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ADMINISTRAÇÃO APLICADA

SEGURANÇA DO TRABALHO

IRINEU DE ARRUDA CAMARGO

ALIANÇA - Consultoria e Assessoria em Segurança Saúde no Trabalho


CNPJ 19.956.731/0001-33 - Rua Margarida – Q 05 – Casa 03 – Mapim – CEP: 78.142-770
Várzea Grande/MT, aliança.casst2014@gmail.com – Tel.: (65) 8449-9999 (65) 8155-3046
EMENTA

 Conceitos e Princípios de Administração;

 Política e Programa de Engenharia de Segurança do Trabalho;

 Organização dos Serviços Especializados de Segurança do Trabalho;

 Inter-relacionamento de Engenharia de Segurança com as demais Áreas da Empresa;

 Aspectos Éticos da Profissão de Engenheiro de Segurança do Trabalho;

 Entidades e Associações Nacionais, Estrangeiras e Internacionais Dedicadas e

Relacionadas à Prevenção de Acidentes.


CONCEITOS E PRINCÍPIOS

DE

ADMINISTRAÇÃO
ALIANÇA - Consultoria e Assessoria em Segurança Saúde no Trabalho
CNPJ 19.956.731/0001-33 - Rua Margarida – Q 05 – Casa 03 – Mapim – CEP: 78.142-770
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ESCOLAS E EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

CONCEITO DE ADMINISTRAÇÃO

É o ramo do conhecimentos e atividades voltados para condições nas quais


um indivíduo ou grupo tem um objetivos em comum e se dedica a alcançar.

Os conceitos de administração (conjunto de princípios, normas e funções


que tem por fim ordenar a estrutura e o funcionamento de uma organização)
e de empresa (organização econômica destinada à produção ou venda de
mercadoria ou serviços, com objetivo de lucro) estão unidos.

A Administração é um ramo voltado para as atividades empresariais, e tem


as empresas como principal cenário e fonte de informações.
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FASES DA ADMINISTRAÇÃO

Fase Tradicional – nesta fase os procedimentos administrativos são baseados na


transmissão de condutas, ações e decisões administrativas bem sucedidas, realizada
através de contatos pessoais.

Fase Pragmática ou Racional - na evolução social as pessoas se relacionavam por


vários meios, principalmente pelos contatos pessoais, criando-se procedimentos
administrativos, tratados e normas.

Fase Científica – nesta fase a administração não se ocupa com problemas de soluções
imediatas, é vista como uma entidade isolada, os problemas fora dela também podem vir
e a integrar aos seus o âmbito dos estudos e atividades.
OBJETIVOS DA ADMINISTRAÇÃO NA ENGENHARIA DE SEGURANÇA

Discutir e entender as teorias e os principais conceitos de administração aplicados à


Engenharia de Segurança do Trabalho;

Entender os modelos de gestão das organizações e suas implicações;

Conhecer o processo de mudança pessoal e organizacional;

Estudar os modelos de liderança.


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OBJETIVOS ORGANIZACIONAL

Estruturação: estrutura dinâmica, capaz de atender ao ambiente.


Delegação: dar poder às pessoas para solucionar problemas.
Conflitos: solucionar conflitos entre pessoas e manter bom clima na organização.
Iniciativa pessoal e grupal: relações verdadeiras, incentivo a amizades,
parcerias e apoio mútuo.
Desafios: enfrentar adversidades e vencê-las.
Recompensas: dar “retorno” aos funcionários que atingem as metas e objetivo.
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OBJETIVOS ESPECÍFICO

Refletir sobre a origem do saber administrativo;


Conhecer as principais teorias administrativas de acordo com a evolução do
pensamento administrativo;
Refletir sobre a articulação da administração com As corporações;
Analisar criticamente o reflexo das teorias administrativas na prática da
administração da assistência nas corporações.
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TEORIA CLÁSSICA
Início com as chamadas “Teorias da Administração” e o conteúdo desse estudo varia de
acordo com a teoria considerada.
Utilizadas até hoje por empresas que querem prosperar no mercado.

TEORIA HUMANÍSTICA
Toda e qualquer organização precisa de pessoas para se manter e prosperar.
Qualquer trabalhador exerce influência no comportamento organizacional e, ainda,
influencia a qualidade, a produção e o desempenho da organização.
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TEORIA NEOCLÁSSICA
Resgata postulados básicos, aprimorados da Abordagem Clássica, atualizada e
redimensionada aos problemas administrativos atuais e ao tamanho das organizações.

TEORIA DA BUROCRACIA
Estabelece ordem, precisão e organização de forma estável e duradoura nas empresas,
onde cada um realiza uma função especializada.

TEORIA ESTRUTURALISTA
Criada na tentativa de suprir a carência de soluções na Administração.
Influência o estruturalismo das ciências sociais e no estudo das organizações.
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TEORIA COMPORTAMENTAL
Fundamentado na Teoria Comportamental da Administração, com fundamento na motivação
e comportamento individual das pessoas, para explicar o comportamento organizacional

TEORIA DOS SISTEMAS


Fundamentada nas premissas de que os sistemas são compostos de subsistemas
(moléculas – célula – órgão), que os sistemas são abertos (meio ambiente constituído de
sistemas) e que as funções de um sistema dependem de sua estrutura.

TEORIA DA CONTIGÊNCIA
Afirma que a organização é um sistema aberto que se interage com o ambiente, onde a
ênfase recai no ambiente e na tecnologia, sem desprezar as tarefas, as pessoas e a
estrutura, e esta última se torna um dos pilares da abordagem.
EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA
TRANSIÇÃO DAS EMPRESAS
TRANSIÇÃO DAS EMPRESAS
TIPO PASSADO ATUAL
Formação de parceria e
Organização Voltado para a Hierarquia
alianças
As mudanças devem
Criar formas de
Missão ser feitas agregando-se
negociações
valores
Repartição das
As lideranças Absoluta e independente
responsabilidades
Segurança e esperança
Pensamento do Aperfeiçoamento
fundamentadas em
trabalhador profissional e pessoal
supostos direitos
Responsabilidade das
empresas e entidades
Capacitação Ensino formal superior
de ensinos
especializados
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1. INTRODUÇÃO
A Administração é uma ciência, que no decorrer do desenvolvimento e da evolução da
sociedade teve seu significado e conteúdo ampliado e aprofundado.

2. A ADMINISTRAÇÃO E SUA IMPORTÂNCIA


A evolução da administração desde a antiguidade até os dias atuais - Idade
Contemporânea, a conceituação dos princípios básicos de administração, o conteúdo e
o objeto de estudo da Administração e a importância da Administração para a sociedade
atual e as perspectivas futuras, enquanto ciência.
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Administração é uma ciência que une teoria e prática para criar princípios racionais que
ajudam as empresas a serem mais eficientes.

É o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso dos recursos que a


organização possui para que ela alcance seus objetivos de maneira eficiente e eficaz.

Administrar é um processo dinâmico, que consiste em tomar as mais variadas decisões


para alcançar os objetivos da organização.

Não existe uma forma universal para se administrar, isso depende da capacidade de
adaptar a realidade do mercado, rastrear mudanças, identificar oportunidades e
reconhecer as ameaças e dificuldades para neutralizá-las ou amortecê-las.
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Cada teoria da Administração nasceu de um problema relevante da época, e tais


teorias ajudaram nas soluções desses problemas.

