício. a fim de ser processado. conservar-se descobertas e em silêncio.o vitalício. do Juiz competente. o que tiver mais tempo de serviço na comarca ou distrito.se igual o tempo. 173. Art. Art. advogados e mais pessoas cujo comparecimento seja obrigatório (redação dada pela Lei n° 11. as partes. 174. o agente do Ministério Público sentará à direita do Juiz. II e III não aproveitará àquele que tiver dado causa à incompatibilidade. O início e o fim das audiências. precedendo autorização do Corregedor-Geral da Justiça (redação dada pela Lei n° 11. 170 a 184 CAPÍTULO III . II e III não aproveitará àquele que tiver dado causa à incompatibilidade. 181.na mesma comarca ou distrito. Art. Art. ordenará o Juiz a prisão e a autuação do infrator. além dos casos previstos em lei. Art. 179. As audiências dos Juízes realizar-se-ão em todos os dias de expediente. praticar os atos ou termos em livro especial formalizado. 180. I . ninguém poderá penetrar no recinto privativo do Arts. Sem consentimento do Juiz ou do Escrivão. § 2° As incompatibilidades previstas neste artigo não se observam entre os servidores da Justiça e seus auxiliares. gir o serviço. Poderá o Juiz dar-se por suspeito se afirmar a existência de motivo de natureza íntima que. consangüíneo ou afim. haverá lugares especiais destinados a servidores. poderá ser recusado por qualquer das partes. para com o Escrivão do feito. os servidores.

150 e 157 TÍTULO IV . arquivista. 102) incumbem as atribuições que lhe são conferidas pelas leis processuais. O Magistrado que.fiscalizar pessoalmente o cumprimento das condições impostas aos liberados condicionais e aos beneficiados por suspensão condicional da pena. excluirá a participação do outro. § 1° Quando.proceder pessoalmente a todas as investigações relativas aos sentenciados colocados em trabalho externo.720/96). 121. Art. em relação aos demais: I . 119. 152. regulamentos e provimentos. observando o que a respeito dispuser a legislação processual. SUBSEÇÃO IX .DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA Art. por motivo de incompatibilidade. o devedor.o vitalício. o primeiro dos membros mutuamente impedidos. Arts. os Oficiais de Justiça serão substituídos. o mais antigo no serviço público. por quem o Juiz do feito nomear ad hoc. durante o cunhadio.DOS IMPEDIMENTOS E INCOMPATIBILIDADES Art. II . 26 da Lei n° 10. em Grupos de Câmaras Cíveis e Criminais.Trabalhando pela sua conquista. Juízes com os impedimentos antes referidos.fiscalizar pessoalmente o cumprimento. o que tiver mais tempo de serviço da comarca. em Tribunal Pleno. portando. II . não poderão funcionar conjuntamente como Juízes. II . Aos Comissários de Menores incumbe proceder a todas as diligências previstas na legislação especial de menores e executar as determinações do respectivo Juiz (transformado em “Oficial de Proteção da Infância e da Juventude” pela Lei n° 10. Aos Avaliadores (art. SUBSEÇÃO XI . 43 do Código Penal ou em outras leis penais. SUBSEÇÃO VII . que votar. 102) incumbe a guarda. Art. datilógrafo e estafeta. 122. não sendo isso possível. 118. cônjuges e parentes consangüíneos ou afins em linha reta. § 3° Exceto em atos ou processos administrativos ou de jurisdição graciosa dos tribunais. Aos Oficiais de Justiça incumbe: I . bem como em linha colateral até o terceiro grau. Art. 124. anterior. segundo escala ou designação do Diretor do Foro e. não poderão funcionar como Juízes os cônjuges. tanto em serviços ou obras públicas da administração direta ou indireta como em entidades privadas.se ambos vitalícios. Aos servidores ou pessoas designadas ou nomeadas Depositários (art. terá preferência.exercer outras atribuições que lhes forem atribuídas pelo Juiz ou pelo titular da serventia. o atender. III . Em suas faltas e impedimentos.720/96 transformou os Comissários em "OFICIAL DE PROTEÇÃO DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE") Art. consoante disposto no Estatuto da Magistratura.realizar.DOS ASSISTENTES SOCIAIS JUDICIÁRIOS Art. III . pessoalmente. o exijam. o Oficial de Justiça que efetuar recebimento deverá. ou de suspensão em caso de reincidência. 150. irmãos ou cunhados. IV . Na mesma comarca. SUBSEÇÃO VIII . das penas restritivas de direitos enumeradas no art. III . 120. 123. Aos Comissários de Vigilância incumbe: I . § 2° Igual impedimento verificar-se-á com relação ao agente do Ministério Público e advogado domiciliado na comarca. assinando os respectivos autos. estudar e diagnosticar os problemas sociais nos feitos que. IV . não poderão ter assento na mesma Câmara.executar os serviços de expediente e de atendimento e exercer as funções de protocolista.DOS COMISSÁRIOS DE MENORES (o art. citado para pagamento.atender a outros encargos que lhes forem cometidos por lei ou regulamento e cumprir as determinações e mandados do Juiz das Execuções Criminais. informando ao Juiz das Execuções Criminais e Corregedoria de Presídios sobre o cumprimento das obrigações a ele impostas. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 11 . o respectivo ato. caput. por fé. 150 e 151. Aos Assistentes Sociais Judiciários incumbe pesquisar.DOS ATENDENTES JUDICIÁRIOS (os cargos de Atendente Judiciário foram transformados em cargos de "OFICIAL ESCREVENTE" pela Lei n° 9. § 1° O disposto neste artigo não se aplica às comarcas providas de cinco (5) ou mais varas. de imediato.074/90) Art. consangüíneos ou afins.DOS AVALIADORES Art. informando ao Juiz das Execuções Criminais e Corregedoria de Presídios. SUBSEÇÃO XII .se igual o tempo. SUBSEÇÃO X .lavrar certidões e autos das diligências que efetuarem. § 2° A infração ao disposto no parágrafo anterior sujeita o servidor a pena de multa. conservação e administração dos bens que lhes forem confiados. SUBSEÇÃO VI . em virtude de execução por título judicial ou extrajudicial. Aos Atendentes Judiciários (transformados em “Oficial Escrevente”) incumbe: I .apregoar os bens que devam ser arrematados.DOS COMISSÁRIOS DE VIGILÂNCIA Art. recolher as importâncias recebidas ao cartório em que tramita o feito.DOS DEPOSITÁRIOS Art. II . 117. ascendentes e descendentes. até ser aproveitado. ficar impedido de exercer as suas funções. § 4° Nos tribunais. a critério do Juiz. bem como afixar e desafixar editais. 151. poderá ser posto à disposição da CorregedoriaGeral da Justiça. as citações e demais diligências ordenadas pelos Juízes. Verificada a coexistência de Juízes na situação prevista nos arts. pelo sentenciado.cumprir as determinações dos Juízes.

