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PROFESSOR MARCOS DUPRÁ


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Sumário

Sobre o autor, 3
Anatomia do Instrumento, 4
Aula 1 – Noções básicas, 5
Aula 2 – Figuras ou valores, 12
Aula 3, 16
Aula 4 – Exercícios Psicomotores, 18
Aula 5, 20
Aula 6 – Formação de Escalas, 22
Aula 7, 25
Aula 8 – Intervalos simples e compostos, 27
Aula 9, 30
Aula 10, 32
Aula 11 – Tônica e quinta, 35
Aula 12, 37
Aula 13, 38

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 2


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Sobre o autor
Marcos Duprá é músico, arranjador e
compositor.Tendo já tocado em diversas
bandas com as quais já andou pelo interior
afora. Nasceu em São Paulo e leciona há
mais de 10 anos. Já foi professor em
diversas escolas de música entre elas:
Sintonia, Playmusic, Concertus,
Conservatório Musical do Tucuruvi, etc...
Também participa de projetos sociais, como
o da Escola de Samba Unidos da Vila
Maria.

Sobre o método
A intenção do presente trabalho é de suprir
a necessidade de achar um material didático que tenha um avanço gradual. Que a
teoria musical esteja amarrada com as músicas que estamos aprendendo, e assim
coloquemos em prática a teoria aprendida.

Para um bom desempenho é necessário que tenhamos disciplina. Lembre-se


treinar todos os dias 20 minutos é melhor do que treinar 3 horas apenas num
único dia da semana. Não pule fases. Os métodos estão baseados num esquema
passo a passo, portanto achar que já sabe determinada matéria, ou que ela é
desinteressante, pode ser problemático mais pra frente.

No final do método há um dicionário de acordes, conforme você for aprendendo as


músicas deve consultá-lo.

As dúvidas ou críticas, aceitamos as críticas pois elas nos ajudam a melhorar,


podem ser enviadas para o meu email: marcos.duprá@globo.com

Bom estudo.

Todos os direitos reservados e protegidos por lei.


Nenhuma parte deste livro poderá ser reproduzida ou transmitida, sejam quais forem
os meios: eletrônico, fotográfico, gravação ou quaisquer outros.

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Anatomia do Contra-Baixo
PONTE - UMA PEÇA MUITO IMPORTANTE DO BAIXO. EMBORA
PAREÇA QUE SEJA APENAS UM APOIO PARA AS CORDAS, É ELA
QUEM FAZ A TRANSFERÊNCIA DAS VIBRAÇÕES DAS CORDAS
PARA A MADEIRA DO CORPO. EM ALGUNS BAIXOS, AS CORDAS
NÃO SÃO PRESAS NA PONTE, MAS SIM DIRETAMENTE NO
CORPO, VISANDO UM MELHOR APROVEITAMENTO DOS GRAVES.

CAPTADORES – TÊM A FUNÇÃO DE TRANSFORMAR A VIBRAÇÃO


DAS CORDAS EM SOM. ATRAVÉS DE INDUÇÃO MAGNÉTICA, O
SOM É CAPTADO E TRANSMITIDO PARA A SAÍDA. ENTRE OS
VÁRIOS MODELOS DE CAPTADORES, OS MAIS COMUNS SÃO O
JAZZ (PADRÃO JAZZ BASS), PRECISION E PIEZO.

CORPO - RESPONSÁVEL DIRETO PELO TIMBRE DO


INSTRUMENTO. ASSIM COMO NO VIOLÃO EXISTE A CAIXA
ACÚSTICA, O CORPO DO BAIXO É QUEM VIBRA, DANDO SUSTAIN E GRAVE NECESSÁRIO
AO BAIXO. É NO CORPO QUE SÃO FIXADAS AS CORDAS, O BRAÇO E A PARTE ELÉTRICA.
O PESO DO CORPO INFLUI TAMBÉM NO EQUILÍBRIO DO BAIXO E NO CONFORTO DO
INSTRUMENTO.

MÃO - (PARTE ONDE SE PRENDEM AS CORDAS VIA TARRACHAS) - ALÉM DE SERVIR PARA
FIXAÇÃO DAS TARRACHAS TEM MUITA INFLUÊNCIA NO EQUILÍBRIO DO INSTRUMENTO.
EXPERIMENTE TOCAR NUM BAIXO COM MÃO E NUM SEM (COMO FACTOR, STEIBERG), E
SINTA A DIFERENÇA!

TARRACHAS - RESPONSÁVEL PELA AFINAÇÃO DO INSTRUMENTO, MERECE CUIDADOS


ESPECIAIS QUANTO À MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO.