Assim, todas as teorias da Administração são aplicáveis a situações atuais e o


Administrador precisa conhecê-las para ter uma lista de alternativa de soluções para
cada situação que irá enfrentar nas organizações.
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As teorias que mais contribuíram para o desenvolvimento das organizações foram:


1916 – Teoria Clássica da Administração
1932 – Teoria das Relações Humanas.
1954 – Teoria Neoclássica da Administração
1909 – Teoria da Burocracia.
1947 – Teoria Estruturalista.
1957 – Teoria Comportamental.
1951 – Teoria dos Sistemas.
1972 – Teoria da Contingência
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ORIGENS DA TEORIA CLÁSSICA EM ADMINISTRAÇÃO

A Teoria Clássica da Administração representam a base dos estudos da Administração e


são utilizadas até hoje por empresas que querem prosperar no mercado.

Sua origem remonta ao ano de 1903, com a Revolução Industrial.

Crescimento acelerado e desorganizado das empresas e a necessidade de aumentar a


produção de bens, reduzindo a imprevisão, melhorando a eficiência e aumentando a
competitividade, esta escola foi denominada de Administração Científica.
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ORIGENS DA TEORIA CLÁSSICA EM ADMINISTRAÇÃO

A produção em massa começou nesse período, em forma de monopólios,


principalmente nos Estados Unidos, e, com crescimento de algumas empresas e
surgimento de outras teve aumento da população de trabalhadores nas indústrias,
principalmente pela saída das áreas rurais.

Criou-se formas de se evitar o desperdício de materiais e programar a economia de


mão-de-obra.

Surge a divisão do trabalho, são fixados os padrões de produção, descritos os


cargos, determinadas as funções, estudados os métodos e normas de trabalho, criando
assim, condições econômicas e técnicas.
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ORIGENS DA TEORIA CLÁSSICA EM ADMINISTRAÇÃO

A Teoria Clássica são estudos inovadores para a época e que atenderam as


necessidades dos países que construíam várias industrias, nesse período ocorreram
mudanças que marcaram época e consequências inesperadas, boas e ruins, porém
inevitáveis.

Uma variedade de empresas, com tamanhos diferenciados, insatisfação generalizada


entre os operários, intensa concorrência, alto volume de perdas por decisões mal
formuladas,
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PRINCIPAIS FUNDAMENTOS DA TEORIA CLÁSSICA

A Escola da Teoria Clássica, tem sua fundamentação na estrutura organizacional, e ter


sido baseado na experiência e, à tentativa de aplicação de métodos da ciência aos
problemas administrativos com a finalidade de aumentar a eficiência industrial.

Essa Escola além de ter ênfase diferentes das demais, é completada por elas, pois
quando a Teoria Clássica criou princípios para o comando e alta direção, a
Administração Científica tem seus princípios voltados para o chão da fábrica, sendo
estes princípios de uma mesma teoria, com postulados organizacionais que diferem
entre si, mas possuem a coerência típica para compor uma única teoria, que se tornou a
base da Administração Contemporânea.
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REPRESENTANTES DA TEORIA CLÁSSICA

Frederick Winslow Taylor: considerado fundador da Administração Científica, nasceu


na Filadélfia – EUA, foi operário, passando a outros cargos maiores até chegar a
engenheiro. Na época vigorava um sistema de pagamento por peça ou por tarefa.

O processo compreendia ainda a seleção de trabalhadores e o pagamento de incentivos,


permitindo o controle de todos os aspectos da produção e a sua padronização (voltada
para o chão de fábrica).
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REPRESENTANTES DA TEORIA CLÁSSICA

Seleção do trabalhador: deve ser treinado na atividade que tiver aptidão para realizar.
Tempo padrão: o trabalhador deve produzir o mínimo para a produção diária.
Incentivo financeiro: quanto mais peças produzidas mais o trabalhador recebe.
Trabalho em equipe: os interesses da empresa deve superar as rivalidades existentes.
Quem planeja e quem executa: planejamento é da gerência e execução da produção.
Partilhamento do trabalho: atividades divididas no maior número possível.
Padronização e eficiência: metodologia para executar tarefas de forma ágil e perfeita.
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REPRESENTANTES

Henry Ford foi um dos responsáveis pelo avanço e revolução empresarial das
organizações, lançou alguns princípios que agilizaram a produção, diminuindo
custos e tempo de fabricação.

Os principais são:
Integração vertical e horizontal é a integração da matéria-prima ao produto final e rede
de distribuição;
Padronização da linha de montagem e do equipamento utilizado;
Economicidade-redução dos estoques e agilização da produção.
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REPRESENTANTES

Frank e Lílian Gilbreth – autores do estudo dos movimentos e da fadiga; uso da


psicologia aplicada à administração.

Henry Grant – descrevia por meio de um método gráfico o processo de produção.

Henri Fayol – teoria voltada para a alta administração a qual exigi conhecimentos
gerenciais, e que funções administrativas consiste em tomar decisões, estabelecer
metas, definir diretrizes e atribuir responsabilidades aos integrantes da organização,
e ainda afirma que as funções administrativas devessem estar separadas das
funções operacionais, para que não negligenciem a administração em prol da
produção.
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ORIGENS DA TEORIA CLÁSSICA EM ADMINISTRAÇÃO

A Teoria Clássica da Administração representam a base dos estudos da Administração e


são utilizadas até hoje por empresas que querem prosperar no mercado.

Sua origem remonta ao ano de 1903, com a Revolução Industrial.

Crescimento acelerado e desorganizado das empresas e a necessidade de aumentar a


produção de bens, reduzindo a imprevisão, melhorando a eficiência e aumentando a
competitividade, esta escola foi denominada de Administração Científica.
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NÍVEIS DA ADMINISTRAÇÃO

Para melhor desempenha as funções dentro das organizações o administrador criou


níveis de responsabilidades e funções.
Esses níveis são importantes para coordenar as execuções das tarefas e operações
dentro das organizações.

Os principais são:
Diretores;
Gerentes;
Supervisores/Encarregados;
Líderes;
Técnicos;
Operacionais;
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HABILIDADES DO ADMINISTRADOR

Habilidade técnica: conhecimentos e capacidades de usar procedimentos, técnicas e


conhecimentos de um ou mais campos de especializações.
Habilidade humana: capacidade de gerenciar e trabalhar em equipes, motivá-las e
entendê-las, seja como indivíduos ou como membros de um grupo.
Habilidade conceitual: capacidade de coordenar e integrar os interesses e as atividades
de uma organização; implica ver a organização como um todo e entender como a
dinâmica das partes afeta as demais.
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COMPETÊNCIAS DO ADMINISTRADOR

Conhecimento: Saber. Possuir ideias, experiências e aprendizagens; buscar


informações, manter-se atualizado, reciclar-se constantemente para não se tornar
obsoleto ou ultrapassado.

Perspectiva: Saber fazer. Ter a capacidade de colocar o conhecimento em ação,


desenvolver uma maneira prática de aplicar o conhecimento na solução de problemas
e situações; ter uma visão pessoal sobre as coisas.

