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ser criadas por lei ordinária ou, no caso dos estados-membros, por decreto do governador do estado, desde que haja lei estadual anterior que assim lho autorize. 39. A respeito dos princípios fundamentais da Constituição Federal, assinale a opção correta. a) O respeito à soberania de cada um dos Estadosmembros que compõem a Federação brasileira é um dos fundamentos do Estado Democrático de direito entre nós. b) Todo o poder, de acordo com a Constituição Federal, emana do povo, mas esse poder somente pode ser exercido por meio dos seus representantes por ele eleitos. c) O princípio da separação dos poderes, consagrado constitucionalmente, não impede que certas funções tipicamente legislativas sejam cometidas pelo constituinte também ao Poder Executivo e ao Poder Judiciário. d) O Brasil, nas suas relações internacionais, regese pelo repúdio ao terrorismo e ao asilo político. e) A Constituição Federal impõe ao Brasil o dever de se integrar aos demais países da América Latina, para formar uma grande federação na região, regida por uma só Constituição, comum a todas as nações latino-americanas. 40. A Constituição Federal assegura a todos, independentemente do pagamento de taxas e da condição financeira do requerente, A) o direito de resposta, proporcional ao agravo. B) o registro civil de nascimento. C) a certidão de óbito. D) o acesso ao Poder Judiciário. E) o direito de petição aos Poderes Públicos.

GABARITO
01- B 11. C 21- A 31. B 02. A 12. A 22- E 32. A 03. C 13. D 23- D 33. E 04. A 14. C 24. C 34. C 05. B 15. E 25. D 35. E 06. D 16. E 26. C 36. C 07. D 17. A 27. A 37. E 08. E 18. E 28. E 38. E 09. A 19. A 29. A 39. C 10. D 20. C 30. C 40. E

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inquérito administrativo, a mais ampla defesa. 25. A acumulação ilegal de cargos públicos acarreta a aplicação da pena de A) multa. D) demissão. B) suspensão. E) repreensão. C) advertência. 26. Um dos deveres do servidor público é A) atender com presteza ao público em geral, prestando as informações requeridas, ainda que protegidas por sigilo. B) atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, em benefício de terceiros. C) levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo. D) cumprir ordens superiores, ainda que manifestamente ilegais. (E) aceitar comissão, emprego ou pensão de estado estrangeiro. 27. Nos casos de improbidade administrativa, será aplicada ao servidor público a pena de (A)) demissão. (B) advertência por escrito. (C) advertência verbal. (D) suspensão. (E) exoneração. 28. Denomina-se direito de petição o direito do servidor de A) afastar-se para desempenho de mandato classista. B) afastar-se para estudo ou missão no exterior. C) atuar, como procurador, junto a repartições públicas, em benefício de terceiros. D) participar de associação profissional ou sindical. E) requerer aos Poderes Públicos, em defesa de interesse legítimo. 29. A Constituição Federal assegura A) a liberdade de manifestação de pensamento, mas não o anonimato. B) o direito à legalidade, mas não o direito à igualdade entre homens e mulheres. C) a liberdade de crença, mas não a liberdade de consciência. D) o direito à intimidade, mas não o direito à honra. E) o direito à inviolabilidade de domicílio, mas não o direito ao sigilo de correspondência. 30. Dentre as penas permitidas pela Constituição Federal encontra-se a de A) extradição de brasileiros natos. B) caráter perpétuo. C))perda de bens. D) banimento. E) trabalhos forçados. 31. Aquele que, por ato ilegal de autoridade pública, encontrar-se impedido de locomover-se em território nacional poderá impetrar, para defesa de seu direito, A) mandado de injunção. B) habeas corpus. C) habeas data. D) ação popular. E) mandado de segurança. 32. Entre os órgãos do Poder Judiciário estão A) os Tribunais Regionais Federais e os Tribunais de Justiça dos Estados. B) os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e as Delegacias do Trabalho. C) o Ministério Público do Trabalho e a Procuradoria da República. D) o Ministério Público do Trabalho e as Varas do Trabalho. E) a Procuradoria da República e os Juizados Especiais Cíveis. Nas questões seguintes responda se certa (C) ou errada (E). No que tange aos direitos e garantias fundamentais, à organização do Estado e aos servidores públicos, julgue os itens a seguir. 33. Com a finalidade de estimular a participação popular na defesa dos interesses coletivos, a Constituição Federal conferiu legitimidade a qualquer cidadão e partido político para impetrar mandado de segurança coletivo na defesa de direitos difusos e coletivos. 34. Ainda que o Ministério Público Federal e o Poder Judiciário constatem que município de determinado estado vem descumprindo lei federal, não poderá ser decretada intervenção da União nesse município. 35. A exigência constitucional de concurso público para acesso aos cargos e empregos públicos tem fundamento no princípio constitucional da moralidade, mas, juridicamente, não tem relação com o princípio da igualdade. No referente às finanças e à administração pública, julgue os seguintes itens. 36. Para que o poder público realize despesas de capital que excedam um exercício financeiro, é necessário que elas estejam previamente contempladas no plano plurianual, não bastando a previsão dessas despesas na lei orçamentária anual. 37. O princípio da publicidade exige que os atos do poder público sejam levados ao conhecimento da sociedade, mas essa necessidade é afastada sempre que o administrador entender que a publicação pode ser prejudicial aos interesses do órgão ou ente público e registrar por escrito suas razões. 38. De acordo com o modelo estabelecido na Constituição da República, as autarquias somente podem

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manifestamente ilegais. 19. Acerca do regime jurídico dos servidores públicos estaduais estabelecido pela Lei Complementar Estadual n° 10.098/94, é correto afirmar que (A) a acumulação remunerada de cargos públicos é vedada, com exceção das hipóteses previstas na Constituição Federal. (B) as gratificações e os adicionais são incorporados aos vencimentos. (C) a ajuda de custo se encontra fixada no montante de 3 (três) salários mínimos. (D) o período de estágio probatório é de 1 (um) ano. (E) as horas de trabalho extraordinárias não são remuneradas 20 - A Constituição da República Federativa do Brasil assegura o direito de greve a) a todos os trabalhadores e aos servidores públicos, civis e militares, através dos respectivos sindicatos b) a todos os trabalhadores e servidores públicos sem condições ou limites c) aos trabalhadores e quanto aos servidores públicos civis nos termos e limites definidos em lei complementar d) somente aos trabalhadores sindicalizados e aos servidores celetistas. 21 - Os direitos e deveres individuais e coletivos se fundamentam na garantia constitucional de igualdade perante a lei e estabelecem aos brasileiros e estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Assinale a alternativa que está em desacordo com o Art. 5º da Constituição. a) Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante, salvo se este procedimento for necessário para salvaguardar a segurança coletiva. b) Os homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. c) É a todos assegurado, independentemente de pagamento de taxas, o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. d) A lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu. 22. Considere as assertivas abaixo. I - Qualquer pessoa natural tem legitimidade para ajuizar a ação popular. II - O mandado de segurança é remédio constitucional para proteção apenas de direito subjetivo individual. III - A ação civil pública é instrumento processual que somente pode ser promovida nas hipóteses expressamente previstas na Constituição Federal. Quais são corretas? (A) Apenas I (B) Apenas II (C) Apenas III (D) Apenas I e II (E) Nenhuma delas

23. Associe os direitos a serem resguardados (coluna da esquerda) a remédios constitucionais oferecidos pela Carta Magna vigente (coluna da direita). 1- Para o cidadão ver assegurado direito seu, líquido e certo, tolhido ( ) Mandado de injunção ( ) Mandado de segurança por ato de autoridade pública. 2- Para o cidadão que sofre coação ou ameaça em sua liberdade de ( ) Habeas data locomoção. 3- Para o trabalhador que não recebe seu salário nem créditos assegurados pela legislação trabalhista. 4- Para o cidadão quando a falta de norma regulamentadora torna inviável o exercício de liberdade constitucional. 5- Para o cidadão obter informações relativas a sua pessoa, constantes de banco de dados governamental. A seqüência numérica correta, de cima para baixo, da coluna da direita, é (A) 1 – 2 – 4 (B) 2 – 1 – 5 (C) 2 – 4 – 3 (D) 4 – 1 – 5 (E) 4 – 2 – 3 24. Assinale a assertiva incorreta. (A) É garantido ao servidor público civil o direito à livre sindicalização. (B) Os servidores públicos serão aposentados compulsoriamente aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. (C) São estáveis após dois anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. (D) O tempo de contribuição previdenciária federal, estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria do servidor público. (E) É assegurada ao servidor público, indicado em

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(A) É facultado o gozo de férias em dois períodos. (E) 80 anos de idade. tiver mais de 15 (quinze) dias de faltas não justificadas ao serviço. (D) os agentes públicos não remunerados. é aplicável a pena de repreensão. a pena de suspensão. para Leandro. quais são as respectivas penas disciplinares previstas para essas condutas? (A) Para Carlos. é aplicável a pena de repreensão. Acerca do regime disciplinar dos servidores públicos civis estaduais. mesmo quando Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 153 .° 10. Nos termos da Lei Complementar Estadual n° 10. independentemente de também constituírem crime. se isso for necessário para estimular o espírito de cooperação. (E) participação em Júri. a pena de demissão a bem do serviço público. 18. não afeta a pena de demissão imposta administrativamente pela mesma infração. quanto às infrações puníveis com demissão. (D) As férias somente poderão ser interrompidas por motivos de calamidade pública. comoção interna. (D) desempenhar com zelo e presteza os encargos que lhe forem incumbidos. (B) Durante as férias. até 60 (sessenta) dias. (D) Para Carlos. observando as normas legais e regulamentares e sendo leal às instituições a que servir.098/94. no órgão em que servir. é aplicável a pena de advertência. (B) 65 anos de idade. serviço militar ou eleitoral ou por superior interesse público. no ano antecedente àquele em que deveria gozá-las. para Leandro. Considerados apenas esses dados. À luz da Lei Complementar Estadual nº 10. não se computam como efetivo exercício os afastamentos do serviço em virtude de (A) férias. dentro de suas atribuições. (E) colaborar com os colegas. (B) ser assíduo e pontual ao serviço. (D) licença para tratar de interesses particulares. (E) não é permitido o afastamento preventivo do servidor. é correto afirmar que (A) a absolvição do servidor em processo-crime. (C) levar ao conhecimento público as irregularidades de que tiver conhecimento. (B) prestação de prova em concurso público. (E) Perderá o direito às férias o servidor que. NÃO constitui dever do servidor (A) manter espírito de cooperação com os colegas de trabalho. (C) somente o Governador do Estado é competente para aplicar a pena disciplinar de suspensão. De acordo com o regime jurídico estabelecido pela Lei Complementar Estadual n. (D) 75 anos de idade. 13. (C) Para Carlos. 15.098/94. até 30 (trinta) dias. além do limite do valor da herança.Trabalhando pela sua conquista. o pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente. para Leandro. 11. Assinale a alternativa INCORRETA no que diz respeito a férias de servidor público estadual ocupante de cargo de provimento efetivo e regido pelo Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. Não respondem pela prática de ato de improbidade administrativa (A) os titulares de cargo em comissão. a pena de demissão. (E) Para Carlos. (E) os membros do Poder Judiciário. com acréscimo de 1/3 da remuneração. (C) 70 anos de idade. (B) os titulares de mandato eletivo. até 90 (noventa) dias. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço). Considere as seguintes hipóteses sobre infrações disciplinares atribuídas a servidores públicos estaduais ocupantes de cargos de provimento efetivo e regidos pelo Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul: Carlos incorreu em falta do cumprimento do dever funcional. (C) Ao servidor que o requerer. (B) o servidor aposentado não mais se sujeita à imposição de pena disciplinar. A aposentadoria compulsória do servidor público civil estadual dá-se aos (A) 60 anos de idade. 17. praticadas pela autoridade imediatamente superior. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. o servidor terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo como se estivesse em exercício. sob o fundamento de não ter restado provada a existência do fato. a pena de suspensão. (E) o fundo de garantia do tempo de serviço. para Leandro. convocação para júri. não constitui direito do servidor público (A) o gozo de férias. (C) os sucessores daquele que enriqueceu ilicitamente.098/94. é aplicável a pena de suspensão ou multa. a pena de suspensão. (C) usar os equipamentos de proteção individual que lhe forem confiados. é aplicável a pena de advertência. (D) zelar pela economia de material. 12. (E) cumprir as ordens superiores. eventualmente exercendo atribuições diferentes das definidas em lei ou regulamento como próprias do cargo ou função. (B) Para Carlos. (B) o recebimento de gratificação por serviço noturno. 14. (D) a ação disciplinar prescreverá sempre em 24 meses. 16. já Leandro exerceu advocacia administrativa. (C) casamento. (D) o recebimento de abono familiar. por até 8 dias. (C) o recebimento de gratificação por exercício de função de chefia ou de assessoramento. para Leandro. a menos que autorizado pelo Poder Judiciário.

b) Tem sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território do Distrito Federal. b) Procurador-Geral da Justiça. prestando as informações requeridas. São deveres do servidor público civil do Estado do Rio Grande do Sul (A) promover ou participar de manifestação de apoio aos colegas quando estes forem acusados injustamente da prática de ilegalidade. precipuamente. 04. precipuamente. 10. cabendo-lhe. c) foros e tribunais. (B) A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que.Trabalhando pela sua conquista. b) varas e ofícios. d) cumprir ordens superiores. processar e julgar. c) Compete ao Supremo Tribunal Federal. 06. Para a administração da Justiça Comum. em benefício de terceiros. d) Promotores. comarcas e comarcas integradas. ral serão nomeados pelo Presidente da República. os Ministros de Estado. cumulativamente ao vencimento do cargo de provimento efetivo. c) o Ministério Público do Trabalho e a Procuradoria da República. c) Secretários de Estado. b) atuar. os membros do Congresso Nacional. de acordo com o Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. Sobre o Supremo Tribunal Federal. 152 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . com mudança de domicílio em caráter permanente. O Tribunal de Justiça. (C) A função gratificada será percebida pelo exercício de chefia. é constituído de a) Procuradores do Estado. 05. como se nele estivesse em exercício. dentre outras. podendo concorrer a cargos públicos eletivos. a guarda da Constituição. cabendo-lhe. omissão ou abuso de poder. é correto afirmar: a) Tem sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território nacional. dentre outras. dentre outras. e) aceitar comissão. o território do Estado do Rio Grande do Sul está dividido em a) cartórios e tabelionatos. a guarda da Constituição. o Presidente da República. nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade. 92. processar e julgar. a representação do Poder Judiciário compete ao a) Corregedor-Geral da Justiça. municípios. composto na forma constitucional. não se houver afastado do exercício de suas funções terá direito à concessão automática de 3 (três) meses de licença-prêmio por assiduidade. por um quinqüênio ininterrupto. como procurador ou intermediário. (B) participar da vida político-partidária. originariamente. d) distritos. originariamente. (E) O servidor que. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. assinale a assertiva incorreta. b) Desembargadores. junto a repartições públicas. b) Compete ao Supremo Tribunal Federal. originariamente: nas infrações penais comuns. seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República. o Vice-Presidente. (A) O servidor acidentado em serviço será licenciado com remuneração proporcional ao tempo de serviço. c)) não admitir que escreventes e demais auxiliares de seus cartórios sejam testemunhas instrumentais dos atos que lavraram. 09. Entre os órgãos do Poder Judiciário estão a)) os Tribunais Regionais Federais e os Tribunais de Justiça dos Estados. assistência ou assessoramento. ainda que manifestamente ilegais. no interesse do serviço. emprego ou pensão de estado estrangeiro. precipuamente. e) a Procuradoria da República e os Juizados Especiais Cíveis. cabendo-lhe. c) Compõe-se de onze ministros. a guarda da Constituição. ainda que protegidas por sigilo. escolhidos dentre os desembargadores dos Tribunais de Justiça que contem com mais de trinta anos de serviço. c) Governador do Estado. d) Procurador-Geral do Estado. com todas as vantagens do cargo. concessões e licenças dos servidores públicos civis. d) Tem competência para resolver divergência jurisprudencial entre Tribunais inferiores. até seu total restabelecimento. No Estado do Rio Grande do Sul. 03. a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. e) Presidente do Tribunal de Justiça. art. d) o Ministério Público do Trabalho e as Varas do Trabalho. (D) O pagamento de gratificação por serviço noturno não se aplica quando o serviço noturno corresponder ao horário normal de trabalho.Presidente. a) b) c) d) A quem compete representar o Poder Judiciário? Ao Governador do Estado Ao Corregedor-Geral da Justiça Ao Conselho da Magistratura Ao Presidente do Tribunal de Justiça 08. 07. O Supremo Tribunal Federal é órgão do Poder Judiciário (CF. Sobre as vantagens. I). passe a ter exercício em nova sede. d) Compete ao Supremo Tribunal Federal. Um dos deveres do servidor público é a) atender com presteza ao público em geral. processar e julgar. b) os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e as Delegacias do Trabalho. 02.

.. o Brasília.. escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade.... 37. As Secretarias de Segurança Pública dos Estados e do Distrito Federal poderão remeter suas informações criminais para a base de dados do Ministério da Justiça.. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art... o juiz poderá determinar o comparecimento obrigatório do agressor a programas de recuperação e reeducação........ de coabitação ou de hospitalidade: Pena ....... Art...... assinale a alternativa INCORRETA.. V .... prevalecendo-se o agente das relações domésticas. Na hipótese do § 9 deste artigo........ Aos crimes praticados com violência doméstica e familiar contra a mulher..............................Trabalhando pela sua conquista. passa a vigorar com as seguintes alterações: “Art.... regularmente constituída há pelo menos um ano.......... o Distrito Federal e os Municípios..” (NR) Art............689....... A defesa dos interesses e direitos transindividuais previstos nesta Lei poderá ser exercida............... de coabitação ou de hospitalidade..... o Distrito Federal e os Municípios promoverão a adaptação de seus órgãos e de seus programas às diretrizes e aos princípios desta Lei............... de 26 de setembro de 1995. 36. o § 11.... .... O art.. 313...... 42................. O art.................. os Estados...... a pena será aumentada de um terço se o crime for cometido contra pessoa portadora de deficiência......casas-abrigos para mulheres e respectivos dependentes menores em situação de violência doméstica e familiar. II ........... Art.. ou. 152.... III ... Art.........848... 313 do Decreto-Lei .. ..... pelo Ministério Público e por associação de atuação na área...” (NR) Art....... 34.... A União... 40..... .. os Estados....... Parágrafo único.se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher.............. A União.......... de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal)......programas e campanhas de enfrentamento da violência doméstica e familiar. o § 9 Se a lesão for praticada contra ascendente.... 44.. 129..... IV .. independentemente da pena prevista...delegacias. para garantir a execução das medidas protetivas de urgência.. 7. 41............. ” (NR) Art.... ............... Nos casos de violência doméstica contra a mulher..centros de atendimento integral e multidisciplinar para mulheres e respectivos dependentes em situação de violência doméstica e familiar... quanto ao Supremo Tribunal Federal.. para a implementação das medidas estabelecidas nesta Lei......... nos termos da lei específica.. O requisito da pré-constituição poderá ser dispensado pelo juiz quando entender que não há outra entidade com representatividade adequada para o ajuizamento da demanda coletiva. As estatísticas sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher serão incluídas nas bases de dados dos órgãos oficiais do Sistema de Justiça e Segurança a fim de subsidiar o sistema nacional de dados e informações relativo às mulheres..... ....... irmão.......... 61. 43......... descendente.. 46............. ou com violência contra a mulher na forma da lei específica. sendo que os Ministros do Supremo Tribunal Fede- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 151 . f) com abuso de autoridade ou prevalecendo-se de relações domésticas. II . em cada exercício financeiro..... 38. passa a vigorar acrescido do seguinte inciso IV: “Art... A alínea f do inciso II do art. 61 do DecretoLei 2... As obrigações previstas nesta Lei não excluem outras decorrentes dos princípios por ela adotados.......” (NR) Art... TÍTULO VII .................. núcleos de defensoria pública....... Art............DISPOSIÇÕES FINAIS Art.. concorrentemente........... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art........ Art..... 7 de agosto de 2006.detenção..... no limite de suas competências e nos termos das respectivas leis de diretrizes orçamentárias...210. 35.............. Parágrafo único... cônjuge ou companheiro..... 129 do Decreto-Lei ..... . Conforme a Constituição da República Federativa do Brasil..099......... 152 da Lei . de 3 (três) meses a 3 (três) anos..................... O art.. ......... .... não se aplica a Lei 9........... .... ainda............... 39. no limite das respectivas competências: I ... o Distrito Federal.. serviços de saúde e centros de perícia médico-legal especializados no atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar.......... LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Dilma Rousseff Coletânea de Provas e Testes 01... Art...... A União... IV . de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal)............... a) O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros......... Parágrafo único. de notável saber jurídico e reputação ilibada.... 2...... Art. 3.centros de educação e de reabilitação para os agressores... nos termos da legislação civil.. poderão estabelecer dotações orçamentárias específicas........... .. os Estados e os Municípios poderão criar e promover.... Esta Lei entra em vigor 45 (quarenta e cinco) dias após sua publicação...... 185 da Independêno cia e 118 da República. de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal)....... Art. A instituição dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher poderá ser acompanhada pela implantação das curadorias necessárias e do serviço de assistência judiciária........848. 45... ou com quem conviva ou tenha convivido............... de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal).....

de 22 de dezembro de 2003. sob pena de incorrer nos crimes de prevaricação ou de desobediência.fiscalizar os estabelecimentos públicos e particulares de atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar. salvo expressa autorização judicial. CAPÍTULO III DA ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art. 30. Caberá ao Ministério Público. Art. 27. Art.proibição temporária para a celebração de atos e contratos de compra. a qualquer momento. 26. venda e locação de propriedade em comum. de assistência social e de segurança. encontrando-se o agressor nas condições mencionadas o no caput e incisos do art. III . conforme o caso. por perdas e danos materiais decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a ofendida. a ser integrada por profissionais especializados nas áreas psicossocial. Seção III Das Medidas Protetivas de Urgência à Ofendida Art. TÍTULO V . encaminhamento. liminarmente. poderá o juiz requisitar. quando necessário: I .suspensão das procurações conferidas pela ofendida ao agressor. quando não for parte. 23. mediante atendimento específico e humanizado. mediante a indicação da equipe de atendimento multidisciplinar.cadastrar os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. ser comunicada ao Ministério Público. mediante depósito judicial. e adotar. de imediato. sem prejuízo de outras medidas: I . após afastamento do agressor. II . TÍTULO VI . É garantido a toda mulher em situação de violência doméstica e familiar o acesso aos serviços de Defensoria Pública ou de Assistência Judiciária Gratuita. Art. Para a proteção patrimonial dos bens da sociedade conjugal ou daqueles de propriedade particular da mulher. Art.DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA Art. o § 2 Na hipótese de aplicação do inciso I.869. com especial atenção às crianças e aos adolescentes. para o processo e o julgamento das causas referidas no caput. as seguintes medidas. guarda dos filhos e alimentos. 28.determinar o afastamento da ofendida do lar. Enquanto não estruturados os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. jurídica e de saúde. CAPÍTULO IV . o no que couber. 461 da Lei 5. mediante laudos ou verbalmente em audiência.requisitar força policial e serviços públicos de saúde. na elaboração de sua proposta orçamentária. Poderá o juiz. nos termos da lei. o disposto no caput e nos §§ 5 e 6º do art. nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. Art. de educação. a mulher em situação de violência doméstica e familiar deverá estar acompanhada de advogado. o agressor e os familiares.826. Os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher que vierem a ser criados poderão contar com uma equipe de atendimento multidisciplinar. 150 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . voltados para a ofendida. nos termos da Lei de Diretrizes Orçamentárias.restituição de bens indevidamente subtraídos pelo agressor à ofendida. Parágrafo único. O Ministério Público intervirá. auxílio da força policial. Art. 6 da Lei 10. Deverá o juiz oficiar ao cartório competente para os fins previstos nos incisos II e III deste artigo. Quando a complexidade do caso exigir avaliação mais aprofundada. IV . 25. o juiz comunicará ao respectivo órgão.Trabalhando pela sua conquista. Compete à equipe de atendimento multidisciplinar. o juiz poderá determinar a manifestação de profissional especializado. ficando o superior imediato do agressor responsável pelo cumprimento da determinação judicial. o juiz poderá determinar. 19 desta Lei. observadas as previsões do Título IV desta Lei.DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. entre outras atribuições que lhe forem reservadas pela legislação local. II . nas causas cíveis e criminais decorrentes da violência doméstica e familiar contra a mulher.encaminhar a ofendida e seus dependentes a programa oficial ou comunitário de proteção ou de atendimento. sem prejuízo de outras atribuições. 33. fornecer subsídios por escrito ao juiz. poderá prever recursos para a criação e manutenção da equipe de atendimento multidisciplinar. 32.determinar a separação de corpos. subsidiada pela legislação processual pertinente.determinar a recondução da ofendida e a de seus dependentes ao respectivo domicílio. III . 31. O Poder Judiciário. o § 3 Para garantir a efetividade das medidas protetivas de urgência. II .prestação de caução provisória. e desenvolver trabalhos de orientação. prevenção e outras medidas. Será garantido o direito de preferência. em sede policial e judicial. III . o § 4 Aplica-se às hipóteses previstas neste artigo. sem prejuízo dos direitos relativos a bens. IV . de 11 de janeiro de 1973 (Código de Processo Civil). quando necessário. ressalvado o previsto no art. ao Ministério Público e à Defensoria Pública. 29. nas varas criminais. corporação ou instituição as medidas protetivas de urgência concedidas e determinará a restrição do porte de armas. as medidas administrativas ou judiciais cabíveis no tocante a quaisquer irregularidades constatadas.DA EQUIPE DE ATENDIMENTO MULTIDISCIPLINAR Art. cíveis e criminais. as varas criminais acumularão as competências cível e criminal para conhecer e julgar as causas decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. entre outros. Em todos os atos processuais. Parágrafo único. 24. entre outras: I .

II . conforme dispuserem as normas de organização judiciária. V . ao agressor. nos termos da Lei . de seus familiares e de seu patrimônio. as seguintes medidas protetivas de urgência. Ao processo. especialmente dos pertinentes ao ingresso e à saída da prisão. ouvido o Ministério Público. Seção II Das Medidas Protetivas de Urgência que Obrigam o Agressor Art. poderão ser criados pela União. 16. ouvida a equipe de atendimento multidisciplinar ou serviço similar. com comunicação ao órgão competente. bem como a substituição de pena que implique o pagamento isolado de multa. Art. CAPÍTULO II DAS MEDIDAS PROTETIVAS DE URGÊNCIA Seção I .proibição de determinadas condutas. se entender necessário à proteção da ofendida. no curso do processo. o § 3 Poderá o juiz. IV .DOS PROCEDIMENTOS CAPÍTULO I . O juiz poderá revogar a prisão preventiva se. o § 2 A autoridade policial deverá anexar ao docuo mento referido no § 1 o boletim de ocorrência e cópia de todos os documentos disponíveis em posse da ofendida. 14. fixando o limite mínimo de distância entre estes e o agressor. entre as quais: a) aproximação da ofendida. sempre que a segurança da ofendida ou as circunstâncias o exigirem. c) freqüentação de determinados lugares a fim de preservar a integridade física e psicológica da ofendida. As medidas protetivas de urgência poderão ser concedidas pelo juiz.Disposições Gerais Art. vas solicitadas pela ofendida. devendo este ser prontamente comunicado. 20. Em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal. 13. nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. por opção da ofendida. 19. TÍTULO IV . decretada pelo juiz. ao adolescente e ao idoso que não conflitarem com o estabelecido nesta Lei. e pelos Estados. de imediato. Recebido o expediente com o pedido da ofendida. em conjunto ou separadamente. sempre que os direitos reconhecidos nesta Lei forem ameaçados ou violados.prestação de alimentos provisionais ou provisórios. Art. 18.conhecer do expediente e do pedido e decidir sobre as medidas protetivas de urgência. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas: I . 15. A ofendida deverá ser notificada dos atos processuais relativos ao agressor. II . seus familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação. de penas de cesta básica ou outras de prestação pecuniária. III . É competente. conceder novas medidas protetivas de urgência ou rever aquelas já concedidas. Nas ações penais públicas condicionadas à representação da ofendida de que trata esta Lei. Os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. sem prejuízo da intimação do advogado constituído ou do defensor público.do lugar do fato em que se baseou a demanda. a requerimento do Ministério Público ou a pedido da ofendida. Constatada a prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. b) contato com a ofendida. Parágrafo único. bem como de novo decretá-la. independentemente de audiência das partes e de manifestação do Ministério Público.suspensão da posse ou restrição do porte de armas. no Distrito Federal e nos Territórios. domicílio ou local de convivência com a ofendida. o § 1 As medidas referidas neste artigo não impedem a aplicação de outras previstas na legislação em vigor. o Juizado: I . e poderão ser substituídas a qualquer tempo por outras de maior eficácia. caberá a prisão preventiva do agressor. de 22 de dezembro de 2003.determinar o encaminhamento da ofendida ao órgão de assistência judiciária. para o processo.afastamento do lar. É vedada a aplicação. 17. Art. verificar a falta de motivo para que subsista. de ofício. Parágrafo único.do domicílio do agressor. caberá ao juiz. a requerimento do Ministério Público ou mediante representação da autoridade policial. de seus familiares e das testemunhas. 22. II . III .DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Parágrafo único. o § 1 As medidas protetivas de urgência poderão ser concedidas de imediato. para os processos cíveis regidos por esta Lei. entre outras: I . 21. quando for o caso. em audiência especialmente designada com tal finalidade. 10. o juiz poderá aplicar. antes do recebimento da denúncia e ouvido o Ministério Público. órgãos da Justiça Ordinária com competência cível e criminal. Art. Os atos processuais poderão realizar-se em horário noturno. o julgamento e a execução das causas decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. devendo a providência Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 149 . se sobrevierem razões que a justifiquem.Trabalhando pela sua conquista.restrição ou suspensão de visitas aos dependentes menores. III . o § 3 Serão admitidos como meios de prova os laudos ou prontuários médicos fornecidos por hospitais e postos de saúde. só será admitida a renúncia à representação perante o juiz. ao julgamento e à execução das causas cíveis e criminais decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher aplicar-se-ão as normas dos Códigos de Processo Penal e Processo Civil e da legislação específica relativa à criança. Art.do seu domicílio ou de sua residência. A ofendida não poderá entregar intimação ou notificação ao agressor. a requerimento do Ministério Público ou a pedido da ofendida. nos termos desta Lei. o § 2 As medidas protetivas de urgência serão aplicadas isolada ou cumulativamente. Art. Art.comunicar ao Ministério Público para que adote as providências cabíveis.826.

lavrar o boletim de ocorrência e tomar a representação a termo.fornecer transporte para a ofendida e seus dependentes para abrigo ou local seguro. II . IV . 12. V . e emergencialmente quando for o caso. quando necessário. IV . em particular nas Delegacias de Atendimento à Mulher. 221 da Constituição Federal. a inclusão da mulher em situação de violência doméstica e familiar no cadastro de programas assistenciais do governo federal. as providências legais cabíveis. no Sistema Único de Segurança Pública. de forma a coibir os papéis estereotipados que legitimem ou exacerbem a violência doméstica e familiar. da Guarda Municipal. voltadas ao público escolar e à sociedade em geral.a capacitação permanente das Polícias Civil e Militar.a celebração de convênios. por até seis meses. VI . e a difusão desta Lei e dos instrumentos de proteção aos direitos humanos das mulheres. IV . os autos do inquérito policial ao juiz e ao Ministério Público. II . para os conteúdos relativos aos direitos humanos. CAPÍTULO II DA ASSISTÊNCIA À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR o Art.remeter. 3 e no inciso IV do art. Parágrafo único. expediente apartado ao juiz com o pedido da ofendida. Art. II . a autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência adotará. o § 2 O juiz assegurará à mulher em situação de violência doméstica e familiar. VIII . sem prejuízo daqueles previstos no Código de Processo Penal: I . 9 A assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar será prestada de forma articulada e conforme os princípios e as diretrizes previstos na Lei Orgânica da Assistência Social. se apresentada. estadual e municipal. quando houver risco de vida. IX . tendo por objetivo a implementação de programas de erradicação da violência doméstica e familiar contra a mulher. termos ou outros instrumentos de promoção de parceria entre órgãos governamentais ou entre estes e entidades não-governamentais.a implementação de atendimento policial especializado para as mulheres.descrição sucinta do fato e das medidas proteti- 148 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .nome e idade dos dependentes. acompanhar a ofendida para assegurar a retirada de seus pertences do local da ocorrência ou do domicílio familiar. no Sistema Único de Saúde. III .Trabalhando pela sua conquista. de imediato. de acordo com o estabelecido no inciso III do art. V . indicando a existência de mandado de prisão ou registro de outras ocorrências policiais contra ele. Art. Na hipótese da iminência ou da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher. os seguintes procedimentos. a profilaxia das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) e outros procedimentos médicos necessários e cabíveis nos casos de violência sexual.colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e de suas circunstâncias. III . Em todos os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. entre outras normas e políticas públicas de proteção.se necessário. comunicando de imediato ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. no inciso IV do art. No atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar.acesso prioritário à remoção quando servidora pública. VII .a promoção e a realização de campanhas educativas de prevenção da violência doméstica e familiar contra a mulher.encaminhar a ofendida ao hospital ou posto de saúde e ao Instituto Médico Legal. por prazo certo. a autoridade policial deverá.determinar que se proceda ao exame de corpo de delito da ofendida e requisitar outros exames periciais necessários. II .ouvir o agressor e as testemunhas.o destaque. deverá a autoridade policial adotar. VI . incluindo os serviços de contracepção de emergência. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. o § 1 O pedido da ofendida será tomado a termo pela autoridade policial e deverá conter: I . à eqüidade de gênero e de raça ou etnia e ao problema da violência doméstica e familiar contra a mulher. no prazo legal. 10.informar à ofendida os direitos a ela conferidos nesta Lei e os serviços disponíveis. para a concessão de medidas protetivas de urgência. nos currículos escolares de todos os níveis de ensino. o § 1 O juiz determinará. Aplica-se o disposto no caput deste artigo ao descumprimento de medida protetiva de urgência deferida. protocolos. VII .a promoção de programas educacionais que disseminem valores éticos de irrestrito respeito à dignidade da pessoa humana com a perspectiva de gênero e de raça ou etnia. integrante da administração direta ou indireta. entre outras providências: I .qualificação da ofendida e do agressor. para preservar sua integridade física e psicológica: I . 11.ordenar a identificação do agressor e fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes criminais. quando necessário o afastamento do local de trabalho.remeter. do Corpo de Bombeiros e dos profissionais pertencentes aos órgãos e às áreas enunciados no inciso I quanto às questões de gênero e de raça ou etnia. III . o § 3 A assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar compreenderá o acesso aos benefícios decorrentes do desenvolvimento científico e tecnológico.ouvir a ofendida. CAPÍTULO III . feito o registro da ocorrência. ajustes.DO ATENDIMENTO PELA AUTORIDADE POLICIAL Art. V . de imediato. o o 1 .manutenção do vínculo trabalhista.garantir proteção policial.

à moradia. III . compreendida como a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados. à gravidez. a sua sexualidade. 2 Toda mulher. raça. à cidadania. educação. V . à educação. à dignidade. goza dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana.a violência sexual. intelectual e social. instrumentos de trabalho. ao respeito e à convivência familiar e comunitária. sendo-lhe asseguradas as oportunidades e facilidades para viver sem violência. etnia. configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. subtração. e a avaliação periódica dos resultados das medidas adotadas.a violência moral. unidos por laços naturais.DAS FORMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER o Art. exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação. as condições peculiares das mulheres em situação de violência doméstica e familiar. 4 Na interpretação desta Lei. renda. saúde. 7 São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher.DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS o Art. Parágrafo único. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 147 . II . nível educacional. TÍTULO II . vigilância constante. As relações pessoais enunciadas neste artigo independem de orientação sexual. de qualquer modo. a serem unificados nacionalmente. comportamentos.a promoção de estudos e pesquisas. nos meios de comunicação social. do Ministério Público e da Defensoria Pública com as áreas de segurança pública. idade e religião. III . com ou sem vínculo familiar. independentemente de classe. o § 1 O poder público desenvolverá políticas que visem garantir os direitos humanos das mulheres no âmbito das relações domésticas e familiares no sentido de resguardá-las de toda forma de negligência. à cultura.Trabalhando pela sua conquista. ao lazer. o Art. especialmente. inclusive as esporadicamente agregadas. por afinidade ou por vontade expressa. serão considerados os fins sociais a que ela se destina e. suborno ou manipulação. ao trabalho. ridicularização.a violência física. incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades.a violência psicológica. que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio. à alimentação. o § 2 Cabe à família. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher e de outros tratados internacionais ratificados pela República Federativa do Brasil.no âmbito da família. independentemente de coabitação. 6 A violência doméstica e familiar contra a mulher constitui uma das formas de violação dos direitos humanos. ao acesso à justiça. tendo por diretrizes: I . violência. sofrimento físico. mediante coação.em qualquer relação íntima de afeto. na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida. à saúde. crenças e decisões. o Art. entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações. crueldade e opressão. chantagem. entendida como qualquer conduta que configure retenção. cultura. às conseqüências e à freqüência da violência doméstica e familiar contra a mulher. ameaça. insulto. exploração. constrangimento. a manter ou a participar de relação sexual não desejada. documentos pessoais. mediante intimidação. CAPÍTULO II . 3 Serão asseguradas às mulheres as condições para o exercício efetivo dos direitos à vida. trabalho e habitação.DA ASSISTÊNCIA À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CAPÍTULO I DAS MEDIDAS INTEGRADAS DE PREVENÇÃO o Art. ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos. chantagem. o Art.o respeito. dos Estados. sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: I . à sociedade e ao poder público criar as condições necessárias para o efetivo exercício dos direitos enunciados no caput. e estabelece medidas de assistência e proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. entendida como qualquer conduta que configure calúnia. perseguição contumaz. compreendida como o espaço de convívio permanente de pessoas. discriminação. o Art. lesão. entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal. à segurança. ao esporte. para a sistematização de dados.a integração operacional do Poder Judiciário. III . manipulação. à liberdade. que a induza a comercializar ou a utilizar. humilhação. Convenção Interamericana para Prevenir. do Distrito Federal e dos Municípios e de ações não-governamentais. TÍTULO III . difamação ou injúria. estatísticas e outras informações relevantes. isolamento. dos valores éticos e sociais da pessoa e da família. orientação sexual. com a perspectiva de gênero e de raça ou etnia. IV . valores e direitos ou recursos econômicos. ao aborto ou à prostituição. bens. II . entre outras: I . II . concernentes às causas. preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral. assistência social. coação ou uso da força. 8 A política pública que visa coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher far-se-á por meio de um conjunto articulado de ações da União. entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar.no âmbito da unidade doméstica. mediante ameaça.a violência patrimonial. 5 Para os efeitos desta Lei. destruição parcial ou total de seus objetos.

o Código Penal e a Lei de Execução Penal. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008) o § 4 A acusação poderá replicar e a defesa treplicar. de 2008) Art. sustentando. 478. nos termos do § 8 do art. de 2008) LEI n° 11. ordenando a realização das diligências entendidas necessárias. de 2008) Parágrafo único.689. e de uma hora para a réplica e outro tanto para a tréplica. laudos. Durante os debates as partes não poderão. de 2008) o § 1 O assistente falará depois do Ministério Público. fotografias. às decisões posteriores que julgaram admissível a acusação ou à determinação do uso de algemas como argumento de autoridade que beneficiem ou prejudiquem o acusado. combinarão entre si a distribuição do tempo. 29 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11. na falta de acordo.689. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008) o § 1 Havendo mais de um acusador ou mais de um defensor. falará em primeiro lugar o querelante e.689.689. facultando-se.689. o juiz presidente. de 2008) Art. que. nesta fase do procedimento. da Convenção sobre a Eliminação de Tovenir a violência doméstica e familiar contra a mu. nos termos do § 8 do art. terão acesso aos autos e aos instrumentos do crime se solicitarem ao juiz presidente. da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir. de 2008) o § 1 Concluídos os debates. terá a palavra a defesa.689. o esclarecimento de fato por ele alegado. e dá outras providências. sob pena de nulidade. de 2008) Art. observado o disposto no § 1 deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11. 226 da Constituição Federal. (Incluído pela Lei nº 11. cujo conteúdo versar sobre a matéria de fato submetida à apreciação e julgamento dos jurados.689.689. a qualquer momento e por intermédio do juiz presidente. de 2008) o § 2 Havendo mais de 1 (um) acusado. fazer referências: (Redação dada pela Lei nº 11.689. de 2008) Art. Se a verificação de qualquer fato. (Redação dada pela Lei nº 11. facultando às partes também formulá-los e indicar assistentes técnicos. da 146 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . O tempo destinado à acusação e à defesa será de uma hora e meia para cada. a existência de circunstância agravante. de 2008) Art. (Incluído pela Lei nº 11. Encerrada a instrução. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) I – à decisão de pronúncia. Compreende-se na proibição deste artigo a leitura de jornais ou qualquer outro escrito. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.689. de 2008) Art.das as Formas de Violência contra a Mulher. A acusação.689. 226 da Constituição o Art.340/06 – LEI MARIA DA PENHA Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a o mulher. não puder ser realizada imediatamente.689. de 2008) o § 2 Se houver dúvida sobre questão de fato.Trabalhando pela sua conquista. na forma do art. (Incluído pela Lei nº 11.689. no prazo de 5 (cinco) dias.689. 479. o presidente prestará esclarecimentos à vista dos autos. (Redação dada pela Lei nº 11. que fará a acusação. sendo admitida a reinquirição de testemunha já ouvida em plenário. em seu prejuízo. o juiz presidente dissolverá o Conselho. o Ministério Público. (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. quadros. de forma a não exceder o determinado neste artigo.689.689. gravações. salvo se este houver retomado a titularidade da ação. 480. de 2008) II – ao silêncio do acusado ou à ausência de interrogatório por falta de requerimento. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. (Incluído pela Lei nº 11. pedir ao orador que indique a folha dos autos onde se encontra a peça por ele lida ou citada. se for o caso.689. o presidente indagará dos jurados se estão habilitados a julgar ou se necessitam de outros esclarecimentos. 1 Esta Lei cria mecanismos para coibir e pre. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher. croqui ou qualquer outro meio assemelhado. 481. reconhecida como essencial para o julgamento da causa. de 2008) o § 2 Tratando-se de ação penal de iniciativa privada.689. Durante o julgamento não será permitida a leitura de documento ou a exibição de objeto que não tiver sido juntado aos autos com a antecedência mínima de 3 (três) dias úteis.689. (Incluído pela Lei nº 11. o tempo para a acusação e a defesa será acrescido de 1 (uma) hora e elevado ao dobro o da réplica e da o tréplica. altera o Código de Processo Penal. (Incluído pela Lei nº 11.Federal. de 2008) o § 3 Os jurados. de 2008) Parágrafo único. 476. bem como a exibição de vídeos. de 2008) o § 3 Finda a acusação. pelo mesmo meio. a defesa e os jurados poderão. nos limites da pronúncia ou das decisões posteriores que julgaram admissível a acusação. desde logo. 477. aos jurados solicitar-lhe. será dividido pelo juiz presidente. (Incluído pela Lei nº 11.689. Se a diligência consistir na produção de prova pericial. em seguida. dando-se ciência à outra parte. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA sanciono a seguinte Lei: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu o DISPOSIÇÕES PRELIMINARES lher. será concedida a palavra ao Ministério Público. ainda. nomeará perito e formulará quesitos.

de 2008) o § 2 Determinada a separação dos julgamentos. devendo.689.689. 470. eletrônica.689. o Ministério Público poderão recusar os jurados sorteados. de 2008) o § 1 A separação dos julgamentos somente ocorrerá se. depois dela. das decisões posteriores que julgaram admissível a acusação e do relatório do processo. de 2008) Art.689. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11.Dos Debates Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 145 . reconhecimento de pessoas e coisas e esclarecimento dos peritos. (Redação dada pela Lei nº 11. sem motivar a recusa.689.Trabalhando pela sua conquista. por intermédio do juiz presidente. de 2008) Art. Desacolhida a argüição de impedimento. até 3 (três) cada parte. o julgamento não será suspenso. car-se entre si e com outrem. e a defesa e. de 2008) o § 1 Para a inquirição das testemunhas arroladas pela defesa. será julgado em primeiro lugar o acusado a quem foi atribuída a autoria do fato ou. (Redação dada pela Lei nº 11. o Ministério Público. em caso de coautoria. 471. se for o caso. se possível. Se.689. de 2008) o § 2 Os jurados formularão perguntas por intermédio do juiz presidente. o assistente. sob pena de exclusão do o Conselho e multa. será iniciada a instrução plenária quando o juiz presidente. de 2008) Seção XI . de 2008) o § 2 A incomunicabilidade será certificada nos autos pelo oficial de justiça. todos os presentes. 436 deste Código.689.689. jurado ou qualquer funcionário. com as alterações introduzidas nesta Seção.689. estenotipia ou técnica similar. o assistente. O registro dos depoimentos e do interrogatório será feito pelos meios ou recursos de gravação magnética. de 2008) Art. 473.689. constará dos autos. (Incluído pela Lei nº 11. Formado o Conselho de Sentença. o julgamento será adiado para o primeiro dia desimpedido. O jurado recusado imotivadamente por qualquer das partes será excluído daquela sessão de instrução e julgamento. de 2008) Parágrafo único. com ele. aplicar-se-á o critério de preferência disposto no art. A seguir será o acusado interrogado. (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. na forma estabelecida no Capítulo III do Título VII do Livro I deste Código. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. o juiz presidente sorteará 7 (sete) dentre eles para a formação do Conselho de Sentença. as declarações do ofendido. mantidos no mais a ordem e os critérios estabelecidos neste artigo. as recusas poderão ser feitas por um só defensor. de 2008) Art.689. Os jurados. perguntas ao acusado. Prestado o compromisso pelos jurados. após sorteados os suplentes.689.689. órgão do Ministério Público. na forma do § 2 do art. 469. 429 deste Código. incompatibilidade. de 2008) Seção XII .689. o juiz presidente as lerá. prosseguindo-se o sorteio para a composição do Conselho de Sentença com os jurados remanescentes. À medida que as cédulas forem sendo retiradas da urna.689. de 2008) Em nome da lei. antecipadas ou não repetíveis. (Incluído pela Lei nº 11. Verificando que se encontram na urna as cédulas relativas aos jurados presentes.689. fará aos jurados a seguinte exortação: (Redação dada pela Lei nº 11. às provas colhidas por carta precatória e às provas cautelares. suspeição. destinada a obter maior fidelidade e celeridade na colheita da prova. 472. de 2008) o § 2 Os jurados poderão formular perguntas ao ofendido e às testemunhas. dispensa ou recusa.689. salvo se absolutamente necessário à ordem dos trabalhos. (Redação dada pela Lei nº 11. entretanto. O jurado. 464 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11. constar da ata o seu fundamento e a decisão. o querelante e o defensor. (Redação dada pela Lei nº 11. A transcrição do registro. em seguida. 467.689. de 2008) Art. o defensor do acusado formulará as perguntas antes do Ministério Público e do assistente. 475. diretamente. de 2008) Art. de 2008) Art. sucessiva e diretamente. (Incluído pela Lei nº 11.689. e inquirirão as testemunhas arroladas pela acusação. o presidente. (Redação dada pela Lei nº 11. poderão formular. responderão: Assim o prometo. (Incluído pela Lei nº 11.689. exclusivamente.689. Parágrafo único. não houver número para a formação do Conselho. em conseqüência do impedimento. levantando-se. bem como a leitura de peças que se refiram. e.689.Da Instrução em Plenário (Incluído pela Lei nº 11. o querelante e o defensor do acusado tomarão. (Incluído pela Lei nº 11. à segurança das testemunhas ou à garantia da integridade física dos presentes. Se forem 2 (dois) ou mais os acusados.689. nem manifestar sua opinião sobre o processo. nominalmente chamados pelo presidente. 468. de 2008) o § 3 As partes e os jurados poderão requerer acareações. de 2008) Parágrafo único. de 2008) Art. com observância do disposto no art. 474. em razão das recusas. se estiver presente. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008) Art. de 2008) o § 3 Não se permitirá o uso de algemas no acusado durante o período em que permanecer no plenário do júri. (Redação dada pela Lei nº 11. nessa ordem. (Incluído pela Lei nº 11. receberá cópias da pronúncia ou. de suspeição ou de incompatibilidade contra o juiz presidente do Tribunal do Júri. (Redação dada pela Lei nº 11. após feita a degravação. não for obtido o número mínimo de 7 (sete) jurados para compor o Conselho de Sentença. de 2008) o § 1 O Ministério Público. concito-vos a examinar esta causa com imparcialidade e a proferir a vossa decisão de acordo com a vossa consciência e os ditames da justiça.

689. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) o § 1 O juiz presidente também advertirá os jurados de que. de 2008) Art.689.689. de 2008) Art. proceder-se-á ao sorteio de tantos suplentes quantos necessários. (Redação dada pela Lei nº 11. Antes de constituído o Conselho de Sentença. 441 deste Código. de 2008) de comparecer. 448 e 449 deste Código. remetendo-se o expediente de convocação. 463 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11. 462. não poderão comuni- arts. (Incluído pela Lei nº 11.689. 435. Comparecendo. 454 a 461 deste Código.Da reunião e das sessões do Tribunal do Júri (Incluído pela Lei nº 11. 455. as testemunhas serão recolhidas a lugar onde umas não possam ouvir os depoimentos das outras. devendo o acusado ser julgado quando chamado novamente. de 2008) o § 2 O julgamento será realizado mesmo na hipótese de a testemunha não ser encontrada no local indicado. a testemunha não comparecer. o juiz intimará a Defensoria Pública para o novo julgamento. o juiz presidente declarará instalados os trabalhos. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. 464. 436 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11. 434 e 435 deste Código. sem escusa legítima. com observância do disposto nos arts. Art. de 2008) Art. (Redação dada pela Lei nº 11. mandando consignar em ata as deliberações. o juiz presidente verificará se a urna contém as cédulas dos 25 (vinte e cinco) jurados sorteados. 459. 457. o juiz presidente suspenderá os trabalhos e mandará conduzi-la ou adiará o julgamento para o primeiro dia desimpedido. de 2008) o § 1 Os pedidos de adiamento e as justificações de não comparecimento deverão ser. sem prejuízo da ação penal pela desobediência.Trabalhando pela sua conquista. O Tribunal do Júri reunir-se-á para as sessões de instrução e julgamento nos períodos e na forma estabelecida pela lei local de organização judiciária. o fato será imediatamente comunicado ao Procurador-Geral de Justiça com a data designada para a nova sessão. Realizadas as diligências referidas nos arts. além do dia. Aplicar-se-á às testemunhas a serviço do Tribunal do Júri o disposto no art.689. de 2008) o § 2 Se o acusado preso não for conduzido. que tiver sido regularmente intimado. de 2008) o § 1 Não havendo escusa legítima.689.689. Se a ausência não for justificada.689.689.689. (Redação dada pela Lei nº 11. intimada. e designar-se-á nova data para a sessão do júri. mandando que o escrivão proceda à chamada deles. O julgamento não será adiado pelo não comparecimento do acusado solto. de 2008) Art. salvo se uma das partes tiver requerido a sua intimação por mandado. 460. Até o momento de abertura dos trabalhos da sessão.689.689. (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. Os nomes dos suplentes serão consignados em ata. os nomes do acusado e dos procuradores das partes. de 2008) Art. o juiz presidente adiará o julgamento para o primeiro dia desimpedido da mesma reunião.689. 422 deste Código. declarando não prescindir do depoimento e indicando a sua localização. for do advogado do acusado. aplicar-lhe-á a mulo ta prevista no § 2 do art. (Redação dada pela Lei nº 11. e se outro não for por este constituído. Não havendo o número referido no art. 461.689. o fato será imediatamente comunicado ao presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil. Serão afixados na porta do edifício do Tribunal do Júri a relação dos jurados convocados.689. com a data designada para a nova sessão. de 2008) o § 1 O oficial de justiça fará o pregão. anunciando o processo que será submetido a julgamento. 453.689. 466. 454.689. de 2008) Art. salvo se houver pedido de dispensa de comparecimento subscrito por ele e seu defensor. de 2008) Art. de 2008) o § 2 Os jurados excluídos por impedimento ou suspeição serão computados para a constituição do número legal. certificando a diligência nos autos. (Redação dada pela Lei nº 11. o julgamento será adiado para o primeiro dia desimpedido da mesma reunião. de 2008) o o § 2 Na hipótese do § 1 deste artigo. 456. do assistente ou do advogado do querelante. de 2008) Art. o julgamento será adiado somente uma vez. que será adiado para o primeiro dia desimpedido. de 2008) Art. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. hora e local das sessões de instrução e julgamento. cientificadas as partes e as testemunhas.689. sem justa causa. (Redação dada pela Lei nº 11. previamente submetidos à apreciação do juiz presidente do Tribunal do Júri. de 2008) Art. (Incluído pela Lei nº 11. 15 (quinze) jurados. (Incluído pela Lei nº 11. O julgamento não será adiado se a testemunha deixar de comparecer.689.689. 453 a 481 Seção X . de 2008) Art. 465.689. salvo comprovado motivo de força maior. uma vez sorteados.689. a suspeição e as incompatibilidades constantes dos arts. de 2008) Art. se assim for certificado por oficial de justiça. Se a falta. de 2008) Art. observado o prazo mínimo de 10 (dez) dias.689. (Redação dada pela Lei nº 11. Se a testemunha.689. Antes do sorteio dos membros do Conselho de Sentença. de 2008) Art. 458. 463.689. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. deixar 144 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . o juiz presidente. na oportunidade de que trata o art. de 2008) o § 1 Se. o juiz presidente esclarecerá sobre os impedimentos. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. o juiz presidente decidirá os casos de isenção e dispensa de jurados e o pedido de adiamento de julgamento. Se o Ministério Público não comparecer. de 2008) Parágrafo único. pelo menos. ordenando a sua condução.

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te. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 4 O jurado que tiver integrado o Conselho de Sentença nos 12 (doze) meses que antecederem à publicação da lista geral fica dela excluído. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 5 Anualmente, a lista geral de jurados será, obrigatoriamente, completada. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção V - Do Desaforamento (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 427. Se o interesse da ordem pública o reclamar ou houver dúvida sobre a imparcialidade do júri ou a segurança pessoal do acusado, o Tribunal, a requerimento do Ministério Público, do assistente, do querelante ou do acusado ou mediante representação do juiz competente, poderá determinar o desaforamento do julgamento para outra comarca da mesma região, onde não existam aqueles motivos, preferindo-se as mais próximas. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 O pedido de desaforamento será distribuído imediatamente e terá preferência de julgamento na Câmara ou Turma competente. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Sendo relevantes os motivos alegados, o relator poderá determinar, fundamentadamente, a suspensão do julgamento pelo júri. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 Será ouvido o juiz presidente, quando a medida não tiver sido por ele solicitada. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 4 Na pendência de recurso contra a decisão de pronúncia ou quando efetivado o julgamento, não se admitirá o pedido de desaforamento, salvo, nesta última hipótese, quanto a fato ocorrido durante ou após a realização de julgamento anulado. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 428. O desaforamento também poderá ser determinado, em razão do comprovado excesso de serviço, ouvidos o juiz presidente e a parte contrária, se o julgamento não puder ser realizado no prazo de 6 (seis) meses, contado do trânsito em julgado da decisão de pronúncia. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Para a contagem do prazo referido neste artigo, não se computará o tempo de adiamentos, diligências ou incidentes de interesse da defesa. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Não havendo excesso de serviço ou existência de processos aguardando julgamento em quantidade que ultrapasse a possibilidade de apreciação pelo Tribunal do Júri, nas reuniões periódicas previstas para o exercício, o acusado poderá requerer ao Tribunal que determine a imediata realização do julgamento. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção VI - Da Organização da Pauta (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 429. Salvo motivo relevante que autorize alteração na ordem dos julgamentos, terão preferência: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – os acusados presos; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) II – dentre os acusados presos, aqueles que estiverem há mais tempo na prisão; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) III – em igualdade de condições, os precedentemente pronunciados. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Antes do dia designado para o primeiro julgamento da reunião periódica, será afixada na porta do edifício do Tribunal do Júri a lista dos processos a serem julgados, obedecida a ordem prevista no caput deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 O juiz presidente reservará datas na mesma reunião periódica para a inclusão de processo que tiver o julgamento adiado. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 430. O assistente somente será admitido se tiver requerido sua habilitação até 5 (cinco) dias antes da data da sessão na qual pretenda atuar. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 431. Estando o processo em ordem, o juiz presidente mandará intimar as partes, o ofendido, se for possível, as testemunhas e os peritos, quando houver requerimento, para a sessão de instrução e julgamento, observando, no que couber, o disposto no art. 420 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção VII - Do Sorteio e da Convocação dos Jurados (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 432. Em seguida à organização da pauta, o juiz presidente determinará a intimação do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil e da Defensoria Pública para acompanharem, em dia e hora designados, o sorteio dos jurados que atuarão na reunião periódica. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 433. O sorteio, presidido pelo juiz, far-se-á a portas abertas, cabendo-lhe retirar as cédulas até completar o número de 25 (vinte e cinco) jurados, para a reunião periódica ou extraordinária. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o o § 1 O sorteio será realizado entre o 15 (décimo o quinto) e o 10 (décimo) dia útil antecedente à instalação da reunião. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 A audiência de sorteio não será adiada pelo não comparecimento das partes. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 O jurado não sorteado poderá ter o seu nome novamente incluído para as reuniões futuras. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 434. Os jurados sorteados serão convocados pelo correio ou por qualquer outro meio hábil para comparecer no dia e hora designados para a reunião, sob as penas da lei. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. No mesmo expediente de convocação serão transcritos os arts. 436 a 446 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008)

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Art. 417. Se houver indícios de autoria ou de participação de outras pessoas não incluídas na acusação, o juiz, ao pronunciar ou impronunciar o acusado, determinará o retorno dos autos ao Ministério Público, por 15 (quinze) dias, aplicável, no que couber, o art. 80 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 418. O juiz poderá dar ao fato definição jurídica diversa da constante da acusação, embora o acusado fique sujeito a pena mais grave. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 419. Quando o juiz se convencer, em discordância com a acusação, da existência de crime o diverso dos referidos no § 1 do art. 74 deste Código e não for competente para o julgamento, remeterá os autos ao juiz que o seja. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Remetidos os autos do processo a outro juiz, à disposição deste ficará o acusado preso. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 420. A intimação da decisão de pronúncia será feita: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – pessoalmente ao acusado, ao defensor nomeado e ao Ministério Público; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) II – ao defensor constituído, ao querelante e ao assistente do Ministério Público, na forma do disposto o no § 1 do art. 370 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Será intimado por edital o acusado solto que não for encontrado. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 421. Preclusa a decisão de pronúncia, os autos serão encaminhados ao juiz presidente do Tribunal do Júri. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Ainda que preclusa a decisão de pronúncia, havendo circunstância superveniente que altere a classificação do crime, o juiz ordenará a remessa dos autos ao Ministério Público. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Em seguida, os autos serão conclusos ao juiz para decisão. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção III - Da Preparação do Processo para Julgamento em Plenário (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 422. Ao receber os autos, o presidente do Tribunal do Júri determinará a intimação do órgão do Ministério Público ou do querelante, no caso de queixa, e do defensor, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentarem rol de testemunhas que irão depor em plenário, até o máximo de 5 (cinco), oportunidade em que poderão juntar documentos e requerer diligência. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 423. Deliberando sobre os requerimentos de provas a serem produzidas ou exibidas no plenário do júri, e adotadas as providências devidas, o juiz presidente: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – ordenará as diligências necessárias para sanar qualquer nulidade ou esclarecer fato que interesse ao julgamento da causa; (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) II – fará relatório sucinto do processo, determinando sua inclusão em pauta da reunião do Tribunal do Júri. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 424. Quando a lei local de organização judiciária não atribuir ao presidente do Tribunal do Júri o preparo para julgamento, o juiz competente remeterlhe-á os autos do processo preparado até 5 (cinco) dias antes do sorteio a que se refere o art. 433 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Deverão ser remetidos, também, os processos preparados até o encerramento da reunião, para a realização de julgamento. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção IV - Do Alistamento dos Jurados (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 425. Anualmente, serão alistados pelo presidente do Tribunal do Júri de 800 (oitocentos) a 1.500 (um mil e quinhentos) jurados nas comarcas de mais de 1.000.000 (um milhão) de habitantes, de 300 (trezentos) a 700 (setecentos) nas comarcas de mais de 100.000 (cem mil) habitantes e de 80 (oitenta) a 400 (quatrocentos) nas comarcas de menor população. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Nas comarcas onde for necessário, poderá ser aumentado o número de jurados e, ainda, organizada lista de suplentes, depositadas as cédulas em urna especial, com as cautelas mencionadas na o parte final do § 3 do art. 426 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 O juiz presidente requisitará às autoridades locais, associações de classe e de bairro, entidades associativas e culturais, instituições de ensino em geral, universidades, sindicatos, repartições públicas e outros núcleos comunitários a indicação de pessoas que reúnam as condições para exercer a função de jurado. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 426. A lista geral dos jurados, com indicação das respectivas profissões, será publicada pela imprensa até o dia 10 de outubro de cada ano e divulgada em editais afixados à porta do Tribunal do Júri. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 A lista poderá ser alterada, de ofício ou mediante reclamação de qualquer do povo ao juiz presidente até o dia 10 de novembro, data de sua publicação definitiva. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Juntamente com a lista, serão transcritos os arts. 436 a 446 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 Os nomes e endereços dos alistados, em cartões iguais, após serem verificados na presença do Ministério Público, de advogado indicado pela Seção local da Ordem dos Advogados do Brasil e de defensor indicado pelas Defensorias Públicas competentes, permanecerão guardados em urna fechada a chave, sob a responsabilidade do juiz presiden-

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oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas, até o máximo de 8 (oito), qualificando-as e requerendo sua intimação, quando necessário. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 407. As exceções serão processadas em apartado, nos termos dos arts. 95 a 112 deste Código. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 408. Não apresentada a resposta no prazo legal, o juiz nomeará defensor para oferecê-la em até 10 (dez) dias, concedendo-lhe vista dos autos. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 409. Apresentada a defesa, o juiz ouvirá o Ministério Público ou o querelante sobre preliminares e documentos, em 5 (cinco) dias. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 410. O juiz determinará a inquirição das testemunhas e a realização das diligências requeridas pelas partes, no prazo máximo de 10 (dez) dias. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 411. Na audiência de instrução, proceder-se-á à tomada de declarações do ofendido, se possível, à inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa, nesta ordem, bem como aos esclarecimentos dos peritos, às acareações e ao reconhecimento de pessoas e coisas, interrogando-se, em seguida, o acusado e procedendo-se o debate. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 Os esclarecimentos dos peritos dependerão de prévio requerimento e de deferimento pelo juiz. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 As provas serão produzidas em uma só audiência, podendo o juiz indeferir as consideradas irrelevantes, impertinentes ou protelatórias. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 Encerrada a instrução probatória, observar-se-á, se for o caso, o disposto no art. 384 deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 4 As alegações serão orais, concedendo-se a palavra, respectivamente, à acusação e à defesa, pelo prazo de 20 (vinte) minutos, prorrogáveis por mais 10 (dez). (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 5 Havendo mais de 1 (um) acusado, o tempo previsto para a acusação e a defesa de cada um deles será individual. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 6 Ao assistente do Ministério Público, após a manifestação deste, serão concedidos 10 (dez) minutos, prorrogando-se por igual período o tempo de manifestação da defesa. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 7 Nenhum ato será adiado, salvo quando imprescindível à prova faltante, determinando o juiz a condução coercitiva de quem deva comparecer. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 8 A testemunha que comparecer será inquirida, independentemente da suspensão da audiência, observada em qualquer caso a ordem estabelecida no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 9 Encerrados os debates, o juiz proferirá a sua decisão, ou o fará em 10 (dez) dias, ordenando que os autos para isso lhe sejam conclusos. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 412. O procedimento será concluído no prazo máximo de 90 (noventa) dias. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Seção II - Da Pronúncia, da Impronúncia e da Absolvição Sumária (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 413. O juiz, fundamentadamente, pronunciará o acusado, se convencido da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 1 A fundamentação da pronúncia limitar-se-á à indicação da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, devendo o juiz declarar o dispositivo legal em que julgar incurso o acusado e especificar as circunstâncias qualificadoras e as causas de aumento de pena. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 2 Se o crime for afiançável, o juiz arbitrará o valor da fiança para a concessão ou manutenção da liberdade provisória. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) o § 3 O juiz decidirá, motivadamente, no caso de manutenção, revogação ou substituição da prisão ou medida restritiva de liberdade anteriormente decretada e, tratando-se de acusado solto, sobre a necessidade da decretação da prisão ou imposição de quaisquer das medidas previstas no Título IX do Livro I deste Código. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 414. Não se convencendo da materialidade do fato ou da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, o juiz, fundamentadamente, impronunciará o acusado. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Enquanto não ocorrer a extinção da punibilidade, poderá ser formulada nova denúncia ou queixa se houver prova nova. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 415. O juiz, fundamentadamente, absolverá desde logo o acusado, quando: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) I – provada a inexistência do fato; (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) II – provado não ser ele autor ou partícipe do fato; (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) III – o fato não constituir infração penal; (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) IV – demonstrada causa de isenção de pena ou de exclusão do crime. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008) Parágrafo único. Não se aplica o disposto no inciso IV do caput deste artigo ao caso de inimputabilidade o prevista no caput do art. 26 do Decreto-Lei n 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, salvo quando esta for a única tese defensiva. (Incluído pela Lei nº 11.689, de 2008) Art. 416. Contra a sentença de impronúncia ou de absolvição sumária caberá apelação. (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008)

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719. o juiz proferirá a sentença. o § 1 Sempre que possível. o juiz designará dia e hora para a audiência. suas alegações finais. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. ordenará a citação do acusado para responder a acusação. (Redação dada pela Lei nº 11. 406 a 435 CAPÍTULO II (Redação dada pela Lei nº 11. o querelante e o assistente e.689. de 2008). (Redação dada pela Lei nº 11. § 1 Havendo mais de um acusado. de 2008). respectivamente. de 2008) o § 1 O prazo previsto no caput deste artigo será contado a partir do efetivo cumprimento do mandado ou do comparecimento. ressalvado o disposto no art. inclusive audiovisual. prorrogáveis por mais 10 (dez). após a manifestação desse. ofendido e testemunhas será feito pelos meios ou recursos de gravação magnética. Art. bem como aos esclarecimentos dos peritos. em juízo. Ordenado diligência considerada imprescindível. (Redação dada pela Lei nº 11. até o máximo de 8 (oito). impertinentes ou protelatórias. ou (Incluído pela Lei nº 11.719. O juiz. Nesse caso. Art. 209 deste Código. interrogando-se. 402. terá o prazo de 10 (dez) dias para proferir a sentença.719. 398. Art. III . de 2008). IV . no caso de citação inválida ou por edital. prorrogando-se por igual período o tempo de manifestação da defesa.719.719. o § 3 Na resposta. de 2008). o § 2 O juiz que presidiu a instrução deverá proferir a sentença. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008). de 2008). de 2008). nesta ordem.719. de 2008). de 2008). de 2008). digital ou técnica similar. Produzidas as provas. de seu defensor. podendo o juiz indeferir as consideradas irrelevantes.719. do acusado ou de defensor constituído. de 2008). no prazo sucessivo de 5 (cinco) dias. o Do procedimento relativo aos processos da competência do Tribunal do Júri arts. de 2008). de 2008). (Redação dada pela Lei nº 11.Da Acusação e da Instrução Preliminar Art. estenotipia. 406. ao final da audiência. devendo o poder público providenciar sua apresentação. de 2008). na denúncia ou na queixa.719. Não havendo requerimento de diligências. de 2008).extinta a punibilidade do agente. o acusado poderão requerer diligências cuja necessidade se origine de circunstâncias ou fatos apurados na instrução.que o fato narrado evidentemente não constitui crime. proferindo o juiz. Art. 401. às acareações e ao reconhecimento de pessoas e coisas. e. considerada a complexidade do caso ou o número de acusados. 404. de 2008). do querelante e do assistente. a seguir. (Incluído pela Lei nº 11. de. a audiência será concluída sem as alegações finais. de 2008).719.719. ou sendo indeferido. Art. 222 deste Código. 403. por memorial. Parágrafo único. Na instrução poderão ser inquiridas até 8 (oito) testemunhas arroladas pela acusação e 8 (oito) pela defesa. de ofício ou a requerimento da parte. Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 11. pela acusação e pela defesa.719. a ser realizada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias.719. Art. sem necessidade de transcrição. sentença. o acusado.719. no prazo de 10 (dez) dias. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. o Ministério Público. de 2008). no prazo de 10 (dez) dias. a diligência determinada. por escrito. Art. de 2008). (Incluído pela Lei nº 11. Nesse número não se compreendem as que não prestaram compromisso e as referidas. serão oferecidas alegações finais orais por 20 (vinte) minutos. (Incluído pela Lei nº 11. Na audiência de instrução e julgamento.719. (Incluído pela Lei nº 11. o § 3 O juiz poderá. ao receber a denúncia ou a queixa.719.719. Do ocorrido em audiência será lavrado termo em livro próprio. se for o caso.719. ordenando a intimação do acusado. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. em seguida. o § 1 As provas serão produzidas numa só audiência.719. (Incluído pela Lei nº 11. Na instrução do processo serão inquiridas no máximo oito testemunhas de acusação e até oito de defesa. contendo breve resumo dos fatos relevantes nela ocorridos. conceder às partes o prazo de 5 (cinco) dias sucessivamente para a apresentação de memoriais. 405. destinada a obter maior fidelidade das informações. as partes apresentarão. o § 2 No caso de registro por meio audiovisual. de 2008) o § 2 A acusação deverá arrolar testemunhas. o § 2 Ao assistente do Ministério Público. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008). ressalvado o disposto no art. (Revogado pela Lei nº 11.719. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008). proceder-se-á à tomada de declarações do ofendido. (Incluído pela Lei nº 11.719. Art. à inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa. a seguir. o § 1 Nesse número não se compreendem as que não prestem compromisso e as referidas. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) DO PROCEDIMENTO RELATIVO AOS PROCESSOS DA COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL DO JÚRI Seção I . será encaminhado às partes cópia do registro original. indiciado. o § 2 A parte poderá desistir da inquirição de qualquer das testemunhas arroladas. o § 1 O acusado preso será requisitado para comparecer ao interrogatório. o tempo previsto para a defesa de cada um será individual. Recebida a denúncia ou queixa. (Incluído pela Lei nº 11.Trabalhando pela sua conquista. de 2008). 400. o registro dos depoimentos do investigado. 140 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo que interesse a sua defesa.689. 399. o § 2 Os esclarecimentos dos peritos dependerão de prévio requerimento das partes. Realizada. assinado pelo juiz e pelas partes. de 2008). em seguida.719. serão concedidos 10 (dez) minutos.719. do Ministério Público e.689.719.

o § 5 Aplicam-se subsidiariamente aos procedimentos especial. de 2008). 95 a 112 deste Código. em lugar sabido. o prazo para a defesa começará a fluir a partir do comparecimento pessoal do acusado ou do defensor constituído. III . (Redação dada pela Lei nº 9.271. quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada for igual ou superior a 4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade.4.271. (Incluído pela Lei nº 11.719. quando necessário. de 2008). 395 a 398 deste Código aplicam-se a todos os procedimentos penais de primeiro grau. (Redação dada pela Lei nº 9.4. No caso de citação por edital. no que for aplicável. o § 3 Nos processos de competência do Tribunal do Júri. e parágrafos.4. (Redação dada pela Lei nº 11.719. na presença das partes e testemunhas. de 2008). sob pena de nulidade. Art. de 2008). 369. de 17. (Revogado). (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 9. II . (Incluído pela Lei nº 11. ou por qualquer outro meio idôneo.1996) Art. Art. de 2008). 372. Art. potencial ofensivo. a intimação far-se-á diretamente pelo escrivão. observado o disposto no art.271.719.sumaríssimo. Parágrafo único.4. O procedimento será comum ou especial. II . o disposto no Capítulo anterior. Adiada.719. (Incluído pela Lei nº 11. concedendo-lhe vista dos autos por 10 (dez) dias.1996) o § 1 A intimação do defensor constituído. (Incluído pela Lei nº 11. o § 1 A exceção será processada em apartado.719. nos termos dos arts. 371. dia e hora para seu prosseguimento. 368. oferecida a denúncia ou queixa.719.1996) o § 4 A intimação do Ministério Público e do defensor nomeado será pessoal. de 2008). (Redação dada pela Lei nº 9.271.719. (Incluído pela Lei nº 11. de 17. 396A. (Redação dada pela Lei nº 9. I . o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo o que interesse à sua defesa.719. Estando o acusado no estrangeiro. de 2008).1996) CAPÍTULO II .719. 396-A.719.719. deste Código. (Incluído pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 11. se não a rejeitar liminarmente. (Incluído pela Lei nº 11. Art.for manifestamente inepta. de 17.DOS PROCESSOS EM ESPÉCIE TÍTULO I .719. dispeno sará a aplicação a que alude o § 1 . As citações que houverem de ser feitas em legações estrangeiras serão efetuadas mediante carta rogatória. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 9.4. I . recebê-la-á e ordenará a citação do acusado para responder à acusação.4.719.DO PROCESSO COMUM CAPÍTULO I . (Incluído pela Lei nº 11. 370. de 17. especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas. de 2008).719.faltar justa causa para o exercício da ação penal. será citado mediante carta rogatória. Nas intimações dos acusados. de 17. a instrução criminal. (Incluído pela Lei nº 11.4.719.1996) Art. suspendendo-se o curso do prazo de prescrição até o seu cumprimento.271. não comunicar o novo endereço ao juízo. ou (Incluído pela Lei nº 11. de 17. de 2008). por qualquer motivo. Parágrafo único. de 2008). o procedimento observará as disposições estabelecidas nos arts. de 17. o juiz nomeará defensor para oferecê-la. (Incluído pela Lei nº 11. de 2008). das testemunhas e demais pessoas que devam tomar conhecimento de qualquer ato.271. de 2008). Após o cumprimento do disposto no art.1996) Art. o juiz marcará desde logo. o § 2 Aplica-se a todos os processos o procedimento comum. Nos procedimentos ordinário e sumário. ou se o acusado. A denúncia ou queixa será rejeitada quando: (Redação dada pela Lei nº 11. do advogado do querelante e do assistente far-se-á por publicação no órgão incumbido da publicidade dos atos judiciais da comarca. por escrito. de 2008). na forma da lei. quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada seja inferior a 4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade.719. salvo inimputabilida- Do processo comum: arts. de 2008). (Incluído pela Lei nº 11. 406 a 497 deste Código.DA INSTRUÇÃO CRIMINAL Art. (Incluído pela Lei nº 11. feita pelo escrivão. do que se lavrará termo nos autos. III . de 2008). Art. de 2008).DAS INTIMAÇÕES Art. ou. sumário ou sumaríssimo: (Incluído pela Lei nº 11. salvo disposições em contrário deste Código ou de lei especial. o juiz deverá absolver sumariamente o acusado quando verificar: (Redação dada pela Lei nº 11.4. oferecer documentos e justificações.271. de 2008).a existência manifesta de causa excludente da culpabilidade do agente. 397.Trabalhando pela sua conquista. ainda que não regulados neste Código. o § 2 Não apresentada a resposta no prazo legal. de 17. ou via postal com comprovante de recebimento. o juiz. qualificando-as e requerendo sua intimação. de 2008).faltar pressuposto processual ou condição para o exercício da ação penal. sumário e sumaríssimo as disposições do procedimento ordinário.719.719. 357. Será admissível a intimação por despacho na petição em que for requerida. 396. incluindo. II . não constituir defensor. citado. para as infrações penais de menor Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 139 . de 2008). no prazo de 10 (dez) dias. será observado. de 2008).ordinário. 394. I . (Redação dada pela Lei nº 9.719.1996) o § 2 Caso não haja órgão de publicação dos atos judiciais na comarca. o § 4 As disposições dos arts. o nome do acusado.271.1996) o § 3 A intimação pessoal.a existência manifesta de causa excludente da ilicitude do fato.719. 395. por mandado. o § 1 O procedimento comum será ordinário. de 2008). no caso de mudança de residência. Na resposta. (Redação dada pela Lei nº 11.sumário. 394 a 405 LIVRO II . (Redação dada pela Lei nº 11.719.

719. Art. (Incluído pela Lei nº 11. e sua aceitação ou recusa. 361.12.(revogado). 351 a 372 TÍTULO X . o prazo será de trinta dias. o Art. podendo o juiz determinar a produção antecipada das provas consideradas urgentes e. o § 1 Não sendo encontrado o acusado. no caso de n II.a sede da jurisdição de um e de outro. O processo seguirá sem a presença do acusado que. A citação do militar far-se-á por intermédio do chefe do respectivo serviço.719.Código de Processo Penal Das citações e intimações: arts. A citação inicial far-se-á por mandado.1996) Art. o que a estação expedidora mencionará. citado por edital. (Incluído pela Lei nº 11. Art. VII . 357. o dia e a hora em que o réu deverá comparecer. 360. da qual conste a página do jornal com a data da publicação. III . de 1º.o juízo e o dia. nem constituir advogado. a este remeterá o juiz deprecado os autos para efetivação da diligência. devendo a afixação ser certificada pelo oficial que a tiver feito e a publicação provada por exemplar do jornal ou certidão do escrivão. O mandado de citação indicará: I . de 2008). poderá ser expedida por via telegráfica. 354. não comparecer. V . de 2008). II . com todas as especificações. IV . 366. (Redação dada pela Lei nº 11.o prazo.DAS CITAÇÕES E INTIMAÇÕES CAPÍTULO I .o juízo do lugar. No caso do artigo anterior. se for desconhecido. o § 1 Verificado que o réu se encontra em território sujeito à jurisdição de outro juiz. nos termos do disposto no art. 363. Art.o fim para que é feita a citação. 364. de 2008).declaração do oficial. Se o réu estiver preso. o § 2 Certificado pelo oficial de justiça que o réu se oculta para não ser citado. que será contado do dia da publicação do edital na imprensa. será procedida a citação por edital. Verificando que o réu se oculta para não ser citado. (Incluído pela Lei nº 11. V . II . de 2008).o juízo e o lugar.a subscrição do escrivão e a rubrica do juiz. ou. São requisitos da citação por mandado: I . Art.o nome do querelante nas ações iniciadas por queixa. de 2008). 365. Quando o réu estiver fora do território da jurisdição do juiz processante. será citado mediante precatória. Art. O edital será afixado à porta do edifício onde funcionar o juízo e será publicado pela imprensa. 367. na qual se mencionarão dia e hora da citação. em qualquer tempo. desde que haja tempo para fazer-se a citação. Se houver urgência. II . 227 a 229 da Lei n 5.719. será notificado assim a ele como ao chefe de sua repartição.2003) Art. a precatória.o juiz deprecado e o juiz deprecante. o prazo será fixado pelo juiz entre 15 (quinze) e 90 (noventa) dias. se for o caso. Se o réu não for encontrado. o dia e a hora em que o réu deverá comparecer. IV . citado ou intimado pessoalmente para qualquer ato. 356. Ill . Se o acusado. o § 3 (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11.o nome do juiz que a determinar. IV .leitura do mandado ao citando pelo oficial e entrega da contrafé. 351. se o acusado não comparecer. se não for conhecido. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008). 354.869. deixar de comparecer sem motivo justificado. Art. I . III . para o fim previsto no art. ou da sua afixação.o nome do juiz. 362. a precatória será imediatamente devolvida. e. A precatória indicará: I . os seus sinais característicos.792.DAS CITAÇÕES Art. Art. 353. . bem como sua residência e profissão.719. (Redação dada pela Lei nº 9. se houver. será pessoalmente citado. quando o réu estiver no território sujeito à jurisdição do juiz que a houver ordenado. o § 2 (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11. se for conhecida.719.a residência do réu. n I. que conterá em resumo os requisitos enumerados no art. Art. 394 e seguintes deste Código. de 2008). 358. Parágrafo único.o nome do réu. O edital de citação indicará: I . será citado por edital.Código de Processo Civil. como acusado. o de acordo com as circunstâncias. onde houver. Art. a hora e o lugar em que o réu deverá comparecer. de 2008). (Redação dada pela Lei nº 11.271. O dia designado para funcionário público comparecer em juízo. depois de reconhecida a firma do juiz. de 11 de janeiro de 1973 . Parágrafo único.o fim para que é feita a citação. o § 4 Comparecendo o acusado citado por edital. com o prazo de 15 (quinze) dias. Art. 352.719. decretar prisão preventiva. os seus sinais característicos. VI .o nome do réu. (Redação dada pela Lei nº 10. II . Art. 362. independentemente de traslado. o processo observará o disposto nos arts. de 2008). 312.4. II . O processo terá completada a sua formação quando realizada a citação do acusado. se constarem do processo. 359. ser-lhe-á nomeado defensor dativo. 138 Tópicos de Legislação . o oficial de justiça certificará a ocorrência e procederá à citação com hora certa. ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescricional.Trabalhando pela sua conquista. da entrega da contrafé. ou. 355. (Redação dada pela Lei nº 11. A precatória será devolvida ao juiz deprecante. na certidão. depois de lançado o "cumpra-se" e de feita a citação por mandado do juiz deprecado.o fim para que é feita a citação. de 17.719.719.(revogado). Art.719. na forma estabeo lecida nos arts. Art. Completada a citação com hora certa.