No Foro Centralizado e nos Foros regionais da Comarca de Porto Alegre. em substituição. será utilizado na distribuição o serviço de computação de dados. SUBSEÇÃO II . § 3° Do indeferimento. vedada mais de uma designação para cada ofício judicial. III . exercer.atuar nas audiências. os Escrivães e os Oficiais não poderão fornecer informações verbais sobre o estado e andamento dos feitos. as funções do titular do cartório. SUBSEÇÃO IV . quando for o caso. esteja vago ou seu titular licenciado por prazo superior a trinta (30) dias. 17 . com relação aos demais servidores do cartório. intimação e para inquirição das pessoas a quem a lei confere o privilégio de indicar local e hora para serem inquiridas. II . Aos Distribuidores incumbe a distribuição dos feitos.os livros dos Distribuidores obedecerão aos modelos estabelecidos pela Corregedoria-Geral da Justiça.datilografar sentenças. de acordo com o respectivo Regimento. Art. V . Compete. contra menor. Distribuidor ou Contador Judiciário. b) de arresto ou seqüestro.720/96 criou um cargo de Distribuidor-Contador para o Foro Regional do Quarto Distrito criado pela Lei n° 10. emolumentos e custas judiciais. d) penal. nas petições. A designação prevista neste parágrafo não pode ser cumulada com a referida no parágrafo 10 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . caberá recurso voluntário para o Conselho da Magistratura. seu rendimento e atualização. Quando não puder realizar intimação fora do cartório. e. bem como o mapa demonstrativo. III . observadas as determinações da Corregedoria-Geral da Justiça. autorizado pelo Juiz. serão organizados índices alfabéticos facultando o uso de fichário ou computador. § 2° O Oficial Escrevente poderá ser designado para exercer a função de Oficial Ajudante.DOS OFICIAIS AJUDANTES Art. por este Código. nas do interior do Estado. pelo Escrivão designado. observadas as seguintes normas: I . bem como a expedição de alvará de folha corrida. autenticar. 110. IV . 18 . a função do inc. inclusive realizando pesquisas de jurisprudência e doutrina. ao Tesouro do Estado. notificação. II . praticar todos os atos do ofício.fiscalizar e zelar pela freqüência e observância dos horários. desde que este cargo. f) administrativo. desde que não haja Oficial Ajudante ou este esteja impedido. até o seu provimento. 108. e em resoluções do Conselho da Magistratura e da Corregedoria-Geral da Justiça. datilografando os respectivos termos. mediante indicação do respectivo Juiz titular. bem como nas comarcas do interior de maior movimento forense. de caráter reservado. XII. juros. 96) (Lei n° 10. do Sarandi. Nenhum processo será encaminhado à segunda instância ou poderá ter a execução iniciada. multas e honorários de advogado.exercer outras atribuições compatíveis que lhes forem cometidas pelo Juiz ou pelo titular da serventia. conferir e consertar traslados.certificar. art. 107.extrair. 112. sem que o Juiz haja visado a respectiva conta de custas.proceder a todos os cálculos aritméticos que nos feitos se tornem necessários. às entidades de classe. IV .DOS OFICIAIS ESCREVENTES Art. 115. quando designado.auxiliar o Juiz. Art.cada feito será lançado na ordem rigorosa de sua apresentação. mensalmente. Art. 111. penas convencionais. conferido pelos Escrivães respectivos. salvo às partes e a seus procuradores. concomitantemente com o Escrivão. 116. II . V . do Alto Petrópolis e do Partenon haverá um cargo de Distribuidor-Contador (art. antes da pronúncia ou sentença definitiva. Aos Oficiais Escreventes incumbe: I .remeter. somente serão fornecidas mediante petição deferida pelo Juiz competente. Art. I será exercida por Oficial Escrevente da Vara. as cartas rogatórias. não podendo ser revelado a quem caberá a distribuição. 16 . Art.866/96).Trabalhando pela sua conquista. Os Oficiais Ajudantes podem.DOS CONTADORES JUDICIÁRIOS Art. e) especial. § 2° As certidões.DOS DISTRIBUIDORES Art. c) formado em segredo de justiça (CPC. 155). O expediente administrativo do Diretor do Foro.manter e escriturar o livro e protocolo geral e os demais livros de uso obrigatório. extrairá mandado para que a diligência seja efetuada por Oficial de Justiça.substituir o Escrivão. Junto a cada uma das varas regionais da Tristeza. criado em lei.realizar todos os atos que lhes forem atribuídos pelas leis processuais. ainda. nos casos enumerados no inc. antes de realizado. SUBSEÇÃO V . antes de publicada a sentença. sempre fundamentado.lançar esboços de partilhas. o Escrivão.proceder aos cálculos de liquidação de impostos e taxas.autenticar reproduções de quaisquer peças ou documentos de processos.além do registro dos feitos no livro respectivo. serão atendidos na Comarca de Porto Alegre pelo Escrivão da Vara da Direção do Foro. VI .proceder ao cômputo de capitais.contar salários. contempladas em lei. 13 . 114. Aos Contadores Judiciários incumbe: I . 109. aos Oficiais Ajudantes. a) de interdição. SUBSEÇÃO III . III . no caso de vaga. 113. as precatórias para citação. § 1° Na Comarca da Capital e nas de entrância intermediária. decisões e despachos. 14 . 15 . expedindo guias de recolhimento. o dia e hora de sua apresentação em cartório. XII. as quantias recolhidas. § 1° Nos casos previstos no inc. Art. em suas faltas e impedimentos ou.