Atitude: Saber fazer acontecer. Possuir comportamento ativo e proativo; dar ênfase na
ação e no fazer acontecer; possuir espírito empreendedor e de equipe; ser um líder.

As quatro atividades principais desempenhadas pelos administradores são: planejar,


organizar, controlar e liderar, dentre outros papéis para os objetivos da corporação.
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COMPETÊNCIAS DO ADMINISTRADOR

Conhecimento: Saber. Possuir ideias, experiências e aprendizagens; buscar


informações, manter-se atualizado, reciclar-se constantemente para não se tornar
obsoleto ou ultrapassado.

Perspectiva: Saber fazer. Ter a capacidade de colocar o conhecimento em ação,


desenvolver uma maneira prática de aplicar o conhecimento na solução de problemas
e situações; ter uma visão pessoal sobre as coisas.

Atitude: Saber fazer acontecer. Possuir comportamento ativo e proativo; dar ênfase na
ação e no fazer acontecer; possuir espírito empreendedor e de equipe; ser um líder.

As quatro atividades principais desempenhadas pelos administradores são: planejar,


organizar, controlar e liderar, dentre outros papéis para os objetivos da corporação.
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TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS

O nível de produção não é determinado pela capacidade física do empregado, mas pelas
normas sociais e as expectativas do grupo a que o mesmo pertence. O trabalhador
desajustado socialmente terá baixa eficiência e os aspectos sociológicos, psicológicos e
emocionais são mais importantes que os técnicos. Quanto maior a integração social no
grupo de trabalho, maior a disposição para produzir.
O comportamento social dos empregados se apoia totalmente no grupo que pertence. Os
trabalhadores não agem como indivíduos isolados, mas somente como membros de
grupo, e qualquer desvio das normas grupais acabam sofrendo punições sociais ou
morais dos demais membros para ajustar-se aos padrões impostos.
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TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS

As normas e padrões sociais condicionam o comportamento dos trabalhadores, e os que


produziram acima ou abaixo da norma socialmente determinada perderam o respeito e a
consideração dos demais. Os trabalhadores preferiram produzir menos e ganhar menos, a
arriscarem suas boas relações com o grupo.
A empresa passou a ser vista como uma organização social composta de grupos sociais
informais, que se confronta com a organização formal da empresa. As pessoas passaram
a participar de grupos sociais dentro da organização e a se manter em constante
interação social.
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TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS

A especialização de tarefas, após as observações de Mayo e de seus colaboradores, não


era a maneira mais eficiente de divisão de trabalho, pois, os operários trocavam de
posição para variar e evitar a monotonia, contrariando as ordens recebidas. As trocas
tinham efeitos negativos na produção, mas elevavam o moral do grupo. A ênfase dessa
Teoria nos aspectos emocionais se dá porque estes elementos não são planejados e são
irracionais, típicos do comportamento humano.
A concepção de homem social, na Teoria das Relações Humanas é derivado do fato de
que a motivação econômica é secundária na determinação do rendimento do trabalhador,
sendo prioritário, o reconhecimento do trabalho, a aprovação e a participação social.
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REPRESENTANTES

George Elton Mayo: precursor da abordagem humanística da pesquisa dos estudos das
Relações Humanas e dos problemas humanos, sociais e políticos, decorrentes da
industrialização e tecnologia.
Kurt Lewin: criador do grupo de estudos sobre a formação e comportamento dos
grupos na sociedade e nas organizações.
Oliver Sheldon: filosofia que enfatiza as responsabilidades sociais da empresa.
Mary Parker Follett: analises dos padrões comportamentais dos funcionários.
Alfred J. Marrow: apresentou a metodologia de pesquisa da Psicologia Aplicada à
solução dos problemas industriais,
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TEORIA NEOCLASSICA

Esta teoria tem como fundamentos o processo operacional composto por funções de
planejamento, organização, direção e controle e está envolta de uma série de situações
organizacionais, onde se prevê soluções administrativas.
Esses princípios básicos tem a característica de globalidade, a exemplo de outras
ciências, serem logicamente verdadeiros, porque irão, com o decorrer do tempo, sofrer
alterações do meio ambiente no quais se colocaram à prova.
As funções do administrador corresponderam aos elementos que Fayol definiu no seu
tempo como prever, organizar, comandar, coordenar e controlar, mas atualizado em
planejar, organizar, dirigir e controlar.
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TEORIA NEOCLASSICA

A abordagem desta teoria consiste em identificar as funções do administrador, e tirar


dela os princípios fundamentais da prática administrativa, onde os aspectos formais
da organização são configurados por cargos, funções e relações hierárquicas,
determinados pela própria organização, enquanto que os aspectos informais são
caracterizados pela inter-relação estabelecida pelas pessoas e não pelas organizações,
constituindo-se em relações espontâneas e naturais que surgem a partir da formação de
grupos e podem beneficiar as organizações, através da comunicação mais rápida
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REPRESENTANTES

Peter Ferdinand Drucker, idealizador da Administração por Objetivos.


Harold Koontz;
Cris O’Donnell;
William H.Newman;
Ernest Dale;
John W. Humble,
George Odiorne;
Ralph Davis;
Alfred Sloan.
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TEORIA BUROCRÁTICA

A burocracia é entendida como um entrave para as empresas e se as soluções demoram


a acontecer, diz-se que é “culpa da burocracia”, a qual deveria ser ao contrário.
Nossa sociedade é organizacional e burocratizada, com normas, regulamentos e leis, que
geram direitos e obrigações e apresenta um sistema social com três características, as
quais são: formalidade –normas com autoridade definida pela lei; impessoalidade –uma
pessoa não é inferior à outra, respeita-se pelos cargos; profissionalismo – a burocracia
é formada por funcionários com uma carreira profissional e meios de subsistência para os
mesmos.
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TEORIA BUROCRÁTICA

A burocracia é popularmente entendida como um entrave às organizações e quando as


soluções demoram a aparecer, diz-se que é “culpa da burocracia”, a qual pela lógica
deveria ser exatamente o contrário, onde a burocracia é a organização eficiente por
excelência.
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TEORIA ESTRUTURALISTA

Criada a partir de um desdobramento da Teoria da Burocracia e como contrapartida


da reviravolta nos princípios sociais e filósofos da Teoria das Relações Humanas,
na qual as Teorias Clássica e das Relações Humanas e Burocrática não apresentaram
soluções para resolver os conflitos.
A Teoria tem o objetivo de estudar das empresas, principalmente a estrutura interna e
na interação com outras empresas, que são as unidades sociais e são concebidas para
cumprir e atingir objetivos específicos, e as organizações são sistemas em constante
mutação e a concepção é de homem organizacional que vive dentro das organizações,
onde os conflitos são inevitáveis.
ESCOLAS E EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

TEORIA ESTRUTURALISTA

homem organizacional é o foco para desempenhar diferentes papéis nas organizações e


precisam ter:
Flexibilidade – entender a superar as mudanças e diversidade dentro das corporações
e sociedade.
Tolerância emocional: Ter condições para suportar e superar os desgastes dos
conflitos gerados por necessidades individuais e organizacionais.
Desejo de realização: ter e buscar acesso às posições de carreira nas organizações.
ESCOLAS E EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

REPRESENTANTES

James D. Thompson;
Victor A. Thompson;
Amitai Etzioni; Peter M. Blau;
David Sills;
Burston Clarke e Jean Viet.
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TEORIA COMPORTAMENTAL

Fundamentada no comportamento individual das pessoas e é desdobramento da


Teoria das Relações Humanas, e mesmo criticando seus conceitos os usou como
base para se fundamentar, fazendo também reservas críticas à Teoria Clássica e a
algumas das ideias da Teoria das Relações Humanas adotou suas correções,
ampliando conceitos e diversificando a essência.
Um dos fundamentos da Teoria Comportamental da Administração é a motivação
humana, onde a teoria administrativa recebeu vultosa contribuição.
O administrador tem que conhecer as necessidades dos trabalhadores, conhecer o
comportamento e usar a motivação para melhorar as empresas.
ESCOLAS E EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

REPRESENTANTES

Abraham H. Maslow: especialistas em motivação humana.