BRAÇO - PARTE FUNDAMENTAL DO INSTRUMENTO, DEVE SER FIRME O SUFICIENTE E DE


MADEIRA ESTÁVEL. REQUER CUIDADO QUANTO AO USO DO TIRANTE, QUE É INTERNO
AO BRAÇO (CONFORME EXPLICAÇÃO ACIMA). SEMPRE QUE SE TROCAR AS CORDAS,
CHECAR SE A CURVATURA DO BRAÇO É ACEITÁVEL, E SE NECESSÁRIO, ATUAR
SUAVEMENTE O TIRANTE.

TRASTES - SÃO AS PEQUENAS FAIXAS DE METAL QUE SE EXTENDEM AO LONGO DO


BRAÇO, RESPONSÁVEIS PELA LIMITAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DAS NOTAS. EM ALGUNS
CASOS, É POSSÍVEL RETIRAR OS TRASTES PARA QUE SE TENHA UM BAIXO TIPO
FRETLEES, QUE POSSUI UM SOM CONTINUAMENTE À BASE DE "LIGADOS"; E LOGO EM
SEGUIDA RECOLOCÁ-LOS. DESDE QUE SEJA BEM FEITO ESSE TRABALHO, CLARO! É
BASEADO TAMBÉM NESSE FATOR, ALÉM DE OUTROS JÁ CITADOS ACIMA, QUE SE OBTÉM
AS VARIAÇÕES SONORAS QUE COMPÕE O INSTRUMENTO.

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Aula 1 - Noções básicas


Leitura de cifras

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Para começarmos esse curso, temos de aprender o uso das cifras, assim poderemos
identificar o nome dos acordes. As cifras são os nomes que damos aos acordes, para isso
precisamos saber os nomes das notas musicais que são:

Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si

Para cada uma dessas notas damos o nome de uma letra, começando pela letra A que
corresponde a nota Lá.

A=lá ; B=si ; C=dó ; D=ré ; E=mi ; F=fá ; G=sol

Portanto:

A = Lá maior, a letra “A” corresponde a nota Lá, como ela está sozinha significa que o
acorde é maior.

Am = Lá menor, a letra “A” corresponde à nota Lá, e a letra “m” significa que o acorde
é menor .

A7=Lá com sétima, a letra “A” corresponde à nota Lá, e o nº 7 que o acorde é com
sétima.

Exercícios

Descubra o nome
dos acordes:

a) D7 – Ré com sétima
b) C–
c) Em -
d) F–
e) A7 -
f) G4 –

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Noções básicas
Nome das cordas

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O nome das cordas soltas do contrabaixo, começando pela primeira corda,


contando de baixo para cima são: 1º corda – sol, 2º corda – ré, 3º corda – lá, 4º
corda – mi.

Leitura tablatura

Para lermos uma tablatura é como se o braço do contrabaixo estivesse de


frente para nós, portanto, tome cuidado nesse caso com a primeira corda, corda
sol, ela está em cima. Os números que aparecem na tablatura são as casas.No
exemplo abaixo a corda usada é a terceira corda presa na terceira casa.

Posição dos dedos mão esquerda

Para mão esquerda usamos os seguintes dedos: polegar, indicador, médio e


anular. Cada um deles recebe um número para designá-lo.

Polegar = 1 ; indicador = 2; médio = 3; anular = 4 .

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Posição dos dedos mão esquerda

O polegar serve de apoio suave, atrás do instrumento. O sentido do polegar


deve ser em forma de positivo.Os dedos devem pressionar as cordas, bem
próximo dos ferrinhos (trastes).

Posição dos dedos mão direita

Os dedos estão indicados com suas iniciais; P= polegar, i= indicador, m=


médio, a= anular.

A mão direita é posicionada com naturalidade, de maneira que os dedos fiquem


perpendiculares ás cordas.

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Posição dos dedos mão direita

A mão direita pode executar de duas maneiras usando palheta, nesse caso a
palhetada deve ser basicamente alternada, ou usando o indicador e o médio, que
devem alternar entre eles a execução na corda.

Observe, na figura, que quando tocamos com os dedos, o dedo da mão direita,
após tocar numa corda se apóia na seguinte. A letra “A” representa o ponto de
partida, o dedo passa por “B”, tocando a corda em “C”, indo repousar em “D”, que
é a corda que ele vai se apoiar.

Dica
Tome cuidado com as cifras que vêm escritas da seguinte maneira:

Exemplo- C/G

A primeira letra é o nome do acorde, a barra significa baixo, e a segunda letra o


baixo a ser tocado. Portanto no exemplo acima devemos ler: Dó com baixo em
Sol. Para o contrabaixo, principalmente nesse começo, a nota Sol teria mais valor
que o resto do acorde.