137. e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública. emprega na cobrança meio vexatório ou gravoso. 325 . de 2 (dois) a 6 (seis) anos. de três meses a um ano.detenção.Praticar violência. total ou parcialmente: Pena .reclusão.(Incluído pela Lei nº 9. de 2007). (Redação dada pela Lei nº 10. ou multa. Deixar o Diretor de Penitenciária e/ou agente público.Solicitar ou receber.983.11. de dois a oito anos. As penas são aumentadas de um terço até a metade se da modificação ou alteração resulta dano para a Administração Pública ou para o administrado. (Incluído pela Lei nº 9.detenção.detenção.983. no exercício de função ou a pretexto de exercê-la: Pena .detenção. de 3 (três) meses a 2 (dois) anos. ainda que fora da função ou antes de assumi-la. Arts. Art. o acesso de pessoas não autorizadas a sistemas de informações ou banco de dados da Administração Pública. ou facilitarlhe a revelação: Pena . de seis meses a três anos.983. o que recebeu indevidamente para recolher aos cofres públicos: Pena . de 12. ou multa. (Redação dada pela Lei nº 8. quem.permite ou facilita.reclusão. 319 . emprego ou função em entidade paraestatal.A pena será aumentada da terça parte quando os autores dos crimes previstos neste Capítulo forem ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta. para si ou para outrem. de 27. 325 e 327 Violação de sigilo funcional Art. o funcionário retarda ou deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional. 327 .Extraviar livro oficial ou qualquer documento. quando devido.Trabalhando pela sua conquista.A pena é aumentada de um terço. Excesso de exação § 1º . § 1º .Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo.983. e multa. ou. vantagem indevida: Pena . e multa. de três meses a um ano. e multa.2003) § 1º . de 2000) o § 2 Se da ação ou omissão resulta dano à Administração Pública ou a outrem: (Incluído pela Lei nº 9. § 1º .Retardar ou deixar de praticar. ou praticá-lo contra disposição expressa de lei. de cumprir seu dever de vedar ao preso o acesso a aparelho telefônico. direta ou indiretamente. indevidamente. que permita a comunicação com outros presos ou com o ambiente externo: (Incluído pela Lei nº 11.Se o funcionário pratica.Revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo.detenção. de 3 (três) meses a 1 (um) ano.detenção. mas em razão dela. que a lei não autoriza: (Redação dada pela Lei nº 8. deixa de praticar ou retarda ato de ofício. 317 . e multa. § 2º . Arts.Se o funcionário exige tributo ou contribuição social que sabe ou deveria saber indevido. ou aceitar promessa de tal vantagem: Pena . Pena: detenção.466. mediante atribuição.Se do fato resulta prejuízo público: Pena . sonegação ou inutilização de livro ou documento Art. (Incluído pela Lei nº 9. 322 . de 2000) Extravio. fora dos casos permitidos em lei: Pena . de dois a doze anos. e multa.983. 323 . indevidamente. de 2000) Pena . além da pena correspondente à violência. de 2000) § 2º . de 1980) Arts.Se o fato ocorre em lugar compreendido na faixa de fronteira: Pena .763. 322 e 323 Violência arbitrária Art. e multa. similar. de 2000) I . de que tem a guarda em razão do cargo. do acesso restrito. de três a oito anos. ainda que fora da função ou antes de assumi-la.12.983.detenção. se o fato não constitui crime mais grave.Se o funcionário desvia. 316 e 317 Concussão Art. Corrupção passiva Art. de seis meses a dois anos. 314 . direta ou indiretamente. vantagem indevida. (Incluído pela Lei nº 9. Arts. exerce cargo. empresa pública ou fundação instituída pelo poder público. de um a quatro anos. embora transitoriamente ou sem remuneração. (Incluído pela Lei nº 6. (Incluído pela Lei nº 9. o § 1 Nas mesmas penas deste artigo incorre quem: (Incluído pela Lei nº 9.reclusão. 319 e 320 Prevaricação Art.799. de 2000) Parágrafo único. de quinze dias a um mês. e multa.983. de três meses a um ano. com infração de dever funcional.983. Abandono de função Art. para satisfazer interesse ou sentimento pessoal: Pena .1990) Pena . e multa. fornecimento e empréstimo de senha ou qualquer outra forma.12.Abandonar cargo público.1990) § 2º . em conseqüência da vantagem ou promessa. ato de ofício. de informações ou programa de informática sem autorização ou solicitação de autoridade competente: (Incluído pela Lei nº 9. emprego ou função pública.983. e multa.reclusão. cedendo a pedido ou influência de outrem: Pena . § 2º . de 2000) Pena .Considera-se funcionário público. 316 . de 2000) II .137. para os efeitos penais.reclusão.detenção. sociedade de economia mista. de 2000) Funcionário público Art. se. de um a três anos. de 2 (dois) a 12 (doze) anos. de rádio ou Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 137 . (Incluído pela Lei nº 9. ou multa.Exigir. mas em razão dela. de 27. para si ou para outrem. 319-A. em proveito próprio ou de outrem.reclusão.se utiliza. sonegá-lo ou inutilizá-lo. se o fato não constitui crime mais grave.

o ofendido ou seu representante legal será intimado para oferecê-la no prazo de trinta dias. público ou particular. Nos casos em que esta Lei passa a exigir representação para a propositura da ação penal pública. de 7 de novembro de 1984. sistema 136 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .O. desde que adequadas ao fato e à situação pessoal do acusado.1995 MATÉRIA CRIMINAL E PROCESSUAL . Art. a reparação do dano. Lei Estadual disporá sobre o Sistema de Juizados Especiais Cíveis e Criminais. ou desviá-lo. valor ou bem. de 2 (dois) a 12 (doze) anos.No caso do parágrafo anterior.719-9) Art.reclusão. I – reparação do dano. recebeu por erro de outrem: Pena . o beneficiário vier a ser processado por outro crime ou não efetuar. de um a quatro anos. no curso do prazo.Trabalhando pela sua conquista. em bairros ou cidades a ela pertencentes. sem autorização do Juiz. § 6º Não correrá a prescrição durante o prazo de suspensão do processo. no que não forem incompatíveis com esta Lei. a inserção de dados falsos. 90. 91. Esta Lei entra em vigor no prazo de sessenta dias após a sua publicação.reclusão.983.611. e multa. sua organização. ou descumprir qualquer outra condição imposta. sem motivo justificado. (Vide ADIN nº 1. Art.reclusão.DOS CRIMES PRATICADOS POR FUNCIONÁRIO PÚBLICO CONTRA A ADMINISTRAÇÃO EM GERAL Peculato Art. reduz de metade a pena imposta. de 27.244.Apropriar-se o funcionário público de dinheiro. Inserção de dados falsos em sistema de informações (Incluído pela Lei nº 9. § 3º . § 1º . Modificar ou alterar. 95. no curso do prazo. Peculato mediante erro de outrem Art. 93.detenção. alterar ou excluir indevidamente dados corretos nos sistemas informatizados ou bancos de dados da Administração Pública com o fim de obter vantagem indevida para si ou para outrem ou para causar dano: (Incluído pela Lei nº 9. Art. 313 . Ficam revogadas a Lei nº 4. § 7º Se o acusado não aceitar a proposta prevista neste artigo. de dois a doze anos.Apropriar-se de dinheiro ou qualquer utilidade que. 96. Art. § 5º Expirado o prazo sem revogação.9. As disposições desta Lei não se aplicam aos processos penais cuja instrução já estiver iniciada. em proveito próprio ou alheio. 90-A. o funcionário autorizado. se precede à sentença irrecorrível.839. de acordo com audiências previamente anunciadas. de que tem a posse em razão do cargo. Os serviços de cartório poderão ser prestados. § 3º A suspensão será revogada se. de 2 de abril de 1965 e a Lei nº 7.983. o funcionário. Art. Capítulo IV Disposições Finais Comuns Art. Art. o Juiz declarará extinta a punibilidade. 26 de setembro de 1995.Aplica-se a mesma pena. embora não tendo a posse do dinheiro. Peculato culposo § 2º . a contar da vigência desta Lei. II – proibição de freqüentar determinados lugares. e as audiências realizadas fora da sede da Comarca. 174º da Independência e 107º da República. Distrito Federal e Territórios criarão e instalarão os Juizados Especiais no prazo de seis meses. por contravenção. § 2º O Juiz poderá especificar outras condições a que fica subordinada a suspensão. 94. e multa. para informar e justificar suas atividades. e multa. Brasília. ou concorre para que seja subtraído.Se o funcionário concorre culposamente para o crime de outrem: Pena . a reparação do dano. o processo prosseguirá em seus ulteriores termos. Os Estados. 312 . de três meses a um ano.9. extingue a punibilidade. de 2000)) Pena . 97. Jobim Este texto não substitui o publicado no D. valor ou qualquer outro bem móvel. salvo impossibilidade de fazê-lo. composição e competência. 313-A. se o funcionário público. (Artigo incluído pela Lei nº 9. de 2000) Modificação ou alteração não autorizada de sistema de informações (Incluído pela Lei nº 9. Inserir ou facilitar.Código Penal Dos crimes praticados por funcionários públicos contra a administração: arts. 312 a 314 TÍTULO XI . em proveito próprio ou alheio: Pena . no exercício do cargo. Aplicam-se subsidiariamente as disposições dos Códigos Penal e de Processo Penal. de 27. o subtrai. de 2000) Art. 313-B. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Nelson A. As disposições desta Lei não se aplicam no âmbito da Justiça Militar. sob pena de decadência. 92.U. III – proibição de ausentar-se da comarca onde reside. valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário. IV – comparecimento pessoal e obrigatório a juízo. mensalmente.1999) Art.DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CAPÍTULO I . § 4º A suspensão poderá ser revogada se o acusado vier a ser processado.983. ocupando instalações de prédios públicos. se lhe é posterior.983. (Incluído pela Lei nº 9. de 2000) Art.

exceto para fins de requisição judicial. sob as seguintes condições: Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 135 . Não efetuado o pagamento de multa. § 4º As partes serão intimadas da data da sessão de julgamento pela imprensa. 66 desta Lei. se na fase preliminar não tiver havido possibilidade de tentativa de conciliação e de oferecimento de proposta pelo Ministério Público. Caberão embargos de declaração quando. ou não. serão ouvidas a vítima e as testemunhas de acusação e defesa. da qual constarão as razões e o pedido do recorrente. que com ela ficará citado e imediatamente cientificado da designação de dia e hora para a audiência de instrução e julgamento. Art. mento das peças existentes. § 3º Os erros materiais podem ser corrigidos de ofício. Art. nos termos da lei. § 2º Quando opostos contra sentença. entregando-se cópia ao acusado. Da decisão de rejeição da denúncia ou queixa e da sentença caberá apelação. desde que o acusado não esteja sendo processado ou não tenha sido condenado por outro crime. por petição escrita. dependerá de representação a ação penal relativa aos crimes de lesões corporais leves e lesões culposas. poderá propor a suspensão do processo. quando imprescindível. 74 e 76. § 1º Se o acusado não estiver presente. o Juiz declarará extinta a punibilidade. ao oferecer a denúncia. submetendo o acusado a período de prova. § 4º). Art. § 3º Na ação penal de iniciativa do ofendido poderá ser oferecida queixa oral. houver obscuridade. Efetuado o pagamento. 88. no mínimo cinco dias antes de sua realização. será dada a palavra ao defensor para responder à acusação. Seção V . § 5º Se a sentença for confirmada pelos próprios fundamentos. 81. contendo breve resumo dos fatos relevantes ocorridos em audiência e a sentença. 86. passando-se imediatamente aos debates orais e à prolação da sentença. 82. dispensado o relatório. Aplicada exclusivamente pena de multa. Art. por dois a quatro anos. contados da ciência da sentença pelo Ministério Público. Oferecida a denúncia ou queixa. Além das hipóteses do Código Penal e da legislação especial. os embargos de declaração suspenderão o prazo para o recurso. Aberta a audiência. conforme dispuser lei estadual. 80. se presente. 74 e 75 desta Lei. 89. contados da ciência da decisão. Nos casos de homologação do acordo civil e aplicação de pena restritiva de direitos ou multa (arts. será reduzida a termo. que poderá ser julgada por turma composta de três Juízes em exercício no primeiro grau de jurisdição. No dia e hora designados para a audiência de instrução e julgamento. 78. será feita a conversão em pena privativa da liberdade. 67 desta Lei para comparecerem à audiência de instrução e julgamento. § 1º Aceita a proposta pelo acusado e seu defensor. § 1º Os embargos de declaração serão opostos por escrito ou oralmente. determinando que a condenação não fique constando dos registros criminais. mencionará os elementos de convicção do Juiz. 85.Disposições Finais Art. havendo recebimento. 84. serão intimados nos termos do art. determinando o Juiz. Nos crimes em que a pena mínima cominada for igual ou inferior a um ano. Art. 66 desta Lei. ou restritiva de direitos. o Ministério Público. as despesas processuais serão reduzidas. Parágrafo único. será citado na forma dos arts. Art. A execução das penas privativas de liberdade e restritivas de direitos. contradição. § 3º As testemunhas arroladas serão intimadas na forma prevista no art. pelo réu e seu defensor. 83. o responsável civil e seus advogados.Da Execução Art. 73. será processada perante o órgão competente. Seção IV . após o que o Juiz receberá. 87. proceder-se-á nos termos dos arts. Art. § 3º A sentença. seu cumprimento far-se-á mediante pagamento na Secretaria do Juizado.Trabalhando pela sua conquista. no prazo de cinco dias. nos termos previstos em lei. 77 do Código Penal). podendo o Juiz limitar ou excluir as que considerar excessivas. da qual também tomarão ciência o Ministério Público. reunidos na sede do Juizado. § 2º Não estando presentes o ofendido e o responsável civil. 79. em sentença ou acórdão. omissão ou dúvida. 67 desta Lei. a condução coercitiva de quem deva comparecer.Das Despesas Processuais Art. § 1º Todas as provas serão produzidas na audiência de instrução e julgamento. a denúncia ou queixa. 72. 65 desta Lei. assinado pelo Juiz e pelas partes. § 2º O recorrido será intimado para oferecer resposta escrita no prazo de dez dias. ou de multa cumulada com estas. interrogando-se a seguir o acusado. § 3º As partes poderão requerer a transcrição da gravação da fita magnética a que alude o § 3º do art. Seção VI . este. 66 e 68 desta Lei e cientificado da data da audiência de instrução e julgamento. devendo a ela trazer suas testemunhas ou apresentar requerimento para intimação. impertinentes ou protelatórias. cabendo ao Juiz verificar se a complexidade e as circunstâncias do caso determinam a adoção das providências previstas no parágrafo único do art. na presença do Juiz. Nenhum ato será adiado. abrangidas ou não por esta Lei. poderá suspender o processo. § 2º De todo o ocorrido na audiência será lavrado termo. presentes os demais requisitos que autorizariam a suspensão condicional da pena (art. § 1º A apelação será interposta no prazo de dez dias. recebendo a denúncia. Art. na forma do parágrafo único do art. a súmula do julgamento servirá de acórdão. o ofendido. Art.

homologada pelo Juiz mediante sentença irrecorrível. 73. 74. domicílio ou local de convivência com a vítima. Na audiência preliminar. após a lavratura do termo. de 13.Da Fase Preliminar Art. a Secretaria providenciará sua intimação e. nos termos deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 10. § 4º Acolhendo a proposta do Ministério Público aceita pelo autor da infração. excluídos os que exerçam funções na administração da Justiça Criminal. Tratando-se de ação penal de iniciativa privada ou de ação penal pública condicionada à representação.Trabalhando pela sua conquista. Ao autor do fato que. e não sendo possível a realização imediata da audiência preliminar. ser necessária e suficiente a adoção da medida. prescindir-se-á do exame do corpo de delito quando a materialidade do crime estiver aferida por boletim médico ou prova equivalente. Parágrafo único. ser-lhe-á designado defensor público. seu afastamento do lar. O não oferecimento da representação na audiência preliminar não implica decadência do direito. como medida de cautela. após a lavratura do termo. será designada data próxima. o responsável civil. o Juiz esclarecerá sobre a possibilidade da composição dos danos e da aceitação da proposta de aplicação imediata de pena não privativa de liberdade. com o autor do fato e a vítima. Seção II. 76. Em caso de violência doméstica. sendo registrada apenas para impedir novamente o mesmo benefício no prazo de cinco anos. constará a necessidade de seu comparecimento acompanhado de advogado. Havendo representação ou tratando-se de crime de ação penal pública incondicionada. terá eficácia de título a ser executado no juízo civil competente. de imediato. Art. com dispensa do inquérito policial. III – não indicarem os antecedentes. da qual ambos sairão cientes. não sendo caso de arquivamento.5. ou ainda por qualquer meio idôneo de comunicação. § 2º Não se admitirá a proposta se ficar comprovado: I – ter sido o autor da infração condenado.2002)) Art. os interessados e defensores. preferentemente entre bacharéis em Direito. nem se exigirá fiança. Dos atos praticados em audiência considerar-se-ão desde logo cientes as partes. salvo para os fins previstos no mesmo dispositivo. o Juiz aplicará a pena restritiva de direitos ou multa. acompanhados por seus advogados. Ao autor do fato que. 68. Parágrafo único. Os conciliadores são auxiliares da Justiça. a do responsável civil. a conduta social e a personalidade do agente. providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários. 69 desta Lei. A composição dos danos civis será reduzida a escrito e. por sentença definitiva. que será reduzida a termo. § 6º A imposição da sanção de que trata o § 4º deste artigo não constará de certidão de antecedentes criminais. o acordo homologado acarreta a renúncia ao direito de queixa ou representação. na forma dos arts. Parágrafo único. Na ação penal de iniciativa pública. 67 e 68 desta Lei. Art. independentemente de mandado ou carta precatória. 82 desta Lei. na forma da lei local. Do ato de intimação do autor do fato e do mandado de citação do acusado. quando não houver aplicação de pena. pela prática de crime. Não obtida a composição dos danos civis. Na falta do comparecimento de qualquer dos envolvidos. cabendo aos interessados propor ação cabível no juízo cível. 76 desta Lei. Parágrafo único. Parágrafo único.455. o autor do fato e a vítima e. será submetida à apreciação do Juiz. § 5º Da sentença prevista no parágrafo anterior caberá a apelação referida no art. Comparecendo o autor do fato e a vítima. denúncia oral. não se imporá prisão em flagrante. por oficial de justiça. a ser especificada na proposta. pela ausência do autor do fato. Art. o Ministério Público poderá requerer ao Juiz o encaminha- 134 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . não se imporá prisão em flagrante. à pena privativa de liberdade. 72. na sua falta. se for o caso. Art. o juiz poderá determinar. for imediatamente encaminhado ao Juizado ou assumir o compromisso de a ele comparecer. for imediatamente encaminhado ao juizado ou assumir o compromisso de a ele comparecer. nem se exigirá fiança. Seção III . Parágrafo único. § 3º Aceita a proposta pelo autor da infração e seu defensor. o Ministério Público poderá propor a aplicação imediata de pena restritiva de direitos ou multas. bem como os motivos e as circunstâncias. 71. o Juiz poderá reduzi-la até a metade. o Ministério Público oferecerá ao Juiz. § 1º Nas hipóteses de ser a pena de multa a única aplicável. ou pela não ocorrência da hipótese prevista no art. com a advertência de que. A conciliação será conduzida pelo Juiz ou por conciliador sob sua orientação.Do Procedimento Sumariíssimo Art. presente o representante do Ministério Público. que será elaborada com base no termo de ocorrência referido no art. se não houver necessidade de diligências imprescindíveis. Art. II – ter sido o agente beneficiado anteriormente. 70. Art. 75. que não importará em reincidência. 69. recrutados. 77. pela aplicação de pena restritiva ou multa. A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado. e não terá efeitos civis. se possível. § 2º Se a complexidade ou circunstâncias do caso não permitirem a formulação da denúncia. será dada imediatamente ao ofendido a oportunidade de exercer o direito de representação verbal. que poderá ser exercido no prazo previsto em lei. no prazo de cinco anos. Art. § 1º Para o oferecimento da denúncia.

vencido.259. economia processual e celeridade. cumulada ou não com multa. por instrumento escrito. 42 desta Lei. 57. Em segundo grau. § 4º Não encontrado o devedor ou inexistindo bens penhoráveis. O preparo do recurso. Capítulo III . o processo será imediatamente extinto. A competência do Juizado será determinada pelo lugar em que foi praticada a infração penal. referendado pelo órgão competente do Ministério Público. Art. sendo necessário. A intimação far-se-á por correspondência. compreenderá todas as despesas processuais. 66. objetivando. (Vide Lei nº 10. o julgamento e a execução das infrações penais de menor potencial ofensivo. ou julgados improcedentes. salvo quando: I – reconhecida a litigância de má-fé. entre outras medidas cabíveis. Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 11. excetuados os casos em que a lei preveja procedimento especial. A citação será pessoal e far-se-á no próprio Juizado. 55. As normas de organização judiciária local poderão estender a conciliação prevista nos arts. 65. Parágrafo único. para os efeitos desta Lei. Art.Dos Juizados Especiais Criminais Disposições Gerais Art. Consideram-se infrações penais de menor potencial ofensivo. mediante entrega ao encarregado da recepção. ressalvada a hipótese de assistência judiciária gratuita. Valerá como título extrajudicial o acordo celebrado pelas partes.259. Instituído o Juizado Especial. de 2006) Art. Os atos processuais serão públicos e poderão realizar-se em horário noturno e em qualquer dia da semana. Seção XVI . Parágrafo único. O acordo extrajudicial. 22 e 23 a causas não abrangidas por esta Lei. 61. Consideram-se infrações penais de menor potencial ofensivo. observar-se-ão os institutos da transação penal e da composição dos danos civis. o julgamento e a execução das infrações penais de menor potencial ofensivo. de qualquer natureza ou valor. o pagamento do débito a prazo ou a prestação.313. Art. Os atos processuais serão válidos sempre que preencherem as finalidades para as quais foram realizados. § 3º Não apresentados os embargos em audiência. na forma do § 1º do art. Seção I . que será obrigatoriamente identificado. O processo perante o Juizado Especial orientar-se-á pelos critérios da oralidade. inclusive aquelas dispensadas em primeiro grau de jurisdição. Art. ressalvados os casos de litigância de má-fé. 62. o Juiz encaminhará as peças existentes ao Juízo comum para adoção do procedimento previsto em lei. 54. devendo o conciliador propor.Da Competência e dos Atos Processuais Art. Não encontrado o acusado para ser citado. serão implantadas as curadorias necessárias e o serviço de assistência judiciária. qualquer das partes poderá requerer ao Juiz a adoção de uma das alternativas do parágrafo anterior. A sentença de primeiro grau não condenará o vencido em custas e honorários de advogado.Das Despesas Art. Não se admitirá ação rescisória nas causas sujeitas ao procedimento instituído por esta Lei. de 2006) Art. de 2001) Art. não havendo condenação. ou por mandado. III – tratar-se de execução de sentença que tenha sido objeto de recurso improvido do devedor. II – improcedentes os embargos do devedor. para os efeitos desta Lei. valendo a sentença como título executivo judicial. Art. de 2006) Parágrafo único. Os atos realizados em audiência de instrução e julgamento poderão ser gravados em fita magnética ou equivalente. a reparação dos danos sofridos pela vítima e a aplicação de pena não privativa de liberdade. 60. taxas ou despesas. as contravenções penais e os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a um ano. (Incluído pela Lei nº 11. 56. tem competência para a conciliação. Art. Art. pagará as custas e honorários de advogado. § 2º A prática de atos processuais em outras comarcas poderá ser solicitada por qualquer meio hábil de comunicação. Art. 67. conforme dispuserem as normas de organização judiciária. poderá ser homologado. com aviso de recebimento pessoal ou. informalidade. Na reunião de processos. 60.Disposições Finais Art. Parágrafo único. O Juizado Especial Criminal. respeitadas as regras de conexão e continência. 59. perante o juízo comum ou o tribunal do júri. Na execução não serão contadas custas. a dação em pagamento ou a imediata adjudicação do bem penhorado. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 133 . sempre que possível. decorrentes da aplicação das regras de conexão e continência. e eficaz para a solução do litígio. (Vide Lei nº 10.Trabalhando pela sua conquista. O Juizado Especial Criminal. em primeiro grau de jurisdição. § 1º Não se pronunciará qualquer nulidade sem que tenha havido prejuízo. sempre que possível. que serão fixados entre dez por cento e vinte por cento do valor de condenação ou. se possível com dispensa da alienação judicial. 64. devolvendo-se os documentos ao autor. atendidos os critérios indicados no art. no juízo competente. o recorrente. O acesso ao Juizado Especial independerá. 61. provido por Juízes togados ou togados e leigos. do valor corrigido da causa. Seção XVII . do pagamento de custas. 62 desta Lei. 63. de 2001) Art. tem competência para a conciliação. provido por juízes togados ou togados e leigos. ou.313. tratando-se de pessoa jurídica ou firma individual. as contravenções penais e os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a 2 (dois) anos. independentemente de termo. 58. (Redação dada pela Lei nº 11.313. § 3º Serão objeto de registro escrito exclusivamente os atos havidos por essenciais.

na sentença ou acórdão. 45. Art. sempre que possível. A execução de título executivo extrajudicial. VIII – é dispensada a publicação de editais em jornais. de juros e de outras parcelas serão efetuados por servidor judicial. o credor ou terceira pessoa idônea a tratar da alienação do bem penhorado. 8º desta Lei. quando evidenciada a malícia do devedor na execução do julgado. pelo Juiz. d) causa impeditiva. cominará multa diária. 43. com a indicação suficiente do processo. seguindo-se a execução por quantia certa. nos casos de alienação de bem móvel. III – quando for reconhecida a incompetência territorial. Art. Art. superveniente à sentença. Art. por escrito ou verbalmente. obedecerá ao disposto no Código de Processo Civil. Art. 13 desta Lei. o disposto no Código de Processo Civil. na sentença ou na fase de execução. as partes serão ouvidas. 46. 51. quando se tratar de alienação de bens de pequeno valor. § 2º Na audiência. para a hipótese de inadimplemento. 53. § 1º Efetuada a penhora. o Juiz. Art. de fazer. contendo a conversão em Bônus do Tesouro Nacional – BTN ou índice equivalente. VI – na obrigação de fazer. o Juiz pode determinar o cumprimento por outrem. A execução da sentença processar-se-á no próprio Juizado. o Juiz poderá autorizar o devedor. Quando interpostos contra sentença. fundamentação sucinta e parte dispositiva. se ele correu à revelia. que poderá ser verbal. fixado o valor que o devedor deve depositar para as despesas. O julgamento em segunda instância constará apenas da ata. nos autos da execução. As partes poderão requerer a transcrição da gravação da fita magnética a que alude o § 3º do art. b) manifesto excesso de execução. e tendo havido solicitação do interessado. § 2º Após o preparo. interposição. podendo o Juiz dar-lhe efeito suspensivo. As partes serão intimadas da data da sessão de julgamento. (VETADO) Seção XIII . o devedor será intimado a comparecer à audiência de conciliação. 50. Caberão embargos de declaração quando. com as modificações introduzidas por esta Lei. na própria audiência em que for proferida. 44. do pagamento das custas. IX – o devedor poderá oferecer embargos. proceder-se-á desde logo à execução. contados da ciência da decisão. de prévia intimação pessoal das partes. Parágrafo único.Da Extinção do Processo Sem Julgamento do Mérito Art. 49. Não cumprida a obrigação. Os embargos de declaração serão interpostos por escrito ou oralmente. Art. o credor poderá requerer a elevação da multa ou a transformação da condenação em perdas e danos. § 2º No caso do inciso I deste artigo. IV – quando sobrevier qualquer dos impedimentos previstos no art. a habilitação depender de sentença ou não se der no prazo de trinta dias. ou hipotecado o imóvel. falecido o autor. Os erros materiais podem ser corrigidos de ofício. no que couber.Dos Embargos de Declaração Art. 52. além dos casos previstos em lei: I – quando o autor deixar de comparecer a qualquer das audiências do processo. no valor de até quarenta salários mínimos. Seção XV . ou de não fazer. incluída a multa vencida de obrigação de dar. sob pena de multa diária. aplicando-se. IV – não cumprida voluntariamente a sentença transitada em julgado. e advertido dos efeitos do seu descumprimento (inciso V). dispensada nova citação. 52. V – quando. será buscado o meio mais rápido 132 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . quando comprovar que a ausência decorre de força maior. Se o pagamento não for à vista. Sendo o preço inferior ao da avaliação. Extingue-se o processo. contradição. para evitar dano irreparável para a parte. quando poderá oferecer embargos (art. modificativa ou extintiva da obrigação. VII – na alienação forçada dos bens. V – nos casos de obrigação de entregar. a qual se aperfeiçoará em juízo até a data fixada para a praça ou leilão. 48. II – quando inadmissível o procedimento instituído por esta Lei ou seu prosseguimento. versando sobre: a) falta ou nulidade da citação no processo. IX). c) erro de cálculo. será oferecida caução idônea. 47. o vencido será instado a cumprir a sentença tão logo ocorra seu trânsito em julgado. omissão ou dúvida. falecido o réu. em qualquer hipótese. Se a sentença for confirmada pelos próprios fundamentos. § 1º A extinção do processo independerá. de honorários. II – os cálculos de conversão de índices. que o Juiz de imediato arbitrará. VI – quando. no prazo de cinco dias. a súmula do julgamento servirá de acórdão.Trabalhando pela sua conquista. com as seguintes alterações: I – as sentenças serão necessariamente líquidas. III – a intimação da sentença será feita. arbitrada de acordo com as condições econômicas do devedor.Da Execução Art. Nessa intimação. houver obscuridade. o autor não promover a citação dos sucessores no prazo de trinta dias da ciência do fato. sob pena de deserção. Art. a Secretaria intimará o recorrido para oferecer resposta escrita no prazo de dez dias. correndo por conta do requerente as despesas respectivas. os embargos de declaração suspenderão o prazo para recurso. O recurso terá somente efeito devolutivo. a parte poderá ser isentada. após a conciliação. Seção XIV .

28. manifestar-se-á imediatamente a parte contrária. que lhe relatará informalmente o verificado. A prova oral não será reduzida a escrito. cientes. As testemunhas. desde que não resulte prejuízo para a defesa. § 2º O árbitro será escolhido dentre os juízes leigos. O recurso será interposto no prazo de dez dias. ainda que não requeridas previamente. Seção IX . O árbitro conduzirá o processo com os mesmos critérios do Juiz. 40. ou mediante esta. Parágrafo único. Seção XI Das Provas Art. o Juiz convocá-lo-á e designará. 23. Se este não estiver presente. as partes e testemunhas eventualmente presentes. Art. sem interrupção da audiência. independentemente de intimação. podendo decidir por eqüidade. em exercício no primeiro grau de jurisdição. mediante sentença com eficácia de título executivo. 25. determinar a realização de atos probatórios indispensáveis. 30. Art. formular pedido em seu favor. 3º desta Lei. independentemente de intimação. impertinentes ou protelatórias. § 2º Não comparecendo a testemunha intimada. na forma prevista nesta Lei. § 1º O juízo arbitral considerar-se-á instaurado. o Juiz poderá inquirir técnicos de sua confiança. que se processará na forma da legislação em vigor. Ao término da instrução. O autor poderá responder ao pedido do réu na própria audiência ou requerer a designação da nova data. Art. proferir outra em substituição ou. 26. 37. Art. os informes trazidos nos depoimentos. Parágrafo único. independentemente de termo de compromisso. no essencial. Não obtida a conciliação. pelo juízo arbitral. ainda que não especificados em lei. 24.Da Resposta do Réu Art. As demais questões serão decididas na sentença. de ofício ou a requerimento das partes. dispensado o relatório. o árbitro apresentará o laudo ao Juiz togado para homologação por sentença irrecorrível. Art. o Juiz togado proferirá sentença. Art. 41. Art. conterá toda matéria de defesa. colhida a prova e. Art. 33. A contestação. Todos os meios de prova moralmente legítimos. proceder-se-á imediatamente à audiência de instrução e julgamento. Art. de imediato. 34. Art. caberá recurso para o próprio Juizado. Não comparecendo o demandado. Parágrafo único. até o máximo de três para cada parte. 39. permitida às partes a apresentação de parecer técnico. proferida a sentença. § 1º O preparo será feito. da qual constarão as razões e o pedido do recorrente. a data para a audiência de instrução. valendo-se. excetuada a homologatória de conciliação ou laudo arbitral. desde logo. sob a supervisão de Juiz togado. Quando a prova do fato exigir. A sentença mencionará os elementos de convicção do Juiz. podendo o Juiz limitar ou excluir as que considerar excessivas. são hábeis para provar a veracidade dos fatos alegados pelas partes. Não sendo possível a sua realização imediata. Serão decididos de plano todos os incidentes que possam interferir no regular prosseguimento da audiência. 29. as partes poderão optar. 36. de comum acordo. na forma dos arts. esta será reduzida a escrito e homologada pelo Juiz togado. § 2º No recurso. § 1º O recurso será julgado por uma turma composta por três Juízes togados. No curso da audiência. Sobre os documentos apresentados por uma das partes. 35. poderá o Juiz. Art. se assim for requerido. Seção XII . A instrução poderá ser dirigida por Juiz leigo. comparecerão à audiência de instrução e julgamento levadas pela parte que as tenha arrolado. reunidos na sede do Juizado. 42. ou nos cinco dias subseqüentes. Na audiência de instrução e julgamento serão ouvidas as partes. 31.Da Sentença Art. com a escolha do árbitro pelas partes. do concurso da força pública. em seguida. 5º e 6º desta Lei. antes de se manifestar. Art. as partes serão obrigatoriamente representadas por advogado. § 1º O requerimento para intimação das testemunhas será apresentado à Secretaria no mínimo cinco dias antes da audiência de instrução e julgamento. O Juiz leigo que tiver dirigido a instrução proferirá sua decisão e imediatamente a submeterá ao Juiz togado. que será oral ou escrita. será a audiência designada para um dos quinze dias subseqüentes. 22. que poderá homologá-la. É lícito ao réu. 38. contados da ciência da sentença. Obtida a conciliação. Seção X . exceto argüição de suspeição ou impedimento do Juiz. desde que fundado nos mesmos fatos que constituem objeto da controvérsia. Todas as provas serão produzidas na audiência de instrução e julgamento. A conciliação será conduzida pelo Juiz togado ou leigo ou por conciliador sob sua orientação. Art. É ineficaz a sentença condenatória na parte que exceder a alçada estabelecida nesta Lei. o Juiz poderá determinar sua imediata condução. Da sentença. nos limites do art. Não se admitirá sentença condenatória por quantia ilíquida. na contestação. ou determinar que o faça pessoa de sua confiança. com breve resumo dos fatos relevantes ocorridos em audiência. Parágrafo único. que será desde logo fixada. Art. cientes todos os presentes. realizar inspeção em pessoas ou coisas.Trabalhando pela sua conquista. Não instituído o juízo arbitral. 32. ainda que genérico o pedido. nas quarenta e oito horas seguintes à Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 131 . Art. por petição escrita. se necessário.Da Instrução e Julgamento Art. devendo a sentença referir. Art. Não se admitirá a reconvenção. Parágrafo único. Parágrafo único. 27. Art.

escrito ou oral. Os atos processuais serão válidos sempre que preencherem as finalidades para as quais forem realizados. as partes comparecerão pessoalmente. § 1º A citação conterá cópia do pedido inicial. § 2º Não se fará citação por edital. § 1º Não se pronunciará qualquer nulidade sem que tenha havido prejuízo. 130 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . à Secretaria do Juizado. § 3º O mandato ao advogado poderá ser verbal. considerar-se-ão verdadeiras as alegações iniciais. Aberta a sessão. não comparecendo este. a massa falida e o insolvente civil. desde que conexos e a soma não ultrapasse o limite fixado naquele dispositivo. 9º Nas causas de valor até vinte salários mínimos. a extensão da obrigação. § 2º A prática de atos processuais em outras comarcas poderá ser solicitada por qualquer meio idôneo de comunicação. § 2º O maior de dezoito anos poderá ser autor. a Secretaria do Juizado designará a sessão de conciliação. de forma simples e em linguagem acessível: I – o nome. reputar-se-ão verdadeiros os fatos alegados no pedido inicial. na forma da lei local. § 1º Somente as pessoas físicas capazes serão admitidas a propor ação perante o Juizado Especial. terá a outra parte. instaurar-se-á. considerarse-ão desde logo cientes as partes. Havendo pedidos contrapostos. podendo ser utilizado o sistema de fichas ou formulários impressos. poderá ser dispensada a contestação formal e ambos serão apreciados na mesma sentença. 2º desta Lei. conforme dispuserem as normas de organização judiciária. § 1º Dos atos praticados na audiência. e será proferido julgamento. III – sendo necessário. reputando-se eficazes as intimações enviadas ao local anteriormente indicado. Comparecendo inicialmente ambas as partes. Seção VIII . taquigrafadas ou estenotipadas.Da Revelia Art. desde logo. O Ministério Público intervirá nos casos previstos em lei. dispensados o registro prévio de pedido e a citação. União. 3º desta Lei poderão ser alternativos ou cumulados. Não se admitirá. a sessão de conciliação. Registrado o pedido. na ausência da comunicação. que será inutilizada após o trânsito em julgado da decisão. 14. excluídos os cessionários de direito de pessoas jurídicas. no processo. a qualificação e o endereço das partes. 20. Art. se uma das partes comparecer assistida por advogado. sendo pessoa jurídica ou titular de firma individual.dos atos processuais Art. Art. inclusive para fins de conciliação. Art. § 4º O réu. 3º desta Lei. nesta última hipótese. Os atos processuais serão públicos e poderão realizar-se em horário noturno. Admitir-se-á o litisconsórcio. ou por qualquer outro meio idôneo de comunicação. independentemente de distribuição e autuação. poderá ser representado por preposto credenciado. II – tratando-se de pessoa jurídica ou firma individual. A citação far-se-á: I – por correspondência. § 2º As partes comunicarão ao juízo as mudanças de endereço ocorridas no curso do processo. Seção V . assistência judiciária prestada por órgão instituído junto ao Juizado Especial. O processo instaurar-se-á com a apresentação do pedido. Art. Art. 17. qualquer forma de intervenção de terceiro nem de assistência. Seção IV . desde logo.Trabalhando pela sua conquista. ou se o réu for pessoa jurídica ou firma individual. a assistência é obrigatória. dia e hora para comparecimento do citando e advertência de que. salvo se o contrário resultar da convicção do Juiz. o Juiz togado ou leigo esclarecerá as partes presentes sobre as vantagens da conciliação. § 1º Do pedido constarão. Seção VI . 10. 19. em notas manuscritas. Parágrafo único. 18.do pedido Art.Das Citações e Intimações Art. Não comparecendo o demandado à sessão de conciliação ou à audiência de instrução e julgamento. 16. Seção VII . § 4º As normas locais disporão sobre a conservação das peças do processo e demais documentos que o instruem. mediante entrega ao encarregado da recepção. a realizar-se no prazo de quinze dias. § 1º Sendo facultativa a assistência. 15. datilografadas. nas de valor superior. § 2º O Juiz alertará as partes da conveniência do patrocínio por advogado. de plano. quando a causa o recomendar.Da Conciliação e do Juízo Arbitral Art. Art. 12. podendo ser assistidas por advogado. salvo quanto aos poderes especiais. § 2º É lícito formular pedido genérico quando não for possível determinar. III – o objeto e seu valor. que será obrigatoriamente identificado. com aviso de recebimento em mão própria. se quiser. mostrando-lhes os riscos e as conseqüências do litígio. de forma sucinta. Os pedidos mencionados no art. § 3º O pedido oral será reduzido a escrito pela Secretaria do Juizado. 11. Art. atendidos os critérios indicados no art. § 3º O comparecimento espontâneo suprirá a falta ou nulidade da citação. 21. por oficial de justiça. Os demais atos poderão ser gravados em fita magnética ou equivalente. independentemente de assistência. especialmente quanto ao disposto no § 3º do art. Art. II – os fatos e os fundamentos. independentemente de mandado ou carta precatória. As intimações serão feitas na forma prevista para citação. § 3º Apenas os atos considerados essenciais serão registrados resumidamente. 13.

no Distrito Federal e nos Territórios. preferentemente. buscando. 808. Parágrafo único. 7º Os conciliadores e Juízes leigos são auxiliares da Justiça. Parágrafo único.se ocorrer a cessação da eficácia da medida.se o juiz acolher. II .se a parte não intentar a ação no prazo estabelecido no art. Aos procedimentos cautelares específicos. os primeiros. regulados no Capítulo seguinte. 809. Art. Se por qualquer motivo cessar a medida. Art. 812. salvo se o juiz. 811. nas ações para reparação de dano de qualquer natureza. III . aplicam-se as disposições gerais deste Capítulo. sucursal ou escritório. o Juizado do foro: I – do domicílio do réu ou. O indeferimento da medida não obsta a que a parte intente a ação. Art. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I . para apreciá-las e para dar especial valor às regras de experiência comum ou técnica. 6º O Juiz adotará em cada caso a decisão que reputar mais justa e equânime. salvo por novo fundamento. III – do domicílio do autor ou do local do ato ou fato. julgamento e execução. II . 16.Disposições Gerais Art.se o juiz declarar extinto o processo principal. e pelos Estados.099/95 (Lei dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais) Dispõe sobre os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e dá outras providências. com ou sem julgamento do mérito. poderá a ação ser proposta no foro previsto no inciso I deste artigo. as pessoas jurídicas de direito público.Da Competência Art. observado o disposto no § 1º do art. 1º Os Juizados Especiais Cíveis e Criminais. Os autos do procedimento cautelar serão apensados aos do processo principal. entre os bacharéis em Direito. Art. as empresas públicas da Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 129 . agência. obtida liminarmente a medida no caso do art. a conciliação ou a transação. A indenização será liquidada nos autos do procedimento cautelar. no processo instituído por esta Lei. Art. Cessa a eficácia da medida cautelar: I . II – do lugar onde a obrigação deva ser satisfeita. Salvo decisão judicial em contrário. atendendo aos fins sociais da lei e às exigências do bem comum. Art.Das Partes Art. e também as relativas a acidentes de trabalho. no valor de até quarenta vezes o salário mínimo. § 3º A opção pelo procedimento previsto nesta Lei importará em renúncia ao crédito excedente ao limite estabelecido neste artigo. informalidade. III – a ação de despejo para uso próprio. Em qualquer hipótese. falimentar. entre advogados com mais de cinco anos de experiência. Capítulo II . nem influi no julgamento desta.Trabalhando pela sua conquista. simplicidade. a alegação de decadência ou de prescrição do direito do autor (art. 8º desta Lei.se não for executada dentro de 30 (trinta) dias. o preso. III . excetuada a hipótese de conciliação.Dos Juizados Especiais Cíveis Seção I . 808. 810). Sem prejuízo do disposto no art. filial. IV . nas causas de sua competência. Parágrafo único. deste Código. Os Juízes leigos ficarão impedidos de exercer a advocacia perante os Juizados Especiais. acolher a alegação de decadência ou de prescrição do direito do autor. Art. a medida cautelar conservará a eficácia durante o período de suspensão do processo. Seção II . § 2º Ficam excluídas da competência do Juizado Especial as causas de natureza alimentar. não promover a citação do requerido dentro em 5 (cinco) dias. serão criados pela União. fiscal e de interesse da Fazenda Pública. assim consideradas: I – as causas cujo valor não exceda a quarenta vezes o salário mínimo. do local onde aquele exerça atividades profissionais ou econômicas ou mantenha estabelecimento. § 1º Compete ao Juizado Especial promover a execução: I – dos seus julgados. 804 deste Código. a resíduos e ao estado e capacidade das pessoas. Parágrafo único. é defeso à parte repetir o pedido. o requerente do procedimento cautelar responde ao requerido pelo prejuízo que Ihe causar a execução da medida: I . enquanto no desempenho de suas funções. Parágrafo único. e os segundos. Art. do Código de Processo Civil. o incapaz. II – dos títulos executivos extrajudiciais.se a sentença no processo principal Ihe for desfavorável. 5º O Juiz dirigirá o processo com liberdade para determinar as provas a serem produzidas. II – as enumeradas no art. Seção III . processo. 8º Não poderão ser partes. no procedimento cautelar. 806. economia processual e celeridade. Art. IV – as ações possessórias sobre bens imóveis de valor não excedente ao fixado no inciso I deste artigo. 3º O Juizado Especial Cível tem competência para conciliação. para as causas previstas nesta Lei. 2º O processo orientar-se-á pelos critérios da oralidade. Lei n° 9. órgãos da Justiça Ordinária. no procedimento cautelar. processo e julgamento das causas cíveis de menor complexidade.se. ainda que de cunho patrimonial. 275. sempre que possível. para conciliação. a critério do autor. dos Conciliadores e dos Juízes Leigos Art. inciso II. recrutados. 4º É competente. 810. em qualquer dos casos previstos no art.Do Juiz.

(Redação dada pela Lei nº 5.a lide e seu fundamento. cause ao direito da outra lesão grave e de difícil reparação. O requerido será citado.a autoridade judiciária. pela prestação de caução ou outra garantia menos gravosa para o requerido. Art. 573. contestar o pedido. quando a sentença. É lícito ao juiz conceder liminarmente ou após justificação prévia a medida cautelar. 796 a 812 LIVRO III . Conta-se o prazo. poderá tornála ineficaz. para efetivar a execução. a obrigação. ao juiz competente para conhecer da ação principal. o estado civil. 806. Não se exigirá o requisito do n III senão quando a medida cautelar for requerida em procedimento preparatório. III . É lícito ao credor. Interposto o recurso. de ofício ou a requerimento de qualquer das partes. V . A execução.925. indicando as provas que pretende produzir.358. sendo citado. Vl) será proposta no foro do domicílio do réu.10. 805. Art.10.1973) Art. 578. IV . havendo prova a ser nela produzida. 576. No caso do artigo anterior. As medidas cautelares conservam a sua eficácia no prazo do artigo antecedente e na pendência do processo principal.1973) Parágrafo único. II . autorizar ou vedar a prática de determinados atos. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º.12. cumular várias execuções. 796. nas causas de sua competência originária. como verdadeiros. para.as provas que serão produzidas. Só em casos excepcionais. o juiz determinará os atos executivos e os oficiais de justiça os cumprirão.925. A medida cautelar poderá ser substituída. quando houver fundado receio de que uma parte. 801. passada em julgado. 579. Art. Capítulos II e III. II . no prazo de 5 (cinco) dias. fundada em título extrajudicial. 803. 807. quando preparatórias. Parágrafo único. Art. quando concedida liminarmente ou após justificação prévia. que indicará: I . IV . sempre que adequada e suficiente para evitar a lesão ou repará-la integralmente. (Redação dada pela Lei nº 5. antes do julgamento da lide. 575. o juiz designará audiência de instrução e julgamento. o juiz a requisitará.2001) Art. 798. Sempre que. A execução. Título IV. quando o título executivo for sentença penal condenatória ou sentença arbitral. Art. 285 e 319). qualquer que seja o procedimento cautelar. ou o foro de qualquer dos domicílios do réu. Art. processar-se-á perante: I . ainda que fundadas em títulos diferentes. sem ouvir o réu. caso em que poderá determinar que o requerente preste caução real ou fidejussória de ressarcir os danos que o requerido possa vir a sofrer. no todo ou em parte.os tribunais superiores. 802.925. fundada em título judicial. 799. a que for dirigida. na conformidade do disposto no Livro I. 128 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . de 1º. se não o tiver. a medida cautelar será requerida diretamente ao tribunal. quando houver mais de um. de 13. no prazo de 30 (trinta) dias.DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. a Fazenda Pública poderá escolher o foro de qualquer um dos devedores. poderá o juiz determinar as medidas provisórias que julgar adequadas. Não dispondo a lei de modo diverso. expressamente autorizados por lei. mas podem. Art. 804. será processada perante o juízo competente. Art. II .DA COMPETÊNCIA Art.da execução da medida cautelar.952. contados da data da efetivação da medida cautelar. para evitar o dano. Parágrafo único. ainda. determinará o juiz medidas cautelares sem a audiência das partes.o juízo que decidiu a causa no primeiro grau de jurisdição. 577.1994) Art. desde que para todas elas seja competente o juiz e idêntica a forma do processo. no foro da situação dos bens.1973) Art. presumir-seão aceitos pelo requerido.a exposição sumária do direito ameaçado e o receio da lesão. O procedimento cautelar pode ser instaurado antes ou no curso do processo principal e deste é sempre dependente. caso em que o juiz decidirá dentro em 5 (cinco) dias. a profissão e a residência do requerente e do requerido. o Parágrafo único. Não sendo contestado o pedido. (Redação dada pela Lei nº 8. Das medidas cautelares: arts. Art. que ocorreu o termo. a qualquer tempo.12. a ação poderá ainda ser proposta no foro do lugar em que se praticou o ato ou ocorreu o fato que deu origem à dívida. que deu lugar à execução. A execução fiscal (art. embora nele não mais resida o réu. declarar inexistente. os fatos alegados pelo requerente (arts. quando a dívida deles se originar. Art. ou. 797. quando verificar que este. 585. (Redação dada pela Lei nº 10. 574. (Redação dada pela Lei nº 8. de 13.o juízo cível competente. sendo o mesmo o devedor. O requerente pleiteará a medida cautelar em petição escrita. Parágrafo único. Na execução fiscal.DO PROCESSO CAUTELAR TÍTULO ÚNICO . Art.o nome. CAPÍTULO II .de citação devidamente cumprido. Além dos procedimentos cautelares específicos. de 1º. 800.DAS MEDIDAS CAUTELARES CAPÍTULO I . for necessário o emprego da força policial. Se o requerido contestar no prazo legal.10. da juntada aos autos do mandado: I . de 27. que este Código regula no Capítulo II deste Livro. quando esta for concedida em procedimento preparatório.1994) Art.12. ser revogadas ou modificadas. ordenar a guarda judicial de pessoas e depósito de bens e impor a prestação de caução. e. O credor ressarcirá ao devedor os danos que este sofreu.952. Art. poderá o juiz. Cabe à parte propor a ação. no de sua residência ou no do lugar onde for encontrado.Trabalhando pela sua conquista. As medidas cautelares serão requeridas ao juiz da causa.

Podem promover a execução forçada: I . 566. o § 2 Se a escolha couber ao credor. os herdeiros ou os sucessores do credor.232.o espólio. quando se tratar de sentença penal condenatória. nos casos prescritos em lei.1973) III . ou. de 1º.10.10. observar-se-á o seguinte: (Incluído pela Lei nº 8. (Redação dada pela Lei nº 5. se outro prazo não Ihe foi determinado em lei. 646 a 735 ção própria. (Incluído pela Lei nº 11.232. Podem também promover a execução.DA EXECUÇÃO EM GERAL CAPÍTULO I .10. Ihes for transmitido o direito resultante do título executivo. que assumiu. 566 a 579.232.1973) II . a requerimento do devedor.232. de 1º. de 2005) II – o juízo que processou a causa no primeiro grau de jurisdição. 475-Q. de 2005) o § 5 Cessada a obrigação de prestar alimentos.925. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) I – os tribunais. 475-R. de 2005) Art. (Redação dada pela Lei nº 5. quando o direito resultante do título executivo Ihe foi transferido por ato entre vivos. Quando a indenização por ato ilícito incluir LIVRO II .232. (Redação dada pela Lei nº 5. pagando o credor as custas e os honorários advocatícios. Na desistência da execução. de 2005) o § 3 Se sobrevier modificação nas condições econômicas.o Ministério Público. o juiz mandará liberar o capital. de 2005) Art. (Incluído pela Lei nº 8. de 13. outras peças processuais que o exeqüente considere necessárias. (Redação dada pela Lei nº 5. de 2005) o § 4 Os alimentos podem ser fixados tomando por base o salário-mínimo. 567. redução ou aumento da prestação.232. (Incluído pela Lei nº 11. nas causas de sua competência originária. de 13.o sub-rogado.953.953.925.10. conforme as circunstâncias.232.232. Quando o juiz decidir relação jurídica sujeita a condição ou termo.o responsável tributário. (Incluído pela Lei nº 11.925.232.DAS PARTES Art. II . será inalienável e impenhorável enquanto durar a obrigação do devedor. se for o caso. 475-P. de 1º.232. se o devedor não a exercitou no prazo marcado. (Incluído pela Lei nº 11. por fiança bancária ou garantia real. reconhecido como tal no título executivo. quando a escolha couber ao devedor. 569. de 2005) Parágrafo único. de sentença arbitral ou de sentença estrangeira.232.232.232. o juiz. III . quanto a esta parte. de 2005) o § 2 O juiz poderá substituir a constituição do capital pela inclusão do beneficiário da prestação em folha de pagamento de entidade de direito público ou de empresa de direito privado de notória capacidade econômica. o § 1 Devolver-se-á ao credor a opção.1994) a) serão extintos os embargos que versarem apenas sobre questões processuais. poderá a parte requerer. as normas que regem o processo de execução de título extrajudicial. (Incluído pela Lei nº 11.o espólio. (Incluído pela Lei nº 11. casos em que a remessa dos autos do processo será solicitada ao juízo de origem.o devedor. (Incluído pela Lei nº 11.10.o cessionário. (Redação dada pela Lei nº 5.Trabalhando pela sua conquista.o credor a quem a lei confere título executivo. nos casos de sub-rogação legal ou convencional. ou nela prosseguir: I . 572. de 2005) III – o juízo cível competente. podendo o advogado vao ler-se do disposto na parte final do art. de 1º. este será citado para exercer a opção e realizar a prestação dentro em 10 (dez) dias.953. § 1 : (Incluído pela Lei nº 11. São sujeitos passivos na execução:(Redação dada pela Lei nº 5. Aplicam-se subsidiariamente ao cumprimento da sentença. no contrato. em valor a ser arbitrado de imediato pelo juiz. O credor tem a faculdade de desistir de toda a execução ou de apenas algumas medidas executivas. Art.925. assim definido na legislaprestação de alimentos. representado por imóveis. O cumprimento da sentença efetuar-se-á perante: (Incluído pela Lei nº 11. a obrigação resultante do título executivo.1994) b) nos demais casos. de 2005) II – certidão de interposição do recurso não dotado de efeito suspensivo. cessar o desconto em folha ou cancelar as garantias prestadas. de 13.10. este a indicará na petição inicial da execução.232.1973) V . (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) III – procurações outorgadas pelas partes. com o consentimento do credor. de 2005) o § 1 Este capital. de 1º.925. Art. de 2005) Art.232. de 2005) IV – decisão de habilitação. no que couber. Nas obrigações alternativas. (Incluído pela Lei nº 11. os herdeiros ou os sucessores do devedor. de 1º. Art.12. o exeqüente poderá optar pelo juízo do local onde se encontram bens sujeitos à expropriação ou pelo do atual domicílio do executado.1973) I . guintes peças do processo.DO PROCESSO DE EXECUÇÃO TÍTULO I .925. 571.1973) IV . de 2005) Do processo de execução: arts. 568.12.232. (Incluído pela Lei nº 11. II . títulos da dívida pública ou aplicações financeiras em banco oficial.1994) Art.232.12. cuja renda assegure o pagamento do valor mensal da pensão. 544.o fiador judicial. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. ou na sentença.232. (Incluído pela Lei nº 11.1973) Art. de 2005) I – sentença ou acórdão exeqüendo.o novo devedor. (Incluído pela Lei nº 8. (Incluído pela Lei nº 11. a extinção dependerá da concordância do embargante. por morte deste. (Incluído pela Lei nº 11. No caso do inciso II do caput deste artigo. sempre que. Parágrafo único. o credor não poderá executar a sentença sem provar que se realizou a condição ou Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 127 . poderá ordenar ao devedor constituição de capital. de 2005) V – facultativamente.

de 2005) o § 5 Não sendo requerida a execução no prazo de seis meses. conforme o caso. de 2005) V – o acordo extrajudicial. o mandado inicial (art. arbitrada pelo juiz e prestada nos próprios autos. restituindose as partes ao estado anterior e liquidados eventuais prejuízos nos mesmos autos. de 2005) II – nos casos de execução provisória em que penda agravo de instrumento junto ao Supremo Tribunal Federal ou ao Superior Tribunal de Justiça (art. (Incluído pela Lei nº 11. se a sentença for reformada. de 2005) Parágrafo único.232. arbitrada de plano pelo juiz e prestada nos próprios autos. (Incluído pela Lei nº 11. podendo o juiz atribuir-lhe tal efeito desde que relevantes seus fundamentos e o prosseguimento da execução seja manifestamente suscetível de causar ao executado grave dano de difícil ou incerta reparação. como pagamento. de qualquer natureza.232. novação. conta e responsabilidade do exeqüente. de 2005) Art. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.232. somente nesta ficará sem efeito a execução.Trabalhando pela sua conquista.232. (Incluído pela Lei nº 11.232. A impugnação não terá efeito suspensivo.232. de 2005) III – penhora incorreta ou avaliação errônea. IV e VI. sob pena de rejeição liminar dessa impugnação. de 2005) Art. 544). de 2005) III – o levantamento de depósito em dinheiro e a prática de atos que importem alienação de propriedade ou dos quais possa resultar grave dano ao executado dependem de caução suficiente e idônea. (Incluído pela Lei nº 11. no juízo cível.232. desde que superveniente à sentença. salvo quando da dispensa possa manifestamente resultar risco de grave dano. (Incluído pela Lei nº 11.232. o exeqüente demonstrar situação de necessidade. A execução provisória da sentença far-seá. o juiz mandará arquivar os autos.232. (Incluído pela Lei nº 11. se o processo correu à revelia. de 2005) o § 3 Ao requerer a execução provisória. caso em que caberá apelação. de 2005) o § 3 A decisão que resolver a impugnação é recorrível mediante agravo de instrumento. 475-N. não fazer. (Incluído pela Lei nº 11.232. (Incluído pela Lei nº 11. exclusivamente em relação ao inventariante. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) IV – a sentença arbitral. se a sentença provisória for modificada ou anulada apenas em parte.232. salvo quando importar extinção da execução.232. de 2005) Art.232. caso contrário. de 2005) o § 1 Ainda que atribuído efeito suspensivo à impugnação. 475-J) incluirá a ordem de citação do devedor. ainda que inclua matéria não posta em juízo. de 2005) II – a sentença penal condenatória transitada em julgado. cumprir-lhe-á declarar de imediato o valor que entende correto. de 2005) o § 2 Quando o executado alegar que o exeqüente. a reparar os danos que o executado haja sofrido. compensação. de 2005) I – quando. de 2005) VI – a sentença estrangeira. (Incluído pela Lei nº 11.232. (Incluído pela Lei nº 11. é lícito ao exeqüente requerer o prosseguimento da execução.232. modificativa ou extintiva da obrigação. entregar coisa ou pagar quantia. (Incluído pela Lei nº 11. a impugnação será instruída e decidida nos próprios autos e. em autos apartados. de 2005) Art. de 2005) o § 2 Deferido efeito suspensivo. observadas as seguintes normas: (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. São títulos executivos judiciais: (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) II – fica sem efeito.232. até o limite de sessenta vezes o valor do salário-mínimo.232. sobrevindo acórdão que modifique ou anule a sentença objeto da execução. de 2005) IV – ilegitimidade das partes.232. em excesso de execução.232. de 2005) I – corre por iniciativa. de 2005) V – excesso de execução. homologada pelo Superior Tribunal de Justiça. de 2005) I – a sentença proferida no processo civil que reconheça a existência de obrigação de fazer. 475-O. sem prejuízo de seu desarquivamento a pedido da parte. o exeqüente instruirá a petição com cópias autenticadas das se- 126 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . aos herdeiros e aos sucessores a título singular ou universal. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) o § 1 Para efeito do disposto no inciso II do caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.232. no que couber. de 2005) o § 1 No caso do inciso II do caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) o § 2 A caução a que se refere o inciso III do caput deste artigo poderá ser dispensada: (Incluído pela Lei nº 11. de difícil ou incerta reparação.232.232. homologado judicialmente.232. Nos casos dos incisos II. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) VI – qualquer causa impeditiva. (Incluído pela Lei nº 11. para liquidação ou execução. no caput deste artigo. 475-M.232.232. (Incluído pela Lei nº 11. A impugnação somente poderá versar sobre: (Incluído pela Lei nº 11.232. pleiteia quantia superior à resultante da sentença. nos casos de crédito de natureza alimentar ou decorrente de ato ilícito.232. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.232. de 2005) III – a sentença homologatória de conciliação ou de transação. que se obriga. de 2005) I – falta ou nulidade da citação. (Incluído pela Lei nº 11.232. por arbitramento. a multa de dez por cento incidirá sobre o restante. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. transação ou prescrição. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) VII – o formal e a certidão de partilha. ou fundado em aplicação ou interpretação da lei ou ato normativo tidas pelo Supremo Tribunal Federal como incompatíveis com a Constituição Federal.232. 475-L. de 2005) II – inexigibilidade do título. oferecendo e prestando caução suficiente e idônea. considera-se também inexigível o título judicial fundado em lei ou ato normativo declarados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. do mesmo modo que a definitiva.232.232.

(Incluído pela Lei nº 11. de 2005) Art. tratando-se de obrigação por quantia certa. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.232. o montante da condenação será acrescido de multa no percentual de dez por cento e. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.2001) CAPÍTULO IX . (Incluído pela Lei nº 11. 475-J desta Lei.232. indicar desde logo os bens a serem penhorados. de 2005) Art. de 2005) Art. Far-se-á a liquidação por arbitramento quando: (Incluído pela Lei nº 11. a seu prudente critério. de 2005) CAPÍTULO X . de 2005) Art. Caso o devedor. 475-I. (Incluído pela Lei nº 11. condenado ao pagamento de quantia certa ou já fixada em liquidação. de 2005) o § 2 Se os dados não forem. (Incluído pela Lei nº 11. injustificadamente. de 2005) o § 3 Poderá o juiz valer-se do contador do juízo. for de valor certo não excedente a 60 (sessenta) salários mínimos. o juiz. 475-B. o seu representante legal. de 2005) I – determinado pela sentença ou convencionado pelas partes.232.232. 475-D.232.12. nos casos de assistência judiciária. de 2005) Art. de 26.232.232.232. podendo oferecer impugnação. de 2005) o § 4 Se o credor não concordar com os cálculos feitos o nos termos do § 3 deste artigo. reputar-se-ão corretos os cálculos apresentados pelo credor. na forma do art. É defeso. 475-F. e. Da decisão de liquidação caberá agravo de instrumento. inciso II. ou o direito controvertido. (Incluído pela Lei nº 11.232. (Incluído pela Lei nº 11. se for o caso. por execução. ou pessoalmente. de 2005) o § 3 Nos processos sob procedimento comum sumário. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 10. se não o forem pelo terceiro. de imediato. (Incluído pela Lei nº 11. bem como no caso de procedência dos embargos do devedor na execução de dívida ativa do mesmo valor. de 2005) Parágrafo único. processando-se em autos apartados.232. audiência. se necessário. (Incluído pela Lei nº 11. inciso II. houver necessidade de alegar e provar fato novo. 475-G. a requerimento do credor.2001) o § 3 Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver fundada em jurisprudência do plenário do Supremo Tribunal Federal ou em súmula deste Tribunal ou do tribunal superior competente.232.232. 236 e 237). o juiz.232. Quando a determinação do valor da condenação depender apenas de cálculo aritmético. assinando-lhe breve prazo para a entrega do laudo. cumprindo ao juiz. em seu requerimento. (Incluído pela Lei nº 11. desta Lei. los.232. de 2005) Art.232. ou. de 26. fixando prazo de até trinta dias para o cumprimento da diligência.352. 461 e 461-A desta Lei ou.232.232. O cumprimento da sentença far-se-á conforme os arts. o juiz nomeará o perito e fixará o prazo para a entrega do laudo. far-se-á a execução pelo valor originariamente pretendido. de 2005) Art. na pessoa de seu advogado. de 26. cumprindo ao liquidante instruir o pedido com cópias das peças processuais pertinentes. configurar-se-á a situação prevista no art. de 2005) Art. de 2005) o § 4 Efetuado o pagamento parcial no prazo previsto Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 125 . (Incluído pela Lei nº 11. expedir-se-á mandado de penhora e avaliação. (Incluído pela Lei nº 11. discutir de novo a lide ou modificar a sentença que a julgou. a liquidação desta. o valor devido. fixar de plano. de 2005) o § 1 Do auto de penhora e de avaliação será de imediato intimado o executado.232. de 2005) Art.232. 475-A. o juiz proferirá decisão ou designará. de 2005) II – o exigir a natureza do objeto da liquidação. no juízo de origem. não o efetue no prazo de quinze dias.232. Far-se-á a liquidação por artigos. (Incluído pela Lei nº 11.12.12.DO CUMPRIMENTO DA SENTENÇA (Incluído pela Lei nº 11. 475-H. 362.Trabalhando pela sua conquista. de 2005) o § 2 A liquidação poderá ser requerida na pendência de recurso.352. (Incluído pela Lei nº 11.2001) o § 2 Não se aplica o disposto neste artigo sempre que a condenação. (Incluído pela Lei nº 11. instruindo o pedido com a memória discriminada e atualizada do cálculo. mas a penhora terá por base o valor encontrado pelo contador. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) o § 3 O exeqüente poderá. querendo. quando a memória apresentada pelo credor aparentemente exceder os limites da decisão exeqüenda e. em autos apartados. na falta deste. (Incluído pela Lei nº 11.232. o credor requererá o cumprimento da sentença. (Incluído pela Lei nº 10. 272). 475-E. ao credor é lícito promover simultaneamente a execução daquela e. no que couber. 614. de 2005) o § 2 Quando na sentença houver uma parte líquida e outra ilíquida.DA LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA (Incluído pela Lei nº 11. Quando a sentença não determinar o valor devido. 475-C. para determinar o valor da condenação. por depender de conhecimentos especializados. 275. na liquidação. (Incluído pela Lei nº 11.352.232. poderá requisitá-los. de 2005) o § 1 Quando a elaboração da memória do cálculo depender de dados existentes em poder do devedor ou de terceiro. ainda. nos termos dos demais artigos deste Capítulo. na pessoa de seu advogado (arts. alíneas ‘d’ e ‘e’ desta Lei. de 2005) o § 2 Caso o oficial de justiça não possa proceder à avaliação. observar-se-á. Requerida a liquidação por arbitramento. nomeará avaliador. o procedimento comum (art. referidos no art. (Incluído pela Lei nº 11.232. (Incluído pela Lei nº 11. por mandado ou pelo correio.232. de 2005) o § 1 É definitiva a execução da sentença transitada em julgado e provisória quando se tratar de sentença impugnada mediante recurso ao qual não foi atribuído efeito suspensivo. procede-se à sua liquidação. Na liquidação por artigos. a requerimento do credor e observado o disposto no art. é defesa a sentença ilíquida. sobre o qual poderão as partes manifestar-se no prazo de dez dias.232.232. no prazo de quinze dias. quando. 475-J. (Incluído pela Lei nº 10. de 2005) o § 1 Do requerimento de liquidação de sentença será a parte intimada. apresentados pelo devedor.232. Apresentado o laudo. de 2005) Art.

12.10. 463. no todo ou em parte. o credor a individualizará na petição inicial. no prazo fixado pelo juiz. algum fato constitutivo. A sentença faz coisa julgada às partes entre as quais é dada. salvo: I .2002) Art.444. o Município. III . 475. desfazimento de obras e impedimento de atividade nociva. de 1º.5. se lhe couber a escolha. de 7.por meio de embargos de declaração. de 7. Art. fixará o prazo para o cumprimento da obrigação. modificativo ou extintivo do direito influir no julgamento da lide. de 7. valerá como título constitutivo de hipoteca judiciária. estabelecida como fundamento da sentença. poderá obter uma sentença que produza o mesmo efeito do contrato a ser firmado. 469.352.2002) o § 2 Não cumprida a obrigação no prazo estabelecido. não beneficiando. as questões já decididas. que a parte poderia opor assim ao acolhimento como à rejeição do pedido. nem prejudicando terceiros. consistente em dinheiro ou em coisa. caso em que poderá a parte pedir a revisão do que foi estatuído na sentença. (Incluído pela Lei nº 10.Da Coisa Julgada Art. no momento de proferir a sentença. deverá o presidente do tribunal avocá- 124 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . ou de outro direito. e as respectivas autarquias e fundações de direito público. haja ou não apelação. Condenado o devedor a emitir declaração de vontade. de ofício ou a requerimento da parte. a sentença produz coisa julgada em relação a terceiros.a verdade dos fatos. 471.que julgar procedentes. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição. nos casos e formas legais.5.444. de 26. busca e apreensão. Tratando-se de contrato que tenha por objeto a transferência da propriedade de coisa determinada. 462. tratando-se de relação jurídica continuativa. Faz.proferida contra a União. em litisconsórcio necessário. de 7. este a entregará individualizada. A sentença que condenar o réu no pagamento de uma prestação. 474. Art. VI). (Incluído pela Lei nº 11. inexatidões materiais. reputar-se-ão deduzidas e repelidas todas as alegações e defesas.444. Art. cuja inscrição será ordenada pelo juiz na forma prescrita na Lei de Registros Públicos.1973) Art. Nas causas relativas ao estado de pessoa.12. Art.444. A sentença condenatória produz a hipoteca judiciária: I . de ofício ou a requerimento da parte.Trabalhando pela sua conquista.2002) Art. tem força de lei nos limites da lide e das questões decididas.a apreciação da questão prejudicial. todavia. nem a oferecer.pendente arresto de bens do devedor. Passada em julgado a sentença de mérito. Art. É defeso à parte discutir. 467. 461.5. uma vez transitada em julgado. expedir-se-á em favor do credor mandado de busca e apreensão ou de imissão na posse. conforme se tratar de coisa móvel ou imóvel. depois da propositura da ação. salvo se ainda não exigível. Parágrafo único. se houverem sido citados no processo. de 2005) Art. tais como a imposição de multa por tempo de atraso. de 2005) Seção II . coisa julgada a resolução da o questão prejudicial. remoção de pessoas e coisas. Se. se necessário com requisição de força policial. a cujo respeito se operou a preclusão. o juiz só poderá alterála: (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 10. os embargos à execução de dívida ativa da Fazenda Pública (art. ou Ihe retificar erros de cálculo.232. Na ação que tenha por objeto a entrega de coisa. Se aquele que se comprometeu a concluir um contrato não cumprir a obrigação. Il . II . Não fazem coisa julgada: I .232.2002) o § 6 O juiz poderá. Art.925.(Incluído pela Lei nº 10. ainda que importantes para determinar o alcance da parte dispositiva da sentença. (Incluído pela Lei nº 10. de 7.232.352. a ação não será acolhida se a parte que a intentou não cumprir a sua prestação. (Incluído pela Lei nº 10.2001) II .5. (Incluído pela Lei nº 10. 466-B. decidida incidentemente no processo. de 26. (Incluído pela Lei nº 11. se a parte o requerer (arts. Art. 5 e 325).2001) o § 1 Nos casos previstos neste artigo.embora a condenação seja genérica.2001) I .5.232. modificar o valor ou a periodicidade da multa. 473. a sentença. de 26.5. 470. (Incluído pela Lei nº 11. o juiz. sendo isso possível e não excluído pelo título.para Ihe corrigir. caso verifique que se tornou insuficiente ou excessiva. III . a outra parte.444. Publicada a sentença. caberá ao juiz tomá-lo em consideração. que torna imutável e indiscutível a sentença. (Redação dada pela Lei nº 10. não o fazendo. 468. 466-A. A sentença. a sentença: (Redação dada pela Lei nº 10. não mais sujeita a recurso ordinário ou extraordinário.ainda quando o credor possa promover a execução provisória da sentença. cabendo ao devedor escolher.444. relativas à mesma lide. 461-A.2002) o § 1 Tratando-se de entrega de coisa determinada pelo gênero e quantidade. 466. Nenhum juiz decidirá novamente as questões já decididas. que julgar total ou parcialmente a lide. (Redação dada pela Lei nº 10. 585. Art. 472.se.352. o juiz for competente em razão da matéria e constituir pressuposto necessário para o julgamento da lide. de 7. Art. de ofício.2002) o § 3 Aplica-se à ação prevista neste artigo o disposto o o nos §§ 1 a 6 do art. produzirá todos os efeitos da declaração não emitida. 466-C. o juiz ordenará a remessa dos autos ao tribunal. cessárias. sobreveio modificação no estado de fato ou de direito. Denomina-se coisa julgada material a eficácia. todos os interessados. de 2005) I . (Redação dada pela Lei nº 5.nos demais casos prescritos em lei. de 2005) Art. ao conceder a tutela específica. o Distrito Federal. II . Art.12. o Estado.os motivos. não produzindo efeito senão depois de confirmada pelo tribunal. II . no curso do processo.

Dos Requisitos e dos Efeitos da Sentença Art. 460. cada qual pelo prazo de 20 (vinte) minutos.12. no todo ou em parte. ainda quando decida relação jurídica condicional. 458.Trabalhando pela sua conquista.o relatório. prorrogável por 10 (dez). (Incluído pela Lei nº 8. o juiz. termo que conterá.952. a critério do juiz. Art. o juiz marcará o seu prosseguimento para dia próximo. Art.952. os advogados. em que o juiz resolverá as questões. 453. o juiz concederá a tutela específica da obrigação ou. Art. III . observar-seo o á o disposto nos §§ 2 e 3 do art. o juiz dará a palavra ao advogado do autor e ao do réu. o prazo. É defeso ao juiz proferir sentença. Parágrafo único. determinará providências que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento. o § 1 Incumbe ao advogado provar o impedimento até a abertura da audiência. Parágrafo único. por extenso. o § 3 Quando a causa apresentar questões complexas de fato ou de direito. aberta a audiência. (Incluído pela Lei nº 8.12. 457. é vedado ao juiz proferir sentença ilíquida. que formará com o da prorrogação um só todo. o § 1 Havendo litisconsorte ou terceiro. 461. ordenando que sejam encadernadas em volume próprio.12. a favor do autor. II . mandando apregoar as partes e os seus respectivos advogados. a qualquer tempo. 454. impor multa diária ao réu.se não puderem comparecer. o ocorrido na audiência. em decisão fundamentada. caso em que o juiz designará dia e hora para o seu oferecimento. A audiência poderá ser adiada: I . CAPÍTULO VIII .12. fixando-lhe prazo razoável para o cumprimento do preceito.1994) o § 3 Sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justificado receio de ineficácia do provimento final. em que o juiz analisará as questões de fato e de direito. (Redação dada pela Lei nº 5.o juiz tomará os depoimentos pessoais.1994) o § 1 A obrigação somente se converterá em perdas e danos se o autor o requerer ou se impossível a tutela específica ou a obtenção do resultado prático correspondente. o § 1 Quando o termo for datilografado. o juiz proferirá a sentença no prazo de dez (10) dias.o dispositivo. determinar as medidas neo Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 123 . Il . Art. de 13. o juiz Ihe rubricará as folhas. de 13. 456. § 2 Subscreverão o termo o juiz. A audiência é una e contínua. 287). o juiz procederá à instrução. bem como. (Incluído pela Lei nº 8. não o fazendo. por motivo justificado. Art. os despachos e a sentença. caso em que só será admissível uma vez.DA SENTENÇA E DA COISA JULGADA Seção I .1994) Art.1994) o § 2 A indenização por perdas e danos dar-se-á sem prejuízo da multa (art.1994) o § 5 Para a efetivação da tutela específica ou a obtenção do resultado prático equivalente. Encerrado o debate ou oferecidos os memoriais. 452. de 13. 56. requeridos no prazo e na forma do art.por convenção das partes. ouvidas as partes. 455. se procedente o pedido. (Incluído pela Lei nº 11. o juiz decidirá em forma concisa.952.1994) o § 4 O juiz poderá. Não sendo possível concluir.os fundamentos. se for suficiente ou compatível com a obrigação. Art. Encerrado o debate ou oferecidos os memoriais. Art.10. o § 2 Pode ser dispensada pelo juiz a produção das provas requeridas pela parte cujo advogado não compareceu à audiência. pelo prazo de 20 (vinte) minutos para cada um. poderá o juiz. o órgão do Ministério Público e o escrivão. A medida liminar poderá ser revogada ou modificada. independentemente de pedido do autor. Finda a instrução.12. de natureza diversa da pedida. serão inquiridas as testemunhas arroladas pelo autor e pelo réu. Nos casos de extinção do processo sem julgamento do mérito. citado o réu. num só dia. fixará os pontos controvertidos sobre que incidirá a prova. primeiro do autor e depois do réu.952. o § 3 Quem der causa ao adiamento responderá pelas despesas acrescidas. São requisitos essenciais da sentença: I . (Incluído pela Lei nº 8. que conterá os nomes das partes. II . de 13. Na ação que tenha por objeto o cumprimento de obrigação de fazer ou não fazer. A sentença deve ser certa. o § 2 No caso previsto no art. 435. (Incluído pela Lei nº 8. o § 4 Tratando-se de processo eletrônico. é lícito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou mediante justificação prévia. as testemunhas ou os advogados. em resumo. de 13. o pedido formulado pelo autor. Quando o autor tiver formulado pedido certo. a instrução. 459. a suma do pedido e da resposta do réu.o perito e os assistentes técnicos responderão aos quesitos de esclarecimentos. 456. sucessivamente. dividir-se-á entre os do mesmo grupo. se não convencionarem de modo diverso.952. de ofício ou a requerimento. de 2006). bem como ao órgão do Ministério Público.952. o § 3 O escrivão trasladará para os autos cópia autêntica do termo de audiência. bem como o registro das principais ocorrências havidas no andamento do processo.925. III . Ao iniciar a instrução. que as partes Ihe submeterem. As provas serão produzidas na audiência nesta ordem: I . acolhendo ou rejeitando. o juiz proferirá a sentença desde logo ou no prazo de 10 (dez) dias. o perito. O juiz proferirá a sentença.12. sob ditado do juiz. Art. na hipótese do parágrafo anterior ou na sentença. Art. de 13. seguindo-se-lhe os opostos.finalmente. o debate oral poderá ser substituído por memoriais.419. o debate e o julgamento. O escrivão lavrará. 169 desta Lei. o opoente sustentará as suas razões em primeiro lugar. as partes. bem como condenar o réu em quantidade superior ou em objeto diverso do que Ihe foi demandado. (Redação dada pela Lei nº 8.1973) Art. 451. de 1º. se esta for proferida no ato.

Trabalhando pela sua conquista. a quem se atribuir a autoria do documento. Em causas relativas à família. cabendo ao juiz apreciar livremente o valor de uma e outra.1973) CAPÍTULO VII . 438. Art.2001) Art.exortar os advogados e o órgão do Ministério Público a que discutam a causa com elevação e urbanidade. Parágrafo único.10. quando: I . A segunda perícia não substitui a primeira.Das Disposições Gerais Art.(Redação dada pela Lei nº 10. Art. o juiz concederlhe-á. O juiz exerce o poder de polícia. de 27. a realização de nova perícia.a coisa não puder ser apresentada em juízo. (Redação dada pela Lei nº 8. os advogados não podem intervir ou apartear. a fim de se esclarecer sobre fato. o perito poderá requisitar. por uma vez. 441.proceder direta e pessoalmente à colheita das provas. dizeres diferentes. de 1º. 448. (Redação dada pela Lei nº 8.925. sem licença do juiz. ou sob ditado. o juiz poderá nomear mais de um perito e a parte indicar mais de um assistente técnico. (Incluído pela Lei nº 10. de ofício ou a requerimento da parte. segundo o seu prudente arbítrio. Seção III . formulando desde logo as perguntas. 444. 447.determinar a reconstituição dos fatos. na falta destes. por motivo justificado. os assistentes técnicos e as testemunhas. 433.2001) Art. No dia e hora designados. 434. sem consideráveis despesas ou graves dificuldades.manter a ordem e o decoro na audiência. 431-B. O perito apresentará o laudo em cartório. assinado pelas partes e homologado pelo juiz. Quando o exame tiver por objeto a autenticidade ou a falsidade de documento. Art. O juiz não está adstrito ao laudo pericial. ao diretor do estabelecimento.Da Instrução e Julgamento Art. As partes terão ciência da data e local designados pelo juiz ou indicados pelo perito para ter início a produção da prova. 439.358. 431-A. quando necessário. Art.requisitar. Concluída a diligência. Enquanto depuserem as partes. o juiz declarará 122 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . A audiência será pública. Art. (Redação dada pela Lei nº 5. Parágrafo único. II . pelo menos 20 (vinte) dias antes da audiência de instrução e julgamento. Art. o juiz. o perito. Parágrafo único. As partes têm sempre direito a assistir à inspeção. requererá ao juiz que mande intimá-lo a comparecer à audiência. para fins de comparação.1992) Parágrafo único.12. competindolhe: I . Se o perito.12.925. prestando esclarecimentos e fazendo observações que reputem de interesse para a causa. III . realizar-se-á a portas fechadas. documentos existentes em repartições públicas.1994) Parágrafo único.358. inspecionar pessoas ou coisas. que abranja mais de uma área de conhecimento especializado. III .1973) Parágrafo único. de 27. terá lugar igualmente a conciliação.8. o perito será escolhido. de ofício. de preferência. O auto poderá ser instruído com desenho.Da Conciliação Art. 432. o juiz mandará lavrar auto circunstanciado. Seção II . o juiz poderá ser assistido de um ou mais peritos. prorrogação. A segunda perícia tem por objeto os mesmos fatos sobre que recaiu a primeira e destina-se a corrigir eventual omissão ou inexatidão dos resultados a que esta conduziu.dirigir os trabalhos da audiência. no prazo fixado pelo juiz. II . nos casos de que trata o art. o juiz mandará tomá-lo por termo. a força policial. nos casos e para os fins em que a lei consente a transação. Art. Seção VIII .Da Inspeção Judicial Art. (Incluído pela Lei nº 10. 442. II . gráfico ou fotografia. entre os técnicos dos estabelecimentos oficiais especializados. 435. O juiz autorizará a remessa dos autos. 445. 437. 449. 446. de 1º. 450. que interesse à decisão da causa.952. após intimadas as partes da apresentação do laudo.12. de 13. Os assistentes técnicos oferecerão seus pareceres no prazo comum de 10 (dez) dias. que desejar esclarecimento do perito e do assistente técnico. de 27.358. Ao realizar a inspeção direta. O juiz. o juiz tentará conciliar as partes. poderá requerer ao juiz que a pessoa. Ill .12. Art. 155. Chegando a acordo. bem como do material sujeito a exame. Parágrafo único. 436. por cópia. Antes de iniciar a instrução. lance em folha de papel. Art. Compete ao juiz em especial: I . O juiz poderá determinar. ou for de natureza médico-legal. quando intimados 5 (cinco) dias antes da audiência. podendo formar a sua convicção com outros elementos ou fatos provados nos autos. Quando o exame tiver por objeto a autenticidade da letra e firma. A parte. 443. Art. Tratando-se de perícia complexa. Quando o litígio versar sobre direitos patrimoniais de caráter privado. em qualquer fase do processo. pode.2001) Art. Parágrafo único. outras quaisquer peças.DA AUDIÊNCIA Seção I . terá valor de sentença. de 24.455. de ofício ou a requerimento da parte. A segunda perícia rege-se pelas disposições estabelecidas para a primeira.10. O perito e o assistente técnico só estarão obrigados a prestar os esclarecimentos a que se refere este artigo. sob forma de quesitos. Art. mencionando nele tudo quanto for útil ao julgamento da causa. não puder apresentar o laudo dentro do prazo. Art. (Redação dada pela Lei nº 5. 440. O termo de conciliação. Art. para efeito de comparação. Art. O juiz irá ao local. quando a matéria não Ihe parecer suficientemente esclarecida. onde se encontre a pessoa ou coisa.ordenar que se retirem da sala da audiência os que se comportarem inconvenientemente.julgar necessário para a melhor verificação ou interpretação dos fatos que deva observar. determinará o comparecimento das partes ao início da audiência de instrução e julgamento.

1992) Art.1992) Art. A testemunha pode requerer ao juiz o pagamento da despesa que efetuou para comparecimento à audiência. Da juntada dos quesitos aos autos dará o escrivão ciência à parte contrária. 406. que a arrolou. de 13. primeiro à parte.8. (Redação dada pela Lei nº 7. impor multa ao perito. O depoimento.Da Prova Pericial Art.8. quesitos suplementares. a perícia poderá consistir apenas na inquirição pelo juiz do perito e dos assistentes. cala ou oculta a verdade. O juiz poderá dispensar prova pericial quando as partes.8. 169 desta Lei. o juiz decidirá de plano.1992) Art. que possa influir na decisão da causa. II . (Redação dada pela Lei nº 8. devendo a parte pagá-la logo que arbitrada.indicar o assistente técnico. 138. fixando de imediato o prazo para a entrega do laudo. (Renumerado pela Lei nº 11. de 2006). O juiz pode ordenar. Poderão as partes apresentar. (Redação dada pela Lei nº 8.8.1992) Art. (Redação dada pela Lei nº 8.sem motivo legítimo. 422. II . de 24. fotografias e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 121 . capciosas ou vexatórias. Seção VII . datilografado ou registrado por taquigrafia. dentro em 5 (cinco) dias. Parágrafo único. 418. II . 428. por comparecer à audiência. II . e depois à parte contrária. quando. Os assistentes técnicos são de confiança da parte. Compete ao juiz: I . desenhos. ou depositá-la em cartório dentro de 3 (três) dias. Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 8. Art. ou ser recusado por impedimento ou suspeição (art. (Redação dada pela Lei nº 8. deixar de cumprir o encargo no prazo que Ihe foi assinado. § 4 .005. o § 2 As perguntas que o juiz indeferir serão obrigatoriamente transcritas no termo.455. O perito pode escusar-se (art. o 405. solicitando documentos que estejam em poder de parte ou em repartições públicas. tomará o depoimento. divergirem as suas declarações.1982) Art. Art.a inquirição de testemunhas referidas nas declarações da parte ou das testemunhas.for desnecessária em vista de outras provas produzidas.indeferir quesitos impertinentes. ao aceitar a escusa ou julgar procedente a impugnação.12. 425. Art.455. O perito pode ser substituído quando: (Redação dada pela Lei nº 8. II . pelo depoente e pelos procuradores.a acareação de duas ou mais testemunhas ou de alguma delas com a parte. o juiz nomeará novo perito.carecer de conhecimento técnico ou científico. Art.8. O juiz advertirá à testemunha que incorre em sanção penal quem faz a afirmação falsa. observaro o se-á o disposto nos §§ 2 e 3 do art.1994) o § 1 O depoimento será passado para a versão datilográfica quando houver recurso da sentença ou noutros casos. poderá proceder-se à nomeação de perito e indicação de assistentes técnicos no juízo. fixada tendo em vista o valor da causa e o possível prejuízo decorrente do atraso no processo. de 24. de 24.formular os que entender necessários ao esclarecimento da causa. será assinado pelo juiz.apresentar quesitos. ouvindo testemunhas. quando sujeita ao regime da legislação trabalhista. obtendo informações. observando o disposto no art.Trabalhando pela sua conquista. não sujeitos a impedimento ou suspeição. A testemunha. Art. o § 2 Tratando-se de processo eletrônico. de 24. A prova pericial consiste em exame. Ao início da inquirição.8.1992) I . 423. o § 2 Quando a natureza do fato o permitir.419. estenotipia ou outro método idôneo de documentação. 420. Para o desempenho de sua função. de 24. 415. de ofício ou a requerimento da parte. (Redação dada pela Lei nº 8. Art. O juiz nomeará o perito. de 2006). alegando os motivos de que trata o art. O depoimento prestado em juízo é considerado serviço público. que o juiz indeferir.455. podendo. bem como instruir o laudo com plantas. 424. na inicial e na contestação. 417. vistoria ou avaliação. podem o perito e os assistentes técnicos utilizar-se de todos os meios necessários. se a parte o requerer. de 24. No caso previsto no inciso II. O juiz indeferirá a perícia quando: I . ao qual se requisitar a perícia. III). o § 2 A testemunha pode requerer ao juiz que a escuse de depor. Quando a prova tiver de realizar-se por carta.419.1992) o § 1 Incumbe às partes. ouvidas as partes.8. o § 1 As partes devem tratar as testemunhas com urbanidade.455. 426.6. (Redação dada pela Lei nº 8.a prova do fato não depender do conhecimento especial de técnico. perda de salário nem desconto no tempo de serviço. serão transcritas no termo. de 28. O perito cumprirá escrupulosamente o encargo que Ihe foi cometido. O juiz interrogará a testemunha sobre os fatos articulados. não Ihes fazendo perguntas ou considerações impertinentes.8. Parágrafo único. 419. de ofício ou a requerimento da parte: I . facultando-se às partes a sua gravação. sobre fato determinado.455.455. III . durante a diligência. formular perguntas tendentes a esclarecer ou completar o depoimento.455.1992) Parágrafo único. independentemente de termo de compromisso. não sofre.952. apresentarem sobre as questões de fato pareceres técnicos ou documentos elucidativos que considerar suficientes. § 2º As perguntas. 421. (Incluído pela Lei nº 11. requerendo-o a parte.1992) Art. cabendo. a testemunha prestará o compromisso de dizer a verdade do que souber e Ihe for perguntado. de 24. 416. de 24. Art. 146). (Redação dada pela Lei nº 8. por ocasião da audiência de instrução e julgamento a respeito das coisas que houverem informalmente examinado ou avaliado. o juiz comunicará a ocorrência à corporação profissional respectiva. ainda.a verificação for impraticável. 427.455. Art. contados da intimação do despacho de nomeação do perito: I . quando o juiz o determinar. 429.

o impedimento ou a suspeição. Art. o rol será apresentado até 10 (dez) dias antes da audiência. de 1º. em linha reta. bem como os nomes das partes e a natureza da causa. mas os seus depoimentos serão prestados independentemente de compromisso (art. (Redação dada pela Lei nº 5. providenciando de modo que uma não ouça o depoimento das outras.10. de 1º. depositar em cartório o rol de testemunhas. residência e o local de trabalho.925. dez testemunhas.que falecer. precisando-lhes o nome.o que. no máximo. não for digno de fé. perante o juiz da causa. tendo mudado de residência.os senadores e deputados federais. Subseção II . Art. II . A testemunha não é obrigada a depor de fatos: I . caso não compareça. do Superior Tribunal Militar. respondendo pelas despesas do adiamento.10.Trabalhando pela sua conquista. (Incluído pela Lei nº 8. O juiz inquirirá as testemunhas separada e sucessivamente. parágrafo único). (Redação dada pela Lei nº 10. bem como ao seu cônjuge e aos seus parentes consangüíneos ou afins. (Redação dada pela Lei nº 5.10. a residência e o estado civil.1973) IV . (Redação dada pela Lei nº 5. Art. declarando o nome por inteiro. (Redação dada pela Lei nº 11.925.1973) o § 2 Quando figurar no rol de testemunhas funcionário público ou militar. O juiz solicitará à autoridade que designe dia.o presidente do Senado e o da Câmara dos Deputados. 408. o juiz poderá dispensar as restantes. dos Territórios e do Distrito Federal. a testemunha será qualificada. do Superior Tribunal de Justiça.10.358. hora e local.o que tiver interesse no litígio.os ministros de Estado. Quando for arrolado como testemunha o juiz da causa. o juiz o requisitará ao chefe da repartição ou ao comando do corpo em que servir. (Redação dada pela Lei nº 5.710. ou Ihe 120 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . do Tribunal Superior do Trabalho e do Tribunal de Contas da União.os ministros do Supremo Tribunal Federal. profissão. 412.1973) III .10.1973) I . de 1º. de 1º. estão impossibilitadas de comparecer em juízo (art. a profissão. São inquiridos em sua residência. até três. por estado ou profissão. presumindo-se. Parágrafo único. ou interesse no objeto do processo.9.1973) o § 1 A parte pode comprometer-se a levar à audiência a testemunha. argüindo-lhe a incapacidade.as que prestam depoimento antecipadamente. omitindo-se o juiz. apresentada no ato e inquiridas em separado. de que trata o artigo antecedente. Incumbe às partes.925. por lei ou tratado. que o incluiu no rol.382. se tiver conhecimento de fatos. exceto: I .925. ou o seu amigo íntimo.se nada souber.10.que Ihe acarretem grave dano. sem motivo justificado. o § 1 É lícito à parte contraditar a testemunha. II .que. de 1º. 411. que desistiu de ouvi-la.925. do Tribunal Superior Eleitoral. Vll . o juiz dispensará a testemunha.12.925. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º. Sendo provados ou confessados os fatos. As testemunhas depõem. IV .declarar-se-á impedido. desistir de seu depoimento. constando do mandado dia. 336. 414. ou outro motivo relevante. por doença. a parte poderá provar a contradita com documentos ou com testemunhas. concede idêntica prerrogativa ao agente diplomático do Brasil. o juiz ouvirá testemunhas impedidas ou suspeitas. (Redação dada pela Lei nº 5. II . não estiver em condições de depor. Art. 407. por enfermidade.1973) II . Art.que. este: I .925. A testemunha é intimada a comparecer à audiência.os deputados estaduais. primeiro as do autor e depois as do réu. Vl .1973) Art.2001) Parágrafo único. bem como se tem relações de parentesco com a parte.o procurador-geral da República.925. III . de 1º.os governadores dos Estados.10. Depois de apresentado o rol.10. 409. 410.1973) o § 3 A intimação poderá ser feita pelo correio. Se a testemunha negar os fatos que Ihe são imputados. Vlll . V . os juízes dos Tribunais de Alçada. X . Se a testemunha deixar de comparecer. IV .o Presidente e o Vice-Presidente da República. de 1º. IX . III .as que são inquiridas por carta. de 1º. caso em que será defeso à parte.o inimigo capital da parte.Da Produção da Prova Testemunhal Art. que possam influir na decisão.os desembargadores dos Tribunais de Justiça. 415) e o juiz Ihes atribuirá o valor que possam merecer. de 27. ou onde exercem a sua função: I . mandará excluir o seu nome. (Redação dada pela Lei nº 5. III . independentemente de intimação. sob registro ou com entrega em mão própria. os juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho e dos Tribunais Regionais Eleitorais e os conselheiros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. 406. de 24. na audiência de instrução.o embaixador de país que. quando qualquer das partes oferecer mais de três testemunhas para a prova de cada fato. deva guardar sigilo. que arrolou como testemunha. II . II . no prazo que o juiz fixará ao designar a data da audiência. por seus costumes. (Redação dada pela Lei nº 5. não for encontrada pelo oficial de justiça. ou na colateral em segundo grau.1993) Art. Art. 413.10.1973) o § 4 Sendo estritamente necessário. quando a testemunha tiver residência certa. de 2006). É lícito a cada parte oferecer. hora e local a fim de ser inquirida.a cujo respeito.as que. havendo transitado em julgado a sentença. a parte só pode substituir a testemunha: I . Antes de depor. será conduzida.o condenado por crime de falso testemunho.as designadas no artigo seguinte. remetendo-lhe cópia da petição inicial ou da defesa oferecida pela parte.

certificando.10. o Estado. É lícito às partes.o interdito por demência. a seu respeito. 405.925. pelo mesmo meio. Não se procederá ao exame pericial. Subseção III . É lícito à parte inocente provar com testemunhas: I . 398.925.925.Da Admissibilidade e do Valor da Prova Testemunhal Art. Art. Podem depor como testemunhas todas as pessoas. findo o prazo. a outra. 400.1973) I . obter a prova escrita da obrigação. II .1973) II .10. Art.10.as certidões necessárias à prova das alegações das partes.o cônjuge.10. não está habilitado a transmitir as percepções. ou. o Município. quando destinados a fazer prova de fatos ocorridos depois dos articulados. a parte o argüirá de falso.1973) o § 1 São incapazes: (Redação dada pela Lei nº 5. quando: I . o incidente de falsidade correrá em apenso aos autos principais.925.419. quando a ciência do fato depender dos sentidos que Ihes faltam. de 1º. ao tempo em que deve depor. no prazo de 5 (cinco) dias. não podia discerni-los. que se trata de extrato fiel do que consta em seu banco de dados ou do documento digitalizado. de 1º.925. depósito necessário ou hospedagem em hotel. o juiz mandará extrair. de alguma das partes. o juiz suspenderá o processo principal. expondo os motivos em que funda a sua pretensão e os meios com que provará o alegado. é admissível a prova testemunhal.10. de 2006). 395. ou as respectivas entidades da administração indireta. por consangüinidade ou afinidade.419. 297). até o terceiro grau. Art. incumbindo à parte. ou a resposta (art. Art.1973) I . com os documentos destinados a provar-lhe as alegações. Art. 403. (Incluído pela Lei nº 11. quer tempo e grau de jurisdição. que assistam ou tenham assistido as partes. Sempre que uma das partes requerer a juntada de documento aos autos. ao tempo em que ocorreram os fatos. II . declarará a falsidade ou autenticidade do documento. contados da intimação da sua juntada aos autos. não dispondo a lei de modo diverso. o juiz ordenará o exame pericial. 391.925. (Incluído pela Lei nº 5.que só por documento ou por exame pericial puderem ser provados. Art.Da Produção da Prova Documental Art. 393. acometido por enfermidade.Trabalhando pela sua conquista.925. em qualquer tempo.925. 399.925.10. o juiz ouvirá. em petição dirigida ao juiz da causa. de 1º. Intimada a parte.1973) o § 3 São suspeitos: (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º. (Redação dada pela Lei nº 5. como o tutor na causa do menor. 392.1973) o § 2 São impedidos: (Redação dada pela Lei nº 5.o que. Qualquer que seja o valor do contrato. exceto as incapazes. no prazo máximo e improrrogável de 30 (trinta) dias. Art.o que intervém em nome de uma parte. II . de 2006). (Redação dada pela Lei nº 5. que produziu o documento. de 1º. de 1º. o representante legal da pessoa jurídica.Da Prova Testemunhal Subseção I . os vícios do consentimento.o credor não pode ou não podia. de 1º. juntar aos autos documentos novos. (Renumerado pela Lei nº 11. contra quem foi produzido o documento.1973) III .o que é parte na causa. (Incluído pela Lei nº 5. A sentença.nos contratos simulados. o advogado e outros. bem como o ascendente e o descendente em qualquer grau. suscitá-lo na contestação ou no prazo de 10 (dez) dias. certidões ou reproduções fotográficas das peças indicadas pelas partes ou de ofício. (Incluído pela Lei nº 5. 394. não se puder obter de outro modo a prova.já provados por documento ou confissão da parte. Logo que for suscitado o incidente de falsidade. 402. a responder no prazo de 10 (dez) dias. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 119 . de 1º. ou colateral. Art. que produziu o documento. que o juiz repute necessária ao julgamento do mérito. de 1º. ou. moral ou materialmente. salvo se o exigir o interesse público. (Incluído pela Lei nº 5.o cego e o surdo.houver começo de prova por escrito. II .925. em casos como o de parentesco.nos contratos em geral. ou para contrapô-los aos que foram produzidos nos autos. o juiz. ou debilidade mental.10.1973) III .1973) IV . Art. a divergência entre a vontade real e a vontade declarada.10. Seção VI . 283). 396. tratando-se de causa relativa ao estado da pessoa. ao tempo em que foram celebrados. concordar em retirá-lo e a parte contrária não se opuser ao desentranhamento. 401. Compete à parte instruir a petição inicial (art. de 1º. Art. reputando-se tal o documento emanado da parte contra quem se pretende utilizar o documento como prova. Depois de encerrada a instrução. (Redação dada pela Lei nº 5. As normas estabelecidas nos dois artigos antecedentes aplicam-se ao pagamento e à remissão da dívida. Parágrafo único. Quando o documento for oferecido antes de encerrada a instrução. o § 2 As repartições públicas poderão fornecer todos os documentos em meio eletrônico conforme disposto em lei. A prova testemunhal é sempre admissível.1973) II .os procedimentos administrativos nas causas em que forem interessados a União. impedidas ou suspeitas. 397. Art. que resolver o incidente.925.10.o menor de 16 (dezesseis) anos. o § 1 Recebidos os autos. A prova exclusivamente testemunhal só se admite nos contratos cujo valor não exceda o décuplo do maior salário mínimo vigente no país. O juiz indeferirá a inquirição de testemunhas sobre fatos: I . Art. O juiz requisitará às repartições públicas em qualquer tempo ou grau de jurisdição: I . (Redação dada pela Lei nº 5. no tribunal processar-se-á perante o relator.10. se a parte. 404. observando-se o disposto no artigo antecedente. devolverá os autos à repartição de origem. Art.