Herbert Alexander Simon: criador da Teoria das Decisões (Nobel 1978).
Rensis Likert: pesquisas comportamentais para os padrões de gerenciamento e
classificação de sistemas definindo perfis organizacionais.
Frederick Herzberg: formulou a teoria dos dois fatores para explicar o comportamento
das pessoas em situação de trabalho.
Chester Barnard: propôs a teoria de cooperação para explicar que as influências
mútuas geram as relações sociais e organizacionais.
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TEORIA DOS SISTEMAS

Baseia-se nas premissas de que os sistemas são compostos de subsistemas


(moléculas – célula – órgão), e que as funções desse sistema dependem de sua
estrutura, os resultados colaboraram para a introdução dessa teoria na Ciência
Administrativa e aplicação da Teoria de Sistemas nas outras ciências.
A partir da Teoria dos Sistemas, passa-se a compreender melhor o universo de outras
ciências, originando as denominações de sistema solar em Astronomia, sistema
social em sociologia, sistema monetário em Economia, sistema nervoso, digestório
e respiratório em Fisiologia e, assim por diante. “O conceito de sistemas passou a
dominar as ciências.
ESCOLAS E EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

PARÂMETROS DOS SISTEMAS

Entrada ou insumos (input) – é inicio do sistema que fornece material ou informação


para a sua operação, e constituídas por recursos humanos, financeiros e materiais.
Processamento ou operação (throughput) – é a conversão das entradas em saídas e
representa a etapa de transformação dos recursos em produtos.
Saídas ou resultados (output) – compreendem as mercadorias, os serviços e as
realizações para alcançar os propósitos do sistema.
Retroação ou alimentação de retorno (feedback) – o elemento básico da retroação é a
informação e o objetivo principal é o controle para evitar desvios positivos ou negativos.
Ambiente ou subsistemas – sistema onde se desenvolvem atividades interdependentes
e interligadas por uma rede de comunicações dinâmica.
ESCOLAS E EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

REPRESENTANTES

Edgar H. Schein – na definição de organização a Teoria dos são sistema aberto em


constante alteração, objetivos ou funções múltiplas, conjunto de subsistemas interagindo
dinamicamente e mutuamente dependentes e múltiplos elos entre organização e seu
meio ambiente desfizeram fronteiras organizacionais.

Daniel Katz e Robert L. Kahn – desenvolveu um modelo de organização por meio da


aplicação da Teoria dos Sistemas à Teoria Administrativa.
ESCOLAS E EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

TEORIA DA CONTINGÊNCIA

Apesar de todo o conhecimento desenvolvido na área administrativa, ainda não existia


um ideal que se adequasse perfeitamente às organizações as novas tecnologias
adotadas, buscou-se novo paradigma que conduziram a uma nova concepção de
Organização e as características que as empresas deveriam ter, para enfrentar com
eficiência, as diferentes condições externas, tecnológicas e de mercado onde a ênfase
recai no ambiente e na tecnologia, sem desprezar as tarefas, as pessoas e a
estrutura, sendo a última um dos pilares da abordagem.
ESCOLAS E EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

REPRESENTANTES

Tom Burn e G. M. Stalker: relações entre práticas administrativas e ambiente externo.


Paul R. Lawrence e Jay W. Lorsch, os problemas encontrados são a diferenciação e a
integração nas organizações.
Joan Woodward: classificou a tecnologia de produção em unitária ou oficina, em massa
ou mecanizada e em processo ou automatizada, provando que a tecnologia vai muito
além da produção.
Alfred Chandler: publicou em 1962, a estrutura segue a estratégia organizacional e que
a estrutura pode ser definida como design da organização através do qual a empresa é
Administrada.
POLÍTICA E PROGRAMA DE ENGENHARIA

DE

SEGURANÇA DO TRABALHO

ALIANÇA - Consultoria e Assessoria em Segurança Saúde no Trabalho


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POLÍTICA E PROGRAMA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

TEORIA DA CONTINGÊNCIA

As empresas buscam cada vez mais rapidamente alcançar e evidenciar um sólido e


constante desempenho em matéria de Segurança e Saúde no Trabalho – SST, através do
controle dos respectivos riscos de natureza ocupacional, consistente com a sua política e
objetivos da SST.
Muitas empresas realizam “diagnósticos” ou “auditorias” para avaliar o respectivo
desempenho em SST, que por si só, não são suficientes para garantir que o desempenho
atende os requisitos legais, técnicos e de política.
INTRODUÇÃO

A Segurança e saúde no trabalho é um ramo do conhecimento que estuda e trata do


controle, avaliações, capacitações e prevenção de acidentes e de doenças ocupacionais.

O objetivo principal é o da manutenção e preservação da capacidade física, psicológica


dos trabalhadores e na melhoria das condições de trabalho e do ambiente de trabalho.

A antecipação, a identificação, a avaliação e o controle são os princípios fundamentais


do processo de identificação, avaliação e da gestão dos riscos que tem capacidade de
causar danos à segurança e/ou à saúde dos trabalhadores.

Deve-se levar em conta os possíveis riscos e impactos nas comunidades e no meio


ambiente atingidos nos sinistros.
POLITICA NACIONAL - DECRETO N.º 7.602DE 2011

OBJETIVO E PRINCÍPIOS

Promoção da saúde, melhoria do ambiente de trabalho, qualidade de vida no trabalho,


prevenção de acidentes e danos à saúde, eliminação ou redução dos riscos ambientais.

A PNSST tem por princípios


a) Universalidade;
b) Prevenção;
c) Ações de promoção, proteção, prevenção, assistência, reabilitação e reparação;
d) Diálogo social;
e) Integralidade.

Implementada produção, consumo, ambiente e saúde, com a participação voluntária das


organizações representativas de trabalhadores e empregadores.
POLITICA NACIONAL - DECRETO N.º 7.602DE 2011

DIRETRIZES

As ações no âmbito da PNSST devem as seguintes diretrizes:


a) Incluir trabalhadores brasileiros no sistema nacional de promoção e proteção da saúde;
b) Harmonização da legislação e a articulação das ações de promoção, proteção,
prevenção, assistência, reabilitação e reparação da saúde do trabalhador;
c) Adotar de medidas especiais de proteção para atividades de alto risco;
d) Estruturação de rede integrada de informações em saúde do trabalhador;
e) Implantação de sistemas e programas de gestão da segurança e saúde no trabalho;
f) Formação em saúde e segurança no trabalhado e estímulo à capacitação e à educação;
g) Promover agenda de estudos e pesquisas em segurança e saúde no trabalho.
POLITICA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

DEFINIÇÃO

A "política" é como "um plano claro de ação, ou método de ação, que foi escolhido
deliberadamente e que guia ou tem influência nas decisões futuras".