98 . 106. 4º) Distribuidor-Contador. 7º) Atendente Judiciário. as atribuições do Contador ficam a cargo do respectivo oficial. quando for o caso. (Vide Lei nº 10. que lhe arbitrará a remuneração. 7º) Ofícios dos Registros Públicos.074/90) 8º) Oficial de Justiça.131/86) § 1º . privativos ou não. diariamente. b) servidores extrajudiciais.fornecer certidão. 3 .133/98) Art.131/86) § 2º . 4º) Ofícios do Registro Civil das Pessoas Jurídicas. livros e papéis no seu cartório. livros e papéis findos. em estabelecimento autorizado. 3º) Contador Judiciário. tendo em vista a natureza do bem ou direito a ser avaliado. (Redação dada pela Lei nº 8. organizando e conservando atualizados índices e fichários. sendo denominados serventuários. 91. o expediente do Juiz. 236 e 237). Art. 6º) Oficial Escrevente.Sob a denominação de Ofício dos Registros Públicos podem ser reunidos em um só Ofício o Registro de Imóveis. Aos Escrivães. 9º) Comissário de Menores. bem como os de categoria administrativa da Vara de Menores. (Redação dada pela Lei nº 11.Trabalhando pela sua conquista. (Redação dada pela Lei nº 8. Seção I .131/86) Arts. 11º) Assistente Social Judiciário. serão lotados os seguintes servidores: 1º) Escrivão.720/96) 10º) Comissário de Vigilância. diretamente.manter classificados e em ordem cronológica todos os autos. a Juiz. 4 .DAS ATRIBUIÇÕES SUBSEÇÃO I . a função de Avaliador ou de Depositário poderá ser exercida por pessoa nomeada e compromissada pelo Juiz do feito. Art.ter em boa guarda os autos. observada a forma prescrita.Nas Varas Regionais e nas Comarcas do interior do Estado. diretamente pela parte ou seu procurador. 12 . afixando também uma cópia em local público.preparar. 101 . o cartório em que estiver lotado. os titulares de ofícios do Foro judicial e extrajudicial. com as atribuições correspondentes à competência do respectivo Juiz. o Registro Civil das Pessoas Naturais e das Pessoas Jurídicas. nas demais comarcas.escrever. a estas corresponderão o número de cartórios e sua denominação. as atribuições de Contador e Distribuidor serão reunidas num só cartório. o de Títulos e Documentos e o de Protestos Cambiais.elaborar diariamente.chefiar. demonstrativo do movimento forense do seu cartório. à atividade judicial. depois de vistos em correição. 93 . 106 a 124 SEÇÃO II .A cada Vara corresponderá um cartório. c) servidores de categoria especial. designado pelo Presidente do Tribunal de Justiça. CAPÍTULO II . os Oficiais de Justiça e. 8 . 6º) Ofícios de Protestos Cambiais. (Vide Lei nº 9.Na categoria especial ficam reunidos os funcionários cujas atribuições não digam respeito. 5º) Oficial Ajudante. 10 . 2 . 96 .Nos Ofícios Distritais. do que constar nos autos.recolher ao Arquivo Público. 5º) Ofícios do Registro de Títulos e Documentos. Parágrafo único . 8º) Ofícios dos Registros Especiais. 99 . a nota de expediente. 102 .atender às audiências marcadas pelo Juiz e acompanhá-lo nas diligências. 5 . 2º) Distribuidor. sob proposta fundamentada do Juiz de Direito Diretor do Foro. arts.Considerada a classificação dos ofícios e o âmbito das respectivas atribuições funcionais. três são as categorias de servidores: a) servidores judiciais.zelar pela arrecadação da taxa judiciária. quando em substituição ou se juramentados. os Oficiais Escreventes. ou do bem a ser depositado. incumbe: 1 .DAS CATEGORIAS E CLASSES FUNCIONAIS DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA Art. haverá uma função gratificada de Depositário Judicial e uma função gratificada de Avaliador Judicial. autos conclusos ou com vista. 9 . salvo quando a certidão se referir a processo: Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 9 .DOS ESCRIVÃES Art.Dos Servidores do Foro Judicial Art. os Oficiais Ajudantes. 7 . 9º) Ofícios Distritais. expedindo as guias para o respectivo depósito. Art. (Redação dada pela Lei nº 8.Sob a denominação de Ofício dos Registros Especiais podem ser reunidos o Registro Civil das Pessoas Jurídicas. sob a supervisão e direção do Juiz. 97 . custas e demais exigências fiscais e outros quaisquer valores devidos pelas partes.Gozam de fé pública. que deve ser publicada. 11 . privativo ou não. Art. ao fim de cada bimestre. 94 . todos os termos dos processos e demais atos praticados no juízo em que servirem. o de Títulos e Documentos e o de Protestos Cambiais. os quais terão serviços privativos de acordo com os das respectivas Varas. 100 . 95 . Parágrafo único . haverá uma função gratificada de Depositário-Avaliador Judicial.Nas Comarcas que disponham de quatro ou mais Varas.Na comarca de Porto Alegre. livros e papéis a seu cargo.entregar.Em casos excepcionais.Nos ofícios enumerados no art. Art. na comarca da capital e naquelas em que houver órgão de publicação dos atos oficiais (CPC. independentemente de despacho.A organização e classificação dos Serviços Auxiliares do Tribunal de Justiça são definidos nos respectivos Regimento Interno e Regulamentos. 6 .remeter à Corregedoria-Geral da Justiça. mediante carga. livros e papéis de seu cartório. os autos. Art. Art. Promotor ou Advogado.As funções gratificadas de Depositário Judicial e de Avaliador Judicial serão exercidas por servidor judicial.