Art. provam também a favor do seu autor no litígio entre comerciantes. cabendo ao escrivão. A firma do remetente poderá ser reconhecida pelo tabelião. É lícito ao comerciante. Art. Parágrafo único. ambos serão considerados em conjunto como unidade. 385. Os livros comerciais provam contra o seu autor. Parágrafo único. O juiz pode. Art. III . o § 2 . exigir-se-ão o original e o negativo. extraindo-se deles a suma que interessar ao litígio. o documento particular. violando o pacto feito com o signatário. III .10. de modo certo. Cessa a fé do documento particular quando: I . se o original constante da estação expedidora foi assinado pelo remetente. valem como certidões. que o tem por verdadeiro. Art. II . Parágrafo único. é indivisível. o radiograma ou qualquer outro meio de transmissão tem a mesma força probatória do documento particular. II .na liquidação de sociedade. se o documento houver sido obtido por erro. Art. O incidente de falsidade tem lugar em qual- 118 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . faz prova em benefício do devedor. dolo ou coação. II . alegar no prazo estabelecido no art. ordenar à parte a exibição parcial dos livros e documentos. II .do ato ou fato que estabeleça. Dar-se-á abuso quando aquele. conforme a experiência comum. 387. como para aquele que se achar em poder do devedor. borrão ou cancelamento.Da Argüição de Falsidade Art. 383. A cópia de documento particular tem o mesmo valor probante que o original. ainda que não assinada.em formar documento não verdadeiro. O juiz pode ordenar. As cartas. 390. 384. proceder à conferência e certificar a conformidade entre a cópia e o original. O telegrama. Compete à parte. II . admitido expressa ou tacitamente. não o firmou. Art. salvo se provar que estes se não verificaram.Se a prova for uma fotografia publicada em jornal. Art. As reproduções fotográficas ou obtidas por outros processos de repetição. 389. 377. que recebeu documento assinado. 376. 378. cinematográfica. O juiz apreciará livremente a fé que deva merecer o documento. 386. uns são favoráveis ao interesse de seu autor e outros Ihe são contrários. Incumbe o ônus da prova quando: I .925. 379. 381. Impugnada a autenticidade da reprodução mecânica. à parte que a argüir. Subseção II . a exibição integral dos livros comerciais e dos documentos do arquivo: I . prova que o seu autor fez a declaração. 374. 372. qualquer dos signatários. O telegrama ou o radiograma presume-se conforme com o original. (Redação dada pela Lei nº 5. bem como reproduções autenticadas.1973) Art. bem como os registros domésticos. se Ihe admite ou não a autenticidade da assinatura e a veracidade do contexto. fonográfica ou de outra espécie. 375.assinado em branco. com o silêncio. de 1º. for abusivamente preenchido.Trabalhando pela sua conquista.quando e como determinar a lei. por conta de quem foi feito. contra quem foi produzido documento particular. 373. dos documentos particulares. emenda.contêm anotação. faz prova dos fatos ou das coisas representadas. Art. 390. Art.da sua apresentação em repartição pública ou em juízo. que o credor conservar em seu poder.Quando se tratar de fotografia. com texto não escrito no todo ou em parte. III . a anterioridade da formação do documento.enunciam o recebimento de um crédito. 388. se aquele contra quem foi produzida Ihe admitir a conformidade. sendo-lhe declarada judicialmente a falsidade. que pretende utilizar-se dele. que preencham os requisitos exigidos por lei. o juiz ordenará a realização de exame pericial. provam contra quem os escreveu quando: I . Art. aceitar os fatos que Ihe são favoráveis e recusar os que são contrários ao seu interesse. Ressalvado o disposto no parágrafo único do artigo anterior. como a fotográfica.aquele que o fez e o assinou. a requerimento da parte. Reputa-se autor do documento particular: I . todavia. O documento particular. intimadas as partes. porque. Art. esta terá de ser acompanhada do respectivo negativo. Art. Parágrafo único.se tratar de contestação de assinatura. Art.em alterar documento verdadeiro. mandando compô-lo.expressam conhecimento de fatos para os quais não se exija determinada prova. Art. Art. como livros comerciais e assentos domésticos. Art. declarando-se essa circunstância no original depositado na estação expedidora. II . por si ou por meio de outrem. o § 1 . presumindo-se.aquele que. 371. Cessa. quando em ponto substancial e sem ressalva contiver entrelinha. IV . sendo defeso à parte. todavia.na sucessão por morte de sócio. Art. à parte que produziu o documento. que visa a suprir a falta de título em favor de quem é apontado como credor. A falsidade consiste: I . Parágrafo único. V . 380. provando a data de sua expedição e do recebimento pelo destinatário. demonstrar.lhe for contestada a assinatura e enquanto não se Ihe comprovar a veracidade. Parágrafo único.aquele. que Ihe é atribuída. o formar ou o completar. de ofício. estando assinado. público ou particular. Qualquer reprodução mecânica.se tratar de falsidade de documento. Art. Os livros comerciais. Cessa a fé do documento. de cuja autenticidade se não duvida. que os lançamentos não correspondem à verdade dos fatos. Parágrafo único. por todos os meios permitidos em direito. A escrituração contábil é indivisível: se dos fatos que resultam dos lançamentos. não se costuma assinar. A nota escrita pelo credor em qualquer parte de documento representativo de obrigação. sempre que o escrivão portar por fé a sua conformidade com o original. a eficácia da admissão expressa ou tácita. Aplica-se esta regra tanto para o documento. 382.

1973) Seção V .1973) IV . o juiz admitirá como verdadeiros os fatos que. de instrumentos ou documentos lançados em suas notas. As declarações constantes do documento particular. ou o funcionário declarar que ocorreram em sua presença. ou a posse do documento ou da coisa. o juiz lhe ordenará que proceda ao respectivo depósito em cartório ou noutro lugar designado. VI .as reproduções dos documentos públicos. (Redação dada pela Lei nº 5. por estado ou profissão.10. desde que atestado pelo seu emitente.se a sua apresentação puder violar dever de honra. pelo Ministério Público e seus auxiliares.10. de 2006). bem como a seus parentes consangüíneos ou afins até o terceiro grau.se a exibição acarretar a divulgação de fatos. A parte e o terceiro se escusam de exibir. requisitando. Art. o juiz mandará citá-lo para responder no prazo de 10 (dez) dias. (Redação dada pela Lei nº 5. público ou particular. de 1º. O documento público faz prova não só da sua formação. em seguida proferirá a sentença.se a recusa for havida por ilegítima. o juiz designará audiência especial. (Incluído pela Lei nº 11. 361. se recusar a efetuar a exibição. desde que autenticadas por oficial público ou conferidas em cartório. impondo ao requerente que o embolse das despesas que tiver.925. o juiz poderá determinar o seu depósito em cartório ou secretaria.419. (Incluído pela Lei nº 11.as cópias reprográficas de peças do próprio processo judicial declaradas autênticas pelo próprio advogado sob sua responsabilidade pessoal.1973) V . ou somente assinado. mas também dos fatos que o escrivão. tomando-lhe o depoimento.se a publicidade do documento redundar em desonra à parte ou ao terceiro. escrito e assinado.10. presumem-se verdadeiras em relação ao signatário. mencionados no inciso VI do caput deste artigo.1973) I . O documento.os extratos digitais de bancos de dados.desde a morte de algum dos signatários. se não lhes for impugnada a autenticidade. Art. III . Mas. quando juntados aos autos pelos órgãos da Justiça e seus auxiliares. o juiz expedirá mandado de apreensão.as reproduções digitalizadas de qualquer documento. Se o terceiro.925. V .a partir da impossibilidade física. 370.se o requerido não efetuar a exibição. sem justo motivo. de 1º.382. Ao decidir o pedido. a cujo respeito. (Redação dada pela Lei nº 5. sendo extraídas por ele ou sob sua vigilância e por ele subscritas. da outra se extrairá uma suma para ser apresentada em juízo.1973) II . competindo ao interessado em sua veracidade o ônus de provar o fato.925. o § 1 Os originais dos documentos digitalizados. III . A data do documento particular. contiver declaração de ciência. 365. tem a mesma eficácia probatória do documento particular. de 1º. segundo o prudente arbítrio do juiz. 364. Art.419. pode suprir-lhe a falta.10.925. 368.1973) III . pelas repartições públicas em geral e por advogados públicos ou privados. ou de outro livro a cargo do escrivão. Art. justifiquem a recusa da exibição. declarando que foi aposta em sua presença.925. se necessário. Quando. por meio do documento ou da coisa. em relação a terceiros. deverão ser preservados pelo seu detentor até o final do prazo para interposição de ação rescisória. como da substância do ato. Quando o documento ou a coisa estiver em poder de terceiro. Art.10.419.no dia em que foi registrado. a parte pretendia provar: I . de 2006). (Incluído pela Lei nº 11. o instrumento público. o documento particular prova a declaração. III . tudo sem prejuízo da responsabilidade por crime de desobediência. que sobreveio a Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 117 . de 2006). pelas procuradorias.10. sendo subscrito pelas partes.925. 363. ressalvada a alegação motivada e fundamentada de adulteração antes ou durante o processo de digitalização.419. sob as penas da lei. provar-se-á por todos os meios de direito. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. força policial. em juízo.se o documento. Art. considerar-se-á datado o documento particular: I . de 1º. I a V disserem respeito só a uma parte do conteúdo do documento. 362. ou sem a observância das formalidades legais. mas não o fato declarado. nenhuma outra prova. II . Art. relativa a determinado fato.Da Prova Documental Subseção I . Art. do protocolo das audiências.10. Se o terceiro negar a obrigação de exibir. de 1º. Fazem a mesma prova que os originais: I . II . Art. 357. que as informações conferem com o que consta na origem.925. por seu conteúdo. por mais especial que seja. o tabelião.os traslados e as certidões extraídas por oficial público. Parágrafo único.1973) Parágrafo único. IV . Art. com os respectivos originais.se subsistirem outros motivos graves que. se o terceiro descumprir a ordem. (Redação dada pela Lei nº 5. 366. for comum às partes. feito por oficial público incompetente. II .as certidões textuais de qualquer peça dos autos. Quando a lei exigir. bem como o das partes e.Trabalhando pela sua conquista.se concernente a negócios da própria vida da família. Art. públicos e privados. o documento ou a coisa: (Redação dada pela Lei nº 5. devam guardar segredo. se necessário. 369.Da Força Probante dos Documentos Art. (Redação dada pela Lei nº 5. de 2006). de 1º. de 2006). 367. no prazo de 5 (cinco) dias. de testemunhas. quando a seu respeito surgir dúvida ou impugnação entre os litigantes. quando o tabelião reconhecer a firma do signatário. o § 2 Tratando-se de cópia digital de título executivo extrajudicial ou outro documento relevante à instrução do processo. (Redação dada pela Lei nº 5. 360. 359. de 1º. Reputa-se autêntico o documento. nem fizer qualquer declaração no prazo do art. Se os motivos de que tratam os ns. todavia. ou lhes representar perigo de ação penal.

deixar de responder ao que Ihe for perguntado. Seção IV . 355. de ofício. A confissão é judicial ou extrajudicial. Todavia. O pedido formulado pela parte conterá: I . ou por mandatário com poderes especiais. Parágrafo único.comparecer em juízo.as circunstâncias em que se funda o requerente para afirmar que o documento ou a coisa existe e se acha em poder da parte contrária. apreciando as demais circunstâncias e elementos de prova. 339. nos casos de que trata este artigo. Cindir-se-á. Art. todavia. quando emanar de erro. a fim de interrogá-la na audiência de instrução e julgamento. o juiz permitirá que o requerente prove. Art. suscetíveis de constituir fundamento de defesa de direito material ou de reconvenção. declarará. Cabe ao confitente o direito de propor a ação. não devolvidas dentro do prazo ou concedidas sem efeito suspensivo. Seção III . se houve recusa de depor. Art. que esteja em seu poder. sem motivo justificado. 358. 14. Se afirmar que não possui o documento ou a coisa. não podendo a parte. 352.informar ao juiz os fatos e as circunstâncias. Esta disposição não se aplica às ações de filiação. o juiz Ihe aplicará a pena de confissão. quando. a confissão de um cônjuge não valerá sem a do outro.praticar o ato que Ihe for determinado. Art. Art. II .Da Exibição de Documento ou Coisa Art. (Redação dada pela Lei nº 11.280. de desquite e de anulação de casamento. Parágrafo único. será livremente apreciada pelo juiz. compete a cada parte requerer o depoimento pessoal da outra. Parágrafo único. todavia. Ninguém se exime do dever de colaborar com o Poder Judiciário para o descobrimento da verdade. Art. de que tenha conhecimento. que for julgada necessária. A confissão judicial pode ser espontânea ou provocada. 342. da qual constituir o único fundamento. em relação a qualquer pleito: I . Art. quando o confitente Ihe aduzir fatos novos. Parágrafo único.Da Confissão Art. não prejudicando. Art. dolo ou coação. de regra. Art. Há confissão. pode ser revogada: I . A confissão judicial faz prova contra o confitente. contrário ao seu interesse e favorável ao adversário. III . 346. Da confissão espontânea. 344. 351. no processo. A confissão. Art. a consulta a notas breves. 347. III . II . determinar o comparecimento pessoal das partes. que a declaração não corresponde à verdade. Art. feita a terceiro. ou comparecendo. a confissão provocada constará do depoimento pessoal prestado pela parte. Quando o juiz não o determinar de ofício. que Ihe forem imputados. o § 2 Se a parte intimada não comparecer. em juízo. inciso IV do art. a fim de interrogá-las sobre os fatos da causa. desde que objetivem completar esclarecimentos. II . depois de transitada em julgado a sentença. 116 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . A carta precatória e a carta rogatória. Art.a individuação. O juiz pode. 357. de 2006) Parágrafo único. todavia. Parágrafo único. se recusar a depor. A confissão é. Art. 340. o juiz. 341. Quando a parte.Do Depoimento Pessoal Art. os litisconsortes. Parágrafo único. ou empregar evasivas.por ação rescisória. se recuse a depor.a cujo respeito. II . só terá eficácia nos casos em que a lei não exija prova literal.a finalidade da prova. comparecendo. poderão ser juntas aos autos até o julgamento final. passa aos seus herdeiros. na sentença. o § 1 A parte será intimada pessoalmente. Art. O juiz não admitirá a recusa: I . Art. 356. 349. em qualquer estado do processo. 265 desta Lei. 343. A parte não é obrigada a depor de fatos: I . respondendo ao que Ihe for interrogado. deva guardar sigilo. aceitá-la no tópico que a beneficiar e rejeitá-la no que Ihe for desfavorável. que se ache em seu poder. que a quiser invocar como prova. O juiz pode ordenar que a parte exiba documento ou coisa. por qualquer meio.se o requerido tiver obrigação legal de exibir. de fatos relativos a direitos indisponíveis. A parte responderá pessoalmente sobre os fatos articulados. do documento ou da coisa. a quem ainda não depôs. Art. Não vale como confissão a admissão. uma vez iniciada. não podendo servir-se de escritos adrede preparados. O requerido dará a sua resposta nos 5 (cinco) dias subseqüentes à sua intimação. a prova nelas solicitada apresentar-se imprescindível. 345.por ação anulatória. com o intuito de constituir prova. Art. tem a mesma eficácia probatória da judicial. 353. indicando os fatos que se relacionam com o documento ou a coisa.exibir coisa ou documento. quando feita verbalmente. por estado ou profissão.Trabalhando pela sua conquista. mas. o juiz Ihe permitirá. tão completa quanto possível. ou contida em testamento. se lavrará o respectivo termo nos autos. quando a parte admite a verdade de um fato.submeter-se à inspeção judicial.se o requerido aludiu ao documento ou à coisa. A parte será interrogada na forma prescrita para a inquirição de testemunhas. constando do mandado que se presumirão confessados os fatos contra ela alegados. A confissão extrajudicial. 354. 348. indivisível.criminosos ou torpes. se pendente o processo em que foi feita. caso não compareça ou. 350. II . Seção II . feita por escrito à parte ou a quem a represente. II . Nas ações que versarem sobre bens imóveis ou direitos sobre imóveis alheios. tanto que requerida pela parte. Compete ao terceiro. Além dos deveres enumerados no art. tendo sido requeridas antes da decisão de saneamento. assistir ao interrogatório da outra parte. É defeso. A confissão espontânea pode ser feita pela própria parte. compete à parte: I .

(Redação dada pela Lei nº 5. 5 ).10. CAPÍTULO V . de 7.admitidos. o juiz. o juiz designará.Trabalhando pela sua conquista.1973) I . observando o que dispõe o capítulo seguinte. verificando que não ocorreu o efeito da revelia. este será ouvido no prazo de 10 (dez) dias.925. ou. Art. o juiz aplicará as regras de experiência comum subministradas pela observação do que ordinariamente acontece e ainda as regras da experiência técnica. Salvo disposição especial em contrário. 337. de 7. O ônus da prova incumbe: I .ao réu. dia. no prazo de 10 (dez) dias.1973) Seção II . ou não havendo necessidade delas. 328. 326. III . Ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nos arts. de 13. as provas devem ser produzidas em audiência. 332.tornar excessivamente difícil a uma parte o exercício do direito. Modificativos ou Extintivos do Pedido Art. (Redação dada pela Lei nº 11. não houver necessidade de produzir prova em audiência.quando ocorrer a revelia (art. (Incluído pela Lei nº 10. quanto à existência de fato impeditivo.2002) CAPÍTULO VI .5. II . II a V. facultando-lhe o juiz a produção de prova documental. designando audiência de instrução e julgamento. estrangeiro ou consuetudinário.280. Art. sendo de direito e de fato. determinará. 324. de 2006) Parágrafo único O revel poderá intervir no processo em qualquer fase. (Redação dada pela Lei nº 5. Seção II . Se o réu alegar qualquer das matérias enumeradas no art. recebendo-o no estado em que se encontrar. hora e lugar para inquiri-la. Se não ocorrer qualquer das hipóteses previstas nas seções precedentes.925.5.Das Alegações do Réu Art. bem como os moralmente legítimos. decidirá as questões processuais pendentes e determinará as provas a serem produzidas.Do Efeito da Revelia Art. modificativo ou extintivo do direito do autor. ou por outro motivo relevante.10. o juiz fixará os pontos controvertidos. (Incluído pela Lei nº 11. de 2006) CAPÍTULO IV . 329. o escrivão fará a conclusão dos autos. 330. Se o réu não contestar a ação. o juiz declarará extinto o processo. a realizar-se no prazo de 30 (trinta) dias. de 1º. de 1º. no processo. o juiz proferirá julgamento conforme o estado do processo. 301. como incontroversos. II . II . (Redação dada pela Lei nº 10.Do Julgamento Antecipado da Lide Art. Art. ainda que não especificados neste Código. (Redação dada pela Lei nº 5. A carta precatória e a carta rogatória suspenderão o processo. desde logo. 335.5.12.Da Declaração incidente Art. Verificando a existência de irregularidades ou de nulidades sanáveis. Cumpridas as providências preliminares.10.Da Extinção do Processo Art. as providências preliminares. mas não de prestar depoimento.recair sobre direito indisponível da parte. 331. mandará que o autor especifique as provas que pretenda produzir na audiência. Art.Dos Fatos Impeditivos.afirmados por uma parte e confessados pela parte contrária.DAS PROVAS Seção I . o juiz designará audiência preliminar. Art. Parágrafo único. o juiz mandará supri-las. 325. Todos os meios legais. É nula a convenção que distribui de maneira diversa o ônus da prova quando: I . por enfermidade.12.1994) o § 3 Se o direito em litígio não admitir transação.925. outro Ihe opuser impeditivo. IV . Findo o prazo para a resposta do réu. com poderes para transigir. Parágrafo único. (Incluído pela Lei nº 8. Quando a parte. ou a testemunha. por qualquer motivo. estiver impossibilitada de comparecer à audiência.952. 336. o o julgamento da lide (art. no caso previsto na alínea b do Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 115 . 334.1973) Seção III .1973) II .444. de 13. e versar a causa sobre direitos que admitam transação.ao autor. se da declaração da existência ou da inexistência do direito depender. Contestando o réu o direito que constitui fundamento do pedido.10. que sobre ele o juiz profira sentença incidente. 327. se necessário. O juiz conhecerá diretamente do pedido. de 1º. será reduzida a termo e homologada por sentença. se assim o determinar o juiz. ressalvado. para a qual serão as partes intimadas a comparecer.2002) o § 1 Obtida a conciliação. não for obtida a conciliação. que alegar direito municipal. Seção III . podendo fazer-se representar por procurador ou preposto. provar-lhe-á o teor e a vigência. Seção I .DAS PROVIDÊNCIAS PRELIMINARES Art. Art. quanto a esta.quando a questão de mérito for unicamente de direito.em cujo favor milita presunção legal de existência ou de veracidade.280.Das Disposições Gerais Art. 338.2002) Art. ou se as circunstâncias da causa evidenciarem ser improvável sua obtenção. no todo ou em parte.1994) o § 2 Se.952. o juiz poderá. Art.444. no prazo de 10 (dez) dias. de 7. (Incluído pela Lei nº 8. que constam das seções deste Capítulo.925. Em falta de normas jurídicas particulares. Se o réu. sanear o processo e ordenar a produção da prova. 323. 333. permitindo-lhe a produção de prova documental. 267 e 269. proferindo sentença: (Redação dada pela Lei nº 5. quanto ao fato constitutivo do seu direito. em que se funda a ação ou a defesa. estadual. 319). conforme o caso. o autor poderá requerer. O juiz. o exame pericial. A parte. fixando à parte prazo nunca superior a 30 (trinta) dias.444. reconhecendo o fato em que se fundou a ação. Não dependem de prova os fatos: I .DO JULGAMENTO CONFORME O ESTADO DO PROCESSO Seção I . de 1º. conforme as circunstâncias. nos termos o do § 2 . modificativo ou extintivo do direito do autor. são hábeis para provar a verdade dos fatos. o juiz mandará ouvir o autor no prazo de 10 (dez) dias.notórios.Da Audiência Preliminar (Redação dada pela Lei nº 10. Seção IV .

Cabe também ao réu manifestar-se precisamente sobre os fatos narrados na petição inicial. que a lei considere indispensável à prova do ato. A petição. de 1º. o juiz designará audiência de instrução. Julgada procedente a exceção. de 1º. 134 e 135). mandando remeter os autos ao seu substituto legal. A parte oferecerá a exceção de impedimento ou de suspeição. especificando o motivo da recusa (arts.1973) o § 3 Há litispendência.Trabalhando pela sua conquista. o autor não poderá alterar o pedido. ordenará a remessa dos autos ao seu substituto legal. III . de 1º. Na exceção de incompetência (art. ou a causa de pedir. Julgar-se-ão na mesma sentença a ação e a reconvenção. o impedimento ou a suspeição. 313. 305. III .1973) Art. de 1º.se não for admissível. 317. até que seja definitivamente julgada. III . 304.10. o tribunal determinará o seu arquivamento. Art. A revelia não induz. o juiz conhecerá de ofício da matéria enumerada neste artigo. ordenando a remessa dos autos ao tribunal.Da Reconvenção Art. 306. Presumem-se verdadeiros os fatos não impugnados. dirigida ao juiz da causa. 112 desta Lei). Art. 319. 316. a incompetência (art. indicando o juízo para o qual declina. nem demandar declaração incidente. de 1º. ao curador especial e ao órgão do Ministério Público.12. Art.10.se a petição inicial não estiver acompanhada do instrumento público. (Revogado pela Lei nº 9. de 2006) Art.Do Impedimento e da Suspeição Art. II . A desistência da ação. se reconhecer o impedimento ou a suspeição. 318. o processo ficará suspenso (art.1995) Art. correrão os prazos independentemente de intimação. 302. há coisa julgada. Se o réu não contestar a ação. O réu pode reconvir ao autor no mesmo processo.10. Subseção I . de 26. toda vez que a reconvenção seja conexa com a ação principal ou com o fundamento da defesa.por expressa autorização legal. (Redação dada pela Lei nº 5. Seção IV . quando se repete ação. O excipiente argüirá a incompetência em petição fundamentada e devidamente instruída.competir ao juiz conhecer delas de ofício. 321. acompanhadas de documentos e de rol de testemunhas. com requerimento de sua imediata remessa ao juízo que determinou a citação. Parágrafo único. 114 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . dará as suas razões. cabendo à parte oferecer exceção. (Redação dada pela Lei nº 5. Verificando que a exceção não tem fundamento legal.925. (§ 1º renumerado pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 5. puderem ser formuladas em qualquer tempo e juízo. Contra o revel que não tenha patrono nos autos.1973) Art. (Redação dada pela Lei nº 5. Despachando a petição. a mesma causa de pedir e o mesmo pedido.1973) o § 2 Uma ação é idêntica à outra quando tem as mesmas partes.se estiverem em contradição com a defesa. É lícito a qualquer das partes argüir. salvo: I . Art. se houver. reputar-se-ão verdadeiros os fatos afirmados pelo autor. III).1995) § 2º Não se admitirá reconvenção nas causas de procedimento sumaríssimo.925. Parágrafo único. Conclusos os autos.925.Das Exceções Art. quando se repete ação que já foi decidida por sentença. no caso contrário condenará o juiz nas custas. 309. a seu respeito. salvo promovendo nova citação do réu.925. Art. ou a existência de qualquer causa que a extinga. reconvir ao autor.280. CAPÍTULO III . em caso contrário. Havendo necessidade de prova testemunhal. Oferecida a reconvenção. o juiz mandará processar a exceção.925. II .se a petição inicial não estiver acompanhada do instrumento público que a lei considerar da substância do ato. ouvindo o excepto dentro em 10 (dez) dias e decidindo em igual prazo. 307. não obsta ao prosseguimento da reconvenção. contudo. (Incluído pela Lei nº 11. Não pode o réu. ou grau de jurisdição. 134) ou a suspeição (art.1973) o § 4 Com exceção do compromisso arbitral. o impedimento (art. os autos serão remetidos ao juiz competente. só é lícito deduzir novas alegações quando: I . algum deles contestar a ação. Art. (Redação dada pela Lei nº 5. (Redação dada pela Lei nº 5. a petição pode ser protocolizada no juízo de domicílio do réu.10. 265.10. Art. 312.245. decidindo dentro de 10 (dez) dias. O juiz indeferirá a petição inicial da exceção. 322.925. o efeito mencionado no artigo antecedente: I . de que não caiba recurso. 320.se o litígio versar sobre direitos indisponíveis. contado do fato que ocasionou a incompetência.se. para contestá-la no prazo de 15 (quinze) dias. Art. 135). a confissão. o autor reconvindo será intimado. no prazo de 15 (quinze) dias. Ainda que ocorra revelia. Depois da contestação. Art. quando se reproduz ação anteriormente ajuizada. 308. Art. dentro de 10 (dez) dias. em seu próprio nome. a quem será assegurado o direito de responder no prazo de 15 (quinze) dias. 311. quando este demandar em nome de outrem. Parágrafo único. considerada em seu conjunto. a partir da publicação de cada ato decisório. que está em curso. 112).relativas a direito superveniente. 315. não se aplica ao advogado dativo. quanto ao ônus da impugnação especificada dos fatos.10.12.245.1973) Art. de 1º. poderá ser instruída com documentos em que o excipiente fundar a alegação e conterá o rol de testemunhas. Subseção II . por meio de exceção. o juiz. havendo pluralidade de réus. na pessoa do seu procurador. Este direito pode ser exercido em qualquer tempo. de 26. Recebida a exceção. Seção III .DA REVELIA Art. Art. 310. 314.Da Incompetência Art. quando manifestamente improcedente. 303. Esta regra. II .

inépcia da petição inicial.litispendência. de 13. de 1º. Considera-se inepta a petição inicial quando: (Redação dada pela Lei nº 5. (Incluído pela Lei nº 5. ou ao valor da ação. corresponder tipo diverso de procedimento. desde logo. de 1º.quando não atendidas as prescrições dos arts. A petição inicial será indeferida: (Redação dada pela Lei nº 5. do.Das Disposições Gerais Art.925. de 1º. (Redação dada pela Lei nº 8.1973) V . de 1º.Do Indeferimento da Petição Inicial Art. de 14. o prazo para a resposta correrá da intimação do despacho que deferir a desistência. (Redação dada pela Lei nº 5.925.10.10. 301. 298.1973) I . Art. ainda que entre eles não haja conexão.925. 219.1973) Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 5. alegar: (Redação dada pela Lei nº 5. III .10. a sentença as incluirá na condenação. Os pedidos são interpretados restritivamente. § 5 ). o § 1 São requisitos de admissibilidade da cumulação: I .10.1993) Seção III . de 1º. (Redação dada pela Lei nº 8. no curso do processo.1973) Art.952.10. porém.falta de caução ou de outra prestação. e 284.1973) III . deixar de pagálas ou de consigná-las. no prazo de 15 (quinze) dias. num único processo.1973) II .925. Art. 289. de 1º. caso em que só não será indeferida. É permitida a cumulação.que os pedidos sejam compatíveis entre si. (Redação dada pela Lei nº 5.que seja adequado para todos os pedidos o tipo de procedimento.Ihe faltar pedido ou causa de pedir.925. se o devedor.1973) Vl . de 13.925. (Redação dada pela Lei nº 5.1973) III .da narração dos fatos não decorrer logicamente a conclusão.1973) IX . de 1º. facultado ao juiz. reformar sua decisão. (Redação dada pela Lei nº 5.925. admitir-se-á a cumulação. o autor poderá apelar.incapacidade da parte.925. Art. (Redação dada pela Lei nº 5. Art. de 1º. compreendendo-se.1973) I .perempção. o § 2 Quando.307. Não sendo reformada a decisão. de 1º.1973) III . antes de discutir o mérito. os autos serão imediatamente encaminhados ao tribunal competente. O réu poderá oferecer. a exceção será processada em apenso aos autos principais. Indeferida a petição inicial. o prazo para responder ser-lhes-á comum. (Redação dada pela Lei nº 5.10. É lícito formular mais de um pedido em ordem sucessiva. (Redação dada pela Lei nº 5.952. Parágrafo único.quando o juiz verificar.718. Art.10.quando o tipo de procedimento. escolhido pelo autor.que seja competente para conhecer deles o mesmo juízo.925. 296. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 113 . de 1º. defeito de representação ou falta de autorização.925.1994) CAPÍTULO II .925. 290. (Redação dada pela Lei nº 5.925. exceção e reconvenção. se puder adaptar-se ao tipo de procedimento legal.carência de ação. (Redação dada pela Lei nº 5. (Redação dada pela Lei nº 8. (Redação dada pela Lei nº 9.10.o pedido for juridicamente impossível. de 1º. deduzidas as despesas na proporção de seu crédito.convenção de arbitragem. expondo as razões de fato e de direito. Art.925. enquanto durar a obrigação. de 1º.10.1973) IV . (Redação dada pela Lei nº 5. em petição escrita.1994) Parágrafo único.10.925.1973) I .quando a parte for manifestamente ilegítima.10. para cada pedido.1973) VII .inexistência ou nulidade da citação. 294. de 1º. II .925.DA RESPOSTA DO RÉU Seção I .contiver pedidos incompatíveis entre si. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º.Da Contestação Art.1973) V . a fim de que o juiz conheça do posterior. Art. Quando forem citados para a ação vários réus. contestação.925. aquele que não participou do processo receberá a sua parte.925. Se o autor desistir da ação quanto a algum réu ainda não citado.12.conexão. de 1º.quando for inepta. correndo à sua conta as custas acrescidas em razão dessa iniciativa. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º. Antes da citação.12. na contestação.925. primeira parte.925. 191. contra o mesmo réu. considerar-se-ão elas incluídas no pedido.10.925. de 1º. (Redação dada pela Lei nº 5. Seção II .10. salvo o disposto no art.coisa julgada.10.1973) II . 291.10. 295.1973) II .1996) X . (Redação dada pela Lei nº 5. Quando a obrigação consistir em prestações periódicas. 300. a decadência o ou a prescrição (art. Compete-lhe. ainda que o autor não tenha formulado pedido alternativo. de vários pedidos. Na obrigação indivisível com pluralidade de credores.10.10.10. de 1º. que a lei exige como preliminar. no principal os juros legais.Trabalhando pela sua conquista. em peças autônomas. o autor poderá aditar o pedido. de 1º.incompetência absoluta. 299.10.10. Art. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas.925. Compete ao réu alegar. entretanto. 293. A contestação e a reconvenção serão oferecidas simultaneamente.1973) IV .10.10. em não podendo acolher o anterior.1973) IV . 292. (Redação dada pela Lei nº 5.1973) o § 1 Verifica-se a litispendência ou a coisa julgada. (Redação dada pela Lei nº 5.1973) Xl . de 1º. com que impugna o pedido do autor e especificando as provas que pretende produzir. não corresponder à natureza da causa.925.10. parágrafo único.9.10.925. se o autor empregar o procedimento ordinário. de 23. de 1º. 39. (Redação dada pela Lei nº 5. Art. 297. de 1º.1973) Vl . de 1º. toda a matéria de defesa.1973) Vlll . independentemente de declaração expressa do autor. dirigida ao juiz da causa.quando o autor carecer de interesse processual. (Redação dada pela Lei nº 5.

Não obtida a conciliação.o valor da causa. com as suas especificações. (Redação dada pela Lei nº 5.1973) Art. Se o autor não cumprir a diligência.5. No procedimento sumário não são admissíveis a ação declaratória incidental e a intervenção de terceiros.925. (Redação dada pela Lei nº 5. formular pedido em seu favor. ou a complete. (Redação dada pela Lei nº 5. (Incluído pela Lei nº 11. de 1º. O pedido será alternativo. de 1º. na contestação. poderes para transigir. 282 e 283. se presumirão aceitos pelo réu. para responder. o recurso de terceiro prejudicado e a intervenção fundada em contrato de seguro. Quando. na própria audiência.12. oferecerá o réu. as conseqüências do ato ou do fato ilícito.245. 282 a 475-R TÍTULO VIII . de 26.245.245.DO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO CAPÍTULO I .10. 461. de 26. 285-A. desde que fundado nos mesmos fatos referidos na inicial. do mandado constará que. de 2006) o § 2 Caso seja mantida a sentença. O pedido deve ser certo ou determinado. determinará que o autor a emende. 279. os fatos articulados pelo autor.10. formular pedido genérico: (Redação dada pela Lei nº 5. (Incluído pela Lei nº 11.o pedido.o juiz ou tribunal.10. ou que apresenta defeitos e irregularidades capazes de dificultar o julgamento de mérito. VI . de 26. de 26. 284. de 7. (Redação dada pela Lei nº 9.DA PETIÇÃO INICIAL Seção I – Dos Requisitos da Petição Inicial Art. será ordenada a citação do réu para responder ao recurso. não sendo contestada a ação. a conversão do procedimento sumário em ordinário. 281 .12.os nomes.o requerimento para a citação do réu. no prazo de 5 (cinco) dias.quando não for possível determinar. de 2006) Seção II . V . tolerar alguma atividade. prestar ato ou entregar coisa. de modo definitivo. IV . os depoimentos serão reduzidos a termo.2002) Art. quando.925. o juiz proferirá sentença na própria audiência ou no prazo de dez dias. 287. A petição inicial indicará: I .1995) Parágrafo único. Art. Nas comarcas ou varas em que não for possível a taquigrafia. 286. 329 e 330.245. A petição inicial será instruída com os documentos indispensáveis à propositura da ação.10. se requerer perícia. de 1º. a escolha couber ao devedor. como verdadeiros.12. de 1º.12. a estenotipia ou outro método de documentação. de 26. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 9. decidirá de plano a impugnação ao valor da causa ou a controvérsia sobre a natureza da demanda.925. o juiz Ihe assegurará o direito de cumprir a prestação de um ou de outro mo- 112 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .277. É lícito. (Incluído pela Lei nº 9. pela lei ou pelo contrato. o juiz indeferirá a petição inicial. no prazo de 10 (dez) dias.245.12. 280. VII .quando a determinação do valor da condenação depender de ato que deva ser praticado pelo réu.925. Estando em termos a petição inicial. de 7.5. salvo a assistência. de 1º. o devedor puder cumprir a prestação de mais de um modo.1995) Art. é facultado ao juiz decidir. a que é dirigida. estenotipia ou outro método hábil de documentação. acompanhada de documentos e rol de testemunhas e.245. se não puder o autor individuar na petição os bens demandados. será designada audiência de instrução e julgamento para data próxima. poderá ser dispensada a citação e proferida sentença. Verificando o juiz que a petição inicial não preenche os requisitos exigidos nos arts. Se o autor pedir que seja imposta ao réu a abstenção da prática de algum ato.12.1973) Art. Parágrafo único. resposta escrita ou oral. Quando a matéria controvertida for unicamente de direito e no juízo já houver sido proferida sentença de total improcedência em outros casos idênticos.245. Art.10. 288. de 26.as provas com que o autor pretende demonstrar a verdade dos fatos alegados. domicílio e residência do autor e do réu. na audiência.Findos a instrução e os debates orais. podendo indicar assistente técnico. (Incluído pela Lei nº 9. III .1995) § 2º Havendo necessidade de produção de prova oral e não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nos arts. de 26.1995) Art.1995) § 5º A conversão também ocorrerá quando houver necessidade de prova técnica de maior complexidade. de 26.925. prenomes. porém. não manter a sentença e determinar o prosseguimento da ação. do qual constará apenas o essencial. (Redação dada pela Lei nº 10. ordenando a citação do réu. poderá requerer cominação de pena pecuniária para o caso de descumprimento da sentença ou da decisão antecipao tória de tutela (arts.2002) Art. § 4 .277. se for o caso.nas ações universais.(Redação dada pela Lei nº 10.(Incluído pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 9. ((Incluído pela Lei nº 9.12.o fato e os fundamentos jurídicos do pedido. II . 278.1973) I .444. determinando. reproduzindo-se o teor da anteriormente prolatada. pela natureza da obrigação. (Redação dada pela Lei nº 9.1995) Do processo ordinário: arts. Art. o juiz a despachará. de 26.1973) II .Trabalhando pela sua conquista.245.1995) Art.12. (Redação dada pela Lei nº 5. profissão. fazendo-se a respectiva transcrição se a determinar o juiz. (Redação dada pela Lei nº 9. formulará seus quesitos desde logo.Do Pedido Art. I e II. 282.1995) § 1º É lícito ao réu. Os atos probatórios realizados em audiência poderão ser documentados mediante taquigrafia. estado civil.1995) § 4º O juiz.277. de 2006) o § 1 Se o autor apelar.12. salvo se houver determinação de perícia.444.1973) III .245. Parágrafo único. 283. e 461-A). 285. não excedente de trinta dias.

se convença da verossimilhança da alegação e: (Redação dada pela Lei nº 8. a sentença. de 26.245. (Redação dada pela Lei nº 10.quando o juiz pronunciar a decadência ou a prescrição.fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. de 26.12. 272. (Incluído pela Lei nº 10. de 26. de 13. a requerimento da parte.1994) I . Sendo ré a Fazenda Pública. (Redação dada pela Lei nº 9.12. as razões do seu convencimento. Observar-se-á o procedimento sumário: (Redação dada pela Lei nº 9. em decisão fundamentada. 270. citando-se o réu com a antecedência mínima de dez dias e sob advertência prevista no § 2º deste artigo. de 13.1973) CAPÍTULO III . (Redação dada pela Lei nº 5. 270 a 281 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 111 . de 2009). (Redação dada pela Lei nº 9. de 7. IV . (Redação dada pela Lei nº 9. Na petição inicial. poderá o juiz. (Redação dada pela Lei nº 8. 277.12.1995) e) de cobrança de seguro.1994) o § 5 Concedida ou não a antecipação da tutela.1995) Art.12. o autor apresentará o rol de testemunhas e. (Incluído pela Lei nº 8.245.12.122. de 7.1995) c) de ressarcimento por danos em prédio urbano ou rústico.12.1973) TÍTULO VII .2002) o § 4 A tutela antecipada poderá ser revogada ou modificada a qualquer tempo. (Incluído pela Lei nº 10.245. quando presentes os respectivos pressupostos. §§ 4 e 5 .1995) Art. 271.quando o autor renunciar ao direito sobre que se funda a ação. O procedimento ordinário reger-se-á segundo as disposições dos Livros I e II deste Código.245. de 1º.952.245. deferir a medida cautelar em caráter incidental do processo ajuizado.1995) g) que versem sobre revogação de doação.5.245.12.12. salvo se o contrário resultar da prova dos autos.1995) I . qualquer que seja o valor (Redação dada pela Lei nº 9.DO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO Art.12.1995) a) de arrendamento rural e de parceria agrícola.1995) f) de cobrança de honorários dos profissionais liberais. de 13. existindo prova inequívoca.245.DO PROCESSO E DO PROCEDIMENTO CAPÍTULO I .952. desde que. os prazos contar-se-ão em dobro. O juiz poderá.12. h) nos demais casos previstos em lei.952.245. (Redação dada pela Lei nº 9.245.444. de 26. de 26.925.245. de 7.1995) d) de ressarcimento por danos causados em acidente de veículo de via terrestre. de 26. 275. ressalvado o disposto em legislação especial. de 1º.1994) II .12.1995) § 1º A conciliação será reduzida a termo e homologada por sentença. de 13. de 13. (Incluído pela Lei nº 8. determinando o comparecimento das partes. de 26. se requerer perícia. (Redação dada pela Lei nº 5.DO PROCEDIMENTO SUMÁRIO Art.444. de 26.1994) o § 1 Na decisão que antecipar a tutela.1994) Parágrafo único. V .1994) Art. total ou parcialmente. (Redação dada pela Lei nº 12. salvo disposição em contrário deste Código ou de lei especial. O procedimento comum é ordinário ou sumário. (Redação dada pela Lei nº 9. de 7. ressalvados os casos de processo de execução.952.5.12. (Redação dada pela Lei nº 9. podendo indicar assistente técnico. proferindo o juiz. 319). ou (Incluído pela Lei nº 8.nas causas. 588. de 26. ou parcela deles.245. de 26.1995) § 3º As partes comparecerão pessoalmente à audiência. os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial. a título de antecipação de tutela. subsidiariamente. (Redação dada pela Lei nº 9. relativamente aos danos causados em acidente de veículo. (Incluído pela Lei nº 8. no que couber e conforme sua natureza. 461.2002) o § 7 Se o autor. formulará quesitos.haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. (Incluído pela Lei nº 8. de 13. mostrar-se incontroverso.1995) b) de cobrança ao condômino de quaisquer quantias devidas ao condomínio. podendo fazer-se representar por preposto com Do processo e do procedimento: arts.925. de 26. 274. (Incluído pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 10.2002) II .5. prosseguirá o processo até final julgamento. O juiz designará a audiência de conciliação a ser realizada no prazo de trinta dias.245. (Redação dada pela Lei nº 9. 273.12.10. de 13. (Incluído pela Lei nº 8.Trabalhando pela sua conquista. Parágrafo único.12.952.10. de 2009).12.12. (Incluído pela Lei nº 12. podendo o juiz ser auxiliado por conciliador. cautelar (Livro III) e os procedimentos especiais (Livro IV).(Incluído pela Lei nº 9. requerer providência de natureza cautelar.952.245. de 26. de 13. antecipar.DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. de 26. (Incluído pela Lei nº 8. e 461-A. aplicando-se-lhes.2002) CAPÍTULO II . as disposições gerais do procedimento ordinário.122. reputar-se-ão verdadeiros os fatos alegados na petição inicial (art. (Redação dada pela Lei nº 9. O procedimento especial e o procedimento sumário regem-se pelas disposições que Ihes são próprias.nas causas cujo valor não exceda a 60 (sessenta) vezes o valor do salário mínimo. Este procedimento não será observado nas ações relativas ao estado e à capacidade das pessoas.952. desde logo. Este Código regula o processo de conhecimento (Livro I). de execução (Livro II).12. 276. as normas preo o vistas nos arts. Aplica-se a todas as causas o procedimento comum. Art. de 13.1994) o § 6 A tutela antecipada também poderá ser concedida quando um ou mais dos pedidos cumulados.444.1994) o § 3 A efetivação da tutela antecipada observará. de modo claro e preciso.444. Art. o juiz indicará.5.12.1994) o § 2 Não se concederá a antecipação da tutela quando houver perigo de irreversibilidade do provimento antecipado.12.1995) § 2º Deixando injustificadamente o réu de comparecer à audiência.12.12.952.12.952.

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tuições permitidas por lei.(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Parágrafo único. A alteração do pedido ou da causa de pedir em nenhuma hipótese será permitida após o saneamento do processo. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) CAPÍTULO II - DA SUSPENSÃO DO PROCESSO Art. 265. Suspende-se o processo: I - pela morte ou perda da capacidade processual de qualquer das partes, de seu representante legal ou de seu procurador; II - pela convenção das partes; (Vide Lei nº 11.481, de 2007) III - quando for oposta exceção de incompetência do juízo, da câmara ou do tribunal, bem como de suspeição ou impedimento do juiz; IV - quando a sentença de mérito: a) depender do julgamento de outra causa, ou da declaração da existência ou inexistência da relação jurídica, que constitua o objeto principal de outro processo pendente; b) não puder ser proferida senão depois de verificado determinado fato, ou de produzida certa prova, requisitada a outro juízo; c) tiver por pressuposto o julgamento de questão de estado, requerido como declaração incidente; V - por motivo de força maior; VI - nos demais casos, que este Código regula. o § 1 No caso de morte ou perda da capacidade processual de qualquer das partes, ou de seu representante legal, provado o falecimento ou a incapacidade, o juiz suspenderá o processo, salvo se já tiver iniciado a audiência de instrução e julgamento; caso em que: a) o advogado continuará no processo até o encerramento da audiência; b) o processo só se suspenderá a partir da publicação da sentença ou do acórdão. o § 2 No caso de morte do procurador de qualquer das partes, ainda que iniciada a audiência de instrução e julgamento, o juiz marcará, a fim de que a parte constitua novo mandatário, o prazo de 20 (vinte) dias, findo o qual extinguirá o processo sem julgamento do mérito, se o autor não nomear novo mandatário, ou mandará prosseguir no processo, à revelia do réu, tendo falecido o advogado deste. o § 3 A suspensão do processo por convenção das o partes, de que trata o n Il, nunca poderá exceder 6 (seis) meses; findo o prazo, o escrivão fará os autos conclusos ao juiz, que ordenará o prosseguimento do processo. o o § 4 No caso do n III, a exceção, em primeiro grau da jurisdição, será processada na forma do disposto neste Livro, Título VIII, Capítulo II, Seção III; e, no tribunal, consoante Ihe estabelecer o regimento interno. o o § 5 Nos casos enumerados nas letras a, b e c do n IV, o período de suspensão nunca poderá exceder 1 (um) ano. Findo este prazo, o juiz mandará prosseguir no processo. Art. 266. Durante a suspensão é defeso praticar qualquer ato processual; poderá o juiz, todavia, determinar a realização de atos urgentes, a fim de evitar dano irreparável. CAPÍTULO III - DA EXTINÇÃO DO PROCESSO Art. 267. Extingue-se o processo, sem resolução de mérito: (Redação dada pela Lei nº 11.232, de 2005) I - quando o juiz indeferir a petição inicial; Il - quando ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das partes; III - quando, por não promover os atos e diligências que Ihe competir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias; IV - quando se verificar a ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo; V - quando o juiz acolher a alegação de perempção, litispendência ou de coisa julgada; Vl - quando não concorrer qualquer das condições da ação, como a possibilidade jurídica, a legitimidade das partes e o interesse processual; Vll - pela convenção de arbitragem; (Redação dada pela Lei nº 9.307, de 23.9.1996) Vlll - quando o autor desistir da ação; IX - quando a ação for considerada intransmissível por disposição legal; X - quando ocorrer confusão entre autor e réu; XI - nos demais casos prescritos neste Código. o § 1 O juiz ordenará, nos casos dos ns. II e Ill, o arquivamento dos autos, declarando a extinção do processo, se a parte, intimada pessoalmente, não suprir a falta em 48 (quarenta e oito) horas. o o § 2 No caso do parágrafo anterior, quanto ao n II, as partes pagarão proporcionalmente as custas e, quanto o ao n III, o autor será condenado ao pagamento das despesas e honorários de advogado (art. 28). o § 3 O juiz conhecerá de ofício, em qualquer tempo e grau de jurisdição, enquanto não proferida a sentença de mérito, da matéria constante dos ns. IV, V e Vl; todavia, o réu que a não alegar, na primeira oportunidade em que Ihe caiba falar nos autos, responderá pelas custas de retardamento. o § 4 Depois de decorrido o prazo para a resposta, o autor não poderá, sem o consentimento do réu, desistir da ação. Art. 268. Salvo o disposto no art. 267, V, a extinção do processo não obsta a que o autor intente de novo a ação. A petição inicial, todavia, não será despachada sem a prova do pagamento ou do depósito das custas e dos honorários de advogado. Parágrafo único. Se o autor der causa, por três vezes, o à extinção do processo pelo fundamento previsto no n III do artigo anterior, não poderá intentar nova ação contra o réu com o mesmo objeto, ficando-lhe ressalvada, entretanto, a possibilidade de alegar em defesa o seu direito. Art. 269. Haverá resolução de mérito: (Redação dada pela Lei nº 11.232, de 2005) I - quando o juiz acolher ou rejeitar o pedido do autor;(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) II - quando o réu reconhecer a procedência do pedido; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) III - quando as partes transigirem; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973)

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ou definitiva. (Incluído pela Lei nº 11.382, de 2006). Art. 239. Far-se-á a intimação por meio de oficial de justiça quando frustrada a realização pelo correio. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Parágrafo único. A certidão de intimação deve conter: (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) I - a indicação do lugar e a descrição da pessoa intimada, mencionando, quando possível, o número de sua carteira de identidade e o órgão que a expediu; II - a declaração de entrega da contrafé; III - a nota de ciente ou certidão de que o interessado não a apôs no mandado. (Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) Art. 240. Salvo disposição em contrário, os prazos para as partes, para a Fazenda Pública e para o Ministério Público contar-se-ão da intimação. Parágrafo único. As intimações consideram-se realizadas no primeiro dia útil seguinte, se tiverem ocorrido em dia em que não tenha havido expediente forense. (Incluído pela Lei nº 8.079, de 13.9.1990) Art. 241. Começa a correr o prazo: (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) I - quando a citação ou intimação for pelo correio, da data de juntada aos autos do aviso de recebimento; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) II - quando a citação ou intimação for por oficial de justiça, da data de juntada aos autos do mandado cumprido; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) III - quando houver vários réus, da data de juntada aos autos do último aviso de recebimento ou mandado citatório cumprido; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) IV - quando o ato se realizar em cumprimento de carta de ordem, precatória ou rogatória, da data de sua juntada aos autos devidamente cumprida; (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) V - quando a citação for por edital, finda a dilação assinada pelo juiz. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 242. O prazo para a interposição de recurso contase da data, em que os advogados são intimados da decisão, da sentença ou do acórdão. o § 1 Reputam-se intimados na audiência, quando nesta é publicada a decisão ou a sentença. o § 2 Havendo antecipação da audiência, o juiz, de ofício ou a requerimento da parte, mandará intimar pessoalmente os advogados para ciência da nova o designação . (§ 3 renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) legais. Art. 248. Anulado o ato, reputam-se de nenhum efeito todos os subseqüentes, que dele dependam; todavia, a nulidade de uma parte do ato não prejudicará as outras, que dela sejam independentes. Art. 249. O juiz, ao pronunciar a nulidade, declarará que atos são atingidos, ordenando as providências necessárias, a fim de que sejam repetidos, ou retificados. o § 1 O ato não se repetirá nem se Ihe suprirá a falta quando não prejudicar a parte. o § 2 Quando puder decidir do mérito a favor da parte a quem aproveite a declaração da nulidade, o juiz não a pronunciará nem mandará repetir o ato, ou suprir-lhe a falta. Art. 250. O erro de forma do processo acarreta unicamente a anulação dos atos que não possam ser aproveitados, devendo praticar-se os que forem necessários, a fim de se observarem, quanto possível, as prescrições legais. Parágrafo único. Dar-se-á o aproveitamento dos atos praticados, desde que não resulte prejuízo à defesa.

Das nulidades: arts. 243 a 250
CAPÍTULO V - DAS NULIDADES Art. 243. Quando a lei prescrever determinada forma, sob pena de nulidade, a decretação desta não pode ser requerida pela parte que Ihe deu causa. Art. 244. Quando a lei prescrever determinada forma, sem cominação de nulidade, o juiz considerará válido o ato se, realizado de outro modo, Ihe alcançar a finalidade. Art. 245. A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à parte falar nos autos, sob pena de preclusão. Parágrafo único. Não se aplica esta disposição às nulidades que o juiz deva decretar de ofício, nem prevalece a preclusão, provando a parte legítimo impedimento. Art. 246. É nulo o processo, quando o Ministério Público não for intimado a acompanhar o feito em que deva intervir. Parágrafo único. Se o processo tiver corrido, sem conhecimento do Ministério Público, o juiz o anulará a partir do momento em que o órgão devia ter sido intimado. Art. 247. As citações e as intimações serão nulas, quando feitas sem observância das prescrições

Da formação, da suspensão e da extinção do processo: arts. 262 a 269
TÍTULO VI - DA FORMAÇÃO, DA SUSPENSÃO E DA EXTINÇÃO DO PROCESSO CAPÍTULO I - DA FORMAÇÃO DO PROCESSO Art. 262. O processo civil começa por iniciativa da parte, mas se desenvolve por impulso oficial. Art. 263. Considera-se proposta a ação, tanto que a petição inicial seja despachada pelo juiz, ou simplesmente distribuída, onde houver mais de uma vara. A propositura da ação, todavia, só produz, quanto ao réu, os efeitos mencionados no art. 219 depois que for validamente citado. Art. 264. Feita a citação, é defeso ao autor modificar o pedido ou a causa de pedir, sem o consentimento do réu, mantendo-se as mesmas partes, salvo as substi-

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VII - a assinatura do escrivão e a declaração de que o subscreve por ordem do juiz. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Parágrafo único. O mandado poderá ser em breve relatório, quando o autor entregar em cartório, com a petição inicial, tantas cópias desta quantos forem os réus; caso em que as cópias, depois de conferidas com o original, farão parte integrante do mandado. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Art. 226. Incumbe ao oficial de justiça procurar o réu e, onde o encontrar, citá-lo: I - lendo-lhe o mandado e entregando-lhe a contrafé; II - portando por fé se recebeu ou recusou a contrafé; III - obtendo a nota de ciente, ou certificando que o réu não a apôs no mandado. Art. 227. Quando, por três vezes, o oficial de justiça houver procurado o réu em seu domicílio ou residência, sem o encontrar, deverá, havendo suspeita de ocultação, intimar a qualquer pessoa da família, ou em sua falta a qualquer vizinho, que, no dia imediato, voltará, a fim de efetuar a citação, na hora que designar. Art. 228. No dia e hora designados, o oficial de justiça, independentemente de novo despacho, comparecerá ao domicílio ou residência do citando, a fim de realizar a diligência. o § 1 Se o citando não estiver presente, o oficial de justiça procurará informar-se das razões da ausência, dando por feita a citação, ainda que o citando se tenha ocultado em outra comarca. o § 2 Da certidão da ocorrência, o oficial de justiça deixará contrafé com pessoa da família ou com qualquer vizinho, conforme o caso, declarando-lhe o nome. Art. 229. Feita a citação com hora certa, o escrivão enviará ao réu carta, telegrama ou radiograma, dandolhe de tudo ciência. Art. 230. Nas comarcas contíguas, de fácil comunicação, e nas que se situem na mesma região metropolitana, o oficial de justiça poderá efetuar citações ou intimações em qualquer delas.(Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 231. Far-se-á a citação por edital: I - quando desconhecido ou incerto o réu; II - quando ignorado, incerto ou inacessível o lugar em que se encontrar; III - nos casos expressos em lei. o § 1 Considera-se inacessível, para efeito de citação por edital, o país que recusar o cumprimento de carta rogatória. o § 2 No caso de ser inacessível o lugar em que se encontrar o réu, a notícia de sua citação será divulgada também pelo rádio, se na comarca houver emissora de radiodifusão. Art. 232. São requisitos da citação por edital: (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) I - a afirmação do autor, ou a certidão do oficial, quanto às circunstâncias previstas nos ns. I e II do artigo antecedente; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) II - a afixação do edital, na sede do juízo, certificada pelo escrivão; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) III - a publicação do edital no prazo máximo de 15 (quinze) dias, uma vez no órgão oficial e pelo menos duas vezes em jornal local, onde houver; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) IV - a determinação, pelo juiz, do prazo, que variará entre 20 (vinte) e 60 (sessenta) dias, correndo da data da primeira publicação; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) V - a advertência a que se refere o art. 285, segunda parte, se o litígio versar sobre direitos disponíveis.(Incluído pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) o § 1 Juntar-se-á aos autos um exemplar de cada puo blicação, bem como do anúncio, de que trata o n II deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973 e parágrafo único renumerado pela Lei nº 7.359, de 10.9.1985) o § 2 A publicação do edital será feita apenas no órgão oficial quando a parte for beneficiária da Assistência Judiciária. (Incluído pela Lei nº 7.359, de 10.9.1985) Art. 233. A parte que requerer a citação por edital, alegando dolosamente os requisitos do art. 231, I e II, incorrerá em multa de 5 (cinco) vezes o salário mínimo vigente na sede do juízo. Parágrafo único. A multa reverterá em benefício do citando. Seção IV - Das Intimações Art. 234. Intimação é o ato pelo qual se dá ciência a alguém dos atos e termos do processo, para que faça ou deixe de fazer alguma coisa. Art. 235. As intimações efetuam-se de ofício, em processos pendentes, salvo disposição em contrário. Art. 236. No Distrito Federal e nas Capitais dos Estados e dos Territórios, consideram-se feitas as intimações pela só publicação dos atos no órgão oficial. o § 1 É indispensável, sob pena de nulidade, que da publicação constem os nomes das partes e de seus advogados, suficientes para sua identificação. o § 2 A intimação do Ministério Público, em qualquer caso será feita pessoalmente. Art. 237. Nas demais comarcas aplicar-se-á o disposto no artigo antecedente, se houver órgão de publicação dos atos oficiais; não o havendo, competirá ao escrivão intimar, de todos os atos do processo, os advogados das partes: I - pessoalmente, tendo domicílio na sede do juízo; II - por carta registrada, com aviso de recebimento quando domiciliado fora do juízo. Parágrafo único. As intimações podem ser feitas de forma eletrônica, conforme regulado em lei própria. (Incluído pela Lei nº 11.419, de 2006). Art. 238. Não dispondo a lei de outro modo, as intimações serão feitas às partes, aos seus representantes legais e aos advogados pelo correio ou, se presentes em cartório, diretamente pelo escrivão ou chefe de secretaria.(Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Parágrafo único. Presumem-se válidas as comunicações e intimações dirigidas ao endereço residencial ou profissional declinado na inicial, contestação ou embargos, cumprindo às partes atualizar o respectivo endereço sempre que houver modificação temporária

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dor do imóvel encarregado do recebimento dos aluguéis. Art. 216 A citação efetuar-se-á em qualquer lugar em que se encontre o réu. Parágrafo único. O militar, em serviço ativo, será citado na unidade em que estiver servindo se não for conhecida a sua residência ou nela não for encontrado. Art. 217. Não se fará, porém, a citação, salvo para evitar o perecimento do direito: I - a quem estiver assistindo a qualquer ato de culto religioso; (Inciso II renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) II - ao cônjuge ou a qualquer parente do morto, consangüíneo ou afim, em linha reta, ou na linha colateral em segundo grau, no dia do falecimento e nos 7 (sete) dias seguintes; (Inciso III renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994 III - aos noivos, nos 3 (três) primeiros dias de bodas; (Inciso IV renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994 IV - aos doentes, enquanto grave o seu estado. (Inciso V renumerado pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994 Art. 218. Também não se fará citação, quando se verificar que o réu é demente ou está impossibilitado de recebê-la. o § 1 O oficial de justiça passará certidão, descrevendo minuciosamente a ocorrência. O juiz nomeará um médico, a fim de examinar o citando. O laudo será apresentado em 5 (cinco) dias. o § 2 Reconhecida a impossibilidade, o juiz dará ao citando um curador, observando, quanto à sua escolha, a preferência estabelecida na lei civil. A nomeação é restrita à causa. o § 3 A citação será feita na pessoa do curador, a quem incumbirá a defesa do réu. Art. 219. A citação válida torna prevento o juízo, induz litispendência e faz litigiosa a coisa; e, ainda quando ordenada por juiz incompetente, constitui em mora o devedor e interrompe a prescrição. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) o § 1 A interrupção da prescrição retroagirá à data da propositura da ação.(Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) o § 2 Incumbe à parte promover a citação do réu nos 10 (dez) dias subseqüentes ao despacho que a ordenar, não ficando prejudicada pela demora imputável exclusivamente ao serviço judiciário. (Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) o § 3 Não sendo citado o réu, o juiz prorrogará o prazo até o máximo de 90 (noventa) dias.(Redação dada pela Lei nº 8.952, de 13.12.1994) o § 4 Não se efetuando a citação nos prazos mencionados nos parágrafos antecedentes, haver-se-á por não interrompida a prescrição. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) o § 5 O juiz pronunciará, de ofício, a prescrição. (Redação dada pela Lei nº 11.280, de 2006) o § 6 Passada em julgado a sentença, a que se refere o parágrafo anterior, o escrivão comunicará ao réu o resultado do julgamento. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) Art. 220. O disposto no artigo anterior aplica-se a todos os prazos extintivos previstos na lei. Art. 221. A citação far-se-á: I - pelo correio; II - por oficial de justiça; III - por edital. IV - por meio eletrônico, conforme regulado em lei própria. (Incluído pela Lei nº 11.419, de 2006). Art. 222. A citação será feita pelo correio, para qualquer comarca do País, exceto: (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) a) nas ações de estado; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) b) quando for ré pessoa incapaz; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) c) quando for ré pessoa de direito público; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) d) nos processos de execução; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) e) quando o réu residir em local não atendido pela entrega domiciliar de correspondência; (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) f) quando o autor a requerer de outra forma. (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 223. Deferida a citação pelo correio, o escrivão ou chefe da secretaria remeterá ao citando cópias da petição inicial e do despacho do juiz, expressamente consignada em seu inteiro teor a advertência a que se refere o art. 285, segunda parte, comunicando, ainda, o prazo para a resposta e o juízo e cartório, com o respectivo endereço. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Parágrafo único. A carta será registrada para entrega ao citando, exigindo-lhe o carteiro, ao fazer a entrega, que assine o recibo. Sendo o réu pessoa jurídica, será válida a entrega a pessoa com poderes de gerência geral ou de administração. (Incluído pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 224. Far-se-á a citação por meio de oficial de justiça nos casos ressalvados no art. 222, ou quando frustrada a citação pelo correio. (Redação dada pela Lei nº 8.710, de 24.9.1993) Art. 225. O mandado, que o oficial de justiça tiver de cumprir, deverá conter: (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) I - os nomes do autor e do réu, bem como os respectivos domicílios ou residências;(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) II - o fim da citação, com todas as especificações constantes da petição inicial, bem como a advertência a que se refere o art. 285, segunda parte, se o litígio versar sobre direitos disponíveis;(Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) III - a cominação, se houver; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) IV - o dia, hora e lugar do comparecimento; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) V - a cópia do despacho; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973) VI - o prazo para defesa; (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º.10.1973)

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devolvendo-a com despacho motivado: I . pela agência expedidora. (Redação dada pela Lei nº 5. O secretário do tribunal ou o escrivão do juízo deprecante transmitirá. 203.10. Havendo urgência. A carta de ordem e a carta precatória. a carta de ordem. os requisitos mencionados no art. conterão. por telegrama ou radiograma. na forma da lei. A parte depositará. 209. feitor ou gerente. 210. quando dirigida à autoridade judiciária estrangeira. ficando nos autos reprodução fotográfica. carta rogatória. 202. Quando a lei não marcar outro prazo. Art. a falta de citação. de 1º. radiograma ou telefone. intimações somente obrigarão a comparecimento depois de decorridas 24 (vinte e quatro) horas.quando carecer de competência em razão da matéria ou da hierarquia. ao disposto na convenção internacional.925. II . quanto aos requisitos. 201. 212. 204. será citado na pessoa do administra- 106 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .925. 215 Far-se-á a citação pessoalmente ao réu. 192. e carta precatória nos demais casos.Trabalhando pela sua conquista. as CAPÍTULO IV . de 2006). Seção II . Art. à falta desta. Citação é o ato pelo qual se chama a juízo o réu ou o interessado a fim de se defender.quando não estiver revestida dos requisitos legais. para falar nos autos. por telefone. onde estiver situado o imóvel. depois de traduzida para a língua do país em que há de praticar-se o ato. os atos requisitados por telegrama. A carta tem caráter itinerante. para recorrer e. do despacho judicial e do instrumento do mandato conferido ao advogado.10. a importância correspondente às despesas que serão feitas no juízo em que houver de praticar-se o ato. zos para contestar. pagas as custas pela parte. no prazo de 10 (dez) dias.DAS COMUNICAÇÕES DOS ATOS Seção I . Em todas as cartas declarará o juiz o prazo dentro do qual deverão ser cumpridas. será remetida à autoridade judiciária estrangeira. em resumo substancial. 214. ao seu representante legal ou ao procurador legalmente autorizado. considerar-se-á feita a citação na data em que ele ou seu advogado for intimado da decisão.1973) o § 2 Comparecendo o réu apenas para argüir a nulidade e sendo esta decretada. situação em que a assinatura do juiz deverá ser eletrônica. se houver na comarca mais de um ofício ou de uma vara. Art. Art. o § 2 O locador que se ausentar do Brasil sem cientificar o locatário de que deixou na localidade. Art. observando. da carta precatória e da carta rogatória: I . quando a ação se originar de atos por eles praticados.10. administrador. ou a carta precatória ao juízo.a menção do ato processual. o § 2 Sendo confirmada.1973) o § 1 O comparecimento espontâneo do réu supre.925. Seção III . por intermédio do escrivão do primeiro ofício da primeira vara. II . (Redação dada pela Lei nº 5. 207. o § 1 O juiz mandará trasladar. este será remetido em original. 205. a fim de se praticar o ato. por via diplomática. O juiz recusará cumprimento à carta precatória. o disposto no artigo antecedente. o § 1 O escrivão. 200 a 242 telefonará ao secretário do tribunal ou ao escrivão do juízo deprecante. o escrivão submeterá a carta a despacho. peritos ou testemunhas.925. em que houver de cumprir-se o ato. contudo. de modo geral. o § 1 Estando o réu ausente. no mesmo dia ou no dia útil imediato. Expedir-se-á carta de ordem se o juiz for subordinado ao tribunal de que ela emanar.o inteiro teor da petição. Art. 200. 202. entretanto. Das comunicações dos atos: arts. Cumprida a carta.419. de ofício. Art. o § 2 Quando o objeto da carta for exame pericial sobre documento. na diligência. conforme hajam de realizar-se dentro ou fora dos limites territoriais da comarca. 208. de 1º.quando tiver dúvida acerca de sua autenticidade. transmitir-se-ão a carta de ordem e a carta precatória por telegrama. Art. São requisitos essenciais da carta de ordem. Art. procurador com poderes para receber citação. (Incluído pela Lei nº 11. independentemente de traslado.o encerramento com a assinatura do juiz.Das Citações Art. A concessão de exeqüibilidade às cartas rogatórias das justiças estrangeiras obedecerá ao disposto no Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. atendendo à facilidade das comunicações e à natureza da diligência. antes ou depois de Ihe ser ordenado o cumprimento. sempre que estes documentos devam ser examinados. 206. Art.Das Cartas Art. pelas partes. radiograma ou telefone. quanto à sua admissibilidade e modo de seu cumprimento. desenho ou gráfico. III . bem como instruí-la com mapa. 211. (Redação dada pela Lei nº 5. de 1º. na secretaria do tribunal ou no cartório do juízo deprecante. 213. Os atos processuais serão cumpridos por ordem judicial ou requisitados por carta. quaisquer outras peças. Executar-se-ão. que Ihe constitui o objeto. III . Art.a indicação dos juízes de origem e de cumprimento do ato. Para a validade do processo é indispensável a citação inicial do réu.10. IV . na carta.1973) Art. a citação far-se-á na pessoa de seu mandatário. carta precatória ou carta rogatória pode ser expedida por meio eletrônico. A carta rogatória obedecerá. bem como a declaração. o § 3 A carta de ordem. Art. será devolvida ao juízo de origem.Das Disposições Gerais Art. de estar reconhecida a assinatura do juiz. poderá ser apresentada a juízo diverso do que dela consta. de 1º. lendo-lhe os termos da carta e solicitando-lhe que Iha confirme.1973) Art. (Redação dada pela Lei nº 5.

dentro do horário de expediente. 179. o direito de praticar o ato. quando possam ser prejudicados pelo adiamento.1973) I .952. de comum acordo. 185. 846). Durante as férias e nos feriados não se praticarão atos processuais. III . o seqüestro. todavia. Art. porém. será de 5 (cinco) dias o prazo para a prática de ato processual a cargo da parte. Em caso de calamidade pública.a produção antecipada de provas (art. para efeito forense. Dos prazos processuais: arts. Art. de 13. 180. e bem assim o arresto. extingue-se.o expediente forense for encerrado antes da hora normal. a fim de evitar o perecimento de direito. o § 1 O juiz fixará o dia do vencimento do prazo da prorrogação. A parte poderá renunciar ao prazo estabelecido exclusivamente em seu favor. 177 a 192 Art. não se interrompendo nos feriados. de dação ou remoção de tutores e curadores. II . no prazo de 2 (dois) dias.079.for determinado o fechamento do fórum. ou de obstáculo argüido pelo interessado e acolhido pelo juiz. 275. Excetuam-se: I . o § 2 Os prazos somente começam a correr do primeiro dia útil após a intimação (art.1994) o § 3 Quando o ato tiver que ser praticado em determinado prazo. a arrecadação. O juiz proferirá: I . Art.da data em que tiver ciência da ordem. Os atos processuais realizam-se de ordinário na sede do juízo. Suspende-se também o curso do prazo por obstáculo criado pela parte ou ocorrendo qualquer das hipóteses do art. a convenção. 181. Art. Art. o juiz determinará os prazos. só tem eficácia se. É defeso às partes. se Ihe foi imposto pela lei. referida no n Il. 187. a separação de corpos. nos termos da lei de organização judiciária local. Art. Art. Salvo disposição em contrário. Incumbirá ao serventuário remeter os autos conclusos no prazo de 24 (vinte e quatro) horas e executar os atos processuais no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Art.da data em que houver concluído o ato processual anterior. esta deverá ser apresentada no protocolo. os prazos que este Código Ihe assina. de 13. Os atos processuais realizar-se-ão nos prazos prescritos em lei.952. Parágrafo único. computar-seão os prazos. nas comarcas onde for difícil o transporte.as causas de alimentos provisionais. se fundar em motivo legítimo. o que Ihe sobejar recomeçará a correr do primeiro dia útil seguinte ao termo das férias.10. ser-lhes-ão contados em dobro os pra- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 105 . CAPÍTULO III . o § 2 As custas acrescidas ficarão a cargo da parte em favor de quem foi concedida a prorrogação. em razão de deferência. 188. Parágrafo único. Processam-se durante as férias e não se suspendem pela superveniência delas: I . 240 e parágrafo único). Podem.1990) Art.Das Disposições Gerais Art. alheio à vontade da parte. certificará o serventuário o dia e a hora em que ficou ciente da o ordem. prorrogar quaisquer prazos. a prisão. 191. mas nunca por mais de 60 (sessenta) dias. independentemente de declaração judicial. (Redação dada pela Lei nº 5. Decorrido o prazo. Parágrafo único.12. a abertura de testamento.todas as causas que a lei federal determinar. Art. estabelecido pela lei ou pelo juiz. e que a impediu de praticar o ato por si ou por mandatário.12. Art. 189.925. II . 186. Em qualquer grau de jurisdição. de 13. O prazo para a resposta do réu só começará a correr no primeiro dia útil seguinte ao feriado ou às férias. é contínuo. ficando salvo. no prazo de 10 (dez) dias. bem como as mencionadas no art. os domingos e os dias declarados por lei. Seção II . à parte provar que o não realizou por justa causa. Quando os litisconsortes tiverem diferentes procuradores. de interesse da justiça. 178.9. II . Não havendo preceito legal nem assinação pelo juiz. Quando esta for omissa. Art. ainda que todas estejam de acordo. casos em que o prazo será restituído por tempo igual ao que faltava para a sua complementação.1994) Art.a citação. por meio de petição. pode o juiz exceder. quando determinada pelo juiz. contados: I . O juiz poderá. 177.Do Lugar Art. 175. de 1º. (Incluído pela Lei nº 8. II . Art.as decisões. a penhora. o § 2 Verificada a justa causa o juiz permitirá à parte a prática do ato no prazo que Ihe assinar.10. 183. O prazo. Computar-se-á em quádruplo o prazo para contestar e em dobro para recorrer quando a parte for a Fazenda Pública ou o Ministério Público.Trabalhando pela sua conquista. 173. havendo motivo justificado. Ao receber os autos. poderá ser excedido o limite previsto neste artigo para a prorrogação de prazos. Art. II .DOS PRAZOS Seção I . A superveniência de férias suspenderá o curso do prazo. efetuar-se em outro lugar.os atos de jurisdição voluntária bem como os necessários à conservação de direitos. tendo em conta a complexidade da causa. a busca e apreensão. I e III. o § 1 Reputa-se justa causa o evento imprevisto. 190. a nunciação de obra nova e outros atos análogos.1973) o § 1 Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil se o vencimento cair em feriado ou em dia em que: (Redação dada pela Lei nº 5. porém. 265. requerida antes do vencimento do prazo. 174. reduzir ou prorrogar os prazos peremptórios. excluindo o dia do começo e incluindo o do vencimento. Art. reduzir ou prorrogar o prazo dilatório.925. (Redação dada pela Lei nº 8. 184. o depósito. os embargos de terceiro. de 1º. 176. 182. por igual tempo. (Redação dada pela Lei nº 8. Podem as partes. São feriados.os despachos de expediente.

os atos processuais praticados na presença do juiz poderão ser produzidos e armazenados de modo integralmente digital em arquivo eletrônico inviolável. e procederá do mesmo modo quanto aos volumes que se forem formando. Parágrafo único. o escrivão certificará.1994) Art. Art. (Redação dada pela Lei nº 8.Dos Atos da Parte Art. (Incluído pela Lei nº 8. Quando forem proferidos. em todos os graus de jurisdição. sob pena de preclusão. (Redação dada pela Lei nº 8. 160. assinando-os as pessoas que neles intervieram. resolve questão incidente. como a juntada e a vista obrigatória. Parágrafo único. 458. 164. Art. É vedado usar abreviaturas.12. de 2006). É lícito o uso da taquigrafia. o § 1 Depois de conferir a cópia. o § 4 Os atos meramente ordinatórios. 104 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .952. ou nos dias úteis.419. Parágrafo único. salvo se aqueles forem inutilizados e estas expressamente ressalvadas. o § 2 Os autos suplementares só sairão de cartório para conclusão ao juiz. Salvo no Distrito Federal e nas Capitais dos Estados. impondo a quem as escrever multa correspondente à metade do salário mínimo vigente na sede do juízo. Não se admitem. Os despachos. concluídos depois das 20 (vinte) horas os atos iniciados antes. de 13. datada e assinada por quem os oferecer.419. o § 1 Sentença é o ato do juiz que implica alguma das situações previstas nos arts. Art. de 13. 166. eventuais contradições na transcrição deverão ser suscitadas oralmente no momento da realização do ato. consistentes em declarações unilaterais ou bilaterais de vontade. todas as petições e documentos que instruírem o processo. nos autos. nos autos. a natureza do feito. a modificação ou a extinção de direitos processuais. realizar-se em domingos e feriados. O escrivão numerará e rubricará todas as folhas dos autos. Art. dos quais constará a reprodução de todos os atos e termos do processo original. As sentenças e acórdãos serão proferidos com observância do disposto no art. o taquígrafo ou o datilógrafo os registrará. devendo o juiz decidir de plano. no curso do processo. as demais decisões serão fundamentadas. (Redação dada pela Lei nº 8. Os termos de juntada. conclusão e outros semelhantes constarão de notas datadas e rubricadas pelo escrivão. da estenotipia. o escrivão ou chefe da secretaria irá formando autos suplementares. 161. em qualquer juízo ou tribunal.12.419. 162. não constantes de registro público.1994) o § 2 A citação e a penhora poderão. quando o adiamento prejudicar a diligência ou causar grave dano. decisões. 171. a cujo respeito a lei não estabelece outra forma.952.952. Quando estas não puderem ou não quiserem firmá-los. de 13.Dos Atos do Escrivão ou do Chefe de Secretaria Art. Art. Art. tado. procedendo da mesma forma quanto aos suplementares.Do Tempo Art. Parágrafo único. pode ser feita eletronicamente. o o § 3 No caso do § 2 deste artigo. o juiz mandará riscá-las. Os atos e termos do processo serão datilografados ou escritos com tinta escura e indelével. É lícito o uso da taquigrafia em qualquer juízo ou tribunal. de 2006).Trabalhando pela sua conquista.1994) o § 1 Serão. datados e assinados pelos juízes. Art. mencionando o juízo. emendas ou rasuras. 172. 167. Seção III .DO TEMPO E DO LUGAR DOS ATOS PROCESSUAIS Seção I . 163. aos órgãos do Ministério Público. produzem imediatamente a constituição. papéis e documentos que entregarem em cartório. mediante registro em termo que será assinado digitalmente pelo juiz e pelo escrivão ou chefe de secretaria.419. Poderão as partes exigir recibo de petições. os nomes das partes e a data do seu início. 168. Art. de 2005) o § 2 Decisão interlocutória é o ato pelo qual o juiz.12. observado o o disposto no art. decisões interlocutórias e despachos. Os atos do juiz consistirão em sentenças. o § 2 Quando se tratar de processo total ou parcialmente eletrônico. espaços em branco. 170. 5 . 267 e 269 desta Lei. Os atos processuais realizar-se-ão em dias úteis. aos advogados. todavia. ainda que de modo conciso. Recebe a denominação de acórdão o julgamento proferido pelos tribunais. registrando-se a alegação e a decisão no termo. arrazoados. verbalmente. (Incluído pela Lei nº 11. das 6 (seis) às 20 (vinte) horas. A assinatura dos juízes. 165. nos atos e termos. É defeso lançar. Os atos das partes. inciso Xl. ou de outro método idôneo. de 2006). bem como entrelinhas. o número de seu registro. cotas marginais ou interlineares. da Constituição Federal. na forma da lei.Dos Atos do Juiz Art. independem de despacho.(Incluído pela Lei nº 11.232. fora do horário estabelecido neste artigo. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. Ao receber a petição inicial de qualquer processo. 170.1994) Art. de 13.952. de 2006). serão sempre acompanhados de cópia. A desistência da ação só produzirá efeito depois de homologada por sentença. sentenças e acórdãos serão redigidos. Seção IV . em casos excepcionais. submetendo-os aos juízes para revisão e assinatura. a ocorrência.12. Art. o § 3 São despachos todos os demais atos do juiz praticados no processo. Seção II . aos peritos e às testemunhas é facultado rubricar as folhas correspondentes aos atos em que intervieram. o § 1 É vedado usar abreviaturas. 159. bem como pelos advogados das partes. vista. 158. Art. o escrivão a autuará. e mediante autorização expressa do juiz. CAPÍTULO II . 169. na forma da lei. devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessários. Às partes. de ofício ou a requerimento da parte. na falta dos autos originais. (Redação dada pelo Lei nº 11.

de 27.358. nomeará pessoa idônea para o ato. separação dos cônjuges. filiação.cumprir com exatidão os provimentos mandamentais e não criar embaraços à efetivação de provimentos judiciais. Ressalvados os advogados que se sujeitam exclusivamente aos estatutos da OAB. IV .2001) Parágrafo único. Os tribunais.DOS ATOS PROCESSUAIS CAPÍTULO I . promovendo citações e intimações. não sendo paga no prazo estabelecido.efetuar avaliações. ou. cabendo ao juiz. V . bem como de inventário e partilha resultante do desquite.1977) Parágrafo único. os autos. mandados. o juiz convocarlhe-á o substituto. II .ICP .358. A diligência. Art. dentro do prazo. 140 a 144 Dos atos processuais: arts. 154. Incumbe ao oficial de justiça: I . 155. (Redação dada pela Lei nº 6. Ihe preencham a finalidade essencial. sob sua guarda e responsabilidade.em que o exigir o interesse público. V . não o havendo. civis e processuais cabíveis. em cartório. cartas precatórias e mais atos que pertencem ao seu ofício. O direito de consultar os autos e de pedir certidões de seus atos é restrito às partes e a seus procuradores. sem justo motivo. sempre que possível.12. podendo o juiz. que demonstrar interesse jurídico. em forma legal. 155.quando. Os atos e termos processuais não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir. firmada por tradutor juramen- Do serventuário e do oficial de justiça: arts. de ofício ou a requerimento do ofendido.redigir.executar as ordens judiciais. Quando as expressões injuriosas forem proferidas em defesa oral. Art. posto no art. 142. Art. dia e hora. todavia. de 2006). e. a multa será inscrita sempre como dívida ativa da União ou do Estado.12.entregar. Art. armazenados e assinados por meio eletrônico. certidão de qualquer ato ou termo do processo. nem praticar atos inúteis ou desnecessários à declaração ou defesa do direito. não podendo fazêlo.280.419.(Incluído pela Lei nº 10.Dos Atos em Geral Art. quando acompanhado de versão em vernáculo. 141.estar presente às audiências e coadjuvar o juiz na manutenção da ordem. 154 a 176 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 103 .ter. Art.que dizem respeito a casamento. prisões. se recusarem a cumprir. d) quando. a violação do disposto no inciso V deste artigo constitui ato atentatório ao exercício da jurisdição.Brasil. 15. (Incluído pela Lei nº 11. atendidos os requisitos de autenticidade. cujas atribuições são determinadas pelas normas de organização judiciária. Em todos os atos e termos do processo é obrigatório o uso do vernáculo. no âmbito da respectiva jurisdição.515. 144. contado do trânsito em julgado da decisão final da causa. Art. IV . de preferência datilógrafo ou taquígrafo. bem como praticando todos os demais atos. III . designar para substituí-lo escrevente juramentado. de 2006) o § 2 Todos os atos e termos do processo podem ser produzidos. que Ihe forem atribuídos pelas normas de organização judiciária. Em cada juízo haverá um ou mais oficiais de justiça. III . nº 11. reputando-se válidos os que. IV . exceto: a) quando tenham de subir à conclusão do juiz. Parágrafo único. 140. 157. Incumbe ao escrivão: I . c) quando devam ser remetidos ao contador ou ao partidor.dar. ao Ministério Público ou à Fazenda Pública. Os atos processuais são públicos. II . de natureza antecipatória ou final. alimentos e guarda de menores. É defeso às partes e seus advogados empregar expressões injuriosas nos escritos apresentados no processo. tes de que são destituídas de fundamento.comparecer às audiências. (Incluído pela Lei conduta e não superior a vinte por cento do valor da causa. Parágrafo único. Art.Trabalhando pela sua conquista. poderão disciplinar a prática e a comunicação oficial dos atos processuais por meios eletrônicos. II .2001) Art. o juiz advertirá o advogado que não as use. independentemente de despacho. não permitindo que saiam de cartório. mandar riscá-las. a que estão subordinados. os ofícios. arrestos e mais diligências próprias do seu ofício. realizados de outro modo.382. conversão desta em divórcio. (Incluído pela Lei nº 10. sob pena de Ihe ser cassada a palavra. integridade. sem prejuízo das sanções criminais. Ihes comete. ou os que o juiz. observado o disTÍTULO V . validade jurídica e interoperabilidade da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira . b) com vista aos procuradores.12. os atos que Ihes impõe a lei. realizarse-á na presença de duas testemunhas.executar as ordens do juiz a que estiver subordinado. logo depois de cumprido. pode requerer ao juiz certidão do dispositivo da sentença. certificando no mandado o ocorrido.quando praticarem ato nulo com dolo ou culpa. de 26. (Incluído pela Lei nº 11.não produzir provas. 143. de 27. Só poderá ser junto aos autos documento redigido em língua estrangeira. Il . penhoras. de 2006). O terceiro. o mandado. Correm. na forma da lei. em segredo de justiça os processos: I . transmitidos. No impedimento do escrivão. 156.fazer pessoalmente as citações. O escrivão e o oficial de justiça são civilmente responsáveis: I . forem transferidos a outro juízo. modificando-se a competência.DA FORMA DOS ATOS PROCESSUAIS Seção I . com menção de lugar. V . aplicar ao responsável multa em montante a ser fixado de acordo com a gravidade da Art.

parágrafo único).952. da autorização ou da outorga. ou se os interesses deste colidirem com os daquele. ou lhe seja impossível dá-la. Art. Das partes e dos procuradores: arts.952. cien- 102 Tópicos de Legislação . 12. Parágrafo único.10.12.12. Serão representados em juízo.(Incluído pela Lei nº 8. nem alegar defesa. de 27. quando um cônjuge a recuse ao outro sem justo motivo.ao réu preso. cautelar e especial. 3º e 6º CAPÍTULO II . Art. o Art. São deveres das partes e de todos aqueles que de qualquer forma participam do processo: (Redação dada pela Lei nº 10. bem como ao revel citado por edital ou com hora certa. É admissível a ação declaratória. por seu Prefeito ou procurador. salvo quando autorizado por lei. o § 1 Quando o inventariante for dativo. (Redação dada pela Lei nº 5. a constituição ou a extinção de ônus sobre imóveis de um ou de ambos os cônjuges. o Art. CAPÍTULO II . 6 Ninguém poderá pleitear. não poderão opor a irregularidade de sua constituição. direito alheio.1994) II .12. de execução. pela pessoa a quem couber a administração dos seus bens.ao autor.DAS PARTES E DOS PROCURADORES CAPÍTULO I . Parágrafo único. 13. 4 O interesse do autor pode limitar-se à declaração: I . Nas comarcas onde houver representante judicial de incapazes ou de ausentes. A falta. não suprida pelo juiz. o Art.o Município. de 1. invalida o processo. 88.a pessoa jurídica estrangeira. a participação do cônjuge do autor ou do réu somente é indispensável nos casos de composse ou de ato por ambos praticados. por seu curador. Verificando a incapacidade processual ou a irregularidade da representação das partes.resultantes de fatos que digam respeito a ambos os cônjuges ou de atos praticados por eles.(Redação dada pela Lei nº 5. V . II . pelo inventariante. quando necessária. tutores ou curadores.a União. VIII .fundadas em dívidas contraídas pelo marido a bem da família.expor os fatos em juízo conforme a verdade.925. pelo gerente. ativa e passivamente: I . IV . será excluído do processo. quando demandadas. 5 Se.não formular pretensões. por seus procuradores. A autorização do marido e a outorga da mulher podem suprir-se judicialmente. de 13. (Redação dada pela Lei nº 8. representante ou administrador de sua filial. na forma da lei civil. suspendendo o processo. reputar-se-á revel.925. de 13. de 1973) o Art.a massa falida. II . 10. o juiz. o Art. II .2001) I .proceder com lealdade e boa-fé.da autenticidade ou falsidade de documento.DA CAPACIDADE PROCESSUAL o Art. mas cuja execução tenha de recair sobre o produto do trabalho da mulher ou os seus bens reservados. o § 3 O gerente da filial ou agência presume-se autorizado. se a providência couber: I .952. no curso do processo. III .ao incapaz.952. VII .Dos Deveres Art.As sociedades sem personalidade jurídica.DOS DEVERES DAS PARTES E DOS SEUS PROCURADORES Seção I .DA AÇÃO o Art. II . III . Não sendo cumprido o despacho dentro do prazo. O cônjuge somente necessitará do consentimento do outro para propor ações que versem sobre direitos reais imobiliários.925. pela pessoa jurídica estrangeira. pelo administrador ou pelo síndico.358. a receber citação inicial para o processo de conhecimento. em nome próprio. o § 2 . marcará prazo razoável para ser sanado o defeito. 7 Toda pessoa que se acha no exercício dos seus direitos tem capacidade para estar em juízo.12. qualquer das partes poderá requerer que o juiz a declare por sentença. por seus diretores. o Distrito Federal e os Territórios. os Estados. de 1. ainda que tenha ocorrido a violação do direito. todos os herdeiros e sucessores do falecido serão autores ou réus nas ações em que o espólio for parte.1994) o § 1 Ambos os cônjuges serão necessariamente citados para as ações: (Parágrafo único renumerado pela Lei nº 8.10. 3 Para propor ou contestar ação é necessário ter interesse e legitimidade.1973) IV .ao réu. 7º a 15 Art. Parágrafo único.10.1994) Art. de 13. 9 O juiz dará curador especial: I . de 13. pelo síndico. o juiz decretará a nulidade do processo. (Redação dada pela Lei nº 5. 8 Os incapazes serão representados ou assistidos por seus pais. 11.o espólio. (Redação dada pela Lei nº 8. (Redação dada pela Lei nº 5.1973) o § 2 Nas ações possessórias.925.a herança jacente ou vacante.ao terceiro.1994) I . TÍTULO II .o condomínio. se não tiver representante legal.as sociedades sem personalidade jurídica. IX . se tornar litigiosa relação jurídica de cuja existência ou inexistência depender o julgamento da lide. 14. II . a este competirá a função de curador especial. agência ou sucursal aberta ou instalada no Brasil (art. não os designando.as pessoas jurídicas.da existência ou da inexistência de relação jurídica.que tenham por objeto o reconhecimento.que versem sobre direitos reais imobiliários.Trabalhando pela sua conquista. de 1.1973) III . Código de Processo Civil Da ação: arts. VI . ou.12. III . por quem os respectivos estatutos designarem.

a juízo do tabelião. A cópia fotográfica de documento. feito e assinado. ou sob a sua vigilância. ou de dano patrimonial imediato. 230. as declarações enunciativas não eximem os interessados em sua veracidade do ônus de prová-las. não tiverem discernimento para a prática dos atos da vida civil. o amigo íntimo ou o inimigo capital das partes. 221. nos casos em que a lei ou as circunstâncias condicionarem o exercício do direito à sua exibição. se a parte. A prova não supre a ausência do título de crédito. não lhes impugnar a exatidão.aqueles que. língua nacional e o tabelião não entender o idioma em que se expressa. Qualquer que seja o valor do negócio jurídico. a perigo de vida. Art. ou afinidade. Art. outra pessoa capaz que. em geral. até o terceiro grau de alguma das partes. Art. não o havendo na localidade. conferida por tabelião de notas.os cegos e surdos. Os documentos redigidos em língua estrangeira serão traduzidos para o português para ter efeitos legais no País. assim como os traslados de autos.os menores de dezesseis anos. 220. que não as legais. A recusa à perícia médica ordenada pelo juiz poderá suprir a prova que se pretendia obter com o exame. Art. o § 5 Se algum dos comparecentes não for conhecido do tabelião. Os traslados e as certidões considerar-seão instrumentos públicos. deverá ser exibido o original. a respeito de terceiros. e. A anuência ou a autorização de outrem. mas os seus efeitos. Art. parente em grau sucessível. ou às pessoas referidas no inciso antecedente. As declarações constantes de documentos assinados presumem-se verdadeiras em relação aos signatários. Art. ou de outro qualquer livro a cargo do escrivão. provar-se-á do mesmo modo que este. V . impugnada sua autenticidade. quando a ciência do fato que se quer provar dependa dos sentidos que lhes faltam. ou amigo íntimo. se os originais se houverem produzido em juízo como prova de algum ato. Parágrafo único. ou do original. ou escrito particular revestido de requisitos especiais. não se operam. 224. quando. Para a prova de fatos que só elas conheçam.o interessado no litígio. com as disposições principais ou com a legitimidade das partes. contra quem forem exibidos. As reproduções fotográficas. 225. do protocolo das audiências. necessária à validade de um ato. não se admitem nos casos em que a lei exclui a prova testemunhal. Salvo os casos expressos. Art. Aquele que se nega a submeter-se a exame médico necessário não poderá aproveitar-se de sua recusa. valerá como prova de declaração da vontade. de seu cônjuge. a prova exclusivamente testemunhal só se admite nos negócios jurídicos cujo valor não ultrapasse o décuplo do maior salário mínimo vigente no País ao tempo em que foram celebrados.Trabalhando pela sua conquista. escriturados sem vício extrínseco ou intrínseco. Art. 223. Art. Não tendo relação direta. Parágrafo único. Parágrafo único. 219. Art. Parágrafo único. deva guardar segredo.a cujo respeito. Art. mas. os descendentes e os colaterais. e pode ser ilidida pela comprovação da falsidade ou inexatidão dos lançamentos.que o exponha. ou. 232. A prova resultante dos livros e fichas não é bastante nos casos em que a lei exige escritura pública. deverão participar do ato pelo menos duas testemunhas que o conheçam e atestem sua identidade. Não podem ser admitidos como testemunhas: I . As presunções. Parágrafo único. 231. cinematográficas. a prova testemunhal é admissível como subsidiária ou complementar da prova por escrito. Terão a mesma força probante os traslados e as certidões. do próprio instrumento. tenha idoneidade e conhecimento bastantes. quando por outro escrivão consertados.a que não possa responder sem desonra própria. antes de registrado no registro público. por consangüinidade. II . prova as obrigações convencionais de qualquer valor. 222. A prova do instrumento particular pode suprir-se pelas outras de caráter legal. sendo extraídas por ele. Os livros e fichas dos empresários e sociedades provam contra as pessoas a que pertencem. Art. sempre que se possa. e por ele subscritas. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 101 . por estado ou profissão. 228.os cônjuges. IV . III . O instrumento particular. Art. Art. deverá comparecer tradutor público para servir de intérprete. faz prova mediante conferência com o original assinado. os ascendentes. 229. quando lhe for contestada a autenticidade. de instrumentos ou documentos lançados em suas notas. ou somente assinado por quem esteja na livre disposição e administração de seus bens. 216. O telegrama. de demanda. em seu favor. Ninguém pode ser obrigado a depor sobre fato: I . 226. e constará. Art. Farão a mesma prova que os originais as certidões textuais de qualquer peça judicial. porém. II . extraídos por tabelião ou oficial de registro. por enfermidade ou retardamento mental. bem como os da cessão. Art. 218. quaisquer outras reproduções mecânicas ou eletrônicas de fatos ou de coisas fazem prova plena destes. Parágrafo único. forem confirmados por outros subsídios. nem puder identificar-se por documento. III . Art. 217. pode o juiz admitir o depoimento das pessoas a que se refere este artigo. 227. os registros fonográficos e.

a contar da data da aprovação das contas. da apresentação. 208.a pretensão de ressarcimento de enriquecimento sem causa. 213. Parágrafo único. V . IV . como representantes. contado o prazo da conclusão dos serviços. quando necessário.a pretensão para haver o pagamento de título de crédito. intervenientes ou testemunhas.Trabalhando pela sua conquista.a pretensão dos profissionais liberais em geral. da ciência do fato gerador da pretensão.data e local de sua realização. outra pessoa capaz assinará por ele.a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos. 209. somente é eficaz nos limites em que este pode vincular o representado.testemunha. fazendo prova plena.a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular.reconhecimento da identidade e capacidade das partes e de quantos hajam comparecido ao ato. do regime de bens do casamento. ação de indenização proposta pelo terceiro prejudicado. pela percepção de emolumentos. custas e honorários. 207. ou de que todos a leram. ressalvadas as disposições de lei especial. o § 2 Se algum comparecente não puder ou não souber escrever. Aplica-se à decadência o disposto nos arts.Da Decadência Art. Se feita a confissão por um representante. Da prova: arts. 212 a 232 TÍTULO V .assinatura das partes e dos demais comparecentes. a seu rogo. com a anuência do segurador. É nula a renúncia à decadência fixada em lei. Art. Deve o juiz. IV . Se a decadência for convencional. Art. ou fiscais. dividendos ou quaisquer prestações acessórias. III . o § 4 Se qualquer dos comparecentes não souber a 100 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . a contar do vencimento. II . a pretensão para haver prestações alimentares. domicílio e residência das partes e demais comparecentes. curadores e professores pelos seus honorários. o § 2 Em dois anos.a pretensão de restituição dos lucros ou dividendos recebidos de má-fé. 214.documento. o fato jurídico pode ser provado mediante: I . nacionalidade. do balanço referente ao exercício em que a violação tenha sido praticada. serventuários judiciais.nome. pagáveis. mas pode ser anulada se decorreu de erro de fato ou de coação.a pretensão contra os peritos.a pretensão dos tabeliães. IV . Salvo o negócio a que se impõe forma especial.declaração de ter sido lida na presença das partes e demais comparecentes. IV . auxiliares da justiça. o § 4 Em quatro anos. VIII . II . inciso I. b) para os administradores. A confissão é irrevogável. o § 1 Salvo quando exigidos por lei outros requisitos. III . não se aplicam à decadência as normas que impedem. quando estabelecida por lei. II . nome do outro cônjuge e filiação. Não tem eficácia a confissão se provém de quem não é capaz de dispor do direito a que se referem os fatos confessados. V . com capitalização ou sem ela.a pretensão de reparação civil. da primeira assembléia semestral posterior à violação. V .a pretensão contra as pessoas em seguida indicadas por violação da lei ou do estatuto. 210. a pretensão relativa à tutela. da cessação dos respectivos contratos ou mandato. a escritura pública deve conter: I . II . III . árbitros e peritos. conhecer da decadência. CAPÍTULO II . é documento dotado de fé pública. aos sócios. Art. no caso de seguro de responsabilidade civil obrigatório. mas o juiz não pode suprir a alegação.perícia. contado da publicação da ata da assembléia que aprovar o laudo. pela avaliação dos bens que entraram para a formação do capital de sociedade anônima. Art. c) para os liquidantes. correndo o prazo da data em que foi deliberada a distribuição.presunção.a pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes. contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade. VII . a partir da data em que se vencerem. bem como a do tabelião ou seu substituto legal. em períodos não maiores de um ano. a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau de jurisdição. o § 3 A escritura será redigida na língua nacional. ou da data que a este indeniza. o § 3 Em três anos: I . 212. com a indicação. suspendem ou interrompem a prescrição. da publicação dos atos constitutivos da sociedade anônima. VI . III .a pretensão para haver juros. contado o prazo: a) para os fundadores. b) quanto aos demais seguros.Da Prova Art. por si. VII . Art. Salvo disposição legal em contrário. A escritura pública. III . o § 5 Em cinco anos: I .a pretensão do beneficiário contra o segurador. VI . profissão.confissão. e a do terceiro prejudicado.a pretensão para receber prestações vencidas de rendas temporárias ou vitalícias. V . procuradores judiciais. lavrada em notas de tabelião. estado civil. 211. encerrando o ato. ou da reunião ou assembléia geral que dela deva tomar conhecimento.manifestação clara da vontade das partes e dos intervenientes. de ofício. 215. 195 e 198.referência ao cumprimento das exigências legais e fiscais inerentes à legitimidade do ato.a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo. Art. Art. IX .

a alegação de prescrição. tácita é a renúncia quando se presume de fatos do interessado.a pretensão do segurado contra o segurador. Parágrafo único. na constância da sociedade conjugal. ou seu herdeiro. ainda que exclusivamente moral. só aproveitam os outros se a obrigação for indivisível. 202. TÍTULO III .Das Causas que Interrompem a Prescrição Art.contra os que se acharem servindo nas Forças Armadas. Art. Não corre a prescrição: I . Aquele que. senão quando se trate de obrigações e direitos indivisíveis. ainda que extrajudicial. 204. V . Prescreve: o § 1 Em um ano: I . Também não corre a prescrição: o I . 198. II . A prescrição interrompida recomeça a correr da data do ato que a interrompeu. 197.Trabalhando pela sua conquista. União. em tempo de guerra. que ordenar a citação. a qual se extingue. 193. A renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita. sem prejuízo de terceiro. (Revogado pela Lei nº 11. depois que a prescrição se consumar. aplicam-se. não prejudica aos demais coobrigados. 186. 196. Art.por protesto. incompatíveis com a prescrição.entre ascendentes e descendentes.a deterioração ou destruição da coisa alheia.por despacho do juiz. 200. II . a interrupção operada contra o co-devedor. 188. assim como a interrupção efetuada contra o devedor solidário envolve os demais e seus herdeiros. Os relativamente incapazes e as pessoas jurídicas têm ação contra os seus assistentes ou representantes legais.280.a pretensão dos hospedeiros ou fornecedores de víveres destinados a consumo no próprio estabelecimento.contra os ausentes do País em serviço público da Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 99 .Dos Atos Ilícitos Art. Seção IV .Da Prescrição Seção I . Seção III . que derem causa à prescrição. Art. Violado o direito. Os prazos de prescrição não podem ser alterados por acordo das partes. Art. Art. as disposições do Título anterior. excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social. III . 201. 189. VI . nasce para o titular a pretensão. ao exercê-lo. 199.pendendo condição suspensiva. nos prazos a que aludem os arts. 194. Não corre igualmente a prescrição: I . A prescrição ocorre em dez anos. não excedendo os limites do indispensável para a remoção do perigo. III . nas condições do inciso antecedente. para o pagamento da hospedagem ou dos alimentos. a fim de remover perigo iminente. II . II . e só valerá. o § 2 A interrupção operada contra um dos herdeiros do devedor solidário não prejudica os outros herdeiros ou devedores.Da Prescrição e da Decadência CAPÍTULO I . 3 . o § 1 A interrupção por um dos credores solidários aproveita aos outros. ou a lesão a pessoa. 187. pela boa-fé ou pelos bons costumes.Das Causas que Impedem ou Suspendem a Prescrição Art. Art.os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido.Disposições Gerais Art. III . de 2006) Art. durante o poder familiar. Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários. de ofício. pela prescrição. da data em que é citado para responder à Da prescrição e decadência: arts. 206. não correrá a prescrição antes da respectiva sentença definitiva. Art. negócios jurídicos. Não constituem atos ilícitos: I . No caso do inciso II. Art. A prescrição pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição. II . 195. negligência ou imprudência. Art. 191. no que couber. mesmo incompetente.não estando vencido o prazo.pela apresentação do título de crédito em juízo de inventário ou em concurso de credores. salvo se favorecer a absolutamente incapaz.por protesto cambial. ou do último ato do processo para a interromper. dar-se-á: I . Quando a ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal. Seção II .Dos Prazos da Prescrição Art. quando a lei não lhe haja fixado prazo menor.pendendo ação de evicção. III .entre tutelados ou curatelados e seus tutores ou curadores. A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor. Art. dos Estados ou dos Municípios. se o interessado a promover no prazo e na forma da lei processual. Art. 203. por ação ou omissão voluntária. A interrupção da prescrição. que somente poderá ocorrer uma vez. Também comete ato ilícito o titular de um direito que. violar direito e causar dano a outrem. pela parte a quem aproveita. IV . 205 e 206.contra os incapazes de que trata o art. O juiz não pode suprir. o § 3 A interrupção produzida contra o principal devedor prejudica o fiador. contado o prazo: a) para o segurado. 189 a 211 TÍTULO IV . 205. Art. Art. II . Art. A exceção prescreve no mesmo prazo em que a pretensão. Parágrafo único. ou não a alegarem oportunamente. que importe reconhecimento do direito pelo devedor.entre os cônjuges. A prescrição pode ser interrompida por qualquer interessado. no caso de seguro de responsabilidade civil. 190. 192. semelhantemente. A interrupção da prescrição por um credor não aproveita aos outros. durante a tutela ou curatela. sendo feita.por qualquer ato inequívoco. comete ato ilícito.por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor. o ato será legítimo somente quando as circunstâncias o tornarem absolutamente necessário. Art. ou a deste contra aquele.

se destinam. 86. observadas as exigências da lei. ruas e praças. Art. os frutos e produtos podem ser objeto de negócio jurídico. 96. não constituindo partes integrantes.Dos Bens Singulares e Coletivos Art. tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal. II . Principal é o bem que existe sobre si. o § 2 São úteis as que aumentam ou facilitam o uso do bem.os de uso especial. que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público. III . Seção V . ou prejuízo do uso a que se destinam. Não perdem o caráter de imóveis: I . 98. Apesar de ainda não separados do bem principal.Dos Bens Públicos Art. salvo se o contrário resultar da lei. ao serviço ou ao aformoseamento de outro. dotadas de valor econômico. que não sejam 98 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 185 a 188 TÍTULO II . readquirem essa qualidade os provenientes da demolição de algum prédio. abstrata ou concretamente. tais como rios. ou das circunstâncias do caso. estradas. Art. que não aumentam o uso habitual do bem.o direito à sucessão aberta.os direitos reais sobre imóveis e as ações que os asseguram.Dos Bens Reciprocamente Considerados Art. Art. 84. enquanto conservarem a sua qualificação. III . II . ao uso. de uma pessoa. 92. sendo também considerados tais os destinados à alienação. Art. ainda que o tornem mais agradável ou sejam de elevado valor. O uso comum dos bens públicos pode ser gratuito ou retribuído. Consideram-se imóveis para os efeitos legais: I . Art. possuidor ou detentor. São fungíveis os móveis que podem substituir-se por outros da mesma espécie. conforme for estabelecido legalmente pela entidade a cuja administração pertencerem.Dos Bens Fungíveis e Consumíveis Art.os de uso comum do povo. o § 1 São voluptuárias as de mero deleite ou recreio. As benfeitorias podem ser voluptuárias. separadas do solo.as energias que tenham valor econômico. seja qual for a pessoa a que pertencerem. II . CAPÍTULO III . ou de remoção por força alheia. Não dispondo a lei em contrário. todos os outros são particulares. ou real. Os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem as pertenças. pertinentes à mesma pessoa. diminuição considerável de valor. 94. 80. embora reunidos. Art. estadual. forem removidas para outro local. aquele cuja existência supõe a do principal. 97. 82. Art. territorial ou municipal. Seção IV . 83.Dos Bens Divisíveis Art.Dos Bens Móveis Art. São pertenças os bens que.os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações. 103.Dos Atos Jurídicos Lícitos Art. 87. consideram-se dominicais os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado. como objeto de direito pessoal.Trabalhando pela sua conquista. úteis ou necessárias. Art. Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião. Os bens que formam essa universalidade podem ser objeto de relações jurídicas próprias. enquanto não forem empregados. Os bens naturalmente divisíveis podem tornar-se indivisíveis por determinação da lei ou por vontade das partes. Art. da manifestação de vontade. Art. Aos atos jurídicos lícitos. Não se consideram benfeitorias os melhoramentos ou acréscimos sobrevindos ao bem sem a intervenção do proprietário. Art. II . 90. lhe incorporar natural ou artificialmente. Constitui universalidade de direito o complexo de relações jurídicas. de cada uma dessas entidades. São públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno. acessório. Art. de modo duradouro. Dos atos lícitos e ilícitos: arts. Parágrafo único. São bens públicos: I . 101. Art. o § 3 São necessárias as que têm por fim conservar o bem ou evitar que se deteriore. independentemente dos demais. Art. tenham destinação unitária.os dominicais.os direitos reais sobre objetos móveis e as ações correspondentes. CAPÍTULO II . Art. Os bens públicos dominicais podem ser alienados. Bens divisíveis são os que se podem fracionar sem alteração na sua substância. 185. Seção II . Art. Os materiais destinados a alguma construção.as edificações que. São consumíveis os bens móveis cujo uso importa destruição imediata da própria substância. mas conservando a sua unidade. Parágrafo único. 88. São móveis os bens suscetíveis de movimento próprio. Art. mares. Seção III . 95. conservam sua qualidade de móveis. 93. para nele se reempregarem. inclusive os de suas autarquias. se consideram de per si. sem alteração da substância ou da destinação econômico-social. 99. qualidade e quantidade. 85. Consideram-se móveis para os efeitos legais: I . 89. 102. São singulares os bens que. Os bens públicos de uso comum do povo e os de uso especial são inalienáveis. 81. Art. na forma que a lei determinar. 91.os materiais provisoriamente separados de um prédio. 100. Constitui universalidade de fato a pluralidade de bens singulares que.