Também deve orientar ações de saúde do trabalhador, estabelecendo princípios e regras,


indicar o comprometimento da direção e dos trabalhadores com a saúde e segurança.

A declaração deve incluir a intenção de tratar as obrigações legais aplicáveis não como
objetivo maior, mas como o padrão mínimo de ação.
POLITICA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

CONCEITO

Uma PSST é um plano definido de ações elaborado para prevenir acidentes e doenças
ocupacionais. A obrigação de implantar políticas dessa natureza é prevista de diferentes
formas na legislação da maioria dos países. Uma PSST deve incluir, no mínimo, os
elementos requeridos pela legislação aplicável na instituição ou empresa. Uma vez que
as organizações diferem entre si, políticas desenvolvidas para uma organização não
necessariamente atenderão às necessidades de outra organização.
Os princípios inerentes à gestão de riscos à saúde e segurança dos trabalhadores são
gerais e independentes do tipo de estrutura organizacional.
POLITICA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

CONCEITO

As técnicas de gestão de riscos fornecem às pessoas, em todos os níveis, uma


abordagem sistemática da questão.
Existe consenso internacional quanto aos benefícios trazidos pela implantação de
Sistemas de Gestão de Saúde e Segurança no trabalho pelas organizações públicas e
privadas. Uma PSST é uma afirmação da organização sobre suas intenções e princípios
estratégicos em relação a seu desempenho em segurança e saúde no trabalho. Essa
política estimula e permite um conjunto definido de programas, responsabilidades e ações
para prevenir acidentes e doenças ocupacionais.
POLITICA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

CONCEITO

A obrigação de implantar políticas dessa natureza é prevista de várias formas na


legislação da maioria dos países e deve incluir, no mínimo, os elementos requeridos pela
legislação aplicável à instituição ou empresa. Uma vez que as organizações diferem entre
si, políticas desenvolvidas para uma organização não necessariamente atenderão às
necessidades de outra organização.
POLITICA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO

As políticas não podem ser elaboradas e implantadas por pessoas alheias aos
processos e riscos inerentes à atividade da empresa e devem ser específicas para o
local de trabalho.
Um empregador pode delegar a elaboração de uma política a um funcionário.

No entanto, a PPST é uma obrigação para os trabalhadores e, por conseguinte, o


empregador é o principal responsável pelo seu conteúdo.

A PPST deve ser datada e assinada pelo gerente executivo do ambiente de trabalho.
POLITICA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

CONHECIMENTOS

Os profissionais de saúde e segurança do trabalho devem conhecer bem:


 As dependências das empresas;
 As pessoas e seus hábitos, conhecimentos e comportamentos;
 Os processos e linhas de produção;
 As máquinas e equipamentos e seus funcionamentos;
 Os sistemas de combates a sinistros;
 As atividades, produtos e serviços executados.
POLITICA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

RECOMENDAÇÕES

 Os profissionais de segurança devem ouvir muito e sempre as pessoas;

 Os engenheiros e médicos devem visitar constantemente todos os ambientes de

trabalho;

 Evitar contratar profissionais pelo valor do salário e sim pelos conhecimentos;

 Conhecer a politica de saúde e segurança do trabalho e as politicas dos demais

setores;
POLITICA DAS EMPRESAS EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

ELEMENTOS BÁSICOS

 O apoio ativo da administração;


 Definição precisa das responsabilidades por prevenção de acidentes;
 Criação da consciência prevencionista em todos os empregados;
 Pronta remoção das condições inseguras de trabalho, logo após sua constatação.
SISTEMA GESTÃO SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO - SGSST

O Sistema de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho (SGSST) proporciona um

conjunto de ferramentas que potenciam a melhoria da eficiência da gestão dos riscos da

Segurança e Saúde do Trabalho (SST), relacionados com todas as atividades da

organização. Este sistema deve ser considerado como parte integrante do sistema de

gestão de toda e qualquer organização.


POLITICA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

OBJETIVOS DE SGSST

 Estabelecer, implementar e manter objetivos de SST de acordo com o seu porte e


natureza da sua atividade econômica e efetuar a adequação da documentação;
 Criar objetivos, mensuráveis e consistentes com a Política de SST;
 Incluir os compromissos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho e com as
obrigações técnicas e comerciais assumidas pela organização em matéria de SST;
 Alcançar a melhoria continua da SST para a eficácia do sistema de SST;
 Considerar também as opções tecnológicas, os requisitos financeiros, operacionais e
requisitos do negócios, e as opiniões das partes interessadas e alcançáveis;
POLITICA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

OBJETIVOS DE SGSST

 Criar e definir procedimento para análise crítica periódica, assegurando a manutenção do

sistema de SST e possibilitando a sua adequação, sempre que os indicadores

interferirem nos objetivos e metas estabelecidos pela organização;

 O SGSST deve ser compatível ou integrado com os outros sistemas da organização;

 Ser revisada sempre que ocorrer mudanças na política nacional ou alterações de cunho

social, que comprometam a SST.


APLICABILIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO DE SST

Ser apropriada ao seu porte, a natureza das organizações, visando a proteção dos
trabalhadores, empregados, contratados e visitantes;
Ser aprovada pela alta direção da organização, documentada, implementada e
disponibilizada a todos os trabalhadores e terceirizados;
Cumprir requisitos legais pertinentes, acordos coletivos, aplicáveis as suas atividades,
produtos e serviços;
Assegurar a participação dos trabalhadores nas ações de SST;
Comprometimento da alta administração, na melhoria contínua na prevenção de
acidentes, doenças e incidentes, em especial os que podem degradar física e
mentalmente os trabalhadores.
REQUISITOS GERAIS DO SISTEMA DE GESTÃO DE SST

Requisitos gerais: Os requisitos do SGSST baseia-se no


sistema de gestão de Planejar, Executar, Verificar e Agir –
PEVA.
Os padrões devem ser estabelecidos de forma escrita e de
conhecimento dos envolvidos.

Planejar: Deve existir integração dos planejamentos do


SGSST e dos NEGÓCIOS da Organização.

