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19/11/2018 EPS

CCJ0067_EX_A1_201708028153_V1

DIREITO PREVIDENCIÁ RIO


Lupa
1 a aula
V ídeo PPT MP3

Ex e rcício: CCJ0067_EX_A 1_201708028153_V1 19/11/2018 13:57:11 (Finalizada)


Aluno(a): PA LOMA DE A LMEIDA SA NTA NA ROCHA 2018.2

Disciplina: C C J0067 - DIREITO PREVIDENCIÁ RIO 201708028153

1a Questão

Marque a opção corre ta quanto a e volução história da Pre vidê ncia Social no Brasil?

Em 1945 a Pre side nte Dilm a criou um a le i que e x tinguiu a Pre vidê ncia Social no Brasil.
Em 1931 o Pre side nte Luis Inácio Lula da Silva de te rm inou a inte rve nção nas caix as pre vide nciárias até
e ntão e x iste nte s e m face de proble m as de ge stão e e fe tivação da prote ção. Foi de te rm inado um novo
m ode lo pre vide nciário para o Brasil. O De cre to n.º 20.465/31 ve io a lum e pre ve ndo um am plo le que de
prote ção cobrindo os já e x iste nte s riscos de invalide z, ve lhice e m orte , be m com o obe de ce ndo o outras
pre staçõe s. No m ode lo criado e m 1931, a ge stão passa a se r e statal (autarquias pre vide nciárias) e a
prote ção por se gm e ntos profissionais (por cate gorias profissionais).
Em 2015 foi criado o Siste m a Inte grado Nacional de Pre vidê ncia e Assistê ncia Social ¿ SINPAS que não e ra
inte grado a Datapre v, INPS, Funabe m , Inam ps, C e m e , Iapas e LBA.
Em 1923 a Le i Eloy C have s (De cre to Le gislativo 4.682, de 24 de jane iro de 1923). É conside rado o m arco
inicial da prote ção pre vide nciária no Brasil. C om e la foram criadas as caix as de apose ntadoria e pe nsão.
Eram privadas, re alizadas pe la própria e m pre sa e vinculadas a se us e m pre gados. Pre viam prote ção aos
riscos de doe nça, invalide z, idade e m orte .
A prim e ira re form a constitucional do siste m a pre vide nciário brasile iro ocorre u e m 1500.

Gabarito Coment.

2a Questão

Manté m a qualidade de se gurado, inde pe nde nte m e nte de contribuiçõe s, por até

36 (trinta e se is) m e se s, o se gurado de se m pre gado, de sde que tal situação e ste ja com provada por
re gistro no Ministé rio do Trabalho e Em pre go ou outro m e io adm itido e te nham sido ve rtidas m ais de 120
(ce nto e vinte ) contribuiçõe s se m inte rrupção que te nha acarre tado a pe rda da qualidade de se gurado.
12 (doze ) m e se s após a ce ssação das contribuiçõe s, o se gurado facultativo.
3 (trê s) m e se s após o livram e nto, o se gurado de tido ou re cluso.
12 (doze ) m e se s após o lice nciam e nto, o se gurado incorporado às Forças Arm adas para pre star se rviço
m ilitar.
36 (trinta e se is) m e se s, que m e stá e m gozo de aux ílio-doe nça.

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Gabarito Coment.

3a Questão

O m arco inicial da Pre vidê ncia Social propriam e nte dita no Brasil ocorre u com :

a Le i Eloy C have s (que na ve rdade é um De cre to Le gislativo nº 4.682, de 24 de jane iro de 1923), criando
para cada Estrada de Fe rro do País um a C aix a de Apose ntadoria e Pe nsõe s.
A Le i n° 3.397, de 24 de nove m bro de 1888, que criou a C aix a de Socorros e m cada um a das Estradas de
Fe rro do Im pé rio.
A Le i nº 5.316, de 14 de se te m bro de 1967, que inte grou o Se guro de Acide nte do Trabalho na
pre vidê ncia social, faze ndo-o de sapare ce r com o ram o à parte , e m outra m e dida de grande alcance do
ponto de vista da racionalização da pre vidê ncia social.
O De cre to nº 22.872, de 29 de junho, que criou o Instituto de Apose ntadoria e Pe nsõe s dos Marítim os, a
prim e ira instituição brasile ira de pre vidê ncia social de âm bito, com base na atividade ge né rica da
e m pre sa.
O De cre to n° 9.912-A, de 26 de m arço de 1888, que re gulou o dire ito à apose ntadoria dos e m pre gados
dos C orre ios.