É também domicílio da pessoa natural. o lugar onde esta é exercida. em outra fundação. Art. poderá ser demandado no Distrito Federal ou no último ponto do território brasileiro onde o teve. Quanto às pessoas jurídicas. sobre os bens dotados. alegar extraterritorialidade sem designar onde tem. Parágrafo único. sendo da Marinha ou da Aeronáutica. de bens livres. designada pelo juiz. considerar- Dos bens: arts. o § 2 Se a administração. que não tenha residência habitual.não contrarie ou desvirtue o fim desta. o estatuto da fundação projetada. o Distrito Federal. caberá o encargo. haver-se-á por domicílio da pessoa jurídica. Do domicílio: arts. a pessoa natural tiver diversas residências. o lugar do estabelecimento. II . morais. a incumbência caberá ao Ministério Público. Art. especificando o fim a que se destina. se quiser. no país. 73. formularão logo. 71.Dos Bens Considerados em Si Mesmos Seção I . o § 1 Se funcionarem no Distrito Federal. ou em Território. se não o fizer. (Vide ADIN nº 2. onde. Art. se tais declarações não fizer. salvo disposição em contrário no ato constitutivo. O domicílio do incapaz é o do seu representante ou assistente. com recurso ao juiz. 78.794-8) o § 2 Se estenderem a atividade por mais de um Estado. ao respectivo Ministério Público. Aqueles a quem o instituidor cometer a aplicação do patrimônio. Parágrafo único. o lugar onde for encontrada. e o do preso. o militar. 70 a 78 TÍTULO III .Trabalhando pela sua conquista. ou. Têm domicílio necessário o incapaz. 70.DOS BENS TÍTULO ÚNICO . que se proponha a fim igual ou semelhante. Ter-se-á por domicílio da pessoa natural. Art. quanto às relações concernentes à profissão. caso este a denegue. Art. tiver a sede no estrangeiro. a que ela corresponder. IV . o do militar. Art. 69. não havendo prazo. 68. Nos contratos escritos. III . o lugar onde funcione a administração municipal. em seguida. em nome dela. 77.Do Domicílio Art. ou. da própria mudança. Art. submetendo-o. em cento e oitenta dias. culturais ou de assistência. em dez dias. ou diretoria. a maneira de administrá-la. Velará pelas fundações o Ministério Público do Estado onde situadas. o servidor público. o órgão do Ministério Público. viva. poderão os contratantes especificar domicílio onde se exercitem e cumpram os direitos e obrigações deles resultantes. em cada um deles. e declarando. e. O agente diplomático do Brasil. Muda-se o domicílio. Constituída a fundação por negócio jurídico entre vivos. Art. Parágrafo único. serão registrados. caberá o encargo ao Ministério Público Federal. Quando a alteração não houver sido aprovada por votação unânime. e. A prova da intenção resultará do que declarar a pessoa às municipalidades dos lugares. a sede do comando a que se encontrar imediatamente subordinado. 76. 79. 66. onde o navio estiver matriculado. 67. Se o estatuto não for elaborado no prazo assinado pelo instituidor. o § 1 Tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes. poderá o juiz supri-la. o instituidor é obrigado a transferir-lhe a propriedade. lhe promoverá a extinção. sito no Brasil. os administradores da fundação.do Município. o do servidor público. 63.das demais pessoas jurídicas. O domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece a sua residência com ânimo definitivo. Art. incorporados em outra fundação que se proponha a fim igual ou semelhante. 79 a 103 LIVRO II . a requerimento do interessado. ao submeterem o estatuto ao órgão do Ministério Público. o marítimo e o preso. 75. ou qualquer interessado. à aprovação da autoridade competente. Art. Art. citado no estrangeiro. II . Art. por mandado judicial. Tornando-se ilícita. em tendo ciência do encargo. com a intenção manifesta de o mudar. Se. e. alternadamente. o do marítimo. Para que se possa alterar o estatuto da fundação é mister que a reforma: I . que. Parágrafo único. incorporando-se o seu patrimônio. com as circunstâncias que a acompanharem. Art. onde servir.seja aprovada pelo órgão do Ministério Público.dos Estados e Territórios. Art. o domicílio é: I .seja deliberada por dois terços dos competentes para gerir e representar a fundação. se quiser. 64. cada um deles constituirá domicílio para as relações que lhe corresponderem. se de outro modo não dispuser o instituidor. o lugar em que cumprir a sentença. III .Dos Bens Imóveis Art. ou vencido o prazo de sua existência. Quando insuficientes para constituir a fundação. 65. A fundação somente poderá constituir-se para fins religiosos. que deixa.da União. o lugar onde funcionarem as respectivas diretorias e administrações. as respectivas capitais. São bens imóveis o solo e tudo quanto se Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 97 . no tocante às obrigações contraídas por cada uma das suas agências. de acordo com as suas bases (art. ou onde elegerem domicílio especial no seu estatuto ou atos constitutivos. e para onde vai. cada um deles será considerado domicílio para os atos nele praticados. 74. Art. Parágrafo único. o lugar em que exercer permanentemente suas funções. transferindo a residência. ou no estatuto. os bens a ela destinados serão. 62). ou outro direito real. 72. porém. Se a pessoa exercitar profissão em lugares diversos. se-á domicílio seu qualquer delas. o seu domicílio. impossível ou inútil a finalidade a que visa a fundação. requererão que se dê ciência à minoria vencida para impugná-la.Das Diferentes Classes de Bens CAPÍTULO I .

127. Os associados devem ter iguais direitos. (Redação dada pela Lei nº 11. omisso este. Art. antes da destinação do remanescente referida neste artigo. o que remanescer do seu patrimônio se devolverá à Fazenda do Estado.127. direitos e obrigações recíprocos. as decisões se tomarão pela maioria de votos dos presentes.as condições de extinção da pessoa jurídica e o destino do seu patrimônio. A exclusão do associado só é admissível havendo justa causa. 55. que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. (Redação dada pela Lei nº 11. e dos diretores. A convocação dos órgãos deliberativos far-seá na forma do estatuto. Decai em três anos o direito de anular as decisões a que se refere este artigo. Sob pena de nulidade.se o ato constitutivo é reformável no tocante à administração. 52.os requisitos para a admissão. o § 1 Far-se-á. a proteção dos direitos da personalidade. de 2005) Art. em que a associação tiver sede. (Redação dada pela Lei nº 11. Nos casos de dissolução da pessoa jurídica ou cassada a autorização para seu funcionamento. podem estes. instituição nas condições indicadas neste artigo. de 2005) Art. no Distrito Federal ou no Território.DAS FUNDAÇÕES Art. na atribuição da qualidade de associado ao adquirente ou ao herdeiro. Se o associado for titular de quota ou fração ideal do patrimônio da associação. ativa e passivamente. se o estatuto não dispuser o contrário. por deliberação dos associados. no que couber.o modo por que se administra e representa. até que esta se conclua. III . nomear-lhe-á administrador provisório. 60. por deliberação dos associados. Para as deliberações a que se referem os incisos I e II deste artigo é exigido deliberação da assembléia especialmente convocada para esse fim. 51. quando violarem a lei ou estatuto. 53. no seu silêncio. Se a pessoa jurídica tiver administração coletiva. salvo disposição diversa do estatuto. Dissolvida a associação. receber em restituição. depois de deduzidas. a requerimento da parte. atualizado o respectivo valor. cujo quorum será o estabelecido no estatuto. salvo se o ato constitutivo dispuser de modo diverso. dolo. a transferência daquela não importará.DAS ASSOCIAÇÕES Art. Nenhum associado poderá ser impedido de exercer direito ou função que lhe tenha sido legitimamente conferido. Parágrafo único. ou. 48. a averbação de sua dissolução. de 2005) Art. o seu instituidor fará. as contribuições que tiverem prestado ao patrimônio da associação. bem como os critérios de eleição dos administradores. às demais pessoas jurídicas de direito privado.as fontes de recursos para sua manutenção. garantido a 1/5 (um quinto) dos associados o direito de promovê-la. (Redação dada pela Lei nº 11. Parágrafo único. II . caracterizado pelo desvio de finalidade. exercidos nos limites de seus poderes definidos no ato constitutivo. 56. e de que modo. Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos. à instituição municipal. III . VI . subsidiariamente.127. CAPÍTULO II . Obrigam a pessoa jurídica os atos dos administradores.o nome e a individualização dos fundadores ou instituidores. o juiz. estadual ou federal. 54. assim reconhecida em procedimento que assegure direito de defesa e de recurso.127. o remanescente do seu patrimônio líquido. Art. VII – a forma de gestão administrativa e de aprovação das respectivas contas. ou forem eivadas de erro. (Redação dada pela Lei nº 11.se os membros respondem.as condições para a alteração das disposições estatutárias e para a dissolução. no registro onde a pessoa jurídica estiver inscrita. nesse caso. entre os associados. no Estado. pelas obrigações sociais. Art. 50. o § 1 Por cláusula do estatuto ou. A qualidade de associado é intransmissível. o § 3 Encerrada a liquidação. Art. ou pela confusão patrimonial. demissão e exclusão dos associados. de 2005) Art. de 2005) VI . será destinado à entidade de fins não econômicos designada no estatuto. dotação especial 96 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . judicial e extrajudicialmente. ou não. Art. as quotas ou frações ideais referidas no parágrafo único do art.os direitos e deveres dos associados.127. IV . de 2005) II – alterar o estatuto. Não há. Se a administração da pessoa jurídica vier a faltar. 62. 47. Compete privativamente à assembléia geral: (Redação dada pela Lei nº 11. IV . 61. II .127. pode o juiz decidir. simulação ou fraude. Em caso de abuso da personalidade jurídica. Art. ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo. Art. nos termos previstos no estatuto. Art. de 2005) Parágrafo único. de per si. no que couber. V – o modo de constituição e de funcionamento dos órgãos deliberativos. 59. os fins e a sede da associação. Aplica-se às pessoas jurídicas.Trabalhando pela sua conquista. 58. Parágrafo único. CAPÍTULO III . (Redação dada pela Lei nº 11. 49. o § 2 Não existindo no Município. (Incluído pela Lei nº 11. Art. promover-se-á o cancelamento da inscrição da pessoa jurídica. o § 2 As disposições para a liquidação das sociedades aplicam-se. do Distrito Federal ou da União. por escritura pública ou testamento.a denominação. ela subsistirá para os fins de liquidação. mas o estatuto poderá instituir categorias com vantagens especiais. Art.127. a requerimento de qualquer interessado. a não ser nos casos e pela forma previstos na lei ou no estatuto. V . 57.127. o estatuto das associações conterá: I . 56. se for o caso. de fins idênticos ou semelhantes. Para criar uma fundação. de 2005) I – destituir os administradores.

Ninguém pode ser constrangido a submeterse. quando necessário.12.a denominação. 40.as sociedades. na forma estabelecida em lei especial. de 22. ressalvado direito regressivo contra os causadores do dano.12. O registro declarará: I .825.2003) Art. a sede. Decai em três anos o direito de anular a constituição das pessoas jurídicas de direito privado.dos atos judiciais ou extrajudiciais de adoção. 41.os Municípios. 42. de 2009) Vigência CAPÍTULO II . interno ou externo. I . Art. a que se tenha dado estrutura de direito privado. As pessoas jurídicas de direito público interno são civilmente responsáveis por atos dos seus agentes que nessa qualidade causem danos a terceiros.825. ainda quando não haja intenção difamatória.dos atos judiciais ou extrajudiciais que declararem ou reconhecerem a filiação. e de direito privado. (Vide Lei nº 12. de 2005) V . Art. ou altruístico.825. se houver. Art. Com exceção dos casos previstos em lei.825. Parágrafo único. ou qualquer parente em linha reta. de 22. 13. Art. Art. III . São pessoas jurídicas de direito público interno: I . Em se tratando de morto ou de ausente. Art. 20. 19. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 95 . terá legitimação para requerer a medida prevista neste artigo o cônjuge sobrevivente. não se pode usar o nome alheio em propaganda comercial. quando importar diminuição permanente da integridade física. adotará as providências necessárias para impedir ou fazer cessar ato contrário a esta norma. A vida privada da pessoa natural é inviolável. e o juiz. a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas. Parágrafo único. II . ou se necessárias à administração da justiça ou à manutenção da ordem pública. quando houver. o divórcio. Pode-se exigir que cesse a ameaça. 11. a disposição gratuita do próprio corpo.Trabalhando pela sua conquista. III .as associações.as demais entidades de caráter público criadas por lei. Em se tratando de morto. 18. a requerimento do interessado. 45. sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento. IV . É válida. averbando-se no registro todas as alterações por que passar o ato constitutivo. Toda pessoa tem direito ao nome. o tempo de duração e o fundo social. (Incluído pela Lei nº 10. regem-se. 43. O nome da pessoa não pode ser empregado por outrem em publicações ou representações que a exponham ao desprezo público. Das pessoas jurídicas: arts.as organizações religiosas.DAS PESSOAS JURÍDICAS CAPÍTULO I . quanto ao seu funcionamento. a divulgação de escritos. precedida. por parte destes. Salvo se autorizadas. a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica. IV . 21. e reclamar perdas e danos. a organização.2003) o § 1 São livres a criação.2003) o § 2 As disposições concernentes às associações aplicam-se subsidiariamente às sociedades que são objeto do Livro II da Parte Especial deste Código. nele compreendidos o prenome e o sobrenome. os direitos da personalidade são intransmissíveis e irrenunciáveis.12.12.DISPOSIÇÕES GERAIS Art. (Redação dada pela Lei nº 11.das sentenças que decretarem a nulidade ou anulação do casamento. ou contrariar os bons costumes. ou colateral até o quarto grau.010. O ato de disposição pode ser livremente revogado a qualquer tempo. II . 44. de 22. a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber. as pessoas jurídicas de direito público. de 22. ou a publicação. pelas normas deste Código. Parágrafo único. os fins. 14. ou a lesão. os ascendentes ou os descendentes. o Distrito Federal e os Territórios. a boa fama ou a respeitabilidade. II . (Incluído pela Lei nº 10. Art.a União. (Incluído pela Lei nº 10. de 22. por defeito do ato respectivo. III .as fundações. Art. (Incluído pela Lei nº 10. a direito da personalidade.12. Sem autorização. Salvo disposição em contrário. Começa a existência legal das pessoas jurídicas de direito privado com a inscrição do ato constitutivo no respectivo registro. a transmissão da palavra. são partes legítimas para requerer essa proteção o cônjuge. não podendo o seu exercício sofrer limitação voluntária. Parágrafo único.os partidos políticos. São pessoas jurídicas de direito privado: I . Art. Art.107. São pessoas jurídicas de direito público externo os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público.as autarquias. ou se destinarem a fins comerciais. para depois da morte. contado o prazo da publicação de sua inscrição no registro. a separação judicial e o restabelecimento da sociedade conjugal. Parágrafo único. 16.os Estados. 12.DOS DIREITOS DA PERSONALIDADE Art. Art. inclusive as associações públicas. 17. As pessoas jurídicas são de direito público. 40 a 69 TÍTULO II . 15. Parágrafo único.825. no que couber. (Incluído pela Lei nº 10. com risco de vida. de autorização ou aprovação do Poder Executivo. Art. O ato previsto neste artigo será admitido para fins de transplante. Art. O pseudônimo adotado para atividades lícitas goza da proteção que se dá ao nome. Art. com objetivo científico. se lhe atingirem a honra.2003) o § 3 Os partidos políticos serão organizados e funcionarão conforme o disposto em lei específica. Salvo por exigência médica.2003) V . sem prejuízo de outras sanções previstas em lei. culpa ou dolo. a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas. Art. 46. no todo ou em parte. é defeso o ato de disposição do próprio corpo.

087. de 04/12/08.os menores de dezesseis anos. 6 A existência da pessoa natural termina com a morte. Art. Parágrafo único. o Art. ou à maneira de os exercer: I .prover os cargos iniciais da carreira e dos serviços auxiliares. 10. 9 Serão registrados em registro público: I . 1º a 21 TÍTULO I . III . Parágrafo único. Art.pelo casamento. presumir-se-ão simultaneamente mortos. 135 da Constituição Federal. II . observando as normas previstas na legislação federal e nesta Constituição.os que. o Art. Parágrafo único. somente poderá ser requerida depois de esgotadas as buscas e averiguações. quanto aos ausentes. desde que. e os que. na forma de lei complementar: ♦ I .os ébrios habituais. MATÉRIA CÍVEL E PROCESSUAL Código Civil Brasileiro Das pessoas naturais: arts.praticar atos próprios de gestão. a LEC nº 11. não puderem exprimir sua vontade. a aposentadoria e a concessão das vantagens inerentes aos cargos da carreira e dos serviços auxiliares. o Art. devendo a sentença fixar a data provável do falecimento.a interdição por incapacidade absoluta ou relativa. 8 Se dois ou mais indivíduos falecerem na mesma ocasião. II . Cessará. III . 2 A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida. ou por sentença do juiz. o Art. ouvido o tutor.praticar atos e decidir sobre a situação funcional do pessoal de carreira e dos serviços auxiliares. previstos em lei. tenham o discernimento reduzido. IV . mediante instrumento público. sem desenvolvimento mental completo.DA PERSONALIDADE E DA CAPACIDADE o Art. IV . e a LEC nº 13.os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. cabendo-lhe. relativamente a certos atos. ♦ § 2º . de 22/05/02. de acordo com as necessidades e a forma prescrita na lei complementar. a carreira de seus membros. Art. ● Vide a LEC nº 9.pela colação de grau em curso de ensino superior. independentemente de homologação judicial. II .os pródigos. ♦ IV .pela concessão dos pais. o Art.os que. II .os nascimentos. nesses casos. ♦ III . mas a lei põe a salvo. o menor com dezesseis anos completos tenha economia própria. por deficiência mental. nos casos em que a lei autoriza a abertura de sucessão definitiva. os direitos do nascituro. ou pela existência de relação de emprego. por enfermidade ou deficiência mental. não se podendo averiguar se algum dos comorientes precedeu aos outros. V . em função deles. ♦ Acrescentados pela Emenda Constitucional nº 50. a incapacidade: I .pelo estabelecimento civil ou comercial. bem como nos casos de promoção. ou de um deles na falta do outro. se o menor tiver dezesseis anos completos.pelo exercício de emprego público efetivo.230. A capacidade dos índios será regulada por legislação especial. 7 Pode ser declarada a morte presumida. administrativa e orçamentária.a sentença declaratória de ausência e de morte presumida. o Art. dar-se-ão p or ato do Defensor Público-Geral do Estado. presume-se esta. quando a pessoa fica habilitada à prática de todos os atos da vida civil. não for encontrado até dois anos após o término da guerra. Far-se-á averbação em registro público: 94 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . ♦ § 1º .Trabalhando pela sua conquista. 123 . o Art. sem decretação de ausência: I . remoção e demais formas de provimento derivado. II . 1 Toda pessoa é capaz de direitos e deveres na ordem civil.795. ♦ V . casamentos e óbitos. bem como a fixação dos vencimentos de seus membros e servidores. 122 . III . núcleos e coordenadorias e os serviços auxiliares das Defensorias Públicas.propor à Assembléia Legislativa a criação e a extinção de seus cargos e serviços auxiliares.O provimento. ♦ II .DAS PESSOAS NATURAIS CAPÍTULO I . III . não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos. os viciados em tóxicos. desde a concepção. 5 A menoridade cessa aos dezoito anos completos.a emancipação por outorga dos pais ou por sentença do juiz. 4 São incapazes.À Defensoria Pública é assegurada autonomia funcional. para os menores.Os serviços da Defensoria Pública estender-se-ão por todas as Comarcas do Estado. A declaração da morte presumida. organizados em quadros próprios.se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida. ♦ § 3º .organizar suas secretarias.se alguém. IV . de 06/02/91. mesmo por causa transitória. de 24/08/05. desaparecido em campanha ou feito prisioneiro.Os membros das carreiras disciplinadas neste Título terão seus vencimentos e vantagens fixados e pagos segundo o disposto no art. o Art. 3 São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil: I .A Defensoria Pública elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites da Lei de Diretrizes Orçamentárias.os excepcionais.

dispondo sobre sua competência. Art. direta e indireta. LXXIV. alternadamente.Trabalhando pela sua conquista. II . 118 .propor orientação jurídico-normativa para a administração pública. nomeado pelo Governador do Estado dentre os integrantes das classes especial e final da carreira de Defensor Público. indicados em lista tríplice. com prerrogativas de Secretário de Estado. na forma da lei.ingresso na carreira.742. organizados em carreira e regidos por estatuto. V .prestar assistência jurídica e administrativa aos Municípios. na forma do art. 121 . ♦ Renumerado pela Emenda Constitucional nº 50. goza das prerrogativas inerentes à atividade de advocacia. informações. será investido no cargo o integrante da lista tríplice mais votado.766/02.pronunciar-se sobre a legalidade dos atos da administração estadual. percentagens ou custas processuais. emitindo pareceres nos que forem encaminhados à decisão final do Governador. especialmente: I . a indivisibilidade e a independência funcional. 117 . sendo exigido em cada uma o interstício de dois anos de efetivo exercício. observado o regime jurídico decorrente dos arts. III . com quadro próprio. e a Lei nº 11.irredutibilidade de vencimentos. ♦ § 1° .representar os interesses da administração pública estadual perante os Tribunais de Contas do Estado e da União. ● Vide a LEC nº 11. e a Lei nº 11. inclusive os de renda e extraordinários. Parágrafo único . 119 . ♦ § 3º .estabilidade após dois anos no exercício do cargo.O pessoal dos serviços auxiliares da Procuradoria-Geral do Estado será organizado em carreira. de acordo com as necessidades e a forma prescrita em lei complementar estadual. pela classe inicial.Decorrido o prazo de 15 (quinze) dias do envio da lista tríplice ao Governador do Estado sem a nomeação do Defensor Público-Geral. § 2º .São princípios institucionais da Defensoria Pública a unidade. ● Art. nos casos e na forma de lei complementar estadual.São princípios institucionais da Defensoria Pública a unidade. IV . incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa. estrutura e funcionamento. cabendo-lhe requisitar. de 24/08/05. salvo uma de magistério. da Constituição Federal.O Defensor Público-Geral do Estado comparecerá.O Procurador do Estado. IV .O Estado será citado na pessoa de seu Procurador-Geral. correspondentes aos graus da carreira da Magistratura estadual.exercer. em todos os graus. mediante concurso público de provas e de títulos. bem como sobre Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 93 .O Defensor Público-Geral poderá ser destituído por deliberação da maioria absoluta da Assembléia Legislativa. dos necessitados. Art. Seção III .receber.A Defensoria Pública tem como chefe o Defensor Público-Geral. 132 e 135 da Constituição Federal. a indivisibilidade e a independência funcional.742. devendo a escolha recair em membro da carreira. à Assembléia Legislativa para relatar. além de outras atribuições que lhe forem cometidas por lei.progressão na carreira de classe a classe. de 17/01/02. ● Art. no exercício do cargo.766/02. permitida uma recondução por igual período.realizar processos administrativos disciplinares nos casos previstos em lei. ♦ Acrescentados pela Emenda Constitucional nº 50. honorários.exercer a advocacia fora das atribuições institucionais. mediante eleição de todos os membros da carreira da Defensoria Pública. sujeito ao regime estatutário e recrutado exclusivamente por concurso público de provas ou de provas e títulos. ● Vide a LEC nº 11. ♦ § 2º . Art. II . e o cargo será provido em comissão. de qualquer autoridade ou órgão da administração estadual. 120 .Competem à Procuradoria-Geral do Estado a representação judicial e a consultoria jurídica do Estado.Lei complementar disporá sobre o estatuto dos Procuradores do Estado. qualquer outra função pública. a título complementar ou supletivo.Lei complementar organizará a Defensoria Pública no Estado. para mandato de dois anos. 5º. por voto obrigatório e secreto. de 17/01/02. ♦ § 5° . III . estendendo-se os seus serviços por todas as comarcas do Estado. O parágrafo único passa a ser o quinto. 116 .promover a unificação da jurisprudência administrativa do Estado. entretanto. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil. em sessão pública. de 24/08/05. VI .A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado. III .Aplicam-se aos Procuradores do Estado as seguintes vedações: I . ainda que em disponibilidade. II . salvo se não houver candidato com os requisitos necessários. § 1º . por antigüidade e merecimento. organizado e realizado pela Procuradoria-Geral do Estado.participar de sociedade comercial.A Procuradoria-Geral do Estado será chefiada pelo Procurador-Geral do Estado. de 24/08/05. as atividades e necessidades da Defensoria Pública. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50. Geral do Estado. a qualquer título e sob qualquer pretexto. observados ainda os seguintes princípios: I . esclarecimentos e diligências que entender necessários ao fiel cumprimento de suas funções. sujeitos.As atribuições da Procuradoria-Geral do Estado serão exercidas pelos Procuradores do Estado. IV .Da Defensoria Pública ♦ Art. vinculada diretamente ao Governador do Estado e integrante de seu Gabinete. 115 . Parágrafo único . pelo Governador. Art. aos impostos gerais. ♦ § 4º . anualmente.

percentagens ou custas processuais. ● Vide a LEC nº 11. na forma da lei complementar. a ordem de classificação. III .A Advocacia do Estado é atividade inerente ao regime de legalidade na administração pública e será organizada. 110 . ● IV . cabendo-lhe. b) exercer a advocacia.prover os cargos iniciais da carreira e dos serviços auxiliares. bem como a fixação dos vencimentos de seus membros e servidores.propor à Assembléia Legislativa a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares.A lei complementar a que se refere este artigo.Aos membros do Ministério Público são estabelecidas: I . nos termos de sua lei complementar. II . d) exercer. ainda que em disponibilidade. b) inamovibilidade. 109 . c) participar de sociedade comercial. mediante decisão do órgão colegiado competente do Ministério Público. será investido no cargo o integrante da lista tríplice mais votado. na forma de sua lei complementar: I . não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado. III . supervisionando-lhes a assistência. II . mediante lei complementar. I.as seguintes garantias: a) vitaliciedade após dois anos de exercício. por antigüidade e merecimento. 114 . salvo se não houver candidato com os requisitos necessários. assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua realização e observada. à Assembléia Legislativa para relatar. 37. nesta Constituição e nas leis. acompanhar esta e produzir provas.578.as seguintes vedações: a) receber. a aposentadoria e a concessão das vantagens inerentes aos cargos da carreira e dos serviços auxiliares. e) exercer atividade político-partidária. 113 . salvo exceções previstas em lei. dar-se-ão por ato do Procurador-Geral. bem como nos casos de promoção. na forma da lei. II. 112 . Art. além de outros.assistir as famílias atingidas pelo crime e defender-lhes os interesses. nos casos e na forma da lei complementar estadual. to de dois anos.aproveitamento em cursos oficiais de preparação para ingresso ou promoção na carreira. Art. Parágrafo único . a qualquer título e sob qualquer pretexto. IV . III. § 3º .O Procurador-Geral de Justiça poderá ser destituído por deliberação da maioria absoluta da Assembléia Legislativa. nas nomeações. correspondentes aos graus da carreira da Magistratura estadual. II . c) irredutibilidade de vencimentos. sob a forma de sistema. de iniciativa facultada ao Procurador-Geral. inválidos. exames. as atividades e necessidades do Ministério Público. a fim de instruí-los.residência do membro do Ministério Público na Comarca de sua classificação. e 153.exercer o controle externo das atividades desenvolvidas nos estabelecimentos prisionais. alternadamente. qualquer outro cargo ou função pública. IV .Da Advocacia-Geral do Estado ● Art. sendo exigido em cada uma o interstício de dois anos de efetivo exercício.receber petições.exercer a fiscalização dos estabelecimentos que abrigam idosos. organizados em quadros próprios. V . previstos em lei. salvo uma de magistério.Além das funções previstas na Constituição Federal e nas leis. assegurada ampla defesa. b) requisitar à autoridade competente a instauração de sindicância. os seguintes princípios: I . 150. Art. 111 . Art. por voto de dois terços de seus membros. bem como promover inspeções e diligências investigatórias. requisitar informações. permitida uma recondução por igual período. anualmente. expedir notificações para colher depoimentos ou esclarecimentos. da administração direta e indireta. em regime jurídico especial.exercer o controle externo da atividade policial.progressão na carreira de entrância a entrância.organizar suas secretarias e os serviços auxiliares das Promotorias de Justiça.As funções do Ministério Público junto ao Tribunal Militar serão exercidas por membros do Ministério Público estadual. em sessão pública. tendo como órgão central a Procuradoria- 92 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .praticar atos próprios de gestão. XI.Decorrido o prazo previsto em lei sem nomeação do Procurador-Geral de Justiça. II . remoção e demais formas de provimento derivado.Trabalhando pela sua conquista.No exercício de suas funções. Parágrafo único .praticar atos e decidir sobre a situação funcional do pessoal da carreira e dos serviços auxiliares. reclamações e representações de qualquer pessoa por desrespeito aos direitos assegurados na Constituição Federal. estaduais e federais. V . § 2º. menores. as atribuições e o estatuto do Ministério Público. Seção II . c) requisitar informações e documentos de entidades privadas para instruir procedimento e processo em que oficie. nos termos de sua lei complementar: I . § 2º .Ao Ministério Público é assegurada autonomia administrativa e funcional. § 1º . incumbe ainda ao Ministério Público. observado o limite máximo e a relação de valores entre a maior e a menor remuneração. da Constituição Federal. salvo por motivo de interesse público. perícias e documentos de autoridades municipais. incapazes e pessoas portadoras de deficiências. bem como o disposto nos arts. observados. de 05/01/01. Art.O Procurador-Geral de Justiça comparecerá. honorários.O provimento.O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites da lei de diretrizes orçamentárias. 153. § 4º . o órgão do Ministério Público poderá: a) instaurar procedimentos administrativos e. estabelecerá a organização.ingresso na carreira mediante concurso público de provas e títulos. III .

446/91. e o titular. poderão ser criadas Comarcas Regionais. extinção e classificação de Comarcas. ♦ Art. § 3º .A lei disporá sobre a criação de Juizados de Paz. Art.Os Juízes civis serão escolhidos dentre membros do Ministério Público.Anualmente. estabelecendo critérios uniformes. poderão ser atribuídas ao Juiz de Paz. Vide as Leis nºs 9. Seção IV . Art..a receita tributária. 98 . haverá um ou mais Tribunais do Júri. todos de investidura vitalícia. § § 1º . II .U.. sem caráter jurisdicional.A Justiça Militar. II . IV . Art. V . D. garantias. Art. podendo atribuí-los a turma de juízes de primeiro grau. para a celebração de casamentos e para o CAPÍTULO IV . sendo quatro militares e três civis.A lei disporá sobre os requisitos para a criação. organizada com observância dos preceitos da Constituição Federal. definindo-lhes o Tribunal de Justiça a sede respectiva. § 1º . § Declarada a inconstitucionalidade do dispositivo na ADI nº 725-4. mediante eleição. na forma da lei. § 2º . nomeado pelo Governador do Estado dentre integrantes da carreira. Seção V .Compete ao Tribunal Militar do Estado. D. de 08/12/98.prover. com a organização e as atribuições estabelecidas em lei. de 11/12/97.Os Juizados Especiais terão composição e competência definidos em lei. de iniciativa do Tribunal de Justiça. nas aglomerações urbanas e microrregiões. essencial à função jurisdicional do Estado. segundo um sistema de Comarcas e Varas que garanta eficiência na prestação jurisdicional. § 2º . o Tribunal de Justiça verificará a existência dos requisitos mínimos para a criação de novas Comarcas ou Varas e proporá as alterações que se fizerem necessárias. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. contra os costumes. as atribuições de seus membros e a carreira de JuizAuditor serão estabelecidas na Lei de Organização Judiciária.Outras funções. nomeados pelo Governador do Estado.O Tribunal de Justiça expedirá Resolução regulamentando a organização dos órgãos a que se refere este artigo.O Ministério Público tem por chefe o Procurador-Geral de Justiça.O Ministério Público é instituição permanente. § 1º .U.O Juiz de Paz e seu suplente serão escolhidos mediante eleição.Na região metropolitana. § 2º . § Declarada a inconstitucionalidade do dispositivo na ADI nº 725-4.J.o número de habitantes. depois de aprovada a escolha pela Assembléia Legislativa.Do Ministério Público Art. prerrogativas e impedimentos iguais aos Desembargadores do Tribunal de Justiça. designando-lhes o Tribunal de Justiça a respectiva sede. § 2º .A lei definirá os órgãos competentes para julgar os recursos. assegurada a estes.As Comarcas poderão ser constituídas de um ou mais Municípios. Art. 99 . e dentre Juízes-Auditores.J. 107 . terá como órgãos de primeiro grau os Conselhos de Justiça e como órgão de segundo grau o Tribunal Militar do Estado.O Tribunal Militar do Estado compor-se-á de sete Juízes. incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica.Da Justiça Militar Art. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22. para manda- Das funções essenciais à Justiça: arts. por ato do Presidente. 105 . obrigatoriamente.A lei de organização judiciária discriminará a competência territorial e material dos Juízes de primeiro grau. na forma da lei.o movimento forense.Trabalhando pela sua conquista. ♦ § 5º .exercer outras atribuições definidas em lei. a falências. indicados em lista tríplice.Na sede de cada Município que dispuser de serviços judiciários. levando em conta: I . os cargos de Juiz-Auditor e os dos servidores vinculados à Justiça Militar. ção dos crimes e contravenções relativos a entorpecentes e drogas afins. do regiexercício de atribuições conciliatórias.A lei disporá sobre a forma de eleição e de investidura dos juízes leigos.DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA Seção I .Compete à Justiça Militar Estadual processar e julgar os servidores militares estaduais nos crimes militares definidos em lei. direitos. 101 . III . ♦ Revogados pela Emenda Constitucional nº 22. Art. III . 104 . ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22. 108 . 103 . além das matérias definidas nesta Constituição.decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças. alterada pela Emenda Constitucional nº 24. os dolosos contra a vida e os de responsabilidade dos servidores públicos estaduais. de 03/12/91. vantagens. de 11/12/97. julgar os recursos dos Conselhos de Justiça Militar e ainda: I .a extensão territorial. § 1º .Dos Juízes de Primeiro Grau Art. 100 . 106 . 107 a 123 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 91 . pertencentes ao Quadro de Oficiais de Polícia Militar. Art. § 4º . e 9. me democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.442. da Brigada Militar. advogados de notório saber jurídico e ilibada conduta. § § 3º . de 11/12/97.Os Juízes do Tribunal Militar do Estado terão vencimento. uma vaga. remunerado na forma da lei. 04/09/98. 04/09/98.A estrutura dos órgãos da Justiça Militar. 102 .o número de eleitores.A escolha dos Juízes militares será feita dentre coronéis da ativa. ainda que todos os Municípios integrantes sejam dotados de serviços judiciários instalados.

Trabalhando pela sua conquista.
ou autoridade cujos atos estejam diretamente submetidos à jurisdição do Tribunal de Justiça, quando se tratar de crime sujeito a esta mesma jurisdição em única instância, ou quando houver perigo de se consumar a violência antes que outro Juiz ou Tribunal possa conhecer do pedido; b) os mandados de segurança, os habeas data e os mandados de injunção contra atos ou omissões do Governador do Estado, da Assembléia Legislativa e seus órgãos, dos Secretários de Estado, do Tribunal de Contas do Estado e seus órgãos, dos Juízes de primeira instância, dos membros do Ministério Público e do Procurador-Geral do Estado; c) a representação oferecida pelo Procurador-Geral de Justiça para assegurar a observância dos princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, ordem ou decisão judicial, para fins de intervenção do Estado nos Municípios; § d) a ação direta da inconstitucionalidade de lei ou ato normativo estadual perante esta Constituição, e de municipal perante esta e a Constituição Federal, inclusive por omissão; § Declarada a inconstitucionalidade do trecho tachado na ADI nº 409-3. D.J.U., 26/04/02. e) os mandados de injunção contra atos ou omissões dos Prefeitos Municipais e das Câmaras de Vereadores; XIII - julgar, em grau de recurso, matéria cível e penal não atribuída ao Tribunal de Alçada; ♦ XIII - julgar, em grau de recurso, matéria cível e penal de sua competência. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. ♦ XIV - prestar, por escrito, através de seu presidente, no prazo máximo de trinta dias, todas as informações que a Assembléia Legislativa solicitar a respeito da administração dos Tribunais. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 13, de 14/12/95. § 1º - Podem propor a ação de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo estadual, ou por omissão: I - o Governador do Estado; II - a Mesa da Assembléia Legislativa; III - o Procurador-Geral de Justiça; IV - o Titular da Defensoria Pública; ♦ IV - o Defensor Público-Geral do Estado; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 24/08/05. V - o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil; VI - partido político com representação na Assembléia Legislativa; VII - entidade sindical ou de classe de âmbito nacional ou estadual; VIII - as entidades de defesa do meio ambiente, dos direitos humanos e dos consumidores, de âmbito nacional ou estadual, legalmente constituídas; IX - o Prefeito Municipal; X - a Mesa da Câmara Municipal. § 2º - Podem propor a ação de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo municipal, ou por omissão: I - o Governador do Estado; II - o Procurador-Geral de Justiça; III - o Prefeito Municipal; IV - a Mesa da Câmara Municipal; V - partido político com representação na Câmara de Vereadores; VI - entidade sindical; VII - o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil; VIII - o Titular da Defensoria Pública; ♦ VIII - o Defensor Público-Geral do Estado; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 24/08/05. IX - as entidades de defesa do meio ambiente, dos direitos humanos e dos consumidores legalmente constituídas; X - associações de bairro e entidades de defesa dos interesses comunitários legalmente constituídas há mais de um ano. § 3º - O Procurador-Geral de Justiça deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade. § 4º - Quando o Tribunal de Justiça apreciar a inconstitucionalidade, em tese, de norma legal ou de ato normativo, citará previamente o ProcuradorGeral do Estado, que defenderá o ato ou texto impugnado. ♦ Seção III - Do Tribunal de Alçada ♦ Suprimida pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97, alterada pela Emenda Constitucional nº 24, de 08/12/98. ♦ Art. 96 - O Tribunal de Alçada é constituído de Juízes, cujo número será definido em lei, escolhidos nos termos da Constituição Federal. ♦ Art. 97 - Compete ao Tribunal de Alçada, além do que lhe atribuem esta Constituição e a lei, julgar em grau de recurso: ♦ I - as ações de procedimento sumaríssimo em razão da matéria; ♦ II - as ações possessórias, de nunciação de obra nova e de usucapião; ♦ III - as ações relativas à compra-e-venda com reserva de domínio, à promessa de compra-evenda, a consórcio de veículos, a locação, inclusive arrendamento mercantil, e a alienação fiduciária; ♦ IV - as ações de acidente do trabalho, qualquer que seja seu fundamento; ♦ V - as ações de execução e as relativas à existência, validade e eficácia de título executivo extrajudicial, exceto as pertinentes a matéria fiscal de competência do Estado; ♦ VI - as ações relativas à competência fiscal dos Municípios; ♦ VII - os processos cautelares, os embargos de terceiros e as suspeições e impedimentos de Juízes, nos feitos de sua competência; ♦ VIII - os crimes contra o patrimônio, seja qual for a natureza da pena cominada, excluído o de roubo qualificado por lesão corporal grave ou morte; ♦ IX - as demais infrações a que não seja cominada pena de reclusão superior a quatro anos, com exce-

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b) os embargos de declaração apresentados a suas decisões; c) os mandados de segurança, mandados de injunção e habeas data contra atos do próprio Tribunal, de seu Presidente e de suas Câmaras ou Juízes; d) os embargos infringentes de seus julgados e os opostos na execução de seus acórdãos; e) as ações rescisórias de seus acórdãos e as respectivas execuções; f) a restauração de autos extraviados ou destruídos, de sua competência; g) os pedidos de revisão e reabilitação relativos às condenações que houverem proferido; h) as medidas cautelares, nos feitos de sua competência originária; i) a uniformização de jurisprudência; j) os conflitos de jurisdição entre Câmaras do Tribunal; l) a suspeição ou o impedimento, nos casos de sua competência; VI - impor penas disciplinares; ♦ VII - representar, quando for o caso, aos Conselhos da Magistratura, do Ministério Público e da Defensoria Pública do Estado, à Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil e à ProcuradoriaGeral do Estado; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 24/08/05. VIII - processar e julgar, nos feitos de sua competência recursal: a) os habeas corpus e os mandados de segurança contra os atos dos juízes de primeira instância; b) os conflitos de competência entre os Juízes de primeira instância; c) a restauração de autos extraviados ou destruídos; d) as ações rescisórias de sentença de primeira instância; e) os pedidos de correição parcial; f) a suspeição de Juízes por estes não reconhecida; IX - declarar a inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo, pela maioria absoluta de seus membros ou do respectivo órgão especial. Seção II - Do Tribunal de Justiça Art. 94 - O Tribunal de Justiça é composto na forma estabelecida na Constituição Federal e constituído de Desembargadores, cujo número será definido em lei. Art. 95 - Ao Tribunal de Justiça, além do que lhe for atribuído nesta Constituição e na lei, compete: I - organizar os serviços auxiliares dos juízos da justiça comum de primeira instância, zelando pelo exercício da atividade correicional respectiva; II - conceder licença, férias e outros afastamentos aos juízes e servidores que lhe forem imediatamente vinculados; III - prover os cargos de Juiz de carreira da Magistratura estadual sob sua jurisdição; IV - prover, por concurso público de provas ou de provas e títulos, exceto os de confiança, assim definidos em lei, os cargos necessários à administração da justiça comum, inclusive os de serventias judiciais, atendido o disposto no art. 154, X, desta Constituição; V - propor à Assembléia Legislativa, observados os parâmetros constitucionais e legais, bem como as diretrizes orçamentárias: ♦ a) a alteração do número de seus membros e do Tribunal Militar; ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. b) a criação e a extinção de cargos nos órgãos do Poder Judiciário estadual e a fixação dos vencimentos de seus membros; c) a criação e a extinção de cargos nos serviços auxiliares da Justiça Estadual e a fixação dos vencimentos dos seus servidores; d) a criação e a extinção de Tribunais inferiores; e) a organização e divisão judiciárias; f) projeto de lei complementar dispondo sobre o Estatuto da Magistratura Estadual; g) normas de processo e de procedimento, civil e penal, de competência legislativa concorrente do Estado, em especial as aplicáveis aos Juizados Especiais e de Pequenas Causas; ♦ g) normas de processo e de procedimento, cível e penal, de competência legislativa concorrente do Estado, em especial as aplicáveis aos Juizados Especiais. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. VI - estabelecer o sistema de controle orçamentário interno do Poder Judiciário, para os fins previstos no Art. 74 da Constituição Federal. ♦ VII - elaborar e encaminhar, depois de ouvir o Tribunal Militar do Estado, as propostas orçamentárias do Poder Judiciário, dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes, na lei de diretrizes orçamentárias. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. VIII - eleger dois Desembargadores e dois Juízes de Direito e elaborar a lista sêxtupla para o preenchimento da vaga destinada aos advogados, a ser enviada ao Presidente da República, para integrarem o Tribunal Regional Eleitoral, observando o mesmo processo para os respectivos substitutos; IX - solicitar a intervenção no Estado, por intermédio do Supremo Tribunal Federal, nos casos previstos na Constituição Federal; X - processar e julgar o Vice-Governador nas infrações penais comuns; XI - processar e julgar, nas infrações penais comuns, inclusive nas dolosas contra a vida, e nos crimes de responsabilidade, os Deputados Estaduais, os Juízes estaduais, os membros do Ministério Público estadual, os Prefeitos Municipais, o Procurador-Geral do Estado e os Secretários de Estado, ressalvado, quanto aos dois últimos, o disposto nos incisos VI e VII do art. 53; XII - processar e julgar: a) os habeas corpus, quando o coator ou o paciente for membro do Poder Legislativo estadual, servidor

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mento ou a aposentadoria, na forma da lei. § 4º - O valor da pensão por morte será rateado, na forma da lei, entre os dependentes do servidor falecido e, extinguindo-se o direito de um deles, a quota correspondente será acrescida às demais, procedendo-se a novo rateio entre os pensionistas remanescentes. ● ♦ Art. 41 - O Estado manterá órgão ou entidade de previdência e assistência à saúde para seus servidores e dependentes, mediante contribuição, na forma da lei previdenciária própria. ● Vide as LECs nºs 12.065, de 29/03/04, e 12.066/04, alterada pela LEC nº 12.134/04. ♦ § 1º - A direção do órgão ou entidade a que se refere o caput será composta paritariamente por representantes dos segurados e do Estado, na forma da lei a que se refere este artigo. ♦ § 2º - Os recursos devidos ao órgão ou entidade da previdência deverão ser repassados: ♦ I - no mesmo dia e mês do pagamento, de forma automática, quando se tratar da contribuição dos servidores, descontada em folha de pagamento; ♦ II - até o dia quinze do mês seguinte ao de competência, quando se tratar de parcela devida pelo Estado e pelas entidades conveniadas. ● ♦ § 3º - O benefício da pensão por morte corresponderá a totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido, até o limite estabelecido em lei previdenciária própria, observadas as disposições do parágrafo 3º do artigo 38 desta Constituição e do inciso XI do artigo 37 da Constituição Federal. ● Vide a Lei nº 9.127, de 07/08/90. ♦ § 4º - O valor da pensão por morte será rateado, na forma de lei previdenciária própria, entre os dependentes do servidor falecido, extinguindo-se a cota individual de pensão com a perda da qualidade de pensionista. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 16, de 21/05/97. § 5º - O órgão ou entidade a que se refere o caput não poderá retardar o início do pagamento de benefícios por mais de quarenta dias após o protocolo de requerimento, comprovada a evidência do fato gerador. § 6º - O benefício da pensão por morte de segurado do Estado não será retirado de seu cônjuge ou companheiro em função de nova união ou casamento destes. ♦ § 6º - O benefício da pensão por morte de segurado do Estado não será retirado de seu cônjuge ou companheiro em função de nova união ou casamento destes, vedada a acumulação de percepção do benefício, mas facultada a opção pela pensão mais conveniente, no caso de ter direito a mais de uma. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 16, de 21/05/97. Art. 42 - Ao servidor público, quando adotante, ficam estendidos os direitos que assistem ao pai e à mãe naturais, na forma a ser regulada por lei. Art. 43 - É assegurado aos servidores da administração direta e indireta o atendimento gratuito de seus filhos e dependentes de zero a seis anos em creches e pré-escolas, na forma da lei. Art. 44 - Nenhum servidor poderá ser diretor ou integrar conselho de empresas fornecedoras ou prestadoras de serviços ou que realizem qualquer modalidade de contrato com o Estado, sob pena de demissão do serviço público. Art. 45 - O servidor público processado, civil ou criminalmente, em razão de ato praticado no exercício regular de suas funções terá direito a assistência judiciária pelo Estado. dirigentes do Tribunal. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. Parágrafo único - As decisões administrativas, bem como as de concurso em fase recursal para ingresso na magistratura de carreira, serão públicas e motivadas, sendo as disciplinares tomadas pela maioria absoluta dos membros dos órgãos especiais referidos no caput. Art. 93 - Compete aos Tribunais de segunda instância, além do que lhes for conferido em lei: I - eleger, em sessão do Tribunal Pleno, seu Presidente e demais órgãos diretivos; II - elaborar seu Regimento, dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos; III - organizar sua secretaria e serviços auxiliares, provendo-lhes os cargos na forma da lei; IV - conceder licença, férias e outros afastamentos a seus membros e servidores de sua secretaria; V - processar e julgar: a) as habilitações incidentes nas causas sujeitas a seu conhecimento;

Do Poder Judiciário: arts. 91 a 106
CAPÍTULO III - Do Poder Judiciário Seção I - Disposições Gerais ♦ Art. 91 - São órgãos do Poder Judiciário do Estado: ♦ I - o Tribunal de Justiça; ♦ II - o Tribunal Militar do Estado; ♦ III - os Juízes de Direito; ♦ IV - os Tribunais do Júri; ♦ V - os Conselhos de Justiça Militar; ♦ VI - os Juizados Especiais e de Pequenas Causas; ♦ VII - os Juízes Togados com Jurisdição limitada. ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 22, de 11/12/97. Parágrafo único - Os Tribunais de segunda instância têm sede na Capital do Estado e jurisdição em todo o território estadual. ♦ Art. 92 - No Tribunal de Justiça será constituído órgão especial, com no mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros, para exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais de competência do Tribunal Pleno, exceto a eleição dos órgãos

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O servidor público será aposentado: I . § Declarada a inconstitucionalidade do dispositivo na ADI nº 178-7. no caso de exercício de atividades consideradas penosas.588. e aos vinte e cinco. sempre que ocorrerem modificações nos vencimentos dos servidores em atividade. § 1º . na forma da lei complementar. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. se homem. salvo se antes tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. insalubres ou perigosas. se mulher. com proventos proporcionais ao tempo de serviço.A contribuição dos servidores. c) aos trinta anos de serviço. na mesma proporção e na mesma data. § § 4º . inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu o faleci- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 87 .Na contagem do tempo para a aposentadoria do servidor aos trinta e cinco anos de serviço. se professor.Na hipótese do parágrafo anterior. inclusive fundações públicas. a pedido. especificadas em lei.O Estado manterá órgão ou entidade de previdência e assistência médica. o servidor terá direito à totalidade da remuneração. II . o servidor público será considerado em licença especial. ● Vide a LEC nº 10. se homem. tendo o acompanhamento e a fiscalização dos servidores na sua aplicação. ou esta seja insuficiente.Trabalhando pela sua conquista. sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço.As aposentadorias dos servidores das autarquias estaduais e das fundações públicas serão custeadas com recursos provenientes da instituição correspondente e das contribuições de seus servidores. ● ♦ § 5º .. § 3º . se homem.voluntariamente: a) aos trinta e cinco anos de serviço. sendo revisto. o período de exercício de atividades que assegurem direito a aposentadoria especial será acrescido de um sexto e de um quinto. e proporcionais nos demais casos. ao órgão ou entidade de previdência. respectivamente. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. Art. III . na forma da lei complementar.por invalidez permanente.A gratificação concedida ao servidor público estadual designado exclusivamente para exercer atividades no atendimento a deficientes. nos termos da lei. 40 . ♦ § 6º . do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado serão custeados com recursos provenientes do Tesouro do Estado e das contribuições dos servidores. dual e municipal prestado à administração pública direta e indireta. na forma da lei complementar. de 12/07/95.Os proventos da aposentadoria serão revistos. D. moléstia profissional ou doença grave. Art. completar seu tempo de serviço em outras atividades pedagógicas no ensino público estadual. computando-se o tempo como de efetivo exercício para todos os efeitos legais. caso a entidade não possua fonte própria de receita. e eventualmente pelos Municípios. na mesma proporção e na mesma data. com proventos proporcionais a esse tempo. ♦ § 7º . e aos trinta. as quais serão consideradas como de efetiva regência.No período da licença de que trata este artigo.O benefício da pensão por morte corresponderá à totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido. se mulher. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. ♦ § 8º . se professora. d) aos sessenta e cinco anos de idade. com proventos integrais.O tempo em que o servidor houver exercido atividade em serviços transferidos para o Estado será computado como de serviço público estadual.A direção da entidade previdenciária dos servidores públicos estaduais será composta paritariamente por representantes dos segurados e do Estado.O professor ou professora que trabalhe no atendimento de excepcionais poderá. na forma da lei. inclusive membros do Poder Judiciário. após vinte e cinco anos ou vinte anos.As aposentadorias dos servidores públicos estaduais. superdotados ou talentosos será incorporada ao vencimento após percebida por cinco anos consecutivos ou dez intercalados. 01/03/96. Parágrafo único . aos setenta anos de idade. odontológica e hospitalar para seus servidores e dependentes. contagiosa ou incurável. aposentadoria e disponibilidade. 38 . § 1º . ● Vide a Lei nº 9. de 16/03/93. mediante contribuição. e vinte e cinco. ♦ Acrescentados pela Emenda Constitucional nº 9. se mulher. Parágrafo único . na forma da lei complementar. será computado integralmente para fins de gratificações e adicionais por tempo de serviço. os recursos necessários serão comp1ementados pelo Tesouro do Estado. 39 . Art.841. de efetivo exercício em regência de classe. 41 .compulsoriamente. de 28/11/95. Parágrafo único . e aos sessenta. podendo afastar-se do serviço. § 2º . deverão ser repassadas até o dia quinze do mês seguinte ao da competência. com proventos integrais.A lei disporá sobre a aposentadoria em cargos ou empregos temporários.Lei complementar poderá estabelecer exceções ao disposto no inciso III. respectivamente.Decorridos trinta dias da data em que tiver sido protocolado o requerimento da aposentadoria. ● b) aos trinta anos de efetivo exercício em funções de magistério. sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade.Os recursos provenientes das contribuições de que tratam os parágrafos anteriores serão destinados exclusivamente a integralizar os proventos de aposentadoria. § 2º . descontada em folha de pagamento. e da servidora aos trinta. até o limite estabelecido em lei.U. alíneas a e c. Art.J. bem como a parcela devida pelo Estado. § 3º .

habilitação profissional. Art. no País ou no exterior. autárquica e de fundações públicas.868/93. saúde e outros para investidura em cargos em comissão.O tempo de serviço público federal. sendo assegurada através de lei de iniciativa do Poder Executivo a revisão geral anual da remuneração de todos os agentes públicos. dos Procuradores.Os cargos em comissão.O pagamento da gratificação natalina. 32 .Os servidores estaduais somente serão indicados para participar em cursos de especialização ou capacitação técnica profissional no Estado. de 14/12/95.Fica vedado atribuir aos servidores da administração pública qualquer gratificação de equivalência superior à remuneração fixada para os cargos ou funções de confiança criados em lei. Art. quando exonerados. em espécie. será efetuado até o dia 20 de dezembro. § ♦ § 5º -O servidor público que se beneficiar das vantagens do § 3º deste artigo e. criados por lei em número e com remuneração certos e com atribuições definidas de chefia. observada a iniciativa privativa em cada caso. quando houver correlação entre o conteúdo programático de tais cursos e as atribuições do cargo ou função exercidos. assistência ou assessoramento. Diretores e Superintendentes da administração direta.Aos ocupantes de cargos de que trata este artigo será assegurado. ● ♦ Art. Art.842. com custos para o Poder Público. ● § 4º . somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. de 21/05/08. 34 .A lei assegurará ao servidor que.Os cargos em comissão não serão organizados em carreira. dos detentores de mandato eletivo e dos Secretários de Estado..O índice de reajuste dos vencimentos dos servidores não poderá ser inferior ao necessário para repor seu poder aquisitivo. ♦ § 1º . 37 . dos Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. § ♦ § 4º .As gratificações e adicionais por tempo de serviço serão assegurados a todos os servidores estaduais e reger-se-ão por critérios uniformes quanto à incidência. do Ministério Público. Vide a Lei nº 9.Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. § 12. observados os requisitos gerais de provimento em cargos estaduais. do Ministério Público e do Tribunal de Contas.A lei poderá estabelecer. § 2º . ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 57. para os efeitos nela previstos. Art. o subsídio mensal. na forma da lei. também denominada décimo terceiro salário. de 30/07/96. criados por lei em número e com remuneração certos e com atribuições definidas de direção. 39 da Constituição Federal. § 6º . no âmbito de qualquer dos Poderes. dos Defensores Públicos. de 14/12/95. ● Regulamentado pela Lei nº 9.Não constituirá critério de evolução na carreira a realização de curso que não guarde correlação direta e imediata com as atribuições do cargo exercido. e dos pensionistas far-se-á sempre na mesma data e nos mesmos índices. observados os requisitos gerais de provimento em cargos estaduais. ♦ § 7º . são de livre nomeação e exoneração.As obrigações pecuniárias dos órgãos da administração direta e indireta para com os seus servidores ativos e inativos ou pensionistas não cumpridas até o último dia do mês da aquisição do direito deverão ser liquidadas com valores atualizados pelos índices aplicados para a revisão geral da remuneração dos servidores públicos do Estado. § 1º . Art. que pode ser convertida em tempo dobrado de serviço. ativos e inativos.A remuneração dos servidores públicos do Estado e os subsídios dos membros de qualquer dos Poderes.Aos cargos isolados aplicar-se-á o disposto no caput.Para fins do disposto no art. § 5º . § ♦ § 3º . de 22/05/90.A revisão geral da remuneração dos servidores públicos. Presidentes. Parágrafo único . ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 12. não houver interrompido a prestação de serviço ao Estado e revelar assiduidade. 36 . inativos e pensionistas. ativos. requisitos específicos de escolaridade. chefia ou assessoramento. sempre na mesma data e sem distinção de índices.É vedada a participação dos servidores públicos no produto da arrecadação de multas. 37. inclusive da dívida ativa. desde que não titulem outro cargo ou função pública. são de livre nomeação e exoneração. da Constituição Federal. de 21/05/08.U.Não terão direito às vantagens do parágrafo anterior os Secretários de Estado. licença-prêmio de três meses.Trabalhando pela sua conquista. civis e militares.O pagamento da remuneração mensal dos servidores públicos do Estado e das autarquias será realizado até o último dia útil do mês do trabalho prestado. o direito a um vencimento integral por ano continuado na função. D. por um qüinqüênio completo. § 3º . 05/12/97. § 5º . § Declarada a inconstitucionalidade dos dispositivos na ADI nº 182-5. estabelecidos conforme o § 4° do art. Parágrafo único . Art. 33 . § 1º . ♦ NR dada pela Emenda Constitucional nº 57. num prazo inferior a dois anos. não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais. civis e militares. a par dos gerais. ● Vide a LEC nº 10.075. esta- 86 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . ao número e às condições de aquisição.Os cargos em comissão. § 2º . do Tribunal de Contas. 35 . 32 . for reconduzido a cargo de provimento em comissão não terá direito ao benefício. fica fixado como limite único. ♦ Revogados pela Emenda Constitucional nº 12.J.

30 .licença-paternidade. nos cargos organizados em carreiras. após relatório circunstanciado das corregedorias. 135. de 15/01/97.duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta semanais.124/98. idade. correspondente à necessidade de deslocamento do servidor em atividade para seu local de trabalho. LXXIV.irredutibilidade de vencimentos ou salários. ● X . e 11. obedecerão aos critérios de merecimento e antigüidade. § 2º .proibição de diferenças de remuneração.São direitos dos servidores públicos civis do Estado. na forma do art. VIII . nos limites da lei. insalubres ou perigosas. § 4º .licença à gestante. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.O adicional de remuneração de que trata o inciso XIII deverá ser calculado exclusivamente com base nas características do trabalho e na área e grau de exposição ao risco. na classe inicial. 10. 29 .repouso semanal remunerado. assegurada a seus integrantes a garantia da inamovibilidade e vedado o exercício da advocacia fora das atribuições institucionais. e pagamento antecipado. facultada a compensação de horários e a redução da jornada conforme o estabelecido em lei.Trabalhando pela sua conquista.842/96. de 1998) Constituição Estadual Dos servidores públicos civis: arts. observados os princípios e as normas da Constituição Federal e desta Constituição.salário-família ou abono familiar para seus dependentes. II . providos.Lei complementar estabelecerá os critérios objetivos de classificação dos cargos públicos de todos os Poderes. (Renumerado pela Emenda Constitucional nº 45. e a lei estabelecerá normas que assegurem critérios objetivos na avaliação do merecimento. na forma da lei. XII . 31 . VII . IV . sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão.Os planos de carreira preverão também: I . 37. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. sendo aquele o valor estabelecido de acordo com o art. na forma da lei. 133. de 1998) Seção III . das autarquias e fundações públicas será único e estabelecido em estatuto. um terço a mais do que a remuneração normal. ● Vide as LECs nºs 10. 39. não comportar a organização em carreira. 12.os limites máximo e mínimo de remuneração e a relação entre esses limites. V .adicional de remuneração para as atividades penosas. ● Vide a Lei nº 9. de 03/02/94. O advogado é indispensável à administração da justiça. de 04/02/91. em cargos de carreira.vencimento básico ou salário básico nunca inferior ao salário mínimo fixado pela União para os trabalhadores urbanos e rurais. 134. sem prejuízo do emprego e da remuneração. Os servidores integrantes das carreiras disciplinadas nas Seções II e III deste Capítulo serão remunerados na forma do art. superior.as vantagens de caráter individual. dos necessitados. de exercício de funções e de critério de admissão. XI. da Constituição Federal. através de lei complementar. preferencialmente aos domingos. XIV .As promoções de grau a grau.décimo terceiro salário ou vencimento igual à remuneração integral ou no valor dos proventos de aposentadoria. III . em qualquer dos Poderes. serão organizadas de modo a favorecer o acesso generalizado aos cargos públicos. cor ou estado civil. A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado.Dos Servidores Públicos Civis Art. incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa. § 3º .561/06. Aos procuradores referidos neste artigo é assegurada estabilidade após três anos de efetivo exercício. alternadamente.gozo de férias anuais remuneradas com.O regime jurídico dos servidores públicos civis do Estado. 29 a 45 Seção II .redução dos riscos inerentes ao trabalho.remuneração do trabalho noturno superior à do diurno.098. Parágrafo único . por meio de normas de saúde.As carreiras. IX . de modo a garantir isonomia de vencimentos. e 12. ● Vide as LECs nºs 10. em todos os graus. nos termos fixados em lei. 5º. XV . § 4º. higiene e segurança. ● XI . no respectivo quadro.860/07. de 2004) § 2º Às Defensorias Públicas Estaduais são asseguradas autonomia funcional e administrativa e a iniciativa de sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias e subordinação ao disposto no art.A lei poderá criar cargo de provimento efetivo isolado quando o número. III . nesta Constituição e nas leis: I . nos termos da legislação federal. no mínimo em cinqüenta por cento. XIII . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.remuneração do serviço extraordinário. Parágrafo único.229. ● Art. pelo menos. 99. ● Art. II .) § 1º Lei complementar organizará a Defensoria Pública da União e do Distrito Federal e dos Territórios e prescreverá normas gerais para sua organização nos Estados. mediante avaliação de desempenho perante os órgãos próprios. por motivo de sexo. à do normal. VI . § 1º . § 2º.933.auxílio-transporte. além de outros previstos na Constituição Federal. mediante concurso público de provas e títulos. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 85 . Art. com a duração de cento e vinte dias.as vantagens relativas à natureza e ao local de trabalho. de 2004) Art.DA ADVOCACIA E DA DEFENSORIA PÚBLICA Art.

II exercer funções executivas do Conselho. podendo expedir atos regulamentares. Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos. em votação secreta. no que couber. assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua realização. § 3º . um Corregedor nacional. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 132. organizados em carreira. 131. de livre nomeação pelo Presidente da República dentre cidadãos maiores de trinta e cinco anos. IV dois juízes. exigindo-se do bacharel em direito. admitida uma recondução.A Advocacia-Geral da União tem por chefe o Advogado-Geral da União. VI dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada. de notável saber jurídico e reputação ilibada. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. cabendolhe: I zelar pela autonomia funcional e administrativa do Ministério Público. os processos disciplinares de membros do Ministério Público da União ou dos Estados julgados há menos de um ano. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. representando diretamente ao Conselho Nacional do Ministério Público. inclusive contra seus serviços auxiliares. competindo-lhe. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. indicados um pelo Supremo Tribunal Federal e outro pelo Superior Tribunal de Justiça. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. o disposto no art. IV rever. de 2004) § 5º A distribuição de processos no Ministério Público será imediata. observado o disposto em lei. § 3º O Conselho escolherá. 93. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal. de 2004) § 4º Aplica-se ao Ministério Público. no âmbito de sua competência. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. O Conselho Nacional do Ministério Público compõe-se de quatorze membros nomeados pelo Presidente da República. dentre os membros do Ministério Público que o integram. na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos. de 1998) 84 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 130-A. de inspeção e correição geral. sem prejuízo da competência dos Tribunais de Contas. nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento. de ofício ou mediante provocação. assegurada a representação de cada uma de suas carreiras. V dois advogados. 84.Na execução da dívida ativa de natureza tributária. três anos de atividade jurídica e observando-se. § 4º O Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil oficiará junto ao Conselho. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas. XI. sendo: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. as seguintes: I receber reclamações e denúncias. III requisitar e designar membros do Ministério Público. ou recomendar providências. V elaborar relatório anual. cabendo-lhe. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Ministério Público. de 1998) Art. Art. indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. delegando-lhes atribuições. 130. relativas aos membros do Ministério Público e dos seus serviços auxiliares. nas nomeações. de 2004) Art. que o preside. a ordem de classificação. II quatro membros do Ministério Público da União. podendo avocar processos disciplinares em curso. § 1º Os membros do Conselho oriundos do Ministério Público serão indicados pelos respectivos Ministérios Públicos. determinar a remoção. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Ministério Público da União e dos Estados. propondo as providências que julgar necessárias sobre a situação do Ministério Público no País e as atividades do Conselho. o qual deve integrar a mensagem prevista no art. se-á mediante concurso público de provas e títulos. no mínimo. além das atribuições que lhe forem conferidas pela lei. na forma da lei. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. de 2004) I o Procurador-Geral da República. § 5º Leis da União e dos Estados criarão ouvidorias do Ministério Público. para um mandato de dois anos. as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo. inclusive contra seus serviços auxiliares. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases. III três membros do Ministério Público dos Estados. Art. A Advocacia-Geral da União é a instituição que. vedada a recondução. judicial e extrajudicialmente. II zelar pela observância do art. § 1º . podendo desconstituí-los. exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. Seção II . sem prejuízo da competência disciplinar e correicional da instituição. III receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Ministério Público da União ou dos Estados. § 2º . assegurada ampla defesa.DA ADVOCACIA PÚBLICA (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. vedações e forma de investidura. diretamente ou através de órgão vinculado. de ofício ou mediante provocação. 37 e apreciar. representa a União.O ingresso nas classes iniciais das carreiras da instituição de que trata este artigo far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. § 2º Compete ao Conselho Nacional do Ministério Público o controle da atuação administrativa e financeira do Ministério Público e do cumprimento dos deveres funcionais de seus membros. e requisitar servidores de órgãos do Ministério Público. a representação da União cabe à ProcuradoriaGeral da Fazenda Nacional. de qualquer interessado.Trabalhando pela sua conquista.

III.A legitimação do Ministério Público para as ações civis previstas neste artigo não impede a de terceiros. b) inamovibilidade. § 2º. de 2004) c) irredutibilidade de subsídio. V . b) exercer a advocacia. que compreende: a) o Ministério Público Federal. nos casos previstos nesta Constituição.o Ministério Público da União. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.exercer o controle externo da atividade policial. promovendo as medidas necessárias a sua garantia. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. do na lei de diretrizes orçamentárias. na forma da lei respectiva. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. de 2004) § 5º Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3º. 95. permitida uma recondução. sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas. na forma da lei. qualquer outra função pública. e ressalvado o disposto nos arts. 37. 128. d) exercer. de 2004) f) receber. § 3º . § 1º . São funções institucionais do Ministério Público: I .os Ministérios Públicos dos Estados. nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira. 153. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.A destituição do Procurador-Geral da República. observadas.defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas. que será nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. b) o Ministério Público do Trabalho. não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 3º. na forma da lei complementar mencionada no artigo anterior. permitida a recondução. para mandato de dois anos. § 4º . maiores de trinta e cinco anos. O Ministério Público abrange: I . § 2º . 150. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. 153. II. exceto se previamente autorizadas. de 1998) II . 129. de 2004) Art. de 2004) § 6º Durante a execução orçamentária do exercício. as atribuições e o estatuto de cada Ministério Público. percentagens ou custas processuais. pelo voto da maioria absoluta de seus membros. para escolha de seu Procurador-Geral. de 2004) § 3º O ingresso na carreira do Ministério Público far- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 83 . II .Os Procuradores-Gerais nos Estados e no Distrito Federal e Territórios poderão ser destituídos por deliberação da maioria absoluta do Poder Legislativo. após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal.exercer outras funções que lhe forem conferidas.Os Ministérios Públicos dos Estados e o do Distrito Federal e Territórios formarão lista tríplice dentre integrantes da carreira. requisitando informações e documentos para instruí-los. na forma da lei complementar respectiva. c) o Ministério Público Militar. desde que compatíveis com sua finalidade. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45.as seguintes garantias: a) vitaliciedade. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45. salvo autorização do chefe da instituição.as seguintes vedações: a) receber. o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal. VII . entidades públicas ou privadas. § 5º . o Poder Executivo considerará. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. parágrafo único. por iniciativa do Presidente da República. e) exercer atividade político-partidária.promover a ação de inconstitucionalidade ou representação para fins de intervenção da União e dos Estados. privativamente. nas mesmas hipóteses. indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. II . IV . após dois anos de exercício. X e XI. não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado. ressalvadas as exceções previstas em lei. os valores aprovados na lei orçamentária vigente. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. VI .Leis complementares da União e dos Estados. c) participar de sociedade comercial. III . que deverão residir na comarca da respectiva lotação.promover o inquérito civil e a ação civil pública.requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial. 39. a qualquer título ou pretexto. para mandato de dois anos.Trabalhando pela sua conquista. salvo por motivo de interesse público. § 1º . § 2º As funções do Ministério Público só podem ser exercidas por integrantes da carreira. IX .expedir notificações nos procedimentos administrativos de sua competência. d) o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. de 2004) § 6º Aplica-se aos membros do Ministério Público o disposto no art. de 2004) Art. relativamente a seus membros: I . estabelecerão a organização. V. a ação penal pública. mediante decisão do órgão colegiado competente do Ministério Público. do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos.promover. VIII . a qualquer título e sob qualquer pretexto. I. honorários. fixado na forma do art. segundo o disposto nesta Constituição e na lei. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. § 4º. cuja iniciativa é facultada aos respectivos Procuradores-Gerais. para a proteção do patrimônio público e social. ainda que em disponibilidade. na forma da lei. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição. na forma da lei complementar respectiva. assegurada ampla defesa.O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República. salvo uma de magistério.

a Justiça militar estadual passa a ser integrada. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. § 4º Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados. II . sob a presidência de juiz de direito.São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral. § 1º . .Sempre que necessário à eficiente prestação jurisdicional. INSTALAÇÃO DAS VARAS ESPECIALIZADAS EM QUESTÕES AGRÁRIAS . ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil. § 1º . sob a presidência de juiz de direito.Trabalhando pela sua conquista. 125 . § 7º O Tribunal de Justiça instalará a justiça itinerante.São princípios institucionais do Ministério Público a unidade. do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. sendo a lei de organização judiciária de iniciativa do Tribunal de Justiça. mediante proposta do Tribunal de Justiça. constituindo Câmaras regionais.A competência dos tribunais será definida na Constituição do Estado. 169.Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente caberá recurso quando: I . podendo. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. § 6º O Tribunal de Justiça poderá funcionar descentralizadamente. em número igual para cada categoria.Art.Os juízes dos Tribunais Eleitorais. cabendo ao Conselho de Justiça. cujos cargos serão preenchidos de acordo com critérios traçados pelos Tribunais de Justiça. salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança. além dos Conselhos de Justiça. em primeiro grau.O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. IV . § 4º . § 2º . no mínimo. 125. a indivisibilidade e a independência funcional. por juízes de direito. servirão por dois anos. observados os princípios estabelecidos nesta Constituição. pelos juízes de direito e pelos Conselhos de Justiça e. no exercício de suas funções. constituída. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. e nunca por mais de dois biênios consecutivos. sendo os substitutos escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo. § 2º . Parágrafo único . incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica. § 4º Se o Ministério Público não encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabeleci- Das funções essenciais à Justiça: arts. observado o disposto no art.JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL . cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças. propor ao Poder Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares. O Ministério Público é instituição permanente. 127.denegarem habeas corpus. de 1998) § 3º . e no que lhes for aplicável.versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais.aos juízes de direito do juízo militar caberá processar e julgar. Para dirimir conflitos fundiários.Art. processar e julgar os demais crimes militares. o Tribunal de Justiça proporá a criação de varas especializadas. 125. .DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA Seção I .forem proferidas contra disposição expressa desta Constituição ou de lei. 126. em segundo grau. habeas data ou mandado de injunção. § 5º . Art.a lei não poderá atribuir à Justiça Militar Estadual a competência reservada ao Júri quando a vítima for civil. § 5º Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar. pelo próprio Tribunal de Justiça. essencial à função jurisdicional do Estado. V . a Justiça Militar estadual. 127 a 135 CAPÍTULO IV .ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais Tribunais Eleitorais. a política remuneratória e os planos de carreira. .anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais.Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual.Art. singularmente. com competência exclusiva para questões agrárias. § 3º .Art. § 3º . § 4º . os integrantes das Juntas Eleitorais. § 3º A lei estadual poderá criar. provendo-os por concurso público de provas ou de provas e títulos. ou por Tribunal de Justiça Militar nos Estados em que o efetivo militar seja superior a vinte mil integrantes. vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão. os crimes militares cometidos contra civis e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. 82 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Os Estados organizarão sua Justiça.DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. mandado de segurança. singularmente. o juiz far-se-á presente no local do litígio. os crimes militares cometidos contra civil e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. 125. salvo motivo justificado. cabendo ao Conselho de Justiça. processar e julgar os demais crimes militares. III . a lei disporá sobre sua organização e funcionamento. Dos Tribunais e Juízes dos Estados Art. gozarão de plenas garantias e serão inamovíveis. 126 – Deverão ser criadas nos Estados para dirimir conflitos fundiários § 2º Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e administrativa.

as ações oriundas da relação de trabalho. dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral.um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício.mediante eleição. investidura.a execução. no mínimo. de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. é facultado às mesmas.Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: I . constituindo Câmaras regionais. e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos. II . dos Estados.Os membros dos Tribunais. II .as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho.as Juntas Eleitorais. a. indicados pelo Tribunal de Justiça. quando possível.o Tribunal Superior Eleitoral.os demais. exercida por um juiz singular Parágrafo único .as ações sobre representação sindical. § 3º Em caso de greve em atividade essencial. IV.Frustrada a negociação coletiva. § 1º . III. competência.Nas Varas do Trabalho. de comum acordo. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 24.Lei complementar disporá sobre a organização e competência dos Tribunais. 116 . entre sindicatos. Art. 114. Art. observado o disposto no art.as ações de indenização por dano moral ou patrimonial. na forma da lei.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 24. decorrentes da relação de trabalho.São órgãos da Justiça Eleitoral: I . podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito. IX. jurisdição. VI . o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo. 102.O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os desembargadores. de 08. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. II. pelo voto secreto: a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça. respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho. de sete membros.os Juízes Eleitorais. b) de dois juízes. Art. Art. ressalvado o disposto no art.de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na capital do Estado ou no Distrito Federal. sendo: I . a jurisdição será .Trabalhando pela sua conquista. o. ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica. pelo Tribunal Regional Federal respectivo. 120 . Art. Os Tribunais Regionais do Trabalho compõem-se de. decorrentes das sentenças que proferir.1999) Art. não havendo. as partes poderão eleger árbitros.12. 119 . bem como as convencionadas anteriormente. § 2º Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem. b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça.os Tribunais Regionais Eleitorais. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. II . ou.1999. escolhidos: I . das contribuições sociais previstas no art. 118 .as ações que envolvam exercício do direito de greve. de juiz federal.por nomeação do Presidente da República.Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na capital de cada Estado e no Distrito Federal. de 09. na respectiva região. de 09. Art. § 1º . alternadamente. I. competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito. Parágrafo único . escolhido.12.O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. Dos Tribunais e Juízes Eleitorais Art. Incisos de I a IX acrescentados pela Emenda Constitucional nº 45.12. § 1º Os Tribunais Regionais do Trabalho instalarão a justiça itinerante.por nomeação. de ofício. em qualquer caso. dentre juízes de direito. IV . Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: I . recrutados. pelo Presidente da República. indicados pelo Supremo Tribunal Federal.A lei disporá sobre a constituição.12.outras controvérsias decorrentes da relação de trabalho. e entre sindicatos e empregadores.os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista. Art. e seus acréscimos legais. de 09.1999). V. II . dos juízes de direito e das Juntas Eleitorais. habeas corpus e habeas data. sete juízes. 94. e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. e II. III . 113 . pelo voto secreto: a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. § 2º Os Tribunais Regionais do Trabalho poderão funcionar descentralizadamente. escolhidos pelo Tribunal de Justiça.os mandados de segurança. § 2º . no mínimo. VII . mediante promoção de juízes do trabalho por antigüidade e merecimento. os juízes de direito e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 81 . do Distrito Federal e dos Municípios. com a realização de audiências e demais funções de atividade jurisdicional.mediante eleição. 117 . III . com possibilidade de lesão do interesse público.04 § 1º . VIII. 195. entre sindicatos e trabalhadores. 121 . garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho. I. Parágrafo único .(Revogado pela Emenda Constitucional nº 24. quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição. abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União.O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á. 115.

as ações que envolvam exercício do direito de greve. de 08/12/04) Art. cabendo-lhe exercer. 102.as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho. II. orçamentária.os demais dentre juizes dos Tribunais Regionais do Trabalho. e entre sindicatos e empregadores. VII . quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição. e seus acréscimos legais. cabendo-lhe. § 1º . IX.12. Dentre outras funções. atribuí-la aos juízes de direito.as ações oriundas da relação de trabalho. O órgão é integrado pelo presidente e vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho.as ações de indenização por dano moral ou patrimonial. A Justiça do Trabalho também passou a contar com um Conselho Superior da Justiça do Trabalho. As partes poderão ajuizar dissídios coletivos na Justiça do Trabalho. como órgão central do sistema. dentre outras funções.os mandados de segurança.Juízes do Trabalho. § 2º Funcionarão junto ao Tribunal Superior do Trabalho: I . o. atos decorrentes da greve. I. de 08/12/04) § 3º . decorrentes da relação de trabalho. 111-A acrescentado pela Emenda Constitucional nº 45.o Conselho Superior da Justiça do Trabalho. Ela será um importante instrumento para ajudar o Judiciário trabalhista a enfrentar as novas competências processuais. tais como o julgamento de ações sobre representação sindical. A EC 45/04 criou ainda a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho. cujas decisões terão efeito vinculante. Ele terá.os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista. que vai tratar do sistema de seleção e formação dos juízes do trabalho. O conselho fará a integração da Justiça do Trabalho. dos Estados.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. indicados pelo próprio Tribunal Superior. oriundos da magistratura da carreira. indenização por dano moral ou patrimonial resultantes da relação de trabalho e os processos relativos às penalidades administrativas impostas aos empregadores por fiscais do trabalho. escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. I. II . Foi mantida a competência para executar.04 80 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . O Tribunal Superior do Trabalho comporse-á de vinte e sete Ministros. IV. sendo: I . A Justiça Trabalhista passou a julgar ainda mandados de segurança.São órgãos da Justiça do Trabalho: I . de comum acordo. cujas decisões terão efeito vinculante. 112. de ofício. nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição. III . na forma da lei. "Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: I . II . orçamentária. 195. representando as cinco regiões do País. Art. na forma da lei. do Distrito Federal e dos Municípios. de 08. financeira e patrimonial de toda a Justiça trabalhista de primeiro e segundo graus. II . O artigo 114 manteve o poder normativo da Justiça do Trabalho e estabeleceu novas atribuições. e II. observado o disposto no art. entre sindicatos. entre sindicatos e trabalhadores. V. mais três ministros e cinco juízes de TRTs. as contribuições sociais (devidas por empregadores e empregados). podendo. A lei criará varas da Justiça do Trabalho. habeas corpus e habeas data.Trabalhando pela sua conquista. § 1º A lei disporá sobre a competência do Tribunal Superior do Trabalho. bem como o corregedor-geral da Justiça do Trabalho. 111 . e seus acréscimos legais decorrentes das sentenças que proferir.um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. decorrentes das sentenças que proferir. financeira e patrimonial da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus.os Tribunais Regionais do Trabalho. regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. 111-A.o Tribunal Superior do Trabalho. a. a de realizar a supervisão administrativa.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição. ressalvado o disposto no art. VI . III.as ações sobre representação sindical. com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho. O novo texto constitucional prevê ainda que o ajuizamento do dissídio coletivo de natureza econômica é facultado às partes. das contribuições sociais previstas no art.outras controvérsias decorrentes da relação de trabalho.a execução. de ofício. de 08/12/04) § 2º .(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. O presidente e o vice-presidente do TST são membros natos do Conselho. 1 Art. Será um órgão central. a supervisão administrativa. habeas corpus e habeas data. Art. VIII. caberá a ela regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. 94. entre outras atribuições. das pela Consolidação das Leis do Trabalho. quando uma delas se recusar à negociação coletiva ou à arbitragem. pelo corregedor-geral da Justiça do Trabalho. nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do 1 Senado Federal.a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho. A Escola dará ênfase ao conhecimento da realidade brasileira. instalado dia 15 de junho de 2005. abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União.