Mudança: Deve identificar e avaliar os riscos associados e


os impactos sobre o SGSST, garantindo que os resultados
sejam considerados nos controles.
HIERARQUIA DOS CONTROLES DE PRIORIDADES

 De engenharia;
 De proteção coletiva;
 Administrativas ou de organização do trabalho;
 De proteção individual;
 De sinalização/alertas e/ou rotulagem.
 Atender sempre às respectivas interfaces com o meio ambiente.
 Documentar e manter atualizados os resultados os controles.
 Assegurar que os controles sejam considerados, ao estabelecer, implementar ou
manter o SGSST.
GESTÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
DATA
Nome da Empresa Ltda
27/01/2017
PLANEJAMENTO DA IMPLANTAÇÃO
Programa de Gestão de Segurança e Medicina do Trabalho

Percentual de Implantação
Total das

Dificuldade
Ações
Item

Atividade mai-07 jun-07 jul-07 ago-07 set-07 out-07 nov-07 dez-07 jan-08 fev-08 mar-08 abr-08

Plan

Plan

Plan

Plan

Plan

Plan

Plan

Plan

Plan

Plan

Plan

Plan

Plan
Real

Real

Real

Real

Real

Real

Real

Real

Real

Real

Real

Real

Real
1 Elaborar Diagnóstico de Segurança 1 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 1 1 100 100

Definir e aprovar política de segurança


0 0
e medicina do trabalho.

Divulgar política aos colaboradores -


empregados da Quatro Marcos e 0 0
terceiros.

Definir coordenadores de segurança e


0 0
saúde ocupacional de cada setor

0 0

0 0

0 0

0 0

0 0

2 0 0

Legenda: 1 - Atividade Muito Fácil 3 - Atividade Difícil

2 - Atividade Fácil 4 - Atividade Muito Difícil


GESTÃO DAS EMPRESAS EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
ORGANIZAÇÃO

DO

SESMT
ALIANÇA - Consultoria e Assessoria em Segurança Saúde no Trabalho
CNPJ 19.956.731/0001-33 - Rua Margarida – Q 05 – Casa 03 – Mapim – CEP: 78.142-770
Várzea Grande/MT, aliança.casst2014@gmail.com – Tel.: (65) 8449-9999 (65) 8155-3046
PORTARIA GM N.º 3.214, DE 08 DE JUNHO DE 1978

NR 4 - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM


MEDICINA DO TRABALHO

As empresas privadas e públicas, os órgãos públicos da administração direta e indireta


e dos poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela
Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, manterão, obrigatoriamente, Serviços
Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, com a
finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de
trabalho.
INSTALAÇÃO FÍSICA DO SERVIÇO DE MEDICINA DO TRABALHO NA EMPRESA

O SESMT deve ser instalado em localização de fácil acesso, considerando-se:


 Estar em local central e de fácil acesso;
 Ser protegido da ação frequente de agentes físicos, químicos e biológicos;
 Ser construído em um só pavimento e em sentido horizontal, evitando-se degraus, para
facilitar a movimentação de macas e pacientes;
 Localizado próximo das vias públicas e internas, para facilitar acesso de ambulâncias.

Observação: Deve haver um ambulatório médico quando se tratar de frentes de trabalho


com 50 (cinquenta) ou mais trabalhadores.
INSTALAÇÃO FÍSICA DO SERVIÇO DE MEDICINA DO TRABALHO NA EMPRESA

- Sala de espera;

- Recepção e arquivo;

- Consultório(s);

- Posto de Enfermagem;

- Farmácia;

- Pequena cirurgia;

- Sala de repouso.
INSTALAÇÃO FÍSICA DO SERVIÇO DE MEDICINA DO TRABALHO NA EMPRESA
COMPOSIÇÃO DO SERVIÇO DE MEDICINA DO TRABALHO NA EMPRESA

 Médico do Trabalho;

 Engenheiro de Segurança do Trabalho;

 Técnico de Segurança do Trabalho;

 Enfermeiro do Trabalho;

 Técnico em Enfermagem do Trabalho;

 Auxiliar em Enfermagem do Trabalho.


FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SESMT

Devem possuir formação e registro profissional em conformidade com o disposto na


regulamentação da profissão e nos instrumentos normativos emitidos pelo respectivo
Conselho Profissional, quando existente. (NR)
 Médico do Trabalho - CRM; Os profissionais integrantes
dos Serviços Especializados
 Engenheiro de Segurança do Trabalho - CREA;
em Engenharia de Segurança
 Técnico de Segurança do Trabalho - MTe;
e em Medicina do Trabalho
 Enfermeiro do Trabalho - COREN;
deverão ser empregados da
 Técnico em Enfermagem do Trabalho - COREN;
empresa.
 Auxiliar em Enfermagem do Trabalho - COREN.
CARGA HORÁRIA DE TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DO SESMT

O engenheiro, o médico e o enfermeiro de segurança do trabalho deverão dedicar, no


mínimo, 3 (três) horas (tempo parcial) ou 6 (seis) horas (tempo integral) por dia.

A empresa poderá contratar mais de um médico do trabalho, desde que cada um dedique,
no mínimo, 3 (três) horas de trabalho.

É vedado o exercício de outras atividades na empresa, durante o horário de sua atuação


nos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.
COMPETÊNCIA DO SERVIÇO DE MEDICINA DO TRABALHO NA EMPRESA

Aplicar conhecimentos de segurança e medicina ao ambiente, máquinas e


equipamentos para neutralizar, reduzir até eliminar os riscos;
Quando necessário determinar a utilização de EPI;
Ajudar nos projetos, na implantação e instalações físicas e tecnológicas da empresa;
Orientar quanto ao cumprimento das NR aplicáveis às atividades da empresa;
Manter relacionamento, treinar e apoiar a CIPA nas suas atribuições;
Promover a conscientização, educação e orientação para a prevenção de acidentes do
trabalho e doenças ocupacionais;
COMPETÊNCIA DO SERVIÇO DE MEDICINA DO TRABALHO NA EMPRESA

Informar os empregadores sobre acidentes do trabalho e doenças ocupacionais;


Analisar e registrar todos os acidentes e doenças ocorridas, com ou sem vítima;
Registrar os dados atualizados dos acidentes, doenças ocupacionais e agentes de
insalubridade, preenchendo, os Quadros III, IV, V e VI;
Manter os registros, arquivamento e recuperação dos registros;
Não é vedado o atendimento de emergência, quando se tornar necessário;
REGISTRO DO SERVIÇO DE MEDICINA DO TRABALHO NA EMPRESA

O SESMT deverão ser registrado no órgão regional do MTb (Superintendência


Regional do Trabalho –SRT), com a apresentação dos seguintes documentos:
 Nome dos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de
Segurança e em Medicina do Trabalho;
 Número e cópias de registro dos profissionais no MTb;
 Número de empregados e grau de risco das atividades, por estabelecimento;
 Especificação dos turnos de trabalho, por estabelecimento;
 Horário de trabalho dos profissionais do SESMT.
INTER-RELACIONAMENTO
DA
ENGENHARIA DE SEGURANÇA
COM AS DEMAIS ÁREAS DA EMPRESA

ALIANÇA - Consultoria e Assessoria em Segurança Saúde no Trabalho


CNPJ 19.956.731/0001-33 - Rua Margarida – Q 05 – Casa 03 – Mapim – CEP: 78.142-770
Várzea Grande/MT, aliança.casst2014@gmail.com – Tel.: (65) 8449-9999 (65) 8155-3046
INTER-RELACIONAMENTO DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA COM AS DEMAIS
ÁREAS DA EMPRESA

Tudo o que a função de segurança e saúde no trabalho faz tem reflexo tanto nos
funcionários, como para a organização.

Administrar o SESMT dentro de uma organização é prioridade do SGSST, visto que isso
depende de todos os trabalhadores de todos os setores.