neste caso. mediante petição fundamentada.Não encontradas as testemunhas de defesa. o número de testemunhas de cada um não excederá de três. Art. prosseguir-se-á nos demais termos do processo. produzir prova documental e arrolar testemunhas. 785 .Durante o processo poderá o juiz ordenar qualquer diligência que tenha requerida ou se lhe afigure necessária ao esclarecimento do fato. 7º) Cartórios de Distribuição e Contadoria. judicar o andamento do processo. e não indicando o indiciado. 99 a 102 TÍTULO III . Código de Organização Judiciária do Estado Noções gerais de organização judiciária Arts. 91 . Parágrafo único .A pedido do juiz processante ou de ofício poderá o Corregedor Geral ordenar a suspensão preventiva do servidor. § 2º . após o interrogatório. SEÇÃO VI . à autoridade julgadora. 784 . SEÇÃO V .133/98) Art. as razões da exceção.Findo o prazo do artigo anterior.Os ofícios do Foro Judicial.O servidor suspenso preventivamente terá direito a: I .Os ofícios do Foro Extrajudicial nos quais são lavradas as declarações de vontade e executados os atos decorrentes da legislação sobre registros públicos compreendem: 1º) Tabelionatos.Dos Recursos das Penas Disciplinares Art. até noventa dias desde que a sua permanência no cargo possa prejudicar a investigação dos atos. 3º) Ofícios do Registro Civil das Pessoas Naturais.A testemunha não poderá eximir-se de depor.DA CLASSIFICAÇÃO Art. a autoridade processante os requisitará a quem de direito.Havendo necessidade de concurso de técnicos ou peritos oficiais. o das Secretarias do Tribunal de Justiça. 787 . Art. propondo a absolvição ou a punição e.Os servidores públicos arrolados como testemunhas serão requisitados aos respectivos chefes de serviço e os militares. no prazo de três dias. 3º) Cartórios privativos de Varas Especializadas. justificando.A folha de serviço do indiciado constará dos autos do processo.Poderá o juiz sugerir quaisquer outras providências que lhe parecerem necessárias. o juiz apreciará as irregularidades e faltas funcionais imputadas ao indiciado. salvo nos casos previstos no Código de Processo Penal. 2º) Cartórios privativos de Varas Cíveis. Art. as razões de defesa. ou quando esta se limitar às penas de advertência.DOS SERVIÇOS AUXILIARES DA JUSTIÇA CAPÍTULO I . 92 .Havendo no processo mais de um indiciado.No relatório. 791 . pelos quais tramitam os processos de qualquer natureza. no prazo de cinco dias. censura ou de conversão da suspensão em multa.Os Serviços Auxiliares da Justiça são constituídos pelos ofícios que integram o Foro Judicial e o Extrajudicial e. 2º) Ofícios do Registro de Imóveis.Findo o processo.Encerrada a instrução o indiciado terá vista dos autos. 788 . ou ao Conselho Superior da Magistratura. Art. § 1º . 789 . compreendem: 1º) Cartórios privativos de Varas Criminais. à instância administrativa superior. Art. as provas colhidas. § 3º . no prazo de cinco dias.Trabalhando pela sua conquista. ao comando a que estejam subordinados. conforme o caso. § 4º . Art. quando esta for a pena aplicada.Da aplicação da pena disciplinar caberá recurso à autoridade imediatamente superior a que impôs a sanção. outras em substituição.A suspensão preventiva poderá ser prorrogada. 782 . § 1º . 5º) Cartórios de Distribuição. 6º) Cartórios de Contadoria. por três dias. ao Corregedor Geral. II . em mãos do secretário. que o julgará dentro de dez dias. será remetido para julgamento. caso em que este poderá produzir outras provas em sua defesa. § 2º . o juiz apresentará o seu relatório.contagem de tempo de serviço correspondente ao período de afastamento que exceder o prazo de suspensão. 786 . § 3º . podendo a autoridade. Art. indicará a pena a ser aplicada. poderá requerer diligência.Se a decisão for mantida.O recurso será interposto. 792 . em casos especiais.O prazo de interposição de recurso é de cinco dias. recebê-los com efeito meramente devolutivo. (Redação dada pela Lei nº 11. 790 .Os recursos previstos neste estatuto terão efeito suspensivo. Parágrafo único .contagem do tempo de serviço relativo ao período de suspensão preventiva. à autoridade competente. 90 . para a apresentação de razões. § 4º . bem assim.O indiciado dentro de dois dias. III . quando do processo não resultar punição. 783 .O órgão competente proferirá a decisão no prazo de dez dias. o recurso subirá.É permitido ao juiz tomar conhecimento de argüições novas que surgirem contra o indiciado. § 1º .Da Suspensão Preventiva Art. 4º) Cartórios Judiciais não Privativos. Art.vencimentos do cargo ou função. Art. 8 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Art. a contar da data em que o interessado tiver conhecimento da decisão. § 2º .

Art. de demissão. ao Corregedor Geral da Justiça. Art. Art. em número não superior a cinco. 767 . desde logo. Parágrafo único .O juiz denegará requerimento impertinente ou manifestamente protelatório ou de nenhum interesse para o esclarecimento de fato.O juiz que não cumprir o disposto no artigo será punido com a pena de suspensão.Achando-se o indiciado ausente do lugar em que corre o processo. 775 .obrigatòriamente. até noventa dias.As autoridades judiciárias.Não sendo encontrado o indiciado ou ignorando-se o seu paradeiro.Cabe sindicância: I . designará o juiz processante e mencionará o motivo do processo e o tempo em que deverá ser ultimado. Art.como condição da imposição das penas previstas nos incisos I a V do art.O processo administrativo será promovido: I . nomeará magistrado para instaurar o processo administrativo.De posse do relatório e à vista das informações. Art. excetuados os casos do art. 777 . as testemunhas e o servidor. Art. § 4º . 766 .Somente por motivos excepcionais poderá ser autorizada mais uma prorrogação. será citado por via postal. no processo. assistir aos atos probatórios. 756.Feita a citação. Parágrafo único . praticadas por servidor que possam determinar a aplicação das penas previstas no art.O indiciado tem direito de. sempre que tiverem conhecimento de faltas funcionais. salvo prorrogação concedida pelo Corregedor Geral. § 3º . 763 . II . inciso VI e VII. Art. Parágrafo único .Do Processo Administrativo Art. ou. decidirá ou mandará instaurar o processo administrativo. à autoridade que o nomeou. na matéria. com defensor designado pelo juiz. SEÇÃO IV .Dos Atos e Termos do Processo Administrativo Art. à vista do processo administrativo revelador do fato penal punível. até sessenta dias. II . remeterá os autos ao juiz diretor do foro da comarca de origem. quando a falta não se revelar evidente. 778 .VETADO. Art. bem como o dia. hora e local da audiência inicial. sem que compareça o indiciado. sem formalidades.O Conselho Superior da Magistratura ou o Corregedor Geral. afinal. em relatório sucinto. sindicância a respeito. 