Na hipótese do parágrafo anterior . podendo.em caso de grave violação de direitos humanos. Compõe-se de 27 ministros. prestar serviços ao empregador. em qualquer fase do inquérito ou processo. ou ainda. as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho. a lei pode atribuir a jurisdição trabalhista ao juiz de direito. a Justiça do Trabalho está estruturada em três graus de jurisdição: Primeira instância . o Procurador-Geral da República poderá suscitar.Tribunal Superior do Trabalho (TST) O TST.Cada Estado. bem como o Distrito Federal. e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 79 . nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal – respeitado o quinto constitucional para advogados e integrantes do Ministério Público do Trabalho. que são controvérsias surgidas nas relações de trabalho entre o empregador (pessoa física ou jurídica) e o empregado (este sempre como indivíduo. sempre que a comarca não seja sede de vara do juízo federal. com a promulgação da Emenda Constitucional 45 (EC 45/04). ainda que tenha sido contratado em outro local ou no estrangeiro. ser aforadas na seção judiciária em que for domiciliado o autor. com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte. nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição. perante o Superior Tribunal de Justiça. constituirá uma seção judiciária. Terceira instância . rés. reclamante ou reclamado. inclusive as causas relativas a direitos humanos Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos. O Juízes Federais funcionam como juízo de primeira instância da Justiça Federal comum. (que foi acrescentado pela EC 45/2004).Varas do Trabalho (designação dada pela Emenda Constitucional nº 24/99 às antigas Juntas de Conciliação e Julgamento) Julgam apenas dissídios individuais. com sede em Brasília-DF e jurisdição em todo o território nacional tem por principal função uniformizar a jurisprudência trabalhista. entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras. perante o Superior Tribunal de Justiça incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. exceto as de falência. as causas em que forem parte instituição de previdência social e segurado. poderá suscitar. 109 da Constituição Federal. além das demais matérias enunciadas no art. no foro do domicílio dos segurados ou beneficiários. A Justiça Trabalhista teve sua competência ampliada para julgar as ações de relação de trabalho. 110 . Julga recursos de revista. FEDERALIZAÇÃO DOS CRIMES CONTRA OS DIREITOS HUMANOS Art. pessoa física). o Procurador-Geral da República. incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal.Serão processadas e julgadas na justiça estadual. que terá por sede a respectiva capital. perante o Superior Tribunal de Justiça. no Congresso Nacional. recursos ordinários e agravos de instrumento contra decisões de TRTs e dissídios coletivos de categorias organizadas em nível nacional. Têm por competência o processo e o julgamento das causas em que a União. 109 § 5º .Trabalhando pela sua conquista. "A lei criará varas da Justiça do Trabalho. ações originárias (dissídios coletivos de categorias de sua área de jurisdição sindicatos patronais ou de trabalhadores organizados em nível regional). § 3º . o Procurador-Geral da República. com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho". atribuí-las aos juízes de direito. A jurisdição da Vara é local. e não somente as de relação de emprego regi- Dos Tribunais e Juízes do Trabalho De acordo com o artigo 111 da Constituição da República. abrangendo geralmente um ou alguns municípios. e varas localizadas segundo o estabelecido em lei. Art. poderá suscitar. naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem à demanda ou onde esteja situada a coisa. escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. além de mandados de segurança. se verificada essa condição. Segunda instância . Em comarcas onde não exista Vara do Trabalho. a jurisdição e as atribuições cometidas aos juízes federais caberão aos juízes da justiça local. em 8 de dezembro de 2004. e. embargos opostos a suas decisões e ações rescisórias. A Justiça do Trabalho conta com 24 TRTs.Nos Territórios Federais. na forma da lei. no Distrito Federal. a lei poderá permitir que outras causas sejam também processadas e julgadas pela justiça estadual. Esse conflito chega à Vara na forma de reclamação trabalhista.Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) Julgam recursos ordinários contra decisões de Varas do Trabalho. Parágrafo único . Sua competência é determinada pela localidade onde o empregado. com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte. incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. segundo a nova redação do artigo 112 da Constituição Federal. FUNCIONAMENTO A Justiça do Trabalho teve sua competência alterada no Artigo 114 da Constituição Federal de 1988. ações rescisórias de decisões suas ou das Varas e os mandados de segurança contra atos de seus juízes. § 4º . o recurso cabível será sempre para o Tribunal Regional Federal na área de jurisdição do juiz de primeiro grau. em qualquer fase do inquérito ou processo. assistentes ou oponentes. A Vara compõe-se de um juiz do trabalho titular e um juiz do trabalho substituto. § 5º Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos.

107 caput – Passam a ser denominados desembargadores.JUSTIÇA ITINERANTE NOS TRF´s. § 2º Os Tribunais Regionais Federais instalarão a justiça itinerante. Dos Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais Art.os crimes cometidos a bordo de navios ou aeronaves. § 2º . Art. V . b) as revisões criminais e as ações rescisórias de julgados seus ou dos juízes federais da região. § 3º. 113. a fim de assegurar ao jurisdicionado o pleno acesso ao processo em todas suas fases. 7 juízes. e) os conflitos de competência entre juízes federais vinculados ao Tribunal. 109 . após a homologação. quando a autoridade coatora for juiz federal.os demais. Art. II .um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público Federal com mais de dez anos de carreira. § 7º) – tais tribunais instalarão a justiça itinerante. alternadamente. V-A .os Juízes Federais. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. 108 . 125. na respectiva região e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de 30 e menos de 65 anos. originariamente: a) os juízes federais da área de sua jurisdição. 113. d) os habeas corpus. assistentes ou oponentes. Art. ou reciprocamente. sete juízes. nos casos determinados por lei. II . 107.os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo.As causas intentadas contra a União poderão TRF´s Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais Funcionam como instância recursal às decisões proferidas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. em matéria criminal de sua competência ou quando o constrangimento provier de autoridade cujos atos não estejam diretamente sujeitos a outra jurisdição. incluídos os da Justiça Militar e da Justiça do Trabalho. VI . por antiguidade e merecimento. a execução de carta rogatória. excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral.os Tribunais Regionais Federais.os habeas corpus. . e à naturalização. exceto as de falência. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. recrutados. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários.NOMENCLATURA DOS INTEGRANTES DOS TRF´s – Art. § 3º Os Tribunais Regionais Federais poderão funcionar descentralizadamente. 107 .a disputa sobre direitos indígenas. IX .as causas relativas a direitos humanos a que se refere o § 5º deste artigo. § 1º . constituindo Câmaras regionais. competência da Justiça Eleitoral.as causas em que a União. ressalvada a competência da Justiça Militar. TRT´s e TJ´s (Art. quando possível. VIII . recrutados. . serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas. contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira. II . Art.os crimes de ingresso ou permanência irregular de estrangeiro. ressalvada a 78 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . as causas referentes à nacionalidade. IV . VII .São órgãos da Justiça Federal: I . § 1º .As causas em que a União for autora serão aforadas na seção judiciária onde tiver domicílio a outra parte. § 1º e Art. excetuados os casos de competência dos tribunais federais.CÂMARAS REGIONAIS DOS TRF´s.julgar. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários.Compete aos Tribunais Regionais Federais: I . 125. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. quando. quando possível.processar e julgar. entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras. as causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. após o exequatur.A lei disciplinará a remoção ou a permuta de juízes dos Tribunais Regionais Federais e determinará sua jurisdição e sede. Art. XI .os crimes previstos em tratado ou convenção internacional. no mínimo. e os membros do Ministério Público da União. c) os mandados de segurança e os habeas data contra ato do próprio Tribunal ou de juiz federal.Os Tribunais Regionais Federais compõemse de. no mínimo. 106 .os mandados de segurança e os habeas data contra ato de autoridade federal.as causas entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município ou pessoa domiciliada ou residente no País. na respectiva região e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos. III . sendo: I .Aos juízes federais compete processar e julgar: I . § 6º) – possibilita que tais tribunais funcionem descentralizadamente.os crimes contra a organização do trabalho e.as causas fundadas em tratado ou contrato da União com Estado estrangeiro ou organismo internacional. 107 § 2º. nos crimes comuns e de responsabilidade.Trabalhando pela sua conquista. mediante promoção de juízes federais com mais de cinco anos de exercício. II . rés. Os Tribunais Regionais Federais compõem-se de. X . inclusive a respectiva opção. . § 2º e Art. iniciada a execução no País. as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho. o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro. e de sentença estrangeira. TRT´s e TJ´s (Art. em grau de recurso.

I. cabendo-lhe. nos mesmos moldes é criado Conselho da Justiça do Trabalho. quando a decisão for denegatória. . I) e ESCOLA NACIONAL DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DOS MAGISTRADOS DO TRABALHO (art. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição de órgão. excetuados os casos de competência do Supremo Tribunal Federal e dos órgãos da Justiça Militar. .a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados.Trabalhando pela sua conquista. entidade ou autoridade federal. quando o coator ou paciente for qualquer das pessoas mencionadas na alínea a. g) os conflitos de atribuições entre autoridades administrativas e judiciárias da União. no mínimo.julgar. do Distrito Federal e Territórios. Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça: I . enumeradas de forma exaustiva no art. do Distrito Federal e Territórios. Parágrafo único. 105. 104. o. e. em recurso ordinário: a) os habeas corpus decididos em única ou última instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. É dotado de competências privativas. originariamente: a) nos crimes comuns. da Justiça do Trabalho e da Justiça Federal. III . a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. ou entre as deste e da União. ou entre autoridades judiciárias de um Estado e administrativas de outro ou do Distrito Federal. quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal. como órgão central do sistema e com poderes correicionais. da administração direta ou indireta. em única ou última instância. Ministro de Estado ou Comandante da Marinha. os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. de um lado. II . 112. b) os mandados de segurança decididos em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. bem como entre tribunal e juízes a ele não vinculados e entre juízes vinculados a tribunais diversos. e) as revisões criminais e as ações rescisórias de seus julgados. b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal. respectivamente. com mais de 35 e menos de 60 anos de idade. § único II) e CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO (Art. II) – o Conselho da Justiça Federal passa a ter poderes correicionais e decisões com caráter vinculante. § 2º. na forma da lei. cujas decisões terão caráter vinculante. 102.julgar.CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL (art. nestes e nos de responsabilidade. ou quando o coator for tribunal sujeito à sua jurisdição. 105 . regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. os dos Tribunais Regionais Federais. c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. do Exército ou da Aeronáutica. 112. b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado. da Justiça Eleitoral. e. i) a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho.ESCOLA NACIONAL DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DOS MAGISTRADOS (105. II .processar e julgar. os Governadores dos Estados e do Distrito Federal. Município ou pessoa residente ou domiciliada no País. do Distrito Federal e Territórios. pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. f) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. cabendo-lhe exercer. de regular os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. nomeados pelo Presidente da República. c) os habeas corpus. I) – funcionarão. dentre outras funções. os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. 33 Ministros. algumas retiradas do Supremo Tribunal Federal e outras do extinto Tribunal Federal de Recursos. 105 da Constituição Federal.o Conselho da Justiça Federal. as causas decididas. c) as causas em que forem partes Estado estrangeiro ou organismo internacional. Compõem-se de. h) o mandado de injunção. d) os conflitos de competência entre quaisquer tribunais. dos Comandantes da Marinha. . junto ao STJ e TST e serão incumbidas. STJ (Superior Tribunal de Justiça) O Superior Tribunal da Justiça tem sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território nacional. Parágrafo único) – deve ser precedida de aprovação da maioria absoluta do Senado.Compete ao Superior Tribunal de Justiça: I . do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal. ressalvado o disposto no art.NOMEAÇÃO DOS MINISTROS DO STJ (art. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 77 . § 1º. Art. os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais. quando denegatória a decisão. ou negar-lhes vigência. em recurso especial. §2º. dentre outras funções. do outro. dentre brasileiros.

propondo as providências que julgar necessárias. o qual deve integrar mensagem do Presidente do Supremo Tribunal Federal a ser remetida ao Congresso Nacional.receber as reclamações e denúncias. Do Superior Tribunal de Justiça Art. os processos disciplinares de juízes e membros de tribunais julgados há menos de um ano. § 1º O Conselho será presidido pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal. por ocasião da abertura da sessão legislativa. VIII . § 6º Junto ao Conselho oficiarão o Procurador-Geral da República e o Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio Tribunal. competindo-lhe. ou contra seus serviços auxiliares. II . de ofício ou mediante provocação.rever. relativas aos magistrados e aos serviços judiciários. inclusive contra seus serviços auxiliares. 94.dois advogados. § 5º O Ministro do Superior Tribunal de Justiça exercerá a função de Ministro-Corregedor e ficará excluído da distribuição de processos no Tribunal. ressalvada a possibilidade de decretação da perda do cargo que foi afastada na CCJ.dois cidadãos. caberá a escolha ao Supremo Tribunal Federal. sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais.um membro do Ministério Público da União. além das atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura. em partes iguais.CRIAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA – Art. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas. sendo: I . de notável saber jurídico e reputação ilibada. inclusive nos Estados.O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de. cabendo-lhe.um terço dentre juízes dos Tribunais Regionais Federais e um terço dentre desembargadores dos Tribunais de Justiça. do Distrito Federal e dos Territórios. nos diferentes órgãos do Poder Judiciário. § 4º Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes. assegurada ampla defesa. 104 . podendo avocar processos disciplinares em curso e determinar a remoção. II . VI . de notável saber jurídico e reputação ilibada. trinta e três Ministros. Distrito Federal e Territórios. delegando-lhes atribuições. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho. de qualquer interessado.zelar pela observância do art. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho. indicado pelo Procurador-Geral da República. XIII . VII . X . no mínimo. financeira e correicional dos Tribunais. IV . . depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. ficando excluído da distribuição de processos naquele tribunal. criará ouvidorias de justiça. além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: I . IX . III . no prazo legal. e requisitar servidores de juízos ou tribunais. as indicações previstas neste artigo. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Poder Judiciário.elaborar semestralmente relatório estatístico sobre processos e sentenças prolatadas. de inspeção e de correição geral. inclusive no Distrito Federal e nos Territórios.receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Poder Judiciário.elaborar relatório anual. 103 – B Mantida a composição heterogênea do Conselho bem como as atribuições de fiscalizar a gestão administrativa. § 3º Não efetuadas.exercer funções executivas do Conselho. dentre advogados e membros do Ministério Público Federal. 37 e apreciar. que votará em caso de empate.um juiz do trabalho.requisitar e designar magistrados. podendo expedir atos regulamentares. por unidade da Federação. sobre a situação do Poder Judiciário no País e as atividades do Conselho. as seguintes: I .zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura. 76 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário. de ofício ou mediante provocação. indicados na forma do art. dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. XII . II . escolhido pelo Procurador-Geral da República dentre os nomes indicados pelo órgão competente de cada instituição estadual. XI .um membro do Ministério Público estadual. podendo desconstituí-los. Parágrafo único.representar ao Ministério Público. representando diretamente ao Conselho Nacional de Justiça. V . ou recomendar providências. alternadamente.Trabalhando pela sua conquista. no caso de crime contra a administração pública ou de abuso de autoridade. indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal.um juiz de Tribunal Regional do Trabalho. sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União. no âmbito de sua competência. § 7º A União.um terço. III . serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República. § 2º Os membros do Conselho serão nomeados pelo Presidente da República. Estadual.

aprovar súmula que terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública e terá por objetivo a validade. Da decisão que aplicar indevidamente a súmula caberá reclamação direta para o STF.um juiz federal. § 3º Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar. indicado pelo respectivo tribunal. o Supremo Tribunal Federal poderá aprovar súmula com efeito vinculante em Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 75 . 2º da Emenda Constitucional nº 45. § 4º . Qual o alcance desses efeitos? O efeito mais óbvio é a impossibilidade jurídica e a conseqüência invalidade de uma decisão judicial que contrariar a súmula vinculante.Quando o Supremo Tribunal Federal apreciar a inconstitucionalidade. revisão ou cancelamento de súmula poderá ser provocada por aqueles que podem propor a ação direta de inconstitucionalidade. estadual e municipal. que defenderá o ato ou texto impugnado. de 8 de dezembro de 2004. dos três níveis de governo. AMPLIAÇÃO DA LEGITIMAÇÃO PARA PROPOSITURA DA ADECON – Art. § 2º . anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada. estadual e municipal. com mandato de dois anos. que atenderem aos requisitos do art. aprovar súmula que. vinculadas às súmulas do STF que gozarem do atributo da vinculação. indicado pelo Superior Tribunal de Justiça. III . O Supremo Tribunal Federal poderá. 8º dessa mesma Emenda. A partir de agora. e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula. para fazê-lo em trinta dias. 103. proferidas nas ações declaratórias de constitucionalidade e nas ações diretas de inconstitucionalidade. indicado pelo respectivo tribunal.Trabalhando pela sua conquista. estabelecendo que o Supremo Tribunal Federal poderá. em se tratando de órgão administrativo. conforme o caso. acerca das quais haja controvérsia entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre questão idêntica. IV . § 3º . em tese. será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e.O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal. isto é. 103-A – o STF passa a ter a possibilidade de editar súmula com efeito vinculante para todos os órgãos do Judiciário e da Administração Pública em geral. . O Conselho Nacional de Justiça compõese de quinze membros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e seis anos de idade. citará.um juiz estadual. Art.um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho. A súmula terá por objeto a interpretação. a aprovação. O aspecto mais importante da Reforma do Judiciário é. de norma legal ou ato normativo. certamente. 103-B. julgando-a procedente. VI . indicado pelo Supremo Tribunal Federal. II . § 1º A súmula terá por objetivo a validade. indicado pelo Supremo Tribunal Federal. EXTENSÃO DA LEGITIMAÇÃO DA ADIN E ADECON para as Mesas da Câmara Legislativa Distrital e Governador do DF – 103. caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que. acresceu o art. 103-A ao texto constitucional. após reiteradas decisões sobre matéria constitucional. se atendidos. previamente. de 08/12/04) relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. 103-A. O art. incluído pela Emenda Constitucional nº 45/2004 ou do art. também passam a ter efeito vinculante." Do Conselho Nacional de Justiça O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de quinze membros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e seis anos de idade. na forma estabelecida em lei.um Ministro do Supremo Tribunal Federal.(Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. a aprovação da súmula vinculante para a Administração Pública. As decisões definitivas de mérito. mediante decisão de dois terços dos seus membros. IV e V. com mandato de dois anos. § 1º . validade e eficácia de normas específicas e pode ser revista ou cancelada pelo próprio STF. caput – os legitimados passam a ser os mesmos da ADIN. a partir de sua publicação na imprensa oficial.Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional. A norma constitucional estabelece determinados requisitos que. acerca das quais haja controvérsia atual entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre questão idêntica. 103-A da Constituição Federal. § 2º Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei. indicado pelo Superior Tribunal de Justiça. de ofício ou por provocação. admitida uma recondução. nas esferas federal. está a Administração Pública direta e indireta.um juiz de Tribunal Regional Federal. nas esferas federal. indicado pelo respectivo tribunal.um Ministro do Superior Tribunal de Justiça.um desembargador de Tribunal de Justiça. a interpretação e a eficácia de normas determinadas. bem como proceder à sua revisão ou cancelamento. a interpretação e a eficácia de normas determinadas. admitida uma recondução Agora é norma constitucional: com o advento da Emenda Constitucional nº 45. o Advogado-Geral da União. V .SÚMULA VINCULANTE – Art. VII . Art. após reiteradas decisões sobre matéria constitucional. sendo: I . terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. conferirão à súmula o efeito vinculante descrito.

partido político com representação no Congresso Nacional. de notável saber jurídico e reputação ilibada. I. STF Supremo Tribunal Federal É o órgão máximo do Poder Judiciário. quando o coator for Tribunal Superior ou quando o coator ou o paciente for autoridade ou funcionário cujos atos estejam sujeitos diretamente à jurisdição do Supremo Tribunal Federal. 102 da Constituição. entre Tribunais Superiores. I. d. ou do próprio Supremo Tribunal Federal. consistente na repercussão geral da questão.julgar. mediante recurso extraordinário.o Governador de Estado ou do Distrito Federal.102. das Mesas de uma dessas Casas Legislativas.a Mesa da Câmara dos Deputados. § 1º .REPERCUSSÃO GERAL (art. b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal. r) as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público. 103. II . III . sob tríplice aspecto: originária. nas esferas federal. 74 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . j) a revisão criminal e a ação rescisória de seus julgados. com sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território. de um dos Tribunais Superiores. c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. b – o STF passa a ser competente para julgar mediante recurso extraordinário as ações que julguem válida a lei local em face da lei federal. 102. VIII .ATRIBUIÇÃO DO EFEITO VINCULANTE ÀS ADIN´s (art. h – deslocada para o STJ a competência para homologação de sentença estrangeira e concessão do exequatur às cartas rogatórias. direta ou indireta em todas as esferas. e Art. nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade produzirão eficácia contra todos e efeito vinculante.o Procurador-Geral da República. proferidas pelo Supremo Tribunal Federal. em recurso ordinário: a) o habeas corpus. Art. na forma da lei. § 3º No recurso extraordinário o recorrente deverá demonstrar a repercussão geral das questões constitucionais discutidas no caso. r – o STF passa a ser competente para julgar ações contra o CNJ e o CNMP. m) a execução de sentença nas causas de sua competência originária. inclusive.a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Presidente da República. III. Compõe-se de 11 Ministros. b) o crime político. p) o pedido de medida cautelar das ações diretas de inconstitucionalidade. quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição. II . relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. V. VI . Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade: I . A sua principal missão. facultada a delegação de atribuições para a prática de atos processuais. em grau de recurso ordinário e em grau de recurso extraordinário. . e aquela em que mais da metade dos membros do tribunal de origem estejam impedidos ou sejam direta ou indiretamente interessados. do Senado Federal. as causas decididas em única ou última instância. q) o mandado de injunção. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. 105. n) a ação em que todos os membros da magistratura sejam direta ou indiretamente interessados. l) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. VII . o) os conflitos de competência entre o Superior Tribunal de Justiça e quaisquer tribunais. Sua competência vem regulada no art. § 3º) – Ao recurso extraordinário é acrescido requisito de admissibilidade. do Tribunal de Contas da União. consiste na guarda da Constituição. III.julgar.a Mesa do Senado Federal. Essa competência é suprimida do STJ. d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. IX . 102. somente podendo recusá-lo pela manifestação de dois terços de seus membros. I) o habeas corpus.o Presidente da República. a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso. do Congresso Nacional. IV . nomeados pelo Presidente da República. o mandado de segurança. no entanto. . § 2º) – o dispositivo vem explicitar o efeito e endereçá-lo à administração pública. ou se trate de crime sujeito à mesma jurisdição em uma única instância.A argüição de descumprimento de preceito fundamental.o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. III . da Câmara dos Deputados. decorrente desta Constituição.Trabalhando pela sua conquista. . será apreciada pelo Supremo Tribunal Federal. se denegatória a decisão. § 2º As decisões definitivas de mérito. nos termos da lei. o habeas data e o mandado de injunção decididos em única instância pelos Tribunais Superiores. escolhidos dentre cidadãos com mais de 35 e menos de 65 anos de idade.102. tais como: . apresentou mudanças em cua competência. 45/2004. estadual e municipal.102.confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. A Emenda Constitucional n. . ou entre estes e qualquer outro tribunal.

Art. o Vice-Presidente. § 6º . repartição ou quebra do valor da execução.É obrigatória a inclusão. 101 . § 1º . sendo paciente qualquer das pessoas referidas nas alíneas anteriores. e autorizar.O Presidente do Tribunal competente que. 99 § 5º e 127. fazendo-se o pagamento até o final do exercício seguinte. no orçamento das entidades de direito público.Compete ao Supremo Tribunal Federal. § 2º . e exclusivamente para o caso de preterimento de seu direito de precedência.se não houver encaminhamento da proposta orçamentária no prazo legal. ressalvado o disposto no art.processar e julgar. em virtude de sentença transitada em julgado. em parte. §2º. Art. ORÇAMENTO DOS TRIBUNAIS E DO MINISTÉRIO PÚBLICO . vencimentos. das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.as despesas e obrigações assumidas na execução orçamentária não poderão extrapolar os limites da LDO. proventos. os do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática de caráter permanente. o mandado de segurança e o habeas data contra atos do Presidente da República. inclusive as respectivas entidades da administração indireta. § 1º. § 4º . na forma estabelecida no § 3º deste artigo e. o Presidente da República. de 08/12/04) Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 73 . Distrital ou Municipal deva fazer em virtude de sentença judicial transitada em julgado. retardar ou tentar frustrar a liquidação regular de precatório incorrerá em crime de responsabilidade. bem como fracionamento. proibida a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este fim. cabendo ao Presidente do Tribunal que proferir a decisão exeqüenda determinar o pagamento segundo as possibilidades do depósito.O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros. de verba necessária ao pagamento de seus débitos oriundos de sentenças transitadas em julgado. a requerimento do credor. em parte. g) a extradição solicitada por Estado estrangeiro. ou entre uns e outros. e) o litígio entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e a União. Art.Trabalhando pela sua conquista.A Os débitos de natureza alimentícia compreendem aqueles decorrentes de salários.Art. os pagamentos devidos pela Fazenda Federal. Parágrafo único . o seqüestro da quantia necessária à satisfação do débito. § 6º .se a proposta encaminhada desatender os limites estabelecidos na LDO os Poder Executivo efetuará os ajustes necessários. escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. pensões e suas complementações. h) (Revogado pela Emenda Constitucional nº 45. de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. 100 . f) as causas e os conflitos entre a União e os Estados. § 5º . precipuamente. § 3° .O disposto no caput deste artigo. § 4º . § 3º e 127. apresentados até 1º de julho. relativamente à expedição de precatórios.As custas e emolumentos deverão ser destinados exclusivamente ao custeio dos serviços afetos às atividades específicas da Justiça. I. seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República. do Procurador-Geral da República e do próprio Supremo Tribunal Federal. segundo as diferentes capacidades das entidades de direito público. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha. benefícios previdenciários e indenizações por morte ou invalidez. em virtude de sentença judiciária. 98. a guarda da Constituição. § 4º e 127. mediante expedição de precatório. d) o habeas corpus. Estadual.A lei poderá fixar valores distintos para o fim previsto no § 3º deste artigo. constantes de precatórios judiciários. quando terão seus valores atualizados monetariamente.Art. do Exército e da Aeronáutica. far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos. 99.À exceção dos créditos de natureza alimentícia. de notável saber jurídico e reputação ilibada. 52. o Distrito Federal ou o Território. O Supremo Tribunal Federal A função do Supremo Tribunal Federal é guardar a Carta da República. os membros dos Tribunais Superiores. . fundadas na responsabilidade civil. c) nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade. prevalecerão os valores aprovados para o orçamento vigente. cabendolhe: I . o Estado.As dotações orçamentárias e os créditos abertos serão consignados diretamente ao Poder Judiciário. 102 . por ato comissivo ou omissivo. a fim de que seu pagamento não se faça. os membros do Congresso Nacional. § 5º .Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República. b) nas infrações penais comuns. não se aplica aos pagamentos de obrigações definidas em lei como de pequeno valor que a Fazenda Federal.São vedados a expedição de precatório complementar ou suplementar de valor pago. do Tribunal de Contas da União. DESTINAÇÃO DAS CUSTAS JUDICIAIS – Art. originariamente: a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal. a União e o Distrito Federal. Estadual ou Municipal. salvo mediante prévia abertura de crédito suplementar ou especial Art. 99.

os valores aprovados na lei orçamentária vigente. na forma prevista nesta Constituição. e os Estados criarão: I .no âmbito da União. os cargos necessários à administração da Justiça. bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juízes. sem caráter jurisdicional. II . inclusive dos tribunais inferiores.Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira.Lei federal disporá sobre a criação de juizados especiais no âmbito da Justiça Federal. 96 .Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias. ou de provas e títulos. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. competentes para a conciliação. com observância das normas de processo e das garantias processuais das partes. celebrar casamentos. Art. verificar. f) conceder licença. 95 § 1º. IV – o magistrado não poderá receber. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. mediante os procedimentos oral e sumaríssimo. o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo. 169. ou togados e leigos.justiça de paz. entidades públicas ou privadas. na forma da lei.juizados especiais. a qualquer título ou pretexto. universal e secreto. nas hipóteses previstas em lei. Art. ressalvadas as exceções previstas em lei. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. os cargos de juiz de carreira da respectiva jurisdição. ouvidos os outros tribunais interessados. de ofício ou em face de impugnação apresentada.Art. aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores. b) organizar suas secretarias e serviços auxiliares e os dos juízos que lhes forem vinculados. § 1º . com a aprovação dos respectivos tribunais. 97 . permitidos. aos Tribunais Superiores e aos Tribunais de Justiça propor ao Poder Legislativo respectivo. entidades públicas ou privadas. antes 72 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . providos por juízes togados. § 5º Durante a execução orçamentária do exercício. II . além de outras previstas na legislação. 99 . § 1º . ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. velando pelo exercício da atividade correicional respectiva. exceto os de confiança assim definidos em lei.O encaminhamento da proposta. exceto se previamente autorizadas.Trabalhando pela sua conquista. remunerada.A União. § 4º Se as propostas orçamentárias de que trata este artigo forem encaminhadas em desacordo com os limites estipulados na forma do § 1º. o processo de habilitação e exercer atribuições conciliatórias. antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. Quanto à VEDAÇÃO DO RECEBIMENTO DE AUXÍLIO OU CONTRIBUIÇÃO POR MAGISTRADO trata o Art. observado o disposto no art. composta de cidadãos eleitos pelo voto direto. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 1º deste artigo. aos Presidentes dos Tribunais de Justiça. nos crimes comuns e de responsabilidade. de 2004) Art. a qualquer título ou pretexto.ao Supremo Tribunal Federal.ao magistrado será vedado exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou. e) prover. de 2004) V . obedecido o disposto no art.exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou.no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios. d) a alteração da organização e da divisão judiciárias. III . dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos. bem como os membros do Ministério Público. b) a criação e a extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos que lhes forem vinculados. a transação e o julgamento de recursos por turmas de juízes de primeiro grau.INSTITUIÇÃO DE QUARENTENA DE SAÍDA PARA MEMBROS DA MAGISTRATURA . auxílios ou contribuições de pessoas físicas. § 1º V . c) a criação ou extinção dos tribunais inferiores. parágrafo único. d) propor a criação de novas varas judiciárias. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.aos tribunais: a) eleger seus órgãos diretivos e elaborar seus regimentos internos. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. o Poder Executivo considerará. férias e outros afastamentos a seus membros e aos juízes e servidores que lhes forem imediatamente vinculados. c) prover. não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. IV . § 2º As custas e emolumentos serão destinados exclusivamente ao custeio dos serviços afetos às atividades específicas da Justiça. com a aprovação dos respectivos tribunais. 98 .Compete privativamente: I . compete: I . . ressalvadas as exceções previstas em lei. Art. no Distrito Federal e nos Territórios.aos Tribunais de Justiça julgar os juízes estaduais e do Distrito Federal e Territórios. § 3º Se os órgãos referidos no § 2º não encaminharem as respectivas propostas orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias. II . com mandato de quatro anos e competência para.receber. por concurso público de provas. 95. 169: a) a alteração do número de membros dos tribunais inferiores.Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público. § 2º . onde houver.

Os juízes gozam das seguintes garantias: I . 40. nem exceder a noventa e cinco por cento do subsídio mensal dos Ministros dos Tribunais Superiores. e fundamentadas todas as decisões. assegurada ampla defesa. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. para o exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno. 153.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. Recebidas as indicações. de 2004) XV a distribuição de processos será imediata. e 153. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 71 . em todos os graus de jurisdição. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. de 2004) VIIIA a remoção a pedido ou a permuta de magistrados de comarca de igual entrância atenderá. ao disposto nas alíneas a .dedicar-se à atividade político-partidária. em nível federal e estadual. VIII. sob pena de nulidade. XI. c e e do inciso II. Parágrafo único. Aos juízes é vedado: I . alternadamente. o tribunal formará lista tríplice. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. apurados na última ou única entrância. não podendo a diferença entre uma e outra ser superior a dez por cento ou inferior a cinco por cento. com mais de dez anos de carreira.a aposentadoria dos magistrados e a pensão de seus dependentes observarão o disposto no art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. e 39. do Ministério Público. salvo autorização do tribunal. III. podendo a lei limitar a presença. § 2º. X e XI. ainda que em disponibilidade. não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão. no que couber. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. de 2004) V . Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais. § 4º. 150. de 2004) XII a atividade jurisdicional será ininterrupta. de 1998) Parágrafo único.vitaliciedade. 93. que. III . de 2004) XIV os servidores receberão delegação para a prática de atos de administração e atos de mero expediente sem caráter decisório. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. I. nos vinte dias subseqüentes. ressalvado o disposto nos arts. dependendo a perda do cargo. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. e. aperfeiçoamento e promoção de magistrados. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. II . que. de 2004) VIII o ato de remoção. sendo vedado férias coletivas nos juízos e tribunais de segundo grau. funcionando. II . ou somente a estes. § 4º. e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros. de 2004) X as decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública. custas ou participação em processo. III . fundar-se-á em decisão por voto da maioria absoluta do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de Justiça. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. de 2004) IV previsão de cursos oficiais de preparação. em determinados atos. de sentença judicial transitada em julgado. 37.o subsídio dos Ministros dos Tribunais Superiores corresponderá a noventa e cinco por cento do subsídio mensal fixado para os Ministros do Supremo Tribunal Federal e os subsídios dos demais magistrados serão fixados em lei e escalonados. disponibilidade e aposentadoria do magistrado. salvo por motivo de interesse público. retiver autos em seu poder além do prazo legal. obedecido. indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes. com o mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros. de 2004) XIII o número de juízes na unidade jurisdicional será proporcional à efetiva demanda judicial e à respectiva população. só será adquirida após dois anos de exercício. de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado. nos dias em que não houver expediente forense normal. às próprias partes e a seus advogados.inamovibilidade.Trabalhando pela sua conquista. nesse período. juízes em plantão permanente. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. repetindo-se a votação até fixar-se a indicação. na forma do art. de 2004) e) não será promovido o juiz que. outro cargo ou função. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45. conforme as respectivas categorias da estrutura judiciária nacional. por interesse público. constituindo etapa obrigatória do processo de vitaliciamento a participação em curso oficial ou reconhecido por escola nacional de formação e aperfeiçoamento de magistrados. Art. sendo as disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros. de 1998) VI . de 2004) III o acesso aos tribunais de segundo grau far-se-á por antigüidade e merecimento. 39. dos Tribunais dos Estados. a qualquer título ou pretexto. escolherá um de seus integrantes para nomeação.receber. provendo-se metade das vagas por antigüidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno. e assegurada ampla defesa. no primeiro grau. de 2004) IX todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos. em qualquer caso. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. 95. nos demais casos. 94. em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação.irredutibilidade de subsídio. o disposto nos arts. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. II. de 2004) Art. de 2004) XI nos tribunais com número superior a vinte e cinco julgadores. b . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. conforme procedimento próprio. e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada. enviando-a ao Poder Executivo.exercer. 37. de 1998) VII o juiz titular residirá na respectiva comarca. poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros. injustificadamente. poderá ser constituído órgão especial. salvo uma de magistério.

Todos os valores de remuneração considerados para o cálculo do benefício previsto no § 3° serão devidamente atualizados. Lei complementar.2003) § 19.12. X. de 1998) III .DO PODER JUDICIÁRIO Seção I . de 2004) II .12. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45.Trabalhando pela sua conquista. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. observados os seguintes princípios: I .os Tribunais e Juízes Eleitorais. exigindo-se do bacharel em direito.mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho. 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. III . aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. alternadamente. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. VI . sem direito a indenização. 19. de 1998) § 3º Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade. 93. o servidor estável ficará em disponibilidade. III. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41.2003) § 21.12. VII . § 17. 92. é obrigatória a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade. três anos de atividade jurídica e obedecendo-se. de 2004) Art. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. na forma da lei. de 2004) II . § 3º.mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. IV . 19. nas nomeações. e que opte por permanecer em atividade fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no § 1º.DISPOSIÇÕES GERAIS Art. na forma da lei. de 2005) Art. o Conselho Nacional de Justiça e os Tribunais Superiores têm sede na Capital Federal. reconduzido ao cargo de origem. assegurada ampla defesa. c) aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento. de 2004) d) na apuração de antigüidade. I-A o Conselho Nacional de Justiça. quando o beneficiário. de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. por antigüidade e merecimento.12. até seu adequado aproveitamento em outro cargo.ingresso na carreira. mediante concurso público de provas e títulos.o Supremo Tribunal Federal. e de mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal. b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antigüidade desta. de 1998) II . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.os Tribunais e Juízes do Trabalho. II. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago.2003) § 20. § 1º O Supremo Tribunal Federal. 92 a 126 CAPÍTULO III . à ordem de classificação. se estável.em virtude de sentença judicial transitada em julgado. A contribuição prevista no § 18 deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. Incidirá contribuição sobre os proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo regime de que trata este artigo que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 41. V . cujo cargo inicial será o de juiz substituto. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45.os Tribunais e Juízes Militares. o tribunal somente 70 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . será ele reintegrado. de 1998) § 2º Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. atendidas as seguintes normas: a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento. São órgãos do Poder Judiciário: I . de 1998) Do Poder Judiciário: arts. 201 desta Constituição. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41.2003) § 18.promoção de entrância para entrância. de 1998) I . for portador de doença incapacitante. 201. na forma de lei complementar. 142. e o eventual ocupante da vaga. de 1998) § 1º O servidor público estável só perderá o cargo: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. no mínimo. disporá sobre o Estatuto da Magistratura. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. ressalvado o disposto no art. com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos. de 1998) § 4º Como condição para a aquisição da estabilidade. com remuneração proporcional ao tempo de serviço.o Superior Tribunal de Justiça.os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais. de 2004) § 2º O Supremo Tribunal Federal e os Tribunais Superiores têm jurisdição em todo o território nacional. 19. O servidor de que trata este artigo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no § 1º. Fica vedada a existência de mais de um regime próprio de previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos. a.

(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47.12. para o valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime de que trata este artigo. para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. de 2005) § 5º .12. de 15/12/98) § 7º Lei disporá sobre a concessão do benefício de pensão por morte. à soma total dos proventos de inatividade. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41.A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício. 37. em caráter permanente.2003) I . bem como de outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social. é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência previsto neste artigo. XI. de 15/12/98) § 12 . O regime de previdência complementar de que trata o § 14 será instituído por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo. o valor real. "a".Ao servidor ocupante. caso em atividade na data do óbito. 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. ou (Incluído pela Emenda Constitucional nº 41. de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público. o disposto nos §§ 14 e 15 poderá ser aplicado ao servidor que tiver ingressado no serviço público até a data da publicação do ato de instituição do correspondente regime de previdência complementar. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. exclusivamente. § 3º . o regime de previdência dos servidores públicos titulares de cargo efetivo observará.Aplica-se o limite fixado no art. corresponderão à totalidade da remuneração.º As aposentadorias e pensões dos servidores públicos federais serão custeadas com recursos provenientes da União e das contribuições dos servidores. III. na forma da lei.2003) § 9º . 201.2003) § 16 . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. de 2005) I portadores de deficiência. por ocasião da sua concessão.O tempo de contribuição federal. 19.ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento.12. no que couber. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. caso aposentado à data do óbito.ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido. ressalvados. 201. e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma desta Constituição. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. de 15/12/98) § 14 . na forma da lei. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 3. na forma da lei. 201. no que couber. por ocasião da sua concessão. de natureza pública. o Distrito Federal e os Municípios. serão calculados com base na remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria e.Trabalhando pela sua conquista.A União. de 15/12/98) § 6. nos termos definidos em leis complementares. poderão fixar.Os proventos de aposentadoria. os casos de servidores: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 47.12.12. aplica-se o regime geral de previdência social. por intermédio de entidades fechadas de previdência complementar. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. observado o disposto no art.Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos. de 15/12/98) § 15. de 15/12/98) Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 69 .2003) II .Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição. estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade. de 15/12/98) § 3º Para o cálculo dos proventos de aposentadoria. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos. de 15/12/98) § 13 . e de cargo eletivo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. os Estados.2003) § 8º É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes. serão consideradas as remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que tratam este artigo e o art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. de 2005) II que exerçam atividades de risco. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. 201. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 19. 19. de 15/12/98) § 11 . que será igual: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. conforme critérios estabelecidos em lei. o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art.2003) § 4º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo. 19. de 15/12/98) § 10 . que oferecerão aos respectivos participantes planos de benefícios somente na modalidade de contribuição definida. desde que instituam regime de previdência complementar para os seus respectivos servidores titulares de cargo efetivo.12. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41.Além do disposto neste artigo.Somente mediante sua prévia e expressa opção. os requisitos e critérios fixados para o regime geral de previdência social. cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. de 1993) § 6º . 202 e seus parágrafos. de 2005) III cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. 19. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. em relação ao disposto no § 1º.

mediante emenda às respectivas Constituições e Lei Or gânica. das autarquias e das fundações públicas. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) II .135-4) § 1º A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. do Distrito Federal e dos Municípios poderá estabelecer a relação entre a maior e a menor remuneração dos servidores públicos. do Distrito Federal e dos Municípios disciplinará a aplicação de recursos orçamentários provenientes da economia com despesas correntes em cada órgão. para isso. XV. regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta. em qualquer caso. 19. VIII. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3º e 17: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. de 2005) Seção II . constituindo-se a participação nos cursos um dos requisitos para a promoção na carreira. de 15/12/98) III . dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas. o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira. para aplicação no desenvolvimento de programas de qualidade e produtividade. IX. de 1998) I . obedecido. o disposto no art. IV. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. os Estados. podendo a lei estabelecer requisitos diferenciados de admissão quando a natureza do cargo o exigir. de 1998) Art. de 15/12/98) 68 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 39. A União. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. aos setenta anos de idade. deste artigo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) § 4º O membro de Poder. desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria. de 1998) § 6º Os Poderes Executivo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. em qualquer caso. XVIII. treinamento e desenvolvimento. contagiosa ou incurável. exceto se decorrente de acidente em serviço. (Vide ADIN nº 2. moléstia profissional ou doença grave. 40. se mulher. como limite único. abono. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. se mulher.por invalidez permanente. de 1998) Art. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. se homem. autarquia e fundação. de 15/12/98) a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. XX.voluntariamente. adicional. os Estados e o Distrito Federal manterão escolas de governo para a formação e o aperfeiçoamento dos servidores públicos. 37. na forma da lei.Trabalhando pela sua conquista. o detentor de mandato eletivo. incluídas suas autarquias e fundações. se homem. obedecido. XVI.Os proventos de aposentadoria e as pensões. verba de representação ou outra espécie remuneratória. reaparelhamento e racionalização do serviço público. XXII e XXX. 19.12. 7º. X e XI. e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição. de 1998) § 5º Lei da União. o disposto no art. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar. modernização. de 15/12/98) § 2º . e sessenta anos de idade. VII. XII. de 15/12/98) b) sessenta e cinco anos de idade.2003) § 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados.DOS SERVIDORES PÚBLICOS (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 18. os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.os requisitos para a investidura.2003) I . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 37. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. XVII. observadas as seguintes condições: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. vedado o acréscimo de qualquer gratificação. dos Estados. dos Estados. sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição. de 1998) III . a celebração de convênios ou contratos entre os entes federados.2003) II . de 1998) § 2º A União. no âmbito de sua competência. não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário. Legislativo e Judiciário publicarão anualmente os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos.a natureza. de 1998) § 7º Lei da União. não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. em seu âmbito.12. de 1998) § 3º Aplica-se aos servidores ocupantes de cargo público o disposto no art. dos Estados. por ocasião de sua concessão. prêmio.compulsoriamente. o Distrito Federal e os Municípios instituirão. XI.as peculiaridades dos cargos. facultada. o subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça. do Distrito Federal e dos Municípios. de 1998) § 8º A remuneração dos servidores públicos organizados em carreira poderá ser fixada nos termos do § 4º. mediante contribuição do respectivo ente público.12. inclusive sob a forma de adicional ou prêmio de produtividade. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. XIX. 19. XIII.

de 2005) § 12. sionais de saúde.a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo. direitos. neste último caso. § 2º . de sociedade de economia mista e de fundação. de 1998) XX . as parcelas de caráter indenizatório previstas em lei.a remuneração do pessoal. na forma da lei. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. e sociedades controladas.o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre atos de governo. dos Estados.(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20. os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração. que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou entidade. § 5º . obrigações e responsabilidade dos dirigentes. servidor ou não. § 9º O disposto no inciso XI aplica-se às empresas públicas e às sociedades de economia mista. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. na forma e gradação previstas em lei. ressalvadas as respectivas ações de ressarcimento. causarem a terceiros. compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes. § 7º A lei disporá sobre os requisitos e as restrições ao ocupante de cargo ou emprego da administração direta e indireta que possibilite o acesso a informações privilegiadas. XIX . símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. regulando especialmente: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. orçamentária e financeira dos órgãos e entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato. suas subsidiárias.A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos praticados por qualquer agente. nessa qualidade. dos Estados. de 1998) § 10. de 2001) XVII . de 1998) XVIII . o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações. programas. observado o disposto no art. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. sem prejuízo da ação penal cabível. 40 ou dos arts.Trabalhando pela sua conquista. 5º. dela não podendo constar nomes. de 1998) § 4º . exercidas por servidores de carreiras específicas. terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada. mantidas as condições efetivas da proposta. a criação de subsidiárias das entidades mencionadas no inciso anterior. pelo poder público.12.as administrações tributárias da União. externa e interna.Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos. (Regulamento) XXII . em cada caso.somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública. serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo.a proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias.A publicidade dos atos. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. serviços. de 1998) III . a perda da função pública. Para os fins do disposto no inciso XI do caput Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 67 . (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. direta ou indiretamente. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. fundações. dentro de suas áreas de competência e jurisdição.As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. do Distrito Federal ou dos Municípios para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral. precedência sobre os demais setores administrativos. cabendo à lei dispor sobre: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. da qualidade dos serviços. nos termos da lei. inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais.A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. as obras. § 6º . de 1998) I . informativo ou de orientação social.depende de autorização legislativa. ressalvados os cargos acumuláveis na forma desta Constituição. do Distrito Federal e dos Municípios.o prazo de duração do contrato. XXI . de 19. Não serão computadas. atividades essenciais ao funcionamento do Estado. III . X e XXXIII. É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrentes do art. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 34. de 1998) § 11. para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput deste artigo. emprego ou função pública.ressalvados os casos especificados na legislação. empresas públicas. de 1998) II . a ser firmado entre seus administradores e o poder público. sociedades de economia mista. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47.as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral.os controles e critérios de avaliação de desempenho. de 1998) § 8º A autonomia gerencial. com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento. definir as áreas de sua atuação. que receberem recursos da União. assim como a participação de qualquer delas em empresa privada. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42. que causem prejuízos ao erário. e suas subsidiárias. cabendo à lei complementar. emprego ou função na administração pública.2003) § 1º . com profissões regulamentadas. na forma da lei ou convênio. II . obras. asseguradas a manutenção de serviços de atendimento ao usuário e a avaliação periódica.a administração fazendária e seus servidores fiscais terão. § 3º A lei disciplinará as formas de participação do usuário na administração pública direta e indireta. nos termos da lei. de 1998) I . 42 e 142 com a remuneração de cargo.

aplicável este limite aos membros do Ministério Público. o subsídio do Prefeito. em defesa dos interesses de seus associados. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. destinam-se apenas às atribuições de direção. por três quintos dos votos dos respectivos membros. (D) a associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos seis meses poderá impetrar mandado de segurança coletivo. na forma prevista em lei. funções e empregos públicos da administração direta.é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos.a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos.2003) XII . de 1998) VIII . de 1998) XVI . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo. condições e percentuais mínimos previstos em lei. IX . do Distrito Federal e dos Municípios.durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação. não poderão exceder o subsídio mensal. de 1998) (Regulamento) (E) conceder-se-á habeas data sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade. de 1998) c) a de dois cargos ou empregos privativos de profis- 66 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . assegurada revisão geral anual. V . 153. a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos. impessoalidade. 39 somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego.a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4º do art. percebidos cumulativamente ou não.Trabalhando pela sua conquista. aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 19. na forma da lei. de 1998) b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico. ressalvado o disposto nos incisos XI e XIV deste artigo e nos arts. assim como aos estrangeiros. em espécie. de 1998) a) a de dois cargos de professor. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União. quando houver compatibilidade de horários. aplicando-se como li-mite. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal. § 4º. à soberania e à cidadania.o prazo de validade do concurso público será de até dois anos. aos Procuradores e aos Defensores Públicos.o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 19. dos Estados. do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade.as funções de confiança. II. prorrogável uma vez. dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. e nos Estados e no Distrito Federal. o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo. ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. de 1998) VI . em espécie. e 153. e os cargos em comissão. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 37.o subsídio e os vencimentos dos ocupantes de cargos e empregos públicos são irredutíveis. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. I. RESPOSTA: 1. de 1998) I .a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos.é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. autárquica e fundacional. VII . na carreira. observado em qualquer caso o disposto no inciso XI. 37 e 39 a 41 XI . observada a iniciativa privativa em cada caso. 19.os cargos. 39. ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. dos membros de qualquer dos Poderes da União. C Da administração pública: arts. 150. o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o sub-sídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça.12. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. XIII . moralidade. publicidade e eficiência e. III.os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público não serão computados nem acumulados para fins de concessão de acréscimos ulteriores.é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical. dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41.a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão. cada Casa do Congresso Nacional. dos Ministros do Supremo Tri-bunal Federal. IV . de 1998) XIV . X . no âmbito do Poder Judiciário. incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza. pensões ou outra espécie remuneratória. dos Estados. de 1998) XV . chefia e assessoramento. nos Municípios.os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. de 1998) III . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. § 2º. de 1998) II . também. Art. por igual período. empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. serão equivalentes às emendas constitucionais. exceto. em dois turnos. sempre na mesma data e sem distinção de índices.

seguro contra acidentes de trabalho. IV . independentemente da contribuição prevista em lei.proibição de distinção entre trabalho manual. pelo menos. é assegurada a eleição de um representante destes com a finalidade exclusiva de promover-lhes o entendimento direto com os empregadores. XIX. Art.licença à gestante. a cargo do empregador. nos termos da lei. II . em qualquer grau.adicional de remuneração para as atividades penosas.licença-paternidade. (B) a reunião pacífica em local público é assegurada a todos.reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho. III . 10.é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e.proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência. V . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53. representativa de categoria profissional ou econômica. XVIII .gozo de férias anuais remuneradas com. na forma da lei. Art.proteção do mercado de trabalho da mulher. inclusive em questões judiciais ou administrativas. art. ressalvado o registro no órgão competente. XXIV . VIII . bem como a sua integração à previdência social. a partir de quatorze anos. XXI e XXIV. § 2º . atendidas as condições que a lei estabelecer.Trabalhando pela sua conquista. XXI . Art. em cinqüenta por cento à do normal. até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho. que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados. de 1998) XXXIV . competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender. As disposições deste artigo aplicamse à organização de sindicatos rurais e de colônias de pescadores.ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria. com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais.proteção em face da automação.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 28. Parágrafo único. na forma da lei. vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical. 9º É assegurado o direito de greve.remuneração do serviço extraordinário superior. VIII. salvo se cometer falta grave nos termos da lei. 8º É livre a associação profissional ou sindical. insalubres ou perigosas. higiene e segurança. XXXIII .igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. XVII. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV. (C) os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados.aposentadoria. é certo que (A) a obtenção de certidões em repartições públicas para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal está assegurada. XX . 11. quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho. VII . VI. ainda que suplente. de 2006) XXVI .a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato. observado o seguinte: I . perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos. de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo. *******QUESTÃO DE CONCURSO******* 1. cor ou estado civil. 59 § 1º) XVII . um terço a mais do que o salário normal. com a duração de cento e vinte dias. VI . XXIX . será descontada em folha. de 25/05/2000) XXX . quando incorrer em dolo ou culpa. XVIII. no mínimo. § 1º .é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho. (Vide Del 5. em se tratando de categoria profissional.Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei. sendo no mínimo de trinta dias.redução dos riscos inerentes ao trabalho. até um ano após o final do mandato. XIX .proibição de trabalho noturno. XXXI . técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos. Parágrafo único.A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. por meio de normas de saúde. Art.o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas organizações sindicais. XXVII . para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. No que concerne aos direitos e deveres individuais e coletivos. XVI .ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato. sem prejuízo do emprego e do salário.proibição de diferença de salários. XXIII . XXVIII . XXII . XXXII .452. É assegurada a participação dos trabalhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação. se eleito. não podendo ser inferior à área de um Município. XV.ação. mas depende de autorização da autoridade competente.aviso prévio proporcional ao tempo de serviço.é vedada a criação de mais de uma organização sindical. XXV . aos domingos.assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 5 (cinco) anos de idade em creches e pré-escolas. mediante o pagamento das taxas estipuladas pelo Poder Público. nos termos da lei. mediante incentivos específicos. salvo na condição de aprendiz. idade. sem excluir a indenização a que este está obrigado.a assembléia geral fixará a contribuição que. nos termos fixados em lei. em Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 65 . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. Nas empresas de mais de duzentos empregados. na mesma base territorial.

de 1998) XIII . na forma da lei. constituindo crime sua retenção dolosa. ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte. LXXVIII . em cada Casa do Congresso Nacional. conforme definido em lei. à soberania e à cidadania. IX . à moralidade administrativa. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. a segurança. a alimentação. assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença. a previdência social. são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação. de 1943) XIV . CAPÍTULO II .o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos. que preverá indenização compensatória. 6º São direitos sociais a educação.remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. não amparado por habeas corpus ou habeas data. sendo vedada sua vinculação para qualquer fim.a todos. a assistência aos desamparados. isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência. em dois turnos.garantia de salário. no âmbito judicial e administrativo. o lazer. facultada a compensação de horários e a redução da jornada. § 1º . de 08. entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano. judicial ou administrativo. LXXIV . a moradia. nunca inferior ao mínimo. salvo negociação coletiva. XV .Trabalhando pela sua conquista.DOS DIREITOS SOCIAIS Art. Inciso LXXVIII e parágrafos acrescentados pela Emenda Constitucional nº 45.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.proteção do salário na forma da lei. saúde. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: I . salvo comprovada má-fé.As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia. desvinculada da remuneração. § 2º .são gratuitos para os reconhecidamente pobres. lazer. a saúde. os atos necessários ao exercício da cidadania. b) para a retificação de dados.são gratuitas as ações de habeas corpus e habeas data.04. por ilegalidade ou abuso de poder. por três quintos dos votos dos respectivos membros. LXXV . VII .qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe.seguro-desemprego.salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei. de 2010) Art. LXXIII .jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento.o Estado indenizará o condenado por erro judiciário. com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo.conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade. e.conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo.Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados. vestuário. na forma desta Constituição. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. IV . em caso de desemprego involuntário. § 4º O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. ou resultados.12. participação na gestão da empresa. X . o trabalho. higiene. educação. III . LXX . V .salário mínimo . (vide Decreto-Lei nº 5. LXIX .repouso semanal remunerado. para os que percebem remuneração variável. na forma da lei: a) o registro civil de nascimento. em defesa dos interesses de seus membros ou associados.piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. fixado em lei. nos termos de lei complementar. preferencialmente 64 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . b) organização sindical. LXXI . ficando o autor. § 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados. II . LXXVI . VI .duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais. XI . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 64.décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria. XII .irredutibilidade do salário. violência ou coação em sua liberdade de locomoção.conceder-se-á habeas data: a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante. quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público. serão equivalentes às emendas constitucionais. alimentação.fundo de garantia do tempo de serviço. LXXII .relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa.participação nos lucros. VIII . quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso. LXXVII . e. dentre outros direitos. transporte e previdência social. constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público. b) a certidão de óbito. excepcionalmente. nacionalmente unificado.o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por: a) partido político com representação no Congresso Nacional. a proteção à maternidade e à infância.452.

aos litigantes. se omitirem. nos termos da lei. LVII . de acordo com a natureza do delito. b) a obtenção de certidões em repartições públicas.ninguém será levado à prisão ou nela mantido.às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação. o terrorismo e os definidos como crimes hediondos. d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida.não haverá juízo ou tribunal de exceção.não haverá prisão civil por dívida. salvo para beneficiar o réu. nem pena sem prévia cominação legal. podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser.a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura. e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa. LXV . LXVI .a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais. XXXVII . por eles respondendo os mandantes. salvo o naturalizado. XXXIX .nenhuma pena passará da pessoa do condenado. LXIV .é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral. na forma da lei. 84. d) de banimento. sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado. LXII . para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. XL . LXI . o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. XXXIV são a todos assegurados.a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito. LIV . com ou sem fiança. XLVI . LXVIII . d) prestação social alternativa. b) de caráter perpétuo. XXXVI .nenhum brasileiro será extraditado. c) a soberania dos veredictos.são inadmissíveis. LII . LIII . XXXVIII . XLIV .não haverá penas: a) de morte.a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem. no processo. as provas obtidas por meios ilícitos. em processo judicial ou administrativo. LI . os executores e os que. XLIX . sujeito à pena de reclusão. contra a ordem constitucional e o Estado democrático. de 05. LVI .a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada. b) perda de bens. com a organização que lhe der a lei. com os meios e recursos a ela inerentes. nos termos da lei. definidos em lei.a lei regulará a individualização da pena e adotará. praticado antes da naturalização. LX .ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente.conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 63 . quando a lei admitir a liberdade provisória.constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados. LXIII . e) suspensão ou interdição de direitos.a lei não prejudicará o direito adquirido.o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal.a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível. em caso de crime comum.ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal. c) de trabalhos forçados.Trabalhando pela sua conquista. b) o sigilo das votações.é reconhecida a instituição do júri. e) cruéis. XIX. c) multa. XLII . civis ou militares. independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direito ou contra ilegalidade ou abuso de poder.não há crime sem lei anterior que o defina.o preso será informado de seus direitos.não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião.05. ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado. LIX . entre outras.será admitida ação privada nos crimes de ação pública. XLVIII . LV . XLVII . LVIII . XXXV . salvo nas hipóteses previstas em lei. salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar.05. ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. podendo evitá-los. LXVII .ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. as seguintes: a) privação ou restrição da liberdade. XLI . salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel. assegurados: a) a plenitude de defesa. entre os quais o de permanecer calado. nos termos do art.111.ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente. salvo em caso de guerra declarada.o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial.a pena será cumprida em estabelecimentos distintos. L . XLV . a idade e o sexo do apenado. Regulamentado pela Lei nº 11. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada. estendidas aos sucessores e contra eles executadas. se esta não for intentada no prazo legal. até o limite do valor do patrimônio transferido. XLIII .a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária.a lei penal não retroagirá.

a lei assegurará aos autores de inventos industriais privilégio temporário para sua utilização. XXVII . XXVI . salvo. VIII . tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País.a casa é asilo inviolável do indivíduo. à propriedade das marcas. quando necessário ao exercício profissional. XXV . sendo vedado o anonimato. X . IV . nele entrar.ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política. instrumentos. assegurada ao proprietário indenização ulterior. salvo em caso de flagrante delito ou desastre. dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento. inclusive nas atividades desportivas. sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento. ressalvados os casos previstos nesta Constituição. mediante justa e prévia indenização em dinheiro. têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente. XVII . XXIV .é garantido o direito de propriedade. XVIII . na forma da lei. XX .Trabalhando pela sua conquista. transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar. meios. nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. XXXI . exigindo-se. destinados a assegurar o respeito. por ordem judicial.a pequena propriedade rural. permanecer ou dele sair com seus bens. desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local. quando expressamente autorizadas. sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida. podendo qualquer pessoa. ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador. que serão prestadas no prazo da lei. fixada em lei.ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante. XXXII . a defesa do consumidor. na forma da lei. além da indenização por dano material. ou. atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. I . por determinação judicial. em locais abertos ao público. sem armas. XXIII .é assegurada. desde que trabalhada pela família. XXVIII . de dados e das comunicações telefônicas. a autoridade competente poderá usar de propriedade particular. ou por interesse social. salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa. no último caso. XI . o trânsito em julgado. 5º. XXI – as entidades associativas.ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado. independentemente de censura ou licença.é assegurado o direito de resposta. XVI . no primeiro caso.é livre a expressão da atividade intelectual. XXIX . científica e de comunicação.são invioláveis a intimidade. VI .a criação de associações e. os quais se encontram ligados a estes entre os incisos do art. III . sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente. na forma da lei.ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. publicação ou reprodução de suas obras.é livre o exercício de qualquer trabalho. bem como proteção às criações industriais. não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva. XIV . proporcional ao agravo. aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas. artística. durante o dia.o Estado promoverá. a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva.todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular. nos termos da lei. nos termos da lei. VII . V . a de cooperativas independem de autorização.a propriedade atenderá a sua função social.é garantido o direito de herança.a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública.a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros.aos autores pertence o direito exclusivo de utilização.no caso de iminente perigo público.é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz. ou de interesse coletivo ou geral.é inviolável a liberdade de consciência e de crença.é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas. a efetividade do gozo e a exigibilidade dos direitos individuais. moral ou à imagem. a honra e a imagem das pessoas. 62 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . IX .são assegurados.é livre a manifestação do pensamento. aos nomes de empresas e a outros signos distintivos. XIII . a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. XIX as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial.homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações.todos podem reunir-se pacificamente. XXX . assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. ou para prestar socorro. assim definida em lei. XII . a vida privada. XXXIII . independentemente de autorização. II . nos termos da lei: a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas. XV . procedimentos e instituições. sob pena de responsabilidade. ofício ou profissão.é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte.é plena a liberdade de associação para fins lícitos. se houver dano. vedada a de caráter paramilitar. XXII . b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores. sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus. nos termos desta Constituição.

Trabalhando pela sua conquista. qualquer que seja o objeto. desde logo. 920 – REVOGADO. Essa consagração jurídico-positiva dos direitos do homem é uma garantia de que se reconhece. 24. garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida. na Constituição. art. como sentença. convém. Art. § 4º – Em havendo transação penal. à liberdade. 72) para o mesmo horário. 924 – Nos casos de processos de júri por tentativa de homicídio. • Ofício-Circular nº 09/97-CGJ. deverá ser efetuado utilizando-se. Aceitando o autor do fato a proposta. 923 – As manifestações das partes em audiência (eventual denúncia oral. Art.394. poderá ser expedida precatória para efeito de submeter a ele a proposta de transação formulada pelo Ministério Público. § 2º – Quando a transação tiver por objeto prestação social alternativa (cestas básicas. ser efetuado pelo próprio Escrivão. Art. para prevenir eventual desclassificação para lesões corporais leves. • Provimento nº 18/03-CGJ. a critério do magistrado. • Ofício-Circular nº 87/95-CGJ.). 921 – As sentenças homologatórias de composição civil e de transação não serão computadas no total de sentenças de mérito. devida valoração na apuração da judicância. a manifestação desta quanto ao interesse em representar.DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. § 1º – Em sendo aplicada pena restritiva de direitos. Art. recebendo. § 3º – Na hipótese do autor do fato residir em outra Comarca. ao ouvir a vítima. ficando ao encargo do juízo deprecante a homologação da transação. CAPÍTULO I . • Ofício-Circular nº 96/95-CGJ. • Provimento nº 32/09-CGJ. bem como a realização de audiências coletivas ou audiências simultâneas. Art.Todos são iguais perante a lei. colher. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: LEGISLAÇÃO APLICADA À ATIVIDADE MATÉRIA CONSTITUCIONAL Constituição Federal Dos direitos e deveres individuais e coletivos e dos direitos sociais: arts. A deprecação não se revela conveniente quando for obrigatória a composição civil no juízo de origem. com a anuência do Ministério Público. 917 – Os feitos em andamento. de acordo com o prudente critério do magistrado. deverá ser usado o CGC do Ministério das Relações Exteriores (00. 919 – O recolhimento das multas. etc. Art. o que também deve ser observado nos casos de suspensão condicional do processo. 5º a 11 A posição dos direitos individuais constitui elemento fundamental para a sua obrigatoriedade e imperatividade. Cumprida a obrigação e extinta a punibilidade. no preenchimento do Documento de Arrecadação de Receita Estadual. alcançados pela nova lei. Art. será anotada nova sentença EXTINTA PUNIBILIDADE – TRANSAÇÃO CUMPRIDA. defesa e debate) deverão ser objeto de sucinto registro. Corregedoria-Geral da Justiça . a critério do Juiz. uma relação jurídica entre governado e o Estado e suas autoridades. o juízo deprecado providenciará no recolhimento da multa. 918 – A TRANSAÇÃO REALIZADA deverá ser registrada. com destaque no respectivo mapa. Art. Art. podendo o cálculo respectivo. 922 – A denúncia oral. sem distinção de qualquer natureza. o CGC do Estado do Rio Grande do Sul (87934675/0001-96). com eventual remanejo desta. Provimento nº 42/08CGJ. • Provimento nº 27/2002-CGJ. caso em que deverá se fazer consignar na precatória o valor da multa. em princípio. e não em pagamento de numerário em juízo. no sistema THEMIS1G na data da audiência em que foi celebrada. na hipótese de o réu não possuir CPF. a respectiva execução será feita no próprio JECRIM. ranchos. • Provimento nº 11/06-CGJ. art. cumulada ou não com multa. evitando-se a remessa dos autos ao Contador. à segurança e à propriedade. a obrigação deve ser prestada in natura.536/0001-39). porém. mas de modo a permitir o exame da aptidão da acusação e da eficácia da defesa. 25. somente deverá ser admitida quando formalmente instalado na Comarca o Juizado Especial Criminal. nos termos seguintes: Garantias Constitucionais individuais são os Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 61 . por se tratar de sentença que extinguirá o processo. • Ofício-Circular nº 54/97-CGJ. por sua singeleza. • Ofício-Circular nº 71/97-CGJ. Parágrafo único – É vedada a designação de mais de duas audiências preliminares (art.Consolidação Normativa Judicial 226 Parágrafo único – Em se tratando de réu estrangeiro. seu cumprimento farse-á perante a Vara das Execuções Criminais. 916 – O pagamento da multa e recolhimento de custas dar-se-á diretamente no Cartório da Vara. • Provimento nº 32/09-CGJ. • Provimento nº 23/02-CGJ. nem mesmo com a reunião de uma das partes envolvidas. o que significará desafogo na jurisdição criminal em curto prazo. à igualdade. 5º . Parágrafo único – Nada impede que seja desde logo implementada. dispensada transcrição literal. quer a título explicativo ou para a colheita da eventual representação. deverão ser priorizados na pauta.

• Resolução nº 165/95-CM. deverão ser incinerados. 904 – Os recursos dos feitos definidos como da competência cível do Juizado Especial.O escrivão manterá o controle das apresentações utilizando-se dos relatórios disponíveis no sistema informatizado. • Ofícios-circulares nºs 32/96-CGJ e 39/98-CGJ. interpostos na vigência da Lei nº 9. poderá ser expedida precatória para acompanhamento das condições da suspensão depois de cumprida a providência do § 2º deste artigo. torna-se imperioso realçar os institutos de natureza ou com efeitos penais mais benéficos. 60 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . os processos em andamento. prioritariamente. no caso. na sua residência ou escritório. dispensada a lavratura do auto. Art.DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS (LEI Nº 9. o Cartório Judicial. designando. se já não existir manifestação inequívoca anterior. a autoridade policial colherá o compromisso a que alude o art. de execução criminal.A suspensão do processo será anotada no sistema informatizado observando-se que a data do início deve coincidir com a data da decisão da concessão do benefício.). art. considerando inocorrer. Provimento nº 44/2009-CGJ. 23. 88) e da suspensão condicional do processo (art. desde que esse tenha procuração com poderes especiais para este fim.Trabalhando pela sua conquista. 914 – Os termos circunstanciados a que se refere o art. 909 – A normatização introdutora da conciliação. § 4º – REVOGADO . da representação como condição de procedibilidade (art. 72-74). Art. 912 – Enquanto não instalado o Juizado Especial Criminal. sob pena de decadência. Art. visando a composição dos danos civis (arts. a observação do § 1º. art. Art. os processos por crimes de lesões corporais leves ou lesões culposas não poderão prosseguir. 75). 69. os autos deverão permanecer ativos na vara. e encaminhará o termo circunstanciado de ocorrência para a distribuição regular. 89 da Lei nº 9. oportunizar o exercício do direito de representação verbal (art. 69 deverão ser distribuídos como processos no sistema informatizado. Em nenhuma hipótese cogitar-se-á de remessa da precatória à Vara das Execuções Criminais. 902 – É recomendável que os acordos com pagamentos parcelados. da transação(art. Neste caso deverá ser expedido ofício com prazo para cumprimento. bem como as Turmas Recursais passam a exercer a competência cível que lhes é atribuída pela Lei nº 9. SEÇÃO II .099/95.099/95) Art. • Provimento nº 36/96-CGJ e Ofício-Circular nº 118/01-CGJ. os mesmos deverão ser em conta bancária judicial. nesta hipótese. Provimento nº 44/2009-CGJ. para o prosseguimento de um processo criminal já instaurado (arts.099/95). com levantamento dos valores exclusivamente através de alvará judicial ao beneficiado ou ao seu advogado. Parágrafo único – Atentar. ou ainda de seu advogado. a contar da intimação. interdição temporária de direitos. 76). 911 – Sem a manifestação da vítima ou do seu representante. respeitado o entendimento jurisdicional do magistrado. evitando-se. 913 – Na hipótese de flagrante. 903 – Os Juizados Especiais Cíveis e Adjuntos. • Ofício-Circular nº 84/97-CGJ. reconhecimento de culpa nem condenação. Provimento nº 32/09-CGJ § 1º – Na suspensão condicional do processo devem ser evitadas as condições tidas como penas pelo ordenamento jurídico (prestação de serviços à comunidade.099/95. A data de apresentação dos envolvidos será designada oportunamente pelo magistrado. Art.Serão anotadas no sistema informatizado todas as apresentações realizadas pelo beneficiado. cujo acompanhamento será realizado pelo juízo processante. ou ao Juizado Especial Criminal (quando se tratar de feito da competência deste e já houver Juizado Criminal instalado na comarca). § 4º . para tanto. 915 – No caso de suspensão condicional do processo (art. 23. Art. 89) enseja aplicação imediata e com efeito retroativo. sejam cumpridos pela parte diretamente na conta bancária do beneficiado. ser encaminhados à Turma Recursal. audiência. ainda. art. poderão. 1º (revoga o § 3º). etc. Art. § 5º – Residindo o réu em outra comarca. Provimento nº 32/09-CGJ. alcançando. que estabelece o prazo de 30 dias para o exercício da representação. assim. Inexitosa esta.Os processos extintos em que não constar. Parágrafo único – É vedada a baixa do termo circunstanciado à autoridade policial em diligência. ou de quem a represente. que só alcançarão eficácia plena com o advento da lei estadual e a conseqüente instalação do Juizado na Comarca. 1º (revoga o § 4º). por não se tratar. devidamente homologados. caput. art. mesmo antes da instalação do Juizado Especial Criminal. Art. Provimento nº 32/09-CGJ. limitação de final de semana. à evidência. 910 – Havendo necessidade de manifestação da vítima. tanto quanto possível. a conciliação. 19/99-CGJ e 79/99-CGJ. Art. parágrafo único. porém esta providência deverá ser precedida de publicação de edital no Diário da Justiça. A carta precatória deverá ser regularmente distribuída entre as varas criminais. 129. Em ocorrendo depósitos judiciais. com a indispensável estrutura organizacional. • Ofício-Circular nº 40/98-CGJ. distinguindo-os das normas exclusivamente processuais ou procedimentais. de aplicação imediata e retroativa. § 2º . e 129. § 6º. não se cogitando de remessa para a Vara de Execução Criminal. • ofícios-circulares nºs 23/96-CGJ e 39/98-CGJ. • Ofícios-Circulares nºs 40/98-CGJ. § 3º . ambos do CP) convém ensejar. 91. para a nova regra do art.

Art. 1º (revoga o § 1º). Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 59 . Carta precatória de intimação do réu da sentença condenatória: deve ser instruída com cópia da sentença assinada pelo magistrado e com termo de apelação. Após. • Provimento nº 10/07-CGJ (revoga o § 2º). incluindo-se também os processos de execução. No caso de precatória de citação criminal. 1º (revoga o § 2º). inclusive a verba honorária fixada e o valor das custas da expedição da própria carta. e no original. 780A . Art. Nos demais casos. • Provimento nº 10/07-CGJ. art. • Provimento nº 10/07-CGJ. de intimação. de notificação. e todo documento público da parte que constar no original. • Provimento nº 10/07-CGJ. Provimento nº 32/09CGJ.DA NORMATIZAÇÃO ESPARSA CAPÍTULO I . devendo os atos processuais ser necessariamente cotados. art. • Provimento nº 10/07-CGJ. 909 a 924 TÍTULO III . os autos serão incinerados/eliminados. art. Art. se houver. intimando-se a parte que arrolou a testemunha ou requereu a diligência para se manifestar em 05 (cinco) dias. etc. após trânsito em julgado da sentença e/ou acórdão. cópia do depoimento do réu na fase policial do depoimento das testemunhas em juízo. permanecerá arquivado em Cartório apenas a sentença e o acórdão. 901 – O acesso gratuito ao Juizado Especial não significa isenção ao pagamento das despesas e custas processuais. Provimento nº 44/2009CGJ. • Provimento nº 10/07-CGJ. além de outros documentos que sejam necessários à elucidação da causa e que devam ser objeto do interrogatório. § 1º . 22. permanecendo apenas aqueles em que haja restrição de veículos. • Ofício-Circular nº 108/97-CGJ. comportando exceções. será juntada. Carta precatória para oitiva de perito para esclarecer laudo ou responder a quesitos suplementares: observar as orientações do Ofício-Circular nº 159/2004. 901 a 904. • Ofícios-Circulares nºs 40/98-CGJ. serão os processos incinerados. • Provimento nº 13/04-CGJ. correspondente a 07 (sete) UFIRs à data do efetivo depósito. Carta precatória interrogatório: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. juntar. 778 – Nas precatórias executórias deverá constar a conta atualizada do débito. os documentos originais juntados ao processo. XII).Trabalhando pela sua conquista.DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS Art. após a extinção. art. juntar aos autos do processo somente as peças indispensáveis. foi solto ou está foragido. Art. com certidão do trânsito em julgado. a fim de evitar duplicidade de distribuição. 780 –Retornando a carta sem cumprimento. inc.).Nos processos baixados pela ausência do(a) autor(a) a(s) parte(s) terá(ão) o mesmo prazo para a providência do parágrafo anterior. se houver. § 3º – REVOGADO . 779 . intimar o Ministério Público (Provimento 23/2006. Dos Juizados Especiais: arts. previstas na legislação especial. no Cartório do Juizado correspondente. 777 – As cartas precatórias expedidas para a Justiça do Estado de São Paulo serão acompanhadas do valor das despesas de condução do Oficial de Justiça. o título extrajudicial.Decorrido o prazo acima estipulado sem manifestação das partes. § 1º – As capas e demais peças devem ser eliminadas de pronto. bem como encaminhá-la com tempo hábil para cumprimento. 22. terão as partes o prazo de dois anos para retirarem. citação. Art. independentemente de novo aviso. b) os documentos comprobatórios de seu cumprimento (termo de audiência de inquirição ou mandado de citação. visando a agilização de sua devolução. d) eventuais novos documentos e petições que os acompanharem. • Provimento nº 10/07-CGJ. quais sejam: a) a carta propriamente dita. 776 – No corpo das cartas precatórias expedidas para fora do Estado deverá constar corretamente o endereço do Foro da Comarca deprecante.Todas as precatórias remetidas por fax devem conter esta informação no corpo da precatória original. 19/99-CGJ e 79/99-CGJ. • Ofício-Circular nº 69/95-CGJ. inclusive o respectivo código de endereçamento postal – CEP. quando for o caso. c) conta de custas. ainda. § 1º – REVOGADO . Provimento nº 32/09CGJ. Carta precatória de intimação do réu: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. Art.Por ocasião da distribuição do pedido já fazer constar que. nota de expediente.DOS JUIZADOS ESPECIAIS SEÇÃO I . § 2º – REVOGADO . A critério do juízo deprecante a carta precatoria de oitiva do perito pode ser substituída por expedição de ofício ao departamento a que pertence o servidor assinalando prazo para resposta esclarecimentos ou resposta a quesitos suplementares. Provimento nº 44/2009-CGJ. Carta precatória de intimação do réu para audiência: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu.Das precatórias que retornarem cumpridas.Quando o ato deprecado se destinar a réu preso deve ser previamente verificado junto a SUSEPE se o réu permanece preso na comarca deprecada. § 2º – REVOGADO (Provimento nº 18/06-CGJ). devidamente assinados pelo promotor de justiça. • Ofício-Circular nº 59/94-CGJ. juntar cópia da denúncia e seus aditamentos.

após despacho. quando indispensável à eficaz coleta da prova oral requisitada. quesitos solicitados pelas partes à elucidação da causa. Art. ou se esta aguarda apenas o cumprimento da precatória. • Provimento nº 15/97-CGJ. § 2º do CPC).O juízo deprecante observará o que segue. abreviando. § 1º . quando da expedição de carta precatória criminal: Carta precatória de citação: informar no corpo da precatória a qualificação completa do réu. mento da carta precatória.Consolidação Normativa Judicial 175 § 2º – Nas cartas precatórias. Art. Corregedoria-Geral da Justiça . 222 do CPP). documentos. a causa da prisão (flagrante. o cálculo do valor deve seguir a regra geral. item “2”). Provimento nº 06/06CGJ. neste caso. § 1º – Nas Comarcas contíguas. 774 – Na precatória inquiritória. a fim de viabilizar o cadastramento do advogado pelo sistema de computação. o Juízo deprecante assinará prazo ao seu cumprimento. dispensada. Art. inaplicável a limitação imposta ao Escrivão Judicial (Tabela “I”. de 11 de janeiro de 1973 . de modo a possibilitar a realização do ato.869. cópia dos instrumentos de mandato ou referência quanto a eventual nomeação de assistente judiciário ou constituição de advogados para acompanhar o cumprimento da carta. Desacompanhada de peças necessárias. • Provimento nº 42/07-CGJ. e nas que se situem na mesma região metropolitana. Igualmente indicará a data prevista. para atendimento das despesas de condução dos Oficiais de Justiça. as providências para o cumprimento da carta. solicitando à remessa das mesmas. cópia de peças dos autos (depoimentos. Art. a citação do executado. • Ofícios-Circulares nºs 50/93-CGJ e 12/96-CGJ. quando necessário. de fácil comunicação. Provimento nº 10/07-CGJ (inclui § 2º). • Provimento nº 25/93-CGJ. etc. Art. juntar cópia da denúncia e seus aditamentos. • Ofício-Circular nº 63/95-CGJ. se não possível a devolução com antecedência à solenidade. verificando que o réu se oculta para não ser citado. Art. o juízo deprecado comunicará ao juízo deprecante. Deverá. certificará a ocorrência e procederá à citação com hora certa.). 775 – Independentemente da finalidade da Carta Precatória.Trabalhando pela sua conquista. o valor das custas do Distribuidor e Contador deve seguir a regra geral (Tabela “J”). preventiva. na forma estabelecida nos arts. pelo e-mail setorial do cartório. § 2º – Fica autorizada a expedição de carta precatória de fiscalização de suspensão condicional do processo no âmbito da Comarca de Porto Alegre. Art. 775A . 58 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . ressalvados os casos de assistência judiciária. 769 – Independem de preparo as precatórias de cobrança de autos e que tenham por objeto intimação da parte para dar andamento ao feito por determinação do Juiz ou as requeridas pelo Ministério Público ou pela Fazenda Pública. será oficiado ao juízo deprecante. ainda. Provimento nº 06/06-CGJ. Art. cabendo ao respectivo Escrivão prestar as informações ou providenciar na devolução da carta. perícias. o Oficial de Justiça poderá efetuar citação ou intimações em qualquer delas. • Provimento nº 23/06-CGJ. a autuação. que corresponda à efetiva urgência. cabe ao juízo deprecado informar sobre cumprimento ao juízo deprecante.. assinalando. 768 – Na precatória de intimação para audiência. resposta do réu. a pauta ordinária. no juízo deprecante.DAS PRECATÓRIAS EXPEDIDAS Art. Que o oficial de justiça.. quando possível. constar certidão acerca da intimação das partes da expedição da carta (art. em caso de réu preso. bem como informará o número da OAB do procurador ou defensor das partes. o Juízo deprecante cuidará para que seja instruída com as seguintes peças: I – no cível: cópia da inicial. 771 – A intimação das partes. se houver. 227 a 229 da Lei nº 5.Recebido o e-mail no juízo deprecante será impresso e imediatamente juntado aos autos a fim de iniciar-se a contagem do prazo para oferecimento de embargos (738. Provimento nº 13/07CGJ. para o prosseguimento da instrução. II) no crime: cópia da denúncia. enfim tudo o que for necessário à elucidação da causa e que deva ser objeto do depoimento. • Provimento nº 45/94-CGJ. • Ofício-Circular nº 50/94-CGJ. devidamente assinados pelo promotor de justiça. instrumento de mandato do defensor ou referência sobre sua designação judicial. 767 – O Escrivão adotará. independentemente de expedição de carta precatória. Provimento nº 42/08CGJ. • Provimento nº 10/07-CGJ. alegações do réu no seu interrogatório ou menção sobre a revelia. deverão estar acompanhadas da importância correspondente a 03 (três) URCs. parecer do Ministério Público. SEÇÃO II . perícias.Código de Processo Civil. com o objetivo de sua pronta devolução. 773 – As precatórias cíveis. de mandado. documentos. § 1º – Nas cartas precatórias. quesitos solicitados pelas partes. 770 – Tratando-se de carta precatória de execução. 772 – As informações solicitadas pelo juízo deprecante ao juízo deprecado acerca do andamento da precatória ou sua devolução deverão ser encaminhadas por e-mail setorial. será efetivada por nota de expediente a cargo do juízo deprecado. Parágrafo único – A própria carta servirá. sempre que possível. Art. manifestação de 3º interessado. nas cartas precatórias cíveis. cópias de elementos constantes dos autos como peças do inquérito policial tais como: depoimento das testemunhas na fase policial.). devendo ter por base o valor da causa atualizado.