O SESMT como seu múltiplo papel, torna essa função atípica em relação às demais.

O múltiplo papel refere-se a sua posição de linha e assessoria, simultaneamente, dentro


da estrutura organizacional.
PRINCÍPIOS PARA TOMADAS DE DECISÃO E SOLUÇÕES DE PROBLEMAS

Respeito – é uma atitude em relação a outras pessoas, considerando-se sempre seus


valores e crenças pessoais.

Alinhamento organizacional – as necessidades das empresas estão em primeiro lugar,


onde a missão da empresa deve entendida por todos e as decisões devem ser tomadas
considerando-se o impacto no sistema global.

Serviço – o trabalho desempenhado pelo SESMT deve ser contributivo para a vida da
organização.
PRINCÍPIOS PARA TOMADAS DE DECISÃO E SOLUÇÕES DE PROBLEMAS

Autoridade – a autoridade do SESMT deveria ser originada mais da influência e menos do


comando.

Razão – procedimentos, políticas e práticas não existem com fim em si mesmos, e estas
sempre ter uma razão relacionada com as necessidades da empresa.

O todo versus a parte – o SESMT é uma área que realiza e apoia a ligação entre setores,
serviços e programas.

Facilitadores de mudança – os profissionais do SESMT atuam como facilitadores de


mudança, considerando-se como uma atividade que molda os valores da empresa
ASPECTOS ÉTICOS DO PROFISSIONAL DE ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO
TRABALHO

 Trabalhar com competência, zelo, lealdade, dedicação e honestidade.


 Acompanhar a legislação da segurança e colaborar a atualização e aperfeiçoamento.
 Delegar a execução dos serviços a subordinados sob sua responsabilidade técnica.
 Não praticar nem permitir a prática de atos que comprometam a dignidade da função.
 Guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício profissional lícito, inclusive no
âmbito do serviço público, salvo os casos previstos em lei ou quando solicitado por
autoridades competentes e as instituições representativas da categoria.
 Não fazer interpretações tendenciosas sobre a matéria que constitui objeto de perícia,
mantendo absoluta independência moral e técnica na elaboração de programas
prevencionista de segurança e saúde no trabalho.
ASPECTOS ÉTICOS DO PROFISSIONAL DE ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO
TRABALHO

 Não dar parecer ou emitir opinião sem estar suficientemente informado e munido de
documentos.
 Os deveres compreendem, além da defesa do interesse que lhe é confiado, o zelo do
prestígio de sua classe e o aperfeiçoamento da técnica de trabalho.
 Aconselhar o trabalhador ou o empregador contra disposições expressas em lei.
 Iludir ou tentar a boa fé do empregado, empregador ou terceiros, mudando o exato teor
de documentos, fornecendo falsas informações ou elaborando peças inidôneas.
ENTIDADES E ASSOCIAÇÕES NACIONAIS DEDICADAS E RELACIONADAS À
PREVENÇÃO DE ACIDENTES

Associação Brasileira de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho – ABRESST;

Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO;

Associação Brasileira de Fisioterapia do Trabalho – ABRAFIT;

Associação Brasileira de Gerência de Riscos – ABGR;

Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais – ABHO;

Associação Brasileira de Medicina do Trabalho – ABMT;

Associação Brasileira de Prevenção e Controle de Emergências Ambientais – ABPCEA;

Associação Brasileira de Profissionais de Segurança – ABSEG;


ENTIDADES E ASSOCIAÇÕES NACIONAIS DEDICADAS E RELACIONADAS À
PREVENÇÃO DE ACIDENTES

Associação Brasileira de Promoção da Saúde;

Associação Brasileira de Recursos Humanos – ABRH;

Associação Brasileira dos Distribuidores de Equipamentos e Produtos de Segurança e


Proteção ao Trabalho – ABRASEG;

Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes - ABPA;

Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao


Trabalho/ANIMASEG;

Associação Nacional das Empresas de Acesso por Corda – ANEAC;


ENTIDADES E ASSOCIAÇÕES NACIONAIS DEDICADAS E RELACIONADAS À
PREVENÇÃO DE ACIDENTES

Associação Nacional das Empresas de Proteção ao Trabalho em Máquinas e


Equipamentos – ANPRAME;

Associação Nacional de Medicina do Trabalho – ANAMT;

Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho – ANEST;

Confederação Nacional da Indústria – CNI;

Conselho Federal de Educação Física – CONFEF;

Conselho Federal de Enfermagem - COFEN ;

Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CONFEA;


ENTIDADES E ASSOCIAÇÕES NACIONAIS DEDICADAS E RELACIONADAS À
PREVENÇÃO DE ACIDENTES

Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho – CONFETEST;

Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho/DSST – MTe;

Federação Nacional dos Fisioterapeutas Ocupacionais – FENAFITO;

Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho – FENATEST;

Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho -


FUNDACENTRO - Centro Técnico Nacional – CTN;

Instituto Nacional de Metrologia/INMETRO;


ENTIDADES E ASSOCIAÇÕES NACIONAIS DEDICADAS E RELACIONADAS À
PREVENÇÃO DE ACIDENTES

Instituto Nacional de Prevenção aos Acidentes em Máquinas e Equipamentos/INPAME;

Ministério da Saúde - Coordenadoria de Saúde do Trabalhador/COSAT;

Ministério do Trabalho e Emprego – MTe;

MTE/Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTPP;

Secretaria de Inspeção do Trabalho – SIT;

Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho – SINAIT;

Sociedade Brasileira de Eng. de Segurança – SOBES;

Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia


ENTIDADES E ASSOCIAÇÕES INTERNACIONAIS DEDICADAS E
RELACIONADAS À PREVENÇÃO DE ACIDENTES

American Conference of Governmental Industrial Hygienists - ACGIH


Conferência Americana dos Higienistas Industriais

American Industrial Hygiene Association – AIHA


Associação Americana de Higiene Industrial

American Society of Safety Engineers – ASSE


Sociedade Americana de Engenheiros de Segurança

International Occupational Hygiene Association – IOHA


Associação Internacional de Higiene Ocupacional
ENTIDADES E ASSOCIAÇÕES INTERNACIONAIS DEDICADAS E
RELACIONADAS À PREVENÇÃO DE ACIDENTES

American National Standards Institute – ANSI


Instituto Americano de Normalização

International Ergonomics Association – IEA


Associação Internacional de Ergonomia

International Labour Organization – ILO


Organização Internacional do Trabalho – OIT

International Organization for Standardization – ISSO


Organização Internacional para Normalização
ENTIDADES E ASSOCIAÇÕES INTERNACIONAIS DEDICADAS E
RELACIONADAS À PREVENÇÃO DE ACIDENTES

National Fire Protection Association - NFPA/USA


Associação Nacional de Proteção Contra o Fogo

Occupational Safety and Health Administration - OSHA/USA


Administração de Saúde e Segurança Ocupacional

Pan American Health Organization – PAHO


Organização Panamericana de Saúde – OPAS

World Health Organization – WHO


Organização Mundial de Saúde.
DOCUMENTOS EXIGIDOS

PELO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

EM

AUDITORIA
ALIANÇA - Consultoria e Assessoria em Segurança Saúde no Trabalho
CNPJ 19.956.731/0001-33 - Rua Margarida – Q 05 – Casa 03 – Mapim – CEP: 78.142-770
Várzea Grande/MT, aliança.casst2014@gmail.com – Tel.: (65) 8449-9999 (65) 8155-3046
DOCUMENTOS EXIGIDOS PELO MTE EM UMA AUDITORIA