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Afinando seu Contra-Baixo

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Vamos falar de algo bem básico, mas que requer atenção, principalmente para você
que está começando agora e não tem noção do que se trata: a afinação.

Os acessórios mais importantes que você pode ter para afinar são seus ouvidos. Por
isso eduque-os com paciência.

Para afinar o baixo temos que primeiramente acertar uma das cordas através do
"Diapasão", procure sempre manter seu instrumento no diapasão, esta é a melhor
referência para seus ouvidos.

Existem três tipos de diapasão:

1) Diapasão de garfo - Emite a vibração da nota Lá. Como a terceira corda solta do
baixo é justamente a nota Lá basta acerta-la com o diapasão e depois, usando-a como
referência afinar as demais cordas.Você vai perceber que o diapasão emite um Lá bem
agudo enquanto a corda Lá do baixo é bem grave, no começo é um pouco difícil acertar
as mesmas notas em oitavas tão distantes por isso aí vai uma dica:

DICA: Sem apertar a corda coloque o dedo suavemente sobre o traste à frente da quinta
casa na corda Lá, isto produzirá um "Harmônico Natural". Este harmônico é a nota Lá
também. Agora fica mais fácil de comparar com o diapasão.

2) Diapasão de sopro - É um apito que emite o som da nota Lá na mesma altura da


corda solta. Há também modelos com seis apitos, cada um emitindo o som de uma das
cordas do violão.

3) Diapasão eletrônico - Este aparelho capta o som da corda e indica se está na altura
correta ou não, mostra através de um led ou uma seta se é preciso tencionar ou afrouxar
mais a corda até chegar na altura exata. Apesar de muito útil para shows ao vivo, palcos
escuros, etc. este diapasão não deve ser usado como desculpa de quem não consegue
afinar o instrumento, qualquer pessoa pode treinar o ouvido a ponto de reconhecer
quando as notas estão igualadas e, portanto afinadas.

Após adquirir um diapasão tenha o hábito de sempre manter seu instrumento


devidamente afinado de acordo. Como sabemos este instrumento geralmente tem quatro
cordas que devem ser contadas de baixo para cima, ou da mais fina para a mais grossa:
a primeira é a corda sol, a segunda é a corda Ré, a terceira é a corda Lá e a quarta é a
corda Mi. Como percebemos cada corda solta leva o nome de uma nota musical,
memorize-as.

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Supondo que você já tenha ajustado o som da terceira corda (Lá) com o
diapasão a maneira mais comum de afinar o instrumento é igualando o som
emitido quando se aperta a quinta casa de uma corda com o som da corda
abaixo solta.

Veja o gráfico abaixo e interprete como as cordas de seu instrumento


devem ser afinadas:

Muita gente pode perguntar como ficaria no caso dos baixos de cinco ou
de seis cordas. Simples. Vamos à resposta!

O baixo de cinco cordas recebe uma corda mais grave, a corda SI. A
ordem das cordas fica então "Sol, Ré, Lá, Mi e Si" e o processo de afinação
é o mesmo: igualar o som da quinta casa com a corda abaixo solta.

Em relação ao baixo de cinco cordas o de seis recebe mais uma corda


aguda, é a corda Dó. Portanto a ordem das cordas será: Dó, Sol, Ré, Lá, Mi
e Si.

Há outras maneiras de se afinar o instrumento e uma delas é gerando


um harmônico sobre o quinto traste de uma corda e igualando-o com o
harmônico gerado no sétimo traste da corda abaixo. Não se pressiona a
casa, basta encostar levemente o dedo bem em cima do traste indicado.

Obs.: Nem todos os trastes produzem harmônicos naturais.

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Localização das notas no instrumento

C D E
F G A

As notas indicadas são C = dó, D = ré, E = mi, F = fá , G = sol, A = lá.

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Sustenido e bemol

As notas musicais que conhecemos desde criança são:

Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si.

Entre essas notas existem outras que recebem o nome de sustenido ou bemol. O sustenido é
representado pelo símbolo “#”.O bemol por “b”. Teoricamente o sustenido é diferente do bemol,
mas na prática são formas diferentes de representar a mesma nota. Ex.: Dó# = Réb

Vamos entender isso melhor falando em voz alta todas as notas musicais a partir de Dó.

Dó, Dó# ou Réb, Ré, Ré# ou Mib, Mi, Fá ,Fá# ou Solb , Sol ,Sol# ou Láb ,Lá ,Lá# ou Sib ,Si.

Exercício

Qual o nome
das notas?

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Aula 2 - Figuras ou Valores

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Nem todas as notas têm a mesma duração. Para representar as várias durações dos
sons musicais, as notas são escritas sob formas diferentes. Abaixo as figuras musicais
com os seus respectivos valores.