779 . cará as penalidades previstas nos incisos VI e VII. se houver. § 1º . ao baixar portaria. Art. nos casos dos incisos VI e VII do art. 768 .facultativamente.Das decisões originárias do Corregedor Geral caberá recurso para o Conselho Superior da Magistratura.O juiz poderá determinar o afastamento do defensor que criar embaraços ou procurar pre- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 7 . § 2º . quando confessada documentalmente provada ou manifestamente evidente a falta. a pena poderá ser aplicada. e de tudo dará conhecimento. quando a falta possa determinar a aplicação das penas previstas nos incisos VI e VII do artigo 756. 770 . Art.Aplicam-se no processo administrativo as disposições da legislação penal. independentemente de sindicância ou processo administrativo.Da Sindicância Art. certificando o secretário. SEÇÃO II . juntando-se ao processo o comprovante. 771 . Art. requerendo o que julgar conveniente aos seus interesses. pessoalmente ou por intermédio de defensor. inquirindo.O Corregedor Geral. 773 . deverão comunicar.O Corregedor Geral. as datas em que as publicações foram feitas. à vista da comunicação de que trata o artigo anterior ou em virtude de representação. Art. 769 .O prazo a que se refere o § 2º será contado da primeira publicação. quando houver qualquer representação sôbre a irregularidade ou falta do servidor. e interrogará o indiciado. advogados e os agentes do Ministério Público. 756. Art. 776 . no caso do estágio probatório.O sindicante verificará as circunstâncias do fato. se for o caso.O processo administrativo será iniciado no prazo de três dias contados do recebimento da designação e concluído dentro de trinta dias. 763. das decisões disciplinares dos juízes de primeira instância.No dia designado. devendo constar no respectivo mandato o resumo o fato a apurar o direito de constituir defensor e de arrolar testemunhas. designado pelo Corregedor Geral. a citação se fará por edital. Art. após o processo administrativo de que trata este Código.Nos casos dos incisos I a V do art. SEÇÃO III .A sindicância poderá ser feita por juiz ou serventuário da Justiça.O juiz processante designará servidor para exercer as funções de secretário. Parágrafo único . o juiz processante fará citar o indiciado. se houver. 756. o processo seguirá à sua revelia. § 2º . o juiz ouvirá o representante e o prejudicado. passível de suspensão ou.O Corregedor Geral conhecerá.Trabalhando pela sua conquista. em carta como aviso de recebimento. suspendendo ou não preventivamente. 756. inserto duas vezes no órgão oficial. 772 . 765 . quando fôr o caso de imposição de pena de suspensão até sessenta dias. § 3º . apreciará os documentos que possam esclarecer a infração. 780 .A sindicância é obrigatória na esfera administrativa.O processo administrativo será realizado por um magistrado. solicitará ao diretor do foro. Art. o autor da representação. passando a inquirir as testemunhas. a autoridade poderá determinar novas diligências e. com o prazo de dez dias. para os fins convenientes. 774 . por escrito.Iniciando o processo. Art. preferencialmente por juiz corregedor.como preliminar do processo administrativo. em grau de recurso. ao servidor indiciado. 781 . 764 .

§ 3º . d) referência injuriosa.a de perda de vencimentos e de tempo de serviço. II . 757. e ainda nas hipóteses previstas nos artigos 642 e 799 do Código de Processo Penal. 761 .Da Pensão Art. condenação judicial punida com reclusão.suspensão até sessenta dias. até a quantia referida neste artigo. b) recebimento de quaisquer vantagens. 730 . 756 .O Conselho Superior da Magistratura só apli- CAPÍTULO II . III . será abonada importância equivalente a um mês do vencimento que o servidor percebia. VII . até o máximo de cinco dias do vencimento do cargo ou função.A contribuição dos servidores para o Instituto de Previdência do Estado incidirá sobre a remuneração efetivamente percebida. procederá um ofício nos casos da letra e) VI. Art.O Corregedor Geral.Toda pena imposta a servidor deverá ser comunicada ao Conselho Superior da Magistratura. à pena de reclusão por mais de dois anos ou de detenção por mais de quatro. aplicar-se-á a punição prevista no inciso IV do mesmo artigo.A despesa correrá pela dotação própria do cargo. conforme a gravidade do prejuízo causado à Justiça. 759 .A pena de demissão somente será imposta com fundamento em processo administrativo. mais os comprovantes da despesa. do art.Trabalhando pela sua conquista. VII . c) condenação a pena privativa de liberdade. sem causa justa. será indenizado das despesas. em virtude de ato reiterado de negligência ou de procedimento público incorreto ou indecoroso. deixar de cumprir os prazos e formalidades legais ficará sujeito às penas dos incisos I a III do art. 731 .a de demissão a bem do serviço público nos casos de: a) procedimento irregular.a de suspensão quando a falta for intencional ou de natureza grave.O titular de vara ou seu substituto legal nos casos dos incisos I e IV. para anotação na ficha funcional. calculada de acordo com o pré-fixado para a sua aposentadoria. nos feitos em que funcionarem. III . Art.O Conselho Superior da Magistratura. Art. IV .a de multa nos casos previstos neste Código e nas leis processuais. Parágrafo único . por outro crime. 732 .O servidor punido com pena de suspensão perderá todos os direitos e vantagens do exercício do cargo. por ano sem licença da autoridade competente.a de censura na falta de cumprimento dos deveres funcionais. Art.Os servidores da Justiça estão sujeitos às seguintes penas disciplinares: I . § 2º . em sua falta. 758 .Na falta das pessoas enumeradas. SEÇÃO V .perda de vencimentos e tempo de serviço. é assegurado uma pensão nas mesmas condições previstas nos artigos 536 a 542 deste Código. respectivamente. II . além daquelas que lhes sejam devidas pelas partes.São competentes para a aplicação das penas previstas no art. vício de jogos proibidos ou de embriaguez habitual. § 1º . do.Do Auxilio Funeral Art. e) mais de duas suspensões passadas em julgado. e o pagamento será efetuado pela respectiva repartição pagadora.O servidor que. ou ausência do serviço. Art. ou em virtude de sentença judicial.Quando o serviço público o exigir. VI . em selos estaduais parceladamente. SEÇÃO VI . a importância será correspondente a uma mensalidade. verbalmente ou por escrito. f) violação de segredo de Justiça.a de advertência. c) indisciplina ou insubordinação reiteradas. b) a incontinência pública escandalosa.demissão. em dinheiro ou não. no caso do parágrafo anterior. ou de sessenta alternados. 