 Apresentar o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e informar qual o médico do
trabalho coordenador do programa. (item 7.3 alíneas a e c NR 7);

 Comprovar custeio dos exames dos empregados relacionados ao PCMSO. (item 7.3.1 alínea b NR 7);

 Exibir Atestados de Saúde Ocupacional do PCMSO (exames médicos admissional, periódico e


demissional). (item 7.4 e subitens NR 7);

 Apresentar o Laudo de Riscos Ambientais assim como o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais). (itens 9.2 e 9.3 e subitens NR 9);

 Apresentar Mapa de Riscos Ambientais (item 5.16 alínea o NR 5);


DOCUMENTOS EXIGIDOS PELO MTE EM UMA AUDITORIA

 Responsável pela CIPA quando o estabelecimento não se enquadrar no quadro I. (item 5.3.3 NR 5);

 Apresentação do Livro de Inspeção do Trabalho (Art. 628. / 1º);

 Cartão do C.N.P.J;

 Número de empregados: Total:____ Homens:____ Mulheres:____ Menores: H:____ M:____ ;

 Comprovante de Recolhimento de FGTS dos Empregados do últimos _____ meses;

 Fichas ou Livro de Registro dos Empregados. (artigo 41 da CLT);


DOCUMENTOS EXIGIDOS PELO MTE EM UMA AUDITORIA

 Apresentar Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros - A.V.S. (item 1.2 NR 1);

 Fichas ou Livro de Registro do SESMT - Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (item
4.1 NR 4);

 Protocolo da DRT/MT que encaminhou a Ata de Eleição, Instalação, Posse e Calendário Anual da CIPA, até
10 dias após a Eleição. (item 5.4.1 NR 5);

 Apresentar Folha de Votação para cada Eleição da CIPA dos últimos 3 anos. (item 5.5.4 NR 5);

 Prova de haver promovido a Sipat - Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho. (item 5.16
alínea c NR 5);
DOCUMENTOS EXIGIDOS PELO MTE EM UMA AUDITORIA

 Livro de Atas da CIPA. (item 5.16 alínea g NR 5);

 Prova de haver promovido o curso do CIPA para membros cipeiros e suplentes (item 5.21 NR 5);

 Prova de ter entregue o Anexo I na DRT/MT. (item 5.22 alínea e NR 5);

 Exibir o Certificado de Aprovação - CA dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI utilizados na


empresa. (item 6.5 NR 6);

 Prova de ter realizado teste audiométrico tonal na admissão, periódico e na demissão dos empregados
expostos ao ruído. (item 7.4.2.1 NR 7);
DOCUMENTOS EXIGIDOS PELO MTE EM UMA AUDITORIA

 Apresentar resultado dos exames de controle biológico de agentes químicos dos trabalhadores expostos
(item 7.4.2.1 NR 7);

 Indicar a localização da caixa de primeiros socorros e o nome da pessoa treinada (item 7.5.1 NR 7);

 Prova de ter protegido a prédio contra descargas elétricas atmosféricas (para-raios) apresentando o Laudo
de Medição de Resistência Química. (item 10.2.3 NR 10);

 Apresentar Laudo Técnico sobre Condições de Segurança das Instalações Elétricas, elaborado por
profissional qualificado. (item 10.3.2.7.1 NR 10);

 Prova de manter profissional qualificado e autorizado a trabalhar em Instalações Elétricas (item 10.4.1.4 NR
10);
DOCUMENTOS EXIGIDOS PELO MTE EM UMA AUDITORIA

 Apresentar habilitações através de treinamento específico dos operadores de equipamento de transporte


(item1.1.6 NR 11);

 Exibir Livro de Registro de Segurança, Portuário da(s) caldeira(s) além da aprovação prévia da "Área de
Caldeira" ou "Casa de Caldeira". (item 13.1.6 e 13.?.1 NR 13);

 Prova de Habilitação de operador de caldeira e vasos de pressão (item 13.3.5 e alíneas NR 13);

 Exibir Relatório de Inspeção de Caldeira - RIC (item 13.5.11 NR 13);

 Apresentar Livro de Registro de Segurança dos Recipientes de gases sob pressão e ar comprimido. (item
13.6.5 alínea a e b NR 13);
DOCUMENTOS EXIGIDOS PELO MTE EM UMA AUDITORIA

 Apresentar "Projeto de Instalação" de Recipientes sob pressão ou ainda o "Projeto Alternativo de


Instalação" aprovado pela DRT/SP. (itens 13.7.5 e 13.7.6 NR 13);

 Apresentar Laudo dos "Relatório de Inspeção" dos Reservatórios de gases e ar comprimido. (item 13.10.1
NR 13);

 Apresentar comprovantes de pagamento dos adicionais de insalubridade e periculosidade (item 15.2 NR 15


e item 16.2 NR 16);

 Apresentar Laudo de Avaliação de Análise Ergonômica do Trabalho (item 17.1.2 NR 17);

 Apresentar Laudo Técnico de Iluminação observando os limites da NBR 5413. (item 17.5.3.3 NR 17);
DOCUMENTOS EXIGIDOS PELO MTE EM UMA AUDITORIA

 Apresentar comprovante do treinamento da Brigada de Incêndio (item 23.8.5 NR 23);

 Apresentar Ficha de controle de Instalação dos extintores (item 23.14.1 NR 23)


FORMAÇÃO

 Engenharia de Mecânica – Faculdade Anhanguera Cuiabá/MT –


Conclusão em 12/2018;
 Pós Graduação em Segurança do Trabalho – Instituto Mato-Grossense
de Pós Graduação - IMP/MT – Concluído em 10/2017;
 Bacharel em Direito – Instituto Cuiabá de Ensino e Cultura – ICEC –
Concluído em 12/2010;
 Habilitação Profissional em Segurança do Trabalho – 2.000 horas –
SENAI/Várzea Grande-MT - 12/2002;
 Mecânica Geral – 1.840 horas – SENAI/Várzea Grande-MT - 12/1982
CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO

 Salvamento e Trabalho em;


 1ª Jornada de Direito;
 5º Congresso Mato-Grossense de Direito do Consumidor –;
 II Congresso Mato-Grossense de Propriedade Intelectual e Inovação
Tecnológica;
 Autodesenvolvimento/Autoconhecimento;
 Sistema de Gestão Ambiental;
 Oratória;
 Ergonomia;
 3ª Seminário de Segurança Contra Incêndio e Pânico;
 Informática Básica;
CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO

 Como Atender a fiscalização do trabalho;


 Como lidar com as NR’s que mais impactam a indústria;
 Auto Cad 2D básico;
 Curso de noções de atendimento à emergência química;
 Oficina de relações Étnico-Raciais;
 Oficina de educação ambiental;
 Legislação trabalhista;
 Oficina de empreendedorismo;
 Oficina de informática básica e Googlr Apps;
 Educação ambiental.