Figura Pausa tablatura nome valor

Semibreve 4

Mínima 2

Semínima 1

Colcheia 1/2

Semicolcheia 1/4

Fusa 1/8

Semifusa 1/16

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Observando as figuras anteriores e seus valores, veremos que todas elas dependem
da semibreve.

Assim se estabelecermos que a semibreve vale quatro tempos, automaticamente a


mínima valerá 2 tempos, pois a mínima vale metade de uma semibreve, e assim por
diante.

Os tempos são agrupados em grupos iguais, de dois em dois, de três em três ou


de quatro em quatro, constituindo unidades métricas as quais se dá o nome de
compasso.
Cada grupo de tempos, isto é, cada compasso, é separado do seguinte por uma
linha vertical(travessão).

Os valores dos compassos são representados por uma fração ordinária


colocada no princípio da pauta, depois da clave. O numerador determina o
número de tempos do compasso.O denominador determina o valor da
semibreve.Na figura acima o valor da fração é 4/4, portanto o valor do compasso é
quatro e o valor da semibreve é quatro.

Observações: Da colcheia em diante, podemos


juntá-las em grupos. Como mostra as figuras
abaixo.

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Estudo de divisão rítmica

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Pra tocarmos uma música devemos ter em mente o conceito básico de divisão. A
maioria das músicas populares tem como compasso principal o 4/4, ou seja, contamos até
quatro e depois recomeçamos a contagem.

Exercício 1 – Vamos fazer a contagem acima batendo o pé.Os quadrados brancos


indicam o momento em que o pé bate no chão, e os quadrados cinzas indicam o
momento que o pé se levanta.Se possível use um metrônomo em 80 bpm.Veja a figura
abaixo:
1 e 2 e 3 e 4 e 1 e 2 e 3 e 4 e

Agora vamos usar a corda Mi solta, do contra baixo, para executar os exercícios abaixo.

Exercício 2 - Lembrando os valores das figuras de tempo, a figura abaixo, corresponde a


semínima, que vale um tempo.Portanto no 1º tempo, você toca a corda mi e deixa soar
até o 2º tempo, e assim por diante. Toque sem parar: quando terminar o quarto tempo
recomece novamente, varias vezes seguidas.
1 2 3 4

Exercício 3 – A figura abaixo, corresponde a colcheia, que tem valor de ½


tempo.Portanto, no 1º tempo, você tocará a nota 2 vezes, a primeira vez quando bater o
pé, a segunda quando levanta-lo. Quando terminar o quarto tempo, recomece novamente,
varias vezes seguidas.

1 e 2 e 3 e 4 e

Exercício 4 – As figuras abaixo, correspondem a colcheia e a pausa de colcheia, sendo


que as duas figuras têm valor de ½ tempo. Na pausa de colcheia abafe a corda. Quando
terminar o quarto tempo, recomece novamente, varias vezes seguidas.

1 e 2 e 3 e 4 e

Agora vamos treinar divisão rítmica, usando a tablatura.

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 14


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Para as pausas, encoste o dedo na corda para abafar o som. A velocidade está em 60
bpm. Toque com o áudio e depois faça sozinho, se possível use um metrônomo.

Exercício 1 – Usando semínima, pausa de semínima e pausa de mínima.

Exercício 2 - Usando colcheia e pausa de colcheia.

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Aula 3
Posicionamento dos dedos da mão esquerda

Para se ter um posicionamento correto para a mão esquerda, observe a figura


abaixo:

O dedo 1 (conforme quadrado branco na figura acima) está prendendo a


quarta corda na terceira corda, isto implica que; para qualquer corda presa na
quarta casa deveremos usar o dedo 2; para qualquer corda presa na quinta casa
usaremos o dedo 3; para qualquer corda presa na sexta casa usaremos o dedo 4.

Pensando no que foi dito acima, veja a tablatura abaixo:

.
Agora observe abaixo a digitação correta

A digitação não possui uma regra fixa, mas a sugestão acima é uma boa
maneira de se pensar qual o dedo correto a ser usado.

Puxão de orelha:
Use todos os dedos da mão esquerda para tocar
o seu contrabaixo. Somente assim você
conseguirá desenvolver velocidade,

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 16


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A seqüência abaixo possui os mesmos acordes da música: Hit the Road Jack, de Ray Charles.

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Am G F E7

Digitação: 3 1 1

A seqüência abaixo possui os mesmos acordes da música: “Que País é esse”, da banda Legião
Urbana.

Em C D

Digitação: 3 3 1 3 3 1 3 1 1 1 1 1 3 3 3 3

A seqüência abaixo possui os mesmos acordes da música: “Be yourself”, da banda Audioslave.