Art. § 2º – No caso de eventual afastamento do Juiz da Comarca. ou quem suas vezes fizer. reservando-se o canto direito superior para a numeração dos autos no juízo deprecante (Provimento 23/2006 – inc. § 3º – Nas Comarcas dotadas de mais de uma Vara. incumbirá ao Diretor do Foro elaborar escala de atendimento. 93. • Provimento nº 06/08-CGJ. 5º. 7º. por determinação judicial fundamentada. dispor sobre suas alterações e substituições. ouvidos os demais Juízes. 748 – Cópias dessas escalas deverão ser enviadas. Art. Art. 747 – Nas Comarcas do interior. deverá comunicar. 5º. 740 – A casa é asilo inviolável do indivíduo. 766 – O magistrado dará prioridade ao cumpri- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 57 . no interior da casa. sem prejuízo de outros que reclamem urgência. 378.DA NÃO-LAVRATURA DO AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE Art. onde houver um único Juiz. na hipótese do art. Parágrafo Único . na mesma forma disposta neste item. d) durante o dia (art. inc VII. Art. em o prazo de 15 (quinze) dias. com remessa de cópia à Chefia de Polícia. onde for possível. 745 – Nos dias úteis. com a competente baixa. revista e outras hipóteses. Devem ser comunicadas ao mesmo Departamento as revogações dos mandados. 749 – A Corregedoria-Geral da Justiça poderá disciplinar diretamente a organização das diferentes escalas de atendimento. efetuará comunicação fundamentada à autoridade judiciária competente. 764 – A distribuição. 742 – Cumpre à autoridade policial requerer ao juízo competente mandado para proceder busca. mas o ingresso em qualquer casa dependerá de mandado judicial (art. art. Art. por motivo de férias ou licenças. salvo: a) em caso de flagrante delito. cumprirá ao Juiz substituto de tabela ou da Comarca mais próxima o atendimento desses pedidos. as matérias relacionadas nos incisos I a V serão apreciadas pelo Serviço de Plantão quando certificado o impedimento eventual do titular da vara e seu primeiro substituto. réu oculto em sua casa será levado à presença da autoridade. XLVIII) c) cumpridas positivamente.e desde que se trate de veículo registrado no Estado -. XI. à Corregedoria-Geral da Justiça. quando determinada a remessa de mandado a órgão de registro . 6º) SUBSEÇÃO II – DO EXPEDIENTE Corregedoria-Geral da Justiça . Das precatórias – arts. 741 – A apreensão. no horário ali mencionado. a) as precatórias citatórias e intimatórias poderão servir como mandados e serão cumpridas independentemente de despacho do juízo deprecado.DAS PRECATÓRIAS RECEBIDAS Art. do COJE). b) as folhas das precatórias autuadas devem ser numeradas no canto direito inferior. V. para que se proceda contra ele como for de direito. continua sendo determinada pela autoridade policial. apreensão. § 4º – A escala referente aos ofícios será encaminhada. Art. através de ofício. 746 – Caberá à Direção do Foro organizar escala dos Juízes. b) desastre. devolver independentemente de despacho. Art.DA BUSCA E APREENSÃO SUBSEÇÃO I – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Art. da CF. XI. inc. SEÇÃO IX . com a devida antecipação. e fora do expediente normal. da CF). em estabelecimentos militares. • Provimento nº 35/09-CGJ. • Provimento nº 32/94-CGJ. com o prazo de eficácia. 44. inclusive suas alterações e designações de substitutos. Parágrafo único .Trabalhando pela sua conquista. 764 a 780-A CAPÍTULO IX . inc. Art.Consolidação Normativa Judicial 171 Art. o número da placa ou do chassi do veículo.Em se tratando de busca e apreensão de veículo. do CPP.DAS PRECATÓRIAS EM GERAL SEÇÃO I . destinatária da decisão do flagrante. Art. inc. art. art. serão recolhidos à prisão. 743 – Os pedidos serão registrados no sistema THEMIS1G e distribuídos às Varas Criminais. cumpre a este atender os pedidos a qualquer hora. § 1º – Devem ser observadas as normas cogentes referentes à obrigatoriedade da permanência do Juiz na Comarca (art. Art. II. no mínimo. 744 – Incumbe ao Serviço de Plantão do Foro Central receber e ao Juiz Plantonista decidir os pedidos referentes às matérias elencadas nos incisos I a V do § 3º do art. registro e autuação de precatórias recebidas para cumprimento independerá de despacho. • Provimento nº 42/07-CGJ. em lhe sendo conduzido o preso. os pedidos serão encaminhados ao Cartório de plantão designado previamente pelo Diretor do Foro. 738 – Os inferiores e praças de pré. • Provimento nº 10/07-CGJ. fora do expediente forense. inc. caso fosse lavrado o auto. 765 – O Distribuidor da Comarca deprecada. SEÇÃO VIII . à(s) autoridade(s) policial(is). O mandado deverá conter. inclusive através de arrombamento. 739 – Sempre que a autoridade policial. da CF. para atender os pedidos referidos no artigo anterior. (Resolução 698/2008-COMAG).Durante o expediente forense. de acordo com os respectivos regulamentos. Provimento nº 35/09CGJ. c) para prestar socorro. ninguém nela podendo entrar sem consentimento do morador. ao juízo deprecante a data da distribuição e a Vara para a qual foi distribuída. no horário das 11h30min às 13h30min. 6º. deixar de lavrar o auto de prisão em flagrante. e. deve ser procedido o encaminhamento ao Departamento de Informática Policial. nestes casos a qualquer tempo.

quando afiançável a infração. II – os Governadores ou interventores de Estados ou Territórios. devendo ser passado recibo da entrega do preso com declaração de dia e hora. f) constará. Art. Parágrafo único – nos mandados de prisão envolvendo funcionário da administração da justiça criminal (servidores do poder judiciário. Art. seus respectivos Secretários. hora e lugar da diligência. 737 – O morador que se recusar a entregar o 56 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . data do nascimento. o auto de flagrante. lhe apresente o mandado e o intime a acompanhá-lo. 736 – Se o executor do mandado verificar. § 2º. não souber ou não puder escrever. os Prefeitos Municipais. filiação. e o preso.210/84. e. arrombará as portas e efetuará a prisão. e 106. providenciará na remoção do preso. embora depois o tenha perdido de vista. A guia de recolhimento deve ressalvar expressamente esta circunstância. sendo noite. tendo em conta o lapso prescricional da pena. Art. 731 – Se a infração for inafiançável.258/01) VI – os magistrados. 734 – Entender-se-á que o executor vai em perseguição do réu.Trabalhando pela sua conquista. fará guardar todas as saídas. número de um documento de identidade e do CPF. à vista da ordem de prisão. Provimento nº 21/2009-CGJ. • Ofício-Circular nº 102/97-CGJ. b) sabendo. c) mencionará a infração penal que motivar a prisão. profissão. tornando a casa incomunicável. se este for o documento exibido. sendo dia. Art. o executor. se recusar. Se não for obedecido imediatamente. a data do prazo de sua validade. 732 – Ninguém será recolhido à prisão sem que seja exibido o mandado ao respectivo diretor ou carcereiro. Art. VII – os diplomados por qualquer das faculdades superiores da República. indicado na sentença. IX – os Ministros do Tribunal de Contas. a quem será entregue cópia assinada pelo executor ou apresentada a guia expedida pela autoridade competente. V – os Oficiais das Forças Armadas e os militares dos Estados. XI – os Delegados de Polícia e os guardas-civis dos Estados e Territórios. no corpo. for perseguindo-o sem interrupção. apelidos. o fato será mencionado em declaração assinada por duas testemunhas. apresentando-o imediatamente à autoridade local que. o executor poderá efetuar-lhe a prisão no lugar onde o alcançar. Parágrafo único – Se o réu. do que tudo se lavrará auto subscrito também por duas testemunhas. inclusive quando ocorrer revogação ou for declarada prescrita a pena. bem como sinais característicos. Art. 735 – Se houver. Parágrafo único – A prisão em virtude de mandado entender-se-á feita desde que o executor. for no seu encalço. em tal caso. imediatamente. em tal ou qual direção. o morador será intimado a entregá-lo. EM DESTAQUE. fazendose conhecer do réu. Da entrega deverá o preso passar recibo no outro exemplar. § 2º – Prevalece o direito do funcionário da administração da Justiça Criminal. e) será dirigido a quem tiver qualidade para dar-lhe execução. a mais completa possível. Parágrafo único – É dever do Escrivão. logo depois da prisão. o executor convocará duas testemunhas e. depois da intimação ao morador. d) declarará o valor da fiança arbitrada. Art. resistência à prisão em flagrante ou à determinada por autoridade competente. aí incluído o agente policial. seu nome. • Provimento nº 02/2006-CGJ. X – os cidadãos que já tiverem exercido efetivamente a função de jurado. os Vereadores e os Chefes de Polícia. do Distrito Federal e dos Territórios. 733 – O recibo poderá ser passado no próprio exemplar do mandado. ativos e inativos. um dos exemplares com a declaração do dia. 730 – O mandado será passado em duplicata. quando: a) tendo-o avistado. salvo quando excluídos da lista por motivo de incapacidade para o exercício daquela função. repassar ao Departamento de Informática Policial toda informação ou comunicação referente a mandado de prisão.Os mandados e cartas precatórias de prisão devem conter toda identificação do indivíduo a ser preso. III – os membros do Parlamento Nacional. sendo perseguido. o executor e as pessoas que o auxiliarem poderão usar dos meios necessários para defender-se ou para vencer a resistência. será imediatamente apresentado ao Juiz que tiver expedido o mandado. que o réu tenha passado. depois de lavrado. por indícios ou informações fidedignas. se preciso. § 3º. que o réu entrou ou se encontra em alguma casa. há pouco tempo. logo que amanheça. • Provimento nº 06/92-CGJ. 729 . VIII – os ministros de confissão religiosa. IV – os cidadãos inscritos no “Livro de Mérito”. pelo lugar em que o procure. • Ofício-Circular nº 72/92-CGJ e Lei Federal nº 7. arts. 84. com nome. alterado pela Lei nº 10. a falta de exibição do mandado não obstará à prisão. (CPP. quando sujeitos à prisão antes de condenação definitiva: I – os Ministros de Estado. com segurança. Art. agentes penitenciários. policiais civis e militares) deverá constar esta observação em destaque. passar ao território de outro município ou Comarca. se for o caso. § 1º – Serão recolhidos a quartéis ou à prisão especial. ainda que por parte de terceiros. Art. alcunha ou sinais característicos. à prisão em dependência separada dos demais presos no estabelecimento penitenciário. à disposição da autoridade competente. entrará à força na casa. se não for atendido. arrombando as portas. do Conselho de Economia Nacional e das Assembléias Legislativas dos Estados. o Prefeito do Distrito Federal. e o executor entregará ao preso.

do CPP). fiança. 5º. Art. através de Portaria. ou não.DA EXECUÇÃO DA PRISÃO Art. IX – se chegar comunicação à autoridade responsável pela prisão. será posto em liberdade. 5º.Ao escrivão incumbe manter atualizado os dados relativos à prisão do réu no sistema informatizado. 727 – Não será permitido o emprego de força. 13. b) designará a pessoa. regulamentará a forma de recolhimento das correspondências nos Cartórios e sua remessa à EBCT. Igual decisão proferirá em todas as demais hipóteses e situações de não-cabimento da prisão preventiva. LXV. § 2º – Cumprido o mandado. § 2º – O Juiz de Direito Diretor do Foro. os selos necessários à postagem da carta. Se o réu se livrar solto. inc. inc. 720 – No caso de processos criminais ou de assistência judiciária gratuita. em havendo condições. a prisão em flagrante bem como a decretação da prisão preventiva e. 723 – Decorrendo a prisão de flagrante. liberdade provisória (art. respeitadas as restrições relativas à inviolabilidade do domicílio. 304. pagamento das despesas efetuar a postagem da correspondência. cumpre ao Juiz proceder ao controle da legalidade da prisão. 726 – A prisão poderá ser efetuada em qualquer dia e a qualquer hora. § 1º – Na expedição do mandado de prisão. do CPP). 721 – Inviabilizado o ato processual ou determinada a comunicação pessoal. em sendo afiançável o delito. do CPP). LXIII. SEÇÃO VI . cumpre à autoridade identificada em os arts. Corregedoria-Geral da Justiça . II – informar ao preso quem o prendeu e quais os seus direitos. 304. Art. através da autoridade policial (art. sob pena de aplicação das penalidades previstas. que tiver de ser presa. a postagem da correspondência será efetuada através da Direção do Foro. 350 do CPP). modelo de Mandado de Prisão – PJ392. inc. relaxá-la. 21. 5º. Corregedoria-Geral da Justiça . da CF). noticiando quem a realizou e o local onde se encontra o detido (art. inclusive sobrestála (art. Parágrafo único – Quando o Juiz entender conveniente. salvo a indispensável no caso de resistência ou de tentativa de fuga do preso. a autoridade. no prazo fixado. relaxando a prisão (art. deverá a parte apresentar. Art.Consolidação Normativa Judicial 168 Art. art. inc. LXII. da CF). 310 e parágrafo único. IV – incontinenti. VIII – em não sendo caso de desconstituição do auto de prisão em flagrante. 722 – A prisão só poderá ocorrer: a) em flagrante delito. I. • Ofício-Circular nº 07/93-CGJ. ou. Art. LXI. o detido será liberado (art. assim como possibilitar o apoio da família do preso (art. 724 – Decorrendo a prisão de decisão judicial. compreendida e aplicada como a ordem escrita e fundamentada. V – lavrado o flagrante. § 1º – Os casos omissos e as dúvidas serão resolvidos pelo Corregedor-Geral da Justiça.Consolidação Normativa Judicial 169 a) será lavrado pelo Escrivão e assinado pela autoridade. Art. VI – ao receber a comunicação prevista no inc. LXVI. III. ficando vedado aos Escrivães e aos demais servidores lotados nos Cartórios judiciais estatizados e/ou privatizados assinarem mandados de prisão. o Juiz o homologará. constarão no mandado os fundamentos legais de direito material e processual determinantes da constrição. 309 e 321. do CPP. esta comunicará imediatamente ao juízo a efetivação da prisão e o local do recolhimento. por Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 55 . 5º. caso não tenha defensor constituído. se o preso livrar-se solto. VI supra. Provimento nº 39/96CGJ. o preso será liberado desde logo. da CF). 728 – O mandado de prisão: • Em anexo. LXV. da CF).DA PRISÃO • Provimento nº 32/88-CGJ. Art. inclusive o de permanecer calado (art. 5º. extrair-se-á o mandado para cumprimento por Oficial de Justiça com o recolhimento das custas e despesas correspondentes. constatando ausência de alguma das garantias procedimentais.Trabalhando pela sua conquista. mandará pô-lo em liberdade. Art. Prestada a fiança. da CF). anteriormente à própria lavratura do auto. inc. Provimento nº 32/09CGJ. deverá a autoridade judiciária signatária do mesmo restar identificada . concederá a fiança. Deverão ser informadas. • Ofício-Circular nº 43/93-CGJ. a autoridade judicial deixará de homologá-lo. a soltura do réu. à família do preso ou à pessoa por ele indicada. inc. a respeito do relaxamento decretado na forma do inc. emanada da autoridade judiciária competente (art. no âmbito de sua competência e na forma da lei. inc. assim como informação ao preso de que poderá indicar familiar ou outra pessoa a quem o juízo comunicará sua prisão e local onde se encontrar recolhido. deixando-se de realizar o auto de prisão em flagrante. SEÇÃO VII . da CF). Parágrafo único . VII – uma vez recebido auto de prisão em flagrante. 307 e 308. proceder à lavratura do auto de prisão em flagrante. I – imediata comunicação ao Juiz competente. ainda. da CF). 5º. b) por decisão judicial. se for o caso (art. III – assegurar a assistência de advogado. LXII. logo após lavratura do auto de prisão em flagrante (arts. § 1º. inc. concederá. quando for o caso. 5º. utilizando-se para tanto dos relatórios disponíveis no sistema informatizado (Resolução nº 66/2009 do Conselho Nacional de Justiça). 725 – O magistrado manterá rigoroso controle das prisões provisórias.

717 – Os atos de comunicação serão cumpridos por Oficial de Justiça nos mesmos casos indicados nos incs. sendo indispensável. que da publicação constem os nomes das partes e de seus advogados. arts. SEÇÃO IV . VII – a subscrição do Escrivão e a rubrica do Juiz. os atos de comunicação serão também feitos por via postal. § 2º . através de correspondência com aviso de recebimento (AR).869. Art. art. 227 a 229 da Lei nº 5. 719 – Incumbirá à parte a quem a lei atribuir o 54 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . das testemunhas e demais pessoas que devam tomar conhecimento de qualquer ato. em razão de notificação ou intimação de funcionário policial. Art. 713 – Quando o réu estiver fora do território da jurisdição do juiz processante.Incumbe ao Oficial de Justiça certificar no mandado de citação. nas ações iniciadas por queixa. Art. propiciando ao réu pleno conhecimento das provas contra si apuradas. § 1º – Fica autorizado o interrogatório do réu por carta precatória. 351 e ss.701/93. • Provimento nº 04/97-CGJ. 711 – A citação do militar far-se-á por intermédio do chefe do respectivo serviço. § 5º – Ao Juiz deprecado cumprirá a intimação do interrogando. cópia da peça acusatória deverá acompanhar o mandado citatório. por força de competência regimental. 19. na certidão.. não sendo caso de publicação de nota de expediente no Diário da Justiça e tendo o destinatário endereço certo. na forma estabelecida nos arts. se for desconhecido. condicionada à conveniência do juiz processante. a partir do dia da juntada da carta precatória aos autos. art. ao DEPARTAMENTO DE POLÍCIA METROPOLITANA – DIVISÃO DE INVESTIGAÇÕES. no âmbito da grande Porto Alegre. se for conhecida. 712 – O dia designado para o funcionário público comparecer em juízo como réu será notificado a ele e ao chefe de sua repartição. certificando-as nos autos. I a V do art. Corregedoria-Geral da Justiça . VI – o Juízo e o lugar. Art. SEÇÃO III . esclarecendo-lhe que o prazo para tanto começará a fluir no juízo do processo. Art. Parágrafo único – As atribuições decorrentes de requisição judicial. Parágrafo único – Os mandados de intimação de partes e testemunhas poderão ser firmados pelo Escrivão. inclusive com indicação de quesitos que o juízo deprecante julgar indispensáveis à elucidação dos fatos. o dia e a hora em que o réu deverá comparecer. § 4º – A precatória para interrogatório deverá estar acompanhada de cópia da denúncia e elementos do inquérito policial. de 11 de janeiro de 1973 . Provimento nº 32/09CGJ. Art. será observado. baseado na busca da verdade real e presunção da amplitude defensiva. na qual se mencionarão o dia e a hora da citação. suficientes para a sua identificação. • Ofício-Circular nº 30/97-CGJ.710/93. • Provimento nº 14/04-CGJ. IV – a residência do réu.Consolidação Normativa Judicial 167 § 3º – Caso ainda não citado o réu. § 1º – Considerando que o acusado se defende do fato narrado na prefacial. os seus sinais característicos. III – o nome do réu ou.Código de Processo Civil. Parágrafo único – A citação do acusado será sempre feita por mandado cumprido por Oficial de Justiça. sob pena de nulidade. Art. § 2º – REVOGADO. a precatória para tal fim também poderá ser destinada ao interrogatório. o disposto na Subseção II deste Capítulo. para apresentação de defesa prévia. no que for aplicável. declarando que o faz por ordem judicial. Art. • Ofício-Circular nº 38/96-CGJ. 708 – A citação far-se-á por mandado. 599. após consulta. V – o fim para que é feita a citação. 714 – Nas intimações dos réus. quando o réu estiver no território sujeito à jurisdição do Juiz que a houver ordenado. • Provimento nº 03/05-CGJ. “Das Citações Criminais” e na Subseção “Da Comunicação dos Atos Processuais Via Postal”. Provimento nº 32/09CGJ. 20. Art. desde que devidamente instruída. independentemente de nova intimação.DA COMUNICAÇÃO VIA POSTAL DOS ATOS PROCESSUAIS • Resoluções nºs 78/93-CM e 102/93-CM e Lei nº 8. § 1º . II – o nome do querelante. no termo de audiência.Verificando que o réu se oculta para não ser citado. SEÇÃO V . será citado por precatória. 710 – São requisitos da citação por mandado: I – Leitura do mandado ao citando pelo Oficial e entrega da contrafé.Trabalhando pela sua conquista. 716 – No crime. pertencem. 715 – O Escrivão poderá fazer as intimações. da entrega da contrafé e sua aceitação ou recusa. Art. II – Declaração do Oficial. se o réu irá constituir. ou se deseja a nomeação de defensor público para acompanhar sua defesa.DAS CITAÇÕES CRIMINAIS • CPP. mediante expedição de Ordem de Serviço pelo Juiz da Vara. Resolução nº 58/92-CM e Ofício-Circular nº 31/93-CGJ. o Oficial de Justiça certificará a ocorrência e procederá à citação com hora certa. Art. 709 – O mandado de citação indicará: I – o nome do Juiz. Parágrafo único – Consideram-se feitas as intimações pela simples publicação dos atos no Órgão Oficial.DAS INTIMAÇÕES CRIMINAIS Art. • Lei Federal nº 8. 718 – O disposto nesta Subseção se aplica também para a correspondência enviada a outras Comarcas. § 2º – No texto do mandado deverá constar a obrigatoriedade da entrega da peça acusatória ao citando.

b) número do título eleitoral. os Cartórios das Varas de Execuções Criminais deverão: I – baixar a pena privativa de liberdade já cumprida. 702 – Com o trânsito em julgado da sentença penal condenatória ou de imposição de medida de segurança. art. 701 – É dever do Escrivão. na Vara da condenação. incluindo a nova condenação. não havendo pagamento de custas. • Provimentos nº 43/97-CGJ e 18/03-CGJ. Art. j) o nome da vítima. 164 e 55. pessoalmente. 706 – Nos processos em que houve cumulação de pena privativa de liberdade e pena de multa. 255 – Porto Alegre – RS – CEP 90160 000. I – alterar o tipo de pena para multa. repassar ao Departamento de Informática Policial toda informação ou comunicação referente a mandado de prisão. será extraída certidão. f) data do trânsito em julgado da condenação.Trabalhando pela sua conquista. 707 – Na hipótese da pena privativa de liberdade ter sido cumprida. • Provimento nº 06/92-CGJ. 5º. l) nome e assinatura da autoridade judicial competente. identificar se público ou privado. i) sendo o delito contra o patrimônio. no prazo legal. deverá ser procedida a remessa da terceira parte do Boletim Individual ao Departamento de Identificação do Instituto-Geral de Perícias . g) se foi concedido sursis e o prazo. III – lançar histórico de multa. o que será objeto apenas de comunicação à SUSEPE. com obediência ao prazo prescricional. 704 – Descabe determinar a servidores da Justiça acompanhar diligências policiais. Azenha. h) se houve substituição da pena.Não ocorrendo pagamento. Art. § 4º . quando a pena pecuniária for a única aplicada. 705 – Nos processos onde foi aplicada a pena de multa. § 3º – Nos Cartórios Privatizados. • Ofícios-Circulares nºs 44/93-CGJ e 89/97-CGJ. • Ofício-Circular nº 03/89-CGJ. § 2º – Tratando-se de Cartório Estatizado. • Provimento nº 10/00-CGJ e Provimento nº 03/06CGJ. na forma do artigo anterior. competirá ao titular haver o pagamento das custas. alterando o tipo de pena para multa. Provimento nº 02/2006CGJ. devidamente identificado o servidor que firmar. Art. Art. • Ofício-Circular nº 114/96-CGJ e Provimento nº 33/96-CGJ. com a redação que lhe foi dada pela Lei nº 9. • Provimento nº 27/96-CGJ. decorrente de condenação anterior ao advento da Lei nº 9. Art. A competência para a execução das penas de multa é das Varas Criminais. observar-se-á para a execução da multa o rito procedimental previsto no art. para pagamento. intimando-se o réu. regime. fora das hipóteses ou prazos expressamente previstos em lei ou determinação do Juiz. sob pena de responsabilidade de quem estiver no exercício da escrivania. restando o pagamento de multa. inclusive quando ocorrer revogação ou for declarada prescrita a pena.Consolidação Normativa Judicial 166 II – expedir mandado para o apenado pagar a multa. 698 – Sempre que houver condenação criminal de advogado. deve ser adotado o seguinte procedimento: • Provimento nº 02/97-CGJ. imediatamente. k) identificação da vara. Corregedoria-Geral da Justiça . para remessa aos Órgãos com atribuição de executá-los. A legitimidade ativa para a execução da pena de multa é do Estado.DI/IGP/SJS. e) tipicidade da conduta apenada. 699 – Nenhum feito criminal de ação pública poderá ficar sem movimentação. Art. II – lançar histórico de reinicialização de pena. XI. c) número do processo. a fim de ser retificada a GUIA DE RECOLHIMENTO. Av. seja feita comunicação à Ordem dos Advogados do Brasil – Secção do Rio Grande do Sul. cadastrando a nova condenação. 51 do CP. Provimento nº 10/80-CGJ. Art. haverá comunicação ao Tribunal Regional Eleitoral dos seguintes dados: a) qualificação dos réus condenados tão completa quanto possível. Parágrafo único – Todos os mandados de prisão devem conter prazo de validade. 700 – Os mandados de prisão expedidos em razão de representações por prisões preventivas oriundas das Delegacias Distritais de Porto Alegre serão encaminhados ao Departamento de Informática Policial. Art. § 1º . • Provimento nº 12/96-CGJ e Ofício-Circular nº 33/96-CGJ. a sentença deverá conter disposição expressa no sentido de que. da Constituição Federal). com recebimento de nova pena privativa de liberdade. ficando dispensada a expedição de PEC. preenchido em todos os seus campos conforme aplicável no caso concreto e de acordo com o que preceitua o art. d) pena ou medida de segurança aplicada. Art. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 53 . • Provimentos nº 43/97-CGJ e 18/03-CGJ. com estorno da primeira condenação (já cumprida). deverá ser elaborado o cálculo da multa e custas.O procedimento deverá ser o da Lei de Execuções Penais.268/96. através de seus procuradores. • Ofícios-Circulares nºs 04/89-CGJ e 14/86-CGJ. com o trânsito em julgado. em cumprimento de mandados ou autorização de busca e/ou apreensão domiciliar expedidos em respeito a dispositivo constitucional (art. Provimento nº 29/06-CGJ.268/96. 703 – Transitada em julgado a decisão que implique extinção do feito criminal. Art. com encaminhamento à Fazenda Pública Estadual. 809 do Código de Processo Penal. estando a primeira já cumprida e restando apenas o cumprimento da pena de multa.

em cinco dias. da Lei nº 11. _ Tóxico: 05 – art. Art. 532 do CPP. art. intimado da sentença. preencherá por completo o termo correspondente. serão feitas pessoalmente. • Lei Federal nº 7.898/65.Os processos em que haja testemunha sob proteção deverão ser identificados através de uma fita adesiva colorida que envolva a parte frontal e posterior da autuação. § 2º . por parte e por fato imputado: _ Procedimento comum – ordinário: 08 – art. § 4º – Não deverá ser expedido alvará para troca de 52 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Trabalhando pela sua conquista. que também corresponderá ao escaninho. independentemente de prévio despacho. _ Economia popular: 05 – art. • Ofício-Circular nº 61/96-CGJ. 694 – Apresentadas razões. nos próprios estabelecimentos onde se encontrem aqueles recolhidos. 518 do CPP. Art. 693 – As requisições de antecedentes devem ser atendidas independentemente de despacho. Art. sendo restringidas ao seu uso interno. acompanhamento por escolta. Art. do CPP). ser for o caso. • Provimento nº 17/04-CGJ. _ Responsabilidade de funcionários públicos: 08 – art. independente de despacho. No caso do mandado de citação. a exigência ou não de apresentação imediata. devem ser juntados e intimado o Ministério Público para se manifestar. 690 – Frustrando-se total ou parcialmente o cumprimento do mandado. Art.Número de testemunhas nos procedimentos. _ Lei de Falências e Concordatas: 05. quando. será anotado na ficha o número respectivamente convencionado. 405 do CPP). inclusive de sentença -. 2º. § 1º – Em se tratando de defensor público. precatórias e documentos avulsos. o Ministério Público e a defesa do réu. Art. 674 a 676 do CPP). Art. 1º. serão juntados aos autos. _ Responsabilidade de prefeitos e vereadores: 08 – art.sumário: 05 – art. § 3º .As intimações de réus presos . 524 do CPP. § 1º . 17. intimando-se os interessados.871/89. bem como o acusado (para ser interrogado). 688 – A resposta do réu será juntada independentemente de despacho. 18. _ Procedimento comum . fazendo-se os autos com vista para o Ministério Público ou querelante para manifestação sobre preliminares e documentos. 688A – Designada audiência de instrução e julgamento serão intimados: o ofendido. Os escaninhos do Cartório deverão ser padronizados e numerados conforme as diversas fases do andamento do processo. Na seqüência. A cada movimentação do processo.343/06. estando o réu preso e transitada em julgamento a sentença condenatória. bem como a entrega do libelo. desde que não haja ressalva de RESERVA. • Provimento nº 32/09-CGJ. _ Abuso de autoridade: 03 – art. proceder à intimação para contra-arrazoar independentemente de despacho. dar vista ou intimá-los no momento próprio. art. convencionadas em ficha – 2º modelo anexo. 401 do CPP. certificar e expedir guia de recolhimento (arts. contando-se-lhe em dobro todos os prazos processuais. Provimento nº 32/09-CGJ. • Provimento nº 12/06-CGJ. quando necessário (art. 22. tão logo recebidos em Cartório. 10 da Lei nº 1. de acordo com o art. § 3º – Fica vedada a expedição de alvará de soltura coletivo. após liberação. • Provimento nº 12/06-CGJ. 696 – No Cartório com atribuições para as Execuções Criminais. Art. as testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa. 578 e parágrafos. conclusos os autos após. § 6º. pelos Oficiais de Justiça. Parágrafo único – Nas situações em que a manifestação das partes e interessados for imposição legal. juntá-lo e intimar a parte que requereu a diligência. colhendo a assinatura no espaço próprio. nas hipóteses de compromisso. 2º do Decreto-Lei nº 201/67. • Provimento nº 12/06-CGJ. parágrafo único. § 2º – Uma cópia do alvará deverá ser destinada ao preso.521/51. 691 – O Escrivão ou funcionário encarregado abrirá a correspondência dirigida ao Juízo. § 2º . 692 – As petições. data da apresentação. ou equivalente.O Oficial de Justiça levará impresso o termo de recurso ao réu preso e o consultará sobre a intenção de recorrer. art. sem interrupção. 689 – Os pedidos de admissão de assistência de acusação. independente do defensor. bem como por meio da aposição de um carimbo como a palavra “PROTEGE”. 687 – Os incidentes. § 1º – No alvará de soltura deverá constar a observação da necessidade ou não de apresentação do preso em juízo para prestação de compromisso. salvo se entre a entrega do mandado e a audiência não houver mais prazo para renovar a diligência. Art. 370. Art. Em todos os alvarás de soltura será consignada a cláusula “se por al não estiver preso”. _ Crimes contra a propriedade: 08 – art.que devem tomar conhecimento de qualquer ato do processo. independentemente de despacho. intimar o Ministério Público. decisões e o andamento do processo serão registrados em ficha (PJ-418). folhas de antecedentes. a intimação deverá ser pessoal. 697 – Não se entregará alvará de soltura a advogado ou a familiares do preso. do CPP. da Lei nº 4. e Ofício-Circular nº 42/93. 695 – O recurso interposto pelo réu deverá ser reduzido a termo. Art. manifestar este vontade de recorrer. para se manifestar em 03 (três) dias (art. estando devidamente acompanhados do instrumento de procuração. parágrafo único.

devem ser indicados no ofício o número do inquérito e o nome dos indiciados. a fim de facilitar a localização de dados. na coluna própria e com a data respectiva. o número no tombo. Após. 676 – REVOGADO. 684 – Recebida a denúncia ou a queixa-crime. remetendo-o ao Departamento de Estatística. Ao ser o inquérito policial devolvido ao Cartório pelo Ministério Público. Art.O recebimento de denúncia formulada contra servidor policial ou penitenciário por prática de infração funcional que constitua crime ensejará a remessa de cópia da peça acusatória e da respectiva sentença ao Departamento de Organização e Correição da Polícia Civil ou à Susepe. 14. a fim de serem reclamadas após o prazo concedido. SEÇÃO II . § 5º – A autuação será padronizada. será procedido o registro e a atualização dos enquadramentos legais no sistema informatizado bem como a autuação do processo com a aposição das etiquetas na capa. § 1º – Apresentando-se outras situações. art. • Provimento nº 32/09-CGJ. c) a decretação e a prisão do réu. b) alterações posteriores do enquadramento legal. § 2º – Deferido pedido de arquivamento pelo Juiz. Havendo baixa de inquéritos policiais à Delegacia de Polícia. a requisição também deve ser encaminhada ao Superintendente da SUSEPE.DO PROCESSO CRIMINAL Art. A localização do inquérito policial no arquivo judicial será feita através da ficha respectiva. Art. o mesmo servidor que efetuar o registro do processo fará.Consolidação Normativa Judicial 162 Art.099/95. deve haver verificação jurisdicional. deve ser providenciada comunicação do fato à Corregedoria dos Serviços Policiais. d) a data da prescrição e data da próxima audiência. por ocasião da conclusão do inquérito/processo. após o que deverá ocorrer imediata conclusão. art 13 (altera a redação do parágrafo único). Art. já que é esta a identificação registrada no referido Instituto. art. 677 – REVOGADO. Provimento nº 32/09. Art. com menção de dados permissíveis de identificação e indicação do prazo fixado. 89 da Lei 9099/95). • Ofício-Circular nº 27/96-CGJ. Todas as folhas serão rubricadas.Trabalhando pela sua conquista. • Ofício-Circular nº 66/97-CGJ e 79/97-CGJ. o inquérito policial não deverá ser autuado. art. dando-se baixa na distribuição. das partes e seus advogados. b) pedido de diligência. § 2º .Circunstâncias especiais tais como grade ou tarja vermelha. será feita anotação no “Livro de Inquéritos Policiais”. c) oferecimento de denúncia. a baixa de autos de inquérito convém seja feita sempre através da Corregedoria dos Serviços Policiais. arquivando o inquérito policial. para os fins de direito. abandonada a numeração do inquérito policial. o(s) artigo(s) de lei em que incurso(s) o(s) réu(s). § 4º . preferentemente será oficiado à Delegacia de Polícia de origem. da real necessidade de perícia requisitada pela autoridade policial. anotar a data da remessa no “Livro-Tombo de Inquéritos Policiais”. 686 – Após o registro e autuação. aguardando os autos do inquérito em Cartório. § 2º – Quando forem solicitadas informações ao Instituto de Criminalística. 15. Art. • Provimento nº 32/09-CGJ. as seguintes situações poderão apresentar-se: a) pedido de arquivamento. serão elaboradas fichas (PJ-36) com as características do processo e nome completo das partes. 366 do CPP e art. com base na Lei nº 9. a decisão tomada ao Departamento Médico Legal. Na Comarca da Capital. comunicando-se à Delegacia de Polícia de origem. § 3º . • Provimento nº 10/96-CGJ. • Ofício-Circular nº 43/97-CGJ. 685 – A numeração das folhas do processo deverá ser feita a partir da autuação. § 1º – Quando indispensável a baixa dos autos do inquérito. 680 – Para evitar a realização de diligências inúteis. § 1º – Também será objeto de registro a denuncia recebida nos termos circunstanciados. respectivos incidentes. comunicando-se. de imediato. Art. 16. Art. fazer anotação a lápis no “Tombo de Inquéritos Policiais”. os nomes completos das partes e seus advogados e a data do recebimento da denúncia. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 51 . conforme o caso. § 2º – Para melhor rendimento e organização do trabalho cartorário. de maneira clara e legível. a quem cabe controlar o prazo de cumprimento do trabalho. a autuação e ficha ou fichas respectivas. § 1º – Serão feitas tantas fichas quantas forem as partes no processo. o servidor preencherá o Boletim Informativo. • Provimento nº 32/09-CGJ. 681 – Na requisição de laudos ao DML deve ser identificado o nome das vítimas. Art. • Ofício-Circular nº 23/96-CGJ. 679 – Antes do oferecimento da denúncia. de vez que não há coluna própria. 682 – Quando se tratar de requisição de laudos psiquiátricos ao Instituto Psiquiátrico Forense. com a utilização da capa PJ-692 (rosa).A remessa deverá ser precedida de baixa no sistema informatizado. na mesma ocasião. recursos e precatórias. 683 – Determinado cumprimento de pedido de diligência pelo Juiz. 15. O arquivamento de tais fichas ocorrerá em rigorosa ordem alfabética pelo sobrenome do réu no fichário geral.Serão registrados no sistema informatizado de 1º grau os seguintes dados: a) o juízo. sinalizando réu preso. para os processos criminais. a suspensão do processo (art. Art. • Provimento nº 32/09-CGJ. data da próxima audiência e data da prescrição também serão anotadas na capa do processo. Parágrafo único . 678 – REVOGADO. art. Corregedoria-Geral da Justiça .

O escrivão zelará pelos prazos dos feitos que dependam de intervenção da vítima ou seu representante legal. IX . § 1º .quando forem solicitadas informações ao Instituto de Criminalística. dido de restrição a direito fundamental (busca e apreensão. de imediato. Na comarca da Capital.As diligências preparatórias. devem ser indicados no ofício o número do inquérito e o nome dos indiciados. de maneira clara e legível. e comunicará o fato ao Ministério Público para os fins do art. o servidor preencherá o boletim informativo. Parágrafo único . §. § 3º . de exumação para exame cadavérico.Se o indiciado. e §§. bem como nos casos de alegação de exceção de incompetência. • Provimento nº 23/05-CGJ. quebra do sigilo fiscal e bancário. 5º lII. da CF). V – quando se tratar de requisição de laudos psiquiátricos ao Instituto Psiquiátrico Forense. 10. da CF. 675 – Após recebidos os autos de inquérito. ainda. a fim de facilitar a localização de dados. deverão atentar para as seguintes situações peculiares: I . dependam de intervenção da vítima ou de seu representante legal (ação penal pública condicionada e ação penal privada). para o ajuizamento da ação penal. 79/97-CGJ e Provimento nº 23/05-CGJ…. a decisão tomada ao Departamento Médico Legal. a pedido da Polícia Judiciária (art. § 1º . III . Art. 10. IV – os requerimentos de devolução dos autos do inquérito policial para realização de ulteriores diligências (art. VIII – os pedidos de explicações em juízo. comunicando-se. da real necessidade de perícia requisitada pela autoridade policial. o escrivão levará os autos à conclusão do magistrado.Quando for indispensável a baixa dos autos do inquérito. ser devolvidos à autoridade policial (art. VI – os pedidos de habeas-corpus. encontrarse preso e não for oferecida a denúncia no prazo de lei. III – as representações criminais (art. VII – os pedidos de retratação.Deferido o pedido de arquivamento pelo juiz. V – os inquéritos que. • Provimento nº 23/05-CGJ. os autos do inquérito serão imediatamente submetidos à apreciação judicial. a quem cabe controlar o prazo de cumprimento do trabalho. de especialização de hipoteca. pedidos de prisões. Art. deve ser providenciada comunicação do fato à Corregedoria dos Serviços Policiais. mesmo as imprescindíveis ao oferecimento da denúncia estão ao encargo do Ministério Público. quando a ação penal pública não foi intentada dentro do prazo legal. 672 – Quando houver afirmação do promotor de justiça de que o pedido trata de restrição a direito fundamental. 16 do CPP). X – os pedidos de reclamações da vítima ou de seu representante legal contra o Ministério Público. § 3º do CPP). do CPP). o escrivão levará o fato ao conhecimento do magistrado. Art. § 4º . 3º. salvo as referidas no caput. • Ofício-circular nº 66/97-CGJ. 50 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . interceptação telefônica. deverá ser consignado nos ofícios que as respostas serão endereçadas à sede onde trabalha o promotor de justiça que requereu a medida. a fim de serem reclamados após o prazo concedido. já que é esta a identificação registrada no referido Instituto. Art.). e fará conclusão ao magistrado tãologo fluir o prazo prescricional ou decadencial. de realização de perícias e de devolução de fiança. 673 – Serão encaminhados diretamente aos magistrados: I – os inquéritos policiais em que haja indiciado preso. etc.preferentemente será oficiado à delegacia de polícia de origem. Ofício-circular nº 43/97-CGJ. ou. de seqüestro dos bens imóveis. de pedidos de restituição de coisas apreendidas. § 2º . II – os requerimentos ou representações pela prisão preventiva e temporária. necessariamente. a baixa de autos de inquérito convém seja feita sempre através da Corregedoria dos Serviços Policiais. • Ofício-circular nº 27/96-CGJ e Provimento nº 23/05-CGJ. deve haver verificação jurisdicional.para evitar a realização de diligências inúteis. por ocasião da conclusão do inquérito/processo. 674 – Se os magistrados entenderem de deferir os requerimentos de diligências requeridas pelos promotores de justiça.as ações cautelares penais preparatórias ao ajuizamento da queixa-crime. por qualquer título.Na hipótese do parágrafo anterior. IV . a requisição também deve ser encaminhada ao Superintendente da SUSEPE. 39. • Provimento nº 10/96-CGJ e Provimento nº 23/05CGJ. • Provimento nº 08/94-CGJ e Provimento nº 23/05CGJ. remetendo-o ao departamento de estatística e anotando a baixa e arquivamento no sistema informatizado.na requisição de laudos ao DML deve ser identificado o nome das vítimas. ficando vedado aos servidores do Poder Judiciário receber os ofícios dirigidos ao Ministério Público. 129.Trabalhando pela sua conquista. VII. de avaliação de insanidade mental do indiciado. com menção de dados permissíveis de identificação e indicação do prazo fixado. do CPP). § 2º . para exercer o direito constitucional da ação privada subsidiária da pública (art.Havendo baixa de inquéritos policiais à Delegacia de Polícia. se os autos do inquérito tiverem que. o escrivão anotará a data da remessa no sistema informatizado. ou as autoridades públicas ou entidades privadas não houverem atendido as suas diligências. a remessa a outro Juízo somente se procederá mediante decisão judicial. II .

efetuando o lançamento no “livro de registro de coisas apreendidas“. 666 – Os processos de que trata esta seção deverão ser identificados através da aposição de uma tarja adesiva colorida. qualificação e endereço do arrematante. § 1º . Art. Art. 664 – A prioridade na tramitação dos feitos de que tratam os artigos antecedentes será observada dentro da mesma classe de processos em que os mesmos se insiram. § 3º . § 1º .DO INQUÉRITO POLICIAL Art. discriminando qual a espécie. de casamento. III . de 1º de outubro de 2003. § 2º . deverão ser incluídos no sistema na forma disposta no § 1º supra. a data do crime. 662 – Os processos judiciais ou administrativos em que figure como parte ou interveniente pessoa com idade igual ou superior a sessenta anos terão prioridade na tramitação em todas as diligências e atos a eles pertinentes. deverá ser garantida prioridade absoluta. carteira profissional. é assegurado o atendimento preferencial imediato às pessoas que possuam idade igual ou superior a sessenta anos”. Art.Trabalhando pela sua conquista. 662 a 666-A SEÇÃO XIV . de oferecimento de denúncia e quando houver pe- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 49 .Consolidação Normativa Judicial 152 Art. deverá o Distribuidor lançar no sistema informatizado THEMIS1G a informação de que se trata de processo preferencial. incluindo-se os adjuntos e da Distribuição e Contadoria.Em relação aos feitos já distribuídos. anotando no sistema informatizado a data da vista. com a seguinte redação: “Nos termos da Lei nº 10. mas não em relação a processos cautelares e mandados de segurança. adoção. o juiz da execução poderá expedir mandado de registro de transferência de veículo à autoridade de trânsito competente. carteira de habilitação.” • Provimento nº 26/04-CG. Art. os escrivães deverão encaminhá-los às promotorias de justiça com atribuição para atuar nos feitos. Art. exemplificativamente. que envolva a parte frontal e posterior da autuação. 647A – Ultimada a alienação judicial de veículo. 670 a 749 CAPÍTULO VIII . na medida em que forem movimentados. CRIANÇAS E ADOLESCENTES • Provimentos nºs 13/01-CGJ e 05/02-CGJ. 664a – É assegurado às pessoas com idade igual ou superior a sessenta anos o atendimento preferencial imediato no âmbito dos Cartórios Judiciais. serventia. cuja cópia deverá ser juntada aos autos.a prova de quitação do imposto de transmissão (atualizado pelas disposições da Lei nº 11. • Artigo criado pelo Provimento nº 26/04-CGJ. além da completa descrição do veículo. Dos processos com tramitação preferencial: arts.382/06). § 1º .Os inquéritos policiais e os expedientes de investigação iniciados pela autoridade policial ou pelo Ministério Público. 647 – A carta de arrematação conterá: I . certidão de nascimento. • Provimento nº 26/04-CGJ.) ou adolescentes internados. Parágrafo único – A prova da idade deverá ser feita através de qualquer documento hábil (carteira de identidade. depois de distribuídos e tombados serão encaminhados ao cartório. etc. § 2º . não se sobrepondo a outras prioridades previstas em lei. a pedido da parte arrematante. Art. se positivos. 647 e §§). fazendo-se constar. bem como através da aposição de um carimbo com os dizeres ‘TRAMITAÇÃO PREFERENCIAL – IDOSO” ou “CRIANÇA E ADOLESCENTE – URGENTE”. Provimento nº 14/08CGJ. Provimento nº 30/04CGJ. do recebimento dos objetos.Recebidos os inquéritos em cartório. 665 – Também na tramitação dos processos da Infância e Juventude. especialmente internados provisoriamente. dentre outros). • Ofício-Circular nº 36/97-CGJ. sem interrupção. armas e/ou objetos apreendidos. no inquérito.O mandado conterá o nome completo. 671 – Nos casos de pedidos de arquivamento. os quais não serão autuados. • Provimento nº 013/2009-CGJ (acrescenta art. Provimento nº 30/04CGJ.O mandado deverá determinar expressamente o cancelamento da penhora que originou aquela execução. Art. da sentença e do trânsito em julgado. Parágrafo único – Deverá ser afixado cartaz visível ao público com caracteres legíveis.Bimensalmente. fará a conferência da numeração das folhas. com anotação. deverá o Escrivão emitir relatório buscando identificar e dar pronto atendimento aos feitos indevidamente paralisados. 670 – O Distribuidor ao receber os autos do inquérito policial ou os expedientes de investigação criminal oriundos da Polícia Judiciária ou do Ministério Público. já certificados os antecedentes pelo distribuidor independentemente de despacho judicial.No momento da distribuição. especialmente nos procedimentos com crianças e adolescentes abrigados (suspensão ou destituição do pátrio-poder. ou no sistema informatizado. bem como procederá aos registros no sistema informatizado. CTPS. processos comuns ordinários envolvendo idosos terão tramitação preferencial em relação a outros processos comuns ordinários. II . Corregedoria-Geral da Justiça . Provimento nº 12/05-CGJ. 663 – O interessado na obtenção desse benefício deverá requerê-lo ao Juiz que presidir o processo.DOS PROCESSOS ENVOLVENDO IDOSOS. § 2º . Assim. no âmbito da Dos Cartórios Criminais – arts.DOS CARTÓRIOS CRIMINAIS SEÇÃO I .741.” • Provimento nº 23/05-CGJ.a cópia do auto de arrematação. com remissão à sua matrícula e registros. Art.a descrição do imóvel.

DO CP. EM LUGAR NÃO SABIDO. OBSERVAÇÕES GERAIS: SEGUIR A DISPOSIÇÃO GRÁFICA DOS MODELOS. COMARCA/VARA. POR INCURSO NAS SANÇÕES DO ART. em cada Cartório. CAPUT. NÃO DATILOGRAFAR O NOME DAS PESSOAS A SEREM CITADAS OU INTIMADAS NA MESMA LINHA DO TÍTULO. 383. PRAZO DO EDITAL: 90 DIAS. 643 – O Juiz somente autorizará o levantamen. DO CP. 645 – Ultimada a alienação judicial. na disputa do preço. Provitro de Imóveis (atualizado pelas disposições da lei mento nº 013/2009-CGJ (art. SEPARAR O CABEÇALHO DO CORPO DO EDITAL COM ESPAÇO DUPLO. EDITAL DE INTIMAÇÃO DE SENTENÇA DE: JOÃO TAVARES Corregedoria-Geral da Justiça . EM LUGAR NÃO SABIDO. ou quem suas vezes fizer. PARA APELAR. RÉU: ACIMA NOMINADO. 645 e §§).382/06). OBJETO: CIENTIFICAR O RÉU DE QUE FOI CONDENADO A UMA PENA DE 02 ANOS E 03 MESES DE RECLUSÃO. 637 – O Escrivão. 711 do CPC). com a orientação e supervisão do respectivo Juiz. 329. o juiz da E DO CANCELAMENTO DA PENHORA Art. APÓS O TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL. DRA. 2. AÇÃO: PENAL PÚBLICA. Art. ESCRIVÃO.registro geral de identidade e da inscrição no cadasto do produto. D da CNJ (alterado em face do disposto no art. Nº 1. atentando às preleções de direito Normativa Notarial e Registral desta Corregedoria (justificativa: atualizado pelas disposições da Lei nº material e de direito processual. JUÍZA DE DIREITO. Edital de Intimação de Sentença (Pena Privativa de Liberdade por tempo igual ou superior a 01 ano. 642 – Art. ônus. POR INCURSO NAS SANÇÕES DO ART. E CUSTAS. O GABARITO A SER ENVIADO PARA PUBLICAÇÃO NÃO PRECISA SER ASSINADO.3. SUBSEÇÃO II – DA CARTA DE ARREMATAÇÃO Art. JUIZ DE DIREITO: DR. isentando o réu do pagamento das custas). DO CPP). que deverá ser verificado através de certidões ex. 2. SEM DIREITO DE RECORRER EM LIBERDADE. AÇÃO: PENAL PÚBLICA. AÇÃO. EDITAL DE INTIMAÇÃO DE SENTENÇA DE: MIGUEL SILVA COMARCA/VARA: 1ª CRIMINAL DE CAXIAS DO SUL/RS. 641 a 647-A mos da lei processual (art. CAPUT. 646 . do sistema de publicação objeto deste ato normativo. 644 – Havendo mais de um credor concorrendo 11382/06 e CNNR-CGJ). 384 e 385 da Consolidação disputa do preço.Trabalhando pela sua conquista. 7º alienação e arrematação se transcreverá na íntegra do Provimento nº 38/07-CGJ). ESCRIVÃO. PRAZO DO EDITAL: 60 DIAS. arrematação deverá constar. PRAZO DO EDITAL. RÍSTICOS QUE CONSTEM DOS PROCESSOS (ART. ressalvado o disposto no § 3º do artigo 455pedidas pelo Registro de Imóveis competente. 155. II. Art. OPERÁRIO.). após a certeza de que o credor concorren. recurso ou caso pendente sobre os cancelamento da penhora que originou aquela exebens a serem arrematados (art.§ 2º – O cancelamento dar-se-á em forma de averbação. CLÁUDIO BELTRANI. ETC. o Juiz. verificará quanto à existência de outras § 1º – A carta deverá determinar expressamente o penhoras. com sursis. SERVIDOR: ANDRÉ ALVES. fará a implantação. SERÃO GRAFADOS EM LETRAS MAIÚSCULAS (TAMBÉM EM NEGRITO. conforme te tenha tido a oportunidade para se habilitar na estatuído nos arts. E SIM NA LINHA SEGUINTE.” a certidão positiva ou negativa expedida pelo Regis. SE UTILIZADA MÁQUINA ELÉTRICA). PINTOR. SERVIDOR: LEONARDO PASTRO. no caso de existir outra penhora re. OBJETO: CIENTIFICAR O RÉU DE QUE FOI CONDENADO A UMA PENA DE 01 ANO E 06 MESES DE DETENÇÃO. Edital de Intimação de Sentença (Pena privativa de liberdade inferior a 01 ano. deverá instaurar concurso de preferência nos terDas alienações judiciais: arts. 642 .124/92. Art. MAIS 30 DIAS-MULTA. impondo ao réu o pagamento das custas). Art. COM SURSIS POR 02 ANOS.sados. AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA. PARA APELAR. 686. a perfeita identificação destes. além do número do • Provimento nº 14/08-CGJ. Art. do CPC). V. PRAZO: 05 DIAS. APÓS O TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL. REGIME SEMI-ABERTO. RÉU: ACIMA NOMINADO. E NÃO UTILIZAR A EXPRESSÃO “RÉU(S)” OU EQUIVALENTE. PRAZO: 05 DIAS. 365. de imóvel. BEM COMO OS ITENS DO CORPO DO EDITAL (EX. AINDA NO CABEÇALHO.Nas cartas de adjudicação.• Provimento nº 14/08-CGJ (altera o § 2º). CARMEM DE ASSIS. JOSÉ DA SILVA E S/M ANA DA SILVA).2. de ofício ou provocado. o cução. alienação e nº 11. AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA. 641 – O Juiz. REGIME ABERTO. NO VALOR UNITÁRIO DE 1/30 DO SM VIGENTE AO TEMPO DO FATO. 48 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . • Provimento nº 32/09-CGJ. antes de proceder à venda judicial execução fará expedir a respectiva carta. ASSIM. O CABEÇALHO.Consolidação Normativa Judicial 150 VARA/COMARCA: 1ª CRIMINAL DE NOVO HAMBURGO/RS. EDITAL DE CITAÇÃO DE:) E DO NOME DAS PESSOAS A SEREM CITADAS OU INTIMADAS (EX. Nº 2320/90.tro de contribuintes da Receita Federal dos interesgistrada. • Provimento nº 14/08-CGJ. COMPOSTO DO TÍTULO (EX.Nas cartas de adjudicação.

Q. EDITAL DE CITAÇÃO DE: AMÉLIA DA SILVA VARA/COMARCA: SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ – 1ª VARA. PARA CONTESTAR. com prazo (fixado pelo Juiz). Q. 01 TERRENO URBANO. Q. NATUREZA DA AÇÃO: CRIMES DE FURTO. EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO. A QUEM MAIS DER. O QUAL SE ENCONTRA NA RESIDÊNCIA DE JOÃO AIRES. 2.Trabalhando pela sua conquista. SERVIDOR: ARLINDO FRAGA. Q. 155 DO DECRETO LEI N° 2848 DE 1940. AVALIADOS. Q.861. NA RUA FLORES DA CUNHA. EM PRAÇA ÚNICA.860. EM LUGAR NÃO SABIDO. ÀS 10H. QUARTEIRÃO FORMADOS PELA RUAS SOUZA LOBO. MATRÍCULA Nº 33. PRAZO: 15 DIAS. LOTE Nº 18. 20. USADO. DO CPC).862. 69 DO DECRETO LEI N° 2848 DE 1940.320/91.8. de 20 dias. DO CPC).000. MATRÍCULA Nº 33.863. EM JUÍZO. SERVIDOR: ERNESTO DE PAULA. “PHILCO”. TURUBI E ARLINDO MONTE. Nº 2. ÔNUS: NADA CONSTA. A REDAÇÃO DO OBJETO DO EDITAL PODERÁ SER A SEGUINTE: VENDA. MATRÍCULA Nº 33. 01 TERRENO URBANO. BEM COMO ACOMPANHAR TODOS OS TERMOS DO PROCESSO ACIMA REFERIDO.864. AUTOR: JOÃO DA SILVA. NOTA: SENDO VÁRIOS OS IMÓVEIS A SEREM PRACEADOS. RÉ: ACIMA NOMINADA. 20. AUTOR: ANTONIO DA SILVA. 20. LOTE Nº 23. EM LUGAR NÃO SABIDO. OBJETO: DECRETAÇÃO DO DIVÓRCIO DO CASAL. LOTE Nº 20.000. CÍCERO COSTA. Edital de Citação Criminal (réu não-encontrado – art. PROCESSO Nº 00000000. JUIZ DE DIREITO: DR. ASSIM INDIVIDUADOS: 01 TERRENO URBANO. E UM APARELHO DE SOM 3X1. LOTE Nº 22. MATRÍCULA Nº 33.000.866. EDITAL DE 1º E 2º LEILÃO E INTIMAÇÃO DE: ANTONIO AZEVEDO VARA/COMARCA: TAPERA – VARA ÚNICA. LOTE Nº 24. MATRÍCULA Nº 33. Edital de Citação em Separação Litigiosa. 01 TERRENO URBANO. DE 08 TERRENOS.600/92. PRAZO: 15 DIAS. ESCRIVÃO. MAURO PRESTES JÚNIOR. MATRÍCULA Nº 33. JUIZ DE DIREITO: DR. COMUNICAÇÃO: SE NÃO HOUVER LANÇO SUPERIOR AO VALOR DA AVALIAÇÃO. 20. 1. AUTOR: JOÃO DA SILVA. INCURSO NAS SANÇÕES DO(S) ART. DO ACUSADO OU DE DEFENSOR CONSTITUÍDO. 1. MATRÍCULA Nº 33.9. 01 TERRENO URBANO.50M2 CADA UM. OBJETO: VENDA. ARISTÓTELES NOGUEIRA. CASO NÃO ENCONTRADO PELO OFICIAL DE JUSTIÇA PARA CIENTIFICAÇÃO PESSOAL. AÇÃO: DIVÓRCIO LITIGIOSO. MATRÍCULA Nº 33. ATUALMENTE EM LUGAR INCERTO E NÃO SABIDO. RESIDENCIAL. ÀS 10H.000. RÉ: ACIMA NOMINADA. SITUADOS NA PRAIA TUPINAMBÁ. INTIMAÇÃO: O DEVEDOR. IV. NOVO HAMBURGO. LOTE Nº 21. EM 1º LEILÃO. A SEREM ATUALIZADOS QUANDO DA HASTA PÚBLICA. Edital de Citação em Ação de Divórcio. AUTORA: JUSTIÇA PÚBLICA. EDITAL DE CITAÇÃO DE: JOÃO TAVARES VARA/COMARCA: 1ª CRIMINAL DE NOVO HAMBURGO. 20. SERVIDOR: PAULO TARSO. Nº 3451. Edital de Leilão em Processo de Execução. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. JUIZ DE DIREITO: DR. RESPECTIVAMENTE. RICHARD STRAUSS. LOTE Nº 26. NO EDIFÍCIO DO FÓRUM. 7 DE MAIO DE 2009. NO PRAZO DE 10 (DEZ) DIAS. 20. AÇÃO: EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. ESCRIVÃO.864. Q. EDITAIS CRIMINAIS 2.862. RÉU: ACIMA INDICADO. Q. SERVIDOR: ARLINDO AMARAL. DOS SEGUINTES BENS: DIREITOS E AÇÕES SOBRE O TERMINAL TELEFÔNICO LOCAL Nº 488-1326. 20. Q. 01 TERRENO URBANO. IV. NESTA CIDADE. PINTOR. 361 do CPP). 232.00 E 2. 20. NO DIA 26-11-92. NO DIA 16-11-92.00. DA LEI N° 11343 DE 2006 E ART. EDITAL DE CITAÇÃO DE: ANA DA SILVA VARA/COMARCA: TAPERA – VARA ÚNICA. 01 TERRENO URBANO. FICA POR ESTE INTIMADO.865. 1. de 20 dias. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. LOTE Nº 19. 20. 140. LOTE Nº 25. com prazo (fixado pelo Juiz). NOTA: NÃO SENDO O RÉU CONHECIDO.1. JUIZ DE DIREITO: DR. DEVERÃO SER INDICADOS OS SEUS SINAIS CARACTE- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 47 . OBJETO: DECRETAÇÃO DA SEPARAÇÃO DO CASAL. Nº 2. PRAZO DO EDITAL: 15 DIAS. OFICIAL AJUDANTE. ÀS 14H. RÉU:JOÃO TAVARES. OBJETO: CITAÇÃO DO(A)(S) RÉU(RÉ)(S) LEODIR RODRIGUES DA COSTA. Q. INADMITIDO PREÇO VIL. NESTE MUNICÍPIO. COM A ÁREA DE 300.7. PARA CONTESTAR. MATRÍCULA Nº 33. POR ESCRITO. ARISTÓTELES VIEIRA. CONTADOS DO COMPARECIMENTO. EM CR$ 6. 232. OS BENS SERÃO LEVADOS A 2º LEILÃO EM 31-11-92. 01 TERRENO URBANO. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. PARA RESPONDER A ACUSAÇÃO. 01 TERRENO URBANO. EM LUGAR NÃO SABIDO. AÇÃO: SEPARAÇÃO LITIGIOSA.

RECONHECENDO O CITANDO O CRÉDITO DO EXEQÜENTE E COMPROVANDO O DEPÓSITO DE. Edital de Intimação de Penhora. PARA QUE NO PRAZO LEGAL DE TRÊS DIAS. EDITAL DE CITAÇÃO DE: JOSÉ DA SILVA VARA/COMARCA: 3ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE PORTO ALEGRE-RS. AUTOR: ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. com prazo (fixado pelo Juiz). Nº 5360/90. BAIRRO CRISTAL. SOB PENA. B. PRAZO: 10 DIAS. ÔNUS: NADA CONSTA. FICANDO INFORMADO DE QUE HAVENDO O PAGAMENTO INTEGRAL NO TRÍDUO. OBJETO: INTIMAÇÃO DA PENHORA SOBRE O IMÓVEL A SEGUIR DESCRITO BEM COMO DA CONDIÇÃO DE FIEL DEPOSITÁRIO E DE QUE NÃO PODERÁ DESFAZER-SE DO MESMO SEM ORDENS EXPRESSAS DO JUÍZO. DO OFÍCIO DOS REGISTROS PÚBLICOS LOCAL. OFICIAL AJUDANTE. HÉLIO CARVALHO.700. BL. FICAM POR ESTE INTIMADOS. E INTIMAÇÃO DE: JOÃO DA SILVA e s/m ANA DA SILVA VARA/COMARCA: 1ª VARA DA COMARCA DE CACHOEIRINHA/RS. DA MESMA RUA CITADA. AS. DO REG. PODERÁ O EXECUTADO REQUERER SEJA ADMITIDO A PAGAR O SALDO RESTANTE EM ATÉ SEIS PARCELAS MENSAIS. NESTA CIDADE. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. Edital de Citação em Processo de Execução de título extrajudicial com prazo (fixado pelo Juiz) de 30 dias. OBJETO: A CITAÇÃO DO EXECUTADO ACIMA REFERIDO. ACRESCIDAS DE CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS LEGAIS DE 1% AO MÊS. MATRÍCULA Nº 4. BAIRRO SANTA FÉ. SITUADO À RUA CEL. COM ÁREA TOTAL DE 73. NO DIA 16-11-92.009. IV. OS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS FIXADOS EM 20% DO VALOR EXEQÜENDO. COM ATUALIZAÇÃO POR OCASIÃO DA PRAÇA.EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. AUTOR: ATAÍDE MEDEIROS. 46 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . PODERÁ OFERECER EMBARGOS À EXECUÇÃO. PENA DE SE PRESUMIREM VERDADEIROS OS FATOS ALEGADOS PELO AUTOR. 1. EXEQÜENTE: ANTONIO DA SILVA. E DEMAIS COMINAÇÕES LEGAIS. ÀS 14 H. DE FRENTE PARA O PRÉDIO Nº 59. ESCRIVÃO. 03 DE SETEMBRO DE 2. Edital de Praça Única e Intimação em Execução Fiscal. QUERENDO. NO MÍNIMO. EM PRAÇA ÚNICA.4.000. EDITAL DE PRAÇA ÚNICA. EM NÃO O FAZENDO. IMÓVEL: UM APTO. DE IMÓVEIS DA 3ª ZONA DA CAPITAL.000. MARCOS COIMBRA. NO ÁTRIO DO FÓRUM LOCAL. EFETUE O PAGAMENTO DO DÉBITO NO VALOR DE R$ 50. RÉUS: ACIMA NOMINADOS. AÇÃO: EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. PRAZO DO EDITAL: 30 DIAS. de 20 dias.00. FICA AINDA. DO IMÓVEL PENHORADO. INTIMAÇÃO: OS DEVEDORES. CONTADOS A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL. INCLUSIVE AS CUSTAS JUDICIAIS E A VERBA HONORÁRIA ESTIPULADA. PROCESSO Nº 00000000 . SERVIDOR: CARLOS PRADO. AVALIADO EM CR$ 500. PARA CONTESTAR. SEREM-LHES PENHORADOS TANTOS BENS QUANTOS BASTEM PARA GARANTIR A EXECUÇÃO. JUIZ DE DIREITO: DR. 1. A PARTIR DA EXPIRAÇÃO DO PRAZO DO EDITAL (ART. SERVIDOR: JOÃO CUNHA. (AS) ESCRIVÃO (NOME)E JUIZ DE DIREITO (NOME). COM A ÁREA DE 500M2. RÉUS: ACIMA NOMINADOS OBJETO: VENDA. AÇÃO: EXECUÇÃO FISCAL. MATRÍCULA Nº 13. QUE DEVERÁ SER DEVIDAMENTE ATUALIZADO. DO CPC). CIENTE DE QUE NO PRAZO DE EMBARGOS. PRAZO DO EDITAL: PRAZO DE TRINTA DIAS. SERVIDOR: HÉLIO CRUZ. IMÓVEL: UM TERRENO URBANO. ANTONIO KRAUSS. EM DATA DE 01/1/2008. 30% DO VALOR EXEQÜENDO.5. SERÃO REDUZIDOS PELA METADE.Trabalhando pela sua conquista. EDITAL DE INTIMAÇÃO DE PENHORA DE: ROBERTO SILVA e s/m ANA DA SILVA VARA/COMARCA: 2ª CÍVEL – REGIONAL DA TRISTEZA – PORTO ALEGRE. EXECUTADO: PAULO DE PAULO. JUIZ DE DIREITO: DR. SITUADO À RUA JOAQUIM NABUCO. EM LUGAR NÃO SABIDO. 232. Nº 01189610411.74 M2. SOB AS PENAS DO § 3º DO ARTIGO 666 DO CPC. CASO NÃO ENCONTRADOS PELO SR. OFICIAL DE JUSTIÇA PARA CIENTIFICAÇÃO PESSOAL.400. PARA EMBARGAR A EXECUÇÃO.6. NO PRAZO LEGAL DE QUINZE DIAS. MASSOT Nº 400. JUIZ DE DIREITO: DR. • Provimento nº 32/09-CGJ. PENA DE ESTA PROSSEGUIR A REVELIA DA PARTE DEVEDORA. PORTO ALEGRE. CIC Nº 000000000 E RG Nº 00000000(SE HOUVER). 1. INDEPENDENTEMENTE DE SEGURO O JUÍZO PELA PENHORA.00. • Provimento nº 32/09-CGJ. ESCRIVÃO.

E INTERESSADOS AUSENTES. AÇÃO: REVISÃO DE ALUGUEL. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. Edital de Citação em Ação de Adjudicação. PARA CONTESTAR. AMBOS EM LUGAR NÃO SABIDO. DO CPC). INCERTOS E DESCONHECIDOS. PARA CR$ 2. ESCRIVÃO. A OESTE. OBJETO: ASSINAR A ESCRITURA DE UM TERRENO MEDINDO 11M DE FRENTE POR 99M DE FRENTE AO FUNDO. AMBOS EM LUGAR NÃO SABIDO. FINALIDADE: CITAÇÃO DOS TERCEIROS INTERESSADOS AUSENTES. Provimento nº 32/09-CGJ. COM AS SEGUINTES MEDIDAS E CONFRONTAÇÕES: AO NORTE. ONDE MEDE 15M COM LOTE Nº 08. fixado pelo Juiz. JUIZ DE DIREITO: ALEXANDRE VIEIRA. PENA DE SE PRESUMIREM VERDADEIROS OS FATOS ALEGADOS PELO AUTOR. PROF. REDIGIR DA SEGUINTE FORMA O ITEM “RÉUS”: TEODORO CASTRO E S/M OMILDA DE CASTRO. PRAZO: QUINZE DIAS. NESTA CIDADE. DE TADEU ARRUDA E. com prazo (fixado pelo Juiz) de 20 dias. Edital de Citação em Ação de Usucapião. 1. VARA/COMARCA: 2ª VARA CÍVEL DE NOVO HAMBURGO/RS. IV. AO LESTE. 232. EM LUGAR NÃO SABIDO. SITUADO NA AV.100 DO REGISTRO DE IMÓVEIS DA 2ª ZONA DA CAPITAL. IV. Edital de Citação em Ação Revisional de Aluguel. QUARTEIRÃO FORMADO PELAS RUAS GETÚLIO VARGAS. AÇÃO: ADJUDICAÇÃO. EDITAL DE CITAÇÃO DE: ANTONIO SOUZA. SERVIDOR: LUIZ ALMEIDA. RÉU: ACIMA NOMINADO.000. PORTANTO. E QUE. DO CPC). EM LUGAR NÃO SABIDO. JUIZ DE DIREITO: DR. ARTUR PEREIRA. A PARTIR DO TÉRMINO DO PRAZO DO EDITAL (ART. PARA CONTESTAR.1. (réus ausentes incertos e desconhecidos).3. DEVEM SER INCLUÍDOS NO MESMO EDITAL. NOTA 1: SE HOUVER RÉUS CERTOS (CONFRONTANTES OU PESSOA EM CUJO NOME ESTÁ TRANSCRITO O IMÓVEL). DE JOÃO DE BARROS. PENA DE ADJUDICAÇÃO COMPULSÓRIA. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. AÇÃO: USUCAPIÃO. AUTOR: JOÃO SILVA. ANITA GARIBALDI. ONDE MEDE 15M COM O LOTE Nº 03. SOB PENA DE SEREM ACEITOS COMO VERDADEIROS OS FATOS ALEGADOS NA INICIAL (ARTIGO 285 IN FINE DO CPC). Nº 4312/90. SITUADO NO BAIRRO RUBEM BERTA. ONDE FAZ FRENTE E MEDE 10M. AO SUL. PRAZO: 15 DI- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 45 . Nº 19400223. OBJETO: ELEVAÇÃO DO LOCATIVO MENSAL. RÉUS: ACIMA NOMINADOS. SERVIDOR: EVA ALVES. RÉUS: ACIMA NOMINADOS. INCERTOS E DESCONHECIDOS VARA/COMARCA: 3ª VARA CÍVEL DE NOVO HAMBURGO/RS. com prazo. DE 150M2. 1. COM A RUA GETÚLIO VARGAS. AUTOR: JOÃO DA SILVA. AUTOR: JOÃO DA SILVA E S/M NOEMIA DA SILVA. EM 30 DIAS. OSCAR PEREIRA Nº 180. EDITAL DE CITAÇÃO DE: INTERESSADOS AUSENTES. AFONSO PENA E JÚLIO DE CASTILHOS. QUERENDO.2. INCERTOS E DESCONHECIDOS DOS TERMOS DA PRESENTE AÇÃO. MODELO ÚNICO DE EDITAL 1. DE ANTONIO MARQUES. com prazo (fixado pelo Juiz) de 20 dias. Nº 011911124328.Trabalhando pela sua conquista. 232.000. de 20 dias. OBJETO: DECLARAÇÃO DE DOMÍNIO SOBRE O IMÓVEL A SEGUIR DESCRITO. ONDE MEDE 10M COM LOTE Nº 05. MATRÍCULA Nº 18. IMÓVEL: UM TERRENO URBANO. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS. OFICIAL AJUDANTE. EDITAL DE CITAÇÃO DE: EDIVALDO DA CUNHA e s/m EVA DA CUNHA VARA/COMARCA: 3ª VARA CÍVEL DE PORTO ALEGRE – RS. PRAZO: 15 (QUINZE) DIAS. EDITAIS CÍVEIS 1.00. PRAZO DO EDITAL: 20 DIAS.

285. III . II – ao credor do terceiro para que não pratique ato de disposição do crédito. deverá constar ainda a sua motivação (art. é mister que seja consignado esta circunstância no corpo do edital.Não requerida a adjudicação e não realizada a alienação particular do bem penhorado.A descrição do bem penhorado. a finalidade da citação. em dia e hora que forem desde logo designados entre os dez e os vinte dias seguintes. • Provimento nº 14/08-CGJ. se o bem não alcançar lanço superior à importância da avaliação. tratando-se de imóvel. sendo direito e ação. Art. Provimento nº 32/09CGJ. ou o local. abrangerá os atos de citação. 686 do CPC o que segue: I . 686 do CPC. os seus sinais característicos.Quando o valor dos bens penhorados não exceder 60 (sessenta) vezes o valor do salário mínimo vigente na data da avaliação. 793-B desta Consolidação. do mesmo Código. o tipo de ação. o prazo para resposta e eventual cominação (ações cominatórias). § 2º – Para que o edital de praça ou leilão tenha eficácia intimatória do devedor – na hipótese de não ser este localizado para intimação pessoal –. que poderá envolver vários bens. a fim de se efetivar nos bens que forem adjudicados ou vierem a caber ao devedor. 636 – Os editais não modelados especificamente seguirão o modelo único. submeterá o edital ao juiz para apreciação e posterior remessa ao Departamento de Artes Gráficas para publicação. Nesse caso. restringe-se a dar conhecimento a terceiros da praça e leilão. bem como advertência do art. autor. para que não pague ao seu credor. imóvel. • Provimento nº 32/09-CGJ. duplicata. 616 – A penhora de crédito representado por letra de câmbio. o edital de citação deverá indicar o nome do juiz que a determinar. Art. será dispensada a publicação de editais. § 3º . o Juiz de Direito e demais dados fundamentais que permitam noticiar aos interessados a finalidade da publicação. com remissão à matrícula e aos registros. § 1º – Quando a penhora recair em bens reservados da mulher. 705 do CPC). 232. com suas características e. daquela será intimado o marido. IV. nesse caso. 634 – Os editais. 365 e art. 632 – Na área cível. cheque ou outros títulos far-se-á pela apreensão do documento. os autos do processo em que foram penhorados. 635 – Todo edital será elaborado no cartório respectivo em meio eletrônico e encaminhado ao Departamento de Artes Gráficas na forma estabelecida no art. se bem 44 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . a sua alienação pelo maior lanço (art. o Oficial de Justiça o penhorará. 692). § 4º .A comunicação de que. ou. indicando. com as adaptações (inclusive nos itens) que cada caso exigir para atender aos requisitos legais. nos termos do art. V. 631 – Fica instituído o “modelo único” de edital para a publicação dos atos judiciais do Poder Judiciário Estadual. recurso ou causa pendente sobre os bens a serem arrematados. § 2º – Em caso de citação. sempre que possível. § 2º – Quando a penhora recair em crédito do devedor. incluindo os benefícios da assistência judiciária gratuita. Art. que. V .O lugar onde estiverem os móveis. réu. na forma do art. bem assim o prazo do edital (art. se constarem do processo. nota promissória. I. 396 do CPP).Trabalhando pela sua conquista. • Provimento nº 14/08-CGJ (altera o § 3º). 617 – Quando o direito estiver sendo pleiteado em juízo. se não for conhecido. sem prejuízo de supressão ou acréscimo necessários à adaptação ao caso concreto. e. será expedido o edital de hasta pública. a situação e divisas.O valor do bem. do CPC). Art. veículos e semoventes. cuja eficácia. Art. averbar-se-á no rosto dos autos a penhora que recair nele e na ação que lhe corresponder. 232. VI . dia e hora de realização do leilão. Art. do CPC. considerar-se-á feita a penhora pela intimação: I – ao terceiro devedor. 232/05). Provimento nº 30/92 e Ofício-Circular nº 79/92. Art. o preço da arrematação não será inferior ao da avaliação (parágrafo incluído pelas disposições da Lei nº 11.DOS EDITAIS • Resolução nº 57/92-CGJ.Menção da existência de ônus. Art. conforme modelos a seguir: Dos editais: arts. seu objeto. com a observância dos requisitos previstos no art. § 1º – Não será reconhecida a nulidade do edital de praça e leilão elaborado e feito publicar pelo leiloeiro (art. 631 a 637 SEÇÃO VIII .O dia e a hora de realização da praça. o juízo e o prazo para responder a acusação. II . seguirse-á. segunda parte. § 1º – O edital deverá conter sua denominação. esteja ou não em poder do devedor. adotarão o modelo único. destacando-se o benefício da gratuidade do mesmo. intimação e hasta pública. bem como sua residência e profissão. • Provimento nº 14/09-CGJ (acrescenta parágrafo único). 633 – No crime. se bem móvel. • Provimento nº 04/02-CGJ. identificação da Vara e Comarca. § 3º .Em caso de Assistência Judiciária o edital será publicado somente uma vez no Diário da Justiça. Enquanto não ocorrer a hipótese prevista no item seguinte. Parágrafo único – a imposição de penhora ou qualquer outro ônus sobre os créditos constantes de requisição de pagamento-precatório deverá ser comunicada ao Serviço de Processamento de Precatórios do TJRS. nessa hipótese. o nome do réu. envolvendo o cível e o crime. podendo sua elaboração dar-se a cargo do leiloeiro.

655 do CPC I – dinheiro: (parágrafo renumerado e atualizado pelas disposições da Lei nº 11. Art. será realizada por termo nos autos. 608 – Deferido o pedido mencionado no item antecedente. a fim de auxiliar os Oficiais de Justiça na penhora dos bens e na prisão de quem resistir à ordem. a respectiva averbação no ofício imobiliário. Parágrafo único – Considerar-se-á feita a penhora mediante a apreensão e o depósito dos bens lavrando-se um só auto. o título que a representa e a data do vencimento. § 5º . 232/05). de imediato. • Provimento nº 14/08-CGJ. na mesma oportunidade. 613 – O auto de penhora conterá: I – a indicação do dia. o Oficial de Justiça intimará o devedor para embargar a execução no prazo de 10 (dez) dias. informações sobre a existência de ativos em nome do executado. mês. até o valor indicado na execução (parágrafo acrescentado para atualização de procedimento às disposições normativas previstas na Lei nº 11. § 2º . indicando o número de cabeças e o imóvel em que se acham. 609 – Sempre que necessário. em duplicata. para presunção absoluta de conhecimento por terceiros. com os seus característicos. recairá sobre a coisa dada em garantia. o Juiz. identificar o devedor e qualificá-lo. entregando uma via ao Escrivão do processo para ser juntada aos autos e a outra à autoridade policial. ano e lugar em que foi feita. lavrando o respectivo auto e oferecendo.A penhora de bens imóveis realizar-se-á mediante auto ou termo de penhora. Na descrição dos bens penhorados. particularizar-lhes o estado e o lugar em que se encontram. o executado (atualizado pelas disposições da Lei nº 11. custas e honorários advocatícios e procederá. indicar-lhes as transcrições aquisitivas. cumpre ao Oficial de Justiça: I – quanto aos bens imóveis. preferencialmente. 606 – Se o executado não pagar no prazo de 03 (três) dias.Para possibilitar a penhora de dinheiro em depósito ou aplicação financeira. • Provimento nº 14/08-CGJ (parágrafo acrescentado para atualização de procedimento às disposições normativas previstas na Lei nº 11. Provimento nº 14/08CGJ). Art. IV – a nomeação do depositário dos bens. desde logo. o auto de resistência. Art. • Provimento nº 14/08-CGJ. solicitando-lhe ordem de arrombamento. requerer a citação por edital do devedor. II – os nomes do credor e do devedor. 614 – REVOGADO. caso em que a precederá requisição do Juiz ao respectivo chefe. a quem entregarão o preso. mediante a apresentação de certidão de inteiro teor do ato. Parágrafo único – Compete ao credor. do. Art. se as diligências forem concluídas no mesmo dia. 615 – Recaindo a penhora em bens imóveis. 610 – Os Oficiais de Justiça lavrarão. § 4º . móveis e gavetas. Art. arrombando portas. § 1º – Incumbe ao Oficial de Justiça. especificá-los. De tais atos intimará. juros. quando evidente que o produto da execução dos bens encontrados será totalmente absorvido pelo pagamento das custas da execução.232/05). II – quanto aos móveis. será também intimado o cônjuge do devedor. independentemente de nomeação. preferencialmente por meio eletrônico. lavrar-seá para cada qual um auto. Art. terá o devedor o prazo a que se refere o art. pessoalmente ou na pessoa de seu advogado. • Provimento nº 14/08-CGJ. certificará o ocorrido. a ordem do art. onde presumirem que se achem os bens e lavrando de tudo auto circunstanciado que será assinado por 02 (duas) testemunhas. § 3º – No caso do parágrafo anterior e quando não encontrar quaisquer bens penhoráveis. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 43 . § 2º – Feita a penhora. Art. o Oficial de Justiça comunicará o fato ao Juiz. 601. a penhora. a penhora de imóveis. Art.Nos casos em que apresentada certidão da respectiva matrícula. à avaliação. Art. Findo o prazo do edital. a fim de obstar a penhora dos bens. ao efetuar a penhora. IV – quanto aos créditos. do que será intimado o executado. § 1º – Efetuar-se-á a penhora onde quer que se encontrem os bens. o Oficial descreverá na certidão os que guarnecem a residência ou o estabelecimento do devedor. • Ofício-Circular nº 66/92-CGJ. III – a descrição dos bens penhorados.232/05). o Juiz requisitará força policial. 612 – Havendo mais de uma penhora. requisitará à autoridade supervisora do sistema bancário. sem prejuízo da imediata intimação do executado. 02 (dois) Oficiais de Justiça cumprirão o mandado.232/05). III – quanto aos semoventes. dentro de 10 (dez) dias. a requerimento do exeqüente.Trabalhando pela sua conquista. § 1º – Na execução de crédito pignoratício ou hipotecário. providenciar. estimativa do valor aos bens penhorados. podendo no mesmo ato determinar sua indisponibilidade. ainda que em repartição pública. convertendo-se o arresto em penhora em caso de não-pagamento. 611 – Do auto de resistência constará o rol de testemunhas com a sua qualificação. independentemente de onde se localizem. situá-los e mencionar as divisas e confrontações. § 2º – Não se levará a efeito a penhora. presentes à diligência. cabendo ao exeqüente. o Oficial de Justiça penhorar-lhe-á tantos bens quantos bastem para o pagamento do principal. observar.232/05). descrevendo a origem da dívida. e por este ato constituído depositário (parágrafos atualizados e criados pelas disposições da Lei nº 11. • Provimento nº 14/08-CGJ. Art. independentemente de mandado judicial. contados da data em que foi intimado do arresto. 607 – Se o devedor fechar as portas da casa.

226. 239. Art. e nas que se situem na mesma região metropolitana. farão parte integrante do mandado. continuarão a ser feitas via postal. o Oficial de Justiça procurará o devedor 03 (três) vezes em dias distintos. depois de conferidas com o original. 597 – O Escrivão ou o Oficial de Justiça portará por fé. nos seguintes casos: I – nas ações de estado. SEÇÃO V . Art. 652 e ss. § 2º. II – portando por fé se recebeu ou recusou a contrafé. arrestar-lhe-á tantos bens quantos bastem para garantir a execução. com a petição inicial. tantas cópias desta quantos forem os réus. 229. • Provimento nº 14/08-CGJ. voltará. havendo suspeita de ocultação. parágrafo único. Parágrafo único – O mandado poderá ser em breve relatório. da Lei nº 5. que o subscreve por ordem do Juiz. Art. a qualquer vizinho. não encontrando o devedor. art. arts. exigindo-lhe o carteiro. isentas de taxas. • CPC. quando for o caso. ou certificando que o réu não a apôs no mandado. através de mandado. • Ofício-Circular nº 118/97-CGJ. Art. arts. IV – a testemunha não comparecer ao ato para o qual foi intimada. a fim de efetuar a citação na hora que designar. Se não localizar o devedor. Parágrafo único – As citações. Art. 592 – Quando. 598 e seguintes.DA PENHORA • CPC. 604 – O Oficial de Justiça. nos autos.DAS INTIMAÇÕES CÍVEIS Art. 598 – Os atos de comunicação processual serão feitos pelo correio. a fim de realizar a diligência. 605 – Nos 10 (dez) dias seguintes à efetivação do arresto. 603 – REVOGADO. § 2º – Da certidão da ocorrência. § 1º – A intimação será feita pelo correio na forma dos arts. II – quando for ré pessoa incapaz. Corregedoria-Geral da Justiça . dando por feita a citação. 595 – Os endereços das partes a serem citadas ou intimadas deverão constar da forma mais completa possível. 594 – Feita a citação com hora certa. diretamente pelo Escrivão ou chefe de secretaria. a indicação dos bens a serem penhorados. datando e assinando a certidão. do CPC). ainda que o réu se tenha ocultado em outra Comarca. 599 – A citação será feita por Oficial de Justiça. intimar a qualquer pessoa da família ou. aos seus representantes legais e aos advogados pelo correio. comparecerá ao domicílio ou residência do citando. que intimou a pessoa.DA COMUNICAÇÃO VIA POSTAL Art. as intimações serão feitas às partes. • Provimento nº 14/08-CGJ. 593 – No dia e hora designados. dando-lhes ciência de que. não o encontran- 42 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Consolidação Normativa Judicial 140 I – lendo-lhe o mandado e entregando-lhe a contrafé. independentemente de novo despacho. caso em que as cópias. 602 – REVOGADO. 601 – O executado será citado para. 5º. 227 e 228. citá-lo: • CPC. o Oficial de Justiça deixará contrafé com pessoa da família ou com qualquer vizinho.232/05). deverá. II – o destinatário não tiver endereço certo ou seu domicílio não seja atendido por serviço postal. o Oficial de Justiça poderá efetuar citações ou intimações em qualquer delas. Art.478/68. ou. III – a correspondência for devolvida por impossibilidade de entrega ao destinatário. não sendo o caso de devolução apenas do prazo para resposta. SEÇÃO IV . V – a citação for anulada. quando o autor entregar em Cartório. • CPC. o Oficial certificará cumpridamente as diligências realizadas para encontrá-lo. arts. o Oficial de Justiça. Parágrafo único – A carta será registrada para entrega ao destinatário. III – quando for ré pessoa de direito público. III – obtendo a nota de ciente. • CPC. declarando-lhe o nome. Art. Art. que assine o recibo. efetuar o pagamento da dívida (atualizado pelas disposições da Lei nº 11. no mandado ou na petição. Art. por três vezes o Oficial de Justiça houver procurado o réu em seu domicílio ou residência sem o encontrar. Art. • Ofícios-Circulares nºs 71/92-CGJ e 115/97-CGJ. 591 – Incumbe ao Oficial de Justiça procurar o réu e. 596 – Não dispondo a lei de outro modo. O Oficial de Justiça certificará no mandado a hora da citação. nas ações de alimentos. SEÇÃO III . 600 – Os atos de comunicação serão cumpridos por Oficial de Justiça quando: I – o Juiz determinar de ofício ou a requerimento da parte interessada. na forma do art. ao fazer a entrega. o Oficial de Justiça procurará informar-se sobre as razões da ausência.Trabalhando pela sua conquista. art. Art. se presente em Cartório. art. conforme o caso. telegrama ou radiograma. § 1º – Se o citando não estiver presente. o Escrivão enviará ao réu carta. Art. onde o encontrar. IV – nos processos de execução. dando-lhe de tudo ciência. § 3º – A comunicação de atos processuais entre Comarcas integradas não autoriza a condução coercitiva de testemunha que eventualmente desatenda ao chamamento judicial. em sua falta. • CPC. no prazo de 03 (três) dias. § 2º – Nas Comarcas contíguas. bem como. no dia imediato. de fácil comunicação. V – tratar-se de carta de ordem ou de carta precatória. 223. Sendo o réu pessoa jurídica. será válida a entrega a pessoa com poderes de gerência geral ou de administração (art. • Provimento nº 14/08-CGJ. desde que seu destinatário tenha endereço certo e sua residência seja atendida por serviço de entrega domiciliar da EBCT. Art. 227 e 228.

§ 4º – Os autos não serão remetidos à Fazenda Pública. 172.952/94). consangüíneo ou afim. hora e lugar de comparecimento. descrevendo minuciosamente a ocorrência . em casos excepcionais e mediante autorização expressa do Juiz. Art. art. Estadual e Municipal. • CPC. feitor ou gerente. 993 do CPC. VII – a assinatura do Escrivão e a declaração de Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 41 . no dia do falecimento e nos 07 (sete) dias seguintes. concordata. independente do despacho. observado o disposto no art. aos casos em que já decretada a falência ou deferido o processamento da concordata. do CPC. • Ofício-Circular nº 62/92-CGJ. porém. procurador com poderes para receber a citação será citado na pessoa do administrador do imóvel encarregado do recebimento dos aluguéis. art. Art. § 1º – O Oficial de Justiça passará certidão.Trabalhando pela sua conquista. II – o fim da citação. bem como a advertência a que se refere o art. 215. § 3º – O pedido de homologação judicial da escritura pública de partilha. do CPC. fora do horário estabelecido na lei processual civil. art. a citação far-se-á na pessoa de seu mandatário. 574 – Havendo testamento. por ofício. Corregedoria-Geral da Justiça . § 5º – Homologada a escritura pública de partilha. Art. ao seu representante legal ou ao procurador legalmente autorizado. art. tal circunstância aos órgãos da Fazenda Pública Federal. se não for conhecida a sua residência ou nela não for encontrado. 588 – Não se fará. expedindo-se apenas certidão da decisão judicial. aplica-se o procedimento previsto nos parágrafos anteriores. nos 03 (três) primeiros dias de bodas. intimar-se-á parte interessada ou o Ministério Público. será acompanhado apenas de certidão de óbito do inventariado. respectivamente. 579 – É vedada a carga dos autos ao avaliador – seja o judicial. IV – o dia. nos casos de avaliação ou de leilão ou praça. 285. 217. será antecedido do pagamento do tributo correspondente e deverá conter os requisitos do art. 216. poderá requerer o seu registro imobiliário. 589 – Também não se fará citação. 587 – A citação efetuar-se-á em qualquer lugar em que se encontre o réu. ou nos dias úteis. porém. 582 – Far-se-á a citação pessoalmente ao réu. Art. • Provimento nº 09/07-CGJ. • Provimento nº 45/95-CGJ. em linha reta. segunda parte. 577 – Fica autorizado o fornecimento de informações aos jornais quanto aos processos de falência ou concordata. 580 – A carga dos autos ao avaliador ou leiloeiro somente será admitida em casos excepcionais. na localidade onde estiver situado o imóvel. que seguirá o disposto nos arts.031 e seguintes do CPC. Art. • Provimento nº 21/96-CGJ. • CPC.DAS CITAÇÕES CÍVEIS Art. 581 – Para o avaliador será expedido e carregado mandado de avaliação. 584 – Estando o réu ausente. Art. § 6º – Cada herdeiro. se por este requerida. consignando tratar-se de republicação. e efetuado o registro. 586 – A citação pelo correio obedecerá ao disposto nesta Consolidação. § 2º – Nomeado curador. insolvência civil e liquidação extrajudicial. da Constituição Federal (art. III – aos noivos. II – ao cônjuge ou a qualquer parente do morto. quando a ação se originar de atos por eles praticados. Art. • CPC. I – a quem estiver assistindo a qualquer ato de culto religioso. • Ofício-Circular nº 51/95-CGJ. VI – o prazo para defesa. restringindo-as. se o litígio versar sobre direitos disponíveis. Estadual e Municipal deverão também constar da escritura pública. Parágrafo único – O militar em serviço ativo será citado na unidade em que estiver servindo. V – a cópia do despacho. § 2º – As certidões negativas da Fazenda Pública Federal. realizar-se em domingos e feriados. 583 – A citação e a penhora poderão. Art. I – os nomes do autor e do réu. 578 – Nos casos de decretação de falência. XI. apresentando o traslado da escritura pública de partilha acompanhado da certidão da homologação judicial. Art. SEÇÃO II . 590 – O mandado que o Oficial de Justiça tiver de cumprir deverá conter: • CPC. Art. mediante expressa determinação judicial nos autos. 575 – Resultando negativa a diligência do Oficial de Justiça. administrador. de partilha. 585 – O locador que se ausentar do Brasil sem cientificar o locatário de que deixou. redação da Lei nº 8. nomeado ad hoc ou com designação de função gratificada – e ao leiloeiro. a citação será feita na sua pessoa. se houver. IV – aos doentes. Art. ficam dispensados os respectivos formais. ou na linha colateral em 2º grau. enquanto grave o seu estado. 225. 218. Art. proceder-se-á imediatamente à nova publicação. 5º. para falar em 05 (cinco) dias. acompanhado da descrição do bem constante dos autos. Art. o Juiz adotará a providência de comunicar.Consolidação Normativa Judicial 139 Art. bem como os respectivos domicílios ou residências. se o imposto de transmissão tiver sido realizado com base em avaliação prévia. art. § 2º. salvo para evitar o perecimento do direito: • CPC. III – a cominação. a citação. 576 – Se ocorrer erro em nota de expediente. quando se verificar que o réu é demente ou está impossibilitado de recebê-la. Art. Art. 1.

deverão ser excluídas pelo próprio Cartório. certificar nos autos que o procurador foi intimado. • Provimento nº 15/09-CGJ (acrescenta inciso o LXV). 571 – Determinado judicialmente o prosseguimento do feito monitório como cumprimento de sentença. sem prejuízo da cobrança ordinária estabelecida no art. §1º . a Assessoria do Gabinete lance tal observação nos autos. sem nova distribuição. 1. mediante substituição por cópia simples e certidão nos autos. LXIII e LXIV). do Regimento de Custas.102c. e o Ofício-Circular nº 13/94-CGJ.210 do CPC). LVIII . tal pedido processar-se-á em autos apartados e mediante o cadastramento do incidente.232/05). • Provimento nº 20/97-CGJ. deverá o Cartório proceder à juntada da petição aos autos ou.Intimação de advogado ou interessado para restituir. sem. darse-lhe-á vista independente de despacho. 1. numerar as folhas no canto direito inferior. quando possível. serão juntados aos autos. Art. B e C. que. seja na atividade ou inatividade.Findo o prazo da prisão civil expedir alvará de soltura (assinado pelo juiz) e encaminhar a autoridade policial responsável. quando findo o processo. 572 – O procedimento traçado no artigo anterior também se aplica quando da rejeição dos embargos (art. LXIV – Se antes da fase de cumprimento da sentença houver pedido de liquidação de sentença. Neste caso. 573 – Nos procedimentos especiais de jurisdição voluntária (arts. independente de prévio despacho.Certificar nos autos a ocorrência de feriado local e qualquer suspensão do expediente. Art. de 30-09-91. nº 07. 567) LXI – Recebida petição requerendo qualquer providência que implique cumprimento de sentença com o trânsito em julgado ou não sujeita a recurso suspensivo. processo não devolvido no prazo assinado pelo juiz ou fixado na lei.103 a 1. devolvendo-os independentemente de despacho do Magistrado. no sistema Themis-1G. nos moldes do art.237. na hipótese de estar vencido o prazo fixado pelo juiz. 569 – As petições e expedientes avulsos. § 3º. letras A. a enumeração dos atos que possam ser realizados independentemente de despacho.Trabalhando pela sua conquista. via ordem de serviço. Sendo hipótese de cumprimento de sentença. na impossibilidade física a tanto. bem como para alteração do valor da causa. através de escritura pública 40 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . tão logo recebidos em Cartório. em sendo o caso. 570 – As pensões concedidas em relação aos militares devem tomar por base a estrutura remuneratória dos mesmos. 826 da CNJ-CGJ. LXII.Nas cartas precatórias. conforme prevê a Lei nº 8.A transação mencionada compreenderá a saída do processo da classe "Procedimentos Especiais de Jurisdição Contenciosa" e a inclusão na classe "Processos de Fase de Cumprimento de Sentença". Art. colhendo o serventuário a sua assinatura no termo de intimação. 830 e seguintes da CNJ-CGJ. Provimento nº 23/06CGJ. LXIII – As partes que não integrarem os pólos ativo e/ou passivo na fase de cumprimento da sentença.Intimar o procurador constituído quando este tiver vista do processo em cartório. abrirse-á vista ao Ministério Público logo após a autuação do processo. encaminhá-la ao juiz. §2º . LX .765/07).O Juiz poderá restringir ou ampliar. • Provimento nº 42/07-CGJ (altera o caput e incisos do art. Art. o Cartório fará remessa dos autos à Distribuição para a inversão e/ou inclusão de partes. alteração do número originário e nome das partes. em 24 (vinte e quatro) horas. LIX . a ação monitória será convertida em fase de cumprimento de sentença mediante reclassificação operada pelo escrivão. caput parte final e § 3º do CPC. comunicando-lhe tal fato. • Provimento nº 41/08-CGJ. LVI .Desentranhamento de documentos requerido pela própria parte que os juntou. fazendo constar no documento que o alimentante deve ser solto se por outro motivo não estiver preso. o Cartório remeterá os autos à Contadoria para o cálculo das custas processuais e taxa judiciária na forma da Lei Estadual nº 12. Art. quando o fato puder influir na contagem de prazo processual.765/2007. devolver os autos em 24 horas. via ordem de serviço. observada a orientação do parágrafo único do art. LXII – Cumprida esta diligência. contudo.765/07). observando as orientações do Ofício-Circular 31/2001. fazendo conclusão desnecessária dos autos. informando. do CPC).102C. Havendo recusa. a fase de cumprimento de sentença (PROCESSOS – CUMPRIMENTO DE SENTENÇA). 1. As custas processuais e a taxa judiciária somente serão exigidas para os pedidos protocolados ou ajuizados a contar de 01 de janeiro de 2.O Juiz poderá determinar. sendo caso de intervenção. 568 – Em quaisquer processos onde a manifestação do Ministério Público for imposição legal. • Provimento nº 18/05-CGJ. LXV. Art. haverá incidência de custas nos termos da Tabela I. adequando-o ao novo valor atribuído pelo exeqüente (Justificativa: Atualização e padronização de procedimentos em face da disciplina normativa da Lei 11. reservando-se o canto direito superior para a numeração dos autos no juízo deprecante. A mesma observação deverá ser lançada quando o processo for concluso antes do cumprimento de despacho já posto nos autos.008 – Provimento nº 34/2007-CGJ (Justificativa: Atualização e padronização de procedimentos em face da disciplina normativa da Lei Estadual nº 12. Provimento nº 22/08-CGJ (acrescenta os incisos LXI. na hipótese de o Cartório deixar de observar a prática de ato ordinatório. Parágrafo único . (Justificativa: Atualização e padronização de procedimentos em face da disciplina normativa da Lei Estadual nº 12. § 1º – O arrolamento. LVII .