762 . independentemente de teto. Art. pelo reiterado retardamento dos feitos e corresponde aos dias excedidos. quem houver custeado o funeral do servidor.Se o servidor percebia apenas custas. por crime cometido com abuso de poder ou violação de dever inerente a função pública.Da Ação Disciplinar SEÇÃO I . Art. a) abandono de cargo. viúva e filhos. que incompatibilize o servidor para o desempenho do cargo. autoridades públicas. II . caluniosa ou difamatória à Justiça. nos casos de negligência. ou cinco intercaladas. às partes ou a seus advogados. 757 . Parágrafo único . 760 . no decurso de doze meses. bem como nos casos de reincidência em falta já punida com censura. V . III . a pena de suspensão poderá ser convertida em multa. do servidor que falecer.O Conselho Superior da Magistratura. d) condenação. § 1º . V . 756. desde que a inflação não seja punida com pena mais grave. em qualquer tempo. e no caso de reincidência.Das Penas e sua Aplicação Art. VI . por mais de trinta dias consecutivos. nos casos previstos nos incisos VI e VII. em três meses.censura.Ao cônjuge sobrevivente e.demissão a bem do serviço público. falta grave ou defeito moral. para atender às despesas de funeral e de luto. mediante a apresentação da certidão de óbito e.multa.a de demissão nos casos de: 6 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . após ter contribuído para o Instituto de Previdência do Estado. pagos pelo servidor.advertência.As penas do artigo anterior serão aplicadas: I .Aos dependentes. o diretor do foro ou seu substituto legal nos casos dos incisos I a V. aos herdeiros necessários do servidor da Justiça. IV . exceto os vencimentos. 756: I .

sempre que no ofício ou função houver mais de dois servidores da mesma classe.Ao servidor da Justiça é assegurado.Nenhum empregado poderá perceber remuneração inferior ao salário mínimo regional.Das Vantagens Pecuniárias Art. nos processos em que o pagamento caiba à Fazenda Estadual. na proporção estabelecida para os funcionários públicos civis do Estado. Art. IV .Os escrivães e os titulares de ofício ou função darão recibo das custas recebidas.Aos escrivães distritais e aos oficiais de Justiça classificados em localidade de difícil provimento ou em comarcas ou varas onde a remuneração decorrente do regime de custas fôr deficiente.As custas serão pagas pelas partes ao titular do ofício ou função e serão iguais em todas as entrâncias. desde que atendam aos pressupostos enumerados na citada lei e nos termos do artigo. CAPÍTULO II . III . por determinação superior. Parágrafo único .Constituem vantagens pecuniárias dos servidores da Justiça: I .Para os efeitos deste artigo.Computar-se-á integralmente o tempo de serviço prestado em município do Estado que conceda idêntica vantagem ou que a concedia quando do ingresso do funcionário no serviço estadual. em quantia igual à percebida pelos servidores públicos do Estado. a gratificação adicional será calculada tomando-se por base os vencimentos dos escrivães de igual entrância. calculada sobre a organização que perceber do Estado.Do Abono Familiar Art. 726 . II .gratificações. contando mais de quarenta e cinco anos de efetivo serviço público estadual e que não tiver ainda adquirido os 15% especiais de que trata a Lei nº 4.No caso de serviço sujeito ao regime de percepção exclusivamente de custas. a partir da data da aposentadoria. § 9º . integralmente.Os demais auxiliares e empregados da Justiça perceberão a remuneração que convencionarem com o titular do serviço. 728 . 727 .Das Diárias Art. ou transferido para a União e arrendado ao Estado.diárias. calculando-se o acréscimo qüinqüenal sobre o maior vencimento por êle percebido. o tempo de serviço na Fôrça Expedicionária Brasileira na última guerra mundial. para os efeitos de acréscimos qüinqüenais.Todo serventuário ou servidor da Justiça quando se aposentar.A gratificação adicional será concedida nos termos dos artigos 110 e 112 do Estatuto dos Funcionários Civis do Estado.Das Custas Art.Das Gratificações Art. 720 . V .O acréscimo qüinqüenal será sempre proporcional aos vencimentos ou proventos. Parágrafo único .Estes direitos e vantagens se estendem aos servidores aposentados em qualquer época. a seus auxiliares e empregados um abono de família. § 1º . logo à abertura do respectivo inquérito administrativo. o acréscimo qüinqüenal de cinco por cento e até o máximo de trinta por cento. como o pago pelo titular do serviço. SEÇÃO IV . § 12 . 729 . SEÇÃO III . 725 . Art. compreende-se na remuneração do auxiliar tanto o vencimento pago pelo Estado. Art. Art.Aos servidores do Tribunal do Júri da Capital é atribuída uma gratificação de 25%. poderá ser atribuída uma gratificação de até 20%. § 3º . 719 .abono familiar. tudo após as formalidades legais. a contar da data em que deveria ocorrer a incorporação. obrigatòriamente. calculado sôbre o vencimento básico.auxílio funeral. em caso de inobservância do disposto neste artigo.pensão. § 2º . § 10 . calculada sobre os vencimentos básicos ou sobre os proventos de aposentadoria. VI . será tomado em conta.Os juízes das varas ou comarcas e os corregedores deverão proceder a suspensão imediata do servidor. em objeto de serviço. terá direito a incorporar aos seus vencimentos as vantagens decorrentes da aludida Lei. Art.O serventuário ou funcionário pagará. SEÇÃO I .O abono familiar será concedido ao servidor da Justiça nas mesmas condições previstas para os demais funcionários públicos civis do Esta- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 5 . apenas o tempo de serviço prestado pelo serventuário em um dos cargos que exercer. somente se computará até o máximo de um quinto de serviço público estranho ao Estado. SEÇÃO II . 718 . calculada sobre a remuneração que perceberem do Estado.Dos Acréscimos Quinquenais Art.Trabalhando pela sua conquista. Art.047. acompanhando-lhes as oscilações. § 2º . respeitadas as disposições do Regimento de Custas Judiciais do Estado. mediante lista oficial organizada pelo Conselho Superior da Magistratura.No caso de acumulações remuneradas permitidas em lei. 717 .Nos serviços da Justiça haverá gratificação adicional por tempo de serviço. no entanto.O servidor da Justiça que se deslocar temporàriamente de sua comarca. § 11 . de cinco em cinco anos do efetivo exercício. 721 . § 1º . e acompanhar-lhes-á as oscilações. 723 .Na contagem do tempo de serviço para efeito de acréscimos qüinqüenais previstos neste estatuto. Art. desde que dita transferência tenha encontrado o funcionário em exercício.Computar-se-á.Os servidores não terão direito a qualquer custa ou emolumentos. 724 . bem como o tempo de serviço prestado às autarquias do Estado e às emprêsas e instituições cujo patrimônio tenha sido ou venha a ser transferido ao Estado. 722 .acréscimos qüinqüenais. terá direito a diárias. SEÇÃO III .