Digitação: 1 1

1 3

Dicas do professor
1ª - Alterne o dedo indicador e médio da mão direita.
2ª - Apóie o polegar da mão direita no captador.
3ª - Em cima da nota da tablatura está o acorde correspondente.
4ª - Embaixo da tablatura está a digitação a ser usada.

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Aula 4 - Exercícios psicomotores

Todos os exercícios abaixo devem ser tocados alternando os dedos: indicador


e médio, da mão direita. Se você começar tocando com o dedo indicador a
próxima nota deve ser tocada com o dedo médio e assim por diante.

Dicas do professor

1- Apóie o polegar da mão direita, no captador do seu contrabaixo.


2- Os dedos indicador e médio devem fazer um movimento como se eles
estivessem caminhando pelas cordas.
3- Ao trocar de corda, faça com que o dedo, que tocou a corda de baixo,
encoste-se à corda de cima, para que a abafe.

A função desses exercícios é de melhorar a


função motora dos dedos da mão direita.
Por isso não tenha pressa para executá-
los.Toque várias vezes, lentamente sempre
acompanhando o Cd.

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 18


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Estudo de divisão rítmica


Podemos alterar os valores das figuras de tempo que já aprendemos. Uma maneira de
fazermos isso é através do ponto de aumento ou da ligadura.
Ponto de aumento – É colocado um ponto ao lado da figura de tempo, aumentando em
metade do valor da figura. No exemplo dado, a semínima vale 1 tempo, com o ponto passa
a valer 1 tempo e ½.

Ligadura – É um arco que liga uma figura de tempo à outra, somando o tempo das
duas. No exemplo dado, cada semínima vale 1 tempo, com a ligadura passam a valer 2
tempos.

Exercício1 – Com a corda mi do contrabaixo, toque o exemplo abaixo, sem parar.

1 e 2 e 3 e 4 e

Exercício 2 – Idem

Exercício 3– Usando a tablatura vamos tocar o exemplo abaixo.

Exercício 4 –

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Aula 5

A seqüência abaixo tem os mesmos acordes da música: “The Kids aren’t allright”, da
banda Offspring.

Tocar esta seqüência até o fim da música.

Digitação: 3

1 3

3 3

A seqüência abaixo tem os mesmos acordes da música: ”Quando o sol se for”, da banda
Detonautas.
Parte 1 – Tocar esta parte 3 vezes. Depois ir para a parte 2.
Bm D

Digitação: 1 1 3 1
Parte 2 – Repetir esta parte 2 vezes. Depois ir para a parte 3.
A G

Digitação: 3 1
Bm D

3 1
Parte 3 – Tocar esta parte 2 vezes. Depois siga a ordem abaixo.

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 20


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Digitação: 3 1 3 1
Tocar 4 vezes a parte 2; em seguida tocar 2 vezes a parte 3; depois volte para a parte 2 e toque
mais duas vezes.Vá para a parte 4.

Parte 4 – Tocar esta parte 4 vezes. Depois vá para a parte 2 e toque mais duas vezes.

Digitação: 3...

1 1...

A seqüência abaixo tem os mesmos acordes da música: “Smell like teen spirits”, da banda
Nirvana.

Parte 1- Tocar esta parte 4 vezes, depois ir para a parte 2.

Fm Bbm Ab C#
Esta haste ligando a
casa 1 à casa 4, chama-se
slide, significa que devemos
escorregar o dedo da casa 1

Digitação: 1 1 1 1 até a casa 4.


Parte 2 – Tocar esta parte 10 vezes. Depois siga as instruções abaixo.
Fm Bbm Ab C#

Digitação: 1 1 3 3 2
Toque 6 vezes a parte 1. Vá para a parte 3.

Parte 3 – Toque esta parte 2 vezes. Siga as instruções abaixo.

Digitação: 1 1 2 3 3 2 1
Repita a música desde o inicio.

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Aula 6
Formação de escalas
Desde criança fomos ensinados que as notas musicais eram:

Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si Dó

No entanto, como já foi observado existem outras notas além dessas, os


sustenidos e bemóis.
A medida da distância de uma nota até outra é feita através do semitom. Ex.: A
distância que vai da nota Dó até a nota Dó# é de um semitom. A distância que vai
da nota Dó até a nota Ré é de dois semitons ou um Tom.

Para montarmos a escala maior é necessário


termos a fórmula abaixo na cabeça.