Quando a parte exeqüente indicar à penhora veículo. lavrar termo de penhora nos autos e intimar o executado.Decididos os embargos à execução e/ou impugnações. com ciência ao juízo deprecante por e-mail setorial. in fine. a referida indicação deverá acompanhar o mandado extraído ao oficial de justiça.Intimar do requerimento de adjudicação. os terceiros com garantia real ou com penhora registrada e os condôminos. caso não tenha procurador constituído nos autos. a fim de que a penhora recaia.Arquivamento de processos. vista à parte contrária para se manifestar. o senhorio. sobre os mesmos. desde que elas estejam representadas nos autos por advogado.Decorrido o prazo de suspensão sem manifestação da parte interessada. ambos do CPC. remetendo-os à análise do juízo.Remessa de petições protocoladas na vara cujos autos se encontrem no tribunal de justiça. ou sendo estes recebidos sem efeito suspensivo. no prazo de 5 (cinco) dias. para.Efetuado depósito nos autos referente a precatório.Importando o pedido de desarquivamento dos autos em prosseguimento do feito. sem prejuízo da cobrança ordinária estabelecida no § 3º do art. quando a hasta pública for negativa.Quando o credor indicar bens a serem penhorados. XXXIV . nos termos do art. manifestar-se sobre o prosseguimento da execução. LV . verbas de sucumbência ou condenação judicial.Remessa para o destino de carta precatória cujo cumprimento deva dar-se em comarca diversa. com a observação de que ele foi constituído depositário do juízo. intimação para dar prosseguimento ao feito. nos termos do art. XXXVI . além da publicação de edital.Responder ao juízo deprecante. XXXIII .Reiterar e-mails não respondidos. por e-mail setorial.Intimar o credor. XLVIII . ao juízo respectivo. preferencialmente. promover a reativação da movimentação processual.Quando for deferida a penhora sobre bem imóvel. 337 da CNJ-CGJ. Com a chegada dos autos em cartório. dos honorários e das custas. mandado cujo prazo de entrega tenha decorrido.Abrir vista ao exeqüente quando o executado nomear bens à penhora.Intimar as partes da avaliação dos bens penhorados. XLVII . no prazo de 5 (cinco) dias. XXXVIII . 698.Requisitar o desarquivamento de processos do arquivo judicial centralizado. o terceiro com garantia real ou com penhora registrada e os condôminos. para se manifestarem em 05 (cinco) dias. salvo nos casos em que seja necessário despacho com conteúdo decisório. intimá-la para juntar certidão atualizada do DETRAN.Trabalhando pela sua conquista. intimá-la para juntar matrícula atualizada do registro de imóveis. 655. de petições.Intimação do perito para apresentar o laudo e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 39 . quando houver depósito para pagamento do débito e quando não houver oposição de embargos pelo devedor. oficiar ao DETRAN para averbação da constrição. XXXVII . LIV . após verificação no sistema Themis de eventual excesso de prazo para o seu cumprimento.Remessa. XXIX . XL . XXVIII . XLIV . precatórias. L . XXX .Quando qualquer das partes indicar à penhora imóvel. XLI . XLIX . o procurador do devedor por nota de expediente para que providencie o comparecimento do executado em cartório para firmar o termo em 05 (cinco) dias. em 5 (cinco) dias.Intimação do Oficial de Justiça ou do avaliador para devolver. na pessoa do seu advogado ou pessoalmente.Reiterar ofícios não respondidos. inclusive quanto ao interesse na adjudicação do bem ou em promover a alienação por iniciativa privada. XLII .Oferecida impugnação à avaliação. XLV . no prazo de 5 (cinco) dias. XLIII . LII . no prazo de 5 (cinco) dias. LI .Quando os bens penhorados forem levados à hasta pública.Lavrada a penhora sobre imóvel expedir certidão e intimar o credor para comprovar o registro da mesma. XXVI . na pessoa de seu advogado. intimando-se. do CPC.Se o bem penhorado for de terceiro garantidor intimar também este da penhora. XXXIX . se for o caso. expedir nota intimando a parte que requereu o desarquivamento de que os mesmos estão à disposição pelo prazo de 5 (cinco) dias. decorridos 10 (dez) dias da expedição. intimar o exeqüente para se manifestar quanto ao interesse na adjudicação dos bens penhorados ou em promover a alienação por iniciativa particular. do CPC. intimar também o cônjuge do executado. através de ofício endereçado ao secretário da câmara ou grupo.Lavrar termo de penhora e depósito quando o bem oferecido pelo devedor for aceito pelo exeqüente. decorridos 30 (trinta) dias da expedição. devolvê-los ao arquivo. bem como o terceiro garantidor. nos termos dos artigos 685 “a” e 685 “c”. XLVI .Apresentada a matrícula de imóvel. em 5 (cinco) dias.Quando for deferida penhora sobre veículo. intimar o executado.Expedir e-mail setorial solicitando informação sobre a devolução de carta precatória devidamente cumprida. sempre que solicitadas informações acerca do andamento da carta precatória. ou pessoalmente se não tiver procurador nos autos. XXXV . especificadamente. LIII . XXXI . § 1º. ofícios e outros documentos protocolados por engano na vara. mencionando o número do processo no primeiro grau e número do recurso no segundo grau. XXVII . quando houver. nada sendo requerido. débito. XXXII . após efetuado o pagamento das custas pertinentes pelo interessado. intimação da parte interessada para que se manifeste sobre o depósito e acerca da satisfação do crédito.

575. 689.Intimar as partes através de carta postal remetida ao endereço informado por elas nos autos. XI . 567 – Independem de determinação judicial as providências meramente impulsionadoras do feito e as intimações às partes e interessados dos atos de que devam tomar conhecimento. 694. é necessária a procuração.intimação da parte contrária para manifestarse em 5 (cinco) dias. 568.Intimação das partes para se manifestarem sobre o laudo do perito. quando a divergência entre o nome da parte contido na petição inicial e o contido no termo de autuação decorrer de equívoco do servidor responsável pela distribuição. 764. XXIII . ou "não atendido". 524 e 525 da CNJ-CGJ. com o parecer deste. que poderá se dar por ofício de apresentação ou mera exibição de carteira funcional.Retornando os autos da instância superior. 576. quando possível. quando poderá ter vista em Cartório. • Ofício-Circular nº 48/95-CGJ. remeter os autos à contadoria. exceto quanto aos atos privativos a estes. quando for o caso. tem os mesmos direitos reconhecidos aos bacharéis inscritos como advogados. por mandado ou carta. XXII . 566 – A representação do Estado. inclusive as remanescentes. no prazo de 5 (cinco) dias. descabendo ao juízo outras exigências afora a simples identificação do procurador. vista ao ministério público. 523.Retornada precatória não cumprida. "endereço insuficiente". quando indicado novo endereço. XIV . lhes é facultado: a) ter vista ou retirar. 772 e 780 da CNJ-CGJ independem de despacho judicial. XIX . fazendo os autos conclusos ao juiz no caso negativo (art. abrir vista ao ministério público e. em 5 (cinco) dias. XXI .Intimação da parte autora para manifestar-se sobre certidão negativa do oficial de justiça. discriminando na nota de expediente o valor do 38 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Remessa dos autos à Contadoria. ou para se manifestar acerca do cálculo apresentado pela parte contrária. 554 da CNJ). 573. 692. nas hipóteses previstas em lei e no momento oportuno. intimação das partes para se manifestarem.Intimação da parte para recolher custas judiciais. XXIV . XII .Recebida a apelação.intimação das partes para se manifestarem quanto a respostas a ofícios relativos a diligências determinadas pelo juízo.Intimação de testemunhas pelo correio. 569.Reiteração de citação. "endereço inexistente". b) tratando-se de ação sob o amparo de segredo de justiça. em 5 (cinco) dias.Quando o cálculo for elaborado pela contadoria. Assim. Após. sempre que forem juntados novos documentos. exceto quando o local não for atendido pelo correio. quando for o caso. se foi ou não proposta a ação principal. 693. nos termos do artigo 398 do CPC. Art. em 5 (cinco) dias. e envio dos autos ao órgão recursal competente. na hipótese de a carta postal de citação ou intimação ter retornado com a observação "recusado". para cálculo das custas pendentes. na hipótese de mudança de endereço da testemunha. observando o contido nos arts.Intimação da parte autora para manifestação em 5 (cinco) dias quando a carta postal de citação retornar com a observação "mudou-se". Parágrafo único – A divisão de atribuições é matéria de organização administrativa da Procuradoria. intimar as partes que não sejam beneficiárias da gratuidade judiciária para pagamento das custas. 568 da CNJ-CGJ). no prazo de 5 (cinco) dias.Trabalhando pela sua conquista.Remessa do processo à distribuição para retificação dos dados das partes e etiquetas de autuação. • Ofício-Circular nº 11/94-CGJ. os autos dos processos judiciais ou administrativos. 565 – O estagiário. 670. devendo ser realizados de ofício pelo Escrivão ou pelos demais servidores autorizados: I .Intimação da parte autora para esclarecer divergência entre a qualificação constante da petição inicial e os documentos que a instruem. regularmente inscrito na OAB. "inexiste número" e "outras". XXV .Intimação da parte para apresentar cálculo. Art. Os atos processuais a seguir relacionados. XV . Art. 559 da CNJ. XVIII .Reiteração de intimação. "ausente". sempre que apresentado tempestivamente o rol e não haja a parte assumido o compromisso de trazê-las independentemente de intimação. salvo quando se tratar de prazo comum. após a juntada das informações da autoridade impetrada. compete à Procuradoria-Geral do Estado.Abrir vista ao ministério público nas hipóteses de intervenção ministerial (art. nas ações cautelares. VIII . II – Juntada de procuração ou de substabelecimento e atualização dos dados e endereços dos procuradores e das partes no sistema informatizado. quando indicado novo endereço. IX . X . 528. VII . abrir vista à parte que requereu sua expedição. 529. 688. XIII . V . "desconhecido".Expedição de mandado ou carta precatória. III . XVII . por disposição constitucional. para os prazos legais. intimação para apresentação de contra-razões.Nas ações de mandado de segurança. 690. fazer conclusão para sentença. após decorridos 30 (trinta) dias da efetivação da medida. 770. XX . IV . bem como aqueles relacionados nos arts. XVI .Intimação da parte autora para fornecer cópias da inicial em número suficiente para a citação do(s) réu(s).Certificar. para manifestação em 5 (cinco) dias.Intimação do signatário de petição não assinada para firmá-la. observada a orientação do art. promovendo-se desde logo a expedição do mandado nas hipóteses em que não seja viável o uso do correio ou quando o ar retornar negativo. sob pena de inscrição em dívida ativa. no prazo de 5 (cinco) dias. VI . por mandado ou carta.

Trabalhando pela sua conquista. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 37 . ANEXO I – Provimento 12/2008 .CGJ. ANEXO II – Provimento 12/2008 – CGJ PLANILHA DE CONTROLE DE AUTOS ENTREGUES PARA EXTRAÇÃO DE CÓPIAS: DATA: _____/____/_____ .

informação protegida por sigilo fiscal ou bancário. termos circunstanciados. 564 – Eventuais exames pretendidos por terceiros nos livros e documentos pertencentes ao Cartório somente ocorrerão com autorização do Juiz da Vara ou da Direção do Foro. bem como a devolução. o Escrivão comunicará o fato ao Juiz de Direito que determinará a imediata busca e apreensão dos mesmos. 36 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 564-B e parágrafo único). desde que o feito não tramite em segredo de justiça ou contenha informação protegida por sigilo fiscal ou bancário (Art. 564-A .As próprias partes litigantes. devidamente constituídos no processo. XIII. que se responsabilize sob fé de seu grau. art. mesmo sem procuração. nas condições em que foram recebidos. quando os respectivos feitos não estejam em regime de segredo de justiça. no livre trânsito em áreas reservadas a magistrados e servidores.A autorização referida no inciso III deverá seguir o modelo do Anexo I deste Provimento e será acompanhada de cópia da carteira da OAB do advogado que autoriza e informação atualizada do processo.) no verso de documentos juntados nos autos. independente de petição fundamentada ao Juiz. Parágrafo único – Não ocorrendo a devolução. ou título executivo extrajudicial. Somente poderão examinar livremente os processos. 564-A e §§).no sistema THEMIS1G. separação de peça juntada. 816 da CNJ-CGJ). nas situações em que existam nos autos documentos de difícil restauração. deverão ser restituídos a cartório no prazo máximo de duas horas. 816 da CNJ-CGJ). conforme o modelo do Anexo II deste Provimento.Trabalhando pela sua conquista. Art. o cartório providenciará as cópias solicitadas no prazo máximo de 48 horas. • Provimento nº 12/08-CGJ (insere o art. poderá o volume exceder ou não alcançar o número de folhas referido neste artigo. Art. retendo-se o documento de identidade. 564-C e parágrafo único).906/94. 7º. 564-B – Os autos retirados para extração de cópias. mesmo sem procuração. Art. 563 – Vedado o uso de termos (recebimento. sob pena de falta ou perda de controle e organização do responsável pela serventia judicial. Art. mesmo quando houver fluência de prazo comum às partes. • Provimento nº 07/79. • Ofício-Circular nº 08/95-CGJ. § 1º – Ao advogado é assegurado o direito de examinar autos de processo findos ou em andamento. Poderão retirar os autos de cartório para extração de cópia: I . Art. § 2º . Caso a parte não possua advogado. • Provimento nº 12/08-CGJ (insere o art. desde que o feito não tramite em segredo de justiça (inciso XIII do Art. • Provimento nº 12/08-CGJ (insere o art. • Lei Federal nº 8. conclusão. sendo que. III . ou equivalente. Parágrafo único – O Escrivão ou funcionário encarregado abrirá a correspondência dirigida ao juízo. juntada. etc. a parte deverá ser acompanhada por servidor ou estagiário do cartório.Terceira pessoa com autorização expressa do procurador habilitado. § 1º . necessariamente.Advogados e Estagiários regularmente inscritos na Ordem do Advogados do Brasil. livros e documentos que lhes tenham sido regularmente entregues. § 2º – O livre acesso de advogados nas serventias judiciais não implica. mediante retenção do documento de identidade do solicitante. 564-C – Até implementação da funcionalidade – carga para xérox . Parágrafo único – A entrega de autos para extração de cópia a terceira pessoa autorizada pelo procurador habilitado observará o disposto no § 1º do art. e OfícioCircular nº 93/94-CGJ.Os autos de processos CÍVEIS e JECCÍVEL poderão ser retirados do Cartório para extração de cópias. II . podendo copiar peças e tomar apontamentos. A autorização será devolvida ao requerente no momento da devolução dos autos ao cartório. mediante recolhimento prévio das despesas correspondentes. sendo responsabilidade do requerente a seleção das peças a serem copiadas.Os autos de inquéritos policiais. processos da área infracional da Infância e Juventude e VEC somente poderão ser retirados para extração de cópia por advogado e estagiário inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil e regularmente constituídos. Art. 564-A. desde que não haja ressalva de RESERVA. IV .Advogados e Estagiários regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil. advogados e estagiários regularmente inscritos na OAB será anotada em planilha própria. a entrega de autos para extração de cópia a partes. processos criminais. 562 – Quaisquer documentos e/ou papéis entregues em Cartório receberão data da entrega ou registro no Protocolo Geral. 7º da Lei 8906 de 1994) e não contenha informação protegida por sigilo fiscal ou bancário (Art.

renovada a cada ano. deverão os mesmos permanecer arquivados no juízo onde foi prolatada a decisão recorrida. 550). autos e papéis a seu cargo. 548 – Os emolumentos do ato de averbação. Parágrafo único – O juízo deprecado reativará a carta precatória. em razão de recurso. Art. será iniciado o segundo. 555 – Após o cumprimento de cada despacho. 554 – A escrivania deverá certificar. Art. os números do Registro Geral de Identidade e da Inscrição no Cadastro de Contribuintes da Receita Federal dos interessados. 553 – Julgados improcedentes os embargos ou parcialmente procedentes. Art. devidamente corrigido. § 2º – A penhora de bens imóveis realizar-se-á mediante auto ou termo de penhora. e assim sucessivamente. referindo número e a página do livro ou processo dos quais foram extraídas. Art. 550 – REVOGADO. 549 – Nas arrematações de conveniência não se libera o valor apurado antes da entrega dos bens ao arrematante. 561 – Quando o primeiro volume dos autos atingir 200 (duzentas) folhas. por falta de requisitos no título apresentado exigidos pela legislação em vigor. II. o Escrivão fará sua minuciosa revisão. dando. equivalerão a 01 (uma) URE. Corregedoria-Geral da Justiça . a não-propositura da ação principal. e inscrição no respectivo registro. • Provimento nº 23/06-CGJ. da Lei nº 6.-lhe cumprimento. se o Juiz não dispuser de outro modo. Parágrafo único – Também deverá ser providenciada a juntada de relatório das movimentações registradas no Sistema THEMIS1G (Intranet local _ consultas _ acompanhamento processual _ “comarca” + número do processo _ pesquisar _ todas as movimentações _ versão para impressão). zelando pela sua boa ordem e para que todas as peças estejam devidamente numeradas e rubricadas. promoverá sua juntada aos autos da execução. nisso providenciando de ofício. comunicando a ocorrência e solicitando informes a respeito das ações e execuções em andamento contra o insolvente. promovendo a conclusão. Parágrafo único – A averbação não prejudicará posterior registro do documento judicial. com o valor da dívida atualizado e o traslado da parte dispositiva da sentença. 545 e 546. 558 – As certidões expedidas pelo Cartório conterão a fé pública do Escrivão ou do substituto que a detém sobre o que constar nos livros. Art.Trabalhando pela sua conquista. 547 – Igual procedimento poderá ser adotado em caso de arresto e seqüestro. Art. 556 – Os processos com despachos pendentes de cumprimento pelo Cartório. este procederá a juntada da petição aos autos da carta. desentranhando a petição de embargos. Em se tratando de embargos de terceiro ou embargos à execução. permanecerão em local definido com a anotação de “aguardando cumprimento de despacho”. 560 – Quando da remessa dos autos do Agravo de Instrumento interposto perante o 2º grau. com uma cópia arquivada na pasta-arquivo de correspondência expedida e outra juntada aos autos. Art.015/73. deverão constar. adjudicação e remissão. antes da designação da data para a arrematação. com certidão ou termo respectivo. • Provimento nº 18/96-CGJ. 557 – Todos os ofícios expedidos obedecerão à numeração cronológica. Art. Art. o Escrivão providenciará a imediata expedição do ofício ao Distribuidor. • Provimento nº 18/06-CGJ . Art. Parágrafo único – Para a expedição de carta de arrematação. Art. 544 – REVOGADO. cuidar-se-á para a exibição de certidão atualizada no registro imobiliário. Parágrafo único – O juízo de origem. devolvendo-a ao juízo de origem com baixa nos registros. anotandose na ficha controle ou informando o computador. se for o caso. a carta precatória. para fins de registro. • Ofício-Circular nº 24/96-CGJ. Parágrafo único – Excepcionalmente. • Ofício-Circular nº 38/97-CGJ. inc. 552 – Ajuizados embargos à execução no juízo deprecado. assim como nos formais de partilha. nos termos do art. será exigido do arrematante apenas a comprovação do pagamento do imposto de transmissão. • Provimento nº 08/06-CGJ . 551 – Na execução contra devedor insolvente. Art. 545 – Quando não efetuado o registro da penhora do imóvel. decorridos os 30 (trinta) dias contados da efetivação da liminar. nas medidas cautelares. ao receber os autos com a decisão declaratória. Provimento nº 14/08CGJ (revoga o art. § 1º – Quanto aos veículos.Consolidação Normativa Judicial 130 Art. antes do leilão será o fato comunicado à repartição de trânsito competente. 546 – Na impossibilidade de se proceder a registro de penhora. • Ofício-Circular nº 52/95-CGJ. o processo será colocado em escaninho próprio que indicará a posição processual respectiva. se possível. item 5. Art. quando decorrente de ato processual. Nas cartas de arrematação. visando evitar Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 35 . verificará se foram juntadas cópias da petição inicial e do respectivo título executivo. 167. Art. autuação e processamento na forma da lei. recebendo a carta precatória. Parágrafo único – Desnecessário o arquivamento de cópia de ofício expedido pelo sistema informatizado THEMIS1G. Recebida a resposta. será novamente remetida ao juízo deprecado para os atos executórios. • Provimento nº 28/01-CGJ . referido nos arts. Art. será juntada aos autos com oportuna conclusão. Art. 559 – Antes da remessa dos autos ao Tribunal de Justiça. Art. deverá o registrador noticiar a existência da penhora através de averbação.

intervenção de terceiros. designar audiência. serão guardadas em pasta própria. anotando-se na ficha de controle ou informando-se ao computador. quando não recebidas imediatamente pelas partes. a pauta deverá ser afixada do lado de fora da sala de audiências. Parágrafo único – Na devolução. Parágrafo 2º . espécie de processo e nome das partes. evitando-se renumeração. obrigatoriamente.Os recibos poderão ser dados em livros próprios. assistência ou litisconsórcio. redigindo. I. os autos somente serão conclusos após decorrido tal prazo. o respectivo termo quando constatadas irregularidades. cadas. observando-se a ordem cronológica de recebimento em juízo. a realização de audiência. Art. 534 – Se o despacho. expedir-se-ão os mandados e ofícios necessários. Art. será normalmente inserida no processo principal. • Provimento nº 07/97-CGJ. como providência acautelatória. o Escrivão assim certificará. efetuando o réu imediatamente o preparo. na presença do interessado. cabe ao Cartório examiná-los atentamente. espaços em branco nem entrelinhas. 539 – Visando à desavolumação de autos. 543 – Devem os Escrivães comunicar ao Juiz. 229. § 2º – Diariamente serão vistoriados os feitos referidos no parágrafo anterior para controle dos prazos. desnecessária a escrituração do termo de juntada das petições em geral desde que informada a juntada no sistema informatizado. a hora. § 1º – Em se tratando de mandado cuja natureza implica fluência de prazo. Parágrafo único – Nas peças desentranhadas. observada a regra do art. apresentados pelos interessados. mensalmente. 533 – Em sendo concedido o benefício da gratuidade à parte não representada pela Defensoria Pública. As audiências em segredo de justiça serão indicadas apenas pelo número do processo. no escaninho próprio. A seguir. emendas ou rasuras.fazendo referência à decisão que o determinou. será colocada uma folha anotando o desentranhamento. antes do exaurimento. sua hora. registrado no livro próprio. Parágrafo 1º – Por ocasião da devolução dos autos. 543 e §§). §4º. Art. Provimento nº 23/07CGJ (art. Art. certidão detalhada a respeito. será expedida correspondência simples diretamente à parte. incumbe ao Cartório providenciar imediatamente na baixa no sistema informatizado ou no livro carga. o processo aguardará. ficará. • Provimento nº 18/06-CGJ. § 2º – Com antecedência mínima de 24 horas. o Cartório certificará. nos atos e termos. • Provimento nº 03/94-CGJ. o processo será colocado em escaninho para fins de “decurso do prazo” ou “decorrendo prazo”. no processo em andamento. Art. na presença do interessado. • Provimento nº 02/80-CGJ. 536 – Diariamente serão baixados no livro próprio os mandados devolvidos e juntados aos autos respectivos. § 3º – No curso de prazo comum às partes. procedendo a novo registro no Livro-Tombo e indicando o novo número na capa do processo principal. o respectivo termo quando constatadas irregularidades.Trabalhando pela sua conquista. todos os interessados tiverem se pronunciado. 542 – Sempre que possível. o dia. 540 – Sempre que juntada aos autos cópia integral do documento emitido pelo Cartório. salvo se aqueles forem inutilizados e estas. redigindo. § 2º – O Cartório providenciará em anotar na Distribuição a reconvenção. deve ser evitado o apensamento de autos julgados. 541 – Nenhum processo ficará paralisado em Cartório por mais de 30 dias. § 1º – Os processos que se encontram com audiência designada serão revisados até 05 (cinco) dias antes da solenidade encaminhados à exame pelo Juiz/Pretor com antecedência de 24 horas. informando a data das solenidades.O cartório ou o Protocolo Judiciário fornecerá aos interessados comprovantes da devolução dos autos. 535 – Cumpridas as diligências ordenadas no despacho. Parágrafo único – Os autos aguardarão o cumprimento e devolução do mandado em escaninho próprio. Art. salvo se. 537 – Admitidas reconvenção. Vencido esse prazo. 538 – As peças desentranhadas. salvo os casos de suspensão ou de maior tempo concedido ou determinado pelo Juiz. o Cartório diligenciará na anotação pela distribuição. será entregue ao Oficial de Justiça ou à Central de Mandados. § 1º – A reconvenção. deverão ser exibidas juntamente com os originais. em atendimento a decisão judicial. no primeiro momento intimar-se-á o Ministério Público. com a cópia da sentença e do acórdão. certificando-se o decurso e fazendo-se os autos conclusos. no ato de entrega. Art. bem como examiná-los atentamente. • Ofício-Circular nº 97/96-CGJ. expedir-se-á mandado que. determinando a citação. em lugar visível e sem prejudicar a leitura do seu conteúdo. em sendo caso de sua intervenção. Parágrafo único – Não se admitem. ou nas cópias de petições entregues juntamente com os autos dos processos que. a não-devolução de autos dentro do prazo e a sua cobrança automática. comunicando-lhe a concessão do benefício. Art. Art. Parágrafo 3º . fazendo constar. mencionando-se a pendência ou não de recurso bem como o valor das custas pagas e o nome de quem as preparou. fazendo-o concluso. vedando-se grampeá-las nas capas dos processos. o número e a natureza do processo de onde foram retiradas. expressamente ressalvadas. Art. Art. o mês e o ano de sua entrega. fica dispensada a certificação do cumprimento respectivo. 532 – Proferido o despacho inicial. Em seu lugar. 34 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . além de determinar a citação. apresentada juntamente com a contestação. Art.

ou se é caso de isenção legal. § 2º. o levará ao Distribuidor para que proceda à respectiva averbação. • Provimento nº 19/05-CGJ. Art.As capas de cartas precatórias serão removidas antes da juntada das respectivas peças aos autos e. II – alterações subjetivas.Trabalhando pela sua conquista. número do registro. Art. 528 – Imediatamente ao ingresso da petição inicial. será registrada e autuada independente de despacho judicial. obedecendo ao padrão universal de dois furos e observando a necessidade de centralização dos mesmos (exigida a partir de 1º de outubro de 2005). .652. será levada à conclusão. com a oportuna compensação. § 1º – A autuação será padronizada. sempre que possível. Art. Art. • Ofício-Circular nº 34/84-CGJ e Provimento nº 45/94-CGJ. • COJE. com oposição de embargos. 443 – Sempre que for denunciada pessoa não indiciada no inquérito policial ou houver aditamento da denúncia para o mesmo efeito. III – alterações objetivas. serão apostas etiquetas de identificação do processo no pedido inicial.não localizado o devedor e houver necessidade de carga para o procurador do credor. se não amparada a parte autora com o benefício da assistência judiciária. numerando-se os mesmos. Desatendida a providência. ajuizadas com base na Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 33 . nome das partes e data. o Escrivão..DOS PROCEDIMENTOS EM GERAL Art. Art. art. 6. § 2 – as petições iniciais e quaisquer documentos protocolizados no decorrer do processo deverão ser previamente perfurados. apensamento ou desapensamento de autos. 527 – Como rotina para fluxo do serviço cartorário. lei nº. Art. deve ser procedida a autuação sem a utilização de capa. 439 – A distribuição de inquéritos policiais. já com as folhas dos autos numeradas e rubricadas.DOS CARTÓRIOS CÍVEIS SEÇÃO I . art. Quando dispensada a capa. § 3º – Não havendo comprovação do preparo. natureza do feito. • CPP. V – penhora no rosto dos autos. Provimento nº 40/07CGJ.DA DISTRIBUIÇÃO CRIMINAL Art. idêntica informação será lançada no feito. 531 – Todas as folhas serão numeradas e rubri- Dos Cartórios Cíveis: arts. SEÇÃO V . reunião de processo. na mesma circunscrição judiciária.830/80. art. Art. etc. do Ministério Público ou de Curador Especial. intervenção de terceiro. caberá por dependência à Vara onde houver tramitado o primeiro feito. 442 – A precedência da distribuição fixará a competência quando. proibição de retirada dos autos. antes de submeter o processo ao Juiz. Art. c . 166 do CPC). 529 – A petição inicial. litisconsórcio. com o devido preparo. Provimento nº 18/08-CGJ. Corregedoria-Geral da Justiça . termos circunstanciados e queixas-crimes. 75. 530 – Na autuação. anotando-se o respectivo número do registro da distribuição em local visível junto ao pedido inicial ou na certidão de dívida ativa. procedendo-se do mesmo modo quanto aos volumes que se forem formando (art. 527 a 617 CAPÍTULO VII . recomendam-se os procedimentos enunciados nos artigos a seguir. serão os autos conclusos.. ficando preventa a jurisdição da Vara a que tocarem. com a utilização da capa PJ – 691. Tratando-se de medidas urgentes. observado o seguinte: a . referentes a indiciado que anteriormente haja sido condenado. observando se houve recolhimento de custas e taxa judiciária. 1. ou . procedimento. reconvenção. Parágrafo único – Faltando algum documento que deva acompanhar a inicial ou cópias desta. tais como interposição de embargos.As capas de processos de execução fiscal findos em razão do pagamento da dívida ativa e com trânsito em julgado serão reutilizadas. IV – data da prescrição no inquérito judicial falimentar.Nas execuções fiscais. tais como substituição de partes. 440 – Os autos de prisão em flagrante ou de indagações preliminares com vista a pedido de prisão preventiva. com imediata conclusão. reaproveitadas na atuação de outros feitos. assistência. VI – parte menor ou incapaz. inclusive com condenação baixada. serão distribuídos como se inquéritos policiais fossem. não havendo tal comprovação em 48 horas. ou na própria certidão da dívida ativa. mencionar: I – juízo. • Circular nº 25/62-CGJ. intimar a parte autora a fornecê-los no prazo de 05 (cinco) dias. desistência ou extinção do processo quanto a alguma das partes.Consolidação Normativa Judicial 128 b . 441 – Somente mediante determinação judicial se procederá ao arquivamento de inquérito policial ou ação penal. o Escrivão fará breve conferência dos documentos que a acompanham e nela referidos. houver mais de um Juiz igualmente competente. 164. • Provimento nº 19/05-CGJ. § 1º. 444 – Na distribuição de precatórias criminais originárias do outros estados e do Poder Judiciário Federal ou Militar o Distribuidor certificará os antecedentes do(s) réu(s). Provimento nº 42/08-CGJ. com conclusão. a qual somente será necessária quando: . Em seguida. • Provimento nº 19/05-CGJ. ou esteja sendo processado ou indiciado em outro inquérito. etc.a partir da fase de venda judicial dos bens penhorados. conversão de ação ou de procedimento. Art. o fato será informado nos autos. • Provimento nº 07/09-CGJ. benefício da assistência judiciária. • COJE.estabelecido o contraditório.

• COJE. o Juiz de Direito Diretor do Foro. lançados e visados os termos de abertura e encerramento. podendo a petição ser entregue diretamente ao Cartório onde tramita o processo. 84. precatórias ou de ordem para citação. 409 – Os pedidos de assistência judiciária formulados antes de proposta a ação independem de distribuição. mandará proceder à respectiva anotação pelo Distribuidor. • Provimento nº 15/79-CGJ. 433 – O Escrivão levará o processo ao Distribuidor para averbação. não identificadas foneticamente. 410 – Na Comarca de Porto Alegre. 438 – Presente a necessidade de se distinguir. surgir litisconsórcio de qualquer natureza não previsto ao tempo da distribuição. o Juiz. será feita “zerandose” os pesos de todas as classes e séries. Art. Art. • Provimentos nºs 03/62-CGJ e 01/73-CGJ. Art. • COJE. de ofício. para a Vara a qual caberia o feito. 437 – Serão considerados como findos. parágrafo único. Art. o processo será distribuído ao juízo onde tramitou. • COJE. haverá dois livros para a finalidade: um destinado aos feitos cíveis e outro. quando no curso do inventário se abrir a sucessão do cônjuge sobrevivente ou de herdeiros. § 1º – Os livros manuais serão encerrados com visto do Juiz de Direito Diretor do Foro. Art. arquivadas há mais de um ano. 57. poderá determinar a continuidade da distribuição manual. notificações e interpelações. • Provimento nº 03/73-CGJ. • COJE. 4º. no casos dos processos mais complexos. o cadastramento do Banco deverá ser como BANRISUL. onde criado “Cartório da Direção do Foro”. § 2º – Havendo requerimento de reativação. então. ter-se-á em conta apenas a classe a que pertencer o feito. I. independentemente de despacho. de abertura e registro de testamentos e processamento das precatórias de citação e intimação cíveis e criminais. protestos. Art. Na distribuição para os avaliadores. 432 – Serão averbados na Distribuição todos os casos de extinção do processo. salvo quanto a valor pendente quando da baixa. direcionado. será a ação distribuída independente de despacho concessivo do benefício. Art. Provimento nº 15/04-CGJ. 430 – Será cancelada a distribuição do feito que. c) demais ações. art. Art. com a respectiva baixa na distribuição. aos criminais. 168. por ocasião de consulta ao banco de dados informatizado. Corregedoria-Geral da Justiça .Trabalhando pela sua conquista. • Ordem de Serviço nº 10/86-DF Capital. • Provimento nº 01/87-DF Capital. Art. art. 434 – A oposição será sempre distribuída por dependência. o processo no sistema informatizado. Art. Art. devam ser autuados em apenso. 408 – Formulado pedido de assistência judiciária na inicial. art. § 1º . desde que atendam aos seguintes requisitos: a) processos de execução por título extrajudicial arquivados há mais de três anos. 414 – A distribuição dos processos novos nas Comarcas servidas pelo sistema JUSMICRO. art. Art. • Provimento nº 01/62-CGJ. • Resolução nº 10/83-CM. 32 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 435 – Os incidentes que. Art. independentemente de compensação e preparo. a averbação na Distribuição se processará nos termos do artigo 432. cabendo ao Juiz Diretor do Foro deles conhecer e decidir. • CPC. serão designados por ordem numérica.Satisfeitos os requisitos deste artigo. na forma da lei processual. 166. à mesma Vara. ou quando. em qualquer fase do processo. art. No sistema informatizado. processadas entre as mesmas partes e que tenham caráter de urgência. 436 – As ações cíveis e de família com pedido de liminar. • Provimento nº 15/04-CGJ. b) ações de despejo e de consignação em pagamento. 413 – Onde o serviço de distribuição não é informatizado. • CPC. competindo ao Juiz do feito decidir. serão distribuídos privativamente a ele os procedimentos de jurisdição voluntária relativos a registros públicos. • Provimento nº 13/79-CGJ. • Ofício-Circular nº 124/97-CGJ.DA DISTRIBUIÇÃO CÍVEL Art.131/86. ainda que não ocorra julgamento de mérito. art. Art. quando a concordata se transformar em falência. § 2º – Excepcionalmente. de justificações. 412 – Em cada Comarca onde se impuser a distribuição. 431 – Havendo reconvenção ou intervenção de terceiros. SEÇÃO IV .Consolidação Normativa Judicial 113 Art. • Lei Estadual nº 8. os processos cíveis arquivados administrativamente. procedendo-se as devidas compensações. a partir da data da informatização. a averbação será processada direta e unicamente pelo Cartório da Vara onde tramitou o processo. arquivadas há mais de 60 (sessenta) dias. ressalvado o caso de competência absoluta de outro juízo e operando-se a devida compensação. art. para efeito de distribuição. não for preparado no Cartório em que deu entrada. as cartas rogatórias. as ações em que são partes o ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL e o BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Parágrafo único – Os Oficiais de Justiça e os Avaliadores. serão distribuídas. notificação e intimação e para inquirição das pessoas às quais a lei confere o privilégio de indicar local e hora para serem ouvidas serão distribuídas ao Juiz Diretor do Foro e respectivo Cartório. em trinta dias. • Provimento nº 42/94-CGJ. 411 – Nas Comarcas dotadas de 06 (seis) ou mais Varas. o livro do registro de distribuição será encadernado quando contiver 200 (duzentas) folhas. letras b e c. não serão distribuídos. 257. provocado ou de ofício. 253.

art. b) expulsão do recinto. art. 110.DAS ROTINAS E PROCEDIMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO E CONTADORIA SEÇÃO I . III – os livros dos Distribuidores obedecerão aos modelos estabelecidos pela Corregedoria-Geral da Justiça. será utilizado na distribuição o serviço de computação. 163 e 164. far-se-á competente registro no termo. operando-se oportunamente a compensação. Art. • COJE. arts. Agentes do Ministério Público. interessados. arts. § 1º – O Distribuidor. arts. ordenará o Juiz a prisão e a autuação do infrator. 165. a distribuição poderá ser feita a qualquer hora. entre Juízes. mediante recibo. 404 – Não será objeto de compensação a redistribuição ocorrida dentro da mesma Vara. Art. 396 – No Foro Centralizado e nos Foros Regionais da Comarca de Porto Alegre. 162. entre avaliadores. ou por falha atribuível aos servidores no cumprimento dos atos indispensáveis ao devido chamamento das partes. Art. 407 – A distribuição só será objeto de baixa ou alteração por determinação judicial. § 1º – Os Juízes poderão aplicar aos infratores as seguintes penas: • COJE. obedecerá a normas e critérios constantes desta Consolidação. § 3º. Art. • COJE.Trabalhando pela sua conquista. inclusive requisitar força armada. • COJE. nos termos da lei processual. Art. Art. Art. Da distribuição: arts. 181 e 182. desacato ou outro fato delituoso. 109. Parágrafo único – A distribuição poderá ser fiscalizada pela parte ou seu procurador. 394 – Considera-se realizada a audiência que contar com a presença física do Juiz/Pretor. I – cada feito será lançado na ordem rigorosa de sua apresentação. Art. serão observadas as seguintes normas: • COJE. no caso de dúvida. 181 e 182. alternada e rigorosamente igual. necessário à administração da Justiça. a fim de ser processado. arts. 397 – Todos os processos estão sujeitos à dis- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 31 . 393 – O Juiz pode ordenar a efetiva prova de habilitação profissional de advogados e estagiários atuantes na audiência. • COJE. • COJE. Art.Consolidação Normativa Judicial 109 Art. 39 do COJE. 255 e 256. art. • COJE. § 2º – A distribuição por dependência deverá ser registrada na etiqueta fornecida pelo computador ou registrada na capa do processo. • Circular nº 49/74-CGJ. 395 a 414. ressalvadas as hipóteses do art. 161 e Provimento nº 01/62-CGJ. 399 – Para efeito de distribuição. 162. os processos serão divididos em classes. manter-se-á o sistema atual de distribuição. § 1º – Registrar-se-á como não-realizada. 406 – Registrada a distribuição. com relação à natureza. 163. 401 – O despacho ordinatório da distribuição poderá ser proferido por qualquer Juiz competente para conhecer da causa. art. 163 e 164. arts. § 2º – Nas duas primeiras hipóteses do parágrafo anterior. a distribuição será efetuada somente em relação a este. no segundo caso. Parágrafo único – Nas Comarcas onde há um só Juiz e um só Escrivão. 403 – O Juiz. § 2º – Se a infração for agravada por desobediência. 163 e 164. • CPC. 162. independentemente de expedição de guias. • COJE. para fins de distribuição. serão organizados índices alfabéticos. submeterá o pedido à apreciação judicial. tribuição para a igualdade do serviço forense entre os Juízes e entre os servidores. e em séries. 181 e 182. 430 a 444 CAPÍTULO VI . no exercício dessa atribuição. testemunhas ou advogados. • COJE. II – além do registro dos feitos no livro respectivo. 400 – A distribuição será obrigatória. arts. • CPC. por motivo de força maior. Oficiais de Justiça e. Parágrafo único – Enquanto não uniformizados os critérios entre Comarcas informatizadas e não. Art. a circunstância deverá ser certificada nos autos. de ofício ou a requerimento do interessado. 402 – A distribuição por dependência. fichário e facultado o uso de fichário ou computador. Art. Art. art. quando a frustração da solenidade for motivada por impedimento pessoal do Juiz/Pretor.DA DISTRIBUIÇÃO EM GERAL Art. 395 – Na distribuição. arts. Art. corrigirá o erro ou a falta de distribuição. os papéis serão entregues ao Escrivão contemplado com o feito. art. a) advertência e chamamento nominal à ordem. conforme o valor. Art. • Provimento nº 41/88 e Ofício-Circular nº 73/92CGJ. presidindo o ato de abertura. 255 e 256. • Ofício-Circular nº 82/97-CGJ. 184. bem como para o registro cronológico e sistemático de todos os feitos ingressados no Foro. • COJE. não podendo ser revelado a quem caberá a distribuição. tomar todas as medidas necessárias à manutenção da ordem e segurança. 392 – Compete aos Juízes a polícia das audiências ou sessões e. servidores de ofícios da mesma natureza. 398 – A classificação dos feitos cíveis e criminais. havendo mais de um Oficial de Justiça. compensando-a. • COJE. quando for o caso. determinará a compensação dentro da classe atribuída ao feito. bem como nas Comarcas do interior de maior movimento forense. 405 – Em casos de urgência. arts. Corregedoria-Geral da Justiça .

arts. rogatórias. poderão ser registrados em aparelhos de gravação. pelo(s) depoente(s) e pelos procuradores das partes. para evitar contato das partes com as testemunhas que aguardam inquirição. 417. • Circular nº 10/83-CGJ. quanto à gravação. advogados e demais pessoas cujo comparecimento seja obrigatório.Fica autorizado o registro fonográfico. tomarão assento o Escrivão.O registro fonográfico de audiências poderá ser empregado para o cumprimento de cartas precatórias.Até 24 horas após o término da audiência. que obedecerão às regras de simplicidade que lhes são peculiares. 180. de ordem ou solicitação de cooperação judiciária internacional. a presença de escolta na sala e o uso de algemas dependerão de decisão do Juiz. 385-A . arts. licença ou por qualquer outro motivo venha estar afastado da jurisdição. haverá lugares especiais destinados a servidores. Art. o agente do Ministério Público sentará à direita do Juiz. arts. que será assinado pelo Juiz. evitando qualquer procedimento que possa perturbar a serenidade e faltar ao respeito 30 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Art. manter-se-ão de pé enquanto falarem ou procederem a alguma leitura. salvo quanto aos Juizados Especiais. o qual terá lugar destacado dos demais. • Lei Estadual nº 7. § 4º . COJE.Antes de iniciados os trabalhos. as partes. que o método de coleta de provas será por registro fonográfico. 387 – As correições e inspeções não interrompem as audiências. devendo levantar-se sempre que o Juiz o fizer em ato de ofício. o patrono do réu e este. importando falta grave o registro falso. • COJE.Trabalhando pela sua conquista. § 2º – O Juiz/Pretor deverá adotar providências no sentido de não designar audiências em períodos nos quais esteja em gozo de férias.Haverá degravação dos depoimentos por determinação do juízo recursal. observando-se as orientações do Ofício-Circular n° 70/2008CGJ. Art. o disco com o registro original dos depoimentos será juntado aos autos. 390 – Salvo o caso de inquirição de testemunhas ou permissão do Juiz. § 1º . o mesmo fazendo o advogado do autor e este. § 2º . manterá prévio ajuste com o Juiz Substituto de Tabela para adequação da pauta. 388 – O início e o fim das audiências bem como o pregão das partes serão anunciados em voz alta pelo Oficial de Justiça ou por quem o Juiz determinar. arts. quando o juiz da causa o determinar de ofício ou a requerimento da parte (CPC art. mantendo-se todos sempre descobertos e em silêncio. 175 a 178. § 2º – Os presos deverão ser requisitados para as audiências com antecedência mínima de 15 (quinze) dias. na pasta de trabalho do processo. 405 do CPP. 385-C . art. § 3º . • COJE. Art. ficando a testemunha à frente do Juiz. § 3º – Caso não seja possível esta providência. 385 – Os atos ocorridos nas audiências. • Provimento nº 37/08-CGJ (insere os arts. anexando-se aos autos o original. mediante taquigrafia ou estenotipia. Parágrafo único – Nos processos em que as audiências forem registradas pelo método da estenotipia. Art. 174.O registro do termo de audiência cível será feito diretamente no sistema informatizado THEMIS1G. praticar os atos ou termos em livro especial formalizado. ou quaisquer outras pessoas. Parágrafo único – Durante as audiências. Art. mantida em cartório. Art. Subsistindo a impossibilidade. • Provimento nº 05/98-CGJ. precedendo autorização da Corregedoria-Geral da Justiça. 385-A ao 385-D). • COJE. deverá ser dada ciência às partes. sendo facultada a realização de cópia aos interessados no processo desde que disponibilizem material para tanto. Art. art. 175 a 178. para posterior transcrição. • Ofício-Circular nº 10/88-CGJ. 385 –B . • COJE. sem necessidade de transcrição. devendo os Escrivães. inclusive as sentenças prolatadas. 391 – Durante as audiências ou sessões. será encaminhada às partes. para coleta de prova oral em audiência de instrução realizada em processo cível. e fará constar no termo de audiência. 385-D – Cópia do registro original do depoimento colhido em audiência criminal nos termos da atual redação do art. Parágrafo único – Os Oficiais de Justiça manterão vigilância durante as audiências. Art.Ao término da audiência. § 1º). testemunhas e demais interessados sobre a dispensa de seu comparecimento ao ato. parágrafo único. excetuados o agente do Ministério Público e os advogados. se necessário. reflexo negativo à imagem do Poder. deverá ser certificado nos autos a data do decurso do prazo para impugnação da transcrição. § 1º – Durante audiência com participação de preso como parte ou testemunha. recomendandose a degravação nesses casos.244. Art. 389 – Nas salas de audiências. • Ofício-Circular nº 03/93-CGJ. 2º e 37. por meio de gravação em Disco Compacto (CD) não regravável. Art. consignando as presenças pela função e nominalmente. o juiz noticiará às partes. partes. bem como para que as já inquiridas da mesma forma não procedam. para lançamento posterior nos livros competentes. 386 – A ata deve ser o registro fiel do ocorrido em audiência. à esquerda. salvo casos de urgência que não permitam a providência. sem necessidade de degravação. quando registrado por meio audiovisual. os servidores. 175 a 178. os espectadores poderão permanecer sentados. será efetuada uma cópia de segurança dos depoimentos em “CD”. em envelope contendo a identificação do processo.

III e V serão apreciadas pelo Serviço de Plantão quando certificado o impedimento eventual do titular da vara e seu primeiro substituto. IV. Art. 378C e 378D). 6º. a critério do juiz. nos prédios dos Foros ou em locais onde se realizem sessões ou audiências. nem liberação de bens apreendidos.art. art. Art. 3º. 378D – Ressalvada a hipótese prevista no § 2º do art. § 1º – O rigoroso cumprimento dos horários designados e o devido espaçamento entre as audiências revelam respeito às partes. IV.Caberá à Corregedoria-Geral da Justiça: A) organizar a escala com Juízes de Direito Substitutos de entrância final. Art. § 7º . 378A – O plantão judiciário não se destina à reiteração de pedido já apreciado no órgão judicial de origem ou em plantão anterior. para o efeito do art. Art. férias ou licença pelos que lhe seguirem na escala. Art. 378-B.Durante o expediente forense. 2º. art. III. 383 – As audiências realizar-se-ão em todos os dias úteis.Trabalhando pela sua conquista. 378A . 380 a 394 CAPÍTULO V – DAS AUDIÊNCIAS Art. 172 a 174. será entregue diretamente ao portador do requerimento. em local chaveado. § 2º. 378 desta CNJ e dos pedidos e comunicações que sejam distribuídos no início do primeiro dia útil imediato ao encerramento do plantão. 172 a 174. 378 e §§). com o indicativo “sigiloso – Lei nº 9. § 4º . nem à sua reconsideração ou reexame. supra.art. • COJE. • Resolução 698/2008-COMAG. • Resolução 698/2008-COMAG. 377. Provimento nº 35/09CGJ.Relativamente às hipóteses previstas no inciso V deste artigo. 382 – As audiências e sessões realizar-se-ão nos edifícios ou locais para este fim destinados. • COJE. B) dispor sobre a distribuição dos turnos e processos das varas e comarcas em regime de exceção. ofícios. sem outra interrupção que não a resultante das férias forenses. 384 – Deverá o Juiz/Pretor evitar designação de audiências em horários coincidentes. arquivando cópia das decisões. art.É obrigatória a permanência do Juiz plantonista no foro. § 10º . • Resolução 698/2008-COMAG – art. Art. § 1º. evitando injustificada espera e Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 29 . após exame. evitando a tramitação cartorária. mantida lacrada a documentação e entregue pessoalmente pelo distribuidor ao magistrado da vara. alvarás. 5º. 7º. Parágrafo único – Somente poderão ingressar com armas nos prédios dos Foros servidores da Justiça a tanto autorizados pelo Juiz e policiais civis e militares e agentes penitenciários que se encontrem à sua disposição. § 8º . A distribuição será procedida por sorteio aos Juízes de Direito das Varas Criminais e Foros Regionais. 181. art. juntamente com outras peças ou documentos que porventura tenham instruído o pedido – se não for o caso de sua devolução. • COJE. Art. Corregedoria-Geral da Justiça . arts. • Resolução 698/2008-COMAG. 171. ressalvada decisão judicial fundamentada por medidas previstas nos arts. deverão os requerimentos ser apresentados à distribuição pela autoridade policial ou pelo agente do Ministério Público em envelope lacrado. testemunhas e advogados. mandados. Art. art. • Resolução 698/2008-COMAG. sempre que o exigir o serviço. 379 – Não serão admitidas. 378B – As medidas de comprovada urgência que tenham por objeto o depósito de importância em dinheiro ou valores só poderão ser ordenadas por escrito pela autoridade judiciária competente. 4º. 380 – As audiências e sessões serão públicas. • Resolução 698/2008-COMAG. ou como dispuser a decisão judicial proferida. • COJE. § 6º . art. deverá. art. e 378. • COJE. “D”. arts. pessoas trajadas de modo inconveniente. ou à apreciação de pedido de prorrogação de autorização judicial para escuta telefônica. 3º. devidamente circunstanciada. • Provimento nº 41/88-CGJ. art.A Direção do Foro da capital proverá a respeito do serviço cartorial voltado ao atendimento da matéria decorrente da implantação do sistema e sobre o acesso desse serviço ao banco de dados dos computadores. propondo a designação ao Presidente do Tribunal de Justiça. 378C – Durante o plantão judiciário não serão apreciados pedidos de levantamento de importância em dinheiro ou valores. 2º. • Resolução 698/2008-COMAG. § 9º – O Juiz plantonista será substituído em caso de impedimento. salvo deliberação em contrário do Juiz competente. § 5º A decisão do Juiz. • Provimento nº 25/09-CGJ (acrescenta os arts. ser mantida junto ao gabinete do magistrado. Provimento nº 35/09-CGJ. 4º (altera a redação do art.034/95”. V. Das audiências: arts. o Serviço de Plantão manterá registro próprio de todas as ocorrências e diligências havidas com relação aos fatos apreciados. 5º. arts. interessados. de inquérito já aberto ou processo em andamento. inc. além dos casos previstos em lei. determinações e providências adotadas. 381 – Nenhum adolescente ou criança de 18 (dezoito) anos poderá assistir audiências ou sessões sem permissão do Juiz que a presidir. as matérias relacionadas nos incisos I.Consolidação Normativa Judicial 106 Art. inc. por motivo justificado. 2º. II. cabendo a comprovação de sua realização material no primeiro dia útil seguinte. art. desta CNJ. à autoridade requerente –. • Resolução 698/2008-COMAG. quando sua designação for exclusiva. 172 a 174. permanecendo a chave sob custódia permanente do Juiz. caput. salvo nos casos previstos em lei ou quando o interesse da Justiça determinar o contrário. Cópia da decisão.

liminares em mandado de segurança e ações possessórias. desde que se revistam de caráter de urgência ante prejuízo irreparável. caput. 2º da Lei nº 9. Provimento nº 35/09CGJ. inclusive em regime de substituição. parágrafo único). II – decisão dos pedidos de habeas corpus de que tomar conhecimento. IV. para atualização na página do Tribunal de Justiça. liminares em mandado de segurança e providências em geral. § 1º . 1º. através da senha obtida junto ao Departamento de Informática. outros casos que. art. inc. liberados em livramento condicional. sem manifesto prejuízo à parte interessada (Resolução 601/2007-COMAG). 4º.A partir da vigência da Resolução 698/2008 (21/08/2008). 2º. • Resolução Nº 747/2009-COMAG. 378 . Art. que for localizado pelo interessado. O termo de compromisso deverá ser encaminhado à Vara de Execução Criminal da Comarca. 3º. receber as apresentações. art. serão distribuídos. X – O servidor e o magistrado plantonista deverá acessar diariamente a caixa de correio setorial do Serviço de Plantão. no primeiro dia útil. não possa aguardar a retomada do expediente. fora do expediente forense. inc. VI – Os Juízes Diretores do Foro designarão. o qual poderá. ção não farão parte do plantão quando já estiverem escalados em suas Comarcas de origem e nas Comarcas substituídas houver Juiz desimpedido (Resolução 54/1992-COMAG – art.Consolidação Normativa Judicial 105 V – Os pedidos a que se referem os incisos IV e V do art. pedido de prisão temporária e prorrogação de prisão temporária. Será enviada à Corregedoria-Geral da Justiça somente a informação de alteração do número do telefone de atendimento do plantão da Comarca. • Resolução Nº 747/2009-COMAG. por sorteio. provisórias e preventivas. quando o fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação reclame medida urgente. colher o compromisso e o endereço atualizado do apenado que residam no interior do Estado. 1º. bem como dos pedidos referidos no inc. exarada certidão a respeito pelo servidor de plantão. mediante critérios de revezamento. § 3º – A jurisdição do Serviço de Plantão compreenderá: I – autorização para ingresso em propriedades públicas ou particulares para fins de busca. será compensada pela posterior dispensa de meio expediente. despachos ordenatórios de citação no cível para impedir prescrição. 1º.§ 1º do art. respeitando-se a impessoalidade dos atos. c) matérias relacionadas com prisões em flagrante. devendo constar no site do Tribunal de Justiça o endereço para o acesso e o telefone para contato. alternativamente. I. será competente o primeiro magistrado com atuação na Comarca. liberados em livramento condicional. os servidores que atuarão no plantão. • Resolução 698/2008-COMAG.217/01. tutelas antecipadas. não possam aguardar a retomada do expediente. bem como autorização de escuta telefônica. com a redação dada pela Lei nº 10. I ) quanto os pedidos do inc. I. VIII – Cada semana de atuação do servidor no plantão. IX . II. defluentes da jurisdição de família e da infância e juventude.art. aplicação provisória de medidas de segurança. aos juízos criminais. a ser usufruída a critério da Direção do Foro (Resolução 747/2009-COMAG). fora do expediente forense. § 2º . inc. art. 2º. medidas cautelares.Consolidação Normativa Judicial 104 V – Não tendo sido localizado o Juiz plantonista.Tanto as medidas de urgência (inc. em caso de demora. e) outros casos que. • Resolução Nº 747/2009-COMAG.Incumbe ao servidor plantonista auxiliar o magistrado de plantão. IV – Julgamento de processos que lhe forem cometidos em varas e comarcas postas em regime de exceção.matéria relacionada com: prisões em flagrante e preventiva. segundo o seu prudente arbítrio. sempre que for possível. sem manifesto prejuízo à parte interessada. IV – O Juiz plantonista atenderá fora do expediente forense e aos fins de semana: a) pedidos de autorização para ingresso em casas com fins de busca. durante o horário de expediente. Corregedoria-Geral da Justiça . compete aos Juízes de Direito das Varas Criminais do Foro Central e dos Foros Regionais. segundo prudente arbítrio. salvo existência de inquérito distribuído ou processo em andamento.Será divulgado no site no Tribunal de Justiça e afixado no átrio do fórum apenas o número do telefone celular disponibilizado pelo Poder Judiciário para o contato com o servidor plantonista. bem como receber as apresentações e colher o compromisso e o endereço atualizado dos apenados que residam em outras comarcas. d) medidas cautelares preparatórias.O Serviço de Plantão da Comarca de Porto Alegre terá funcionamento autônomo em relação às unidades jurisdicionais e ficará situado junto ao Foro Central. salvo quando da existência 28 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . revista e reconhecimento pela autoridade policial. • Resolução 747/2009-COMAG. para juntada ao PEC ou para remessa à VEC competente (Resolução 747/2009-COMAG). quebra de sigilo telefônico. • Resolução 698/2008-COMAG. b) hábeas-córpus.034/95. por escala. revista e reconhecimento. e sejam apresentadas fora do expediente forense. art. inc.§ 2º do art. VII . V. quando esta ocorrer (Resolução 756/2009-COMAG). 2º. • Provimento nº 11/07-CGJ. conhecer das medidas de urgência de que trata o § 3º. providências em geral a respeito de menores. V serão distribuídos às Varas Criminais. III .Trabalhando pela sua conquista. • Resolução 698/2008-COMAG. dirigir-se ao Plantão da Comarca mais próxima (Resolução 54/1992-COMAG). Corregedoria-Geral da Justiça .

com Vara Única. • COJE. • Ofício-Circular nº 04/94-CGJ. arts. Art. 172. remetendo cópia à Corregedoria. § 2º – Os pontos facultativos decretados pela União. art. caput. e Ofício-Circular nº 07/84CGJ. Art. justificando a necessidade perante a Corregedoria-Geral da Justiça e assegurando restituição dos prazos aos interessados atingidos. II – serviços notariais e de registros: – manhã: das 08h30min às 11h30min. 375 – No decurso do expediente do Foro.Consolidação Normativa Judicial 103 • Consolidação Normativa Notarial e Registral. ficando a outra metade para o titular. § 1º – Os Juízes Diretores dos Foros do interior comunicarão à Corregedoria-Geral da Justiça os feriados religiosos declarados por lei do Município da sede da Comarca. preservados os limites fixados em lei e provimento administrativo. custas. em todas as Comarcas do Estado. afastar-se dos respectivos Cartórios ou Ofícios. quando a necessidade do serviço assim o exigir. e os declarados em Ato do Tribunal de Justiça. art. domingos e feriados. em ambos os casos. pelo menos durante um dos turnos. ainda que não no prédio do Foro. 371 – O expediente forense. com antecedência de 30 (trinta) dias. o Juiz Diretor do Foro elaborará escala trimestral. o Juiz poderá determinar o fechamento extraordinário do Foro. Corregedoria-Geral da Justiça . – tarde: das 13h30min às 18h. Distribuição e Contadoria um quadro contendo os nomes. dependentes de autorização judicial. § 1º. que se destina a prestar jurisdição de caráter urgente. 159. • CPC. a hora de seu expediente. Art. 21 de abril. Parágrafo único – Caso o substituto seja funcionário estatizado. 07 de setembro. bem como o regime de plantão do Registro Civil das Pessoas Naturais. • COJE. 159. entre 10 e 17 horas. art. que devem permanecer abertos durante os horários que lhes são prescritos. diferentemente do previsto no caput. independentemente da natureza de sua jurisdição. § 2º – Excepcionalmente. ao Corregedor-Geral da Justiça. § 2º. 158.DO EXPEDIENTE Art. 158. • COJE. art. § 1º. sujeitando-se os infratores a responsabilidade disciplinar. 797 e COJE. Parágrafo único – Ao assumir o exercício de suas funções em Comarca ou Vara. Art. e os forenses declarados na Lei nº 1. art. o titular ficará com metade das custas. no prazo máximo de 15 dias. 372 – Não haverá expediente forense aos sábados. o Juiz anunciará. • COJE. por edital. será exercido pelo Juiz que a estiver jurisdicionando e começará às 18h da sexta-feira. não podem os servidores da Justiça. 159. Art. § 3º – A partir do fornecimento pela Diretoria de Recursos Humanos. 1º): I – Em Comarcas com duas Varas ou mais. art. 159. o horário de funcionamento. 12 de outubro.158. art. por motivo de ordem pública. II – Todos os Juízes com atuação na Comarca. art. em número não superior a quatro. 376 – Em se tratando de casos de urgência. 2º). • COJE. 373 – São considerados feriados para os serviços judiciários de 1º grau os civis declarados em lei federal (1º de janeiro. sempre que entender alterá-la. 12. • CPC. através de portaria. § 1º – O Juiz pode determinar a prorrogação do expediente de qualquer Cartório ou Ofício. III – Os Juízes em regime de exceção ou substitui- Do expediente: arts. § 5º – Para os Serviços Notariais e de Registros. funções e horários dos servidores e estagiários ali lotados. sexta-feira da paixão e 08 de dezembro). 160 e Lei Estadual nº 8. e Ofício-Circular nº 25/88-P.408 (terça-feira de carnaval. sendo a outra metade recolhida ao Estado. exceto para a prática de atos indispensáveis à ressalva de direitos. § 4º – Será afixado em cada Cartório. § 4º. salvo para cumprir diligências. 377 – O Serviço de Plantão em Comarcas do Interior. Resolução nº 11/87-CM e Ofício-Circular nº 07/84-CGJ. Provimento nº 08/05-CGJ. que obedecerão também a horário noturno. e 160. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 27 . salvo quanto aos Juizados Especiais. cível ou criminal (Resolução 54/1992-COMAG – art. será obrigatório o uso de crachá pelos servidores e estagiários. comunicando. estendendo-se até às 18h da sexta-feira seguinte (Resolução 54/1992-COMAG – art. § 2º. 183 e 184. caput. art. deverão ser incluídos na escala referida no item anterior. o Juiz de Direito Diretor do Foro poderá regulamentar. procedendo da mesma forma. Art. art. 3º). Juízes e servidores são obrigados a atender as partes a qualquer hora. ficando à opção do titular a adoção de horário ininterrupto.124/66. em cinco dias (Resolução 54/1992-COMAG – art. Estado ou Município não prejudicarão quaisquer atos da vida forense. é o seguinte: • COJE. O substituto receberá a gratificação paga pelo Estado. I – foro judicial: – manhã: das 08h30min às 11h30min. 1º de maio. exceto os Pretores. • COJE. 15 de novembro e 25 de dezembro). com prévia e ampla divulgação. – tarde: das 13h30min às 18h30min. 20 do Provimento nº 08/95-CG. art. § 2º. CPP. atendidas as peculiaridades da Comarca e respeitado o horário mínimo entre todos os serviços. • COJE. os religiosos declarados em lei municipal. 374 – Os Juízes são obrigados a cumprir expediente diário no Foro. parágrafo único. § 4º.Trabalhando pela sua conquista. 371 a 379 CAPÍTULO IV . e comunicando qualquer alteração posterior. arts. ouvido(s) o(s) outro(s) colega(s). do art. 159. A determinação de horário exclusivo para serviços internos dependerá de autorização do Conselho da Magistratura. designando horário para atendimento das partes.

o Escrivão. Art. data. atendendo ao pedido verbal da parte interessada. dades do ofício judicial ou da própria metodologia II . informatizado. extraias seguintes hipóteses: rá mandado para que a diligência seja efetuada por • Provimento nº 07/08-CGJ (renumera este parágraOficial de Justiça. imissão de posse. pressar diversa orientação através de provimento como é o caso de remessa aos Tribunais. Nos demais casos o recebimento relação à escrituração dos termos de juntada. 232 – Nas férias do Escrivão titular de Cartório Também deve ser mantida a escrituração do termo Privatizado. as cartas rogatórias. reintegração de posse. DOU FÉ. CGJ (renumera este parágrafo). usando a faculdade que me confere a lei e por haver sido pedido pela parte interessada. Art. haja vista que da juntada de ças e demais decisões lançadas pelos respectivos tais mandados/precatórias devidamente cumpridos. este receberá a metade das 26 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .Também não será cobrada do procurador a certidão de carga de autos quando estes foram entregues indevidamente a outra parte (v. nas do interior do Estacumprimento ou tomada de providência por parte do. Art. seaudiências e para datilografar ou digitar as sentenqüestro. CARTA AR DE CITApessoas a quem a lei confere o privilégio de indicar ÇÃO. Cota: Nihil – Provimento 07/08 – CGJ. autorizado pelo Juiz. arresto... o magistrado exde autos para fora do Foro da Comarca de origem. que o Dr(a) ________________________ procurador (a) da parte ________ compareceu em cartório. revendo em meu Cartório e as informações que constam no sistema informatizado Themis1G. tais como: de ção. procurador(a) da parte ___________________ desde a data de __________________.g. Provimento nº 07/08• Provimento nº 18/06-CGJ. fo). CERTIFICO.A incumbência determinada no inciso II. AUTO DE PENHORA. Escrivão(ã)/ Oficial Ajudante Cota: Nihil – Provimento 000/08 – CGJ. bem como a RIAS DE CITAÇÃO e CARTAS PRECATÓRIAS DE expedição de alvará de folha-corrida. verifiquei que o processo acima mencionado foi entregue indevidamente em carga para o(a) Dr(a) __________________________. caso o substituto seja também regido de juntada de mandados e ou cartas precatórias pelo mesmo sistema. § 3º .a REMESSA apenas para os casos de remessa de trabalho adotada no Juizado. develiminar seguida de citação. na fluência do prazo da parte contrária). as precatórias para citavinculada a contagem de prazo. notificação. condos autos em cartório deve ser indicado pelo lanclusão. que. serão atendiATOS EXECUTIVOS (PENHORA) e MANDADOS dos na Comarca de Porto Alegre pelo Escrivão da DE INTIMAÇÃO ESPECÍFICOS e com prazo para Vara da Direção do Foro e.Excetuam-se da regra do parágrafo anterior do Cartório. v. e. • Provimento nº 12/98-CGJ. 231 – O expediente administrativo do Diretor do I – a JUNTADA para aqueles atos que tenham a ele Foro. para fins de direito. 230 – Quando não puder realizar intimação fora § 6º . do(a) intimando(a) ser contado da data da juntada. em tença de revelia.g. Provimento nº 07/08III – o RECEBIMENTO nas petições e ofícios entreCGJ (renumera este parágrafo). etc. solicitou vista/carga do processo acima mencionado não lhe sendo franqueado o acesso aos autos em face da sua não-localização na serventia. consideradas eventuais peculiarié que fluirão os prazos contestacionais. • Provimento nº 18/06-CGJ. disponibilizada no sistema no sistema informatizado THEMIS1G. COMARCA VARA ENDEREÇO _____________________________________________________________________ Processo nº: Natureza: Valor da Ação: Autor: Réu: C E R T I D Ã O: (PROCESSO EM CARGA) CERTIFICO. Juízes. na fluência de prazo comum. de busca e apreenrão dispor de Escrevente qualificado para atuar nas são. etc. • Provimento nº 07/08-CGJ. Comarca.Trabalhando pela sua conquista. expedidos nos feitos em que houve a concessão de § 4º . gues em juízo e nos feitos sentenciados com sen§ 5º . exceto se. pelo Escrivão designado. remessa e recebimento deverá ser substituçamento da movimentação “AUTOS RETORNAída pela movimentação correspondente disponível DOS A CARTÓRIO”.Os titulares de serventias privatizadas. ao DMJ e administrativo. nesta data. intimação e para inquirição das MANDADO DE CITAÇÃO. CARTAS PRECATÓlocal e hora para serem inquiridas.

art. para inscrição de cada mês. ao fim Registro Civil da sede da Comarca. evitando a saída se referir dos autos do Cartório. cujas informações apenas serão dadas às partes e aos rios. as funções e os a) de interdição. nas petições. zando e conservando atualizados índices e fichá. XIV – extrair. deverá entregar-lhe certidão comprovando o possam ser lançados pelo cartório.§ 1º – Do indeferimento das certidões referidas nas cia dos horários com relação aos demais servidores alíneas do inc. e) especial. a certidão referente à fase dos pelas leis processuais. • Provimento nº 18/09-CGJ (cria o inciso XXVII). independentemente do pa• Provimento nº 18/06-CGJ. lotados no Cartório. dos. conferir e consertar trasla. o Escrivão. de caráter reservado.Resolução nº 51/92-CM. • Provimento nº 27/06-CGJ. autenticar. antes da pronúncia ou sentença definitiva. 155). Promotor ou seus procuradores. sobre o estado e andamento dos feitos. ao sistema.no ato. os mandados de inscrição de divórcio ou separação judicial. telefone. c) formado em segredo de justiça (CPC.Por solicitação do exeqüente. horários de trabalho dos servidores e estagiários b) de arresto ou seqüestro. independentemente de des. XVIII – realizar todos os atos que lhes forem atribuí. conforme modelo. salvo se XXIII – prestar as informações sobre o estágio proordenada pelo Juiz sua entrega ao interessado. XX – promover e fiscalizar a alimentação de dados • Provimento nº 18/09-CGJ (altera o § 1º). XVII – certificar. fato. xiii caberá recurso ao corregedor geral. do que constar nos autos. antes de publicada a sentença. protocolando-a sitário ou distribuidor.Trabalhando pela sua conquista. na forma da caso em que esta deverá ser comunicada ao depo.salvo quanto aos referidos no inciso XIII. bem como no banco de dados do sis. batório dos servidores do seu Cartório. inclusive por • Provimento nº 07/08-CGJ. a pedido da parte ou procurador. demonstrativo do movimento forense no Livro “E”.§ 2º .tos à penhora ou arresto. para fins de averbação no registro de imóveis. d) penal. X – entregar.da mediante petição deferida pelo juiz competente.mais de um servidor a seu critério. XXIV – receber a petição de recurso. regedoria-Geral da Justiça. a processo: • Provimento nº 07/08-CGJ. livros e papéis de via da petição recursal ao recorrente. do Cartório. assim como remeter os autos ao Distri. a Juiz.Quando solicitada vista/carga de autos que buidor. salvo quando a certidão ição da demanda. • Provimento nº 05/04-CGJ. ou entregar a 2ª pacho. encaminhados em razão de audiência.nando o valor nominal da causa e a data da distributema informatizado oficial. por este Código e em de cumprimento de sentença somente será forneciresoluções do Conselho da Magistratura e da Cor. XIII – fornecer certidão. • Provimento nº 08/05-CGJ. para in. mediante carga. XXII – REVOGADO – encaminhar ao Serviço de advogado autos conclusos ou com vista. independentemente de despacho. XVI – manter e escriturar o livro protocolo-geral e os título extrajudicial ou de fase de cumprimento de sentença. com descrição das partes e valor da caudemais livros de uso obrigatório. COMARCA VARA ENDEREÇO _____________________________________________________________________ Processo nº: Natureza: Valor da Ação: Autor: Réu: C E R T I D Â O: (NÃO-LOCALIZAÇÃO DE AUTOS EM CARTÓRIO) Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 25 . XI – remeter à Corregedoria-Geral da Justiça. antes de realizado. fornecer certidão comprobatória da tramitação de execução de documentos de processos. XXV – fiscalizar a utilização dos crachás e elaborar e afixar quadro contendo os nomes. o dia e a hora de sua sa. XV – autenticar reproduções de quaisquer peças ou XXVII . através da senha obtida junto ao Departamento Adolescente. do seu Cartório. XIX – fiscalizar e zelar pela freqüência e observân. acompanhada de preparo. de Informática que deverá ser compartilhada por f) administrativo. XII – devolver à distribuição ou depósito os objetos • Provimento nº 16/08-CGJ. XXI – prestar informações verbais. regulado pelo Estatuto da Criança e do XXVI – Acessar diariamente a caixa de correio setorial.estejam em cartório e não sendo estes localizados clusão dos dados qualificativos das partes que não de pronto. gamento de custas. registro de veículos ou registro de outros bens sujeiapresentação em Cartório. nela consigseu Cartório. objetivando instrumentalizar o Contador para a feitura do cálculo.

Provimento nº 01/09-CGJ (altera o art. os autos. 223-A). Ofício-Circular nº 42/97-CGJ. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. 223-A . as funções do titular do cartório em suas faltas e impedimentos ou. Art. • Resolução nº 658/2008 –COMAG. 221) Art. o substituto perceberá mais de duas gratificações de substituição (Lei nº 10579/95). 738 e 739 do Estatuto dos Servidores da Justiça – Lei nº 5256/66. Art. • Provimento nº 09/07-CGJ. privativos ou não. 223-C). sem ônus ao Estado. livros e papéis de seu Cartório. conforme previsto no art. mesmo estando o Escrivão na chefia do cartório. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. diretamente pela parte ou seu procurador. sob a supervisão e direção do Juiz. mas o seu titular acumula as atribuições próprias com as do Escrivão. • Resolução nº 603/2007-COMAG. nas comarcas consideradas como de reduzido movimento. apenas o titular da função ou do cargo comissionado receberá a gratificação respectiva. desde que justificadas na portaria pela Direção do Foro.DAS FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES CAPÍTULO I . Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. mediante proposta do Juiz Diretor do Foro e aprovação da CorregedoriaGeral da Justiça. Provimento nº 33/07CGJ. II – escrever. • Resolução nº 658/08-COMAG § 3º . Oficial Ajudante. diariamente. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. livros e papéis findos. Provimento nº 01/09-CGJ (altera o art. anexo à Lei Estadual nº 7. IV – Elaborar e encerrar diariamente a nota de expediente no sistema informatizado themis1g. • Resolução nº 603/07-COMAG. elencadas em provimento. Parágrafo único .Quando vagos. Parágrafo único . • Resolução nº 603/2007-COMAG. § 2º . o cargo de DistribuidorContador que não estiver provido. • Resolução nº 603/07-COMAG. quando ocorrer afastamento ou impedimento em razão do gozo de licença lactante ou em função de filho portador de necessidades especiais.DOS ESCRIVÃES Art. Art. se o cargo estiver vago ou o titular licenciado ou impedido por prazo igual ou superior a 10 dias. VI – preparar. 106 a 108.305/79. salvo decisão fundamentada do Diretor do Foro.Incumbe aos Oficiais Ajudantes exercer.Em nenhum caso. III – atender às audiências marcadas pelo Juiz e acompanhá-lo nas diligências. 223-E). no caso de vaga. 223-E . DistribuidorContador e Oficial de Justiça. • Ofício-Circular nº 79/95-CGJ.Os ocupantes de funções gratificadas ou cargos em comissão no Primeiro Grau não terão substitutos nos seus afastamentos. depois de vistos em correição. desde que um destes esteja afastado ou impedido. ser exercido pelo servidor. 223-D . VII – ter em boa guarda os autos. 222 – A designação de servidor para substituir outro se dará: a) Por afastamento ou impedimento eventual do titular do cargo por prazo igual ou superior a 10 (dez) dias consecutivos e sempre que houver necessidade de sua ocupação para a boa e regular continuidade do serviço. em estabelecimento autorizado. 223 – Fica vedada a designação de Oficial Escrevente para substituir Oficial Ajudante quando provido este último cargo. Inciso I com redação dada pela Resolução nº 667/2008-COMAG. • Resolução nº 603/2007-COMAG. § 1º .O Escrivão exercerá. até o provimento do cargo. 229 a 232.Trabalhando pela sua conquista.O Oficial Ajudante. incumbe: • COJE. quando necessário o imediato provimento do cargo. 222). V – zelar pela arrecadação da taxa judiciária. o Cartório em que estiver lotado. concomitantemente os cargos de Oficial Ajudante e de Escrivão. arts. por intermédio de portaria do Juiz Diretor do Foro. • Resolução nº 603/2007-COMAG. livros e papéis a seu cargo. apenas para este deverá ser designado substituto. observada a forma prescrita. 223-D). II . 223-B).O Oficial Escrevente poderá substituir: I – O Escrivão ou o Distribuidor-Contador. ambas previstas nos arts. bem como situações excepcionais que não possam ser debitadas ao servidor. Das funções e atribuições dos servidores: arts. IX – manter classificados e em ordem cronológica todos os autos. 223-B .O Escrivão e o Oficial Ajudante da mesma vara não podem gozar férias no mesmo período. 127 da Lei nº 10098/94. o Distribuidor e o Contador Judiciário. I – chefiar. expedindo as guias para o respectivo depósito. em substituição. organi- 24 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . custas e demais exigências fiscais e outros quaisquer valores devidos pelas partes.Os Oficiais Ajudantes podem substituir o Escrivão. Art. Na hipótese excepcional de nomeação de outro servidor como substituto. desde que não haja Oficial Ajudante ou este esteja impedido. VIII – recolher ao Arquivo Público. 223-C . certificando nos autos do processo. Art. todos os termos dos processos e demais atos praticados no juízo em que servirem.Excetuam-se as designações por licençasaúde e licença por motivo de doença familiar. b) Em caso de vacância. Provimento nº 01/09-CGJ (Insere o art. o expediente do Juiz. 229 – Aos Escrivães. bem como inserir no sistema a data da disponibilização no diário da justiça eletrônico. 235 a 242 TÍTULO III . Art.Não haverá designação para substituição de Escrivão.

202 – O registro não tem natureza disciplinar e visa preservar a informação. dependerá de parecer prévio da CorregedoriaGeral da Justiça.256/66. parágrafo único. mesmo que um dos servidores ou os dois não tenham preenchido o requisito temporal estabelecido na alínea “b” deste parágrafo. e) excepcionalmente. • Ofício-Circular nº 68/95-CGJ. 204 – A publicação dos editais para provimento de cargos será automática. Provimento nº 30/08-CGJ. Art.A substituição que prevê a Lei Estadual nº 10579. ou quando o exame médico revelar que qualquer dos requerentes não está apto a continuar no exercício do cargo ou função pública.nova redação introduzida pela Lei nº 9. 206 – Fica criada bolsa de permuta entre os servidores do 1º grau. de 02-08-66. aos interessados. dirigidas uma ao arquivo do Cartório da Direção do Foro e as outras. 205 – A remoção por permuta. Art. • Provimento nº 30/08-CGJ. de 17-11-1995. a ser controlada pela CorregedoriaGeral da Justiça. 221 a 223-E SEÇÃO IX . 203 – A competência para decidir pedidos de remoção-promoção e aproveitamento é delegada à Presidência do Tribunal de Justiça. sendo obrigatória a inscrição do interessado na bolsa de permutas. § 4º. • Ofício-Circular nº 49/94-CGJ. através da Direção do Foro. Parágrafo único – Não será admitida a permuta quando a um dos interessados faltar menos de 05 (cinco) anos para tempo necessário à aposentadoria voluntária ou compulsória. letra “b” . 201 – A desistência extemporânea do pedido de remoção de servidor será anotada na ficha funcional deste.256/66. § 1º – Nesse caso. c) no momento da viabilização da permuta. sob pena de a remoção ficar sem efeito. 685. 221 . • Resolução nº 155/95-CM. • Provimento nº 30/08-CGJ. e um ano nas movimentações seguintes (Lei nº 7. dependerá de designação formal. atendendo a critérios de conveniência e interesse exclusivos e primordiais da Administração.Trabalhando pela sua conquista. para assumir o novo serviço. cujo termo constará de três vias datilografadas. 684 e 685. a Presidência do Tribunal de Justiça poderá adotar esta circunstância para: a) preterir este servidor em favor de outro mais moderno. se sujeitando a qualquer interstício temporal. 13. arts. ficando cadastrado na bolsa de permuta. § 2º – A remoção será feita às expensas do servidor que receberá os livros e arquivos do Cartório. 19 da CNJCGJ. Parágrafo único – Os requisitos para a remoção por permuta deverão ser: a) REVOGADA. b) o Serviço de Concursos controlará a possibilidade de permuta. arts. com prorrogação por mais quinze. § 1º – O período de trânsito é considerado como de efetivo exercício. Art. em editais mensais. no caso de ser esta a primeira movimentação do servidor. Provimento nº 28/08CGJ.256. Provimento nº 30/08CGJ. funcionando da seguinte maneira: a) o servidor interessado no deslocamento para outra Comarca informará ao Serviço de Concursos da Corregedoria-Geral da Justiça. em face da ausência ou inconsistência dos motivos da desistência. • Resolução nº 155/95-CM. • Lei Estadual nº 5. Resolução nº 155/95-CM. Art. 682 da Lei nº 5.256. mediante tombamento. a critério do Presidente do Tribunal de Justiça. § 2º – O registro será cancelado após o decurso do prazo de 01 (um) ano. dada a abertura da vacância.426/91). com recurso ao Conselho da Magistratura nos mesmos moldes dos pedidos de remoção e aproveitamento.DA SUBSTITUIÇÃO Art. independente de pedido do servidor. “e”). independentemente de qualquer indenização.305/79 – art. § 1º. d) não será admitida nova movimentação do servidor antes de cumprir o prazo previsto no art. tomando-se em conta sempre a ficha funcional do servidor. Da substituição de servidores: arts. também admissível entre serventuários e funcionários da Justiça da mesma classe e entrância (ressalvada a excepcionalidade prevista no art. ou após a denegação de um pedido fundado exclusivamente nesta circunstância. 686 e 687. 207 – O servidor da Justiça terá quinze dias de trânsito. • Provimento nº 07/03-CGJ. da Lei nº 5. Art. d) o parecer referente à permuta irá ao Presidente do Tribunal de Justiça. b) desconsiderá-la em função da justificativa do servidor. ou pertençam a entrâncias distintas. • Lei Estadual nº 5. Art. de modo que nenhum Cartório fique com deficiência de servidor. que é relevante à Administração para o caso de reiteração de pedido da mesma espécie. 206. que deverá ser expedida antes do período a Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 23 . Art. independentemente do fato de ter sido indicado. por ato do Conselho da Magistratura. ressalvada situação emergencial e o disposto no inciso XV do art. • Resolução nº 207/97-CM. Parágrafo Único – A anotação será feita sempre que o servidor desistir do pedido de remoção após o prazo do edital. de 02-08-66. c) inexistência da vedação do art. será concedida a remoção-permuta. visadas pelo Juiz de Direito Diretor do Foro. b) cumprimento de dois anos de efetivo exercício no cargo para o qual foi nomeado. • Provimento nº 16/05-CGJ. o Serviço de Concursos submeterá os pedidos ao Corregedor-Geral.

• Lei Estadual nº 7. b. 220. o direito de remoção para os novos Cartórios. § 4º. tomar-se-á em conta sempre a ficha funcional do servidor.Trabalhando pela sua conquista. 220 e seu § 1º do COJE serão apreciados pela Pre- 22 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .256/66. entendemse os desempenhados pelos servidores de uma mesma classe funcional. para igual serventia de Comarca de entrância imediatamente superior. art. § 2º – A remoção dentro da mesma entrância preferirá à remoção-promoção. 116 – Verificada a coexistência de servidores da Justiça na situação prevista neste capítulo. 682. • Lei Estadual nº 5. Art. sidência do Tribunal de Justiça por força do Ato de Delegação do Conselho da Magistratura contido na Resoluçãonº 155/95-CM. o prazo previsto neste artigo começará a fluir da data da publicação do respectivo ato. 682. Art. II e III não aproveitará aquele que tiver dado causa à incompatibilidade. a pedido. os servidores da mesma classe e entrância. Lei nº 9. 220 e Resolução nº 155/95-CM. antes de completados 02 (dois) anos de efetivo exercício no cargo para o qual foi nomeado. por conveniência da Administração. aos titulares das extintas serventias do cível e crime.DA REMOÇÃO Art. Provimento nº 40/96-CGJ. art. § 1º – Os pedidos de remoção terão preferência em relação aos de aproveitamento. Art.256/66. art. § 3º – Não se admitirá remoção sempre que o Ajudante Substituto estável requerer.880/93. 200 – A remoção será assegurada ao servidor mais antigo da classe. • COJE. • Ofício-Circular nº 80/92-CGJ. da alínea b. • Lei Estadual nº 5. art. exclusivamente. Parágrafo único – A preferência estabelecida nos incs. • Lei Estadual nº 9. a pedido. em definitivo. deferida judicialmente. III – se igual o tempo. solicitarão remoção ao Presidente do Tribunal de Justiça. no prazo de dez dias. contados da data em que for publicado no Diário Oficial da Justiça o ato declaratório da vacância. com anuência dos respectivos titulares. • Lei Estadual nº 5.426/91 art.256/66. para igual cargo na entrância imediatamente superior. 200-A – A remoção de servidora vítima de violência doméstica e familiar. • COJE. com arrimo no art. o que tiver mais tempo de serviço na Comarca ou distrito. Parágrafo único – Ao Escrivão que optar pelo regime privatizado é vedado o retorno ao sistema oficializado de remuneração. § 2º – Os pedidos de desistência de remoção formulados após o final do prazo para a remoção serão anotados no Serviço de Cadastro da CorregedoriaGeral da Justiça e serão levados à consideração do Conselho da Magistratura em eventual futura postulação. com 05 (cinco) ou mais anos de serviço no mesmo Cartório. § 2º. com 05 (cinco) ou mais anos de serviço numa mesma entrância. § 4º – É permitida a permuta entre auxiliares de ofícios da mesma natureza e entrância.880/93. uma vez comprovadas as quitações dos respectivos contratos de trabalho e de suas obrigações previdenciárias. Art. 192 a 207 SEÇÃO III . 682. Art. além das normas estabelecidas pelo Conselho da Magistratura. Parágrafo único – Os Oficiais Escreventes e Oficiais de Justiça. 196 – É defeso conceder remoção ou cedência aos servidores nomeados em razão de concurso local ou regional. tudo com base em decisão fundamentada em critérios objetivos. Art. § 1º. 9º. 13. a abertura de concurso. 682. art. Provimento nº 40/96-CGJ. da Lei 11340/2006. art. 199 – Verificada a vaga. 682.256/66. 133. 195 – Os pedidos de remoção aludidos no art. § 2º – No caso de criação de serviço da Justiça. • Lei Estadual nº 5. Art. nos termos do art. fica ressalvado. § 1º – Para aferição do mérito. dentro do prazo de dez dias. • Lei Estadual nº 5. 192 – A remoção nos serviços da Justiça é possibilitada. § 2º. o mais antigo no serviço público. a critério da Presidência do Tribunal de Justiça. 194 – Os servidores de entrâncias inicial e intermediária. feito. art. • Resolução nº 110/94-CM. salvo preferência de servidor de maior mérito ou manifestação contrária da maioria absoluta do Conselho da Magistratura. Art. 224. por motivo de aumento de número de vagas. II – se ambos vitalícios. • Lei Estadual nº 5. Art.256/66. pressupõe a existência de vaga e prefere a todas as demais espécies de remoção. • Lei Estadual nº 5. Art. • Lei Estadual nº 9. terá preferência em relação aos demais: I – o vitalício. § 2º – As incompatibilidades previstas neste artigo não se observam entre os servidores da Justiça e seus auxiliares. 197 – Nas Comarcas em que.256/66. ao serventuário com mais de 01 (um) ano de exercício no cargo ou função de que for titular. 683. 684 e 685. é admitida a reversão do respectivo sistema de custas. • COJE. poderão ser removidos. art. poderão ser removidos. não Da remoção de servidores: arts. houverem sido instalados Cartórios privativos. 193 – Os pedidos de remoção ou permuta e de aposentadoria dos titulares de Cartórios judiciais que mantenham empregados somente serão deferidos. arts. inciso I. desta Consolidação.256/66. art. na mesma relação de parentesco por consangüinidade ou afinidade. a critério do Conselho da Magistratura.305/79. § 1º – Por serviços da mesma natureza. 198 – Quando da vacância dos Cartórios Judiciais.

referente aos requisitos do § 1º deste artigo. em linha reta ou colateral. • Lei Estadual nº 5. individual ou em grupos pelo prazo mínimo de 07 (sete) dias. f) discrição. com o visto do Juiz Diretor do Foro. orientação. o Serviço de Cadastro dos Servidores Judiciários encaminhará ao Corregedor-Geral a nominata dos servidores nomeados. será submetido a estágio preparatório obrigatório. 657. II – na mesma Comarca ou distrito. ao qual se juntarão os dados sobre o estágio de preparação ao exercício das funções do cargo e demais anotações funcionais relevantes. d) contração ao trabalho. § 4º – Os dados relativos ao estágio serão incluídos no processo sobre a efetivação do servidor. atribuindo um conceito à atividade do participante. § 11 – Imediatamente. emitirá parecer motivado. consangüíneo ou afim. dentre os seguintes: excelente. o responsável pelo seu acompanhamento enviará relatório geral sobre o desempenho do servidor. § 9º – A Corregedoria-Geral. dos demais. • Provimento nº 26/05-CGJ. logo após tomar posse e entrar em exercício nas funções do seu cargo. 115 e 116 Dos impedimentos e incompatibilidades: Art. para com o Escrivão do Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 21 . serão coordenados por um Juiz-Corregedor. § 6º – Os responsáveis pelo acompanhamento do estágio enviarão quadrimestralmente. quando entre as funções dos respectivos cargos existir dependência hierárquica. no prazo de 30 (trinta) dias. § 12 – Se a decisão do Presidente for contrária à confirmação. § 1º – Igual impedimento verificar-se-á quando o procurador de alguma das partes ou o agente do Ministério Público estiver.256/66. na Comarca em que irá atuar. § 1º – O estágio probatório dos servidores judiciais é o período de 02 (dois) anos de exercício. • Lei Estadual nº 7. salvo quando se tratar de remoção ou aproveitamento de servidor em disponibilidade. Art. o responsável pelo Cartório remeterá à Corregedoria relatório sobre a execução do programa. fiscalização e controle da atividade dos estágios. sob a coordenação dos JuízesCorregedores de cada região.Trabalhando pela sua conquista.305/79. na Corregedoria-Geral da Justiça. Parecer nº 10/99-DOC e Emenda Constitucional nº 19. § 8º – 180 (cento e oitenta) dias antes do término do prazo do estágio. 35 e Resolução nº 51/92-CM.305/79. admitidos mediante concurso. art. pelo Juiz Diretor do Foro. junto a um Cartório previamente indicado pela Corregedoria-Geral da Justiça. parágrafo único. § 5º – Os Coordenadores de Correição prestarão serviços de apoio. 104 – Todo servidor judicial. não podendo ser demitidos senão através de processo administrativo ou judicial.DO ESTÁGIO PROBATÓRIO Art. § 6º – Os serviços relativos ao estágio. se não for ele o Relator. 115 – Nenhum servidor da Justiça poderá funcionar juntamente com o cônjuge ou parente. opinando sobre a conveniência ou não da confirmação. § 4º – Na Corregedoria-Geral da Justiça será centralizado o serviço relativo ao estágio probatório dos servidores. Dos impedimentos e incompatibilidades: arts. dele será dada vista ao estagiário pelo prazo de 15 (quinze) dias. durante o qual será apurada a conveniência ou não de sua confirmação. instrução. que será executado pelo titular do Cartório em que o estágio for efetuado. mediante a verificação dos seguintes requisitos: • Provimento nº 11/08-CGJ. relatório circunstanciado sobre o desempenho funcional do estagiário. § 2º – Na contagem não será levado em conta o tempo de serviço prestado em outro cargo. sob a supervisão do Juiz Diretor do Foro respectivo. até o 3º grau: I – no mesmo feito ou ato judicial. se possível e conveniente. • Resolução nº 52/92-CM. e) eficiência. são considerados estáveis após 03 (três) anos de efetivo exercício. regular e insuficiente. § 5º – Para o fim da instauração do estágio preparatório. com o visto do Juiz Diretor do Foro. § 10 – Se o parecer for contrário à confirmação. § 2º – Findo o estágio. será obedecido programa previamente elaborado pela Corregedoria-Geral da Justiça. com a colaboração de um Coordenador de Correição. mesmo se nele o servidor houver adquirido estabilidade. bom. • Lei Estadual nº 7. § 13 – Se o Presidente decidir pela permanência do servidor. se não for ele o Relator. a) idoneidade. o expediente será submetido à apreciação do Presidente do Tribunal de Justiça. § 3º – O acompanhamento direto do estágio dos servidores subordinados a Escrivão Judicial será feito por este. art. § 1º – Durante o estágio acima aludido. com a data da publicação do ato. ou em Comarca próxima e assemelhada a sua. a confirmação não dependerá de ato algum. CAPÍTULO II . 6º. à CorregedoriaGeral. g) fidelidade. § 3º – Caso o participante receba o conceito insuficiente. c) assiduidade. para o exercício de sua defesa e juntada das provas de que dispuser. com o auxílio de Coordenadores de Correição. art. com aprovação do Diretor do Foro. 103 – Os servidores da Justiça. b) disciplina. § 7º – Os relatórios serão reunidos em expediente. expedir-se-á o ato de exoneração. terá que submeter-se a novo estágio em outro Cartório. concluindo pela permanência ou não do servidor.

art.844/89. 98 – O cancelamento da penalidade não gera efeitos retroativos. podendo a autoridade.DA SUSPENSÃO PREVENTIVA Art. • Provimento nº 13/05-CGJ. serão automaticamente canceladas após 10 (dez) anos. 91 – O Corregedor-Geral ou os JuízesCorregedores conhecerão. 1º. Lei Complementar Estadual nº 10. Art. Art. questão prejudicial da qual decorra o reconhecimento de relação jurídica. § 3º – Fica suspenso o curso da prescrição: I – enquanto não resolvida. quando este recomendar aplicação de penalidade. • Lei Estadual nº 5.098/94. crime ou contravenção. 103 e 104 20 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 93 – O recurso será interposto mediante petição fundamentada à autoridade julgadora. Art. • Provimento nº 16/07-CGJ. art. • Lei Federal nº 6.256/66. em casos especiais. 792. Art.256/66. e parágrafos. art. • Lei Estadual nº 5.844/89. colher as provas e aplicar as penalidades. se competente. 792. II – a contar da emissão do relatório de sindicância. 89 – A suspensão poderá ser prorrogada. • Lei Estadual nº 5. • Lei Estadual nº 5. quanto à advertência ou censura. censura e suspensão. art. do auxilio condução e da verba pela função gratificada.879/80. Esta última será devolvida quando do processo não resultar punição. também.879/80. de periculosidade. e parágrafos. IV – 24 (vinte e quatro) meses. 762. em outro processo de qualquer natureza.DO CANCELAMENTO DAS PENALIDADES Art. cada um terá direito à metade da receita líquida auferida pela serventia. salvo adicionais de insalubridade. SEÇÃO VIII . Art. art. Provimento nº 13/97-CGJ. 92 – O prazo para recorrer é de 05 (cinco) dias contados da data em que o servidor tiver conhecimento da decisão. • Lei Estadual nº 5.256/66. 100 – Quando as faltas constituírem. III – 18 (dezoito) meses nos casos de abandono de cargo ou faltas sucessivas ao serviço.256/66. • Lei Complementar Estadual nº 11. até a decisão final da autoridade competente. 790. • Lei Estadual nº 5. 94 – Os recursos terão efeito suspensivo. • Provimento nº 13/05-CGJ. § 3º. • Lei Estadual nº 5.256/66.098/94). § 3º – No caso de suspensão preventiva de serventuário submetido ao sistema privativo de custas em que a designação para substituição recaia sobre outro serventuário submetido ao mesmo sistema.DOS RECURSOS Art. 190. em grau de recurso. da materialidade de fato ou de sua autoria. e após o seu trânsito em julgado. 88 – O Corregedor-Geral da Justiça. aplicadas aos servidores da Justiça. § 2º – A suspensão preventiva não implicará desconto dos vencimentos. 95 – O recurso da decisão impositiva de pena disciplinar é privativo do servidor punido. art. justificando à instância superior as razões da exceção.DA PRESCRIÇÃO Art. até 90 (noventa) dias. § 2º – A prescrição interrompe-se pela instauração da sindicância ou do processo administrativo disciplinar. se a decisão for mantida. § 1º – Igual competência é conferida aos JuízesCorregedores. Art. Lei Complementar Estadual nº 10. art. § 4º – Uma vez aplicada a pena em definitivo.928/03 e Provimento nº 13/05-CGJ. se a permanência no exercício da função possa prejudicar as investigações. 1º. rar as faltas disciplinares. poderá ordenar a suspensão preventiva do servidor indiciado. III – a contar da emissão do relatório.Trabalhando pela sua conquista.256/66. das decisões disciplinares dos Juízes de 1ª instância. Do estágio probatório: arts.A prescrição. • Provimento nº 33/03-CGJ. art. SEÇÃO VII . 790. 97 – As penas de multa. SEÇÃO VI . com alteração da Lei Estadual nº 8. contados do trânsito em julgado. • Provimento nº 16/07-CGJ. advertência. a prescrição será regulada pela lei penal (Lei nº 10. • Lei Federal nº 6. art. • Ofício-Circular nº 44/92-CGJ. pela autoridade processante. depois de transitada em julgado a decisão administrativa. 96 – Em juízo de retratação. a pedido do Juiz processante ou de ofício. II – 12 (doze) meses no caso de suspensão ou multa. submetido o ato à decisão definitiva do Corregedor-Geral. quanto às infrações puníveis com cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 762. a Direção do Foro também comunicará ao Departamento de Recursos Humanos e à Corregedoria o número de dias de suspensão. 792. considerando-se o registro da Portaria. o recurso será encaminhado à autoridade competente no prazo de 05 (cinco) dias. 792. § 1º – O prazo de prescrição começa a fluir a partir da data do conhecimento do ato por superior hierárquico. até a decisão final da autoridade competente. se o servidor não tiver praticado outra nova infração disciplinar ou penal. • Lei Estadual nº 5. com alteração da Lei Estadual nº 8.256/66.256/66. recebê-lo com efeito meramente devolutivo. e demissão. Art. 90 – Das decisões disciplinares do CorregedorGeral e dos Juízes-Corregedores caberá recurso para o Conselho da Magistratura. regular-se-á pela sanção aplicada e verificar-se-á de acordo com os prazos fixados no caput. art. art.098/94. SEÇÃO IX . Art. 190. 99 – A ação disciplinar prescreverá em: I – 06 (seis) meses. Provimento nº 13/97-CGJ. Art. § 4º . art. os quais corresponderão aos primeiros da suspensão preventiva.