O aumento de uma classe de servidores. da Provedoria... § 3º . Art... e) os oficiais do Registro Civil das Pessoas Jurídicas..perceberão vencimentos e custas: a) os escrivães do Crime. em cada comarca... tomando-se por base os percebidos pelos servidores de 4ª entrância.. Júri.. 712 .. c) os oficiais dos Registros Especiais... fixará o número de escreventes e datilógrafos que comporá o quadro. que poderá ser alterado segundo as necessidades do ofício.. § 6º .Dos Vencimentos dos Serventuários e Funcionários da Justiça Art. f) os distribuidores. de Execuções Criminais e de Falências e Concordatas..1 1... c) os auxiliares-datilógrafos..4 1... 713 .1 1. com promoções alternadas.... em determinada entrância.1 1.7 2 3 Escrevente . b) os taquígrafos. § 3º . g) os contadores. apurado em qualquer das formas permitidas em direito.1ª 2ª 3ª 4ª Ajudante . Art.. por merecimento e por antigüidade. f) os escrivães de menores. § 1º . na mesma proporção. no prazo de sessenta dias desta lei. II .. b) os tabeliães. § 7º ......A remuneração das classes funcionais será a seguinte: I .Os serventuários e funcionários da Justiça perceberão vencimentos ou custas ou vencimentos e custas. 716 . e de Acidentes do Trabalho da Capital e do Cível de Pelotas.. § 5º .. segundo a natureza do serviço.. e) os comissários de vigilância..O preenchimento da função vaga ou criada far-se-á pelo critério preferencial entre os integrantes da classe imediatamente anterior...Dos Vencimentos e Vantagens CAPÍTULO I SEÇÃO I ....Os vencimentos dos servidores da Justiça.5 § 1º . de Família e Sucessões.....A aquisição salarial não será obrigatória se entre as pessoas consideradas houver diferença de tempo de serviço superior a dois anos. TÓPICOS DE LEGISLAÇÃO: MATÉRIA ADMINISTRATIVA E DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Estatuto dos Servidores da Justiça (Lei Estadual nº 5. respeitando o salário mínimo da região.... h) os escrivães do Cível... será obrigatório 4 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Sempre que houver alteração do salário mínimo regional será também alterado o salário dos servidores mencionados neste artigo. serão aumentados..Sempre que houver aumento para os demais funcionários públicos do Estado. 714 .... corresponderá sempre aumento automático em todas as demais entrâncias e classes.Fica o titular do ofício ou função com a faculdade de indicar quem lhe aprouver à função de auxiliar se o candidato recrutado na forma do parágrafo anterior não lograr aprovação na prova de habilitação. Art.1.Trabalhando pela sua conquista. para cada classe funcional..perceberão vencimentos: a) os assistentes sociais. SEÇÃO II . tomando por base os índices do salário-mínimo regional: Entrância. f) os oficiais do Registro de Títulos e Documentos.2 1...Não prevalecerá o disposto no art....O quadro referido no § 4º.. d) os escrivães distritais. d) os oficiais do Registro de Imóveis. Acidentes de Trânsito. os servidores da Justiça.. 715 . h) os oficiais de justiça.. 2º. III . i) os porteiros de auditórios.Da Remuneração dos Auxiliares e Empregados da Justiça Art.. § 8º ...Os serventuários e funcionários não poderão contratar auxiliar e empregado com remuneração inferior ao estabelecido na tabela abaixo....3 1.256/66) Dos vencimentos e vantagens Da ação disciplinar TÍTULO II ... se o titular do ofício organizar quadro de carreira englobando quantos prestem serviço não eventual à serventia. da Direção do Foro.Os escrivães criminais da 4ª entrância não poderão perceber vencimentos inferiores ao mais alto padrão pago pelo Estado. e) os oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais. c) os escrivães judiciais.À cada classe funcional existente na serventia correspondente igual salário...1. pagos pelo Estado... § 2º .. § 2º .. g) os oficiais do Registro de Protesto de Títulos Mercantis... da Capital...A direção do foro.4 2 Datilógrafo . j) os oficiais dos Registros Públicos. d) os comissários de menores. g) os ajudantes substitutos dos oficiais judiciais e os suboficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais. na mesma proporção. b) os escrivães do Cível e Crime da 2ª instância..... da Fazenda Pública... § 4º . serão fixados de entrância para entrância com diferença não maior a quinze por cento.perceberão somente custas: a) os oficiais extrajudiciais.Os porteiros e oficiais de justiça perceberão vencimentos não inferiores a 80% dos que forem pagos pelo Estado aos escrivães criminais na respectiva entrância..