T T 1/2T T T T 1/2T

T= um tom 1/2T = um semitom

Usando essa fórmula deveremos entender que da primeira para a segunda


nota haverá a distância de um tom e assim sucessivamente. Ex.:

Dó T Ré T Mi 1/2T Fá T Sol T Lá T Si 1/2T Dó

Para montarmos a escala menor de Dó o processo é o mesmo, mas a


fórmula é a seguinte:

T 1/2T T T 1/2T T T

Portanto a escala menor de Dó seria:

Dó T Ré 1/2T Mib T Fá T Sol 1/2T Ab T Sib T Dó

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 22


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Exercícios
1- Quais os nomes das seguintes cordas:

a) Quarta corda –
b) Segunda corda –
c) Primeira corda –

2- Monte as
seguintes
escalas:

a) Escala maior de Mi

b) Escala menor de Sol

c) Escala maior de Ré

3- Diga o nome das seguintes cifras:

a) C = b) A = c) Fm =

4- Quais os nomes das seguintes notas:

5- Diga o nome das seguintes notas:

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 23


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Cd faixa 21 - Esta seqüência tem os mesmos acordes da música: “Every breath you take”,
da banda The Police.

Parte 1 – Toque esta parte e depois vá para a parte 2.

Digitação: 3

Dig.: 1

Dig.: 1 1

Dig.: 1
Parte 2 – A parte 2 é idêntica a parte 1 com exceção do último acorde, que no lugar de A
(lá maior) será F#m. Veja abaixo.

A A F#m F#m D E F#m F#m

Toque novamente a parte 1, depois vá para a parte 3.

Parte 3 – Mantendo sempre o mesmo ritmo, toque as notas abaixo.

D Bm A A Bm Bm E E

Toque a parte 2, e em seguida vá para a parte 4.

Parte 4 – Mantendo o mesmo ritmo, toque as notas abaixo na terceira corda do


contrabaixo. Toque esta parte 4 vezes.

F F G G

Toque a parte 1, parte 2, parte 3, respectivamente. Em seguida, parte 1 até o final.

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 24


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Aula 7
Esta seqüência tem os mesmo acordes da música: “Another brick in the wall”, da
banda Pink Floyd.

Parte 1 – Toque esta parte 4 vezes.

Digitação: 3 1 3 1
Parte 2 – Toque esta parte, e depois, repita a música desde o inicio.

Digitação: 1

Dig,: 3 1 3 1 1

Dig.: 3 3 1 3 1

Dicas do professor

1- Alterne o dedo indicador e médio da mão direita.


2- Apóie o polegar no captador.
3- Execute a digitação correta na mão esquerda.
4- Quando tocar os dedos 3 ou 4, da mão esquerda, mantenha os dedos 1 e 2
encostados na corda.

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 25


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Exercícios

1- Forme as seguintes escalas:

a) Escala menor de Bm-

b) Escala menor de Dm-

c) Escala menor de Cm-

d) Escala maior de B-

2- Ligue com um traço os sustenidos com os bemóis:

C# Bb
F# Eb
A# Db
G# Ab
D# Gb

3- Diga o nome das seguintes cifras:

a) Bm - b) Eb- c) F#m-

4- Qual o nome das cordas soltas em sua respectiva ordem?

5- Desenhe as notas pedidas:

a) G b) Eb c) F# d) B e) C#

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 26


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Aula 8 - Intervalos simples e compostos


Intervalo é a distância que separa duas notas musicais. Por exemplo, já sabemos que da nota
Dó até a nota Ré existe a distância de um tom. O intervalo que existe da nota Ré em relação à
nota Dó receberá o nome de intervalo de segunda maior. Cada intervalo receberá uma
denominação própria da sua relação com a tônica (fundamental ou primeira nota da escala).

Intervalos Simples
São os intervalos que vão da Tônica até a sétima maior.
Nome Exemplo Distâncias
Tônica C Zero (contando a
partir de dó)
Segunda menor Db ½ tom
Segunda maior D 1 tom
Terça menor Eb 1 1/2tons
Terça maior E 2 tons
Quarta perfeita (ou justa) F 2 ½ tons
Quinta menor F# 3 tons
Quinta maior G 3 1/2tons
sexta menor ou quinta aumentada G# 4 tons
Sexta maior A 4 ½ tons
Sétima menor Bb 5 tons
Sétima maior B 5 1/2tons

Intervalos compostos
São os intervalos que vão da oitava em diante. Não se assuste, são as mesmas notas
com nomes diferentes.
Nome Exemplo Distâncias
Oitava C 6 tons
Nona menor Db 6 ½ tons
Nona maior D 7 tons
terça menor Eb
terça maior E
Décima primeira F 8 ½ tons
Décima primeira aumentada F# 9 tons
quinta maior G
Décima terceira menor Ab 10 ½ tons
Décima terceira A 11 tons
Sétima menor Bb 11 ½ tons
Sétima maior B 12 tons

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 27


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Intervalos simples e compostos


Vamos agora, visualizar os intervalos no braço do instrumento.