Gabarito Coment.

4a Questão

A re spe ito da m anute nção e pe rda da qualidade de se gurado é corre to afirm ar que

é irre le vante para a conce ssão da apose ntadoria por idade , de sde que o se gurado com prove a carê ncia
e x igida para obte nção do be ne fício.
o se gurado facultativo te m um pe ríodo de graça de se is m e se s, prazo que pode rá se r prorrogado por
doze m e se s se com provada a situação de de se m pre go pe rante o Ministé rio de Trabalho e Em pre go
a pe rda da qualidade de se gurado acarre ta o re início da contage m do prazo de carê ncia para obte nção de
aux ílio-doe nça, apose ntadoria por invalide z e apose ntadoria e spe cial.
o se gurado que e stive r re ce be ndo be ne fício por incapacidade m anté m e ssa qualidade durante se is m e se s
após a ce ssação do be ne fício, inde pe nde nte m e nte do re torno à atividade re m une rada.
a pe rda da qualidade de se gurado não se rá conside rada para a conce ssão de aux ílio-doe nça,
apose ntadoria e spe cial e apose ntadoria por te m po de contribuição.

Gabarito Coment.

5a Questão

Se gundo alguns doutrinadore s a prim e ira e x pre ssão que de u orige m tão falada Se guridade Social, isto é , a do
am paro ge ne ralizado do cidadão contra riscos sociais e m ge ral, ocorre u:

com o cé le re Social Se curity Act (1935), dos Estados Unidos;


com a le i de am paro aos pobre s (PoorR e lie fAct), da Inglate rra, e m 1650;
na Arge ntina , e m 1942, com o fam oso "Plano Be ve ridge ";
com o cé le re Social Se curity Act (1935), no C anadá.
C om o se guro social, organizado pe lo Estado sob a inspiração do C hance le r O tto von Bism arck , na
Ale m anha, e m 1883;

Gabarito Coment.

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6a Questão

O INSS, autarquia fe de ral, re sultou da fusão das se guinte s autarquias:

IAPAS e INPS.
IAPAS e INAMPS
FUNABEM e C EME
DATAPR EV e LBA.
INAMPS e SINPAS

Gabarito Coment. Gabarito Coment.

7a Questão

Se gundo a Le i no 8.213/91, have ndo pe rda da qualidade de se gurado, as contribuiçõe s ante riore s a e ssa data só
se rão com putadas para e fe ito de carê ncia de pois que o se gurado contar, a partir da nova filiação à Pre vidê ncia
Social, com , no m ínim o,

m e tade do núm e ro de contribuiçõe s e x igidas para o cum prim e nto da carê ncia de finida para o be ne fício de
aux ílio-doe nça, inde pe nde nte m e nte do be ne fício a se r re que rido.
um te rço do núm e ro de contribuiçõe s e x igidas para o cum prim e nto da carê ncia de finida para o be ne fício
da pe nsão por m orte , inde pe nde nte m e nte do be ne fício a se r re que rido.
dois te rços do núm e ro de contribuiçõe s e x igidas para o cum prim e nto da carê ncia de finida para o be ne fício
a se r re que rido.
m e tade do núm e ro de contribuiçõe s e x igidas para o cum prim e nto da carê ncia de finida para o be ne fício a
se r re que rido.
um te rço do núm e ro de contribuiçõe s e x igidas para o cum prim e nto da carê ncia de finida para o be ne fício a
se r re que rido.

Gabarito Coment.

8a Questão

Joaquim trabalhava na e m pre sa Irm ãos C orage m Ltda, há trê s anos pe rce be ndo a im portância m e nsal de R $
700,00. Em 01/01/2009 foi pre so e m flagrante de lito por assalto a m ão arm ada e foi e ncarce rado por um ano
quando e ntão obte ve libe rdade e m 02/01/2010. O corre , todavia, que Joaquim , e m 01/02/2010, contraiu
tube rculose que o im possibilita de trabalhar. A Sra. Ge rtrude s, sua vizinha, inform ou que e le te m dire ito a re ce be r
be ne fício pre vide nciário de Aux ílio-Doe nça. Marque a opção que de m onstra por quanto te m po e le pe rm ane ce rá
e m pe ríodo de graça.

36 m e se s.
24 m e se s.
12 m e se s.
03 m e se s.
06 m e se s.

Gabarito Coment.

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