................. 102 Do serventuário e do oficial de justiça: arts.............................................................................................................................................................................340/06 – LEI MARIA DA PENHA ............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 154 a 176 .......................................................................................................................................................... 137 Arts............................................ 103 Dos prazos processuais: arts.. 136 Arts.. 200 a 242 .... da suspensão e da extinção do processo: arts.............................................................................................................................................................................. 312 a 314 ..................................... 322 e 323 ........................... 139 Do procedimento relativo aos processos da competência do Tribunal do Júri ... 100 Código de Processo Civil........ 212 a 232 .......................................................................... 144 LEI n° 11.. 351 a 372........................................................ 105 Das comunicações dos atos: arts......................................... 262 a 269 ....................................................... 97 Dos atos lícitos e ilícitos: arts................................................ Dos bens: arts.......................................................................................................................................... 128 Lei n° 9............. 109 Da formação..................................................... 796 a 812 .............................................................. 109 Do processo e do procedimento: arts..................................................... 136 arts.......................................................... 127 Das medidas cautelares: arts........................................................ 140 a 144 ................................................................................................................................................................................................................ 146 Coletânea de Provas e Testes ......... 140 arts........................................ 646 a 735........... 103 Dos atos processuais: arts............ 282 a 475-R...................................................................... 140 arts................................ 185 a 188 .................................................................. 111 Do processo ordinário: arts..................................................... 394 a 405.... 79 a 103 ................................................ 325 e 327 .......................................................................................................................................... 156 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 3 ..... 98 Da prescrição e decadência: arts........................................................................................................................ 566 a 579......................................................................................... 129 MATÉRIA CRIMINAL E PROCESSUAL......... 3º e 6º ................................................................................................................................................................. 406 a 435 ............................................................................................................. 138 Das citações e intimações: arts...................Código Penal ................... 189 a 211............................ 137 Arts. 106 Das nulidades: arts............................................. 138 Do processo comum: arts.................................................................................................... 99 Da prova: arts............................................. 316 e 317 ..................................................................................................................................................................................................................................... 137 ........................................................................Código de Processo Penal ........... 136 ............................................................ 136 Dos crimes praticados por funcionários públicos contra a administração: ....... 102 Da ação: arts................................................................................................................................................. 243 a 250...............................................................................................................................099/95 (Lei dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais) ......................................... 102 Das partes e dos procuradores: arts............................................................................................... 7º a 15................. 453 a 481 ............................................. 151 GABARITO ..................................................... 319 e 320 ....................... 177 a 192 .......................................................................................... 112 Do processo de execução: arts...................................... 137 Arts............Trabalhando pela sua conquista............................................................................................................................................................ 270 a 281 ...........

.................................................................................... 57 Dos Juizados Especiais: arts........................................ TÓPICOS DE LEGISLAÇÃO: MATÉRIA ADMINISTRATIVA E DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA ......... 4 TÍTULO II .................................................... 527 a 617 ............. 61 Da administração pública: arts......................................................................................... 22 Da substituição de servidores: arts.. 95 Do domicílio: arts....................................................................................................................................................................... 641 a 647-A .............................. 31 Dos Cartórios Cíveis: arts............................... 23 Das funções e atribuições dos servidores: arts...................................................... 170 a 184 ........................256/66) ................................................................................................. 230 a 245 ..................................................................................................................................... 662 a 666-A .................................................................................................. 395 a 414.......................................................... 9 Arts.................................................. 85 Do Poder Judiciário: arts......................................................... 66 Do Poder Judiciário: arts.................. 20 Dos impedimentos e incompatibilidades: arts.......................................................... 229 a 232..... 88 Das funções essenciais à Justiça: arts....... 4 Estatuto dos Servidores da Justiça (Lei Estadual nº 5.... 11 Arts................................................................ 8 Arts.................................................................................................................................................. 70 a 78 ........... 192 a 207 ................................................................................................................................................................................ 21 Da remoção de servidores: arts.................................................. 127 a 135 .......... 27 Das audiências: arts.......................................................Da Ação Disciplinar .................................................................................................................................................... 61 Dos direitos e deveres individuais e coletivos e dos direitos sociais: arts..................................................................................................... 37 Dos editais: arts....................................... 40 a 69 ................................................................................................................ 13 Consolidação Normativa Judicial .. 107 a 123 .................................................................................................................................................................................. 16 Da ação disciplinar: arts........ 70 Das funções essenciais à Justiça: arts....................................................................... 91 a 106 ....................................................................................................................... 44 Das alienações judiciais: arts..........................................................................................................Dos Vencimentos e Vantagens ..........................................................................................................................................CGJ....................................................... 5º a 11 ................................ 4 CAPÍTULO II ...... 1º a 21 ......................................................... 97 2 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos ...................................... 37 e 39 a 41 ....... 24 Do expediente: arts..................... 16 Do estágio probatório: arts.................................................................................................................................................. 53 a 100 ............................................................................................................................................................................................................................................................................. 221 a 223-E .................................................................................................. 61 MATÉRIA CONSTITUCIONAL .............................. 59 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: LEGISLAÇÃO APLICADA À ATIVIDADE................................................... 115 e 116 ... 29 a 45 .................................. 94 Das pessoas naturais: arts........................................................................................................................................................................................................................................... 29 Da distribuição: arts....................................................................... 33 ANEXO I – Provimento 12/2008 ...................... 371 a 379 ........................................................................................................................................................................... 430 a 444................................................ 4 Da ação disciplinar ............................................................. 49 Das precatórias – arts........................................... 61 Constituição Federal ........................... 235 a 242 ................................................................................................................................. 94 Das pessoas jurídicas: arts................................ 901 a 904. 380 a 394 ................................. 670 a 749............................................................. 91 MATÉRIA CÍVEL E PROCESSUAL ....................................................................................................................................... 82 Constituição Estadual .... 12 Da Justiça Militar: arts.......................................... 48 Dos processos com tramitação preferencial: arts.................................................................................................. 8 Arts. 94 Código Civil Brasileiro ........................................................................ 6 Código de Organização Judiciária do Estado .......................................................................Trabalhando pela sua conquista......................... 8 Noções gerais de organização judiciária ......................................................................... 49 Dos Cartórios Criminais – arts......................................... 103 e 104 ......... 909 a 924.. 631 a 637 .............. 764 a 780-A ....................................... 99 a 102 ..................... 85 Dos servidores públicos civis: arts....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 150 e 157 ................... 92 a 126 ............................ 106 a 124 ..... .....

sem autorização expressa dos autores e da editora Cia do Estudo.Tópicos de Legislação Conhecimentos Específicos TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL OFICIAL ESCREVENTE EDITAL Nº 26/2010 – DRH – SELAP – RECSEL LEIS ATUALIZADAS E COMENTADAS QUESTÕES APÓS OS TÓPICOS TODOS DIREITOS RESERVADOS. 1 Tópicos de Legislação . Proibida a reprodução. mesmo parcial e por qualquer processo.

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