Provimento nº 29/89-CGJ. termos e prazos dos arts. a atribuição de realizar sindicâncias em serventias Notariais e de Registros.256/66. produzir prova documental e arrolar testemunhas. decidirá as hipóteses de sua competência com cópia da decisão à Corregedoria. o direito de constituir defensor e de arrolar testemunhas em número não superior a cinco. 87 – O Corregedor-Geral da Justiça poderá avocar as sindicâncias ou processos administrativos. 770 e 771. Art. de preferência anualmente. ao tomar conhecimento de argüições novas contra o indiciado. facultando as contraprovas de defesa.256/66. 80 – Nas Comarcas dotadas de duas ou mais Varas. III – designará dia e hora para a audiência inicial onde procederá ao interrogatório do indiciado. Provimento nº 29/89-CGJ. Art. 83 – O processo administrativo será instaurado: I – obrigatoriamente. facultado distribuir entre esses Juízes. podendo arrolar no máximo 3 (três) testemunhas até 5 (cinco) dias antes da audiência de instrução e julgamento. XVII. arts. observando-se sempre o contraditório e o exercício de ampla defesa. o Juiz apresentará o relatório circunstanciado e parecer no prazo de 05 (cinco) dias. a pedido. pelo Juiz que for designado. XI – encerrada a instrução. inserto duas vezes no Diário Oficial. ou a submeterá à apreciação superior. aplicam-se as normas do Processo Administrativo (arts. o Juiz processante designará servidor para exercer as funções de secretário. inclusive pericial. • COJE. Art.Ao sindicado é facultado provar suas alegações por todos os meios de prova. passando-se imediatamente a palavra ao indiciado ou ao advogado por 10 (dez) minutos para alegações finais e encaminhamento à prolação da decisão. • Provimento nº 29/90-CGJ. e 44. parágrafo único. • Lei Estadual nº 5. para apresentação de razões. art. quando a falta possa determinar a aplicação das penas de demissão. nas Comarcas do interior. fazendo constar o resumo do fato a apurar. XIII – a ficha funcional do indiciado constará dos autos. IV – expedirá mandado de citação do indiciado. juntando-se aos autos o comprovante. 704. Art. XII – findo o prazo. a atribuição de realizar sindicâncias relativamente aos servidores competirá também aos Juízes com jurisdição nas Varas correspondentes. Parágrafo único . em qualquer fase de processamento. Art. colherá as provas. 84 – O processo administrativo será realizado. art. parágrafo único.844/89 e Provimento nº 29/90CGJ. • Lei Estadual nº 5. 776 a 789 da Lei Estadual nº 5. bem como o dia e hora da audiência de interrogatório. VIII – interrogado. o indiciado terá vista dos autos em mãos do secretário. arts. art. remetendo os autos à Corregedoria. b. 81 – O Corregedor-Geral da Justiça poderá delegar aos Juízes titulares de Comarcas com duas ou mais Varas. • Lei Estadual nº 5. VII. e 44. a citação far-se-á por edital com prazo de 10 (dez) dias. • Provimento nº 23/08-CGJ. CNJ). interrogando-se este a seguir. será citado via postal com aviso de recebimento. • Resolução nº 09/89-CM. 78 – Nos casos omissos. b. XIV – o Juiz processante poderá determinar a produção de provas que entender necessárias.256/66. indiciado ou ao defensor técnico (advogado). Parágrafo único – A instauração do processo administrativo ou judicial impede a exoneração.DO PROCESSO ADMINISTRATIVO Art. • Provimento nº 23/08-CGJ. VII – não comparecendo o indiciado. • COJE. §2º . Art. em resumo: I – a portaria iniciadora do processo descreverá os fatos e designará o Juiz processante. Art. 38. para fins de defesa preliminar. arts. designando Juiz processante para apu- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 19 . • Resolução nº 09/89-CM. 766 com alteração da Lei Estadual nº 8. o procedimento seguirá com a oitiva das testemunhas arroladas na portaria e as testemunhas arroladas pelo sindicado.REVOGADO. VII. enquanto não reconhecida a inocência do servidor ou não cumprida a pena que não importe em demissão. Se instaurado o procedimento de ofício. 86 – O processo administrativo seguirá os atos. o processo seguirá à revelia com defensor nomeado pelo Juiz processante. 38.256/66. Art. Se não for o caso de absolvição ou de confissão da culpa.256/66. se presente. XVII. X – o Juiz processante. quando houver. 85 – A instauração do processo administrativo compete ao Conselho da Magistratura.Trabalhando pela sua conquista. a pedido ou de ofício. com primazia ao que estiver em exercício na Direção do Foro. IX – o Juiz processante dará defensor habilitado ao indiciado que não o constituir. Art. II – recebidos os autos. preferentemente por JuizCorregedor e. se vislumbrar incidência de penalidade mais elevada. Provimento nº 16/07CGJ. 766. o sindicante fará à autoridade que o nomeou relatório circunstanciado com possível solução. SEÇÃO V . os serviços sobre os quais desempenharão tais atividades. V – não sendo encontrado o indiciado ou ignorandose o seu paradeiro. • Lei Estadual nº 5. 82 – Concluída a sindicância. 79 – A sindicância poderá ser feita por Juiz de Direito ou Pretor. 83 a 87. terá o indiciado o prazo de 02 (dois) dias para requerer diligências. ao Corregedor-Geral da Justiça e aos Juízes-Corregedores. na Comarca da Capital. quando for o caso de imposição de pena de suspensão até 60 dias. VI – achando-se o indiciado ausente do lugar em que corre o processo. II – facultativamente. por 03 (três) dias.

nos casos de demissão. e estar instruída. exceto a pena de suspensão. arquivamento. • Provimento nº 29/90-CGJ. 76 – O magistrado designará dia e hora da audiência de instrução. improcedente. o Diretor do Foro expedirá portaria para fins de desconto de metade dos vencimentos e perda de efetividade. Se a decisão definitiva for de improcedência ou reconhecer a prescrição. III – para apuração e esclarecimento de fatos noticiados à autoridade judiciária ou por conhecimento de ofício que denotem ilícito funcional com ou sem autoria conhecida. o fundamento legal e a data do trânsito.256/66. art. XXX.. SEÇÃO IV .256/66. multa. • Ordem de Serviço nº 03/93-CGJ. nos casos de advertência. § 1º – A comunicação da imposição de penalidade só será encaminhada após o trânsito em julgado da decisão. art. 74 – Cabe sindicância: I – como preliminar do processo administrativo. censura. assegurados o contraditório e a ampla defesa. nos casos previstos no inciso anterior. dar-se-á ciência da mesma ao servidor punido. Art. será dada a palavra ao 18 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . será completada a anotação. Provimento nº 16/07-CGJ. com as provas documentais cabíveis. narrativa sucinta dos fatos ou faltas funcionais imputadas ao servidor. bem como arrolar as demais provas a serem produzidas. a data do início do cumprimento da pena de suspensão. na seção do Manual do Procedimento Administrativo Disciplinar. II – como condição para imposição das penas de advertência. 72 – São competentes para a aplicação das penas: I – O Conselho da Magistratura. Provimento nº 11/93-CGJ. desde logo. Provimento nº 16/07CGJ.): e) breve descrição do fato investigado: f) decisão (procedente. a pena. Art. MODELO DE OFÍCIO SUGERIDO AOS JUÍZES DE DIREITO CONCLUSÃO DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR Senhor Corregedor-Geral: Pelo presente. 760. Art. a exposição dos fatos que fundamentam o libelo acusatório e o pedido de aplicação de pena disciplinar certa e determinada. • Circular nº 25/68-CGJ. multa. dando ciência da imputação mediante cópia da portaria e do direito de constituir defensor.DA SINDICÂNCIA Art. como condição de sanção disciplinar administrativa. 2º. Juiz de Direito § 2º – A instauração de sindicância ou de processo administrativo. debates e julgamento e ordenará a citação do indiciado. O Serviço de Cadastro também será informado do período de cumprimento da suspensão. mencionando o período da suspensão no mapa de freqüência a ser enviado ao Departamento de Recursos Humanos. III – O titular da Vara ou seu substituto legal. bem como a suspensão preventiva do servidor serão anotadas na ficha funcional com indicação do número do processo. Com o trânsito em julgado da decisão que aplica a punição. prescrição. art. ficando apenas a informação na ficha completa. com cópia da portaria instauradora do procedimento disciplinar.844/89.. sindicância. art. quando a falta não se revelar evidente. averiguação. nos termos da lei processual. • Lei Estadual nº 5. 75 – A sindicância. Lei Estadual nº 5. • Provimento nº 29/90-CGJ.256/66. a anotação inicial será cancelada. para efeitos de desconto de vencimentos e detração. § 3º – A pena de multa deverá ser cumprida mediante comunicação do Juiz de Direito à Presidência. Art. de uso interno. juntando cópia da decisão final. conforme modelo localizado na INTRANET.. 762 com alteração da Lei Estadual nº 8. 77 – Aberta a audiência.844/89. número e data da portaria. certidão do trânsito em julgado e. 73 – Toda pena imposta a servidor será comunicada à Corregedoria-Geral da Justiça para anotação na ficha funcional. art. deve ser instaurada mediante portaria. conforme dados a seguir: a) número do registro: b) nome do servidor: c) data da instauração: d) natureza do procedimento disciplinar (processo administrativo. 759 com alteração da Lei Estadual nº 8. Ofícios-Circulares nºs 38/74 e 27/88-CGJ. 74. perda de vencimentos e tempo de serviço e de suspensão. contendo a qualificação do imputado. autoridade que a assina e período de suspensão. Circulares nºs 25/68 e 15/73-CGJ. quando aplicada: Cordiais saudações. o Diretor do Foro ou seu substituto legal. para o desconto devido. comunico a Vossa Exce-lência o julgamento do procedimento disciplinar instaurado nesta Vara/Comarca. enquadramento legal. indicando-se a autoridade que proferiu a última decisão administrativa. Art. 71 – A pena de demissão somente será imposta com fundamento em processo administrativo. serão considerados na execução da pena.. II – O Corregedor-Geral. se for o caso. iniciando-se daí o seu cumprimento. nos casos de demissão. com arquivamento do expediente.Trabalhando pela sua conquista. § 3º – Na execução da pena de suspensão. • COJE. Art. OfícioCircular nº 38/74-CGJ. censura. • Lei Estadual nº 5. ou em virtude de sentença judicial transitada em julgado. através do Departamento de Recursos Humanos – Folha de Pagamento. Provimento nº 16/07CGJ. os Juízes-Corregedores. perda de vencimentos e tempo de serviço e de suspensão.): g) penalidade imposta e fundamentação legal: h) data do trânsito em julgado da decisão e do início do cumprimento da pena de suspensão. § 4º – Os dias de suspensão preventiva.

756. 753.256/66.256/66. o in dubio pro acusado. do Estatuto dos Servidores da Justiça e demais normas de disciplina e organização judiciária.638/88. falta grave ou defeito moral que incompatibilize o servidor para o desempenho do cargo. além daquelas que lhes sejam devidas pelas partes. Provimento nº 16/07-CGJ. conforme a gravidade do prejuízo causado à Justiça. vício de jogos proibidos ou embriaguez habitual. MODELO DE OFÍCIO SUGERIDO AOS JUÍZES DE DIREITO INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO DISCIPLINAR Senhor Corregedor-Geral: Pelo presente. com alteração da Lei Estadual nº 8. d) referência injuriosa. a ampla defesa. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 17 . em virtude de ato reiterado de negligência ou de procedimento público incorreto ou indecoroso. sem licença da autoridade competente. sindicâncias e demais procedimentos disciplinares instaurados. • Provimento nº 16/07-CGJ. Art. V – suspensão até sessenta dias. caluniosa ou difamatória à Justiça. II – de censura. inclusive prazos e resultado final. • Lei Estadual nº 5. por mais de trinta dias consecutivos ou de sessenta alternados. 757. por ano. VII – demissão a bem do serviço público. nos casos previstos no Estatuto dos Servidores da Justiça e nas leis processuais. Deverá ser enviada cópia da portaria. 642 e 799 do CPP. 761. o princípio da fundamentação. § 2º – Transitada em julgada a pena de suspensão. d) condenação. entre outros. 758 e Lei Estadual nº 8. 14. bem como os direitos e garantias do sistema processual penal. • Provimento nº 16/07-CGJ. 757. o contraditório. f) violação de segredo de justiça. por escrito. o direito ao silêncio. Juiz de Direito § 3º – O Serviço de Cadastro da Corregedoria-Geral da Justiça manterá um sistema computadorizado de registro e controle dos processos administrativos. art.844/89. e) aplicação de mais de duas suspensões transitadas em julgado no decurso de doze meses. nos seguintes casos: a) abandono de cargo ou ausência de serviço. em especial. nomeadamente o devido processo legal. § 2º – A Corregedoria-Geral da Justiça deverá ser informada de todo procedimento administrativo disciplinar.. quando a falta for intencional ou de natureza grave. VII – de demissão a bem do serviço público. V – de suspensão.256/66. respectivamente. IV – perda de vencimentos e tempo de serviço. b) recebimento de quaisquer vantagens em dinheiro ou não. § 1º – Aplicam-se ao regime disciplinar administrativo a técnica e os princípios da penalística.256/66. art. no caso de reincidência. art. art. VI – de demissão. • Lei Estadual nº 5. c) indisciplina ou insubordinação reiteradas. os direitos e vantagens decorrentes do exercício do cargo exceto metade de seus vencimentos. art. § 2º – O servidor que descumprir as obrigações trabalhistas e previdenciárias de seus empregados por ocasião da permuta. III – de multa. • Lei Estadual nº 5. averiguação. à pena de reclusão por mais de dois anos ou de detenção por mais de quatro. e o princípio do non bis in idem. V. prevista no art.): e) breve descrição do fato investigado: Cordiais saudações.Trabalhando pela sua conquista. 69 – Será aplicada pena: • Lei Estadual nº 5. art. às autoridades públicas. conforme modelo publicado na INTRANET. sindicância. art. comunico a Vossa Excelência a instauração de procedimento disciplinar em tramitação nesta Vara/Comarca.256/66. VI – demissão. censura ou multa. • Lei Estadual nº 5. III – multa. geral e. I – de advertência.256/66. às partes ou a seus advogados. desde que a infração não seja punida com pena mais grave. sem causa justa. nos casos de negligência. 2º. nos feitos em que funcionarem. § 1º – A suspensão preventiva não implicará nenhum desconto a título de vantagem pecuniária. na falta de cumprimento dos deveres funcionais. da Lei nº 5. b) incontinência pública escandalosa. • Ordem de Serviço nº 03/93-CGJ. § 1º – O servidor que. durante o período de execução. conforme dados a seguir: a) número do registro: b) nome do servidor: c) data da instauração da ação disciplinar: d) natureza do procedimento (processo administrativo. c) condenação à pena privativa de liberdade por crime cometido com abuso de poder ou violação de dever inerente à função pública. Art. • Resolução nº 110/94-CM. pelo reiterado retardamento dos feitos e correspondente aos dias excedidos. por outro crime. aplicar-se-á a pena de perda de vencimentos e tempo de serviço. deixar de cumprir os prazos e formalidades legais ficará sujeito às penas de advertência. Art. 68 – Os servidores da Justiça estão sujeitos às seguintes penas disciplinares: I – advertência. a presunção de inocência. IV – de perda de vencimentos e de tempo de serviço. remoção ou aposentadoria voluntária incidirá em falta grave. bem como nos casos de reincidência em falta já punida com censura e ainda nas hipóteses previstas nos arts. 70 – O servidor punido com pena de suspensão perderá. nos casos de: a) procedimento irregular. II – censura..

por qualquer forma. os respectivos auxiliares pelos atos praticados nos serviços de seu cargo ou função. 64 – É vedado usar impressos do Poder Judiciário para fins pessoais.DA RESPONSABILIDADE FUNCIONAL Art. e 159.256/66. 17. § 1º. • Provimento nº 06/78-CGJ.121/85 Regimento de Custas. Art. 747 a 751.Trabalhando pela sua conquista. afastar-se dos respectivos Cartórios ou ofícios que devem permanecer abertos durante os horários prescritos.256/66. art. intermediar. • Lei Estadual nº 5. Art. 61 – Os servidores devem atender à prorrogação do expediente de qualquer Cartório ou ofício quando determinado pelo Juiz. §§ 1º e 3º. sujeitos os infratores às penalidades previstas em lei. • Lei Estadual nº 5.256/66. quando devidas. Art. do COJE. V – dar às partes. nos livros ou papéis que fornecer. • Lei Estadual nº 8. arts. bem como praticar aos sábados. ainda que fora dos auditórios e Cartórios. agentes do Ministério Público. §§ 1º e 2º.256/66. 62 – Além dos deveres comuns a todos os funcionários do Estado. arts. 60 – No decurso do expediente do Foro. • Lei Estadual nº 5. salvo para cumprir diligências. art. salvo para requerimento administrativo de direito funcional assegurado em lei. durante as horas de expediente e nos locais de trabalho. Art. nos autos do processo. esclarecendo-as sobre o andamento dos feitos. comprovar a quitação do contrato de trabalho de seus empregados e a regularidade das obrigações previdenciárias. • Circular nº 04/88-CGJ. Art. 66 – É dever do Escrivão regido pelo sistema privatizado de custas. com relação aos serviços da Justiça. arts. • Lei Estadual nº 8. embora não haja expediente.121/85 Regimento de Custas. arts. § 2º. II – exercer pessoalmente suas funções. exercer política partidária. 63 – Ao servidor. zelando pelo prestígio do cargo da Justiça. os servidores não podem. • Lei Estadual nº 5. Município ou Distrito designado no título de nomeação. 743 e 744. parcela por parcela. Art. recibo discriminado de custas e cotar. 57 – Constitui obrigação do servidor tratar com atenção as partes. arts. 747 a 751. Art. os servidores são obrigados a atender às partes a qualquer hora.DAS PENAS E SUA APLICAÇÃO Art. Art. servidores. 158.256/66. 53 a 100 CAPÍTULO II . atender com urbanidade os advogados e membros do Ministério Público. Art. § 2º. os servidores da Justiça têm o dever especial de exercer com zelo e dignidade as funções que lhes são atribuídas em lei.256/66.DOS DEVERES Art. 747 a 751. 54 – Nenhum servidor poderá exercer suas funções fora da Comarca. 17. § 2º. partes ou seus procuradores. IV – não admitir que escreventes e demais auxiliares de seus Cartórios sejam testemunhas instrumentais dos atos que lavrarem. Consolidação Normativa Judicial Da ação disciplinar: arts. • Lei Estadual nº 5. § 2º – Os talonários utilizados serão arquivados no Cartório ou Ofício da Justiça durante 05 (cinco) anos. • Lei Estadual nº 5. correspondente a cada ato realizado. arts. arts. 747 a 751. obedecendo as ordens de seus superiores hierárquicos. nos casos de pedido de remoção ou permuta e de aposentadoria. • COJE. 158. • COJE. cumprindo a lei e observando fielmente o regimento e instruções sobre custas. solidariamente. arts. SEÇÃO II . § 1º – O recibo incluirá as despesas de condução. 118.256/66. Art. 65 – O servidor é obrigado a entregar à parte. ressalvadas as hipóteses do art. III – facilitar às autoridades competentes a inspeção em seu ofício. só podendo afastar-se do cargo em gozo de licença ou férias ou para exercer tarefa de interesse público relevante. SEÇÃO III . • Lei Estadual nº 5. e 159. 331 do CPP e do art. 56 – É dever do servidor manter discrição sobre os serviços a seu cargo. 53 – O servidor da Justiça será responsável pela ação ou omissão que praticar e. auxiliar o Juiz no desempenho de sua missão. • Resolução nº 110/94-CM. cumpre: I – permanecer em seu local de trabalho todos os dias úteis durante as horas de expediente. §§ 1º e 2º. insinuar ou indicar patronos às partes que os devam constituir. Art. com especificação dos quilômetros rodados. parágrafo único. § 3º – É vedado a qualquer servidor judicial o recebimento ou manipulação de dinheiro ou valores das partes ou interessados nos processos. §§ 1º e 3º. 58 – É defeso ao servidor. ainda que esta não o solicite. tratar e se fazer tratar com respeito. 55 – O servidor deverá residir na Comarca onde for classificado e dela não poderá se ausentar sem ser substituído e sem licença do Diretor do Foro. §§ 1º e 2º. bem como. 67 – A ação disciplinar visa ao regular funcionamento da Justiça mediante aplicação da lei em 16 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . abstendo-se de comentar a matéria constante dos processos e papéis forenses bem como o comportamento dos Juízes. arts. 743 e 744.256/66. a quantia recebida. 158. arts. • Lei Estadual nº 5. os atos indispensáveis à ressalva de direitos. Art. arts. independente de pedido. • COJE. e 159. 745 e 746.DA AÇÃO DISCIPLINAR SEÇÃO I . recibo discriminado das custas. 59 – Em casos de urgência. 747 a 751.

XXV . 470. os recursos de pena disciplinar que aplicar. § 2°. 498). na forma estabelecida no Regimento Interno.conhecer de reclamação escrita de interessado. por simples despacho.conhecer e decidir ad referendum do Tribunal. cassar-lhes a palavra. quando entender necessário. ouvido o órgão do Ministério Público (art. XVI . pedido de habeascorpus. ou submetê-las ao Tribunal. As atribuições previstas no "caput" deste artigo serão da competência do Juiz eleito como Corregedor-Geral da Justiça Militar do Estado.atestar a efetividade e despachar os atos administrativos referentes ao Presidente. 242. terá as atribuições previstas no Código de Processo Penal Militar (art. em sessão secreta ou não. nomeando os examinadores. ou para preservação da liberdade. a fim de ser apresentado à autoridade militar competente. se assim entender necessário.decidir questões de ordem suscitadas por Juiz. do Tribunal. cujo provimento pertencer ao Tribunal. em serviço que lhe couber pela natureza do cargo. em caso de habeas-corpus preventivo concedido. nos termos da lei.requisitar força policial para garantia dos trabalhos do Tribunal ou dos seus Juízes. no caso de deferimento. expedindo as portarias. com caráter de qualidade no caso de empate. IX . no cumprimento dos seus deveres. • Inciso II revogado pela Lei n° 12. Art. bem como para garantia do exercício da Justiça Militar. XVII . XIV . XXIV . órgão de fiscalização e orientação.determinar as providências necessárias para a realização de concurso.DA VICE-PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL Art.expedir salvo-conduto a paciente.assinar. com o Secretário. no caso de sucessão do Presidente por prazo inferior a um ano. a advogado que funcione no feito.suceder o Presidente nos casos de vaga.assinar os atos de nomeação dos cargos. XI . em caso que especificar.proferir voto. as atas das suas sessões. nas questões administrativas. O Vice-Presidente poderá ser eleito para o período seguinte. do Código de Processo Penal Militar). XXII .fazer comunicações ao Tribunal. exceto em recurso de decisão sua. XII . reconsiderá-las. relevá-las ou revê-las. Oficiais e JuízesAuditores de acordo com a lei. X . que entender necessárias. XIII . regulada no Regimento Interno do Tribunal Militar. III .providenciar no cumprimento dos julgados do Tribunal por autoridade judiciária ou administrativa a que incumba fazê-lo. XXVIII . além das funções de correição permanente dos serviços judiciários e administrativos das Auditorias. O exercício do cargo de Vice-Presidente não impede que o seu titular seja contemplado na distribuição de processos e funcione como Juiz. após advertência. tendo em atenção o seu posto. A Corregedoria-Geral da Justiça Militar. durante as férias deste. nos casos previstos em lei ou no Regimento Interno.aplicar penas disciplinares da sua competência. após o julgamento. 243. quando não interpostos no prazo legal. Parágrafo único. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 15 . se a este couber a decisão.Trabalhando pela sua conquista. 245.conceder a palavra ao Procurador de Justiça e. Art. para ordem nas discussões e resguardo da sua autoridade. quando julgar necessário.suspender a sessão. nos processos de competência originária do Tribunal. no caso de emprego de linguagem desrespeitosa ao Tribunal. depois de aprovadas. Compete ao Vice-Presidente: I . XVIII . XXI .determinar sindicância ou instauração de inquérito administrativo. quando este estiver no Tribunal.zelar pelo funcionamento regular da Justiça Militar e perfeita exação das autoridades judiciárias e funcionários. à autoridade judiciária ou administrativa.377/05.convocar. secreta ou não. relativamente a atendimento por funcionário do Tribunal.convocar sessão extraordinária.requisitar oficial para acompanhar oficial condenado. mediante autorização do Tribunal. de acordo com as instruções expedidas pelo Tribunal. pelo tempo permitido no Regimento Interno.providenciar na execução da sentença. ou convertê-la em secreta. podendo. Parágrafo único acrescentado pela Lei n° 12. SEÇÃO III . XXVII . com jurisdição em todo o território do Estado. 244. recomendações e provimentos que entender convenientes.decidir sobre o cabimento de recurso extraordinário e. II – Revogado. os acórdãos do Tribunal e. pelo Procurador de Justiça ou por advogado. XXVI .julgar desertos e renunciados. mandar encaminhá-lo ao Supremo Tribunal Federal.DA CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA MILITAR Art. SEÇÃO II . e substituí-lo nos casos de licença ou impedimentos temporários. XXIV . XX . XV . com os Juízes. voto de desempate nos demais julgamentos.377/05. para as substituições necessárias. VIII . XXIII . XIX .

decidir. 237. “a”. se for o caso.determinar a instauração de sindicância ou inquérito administrativo. III . do Presidente. no interesse da Justiça Militar.autorizar o afastamento.aplicar medida provisória de segurança.6. (b) pela nomeação. 241. da Lei n° 6. XVIII . mediante oportuna compensação. por decisão sua.manter a regularidade dos trabalhos no Tribunal. gratificações.conceder ou revogar menagem ou liberdade provisória por decisão sua ou do Relator em processo originário. em processo originário. de 12. ou durante o julgamento de recurso em decisão sua ou por intermédio do Relator. SEÇÃO III . em processo originário. IV . serão redistribuídos aos demais membros do Tribunal. a fim de ser feita a nomeação ou a promoção pelo Governador do Estado. de Juiz. será substituído na forma prevista no Regimento Interno. ou de qualquer membro do Tribunal. inclusive baixar atos administrativos relativamente aos seus magistrados e servidores. e todas as alterações que se fizerem necessárias durante a sua execução (art. cujo voto então. consoante fundada alegação do interessado. 239. XXII . nos termos da lei processual militar. como os que pôs em mesa para julgamento. pelo Vice-Presidente e. XX . ainda que o magistrado afastado seja o Relator. a substituição nos casos de ausência ou impedimento eventual e a convocação para completar o quorum de julgamento não autorizam a concessão de qualquer vantagem.autorizar a expedição de todos os atos administrativos que acarretem aplicação de dotações orçamentárias. em qualquer deles. verificar a existência de crime que deva ser apurado. XVI . em processo originário. 235. será dado substituto ao ausente.proferir voto em matéria administrativa e nas questões de inconstitucionalidade. por força de lei ou do Regimento Interno do Tribunal. a qualquer título. na ordem decrescente de antigüidade.determinar as medidas preventivas e assecuratórias previstas na lei processual militar. este. não consentindo interrupções nem uso da palavra a quem não houver sido concedida. de 12.DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO TRIBUNAL MILITAR SEÇÃO I . ou Juiz-Auditor. inclusive os relativos a vencimentos.praticar todos os demais atos da sua competência. vantagens. XVII . V . sempre que julgar necessário. CAPÍTULO III . correição geral ou especial em Auditoria ou cartório judicial.6. o Juiz. § 1° O julgamento que tiver sido iniciado prosseguirá.atestar a efetividade dos Juízes e dos JuízesAuditores. faltas ou impedimentos. salvo diárias e transportes. suspeição ou impedimento eventual. Compete ao Presidente do Tribunal Militar: I .determinar.presidir às sessões do Tribunal. regula-se: (a) pela posse. VII . sempre que o afastamento do Juiz for por período igual ou superior a três (3) dias. os mandados de segurança e os feitos que. Art. 1°. prejudicial surgida no curso do processo submetido ao seu julgamento. 1°.corresponder-se com as autoridades públicas sobre todos os assuntos que se relacionem com a administração da Justiça Militar. em objeto de serviço ou de representação. Art. 238. alterar e modificar o Regulamento dos Serviços Auxiliares da Justiça Militar do Estado. tendo somente 14 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . mandando retirar da sala das sessões as pessoas que perturbarem a ordem e autuá-las no caso de desacato ao Juiz. Em caso de afastamento. nos casos de ausência.dar posse e deferir o compromisso legal a JuizAuditor e ao Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal. XXI . A redistribuição de feitos. revogá-la ou estabelecê-la. os demais serão atribuídos ao nomeado para preenchê-la. diárias e passagens (art.Trabalhando pela sua conquista. a órgão do Ministério Público. reclamem solução urgente.DA SUBSTITUIÇÃO NO TRIBUNAL Art.decretar a prisão preventiva. por período superior a trinta (30) dias. ressalvados os processos referidos no artigo anterior. em processo originário. 236. anual e plurianual. A antigüidade do Juiz.74). a classificação ou promoção de Juiz-Auditor. Em caso de vaga. Art.717. e (c) pela idade. XXIII . § 2° Somente quando indispensável para decidir nova questão surgida no julgamento. 240.717. XV . quando. “b”. da Justiça Militar. Conselho de Justiça. XIV .representar o Tribunal nas solenidades e atos oficiais. ou por intermédio do Relator. em sessão secreta. pelos demais membros. Serão redistribuídos. ou mediante representação de encarregado de inquérito policial militar. não se computará. em que se apure crime de indiciado sujeito a seu julgamento.determinar a restauração de autos extraviados ou destruídos. Assistente Judiciário ou funcionário do Tribunal. para fora do território do Estado. e.74). Para compor o quorum de julgamento. XXV . XIX . Art.elaborar. Art. II . Parágrafo único. quando julgar necessário.elaborar e aprovar as propostas orçamentárias. XXVI . cópia de peças ou documentos constantes de processo sob seu julgamento. no Tribunal. da Lei n° 6. por decisão sua ou do Relator.DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL MILITAR Art. com a determinação das providências que se tornarem necessárias. bem assim. VI . mediante oportuna compensação. apurando o vencido. os habeas-corpus. os feitos em seu poder e aqueles em que tenha lançado relatório. XIII . computando-se os votos já proferidos.apreciar representação que lhe seja feita pelo órgão do Ministério Público.remeter ao Procurador-Geral de Justiça ou à autoridade competente. O Presidente do Tribunal será substituído nas suas licenças. XXIV . XII . para o procedimento legal cabível.

todas com o território de jurisdição fixado em lei (Quadro Anexo). b) as apelações e os recursos de decisões ou despachos de Juízes inferiores. ressalvados os casos de quorum especial. sendo quatro (4) militares e três (3) civis.julgar: a) os embargos às suas decisões. art. • Artigo com redação dada pela Lei nº 7. anos de idade. d) os recursos de penas disciplinares aplicadas pelo próprio Tribunal. (Vetado). nomeados pelo Governador do Estado.eleger o seu Presidente e Vice-Presidente. III . são classificadas em 2ª entrância. após nomeados.706/82. por indignidade ou incompatibilidade para o oficialato. são de 1ª entrância. Compete ao Tribunal Militar do Estado: I . São Órgãos da Justiça Militar do Estado: I . nos termos da lei processual militar. e) os recursos de despacho do Relator. para efeito da administração da Justiça Militar. § 4° Revogado (Lei n° 7. nos casos previstos em lei. Art. . Compete aos Juízes a polícia das audiências ou sessões e.DOS ÓRGÃOS JUDICIÁRIOS Art. As decisões do Tribunal Militar.O Tribunal Militar. CAPÍTULO II . previstos na lei processual militar ou no Regimento Interno.os Conselhos de Justiça. exceto a 1ª.restabelecer. por dois anos. para preservar a integridade de competência ou assegurar a autoridade do seu julgado. escrutínio secreto. 26 e 27 da Lei Complementar n° 35/79). e) os Oficiais da Brigada Militar para decretação da perda de posto e da patente. • § 6° com redação dada pela Lei n° 12. TÍTULO II .. serão sempre dadas em sessão plena. tomar todas as medidas necessárias à manutenção da ordem e segurança no serviço da Justiça. mediante avocatória. III .377/05. nos casos previstos em lei. pertencentes ao Quadro de Oficiais Combatentes da Brigada Militar e. obrigatoriamente. pessoal do Tribunal ou do juízo. g) os procedimentos para decretação da perda de cargo ou disponibilidade de seus membros e demais magistrados da Justiça Militar do Estado (arts. e proceder da mesma forma quanto à disponibilidade de qualquer de seus membros. com mais de trinta e cinco (35) . ou entre estes e aqueles. VII .DA DIVISÃO JUDICIÁRIA Art.DA ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA CAPÍTULO I . Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 13 . § 3° No Tribunal Militar. com sede respectivamente em Passo Fundo e em Santa Maria. bem como aos seus membros. O território do Estado do Rio Grande do Sul. bem como propor a criação ou a extinção de cargos e a fixação dos respectivos vencimentos. (Vetado). 3°).. bem como os de atribuições entre autoridades administrativas e judiciária. no exercício dessa atribuição. SEÇÃO II .. nos casos previstos em lei.os Juízes-Auditores. b) Revogado (Lei n° 8.decidir os conflitos de competência de Conselhos de Justiça e de Juízes-Auditores entre si. quer judiciais.conceder desaforamento de processo.DA COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL Art. eleitos dentre seus membros efetivos. modificá-lo ou reformá-lo. VI . Art. . XI .DA COMPOSIÇÃO E COMPETÊNCIA DOS ÓRGÃOS JUDICIÁRIOS MILITARES SEÇÃO I . bem como expedir atos administrativos aos servidores que lhes forem subordinados.. por maioria de votos. com sede na Capital e jurisdição no território do Estado. escolhido dentre os Juízes-Auditores. vedada a reeleição.baixar instruções para realização de concurso de Juiz-Auditor e servidores da Justiça Militar. II . pelo voto de dois terços dos seus membros efetivos.Trabalhando pela sua conquista.763/88. VIII . a perda do cargo e decretar a remoção ou a disponibilidade do Juiz-Auditor.resolver. com sede em Porto Alegre. II . assegurando-lhe defesa. darlhes posse e. por decisão sua ou despacho do Relator. § 6º O Tribunal terá um Presidente. militares. 233.. c) o habeas-corpus. um VicePresidente e um Corregedor-Geral da Justiça Militar do Estado.. membros do Ministério Público e advogados de notório saber jurídico e ilibada reputação. V .os Juízes-Auditores Substitutos. § 2° A 1ª e a 2ª Auditorias. IV . 230. § 1° Cada circunscrição judiciária terá uma Auditoria.conceder licenças e férias. deferirlhes o compromisso legal. a 3ª e a 4ª Auditorias. 230 a 245 TÍTULO I . X . nos termos da lei e do Regimento Interno.propor. relacionados em quadro especial. § 2° A nomeação dos Juízes civis será feita dentre Juízes-Auditores. 232. nos casos previstos em lei. (Vetado). nos termos da lei processual militar.processar e julgar originariamente: a) os mandados de segurança contra atos administrativos do próprio Tribunal ou de seu Presidente. todos de investidura vitalícia. a sua competência quando invadida por Juiz inferior.660/82). d) a revisão de seus julgados e dos de 1ª instância. 231. quer administrativas.. questão Da Justiça Militar: arts. f) os pedidos de correição parcial.DA COMPOSIÇÃO DO TRIBUNAL MILITAR Art.elaborar o seu Regimento Interno. c) os incidentes processuais. compõe-se de sete (7) Juízes. 234. O Tribunal Militar. inclusive requisitar força armada. que terá duas (2). 184. divide-se em três circunscrições judiciárias. aos seus membros e demais Juízes. § 1° A nomeação de Juiz Militar será feita dentre Coronéis da ativa. organizar os seus Serviços Auxiliares e prover-lhes os cargos na forma da lei.. IX . § 5° O número de membros do Tribunal Militar só poderá ser alterado por proposta do Tribunal de Justiça. seu Presidente ou Juiz-Auditor. h) a reclamação. IV . um dos Juízes será.

178. devendo os escrivães.se igual o tempo. ficando a testemunha à frente do Juiz. precedendo autorização do Corregedor-Geral da Justiça (redação dada pela Lei n° 11. Art. As sessões. os Oficiais de Justiça devem conservar-se de pé. 175. 157.QUANTO AOS SERVIDORES Art. Art. Art. evitando qualquer procedimento que possa perturbar a serenidade e faltar ao respeito necessário à administração da Justiça. salvo deliberação em contrário. Durante as audiências. consangüíneo ou afim. II e III não aproveitará àquele que tiver dado causa à incompatibilidade. em linha reta ou colateral até o terceiro grau: I . Art. 170 a 184 CAPÍTULO III . bem como o pregão das partes. inclusive as sentenças prolatadas. devendo levantar-se sempre que o Juiz o fizer em ato de ofício. conservar-se descobertas e em silêncio. Sem consentimento do Juiz ou do Escrivão. as audiências e o expediente do Tribunal de Justiça regular-se-ão pelo Regimento Interno (redação dada pela Lei n° 11. na mesma relação de parentesco. As audiências e sessões realizar-se-ão nos edifícios ou locais para este fim destinados. As correições e inspeções não interrompem as audiências.A preferência estabelecida nos casos dos incs. Art. excetuados o agente do Ministério Público e os advogados. II . se não o fizer. No recinto do Tribunal e nas salas de audiências. Art. Verificada a coexistência de servidores da Justiça na situação prevista neste capítulo. Art. para com o Escrivão do feito. Salvo o caso de inquirição de testemunhas ou permissão do Juiz. 179.DAS AUDIÊNCIAS Art. quando entre as funções dos respectivos cargos existir dependência hierárquica. serão anunciados em voz alta pelo Oficial de Justiça ou por quem o Juiz determinar. § 1° Igual impedimento verificar-se-á quando o procurador de alguma das partes ou o agente do Ministério Público estiver. poderão ser registrados em aparelhos de gravação ou mediante taquigrafia ou estenotipia. o patrono do réu e este.o vitalício. for privado do exercício de suas funções terá sua situação regulada no Estatuto dos Servidores da Justiça. a fim de ser processado.133/98). ou quaisquer outras pessoas. 154. além dos casos previstos em lei. Art. Durante a audiência ou sessão. Poderá o Juiz dar-se por suspeito se afirmar a existência de motivo de natureza íntima que. o Juiz deverá dar-se por suspeito ou impedido e. 176. os Juízes. tomarão assento o Escrivão. ordenará o Juiz a prisão e a autuação do infrator. Art. o iniba de julgar. o mesmo fazendo o patrono do autor e este. Nenhum menor de dezoito (18) anos poderá assistir à audiência ou sessão de Juiz ou Tribunal sem permissão do magistrado que a presidir. o mais antigo no serviço público. gir o serviço. terá preferência em relação aos demais. os espectadores e as pessoas enumeradas no artigo anterior devem apresentar-se convenientemente trajadas (redação dada pela Lei n° 11. Parágrafo único . Nenhum servidor da Justiça poderá funcionar juntamente com o cônjuge ou parente.053/97). Art. os servidores. se necessário. As audiências dos Juízes realizar-se-ão em todos os dias de expediente. 170. 153. para lançamento posterior nos livros competentes. 181. as partes. Em todos os casos previstos neste capítulo e nos códigos de processo. poderá ser recusado por qualquer das partes. sem outra interrupção que a resultante das férias forenses. o agente do Ministério Público sentará à direita do Juiz. Nas audiências ou sessões do Tribunal. 155. 171. O início e o fim das audiências. III . 180. 156. Art. As audiências e sessões dos Juízes de primeira instância serão públicas. CAPÍTULO I . II e III não aproveitará àquele que tiver dado causa à incompatibilidade. advogados e mais pessoas cujo comparecimento seja obrigatório (redação dada pela Lei n° 11. Art. sempre que o exi- 12 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . Art. para posterior transcrição. por motivo justificado. Os espectadores poderão permanecer sentados. do Juiz competente. em conseqüência. consangüíneo ou afim. o que tiver mais tempo de serviço na comarca ou distrito. o lugar do Juiz será destacado dos demais. haverá lugares especiais destinados a servidores. § 2° Se a infração for agravada por desobediência. praticar os atos ou termos em livro especial formalizado.na mesma comarca ou distrito. Parágrafo único. 172. 173. As pessoas presentes às audiências e sessões deverão. O servidor da Justiça vitalício ou estável que. manter-se-ão de pé enquanto falarem ou procederem à alguma leitura.no mesmo feito ou ato judicial. desacato ou outro fato delituoso. Os atos ocorridos nas audiências. II . A preferência estabelecida nos incs. Art. Art. Parágrafo único. Parágrafo único. Parágrafo único. 177. § 2° As incompatibilidades previstas neste artigo não se observam entre os servidores da Justiça e seus auxiliares. 174. ninguém poderá penetrar no recinto privativo do Arts. § 1° Os Juízes poderão aplicar aos infratores as seguintes penas: a) advertência e chamamento nominal à ordem.Trabalhando pela sua conquista. 183.133/98). para executar suas ordens. b) expulsão do auditório ou recinto do Tribunal.se ambos vitalícios. à disposição do Juiz. Art. Na mesa. à esquerda. 182. I . por motivo de incompatibilidade. salvo nos casos previstos em lei ou quando o interesse da Justiça determinar o contrário. Art.133/98). partes.

720/96 transformou os Comissários em "OFICIAL DE PROTEÇÃO DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE") Art. por fé. III .se igual o tempo.DOS DEPOSITÁRIOS Art.apregoar os bens que devam ser arrematados. caput. não sendo isso possível.DOS AVALIADORES Art. em Grupos de Câmaras Cíveis e Criminais.DOS IMPEDIMENTOS E INCOMPATIBILIDADES Art. não poderão funcionar conjuntamente como Juízes. Em suas faltas e impedimentos. 124. anterior. até ser aproveitado. as citações e demais diligências ordenadas pelos Juízes. estudar e diagnosticar os problemas sociais nos feitos que.exercer outras atribuições que lhes forem atribuídas pelo Juiz ou pelo titular da serventia.Trabalhando pela sua conquista. Art. informando ao Juiz das Execuções Criminais e Corregedoria de Presídios. de imediato. recolher as importâncias recebidas ao cartório em que tramita o feito. que votar. 120. datilógrafo e estafeta. Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 11 . poderá ser posto à disposição da CorregedoriaGeral da Justiça. observando o que a respeito dispuser a legislação processual. o devedor. tanto em serviços ou obras públicas da administração direta ou indireta como em entidades privadas. II . cônjuges e parentes consangüíneos ou afins em linha reta. Aos Assistentes Sociais Judiciários incumbe pesquisar. a critério do Juiz. arquivista. IV . SUBSEÇÃO XII . § 2° A infração ao disposto no parágrafo anterior sujeita o servidor a pena de multa. portando.fiscalizar pessoalmente o cumprimento das condições impostas aos liberados condicionais e aos beneficiados por suspensão condicional da pena. SUBSEÇÃO XI . bem como afixar e desafixar editais. 118. Verificada a coexistência de Juízes na situação prevista nos arts. o primeiro dos membros mutuamente impedidos. o atender. por quem o Juiz do feito nomear ad hoc. II .cumprir as determinações dos Juízes.DOS ATENDENTES JUDICIÁRIOS (os cargos de Atendente Judiciário foram transformados em cargos de "OFICIAL ESCREVENTE" pela Lei n° 9. II . assinando os respectivos autos. 117. o que tiver mais tempo de serviço da comarca. ficar impedido de exercer as suas funções. 150 e 151. em Tribunal Pleno. 43 do Código Penal ou em outras leis penais. excluirá a participação do outro. Aos Atendentes Judiciários (transformados em “Oficial Escrevente”) incumbe: I . citado para pagamento. Art. ou de suspensão em caso de reincidência. Aos servidores ou pessoas designadas ou nomeadas Depositários (art. informando ao Juiz das Execuções Criminais e Corregedoria de Presídios sobre o cumprimento das obrigações a ele impostas.fiscalizar pessoalmente o cumprimento. não poderão ter assento na mesma Câmara. § 4° Nos tribunais. terá preferência. 123. 119. ascendentes e descendentes. o Oficial de Justiça que efetuar recebimento deverá. Aos Avaliadores (art. pessoalmente. consangüíneos ou afins.o vitalício. 150 e 157 TÍTULO IV . § 1° Quando. III .realizar. Juízes com os impedimentos antes referidos. 152. o respectivo ato. SUBSEÇÃO VIII . § 3° Exceto em atos ou processos administrativos ou de jurisdição graciosa dos tribunais. Aos Comissários de Menores incumbe proceder a todas as diligências previstas na legislação especial de menores e executar as determinações do respectivo Juiz (transformado em “Oficial de Proteção da Infância e da Juventude” pela Lei n° 10. SUBSEÇÃO VI .atender a outros encargos que lhes forem cometidos por lei ou regulamento e cumprir as determinações e mandados do Juiz das Execuções Criminais. Art. 122. em relação aos demais: I . § 2° Igual impedimento verificar-se-á com relação ao agente do Ministério Público e advogado domiciliado na comarca. § 1° O disposto neste artigo não se aplica às comarcas providas de cinco (5) ou mais varas. 150. Aos Oficiais de Justiça incumbe: I .720/96). Arts. III .DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA Art. o exijam. II . consoante disposto no Estatuto da Magistratura.DOS COMISSÁRIOS DE MENORES (o art. 151. das penas restritivas de direitos enumeradas no art.DOS ASSISTENTES SOCIAIS JUDICIÁRIOS Art. SUBSEÇÃO IX . Aos Comissários de Vigilância incumbe: I . irmãos ou cunhados.proceder pessoalmente a todas as investigações relativas aos sentenciados colocados em trabalho externo. os Oficiais de Justiça serão substituídos. 121. 102) incumbe a guarda. regulamentos e provimentos. segundo escala ou designação do Diretor do Foro e. O Magistrado que. bem como em linha colateral até o terceiro grau. SUBSEÇÃO X . 102) incumbem as atribuições que lhe são conferidas pelas leis processuais.lavrar certidões e autos das diligências que efetuarem. SUBSEÇÃO VII . o mais antigo no serviço público. pelo sentenciado. IV . Na mesma comarca. em virtude de execução por título judicial ou extrajudicial.executar os serviços de expediente e de atendimento e exercer as funções de protocolista.DOS COMISSÁRIOS DE VIGILÂNCIA Art. por motivo de incompatibilidade. 26 da Lei n° 10.074/90) Art. durante o cunhadio.se ambos vitalícios. conservação e administração dos bens que lhes forem confiados. não poderão funcionar como Juízes os cônjuges.

Junto a cada uma das varas regionais da Tristeza. XII. contra menor.cada feito será lançado na ordem rigorosa de sua apresentação. Art. 109. sem que o Juiz haja visado a respectiva conta de custas. bem como a expedição de alvará de folha corrida.proceder a todos os cálculos aritméticos que nos feitos se tornem necessários. e) especial. antes de realizado. quando for o caso. de acordo com o respectivo Regimento. ao Tesouro do Estado. praticar todos os atos do ofício. 107. criado em lei. o dia e hora de sua apresentação em cartório. nas petições. Art. I será exercida por Oficial Escrevente da Vara. não podendo ser revelado a quem caberá a distribuição. até o seu provimento. XII. por este Código. juros. § 2° O Oficial Escrevente poderá ser designado para exercer a função de Oficial Ajudante. em suas faltas e impedimentos ou. 116.DOS OFICIAIS AJUDANTES Art. conferido pelos Escrivães respectivos. autorizado pelo Juiz. os Escrivães e os Oficiais não poderão fornecer informações verbais sobre o estado e andamento dos feitos. III . conferir e consertar traslados. desde que este cargo. observadas as determinações da Corregedoria-Geral da Justiça. O expediente administrativo do Diretor do Foro. autenticar. Art. 17 .Trabalhando pela sua conquista. Aos Distribuidores incumbe a distribuição dos feitos. II . às entidades de classe. as cartas rogatórias. intimação e para inquirição das pessoas a quem a lei confere o privilégio de indicar local e hora para serem inquiridas.certificar.atuar nas audiências. ainda. em substituição. no caso de vaga.contar salários. IV .lançar esboços de partilhas. SUBSEÇÃO II . as funções do titular do cartório. 113. bem como o mapa demonstrativo. e.DOS CONTADORES JUDICIÁRIOS Art. pelo Escrivão designado.DOS OFICIAIS ESCREVENTES Art. caberá recurso voluntário para o Conselho da Magistratura.datilografar sentenças. mensalmente. A designação prevista neste parágrafo não pode ser cumulada com a referida no parágrafo 10 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos .além do registro dos feitos no livro respectivo. multas e honorários de advogado.866/96).DOS DISTRIBUIDORES Art. V . 108.720/96 criou um cargo de Distribuidor-Contador para o Foro Regional do Quarto Distrito criado pela Lei n° 10. SUBSEÇÃO IV . mediante indicação do respectivo Juiz titular. extrairá mandado para que a diligência seja efetuada por Oficial de Justiça.proceder ao cômputo de capitais. Art. b) de arresto ou seqüestro. decisões e despachos.fiscalizar e zelar pela freqüência e observância dos horários. III . contempladas em lei. 15 . sempre fundamentado. Compete. f) administrativo. Art. bem como nas comarcas do interior de maior movimento forense. nas do interior do Estado. § 3° Do indeferimento.substituir o Escrivão.autenticar reproduções de quaisquer peças ou documentos de processos. art. antes da pronúncia ou sentença definitiva. o Escrivão. Art. 18 . § 1° Nos casos previstos no inc. § 1° Na Comarca da Capital e nas de entrância intermediária. 112.exercer outras atribuições compatíveis que lhes forem cometidas pelo Juiz ou pelo titular da serventia.os livros dos Distribuidores obedecerão aos modelos estabelecidos pela Corregedoria-Geral da Justiça. Aos Contadores Judiciários incumbe: I .remeter. 111. aos Oficiais Ajudantes. vedada mais de uma designação para cada ofício judicial. 16 . Quando não puder realizar intimação fora do cartório. III .auxiliar o Juiz. Distribuidor ou Contador Judiciário. somente serão fornecidas mediante petição deferida pelo Juiz competente. de caráter reservado. Aos Oficiais Escreventes incumbe: I . II . II . quando designado. expedindo guias de recolhimento. serão organizados índices alfabéticos facultando o uso de fichário ou computador. esteja vago ou seu titular licenciado por prazo superior a trinta (30) dias. penas convencionais. VI . SUBSEÇÃO III . § 2° As certidões. SUBSEÇÃO V . exercer. inclusive realizando pesquisas de jurisprudência e doutrina. d) penal.extrair. com relação aos demais servidores do cartório. 115. desde que não haja Oficial Ajudante ou este esteja impedido. IV . as quantias recolhidas. 155). será utilizado na distribuição o serviço de computação de dados. serão atendidos na Comarca de Porto Alegre pelo Escrivão da Vara da Direção do Foro. salvo às partes e a seus procuradores. antes de publicada a sentença.proceder aos cálculos de liquidação de impostos e taxas. do Alto Petrópolis e do Partenon haverá um cargo de Distribuidor-Contador (art. No Foro Centralizado e nos Foros regionais da Comarca de Porto Alegre. datilografando os respectivos termos. V . c) formado em segredo de justiça (CPC.realizar todos os atos que lhes forem atribuídos pelas leis processuais. 14 . e em resoluções do Conselho da Magistratura e da Corregedoria-Geral da Justiça.manter e escriturar o livro e protocolo geral e os demais livros de uso obrigatório. seu rendimento e atualização. 96) (Lei n° 10. observadas as seguintes normas: I . do Sarandi. Nenhum processo será encaminhado à segunda instância ou poderá ter a execução iniciada. emolumentos e custas judiciais. a) de interdição. nos casos enumerados no inc. as precatórias para citação. Os Oficiais Ajudantes podem. a função do inc. 110. concomitantemente com o Escrivão. notificação. 13 . 114.

9º) Comissário de Menores.preparar. bem como os de categoria administrativa da Vara de Menores. 8º) Ofícios dos Registros Especiais. 9º) Ofícios Distritais. CAPÍTULO II . Parágrafo único .zelar pela arrecadação da taxa judiciária. autos conclusos ou com vista.Sob a denominação de Ofício dos Registros Especiais podem ser reunidos o Registro Civil das Pessoas Jurídicas. o cartório em que estiver lotado.Nas Comarcas que disponham de quatro ou mais Varas. depois de vistos em correição. custas e demais exigências fiscais e outros quaisquer valores devidos pelas partes.entregar.131/86) Arts. independentemente de despacho. 4º) Distribuidor-Contador.remeter à Corregedoria-Geral da Justiça.As funções gratificadas de Depositário Judicial e de Avaliador Judicial serão exercidas por servidor judicial. 3 . 7 .Trabalhando pela sua conquista. observada a forma prescrita. 4º) Ofícios do Registro Civil das Pessoas Jurídicas. 102 . 93 . 99 .ter em boa guarda os autos. (Redação dada pela Lei nº 8.DOS ESCRIVÃES Art. haverá uma função gratificada de Depositário Judicial e uma função gratificada de Avaliador Judicial. 7º) Atendente Judiciário.Na categoria especial ficam reunidos os funcionários cujas atribuições não digam respeito. 236 e 237). privativos ou não.Sob a denominação de Ofício dos Registros Públicos podem ser reunidos em um só Ofício o Registro de Imóveis. que deve ser publicada.atender às audiências marcadas pelo Juiz e acompanhá-lo nas diligências.Nas Varas Regionais e nas Comarcas do interior do Estado. arts.Nos Ofícios Distritais. Art. 106.DAS CATEGORIAS E CLASSES FUNCIONAIS DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA Art. que lhe arbitrará a remuneração. em estabelecimento autorizado. serão lotados os seguintes servidores: 1º) Escrivão.Na comarca de Porto Alegre. os quais terão serviços privativos de acordo com os das respectivas Varas.escrever. livros e papéis findos.DAS ATRIBUIÇÕES SUBSEÇÃO I .Em casos excepcionais.A cada Vara corresponderá um cartório. nas demais comarcas. do que constar nos autos. o Registro Civil das Pessoas Naturais e das Pessoas Jurídicas. os Oficiais Escreventes. a estas corresponderão o número de cartórios e sua denominação.chefiar. todos os termos dos processos e demais atos praticados no juízo em que servirem. quando for o caso. ou do bem a ser depositado. o de Títulos e Documentos e o de Protestos Cambiais. Seção I . 11 .manter classificados e em ordem cronológica todos os autos.Dos Servidores do Foro Judicial Art. 96 . os Oficiais Ajudantes.Considerada a classificação dos ofícios e o âmbito das respectivas atribuições funcionais. Art.074/90) 8º) Oficial de Justiça. o de Títulos e Documentos e o de Protestos Cambiais. a nota de expediente. livros e papéis no seu cartório. 6 . 98 . (Redação dada pela Lei nº 8.131/86) § 1º . salvo quando a certidão se referir a processo: Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 9 . Promotor ou Advogado. ao fim de cada bimestre.131/86) § 2º . sendo denominados serventuários. diretamente. 100 . (Vide Lei nº 9. à atividade judicial. 2º) Distribuidor. 3º) Contador Judiciário. 12 . o expediente do Juiz. incumbe: 1 .fornecer certidão. Art. (Redação dada pela Lei nº 11. a Juiz. Art. 6º) Oficial Escrevente. 106 a 124 SEÇÃO II .A organização e classificação dos Serviços Auxiliares do Tribunal de Justiça são definidos nos respectivos Regimento Interno e Regulamentos. 8 . diretamente pela parte ou seu procurador. as atribuições do Contador ficam a cargo do respectivo oficial. mediante carga. 97 . 5 . na comarca da capital e naquelas em que houver órgão de publicação dos atos oficiais (CPC. (Redação dada pela Lei nº 8. Art. os autos. 101 . 5º) Ofícios do Registro de Títulos e Documentos. Parágrafo único . diariamente. c) servidores de categoria especial. 91. tendo em vista a natureza do bem ou direito a ser avaliado.133/98) Art. 95 . 9 . Art.720/96) 10º) Comissário de Vigilância. os Oficiais de Justiça e. b) servidores extrajudiciais. Aos Escrivães. livros e papéis de seu cartório. 5º) Oficial Ajudante. expedindo as guias para o respectivo depósito. 10 . as atribuições de Contador e Distribuidor serão reunidas num só cartório.elaborar diariamente. a função de Avaliador ou de Depositário poderá ser exercida por pessoa nomeada e compromissada pelo Juiz do feito. 4 . demonstrativo do movimento forense do seu cartório. organizando e conservando atualizados índices e fichários.Gozam de fé pública. 2 . sob proposta fundamentada do Juiz de Direito Diretor do Foro. livros e papéis a seu cargo. com as atribuições correspondentes à competência do respectivo Juiz. os titulares de ofícios do Foro judicial e extrajudicial. 11º) Assistente Social Judiciário. haverá uma função gratificada de Depositário-Avaliador Judicial. 6º) Ofícios de Protestos Cambiais. 7º) Ofícios dos Registros Públicos. designado pelo Presidente do Tribunal de Justiça. três são as categorias de servidores: a) servidores judiciais.Nos ofícios enumerados no art. afixando também uma cópia em local público. sob a supervisão e direção do Juiz. Art. 94 . (Vide Lei nº 10. privativo ou não. quando em substituição ou se juramentados.recolher ao Arquivo Público.

Dos Recursos das Penas Disciplinares Art. 783 .Encerrada a instrução o indiciado terá vista dos autos. as razões da exceção. 7º) Cartórios de Distribuição e Contadoria. III . caso em que este poderá produzir outras provas em sua defesa. para a apresentação de razões. § 1º . § 2º .No relatório. 8 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . 5º) Cartórios de Distribuição. ao Corregedor Geral. podendo a autoridade.DA CLASSIFICAÇÃO Art. SEÇÃO VI . 784 .Durante o processo poderá o juiz ordenar qualquer diligência que tenha requerida ou se lhe afigure necessária ao esclarecimento do fato. 2º) Ofícios do Registro de Imóveis.A testemunha não poderá eximir-se de depor. 788 . à autoridade julgadora.Os ofícios do Foro Judicial. produzir prova documental e arrolar testemunhas.Os Serviços Auxiliares da Justiça são constituídos pelos ofícios que integram o Foro Judicial e o Extrajudicial e. compreendem: 1º) Cartórios privativos de Varas Criminais. conforme o caso. 791 . ao comando a que estejam subordinados. as provas colhidas. à autoridade competente. Art. pelos quais tramitam os processos de qualquer natureza.Havendo necessidade de concurso de técnicos ou peritos oficiais. quando esta for a pena aplicada. 90 .133/98) Art. o juiz apreciará as irregularidades e faltas funcionais imputadas ao indiciado. no prazo de cinco dias.O órgão competente proferirá a decisão no prazo de dez dias. § 1º . 91 . até noventa dias desde que a sua permanência no cargo possa prejudicar a investigação dos atos. censura ou de conversão da suspensão em multa. Art.Poderá o juiz sugerir quaisquer outras providências que lhe parecerem necessárias.A pedido do juiz processante ou de ofício poderá o Corregedor Geral ordenar a suspensão preventiva do servidor.Findo o processo.Não encontradas as testemunhas de defesa. o das Secretarias do Tribunal de Justiça. propondo a absolvição ou a punição e. 6º) Cartórios de Contadoria.Havendo no processo mais de um indiciado.Os ofícios do Foro Extrajudicial nos quais são lavradas as declarações de vontade e executados os atos decorrentes da legislação sobre registros públicos compreendem: 1º) Tabelionatos. por três dias.O prazo de interposição de recurso é de cinco dias. 786 . Art. § 4º . após o interrogatório. à instância administrativa superior. o número de testemunhas de cada um não excederá de três. prosseguir-se-á nos demais termos do processo. ou ao Conselho Superior da Magistratura.Findo o prazo do artigo anterior.contagem do tempo de serviço relativo ao período de suspensão preventiva. Art.Trabalhando pela sua conquista. (Redação dada pela Lei nº 11. 787 .O servidor suspenso preventivamente terá direito a: I .DOS SERVIÇOS AUXILIARES DA JUSTIÇA CAPÍTULO I .Os servidores públicos arrolados como testemunhas serão requisitados aos respectivos chefes de serviço e os militares. 792 . no prazo de cinco dias. a contar da data em que o interessado tiver conhecimento da decisão. neste caso. Art. § 4º . a autoridade processante os requisitará a quem de direito. em casos especiais. 790 .Se a decisão for mantida. o juiz apresentará o seu relatório. 92 . 782 . Parágrafo único . poderá requerer diligência. Art. 789 . SEÇÃO V .Os recursos previstos neste estatuto terão efeito suspensivo.Da Suspensão Preventiva Art.vencimentos do cargo ou função.Da aplicação da pena disciplinar caberá recurso à autoridade imediatamente superior a que impôs a sanção. Art. indicará a pena a ser aplicada. § 3º .É permitido ao juiz tomar conhecimento de argüições novas que surgirem contra o indiciado. 2º) Cartórios privativos de Varas Cíveis. 3º) Ofícios do Registro Civil das Pessoas Naturais. judicar o andamento do processo. 4º) Cartórios Judiciais não Privativos.A suspensão preventiva poderá ser prorrogada. Parágrafo único . será remetido para julgamento. que o julgará dentro de dez dias. justificando. no prazo de três dias. § 2º . mediante petição fundamentada. II . Código de Organização Judiciária do Estado Noções gerais de organização judiciária Arts. recebê-los com efeito meramente devolutivo.contagem de tempo de serviço correspondente ao período de afastamento que exceder o prazo de suspensão. salvo nos casos previstos no Código de Processo Penal. 785 . 99 a 102 TÍTULO III .O indiciado dentro de dois dias. quando do processo não resultar punição. bem assim. outras em substituição. o recurso subirá. § 3º .A folha de serviço do indiciado constará dos autos do processo. as razões de defesa. Art. Art.O recurso será interposto. em mãos do secretário. 3º) Cartórios privativos de Varas Especializadas. e não indicando o indiciado. ou quando esta se limitar às penas de advertência. § 1º . Art. § 2º .

Parágrafo único . assistir aos atos probatórios. cará as penalidades previstas nos incisos VI e VII. as testemunhas e o servidor. deverão comunicar. Art. Parágrafo único . 777 . 780 . quando confessada documentalmente provada ou manifestamente evidente a falta. Art. Art. 774 .VETADO. designará o juiz processante e mencionará o motivo do processo e o tempo em que deverá ser ultimado. na matéria.O prazo a que se refere o § 2º será contado da primeira publicação. será citado por via postal. devendo constar no respectivo mandato o resumo o fato a apurar o direito de constituir defensor e de arrolar testemunhas. § 3º .O Corregedor Geral conhecerá. em carta como aviso de recebimento. II .O processo administrativo será realizado por um magistrado. hora e local da audiência inicial. remeterá os autos ao juiz diretor do foro da comarca de origem. 756. SEÇÃO II . no caso do estágio probatório. quando a falta não se revelar evidente.No dia designado. 771 . § 3º . 756. 770 . sem que compareça o indiciado. SEÇÃO III .O sindicante verificará as circunstâncias do fato. em grau de recurso.Trabalhando pela sua conquista. o juiz processante fará citar o indiciado. § 2º . 756. Art.O juiz processante designará servidor para exercer as funções de secretário. quando houver qualquer representação sôbre a irregularidade ou falta do servidor. e de tudo dará conhecimento.A sindicância poderá ser feita por juiz ou serventuário da Justiça. Art. à vista do processo administrativo revelador do fato penal punível. o autor da representação. juntando-se ao processo o comprovante. II .O Corregedor Geral.Somente por motivos excepcionais poderá ser autorizada mais uma prorrogação. à vista da comunicação de que trata o artigo anterior ou em virtude de representação.obrigatòriamente. no processo. 756. salvo prorrogação concedida pelo Corregedor Geral. inciso VI e VII. SEÇÃO IV . Parágrafo único . para os fins convenientes. 769 . § 1º . preferencialmente por juiz corregedor.Cabe sindicância: I .Dos Atos e Termos do Processo Administrativo Art. com defensor designado pelo juiz.O processo administrativo será promovido: I . Art. passível de suspensão ou. se for o caso. requerendo o que julgar conveniente aos seus interesses. sindicância a respeito.O juiz poderá determinar o afastamento do defensor que criar embaraços ou procurar pre- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 7 . até noventa dias. à autoridade que o nomeou.Do Processo Administrativo Art.As autoridades judiciárias. 776 . até sessenta dias. em relatório sucinto. 767 .Achando-se o indiciado ausente do lugar em que corre o processo. solicitará ao diretor do foro. inquirindo. 763. excetuados os casos do art.O Conselho Superior da Magistratura ou o Corregedor Geral. § 4º . Art. 775 . Art. quando a falta possa determinar a aplicação das penas previstas nos incisos VI e VII do artigo 756.O processo administrativo será iniciado no prazo de três dias contados do recebimento da designação e concluído dentro de trinta dias. em número não superior a cinco.Da Sindicância Art. Art. e interrogará o indiciado. sempre que tiverem conhecimento de faltas funcionais. certificando o secretário. advogados e os agentes do Ministério Público. a citação se fará por edital. o processo seguirá à sua revelia.A sindicância é obrigatória na esfera administrativa. 773 .O juiz denegará requerimento impertinente ou manifestamente protelatório ou de nenhum interesse para o esclarecimento de fato. Art. por escrito. 778 . praticadas por servidor que possam determinar a aplicação das penas previstas no art. desde logo.Feita a citação. ao Corregedor Geral da Justiça. ao baixar portaria. o juiz ouvirá o representante e o prejudicado. § 2º . 766 . Art. com o prazo de dez dias. de demissão. nomeará magistrado para instaurar o processo administrativo.O indiciado tem direito de. sem formalidades.Nos casos dos incisos I a V do art.como condição da imposição das penas previstas nos incisos I a V do art.Das decisões originárias do Corregedor Geral caberá recurso para o Conselho Superior da Magistratura. as datas em que as publicações foram feitas. apreciará os documentos que possam esclarecer a infração. 764 . a pena poderá ser aplicada. 763 . pessoalmente ou por intermédio de defensor. quando fôr o caso de imposição de pena de suspensão até sessenta dias. inserto duas vezes no órgão oficial. 779 .Aplicam-se no processo administrativo as disposições da legislação penal.facultativamente. se houver. passando a inquirir as testemunhas.Não sendo encontrado o indiciado ou ignorando-se o seu paradeiro.como preliminar do processo administrativo. a autoridade poderá determinar novas diligências e. afinal. Art. após o processo administrativo de que trata este Código. 768 . decidirá ou mandará instaurar o processo administrativo.De posse do relatório e à vista das informações. das decisões disciplinares dos juízes de primeira instância. ao servidor indiciado. independentemente de sindicância ou processo administrativo. 772 . 765 . suspendendo ou não preventivamente.O Corregedor Geral.O juiz que não cumprir o disposto no artigo será punido com a pena de suspensão. Art. bem como o dia. Art. 781 . Art.Iniciando o processo. se houver. Parágrafo único . nos casos dos incisos VI e VII do art. Art. ou. designado pelo Corregedor Geral.

será abonada importância equivalente a um mês do vencimento que o servidor percebia.O Conselho Superior da Magistratura só apli- CAPÍTULO II .advertência. Art. aos herdeiros necessários do servidor da Justiça. SEÇÃO V . 732 .Na falta das pessoas enumeradas. conforme a gravidade do prejuízo causado à Justiça. mais os comprovantes da despesa.a de suspensão quando a falta for intencional ou de natureza grave. c) indisciplina ou insubordinação reiteradas. § 3º . a pena de suspensão poderá ser convertida em multa. será indenizado das despesas.Do Auxilio Funeral Art. sem causa justa. f) violação de segredo de Justiça. e no caso de reincidência. vício de jogos proibidos ou de embriaguez habitual. Art. 730 . III . do art. em virtude de ato reiterado de negligência ou de procedimento público incorreto ou indecoroso. após ter contribuído para o Instituto de Previdência do Estado. em selos estaduais parceladamente.O servidor punido com pena de suspensão perderá todos os direitos e vantagens do exercício do cargo. 758 .a de multa nos casos previstos neste Código e nas leis processuais. Art. pelo reiterado retardamento dos feitos e corresponde aos dias excedidos. do servidor que falecer.Da Pensão Art. até o máximo de cinco dias do vencimento do cargo ou função. por mais de trinta dias consecutivos. à pena de reclusão por mais de dois anos ou de detenção por mais de quatro. III . autoridades públicas. § 1º . Art. em sua falta. b) recebimento de quaisquer vantagens. § 2º . por ano sem licença da autoridade competente. o diretor do foro ou seu substituto legal nos casos dos incisos I a V. ou em virtude de sentença judicial. 731 . falta grave ou defeito moral. 759 .a de perda de vencimentos e de tempo de serviço.As penas do artigo anterior serão aplicadas: I . deixar de cumprir os prazos e formalidades legais ficará sujeito às penas dos incisos I a III do art.A contribuição dos servidores para o Instituto de Previdência do Estado incidirá sobre a remuneração efetivamente percebida. VII .suspensão até sessenta dias.O servidor que.a de demissão a bem do serviço público nos casos de: a) procedimento irregular. II . ou ausência do serviço. nos casos de negligência. às partes ou a seus advogados. condenação judicial punida com reclusão.censura. III . 757. em qualquer tempo. é assegurado uma pensão nas mesmas condições previstas nos artigos 536 a 542 deste Código. 760 .Os servidores da Justiça estão sujeitos às seguintes penas disciplinares: I . até a quantia referida neste artigo. Art. 757 . pagos pelo servidor.a de censura na falta de cumprimento dos deveres funcionais.O titular de vara ou seu substituto legal nos casos dos incisos I e IV.a de advertência. e ainda nas hipóteses previstas nos artigos 642 e 799 do Código de Processo Penal.Trabalhando pela sua conquista. e o pagamento será efetuado pela respectiva repartição pagadora. SEÇÃO VI . desde que a inflação não seja punida com pena mais grave. por crime cometido com abuso de poder ou violação de dever inerente a função pública.Da Ação Disciplinar SEÇÃO I . VII . 756 .A despesa correrá pela dotação própria do cargo. 762 . por outro crime. exceto os vencimentos. verbalmente ou por escrito. e) mais de duas suspensões passadas em julgado. ou cinco intercaladas.a de demissão nos casos de: 6 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . d) referência injuriosa. para anotação na ficha funcional.A pena de demissão somente será imposta com fundamento em processo administrativo.demissão a bem do serviço público. quem houver custeado o funeral do servidor. VI . Parágrafo único . a) abandono de cargo.Aos dependentes. V . § 1º . calculada de acordo com o pré-fixado para a sua aposentadoria. respectivamente. Art. Parágrafo único . que incompatibilize o servidor para o desempenho do cargo. 761 . IV .multa.Se o servidor percebia apenas custas.Das Penas e sua Aplicação Art. IV . V .Quando o serviço público o exigir. b) a incontinência pública escandalosa. Art. a importância será correspondente a uma mensalidade. para atender às despesas de funeral e de luto.Toda pena imposta a servidor deverá ser comunicada ao Conselho Superior da Magistratura. caluniosa ou difamatória à Justiça.São competentes para a aplicação das penas previstas no art. no caso do parágrafo anterior. bem como nos casos de reincidência em falta já punida com censura. d) condenação. independentemente de teto.Ao cônjuge sobrevivente e. em três meses. 756: I . procederá um ofício nos casos da letra e) VI.demissão. nos feitos em que funcionarem. VI . II .perda de vencimentos e tempo de serviço. em dinheiro ou não. ou de sessenta alternados.O Conselho Superior da Magistratura. mediante a apresentação da certidão de óbito e. 756.O Conselho Superior da Magistratura. c) condenação a pena privativa de liberdade. nos casos previstos nos incisos VI e VII. do. no decurso de doze meses. aplicar-se-á a punição prevista no inciso IV do mesmo artigo. viúva e filhos. II .O Corregedor Geral. além daquelas que lhes sejam devidas pelas partes.

Art. o acréscimo qüinqüenal de cinco por cento e até o máximo de trinta por cento. § 2º .Os escrivães e os titulares de ofício ou função darão recibo das custas recebidas. 723 .Os servidores não terão direito a qualquer custa ou emolumentos.Do Abono Familiar Art. será tomado em conta.047. respeitadas as disposições do Regimento de Custas Judiciais do Estado. obrigatòriamente. SEÇÃO III . SEÇÃO I .Para os efeitos deste artigo. § 2º . 718 . por determinação superior.abono familiar.diárias. e acompanhar-lhes-á as oscilações.O abono familiar será concedido ao servidor da Justiça nas mesmas condições previstas para os demais funcionários públicos civis do Esta- Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 5 . apenas o tempo de serviço prestado pelo serventuário em um dos cargos que exercer. de cinco em cinco anos do efetivo exercício. na proporção estabelecida para os funcionários públicos civis do Estado. nos processos em que o pagamento caiba à Fazenda Estadual. desde que atendam aos pressupostos enumerados na citada lei e nos termos do artigo.No caso de serviço sujeito ao regime de percepção exclusivamente de custas. desde que dita transferência tenha encontrado o funcionário em exercício. IV . § 12 .Trabalhando pela sua conquista. Art.Constituem vantagens pecuniárias dos servidores da Justiça: I .O servidor da Justiça que se deslocar temporàriamente de sua comarca. calculada sobre a remuneração que perceberem do Estado. 728 . logo à abertura do respectivo inquérito administrativo.Nos serviços da Justiça haverá gratificação adicional por tempo de serviço.Computar-se-á.acréscimos qüinqüenais. § 9º . II . 717 . § 10 . 724 . 721 . § 1º .pensão.Nenhum empregado poderá perceber remuneração inferior ao salário mínimo regional. 722 .Os demais auxiliares e empregados da Justiça perceberão a remuneração que convencionarem com o titular do serviço. 725 . SEÇÃO III . a gratificação adicional será calculada tomando-se por base os vencimentos dos escrivães de igual entrância. Art. ou transferido para a União e arrendado ao Estado. terá direito a diárias.Aos escrivães distritais e aos oficiais de Justiça classificados em localidade de difícil provimento ou em comarcas ou varas onde a remuneração decorrente do regime de custas fôr deficiente. terá direito a incorporar aos seus vencimentos as vantagens decorrentes da aludida Lei. acompanhando-lhes as oscilações. VI . somente se computará até o máximo de um quinto de serviço público estranho ao Estado. § 3º . tudo após as formalidades legais.No caso de acumulações remuneradas permitidas em lei.Computar-se-á integralmente o tempo de serviço prestado em município do Estado que conceda idêntica vantagem ou que a concedia quando do ingresso do funcionário no serviço estadual. 726 . SEÇÃO IV . Art.auxílio funeral. em objeto de serviço.O serventuário ou funcionário pagará.O acréscimo qüinqüenal será sempre proporcional aos vencimentos ou proventos. bem como o tempo de serviço prestado às autarquias do Estado e às emprêsas e instituições cujo patrimônio tenha sido ou venha a ser transferido ao Estado. como o pago pelo titular do serviço. em caso de inobservância do disposto neste artigo. calculada sobre os vencimentos básicos ou sobre os proventos de aposentadoria. Art. § 11 . V . calculado sôbre o vencimento básico.Na contagem do tempo de serviço para efeito de acréscimos qüinqüenais previstos neste estatuto.Das Custas Art. poderá ser atribuída uma gratificação de até 20%. CAPÍTULO II . § 1º . calculada sobre a organização que perceber do Estado.Aos servidores do Tribunal do Júri da Capital é atribuída uma gratificação de 25%. 720 . Art. 729 . a contar da data em que deveria ocorrer a incorporação.Das Diárias Art.Dos Acréscimos Quinquenais Art. Parágrafo único . integralmente. 719 . Parágrafo único . a partir da data da aposentadoria.A gratificação adicional será concedida nos termos dos artigos 110 e 112 do Estatuto dos Funcionários Civis do Estado.Das Gratificações Art. compreende-se na remuneração do auxiliar tanto o vencimento pago pelo Estado. contando mais de quarenta e cinco anos de efetivo serviço público estadual e que não tiver ainda adquirido os 15% especiais de que trata a Lei nº 4. calculando-se o acréscimo qüinqüenal sobre o maior vencimento por êle percebido. SEÇÃO II . o tempo de serviço na Fôrça Expedicionária Brasileira na última guerra mundial. para os efeitos de acréscimos qüinqüenais.Ao servidor da Justiça é assegurado. a seus auxiliares e empregados um abono de família.Todo serventuário ou servidor da Justiça quando se aposentar.Estes direitos e vantagens se estendem aos servidores aposentados em qualquer época. no entanto.As custas serão pagas pelas partes ao titular do ofício ou função e serão iguais em todas as entrâncias. mediante lista oficial organizada pelo Conselho Superior da Magistratura. sempre que no ofício ou função houver mais de dois servidores da mesma classe.gratificações. Art.Os juízes das varas ou comarcas e os corregedores deverão proceder a suspensão imediata do servidor. em quantia igual à percebida pelos servidores públicos do Estado. 727 . III .Das Vantagens Pecuniárias Art.

respeitando o salário mínimo da região.. os servidores da Justiça. d) os comissários de menores. § 1º .1....... 713 . TÓPICOS DE LEGISLAÇÃO: MATÉRIA ADMINISTRATIVA E DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Estatuto dos Servidores da Justiça (Lei Estadual nº 5.. SEÇÃO II .1ª 2ª 3ª 4ª Ajudante ..1 1.Dos Vencimentos dos Serventuários e Funcionários da Justiça Art.7 2 3 Escrevente ... corresponderá sempre aumento automático em todas as demais entrâncias e classes.Os vencimentos dos servidores da Justiça. II ... h) os oficiais de justiça..perceberão vencimentos: a) os assistentes sociais... § 5º . d) os escrivães distritais. serão aumentados.Os escrivães criminais da 4ª entrância não poderão perceber vencimentos inferiores ao mais alto padrão pago pelo Estado.perceberão vencimentos e custas: a) os escrivães do Crime. tomando-se por base os percebidos pelos servidores de 4ª entrância. Acidentes de Trânsito. b) os tabeliães..... por merecimento e por antigüidade.Os porteiros e oficiais de justiça perceberão vencimentos não inferiores a 80% dos que forem pagos pelo Estado aos escrivães criminais na respectiva entrância. § 3º ...... na mesma proporção. serão fixados de entrância para entrância com diferença não maior a quinze por cento... § 2º . fixará o número de escreventes e datilógrafos que comporá o quadro. b) os taquígrafos.. § 8º .... c) os escrivães judiciais. da Capital. 715 .Não prevalecerá o disposto no art. de Execuções Criminais e de Falências e Concordatas. de Família e Sucessões. se o titular do ofício organizar quadro de carreira englobando quantos prestem serviço não eventual à serventia.A direção do foro.perceberão somente custas: a) os oficiais extrajudiciais.Sempre que houver alteração do salário mínimo regional será também alterado o salário dos servidores mencionados neste artigo...À cada classe funcional existente na serventia correspondente igual salário...3 1. § 2º ... Art....Da Remuneração dos Auxiliares e Empregados da Justiça Art. com promoções alternadas.4 1.... apurado em qualquer das formas permitidas em direito.O aumento de uma classe de servidores. Art..... f) os escrivães de menores. 716 . no prazo de sessenta dias desta lei.. da Provedoria.. e de Acidentes do Trabalho da Capital e do Cível de Pelotas.2 1..A aquisição salarial não será obrigatória se entre as pessoas consideradas houver diferença de tempo de serviço superior a dois anos. g) os contadores. i) os porteiros de auditórios. b) os escrivães do Cível e Crime da 2ª instância.......4 2 Datilógrafo .. tomando por base os índices do salário-mínimo regional: Entrância. da Fazenda Pública. h) os escrivães do Cível. § 4º . na mesma proporção.O preenchimento da função vaga ou criada far-se-á pelo critério preferencial entre os integrantes da classe imediatamente anterior. 712 ..O quadro referido no § 4º. f) os distribuidores. Art. d) os oficiais do Registro de Imóveis...Sempre que houver aumento para os demais funcionários públicos do Estado. § 3º ... 2º...1. f) os oficiais do Registro de Títulos e Documentos.. para cada classe funcional.Fica o titular do ofício ou função com a faculdade de indicar quem lhe aprouver à função de auxiliar se o candidato recrutado na forma do parágrafo anterior não lograr aprovação na prova de habilitação.Trabalhando pela sua conquista.256/66) Dos vencimentos e vantagens Da ação disciplinar TÍTULO II ....5 § 1º . c) os oficiais dos Registros Especiais. Júri.. que poderá ser alterado segundo as necessidades do ofício... da Direção do Foro. segundo a natureza do serviço..Os serventuários e funcionários da Justiça perceberão vencimentos ou custas ou vencimentos e custas.Dos Vencimentos e Vantagens CAPÍTULO I SEÇÃO I .. g) os ajudantes substitutos dos oficiais judiciais e os suboficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais..Os serventuários e funcionários não poderão contratar auxiliar e empregado com remuneração inferior ao estabelecido na tabela abaixo. j) os oficiais dos Registros Públicos. pagos pelo Estado..1 1. e) os oficiais do Registro Civil das Pessoas Jurídicas.. c) os auxiliares-datilógrafos... § 6º . e) os comissários de vigilância... g) os oficiais do Registro de Protesto de Títulos Mercantis. será obrigatório 4 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos . III . § 7º ..1 1.. em cada comarca. e) os oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais.A remuneração das classes funcionais será a seguinte: I .. em determinada entrância... 714 .

......................... 7º a 15............................ 146 Coletânea de Provas e Testes ................ 140 a 144 ...................... 270 a 281 ..................................................................................... 312 a 314 ....................................... 406 a 435 ........................................... 103 Dos atos processuais: arts............................................................................. 100 Código de Processo Civil................................................. 102 Das partes e dos procuradores: arts......................................... 138 Das citações e intimações: arts........................................................ 137 Arts........................................................................................................................ da suspensão e da extinção do processo: arts............................................................................................. 129 MATÉRIA CRIMINAL E PROCESSUAL........................ 99 Da prova: arts.................... 189 a 211.................. 109 Do processo e do procedimento: arts.... 144 LEI n° 11............ 156 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos 3 ................. 127 Das medidas cautelares: arts. 128 Lei n° 9.. 351 a 372............. 102 Da ação: arts....................................................... 325 e 327 .................................................................Trabalhando pela sua conquista............................................ 200 a 242 ........................................................................................................................ 106 Das nulidades: arts.............................Código Penal .......................................... 109 Da formação...................................... 177 a 192 ............................................................................... 137 Arts.... 137 ....................................... 453 a 481 ............................................................................................................................................................................................................................................ 646 a 735...................................... 796 a 812 ............................................................................................................................................................................................... 319 e 320 ......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 282 a 475-R...............................................................................................................................................340/06 – LEI MARIA DA PENHA ........ 138 Do processo comum: arts....................................................................................................................... 151 GABARITO ................................. 154 a 176 ................................................................................................................................... 111 Do processo ordinário: arts................................................................................... 262 a 269 ......................................................................................................................................................................................................................................... 139 Do procedimento relativo aos processos da competência do Tribunal do Júri ............................................................................................ 136 arts....................... 3º e 6º .......................... 136 Dos crimes praticados por funcionários públicos contra a administração: ....................................................................... 140 arts............................ 243 a 250............................................................................................................................................................................................................................................................................. 136 Arts................... 97 Dos atos lícitos e ilícitos: arts. 105 Das comunicações dos atos: arts.................. 140 arts.............................. 102 Do serventuário e do oficial de justiça: arts..................................................... 137 Arts............................................ 136 ............................................. 566 a 579..........................Código de Processo Penal ....................... 316 e 317 .............................................................. 112 Do processo de execução: arts..................................... 79 a 103 .... 322 e 323 ........................................................................................ 185 a 188 ..................099/95 (Lei dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais) ....................................................................................................... 394 a 405.......................... 212 a 232 ................................................................................................................................................................ 103 Dos prazos processuais: arts......................................................... 98 Da prescrição e decadência: arts.................................. Dos bens: arts...........................................................................................................................................................................

....................... 430 a 444........................................................................................................... 85 Do Poder Judiciário: arts............... 106 a 124 ............. 24 Do expediente: arts.....................................................................................................................................................................................................256/66) ...... 8 Noções gerais de organização judiciária ............................... 107 a 123 ................................................................................................................................................... 94 Das pessoas jurídicas: arts....................................................................... 5º a 11 ............... 49 Dos Cartórios Criminais – arts.................. 70 a 78 ....... 1º a 21 ................................................................................................................................................................................................ 16 Da ação disciplinar: arts............... 395 a 414............... 66 Do Poder Judiciário: arts........................................................................................... 70 Das funções essenciais à Justiça: arts...................................................................... 82 Constituição Estadual .. 23 Das funções e atribuições dos servidores: arts................................... 97 2 Tópicos de Legislação e Conhecimentos Específicos ..............................................................................................................................................................................................................CGJ..................... 44 Das alienações judiciais: arts......... 88 Das funções essenciais à Justiça: arts................................................................................................................................................................ 37 Dos editais: arts............................................................................. 13 Consolidação Normativa Judicial ............................................ 115 e 116 .................................. 4 Da ação disciplinar ................. 4 TÍTULO II ......................................... 61 Dos direitos e deveres individuais e coletivos e dos direitos sociais: arts.............................................................................................. 6 Código de Organização Judiciária do Estado ..................................................................................................................................................................... 91 a 106 ............. 631 a 637 ..............Dos Vencimentos e Vantagens ......................... 230 a 245 .....................................................Da Ação Disciplinar .............................................................................................................. 61 Constituição Federal ........................... 95 Do domicílio: arts................................................................................ 662 a 666-A ......................................................................................... 91 MATÉRIA CÍVEL E PROCESSUAL ......................................................................................Trabalhando pela sua conquista................................................................................................................................................................... 94 Das pessoas naturais: arts......................... 61 Da administração pública: arts........................................................................................................................................................................................................................................... 909 a 924..................................... 8 Arts.................. 8 Arts.............................................................................................................. 170 a 184 .. 12 Da Justiça Militar: arts.............................................................. 59 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: LEGISLAÇÃO APLICADA À ATIVIDADE........................................... 4 CAPÍTULO II ...................................................... 371 a 379 ........................................................................................................................................................................................................................................................... 764 a 780-A ..... 229 a 232........................... 670 a 749............. TÓPICOS DE LEGISLAÇÃO: MATÉRIA ADMINISTRATIVA E DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA ... 20 Dos impedimentos e incompatibilidades: arts........................................................ 11 Arts................................... 4 Estatuto dos Servidores da Justiça (Lei Estadual nº 5........................................... 94 Código Civil Brasileiro ....................................... 33 ANEXO I – Provimento 12/2008 ............................................................................................................................................................................................................................................. 527 a 617 ..................................................... 85 Dos servidores públicos civis: arts........................................................................... 103 e 104 ............................................... 27 Das audiências: arts............... 31 Dos Cartórios Cíveis: arts.............................. 235 a 242 ... 29 Da distribuição: arts................................................. 53 a 100 ........................................................................... 21 Da remoção de servidores: arts.................................... .................................................................................................................... 48 Dos processos com tramitação preferencial: arts................. 150 e 157 ............................................. 16 Do estágio probatório: arts........................................................ 192 a 207 ........................................... 22 Da substituição de servidores: arts................................... 61 MATÉRIA CONSTITUCIONAL ...................................................................................................................................................... 49 Das precatórias – arts..................... 9 Arts....................................................................................................................................................................................................... 901 a 904.................................................................................................................................... 40 a 69 .................................................................................. 99 a 102 ............................................................................ 37 e 39 a 41 ............ 221 a 223-E ............................................................................................................................................ 29 a 45 .............................................. 57 Dos Juizados Especiais: arts.............. 380 a 394 .......................... 127 a 135 ....... 641 a 647-A ................ 92 a 126 .................

1 Tópicos de Legislação . sem autorização expressa dos autores e da editora Cia do Estudo. Proibida a reprodução. mesmo parcial e por qualquer processo.Tópicos de Legislação Conhecimentos Específicos TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL OFICIAL ESCREVENTE EDITAL Nº 26/2010 – DRH – SELAP – RECSEL LEIS ATUALIZADAS E COMENTADAS QUESTÕES APÓS OS TÓPICOS TODOS DIREITOS RESERVADOS.

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