Intervalos simples

Intervalo de segunda- dó até ré

Intervalo de terça- dó até mi

Intervalo de quarta- dó ate fá

Intervalo de quinta- dó até sol

Intervalo de sexta- dó até lá

Intervalo de sétima maior- dó até si

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Intervalos compostos
Daqui por diante os intervalos serão chamados de intervalos compostos.

Intervalo de oitava- dó até dó

Intervalo de nona- dó até ré

Intervalo de décima primeira- dó até fá

Intervalo de décima terceira- dó até lá

Tenha em mente o seguinte: os


intervalos compostos são na
realidade iguais os intervalos
simples com nomes diferentes.
Nos exemplos acima a nona, a
décima primeira, a décima
terceira, são as mesmas notas
que a segunda, a quarta e a
sexta, respectivamente.

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Aula 9
Esta seqüência tem os mesmos acordes de “Come as you are”, da banda Nirvana.
Parte 1 – Toque esta parte 10 vezes.

Digitação: 1 2 3 1 3 1 3 2 1 3 1 3 1 2
Parte 2 – Toque esta parte 4 vezes. Siga a ordem abaixo.
F#m A

Dig.: 1 3
Toque 4 vezes a parte 1; toque 4 vezes a parte 2; vá para a parte 3.

Parte 3 – Toque esta parte 4 vezes.


Bm D

Dig.: 1 2 2

Esta seqüência tem os mesmos acordes da música: ”Paranoid”, da banda Black Sabbath.

Parte 1- Toque esta parte 2 vezes.

Digitação: 1 1 3 1 3 1 3 1 3
Parte 2 – Toque esta parte 2 vezes. Depois vá para a parte 3.

Digitação: 3...

Dig. 1 1 1 3 1 3
Parte 3 – Toque esta parte 2 vezes. Depois siga a ordem abaixo.

Digitação: 1 1 3 4 1 3 4

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Dig.: 3...
Toque 2 vezes a parte 2, em seguida vá para a parte 4.

Parte 4 – Toque esta parte 2 vezes. Depois siga a ordem abaixo.

Digitação: 1 4 etc...

Dig.: 1 4 etc...
Toque 2 vezes a parte 2.

Dicas do professor
1- Alterne o dedo indicador e médio da mão direita.
2- Apóie o polegar no captador.
3- Execute a digitação correta na mão esquerda.
4- Quando tocar os dedos 3 ou 4, da mão esquerda, mantenha os dedos 1 e 2 encostados na
corda.
5- Na parte 1 da música: “Come as you are”, temos o símbolo abaixo.

Este símbolo chama-se ritornelo, significa que um determinado trecho


deve ser repetido. Aonde começa a barra com os dois pontos é o começo da repetição,
portanto o que está antes não deverá ser tocado.
6- - Este símbolo representa o vibrato. Significa que a mão esquerda fará um
movimento vertical para que a nota pressionada vibre.

7- - Slide.Escorregue o dedo pelo braço até chegar a próxima nota.

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Aula 10
Exercícios
1- Qual a fórmula para formar uma escala maior?

2- Qual a fórmula para formar uma escala menor?

3- Monte as
seguintes escalas:

a) Escala maior de G

b) Escala menor de Em

c) Escala maior de A

4 - Diga quem é a terça de:

G E
A D
C G
Bb C#
Eb B

5- Complete os espaços:

A nota sol# é a terça de ___________.


A nota mi é a quinta de ___________.
A nota dó e a tônica de ___________.
A nota sol é a quinta de ___________.

6 - Desenhe no braço a quinta das notas pedidas

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Exercícios com intervalos

Para assistir essa aula em vídeo clique no botão ao lado:

Ex1 – Intervalos – Escala de C

Ex.2 – Intervalos de terça – Escala de C

Ex. 3 – Intervalos de 8ª - Escala de C

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Ex. 4 – Intervalos de 5ª - Escala de C

Ex. 5 – Intervalos de 7ª - Escala de C

Ainda existem dúvidas sobre o uso dos intervalos?


Então, vamos tentar sanar essas dúvidas. Observe a figura abaixo:

notas: ré- fá#

Esse intervalo você já conhece. É um intervalo de terça maior.


Terça maior de quem?
Terça maior de Ré que é a primeira nota tocada, ou seja, a nota mais grave.

A minha pergunta agora é a seguinte qual é a escala maior de C?


A escala maior de C é formada pelas notas: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó.

Na escala maior de C, existe a nota fá#?


Então, podemos presumir que a terça maior de ré não pertence à escala de C.

Agora observe a figura abaixo:

notas: ré fá
O intervalo acima é o intervalo de terça menor de ré.
A nota ré e a nota fá pertencem à escala de C, portanto na escala de C, a terça de ré deve ser
menor. Nesse primeiro instante não se preocupe demais em raciocinar, mas, por favor, não tenha
preguiça. Memorize a localização dos intervalos isso lhe ajudará muito no futuro.

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Aula 11
Tônica e quinta
Para se fazer à condução de uma música, muitos baixistas ao invés de tocar
apenas a tônica, nota que dá nome ao acorde, usam a tônica e a quinta para dar
um sabor diferente.

Vejamos os exemplos abaixo:

No exemplo acima, no primeiro compasso usamos a nota dó, tônica, para


definir o acorde de C ou Cm.
No segundo compasso usamos a nota dó, tônica, e a nota sol, quinta para
definir o acorde de C ou Cm.

Observe que a quinta pode estar em pelo menos dois lugares diferentes.
No exemplo acima, a quinta de dó, nota sol, está na corda de baixo, duas casa pra
frente. No compasso 3, ela está na corda de cima, na mesma casa.

Quando usamos a tônica e a quinta para


fazer uma linha de baixo, o acorde pode
ser tanto maior quanto menor.

Exercícios

Encontre a quinta das notas abaixo:

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Esta seqüência tem os mesmos acordes da música: “(I can’t get no) Satisfaction", da
banda Rolling Stones.

Parte 1 – Toque esta parte 4 vezes

Digitação: 4 1 2 4 2 1
Parte 2 – Toque esta parte e depois siga as instruções. Observe o uso da Tônica e
quinta.

Digitação: 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3

Dig.: 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3

Dig.: 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3

Dig.: 3 3 3 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1
Toque 8 vezes a parte 1 e depois vá para a parte 3.

Parte 3

Digitação: 3 4 1 2
Repita a música desde o início.

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Aula 12 Para assistir essa aula em vídeo clique no botão ao lado:

Esta seqüência é igual a música: “Love me do”, dos The Beatles.


Parte 1 – Introdução. Observe o uso da tônica e quinta.

Digitação: 3 3 1 4 3 3 1 4

Dig.: 3 3 1 4 3 3 3 3
Parte 2 – Toque esta parte e vá para a parte 3.

Digitação: 3 3 1 4 3 3 1 4

Dig.: 3 3 1 4 1 4 1 4
Parte 3 –Toque esta parte e siga a ordem abaixo.

Digitação: 3 3 1 4 3 3 1 4
Toque novamente a parte 2 e vá para a parte 4.
Parte 4- Toque esta parte e vá para a parte 5.

Digitação: 3 3 1 4 3 3 4 3 1
Parte 5- Toque esta parte 2 vezes e depois toque a parte 2.

Digitação: 1 4 1 4 1 4 3 3

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Aula 13

Exercícios
1 - Monte as seguintes escalas:

Escala de D-

Escala de Fm-

Escala de Bm-

Escala de A-

2- Faça a seguinte associação:

a) Ré ( ) quinta de C.
b) Mib ( ) terça maior de F.
c) Lá ( ) terça menor de D.
d) Sol ( ) tônica de Eb.
e) Fá ( ) quinta maior de G.

3- Descubra qual a quinta de:

4- Qual o nome das cordas do contrabaixo?

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Esta seqüência tem os mesmos acordes da música: “She loves you”, da banda The
Beatles.

Parte 1 – Introdução. Observe o uso da tônica e quinta.

Digitação: 3 3 1 3 3 3 1 4

Dig.: 1 4 1 1 4 1 4 1 3 3 1

Dig.: 3 1 4 1
Parte 2 – Toque esta parte 2 vezes e vá para a parte 3.

Digitação: 1 1 1 1 3 3
Parte 3 – Toque esta parte e siga as instruções abaixo.

Digitação: 1 3 1 1 1 1 1 3 3 3 3

Dig.: 3 3 3 3 1 4 1 1 4 1 1 4 1

Dig.: 1 4 1 4 1

Toque a parte 2 e 3 novamente e vá para a próxima página.

Parte 4 - Toque esta parte e siga a ordem abaixo.

Método Básico 1 – Contrabaixo Página 39


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Digitação: 3 3 1 3 1 3 1 4

Dig.: 1 4 1 1 1 4 1
Parte 5 – Toque esta parte e siga a ordem abaixo.

Digitação: 3 3 3 1 4 1
Toque as partes 2 e 3 e vá para a parte 6.
Parte 6- Toque 2 vezes esta parte e vá para a parte 7.

Digitação: 1 4 1 1 1 2 1 4

Dig.: 1
Parte 7- Toque esta parte e termine a música.

Digitação: 1 1 2 1 2 3 2 1

Dig.: 3 3 1 3 3 1 4 1 1 4 1

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